Você está na página 1de 23

UHE BAGUARI

ESTUDO TÉRMICO

CASA DE FORÇA - TOMADA D'ÁGUA


UNIDADES 1 e 2 - ELEV. 144,85 a 152,65

Setembro/07

ET HOL BAG 002 R0


Título: Número: Revisão: Páginas:
CASA DE FORÇA - TOMADA D'ÁGUA
UNIDADES 1 e 2 - ELEV. 144,85 a 152,65 ET HOL BAG 002 2 23

NEGÓCIO / OBRA:

UHE BAGUARI

CLIENTE:

CONSTRUTORA NORBERTO ODEBRECHT

Revisão Data Descrição Sumária

0 05/10/07 Emissão Inicial

ELABORADO: VERIFICADO: APROVADO:

HOLANDA CONSULTORIA HOLANDA CONSULTORIA CONSTRUTORA


Eng. Francisco G. Holanda Eng. Raphael Holanda NORBETO ODEBRECHT

2 ET HOL BAG 002 R0


ÍNDICE

1. OBJETIVO 4
2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 4
3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS 4
4. SEQUÊNCIA DO TRABALHO 5
4.3. VERIFICAÇÃO DAS CAMADAS DE PROJETO 5
5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 7
6. ANEXOS 9

3 ET HOL BAG 002 R0


1. OBJETIVO

Apresentar os resultados do estudo térmico desenvolvido para a seqüência de


concretagem da Casa de Força (Tomada D’água), unidades 1 e 2, Elevação
144,85 a 152,65 da UHE BAGUARI, considerando nesta fase a verificação do
projeto com o intervalo entre camadas de concretagem a cada 72 horas bem
como as recomendações aplicáveis.

Nesta etapa o estudo contempla a utilização do cimento CP III 40 RS (Cauê) e


as misturas B1.25.1-M e C2.25.7-M apresentadas na tabela de traços da obra -
revisão 9.

2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

- 8921/00-30-ET-0001-0 – Especificações Técnicas de Obras Civis


Consolidadas;

- ACI 207 – Mass concrete for dams and other massive structures – ACI
Manual of Concrete Practice 1970, Part 1;

- Concretos massa, estrutural, projetado e compactado com rolo – Ensaios e


propriedades – Editor: Walton Pacelli de Andrade;

- Concreto Massa – Volume 2 – Equipe de Furnas – Laboratório de Concreto;

- Estudo de Dosagens da Obra / Tabela de Traços Rev. 9;

- Desenhos/Projetos:
8921-CF-3F-DE-0001 RA1 – “CASA DE FORÇA – TOMADA D’ÁGUA
UNIDADES1 E 2 - ELEV. 144,85 A 148,55 – FORMAS - PLANTA
8921-CF-3F-DE-0002 RA1 – “CASA DE FORÇA – TOMADA D’ÁGUA
UNIDADES1 E 2 - ELEV. 148,55 A 153,326 – FORMAS - PLANTA
8921-CF-3F-DE-0003 RA1 – “CASA DE FORÇA – TOMADA D’ÁGUA
UNIDADES1 E 2 - ELEV. 144,85 A 152,65 - SEÇÕES

3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

As propriedades de ensaios especiais empregadas no presente estudo foram


consideradas com base nos estudos realizados no laboratório de Furnas
Centrais elétricas para os agregados da obra e na falta de ensaios específicos,
em informações de propriedades de ensaios de materiais de características
similares aos da UHE BAGUARI.

Tais propriedades correspondem à caracterização de calor específico,


difusibilidade, coeficiente de expansão linear, módulo de deformação e taxas
de fluência com o estabelecimento de funções temporais.

4 ET HOL BAG 002 R0


Da obra, na forma de subsídio contou-se com o aproveitamento das
composições de concreto apresentadas na tabela de traços revisão 9,
projetos/desenhos e o certificado de ensaio – Determinação do calor de
hidratação do cimento tipo CP III 40 RS (Cauê), realizado na ABCP.
Este conjunto de documentos é apresentado no Anexo A, inclusive a curva
desenvolvida com base no ensaio de calor de hidratação do cimento para
auxílio na determinação da elevação adiabática.

Em conjunto, estas propriedades e informações permitiram calcular o


equivalente em variação de temperatura, principal parâmetro para o
estabelecimento do coeficiente de segurança quanto ao risco térmico do
concreto executado na estrutura em referência.

4. SEQUÊNCIA DO TRABALHO

4.3. Verificação das Camadas de Projeto – Intervalo de Concretagem 72 hs

A seguir apresentamos o plano de concretagem estudado em camadas


conforme especificado nos projetos da obra (Figura 1) para execução da
estrutura em referência.
O plano a seguir foi verificado quanto à evolução do gradiente térmico e
apresenta a disposição de camadas numeradas pela Holanda Consultoria Ltda
considerando a maior seção prevista nos projetos.

5 ET HOL BAG 002 R0


Figura 1 – Seção Verificada pelo sistema unidirecional de fluxo

O plano de concretagem proposto apresenta camadas com variação de 0,70 a


2,8m (Variação Máxima) de altura.

Conforme observado na Figura 1, os pontos alinhados verticalmente indicam a


seção máxima utilizada no cálculo.

O estudo contempla ainda uma camada de 0,50 m de concreto classe B


(25MPa/28dias), com fator a/c ≤ 0,55, na superfície hidráulica da estrutura.

O plano de concretagem foi estudado considerando:

- Intervalo mínimo de concretagem de 72 horas, entre cada camada a ser


executada;

- As misturas de concreto empregadas apresentaram os seguintes teores de


aglomerante:

Classe “B” =312,8 (kg/m³)

6 ET HOL BAG 002 R0


Classe “C” =230 (kg/m³)

Nesta etapa foi previsto a utilização de Adição Mineral (Metacaulim HP) na


composição estudada.

Esta faixa de consumo de aglomerante, o cimento de baixo calor de hidratação


e a utilização do Metacaulim favoreceram para que o gradiente de temperatura
fosse reduzido.

Para a disposição em camadas estudada, os coeficientes de segurança


resultaram conforme apresentado no quadro abaixo:

Altura Temperatura Gradiente


Fator de Fator de
Elevação da de lançamento Máximo de
Camada Segurança Segurança
(m) Camada do concreto Temperatura
90 dias 360 dias
(m) (°C) (°C)
144,85 a
001a 0,7 14,6 1,64 1,86
145,55
145,55 a
002a 1,3 19,3 1,23 1,40
146,85
Idem
146,85 a
003 1,5 Temperatura 21,4 1,29 1,47
148,35
Ambiente
148,35 a
005 1,5 23,0 1,35 1,53
149,85
149,85 a var. (2,8
007 25,8 1,38 1,57
152,65 máx)
Obs: Intervalo de concretagem entre camadas mínimo de 72horas

Em geral se adota como aceitável para mitigação do risco de fissuras térmicas


o valor mínimo de 1,10.

Os cálculos efetuados permitem concluir que o plano de concretagem previsto


nos projetos da obra para a estrutura objeto deste estudo é adequado contra o
surgimento de fissuras térmicas nas primeiras idades do concreto.
O resumo contendo os resultados e gráficos elaborados para esta proposta de
concretagem são apresentados no ANEXO B.

5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

- Os cálculos efetuados indicam o atendimento do plano proposto em projeto


de concretagem quanto aos riscos de origem térmica;

- O fluxo de dissipação do calor gerado na massa do concreto foi favorecido


devido às grandes áreas livres em contato com a temperatura ambiente e água
de cura.

- O consumo moderado de cimento e a utilização do Metacaulim favoreceram a


segurança quanto ao risco térmico devido à baixa geração de calor na massa

7 ET HOL BAG 002 R0


de concreto. Esta condição é favorecida ainda pelo cimento, considerado de
baixo calor de hidratação, conforme constatado mediante ensaios.

- O consumo assinalado corresponde a mistura de diâmetro máximo 25 mm.


Maior beneficio poderá advir da utilização de agregado de 50 mm (brita 2)
devido ao menor consumo de cimento requerido para o mesmo valor
característico de Projeto;

- As regiões em proximidade das galerias de drenagem/esgotamento são


favorecidas quanto aos níveis de temperatura, uma vez que o estudo no fluxo
unidirecional contemplou a seção crítica sem levar em conta o benefício da
face livre destas galerias.

Como sugestão de forma a contribuir para o sucesso do plano de concretagem


estudado, recomenda-se adicionalmente:

- Pelo menos 12 horas antes do início da concretagem, umedecer as


superfícies de formas e armaduras da camada;

- Efetuar um sombreamento da área de concretagem, protegendo a superfície


do concreto fresco lançado da ação direta do Sol, principalmente no período
entre 10 da manhã e 15 horas da tarde (Lonas ou anteparos);

- Preferencialmente iniciar a concretagem em período mais favorável à


obtenção de menores temperaturas de lançamento (À noite, por exemplo,
quando desde a produção até o transporte, não haverá a contribuição da
radiação solar).

- Envelopar as tubulações da bomba, com tecido ou outro material com


capacidade absorvente e manter úmido durante todo o período de
bombeamento;

- Efetuar um rigoroso processo de cura do concreto, de preferência adotando-


se a aspersão de água por um período mínimo de 14 dias. É fundamental que
seja mantida a nebulização da superfície exposta do concreto, como forma de
impedir o ressecamento do concreto fresco exposto. A fim de evitar a
incidência direta do sol durante este processo, podem ser usados sacos
aniagem umedecidos;

- A aspersão da brita com água e a proteção dos caminhões betoneiras


(envelopamento com tecido aderente ao tambor e mantido em estado de
umidade permanente) durante o transporte do concreto são outros benefícios
que podem somar para reduzir a temperatura do concreto no lançamento.

- Controlar a temperatura do concreto na produção e no lançamento;

- Monitorar e realizar o acompanhamento das temperaturas de concretagem


nos principais centros de massa durante as etapas de concretagem pode
fornecer informações importantes, inclusive para considerações e definições de
parâmetros térmicos em outras estruturas massivas da Usina. Este

8 ET HOL BAG 002 R0


monitoramento poderá ser realizado pela equipe de Controle de Qualidade,
através da instalação de termômetros na estrutura.
Recomendamos que a instalação dos termômetros seja conforme figura a
seguir, na seção média entre as linhas A/B (Elevação 149,45) e B/C (Elevação
148,55) de projeto;

T1
T2

Figura 2 – Instalação dos termômetros (Recomendação)

6. ANEXOS

ANEXO A – SUBSÍDIOS PARA DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO;

ANEXO B – TEMPERATURAS MÁXIMAS DE CÁLCULO – CASA DE


FORÇA - TOMADA D'ÁGUA - UNIDADES 1 E 2 - ELEV. 144,85 A
152,65

HOLANDA CONSULTORIA LTDA


ENG. FRANCISCO GLADSTON HOLANDA

HOLANDA ENGENHARIA LTDA


ENG. RAPHAEL VIEIRA DE CARVALHO HOLANDA

9 ET HOL BAG 002 R0


SUBSÍDIOS PARA DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO
ANEXO - A

10 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE Baguari Cópias para Visto Engº Atualização: 27/09/07

TABELA DE TRAÇOS DE CONCRETO / m3 Revisão 09

CARACTERÍSTICA MATERIAIS ADITIVOS

Ar Cimento Meta Areia Brita Fibra de Viscocrete


Slump fck A/C Cimento Água Brita 25mm Brita 50mm Sika Aer Sigunit STM
Descrição Traço Incorp. Equivalente (*) caulim Natural 12,5mm Aço 3535CB
Equiv.
(mm) MPa/dias (%) (tipo) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg)
VBe
CONCRETO DE BOMBA D.MAX. 25mm

CLASSE R - Elementos Pré-moldados R1.25.3-M 120±20 30/28 0,425 3,5±1 CP III 440 30,4 404,8 187 706 ........ 942 ........ ........ 2,64 0,066 ........

CLASSE P - Elementos Protendidos P1.25.1-M 120±20 30/28 0,425 3,5±1 CP III 440 30,4 404,8 187 706 ........ 942 ........ ........ 2,64 0,066 ........

VBe
CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas
veloc.>12m/s p/ estrut. a céu aberto ou >7m/s p/ A1.25.3-M 120±20 25/28 0,450 3,5±1 CPlll 416 28,7 382,4 187 729 ....... 940 ........ ........ 2,49 0,062 ------
estrut. afogadas
CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B1.25.1-M 120±20 25/28 0,550 3,5±1 CPlll 340 23,5 312,8 187 800 ........ 935 ........ ........ 1,70 0,068 ........
afogadas
CLASSE B - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B2.25.1-M 120±20 25/90 0,584 3,5±1 CPlll 320 22,1 294,4 187 821 ........ 935 ........ ........ 1,60 0,064 ------
afogadas

CLASSE C1 - Concreto estrutural. C1.25.3-M 120±20 20/28 0,623 3,5±1 CPlll 300 20,7 276,0 187 838 ........ 932 ........ ........ 1,65 0,060 ........

CLASSE C2 - Concreto estrutural C2.25.7-M 120±20 20/90 0,748 3,5±1 CPlll 250 17,3 230,0 187 885 ........ 929 ........ ........ 1,75 ,038 ------

CLASSE E - Concreto massa e regularização -


E2.25.4-M 120±20 10/90 0,919 3,5±1 CPlll 210 14,5 193,2 193 917 ........ 916 ........ ........ 1,26 0,032 -------
BOMBEÁVEL

CONCRETO CONVENCIONAL D.MAX. 25mm

CLASSE R - Elementos Pré-moldados R1.25.4-M 65±20 30/28 0,419 3,5±1 CP III 420 29,0 386,4 176 625 ........ 1081 ........ ........ 2,52 ,063 ........

CLASSE P - Elementos Protendidos P1.25.2-M 65±20 30/28 0,419 3,5±1 CP III 420,0 29,0 386,4 176 625 ........ 1081 ........ ........ 2,52 0,063 ........

CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas


veloc.>12m/s p/ estrut. a céu aberto ou >7m/s p/ A1.25.4-M 65±20 25/28 0,450 3,5±1 CPlll 391,2 27,0 359,9 176 653 ....... 1078 ........ ........ 2,35 0,051 ------
estrut. afogadas
CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B1.25.2-M 65±20 25/28 0,550 3,5±1 CPlll 320 22,1 294,4 176 721 ........ 1073 ........ ........ 1,76 0,42 ........
afogadas
CLASSE B - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B2.25.2-M 65±20 25/90 0,587 3,5±1 CPlll 300 20,7 276,0 176 736 ........ 1071 ........ ........ 1,80 0,039 ------
afogadas

CLASSE C1 - Concreto estrutural. C1.25.5-M 65±20 20/28 0,640 3,5±1 CPlll 275 19,0 253,0 176 763 ........ 1069 ........ ........ 1,65 0,035 ........

CLASSE C2 - Concreto estrutural C2.25.8-M 65±20 20/90 0,733 3,5±1 CPlll 240 16,6 220,8 176 791 ........ 1060 ........ ........ 1,56 ,032 ------

CLASSE E - Concreto massa e regularização -


E2.25.5-M 65±20 10/90 1,056 3,5±1 CPlll 180 12,4 165,6 190 836 ........ 1043 ........ ........ 0,90 0,054 -------
CONVENCIONAL

11 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


CONCRETO CONVENCIONAL D.MAX. 50mm

CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas


veloc.>12m/s p/ estrut. a céu aberto ou >7m/s p/ A1.50.1-M 65±20 25/28 0,450 3,5±1 CPlll 367 25,4 338,0 165 638 ....... 525 617 ........ 2,02 0,055 ------
estrut. afogadas
CLASSE A - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B1.50.1-M 65±20 25/28 0,550 3,5±1 CPlll 300 20,8 276,0 165 702 ........ 523 614 ........ 1,50 0,045 ........
afogadas
CLASSE B - Conc. Super. Hidráulicas veloc.>4m/s
e <12m/s p/ estrut. a céu aberto ou <7m/s p/ estrut. B2.50.1-M 65±20 25/90 0,600 3,5±1 CPlll 275 20,0 253,0 165 726 ........ 522 613 ........ 1,65 0,041 ------
afogadas

CLASSE C1 - Concreto estrutural. C1.50.1-M 65±20 20/28 0,660 3,5±1 CPlll 250 17,3 230,0 165 749 ........ 522 612 ........ 1,50 0,038 ........

CLASSE C2 - Concreto estrutural C2.50.1-M 65±20 20/90 0,733 3,5±1 CPlll 225 15,5 207,0 165 773 ........ 521 611 ........ 1,58 0,034 ------

CLASSE E - Concreto massa e regularização -


E2.50.1-M 65±20 10/90 1,060 3,5±1 CPlll 165 11,4 151,5 175 819 ........ 512 601 ........ 0,99 ,030 -------
CONVENCIONAL

ARGAMASSAS

Lubrificação da bomba classe A a/c igual ou menor


A1.4,8.4-M 200±20 25/28 0,450 8,0±1 CP III 680 47 625,6 306 1015 ........ ........ ........ ........ 3,40 ........ ........
que 0,45

Lubrificação da bomba para todas as classes onde


A1.4,8,5-M 200±20 25/28 0,550 8,0±1 CPlll 540 37,3 496,8 297 1161 ....... ....... ....... ....... 2,70 ....... .......
o a/c não é limitado em 0,45

Fixação dos trilhos do guindaste A1.4,8,3-M 200±20 30/28 0,436 8,0±1 CP III 688 50 631 300 1200 ....... ....... ....... ....... 4,82 ....... ........

CONCRETO PROJETADO SEM FIBRA

Tratamento de taludes do vertedouro e Casa de


F2.4,8.5-M ........ 25/90 ---- 8,0±1 CP III 500 35 460 ---- 1423 ........ ........ ........ ........ ........ ........ 20,00
Força

Tratamento de taludes do vertedouro e Casa de


F2.4,8.9-M 120±20 25/90 0,500 8,0±1 CPlll 512 35,4 471 256 1293 ....... ....... ....... ....... 3,07 ....... 21,8
Força

CONCRETO PROJETADO COM FIBRA

Tratamento de taludes do vertedouro e Casa de


F2.4,8.7-M ........ 25/90 ---- 8,0±1 CP III 500 35 460 ---- 1383 ........ ........ ........ 30 ........ ........ 20,00
Força

Tratamento de taludes do vertedouro e Casa de


F2.4,8.10-M 120±20 25/90 0,500 8,0±1 CPlll 512 35,4 471 256 1253 ....... ....... ....... 30 3,07 ....... 21,8
Força

CONCRETO POROSO

Concreto Poroso CP.25.1-M ........ ----- 0,589 ----- CP III 180 12,4 166 106 131 ........ 1727 ........ ........ ........ ........ ------

OBS.: (*)Cimento CPlll 40 RS Cauê+metacaulim HP.


Revisão 9 - Os traços C2.25.4-M e C2.25.6-M, foram substituidos pelos C2.25.7-M e C2.25.8-M, respectivamente.

12 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


E TOMADA D'ÁGUA 

DA TURBINA 
BARRAGEM 

DO ROTOR 

A  B  C  D 
A  B  C 
32,00 
17,00  15,00 
2,68  2,50  11,82  8,46  1,40  3,00  2,14  VARIÁVEL 

0,40 
2,45 

149c  149c 
1,40 

GALERIA DE DRENAGEM  146,85 
8,00 

0,50 

VER DES. 0434­2930­000586 
DA VOITH SIEMENS  ÁREA DO DESENHO 
1,75  VAR. 
4,15 

0,50 
148,55 

16,00 

UNIDADE 1 
DE­C16­003 
VAR.  1,75 
CANALETA DE DRENAGEM 

GALERIA DE ESGOTAMENTO 
149a  149c  149b  149c  149c 
5,035  0,88  1,50 
8,00 

PROJEÇÃO DA 
JTA CONSTR. 

ESCAVAÇÃO 
149c 
0,40 
32,00 

JTA CONTR. 
4  0,40 
GALERIA DE DRENAGEM 

147,95 
146,85 

149c 

6,25 
8,00 

5,035  2,38 
0,88  1,50 

1,75  VAR. 
148,55 
149a  149c  149b  149c  149c 
16,00 

LEGENDA 

3,50 
UNIDADE 2 

VAR.  1,75 
CLASSE DE CONCRETO 
0,30 
ACABAMENTO DE SUPERFÍCIE 
VER DES. 
8,00 

0434­2930­000586  CAMADA DE CONCRETAGEM 
DA VOITH SIEMENS 

6,25 
MUDANÇA DE CLASSE DE CONCRETO 

0,40 
NOTAS: 
5  1 ­ TODAS AS DIMENSÕES E ELEVAÇÕES ESTÃO EM METRO, EXCETO ONDE IDICADO. 
2 ­ CLASSE DE CONCRETO: 
0,30  0,40  0,40  0,30  0,30  0,80  0,80  0,30  CLASSE C, fck = 20 MPa (AOS 90 DIAS). 
3 ­ O CONCRETO SÓ PODERÁ SER LANÇADO APÓS A FIXAÇÃO 
B  DAS TUBULAÇÕES E DE TODOS OS EMBUTIDOS PREVISTOS NA ESTRUTURA. 
DE­C16­003  12,07 4,93  13,60  1,00  0,40 
4 ­ QUANTITATIVO:. 

DE­C16­003 
VEDA JUNTAS SUPERCAST PVC ­ 330 DA FOSROC OU SIMILAR 

1,0  3,0  5,0  m 
NL  HA L  JRP 
11191 
2.83­34227 DA VOITH SIEMENS  11191­DE­C16­002  DE­C16­001 
11191­DE­C16­003  AJC 
CIVIL 
FPA  CASA DE FORÇA ­ TOMADA D'ÁGUA 
A1 
UNIDADES 1 e 2 ­ EL. 144,85 ATÉ  EL. 148,55 ­ FORMAS 
PLANTA  1/3 
E TOMADA D'ÁGUA 
BARRAGEM 

DO ROTOR 
DAS PÁS 

A  B  C  D 
55,78 
17,00  15,00  23,78 
4,833  7,239  4,928  2,11  3,335  5,035  2,38  2,14  5,88  17,90 
18,918  2,832  4,17 
0,54 
0,90 


1,525 

2,15 
150,30 
152,40  152,774 
0,88  1,50  6,75  3,00 
0,10  2,14  3,00  1,61 
152,651 
8,00 
5,495 

152,774 

152,496 
152,519  152,121  150,789 

151,98 

5,85 
5,80 
152,40 

5,10 
4,20 

153,326 

153,043 

152,724 
148,55 
1,75 
0,98  0,98 

150,789 

16,00 

UNIDADE 1 
DE­C16­003 
1,75 

PARA PEÇAS FIXAS DOS RALOS 
VER DES. CF­4E­DE­0001 e 
CF­4E­DE­0002 

4,20 
1,00 

5,10 

5,85 
152,651 

1,50 
150,30 
5,495 
8,00 

150,30 
152,774 

2,15 
1,525 

0,40 

150,30  0,54 
JTA CONTR.  152,474 
JTA CONTR. 

1,525 
32,00 

0,40 

2,15 
0,34  1,36 
0,88  1,50  2,14  3,00  1,61  3,00 
150,30 
8,00 
5,495 

152,774 

5,85 
152,40 
0,10 

4,20 

Ø 6,3925 

Ø 6,548 

Ø 7,115 

Ø 7,752 
148,55 

1,75 
0,98  0,98 

150,789 
16,00 

UNIDADE 2 

1,75 
PARA PEÇAS FIXAS DOS RALOS 
VER DES. CF­4E­DE­0001 e 
PARA PEÇAS FIXAS DOS RALOS  CF­4E­DE­0002 
VER DES. CF­4E­DE­0001 e 

4,20 
1,00 
CF­4E­DE­0002 

5,85 
152,651 

JTA CONSTR. 

1,50 
150,30  0,168  0,332 
5,495 
8,00 

152,519  152,121  150,789 


4,70  0,44 
152,40 
0,34  1,36

2,15 
1,525 

150,30 

0,40 

6,26  10,75 
B  2,44  2,393  25,027  19,318 
DE­C16­003 
12,072  4,928  12,86  2,14  23,78 
PLANO DE VEDAÇÃO DA 
PARAMENTO  PLANO DE VEDAÇÃO DA 
COMPORTA VAGÃO/  NOTAS: 
COMPORTA ENSECADEIRA 
ENSECADEIRA 
1 ­ PARA NOTAS, DESENHOS DE REFERÊNCIAS, LEGENDA 

DE­C16­003 
E SEÇÃO CHAVE, VER DES. 11191­DE­C16­001 

1,0  3,0  5,0  m 
11191 
NL  HA L  JRP 
DE­C16­002 
AJC 
CIVIL 
FPA  CASA DE FORÇA ­ TOMADA D'ÁGUA 
A1 
UNIDADES 1 e 2 ­ EL. 148,55 ATÉ EL. 153,326 ­ FORMAS 
PLANTA  02/03 
DA TURBINA 
DO ROTOR 

A  B  C  D 
17,00  15,00  23,78 
5,445  5,035  2,38  2,14  3,00  1,61  3,00  9,168  0,54  6,462 
152,774 
2,11 
152,651  152,724 
152,40 
151,98 
150,65  150,789  150,65 
150,30 
148,55 
0,65 

1,20 

147,95 
VAR. 
146,85 
146,45 
144,85 
1,50  0,74  1,00  GALERIA DE ESGOTAMENTO 
GALERIA DE DRENAGEM  PROJEÇÃO DA GALERIA DE ACESSO 
À GALERIA DE DRENAGEM 
CORTINA DE DRENAGEM 
CORTINA DE INJEÇÃO 
(VER NOTA 3) 

1:100 

DA TURBINA 
DO ROTOR 
A  B  C  D 
2,11  0,40 
152,651 
152,40 

0,60 
151,35 
0,30 

150,789  150,30  150,65 

0,40 
149,85  149,85  0,30  0,40  0,80  0,30 
0,30  0,60 

149,05  148,55  PVC TIPO O­35 


148,35  148,45 

0,30  0,30 
0,30  0,40  0,40  0,30  147,15 
146,85  146,45 
0,30  0,55 

PVC TIPO O­35 
145,55 
144,85 

1:100 
3  4  5 
16,00  16,00 
3,50  3,50 
1,15  1,20  1,15  1,15  1,20  1,15
150,30  150,30  150,30 
1,35 

148,55  148,55 
2,30 

146,85 
146,45 
NOTAS: 
2,00 

144,85  1 ­ PARA NOTAS, DESENHOS DE REFERÊNCIAS, LEGENDA 
E SEÇÃO CHAVE, VER DES. 11191­DE­C16­001 
2,45  2,03  2,52 
6,40  1,60  8,00  16,00 

1:100 
1,0  3,0  5,0  m 
NL  HA L  JRP 
11191 
DE­C16­003 
AJC 
CIVIL 
FPA  CASA DE FORÇA ­ TOMADA D'ÁGUA 
A1 
UNIDADES 1 e 2 ­ EL. 144,85 A EL.152,651 
SEÇÕES  3/3 
UHE BAGUARI

Calor de Hidratação do Concreto (Cal/g)


70,0

60,0

50,0
Calor de hidratação (cal/g)

40,0

Calor Hidratação (Cal/g)


CP III 40 RS - Lafarge
30,0
CP III 40 RS - Cauê

20,0

10,0

0,0
0 50 100 150 200 250 300
Tempo (horas)

Conforme NBR 12006/90 17 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


TEMPERATURAS MÁXIMAS DE CÁLCULO
CASA DE FORÇA - TOMADA D'ÁGUA - UNIDADES 1 e 2 - ELEV. 144,85 a 152,65
(VERIFICAÇÃO DE PROJETO)
ANEXO - B

18 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE BAGUARI
EVOLUÇÃO TÉRMICA - CF - UNIDADES 1 e 2 - ELEV. 144,85 a 152,65

Mistura: Classe "C" (C2.25.7-M) Classe "B" (B1.25.1-M)


(20MPa / 90 dias) (25MPa / 28 dias)

(kg/m³) (kg/m³)
Cimento CP III 40 RS 1,000 230,0 1,000 312,8
Metacaulim HP 0,038 17,3 0,038 23,5
Água 0,813 187,0 0,598 187,0
Areia Natural 3,848 885,0 2,558 800,0
Brita 25 4,039 929,0 2,989 935,0
1 + m + A/C 9,738 7,182
A/C < 0,55

Calculo da difusividade (h²)


condutividad calor massa
Traço em
Material ek específico c específica ρ
peso
cal/(cm.s.°C) cal/(g.°C) g/cm³
Cimento 1,000 0,00303 0,158 3,00
Água 0,813 0,00150 1,000 1,00
Pozolana 0,038 0,00150 0,125 2,60
Areia Natural 3,848 0,00730 0,190 2,65
Brita (Gnaisse) 4,039 0,00690 0,175 2,70
Concreto 0,00619 0,248 2,57

h² = k / (ρ . c) h² = 0,00972 cm²/s
h² = 0,08398 m²/dia

Δx = x / número de intervalos
Δx = 0,24 m

Δx² / (h² . Δt) = 4


Δt = 0,171 dias
Δt = 4 horas

19 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE BAGUARI

Calor de Hidratação do Concreto (Cal/g)


40,00

35,00

30,00
Elevação Adiabática (°C )

25,00

20,00

15,00

10,00

Elev. Adiabática Concreto Classe C


5,00
Elev. Adiabática Concreto Classe B

0,00
0 24 48 72 96 120 144 168 192 216 240 264
Tempo (horas)

Conforme NBR 12006/90 20 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE BAGUARI

Evolução da temperatura nas camadas de concretagem


30

Camada 001a

25,8 Camada 002a

25 Camada 003
Camada 005
Camada 007

20
Evolução da Temperatura (°C)

15

10

0
0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00 50,00

Conforme NBR 12006/90 21 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE BAGUARI
Estudo Térmico - Concreto Massivo Classe C: 20 MPa / 28 dias
IDADE ft E (ftii + ftif-i)/2 F(K)ln(t+1) CD=e0 + e EQ.TEMP.
ft/E
(Dias) (MPa) (GPa) (MPa) cm/cmx10-6 cm/cmx10-6 (°C)

3 1,89 14,9 126,846

7 1,99 17,5 113,714 1,94 1,931 151,182 14,7

28 2,51 20,6 121,845 2,20 3,910 207,858 20,2

90 2,76 22,9 120,524 2,33 5,373 245,442 23,8

360 2,89 26,1 110,728 2,39 7,057 279,382 27,1

a=
-6
10,3 x10
F(K)= 1,2 cm/cm/MPa

22 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto


UHE BAGUARI - CF - UNIDADES 1 e 2 - ELEV. 144,85 a 152,65

Resumo do Estudo Térmico - Concreto Massivo


(desenhos de referência 8921-CF-3F-DE-0001, 0002 e 0003)

Gradiente
Temperatura de Intervalo de Coeficiente de Fator de Fator de
Altura da Máximo de
Camada Elevação (m) lançamento do concretagem entre restrição de Segurança 90 Segurança
Camada (m) Temperatura
concreto (°C) camadas base dias 360 dias
(°C)
144,85 a
001a 0,7 72 horas 14,6 1,0 1,64 1,86
145,55
145,55 a
002a 1,3 72 horas 19,3 1,0 1,23 1,40
146,85
146,85 a Idem Temperatura
003 1,5 72 horas 21,4 0,9 1,29 1,47
148,35 Ambiente
148,35 a
005 1,5 72 horas 23,0 0,8 1,35 1,53
149,85
149,85 a
007 var. (2,8 máx) 72 horas 25,8 0,7 1,38 1,57
152,65

23 ET HOL BAG 002 R0 - Verificação de Projeto