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ATUA,IDADES PEDAGÓGICAS

Yolume 2

JOHN DEWEY

COMO PENSAMOS
COMO SE RELACIONA O PENSAMENTO REFLEXIVO
CONÍ o PROCESSO EDUCATIVO: UMA REEXPOSIÇÃO

Nota trad'uçdo e notas de


HevoÉr »r Celrenco Ceupos
Ei-aagistekle da ÍlniDersàd ada de Sõo Pallo

8.o edição,
nublicad.a sob os auwícbs da lnstihúo
Ntictoml ite Estudoi Pedagóglcos ilo
Mtnistéria da Educaçõo e Culhna, etn
comemoraçAo ao centendrio de rusci-
mento il.e lohn Deueg.

ttlíCn$$ttf,rrlitcrnn
OFt [rTA
trsmuT0 Bll)l,ciL 0r :.rii3l)S ptDlce8f0t
O;§IR|BU,I nC Ü,O
C1rru R33h1 úe tu; ,ir.r tlu*hb
CON{PANHIA EDlronA NACTONAL
tn57, z_92,7,
sÃo petn-o
Do original norte-amerícano:
HOW WE THINR
A rcstaÍement oÍ the relÃtion of rellectiae thinking to the
ed catíoe process

Publicado por Heath, Boston (2.4 ediçâo, t93S)

De Jonu Dewnl
Destas mesmas ííAavALrDÀDEs pnpacóctc.rs',:

Vol. 21 -- Democrucia e Educação, hadução de


C,onornun Rrllcrr- e Atisro Trrxrna,
3.4 edição, 1959.
Vol. 76 Yidn e Educação, tradução e estudo preli-
- minar
de Áadsro Trxenq, 5.4 ediqão,
r959.
e na "Bibüoteca Universitária,,:
Série l.a, vol. I A Fihsofia em Reconstqtõo,
nova tradução- de ÂNróNro Pntro pr Clnveiuo,
revistâ poÍ ÂNÍsro TrxrEÀ, 2.a ed., tg5g.

r959
DiÍeitos pâra a Iíngua portuguêsa adquiridos pela
COMPÂNIIIA EDITORA NACIONAL
Rua dos Gu.mões, 6il9 Sáo paulo
-
que se reserva a propriedade desta tradugão

Impresso nos Estados Unidoi do Brasil


Printeil in the Uniteil States of Brazil
INDICE

Prefácio dn segurda ediçõo ..... 7


Prctácio da prtmeira eiüção ...... s

PRIMEIRA P,{RTE
O PROBLEMA DE I4NSINAR A PENSAR
Cap L Que é pensar? . ......... l3
I. Diferentes senüdos da palavra pensamento. IL O
fator cenbal do ato de pensar. III. Fases do ato de
pensar reflexivo. IV. Resumo.
Cap Il. Por que o ato de pensar reflerioo deoe constituir un
fim eilucacional 2A
I. Os valores do ato de pensar. IL Tendências que
requerem constante ordenação.
Cep IIl. Recursos inatos paro o treino do pensomento . ...,, 43
I. Â curiosidade. II. A sugestão. III. Â ordem. IV.
Algumas conclusões educacionais.
Cap lY- As condições da escolae o lÍeino do per»arnento 82
I. II. InJluência dos
Introduçáo: Métodos e condiçóes.
hábitos dos outÍos. III. Influência da natureza dos
estudos. IV. Influência dos objeüvos e ideais correntes.

SEGUNDA PÀRTE
CONSIDERAÇÕES LÕGICAS

C.cp. V. O pÍoccsso e o prod.uto dn atioid,aile retlexioa: o


processo psicológico e a forma lógica .. 79
l. O pensar como ocorrência formal e como ocorrência
real. II. A educação em relaçáo ao formal. III.
l)isciplira e liberdade.
C,rp Yl. Erenplos de inleúncia e ilz oerlficação 97
I. Exemplos do atividade ref,lexiva. IL In{erência
para o descoúecido. III. O pensamento parte de uma
situação duüdosa para uma situaçáo determinada,
CâP Yll. An6lise d9 ato de pensar rcflexiao r0?
I. Fatos e idéias. II. Âs funções essenciais da atiü-
dade reflexiva.
C^! VItr. O lugar iln iuízo na atiaiilaile refWioa 123
I. Três fatôres do ato de -iulgar. II. ÂnáIise e síntese:
as duas funçóes do juÍzo.
Cep 8. A conpremsãa: iilélas e signiflmdos 135
I. Idéias como sugestôes e coaieturas. II. As coisas
e_os significados. III. O processo pelo qual as coisas
adqürem signiÍicado.
Cep, X, A compteensd,o: concepúo e definiçdo 151
I. Á natureza_ das concepções. II. Como sugen) as
concepções. III. DefiniSo e organizaçáo dos -signifi-
cados.

,' Clt Xl. O métoü sistemático: contrôle dos ilnilos e das uoaos 166
L O método como veriÍicaçáo deliberada dos fatos'e das
idéias. II. A importância do método no julgamento dos
dados.
CLp. Xll. O métoda sistemátito: contrôle do raciacínio e dos
conceitos r78
I. O valor das concepções científicas. II. Importantes
aplicaç6es à educação: impropriedades características.
Cer. X,III. O peíLsamento emp ico e o peusamento científico r88
L O gue significa empírico. II. O método científico.

TERCEIRÁ PÁRTE
O TREINO DO PENSÂ}IENTO
Cep. XIV. A atiaiilade e o treino do pensamento 203
L O primeiro estágio da atividade_ II. O brinquedo,
o trabalho e as formas afins de ativiilade. IIi. Às
ocupações construtivâs.
Cap. XV, Do concreto para o obstrato 2ri
I. Que é o concreto? II. Que é o abstrato?
Cep. XVL A knguagent e o treino do pensamento 221
I. Á lingrragern como insuumento do ato de pensar.
II. O abuso dos métodos verbais na educaçãó. III.
Conro usar a linguagem na educaçáo.
Cep. XVII. A obseraaçd.o e a inf ormaçõo no treino mental 21a
I. Á uatureza e o valor da obsen,ação. II. Métodos
o mate ais de observação nas escolas. III. Transmissáo
de informações.
C.rr'. .\VII[ Á liçdo e o lreiio d.o Pensamenlo
I.Falsas idáas sôbre a üçáo" II' As funçóes da tomada
de liçáo. III. Como conduzir a Prol'a. IV. A ftrrrçÍo
do professor. V. Àprecia@o.
XIX. Algunas conclusões gerais
C-ar,. 2i5
I. O inconsciente e o consciente. II. O processo c o
produto. IIL O longínquo e o próximo.
í\DICE ANÂLÍTICO ., i89

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PREFÁCIO DÀ-SEGUI.DÀ EDIçÃO

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a&ar4}óa uú& ot piWw dib em # txtth ràalrld'
to. Ê. irae úIilnto gh6ro'o Faffi M#o ilu Curo Ptú
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Elilo' ü tffi do cd@ üAhúL
Em prfrrwbo pgu, enfum ,"Frtn*aot *lno@út da
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net lrffio e fuvu fu apt@, Nb PrÉnPWaoe
u ttrrdt @ctdoolla astçW ya t&gp ila woo q lüb
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tapu@. Ar nafuqu tw otffio @tú wo a
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@et obde*t d W do dmgürrúút @q @ítw
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etu ldébt, o úe@i'ttb nUa rmaroruaL o: ant@
tu Pqb II, a@ uhbdee Wo. W P, fu a
atfu lógla b rçfldo ld Mtu ü aaao c, ct b, fus'
tue ttnp@ dn ulra qumçP. b mw unP,
o trlébs fu, u lifu qu @ o:lrffiP otl-
gtu\tormtttu ú*e ffijzwrd@ 6 aW
t*dràs. lot onnrr ô àatsq.tffi* úa tfnurm

i
L* {ld8..**l;;',
8 COMO PENSÀMO8

de exemfus e alrerc*w a or*m ila cotowfu ile capiatbs


*tte.hos. )
Em terceiro lqa4 uma refet&tcia às pentec tadffi_
caQões na,;r portes ileil*ndas o enshw: tods moüfiaçõea
rc-
fletcn w oprdas tw escolu, ecpenaatnatte na orbntação
b enshro e ilos estud,os, dasite lgll, arc ito optecimenta
ilActe lh:ro. Métodas qw forcn uitil:ados porgw'dgentes ru-
qwla tcmpo, e$õo, hoie, fübamnte de;apmectdos ilas me-
Wet ercob, @ rraso glp @tos e,otte;rras obran à luz.
A tufE fubs reaiüstot -se ô tcrto: por c*qttu?lo, o cafitdto
l§tlil, úbre'A LEÍo" (Recütatbn), é totalme*e taoo.
Por üthno, é graúc pnaer erpresw os Êlr;arc a1ÍdoêÍ-
nentos a toilos os qw, tado fe&o *to ih e@
dfEFvL pteÍ@t a su erpdfu lnteilçpttu oo ú.et dls-
pr rD peryo fu*a no'm e, orup esprrt, maWt ocrib.
]mt Drgrt
PREFÁCIo De PntuuRÀ EDrÇÃo

Perfufia o e J+rú ile rcaw escotos urno corlÉ,íuu twl


tíücafio ile e*uiloe, cút qwl c( L sln prôp* lr,lxirfqlfca-
fu ite ndart& illil&ircoc e da qítrÉplos. Nostos Tnofea-
s6res ilelrunfun wu tarcla qw w torrú.t rnlfro ttlaÁt Milo"
pr tercn ile peuryot-se húioiihnlnente oom u iMipfut
e, nb, ile analdàró-bs aPenos mlettffinenro. Utgc orwon-
fiar algwtp,ra ile algn Pí*úíno uÜldo1
se nb qtúiiefilos qtp 8e totircn estéaek os progrews rcalL
zfuc rco procesoa ilillhbos. Êste lfuro @"íine a cowtelo
it" qw o rpceúb fúor ilc ceútalirução e e,*lllfdde ie
rclu ru ailoçÃo, coíto tvta ilc nossac ilo d$udc
mental, ito háho iln ptlrlort qw denonhlciros -cbúÍ:úo.
Esu obru rufuta a obp@ ila qw ew o#uilo t@
cfelrtííl.ca teÍ. Powo imporl:fu to ewlrc fus furyu e
dne fooerc. De fao, d otifidn hao e espotfiw ilo htfdíb*'
comated*dn W urtu otoa anbsifuda, pla Utwgi@ fétttl
e plo g6sa iI4 hwe§fga$o expeAneata" eatá pr6tima' muil;o
prtt*u, ita úMia da esphilto cieútbo'
Se ectus frgp 08 ufuien *lg,én a now -ercc wttw'
Eutry e o agn* sfurtü^ttu ru imPotnte ffidbuil;fu qw'
,* prAA* eãwdÜoo, êsw rccoril'cclttutúo íwh pta a fe-
lloiduda latmotw e o beaeíbb socilil, e*tõo ptcttntno*e
redl*fus os lnttldrtos cún qto foran esutúoe'

&
r
10 COrdO PEN§AIÍO8

Não ne pece wceúrb em§rleror os antorut corn q@rÍt


me c;lo emüoida. Meu ilébito p*apt é
e{sa, qp üwpirotz as túias itêsta tbro eFa
com mkitu
meW a$os
e$orWt, ila lffi a lO0B, na Ewola Laboaórb ile Cúgo,
u idébt reÍerfilos tlngban a solillez, rc$tltante de suat colt _
yooaçAo @Ít a gtúkn.
E'-me igulmeúc ,§n Faau rcqtúucq o qw ilcoo
à
irtuligente e simfttca @lafuação doc yofeosôres e auspe-
tores da nawbaoda esooh e, e.qefuhronle, à *.o Eltt
Fbg;
Young etúão mtnlp colega w Untoerddade e drhnente dt-
retora gertl ilos Eccola.s ile Chbago.

Joror Drwry

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PRTMEIRÂ PÂRTE
*

O PROBLEMA DE ENSIN n A PENSTiR

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flri.
cÀPfflrlo t5RÃiÍEüO

. Auc é PcnsoÉ

|- Diferentes sntii{au da Palffiro Wnffiefito


* iÀ melhor rnraein de Pon*r
"
a ninsuém se pode dizcr cmo deraá respirar ou
Se
n"ãi trrc,r"" tambérn não sc lhe pde ilker, de
"it"d"rl
manei.a er"i", .omo ilaoetó permt. Podem, porém' ser ia-
dicadas e descritas em §€us sfoEttoc gem§ as drias manei-
-Algumas sáo mclhores
r"r *trt ouais os homens rrrlsla,zl",
ib ôue o,rt"t, u por motivú e.rylicáveis. Queur gtpreea-
da áuais slo as óetrhores meiras de poart o porgc do
*"üi.xe., mudarÁ, se quiser, as suâs p@lrs oareiras atê
que s tortr€,m mais efüentes, isto ê até gae cÚBcutcm EÉ
ffi ; úbrlü" de que é oais- capau o 1Érserrato ilo gue
oualouer ouha operdção meotgl.
' À *elho" m'aouii" de pe'nsar, a eer cmdderade nesta
obra. é chamada Densemqtà reflerivo: r *pédê de pensa-
constsü em dminar mentatoanto o sssrmto e
-*ío *'couside,ração
da"-lbe séria e tonsecutiva- áiaH, pordm, il-c
*E** ,o td",
prlptieel, lÍetertÍÍrot suclsgmerta de
alsuns outu procesú meuitais que recebo' 1i|gunar vêzes,
o -nqre e petrrr;anotw

À 'CçÊçtc & Corsciânfrl:y

Sanpre qu€ €sta,mos acordailos e dgr@c


Aorrmds.-reIí "?* ry+
aliuus coisa noe estí' cm s cofua dizq
-surbo'
;*"d" cabeca. Durante o som, tümamos
u
i *o *pguu ac d+encia. Tamb& e*-i$É e úBe
t@, É,éo, rqlào+ aeaudoe,'@túiú8 tiutdoo m ar'

t
L
!-

L4 coldo PEtr§ÁMo8
deixamo-nos levar pu correotes mentaig âtó nais ociosas e
caóticas. ?ensar' úana-se, Às vêzes, a êsse curso desor_
d,onado ato idáas qle nos paosam pela'ca@a"
deüegrsdsmente. Já müto B€úio{t tem querido".rtq,aUo
ver se soria"
capqz de -prar de peasaf, irto é, do iusp€ndor essa su_
cossõo de estadc mentois. Edôr,go baldadol, O estsdo de
úgílie se nos decorre, mais ilo q,i" admithÍâEos, nessa in-
consêqüeute bivoüdada de frmiãias @tais, foriuitas tiem_
Dra-nças, esperaaças gratas úcs irfundadas, Ímpressões
e inoomptretas. Por isso, quenr ofereco "um- níquel vacas
ü&s
seus- pensamPtôs" não Íarf grrade negócio ú a'o*ertbÍô,r
gt*â apas o-que.eú pado cabep h
-":95 E o qué pcsú dêssa 'nodo-raramsats'pela
outÍo. teú t/eloi.

. Ê cmo descrwsios scimÊ qae os tolos e oa néscioe


pW Conta-se de um h@-com ecrU faua de pouca
intelgenc! que, desejando ehger-re vereads cm.,r* At dq
sE Nova llxglatena, sê dirigiu aoe cmter.ârreos, erclamando:
..-I-TT_!! y §tt. "í" me e&zi compoteute;
-
vivo. s€rnpÍê a p€nsar nisto du naquilo..
pois olhem,
O1t,, o p@§sm€nto reflexivo fareo+e
I - de coisis etaves a êrc curso for_ j

tuito do eqpÍrib, porque tamMm consiste ,l


'€B .üme-sue6s6o de colser-pc&aãag'qS a üseroça :é
S*re*IeÍão
IP_br"F a mera sucmtô irrégulár -detb *, á;qüib{ ,i
rt Éo é dmplesmente uma Éqtiência mos urna crru_
:qg.üê"ri" -.{oa Gdan ah ül oodo-carmüva que eaih
rdêIâ eDgeDdra I . rctünto c@o san ddto naturâI e ao
mesmo tmpo, apóie+o Da entdoesica oo s i*a e .ú.re.
Âs prtes de um pcnsqeo,to rodcrivo derivam I

u&r§ .l.q orües b suÉâ*a&sa ui* ls ,rürrl ;; ,ã,


I
I
t

e f.o é p-r* d" rrrn ponro


fT confusamate: f+
, *ffi; falrndq.um".r&ràs do pmoento. {
. .tiâda rÊrr'r(l deira um dcp&ito de que ce +ifrl o. têrm I
)

fqr"q,A cúr'Gohza,- d fluro, trcridcaâ;Euna série, jí

Tg1 pÍ$. Ip qurtqu* p€a§laeútu renculo, he uni. i


.qrGs oÉIErds$ Iig8dâs ênhê d dê hl arto guê o mrltedo
ê uE m@imcnto cmtinuado lrsra m fin c.ioum.

J
F--.-""

ep. t múÀr? $

Pcnrer rrstringe-rt, .eo ;rnl, .o {m i6e ó dirtrrgntt


prtccbilo

Neste sogundo sonüdo, o eto de peosar epüce-se a xÉsar


ráo sontidas" ou diretamento parcebidas peloc eentidos, r
coisas que nfu sáo vistas, ouü-das, tocadas, cheiradas, nem
orovada's, Pereu[tando-se a uma pessoa que-está contando
ilgum fato, se" viu ruccdér oêrto hcid€Dfo, é -possível que
re-qponda: 'Não ü; nas pemso quo assim zuccdeu-" Trans-
partce, arsim, un tÍBço iivcouvol cmro algo distjato do fiel
i. iegfltro áa observaçio. Cunpre assinalu. em casos dêcsê§,
a "i.porta"a" aas lucccsocl iic lltfldcntee e qfsódios ima'
clEá;os oue eusrdâú cerb oocsêüdà quô se prendem â
-lrtermeiliária cntre
ü- tio e, rselm, bmaÉ lto§içío
calidoscóptcôa ila faolasia o as *lr$ileraçõcs
".ÀUoüo
os caprichos
deliÉadamente emprclailas cúro vr§t* a uma tirnclus§o.
As }ústórias ímnglnÁrias cotrtsdas- por ulsDças PossueüI
todos os graus de coorêocia hteraa: âlgttfi8§. §âÕ de§@DeÍ8q
mrtras. aácrhdas, Ouando corcEss, assemelhap-se ao l,en'
samunto refledvo;'q ti verdade' ocolreú em epkitos dotedos
dp capacidade ló$ca. Essar..elaborações imagioárias prec
d"-,'"o freqiiêicia o pensiünento
-un à@doade'-F€Psrar.do-
lhe o caminhã. Ássim, P€nsam€nto o idáa é a re'
pres€ntação mental de algo úo realnente PúerÊDto; e P@§ar
consiste na sucessão ile tais ropresentaç5ec

O pensamento reÍÍeriYo aflira e chr6rr r rlçrgrdusõo


Em contraste" o PeDsírúeúto reflerflry qaz qal Fpóaito
' siürado aléB do dtvdgo ptoporamar polo stto do agra-
: dávêis invencões e roprtseúta{6ec mentais. Eils ctuso derc
: J"a*it . "ig,r- hfar; dwe toder e rub coochrsão 9ry'
I sível do coars-tituir úa substânda extedq à cor€tiiÜ 'Iq
í;;s""" À u*orl, de rm gigantc satidaú' tah'er" por- d
I próõria; mas a conclusao reIÍúva ile que o gigeúo vivito
ilãi'éD"* e em tal luÊü !.coÍdtarh"- pan scr ile úlfula o
!
Íca ddcadeia ió6rr'
t
t "*itá",i'd" "tú; ius&icatÍva
t 2

t
tt colfo PE!t S A !AO!

Êsse elemento coolxêstente erprime+e, pmvÀvelmentg melhor


pela frase comumr *neflitc eâle o-a dtar". Á *
swere frú
um emaranhado a ser desfeito, algo obscum a ser escla.eãdo
mediante a aplicação do pensamãuto. f:xiste um alvo a ser
-gye-deterúina ürra tarefu coaholedora it" *qtiê"-
atinqjdor
cia de idéias.

Pens:r, como sieônltlo & çrer

Um terceiro senüdo de pensâEento corresponde. pê-


tfu,,aTrentg_ao de ctmçn, ?enso que amanhã a turapeitÊura -
vai baixar", o-u "Penso que a Hunigria tem superficià metc
que a lugosHvia'é equivalente a ãCreio isto ê asuilo.. Áo
dizertros: *Os hmens pensÍrvsm quo a Terra &a plana",
se- dúrrida.noc referimoi ,-a oánçe manüda Dor nosso§
" de pelsame"to e'**ir-r"r-
antepassados. Ê:sse significado
trito que os menciOnarlOs antes. Üma crenca feferese a
flgo além -de si púpria, por oode se aq'ita6 o sbu valor:
taz uriâ iúirmação sôbre_ algua fatq elgüm princípio ou lei.
Dtgarrlca qu€ ctetermiDado fato ou lei é
_aaeito ou- +feitado,
gue é algo de.própno a se âÍinnar ou, pelp menos, arqíriescer.
E desnecssfuio acentueÍ a inçnrtâncie dri- crença. Âbrarge
liy y matérta; de que- nãô temos conhecim'ento seguro,
mas em que coafiamos t'bastarite pare nehs basrÉr a nossa
1pr e _igullueute, as matériaa âceitas cmro verdadeiras,
çmo conheeimetrto, srtscetfueis, üodavÍq de futuras indaEa_
çoes - tal como suoedeu a grande parte do qrre foi ?o
41assadq admiüdo como cooheãrneoto à o.ul; o ]iynbo
da m€ra ogÊrião ou do êrro. "gor"
,, . Da
nclto "+4* seidegtidade de pensamento e creoça, náo é
êÍxtcluir a crença é bem fundada ou náo. Duas
4oFoos dieq: -"Âcredito que a Terra é redonda.. Uma
dêls§, s6 dicitad* a justifiár+e, pü4q ou oenhuma razao
Surx€nta para pensar como pensa. i Ê irüã idéia que colheu
tle ortrc e que aruita por ser coariue, não por'tê_la exa_

.- ' Ihkrk íf ouú IdímaÉcmo qrre rfsalr" e laúe & Íom tout).
saída, lttetalmc,nte 'p€nse um" setda',, ,úd" ' ííiÀ:'á
üd.) ";I*-rr-;

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.*: IlEseiÉj: Yl

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elatÉraçlo.
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São êIer n & a
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18 coxo PE!úSAUO!
rqlr.F «xrhas cr€Dfas e açõex: a crenças sôbre r&r_para
a India,-
$bre. o ,que acoüt€ceria se os nâúos dondô€n
r@ oêste, abavés do Àtlfutícq iushFüe como p€nsar
,quo a.Tetra era plana levara ouboc'à ihrçlo da ftipossi-
,brüdade
da circunavegação e à idéis de riiá a Teril se
linitava es ryeõe- 9!e em sna pogueuá pcte Cvitizaaa,
os europeus já coúeciam. - a' -j
- Â algum
típha
primiüva idéia, a crença dcr q;o a ferra era olana-
fundamentq n+Jlvidêoõfu baseava_se niquiló
que_ os homens podiam ver edla os olffi qu6 tirrhrm; Essa
evidêncIa náo foi, entretanto, examiaada, 'não foi couruo-
vad_a coo outra evidência; úo houv*táqui.içao J;-ffil;
evidência.-
.8, gor último,' apo-iava-se fm'fodiÀ-úé-nca,
.costume, falta de coragem e de energia om üuá,úgar.
 crença 1»sterior aÉi.-re no egudo cuidadoso e ex-
teDsivo, na ampliaçáo intencional da &ea de obsewado- no
raciocÍaio sôbre as conclusões colçi.tos atterrfiÉüis para
-de
X,*_..t g que.resultariâ da adoção d" lpt or-ài:t ooç".
uistinto do_ primeim, formqr-se neste ààdo de pensar uma
oorrente ordenada de idéias; do segundo,'surgiu nêle
um propósito o fim controladqú;$rt"tdistinto
ão ten"eiro] hoor"
e-a','e p,csoal, pesquisa e invae_ügagáo.".
. Colombo chegou a couceber a neva idéia, po não ter
aceitado a doubina tailicional dominante, por têr duüdado

tuBi.::T*" g'g?*ir*f :'*üt" i* i_g'r Jf


lT^tY:l -pg^iIi" em seu pensaneoro até. o6ter à prova do
tregava. Erôn9-a que fôsse sua cônclusãq
-S: "=,1PfS"e
#Ltrrui""ãu:ãBX.*":ã'f """&s'*,;H#**'á
, , O peosamento
atuaw leflexivo lm um atirlr., ptolonedo e ilL
etafl,e de íôda ctrya ou eqédc Nwtética-dc
coiluci
etefiudo àl* iloa-árgmaíta qua a apóttti e
Y.7.?!
au.@nctt§ões c gw chega.
eualquer das U&'primeiias cate-
,t" pensanento
É-1r y:ry crenp sóüda lode goduzCr êúse üi,o; mas para
ry 9p base de evidênciâ é racioe^ínio,
ê neoessário un eúôrço coascicntê e vduntário.
.-Ytlry,'E

egE ú .e{§.ü?- 10

.!r
il - O Edor
^
Ce'ffial
r*':Í
ili Ato ile Penat

-^
*#ir. qrc nõo 6
çot. co&a obccnedo

fao .Al#t'1ortraa, 1ilüdgs tinheq ilivi§ó'rifl§ obe ec


qqr, aõábqlPps de esboçar' O problema
"ariÃ-ápetaço&'
dc m§"srí bonr'*6itos i*]IêD§ar toracr-$'b.de muito
-.fiÉdÍsolucão êã assim n'âo-se confundicsçm, Ímendvol'
Ãú* "r diúsasJrÉcies de penune'nto' Por i§§9' coú'
ti&áror^ os ffixtremoq iL tôdas ss eatogori⧠ParE
dÃ"onuiiõ-ot melhrn e questão' PeÍnita's€'Do§ agüa T
v€ütfr. a operação: cgnsiileremoc um caso mdim@tar o€
*oEn*to'qrÉ t" *L
sihrado çntre um exame cuidadosç
ãr- i*'e-upa sirrPles, ,úêqPonúvet aorr@to do Ían-
t".Lr..ffi homeo está- a pessear ern un dia queate" O
oéu mosEava-se düo a ultima vsz que o oüsenrara, mas
aEora reDar& que. cnquarto se ili*aía a croatemplar ouEas
dirrr. d"t toirou-se hais fiio. Ocorre-lhe [reosar quê Púo'
vàvúente iú úos; ffmdo o oál vê urDa truvern escuÍa
ú"" o sol e apressa, eÊáo, o passo. Em tais conüções,
"mdà+e,á illzer tuc houve um P€n§aocotb? Neo o ato
ã" o"rt"o. nem ícenução.do &io @ütuÉa lrcDÚeuentç'
pacs'eú é um modo d€ üdg! a atividade; o&erc ro1nraÍ tão
ortros ôodm de atividade.- Â cüuvo Pnová"€il ftú' eatrento'
alfirna rrrisa angorlilo. O nosso heo o try, W
o"or-orr*ot, ot\t-p"o chrr' P€rcebe-o- Ê, "tlt6
êro tqguiür' -Pcmr
-*g"rld"
é a'idéia, o P€úsaú€Bá Sc aldt' úoo paúí'
úEã" Lutúa iia oofuêocia' Bna-se a orflkie dt prn'
Eeoto q;e so eoqucdÍa oo ê§cí'[!o do ccrho@u c qup

' Àté Ipnto, trata-se da mesma ryédo:de riurrÉo


em que ""tto
& nuveul sugere a queír a cúteo1}h uE rostor qqf
figurã humana. Em ambo ca§tls (o all crcofl ê o g{
6
fõtasla), o l,€D.enonto a,braoge a oüserrnçIo or peoçfo
n cota o PErͧatd(}8

1"-_u1l-j1p,.r"S*F du q1is alguro codsa não observeda,


ma§, ullzida à mento, sugerida pclo obieto visto, Uma coisa
f.DIr- a !utr+ coqg ss ítiz Etrhrtiot", Ua" a hdo com
êsse rator oe concordáncia, exisüe, nos dois cacç
de sugestãq
um fator de acentuada disccdúcia. g g qõ ã" ,r-r^
no m:to, s_u.geldo-pela -.osfa."e_à,
de modo ahrà
a proDabifdade de sualovem;
.Não hI qli peMnerb
edstêncie"
b refldoo.
-A iminência de chuva, ao. contrírfu, depara_se_nos cmo
peÉfêita pssibitidade, como ffi fato 'th '.";;;"tu
quê o trio sentido. Em outras palarras, não
.;
.
Íulqamd úue
a nuúem signifique ou Índique ,ir" ,"*fi;
-"r'rtrfàáãü
9I9 o,t"go";-p p"§co que sabemos qüe o frio pode
agrf
llur cÍuu. No primeiro eremplo, aoler ri. oUÊto, a"ã*
oe pe_rraÍ, o@o se diz, em- algrma m*a coisa; do segrudq
cmsideÍamos a pyib{ilhda ã naurefr do co;ã; etÉru
o
lqeb -oasto e o obietooaryeúdo. O ,il.tue
*9 qne se vê titfuitido,
!1 TTo
coise TSq finfu.er.to
sug€rida; possui a tratrreza de ú prooo^
fu cterya na

A funç6o dú *triÍkxdo

fo"fq pot efeito d, q""I rroe coisa simifica ou


Ia«lice outÍa; l,avandenos, asslq a exa6igsr etÉ
à.o omto
üDâ coisa pordc ser coosiderada garaotia p"."
o,rtrr, é,_po coosegulta o fãto, ceuÉrt de"d*dà*
?.p€rry! tod; ;
dg rcledyo ou nltidmente inteleaual. Meocionando
"to
situegües tu queis se aplicam es plarnas dfitt*
IrÍt
W., _ffiptTaderemos slelilq o quê Íealmord se dó."
üÊo iüro.Eimos decca expres-s6o:
demonsÉa, anuncir, pressa$a
propostica,. rEresente, substitui, rubotendor. Taàbdmii-
13@os ÍIEê l@ üoisa vaücioâ iru ogot Ía:. OÊa, ou. ó gintoaa
oo oota, m sue cüavg ou (estanilo puib ocoberte a co_

HfS!.mXb M' qu§do uE rindpb' ou


'-r,h
csuÜôa?5 ;;d; H# #. ##*,."#H
.mÉr.iü -- -.
",;,Í,!*r c crb oo .uto fe- o M.=É-
aa

,*Á
-_\

Quu t': mrA**ll:.:-: à fl


ÀflHor{o ertá nd§o
biliica, sidtiâ.,,duüa" C@€fp
n s "íã@deáà, o valor do
vÇrlft
car saber & c03 os dodo
aE8' rq
e lugrifiáa b uodo quo
Itsttflgw o .poiú'I8.

A re.fler6s subÉntÉ&.clqtr tls FúllN

Acdm,..rtflaxdô rubqÍáa& !o crê ( do rc crô)


tãit soisa" Dõo por eauía ..3 istcr.
nódio he GíVT.

dêrlsil' fàiil alo fuú*


tt@ .ê
úEvai. quo 80 1r€E g rdu
lrrl @ çüovs
f.m do Às WEE ( uil
TIE loçqne
aão oos o
estar vodo e, ísso, feils9 I
do .rl !o§ iIÉ
marccs ilo que clgF
Te'nilo-se o. ot* easa -o
m@to Éwo 4 5Tfr
,í.rgeffi§ \otlúfos ( Tt) rot
i Wa a Glgl 1O qu.e é M
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Ss
LlriT!,r
têt toüTa o . D@!n
cfteft @i irÉ&

,&.,
r

», colí o PENSAMOS

x;
lU - Fae{ao oto fu pensu refl,eúoo
#'i Çonriguando nossas consideragEes, notaremos que o
p,ay rcflatoo,-diferentemente daí qrÉas operações a que
-nome de pensamento, abrange: (l) um estado
se 41 o -de
pelplexidade, dificulilade mental, o qual
i!1$ -h:r.rJrg*t
de pensar; e (2) um
,"_1Sg 9 ato
rnqunçao, para encontrâr material _ato de pesquis4 procuÍa,
gue resolva a ?úvida,
assente e esclarega a perplexidade. -
_

A importância dr incertaza e da investigaçôo

No
-exemplo que demos, a sensaçâo de frio causou um
ê$ado do confus6o e suqrendeu, pelo menos monrentânea_
Deüte, trossa conücçâo. pelo seu inesporadq foi um abalo

ffi tr'ffi m:*,mrm'"u,*:


#TTffi
pX?** a$tri um. problem4 parecerá, talvez; forçado;
a
i

Tl1"-yi -T ,r" quísemros ampliar o sentido da


fdavra
plootetu a tutlo aquilq por simples e trivial quo se-ia- oue
jpTro em perpleridade, desafíandoo-a tat,
l:que a^o crença se taz incerteza, baveró ioáto
também, Do caso
tdo:-.r- verdadeiro pmble,ma o" q;á;- -- -' apon_
Vl1-ar a êrgugr 9 olhari perscrutar o céu, são
^_- adequados_
arcs ,cabeça,
ao. recnnhecimento dis circunstâncias' que
Pos.:am. resPonder à guorAo suscitsda pela subitânea sen_
saçeo de tfio. os fatos. como a princífÍo §e apresentaram,
Rd.yT"-,.purytexidadé, F i; s"gã;t*á-ã iãai'ãà nuvens.
y_:Tj" orr3r pa,p o foi para veriftcar se e explicação
"+q de -novq forçado conside-rar
sugedda_era boa Pareceú
êiso
ato do olhar, quaso automáti"", r-'"to aii"Àtg"çaq
de pesquisa.
]Uac.,- ainda runa "*,"
vrz, se quiseruros ge,neralizar
191:.,.qno"pts9-sô!re as operaçoes menbis, incluiEáo nela o
Ervlâr e r»dl írio brm cmo o técuico e o oculto,
nâo há

ffi"ffim*xraffiJ*"**"y;I*x
à m€otê fatos gue
á1r., a" J";ç"];*
a, tomassem
"*_
!
&

.{

avE É rE\ÍsÂE? i t,{t

clusáo çrm base na uríuuo*.-t*u


-&ra quê o ato
ilo olhar Íoi detibera(Io, isto é, exe@-i!o óoo a inten$o
do atinsir uma base exteroa eB qllÊ se apdessc uula crerça,
êsse esõmdo iluseq do ma,neira- elemoutar, a oporagão ile ,F*
bus€a'.d6'pesquisa, de investipgãq abrangida em qpalquc
prenmmento reflerívo'
- Oubo ixnrypto tâEbéE @ttlusr, aas aãD-6o biviat Pods
-t6se. Um horaem, a joroadea.r eo regiões
robusteçer essa
que. não lhe são farniliares, ehegq: a 1una encrudlbado' Nàda
couhectado quã o Giêator queda+e he§itaüüÊ, strrPeoro.
Ouàl será o ien',.vqaladeirc ca-min[o o ctxno aca,bsf,á com
Àsa dúví&? kcgtam-lhe apcoas ürâs. alterntsvas: tomar,
às cegas e àrbÍtràriamente, &r qms dss duas estradas, con-
. ,fiadõ ''â sÕrt€, ou descobrit razôes para coobccg qual das
iflr.r ê a ceÍta. Qualqucr tsrbüve ?ars re§ohffi o ca§o
por meio da roIlexãõ exi-girá um examo-de wtsoo ÍSc, quer
Ihos funeça a memória. quor a obaervaçáo postoÍíot - ou
sobâs, §irühâDeâment€. O viaiante perple*o tle\ie P6quf-
rir criidadocameute o qrrc tom srite oc ólhoc e dwe, també@,
dar trahg à memória.' Procurará I Prova quo*Íoudameate
a cr,eaça ern sec êste ou aqdlo o bm-caminEl quo c@Íirne
rgm das sugestões. Podãú subir em uura émoro, m Ps-
correr alguã tempo @ dm camhhos, o d4@ outro, a
procruar -sinais, s"ias, indícios. hocurará alguma coisa que
Ihe sirva de tabtleta ou mÊpai e an rcW t'etn em mira
ilescoWr faos qn sircorn a êaw yop$to-
Pode eeneralizar-se êsse exemplo. O ponsomemto tem, 'l

como pontã dê padilâ o que se tlá{rrirou- apcopriailane'n'


@ unà blfia@& iia @únllr§, una dtuaç{o affiígua" qre
aDÍese[ta
'rrrt ãilema. que prop'oe ahernativas' Náo existe
;ã*á;;q"*d" "ríúu.k'q"" o"*.* afvídade.menurl
õ;-#d""L*e- se edtreguo o oúo,
a" ã-at"t-to ;,t"o-àrêits ou .gue
-capricüoc'
iossa imaEinacão liwernente
Caso se ór€ónte, porúm,-une ttficulds€"no obsdúlq
no procerô de aÍcrirçar vt a conclusãq prcdramoc ilet*
oor,^ !.Í" suspeosâo aé inccreza, üe?amo tEctàfàEimF€ütê
* ,r-" á*ár"; po**amos ati"gi. ürn-tug§-&d,#'irossa'
Eos insDecbÉÊr outog fatos e, por um desemtioo ffi com-
plao dri situaç6o, cmpreender a releção dêssas futdr eútre si'

4É,,
24 COMO PENSÁMOS

O etq de idryor e regrb'do ,o-Í rãr obietivo


Arccessldade ili solil$o ilc ana ilínido é o fam HAa
e orientador em nilo o twa níçmo ilo reÍlctão. Ol$ido não
se trâta de um piroblemo a resolvcr s11-ds irra &ermiide
â superar, o de nôssas suge«ôoc fiuí ao ecaso: óo pri-
-curso
meiro üpo de pensamento que descrevwros.
Se a eorreate das suEestões é rlnicamente dirisida Dor
sua coerência emocional, p& sur adaptr@ egredáveT a oâto
guadto or e uma bistória, tfros a segunda espéd€.
. MÉs, uma perguntâ .a responder, Incqtsza-a escliarecer,
âpreenta um obletivo à nooss reÍlerão.e canalba enr deter-
minado álveo a corleotêzâ das idéiÀe, OruIflEr cmcluslo
sugerida é-verificada @l suâ rehção com êr.e hu reguladu,
em sua pertinência ao problerne quê Eqr est6 a intereísar. À
necessi&de de esclare&r uma párptexiaaae eqtrola tambéú
1 ecpecie de iwesdgat'ao a proinder. Um viajante cuio
hhrito seia escolher um camiúo mais belo proar:rará outrás
simi§, verificeú as- sugestões por outÍa base, diversa da que
tomaria m Iinha fl6 conta se sua intemçáo_ fôsse sober qual
-cidade.
o câminho mais curto para detcmrinada A twuiqa
ilo Wblefrra o rewl.w ilctemhu o obietiw ilo pewnento
e & obiethn ofienta o proaean do .ib de ,pfu-

;;'fV - Reslar*w :
Podemos recapitrdrr o extr osto, dizeodo que a origem do
peDsam€mto é algu$a 1lerpf€ddadê, omfu&o ou ãtvida-
P€nsar uão ó utri rás{, dp coúbust[o eçDonáseâ: uão
sobrevém cur obediêocia às 'regrae gãsi§". üi alguna cofua
que o ocasíona c o prorocr" Éeeüsê do uo mto s"r"l
trma criança (ou a-um adulto) quo pense, abrtraiido da"
qüeciq em- sta púpr'rs oxpedhdà êe" alguos dffimtih-
do guê os Bmbarace ou perhnbe seu qq1iiftio, é tÉo ocioco
ry_ .Eg, que sp êrggm Bo ar s si Eêqas, prxando os
cordi4§ úe s€u§ sapstos.
Dedr uma iliti€irldrdc, a fase tmodiah ó r rueestão de
algrmr úeio dê sair delâ
- é tentar{{iaaizer dd* pU""
w8 ú, ieB6âE? Ei
.,#J
Iüi] rilTt
teoÍiq ts Pa!-
@r parâ o
G de quo -,TÜgPü-
sdução; a são, IE
Ê óbvia -1 ilíil
cctirrsre
@0 cltudçõês se iá
atrt€ú @m uúa ÍIudtío é
sugestões mair ou D0mo§ -c
Mas Êão bsv@do alguna.erperiêade

E;! ,c a&a
A
u a 3lE
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m€ntÀ Dorúo IIE] ità e

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ÍIuê üc. ,'r..

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cÁPfrI[.,O sEqr!ÍDo
s.&

Por que o oto de pensor reÍlexivo deve


constituir um Íim educocionol

I- Os oalores ila ato dz pensat

O ato de pensar çpibilita


-consckntg
a agáo de íhelilade

É por todos recpnhecidq q, palavras ao menos, que a


capaadade de pensar te,m suma úpo.ta"cna. É esse â ioaer
çe distingue o honem dos animais infcri'ores, São vagas,
todavia, as noç6es oomuns acêrca de como e por que peúar
é import'aate; e, por issq vale a peaa apresentar expltcita-
me[te os valores de que é dotado o pensamento reflexivo
Em primeiro Iugar, é uma capacidade que nos emarr.
il" afo ünicamente impulsiva e rotineira, D,ito mais
"ip"
positivamente: o pensamento faz-nos capazes de dirigÍr nossas
aüüdadec cm previsão e ile planeiar de acôrdo com fins
em vista or propócitoc d" q* smos conscientes; de agir
deliberada e intenri&alimente a fim de atingir futrros obie'
tos ou obter dmínio sôbre o que estl no mooento, distaite
-as
e auseúte. Trazendo à mente conseqüêacias de diferontes
modalidades s linhas de aç{g"o pensãrnento Í.az+os úer
o quarúts erdamoc ao agir. finterte wu ufu pnomette -
apetil,iu, ooga e hnpihioo, en açfu lúeügwúe. Um irra-
cional, que saibamog* é inpelido pqr detrÁs: move-se, cím-
Íome seu estado fisiológió presenüó por algum estÍmulo
preseüte extemo. O ser pe,nsante é moi$n por considera-
ções remotas, por resultados, talvea sàmêntii atingíveis anos
depois: assim 3e dá cm o rapaz que pro$tâ suEmeter-sq e
gme educação profissi,onal para habiligfr+o
-: .a. runa carreira
fuhrra-
1

o. ?rrilrârrrrlrq Mr,rirNto @rc tDí 8l


*
Por eremplq rm aniqal que nEo pm podo ihiglrrtô
a seu ninho, sê am€aga çfrn a, po algum €sftuto imediato
ao seq dgatrismo. Um agcoto rackxnl, poén, perceberá
que determinados feoômenos são inücios provávêit de urna
cluva futura e procedeú de acôrdo cm- êsso antedpado
conheetotqto do futurc. O tempo das semeaduras, o âJrta-
úp ito sotif e a colheiu sÉo aím intelrcionÀis, ünlçamente
possíveis a rim ser que apendêu a subordlnar oe elilureotos
do rme eqleriêocia, dos queis teln lrrccpçÉo imediaü aoc
valores que êsses elemeotos imirruam e pr,mrrnclan,
São muito usadas pelo fildsdoE as &asêr "liwo ds na-
fureza'. aincuagen da natureza". OÍa. é DÍedsamente Â
capaadade te fle"sar quo faz q*os da4ocl sigoifiquem o
Wo está auseote e qrrc a Dâhrreza na fale '* lingpagem
do ser coürpreoosda. Bara um ser ponsintel as
coisas lembram-lhe o- pefaâq assim como e- Íósseis nos
traEam e hfsüórts prÍmÍúva da Terra; &zem p,rcrrer o futuro,
do mesmo modo qte se podem prcv€f, tx cc&Eês, obscrvan-
dose as posi@s atuats dos coryu cdestcs. fiâs vw das
árvuetr e -os livros das águas eorrentd, ila. qre nos fala
Shakespearo, erpriman, liúalmonte, q poder ôcftscído às
existências, quando tÉtadas por um s€[ p@sado.
Sàmento ouando es ooisas oue rxx rodebu th rcnüdo
para uós, dmoite quando siguifiôam @seqüêúcirs gue-p<ito-
rernos obter se maneiamros essas coisas dc ccrb uodo, sü
meate eatão é que so'torno poosÍvel co!Íqolá-tràí lútcnçioDâl o
deliberadameote.
'.li

O rto dc acnrr pcbilite a r imer@ #tnótiq


";fffiro
É po meio do fensaneoto, isu4fi!06ne, qre o hmrm
coü iineis ardaÀís.pra tficar-nc, anu
rpsÍeitfoe,
dpadameate, QgA!êrctac e, ao rrÉmo tqn, mdoo do
consesul-las dtyitÉ-leú. áúfu ú-curetr{süce
GCIDo
st*áeco a.etf&eoar cmtro lnedoit tm-
o rclvaccm e o
hóm a ectaÉccu **" o àomcm ãçWo c o ü&igór.

i*r'
r

?a coIúo PEtr S À Lo,8

fU"**o naufragado ern uE riq teeá o selvagto obcên/aalo


certas circumtÔnchs esr ÍJue, Isça o futr,Eo, verÁ sinais de
perigo Mas o hourem cifuú?tô oü vohmiàriameufe êsses
sbais; para provenir qualquer nauftógiq coloca avisos, como
bóias, fâi(i{s, aos guais vê outras tantes indicâçôes d. po.ri-
bilidadê do tais risôos. Um selvage,m interpretà argu.tamento
69 singis do tcmpo; o hoaem ciidlizado cgaofue-o scrvigo
meteorológico, por meio do qud obtém sinais artificiais antes
do apareclmento doc outÍos indícioe Ere pderemos ponceber
sem métodos especiais. Um selvagem €ocoDtra destramente
sou nrmo ahavés da floresta, interpratando certas indica@s
obscuras. O homem sivilirsdo slf6 r'','s estrada qm eniha
o camiúo a todos. O çlvagem aprende a pereeBer aq ca-
rechrísticas do fogo 6, É at a inventar edos ile út&lo; o
hronem civilizado deÉcobre o gás e óleos do tuminsção, iE-
venta lâmpadas, luz elétrica, @ões, fornc, cehteçÉo cmtrel.
Á verdadeira ossênde da eultrur civilizada está em que,
de úso pensado, erigimos Erotrumertos, pmvideociamos ão-
crrrnêntü (Np nos hrpeçrm de esquecer; e, com relação a
certas emergêiucias da vida, estabeleoemos meios de verificar
sua aproximação o EâJurczâ, e fim de eütá-bs, se nos forem
dcsfavor6veis, ou, pelo meiacl Irara nos ahfêÍodermos asiorte-
cendo a violência de seus efeitos - ou, sendotre favorÁveis,
pera tomó-Iâs mais seguras e prolomgrr-lhcs a dir*fo.
Tôde as espécies de eparelhoa ertttciais são modifica-
gões intencionú ah§ coirar eetrrrais, de tal modo- €ngeúdra-
das que as coisas Dos pssssm a servir melhor do quê !úr
seu eqtado netual lnre reveler-nc o qué esüver oculto,
ausctrto e remdo.
&,
?lnrsr cari*tc I Gt irar cmr la rsntido
t*
o rEmGDto cor6m tu^obietos o fen&
I.inelm€ÍDta,
oac ffgicos rm iffi, m valor *{ &Cio dc guo
D(Esuem Dara um rtÊ orrê nro refktc. & tahvras escrfta§
âao nooi rabbcc, -raiiaço"l .emgdrúq ü'4feitm de tuz
o mbra, pare queín aleccmkr o:.!eu vEftr lingiilcdco.

.r§.
o rrE{r§É{tft} ) lEtlEN'o' @tao tqr ,0
,4':,
Para qqcÊfuú a $r@ râocs rebdscoc rc ilcprraq Ç@o ú-Ê
PreáEtBÉê & títEE csült {cda gnDo,ãc ôati Ílz ar
1
vêcee & algume idéia ou obiêüo - -
.^ Edamos tío aoostumadoc r qoo ae cdq tFharn dg.
riflcado;I-o nó+ a quo rão reÉm ape"al iirarycs ú
órglo. &. satidq, qco @ csiepe ô fab ib qüê €siío
ini»regnâdas do senUào qoe tem,- sô,'.ento pprqiro, aute.
riaao_nte, oisas aurmta nc Íor*- sugeridor pc pr€r@ts+
mgostões êrsas, codirmados cr, @GrlÉEdss -eünd@üc§.
So rop,ryry To êscuro, posdvehrttc loe$npil, dúên@
pos ffi evilu .pancada ou toqlhq rea rcçoahocor qu€
obrafa ÍútrU.ilIer_ali-estÁ. no$nof, graco gutariàticaá-
te, B ürdtos ettlmutoo, quo úo & pÊÊ ú AgpIft@rg6o
@ DIo §o obietw iDdiviaüBe dofidos. Pú @ oüpo
rlupb ooêa é .-'B ccÉsa Inovida &;€o-
í#ã"Hffi
'6fla .&
€voçartxrú eiqas o i;l
.com a oam. ouê. a
ÍIuQ o* coúemcr oe Ig
oo aomÉcíEoBki ippo aa s
ilo oüteraos dddfulo intelcitual sôhié ê[o.
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sc leve P8r? !@a
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Í**..
80 corao ttiltÂtaot

O contrôb. O omiqurcimerrto do vrlot


Os dois primeiros valores mencioaados são de nâhrreza
prÁtica; p-pilLior- um aumento da capaeidade de oontrôb,
(»anto ão terceiro, ratâ-se de "m onriquecimeíto do sig-
niÍicadq à parte do aumento de contôIe. Nio p,rocuramos
evitar um fenômeno sideml, iustamentê Fxque sabemos quo
é um eclipse e c@o se Dmduz; mas o fenômeno rêvestê,
pera nós, tm significado [ue não tiúa antes. Talvez não
ieiúamos necessldade de peusar perante uma ocorrência; se,
todavia, tal ocor:ência iá fui obie-tr de co$tqçÃo, otü*ültado
desta capitaliza-se como senüdo direta^rrente enriqüecitlo e
aprofundãdo. A grande recompenss do exercício'da capa-

Alaaao ae p*rr" que não há limitq pera a possibilidáile
ale ransmitir a obietos e acontecimentos da vida significaçôes
originalmente ad{uiridas por qarre meditado; e Po( 9on'
seÀriote" não há- limites para o desenvolvimento csndnuo
ai signiticaao na vida huãaaa. Hoie é provável que qPa
cianç-a veia, nas Ôoisas, siguifÍcados gue esdveram ocultm
a nolomá e Copérnico, Seças ünicamente aoe re.sultados
de iavesügaçóes iefledvas- efetuadas nos longos aaos de
intêrvalo.
Diversor valores do poder do P€n§anento são sinteti-
zados nas segrrintes palavias ite ]oho Stuart Mill:
'To+ mridando . ocupoCo ilô tirg irferênci.r
cono o principel pobhmr ds viíÀ D.r8 a t"' -hora a hora'
-o-ento'a nôoeíto, ttmos todor e necerddede de lnterFdatr
cnertor fetos úo ob*rvedoe diraencatc pot t&; não pelo
vtgo dereio ds asocntr mae quaatidrdá dc c'onheclmotos,
e úm ooroua &!ôâ fstot tàD inÉ[tÂnds paÍB ro§so§ inte'
rô** ô.i d.t Eá Á etivitladc'ih naEÊraao, do cman-
dante ultttu,=do oastt e ab egrtoiltor c{iash,, ütcan,.ntt
en h&u t. fl@É c @ü oüo an âw ltÁro...
'c;ú,".i o tuhcL! bo q ryt rtecopentg*r bem
on oel ceú dÂ,aóes-nrdüd@eic. E aa,ts o úniu oqwç,tto
a (W o
"4phtu
lüillir il*z ib ercge'd t.

l. Mnr. - Syscem of Logpo, IntÍodrrcüoô, § 5.


O m{§A|@ng:: FryELvq @Ii[O Erf,dr gI

' Durs n{oa pn grertitar o penttü.lto


Os bês valores me,ncio[ados, em seu efoito cumulativon
mersás a diferença oDtre uma vidâ verdad§&reçDte hlirua-
.É e rEdúâl e a existêncirr vivida ploc aninÊis qu€ ficon
pÍços rnrins íêde alÊ srmsações e apeütes, Os valores' der-
critos, ütÍetsnto, não se realizam autmÀtigmeote, senão
dento de esheito limitg reforg3do pelas necescidades.da vià;'l
Para obter que , se reâlize adequadauente, crrmplê .que o
peusa4lento receba orienta@o educacioüal ctidadosa e at@ta.
À h& não acaba aí. O pensamento 1»de descnvolver-se
pü càEiúos positivameate errados o eotrduzir e fal-ras e
i-rgot* "t"oçât. Serie meoor a necessidade de adesbamert
b rírt"-au"o, se o único perigo a te,mer fônse a faha de
qualguer desr:uvolvimeoto; õ tnil ainda maior ,,m desenrbl-
vimento erredo
Um escritor arterior a Mu^r+ Jomr tocre ( 16$2-1704).
súenta a imoortllncÍs do nensa.mento Dara d vida e a De-
ce$idade de ôxercitáJo p"rr^ grr" se ,ealü"m af ruro melhores
possibúlidades, úo as piores, com alt seguictrst ldavras:
"Nitrguém cupreade tarefa olgrma scÉ oü*hr I u@
obietivo {uo é sú raao de agir;- e sejam-o* gr4ir Ímem as
fsÁl&des- que €mprégar, a inteligêmcia, i luz ferta óu
ftace qus qras .intormgcões Projot@' ó :(ústiIEi€@€ut€ §âr
goia.. . Os teopbs possu€E suas imagFry sagrsdas o vemo§
ã inftuência oue- estas senpre eficrc@arn' e0üre unn gaoik
Irârt6 ita hrm'aditnde. Mai a vcr&de é qua o irlÉiri e re
i,r"8F-r quo €ocb€Irr o asPfttlo dD hmleo $o- at PdÉátad€t
-que
iavúvets eosta!&of,to os govaao e à: queis totlcs
os homeos- se submetem ds bon gra<b. Eo conseqiiêociq
é da nÂxioa imPortâacia que tenhãmos grande od<14Úo om
-fim
a tntalicêooh, a dr e gqÉÉ c@ cc$Eaafà rrr iDvds'
ütâsão-do cúàÊdn€olo e E61iúIzoo qoo [mo" l.

I,ogq * por rr4 lado o ms UbeÉa


dr subnissão servfl ãD lditrd, por
ouEo uos traz, taabém, o de cometer

l. Lo -T.tEcordrwof fuVr@.&q, IlP,

L.,
r-
8S corao PEtÍ g ÀtIO§

enos e engano§. Elevaado-nos sôbre os inacioaas eryrõe-


nos a quedas a gue nÃo estEio suieitos os animais que se
guiam exclusivamente pelo instinto.

Il - Tenürrctas qud;rétiucrem con#pnte orderuifra

As senções Ííricrs e socirb do psnslm€nto er.to


I
Âs injunções da vida impõem ao pensametrto, atá certo
Say, ."*a disciplFa funjarlentat e persistelte, a qual, os
mais hábeis artifícios ideais não prrteriam subsütirie Â
qri-ança que se _queimou tem mêdo ao fogo: uma consoqiiêneia
dolorma contribui müto mais pala uma-iúferência conieta, do
qare ur-rs erudita preleção sô-bre âs prropriedsdes do calor.
As condições sociais também exaltam as inferêneias exatas
em campos .onde seja socialmente impoiiulrê o eto bâseado
€Ím pensem€do bem equübrado. Essas sanções âo correto
ato de pensar repercutem na púprta vida, ao menos rà vida
rsoàvehente livre de perrranente s.ofrimoto. Devem ser
toterprc@s eom exaüdão os sinais da proximidade do ini-
migo, do ltry*r do refúgio ou ilaquele e,m que sê oncontra
o alimento, em'r-a p*lawa, das prindpafs cotraliÉês sociâis.
Mas êsse eiéreÍeio dísciplinar, eficez eoúo é dentro de
certos lfuites, não nos leva longe, As ilâçõcs exatas em de-
te,rminada Eetória não ímpedem csuclusões Éxbavagantes
etr outra Um selvagerq perito em c@hêeer o msto, t loca-
lizaSo tla toca dos arúBais que câç4 crÉú e contará, muÍto
r céri),.as mais absudes oaeanhas a leseito dos hábitos e
p€culia{dsdes físices dêssâà mênnoo
"-i,,àis. -eggnitq a in-
ferêacia não inÍlui apecúvel e diret*m .ente, óôbro a segu-
rançq ê crnce*a$o ds vidq aão há quakuo barrefoa natural
peta a aceitaç§o ile elr*p ecôneasl ÀôAtam-se cunelusões
úpor rctem-vlvidao,p.&ioresmtes as sues sugostões; €ollusr-
to lrn omsiderável acewo de dados fidáüsnas doirc dã su-
gerir ,'mo conelusão adequada pela opoUfto dos cortrtmes

.;&
t
o rGilÉâ,rBitlo- E4!srE$a €Ítr@
'DÍ ss

vigaotes. Há? poÍs, ype -cúodutid"f pl.m{, una h-


dôncia natural a acreditar-co em qualquer filÍcdío, o Í0€gr!
que hala poudeúvel evldência dô coitrárioi Folbcoado a
[is6ria do pemsamentq paroco, às vê2os, quo os homr
fraudrúr tôãas as formas- emadss de creoça -ados dc atinar
c@ (x ceceitos cerb§., hi$ftie das pr€oFi cien{ficas
^
üithbé@ rerroli''que, qiuido'uoa t€orta cqúroguo, um diâ,
acoitação geml os boo€Ds egu$am o ser eogeoào pors os-
pecôJs com tôda oqpécie de enos adlciooai$ em lúgar de
iender-so a reÍazan õ caminho: haia vis§ por w,plq os
diligeots osforçoc psre prc§€rvar a teoría ptohoratce do ds-
t€rnl sdrÍ. Memo hofe, é simplcnentr por tffil coÍatos
o populutc que, em Boral so matrtêm coavicÉÉ cGútrs úbre
-coàtlfuiçáõ da aaUrreza,
a não porque se €Bü6dsE ac razõà
profondas de tais no@.

A rnpmtiõo á tõo ratunl cono I 11f


Tendo em vista o mero poiler sugaüvÇilfti .U* Offo
rençâ énbe a possibiliilede de uma coluoa rle uiquúdo rbtr
EE de rm av6
o dcpenlaoe
taoto o sal derrauado FÍiàda
do um dste-
máüca drs g,m que 8§ .[o&rs e
uEa §e§êrf, i!f.l hÁbúütr dc
.ht' .$r_enüs§ de scr cmôiqês,
ilos
4ão §d

ab, tô
T] E-4 .rE !I ca'
rE EE' E
v{Sôo aairisouüos,'à
dag oím; a lcr,
ehquento Fll Gl]
Âssin *
ceütas cr€Eçg§ w ôe úhô{os


84 colío fBtrsaLo,
hoje reduzidas a meras esconsas supersHções. Para tal eoo-
rluist4 foi imprescindível uma longa disciplina em ciência
exata.

Crusrs gerais da má orhnttçEo do pcnsrrnento:


oc "Ídoloc' dc llcm

Ê elucidaüvo enumerÍu das tentativas feitas para


classificar as principais folrtes"lg"T*
de êrro ne formagão das creuças.
Francis Becor, por exeml o, nos primórdios da moderna
investigação científica, enumerou qúaEo categorias, iob o
título, um tanto fantadsta, de 'ídôlos" (em lrego eBfoúa,
inagens ), entidades ilusórias que eaveredam õ espírito em
falsas rotas. Chamou-lhes ídolos ou fantasmas - (a) da
tÍibo, (b) do mercado, (c) da adoga ou celeiro, (d) do
teaho; ou, menos metafàricamente: (a) métodos errôneos
permaneDtes (ou, pelo menos, tenta@s para o &ro) ra-
dicados, geralmente, na natureza h 'mana: 1b) os proviodos
da comunica$o e da linguagem; ( c) os dwidos a cauias
peculiares a determinado indiüduo; e, fiDalmente, (d) os
que se originam da moda ou do espírito geml de rtÍn4 éI,oca.
Glassificando de maneira um tanto üversa essas cawas
de crenças falazes, poderernos dizer que duas são inhínsecas
-Das
o duas extrínsecas. inhínsecas, rina é comum à genera-
lidado dos hggens ( como a tendência universal a registra-
rem-se de rnelhor grado os casos que conoboram rüna crença
preületa do que os que a contra,lízem ) ao p$rso que s outÍa
reside no temperameoto e nos hÁbitos especlficos de detor-
minado indivÍãuo. Das extrínsecas, uma'procede das co-
dições gerais da sociedade - oomo a tad&cia I supor que
êÍiste uma coisa quando há uma palaça que a brprime- o
que Dão eriste, se Eão lhe foi dado Domê - ao pâsso quo a
outra procede dps correntes sociais, locais e tempoúrias.
o PENSÂMDIDo nEúiFErp OoMO FIM' §

Q[lúo dc locke côôru si Íoanar típic*


dr',frfrr crcE§r

O método por quê locle apreda as formas üpieas


das convicções ,i."O"ei" é menos fôrmal e úrrís eüucid;ú/o,
talvez. O oue de melhor temos a Íazor é tanscrorrer zuas.
palarras *
iodk e origina§,quando, ao errrurcúss as várias
óategorias de bomens, mostrÉ várias maneiras pelas quais se
o peDsameDto.

'a) A prfncira catcgcir é o ilaqueler quc rarar v&er


imta"a" c frocadado ooloÉtê o- õcoPlo dú
d@sb, eraà o pats, c vttrho!, ot mhtsuoc ilc -ara rellgtÍo
. ou dueE (mcr ou6 tbcÚ asrrdá crcolhcr coqo óiÊto do f6
n6fut"' frn fo"""-r" aõ êftgo e ao aborrechcob ilo
Pessoahate re0stlr c FrÍri"rú'.
t) A $gua& É6Pódc é a doc que p6co a poHo m luga,
.L n Io q rcLodo-r raolvfdd s alirlgh stot ü. o asgr '
Embl DIo ula nla púÚIris úazío aco atroda à dc
ouuo., lanpte que nlo à riapte I ora dlspo@o rto orpírito'
a ra lstec&e o ao oGu Pcddo r.
' c) Â ttrceira clacsc é c <Ioo'quc D8rúal c docerrmcnto
ro q,ria- paa razlo, mrs so e üsío c@Plst8 ile urdo o
quis pràde e iletcniud questão, Pdr fatra th que a"' po.
&cíooc cbeEor o raúso Ê@Iüo, crto o cmlnoensivo
ocÉEa!,.. Maaüh rcla4õ6 afraas cm uua crrta <b honea+
lltm aoors rrm eêüso rh liuos, quff@ aPGEa! conheca
uur Eirlldade dâ -opbt6ot Volciam-pequroes- dlgdnciss c@
ot @;f,edncnü n&rticoc mlathp s- 'ã9' PGqucoâ bsla...
mo nlo so svêritDrao ao mar dto ib coahednm.
lHocor oúiginalu@to rlotdos do ü4rodc04 idêndcas
p6{56" afinal clúgarr düerats Prov!6el . cdhecin€Dto
ã ,..ala.t oiu"aõ Oa" r rtirprrirLrle .úl!o {[.r se ltmitou
ao &&rctio àrcogo quc àr arei lodigàdrr 'fot dado eilotar,

|
---J-
l. Em qrtrro ü8r, .tlz, Locc: 'Os prccmcdbg o indÍna@
dot hüÉú. llude@' õÉ fteqliÜada' e Oa próp44....- inclinacáo
^
ruecra c.losinul no raciocúnb-t&oor ÍEvoaúwi$ qoc'Írtndu,.m !aléh,
iü""etai-rta q", pc Írm, attagc<e, d&sê Eoilo, Pr oqPfhíq I
;"ú-dú i udaárc, Dtt ÍF,c, o m ardo nruusl
i sà ""ruâr"'dau
sôoato tdáirr prtd!.r ô ôdo.Erhd.t' oÃo cacto-
rraÍL -pp6rrro
it
..1
D@hm8 aolhütll""
*
i
ú
:I

rl
I

Ér
*

88 coMo arr saâ.or


ao cotigir el lDforoefõcs 6 eo guerDccer o cJrobro d6 iddr!,
Eogõos o obú6vre66 na, guefo- ee oçupdn€ o ésphib,I

Em opha parte de suas obras 2 Lore, eqlõo oo mesmo§


coDceitos em forma um tanto üversa,

. L O gue est4 em dccacôrdo oom c


nÍ,rsos prlítLír/rlr,
acha-se tão bnge de quc o conddaoo rovárvel'oue aeo
cumo possivel o admitlmoe. Tão gondo- 6 aosà 'ÍesD€ito
por êsses priacípios c tío grando ó prra nóe eua autciil"de,
-
que relrelinos cm kcqiiêocia nÍo ú o testemuabo dor
ouhos homooq cmo e cúdência da acror próprioc oeotfdod,
quando om alguna coisa corhriam w iee;as ostubetsd-
dae... Nads rnair smrin do que ar clenças eilmrm as opi-
aiões... de seus paiq cmâs du ouEa, pàoos oon qu€m te
acà@ erD contacto; q nl{hs que, ladbriando-ce eo úg trta
ligêDcta" tão itrcêutt qumto brpqÍcial, 6 ggdtrlm€íte
!rudo-sê, ftcem neta" pú úIüno- ( seiám vàdadoirea qr
lalsas ), tão lncrurtadar pelo hábito hvdbredo e oela eilu-
cago, que ó fupmlvel -erüÍpA-la$ Pols, clplados' À idâdc
sdulta, ao rc0etircm sôbo surs oplni6cs e eo mtarem quc
as da- erpéde acina ráo tÍo aotign .- .rpnito, oo.o
a8 IEúFiâr ruaú rêo6drç6êr, e nÁo hge€ndo -ootdrvedo nem
? prcmràtre p€lroEeÉo, nem a cigem deaor ldáror, or
mas ltrlptGoÍrêÍn s v€noú-Ilrs o(mo se fôss@ lagadas e
e não nrpotar quê seiao Fofüsds!, tocader ou
Torsr-nas como roodeloe lrare gu6 reiam Árbttsor ru.
prelnrx o lDfaüveb do verdaddro-e d,o hbo. ós fuí*; ; à"-
ÍrcooE@ c@ údas ag conü,ovérsírs.
2. Em rcgundo- lugr, vêm or hmear cnls ffiôlisêocir
Bô ú@trrine auma fdrna, re
d8 hipüo.o $rê sçolhcrr. -reár,.
& pcquráas &m-@sõc,
tEssee heáêü, eaüús úo
n6gtt€o- a qig!êocie d6 Íabr e de cvfl&cia,' o66 sê dpt("-r
p€Ísuedü Dc!tr pê@o pôIr evidêÊda que aceitariaer, eÍo
türso o reu egr&ito Éo ftch.do Flo âplgo a con ácçOcl
irrutÁvArl
PdÍ6a dfu -*êt. Ea ffio lugrr, s probabt-
- 9. quo
-lide$"o
,, . codÍsrtso oÊ epelltes e,s prlfrü'a".'ir,Àã*",
fo DEtD- grtrem- a_ Eetrta rine" pcç no rscio.ílio de _
qvqpto, <te un lsdo ma td fcoD Ldüdadq & outo, o
++?-., e do .serl f{dt p""t ü q""t HE"f"ú.
'8"- o;;
, ffi c{SÍIl, €.sÚ peliúoí nr&em À ""
T''r. poderosa

l. Th. Coilhtd cl tlu Utfulh4, g go.


w-.?lflffffi vút,Iü'!t9' vot' rv' cep' xrx'
'or fíI,,,w
,.s;

o PENsAT#ro EcrtÃnlo oo}4o rDÍ . SÍ

4. Aabdil&. À qrirts c úht nlsêi! qrdÁ ilc


ndt uobetlldrdca itc'oo uatenn, c qE q@YL @
trnoúüia e &ro nrir gdã quô tôàe er -rirrrc Fo+ é o
noeco esÊotlmd àr odnlõec cmura, orvldr qE d. D6a
amtge, de oqooo cmpcohau & 1»rüdo, ib raoc rd'
zinEos, qu€r do nocros ê@PaElotat. I
:
'

A ímgortlrcb .&r rtitudc


Citamos êqsinameDtos do idluenter PÉolodores anügos.
Or fatoo a quo se roferem tão, 1pré9 Íáotltam cE Dffi§a
erDcriêDcia iiilria" Oudqucr pessoa obsorvadom Dotaró todo
aiâ" t*to m si eomà em-orttis, a tendêodo{c rcrediter uo
oue ro harmoaiza coE seu desêio. Tomâúot om
vordadg. o
.frr agra&ria que o fôcsol ao 1nssq qre rcoüeaoc ih
"ot
õÁ vontadã as idéias c@EáÍtas a.Doss6 e.pln8il o a$ra-
ç{es. Toilos precipitamos as Ç.oúclucõesi todoq t@as iúPD'
wlas nmcas- eütude posgoais de msim c,1Ér à
didos -ncsas
prova idéias. Quanào tadaúrc a
ãsse$oc radieis; isto é, ds rú ou Imoos h1 §oraul@§
una'g@emtzsgáo que abrsngê vocio caryo. rt obrlctürçCo
renaÀ iguatmcnte o forte poder de lrfhrêder pO$_qrp
!eal@to, aaà têm que ver csm a vctdadc G frkhilê ito
que é affimado ou n'egado. Âtguoas dal ili4@96es 9w
riucaur a essas irreldante inffr6rdas o poda dl rcstin-
hr o decvlg o pêDsanento, sáq boet cp d ümsg o qup
fu -** tnpor&ooa ahda à necesddada ib eihsremento.
O rus1rcito fliht pau e a cociila$o j:tr6 qrro dttêo e
auoriãade são, do poto de vnm ús@, cgüroe EeçG
ah valor. NÉo d&rm df €deÍ, Gnbgtao[or otileo ]l!rb.'lâ
Lre, oute I priaciPeis f&gar qpÊ detorudm ocoçe' à
paru"dac op€mçúü do peraoento iEt€üS6 q Úq, r dir
'"-úri*. b-ú*i" de'e*ar em harnoÉá cü d uilru á,
m d. üú taco Éáciável. Mas podc*á rnÂrçt' @a PaÊsoo
-demasiida
a aocder cm presEs-aÉ üelos, a
enfreoueer ara indeecoilladr & iÉà Gh6l4.orr ro
;rúõ psrüdar!ryq o
Permtê çal é ttr*à ?e ete dÔ-
vlda sr cr,onçao do g"po I quo §e P€Ebd.

i&^.+,
I
I
I
I

88 COMO PEN §Â r,O8

- Em vists da importâacia das atitudes, não basta o co-


nhecimento das melhores formas de pe$amento para pder
aperfeiçoáJo. Sua.posse- não é garútia p"ra , ãrp"",ia"a.
de bem pensar. AIém disso, nãõ bá erer-cícios ordanizados
p"r,3 ,4re"r* corretamente, oria execugão rep*ida" faça do
rndlviduo um bom -como
pensador. Tanto as noções Cs ó{ercí-
cios terão, certamente, valor. Mas ninguém se compenetraú
dêsse valor, se u!úo ostiver pes.soalmenó animsflq oà, o.t".
atitudes dominantes de seu próprio caúter.
euaie todo o
mundo iulgava antes que a meo:te tinhn faculdiltes, cutrlo I
Temória e a atenção, que poderiam ser dosenvolvidas me_
diante exercícios repetid-os, tal como os de giústica se supõe
desenvolverem c músculos. Essa conúcção,-no amplo seotdo
êm que era manüda outrorâ, acha-se- hoie desãcreditada,
IguaJmente, é bastante duvidoso que a práúca do peosar se-
gundo-certa fórmula lógica rezuttdna açi"igo ae àm UUito
ger€t de pensarDento, isto é, um hábito aplicável a runa extensa
liúa de assuntos. É fato de muitos óúecido que homens
ÍIu9 :e provam experimentados pensadores no seü campo de
habalho adotqm, €Íl outuas matérias, pontos de vista dteiÍa-
mento desapolados da investigaçÃo fiue êtes sabem indis-
pensável para a conc.retização ãe fatoi mais simples, den66
de sua própria eryecialidade.

A aliang de atitude e método pmficientr

. 9 Sluao se podo_ fazer,-enbetaato, é culüvar as Athdeo


tavcáveis uso doe melhores métodos do investigação e
verificação. Não basta o conhecimento dos métodõ; -deve
-
hever o
{es9io a vontade de empregó-loc. E;r"-ã"oojo é ú;
qg€s!ão de disposi@o pessoal. põr õuho lado, porém,'tambdm
Dão besta a disposição. Unida a osta, ó
1niciso que haja
oompreensão das formas o técnicas, que sãt os caàais
oudo aquelas aütudes agem coÍtr o daior proveito. Crh"
ú
tencionamos discutir msis adietrte eseas fo;mas e técnicas,
Iimitar-nos-emos aqui a mencionar as aütudes quê cabe sulj
uvar para que se assegure sue ad@o e uso, .
4 coio:P§N8Âtías
i'
.r:,

I NEo hi
!I irt€Dêso dfvi-
§Iq
[e escola.
ao pmfessor ;ao
ooc so' Ihe coDceltram em assuntos
§ua atetrÉo é âterÉo cle olhos o ouvidos,
do que eretoem atração.
ri I'orque t!
lrllsar ,EâÍ[â, §€r
trn ou a(§ Neo
D ltãn pÍópdo A dc
!ão ó IEtA DFrrl t-rr.T pode trirrial em
onrc. Eo ouEo§, s€r Euito e
de um IEa
desfa-
à boa orie.nta@
êd 'eünuUao, 9 t'r,*rôo 6
@rt@t upr hffie de
o e .seElro oufu!, prÊ
n ,le
assin, -a fôüçe úüt à
) éa qqo o
pririüEdo qo uts.de üm f6pts P*rt e o
omo fôiga iote-
lbptuel O Íluc .
dusitt[x] em
qua @.& ffidoÇ #D
q"l
[u {úrctos
a .. qr derr*e",r
,o a
rq.:;D .do
ê" oo-
t€cunto
é a .

nn
l,'Dfttr- ,,t
tirtu.
l

i êãodm l
o QT; c
d
.c
á
i-.iiill §e$!cú,
O PENSAMENIO REFIJSEIVO @MO EIM 80

a. Esúrüa aherto. Esta atitude pode. sc definidr cuc


ínt{eoendência de preconceitos, de partidrt&q.'p.-$ Gos
hábi'tú crmo o de-cemar a m€Dte e-idrpêi[ãtimsideração
de nove pnóle,raas e noves idéias. É; Porém' coisa mais
,úo" . mfu pc.*ata'do que a definiçãõ sugere' Difere
.rãsiile'ravehàte do espírifo vazio. Conquanto hospitaldra
àara com Dovos temas, fatos, idéias, questôes, n6o - apresenta
à esoécie de hospitalidade anunciada numa tabuleta coog
àúr'-;r"tt"-; oào há ninguéÍo est casa'o Inolut um desolo
aüvo de uestar ouvidos a várias voze§, ÍIue Dão a uuta §o;
o^áudo nos fatos, de qualquer nonte que veúam;
ãã t*"óaái"tara
ãã "oi atenção a possibilidatles alterroativas; de
recoúecer a probabflidade de êro mesmo trâs cnenças que nos
ráo -"it o.ât. A indolência mental concsre grandemente
;"-;;;." u"i"ip" o espírito contra ideias novas' O casriúo
ã" Ãilrú" r"sstêicia e àínimo edôrço é sulco mental iá uaça-
ãá. É t* p""osa labuta é a ile altorar velhas cremçes' À p'r.e-
r"oçao t ., f."qii*temente, po-r ryal de -fnqueza, o admiür
-errada'
true uma creneâ que ,r-, vezidotamos esteia Id*E-
ããirr."ot-i-"ito'"oro ,-" iiléia que êtta 8e toraa, lftoÉI--
;tavorita-, em euja defesa
ã_-te, ,rma mental'
-av^ançamos,
ãã"úoug* e surdos pars tudó o mais' M6dos ioconscieotos
também íos arrastam- a aütutles puranento defensivas' Ere
funcionam csmo cota d'armas, não apenas Püa barrar Dot'as
cmceoc6es. mal para inpeiliÍ a nós próprios o acesso o Dova
oU.riiceo. O àfeito cirmulauvo il.essàs Íôrças é o ile en-
'"t-;; á espírito e de p'rorrover o afastameoto deÀnovos
I *- .*i"cto. intefectuais, nec-essárlos à aprendizagem' ma-
-csmbaüilas é
I
: ;"fu *t o* p"a*, mais eficientemôote cú
i
i Jtir"', ess'a cririosiilade ügilaute, essa Procúa, esPoútâneo
-ilo espírio
do oue é noro, que custiú a essêmcia aberto'
Éãiri * êste se- mtsEa aberto no renüdo il'a
i
apenas Passiva-
I
meoie permith que as coisas udle penetrem, não -será cepz
de reúir aos fàtô,res de enclursuram@to aentaL
b. De toü o corqfu. Quem ctafa absohüoob
inter;saao em determinado obieio, o ikiteroiuade- orusq
ccrmo dizemos,'de óração'ou de todo-o core@'
"ü*.t;ú
i"rp".taá.n"
-"-1"'"ia"
,1,' dessa aütude ou ilispost6o
-morai*á -geralmento
+
em questões púücas e No deserndvi.
-a

o ri§§â!ü§:-To REEÍ;§II9O OOIÀO rt


eoÍno 'de razÂe qualquer posrçe
dade iatehctrtal arregura. al 'iisb'
da creuça. É cOÉoure v$-§e
.é barmo.Dia
a &ceitar cuias coneeqüênchs rÊ
oÊ ,§eq§
À
â

JÁi
r

I coMO Pr,N I Araor

O inÍturo das atitüjJ pessoais sôbrc a prontilio


PaÍa pcttsaÍ

As três atitudes msosionades, espírito aberto, de todo o


coreção ou interêsse absorvidq respmisabüdade áe
enfrentar
as conseqüêacias, sãq de si mefoas, qualidades pessoais,
tÍgtos de csúter.- Não são as rí,aicas úpt ta"ú-p"ra o ae-
'senvolvimento do hlbia de peosar
de mieira reflelva. Mas
3 :I.T S* :9 P"d9:"T apresentar constituem, iguatmente,
rajos de caráter, atitudes moruis, ao sentido p-róprio ila
palavra, co-Eo traços, que sãq de árátor p"sràat,'roe.e"eae
res de cultivo.
Todos nós pensamos, às vêzes, em certos assuntos que
ÁIguas temos hÁbito: de pencar, múto
-i:: ":.it"i. em campos especiais de interêsse, em assu[-tos,
sist€ntemeEte, 1ier-
exemplo-, qu_e nos concernem profission jmente. Um
ry1 .
hábito completo de_ pensar é, entuetaito, rxiais exteüso quanto
a9 seu. fiq. Ninguém é capaz de pensar em tudo, certaments;
,tTryé* é capaz do pensai en
l@turu coisa á,experêneia
e informâção sôbro ela. Não olslante, oüste uma como que
prontiüo para crnsiderar, no pleuo do pensamento, os assun-
P gu? eyan no cÍrmpo da experiência _ prontídão gue con-
hasta tortemente com a diqposição para foimular
base^em mero costum€, traülçao, preto"."it;;it"áão,
irlio,
"om
assiÍrr,
o esfôrço de pensar. ás atifudej pessoais eshrdadas são elo-
mentos essenciais dessa prontidio- de caráter geral.
. §e_ ffusemos _compelidos a escolher enho "essas aütudes
pessoÍus e o conhecime,n9 plncípios da razão lógic+
111dfl:
.do..
e.rytSia teciica il -;;,lr;
-=*: s?". decidir-nos-íamos pelas primeiraô,
y.os logçpo
proces_
-opeci3rs, Fe-
üzrnenre Dao se laz n€cessária tal escolha, iorque não há
E osição etrtre âs aütudes pessoais o p.ô".-i*", lógico;
T""rngr "
apenas lembrar-qtó, com respeito't ti"úãades aa
eouca!âo_, não_é possível promover_se umâ separaeão
eohe
de lógica abstratos, ã
::*ryP,lq
des morais do caúter. O ^impessoais,
as q"alida.
que .cumpre é enkelaSJos numa
unidade,
tf<,
cAPtir,Iá TEacEtno " .ãs

Recgrss inotos pom'o tnino do Dcmiffiatto


Acabarnos de discutir os valores a ser ailquiri<kn quaaflo
ge 6duce o espírito em hábitos de pensamento, b€m 6Eo
alorns dos ob&áculos que dificultarn êsse desenvolvirÉnto'
É'""rto, contudo, que n'ada cresce senão de- germes, d" P?
tencialidades o.r", ptt si mesmas. tendem a algum desenvolvi-
meuto. Deve'havãi un estoque ÍDato, orr caÉedal, de rocur'
sos; não nos é possível impor õ potler de pensar a ury tqtttf
ra íue de início, não penie espontâneamentg 'uaturalmente',
codo s" diz, Mas, aô passo que não podemos aprender or
ser ensínados â Densâr, te,mos de apreniler como pen§ar beÊ,
esnecialrrente cõmo aüuJrn o tuídito geral de re{letir. Une
.rrà or" êsse hábito ciesce de tendências inat⧠origlaais,
ao professor procurar saber algo da natureza do
"o-Étu
;;rfoJ ptttnlatio que tomfitui os gemt&, único ponto de
do desenvolvimento do hábíto. A mecros que conh+
ffi-*-aã-*t*
"r"Ua" q"" á"u"rtot cohêr e utlula;; ünbelh{-
ffi;;;;ã-o"tã"*ot tempo e euerrgia. Ahda telvez
facarnos oior. lutindo para impor, de fotq ulo hábito Eão
;;tã;á;;;d" r,os^aplícaàoi a airaao de tesdhciss
inatas, em vista do seu melhor aprweltameoto'
Eosinar é como vender meÍcadorias. NfEÉiÉÚ vea'h'
comprÀ. Seria ridíqrlo um negocimto quo dis-
". "i"*g-
serse tâ vendidô mútos artigos, eurbora uinguéo üvese
-talvez, profdroe qlc
ómprado nada. Mas haverá, ry
*rata" ao que apienderam os alunos, -eràta ffiem Hdo
i'Ig'e-oquaÉo
;;fb"*ãJãÀ "itúo. Eriste a mesma 9n!ro
endnar e apreader que €atr€ vender e c@PÍol- u mr@
;;i" ã" fazL que oi ,l root apreni[m meis é effinar ver-
ãaa"i*r-""e, dais e meüor. Âpre"der é p.úp$9 do âluno:
.O d" e Dor si; portaotb, a ioldst've-Ihc cab€' O
ilffi;í'ffi; ;ã;;'di;*;;'úl
"o.roáu,
áti
," a oolgcaaÉe, riras
ã;;;t$; ir"prÉx"'a-e pertir que apreuitum' Qu'Eto.
44 COMO PENS AMOS

rrais conheer o professor es experiências pessadas dos estu-


dâatés, §ras €sperançf,s, dose{os, principais -ínterêsses, melhor
compreendeú as ern áçáo q"e IÀ" cabe dtiqir e uHIi:
zat pâra formar {ô1gas
hábitos de refleko. Varism de" pessoa a
pcg§oa o e a qulüdade dêsses firtôres. .,Nãô podem
eaumgrag- categô-ricapente ,num üwo.
'Hê,
T{. iloreo,
_tendências e fôrças que ag@ em üodo i"&ríd"ó
algumas
19,I.m1 torças Para S quais cumpre apelar e que se deveur
uEhzâr, se se pretende empÍegâr os melhores mStodos de de_
senvolvimento de bons hábiú de pensamento.

I - Á atriosidndo
: Tôda criafura mantém, enquanto acordada, constartc
Gom o seu ambiente. Fica envolvida num Drocesso
in- ter_ação
de {ar -ã
e, receber, de a$r sôbre os obletos clrcmsfantes
.1,, receber dêles, de.volta, alguma ação impressões, estímulos.
, *r* -
pmc"r:q cÍe intsrag, coustitui a esbutura da erperíência.
ff1T p.r*r9*- du. e.xpedientes que nos_ auxiliâm a'prevenir
Ínfluências destrutivas,_ interceptam influências pre;irdiclais,
pÍótegee'nos contl elas. Tefuos tag,bdm-, por ^ouLo lado,
P"qF"p que ecploram o que esrá lmge'o'que estó Íora,
tendências quê saem, para estabelecer nãuog dmtactos. ciue
obietos, que labutam por variar os ob;etos
!Tf11,l*or
connecido$ que se co_mpÍazem, por assim dí"er, com as ex-
pçnencras poT_a4or das erperiências, e, destarte, se revelam
de uma aüvidade incessante na ampli@o do círculo ile
erperiêacia. Essas várias teodências ,ãcuá€Ín-ee e,rr cruiosi_
dj*;, E mpecialmeote à infâneia que re aplicm u p"t-""i,
de Wuoswonrr:
t3'
-':Oo glhoe nío podeo &dur ,ta ver: I aEo 'e.
trmbéü,
.#-,x-
forçar nossoc ouvidoc a rc feclaiem; 7 noss;
quêE quê ro enca.w, f"qu..ú!s'o üü;;
-
.. ffiHoffi
,
Todos os noosm órgãos sensitirros c motores estão. du-
Íânte a Doss& vigÍlia, agüdo e solreudo -{ío d. ;rtú;;'"ot ,
do âmbielrte. Os adultos iá passaram po. uuims ibsse on_
Rtrrrf,506 ' MÁa109- E rEr{§iÀt&ütro {5

+
Tr& grarr or r&eb fr oraefhdr


coisas." r
afufl'

.[o *hú. q.láút


ndas):
t.
I

I COMO PENS/t.túOs

- 2. Desenvolve-se uma es1Écie sulredrr de curiosidsde


sob o influxo dos estímulos *"iÀ..
que p9de. re«)rrer_ aos mais p"r.
a.ilô; "rÍ** aprende
,* J.b""driã
"ir-*t,mâterjal
experreng4 pedindo-lhes gue ilre forneçam
iDteÍessa;-
p gusndo o que tem já nao responde de maneira inteÍessa^ute
abre.se nova_ época. ..eue é istop
H:ri Sry.-enta!ões,
ror quêr- p{qam a ser os sinais inlaliveis da de
uma criança. No princípio, êsse perguntar pouco}resença
mais e oue
uma proieçãq nas relações sociaú, dÁ ftsica^ eruterúcia
{uã
incitavl o peguenito a empurrar e puxaÍ, abrir e têhar.
:":gyt T*ssivamente o que segura- a câsa, o que segura
o cuao que segura a casa, o que -segura a terra que sequra
o crra,o; perguxtas, porém, que aão úo prova de ierdajeira
rláo g ,rnl
conscrencra das conexões racionais, Set-por que
. exigência de^ explicação científica; o qo" üt^ Ç",
Derqrrntas
ê apeoas 4 ânsia de famüarizar_se coln o mundo àirieri.to

I
.::F P!!ÍSâI\íIrIÜTO - 47

vcrbal "- Poderá coareguí-lo, ligmdo-ae a Íb sêit r€mdos,


quo @n s húcs ê a ijaseriÉo de gbs, óF,tos e iiléias
iitenn€iüfuiâ& Â crrdcidadê assugre ust cgilta dafidde-
mente intdectual quando, e sôúnente quando, rm alvo distan-
te controla uma nryüêocia de inveràgagÇes e obsale{oa,
ügandoas upas às õukar como meios para um fim.

frmo re p.Ídc r cu;ioeirla&

'l

$
1

I
à,,
F \ç
J
.+, '
I ,,:rríi
l
I
. . t., ,..'.

§ corro rnxc*ftrag
assim um amador.de -.É"eO* *o*U ou um
bla,úr e desinteressâdo. É &i,er ao" p-errã-ãffi;d""*
dogmatismo na instruçãq o que criiri4 gradual ;Ã-Eil;:
mente, a impressão de que tudo que d impqtaote iá foi
âssenlado- e nada r€sta paÍa ser {escobà*o] 0 proiesso.
precisa saber como ministrar noções quan& a curiosiãade fêz
úâscer y{l apetite que quer ser saciaào; e como se abster de
minil!á;lJs, quando, por falta-de atividade indagadora, elas
consütuiriam um fardo e eúbotarian o .gume "ao olfrito
ioq'iti
* # .

II - Á Westão

. : As idéies ocorn6 espentlmrncnts


.,- ..:.^'' ILÍuito menino, como iá observamo, tem expenimenta,lo

,
ffi
Í .
,
§;;' c'iiã-".}%3",#T",HÊf áef "m$:ru
-pensaeeDtos" dessa eqúcie rudiúeatar
e mbeldq nasôem
(Ertsmente quanto "o n6so @qlo sente, @ds quer
_t[ó oue
se enctDter queira-o ou não a noasa ,rront*de'. i*" i*
podemos obrigar a ter idéias ou não têlas, ss*im como dire-
tameute Dão nos podemos obrigar a ter oeirações das coisas.
Num como noutro tâso, podemoa colocarpoa, ott ser coloca_
dos por ogfo+ em siúçti* qr"is-ídü,à;d ;";"ffi_
"r" d"o"Éi"t, de màefua que
mos sensaÇfes e idéias de msn€ira-
ros cortruza â oubra Eete, gomútiDalo assim desenvotrvimeito
e.recreio, e eütando, n91.bi"ugrioú,
xíportorsensaçõesáiaeas. e 'r;I*- Itfr;;-;;;; -

eoe ã nüa $EütÉâ. ,. . -,


As Ídéüs; nesse rseutido primftivo o esponláneo, sEo
Y_g§§: , Yd*_"t experiêrxia é abmlutaüàt"
sDgelo, isolâdo. "r*pú,
Tudõ que foi aperincntado a@fi€-Eos- GrD
n 1Eh &.sê&, no rirtgbil (ttóü.da qt&Íi

I
É1

I
ti'iI!

Tq
' oEaIÉrcaro
GsüÊ
é
io-
Íluo I oq. ÍBlaqioa@. §sse bastante
a"rgzÃo Por üT4 a criange
vL lm 'p€osúfá' F.']!l uo-.roo-
M,A alb'rtá
é à iIâ
cd'tsa qi g GIs
oentepc E iiE
§uc 1ê4 cgir* oú
d Dfo ú mú a "{lEÀ
d€ dê,pqrddl t- . .: : i:..:i:

da P9C1 e.q:
ó trstsb Íilo fueoe, aglr o qEe ac Éo
rin qhoetêrmo§oqre pstl do n&; as
giimq v€'n
ilb úqds Bre'

,üÉF anb
( oryçúi-
).s
4' c"

swrs{F& "q8ê
e ilcsógtú, *.TÉ} I

.G
6 o

ii'.

k;,
t-

'+ iü

50 coiag ''EEtÍ!auot

As dimensões da sugetõL -. " +

 sugestão t€m 'ma üversidade & asoectos (ou do


'dimensões', como
1rcderíamos dizer ), variáveii em si me§mo§
e em suas combiaações, coforme a peisoa em oue s e opexe.
Essas dim€nsões são: (a) facitidadá orr pnontiâão: (b) e.-
tensão ou variedade; e (c) altura oo pnofurdiaaaá.
Factlt4olc ou prontiilito,
_---?: m _Â usual 4*sifica$o das
inteügentes e inteligeateslhlicerça-se..princi_
!$soas.
palnente -nãg
na presteza ou faciUdade com quo suiqe*, as sr_
gestões ao__ se apresentarem objetos ou ao oto"rereí, faíos. À
-brilhans deriva-se de gue
T:#"*_'tapado" e. ;
p^.l$_r11y--ry:gú""i'ou de abcorção passiia e"tS-" tüdo qre
§e Ines apresenta perde-se truma ciuaexrta monotomia qte
Dad.a otereoo eq trocE Írl.! outros reÍletem, ou restituem
s'ú
-tapailo; nao reqponile;-
v_árias luzes, tudo que os fere.
-O ã
Arilhante' enite âe volta o fato iliúitrad;-coú' ,ü;;
nga qualidade. A mente _iircrte ou estúpida requer um
violeoüo abalo, um intenso úoque, pora reigir com' alguma
o. espÍrito brilhante- é -rápido, vivo ãm suas reãpes
TB3.tão;
de intelpretação e sugestão aas coaseqUnaas viodqlras.
O_ professor, todaviq não tem o direito do diaEnoeticar
estupi Jz_ ou_ tnesno inint6ligsnqia sôln€ote poque -heia in-
capaqdagê tte
lea$o às uatérias escola,ros, ã uÀa Itgío do
comlÉndio. ou da aulg- Os_ -cssos pedidirs" podem-reagir
-d.:,T{"_tple
v8l9r, a
e üvo quando o a"s,Àto u* toô Uà pr&
um desporto extr+escotrr, uma q-rr6tão
§ocrar,.
Jena, Pjl
verdade, até me§Eo a maté,rie escohr pod&e h_
-Na
tsessó-loc, so apresentada em difcrentc c@texto ã"t"a"-"*
dlferente. U-m rapaz -tapedo" oo geonetrte " po&ú
lqdo .
m6bar-se cuficieDtêmeütê esp€rto, se r mrúia lho fôr' aprc
seotada em couexão com uritanos DrsuÂis; . .-i* or*
lureco refratária ao estudo de história tely€z-sê,"r"lu
do julgar prontadente o caráter ," ""iã
a"" í*roas a"
scu coD.h€gTeotro
-ou
"
il,e persmago de "ç0",
ffcÉo, Iircetuando
...§os do íhleito ffsico ou dercquilftrio de saírrrlo. são c@-
paÍatiyâmente raras a lenüdãs ê a.obtcddádc ,Á Uanà
--E

* .{ ,:.:*:
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' EHrltlú ôÍánü E ybfr-"d*q.
5l

ür'oÉe+ Tai*rfrq fo a hmdao dri{n*polta nlo á ac-


cessÀrirEfote oHufiaàe! umÊ IErG ÍIue Itou rcpcus.
b. W ov ffi&. Âbctraiado.sa o dlfereagas
pGssoais qpub à feciü&de or prontidÉo de rupmta roc
fec, cdstc una difermge dativa ao mÍDÃo o erboúo
das rugestões que se produra...Às vêm, é eao de so htrE
€@ 'túr€ntc" ih rugestões; oilrâs. hó apenas uE 'gobrafl
Gscs!§o. Ocasioaelnentq o ratardamoDto da res.poctr €Etotior
ó dsvido à graoilo variedade desugestõee quo se atropehm e
gemn inoertoza ç
susponsâo; @quaüto ume argadÉo vrvt'
ã úpirhpgde aborver de tal @eire o eslrito pau ã* t
a prduçõo de ortras. Poucos ikuEi, indiceú um bábfto,
ncotÊl sêoo o !nfúp; se âssodf,das ê iims eruiliSo;
o resultado é uo podanrc ou ro a §ío ocetes

esüríduhr, p.Í@tsr r aborreg r outro§ c(E uE acerto de


áridas üdtma@. Cmasm cãP o§ efuÍrito qpe cbama-
mc'uEduru','Iecuados-,'sazonadc".
Urrdtmchsao obHda de,poÊs de psármoo uains pour,ar
eltcnetlrasr podeú ser fotmahe,ntc ry üac úo tr§-strüú
a pleoitutlp -c a rigueza dc §dilo da que ccseguinot
auàvtc de cmparaao rb grande variedartle de m!c*õo
altêroatfuas. Poi ouu,o lado, as srge§tõ€s coÍÍEm o risco cor
trário de um Grcqrso de uúmero ã rtriedade- qge proiualica
a discilplina e o dcseovolümerto do Uttmo ocotei: taú!
;Ã.-'& ficanos sem sahr qual escolber; aeardo aüfírill
che-qar a-una conrJusao, vagmos desoparoilos mtt uG t e
ouú, Ttntoc prós e crontrà-s, trnta aaturaliddb ilc parsageo
do uma coisa dqrtrq toram dÍfícil t@ar u[Da dixtsão pú" **
üce 'ou fmutar uoa couclus-ao teórica. Cnaa*a toÊÍo, ê
ueosu deu-rais, o p€mlÍcú a aSo Pda Eqh$licídra; ae
ffi d"-ri"É;.ffid* Ptt dtâst. 8üd8, s rE6 o!,
foias rEffilar su'geútõcs fuem ser ufcrsÚ ao cstóded'
ilãb d"-r"qüthe. Iógiàas cnue elaq IMquà pqioúo
dáwiar o esDüito do tÍaba-lho necassário, oes pooso' .ds ltos-
ouisar as *.iacõ€s verdadeiras, para a mais agndávd ocupo-
ào d" to"*,-coú dt ilados, uin lavq de ffiâú faüsias'
--.T*elsr- ib Dmq q Eaii! err;. ('t{eb d. !.d.,
.--'Í

52 coÍÍ'o PENSÁMdr
O melhor hábfto mâtel é o que enc@kd sue tosiéo de êoui-
llbrio enbe a pobreza e osríperabun&L aã suilestOe*. '
c, Altirto on ptofntüadc, Náo é àpdas pela rapidez
e variedade de ráçao intelectuel que dfunguiàos as De§-
§oas, Eas também pelo phoo err qüe ocofte,-pelâ queüdade
inEÍnseca que 1»ssú tal reaçEo.
0 pensamento de alguns homeng é pro,frmrh. ao Dasso
que é supeúcial o de ouÉos; uns penetôà ete ai raÍzôr do
assunto, oubos aÍIoram sru aspectos mafu supeÍfic!ús. Esta
qualidade do pensamento 4 talvrea a meuos ãÍ'ti"eda de tôda§,
a rnen6 acessfuel às influências erterimes, favoúveis oo aão.
*No elrtantq as conüções do cotac.to do aluuo «ro e mrtéria
1»dem ser tais que êle se veie compe[dô *derenhenhar-Ibo
os tÍsços mais importantes; or podem ser tsis qrrc o en@s&
jem a traüi-la em pontos trivieis, Ar opiniõcslooíEhs ile
que barsta que o aluno p€ule, IEis, pora úr nir-trtinn mental"
tânto tâz um peDsamento ootrlo outÍq, e dê que ft estudÊ
para acumular coohocimento, t€Dd€m mbas à fi.oreco o
[rynsâmento em deEimcnto do mafu'1»oftrado.
Âhmos que, em questloes ah vids práü.., peecebco- rmts e
pqspicâãnente a diferença emtre õ rdsvcito e o lrrêlevanu,
atiDg€m, muitas vêzeq na oscoh, urn pffi m. m oue
tudo é igualmene inportaote.ou iguaEúte m lnilqrtânóis;
em que tatrto umÊ coisa pode sc verdadeirs cO6o orha; e
em que o esfôrço irtelecúal dilr€ndtdó É recura üscri-
ninai coisas, mas fazer coaer6Ei'ventalr crtô pah""as.
': A fotwaAaae e a laúldão, Por v&ee, s'l"rtidão e
profundidede da reação i€ arsociâEr tnUoaminte. Âssimitâr"
l*"'!Ê as impressões e taduzi-las em idéias n@is sÃo @era-
qões que requêrem terppo. O ttflho1 & rrta rospqta ãadr
9e pronto pode ne9 pessar_de ef6oero darÉo Às p€ssot5
'Ientas mas seguras-, sej*rn hOmeíu or-.E{aqgs, slo
lilel$
em quçEr âs impnessões caem ê re gunnhq,ile'noito -q!re o
pgnsameojo * rog-p em maie pr,ofim&pbo & valo,r, o'que
não sucededa so fôsso -rico ga-
meoos o la"rà.
-l{uitas slaúçar sãr r"p eol"ã.l*uago *
reslrcuder, por não reponderem rle pmirtq qu@do o fato é
que, com e dÉmtra, estÉo a couocmtrar s3 @€ryht IrGa al8cet
efiaiemtomeate o probbma 1nopoctó. ffi tüs oios, deira,
a

Er4r-9§.8 'rsÊrlrtlqo 58

ab cocldcç-b o vlgnr p .csgrio. scá rnocaiar, r'nro


cder. uhft6 à6 irdm rhldo' natiootúiguo s supértiqhl
ih*á o #sp a pÉtÊai4-dâ üfr'
^[ Drofunáürdê â orreqgalidaâe
*fara., deternieti rtoptpsffiraO qu€-!e FD
oesra; o todo hótiiq do cm*uo quo- esfrgrda o dirdErtro o
dostirar polo cesee ib problenq srt Pdo gô§to dÊ uú e4o'
dc[o ui bGn sucediih- ou uDâ €úklo ile cmDoctocotoe
ããrJA-*btrrt";;dtd"i- -eüao ae edueaclo do
c4trito.
' -É prd-lcuo o estudo da virla df Ut*t o ihaoulhs,qs
.qrre tdqlguireut belas re&ações em suâa Xrdisües reú'
rirtvaú, údo, egtret dq, sido ú@ad6 'upldol.' em seu-
iê@po dc E cdfÍ.Àr v@, -ke êrro do iu$ai@ prennrí
turc- fut rlevü&,-pr.itrcipahÉnle ao fato do gue o ÍWç ÊE
que o- crirog 1noval'e úue sqtecidlde Dáo GEo roithcddo
na* fCdtabt .V&eotos, oomei ú çaso do intaràac-'dê,,§fr-Er
iror eeAUUs coblrs, rÍ*- Agrss v@, a chrylrüEcÉr
["Uufurt" eo pbm ra*r poftrndo do ço o,(bs Qtcgrs
- o dQ qtao'Àx profcrrôrc-- pq vm.do' tr4fo-, rs
quc,iútf ft rc{ro$+r'4piÍkt. OEUct {o4'ú&, s
uhÉa'dgtil dê aúF o prõbleme oocBt4'tàüo úEo'
"arÉr
habitualmde colrüóric eo do texto ou do txpfrsrc" cr{m
oémdor * base dc ar&So *
5ítnmlao ffuta
O pinüittq ó ütíüarb ffi
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il àorro PENsÀMog
coisag como um lampião a ihroinar hdhtistaooote cavaloq
na+ Jardins, án ores ourrioe.
E .específico porrque coisas divcsag sugerem sua signi-
ficeçõo peculiar, narram, cada quat sra próÉrla história, áas
de modo bem diferente, cunforme a postoa que all observa.
Assim como o crescim€nto do eoqpo se reqliza por meio
da assimilação dos alimentos, tambérn'o desenrlohdÀento do
espírito se efetua mediante a organizaflo lógica ila matéria
quo absonre. O pensanlmto não é como a úáquina de um
salsicheiro, a qual reduz indiferentemente todos -os meteriais
a um mêsmo produto e.stereotipado para o cum&do, e dm
. rp' podef de coordenar e de unir as nrgestõos específicas
de{Àtâdas por coisas específicas. Po:ilre prlsnia, tOaa
aüvidade, desde estudar o grego até aarenda. a cozinhar,
drsde o desenho até a matemática, é ia*atuat se é que
-
eristo alguoa coisa intelechral, nÃo por efetto do rua detãr-
ninada lrahrneza e sim pela sua fun$o pelo seu_1nder de
-
!reaÍ e or{entar uma investigação a uür reúe*Ào signi-
ftcetlvas. Se para um é úüI a geom€üia, serÉo úteis p-ara
ouhos o maneio de aparelhos de laboatóniq o estudo de
uma @mposigÍIo musical ou a roalizrfo de um negócio.

ú *
IIr-Á #tuy
1* Ê
+ ii O ato de penaar ruflâriirú subentonda conrocutivilade,
{: continuUade oü. odôm drr_ qgçiõe
,i

Um simples pfrpgsar _do riFae or rugeotões é peoser,


s
"!T úo peosar roflerivq Eão ol*,rr s$o e -pearaocnÍo diri_
gidospeÍa uma cvnclusão aceitável :. lsto 6 para uma ootr-
dusão €m que seia razoável cner, graeag às bÍiles em oue sô
ff." qà eyidência gue a fimdmátg" t iaeias, *,fopÉ
à-parte de sua seqüêocia ordenada,. .ostahm na ca_
,idéias
Deçe. i,tgoÍa mesÍrú\ acontwtt_rw permor nisso. é, quase
1em1nc uma afirnaffaDsolutarynu- emta À omvãrsão
do sugestõos eE eto àe penmr riflsdvo c-tge, pois, una
*'
J
{..
1

f,Ec{rRs@ 'mercs r fisürmrso E


otrtra dtmeusÉo: a PÍ(Trtedflde dg.o-rilu,- dé coosecxlivitls-
áà. p*."r n6o diqiemà "Masa àaou* "atmcinÉo de tttêIns" ott
cedaiu de suqpst6€i. thda.td cqdeie, por d.merrq
não constitui"reflexão' Temos penrameno refleúÚ epeoas
ouado a suces$o é Eo controlaila quê sG toúrra uma se-
ãltt""ia 6d€oe&. núx, a una cmclusáo, que codém 8
dr* i"ta*t "t d; idâas peceaeotes. E'fôrça intelectual-
;d'ifiã fô.ç" ãe tla" a o.mriidêia valor ilo cr€oça, & tomá-la
di-gr. du 6éillto.
"O equilíbrio oq, PnÚpongão ilos fatôroo- ito f+
"d**do
.ílidrd",-fuhidaile^e profuailidadê' daE, coÉCI re*dtadq a
coatinui-<Iailo do pensameoto. Não queremor ne-Ú urÊntês v''
*"*r& r"- nfupit art; nem airaÊrsfo casua[ oem ri$ikz
ã; G*t*iüúüdê signlÍtca flertíUtlade e vrledado de
mffiiafs.'t"oto
€m €@jutrto ó6 üridado o cortÉEa dÊ
Ooo*t" I úniforniiteite mecâDicâ ila lodrs cono'lüeiÉo'a
,ã *ttar ib gafanhoto. Àrrespeito & cÍisrrçr ruito-vivas,
* r,.fo.*o-eott taao dizer ,ile 'serim óepazes deal'tâs atgt'ÚIa
s" flcasserr mais sosogdclaf, tão râEtdu e são
"oii",
enn qartaaae ib req»ostes. Mrs - é pena - 4.de §eml[ê
so§tê8alr,
ü* *t o lado, ilesvitÍ. - I{ão é a finalt-
n-ao ba§tÊ qiro se
ttatle qgo buscamou, a do t§ @omúlade lmplecável e
fa,áüá coocoúaSo *9S9q .'fi"+r-firida' €sPécÍe itê
o, psÍqffi sotçt"+ À fhêú@ ilar rugffi:' Sgor-
fiã o*ui"a" e mudãnça üe rdüçr'qmüuãa'qo Tq*
"aib""
I flento wa c constontz- Vmwwffi@ rrtq OS_P*EiF -t iÍ. ô

máú d" cúclntrGios' aão por releu rruotidrxfu+-


ouistacãô e lbobffiado, úts por çrcra wrildc IEÚ! oE
o'úrto. hopa! 4rs o geierat arp0c pct tilltipê qt , §
deies* Maoter dapÉtq1ilS a un acariftô É isb uascr
"o-o
;;M" prêso à ,uaiota,-moitt-se @tarü@ctrt9-s qúiÉo'
ao mesüo bPo qu€ 3e oorserva e rnüladc ilfocÉo'
'b
n-o.t.oonfrt"it" c' o,nd""adr--e â prg*Eolm'qi,rêüeaÍ
ú-*úãdrd", & &dr matéria. Ncui a'coaskÜffi se
roituz à áoCrAa de emtradiçãq-gem o qoc@açãq à
ffir'r%Áffit-ffi#t#m
's .ã
{1 i...:'
:T

56 COI(O DENSAMO§

{stência e ordem, mosmo qus se ranifique em tôda esoécie


d,e vula{g e incompadvdi,#g*toE, d*dü;;ü',;;
dâs suggstgês sêia vista eiia f$lação
prircipal fim a ier atingdo.
ô p,rincipál tópico o ao

A orden do Drnrencaüo 6, muitre uâzes, corcomitante


indhto dr ordem dr açõo

r.§ ,quo lmra oaior


.As à espoUalt-
dade n6o são e deiradas em &oÍitão,
e p. gra uso postedoÍ.
Quase
ínferên<úo+ Éão ,loÍ €§IF-
cúIetÍyos, rEfi Pq §eÍ€n eúiciaote
doa dcvores Pq, Isiô,
*r* r.lql reeultadoo t
trB Juúteis e a Doa oúd€à das
idéia& O faúo, e
de toqu€ do êlê
eção q E
são §gqgo tla de
1!€. lnte-
e Dâb

lF

.i#-
5

rcuryôli'Àrei*i';b +lgg fí
{
I aried&h c i:'*óffipiitipirgl*rr*q+
s.* r*,"$ - o esteüi pyincipal qo f aú Oxei
Dünado na vtda edulta - neo'rbv.oier aeúeçado qurndo se
ã"*-; cqir"ç"t p bou bÁbitos ialdexueisl Decde

@ Eeis pare elcarçar'ffDL À scle$o:é e@púDbtids


ocb miqã Dele sdspta@' operagoo3go @tigeo ftu'
iI" êEdb6ê aãoquadss- trsbehro h#ei@trmde Para
iraa attiae favuárd fu operaçac rrflcrivrs'
"6ffi e'o
ali, &

vidadéo - o
:r.Ilrl

(n at'i iiús'
oeis coeeçeaUza*ii
[Dh.*" dc aü:

-e dddãq:
E]
s e#cÉhr o

(rl,
ilo ,*

a
a
o

grq <b traotnri

*
á*À.
-_--
I

58 COT'O PEN§AMO8

Eontoe de úta ertremos qurnto às etirfrhdsc dÉÍio,rú


na cducçõo
 1nática educacioual mGEÊ rma conürua terdêncb
para.oadlar entre dois ertiemos, con rspeito às eüüdodes
'gteriioles e eteCUüVaS. *

. .U- {êle,s
é aegligendá-las quase igeiraoeúte, com o
rutroarn€nto do gue são caóticas e flüanter, me,ras diversões
!^"1 "Pulr-.p,*a p gôsto. transitórioo einde nii5r fomrado,
par,a o capricho_ dc
-eqpÍritos imaürros; orq se ;vftado esse
*. t5 EaL sag aüemedoo discuüqPis das atividades elcessivanpnte
elteielizadas e de naturezd'mais o,
11d_3:,
Mlqo quando admiüdar .l-*à-.on*ãri
ecdla ,*
da Jde
u.Ea coDcêssão a coneosto à necessidade ocasioal de "íqa"-ã
iúiviar
o- Êstalrpo do @§talote tratlho intolúhal ou
o resultado
--_- do
dsmü Cas exÍ-gêucias uülitári* extq:êscí&ú.
O.oubo €rtr€uno é gne fé entusiástie na eficiêncie
"..
isducauvt Srrsse n?i de qualqucr gêrero de aüvi,rade,

/#;
.: .L. --

;
*rúII"ê..ff
TI
As condiçõee do àscdo e o tttino do
pclsncaic. - ãb ;:":i ::.,'
'"9g"1$:g'
* ; ;":" f
|- Introilt@z Métoilad e cofri#etuo

Dirgl"ry furnd vcrus Ato VêÍdi8{ii dc Ponsrr

i+.-
 dramada -psicul4ia
-
das faqilihdef, andou oar a par
@E a voga da -teoria-da disciplina f@aFdr ãdrcafro.
Entendia-se quêr. sc o pcasamerDto era uEe pcca distintà do
ir
ffiffi.#*ffiffi.*"Hffi;-*-##H
scr a4uttigo{o
voria entiig medianto Gmrcídos eqlniais,
bem cmilse rktrevem esp€ciais gm datnvol-
ver o bicípite. Ássin ccrtas matérias s€ria.a üafis cgo UÊ'
lecturis oü bgtcas por e*celência, dotâdss de uma'predc*t
nada proprioúde para_o exercícío.da façürlaile_ dc pcosr,
ben couo certos alurrelhoc são melhoror $rc oufrr para re.
furçar os utniseulos do braço. A estas tl* no@s acrçcmb
so ahil& oguela de que g método E.irm conjunto de
e oorr*vam g,D o Eocard$no
Ífrê
p€rr@cDto, aplicaudo-o a gualgurr
Prowam esclaÍeooi aos que náo
qisüO uma c do dm
ll-r.i.r'tl

Êu

da
ôo pesg$sat e verificar, que seia dê a tar a

4
nEqrBsos [rÍÀI(§ E IElISAlíTffi

nàlente, tlescobriremos que, emboa-possaa Eü 'tüedo, m


seu ensiao, mútas das regras asseotadas 9m l,êdsgogie, eÊaú
Dêssoàs cepazes de manter a continuidaale de posamerto e
àUOnço, màsmo quanilo edmiHm o qug parecia ser diversão
ou hcursão o ctrnpos lstffiitt qrre eram lressoa§ que ,nto-
duziam a novidade õ a variedade a fim de oantes a atençõo
dcsoeta e pfuta, maso qre tmb*m uülÍlsvaor êctes Ígt0res
p*.à e comfooi@o do pro'blemqfundamenhl para o enrique
-cfuoto do tema
Prin"iPal.I

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dlfgct €soh§! foqü€Et@eate ç.rru,.taab ouarto


posd\rêl,_dlqlffia e uniforniddlã. Mcryeo @riiu eo
pdq5o fÍn" Alum ar4odnog$dor fAár**osillta"., O
t
nsao.coqpaodiq maqnsoô 5nr "oo hDgõ podedq oorn4r(-
durão ílo ffia orbg IG&uE IIa ltci@e, atffiEç-sc hdos
c oeoÊgglÊ@ no ffio; &.ro tr#.«c*fo do
- -M@üooe aoçodirígil_a recihção," qre
-No
daapcrwci a aqo-
anOdade a no,iã*, a varleilado. quo ftrpde eo reriime
do. mdho,es erco,b et*oteq Dodeãà pe,l&*:creceãdc
êrso omatárlos. Mas d^" ooo[as cup pühcÉ} ftümrd.
"qFtijar a'r&ElüdÍt dç cu-
á- &mü báhitos meddoq ê
düto, ffc@ nêc€ssàrlagr€útê emuls asl@&õcg om estÊ
Dutan_.e mrntêm vital e ãn*6ce a cclaqdâite de
maravilhú-rc.
n - corcie
é,
a a gn §l
6,
ih até
uio qu,e I @a
m do I
CqB f, e, :pQ!.. a
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tutreo dêinris
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do'aaürüb o.
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$l1i) iiqd,B'§ft o tálüG,
ç1.,ççit& s,ro.
t
"&
n
tYÇ
NECI'N§oÉI INÂTO§ E PENSAT'BIÍO 59

contulto que atividÊdc e nÃo absorç'lo PeÁsive de rnattrial


acadêmieo-e teórico. Apela-se 1nÍa al teorias dos iogos, da
subêEpressÉo, do creseimento natud quÊre cÍrno §e dgni-
ficassãã oue údouer sêúeúo de etiüdádo garmtc ircvitl-
voh€mte ô adétraáento"dcsefado orr alcseiávdila cepacidade
nental; ou pcorrese! uma foitológica {itoUgir do úebto,
com prova'de que {ualquer orerdcio iló múscnloc adesEa
;"rpõid"d. ad-prrt".,i"to ;
' o pfU"-. rerl: dçcúrir as #pee6o útcto
EnquâDto oscilarnos 66tre rrm pólo e ouEo, coutinua
inoredô o mais sério ds todos os froblemas, rfto é' o ilo
íescobrir e organizar as ocupações (ã) Su.e seiam -P'" açio*
mais bem ad:tptadas ao estágio imatuo de deseuvolvimento;
(D) que t# -"it promiss-oras, ooÍto PreParo [»ara as rês-
ioárotiUaa&s sociai§ da vida adulta; (c) que, (n ÍLe§nr,
ienw, tslr" a máxima inÍIuêocia sôbre o $rna@o de hÁ-
bitcri áe observação PeaeEarte e de ink&iía,consàcuüva
Âssim como ã cririooidailo.re relacione corm a aqrdsição
de materiais para o p"osa,*e.td e a zugps6o, com a úleabi-
üdaile e ú-ç" de'ponsaoento, assid' também e ordem de
cüvidadd'<iue nao sãlq @ si mesoas, - prlmàriamente lnte-
lu"tn"ir, se ^rcIacima cm a foroaçâo dú capacidades inte-
lectuais do consecutÍvitlade.

'lV Ngixt& cúchrúw eiW


-
t
Disse o mei. úhio dc'mgoe oue o k de marevrllher
É or o autor da clência e d; Íitúfu- Srrc prtücado nÍoó 'ü
Ídéndco À orri,cidade; só o é quanito asb-ethgti o plm
intelectuat Seurlpores inl'nigos s5o ,a uMh
.Esrrmulm-ão €Etema o
e rotina iÉma. l surlc€cq o loapaado, a
novidade. Todos sabem que rrn õirt en úorfunto cepta
o prende o olhar riais ão quo q ôFüo inór{
qui as lnrtes tneic môveis do corln t3m raior calnddade
ile disoiminaso táctil quo as nair fnç

i :;:+.
E§@I.À É IEN§AtÍEDirc ÍL

a seoEtrafiâ, a sspiraçáo pareoe §er quo o thrr, !e ooDvtrtâ


na"quiÍo que iá sã chamoü 'rma enciõlopédnr do irforoações
-'Crinstruir os aücsceí dizffi os quc rssim pro-
Dú-
inúiteis".
cedem
espírito
-rt*á a princípio,
apôois. Nao
o
lE
neoessário;
dúvial8 ale que
a rÍuüição do
o peosrimento
aãã pode fuocionar no vácuo; só poderão núgfu as sugest6es
e as'inferências num espírito que possua infornagões sôbre a
realirlade.
Mqs gÍilrde é a diferença gntre tratsr-§e a aqgdsigão de
conhecimãntos cmo fim em si qsma orr como [larto inte'
erante do erercício ib pensanen6. É inteiranente Íalsa a
furmagão de que os cpúedmentos acumuledos s€B ser.Inr
ocasião de encoatrar-se e resolver'se un Probleoo IrocJaq mais
tarde cer +rrpregados à vontade pel,o pensaoento. Para que
t rqÊ réetca'so"encontre à dltP*ição da iatdigêacia, dãve
-lntoligeacia;
ser attqyiriaa por meio do erercício da próprto
qfu oôfudo algrm acaso, os únicos cwheineotc que
oodem cGr uüüzados lôsicaneute sáo oo adqulrido üEânto
ã ato do p*"rr. f- teiem sido seus corberítnçotos ótiilos
Dara ate;det às exieências de certas ditutçÚÊ 6?qdais,
Ê\ ilomens de oouca culúra ltvresca seráo caFazê do uüIizá'los
-pcíBoqs
até os ütinios resouícios - ao Das§o que ilc *aade
emüção ficam frfrtientementeinbarâçadas*g& qgúuaa-
dc dó sua cultura,-pois esta fof obüda.imÉFlor meio da
memória do que doçensameob.
+
lÊ Tr - hffuêncfu itas obletloos e ilds cÍEtentes
É, naüualrrente, impossivel übertemroc olsa cmd$o,
cnrê qí,za coro que de uma espécio de intudbdltdede, dm
ônt acina ueiciona&s. Tôâa cscoüa t€c,-c@o efeito.p
ideal educativo de fazer adsrdú habrilidader rumátiça{§
§ acrrmular certa quartidadr te conhecim. fodorai{
Gtrketarto, dicünguir algrmas tmdêücras, @s qm lerd
a julgar edrrcaçaõ ldos"seus rcultadoc €d€dffi, ào vez dc
eslinú-ta pelo àeseivolvimento dos bábitoo e dudea pcsso*is,
Tanto na'insmgeo oogro na oducação m@4,.!úte Êlhdfu-
cia de der maior importfucia * poit* do,qirrc út Foow
mrmtal por guo fot consegutdo

l.
JjÉs*,,. *#fh"
7',!2 corao. PrN§AuO8

A nh,rizaçõo d6 p.dÍõ6 ütcÍituÊ


a.
Na instruçfu, Na instru$o, e a4riração do obte-
-
rem-se resultados erteríores manifàstâ-se pâp grÍànde valor
que so ahibú a ouma irsposta certa'. N^ada tá," orovàvcl-
mentg de inÍIuêacia ttao frnesta para desvlar a atàçOo do
professor da questfo de exercitar ã mente do aluaq coúo o
achlr-sg o sau púprio espírito dominsdo pelâ idáa de que
é conseguir S"f ry* ahnos.erpôúan cxatamente
LryÉH,
.. Eaquanto ( consciente ou_ inconscientemente) êsse obje-
üvo üver a supreuracia, a educação do espÍritd conünuúá
pmto ace*rório e secundári,o. Não é üfícil õompreender por
qEê Bteia tão propagado €§se idesl. O ganrtr número-de
duao+ e hclinaÉo iloc pais e das eutoridÃde escdáres pora
erigir provas_erpeditas e tangíveis do prqresso escoter. ánrs-
piram para dar autoridade Ào sisterna. Êste edgc dos pm-
ferrôre elreoas o conhecimenfo de matérB uão1e criaDçss
- e expressâsr
e riada em parcelas definirlamemte pr€scÍitas
-ê, por isso EeEmo, doeinadas cm reütina fadüdadã.
JÁ a edumso que adote oomo oscopo a melhcia des
atÍhrdes e métodos -intelectuais dos ectuâar@ cige uma
prêparÉção qfir ouidadosar pois requer lúa fufuicãõ simDá-
üca_e perspicaz do tabalhô mentil & cada ducando,' e
também- um- vasto e melável coúeci&oto da matéria. oue
posi!fliteur setecionar e a1üicar futÍ o aecesúrio'eIa
ocasião oportrria.
4
Em sumq olter resul@os extorlores é. idoal que leva
nguralaente à mccanictdatle do regima esáotar - erames,
notes, classifica@, l,Íonogõi]s e assfo por d&rate.
._ . b. Aueúo @ conp*aw*b. Beilátivemente eo
§loportamecto, também é grande o iinúluxi dos üéais de
.üelimiza!ão. rt ragn Eria trdL pocqre meis maouinal .1
. tqurc. so rxxsr sdotar, I e de oofôrusÍàúElrcc*o procediiaento
oog ceÉq 1nÉcdtos oo utrrs. Não e hdui -em trossa ta-
rcúa atual dlzm oxrtrnente a qaô poffi ta dcrva estender
-etÉ.à.e&rcaçío urrd- o ons:no dtfunÁitco o1 rrms obü€rvàúd;
rigü@a iba req,i&Fcmvcoçk:c dai-udeq ile nm irye

aÕ>-.
DGÍi.À I EBdE+ilr B
t
radw mdal: IÍss iÁ qué or FloÚkqct rh'aíilüilia do s
mals orofrrndos e oo'mais coousr do pdoo or lótJcoar ib
,*r"'cirtÊ*ir, o modo poÍ quê So rcsrlvids t@ u@
i"ntre""a ** ó itraai" poi'tOais ar ouhBs aÉtuilsü @Dtd+
at6 mesmo'om Eudü ôue msis se tttlodo & tFnhuüÊ,
ónsderaçaó ffial direà dr cmsctuDtt Eo veriliib,? e
nAo wr we úo wados a pirolbbrtw ü a rrlpotírmrrlÉo'
W W o'plalro mai, rroltlirito ih olír,ai*. tmtdd ile m
poraoemq da
Se, nas ques:Eies impoÍtatrtêc, a fuaçtro do
invesügaçáo, da reÍleráo oscrupulooa é môuidü ru Etfilrto,
não é-l&á esDorar que êúes hábüc ffi@ tr8flÍlo r
tratu de"quesuà de u&nc aportânca Pe dtô hdo,u
MHlot ad*ira iovertigação e ile rdlerão àúlrlbcr fte os
üú"Ér"t- e vitris pffí'"úst ib coduta, gçorfu a
?

náha güan6a do iuo e ÊstrutEa $rd e.ãrylrtto sere


mzoóvcü"
..
. 1,...,
í' .... -'

§ Há fiúffinclâ do ãürdÊio: ao ff{rqç:.j.


o ã
€@ TE êd§.
do frctrldadol
poú erorcíiaú Íonnafo,
.tô&
dc dasEar
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71 COMO PENSÂI,ÍOs

Afualmente, Íeooúec€-se, em gerú que a base da assim


cü'amada 'tanderência são os elãmento's cvmrrns; isto é, a
passlge1 da babilidade e compreensão, de uma á,perrc"cia
. outra, é dependente da eristêàcia de elemoutos sedehaote,
Fa ambas as erperiências. A espécie mais simples de exemplo
' '€Dcontra-so na
ertexrsa aplicação que as crianças fazem'de
* idéias e palavrap.  crianciuha cüÍas relações'com quadú-
pedes se teúam limitado a um cacliorro chàrnare todoãnimal
do quatro pés, mesmo [emanh6 aproximadamente, do .ca-
chorrinhd. { qualÍdades semelhantes constituem, sempre, a
ponte. onde transita o ao ir de uma priineira
^poT a ouba nova. _espírito,
oTreriência Ora, p€ rar, oomo depois ieremos
em miaúcia! é um processo de afreeula, ile tnio corscietta.
os eleme[tos oololuls. Isso nem decididameote curroborar a
utilidade dos elementos cornuns para fins de tranderência.
A menos que tais elementos sejam colhidos e seguros pela
mente (como o faz, de modo ru«limentar, o símboIo 'eacLor-
m"), apenas -b _*g"r, por meÍo acasq é que qualquer traos-
ferência se dará. Â primeira resposte à-obiã6o de que é
impossível fomrar um'hábito gerà de peniaí é, porünto,
que pepsar é precisarneote o faior que põssibilita e-contr,ola
a tranderência-
auanto rpnis técnicor um a§sr,tq menos elementos
comruts fomece para o tsabalho do peosamento. De fab,
para conduir sôbie a natureza técnió dê qualquer assuntq
teÍna ou emprêsa, quare poderíamos ostabàecd êste teste:
eE que grau se acha isolado do material áas çaprsrisacisq
diárias, pelâ eusêncira de elementos cornuns a ambos? para o
.expoente.
çn-rncipianle de Álgebra e frsi,ca, as idéias do e
'átwro" são técnicas, e*iio isoladas. Êlo uão confiece êsses
signifjcados €m cgnexÃo com os objetos e at«ls á:e sua exlre-
riênrcia cmum; nern mesmo parecein estar co[tidos nos ma-
terlais de sua erporiência escolsr. para o cientista amadu-
rocido, ao contr{rio, as idéias são múto menos técnicas t

,,:<d
l
ES@I.II E PE{§ÀIIET\TII} 16

ou €ntre pessoas e gupos. O gue é tt'oit iolpr-tante Para l

uma crnrnça são suaí rela6es coú poi e Eãc, lrúão e irofi.
A ouase tôda experiência sua, voltm ês§os el€me[to§, n' li.,r.
úrilao-a e dotan?o-a de significado. .., I

Os faúres humanos e socials sãq assim''G Íjre Pa..ssÜqü -., l

e podem ser passados, maiq pmntamebtg ilo .erperiência:} ''


*ô"riêo.i", Éo-o.^ o matãrial mais adequadõ ao tlese$ -1.:" '
i

voivirnento das capaciilados ge,neralizadas ilo pemsànento. l

Uma razão pela ouã múto dõ ensino elememtar-e tao UúUl ,,]
I
para o ddnvol"imento de atitudes reflexivas é que' ao in- l

lror"r * escola, a criança sofre rrna ruPtür-a eA- sue vida,


saturailas de valoror e
uma nrptura «rm as suas erperiências,
oualidúes sociais. Pelo seü irclamento, o cndno oscolal é,
ô*aoto, técnico; e a maneira de peosar que a crlança posnri
àêo pod" funcionar, Porquo a escola nada t€ú dê coorrrn I

ootn suas erperiências Prévias.

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si GOr(O PtXSá.t403
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a atividade espontânea. Tôda eap&ie de material inter$-


santg aparelhoa, insü.umentos, o-odelida&s de atividade,
ürdo isso é proüdendado para que nfo se aÍroue a auto-
eq»essão üwe. O métodõ iguõra rlgumas das cogdtções
e$serciais para a conquista da libcr&dê verdaôeiÍa. *

É vcm,cndo obtacuht quc sr coÉrgüÇ a Ertddo

I
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Pêr8 o Tôda aüvidade


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t * no darrso de seu esfôrço de
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t{pamento supérflua a busca de
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8AO (xi da
A não cosirte
exterior e é Ínlo
através da ütória" petra .1I]

quo impedem úiifrl eum I
,ls::,
..

't*-'
Pcmar rcqurr un

Um método qu€ sc@tuo o G'9r €§.


€ntr€finto, ÍFe trfi-'N -ikt üildên-
nakr& se vai a jdê ffid'
à curioddade à rE dc
garantir6 tr,iA
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+ No dcsenvúrlmcoto naürral oadi'rlú -àog Dcúíoil& su- ,1
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aegsirros de ativiitade Irepara , mas corr -À
perftiçdo, as cmdíç{es para a mmftdrfro ifo pa{odo le, I

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*P I
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O PNOCEI§O E O PROIÜI{} DO PEN6ÁIíEN']Í() S}

ad€strsme,nto dessa qualidafu o certo é que discipúina


*wÉd. nãlo o será. Sêu fito e resultado não 3áo ç lúbitos
do pensar, e sirn tnúnairas eúedorcB ilc qk uniÍomes.
Pçry não se peÍguntarem o que seja disciplino' muitos
pr,ofo*ôres s6o err-adasrente levadú a crer quo es6o cúdendo
ào disciolinar a mente dos alunos, quaido, na realidade,
estao nêlàs criando aversão ao estudo, btm or,o rma c€rteza
de que qualquer trabdho mental é antes desagradável que
iuteressante.

vlsáo e A
ha8 ,*.
E 'i] sentido, e sin como
dâ parte do habalho de aün8lr rmr flm
A disoiplina éum p,rodu§,
não coise do exterior.
tafiúno em
o atividades
*
* AconcePç6odcliborffi
'' * *
'{kso noi tornn oapazes de pereeber o ênro na toneepçÃo
,-
tbddg
ile $stontadi pela teoda educacioal quo a tem
cmro dffi, Â discidina tue se identifica com a c-aoacidade
erercit& é taurbém'Sdca e Bbatúfu. Pnis libkade é
lnder de'agir e ereúic, iudepeodotemeote de tutda
edeÍic. SiÉtificâ domínio, capaz de orercÍci,o independente,
êlnercipado dos cordéfu da direção dhÉia" úo rimplcs aüvi-
dade exteric rem peias. Qo"ndo idmtifica s ospostâne{dâ-
de ou nahualidade com ume descarga mais o mc ersual
de tmptúos transitórÍos, o educadoi tende a eprrcentnr: rin
qroúne níoneio de estÍmulos a fim de ramter, a todo tr6nse,

.À ,i+. .-
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I todo dô dê peüiàr coa.vidas.i'üm*.Çoüú:&tsb â séi a(Sta


i e e@iHrda; mcsm quodo War as çeoeõcc efêttuas.
) No r@ttr mis Btrtki atgho- õ o ryodiú doFÊÍde4
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crrio tus tu sEr*ÊclIü daÍg6.6 &eifu.'6úor,á
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d@oúbaCo fef,F ih ecffio m aisb&cid6;
i pw .ib_w&t áglib. torr'oc iloh sonüdosi
I düra'so o que é educadonolú*c vid: crdddo dst mádcó
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dÊ sahragualdar rxr püose$tx.& peasar, psrB auo soh êste
vdr&irameote reÍle*vo Norte-pr$rdb @"o: âptica-
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* ,o $o da rcgtur or 1rgFqoc d?ofuhú dôacrr,àçao,


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rogffião e verütehgo; -lsã é, eignifica g w á*'.
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o rnocgsei g e rnoDrrro Do PENsAMENTo 91

traturâis em fôtças adestradas e provadar; a trabsforÍnaçio


da curiosidede mais ou menos casual ê d8 sugestão e{ro-
Édlca em atitude de investigação vigilalts, cauta, esmereda-
psil:olóEbo e o-lóg*n, e,m lugar de se qnreo
Veró que o '(ou
mütua,irento mesmo de indepe,ndere,m um do outro),- sáo
conero!,, inicial e Àtlglo terminal ou conclusi-
"orô pro"õsso.
vo, do mesmo "sta6o necoúecerá' além disso, gue a ilis-
,cÁt.ao lógico ãue caracteriza a matéria no plano da maturi-
ãadà nao"é .'úni"a ditPosi@ possível; {ue, na verrlado,
a sítematiza@o dó mat-erial cieo0ficamcnte organizailo é
indeseiável oó ensioo, até quo r* metrte tenha atingido um
oonto ãe. maturidade que a toÍne cePaz de entender Pr EP
tal formà, de prderênàa a outra, é ailotaila'
Âquilo quà é e§tritaoento lógico do ponto de vista ila
matériá ,eptàsâta realmemte as conclusões de um esplrito
erperimeoúib, erercitado. As defini@s, divi§õ$ e classifi-
do terto coavencionnl reprresentam as mesmas con- {
"r'oOes conoeotradas' Â única- maneira pela qud poile
"hirõ"r,
alorém conse,Euir 'capacidade em fazer defioi$es eratas'
cüs{peçoes õe,rspi"ÍüG e gryrralizações cmpreeosivas é,
dmttt- «le seu-pó-prio nivel ptMe, Irensar cúm aten$o e
cuidedo. Ê inilisimdvel que se exiia algura espÉdo ite t
orytrrrizaeáq intelectual, se se deseia imPedir que se formerm
MÚitos ao indeterminaçáq dáorilem, e 'pensar" incooremte.
Mas, certmente, não a olganlzaÉo quo satidarie ao pertto
Pois a mente hatura está-ainda em procesbo ile adquirlt a
#
habiliilade in!Êlêctusl que o perito já cousegulu; o setria
úruilo supor que o priircipiantte.devesse comoçar mtle pára
otniciado.- Nãô é dàe rspetir, todaüa, qnê o principiante
devc exseitar-se em eiíeir de si úüio nm erarne mimrcioso,
uma ordenaçáo co*".uüv" e urirr à6ae
-cnas -uma ile sunÁrb o ír
mrrlaçfo de omclusfro§, junto a de'rronsha@o das

Rcsllno

Podemos resumir, iüzendo que o aó$co" tem pelo menos


bês significatlos dfferentes. Ndsentiilo mah amplô, é lógico

l.rÊ
h

t,§ .,r.1' *
r*,
i

I
m couo PENq.tú ôf;Ê;

Fese 6cola; "liberdade",'auto-eqrossÉol..indi\riduaÍdsdo.,


"iôgo",'htúêsê",'desárolvindo naür-
ral- e ouEas. .Ao€duado a aütude e a aünidcd€ iadir,üuat,
gs" qfola tem-em lry1u@Ê cmta e matéria orga"irad;
Cmcebe o rtétoü como -cmsistindo de vá.rl,os artifi""i,os para
estiuular e eyocar, em sua ord€m .naturalde dcoenvolvimàto,
'ponteociaüdades
as inetas dos indivÍduos.

O êro Mgico de anbas as escohs ó o àlraro


Ássitrt o êÍro bádco de aqbas ar a*colas éç
Âmbas ignoram d Dogarn virtuâlm€nte
$F E§ @eias psra
uma aüvidatle refloxiva e lóde sejam
inatas e que ç moatretn cedo, decde $rê conü-
çõos. eurteriore e estimuladas Por
Existe uma diqpo,sição iaata a ertlair
ftrcrrente de e verÉcar. A,aató
§ua

Êro ÊÉo,,ifuobre
que elas se cofiruam, otr necesÉUm do consÉq «iu raoe
I oem §er Íeiettadas. Uma crimcirüa, aê@.em !êIa-
precoce, erbai iderfuias, rob a de erpeda.
*
*'^. { üvas. do ouê obsan a, o r4 corc duâl ou
.; tvflenUafu ."oi:a que nfo pde scrtidos. Á
ercob da ehaÍoaala ssdl1 de
,?II
.tlge veq
é que coostihd
ritrn ser
aspectos de op€rs{fo.
fun-
iiLl dr normal
nÃo dfficuldade si evltÀÍ a ild -bgieo oomo
TTT,TEI É da matÉriC- omo a no$o
ih o de a &s.t à!d,é &setendor àt
trl
real de iriteltctuâl é ê fôrçat *
a,ti

t*, É
Á
;!-
o PBOGEóO E O PRODUTO , DO PENSA TE!.TO .89

s- conforaâr-se â usa matéÍia exüerrne. Palr consegr.ir essa


çqfs.miaaAo' o esErdo. deve, p,rimeiro, sa analirdo (por
cmpêndio qr profossor) em serxs elementos lógicor; em
res-,jd& cada rá dêsses elenentos deve ser definiilo; Íinetr
mátc todou os eleú€ntc são colocados em 4foios ou classes,
de aoôrito com es fórr ulas 6$cas ou prriacfuios gerali. O
aluno, en6q aprendç, uÍna Por uDâ, as defia{Úes, e, iyPtârr'
do progressivameÍrte uma à ouEq constúi o sistema lógico,
imbirinãose gradualmente, por âsses meios, da qualidaile l&
gica vinda de fora.
- Dos oarm resultados oue &correrr d&ses métodos re''
cmbccidahente lóglcos-, rátce ioevitàrelmeot" uma tea@o.
Felta de inrterêase lilo estuilo, hêbito§ dê desaton$o e adia-
.úento, aversão posiUva à aplicação intdectual, d€P€úiêocie
ile pura dêcoração c rotina. mecânicq c@ um mínimo de
crru:oreensao. mr parte do aluno, do quo está fazendo,
-*ô"", qu"Eão Jdouütoa da defini$o, iliviáq greda$o e sis-
ha -E lóÉô aüra pràücamonte.*como o prooete üoôricâ-
mente. o irrpüo ci,aseqiionto é - como em tôda teação
Dsssr âo ertr€,Éo opocta'O lógico" fica das§ificado c@lo
-int?rírffite aÍüficial ã atheio, frlíam'lhe as costas protessor
o ahoo e soltem as redeas à exprcssão dac eptidões e go§to§
eri*entet. Na verdacle, é salutar essa êdaso eüibuÍde à§
todências o cepacidade nahreis, com rúrico pooto de par-
tida para o dasÊovotvimento. Está errada, pcém, e Pm rss%
bva; êrro, aaquilo que igpca e Degs' e ÍIE É | Pres€úga'
de falôres geouinmeite itrteletuai§ nas crpaniihdos e inte
rêcsec eristentes
* O Upo de escoh qpo §6(uê êsse mmo acedta dsclsrada-
@ote a pr@fusa $b&rnte tre &da eahrcnciond a qoe sc
@ô8. TalDbém presuàe gue a mf,§to é aeürahonte hoc6l à
niroa Usicâ e tÊsaa efconvio6o no fab ib ccrum muitm
dlilritos,-rêbeldes # fsmes lógicas perticutere+ em que um
;erte tioo ite como&dio aDres€ota o materid Disso se infero
s.r" ôodu- lósiâ ó tão'esuaaba às operades natureis da
áente, " quc sua -imporÉocia é quâsc uufa ne oduoeção, pelo
-oooo ni do ímatdo; o principô é, iru@crtc, dr lÍbor,ilade
de sção a impulsc e deeim,- scm irteoAao a qudquer cms.
r drrcato definEdrnote iúõlecbwl' Donde ss pahwas-.elüave

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t..o "[ heo E O ENODU{'IO - DO PENTIAIIIEÀITO sí

Um ou dois exempbs tornarão claras essas asserç6es'


Suponhamos que a matéiia seia geografia' Trata-se, primeirq
-disdngue ile tMas as outfas
áã'ar" tu"'d"fioiçâq que'a
. matérias." Depois, nmeiam-se e defincm+e, um IxT ,u4' -os
diversos têrmàs abskatos de qtp depende a explanaçáo
científica da ciência - pólo, equg or, eclípticq zona - desde
a unidade mais simptei até d ffiaip comi»lera, originada da
orimeira: depois aprãsentasr-se osflementod mis concretos'
' '.m-sériÁ dá elerientos semelhantes: continente, ilha, cosla,
pd;iãtiã, *b, isuno, penÍnsula' oc€ano' lago, gôlfq baÍa
, ã assin sucessivamote. Supõe-se que, aPrend€ndo essas
'üções, não só o espírito se enriquece com mÚtos c§ntrecr-
i rie"tos, como tamb^rím, assi-ilanão q, definiçóe5 tfe.gas ia
, fo;"lsdas e es generalizeçõer e classificaç6es, atlquiriú gra-
dativamente hábítos lógicos.
Êsse üpo de métoão tem sitlo apüçado a tôda disciplina
escolar - làtúa. ,scritâ' música, física' gramática, âritmética' +:'
i*.. ensinado o desenho, por exemplõ, ctm base na bria .á
de que, sendo tôda repniseàtaçao gráfica uma. S"9§tã.o d9
'o
; CmEinar linhas relas e crrrvas, Pro@sso mars $ÚI»es e
'ffi o aluno adquinr, primeiro' a -capacidade do desenhar
"iffú-retas em iaria" ir*iço* (hor'Êonta[ peryendicular,
i :ltghtit em vório8 ângülos), depois, curvas üpicas;-e, p-or
: ;'3{ mmbínar, de válios modos, retas e cun'as, ry te:emhg
] à" figuo" tuáit. Isso parecia -constitulr o método 1ógico"
litoal,"a coqÊçar da anírliie em elementos, pssanilq o segui-
da, em orderr regulat, a sínteses csda vez- mafu comp-Ieras, -e
dao d.fioiao -"togo, claramente entendiclo - cada elernento
empregado'

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é LtoÍrd. por drrr ..ú. aliódm.i-
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Ê bastaote curloso quc a coicrão tht* a nêcesúiro
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gnoradt por dues ercohs ulucceúoaii oà6e, l

utt,qp..@'qSor-nre-à poçi*s"zq Eo itósbq


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proesto ruel-controlaf,o, ó porquo
en"mt" a dÍrpo&cão fonlrll & preduto tM do ú Ffr
;;"",ü*ht'ae'pe"ier,*disPo8ifo o§grr quê conrlste ü
,*rúÊ c c@cltÃo &uids e'Grtrsit a§ àeses €Útas eru
aúia' o:pcnsaffito eôlts rletxa o resultedo
"ri"-ã-se
ilr*t" õ ;:; .o. fo sentido vago do que foi prevado
ou
'coosàSuido. Uma atividede wrdadeiramdte riêllêriva
t€ibinâ diclaraatb com exatidão qual é o reoíudo Fqou'
lar-se êsse resultado 6o deflnitivâmente quaato poosí*el ó
o*virrtgto íuma verdadoira conclttúo. À fuvidad' retleríia
-oro;dt
tr-ird a uma vtutoria, ums rcvltío do material,
ouo é a'iitúco batr- da eonclusáo, e' o!dm' feaüa as
il*rlt*t.- o* t" t*a**4. uma @nstraçao ggoüié-
irica po. ereápb, cémpre aclüa Por €qir€caâr'o que ftcou
*"éo, o se ã raciodnio é c*ãndftlo e não oergoerte
ãt""@ú. o €sD&ito epreende, fro nme'corcIuseo, e 1no-
@oa piwandemristrade,^onheceedo 6 Podo6 autecodentes
i1re

II - Á eihca$o mi rclnfu rc fonul

Aflridü ó egmtrdot r T.tült


Do que fico üto, ó evidote çro a cduce$o' guanÚo
a.ant úo Mecütul, ectá vitdneqte relsci,DAdfl c6ín o ciÚ'
ú;,d" "ut d" do pensar refldvq 1ne*rvandoolfurct odÉ iÁ
d"", o substituindo- os úétodos de 1lenser meis Por
ofog mals re$itos, rtuPre que PossÍvd' - Neturalmcnte'
a-oducacao nêo se cmfina Ào seu aspecto ilüelectra\ abronge
a formaçlo de atitrde PrÁtíeas dã efiAihga' o robusteci-
-eoto " dncto*olvhaiUi de i[rpS6oe nsais, o orlHvo
d"-;g"d.Êõ* cstética!. Em uib tio, [ú, êfir Pdo
meods umêlemento dD dfpiflcâdo o@trcúe e,. PoúEb,.dê
D€ffâmto. Scm €ÉÊe. a rÉvÉ& psfficr iüe*6c Eárcltrü
ã -tuurir",,a moael, clga e artiüda" e apceci@ ené'
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O PNOCESSO E O PROTf,'TO DO ,EN§áríENTO AI

relago múhra defiaiil* L fumc ptterrtxlr- c tais fon


mulações
"
't,

O penrer real tem srrr l6gka PÍ6Pd'; é oldàedo,


.

* rrlwcl, raÍlcrivo
A distincão ente processo e produto ü inveügeSo
rrn"*i"at6? pois, fixi nem absohita. Chamando'Prye
mco' ao pt"""*ã e lógico" ao produto, aão quertmc dizer
il; il"ã; o resultado"final é l6gico ou que a aüvidade que
ãrr-i", tro teúpo uma sério dJpçqlã abrange o desefo
ã o.rooósito peÀoat" não é lfuica.- Ànte, dovtTno§
errtr| a'foma'l@iq, aplicável-ao Produto, o o'nÚtob 'lfudoguir
l6gi'cr.,
que podo e deve 'prtencer ao
- fa"-* Proc€sso
de'lógca' da htstória; isto é, do movireoto
o.am"ao à" tmÉ-*t* rtr'"o a rrm clíoar coodrÊfuo'
Dtzemos que Fulano se exprime "lôgicemento' e Sicranq
I
"rrãáãÃdi"'. NÉo queremôs gigniÍicãr que o PriEE'l*age,
peda'g. fala por silo[tsinos; mãs-que M otilem, conseü*ivt
I
ãã". o* ài". tã; q,re'os meiios por êle emp'regadc
-IÀgicanernto-'
são
l
"o
Ur-t*r"i"á"t per" ú"iç"t o Íim erí mente'
L

ãt"ir e ii"onino a! tazol"etmeqtf' À pessoa ib$ca


;;" ""r* a êsmo:-troca de obieto sem sab€r que o hz; passe
ã "i-" ilas ots ao acasoi náo so chega a uma oonclusão
ãlr.art"a" ft"a; nós teúós de fa4Êlõ €E- c@ta elture),
l

t' h"r 'aa"* de r,etroceder lara va se'e cmdusão â -quo §ê


fiãpitou é baseaila u,m pions; faz afirryeppa omtrediÚrigí,
ioco*ist"otçt, se,m o Peroeber
Por ortro ledo, ,r',,o Pos§oa P€osa làgic§Emte .quaodo é
suidadosa em conduzir qt €Úsamcoto, qtlrDíío 3e dá a lÍaDa'
lhos para adquiú a @rteza de que ten provgs eE que se
baseai, e quaido, depds do alcançada a cuchrsío, Prolla-a
oela evidêicia que ússui' EnÍim,'lógico-, aplicado s9 PÍo-
';r* d. p"rtati sigiifica que o curso -de gosaneato é co- ?j
írraao ràfaohàru - úhter, no retião ió iltrciióhado
;8";-;ü;""pé.t"- ae pngánem. Ua-roeodâo frrá
;;*l-t-* descoquntíila, t6tà; um [Eib ftJâÊó §@

t
É

ltr
Ir.
Év .1f -a .

@ coxo DtrE^IJot
y drtoclllrzrpc"ú*. Nhgt}o Êüqe" Eaüúeht6. oüe
' üocriüeq or+la criaturq tiv,.gle dah-Efitd prra obcdác
,,Ê [ Í@ $9o çtogirno. Eubetaob, sê dM, qre tivllse
ene. noção akavéc da colhciÉ o UüxprcAçao
TrST#e
dê GriÍftir, erpor a otro as.üorcr ib,au- omúr-
-guúserso
çãq pS*r. Iangar mão da &rma_dhSÍrtics, e e $rria, re
ry,apúês€ntü a pssvs em _úra_Ícoa íErr cfupact&
UD advogedo, por elemplo, que sabe de offio sque quer
qrot3,. qrrê tem a coaclurÃo jó fomrada m eryffilol e ?1ue
Ooceia i.mpeesimar ot-ou.to§, inuito prarAvehaite poú ;*
arrazodo on forma sihgística r
d,,H;ffiffiffirx"2H?"nm
Dhaimto, mes*tcez3 .ip", ;
à nãis
',sieira
fd cqçluldq pan oonvêucsr @-;1
outr6 (o{flE r* ioeqo6, o*
({(rl"tu p€oTEos para cüegar )a l.rnovalidade
Etrd1.Dos recordsr suas bases da do resultaao.
eoBtl|Ío, a:umemsas
o}1lrngõ*. fazeuc.que re rovel*- fqraj quertfio; Íshas

ffiãffi'mTffi#ffim"r
Iryf *.ú"-rt *uro õ, às rfialpailelas Do_ qgaado
DrdtoD-m cscarsa luz; idcianos t,.til
-o
do fiuorügúÉô para'
ao cabo, a drr renuncíirmc, Enf*, #Iido íà*rr-*
§ü""nto I verdade o, pü iuirúÉCI,u-'ffi-üé.eã.-"**
aircrthtá ú s'" oa"-o'-A;ú"1Üá
ffi'f#Ê:
--erefmns _lógte*qq crmctg&.m a mcU*clfucaa-
çadar 1(bts9* Ílão_ pod€ilt pfibúo. o mdo
pp,qrE oerrê"ta*g_ ch€Enr & uaa_codülo quando peroe
I

I :1
3fÍ ry !
D troctso
pgdiq$o ite dú/idr e do r.d!grst^'.. htrahto,
da _refl€são, êmergoitr cqúúb uardaie: há
pe11d& desedarcar-iúoc prov&&iti do pense_
I
l1ry *
meoto decorrido, que aão talrbé@ caü§6G! ib pardâs ib
drúfu
IEosan€do ilbÇeqtimto. Não adndntr c de um
â-"
úd
salto só. Ea cadí *
ah f.radq.corvt ,ulÍrçâr pro-
cwoc pcrooridaonedtu, pna núüúd=qrrhti\ ou autu
I
§ pooco, do rnsterial
deEh e d* 1mei ra'rtxrüdrale itn_
i dida c mo,ÍrdlHtl. fudm,
I ,lmT e m&rÉr ío fcmuhdrr ro,Eae tenpo, .o
I
I
I

I
I
I
I

L
{

o PRo(6o E o raoErEno Do PE[rls/§lEirro 8t

dêste caoÍü,rlo. Denminano-b§ produto e prooeccog forna


ú"t;'*oo"oo eristento or psicôUgto' 6r oüistórico, o
-4s formes !5o cÚfitrtc3; o
e o interrporrl. E
-&omOüo.
à "eeá t"-po Ê eúdents que à oduca@ F-5J*
-per»ar ctlno resh€nto cc dÍ' in'tr"drrar-
;rinüiücote o
il,t".[o--tê*, Ér-*oo. Interessa-lhs crier etitudce favo
;;;'õ-r**-*t" oÍetivo e, Parr i§§o, c'belhê sebeiÔoar
e dispor ri matérb e s atividades qu€ a iÍão trsisr'
ftaoL-. co"A"a entretanto, que o bataÚeoto fcn{t
'eil
educaio' Pocroi
r"tai.--*t a*g,i-do de vehÊ pra ea Úatr&trx's
til- sob a conâição de o colocarnos Er

#;"liw*Hn-9""*"n3r*"+r"Sry?i
d" r*'õ;;õ; * pnil'e;'tgü [uanto vdo aie'
ffiü'ffii
õo*ia**r*, cornlÚ-aoatfiia, a-rele$o de um FsPq cP

"ffi
as erphraç6es -e invosügagões
nffiffig.ffirffitr#,'Lí"ffi
de que é o rãoltráo' . fi

C"*,-il;t"h,-táre' cfurt aos milhaÍé; de outror, qiai üF


tativas'e oi§oatÀêFse "condens'-'' :

Asoru. o mapa ali ectfl diar$e de ús, ía$ro e -'lÉ 'rYra


p.opriliaaae o a(Erc alê'Íot'nc & üÜdá§
""*-táÉna-&
nffi#*r,*"jffit}:'T#ffiffiffitr,
-"*d,a pcidq gunr ár morimeotor'
ã,;'*o í.niti"tt Não
't; 'PüP'i6
ffi'"drfp*ih, ás a*r4* ." Fry
vüüarte &terrDioao a úf,te' b€m úrmo o-s€ü PIÚ1rb [tassado
*
aAÊmrins o lugar onilc sq ernâ agca e & dó6 d€v€ [târtr' L.

fu toca ESk! tõo rão ú.& m rto rrrt Ô


p]]l.[ ila !r 4r a larh.dc de Prmoto
I Àt furass.lóúns ub omo *c.'eixifu:aoc oempên-
t di* d.-Iágt"q-#;;;'q""tar'oât ô púei06 Deú th€'no
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câPfftrlo Qrrs{Io

O procecso e o prcduto do
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otivirbáff[lcrivo:
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o procêsso psiêotógico e o Íormc ffiico
I
I

I
:i, I- O Wnsn como oconênc'h. fornol e cofl,a
ocor&rcfu rual
I

i
j

{}
A lógic. doc @TpendU
I

Qinndo Eurruseamos um tratado de lÁgrca, nêlo encon-


;

traf,os uma dassificação de tê,rmos, corro: parttorlar, geral


denotstivo, motativo, etc.; d" proposi$es, ooEo: positirq
negaüva, ar; e de ârgumento§, Da forma de
I
é elemplo familiar: Todo horneni
I
é
a
t

p 'é' §eÍ
ho
éP;todoSé
senta o suieito
néfu.
l

l
O têrao módio.apareee.
o leço cmectivo pelo qud § e P, T,#
oonexoS, ficam cootidos numl unidadei é
e§ premissas; ó
&,
a base
aeriaa des.
e a iustift-
*
caüva da asserç4o fiul S é P, Nos racioclnios deficierrtes, o
I

I
I têrmo ffio rúo oire|nce e oesme [gafo Sorta c erclirgi"a do
I
: mieito e predicado. S npsfucil sitrr corto Btírm€ro do regras
g,-iu ai*io'g"* as fondl, hs qusis 3lo vÁlidos os silogismos
I
I FoqF'o e regativb, e;#t&am as fqoas @rr€ra§'
I

t
a
F
*"/'-

70 COI,O' PENSÁMÔ§

ile os alunoe lcrem com tão p,ouca erpressão e consideraren


Pouca inteliSêucia- os tênios do problena que
Hfrrtr
.9:g..r"{o alguns dogmas o páticas educaçionais. a or&
pna_IdêIa do adostramento merntal parece, semírmlúq
ôon_
fundir-se com a de um exercÍcio *àrâ"id
ou
ó;
p.,rã irigúC
1:np. aoinflirirá pera -pr.eiuücá_la p,iquãnto ,"
I
11,
ünicaúrento cultivo da habilidade de eiecrúfo de atos"iog"
ma_
I tgra!s._ Êq* método rebaixa a educaSo ao'ú nGão-ã
i
nível do adestrarrerto dos*oinais. Só'-nÃdo-;
tmou parte em sua aquistdo e que a{afili Uae -taiige..ã
I
I prdti."
I
I

I
os processos técnicos eflcientes podem set utilizalos mlell_
.
"
I getrtêEe,nte, nâo mecânicamente
I

i (h ocúudos inÍormrtiyoe podcm dcirar dc dcrnfkr.,


e raber
a

*,_[*!1^I1*_.e,erqnialmente na educa@
lqga-sg enÊdarncrDte, harrer oposi$o
orBeriôr,
emEê as úúoÍEaiôos á
1111y_Tú9.,Un9
1e'vu q cm primeirc
rryistem
efu9 r_aquisieão d;;oeõ*
lugü: Fob a intd#ocíà só, funciooa
sobrc e bâsê er matéria
iá tominada OuÉc assecurarD ou€
a cíhciâ, por ri mema ó para si
-".-â.7il;"fÃTr;
oj p"ra. o especialista, o graduado;
. e trc o prfacipal t o
e€n-.voy da_capacidade de pene&a,-o ver.dadeiro
-@to
_obter o domÍni,o das noções _ ou ds àsbilídad,ê _
oqrem'o é
. eü oorKEg{raj que, oo npúno tempo, e[@tt@ o p€msaraeoto. 4
*A +Ungeg €EEe as e o sqbü iá é anHEs
mtu €Eige, todavia, se ooastanto@@tc rep€üd& Inform-a_
Fqr são cooàeclmentos +irplesmento âdqúãã; o armazÊ
üdos. O sabor-é-o cqqhe{iimênto q" ffi-*;rü;ã
üF:so a capacidade de toraarw ncfl ida Dsis diciênt€.
ÍDtormaçõês, otn seu siEpbs_ cãrét6r do ioforEqçõ€s, Dão
constituêm rm meio eryecriü de crcmc&rr+c çffiiáã
"
intelectual; c quatrto ad caba, é ôte o ,É*f, p*à,i* fr.t
d€§sa educa{ão. Na esco§ a prrecryla@ do -f.er6 aÍnazp-
aar oohecimonÊoa teeds cryâ e fuJ& io tdc.l d" oÉ;d.
ou bom julgamento. EinCpalnenu ãB ô;rttr';déri*-;;;

!
*\=-'

ErcOI.A E EETÍsATG!ÚO @

dante tenderu de colaboração, a abrir um abismo enüe o


D€asamonto lócico. como algo abstrato e r€moto, e as oxigên'
'cias oa*ioiariás e cmcretai dos acontecinentoc diários' O
t*d"-a remontar-se tão elto e a afastar-se tanto da
"búãto que perile tôila a rela$o com o pmcedimento pú'
"pL""çeo,
üco e mual.
O efeito dessa selnra$o é observado €ÍtrtÍe os eruditos
mofissioaais r desde qut salnrh de seus domÍnios, aPresentam
ti-* ingêuua, mo§tram modos extravagantes de
"traofarde
oAoao." e de falh4i; e sua inélpia para chegar a conclusões
à- atr" oráticas,tua egoí§üú-ablorçáo eú suas matérias
úroiao, ko exemplos átne,mos dodemau resultado tl" Ypl-
ãr.t; ámpbt nôote os e§tudos suas conexões ordiná-
rias con a vida Pútica.

' Or'estudoe que exfem húilehdc coünatr o rirco ds


tomrÍ-3G PuramertÊ mecfui:c
Iá nos estudos em que se dá mais iryqtâncúa à habili
d"dd é"d"r' o perigo e ;ustarncnte o cotfrrío' Â teodência
ã a" to.rt b íeis surto para alcmçar §Ee rrête'
Á
-àtért, "^a-iã[o
tortra-se mecônlct e, Srtaoto, reduz o -poder
intelectual. No tocante à l€ituta, à escrite' 8-o -des€Úho' es
te.oi"". au hboaúIío, é üio grande a necesrklade da econe
mia de teúpo e de'material, e a preocupa$o de Iimpeza e
de eratiiüio.'de ftteza e de uniforuridade; que es$i ooisas
t*àã;Ét a iua,findidede em si púpriaa- independeote-
-meoul geiel'
D-üd" s"a infi"êocia sôbre a atitrfrc
Podem-re conseguir PÍogre§os rápidoc cur o imiQf,o
oura o simples, indicando'ss Íxnsso a PasH' o que. se oelve
-ú"ádéte
í"*". um exercÍ&o moeáiico, mas cbogarrse
lr-tih-.t-Ur"t "* tendêoctus quoofitno 1lodelo set fatais
à co'
ãara.-a" ú*1". Edgese & que Gfotuo dq-
'-4"a" esp{dê dô trab{&à §êm outra§ râsõ€c elÉm de§ilÉ
'fazemddcmro rcc@sdo' voeÊ consegut* meis dErrelse o -

*t"ltaaa" N6o lho ôeirm o crd'hrb do Procurr'os erau


;d"-úsi'htt fozm.so r€PêtiÍ ê€útʧ-operase até ton
árr*ã"ít*ú,us. E, dqfo§ c po[rú(kc sdnimo'se
'r-;I
i'::Í

L-
r.a

& cot{ó pENBÀi.oÊt:.


gpg d4ryf" cora afinoo e s,ú/€r ar &ücrrlihdcr da rnr,
cérll ostudâdÀ 'Isto ssá asglm?, cqufinlarl ao a*,ftn,
-Eata necposta or &to
tabâIho §$rfiú c Eor--p#"rr*i;
-sstidaú às oondi@ tuPiftq *&.+r*u"
ãrHrF "
. §gia abaudo n€gar B fegidnidâd€ qr o vrh &se eg-
tudo I Dahueza h.Tút a gúe se iláo ar cdmça§, ao rircola;
T". não é, scn dúvida, do dãseiar-sc que era mfuor anclrU"-
de lntehctual seja dar lcsposú que'cgrodg ó p."f;§;
qu6 sq pâdrõo de efto Êia a iritelrat$prtrçúo-fr exigen_
das obêiss.

III - Inflafu dt no*teza ilat e*iilos t


_-_ qry1!*,cão req
dG Eodo *n"-"puO e prÊ{co,
dsoc: l.r) o que eryoqtoütu úúí
IT
Edaq de ox.eg.çh - er ar«I omo a k*sra,4eà
fgtpt*
s-csqrfu o
dca€úP e a à.) e ço t{n po eo'1lüadphrcrirq
a agisigo e-ddca;
ffi s -inloruaüu# eáo * n*
$Efla e r históri4 &r) or eo gue a babltàde de mcuá 5
cl p grrh"d-@t"s adg&$ol slo datirr.ca'6 mac túpc-
Bob. u ço apelam, pclnctpaUmte, prre o peltmeab
3 try-, para o'radocínto-
-
estufu
6 s gran&iúB foroilr Cütsril-d6csc! gryü
Ed&ck @ I
I$ry
qtrêúe ruac arnqdilbs geeuttare* _=. :
r,: ,,r!,.i-,,.:,: i

*',Or',àtldç dbcbünnr coflrtrtr ;Iqribr"c


ÊoEUCl? Fo6 r
No. -.qI
-,,.-:nr,;i;f.
d
.Ê!.*r: isi, q o 63ür-
....-!_.+
t r!i&.,ô .,rk.
!1, ô.
da PC!e.
1i j::1.. :.:.i -

i.+ r- i.r 1
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;-;;r-.r ( §
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J
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ES@I.A E PENSAMBITO 6l

dade das üab pessoas. I Disso re§ulta a todência de êsü'


-"úr nO aluuo'tudo o que croncorda com essa atitude e d
negliqenciur, otr não comfreender, tudo o que nÁo- se harmo'
;#; %om á". o exageiado valor, como-meio de arlestra-
Ã""o Á.nt"l, emprestaão aos assuntos tefuos-em deEimento
d* úüú*'PrÁtcos, é devido em part9, rndubitÀlelmente'
I circunstâociâ de quo a profissão A9 $oceye inclina-se a
as DessoÍui 'cuio i^nterêsse tórico é eqpeciaimente
"r.ç*nt
ãÃúao u à "f""t." ai de marcada capacitlade de erecuç3io'
d;;f;-tô.*- tendo sido selecionados-nessa base,- iol-gu-uma *
d;rT; t; matéria$ pelo mesmo padrão, estimulando
iDtebcfud naquelestm,quem essa PryP€*sá9
iá m"t ,; afastantlo dos esúdos aquêles em quen
""if"te"aiaaae úo mais
lortes os instintos Púticos.
' b. Ind@litt ànfitntça rc inflrso Pwal' Os profes-
mpic enér$cos
sôres - e pode isto r{izer-se especiaLnqpG fl95
e melhore.i - tondem a rectrrCr às suüs prlncipais qualidades
prenderem ao tabalho os alums q Por coDso'
tÀ,i"ir oara q,ru to" influência pessoal r'á subíütuindo
"*.*it a
"'Ar"f
ã;;"téd*; coho motivo de esttdo pe§cobiln'lo' Pela
f"p"riãda, iue sua púEfa personalidadê ê nuitar vêze§'
Eúi'""2, ,ro, cásoe em ilue é qiuaso nub o poder «lr matérla
a" ,ritn tt" a aten$ô, vai tmpoodo'a caãa vez mrisr até
ã. r €fút ib aluno'corn a ,iratéria cedo passo à Íalsfão
do ahno óm o professor. Quando isso aoontece, a. PÊt§@F'
lidade do uofesúr Dode transforurar-sq ['ara o disc{rulo^, ern
ÍÃ;d; áàp*acr,iq de debilidade pcisoa[ eq in$uência
que o toma'indifereuie pelo valor da matéria e'o 3i mesma'
' c. Satíslota a prol"no, e ttfu u probbmo'- Ot'hábitos
mentais ilo professoi, a menos que seiam cuidadeamente
-conveiteÍ o educando em
tL"ãioao. á zui"aoi, Éêndem a
ãrt p""íi""t"tidades -do sry Protls9gr, mais do .g
"--*tráút"
orre da matéria qú §e §upõs estudaÍ. Sú prtncipol asplia-
qou-o professor dêle ãspero' mais do
iío ã-"a-pt*-rd
- l. Â,
"o
quo vê@ Íottnrc nrynetion - sto é, -lài€s dê
*i
"*-* ,ã qp"no
ã"i'"eaot
-.ã-;#it"d- á ctmbtftos do ccoc modos - ao -
"fuà. p- -ããã'-"1" sevdiren .!tq Gsúa r,ctâ3dr,
;-"-6'rb Ih* 'ú"er'1"-bt"do; tôdrf.eg outc
'üE dotadas
dr'memr faculdÍle.
,..1
t
, {'

ô8 corao pEtÍsÀrúôf,r
tu"S" d. criança para cur o adulto é, coo freqiiênci4 tln
F uodo de reagir resultante de alguma práÉca hõmsciente. 1
laras-vêzês (e cmpletamente) é o professor, pera
I meote dog alunos,iamair
um meiro transparcrDte de acesso à Dâ-
ttrÀ A iufluêncta da personalidado do profcssor fundese
lntlmameoto cm a influãncia da matéria ó a criança nao os
sqpaa Dem distingue. Como a reagão desta s @n4 dt
ofo"t" du tudo quã lhe apresentam,'ela maotú,ur L.
. lÉ ".r-ro-
tário paraletq guase Incmsciente, de p,ram ou dcspraza,
do simpatia e aversão, uÉo só pelos atos do profiessor, mas
tâmbéá pela matéria de quo sô ocu$:o profàsor.
e amltituae, a fôrça desta iútuúci,a óbn, r moralidade
e as runeiras, sôbre o caúter, o modo, d" !"lo e p,rocedi-
mento social, é quase geralmente recoúêcida. Mas a ten-
dência a considerar o pensamento como Íaculdade isolada,
irynde froqüeohêEle:que o professo rccohoga que essa
influeoaa é-t"'nhéq.tÊfe penãianto no quc diá Íóp€íto à

. "4 o"*pto
tapDco
do qu" so dÁ com r» alüEos, oo professôres
se apegam mar ou rnenos sor. pootos púrcipais,
BdoPro méüodoj do reação mais ou mm .esüereoüpados e
rsdao meior ou nenor curiosidaile lntdeotuat por- aordlo
gue se lhes depara- E tcdos os fatôres .l*üa uturà figiran
cq parb iueütável do seu método de esiso. AiÍ,riür,
poo lepero, hábitos dosletr"dos d€ folaú, inÍerêocias sm
orda, resp«tas sêcas e literais, fortabe essas teudências e
coDsçÍte.as em hábitos. O mesmo sucde nor ocasiáo dos
rúrirx Antactos entre o piofessor o o almo.- Nesse têrreao
codÊIo e hIícadq podem salfeatar-se futrs ou três pontos
naútsbres de especiál menção.
a. Iúgarus aot otÉÍos pt n& ;lurnt s. A maior
,# Irrtc d8s p6§es ignm as pêcuüaddrdGs crracttrlstícas de
':}f, cus póprioc hábims oentais.
,*''t&ç.-ffi Coiideram senr moôo de pryr omo r ligrr G o toffD i
lncmseientemento o@o ce$dú pato plgaltm e umtal-
f . Pqutudo.se qF. Eie{s rb 1prh m cítco enoc, o $rco
ri g niís arÉG.or rqpctiabl vegE dê crfq ro.ok tü.Foútar !ê $!o a
snvcrô c$q-'.r. qpodeu amdi Duf ldciffiaÉd: ,0uÉ slml Íoat
úda D5o m'dfirirou multi zarglla.í
ç
ESGOI.À .E PEN§A}íSÍTO 65

aspecto da questãol corr. a aterçÉo fira nas condições


e{pectftcas quõ parecem inÍluir sôbre a aprendizageor da lição
inisaiata de- dasse, o professor ignora as cmdisos mafo
gemis que atuam sôbre a cria$o de atifudes pemanentes,
ãúeciefinente sôbre os traços de caúter, espírito aberto, tle-
vot@€oto de todo o coraçáo, respolrsabüdailg rencionados
em cepítudo anterior, fÉferinao a considcrafo de pontos
especrat, trataÍeúros, no capítulo preseütê, de algrmas clas
cúüçõGs mais genéricas dalala ile aula que têm a$o sôbre
o desàvdvimeoto do hábitos mentais efisicntes.

ll - Influêrcta dos húbit;os dns outros

Só a referêacia ao espírito de riütursza huma-


na bas .tará PâÍa mostrar a 8,tr que os hÃbítoa
rentcir de oufu€m atuâm a atitu& -educando. O
erempl,o t€dr mai§ Íôrça que o prectiluor ',itso, os me-

rlbores esforçoc consciemâes do professoi


íúIuro dos traçoe de sua
s€r fmstrailo§
do qual êle aão
t6l coosciência ou ao qual não dá forportâDe.ia . Por outro
-ltdo, os m&odos de instrução o de deciplina têcnicasrento
impcrfeitos podcm não apresatar iacoowniçrtc oa púüca
grÊças às tupirações do método Bessoal que 06 aml,om.

O profc*or ó um otímuh pera rs rcagõo em trÉdi


hü.Lcür.l

Eatretsnto, conÍinar à imitaçáo a fuÍür€mcie..omdi-


cüooante do educador, seia par- ou mesEe ê modo muito ar-
ndidal de eucaru a a@ Íatelecürel de rrnc sôbro qrto.
iàl +
Op*ndpeoda imitaSo ião é EaiÁ que um specto de outro
mais prohmdq o ds estímulo e reçãõ. Trúo o qre o natíê
f*bem wo o mofu W..qw o fu,@ a ükry a.rcaglt
ile ama w ib*to lonrlec ú.uru ile 441 rryes úê
a ib;ambw wu alade cm csto wrtíida. llmo a desg-
!
u cotao Etlrl.lleoÉl
ccrddc Gpc.ids pan 8d€Bbeseúb fu <le capacidadc
$o
posar. S Witto *c rc regu-
pod€EA sor-desUedo o
IaÉln as carrs8s que o dêslrütam e orlêot@.
_ Âsdn, é duplo ogpfleuÉ do 1no&qoq pqa@ o cqp+
cício dos tábitos de penrs@€oto. Pe un hdo,- prcqitr, @o
vÍmol Do útümo caltu§ osürdar os üaÊoú o EbÉtos iEüvi-
duais; por oubo, prrecisa crhrdâr as cdig0cs quô -iÉfl-
car, para netl'or ss pior, as dirosor _e@ quÊ so orpqlssn.
babitudnoato os pod€rce indÍüdirdr. CatÀIhe,mtinh
que o nétodô aü,rango aão ú o Ere, áteO{ourfuitr*çeb,
pofesror, imagina e emlEogê corn i,istrc. ao erÊrdub m..tel,
nas t@bé@ o que êle fae sem uoüuu rcúe,ânde coos.
cienb - algo ns atmosfura o úÉat da escola que
F rcage do modo úbre a ea
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etividade tu6 cstuda
IIB 90t €feito§
dâs rffil c@fiar
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ESCOLI\ E PENS.âMENIO 68 l

l
l

_sensibilidade_às-ques§es e o _amor da invesügryÉo


-ri'tre
ilo po-
I
blcmático e do desconhecido; desenvolviuento acentue e I
propriedade das sugestões que brotam no espírilo, e cmtdo I
l

sua sucessáo numa ordem evolutiva e ^cuoulativai que ÊEuoe


o reruo da fôrçq do poder probante, de cada fato obserwão e I

sugesüio empregada. Pensar não é um processo meutal sepa-


raIE: e u-Jq"ãsüio de rnaneha pela Eirl são empregados'os
ume[tsos obietos observados,e .sugeridos, naneir:a lror que
t udam
iuntos e sáo leoados a, andar juntos, maneira por que
oío, maneiados. Em conseqiiência, toilo assunto, úpico,
á intelectual, n5io pr se, Íus pelo papel que lhe
\,quê3tão,
frzem rcpÍesentar na direção do pensamentq na vida de
. ,qualquer pessoa determinada"
{
O erercício do pcnsanpto é indireto
l

-- Por -essas razões, o prúlema de qút& pa forneso de


hÁbitos de pensamento rtflexivoé.o nmüibr.de ests6ebcer
aondúçoes gue despertem e guieo a"àffia; de prelnrar,
nas .@isss experimentadas, as cunexõ€8,.gc, ftúrmente,
. pmúovam o fhrxo de sugesüões, criem prót*mas_é pro$sitos
.*,,que fafrreçam a arceaúloidtdp na sucessão de idérias. Mais
'iidiante, considerardos êsses úpicos com maior miÂúcia,
poré,mr.aggi
lfes,elucrdygos o significadq por un eremplo
ou oo$ oa târtâ oe con(u§oes adequada§.
- Quando as crianças_ fazem perguatas, mando-se que so
calem; suas atividades de exploiaçáo e de iavestiga$o são
inconvenieates e, portanto, tratadas como importunas; ensi-
rram-so os alunos a decorar techos e, d€staÍtq sômente se
Íormam associaç6es verbais de un único sulco, em lugar de
colexõos variadas e fle:dveis com as póprias coisas de que
-Íalaon oe heúos;'não se orgánizam planos e pmjetos {ue
&e* o/êstudaote olhar para-a freute,-prever, e'o"-"ru*ieo
'dos. Er$, cada coisa terminada levante noyas gucstõe+
§uggü anpÉsâ§.
"Eg|vas
aifrdo as condiçõer básicas estão erradas, estaú tada-
do a malôgro o babalho â que se dê o professor de imaginar

',,
,t

o .snocEso Eo 3B&tr ro Do B{tatdÊirto-' 95


- omg scouteoo ao
Niio há mzües
r clclo do drmrrchfuento de
mrTE.t !E
mento sera uma terndênciâ
ineütànebrrente oo
rÉ halam mílifestado 'antês,
tEiütn6ômotDfar-ou EI AttrF
E&iÀ rt oa eutê§,
aLs
qpqdq âo usai o§
§ó q'ürr!f,oodorn erDpr€98-
cú*BBt€mdt€ O
rtlOC pan .qtl6útar € aplcar as
oUvrç6cs o oú E.ovirn€ntàB; é quo F€paÍamos o teltcDo
pe os. tipos {liÍr€rÍoÍsô dd .IEEEámÉúto.
Dc anôrdo m a ídáa cotrcntq a qP8te
d6 núerlo, é ú
-ao
§Õ f.-§
de rÍt maAiferta.
eda i*
cootudo,. nada tem de
Á
,1*l

YfutE neis

a
rfri de
Mas
§ehilo
úr tãi htc e acoÉBecí-

Lrt cm qt!ç.O
E
a á.

I *&
.._..-_-:-ç-]

90 coMo r.EN sÀ u(}3

É crrto que se funrrÉo liábitu dQnià seirn lor


fi mrtt
Em-gr;{quer eso, eútu utfu ffua ttfuoi w
riúioos; afe tibservar cuidadosáriffi ss 6oisar; ixr de oM-las
POr Í.iÍna, às pressas, cm indifacnço @oE imfraciêacia;
de seguir ordãngdams*e, as sugest{Íer quo ocorrem, .an do
edivtohar ao aca§o ê eo8 saltos; dei. -"rt '5i o
iuÍm em
suslreúo, até que as iuferênciar E"hâ-r Cdo verlficàdas p"t"
eraoo das provas, ou cle creduldade dqDnda @ú p€tu:
larte iDcrêdulidâde, cm ambos oDcasos, ÉFeEça (xr deser€mgâ
baseadas aos caprighos, no estÊdo @ocimal, €m cüoustÂn-
cias acidentais. A rÉnica matroira de ss as Írle-
üdades de cuidadq pênf€íção € üBçoú
são, corno vimoÉ, os elementos dq
dosde o inlciq procurandose as
êsse exàrcício. *
t.* +'
.
,*,
* A,vÉrdrddire lib;rüd. 6 h§lctld lr
t l:.'..

 vsdedeÍra überdade, em Sqm4, É.lnüàlêüiÉ $dÍfu


no pilctilo Wwww*o ere*#do, ni .rpadaaib de'tdrar
as cóisas ào -âv€sso", de errühó-Ias &I$*nfuarte, ãa
iulger se o volume o- espéde ale profs em*Báo são sufi- -t,
dentes lnra uma coii*useo e GE!: ceso aofgi* & tabêr
onde e cpmo encunhar tair oviaHfiCac. Sê;s tes de rm
hosrem aão são gú8das por oondruõer rrqúerivó, é quif;p"

ffi**ffiffi*
deixam üstru pq impulms iacosftIersd*. oc aodri

ú6q.r d'eÉ.Íevidão, pok e peama aoioieAnde-ii#t;;ôê


de seus apetites, de sene srmüfu o dg tfuia.
fu-

Età.jores.

-'

kri;t-,ri. ;!- . ;*--. ...-;- J


*
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§ÀienEê efi.fo

'r,ffi;";;6ffiftr & çffiffi "

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rdbs ó ,ôihca.
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t

98 COIIO PEÀI8 AM OS

uma hon, rs rua I2{. Refleti que, t@& lcvado rma hea,
cm uo veículo da sup€Ífície ib rob, psro lr da nn 12Á
sté o lugâr ode mo irchava, chegeria ãtras*b 20 Drlnutoú
se f&sô ,oltar pelo me,mo caminÃo Poderia oarher viote
minutoe eur un- ü€m de fsro oubttrrâno; ãar havaia,
pato, algune esta$o? Cuo río houvesse, podaia peder
mcir dê 20 Ellute Den Drroqrnr rrnc f6!!6 peosêt no
E@ aéreo e vllho o fio- dois quaÉeit6€s adiaite. Mrr
ode seria c €áteÉo? §c horvesd vários quartdr6es at6 o
luger eo qoo ficaiq ou pedcrie t@po, c@ 'va ae garfre-n,
Tsaei a rDaeÍ ao üo anbtenlno. rr rsr' "ÉG ríoido
do que o ^eéro; Icobrci-ne aIé6 .üá'.b qrro f,b úcàva
nais peÉo do fuar da rur 124 a quo €n ynodscvr tí ilo
oue o aâeo. e mo pormria t€mÉ m ffa ilrr üala. rta-
iúvi-ure pelo cmbob rübtc# c cücgud ao má dauno
à uma f,ca.

Um caso de reÍlaxiio notivrdr poÍ uol oberrvagõo

Em pociÉo quase horizmal ae códt8 i4,cEic da


barca em que atraveso dirÀrian€ntc g. dq hó uma bnga
vrra branca-c@ r'mo [616.f,66s[ u, por guaado a ü,
Dolec€u-ne uma haste de bandiral eÍi cô8, Íonna e a
tola dlrads ectaven do aoôrib cm e i&ia, "ra pelo que
paru$rtiftaa '.i'.rq_ hptesc{o. ilú togo rc -ageoà-
taran, ÍiE í-moes; obieçOca vsrs o*avt cuss drd-
tadâ, 1iaiÉo pouco comu;o poro ^ a barte rcfit{da; rléur
Ài."o,
"ío re vta caEetith& orsola o|t codo para se loar e
bendôirl; fl'leÊnaüq n6vam-ca, Pqe, &4, f,atc vcrUcafs
prrforias para êsse d*ho. PaÉdtaÊ, por oroqii&sis,
pov6vel que a vare nÃo se uos hq$e do baad*ra"-
Procurei e.úo imsqinâr, atslo er Doüúd, rrHliihdec ile
uma tal vara, qual a ",Í. peÍdvd. o)-Porh * tE 6Íeit',
Mas como todoe oe barcos c tanbfu ot rebocadmcs thtau
"'-a igual, aÍaasi egss hipótese; à) Foür sc r rlteoe do
ttlegrafo seo fios. Mar ú aemar cmddaeoú.ú o bmf,.
vam tmprovâvel ÁIéra dkso, o luga orle Eúprlo para usa
antena i€rir o lnnto meis .itô d;b.!êr, à ii4ú-do fôrÍo
do cmpertheuto & pilftot c) SôE fiB podE s tÉG irdlo
e diredo da barca.
ParB ldôrgo dests coúduslo, oL*rvei que o vera âcava
rnqir bo6a do q1o o alurtftb co-'frr*-en'to,-disro,
de nodo quo
o pilôto e po<üiia vu fàclheud. Âlém a -lugu
poatr
estava bastante rnaie elta do que o bes e, -assin, do
€m quo 80 rcüavs o ÉIôto, aás e veds à Ê'.,te da borta-
âloda -".q €.tgrdo o pdôo a nquoe Íll$hdr. rts ftate
dr barc+ nocesritüla rL un ftd vrrtfier r ilh.do da-

J!Êi*
-'-".!
*,-.,
n
-t'

rNMÊNEa E v-ffiâçÃo S0

qdr T.übh or roliri:rdaer 1ntcerrh'iHe 1rrsr o


iq€úo Íb.
- C-. d" hÍpóto* prr€ds urüo Edr guvfucl rb qu.
es 6tÍsr. eroilcii. ftuuloi o coocürsÍo dc quc a vara
Íôre dI olocaih coo o fin dc roarr,r ro pdáto a dt!Í[o
co qür'L bm ra mole, hahiltüado'o e gdáne covoÍet
tu-f.

Uo cmo de rgíhião húc.nJo Eon 4.rftEh


Lavaado co1,oo cm águe rb eb6o, qoEQ,, o §olocaP4g-o!
biir co uá emb, Yüio -q9ê epsoqcm bôlhat
ds hô'cr para
do Là a6 fGB tl8 h{: dos copoq a qrda P@ b§o -dsPds
osa o hdo ÍL Pc qú? a çttql (E bÕrhal
'mrom a lnúsqcs'ldÍfu'
do rr, quo dcve colr ib iaedc do copo
Vão ouc'a- úoà de rsbío-& DÍero r6podÊ qrrc êcle ar siiE
e íO'rcr Coi*'mao ee Ê{crtús bâlhú
llrr u ouD t l o ot do cqoP !{edà ht qu. @Ec
ta- oor'ãnirLaJo.
-Ã Dwo trctÂÍ--ác tla uú cas- ab Ab
üdo. ür"üCÉ á cerrlsd. Pd. üvsdq rle tryqrturq
qr oclo rmeoo ds Ecúúlo, or pelar doar odrrs e uo
hir, k-ta.ta a{p#o o r dc4oúr qu. al ü8rrr- o 6PÊ
dr lnra qn€atc ih-ssHoP Ce*an'eats, lrt nÍo podaia tet
i*iÉaa'oo .r É ntrtlado m a 4r*, §o a ctum fui
o rurnento th .Íik no er, nrtrffiat$SEo,r
lq aÍ fdo Eo
cooo so ooloc4-lo Do rtto'
' Vú!ffú r elett6 deta blpé*eae, uanb oút.o§ coPo!
c torbmndo-c tslobaú e@ fstoü. lblo'd, fu v&cs.
E! o ú frb @E r !alê, .ü dc a .pÚr ffi l)Íetor.
bürr vdzc!, cotoceoa dô nó& 8 svitat t cdtadc do eÍ-írlo.
âm tôlhrr cq t&Eo ibd urnÉd!É' ol afo em tôrno
d& üiíD6. Prrucaiuc ccatoí mur radodd- O s do
Àã dan É ar" uoao Ddo cd.E ô w' o p crpüce
tchab dê bôhú -íb bdo dÊ ím'
o r-f,f"r
m ouê d.r bôlhar erlro rkndr oo ryP O
Êio cüÉ d co adrla-ce o taútéD o a.Eo cotÚm.
htuüI . tdo ihru j p- üD trtlo p- Ü@ Dp cotr.
pedtÍo do gdo ctq cb
r,*" catÊcg-po ürrc Êtrho-quô rB
do oFt !r odo .E É *io fuh bâEa. Íore
Etu iúrn gnlr.hEo tb cry.

ÊG ttai tffi colrtitu.il mn úh ...'.."


, , ' l,
E @Etl 6.tas üCa ca!6 de prqóoIo DE fora r"n'
Eeh, eia!6 6 & nÉ ruittmcoür-lçfi# dá o de maB

t.

k§*. ti&<,. . r!
ü

r0 COMO PENgÂMO3

cmphxa O primeiro eremlüfica a ecpiécie de trlosaurentos


^
p:_rT_rg-- ,"- ngsoas prcocul,agoes ooüdianas e noo queis,
lanto 03 dad6, ffib O seu errpr€go,'não ultrapassá os
liuites do nossa experÍência diÁria.- driDtD eo úhif,ro, nem a
qu€otão a resolver, nem o modo dÀ Eoludoú-lÊ úae"ir"r
verificar-se sesr conhecimenüos ci€mtífiEos adoutidos ante
riorrrente.. _
O segundo forma uma trendç4o 'natural; seus
materiais cabem numa ex1rcriência cututxEl; afu especializada;
mas a questão não se relàcima diretamente eorto oi intcresses
trabituais de quem a obsowa, nes sqge iodiletamente, em
cooexão oom umâ atividade ocasiooal,- e apela, por coose-
.guinüe, pare urn interêose um tag tcóricq o-
|mpâdal.
No capítuLo seguinte,. farcmm urm dcscri&o analítica
do gue exibem de pmlrm_G três exeugh. fi,ror+ pcem,
rx)straremos, em primeiro lugar, m 6de âé ilustrasr a
função da iílitetffiq que- é o-mideo do tâdr eçto iutetigemte;
o em segundo, crmo ó fim e o respld do ão & pcnsar,
9m tofu os cÊsos, é a kawformção de nna *Wô aUa
e embaraçosa Eumà duafão wtfua er iLtçrnrirÃda,

*'. íÉ
fi - fnfüercia Wa o ibw@Aa
Nõo t{ parrilôúo sGltÍ.irhranAt
Em todos os caso de s$ridrde rUuite, dc{mtalrronos
cm,dada.sifuação prereote, ih qg"l kÉ dá coseguir ou
c@cluir alguDa outre êoilo não pregonB. Êcrc Bocesso d€
se chegar a umo idéia do qrrc eAú euaoals nâ É!ê do oue
esfó preaentc a @"- O que d pteúsntê lrln-ou
Mm, o cxtpfuito à iffia ale skulna oÊr.-ArE e, por últim,
â.*iqlo ilema. qrtra coisa. furua&ô eOot Gxügaecraos,
Lr#r u bora, a pessoe do pimeio.cm'UUAo fOz úa i"f"l
É':c!a $aíto ao melho uleio. d€ trer+Gte pars o oÍôpri_
mento do uB cortlromiso, lsto 4 q!fuào i rrn ae.rnrãri-
fuülro e, a p-rincípio, úcertó. -De Íabt pünsvados e
-mcrb
Iedbrâdof, a eeguda pessôâ üú.eÍiu o uo gw'Árd de uoa
trmga rara. Oa púe9€o{a, em c6te6 c@dd&u, de bdhas de

,i.s
)

',_ 1ú;i _r ' j..


ià:] ..- ,riÁiCdà:, <u . .;
---:.Ti--1

núBfuÀ' i:8, v.rrigdrqlo tal

{ti ô dcír§*e'

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PAr8.o- do'ro êoIltir -.., 1" =

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,'.t.i '{t "--;, ;''
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ffi.., ,àtbi,rix* .,.:..t*ÊéÍ
lü2 cordo PBNTArIO§
provern a regra; isto é, fomecem oremplos tão eÁs oue
elpêriuentso, do modo mais riguoso irgfírel, rua aplià+
bilidade: se a regra resistir a-tal ve-rificaçãó," nm hàverÉ
motivo para dúüda ultorior. Até quo erpdin@temo,s ,,-&
coisa - que lhe 'eqlerimentemos á fôrça*, como se diz
nm é desoúocido séu real valor. Até ritao, podeú ela ser -
uma simulaçãq um lôgro. Â que saiu vitorioss ium exame ou
prowa do fôrçq po@, leva *oCgo suar credeqciais: é apro-
vada porque foi ptovada. Seu vaÉr é patenteado, claramente
moebado; em suma, demonsbado.
Ássim sucede com as inferências, Por coosÉtuÍreo, or
gera[ qpa fungo i''gpÍeciável diaso úo ce coguo que sGiÊ
ga.rantida, nem mesmõ favorecidrí, a correÉo ãe qualqá.
-dwviar-so;
infeÉncia particular. Tôda iaferência pofle c,mo
vimos, bá influências s€mpro prortas a instig6-ta pcra rurDo
errado. O imprtante é qw tôda infeMõ eeia-wu hfa-
rênfu oetillida; or ( dosde quo, muitas vêze§, isso oão é
possível ) qw il*wltr'arctuos ãú?e u alnços bwútc etn
eod,êncü wffiada e que í,ôo úo, fkiuúo, @útt, ?ro-
-os -o
oontdot
-qurúo à esÉÃic e gr@ ile rceitap ou uatça qw,
w itMifba

à Duas espócies de veriÍicrçõo

Os tr& exemplos manifestam a pres@ça de um trabelbo


de vorificação que transforma oo aüvidado refledva o que,
sesr êle, teria sido pensamento difuso. O .t"-e revola ou-e a
verificação é de duas espécies. As ioferências suE€riilai sEo
ysrifissílas, en ptwncnto, com respeito à mútrõ coerêncirr
dos seus diferenies elementos. Depoif do se admr ume delas,
-aúo
vorifica-se a validade desta pela e vdse ocorrern, de
totO, as conseqiiências antecipedasw pcturtnlrlrúo.
Um bom exearrplo da segunde espéçia dç pm,n eDc@ba.
so ao primeiro Çaso citado, eE quo o raciõchio kvrrq à
conclusão de que o Eem subterrâneo $Udaria cur temoo o
compomisso. 1, pgssoa experimentou ou voritioou a iàéiq
agindo em confomidade con ela; e o resultado enofinndu-q
pois acmtecu realmente aquilo gue fôra i+feriito,
DÍtEfN(Ia ! vEEroaçío l0g
, .,;é.

Uo Emao caso, a verificação Pêls âÉo Podir ilsr'ae


ua--t" sú p"rsoo sebtlrl1lnnoa no lugrr do pflft ÍPo erte- l

ú usando a ia.a para diÉção. O quo fü:ou, eo6o, o evi- -!

aO'"ú, ton a ,etificaçao da coerênõia or coosistên&' . Ás l


*nãrtó* hartê d,c búaeirq eíDfeite, elégrafo son fio*bran
raãtrdas Doraue, pela reflexÊq a Po§§oa comhdu qu? De :

rdadanmiiam ã al*ius ele,rrcntos dú fatç obsonrados; fcaq


por teitatem de ctmbinar com. €ssoo elemotos'
"tu"a&"art
eo idéle ile que a vera era usada-prre.indiôer I
air"ça"-ao íovimeto aà barce rovelou-se .dã adrdo om
"out*rao,à
algurs elemeatos importantes, tais como: (a) a ueessirlade
ao"pifOtq (a) * dú, da vrra, (c) as pod@ rehdvas de
sra baso e de sua Ponte-
frlo t"roui- c"sô sao eqp.rsfladas amber as ocPécie§ de
verificaSo. D€pois do útidÀ a-concLuão, Íêz'.se sôbrê ette
,m.,ú e{Pqfoeoto, reelkado 4o aPgDas^P em brginÊSo,
mas do fqb] Cotooou-so um pdeço dG 8êlo do
"i-aÉrta
êooo e as Hlhgc fizoram o que se e§perBve so div€sge
iot ne,"ia" Esta foi' putÀlto.
-ilo iustífrcad+ corrohcads' ve-
"
;fi""d. Outros otoe verifiâ6o ainde so le8lizaraú,
üraodo'§G ile maneiras diferotes oB colx» ds 18u.s.
No mesmo caso, procodotr'se táIDhéú, on-[Eosaneoto,
I ,,ma vodáce{ão al* imsisthcia: s Í,cs§sa reflãtiu rôbre a
*
neúà a" alàt"ça" relaüvanmte ao-calor lnoaqor o seber
so o0 fooôE@os ohaen'adoe cqblnavao m oo frÍor inevi'
Úulrràte rcqü{Düêi ito püinchio st/oee&'
S*, at ia"" GlsproEat ambfo oc-métoaoe ila pwa* e lnÍo'
rcocia Dxoeóste é- úãlhm do que usar um ú Eúehúb' €o
emédê: rÉ aois nétodoc nüd diferem. vcdflcel @ Im§a'
àãte i eodttae"n é agr "q hrygk@, OeÚrq'nffio
ler.a o ato lusÉ.do à ação ertoríon
pq &ftr6+ a hgltlnr irffita ÇmtÉm. PútmoiÍot
,
; ro salto Isc unt coehdo rugorida; ô' €B sãtodo ruget,
rg;rle'Írlrxlite s at!úõo a ffm dã dot*oins r als c6úoúúl-
adao cm as dacie" de situ$o O PodÚo digisal dr I
aSo refleriva *í8" * ea§os eú que -bá E gbrds dc lazer i
alcme coise e cE qu6 oc Íes&eaftE rtra rrqüza@ Pq€o à
oõm o vrlor do À poporrfle quc r dero-
iolve e cqdoddsdo iÉl€oturt' vai+o:tms&.'Mrcta o

k#r . 1n.,.. ir;,


-7

r04 co.rí o PEN EÁl(Ot

€mbc4 queldo mâis úo sei+ na i*^g-qd.

Efrt - Apmumento Wte de urw s*wflo &ryldasa


pard unu, sitlroção futm*tsilo 1
O pemmenro ryrgo dc nnâ ;ihnÉo diüiüootc
srpcriltrcntrda

O.cage dos eroplos mostrará quer edcads caso, foi


'l'Ía dtuação dftetanente erperimota& que &cportou o ato
do peosar. Nós não pênlüoos m g"ô"t, ná- as idéias
'Dascern do nada,
Nun caso, rm ocUrdÀlte ecá oorpado en
qb l"g* ds- ddâde -o so lembra do um eomproái*o, eor
orto lugar. No segundo oaso, alg*{a pretendelvl4iar nune
DaÍca e correçe a intriger-sa Gom una paoliryí&de êe bsca.
No lerceirc_easq um ectudare, com pr{Sca CeoUlea mterior,
ed ocupdo em levar pretc. Em 6dos oe crso6, s rraturezs
da situatáq tal- como é r,ealmente <lesperta a
iavectigação e faz rascer a rcflerão
N"ry, pd. àÁ de poculiar'aos creloplx. percorramos
mse púpria Gryêri€ncÉs ê náo ÉmíB@üiÀiodc rm csso.en
qü€ algum peffs@nto tahc mgcído ô dÀ .AlEumrs
F""r, Í @rto, o curco dof, E amffi ae teú lc,va& Uo
looge dopooto do parüd. qfro rorGoe itfrcsHoá;ein voltar
àquÍb.gue me fêa oomeçar e peaÊar: ffipo+ porém, bas-
hatâ bü96, o fio das idÊhs -e tu!üài-cÉúiÊü dar-"
dirctalneote erperünemft" alsr'rx 6frg villda,
-s{1"gr"
feitr, epeciada ou soeida, e ngo apsoor"úcda- â, rcflerá;
á ocasiooâal* p.lo @áter ilesso siÉâAle idUrU e. rcfteróo
.úúAE de situaçeq m;rão#a r esta. gus
üoda& s resledó rÍo deoidides Fb riluaÉo dc que
mgiu; r . ir

ole- fuvàvfutê, s causa malg fcqil* peh 6ral a e+


nâo @rye garmtü Erc e a# eafo* üdrúÉ
E@ é qua não -m provê una stuogÍu:qpÊÍiosotade, dê
tel natuncaa que obrigno a poír6§r, sútxlô. cmo o tszêsl

: .- , *ú&;i&,*J.Ê;. 1
!0d{sÀ E trE§rclrçío 'xE

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106 COMO PENsA!íOS

*:H di 4ry gâwro, otmw sühução ctaâ, curenta,


ae§eüad4 tn nwúoil.
A conclusão wttufuda ou apresontada numa propoeição
é
So " coaclusão final, mas rrmri ctavà ,h#úo^ neita.
ror ""
exemptro, pessoa do primeiro caso alcançou
I a'conc.lusÉo
,ro. gu.^-o meltror Eeio de transporto até a nra 121
é o trelr
subterráneo". Essa conclusão era, c@ürdq agas a cluoo
para atingir a conclusão .última, isto é, o crmpãmento de ua
comprorrisso. P_ensar era o meio do a situação
g{g$"l de perplexidade numa situação eventual oU.f"tOii..
ff#.f f-?#H.:ffH"T?ff #ff 1t"ffi ,-LT
t_Trf Ou que tratamo§. go caplt_ulo anterior, é começer e
a9abtr
[lor m91as groposições, em- Iugar d€ Eazer à inal,ins_
Éo-as duas situa@ reais de_ üda ã que se referem as pro.
posições: *3 gue-"oltqr a dúvida ou-dificuldade, e a oútua,
qqr é o resultado final desejado e que foi obtida á poder dá
reflexão.
Náo há melhor modo de se saber se se realizou ume s6-
nulna inÍerência do que perguntar se termlDou pa. -*fil_
tuição de uma sifua@o embaraçosa, iüscsrdaotâ pror uma
§itugção clarq ordenada, satisfatória" Um ato iarcial e
ineficaz de peosar acaba em conclus6es formalmtmte cor-
retas, mas que não influem absolutamente sôbÍe o oue é
imediata e pessoalmento experimentado. A inferência'vital
-c!trcede q qu€m pênsan
semPre-. rrm Dugdo, erperimenta{o
difercnte r:P
:9To
gaoircy.em PSr- _aspêcto-, po4luo, nês ôgm obieto
claridade e ordem de disfmÍSo. Eá suma, o
pensâr ternina poÍ uura apreciaso
valores. fle aorros

,,_ ,..-:iàg.i* -i $-1í


cartn Ío úÍltro

Aaática do oto dc pcnmr tGflêtrírrP

l-Fúoceíd,fus
Ouando errgê uma siüracão que cuteúa uoa dffçtrlila'
do oi pe{pl€d&de, a possfo .i* ,uL se- mtsl
(8
pode
tma, um do diversc caminDos; cootcoÁ-la, l'larxb o
aüüdade que a produzirL encrpinhan«lo§a paÍa 6utsÉ co,ci;
*truc.r*d" um'vôo de Íantade' inegioando+e podum or
oodáta or" de dsto modo, semüora do! Edtr quo a tor'
nàdâIn ásDr, ds rãsolvcq a diftorldade ou, ftsailm§ntg, €'D-
fr*U-t" 'No*e, ele cmega a [,€m§ar.
' A ÍGftil6o inchi r ót+vrçto
Nonmruto cE que c@cçs e rtf,etir, §orçÚcaaotc eo'
-.";; Íio,id" io"c.'t"tL" as oú@Écs Âlgmas
"bt"*tt, " rão feitac pelo wo aliÍ6b íhg raÊilo;
ú'sar obrer.,açás
;ú. *tt Étt*"p" das oÊscrvaçoes prfutc corEPÍG fcütar
o.f" ocem, o por outÍes. A quã ünhr o
"r&r{"
íiú'.'gtt.à"", vê,'tri,n scus púprrrx ófror, aih está'
I'ernbm o-lugar dc deverla cbcgar à Ú1 lcc 1l'roq"
rwrdar-se dos rúils ile uanqporte quG -croo!!É e §o§ !st-
;..ü*t u"m * perada. b*se im, mr+'&c tío
neilwcm
àro e diitintoqrmtô pocsfud o:ecorhccincô ilr.
ita sihric[o cm'qrs rõ teo de havor' Unrs cmd§õal *o .

;bltúú, oulnr,'ndllos, reorsoo. Âr dita codEfft lpe Éot


à tug, aão @rte rc pm pcrroepçlo gáo m itrvé§ ila
;.ffi it;;fià ALta,à <b'eiro'; s êo&s!-quetr"
;iã". *" tâm ile ser corrsaenaa,s' Cocro ode q Íafrí são
ffitã-ãd-t"tu-* caaüüo
Só porque aopm aecry4arveu,-{o
;;ddi; .i;tt* doúo dtaopot@úÂgiç 1@1' Neo
qrc sF d[sd6'
,üâu d*F qta

' :,....;.'.',,,,,
: 1l''
_ \*.{
?*..

ir râu. t:*'is r í-- ,


r08 coMo PE!Í8^r'ÍO§
Devern ser tmadôs exataúente pelo qlro são. por ism,
oob*rvação eoemórie a"r,c,n *úei-É pi;-oão-à"i*, p.**
g^.4 os aspoctoô Eoouanto aão
bem formado o hábito dã pensar,-ó um edôrço 6 enfrentar
:g11yfg pr.a docobfu-lbo or por
fto. -
rDouas a det6tú o que é degradáreI o, úih, a"qpÍrit"
ásqrú
var-§e ao cvo.heciménto do ge é e§pêcülÊ€lrte eboEcdih.

' .."4..., ' ,{t


A rcfhx6o iaclui n4rtõc
Áo messro tempo que ge obcervam e, cü&õÉ quc ooor-
tituor[ oc fatos a ser tratqdc, são rugeridoa or cúnosfoo*voll
de rção. Ássim, a pocsoa do nso ãcoplo t peEle rxx cerÍo,
+ erygrtiq+ no hem aéúa o fo &rnnm, sug€rüÚo8
alternúivas dê mútur mpeüÉ. C@p$.odcasr
a quo áaar-parooe ltr* ,irlí" S"I
".*r: 1u{ }rlüã" I
saüsf,atória "ú No
Tal comfaro$o reaiize.ce üodketemente. iro-
mento eE ÍIue peDs{i nrma posÍvol solso c a mantém á
§lapensg, a retoce&
l,€ssoa ao fate. O podo d€.vista
elcaaçado qgdu-ta a
novas ohrevaç6o o lâmhrainças e a
una. rcconsidcraÉo das obrcrvaç6os i!
f€fu§,, para..ioritlear
o valor do camioho sugerido. .d quç nuh sin,q da su. lj
S*t p"* nouasobrennç§{, i:ss. pês§oe, Gm
luger do o iulgaln€iib, aallll.t+* lo,c,6 ooe eDa_
rcça Então, fnrsrsse-Ihe o vcranAsie.psnpeão riflrrtio.
Os fatos reérurcbcerrndos púdm .o-qudquG(
situaçeo cmplera ccrta@tê ceureúo) "."Êg (e
c ip@ciduto^ de
rovas srgeút6.s, qrf
1e torD_an guier -do g$*oms pqlrisa§
o respeito dar coqdigões. G roohdor dcrsa yiturir'yeÍi-
ficem o cmigem s ff€r,âoctí 6 ng.EFB ootua Eove.
Ersa c@ümra tutca$o entsaoo-fetol sràraoc
qíq.e e cugesftr do soh4ãe o de #ç &-eqUoeoltp Ie {bseÍ-
des c@diçõd, 1rsslêguê até quo rIEry §qhdo gqg€ÍidÂ
proenúa"tôdar:§ coüüIifõú do.sro e"úe cmtmU,e DEhE
t aspê@.qun,G.Iroíra aotar.2.. ...r ,....'-,.. ,,,:...., ...., ,
. ,.:!.,Ypr dc.-s (çspqCo d",ecúbrl;Âd"1.'.' 'i "
ffi, tr,.^.
2. E tr ctPo'iEeo rÍnr-rcr-Êüts<üh ê thíriAi *la.aooru,o
Lffi'dú'üêú dài[É'rpt'€aáÉâ&r'['.u{ltüb;id.Eü. -. :" '.. .,. .-.. .:
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lr0 COMO PENSA!íO§

(verrificaçáo da idéia pola observação). Nada ve,rnos de


favoúvel e, .então, recaímos m habdho de fomar novo
glaao. Relanceando o olhar equi e alC deparamos um trorco
de árvore (r- fato, outra vez)l Cogitamoi, agora' de arrestá-
ls e atravesú-Io sôbre a vala para í* dn ã. iqntê'(uma
idéia, outrs vez). ]ulgaoos -toa á' idAq vrm.i Uurà o
üooco., ojeitamo-lo em poslção o .hattstâEos e
vala ( verificagão e confirmação pe.la a$o üHor).
- - F&se a situa$o mais cmpücada e, uturatrmente, mais
-Imaginoúos
elaborado seria o pensamento. uE caso em que
fazer uma balsa, consuuir um ponülf,ao ou eícavar um troõco
cúmo catroâ, seriam, as ldÉics vindas, afinal, ao çspíríto, e a
ser conlÍotrtadas o(m as coaüções da a@ (fatosf. Ilaverá
sçÍmpre as duas faces, simples or compücadas, rderentes ao
que so deve fazer numa situação púüõa ou ao que se deve
inferir num problcrna ciendfico orr filcófico: as ãmaligões a
ser computadas, tratadas; e as tiléias, quo são oc planos para
tmter as o-ndigôeg, ou sáo as biÉtéíes do intorpretaçao e
ex1üicago dos feaômenos.
.,9
tr , Na predi$o de "- eclil»e, por exmplo, surge, de um
bdo, ,",s multidão de fatos óbseivador, rüereateià porição
e movimentos da terrr4 do sol e da lua; enqusato, dô odtro
lado, as idéias emprregadas para predizec e cbrangem
rrrmerosm dlculos maternáticos, Nun pmElema ".frücar fiIosóÉco,
os fgtos ou dados podem ser remotos e firita.nse À observagáo
direta pelos sentidos. Mas ainda eí bl,€rá.dedos, telvez de
ciênciâ, talvez do moral arto, ou talvez re. conclusões de
pensadores antigos; dados que rc fuaeam o. p^stúiel a s€r
tratado e pelos quais as teorias sôo ieqificedss" Por outro
Iado, edstem as especulações qu€ vêceÁ.o cetrúito e que
conduzmr à pesquisa de aatérta adicímel: erpecrúçári e
lxlguis+ ^sempre a serviço do de*nvúdmento, como iêdas,
o da rerificação, aomo vatror, dss teoút proútes. No qué
se refere ao es1úrito, meros fatG ê idáfls i".ô coic"s mortas,
so aãosaüm -para sugerir e vcifioar d$ma solgo, algrE;
modo de sair de
"r'ra dificuldsdo. Tdábém al iaeias-rao
mera ldáias, eqp€culâçõe fo,{eÉc soúü quar&
"dr*.;e reflc*toes sôbro srfireções
não levam a noves obsewações
a

:*..
*.r+
,.;{}+:

.... .1..: ..-. ..'.rr ... ..-ÊÀie. .,,".-,


1$

exÁr.rm no rmmrfumo xErÍr8tto 111

rsais. Dalcadts. D[es@tes ou Íutrrarr ou qdo não são


*ú,*a"r " Áciú e&rero de ofo oc dador ih
roslidodo. Múú ilãrs gío d6 lraadb valc cms clc*neoto
da poesiq da ficçao ou do draág mas Dão cmo mstérra
de oonheciraento Todaüq dmdo que sê o@ser$em Dr meoto
para srtm uülizadeo I ürz alc rain fatm, es idéiac poderÉo
nm hstnlrrr€Dto htstêctual l]ar& uE espürÉ pene-
hürfê, üffi que úo so rulaeim ineüatmenfe cm a
m.üahab.

II,- Ác fwps errrrr;ilx" fu ahffia reflqtu -ir.i,


s:r
.

Temos elua, diars al€ a&, o netorÍal pcra * apllim ile


un 6 comfu & ditdôrdê @civa Nõ epttuh prcce
alentc, lfuo!-qrn a dcir ffiú ib cada rmidedo ilc pem
mÊ Éo: u"à m"6o Araçmq pertrutUa or o&tftúa,
@r'iddo; e úns sitsÊçb alcUreAaÀ, uUAA, rEúoM{
ao fiaáL e iu*fdr ibsaa düraÉ6 poae Armrco p*
rdlaiva: otrnescúts o probleoa t ser resohddo; é a orige,m À!*
da questüo r qrr€ o *fl€são ileve respodet. Na sifua$o
Íinsq a díhÍÍih:td ilbsiparh; o sihraçüõ é pó*dleriva; rc-
sulta üu@ erpdhAa <It*a de rloolntq st$f8Éo, gôEo.
Eh oalhih ilc dbrão.

Cito áã tr spctcr do Prnmc duiw


dr diuraeso Frl do'eto
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ítretêmle e

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W-
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* *d*- .,.q
*

119 cotÍ o 'PEN8^üíOs


e (5) a ver,ificação de h!p&ese, ucdegtc a4lo erterior m

Considereuro as cinco fesà ou Íuogõos; ,üúr por ume.

Prn nrB .natrurl. afatu.


qualquer um de nác, a coiee
ó- seg{r _para a freote; lsto é, agk G*têiwÊeffi. Iras
d$f: .dê dltybiq e perplexidaãe êmborga t€mpoÊÍla-
:-+.;'l:, o€nto tal atividade direta. Não obrtsotc, a fu€oáa para
effibuar qgirdp persi#. Decrda+e e releto a fomd, de
uq i{éia ou suges6o. Liiléü' do que aA crbe fazor qurado
ns arüemos 'nurn biuam- f4q as-vôaesido relo düels" Ê
um modo vicório, anteofindor, de agir, u.u
".riÀê
dremÁtico. Âcudiscê-Dos à mte útÊ foics rugocüo "*"io
e rcm
dÍMda a adotarÍamos iruedhtuento. lúar *dbó dus m
ueis, co[d€ú olas urmsc oon âs outÍas] Dúbado o csúrdo
do rupcncão e pÍovcatrdo lov@a@.ddc.
 p,rüneüa sugêsEo no cremflo hí nqco ciGado era a
, de sltar a vqla; a pere€pç[o dâl-coodiE&n ioftis.e, no m-
tento, e provocou a oaorrfuia de oq#.-.:idéire
t.
C€rto $a.u de iDflrdÉ dE oÉô Áür.é .moes{rio à
cmdiçEo de dúvida e fuom, ogtdl fu àto üo,@ar.
9 p**q*t á por a*iim iüzer, nne cduta
ei merm, a emmiDar erc pÍqp6eq qiHq "oee$e
paro
rcc=nos,
udos, difiqrldades a obsÉ&.=
. -.r,. _- '.
. ::.,.,.
.

,
.

. .,., - ,, Â ,,
'GÉode--.Iu:,,içll;63*5q,'
: lt úotrsos que é ar-tiÍicfu!-Snndo.io ffi do
lrwsr-
t. ersGo, flmo*af, ÉrE urtrprúIeqr,us**r
-v€rdô dc.eo&urito.- um
Iroüleor ill lateirueto d-:ãà& do vácuo. Na
;.. rudilH+ um tal'proHema- â a;É!rerEh Ardr-narcade.
b', Ita rcaildrde o qüe deve ctrür] r ÉiÍCo,'tgo e ,r-"
Ft:
[}. *qÊBIo c um poblcaq mufoo ,cgirt ct,-u$ p.roUUon c
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tt4 co!40 PENIÀr(O8

A tercein Íase: a ídóh-gub, I lhÉtoco


Á primeirê sugostão ocorre esponünooentq vorn so
ospírÍto automàticamente i bota;'e8talâ", .eomo diroomos, 'na
cat eça"; é cmo clarão. Nemhurn il@ínio direto temos
",
súbre o seu aparecimento; o idáia vem ou não veo: ê ürdo
que podemos dizer, Nads de búebctul oa sua vinda. Pols
o elemeob iDtelecfual vai cmsistir ea o qw tazetot rrlttt
eln, crlmo â usamos, ilewts de seu sútúto aóarúneoto cmo
idéia. O seu uso controiado tomâ-s€ possÍvá graças ao estedo
de coisas há pouco descrito: na meüds em õue defini'rus a
dificuldade (o que se realiza pe,la e4lressão desta em tdnos
de objetos ), adquirimos idéia mais clara da espécie de so-
lu$o necessária. Os fatos ou dados p6em-nos à frente o
p,roblcma; o erame dêste corrlge, moíStcq eryrande e su-
gesEo-original, que passa, a cmsÉtuir, d$tartê, una supoci$o
definide o4 dito mais têcoicamente, ,-a lWsc,
Tome-se o caso do médico {nê erqririnn o pade[te, ou
do mecânico que inspeciona uma peÇr, âF mecanisroo com-
plicado que funciona mal. Algura cqtsa, éstatâ sreda, disso
há certeza- Mas cmo remedú-la, neo se poda dizer até que
se saiba o qn est orrado. Quem não t€oha pútica, müto
posslvelmente começarÁ com uEr 'palpib"
- ã rugesúo -
agindo ao acaso, sob essa inspiragão, e erpermdo quc a sorte
o aiude a atinar com o defeito. Erperimcnte-se ãlsum me
dtcagento gue püece g {"dn resultrdo anter, oqüe afuum
viziúo teúa recomendado. Faz-sc bâÍuüo, muifos'g#os,
apertâ-se aqui, martela+ ,li pm va rc de-repente "a má-
quina funciona. O coúecrdór agiú bom dü&entemeate.
Obswt emr especial cuidaêq.eforegando os Eétod.olr, as
técnicar innsagradas cvmo &cils, na dqbste do deÍeitq
pela aporiêacla de r#.icm e ac&icor bfbds, fomiliari-
zados com a €struturÊ do organtrno oe dr roáquha

- À Se idéia da soluÉo é, a6sioo, co oladr @ dfapósüco


Ícito. o caso é, por,ém, de toao eryfmm,Ao, o m&hco ou
o oecâoico EÃo rireo vedat a eecda s lü Eolao peosàmeoto,
rfinnsndo ostar abodutemento c*to o rdnódío iéb Ec*od,;

i.d*}r*
ex&.e Do E6ü{rrnrlg Erffio UIt

suÍ6ldo. ÀS&ío scSE& êsü4, Eás ados ItG Eüaüvas &


quã rsdicalútê, I-rto é, trsÉJoão cm iiléh-guia" tma
fiDóterc do Eabsno quô cxí od€rtâÍ{ trnra odr qkâÉ"À
r"it. fato§- oata saber-so o rouo mataid é o qrs e hlpúteso
protondo qüc seia. O módfuo raciodna quer-r, c mõlffiB
tfio.- etb crtç fenhms rcilo rctadoc; púoctrre esPê

aieloate ner cê Eão tttffiitotfr cesas cdígões quc E
aprwtam. Arsio, a 1xindra qlÉÍaÉo (srgeítIo) e I r€.
giuaa'(nn Utdoctudizaçgo o.probhoa) t8o Pctas rob
ámtrOloi o scoüdo do prolücos toma"so maü aÀecnrado e
eoürdo e a nrtcstão dãxâ dê w lvta eolshiHedo' pam
t{rse uma $óUautaaae @iútdh e, ó pÍvel, meil*la.
A S.Ít Ír*: o rrcbrhie (ro sfih'dib'.ttltl
Ar obosva@ portom eo caall,o ib rya crirh nr
ráüEarl. fuUtuem'os futo§, oc qur& ffi rcgulam. r
ÍEoado id#a!,
de sugecEes, Lipóüffit, coao vçrilies,ü sNr
rnl'or pmúwl m hdices do solução lk déi.t, IE cur
vg,rr @ü?Giltra(E, @Do !t6 tia ns cabeçr, Ec 8lãltà Não
ràrynüe ocürtm aí, üú S crpsa§, tarrbih,,rí,-ile grode
deiurFlrüaê Ocmdr tes angertão ficülr u e§Pírito
cxmí#e, bcü üÉGnrdo, aú!€ GtÊItito á eprz ÍIo trÊb.Ihá'
h-rtá qro roarfte rnr idnia imirmr &eoto de qpo
nrgÍra oo wcio.
eú litÉdo, r idáh &.enlor, ao uo;ÍtE aqlp':'#o
no ce$ub eilul*', esürmr@da ao que . trre,iÉ scàls
!ôtEEo& - qr Gsr r ülerçeo por l[c'Smoihda - o
our $ adtüL EB Ítâ wa oorn t t=dliÉr. ffiva
t-ürc à td ;L-e. ; ild itu ifl@ prte nr u*
,".. úãe "üpt#üc ao pasco qoe e tá&'& trh, iks{.
coqpuUaae rS rroA$qD[o t6Íic ddo dt?rwffi dEEúr.
i'
el imffi ekmdu nrgeaim dictrffi o cale:
seoüu* qüc e Ágre *ve qncnte. Mac qmx un !úPlrfto
quc toà ABE ohcÉtâtto lffii[ rôüa:a Glbri taÍii
'" '.. !' ," ' .'

t. iú.+a *' " '';'-':.'r'íj:'--"nr':'r.- :;

'"t't'''t-'_tti
:

I
I tr"&-- icii" d,;
116 c.oMo P,EN8ÂM,Ot

raciocimdo quê colffi dthttÉor tm3odo, co6o, I


idé'q de díhtaçáo @-Do "tgtlíi"g
hipó,t€se ib trrbalhq Em casoc
mafu complexos, fqmap.ce bngas oadoiar de recioefuioa,
rlne idáis tevando I outra, trria rt{aÉo cm a prirncira tenha
sido rêconhecidr por verificação art€rror. A oeguramg dos
els hazidos à luz'?clo rscioclnio fucodc, 6 clrro, da po-
visão do cqrhocimentos que o ecpírito É possut. CoD[?cÍ-

cducação €§p€dát do in&üahrc quê lpooe& I


mqro do estailo cüIhrjmt e eüatÍftco dr .fooea e do luger.
O racnúfrrlo qoih empliar o cqüaeibeatq ao Es*rro
ttupo gue depàode do " i* fl é corM o das faci§)des
quo eristam pala Eaomitir o conhoaimento e toroá{o re
, cgrm !úblíco e üvre"
O médfuo de hole racftrcin&ô om raus pró1xios co-
:'. . úecfu€D,tos, poaerl da*iedm qr cqplicqçfio ila doença
t),,.,-.. qu€,'Os.siDt@sr lha.ruglenem oao p,õrí*o[" êo rm} modo.
quÊ, jó na geraglo artaioÍ, taie d& lupcdv{ stdm ccmo,
por ouko bdo, pode bvar nüito rasb F-Se ir. obcercrsção
fu.rhtomar, gfças s9 pmgÍ€ss no oanpg rle iacfurientos
dÍaicoe e da téonice ile car crnptp.
O racioeÍDio te1 úbre '.rr tduS§lrrçryirlq o rDêüno

, o embraço ddsat Pdo +"mo natg oqi& dr areestão,


ovtta-ro o acÊiú-h @tue pairolrt e@,- (ffiirà rOa-
mtocnle Éuáveic, à primin yi*q EidE.cee... tê ie-
vdâm inpúprtr§, ou.E€sÉo eba@..qmde dofdrs
,. tôdae rs Eas conseqÍihcies IÍc@ Sraado e:Iaáiochio
: &re er.eÍrcrlndúacias & rma rrryolgla Éo u.indua e
*iaffi-là & meros desonrmftruf t i&' EiEa fúEa mlc
& oo pcoôileoa. Só qú!e, pg eryla a coimr do
.:' SE r vera Gre uú idioc dc üice&-e*rffi Er tôd.s
as mrs roueqüMr, é qrrc trÉde Ê Fúr& e am dbr
hiBdadp pqrüGulü ao caso oo
ç(ú :,§r6a*e+ que a
püctô§, 1nr!êciâE lrúotas ô alÍsftúE§, úrco, fidtas
., &ú @Êqôaitdrc ço traznm, ÍIuG s üileE glfrtir'aes e
!. . '.i'-
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li::, . :.'J:-.;
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tr8 ootdo PEN S À UO8

A quinta íaso: vcrlÍicagõo d. hiDóhú. poe aeõo

 fase final é uma es1Écie de prova, peh aÉo erterior


do corroboruçtio ou oerlficaçfu erpdtmental da conieürra. O
raciocinio mostra que, v a iülo fôr adotada, resultaião certas
conseqiiênnics. Âté aÍ, a condusão é hipotétlca ou coadi-
cionall Se, ao exame feito, encontrarnos fOdas as conügões
-
requeridas pela teoria, o se regisEamos a ausência dos trÃços
caracterÍsticos exigidos pelas alternativas coml»tidoras, será
guase irresistível nossa tendência para crer, acdar, Às vêzes,
a observa$o üreta kaz uma confirmação, coo no câsg dâ
vâra da barca. Em outr6 casos, como Do fu bôlhss, fâz-se
necessário um experim€nto: isto E, a condtçõec Ao ilelhe-
rdamate anw u, ile rchib com ut efu:w ib ttma
tdéb w hiúp&, Fía ou se redrneÍte omtefl os Jasitl-
Udos húlcailns teàrbamerúe Wla idéla, Se fôr averinredo
que os resultados extrreriÉenteii c@coÍ&Ír cm os quo Ioram
deduzldos teórica oú racionahente, e se bá razlo para crer
que sd as conüç6es em questão fomecedno tals Éultados,
i confirmação é ülo forte que induz a rs.a condu*ão - pelo
meoos até que fatos c- ilrios v€rrhsm indlcar o conve
niência d€ sua revisâo.
Nafurahente, a verificação.nem reupre so roeliza. Há
casos em que as conseqíiências deiram ?é corrúorae A
idéia é, entiiq refutada em úldma instânria Mas ume qrende
vantagem aL poq" do hábito de ettvidaôii idlslírt é-qpe o
malôgro nfu é shwplr,e úÊlôgm. É instrrrtivo. A pessou çe
realsiento pensa aórênde taito com seric ôaloqrc'omo corr
os seus êuios. Éis um malôgro apgtr àqríàe culr pasa-
meú foi nêle e,nvolvido qi" , ãtc uloit*urL *srr,
guals as outras observaç6es " -a fazer, SuCer€-Ibê quais-'ai I

àteraçOos a introduzir nitipOtose sôbrcqi; habalhára Ou I

kaz à luz um novo prúlemi ou niude r'deÍibÍr e aclarar o I


proble,ma €m que se @upavs. Não edde mdhc pedra de I

toquo para a capacidaile ib peusanmb do que o uso que


so taz eogaD(N- ê €116. O qtF scrie apeoas
-dos -prfixios
oausa de aborrecimeato e dcslluíao nra üna pessoá não
eoostumada a peuar, or p@to ile paiüúr para'royo rumo

-1

r-i_ -.
--r

ANÁIJEE .DO §Eüi[Iü@I{E ..IIIEÍÍ.TEúID


' ltg

& aoo a êmo e pc


m@doc inpEq'isdo$ ê lnn o
tnvesü$dor eupúaÊadq o. cstfub e rú $ÊL

'': A rcslncir der çilq ÍlúGi


'n6o
J'firr-
.,ls doco fase+ têrmc or firoçõe ilo porcoto, qEÊ
cihooo nÍo se rearem uma à orEa cm ordeo ostabdoclda-
Ao conbárlo, cadã psso ih posar vertledcho lez qlg@l
cirisa para coryle,taia forna$ de uma sugo& 6 1rmov€r
s trankotmd deda em idãls-gú ou hiftee c*atdcr
Corríbui ô6-âlcun nodo para Ecalim e àcfirúr o proüIema.
Cedi'sn€rfcicoã@rnto ilaláâi c@düz a rovt§ Osvad,cs
qsÊ Íoriooed novos fatos ôu dldm o aurilí'* o cqrírlto r
Éiear maús suadameote a rolwânci8 dos f*os l4 ein oío.
h "elaboracao ala hiút€so slo espera até que ó Éobl@
m" gao aelloao,'e hipóffi adêquadâ, dí[dq Ii* .P&
Gcor em ouekuer teaú toteeriréilio. E" cooo acsbroo§
a" rrr, qgàct*4 vedfi&çtro srterior Pardclhú 8ão IncÍún
cêr Iindr- podê servir íte intoilufo a rorãr obcorvr@"r o
noras iu6tfeq do conffide c(Et ⧠cE cqtifoclss q3o
se lbe rogm.
-r,ao.-,p-l*o. &d*vi+ uns iryBtede í4f€Í€nfn,.{ffi à Yç
-Praáea§
rilia&"çqÊu*or' e +pH*ála a deü@ oc
invednsOct êitoüior& Nar pdoehas' e ruüzaf,o pútice
als sãi-!úêdor é muin nú série ib quo úítÉ. ttrÉ
esbAàúi.or rÉ @hnr lalizaa iÉ6 BHca mr I,ât
ssrrir ro emUccArüqic pua vorilicr euorüc cÊds Ea
affibü Dú&td, o wireíxl Eadt ôo .búlírdq Éclú Í6
ao cmünãtorpo. Uà dd.Erssdft valoror do lwem
"*l ec" -aada o df;odi r reali@o iL {to qFo é
i*;.úvd qüG, uma vez cecutada, não rr podo rúnilar'
Me;úo ca ded 6 or ros temas Púricos' Pqrbb, a Í,êstoo
(ruo DGsrr Eü tcttú' & €,xt€rifi€6 @ qEriE@talr,
*
rü"t"'ot m *a*v* tfo ê nao podcndo {lrdhiêJs e do'
r.ndo'soorü E coos€qüfucies- itêkú' prrta eoidadma
aM. ô s â.E Ih L.i''"o' sôÀm mr'taada' bm
oo.i lr cEúxÉM nis iqçtr+tnarr. B mÇfuCa
d" ra póleor. dl,&lcda
"r.e,-í;ãd. ..,'1,-..:,.
1.. ..: ..

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IN couo. ÊEHsrrÉüi -, -

ge
^p,rouàvdoeate
dertvernm" -,i quê
ar causss
p{ovh dê óêuc púp@-&tos'ê dôúqd. :.,
Em crnclusâo, assíridlílüos que as ctuco frses ah relldo
S,g t*ug descritar rcpreceuhm eó m e$ôço os Eaços
ladispenúveis do_ pemaoento reflerivo. f*a pÉqca, aü§
dalas poden fuodü-.e algnmar deJns podÉú scn pâ:árfaas
às prsas, e o ecfôrço dã ce alcançar- qr'a cmfisão mde
p68r- prfocipalneots aume t"íca feg, quo €âdgiÍá, átÉo,
um deservúrlmento apeleotomemte d!ryftDüdõsd;. Eo
tal matérie 16s[rrrnaq regras se podeo -esÉ$deoer. Seú o
tatr, a sÉEsibilidsdê iuteEctual do ldivÍduo, o furmiuoe
dÊ nelhor maneim de frmdmem€do.drs hres dopeam.
mento. Em caso de mau êrí§.é, cdô, prudco,te,'ra,er
os'oBbdoi responséveir llor êIe e rr€r. dE rórÉ";-,ilhLõ;

Urnr Íu r!r,,srn
f{q , *
mnpliedm, alguoer drs Unpo fer6 süo tlo
. Em eesosinduem,
*$ry gue d€útro dt sü sub&E ôedel SGÍâ
m6q inüferonb cosidaar as Íuadec u*rocc @ Dcrtcl-
otr erolÉ-les coqo fases disüster. it d. Lf dr-q..i"ffi;;
sagsdo relarivmate o oúoçro r"t!oa. .[afi, vich m
paantc.$ &Ubea{ão IEúÉoE, cl$ ütu é didür o que
fa*r: náIes, rcú prorravãbene.súâheá DúEc6dü r tm'es-
eutÍDio dos deroios e motiyoc ohpc*ti'{E lÊq üto é,
@n uta de pêrg er $rais ú fu ê E*.. @ -'qor a6ú
ao &reio, Fode@. ffi.É ahder que
ara-eryrccs6oe ilmig l6e &ryoÉ $E áss
eao 1úibhr rídtFrileáG, cwl
pcsqubs refe clrutlteoae
, .. ruet fssd 1lrÚ1rist qu cqm IÉê rJsi.-iif s
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t92 coMo PEN S LO§


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Já aoo leúerimos antsioirnsnter à importáods do ume vis-
toria final para obter a fóraula UquíAa do resultado exato
e premlsas de que _làgir:amcnte-depoade, Esta é, não só
-!as
ylrlÀ pgrtc importanto do processo ds- oeüles, mes, cotrlo
discrrtido antes, quase necesúrie para a fórmação de boru
hébitos. Â capacídade de organizàr o coahecimónto consiste
grandem€rte no Lábito de rever Íetm e idéias antoriores e
relacioná-los mütuamente sôbre nova base; a saber, a base
da conchrsão alcaaçada. Uma certâ parte d&se bábaüo é
induída na fase de verificaçáo que. d&crovmos, Ê, porérn,
tão importanto a sue influênci.' sOtre a eütude i* *t .-
danteq que não é domais, às vêze, dar"lha o rolêvo suÍlcbDte
paÍÊ que se tomo t'-a função ou fase deida, por d lncma.

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6
l* ve pág. 8s.

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cAffrlEói (EAW.

O lqpr üo iuízo |ro'Lltriffi nfiprire

. I - Túlfúrcs no do ile hilgo


Temm E*àdo, por êúquaDüo, do ato de ruÍlor[o como
"o. todu DeDüo üisG pm&erso, M ur.ide.rcs arbocdinadas,
ile .cup earáter dcppqth a eftdência do todo.

fr;a,á ll gtüfu rnr eDstlttcrr o D.rr-!*h


De urir poto de visüa" o pm€sso totel dê pcnsmento
c@eirte nrioa géria d6 iríros, çe gusrdân eee ri a rela.
$o occessárie In ra qrro mrltuamente so opóieo, Eo seu rurnio
a uro iu$mam ft;al a - mlurão
l{Ío ohatante tal
eoi"c5À ooolr.t€"Ftros a ativldadc rtúlexiva cm
umo tda-
faaaâ nrhero, poque os iuiz6 Dão se frtmlu
irolads-
E€ob, F cD oo@un com e solu$o- ôe um pobütÚo, com
o dt€fufro do BE'm poato obscruo o'diirrçaate,
com c ffi & uma diÊcutrlade; em $rrrh o iu&os re
Íorelro oip uOaas ah aç6o r-rdlccivs. O pmpósm rk
rcsolwr uo ntüilire dmnina s etpécie ilo @ e fazer.
Se enr dedaáasc, d€ rtpdte, Íilq PaGr oádr, osrtp me&o
serien nemrdric vinE e doir m€m. o Edo & tápêüq tctril
ersa. talvea ma pcrfeita veritade, mrs, ulo rô forodo a
nedfumr qÉnfuFdo, nlo üede s€oüdo rc É*ra. Os
iutms goáno rcr rlo sàú@t€ ccrtn§, mrs rdau*al pra
im fbi JdSE ó o .b 'alc tchcioÉr o pccar, s fm$&eiP
doc &tsrl àr alrúos oorno tG 8ptllffiü, üa m dc
ilettdh r or Ímr-aloqedq súo E hG6E hr*g t e léia
GE ulo á um idÉh bü o rúqbsmotc uhrlL Bo r
Hr-ror fu. O 1691@, flG-,rrrr pãEqià rlo tsb ó
rqmlrçâ ar ful *aicrrúeÉ., ta 'iúÜ-ih'orltü{r é I l

1,.,i::, i
iàr. :..
iffi!-i:,i,,.., .
,i

r:i *, \; +
12tl COMO PENíáMO§

bqf. i.t dos oúre|- rcIaúdooc; capaz de Srqr, a;[a*iâr,


avalial, cmtac'to o disoernirircnto
Segue-se que o aúcho de un bom háhito de pensqlreü-to
recide no poder de €mitir iufuos aprufiaaane*- e ddln,rinL
rudamefia Às vêzeq cocintrlaloÍÉ hiuol
do muca instru-
so, cups conselhos são gcalaente ouvidoú, e lue sõo logo
procursdos em energências, honens notàvelmeóte bcm ú-
cedilm ua üda práub._ Sáo criaturas dô iufuo sodfo. Qrr€m
possui êsse se,nsô em deteamineao raoo dc npgúaia à, no
mes[to raülq rrm [6 asm eihúa, não irnpoú qual soia
seu cabedal escolar ou acadêmico, Sc uoÉs e&ôhg foi-
mârem <x alunoe nessa atifude momel, popÍcia a um iúzo
comlraente em qualqucr càÍgo Ílug von&m a ocqrar, ieráo
.lag feito maig do quo se os graduemr qaas co@ pos-
suiilmes de vasto acervo de oo@ ou & alta hrhilidade em
'
ramú'eqpedaltuailos

Or r@ l*t i,Íls.
O cartrn a que oÉginrlmte se .qüSft ô \,ocáb{tlo
fttlzo -. s _íleeiÀão imporeliva eú cúúUcvúrCa Sd, o pruoo:
dlsrcnto do iuh, no- ülbulul - timae+oe ú l|rüidests
baç6 do ab do iulgar. Stu E& (l) qpr 9qfoqr&h,
quc oosisto dc preüeasões qtoqte§. quffi l.bt@e sfuEsão
obietiva; (2) un 1xoeeso qrÉ Hinc e d#cr Gcsa! prê-
hsões, d$ccrrindo c fatsa rdua*aoç qiq barq (8) ua
ikdsãr, Íhal, or lrintàrya, ermrrasdo"Grgo. cer !i{$o e
ftuÊrarlqo iudspryüüÉtu peta sçtt€F-,Éü,Éáe.a : r'
:O joÍzo tnr;Ê d. Ea
1.- Ndh hrrrêÉalo de 3.ihda trüE
à
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I tritr
tzts oouo PENSl.Los
üvas: a rospostâ a uma dopen& ila nrspÉ à qdrr. Po
democ, no enta[to, pare clrrcce de eryi{:ão, c@ddGrá-hs

a. SelsçÁo ilas Íotas, IIá, err todo acontocinens nu-


Eerosas minúcias que fazm pa*e dêlê, €m rcu.cúnÍu[to,
rras quo são despmvidas do importância pera a sdlução
buscaile Tôdas âs partes do erpcie.àa ccteo igrial-
ment€ presentes, mas], nem de "mã
longe, ,Ém tsual .valor cqo
sinnis qr oomo prroves. Nm ostentan Íkaha" letreiro, ür-
tintfuo, que informe: 'Esta ó importaate' or 'Estt rão tem
rnlo-. i.Iem ainde a inteoddade, a Íôrça, e predomin0ncis,
constihrem medida segure para indicar e aquilatar-lhs s
nalia- Â qualidade ","tc' f66ti" podo ser Amdêtam@üe
inútil pra detersrinada situação; a chave para o peúeita
compreensão do caso pode pssar dospercebide ou fícar em-
coberta, Paficulâridadês iraignfficanbc fuviro a atenção
o insistem em are(xar-se €m Brias de interpretaSor-ênquanto
os aspêstos realmente não c@gnm eÍlorgr à
superfÍcie. Daí resulta que o fuÍzo é me{rlo mor tuo ett
rcla@o à cifua+,Ao ou acôntecime[to púes€nto aos setidos:
urge elimitrar ou rejeitar, selecioaar, atefcobrir, or traza à-luz
- Enquanto não- chegamos I rffi oockr§o iHirfüfn; a
seleção e a elimiqação dev@ sor ft&es mdicionalmentq
cmo simples tenbtiva.s, Escolhemos os eLmentos que es-
p€ramos ou conflamos tragam consigo o ligolfiêoib; Íra se
nÉo sugerirem uma situa$o que os admite e inclua, cabenoc
reconsütuir os troosos dados, m fato do crso. Porque por
fatos comprcendemos, inteÉctuslncntÉ #lodo, @ Anpantoo
tús cotto prous w aleffp tma aM w rú foít úr
uma fuffi-
E lmpossível fomuler,m-se r"gÚf ffn q lalativamenu
eo prucesso de escolher, elininar, or msuvar o fúos que
aeiam inportantes ctrno pmyas. Tfdo dcpdq oomo tll$.
semos, do iuizo sadio, do boor senso de ouem fulea. §er um
bom iutz é ter o seoso dos valuoc r,&dvoc oúo "iodiem or
siguiÉcrm os úrioc asp€ctc ds sitlrefão dá perpheatb;
saber o que deixar passar, por §em bportlaciÊ, õ que di-
minar, pq irrelevante; o qú reter, cmo hdie DarE o rÊ
sulted,o,- o que ac€Dürar, <im poctaro de dncul$de.
É
I'

o LrrcAB Do IUfuO un
À ossaapidâo nhrmamos, cm casos ttvids, tlno, toM,
pen@ e, n6 casos de.maior'moot4 àlailolilênofu e
dfunpnúne*o. Ê, parciahenb, instiEtiva e fueta, rnas tam-
bém representa o resultado capitalizado da Ionga familiari-
d,ade q9g situações anáIogas iro passado. À -pose desse
capacidade de apreender o q* é lrobaate ou úprtmte e
prõscindir do-mais, é o traço-caracfeútico do ao
conhecedor, do fàz em gualquer assunto. ""pârUt",
Mur. refere o segufute caso, digno de nota como
. oxemplo do ertremo aptuo e exatidão {o que podo rcvestir-
so a-capacidade de afreeoder os fatôres á"rfoafu de uma
sÍüre$o:
'Um indusuial escocۤ "ndor vir da Inclatera Da-
gaad+Iho avultado ordenado, um operário tlfrucfro,'ita-
mado pelas belas côres quç pÍepsrava, para que êle ensinasso
I ouüs operários a sua eqÉciüdade. - Veio"o homem. Mas
o seu Inodo de dosar os ingredientes no qual ÍEsidúa o
-
segrêdo dos eÍeitc
coosegrriiíos cusistla em- tmá-los aos
-
FuÍhsdos, contràriamente ao método ügente de pesê-los. O
iudistrisl $ds We êlo ooaverrtosse o gzu método-manu.l eú i
ouüo eguital€aG, do dosagem a 1Éso, a ftm do quc 6 ptritr-
d1Éos g€rais de sua arto pecuIer fôssem defui<hs. Mas o
operário EEo foi capaz de conseguiJo; e, em vista disro, a
I pôde aansmiUr a sua habilidade. Á erperiência
"iqpé*
dos muite casos com qrre üdara estabelecora eo sou espÍrito
uma-crnedo €ntÍo cs belos efeitos da côr e a pemepSo
úctit para gtadrrar as matérlas corarbs; e, fu pereepçflo,
am cada caso particular, pdia fnfe* os ntfuc á seí enu
Tegadag e oc efcitos quê seriul obGds."
I C@dgõc§ lonormente meditadas, cortâ& Intimo as3o-
-ioter&sc, completa abuonso
ciado a profundo numa irfini-
dad€ aIê ery€ri&eiss_ afirs, têDd€m s pÍov(rcú aqgál6 iulzos
que costunamc taúar de 'intuiüvm", mes Ípe são vorde'.
ileiros iuízos por se basearen numa selo$o o-uum cômputo
inteligentes, tendo em vista, como padrüo ds contrôle, a
soluSo de um problemn. Â posse desse cqncidado é guo
diÍerencia o artista do advenÚcio intelectual.
E é essa a capacidade de jrlgar, em sEE fornra nais
comfita. Mas, oo Geda caso, há uma'eqpécie tle intuição
e

]*
t28 cotl o PENS^llOS

do
-caminho
a seguir: tentamos colhêr umâ ou ouba quali-
dade lnra ver aonde nos lovaria, se realçada; dispomo-nos a
suspender a apreciagão definiüva e e ÍqÉüir deúiúth,amente,
an relegar para outra poaiÉo oo Eradro do provrs, a c€rtos
fatôres, caso outros aspectos se revel€m Eris Ítêis À solução,
Vigilância, fleribüdade curiosiilade, eis os requisitc esscn-
ciais. Ao conhário, são desastrosm o dogmatlmo, a rigidez,
os preconceitos e o capricho, oriundos da Ío'ütrá, da pairão,
da tuHlidade.
b. Selcçtu de rri"cífros. A sele$o ile dados é feita,
naturalmente, lnra conkolar o ilcswololnsrib e a ektboro
çã2 4 slgnlÍtuçlo aqedda, a cuia -laz ilaoem su kúer"Íe-
üados, I Âseim, à proporçáo que se determinam.os fatos,'vÃo
evoluindo as concepções; as signiÍicações possÍveis suced€m-
se umas às outras no esplritq sâo confrontadas çom os dados
cqn que so harmonizam, desdobradas *s minúcies de suas
relaçoôs e, enfim, repiúdas ou condicioualmente &,itas e
empregadas, Náo enÍrentanos problema algum cum o es-
pírito cmpletamento isento ou tlespreoorpaú: aborilamelo
I il co+ çertosjáhÁbitos de compreenieq çoni, cabedal de
iigniÍicagões desenvolvidas
-orC
pdo meoot,""*o
de eçeriêndas
que as podem miginar, Se um hábito enc@tra uE -obstácrrb
que üe inibe a natural aplicaçãq acorà à metrte um prt>
vável signúicado do acontecido. Pam. rwlvermm sôbre o
eoêrto 6 propriedade dâsse sontido sugerido, Dão h4 püfu,
*gras iDÍle{veis. Guia-nos o lgsso bom (ou neu) iuIzo.
Não edste letueiro afirado a idéia ou priú{rio, güo Dos
àlga: 'Utiliza-te de mim nesta situaSo',ão,rro os dóes ná-
S9* .I" Âlice no PaÍs das Maravílhas, que osteatavam as
palavras: 'Cme-me-. Quem reflete predta decitür, €scslher;
o-peÍâção arriscade, que iaduz a p€ssoÊ pnrddg a faz€r cauta i

€üdção, isto é, a prover quê sus tldéiâ poH úo s€r. Gmfir- I

eda peLos fâtos ulteriores l

Pouco importará que tenharnos no csoirito rma iúini- l


dade do couéitos penlosamc'nte aprendid&, se não formos )
dotgdos de tino grie ,os panital saber o que é principal I

l. I
Cf. págs. ll4 e ll9, :

j
Ji

O ^LUGÁR DO IUffi '199

BÍa htGrpú€iaÍ alada perpledalade or drivida @ue. co-


iüec{Edã trtu é catGêoria; .iUomOoos uo gúíartem
iuimo segurc, @ rcp I menó,rlâ um- frigorffico,-€m qr€
ie armrzenc mnfc mitum dê idéias pore emrgefto fu'
hro. Mas nOi luAo rdêdms s sdotr a +ie cmvtir iilrda
emorgêociB; e i€m uoa ( alguma crtse, CraDdê ,(
ou poquooa), úo àó €,úeio para o juízo.
Nenürna cuce14ão, por cuidadoqa e rà[dmrirte bç
sada €ú ab6üaç68'íuã p.d", iricialoente, PÊ,Çtendetr
mais oue um oeool dc efu "Eq a intérp,rete. fute o
*,, tiirofo rAi"'"t rivais, quanto so efeiô de esclaret'e q
pontos obacuros, dedazcr & ús apertado' necorcillrÍ a!
ãl*crepAacfus, pod6 elegÀla e provar-lhe a com- p&cie 1rc-
-dada
rante sttuaçáo. Ea sum[, pensar ó svslisr comthus'
damerito daalos e idéhs. A não ir que a popaio&de e a
fôrp do cada fato aparentancarte probute c do cade iiléia
apurenÜmcnte erplicativa rcyaa fulgd$, sopsda+ o ta'
tÃtho iüo esplrito so reduziú a üvagações'

O.FIzo tüüba con un fuhúo


:

8. O iu&o fdmrdo ó rrúts iIc.M; enc@a, cmelui a


questÍo a ólucioar, Essa decisão rãD só rcsoüvê um caso
iârücrrlar, como taobéo cmtlbui pars üra utns Drura,
irm metodo gnra resolver circunstÊndrs anÁbgÊs; talobéo a
seotêNrcÊ do iuiz no uihrnal põe têrrro ao lflúcb er aô rrrelmo
t".po, colíiüd un preceilàte pen rfu& fstoüs. Se
a úterpretaçao Srrreda níio fôr contrerladc IIG scontoci-
@tos-'poffi{€!, tcnikró. 8 r€PÉtiF,te ec caros cuios
asrectu ú soiÊE t6o wiileoteúofte ilifGr€dêü q*p rÉorn€[n
hÀd€qgod* Éq êsso Do& úo etaboador' giafuheore,
s p6ian*C {6 iulgrnerrtol adqnirfub Bâpo e autsiitade
.l"i a.mi-""a" inaíeers as iorcipreÊaÉo.- En.umr pahvra
* q| sigscâçõca * @ru#ua Cove-IHdo* .ÊÚ coD-
caitos lógio.r r,... -
:
Í.. và I'E;; rüL

&"
r80 colío PEN9ÀlIO§

II - Análise e sírtew: as ifuas fu,rryõel@,fiím

- É abavés do iuízo que dados confrm lão esclarecidos,


fatos eparentemente incoerentes o decconexos, reunidos. O
esclarecimento é atflbe. A reuniÉo ou unifie4âo é clrrtese.
As coisas podem ser dotadas, para nós, de uma.sensibilidade
especial, produzir-nos uma certa imprecsão inexprimível:
uma coisa pode fazer-se sanúlr redon-da ( apreseniar uma
qualidade que, depois, definimos como "redoida" ); um ato
qo{e pargcel rude; entretanto, essa impressão, essa quali-
dado, pode ficar perüda, absowida, mifrurada, na sitúa$o
totâl. Só quando precisamos utilizar iustameute êsse aspóto
da sifuagão original, como inshunentô para apreender o que
há de problernátiig 9" obscuro grn outra situa6o, é {ue
destacamos a qualidade, iadiyifluslizsndoFa É somento frr-
que precisamos caracterlzar a forma de um objAo Eovo ou
a qualidade moral de um âto novo, que o olemento 'redondo'
ou *nrde" da velha experiência se destâca, passando, assim,
o figurar corro feiçáo distinüva. Se o elemento assim sele-
cionado esclarece o que seria obqpuo Dâ nova erperiência,
se fixa o que é incerto, o seu significadÍ torna-se mais pc,
sitivo e definido, Êste ponto será novapente abordado no
capítulo seguinte; aqu! nêle tocamos, simplesmente pe.la nra
relaSo com a questáo .de análise e síntese.

A análir mental nõo é cono . dirbib ffsica


Mesmo quando se aflrnâ caüegôrieameate serem a ará-
IIsc intelectual e a fGica duas opeÀgOcs de natureza diversa,
e aháliso intelectu l é, com freqtid:ie, katada por ."do$;
com a onálise flsicq como se Iôsse q decomúsieão
- ;@
Tpírito e não no espaço - de um todo €rD suei pÁtes cms-
tituüvas,
Cmro uão se _pode connpreender o que seia decompe,
no eq)[ito, um todo em suas partes, e§sa concepçâo conduZ-
nos a ouEa noç6o: a anáIise lógica é apenas uma enumerãção,
o r,ucAa w ÍJbD 181

uE rol"* tó&s as qualidad€§ e rela@ea cmoúíreis. Ar


iDÍluhcii 'dessa coouip6o gôhre' a educagáo ftÉ enorme.
Cada um doe Dontos do pmcranas p8§sou - or ainda
estÁ mrsando - páo qo" pod&ia-cbamar:se fase do método
'anaàmico' o" tootfologtõo': o estágio no quqt i cgmP13
ensão da matéria consiste em multipücar as distinções de
qunlldade, forma, relação e outras, e em afixa,r run Dolne a
áada elemento distioguido.
No desenvolvimelnto normal só quando precisamos ehr
cidar um caso difícil é que asrim subtintram-os e Isdlvidua-
Iizamos as qualidades das coisas. Só guando se
-eo deds
relaciion€m ^cvm o iuízo'que
"specÍIicas
precisamos fornar,
situa@o particular, ê que f,aveiá alguma raáo or uülidade
parâ
"a aiálise, istã é,'para saliedai algum eleuento ou ro-
Iacão- ctrro csoeciahrente simifícativo.
' Á tenacncia tão domioa;te na instru$o ele,menter, de
foruular os Eétodos e 6 prooessos com um excesso do ml-
ouciosidade conscienciosq fruivale a "iars o carm lr adimte
dos bois-, â alresentar o reú]tado antes do meio de obt&to.
O método quo sewiu para uma descobgta, p,ara
-se
fazerem-
se invesüsâc6es-com o aúflio da reflexão, nÃo pode ideo'
I
trficar qciío'o loétodo enPregar-se dDPh dÀ ãescoberta
? No decrrro de um verilail,eiro radocÍnio, o espírito
Íeita.
acüa-sê na atitude & 'Ao
petquls*t, ptoctttot, po1ew, aVe*
Tnentlr, lsto ut qub. tirar-se a codusâo, cesso a in'
vesügaçáo.
Õótuoavam os gregos peqgunter-se: 'Cmo é pocdvel
aprende (ou iavestigar ) ? Porque,_ ou iá eahoos o que
piocuramos e, neúse caso, não ap,rendmos rem invesdgamos
l- ou não o sabemoa q restê casq nío pod€mm tovestigar'
noroua iooramos o que Drocurar". O dilcma é, polo aem.o,
ãrs,Àü,.; pois ass".aÍa a venaaaem alteraatlve: b PúPêI da
dfü&, dô sugcsti,És suhetidas à prova e tla erçer-imen-
taçãq no ato õo invostigar. Depds ile obÉda a couclus6o,
:-r,
' , t
l. Fot arrtu qoc mghrn todoe os @ fdrrnt* rleoo'
.r-Aon úUu"- ô Gotú da seograsÀ Lfu+ csct ' deccntr'
botlolca" arftnelcq oÉodoc qu. já trrrnrnrnrr d ôrÍo PoÚto d'
üst8-
2. Vcr Ég. Aí.
132 COMO PENSAIltrOS

é conveniente recon§iderar a§ fase§ do proce*so, Dora ver-§e


o quê éÍtil, o que é preiudicial o q"o 3 apenâs àúüL Isso
nos auriliaú a resolver mais rÉpida ã sficaànentc, no ftrfuro, ,
ploblemry análogos. É dêsse -modo que se vaf íormsdo o
mêtodo de organizâr o pemsamento. I

O método consciente e a .titude lógicr incon*icag

-geralmente - e orÍâdân€nte - que, dcde


Presume-se
o princípio, o discípulo dorc rccoaleca cofiüieríteneÍta e
erprhÉr cbranptúe qual o método lôEicamente imolÍcito no
5ul{o em vista, pgis,..do coaiáriõ nao empnfta* ne
todo algum e seu kabalho será desordenado ê aíárouico.
Acba-se - também erradamente
- que, se êsse aluno' em-
pregar na sua invesügação algum plÂio metódico. conscieu- t
temente formulado (ãsbôço, úálisê dos capíhrlos. séries de
tí]'los e subtÍtulos, fórmulas fixas ), üear-ü+Á a mente e
salvo e em camirho de dese,nvolümento. Ê índubitável que
vem em primeiro lugar o desenvolvimento Srâdual @ ma:ior
parte inconsciente, de urw atiade e wt fubtto lóeiços. Só
é possívol uma afirmação corsciente do Déüodo lüc"-ente
adaptado ao fim c,rn vlsta, depois ib'b ddo o-resultado
obtido por métodos inconscieDtes e de temtrüyas. Ess oúir-
ma@o consciento só é preciosa quando o eétodo oue. êrn
detemrinado casq surtiri efeito, Édo fadlitar a soÉçú a"
um novo caso semelhante. Â capecidâde do r# e {estacar
(abstrair, analisar ) os aspectos fl^p ,ma ery€ri€mclâ-quc, pei;
Iógica são os molhore,-fica preiudicade-r fó,r prAmsúÍe-
mente exigida a sua formulação ixpliAt*
A coDstante é que tura d€Íhido o túoilo; a
- d$UÉg
-repetição
neturãImente, a rua erposfuao ãm
l{
fórmula.
sôguo-se,
como aos professôre se aÍigüa ã*ai prei-
-Mas,
sameote delimitado e definido aquilo quê -m€lbor oomDre-
endem, 'ficam nossas escolas aomiiraaas Eto p."oor*l.tot d"
que s crianças devw, começar por lór'prias "mritódicas
crfrttallzadas.

I Cf. dlscrusão (sÁgg. 8A-89) rôhre psicológico e lógieo.


o LucâR m rrtzo lB8

Do mesao modo que se considsre a asáIicc um fraclo'


nurenb, acha-se'que i síntere é uma esp@ do eoldegm
mauial ilc peças. Imagiaaals assÍm, a gu6o rtvestÊíê
' d€ mistúrio. 'A vedade'-porém, é quo a
-sí*se teo lugar
cade vez que apreend€mor e llgação dot fa*os c@r uoa
'conúr§o,
ôu di trm prlncíPio com m fato*.
, Ágd"i como a o"3li"6 $ êúq, a síDtor é b&@z
t pr&r*r põe em relêyo un faúo ou qusüd{dG, cmo dg'
rffilo; d outra locúaro ean seu cottbxb, ço gua êG
raeo cm e coisa significada; ürê-o ofltl alguo outtr slg'
niÍicado, dando a asrbm maior amplitrde. Quanilo o
@úÚÍb so Êgur com o femo, o ostaohq cmo um muúol'
titoc êcrês {Üi"tirs adquiftú ooo velor lrtehctual.
T.odo WÁ é ana[tico, pc subeateufu disccrninenb,
ürcialrafro, pG sepêÍrr ô ü€rório do iqntrono, o iuig'
'rifuo dsorib su6 pernfto concluin e é si#üco' por alar
' qi.eryírito hs àtu+teo oml cm quo or fator es{iüddc
futm- oolocadc trl seut lugu'cs. r

A mffh, r r,ditEre no látú€.üri eülo


ft que & escürdramte
rÍo
(aa oedlida eor
lncompntfidr'e@ s
se dêrr sor eútlco qr 'âDr-
hloniátroib rhüÉGc4
É' ih.
o.
) aft6 à
do sisMa solsÍ a
olrdéF.'e
solsÍ 3 €E sual
eté vir-se dar noocÚqltdl@
Hsicis, inbrcsídf,, 9s
fídéo§"ê f&lcas: Mas, on
.! de hra com ÍPc I
§áF aü&s 60 &ftDlds Pero rçri qFÊ- dl
.ri

t.
I .i1
t'r*:àÉL
184 coxo PENS À lI Os

Iross4 sem perigO pltir


r1n sua idéia atual e com sue idéia
atual- a :espeito. TaI_ oonhecirrento é tão uebuloso e
vago
Í:fl:: H:ip,.99._,.Po'i'q o progrst meutat exigirá"a
ütütse tusse linitado flslo, â@Dtuando.lbe os traços- mais
siqnificativos .até que se destaquerm coqr bastante' clareza.
Ademais, não é muito deteuninad4 resfita ou medida a
lgTligade p..gue vive o
_aluao; na experiência por"a !"ã
*h t*,": iáqfiguram
do,cerário
o sol,.1 lua.e a-s-estrêlas, &mo par-tos
gue seu olbâr.incide; ao Íazq pf,ssoios,
modüica-se o horizonte que vê. Em resumo, mesrho na sua
e5rcriência mais local e limitada" existem fatôres de erande
que projetam ga imaginação para além aos Emites
***sua rua
-cla
e do seu povoado. Subentende.sa,r,co,m isso, iá
.bsver uma conexão, 'Írr sistegra do relações cm um toáo
maii amplo. Mas inadequada, vaga o ãrrônea a sua <usF

Feensão dessas rela@s. PrecrSa dãfinir as particularidatteo
:

do ambiente Iocal para- elucidar e amplirr ârer concepç6cs


do cenário terreshe mais vasto, a.quo -ecqç, puticutariô6des
pertenc€m. Âo mesmo tempe, enqrsoto,rÊõ _tiver coúed_ i
mento do cenririos -"is emplos, ,Ãão há- sotáo intetisíveis
muitas- das particularidades, riesrro das nrir àrúuns, dã seu ,I
limitado ambiente,
I g[óliss conduz à sínteso e a d anáIise. I

À proporção que aumenta a o


respeito da grandeza e rx)
espaço, êle vê tambéro, mais
de particularidades locais que lhe
interação entro o ato do selesi@ar @
ewidência, e o de ioterpretar o qüe
fl6 uln conterto, eriste s-empre oue a .€fie*ee Dfr-
Dr*ldente. Daí a insensatá de'apdr ffi'r,l
ro_.&einpaüveis f&sem.
' Seurp,re que avaliamos, fazemos attrba§ 0* to&as: sêlo-
eioDatrx», realçando-a -rna qualidade ou arpçcto particular;
e neudmos coisas que, d9 uú ponto do vlai htelà,tuat, esi
tavem ante§ se_paradas. Na avãüa@o de up,-iqrcno, o ava_
-
liador não só declâB o valor monet4rio partUr ao-imevel
mas também o situa dentno da escala di valo,res inobiliários
do tôda'a cmunidade. Todo iufto contém algo parecido

ÉaÊ
l

l
l
l

cAPfnII,o NoNo

A coarprcensõo: idéios e signiÍicodc

|- ldáías corw angestões e corletutas

Yemos qualquer coisa que se move, orümos rúr 3oÍIr


sentimos um chefuo
"o é istoP O que
desaobrimos o quê
frfiTpl

tz!

:
a pesquisar. sentimo-nos, por
i assiri ilize4
F tu, eriste
{luo
â
E
aceita
F; é uma idéia, uura nrPosiçâo'
o obÍerto ou acontecimàto Íoi

e Efu -,& thm.útoc nc iuízos, sõo inctaffiênh , -

: & interPrttaçõo
I
eÉerte, ma idéia não é uma uúdado em si, como o
iofuo. óg o-elemento.uaidade na foruraSo de rrm
^as uma reflexão conplerta- e um. peú-
'lraÍo: Ê lÍcíto f;çparar
iulzo
â Ea €stÍutuÍ4 do PafiÀgreto;
o iuÍzo é oqmo seDt€Ínça
üma iaeú é cvmo a pdarna na scoteog. Quo ar iitéias

't
'*dí
1S6 COMO PENSAMOS

coustituem partes necessárias da inferêocia iá o vimos. A


inferência positiva pode sel retardada e -roUda em processo
de desenvolvimento e verificação, a-Irenas enquaDto rima sig-
nifiàção não é as*venda e adotada. ÂIém^disrc, as idéiis
sáo indispen-sáveis À inferêaaia, porque ürigem as observa-
@es e regulam a coleta e inspeSo do deáos. Sem uma
iileia-guia, os fatos.serian nmontoadog como grãos de areia;
não se organizariam em unídade inteleí'tual. Note_se que
esta discussão sôbre as idéias não está introduzindo rnstéiia
nova, mas - como discussão sôbre o Fí"D
- osclarecendo
Eiuúciâs relativas a um elemmto do todo !Á consiilerado.
Tomemos o exemplo da aancha e moy€r-se à ilbtâtrciâ.
Imaginamos o que_s coisa é; isto é, o que a múw lptüfu.
Um homem sasudindo os braços, acendãó;o§,
são sugeridos curo possibüdades" "-Âodtar-desde
"-igo loso uura
,lss altemaüvas é ernbargar o
iulzo. Mas, cmsicleiloudoa
ünicamente como sugestáq supocição, I@bili&de, toma-se
una idéia, com os seguiates EsgS: (a-) '§@o sünples su-
ger,tu, é uma conietura, um 'priltrrihl,.S,tq €q cfuos .de
uaior importância, denominarps -Id#{ãfff. .q "teoria':
urn modo ile h*erp*qão rorslígrll, úà. it..do it$úfrow.
(b-) Conquauto duüdoso, t€,8 unà 'r..olqti.oroprtr, a.
sabs, a de dirigir a investigagão eo ê@. Sp f úaoOba
significa um amigo a acensr, rrrnr obsenraçáo,'erÉdedosa ,n-
dicará alguns outros detsminadoc arpectos, * ó um homc,n
reunindo a boiada desgovecada cÉrtaqeo& qe hlsos
particularas se mosbariao. Cabene oUeçvf* lçI-ie cxirtem
êoses traços. Tomada simplesalate @ e'He *, idéia
paralisaria a invesügação. 'Tonadâ euo oçrto* eanber-
Él*!e Cmsidergda como possi$lid@ d5d&.e, oúerece
un pooto de üstq um pmgrama, um aúmdir ib fuquiri$o.
Por conseguinte, as idéias Dão são SEüüIEâ& a nãó sêr
que constituam insErroentos para a pesqús ib oateeial com
vfutas À sohçao de um pmblàa. Supoôhrc oraa re tleseie
que o dqcÍFrlo apreeu-ila a lü'u dá qrro,*h"ú, é edédó;
a o qne'é diferente de ensinar-lhe e êsfocíddde ouw) um
@. ?odç-se-lhe eostrar (ou lembrar-Ibe) n"'o bole ou um
*"

'lÉtsr,f,,r
rUÊTTS N §IGNIFIC/IDOE rsí
slobo o cmter-lhe que a tsrrs é rcdorde om eccrr cúng
fu** fr"+to rep"ü" essa lição, üa aPóú ca cÉaro"Açq
truafirs cm seu àpÍrito a fotma d8 tsts o a Íqma & Eds.
ía*, .mli"t", a idéia:d* esfÊr|dà{h ds torí; "§.
"ao'.dq"ittu
fu'ig*r, gravor ,rria cuÍta hâg€,fi {fo uat edaa- o çoú

scçufu, po fÍm, imagiDsÍ o Hrq por aaihgfl:cm e imageo
aa UÊ Fara ap,teeader a 'eirforiei+dc- m td€ia' F
' dscÍDulo p:rqcbe. ptimeiro, ter perçehido crstgs ,sPoctw
,in t"mu'obsenados o ter tido a ióáta do form
"üfüó§
€dáf.o" de
'tÀêh dãs-
tnis top6 iiTFI?
o§ c8§cos dos navios, forsra da da tcra em
IE1I eüc. Ünicaménê pclo métqlo de
&do6, Pars meüI té
It eduicidade ss torna uma idéia lrcvc
viva o nenhusr4 ldéie; ou
e uara tdlíq se tul r firogão ,ilo {
iasügar e üirigir e
IdâEr ,são coEo ehavês co*ü o.
dto de'abú ftEüaau{d:'Os ,-.'..'l
um& .ilíl{úo aki:*idra' do'pd*e
: rsdÀilLcm -
.i

culas êÍf*Lm tão


o OE
p6 ITTE
cuisa, e a§$El
cêdc" .ú

fíT{irl
dog
idâas - _ ,;".I
..'il.
aceitas-
tgnto
à éa <Fre
ÍE {ilp muitas
B a idéie
multas riÊé com certc
-
moral O honem droero, ru&i, vai
está inplÍcito) Eo tabalho. O
/:l

t
i
-.:;-atsi
r88 COÀíO PEN§AIIOS

esp€rto ( trepf€{riro ),- manhosq sutil, ashrto, artificiosq dolo-


so - eils a toúrosidade subentendida" r Uma idéia - á um
.

Défudo do, através da reflerãq evitar, contomar ou sobreou-


iar obctáculos que, de outro modo, úi"m ae ,". I
fúrya
-bruta. Pelo hábitq porém, as idéias podem perder"t""ràoãsua
gqd"d" intel€chral euqdo u:na- ctianja
den_do a reconbe@r, com alguma demora hesitan-te, "pn*-
*-fu
cachorros,
fatos,
.casas,
pedras, árvoies, sapâtos, e mais obftoi, in-
tervêm idéias - significaçóes cons-cientes, às tenúUl,âs _
cmo métodos de identificaçâo. Mais tarde €m regra, a
cois.a o a significa@o ficam de tal modo fundidas que-deira
de haver pnàpriamente uma idéia, reduzindo-se o processo â
um recoúeeimento automÁtico, Todavia, es mesmaicoisas t6o
faoilia$, tão conhecidas que recronhecidas sem idéia algrrma
lntewenleate, porlem sur$i num coDterto inusitado e lãvan-
tel 'rm problema que exifa idéias intersrediárias pare a com-
I Ircentão do obieto. Por exernplo, quem vá dãseúar um
po.e"P seú cmpeüdo a ter uma -osva idéia «l,o âagulo
frrraaüo pelo ocon-tro das duas paredes e do te!o, pois [ue,
Do uometto, &s6. ca[to tem de sor reEúan€qtado numa su-
poflcio plána. Uma criaça tem 'conliecimeoto prático de
a quadredoc e esferar, E outexto ita vida diária, coto formas
.do @quodoo o utensÍlim. Suriam-Ihg conhrdo, essas formas,
mma gmerüo defiddanrote geométrica, e iÁ a crianga é
údg.à r rm d&ç'rrotel §ara to"mai idéia aeUs.
j.

#
.,'-., :..

:ldéia, em sua signiftcação lóg"q e


diferénte das idéias, corno as
sl de " Uma idéia,
nãoéa de um
de certo número sensaç6es. Não
'seotido
"d#,{' o pecúar I, digamos,
i-l represeotação de uma cadeira.
,.=-?É-:a-
..' *..i I.
.:-.. i/-
:
,.^VÉ WÂ8, Pagalüô frcfrn of c{oWa, pâg. ís

,-fÊ-.-,*;r*r.*"
rr - - *.."..''..,-T-
7
.::.

ofres s senmcalrÉ

tI - Ás cohas'e os slgnfffmdrri.
têrmií8 a
qT
q

$a ê
o ainda desligatto, como de uma

P.,:
uma cdsa ';; .,'.).
1 :.

+t:'-'E
. ",,.:i* ''''t ti
Conprernder 6 *rr.ítdat a

I
I
i
I
coDO

- -i.. ,'
q ?

F
..,ã&;F* -T ;i+.:
, 140 ÕorÂo FrN§Atao8
nrído qug nõo é um obieto inteloctual que não tem valor
intelectual, Ê a simpler'crisa bruta, de ,i* tl porco fnla-
mos. §e o, grito -€Dtrega
.. .ac,ompgnha a habitual ao prart
matutinq adqrririrá sentido, conteúdo inteletua[ c@proen-
dâ,lo-emos, Ou se estamos esperando, ansiosog que Do§
' tragam ,m dsq1s1616 importafie, firpomG loso que ô Uaao
sigrifique a sua úegada,- Se, em te.fteüa ahãma'tiva, enten-
&mos o inglês, mas Dsn os nossos hábitos neIrl nossa er-
peetativa sugerem @Dtexto dgum, a NMa teú seotidq
mas bão o acrntecimentó em seú conirmio Ficeremos perple-
ros e_ incünados a imaginar, a busú afuum erplicaieo'do
sucedido, que _se mostsa assim tão vazio de significado. Se
encutramos algo que aos iustifique a palavrã ouvida, ela
adquiÍe senüdo; chegamos a c,utendê-la. Como sêres inteli-"
g@tes, presrrrhiÍnos exístit uma significaçãoi sua ausência é
que seria anômala, Por isso, se descobríssemm que a pessoa
quer! apenas informar-nos quo estava p"dúo de-papel
na calçada, ou gue havia um papel "-
nalguma pa*e do uniíerio,
-otrhmõ
iulgá-la-íaqos doida ou noe üÉiss de uma brin-
cadêira do mau gôcto.
Âpmecnder e significal$r de ,r,ra coisq de um acontod-
efob oü de uma situa@ é vef A rcoisa, aebntoqimeato ou
§ifuB5o, êm, ruas íe@tip,s cm @üas coisas! Dotâr c@o
oport ou frrcion4 que cooseqüências faz, qual a sua ccusa
o-pooÍvds apliorçO** C.oatràhamente, aquifo a que chama-
'E3p coisa bnrta, a oisa. sem sentido pari ndc, é-algo ortas
.r.ehe6es"qão fmn afteodidas
Fdg 8to dç.conhecer, tôda ioves-
cd!às e acontecí-
d entdêJoe - coosiste rempre
@ * oLe do seu lsolameato. Para Go,
e BúBc8 ató
.um
ú- JFr'?A
Slrl
.* o
L .-se que I rcúâ ffi{§
Ícv eber
r.9
Or.t pode dor-ce' o cs90 de quo

í:
q

*
rÀ--
t--- ..'------g[+'-__
-.,.r:ryar'!F-êl,-F+4*EÍ-.--rÇ!:-rr::..ir!4!q

pÍras r ircNrrreÂDo8 I{r


iltspctoq rma inrrcstiEação. Se âssfu fôa, r iuvoÊtt#o
tcó como oüetivo o de remeyor o aprymte.ilde-
"esriltao
mcato,8 fucmeráo, dó marcat. Finâh€otq, *o erpttodai
oÍrEil) esEif,s çhciais. IÁ ttão msit esEo Éc. Foran rcnnüks
a rrÍnn plrsrsnd; era da Éttera da bra, «lure r qusl grandê
bhcoc-de v&ganoso gtb d€sloc.r8m-& para a rpgi6€í qu
são, agorc tcmperatlas, carregrr& cmsilo*tredlo o,1le&tt t
a moer e ntrmür as ouEas td{üâs @*8o. §do. ;
:'
n*rceau do dois üoú,b & comrçcnhr
Êçs çremplos ilusEagr ile apeeosao do ffit-
6o daa oÉas. Se e'nteodo @:
diatenemtà o
ou t&
tdatifioa o §
iEt nenhum D€o&NrE
a DEo
EEs. üpr sigsificado, mâ§
No iilqrg, tratando-rq de uma I
oorEa o arq sré. No
outto, a .Ê ao.@
d€seôrirffi I
EB a'@.
olüo, é irdtode,

.t
rodeíôc.
áot&lt: musr. -e coüea no
Iatim; tcnner e @is$en, ea
francês, ao .Eil rão ddrs
to be eta afsII I
; ," -.".; -."-
r. IâríI+ h*& oÍ?d.úgy, rO t *6'eryíb ÊtoF
í conhecei) o b &roa- t", (rltír qué ) Éq Êe\EB llÚyl#trE.Fq
pÍecisor: Ampüem{G "t fuo ÊürrÉ (oib+'o ) c.'? futu ttc {
. :. ,,
i:-.- ,' .:.
.'iit,É.i é

* ',r=:il
8..** ,-'i&l**.'. i&Ê s"É 6.."
, t4z COMO PE N gA MO8

Ora, nossa vida intelectual condsteiem nma intenÉo


particular entre €ssas duas espécies de compreensáo,
T$o iulzo, tôda inferência ref,exivq pràssupoe alguma
- . de compreensão,
faltâ uma ausência parAô de iignificãçao.
lefte$mos páa poderronseguir pl€naL adeguada ão-preen-
são do que ocore. Todavia, s'mpr€ qroe -alguma ;dsa iá
este! compreenü{a, que o espírito 1-á ten[a doiinado alguria
significaçaq pois de outra maneirá seria impossível pásar.
Pensarnos, para nos apossarmos de un signiÍicadô cada
vez, enfetatrto, que nosso conhecimento se -amplia" come-
çamos a pe-rceber pontos obsctros em lugares quã, ao nosso
menor conhecimento anterior, tinhsm psí6ci6o ?bvios e na-
tuais. Um cientista Ievado a uma n-ova regiáo encontrar6
mlitas coisas gue náo compreende, ao passõ que o rativq
lelvagem ou rústico, não se preocupa absolutamente oorn os
signiÍtcados, além
-d9s que _lhe _sãô diretamente aparentes.
Ier.ados a uma_ cidade É*d", alguns Indios ficaraú impas-
síveis à vista das marivilhas mõânicas, como a ponte, os
bondes, o tolefone; assombroú-os, porém, ver os o&úrios a
subir nos postes para cons€rtâr os fios. O aumen?o do ca-
b€dâl ite significados ttrna conscioates de novos proble-
-nos
mas; rnali só taduzindo as novas pemloxidades em têràos do
que- nos é famüar e patente é iuo'.as cumpreenderemos e
Esse, o conHnuo m@iurento em espiral do
oonhecimento. i
O progrosso intelectual é urn ritmo
Proge$ir verdadeiramente no saber coDsiste.sempre, @rn
parte, na ikscoberta de alguma colsa, não ootnpreenàfia no
conitütto yàoianunte tldo como patente, óhtib, noaual; e,
ry pa?te, rc enyêgo ilos cigrificàdoc üreumir*e oprr.írrdi
das, coÍú it stÍlttnontos de donínio ilac sisnübados 'obsanos
e duoidosos. Nenhum obieto é tão familiai, üio eüdente, tjio
vulgar, que, inesperadamente, não possa apresentar, en si-

hat gor honC' (Sei quc ê-le fd paro casa ), A primeha constÍusão
ElElrno sfuplesrrcmto rrn Íato; e -outra ldc eldür ou sElntr uing
PSOrrB.

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L4 .cqxo PENSAfÍ.qS
baohas, o recem-nascido sente tudo cqno uma graode eon-
fiisão colorida e sussurante.'I feros rcúere-se ão .rmiverso
de .uma crirmcinhs consiiterado ám odo; a mema deseri-
.É9 fode gnhetanlq aplicar-se _ à_ maueira IxE. quo umâ.
coisa uova impressiona a rm sdulto, dorde (ue
rn(f,te nova e esEaúa. Para O radiei@âl "!ato ep casa
ü" *"1-
estranha". fudo é apagado e cmfuro: feltam-Ihe" os costunei-
ros sinais que etiquetam as coisas, seSasando-as trmâs âre
oubas. .As línguas estrangeiras de quc A[o temos idéia senpre
.tros lreBecem um gagueiar erótico, :iryfossÍvel de se diccqimi
nar em grupos de sons definidos, destacadog individurliza:
dos. E a me$na a situa$o do úsbq perdido em rüa trans-
bordante de gente da cidadc graqfrg-do homeur da terra,
Dg srar; do ignor.ante de as1»rtes, metido numa competi@o
# campeões, nu4 jôgo corrplicedo. Ao l,elgo que entre
nunea fábrica, o trabalho, a prin@, úgura-se uma misce-
'lAnea sem sentido. É verdade proverbial que, para r:rn viaian-
te, são palecides údas as p€ssoos de raça diferente.da sua.
Quem $re uq rebanho só notaú as diftrençes mais pronun-
ciadas db tqtnsnho e côÍ eÀtre as ovelhas, cade rrmn das
qurfu i;rcrfeitamente coúecida do pastor. .p que aão enten-
deuroc o""ume o caráter de mancha ditusir, em que as va-
riações não se discriminà:n,
As coisas adquirirem senüdo, m ( d+o de outro modo)
fomurem-se os hábitos de apreensÉo sinphs, é, "por. conse-
gutntg o problema de tomar (a) defueb ou iltrtrto, e (b)
@ry*la*, wrefie, cdtst@úe ou edáod, o s€mtido daquilo
que em, ântes, vago e.flutuante.

As reqões príticrs cschruccm o $re 6 yaÍo


 aquisição de um sigaifícado defiaido ê. corrrsteúte
t€m cwro fonte primeira a atividade pr6üca- Rodando rm
obieto, a criaDça'põe em r#vo sus irdondGzar ,atiraodo-o
ao'cüão, d6tâca âua ehsUcidgde; bau*udoo, f*-h" do
frso o sou fatoi disüntivo prindpú Nfo é #et,és dcs sen-
-tr_
I P*rfia oÍ P#oey; votr" I, pÁg, {88.

;,". i'

I
t*'
b

,& * ffiÍEteürÉ l{5


tids, dr§'1m mio da reaÉo, tlo aíusaoeoto-da-reryrostq,
que uma'imge$ão ro\r€rte urn carÉtÉr tlesrcedo thr qudi'
dades que áucp.rtart reaç{es difercDfres. Ás crtaoças] por
erenflá, §ão làtas em a'pretodcr as ôiftneugas. dr.uq. D[-
Iscoãas Dora o adulto trio Dsht€§' que impmível seria
uo ioú-les, ó con srande'düiculaaaira rãcmbocidca e
nmcadas pela crianç4. Sco dúvida, tôdas ot eôtes não se
taz.a glrlditr dç inrat podo, mas não há reooaüeeloento inte'
Uetr"f Oo quê õDsdhd t"afen*ç.. o verodhó, o verdo,
@ o tzd'6 obft:to &ihmerta um: reapo sofieitrrtegre,gtc
cpdfrice po"'rcatçat o,, itiguagrit a pioprleAaae da côr.
Gilldreúfunüe, potáf,, certas reãçtes habitrais característL
, óà s§odám-lo I ocffi cdst: o branco tome-se ri sirnlr
por eremf,o, do leite e do aç'Íicar, aos quais a criança reage
ia"aerraExrit ; o azul, 9 <irrel fl6 urna roupa ço lhe agrsds
' rsdr: o afu p6r ;tirft e as rea@ «Iltintbs temdeo e
imlar,* cpatdrides ila côr, das ouüas coisà! eE ÍIuê €stlvao
submergda&'
Veiam orEo exemdo: hó pquoa dificldüde rs dtstiÂr
grú aácílhoq euadas,-arador,-gr5dÊs rh de*diiur, pa§,
;àrdúhos. Cada "ourl. tn rtu uro e foseão caracdrticqc o
âssocíador à prófrao fotma ugi*irdeüto dc botânica qr
orrír-ica rdo^ur: €Dbeüafie, $adc diÍicrd&de €m lembüti
,i aifererüp em setrilhdo ã denteado, orúidc o obvótde
lras ÍúE* e sles dss fôlha§,. ou entre ôcidoc em il:o e eno.
n*te dlfelÊaçe nas quat, exatameffi? Ou o estuilrtre àbo
oual é o diferc,nca: Eãs qÉl é um, qual é outro? Embora
riio o lulnrre, a aemieo do caútà e do sigaiÍicado da'
penile'Eüilo dÊs vüíàÉos de foilns' ugtehg' côr,
-afupciÉo dâsoemos do que dc usoo, drre'ÉYo§ e- ftmçõa
Púrtêc,
aas cCsas o geüs fuc,ntos. O qw:nc €ogms é que a!
qüdiiladcs d€ ÍúDa' trmrEüq e c&, e outÉa!, §to Wüa b
dÉüstü qrrê i[ do ,.5o*tnàk qÀê o 1noDkúie €údsb,
r. precirauàa, im raber o Gdo P€lb gal a{ry**am, olgl:
iraimcutc.'tal orçdoc aidd.z. Eoqranlo pcrffiíoc
. rsürg âe oi a*#tct ú w &*icu iIÃ vege-tuúr
ii ãr. * ebcv,c a$ilor. Áe iffienoçs & fu8 e iffid'
aiadÊ r41r ib Esdo súào, ffi coÍFâ*
dol toir Ír-rn.re
* *
r#
i
i
"ã" atnutu ailççemc rà rátlP.e
3,
r{8 Gorto ltrtaloâ
tsffios slgo especial em rdaçÃo I cada r , nÍo podsm nnc
vagar nodalÍdade wt lMMw*e qroffin o rtÍCdea

, ErlmDlc qrnídce e dfrrho o Ê ..liogqO


Os de8€nbos dâs :llpfgns_ proporrdoaem ouho exomplo
doq-!,esmo_prircípio Nêtosr-oóo'erürte porÍ1ue o
latesêsso da-crian$ nâo eo @e I tapery:*tnçtal"
oas aG Nloftt des coüas-rcprepp*ni4; e a- pt{1rc«ive,
rsndo osrêDcial à ropresentafro, nâo b6t prte oo&rma m
uro o frmgeo carscüeútfolr de, prótrxif cêiaa!. Á case á da.
rabads m paredcs Eúspautêc, lntqtre o eolms impor-
tlobs ns dgnificaÉo da casa eõo os aporartoq ç crílsiio(, as
rooútt, a.g poss@s que egtfu deoEol gd aanDfÊ hoe dr
Aenir*e, pôrquo, 36'cidm náo fôso,-paa qir**+éi Xo
Ndal, o sapeb é aleenhsdo qoasc do .naieãtú ür iba, às
uêzs tão grande que tem de rer docado for&-.86:'iú9. é
El,rle * occeh de ialorec ih utilHric'p frrrco. a escala
dar qudidedes. Os dcssrbos Éo ditEraúr rwinivs dêcser
ialurs, e aEo registr,or drr qu.tàdcr físieas o sGo.
sÍveis. Uma dcspúnjp.it iüffculilada-que scob e natur|r das
P€soos cm aprerlder ile Enho é e de quc 6 \drdtuel 6 q§ ip
ft,grrltados dêsso uso ftcm Uo tduüunnota obdridoa m
r - ooúbr _das ccÉsas, quê se bmr pfiülmcoE toposível
i elimirrá-hu quado ao' çcr.
I
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O Dodo P"h o§ tÍB
quando é,
t elado de c!Éo
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furc,liitrr nouúr+ rtk asçgÉu-pmqe
r*r 1fu do #lEf&ô ltikl ào o ffiÚdm: a
lfu- m'ru da dsfllcrÉo ihs pshcfr* ôÚÉeiffi
ftlffi'flÀ prodab ràs e rúm& * rat*i
anue c'm it@edfu Pc @tas Pffi e nPr*"r'
DG eh oE or aãqdo, ilmisrfuru ffi1c
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inclui:a de outros, muib-afr*artos dela, iro eÊpaço e nobmiro
Como iaücamm há lpqcq nEo é fácil capaclter-rrcs rlo
que
T cgisas,
ery€rlFqa; 3 prindpio, nã6. rinhsm sigqifiódo em tro$a
e que, nesse caso oorno ru) dos s@s, êsse siE-
-de
.fficâdo foi adqrriÍido pc participar de um cootexto dê uõ,
poÍ lÍaizer-nos auxílio e pnzer ?rlimtoo, móveis, roúpas
-
ou prejuízo e sofrimento o(mo o fogo .de que rros aprolma- -
-
mos demds, os alfinêtes gue nos arãnÀam, os martàos que
batem nos dedos em vez ãe nos pregos.
Consideremos a pequ€Da contolha a brilhar à noite no céu:
comparemos a primitiva simples visão com o conhecimento
ê:teosivo e discrininado do astrôoorno erperimeotado. Êste
Ídesitifica o brilho visto crm um planêt4 -astenóide, um satê
Iite ou estrêla fixa" sol de qrto liste'loa. Cade rum dessss
coisas carrega consigo um ircnso larho de siSnüogç6es
distância, velocidade, cromposição quftnice, na íerdai* tudo
-
q_ue
9e qcha aum-volume Àaciço do- ac'bonoÉis" Â uuásnga
de simjes cemtelha pare um o_bieto ir',-'ss'nenfu siguifió-
üvo ihrska a aquisição de senüdo que se deu esr tôdã csisa
que compreendemos ou saberoos* IlusEa tmbém o fato de
que a aquisição da capacidade ãe ooop_reender (que é o
mesmo que as csisas adcrdÍirem sisoificado) é irrronsamate
favorecido pela linguagerá e pola elãboraçco'de uma séri,e de
senüdos t e através do raciocínio. Êste úItimo processo de-
pende, por sua vez, de se poesuir dgrma €§eédã de siste,rra
de sinais lingiiísticos - pois devemos le,mbrar que oc símbo-
los matemáticos são também pma erpécio de linguagenr.

A rehção. úeio-conseqüância e sua iÍlgettânch rôecirmrl


ir+

..;.d" iÉf
""'1

'fi'
rrúrrr, g-. tilalÍEECâE rde

ffiido, ,{s opcarScr ÉxrÉÉ as oÍüra8 §€ túDEl


criHtd, ocdq'rapetm, cüaPéEs' 8ü'
""-in"*Oarr "@à
ffw, exemplificao a re,lsd0:Éç{.e@seqi$DcirB * partir
do' agocto 'Edo".  rdrrÉg,''ituo com€çe co a 'core'
oüêfti;" ou resultadeprsofudo-mdests'so e ryalçr
ifr,lcodo. Emx pcns@ ço*odudc luz cq o emprêgq dl
ebtriádade; foi inãuzido, eotfo, a dçsoobü-as €údttõet dg
coisas e relações que a prodtldriam - os meios para icso.
O mesrro .. a",, &,m f.,foçr.rr e os irmâos Wnroir, dqnis

Dahr-

assim, um novo eÍâtagrente c@Ío o


os filameptos de can Éo, atrav& da
luz elética, or oomo a gasolina, outrora inútil §in
quando se irveutúu a dáquina de cmfuuetÉo interaa.
O hffitse educadoml d€ste princÍpio, ptr evideDte,
qua§e não requor  escola 5fo c@!e8u€
2. de inestÍmável rerultailo ednca-

rqrrito, uma de haHidade me,


r.
cânice na dr rcgnc
gão de .a
eÉtê rrÉ&
60 ser achrdoe oe ndoc, dê
-@#ções
:al at*'

ti
i:t

'*!irr.
ll0 ool'o ç.trlr|aíit
re fr{o De6úis I !& pn rvaigos quÊ qgaff-b.
{às h[ó o seu üD.
&€úuEo.os, cm: fuadrds eeqüfffa. ,qos t m*ü&E
tmr cmprmdide quaú so grawr ra E@i&ir, pdt€ode
8n rrpíodudds a qualg aoado. O rqiltdo lhutdo
& am ergmcata$o é çls aú ó va'dadairsmt oolca"
do sooâo qusrdo cmpreendftIo.

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ç.rfuê r&i§

A cm*rrorto: C{iê9ç6o c ihffi@

I-A nürrrsãüfucorcey@s
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(r stÉ&
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752 cotÍ o P!N8A !aO8

sáo coocreitoe, em sua signifi-


I=:ai,:ld:_. -T.gy*çE
casâo.. vemos um obieto que nos parce eshanho: drzerr-nos
que ê uma eqpéêie de cama usada por cer,to poyo. Â coisc
em questão adquire imeüatasrend,r- óotião conhecido:
seu significado ficou, para nós, e,stabelecido.

As concepções nos habilitam a generrlizrr

-levarOs conceitos nos habütam a generallzan, a esteade.r e a


a_nossa compreensão de una-coisa *rL* Se sabemo§
o gue 'ca.rra" "
signitica em geral, somos caparzes de dizer, pelo
p*o.s: a.9"e esÉcie ot gêtwo de coisãs p€rtence a ôrua
rtrdrvrdual em quesüio. E claro que as concepções, por rê
presêrtarem a dassc. inteira ou o grupo do cúis-as, q(.,cn@i.
"* tresre4fueürte lossos esforços- intetectuals. '$bfur"t
menle, por vêzes, nos interessamo, em especiâL Delorlaffi
peculiares de um objeto, pelo que é úrico nt obld ;te í;
on lnilioíd.uo. Mas, pari efeitõs práticos, quase serrpre-lesta
fberosdg.gue eqécio é a cuisa; súend+o, pod€ooô pe eo
iôgo hábitos de-Ire_nsamento e comportameito q,re coi.,dirm
com tôdas as unidade# da classe intãira. O con'ceito poe em
.a@o tudo que é apropriado a
"r, grande
anteriormetrte conhecidos, Iibettaúdõ,
nrimero dã casos
assim, o peDsamento,
'da preocupação de decifrar o que é árúo.

. ." As concepções padronizrm os nossc conhrirrentos

$
_..r, concep-ções pa<lronizan os nocsos ooheoiuentos.
IÊprh@ soüde? ao que não tenhe forne, MDio ao
que seja mutável. Se o guilo, arbitàrireríte, mudesse de
pêso, e e régua m6tic4 ãe comprimo, qúdo os esta_
_
nos usan&, de nadâ valeri+ claõ, pcar rà medir.
dp{m1a:dh quê.run pcdaço de pgno mede üm metrro euo
,o ltreb de ta{gum, ou que uir pacotÊ de qçúcar pesa
dnco
quiloc? fua ser de uti-lidade, õ pa&ão darder&rcia rteve
-Eânter-se o m€§no.. O conceito
dguifica qrre üàormioado
selrtido fieou eshbüzado e permaaeco o rr€§rÍ,o,:ú ãia;

,.; à;,...;.*" . .- .i.l ,--,. .


-t

. @tlc@gÃo E DtrssEIo ISS

laDbscoúÉú§. Quando Pes§eas alires@ lE lssuúto ' oo-n-


I*,*.üd"t e;&j a argforntr$o c@Êgt t
ficrr eofn-
ã * qd dd'"*rn, dÊsddc, porll@, à popoSo gue
foian, rudsn iocmscieoMeorte, oe sipiÊcaihc dor tÊnmc
-* âotue.ti. Certaneotg a rdaú e es'norras desqt
tL; á;d* alerar o s€oúôo dc rm veh conccito, tàl
tá podcm mudar es uaidaile antigas ah medide para
"tu
á-"*t -"'-Ai-. Mas quen o foça dõe srbor o que 9-tá
frrenilo e obc€rvaÍ intenciõnalmoe quo €mPmegt "m *ntido ,i

âÉiado; sê DEo, ficaú irremednàvefute-qúfundi'I's'


so diz quo Fuhno ,+ ry
i§to quer dlz6i'
Íirriarirm trma ilncfúo füIrr-?I a D€gócio üi
€Dtre fato
e egtôveis e@ditu€to
ç6ciante. duas
i:ada umo aão o ila ouua, é pos-
ÉühaoEnte, EÜé êerto pooto;
de
a
v
n
o Ipgu-
hÍizaf, a marúa de
do§

't€rra";
eo ÍEêqglo
o ,gqtra3
Iç!9âú

lr: e*+efardedü'l'i tsdhrr olrihiLfrÉdà c


i.iá{áitr } eu..o*l .ry atuc
Dfu uE tanto ditcrerite, as c@ó€Íqie ou
ale ÊaooÍra
Dcà6cs Éo ingkrreqtol ab (a) idooÊticeFq
"r""aficsilE
i-ô-ê""tid*Éry c (c) localímção dB tfr ot{cfto" aum rtu-
idáã.:::*j:n .i' '. '{
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uÍ COX-o prrsüIbt
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dol c quê.o rÂeiocíDh lBoGrê o
a ecI .o quo é pnn ti:t
luminoro. No quc so rfu€ à .trre
Grt tanto fariq ü[ê irdteeÍo do
Mas, lfttritt íã
giil orrtê?ior, ê3Se ponto é ma'
talrme ahavéc dc
@.rá, "ro asteóide, trrn c66[etg, . 'lrrr gol EI
pebuloca lsultanto
*: ü cósmke? Cada una seu§.

minuciooa e
F
o de Iuz é cqo
gteio do' 'rme
ftrle e estabilidade Gaút§. Vem dr
Tôdas es
tar s[o eetudadas ooar trt
tsphsre airda DolB trdo o q-ug m
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cpns€Ete.se
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se enc@tra é
o de oonhdmesto+
srtêiüÉ> c@€àas, EEúeOÍOqr
Ias - t0drs cssas €ú@tú. fi3
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r56 colt o PENAÂMO.s

crersa de que, de algum modo, os significadoo drff"i{!6


c g€rais - ou «rDoeitos
- pod€m ser aprsentados..ib
alunos, o Ircr êstes absorvidos, iá proúoo, i,ervinao, dICÉ,
Eelhor, À rapidez e oficiêneia da sq'risição & conhecie€db.
Em cooseqüêocia, por _deirar-se dã obcirner as cedi$ç
.essenciais à formação de coocepções, a maicia dG atinob
apretrdis apenas fórmulas oetúi I que os coocoitos fr+
qüotemente distenciavaú-se tanto ila cm-
pree-n{io e da experiêocia dos estudantes que se tornÂvan
verdadeiramente confusos nâ sua a*ificialfrade.
. .A reação educaqional das escolas orp€rimentais_ contra
a imlnsi@o- arbidria de material indigtrÍrel tem, entto-
tantq atingido o exf€mo opoto Introduz--se gande variede-
de-de eqreriências e atividaães deseiáveis,'e coã material ver-
dadeiro,. mas não se tem o cuidado de lazer Sle ês atividâdes
termínrm rrc que as @mla, eihmtonúrusú€ aesÉvdsi o iu6
é. diferente
{o passateurpo agradável que pc;rm prop*
cionar: isto é, que terminem lror uma *eleawltzaçao Éa
defiaida .t-exp-eriência. Tal-intdectuâliza{áo é o'depósito
de uma iüia, dúioida e geral a um tempo. Educaçãô, eo
seu asl,octo iatelectual, e ôtenção dê uàa Héia rtó qirc é
experimentado, são expressões sinônimâs. Qtre vale. rrrnâ q!,
?ed,ência qu9 Dão deixg atrás d9 si uma siCiificaÉo amplie
dq úelhor _corúpreensão de'alguma ,nÉa, um plaáo e
"ma mais claro
propósito de ação futoq m suma, rüÀ idéid
Com respeito ao emsino, ufu existe p@to mais
d9 qp" ã S"o[o da maneira puh so"l genuÍm ôrc,eitos
§ao. rorEu(Ios, .E (lo que vamo§ agom Eatar.

ll - Como wigem as cúncfuções


*
Âs conccpçõcr úd r Íormern rtnrô do rto dc cxtnh
c tr4oa concm de óirtor ií,frtntcc .t::.1
_ Âo.discutir essa questáo, é cqveolenta wçar pglo'
-lado negotivq pelo êÉo que incdd@ d$@§'crÉoçrt
cúrrontes, quanto ao -em
"r.# ú que ndccm- o* cmodtor.
{r.

*,
1
.* -+
. . -çr-: /rtl _ .'.!,Ê:.éri" : --: '. iri..
r-'

@i@çÃo E DEm.+ío $Í
Est6q rilo derivam do una nultit!ão d€ ob@s, cedo un dro
quail cm seotido,iÉ be@ embtrilido o defhÍilo, qno sG c(m-
f"rm rr- m ouú, niúcie por minúcia, .atÉ iuo se lhos
.àoluem as qudidada tltforent* o que reste'o cero do pe'
;ftps: é cmum. Para esdereoer * origom doe coreftos,
aqtuma-se, às vêzes, dar o exerçilo da criqa que se €a-
-oonEa dante de ,muitas co&es diftroptes, «r Í), tatütilo,sa
'do e[es: Fido, o seu caeüem; Cartrq o do viáho; Ttay,
.o ib prirro. Em face d&scs obFoc diverroc, anslisd s
cdançà" s€ifmdo as váÍias qudidades: (a) a &, (â)l o
.tmanho,: (c )., "e'forma; (d) o,nfurero de pemas, (e) a,qlran'
.dihdo e qua§ilade do @; (f) m altrentoc, e a1$,pc
diante; ela seguiaa" despreze tôdag as qualtdados d6rye-
'hantoE, oÍm a côr, o +""terh, a forma, o pêlo, «*ftr-
naudo os'tEderÍstia'os de'qtaihúpeib e de aofoal iinúso,
que tdou os cães, geralnett, Possu€m'

Cd eúeito, a criança coneçE oun qualouer dguffica-


@o que'tnba obüdo do 1xiÉ,eilo cão que vtu ouvftl, com
o qual brMr. De sua com êsso rúnico o.fietq
_trsospoúta lrera- as eçeriêncúas subsag$ianto* crta eryecta-
üva quanto ac uodos carac'terístieos de cwr.pqrtaú€ato:
e{reH}.os, antes de se qeDilftfl@. Âsrpoe €s§*,dhds
ae anteCpalfu seml,rE quo rrsD ol{êtu Ih€ dÊ pÍEüeúo püa
tal. CeEaú, pois, um gato de 'caésrrÍnhi', un edvalo
de 'cachotrq graaild. Mas, se tkscobrir quê *i:ro eqi-.
'wltos
festam. oc bsços e nodos êe
rados, r&se Ímçeds a eliminar alguns tmçoq da ft$*@-
culoto e, âo smEário, a erftr e accrÊqr qÀos. À
plop@Éo qrrc qiEca a suhor er'fErilffo sig&do, êrüç se
vai drf,''|''do c .pmando. NÉo comrça GEt uoa p6Éo ab
çoÉsar, É propar.d4 das qreis €útraíE ''nrr dgfficldo
€gtEúq Énna aBlicar a cada mts eçrfuca bib IÊ
§ütudo + .i*rbi que a audlíe s eqÊ,ldÀh e üatí-Is.
'o
t )âi
fr
.',.' ' ''' '
*
li':-;irt'
Iffi co*o &rrílÁrea

,dc ure,c coicrk tc{i-r..,*dr."üeHr


Não é verdsdo Ere a idêa qrc tm i çriâo{* & ods
uq doo cães seig no comfto,_dtú o defiai- d., € qüo o sau
pú1»io cão eeia por ele pcúc€hido cm todo o efrprmto
de $EüdsdÉ disthtu. Sla üéir odgind do n&, ê raU,
vagu e aocfa, flutuonte, €oquab Fido n @gÉrvêo íftiíF
.caúoco (mds ainds, se o É.lao .{iqd) qE. caúâpq.
Obsvasdo o gato de eaa{ é &rdrriÉ,t+ r,:di&.iÉE s {Ft
liLdns pdrü"uImc quo or*rÉ6ir.B ordr u dG úhàfr.
ÀÍrÉlr quo vei cobmado qrE6, o cnrrrlo, qlre,.A-,
ryo ainat Dsls demün .1ll er p,opriedador rh§üdfu quc
pflhoê@ ao cão. Arfu,tcroo que r5o hrír qdt* cm.
pnrâÉo efltr ouütoi &, ú}dm* g.r&úEÊnt6 uo
cmc#cacüqro. Na cceta ffi @ quo e edry re
vai ínEiraodo das qru[dadÉ quo fazco da reu FIdo rm
fufi e nío rm grüC ue cevalo ou ouüo btcüo qpâI$r,
t@b&Ê vO cmEúrcdo ü.fffi irtNúmdü{ê rdeÍêo.
cir pera nqsrimilar e aelecions eÊos miESit co'h quo trlvl
omàccfncoto. Durue totb o lnuecrug da ftt ccpcimeo-
tra& adaptsr a ara iiléie, vcga^ on dJldd. qftine so
€rtÉgb d€ €üpcciêtrdq e udoc oE aniorfu qgc pffifttn
dgoa teamhâDf. Irr .'ãca, apticeo&.e qüm&' P6Íyol'
e quaa&i.oão, tclandora & ahs ffiÍrüCa!. Pc t$Gc
frsoqryo!, m idáa eôçli&S corpq fimare, d*iSo: tu-
ú ."ae's6.,ÉD oqrcCb.
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klo rr. 6 cE :i!r tufl,rr.5r*
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n. rr. .:',B*ri,',;:i
1@ COMO PEN §A MO 9

'tam e enálicê são correJaüvas. I.oso que qualqu€r oualidade


é claramente disoiminada, genhaãdo-uua' sigfoÍlcaiçeo tOaa
'sua, o eqpírito imediatameníe busca em tôrnã outros casa
aos guais possa aplicar €sse significado aprc,nüdo, Thl
aplica$o vai perrritindo que casos antoriormente 'r"proa*
p& seu sentido se tomem assimilados, idenüfiedo denEo
do aovo sentido, Passam a peÍtetrc€r à mesma qpérb A,E
coisa. Até uma criança pequena, mal se axentOüdn : tla
sigaificagão de uma palawq procura enseio párc aptleô-lai
óo_adquirir a idéia de cilindro, enxerga dlhrhÉi üt SÍroú
do.fogãq nos troncos de áwore. Em pr!rtffi Ísô:ulo e
dife?pnte do procedimento de Nrrrox no'@ft&e-iló nasci-
msnto eúr seu espírito do concrito de gravitagÉd À idéia
que lhe fôra sugerida pelB queda da maça, l{sw:rox es-
tendeu-a imediatamente; eur imagiuaçãq à lua, como algtrma
coisa que tendesse a cair.na t€rra, Ê, dqrois, aos movimentos
dos planêtas em relação ao sol, ao moúmento dg oceano na
. maré,.etc. Em conseqüência dessa apücação, a.qutros acon-
tecimentc, de llma idéi4 que fôrra discriminhda, tornada
definida nrrn caso, infuero6 Íenômenos, antes admiüdos
como selnrados um do ouko, foraur integfados nrrm sistema
cpnsistente. Em outras pelavras, houve uoa síntese com-
oreensiva.
' Soir ê#o, entretanto, confinar a idéio de sín-
-enonnê
tese acasds eglno o da generalização de Nswrorrr,
Ao üontrrrário, sqmpre
* *gã9.de qufilguém uasporta uma signúica-
um obiêto pua orrbo, que artes pareceni de espécie
diferente, ocorre rima.síntese. Eú\te sÍntese, quantio uhr
rapaz associa o gpfg-oleiar. qu€ prodgz a água derramada
ern garrafa iulgada;vazia, cvm a exiÀEncia e a pressão do
- ar; quando aprendo d inQçretar em co,n@o com úm memo
.Íato, a sifonagem de {gue e o nav.egü.de lrna embarcaÉo;
quando coisas tão diversas eàtre si, ..@üro huvens, prado,
iegato;, são reunidas fiara compqf-'l"n pintürà; quúdo o
..férro, o estanho e o mercúrio sáo concebiilos
§0,mo àa mesna
espécie, a despeito de diferenças údiüduais,-

;d;.--..* + ,§:. J
i}'r.I

@NGPçÃO: E EINIçIÃO r6t

ÍIÍ - Ddttrtçtu e or§mbaçtu iloe @nfitúts


Ar más consoqi[ncirs do
''aáo alsglutsmeafs nnílq
do maL Mss
.o signifioam ar coisas, urDa em
ao périgo do
.de tomar uaia coisa pela outra.
fonte de
nos é
ea' um mG@os; existe
.e

ser e
mütol
o tjt
de f*cilita
ti! de uma Por oÊ'a" mascüa . a
E ese o pecado
oigisâl de que ' ümeÍo§as co,rs€-
qüêmcias É to:
talm€nto a só e. o q fôwg É-
rcqu€r e energ[a. 1 r 'af
_*
.E: i.- -

O"sE!if*b.. caftlo - i'ntGü-o


.-d,".-''-
Para'tottsÍ-s dera e pásfloq:ffdg"tri@o .deve ser
.Doste €m !dêso, erimo seffôst i#rani* isoleda' ede .
^pt"t" si mm4 rbocrO,*Êuea. O rome técaico piua & .. &
""r
iimitieá'-asirr iffiIenda é ínffi- O prooco
.aã ôorir'c.'traar wiid& ite s.nüdo (c & exFiot.tàJ,
à"*dái tu\ é *Msúç@. A iatàÉo ddr tirffis
toqoaf- 'rtoi Aor,estidadd, 'suprerno tribtrnsf é a stgni-
:
i.

.; * F#à
i '-F$,,.
tÍF,'"+,,3iÊ&É
R Ài.
@ olTüflrol lirSf}lBea)

fica$o quo se lhec associa, eri&lrÉú o


3
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101 . _:,- .#: rCOMO PENSÂMOS


' a '-*

identifica@s e classiÍicaçõet dr,


o social, não intelectual, Pe,nsar que a
nada o boa êiito do baleeiro, ne,m

*
t.
Ê-;,fi.
r-,:r#,
tifi,

o+.

Êomrús, na base de sua mâneira de produção.


Se, por exemplo, porguntâmos a um leigo, de grande
eqleriência práüca, o que para êle significa a palavta metal,
o que emtende que seia urr metal, provàvelmmte responderá
meicionando as'quali'dades pelas q'uais oualouor meài é t ,
. conhecido, as quãüdades pêh* q,fois ui" ,iet"t é útil uas
tDficinâs. Poderá inclür ãefi"it'o a nrriez, e dureza" a ma-
r ,. r babilidadg o brilho, o "a1Éso em relagÃo ao voluoe, porque
., são êsses os câracteres que..f,or !ÕAltan a id€ndficf,r. rÊla
.. #sta e pelo tacto, as coisaí welficas. TaIEz
,' as propriedades urilizátêii, pÍh€üpslurêüte a"o"iàt
de poder
* "iod.

.r:+:
-ei

@NCEPçÃo t 16

sor martelado e estirado scm queb,rar,


calor, endur@er com o frio, ,oonservar .t"ú
dadâ" r6isti, à pressão e à .ou
não pelos têrmos 'naleável" e "ftisível". {i
*úbca
o@ F.
.dti um me$

oonto pereeptíveis nem em


r r ,'*f.
úte8; e, sim, na manekapr (W cct#E

primo unra rel$o.


r*
t
Assim cmo os conceitos cada vez TT

É.o r,1
-r1*
".ffi;,*'.r

#+ü
9,'..."
outrac 06 sE vq de,,o,r-. ,

Irriuúr Írl gu9 os,


uÍ 'idoal de
tr;
târ ctindhuas, c EIf
ou
Esúe rm
qu€ a hgoo gs coiras
up pdq{tia'
o modo porqno um fao rc.1»oiluz e
*,=.-
' , I ,j tl.]l
:." ÍY it" ,t
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a"rkaesl*üÉ Íí;ríi,.,rri; t\i.tt t,{::1i1i)1.. ... lrl.. r.;r:r '. _1. A


iot lriÍ g;rí) ,*rar,I r, ';t,t')'t'.-i)
.,.i , r: r.:,)t : '-t,-
1,r-r 11;9f;1s.1,ippi2"-;f1 .,, ,.: v'): .' , !, i: , .;:. rl ;. ,- . i , tr; l)
..1,'.:: I j.'r .1.:rI ,,:.- ,'_ 'i,-
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z  r,Í: íii Ír!9 iffi-,hi.h,,Í.ü,,rü; '655'dfr{ibtri
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,oirit;l r(rí1 r;L áiriirrrr
+,
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#at orírxííÍri i1.ll+q (J' '-,i{11ü tiI.};3J1,i]í
àI :-,ti',

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I n+.1 .
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I
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r. .+5
f,l'

'i.
É
t i+
:-l
Ê,, .:l
§+.. ','',.
ffiÊiÀi,
- --- _--1rrT--

tr68 co !a.o PEN S.AtíO § _

especial; simplesmeute num indefinijq, não especiÍicado,


memb.ro de uma classe.
_ O fato .original, o quelto cwo foi primefuo observadq
nao príraa absolutamente o fato roubo. f, ssfg rrmtr conietur.a
provàvelmente corxeta, mas falta-lhe uma evidência qú
ios.
tifique a sul aceita@o positiva, O- -fato" tota! como se apre-
senta, contém de rrais 1 contém de menos; de mais, pofrue
.tdtg .d" seus aspectos nâo lovam à inferêaeis e, po-rtanio,
sào làg!;omen e suÉrfluas; de menos, lnr,quo conside.açOes
'r.- essenciais isto é, -decisivas se confirma-daf
- niÍo aoareáem
- refldvemente
;. à superfície. Por conseguinte, ctrmpre procurar
a e@ de fatos que -podem orieÂgri Se.acmpnnh(sse,'n6s
o eremplo dado paia altm ao iuLlqu€ coocluiü &r.havido
um rouh, aÇa questão de ideriüdadã do criminoso,. de como
descobri-la, & como se deu o assdto, mais se Datcmtearia a
" necessidade de extensivo e cuidadoso examo do âspecto Íatos.

"'.t.
,-... A observaçAa ü{}"v1ry qrando guirde por hipóteses
lElEssa busca n€cepita de orientaçáo. Se cunduzida
,+
sô-
metrte ao acaso, surgf$ uma multidão de fatos, mas tão sem
parentesco çuic. o seu nfóp"io número aumentrrá.a dificuldade
do caso, E á'beqq possível que- se atole o peüsâsrento nessa
mu$plicidaile e.f;§ersidaddaã fatos. O'problema real é
êste: T'ri* q, fatos Sp consüfuem eo;aAuU tresto câso? A
pesquisa de Íhtos q*E:iirvam de evidência é mais besr con-
duzida quando se--rrsa- alguma púel sugesÉo sugerida

#:sH.lTffi"tr{:y;#."ffi"m,:"s;
erpfica@, excluindotôdas as ouuei,f Âssim, o noôso home,rr
enhetém várias hipóteses: além do roubo, é noedvel que

**flt,HtH,ffi"ffi"1*';;
novo; também há crianças na famÍlia" -que,-cmkrturas
de vez em quando,
fazcm boas travessuras. Cada uma das é: desà-
até certo pontor se fôsse um ladráq rím adulto apres-
.'' "olrid.
sado, .Ba kavessura de crianças, e*do 'qrgy espêctd câ_
raeterísticos apareciaur, partieu-lales a 'c, roubo,
ç#4í14

*§'
*ri. DÁDS E PNffâ! 1§

edõo ostuitm falhdo obietoo {8 va,h. Grúdê [xrr'e§sa

,t
* {
s*
e fazer 'senão continuar em outras
outros fatos
O exemplo é extrsído da vida cotidiana.- O métoilo
Çi€ntIÍico o maior t
elaboração,
lhos, criadm para o fÍm

,{,

II-Á tlo
ilos daàns *'
Do que fot ditq darourente iodi-
reta a formç[o dri iiléie ai
od dad6 e uDffiê6;hs ãm
r,rl ou ilão
occíen, Dq estado db''crlltura
'odos ito
e talooto 'ta#ts'do de iuas q
eté cetto multas das
invoçõec coÀ-
quento dwíaoos Ípe
aoonteoerí+
§eu Âo pasro,
r!trIâ
p
3âO
é'
i Gâ§O rge
c üso dE rnEos6(,
POs§u8n aÜpea. ril

sflD€nto I

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rl, .

iú!. r§àie' 4. aií -{,i


ltr.!_--.:-_

uu C OIIú;r.?tlt &l4taÍO t
, i. O.nr:.up.-# pln&iU do.tr*ôed é rífudlnrà.p cq:nbh,
lallE!rÊ.l!üEEts.ê@ una úryo e ÚE n&à. d&n"
, gC(ô sôüce: oo.Sbs .&:€rei, rçrp6e66..qf*-hr,
.ear.oo,raü Imisg e rldiq!Íldi cr{oqJb-pÉ fo6&n*j;C
*-g-ry
lai. verltlcacão .e GfutuüÉ, cmo no àeid*.: r odp&ico.
as ruga*oc vÉilar "@*rê+;
do õübor-
eva§,da d[§aob6tÂ" oog€elds pc cõ e. i"E
com clgrmr po.:ábátt"'fu sú41; e imaim.
F g ortra: lÊtes-sío;er"ro , qrr. dã;tr-ü;ffi
* ê$Á oeÍts". o i;&;tffiü;
'*. 1qg11fpry
do tÍrfG que-pododan 6tar pltEarúes
:num
rypg:tÊ
Erpóre§o
,*,w$
lrafti§dar. Êrso ery de evieÊüÉ é Éral,lÉúú
ffi:,i:ffifrÊmfftr;P-'*fffi
&&q iÃ-fffi ã*a*,
êrâBr&nados do.bôo;udüo

À ht:Í-r.lttsr-a" O."rr.çao e do poÍrrnotb


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'Vi oeu imão." O t8r:rnr,o üDfu !ryU"r,
po3áú, u6a13lafão
qrre não pode ser sendvel o fddotfr *rtiüaae; crÉ e
de nahueza inferencial Se Á e6 ffi,*diry, "tfi um
homem", será menos complem o ferr dc dhtl8ê{çãq dê Íe-
fgrência intelectnal, mas-não dd*í..ilê Gddr. 'Se, como
último recurso, Â devesse diatr: 'Srh cmo ffln, vi nm obieto
colorido", mesmo assim $bsisüria rhama rolacão. emtira
mais rudimentar e indefinida foüícínelrtê, e ffiivet çe
neúum obieto esüvesse presente, apenas. ;ma eftitaçao rie-
vosa anormal.
Não obstante, o conselho para que se discrimine firhe o
gue- é observado e o que é inf;ído, ? salutar e prático, pois,
de fatq conván eliminar or excluir qqwb infeiências que a
experiência mostrou favorecerem o êrro. Naturalmente] ua-
ta-se de um? questão relativa. Em circunstânsias ordinárias,
nenhuma düüda ranpóvel poderia ilspirar a obse.rvação
-Veigmeu irmão". Seria pedante e tolo expinir êsse neco-
-outas
nherüento de forrra mais elernentar. Eni circuns-
'tÂüdâs, ser legÍtimo
{. 1n&rla perfeitamemte p€rgutrtâr-se se À
!
üu mesÉo rmla colsa colorida, ou 8e & oôr ião seria causada
F)r uma estimulação do aparelho visual ( cmo quando vemos
'estêlas ao meio-di1", a uma pancada ) ou a um disúrbio
circulaúrio,
. - Em geral,_o homem de ciência sabe que é propenso a pre-
cipitar a conolusão, e que essa precipiteção é, em parte, de-
üda a certos h6bitos de 'Ier" signiÍicados na situação que
enfrenta;- por isso, acautela-se para não surgirem erros provo-
cados pelos sdrs interêsses pr,óprios, pelos seus hábitos C pelos
precvnceitos dominantes. '*'
A técnica da investigação cientÍica consiste, assim, em
v-ários .processos que tendog a evitar a %itrrra" precipitada
de significaç6es: -expedienEr cuio fim é propor-cionar um
relato^purymp1te *obiaivd, imparcia[ dos iledàs a interpre.
tar. O rubor das facix costumã signiftcar fe!,re 4lto; prli-
de4 baixa temp€rêtura. O termômeho reglúÍa,, sutmúiti€- "
mente, Ê temp€Íatura real e, purta^nto, vedficg.{s "associaçõeJ
habituais que, €m dado caso, nc poderiam fi&dr err êmo.
Todos os ãparelhos de obaervaçãô (cm*remto+cóef)
desempearham uma parte de seu papel ffi1tu6; oiudauilo i ,:.
É

<9' - *, É,J. -..


t

-178
t { Drtú E ü'pvAa

drrtú s Pd' hábto, pelo pre-


IFêocuPsdo mo eortúneq de
teoias rm Àparelhoa
, sisaógra-
fo§, pj dém disso, do-

de expoo*aüvas e oren瀧
t (devidas ao háhito, ao

&{o,
aos efeitos de eryleiêúcia re-
pessoais

ôentp ) poaem ser, em grànde parte, eliminadas. Na linguagem


«rmrrrD' os fatos são determlnidos mais oSetí*trettte do qve
e$1cttlrurnerrÉe, lsso repriiue as tendências a interpretagão
ptemaürra.

íl C$a da ucmph cn rúríero suÍic-intr'


J a ',&
e. con@ cl3dpe.rà nut.
Ouho método impo*aate de
tiplicaçâo de casos ou erehplos. Se ponb cd#-S& S,t"
um punhado de trigo seja, para fins de avalà@, amostÍe
fiel, oq representaüva, de úda r'rnn corga. do ecreal, tomo
diverros pimbados, de Iugares diversos da reress*;::corrpa-
randoos. Se iguais em qualidadg bern; se aão, mistrro um
nútn€fl, srúieierte de amosEas, DaÍâ que p resultado cons-
ütua boa base de avaliago. tsâ: e"eirpf 'rrqpr€senta gros-
seiraureate o valor ilaquele aspec{o do métoilo cicndfio que
insiste €E multipticar^ as oüórvaçõos, em *z il,e firmai a
cunclusão em rm ou enne$rii porcue caroa.
Tão predouinap*e:ru, *la"aâ &te aspe6o ilc'mê
todq em ?uto estAgüo de. seu"'" ftsewolvimento,- que arniuda-
das vêzes o rynsidáarà Supõe-si? qug tôda
a inÍerêncÍa congolafu "moífnduçflo.
q, r€spelto de Íato, so baseia na
colheita e $e pomtrwação ile úma série dç -dndos- aa{iogos.
Mas a vi:rdado é que tal' coleta e comparagõo con§titu€m
una ryp. rçauitária Bo 1rocesso para obu-se uma coa-
duúo vqiE&ire cm algum caso isolado.
m.rÊ robado tle'eigo um: hmil-inúoüe,e
Sc,ih -U3,
il* -',ÍIrp$dsdo ilia^ r"mctta, traãrr-sa§ us, Íqr6rile;" .de
#.ih "
5.

i:' #r..e

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,r"lÀ -iüilo
c*kaí &r!t»lüô3 t
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rcrr,,iIDo rblpermodôi
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Ííti t: lrf,ii r;ôli it.,\ ,J,a? ,:t .;\)í)aÍ ( !-tJí:.j,)
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$6:l$5Lr ;Citqrl úütriÀidoobi d.ÍlarLh*rr
t{i!
ôérie Mst êrb
um PÍoc68§o Dão ti-
voüso tâl n ús!
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cryE) é c. ilD,
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j'r .', ;") )it :,' .r;ltt.t)
íi:j: l t airt a';tj,)rI! Í: ,' l:. r,,' rlr \r!:,r;tt t:r';1 J,l;y
. ot r,' ,1, ., rri, -:.. .l: ' .jl itl .r ,1.t,.'-.i ,-.,, )' ,1, .1 .,_l

Dma[eagr
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" ..,ru$ti***, ..àa;..diÍfuln::,
DIDB rl m9/rE r?ü

§e ru afogmo pam quo uma criaoça fkme aros con-


c'hrfu úbre e germina$q polo exame de cato nfuem dc
cosoü pouco aüail8rá so afc@diçúes dêles sê 1nroaert@
-
muito. Àlas, re afgumas se@les Íoem plartadri ne ardl
pura, outras em arfrta e outüas sm pasta & paFt o Eo, €m
cada'caso, so ftrtfióareur duar @ndiçõês do uúdaile com -
ou serr rêga <x fstôres d€útedolhart* teoddÍÕ a ralfrmtar
-
m olem€Efios impoÉantes (o
'edaciais" ) para tiiar-re uoa
ooc,tusão Em srmâ, se o obscrrrador. não tivq auidado em
Ele ar diferengr €ntle os casw obccrvados !êram tão crtle'
ãas quanto D€rmita,nx as culdigões e sê oão Ddlr, cm igral
ruqÉo, tanto semelhançs cmo dess€m€lhanças, aohun
meio teú de detorurinar a fôrça probante dor dadoc de go
dispõe.
Ortro reio de salientar a importância de dircemelhança
ó o rdêro dailo pelos cientbtas âtxr casos tugdloot, ísto é,
aos cas{rli que doveriam segrih a regrd e não o fuem. São
de tauta Donta as anomalias, as uce@, as coisas que, cEr'
corilando em muitos [ronto!. eom a ̀gra, desta dircdm cm
algrun ponto csseocial, que grande parte dG GüpeÀi€,ntcs à
técnica cienüfica tem, ünicaoeato, por fim, acnrer, pgtdrar e
inplinir ua oemória, os casos contradiÚriix. Di§ras, obrcr'
vou que,'pq ser tão fácil desP*ur s oPú€E
os ,cʧcr qrrc
a uma gieneralização p'redilPta êle se habituara n&Í só a
procumÍ cosos antagônicol cmo tamMm & eeür Inr e§-
àrito tôas exccção quo o6erveceo ou de quo ro lobrasro,
pofiluc se o neo fir,ãsse, 8€diÊ ccto q§$rêc&lí. .

Vrrbsõo rxpcdnlrrtrl dn cordftúx.


i s. Itl noe referimos ,'êh. fato de cmlr6lê ato u&odo, o
I
mâis imü;Ítanto dé todos, §sryrÍe quê pntlolveL Teffca-
p.,
."oto,-f,; ó omogtra ds @Z'te "ãra'po& apélei$ar;tlo
i rOltdoi attcerces Dara umo iútnêtcta coão uo- dhoho alc
carog; ErB üB tigq aa eJÉEie c€rta rtras Yk tg-q!r@
ê. Ncisamos P'If d
i'
.;rÉ *
ffi#mlaa".
i-. -r; ü
ç
,:.
7 .t
(
l ii ,,i:;:$
:*
[' Êt_

.àLsii*
ya cora o PE!Í8 t!IO§

Sa tocrarmos os casos esatamento c@ os erlc@Eanos


sga rrm ou seiam multos - veremos qu6 contfu rirúta cpisa -
{!ena ag.proble ee que nrx FbocupA, ao passo que rouitô
oo quc 6 retsyante se @nservâ ocufro ou obccum. O obietivo
da erperimentaSo é cÁor, pr rvrisos figuloÍw oynlo isn
ptano pré-tíuçda, tütú auro típico, esúúfur,í espáialmente
formado para esdarecer.a rlüióuldade em quesEã.
Todos os métodos êstribsm-se, quoato aos fatos, csmo
I na^ regulariza$o das conâiçOes da observa$o e
{issemos,
da memória. Ora, é aa experlm€nteçáo que se regulam melhor
esrer condi@. Procuramos dar tel caráter f obcerva$q
que. todoc os fat{res, quo nela entrem e, ao m6mo enpo o
uodo e e exteosão de cua ioterf€çência ceiem bem reoõnhe-
c{dos. Tonar as obsewa@s
"I"*",
;*íI".t r, pr*ior, e
guo coostitui o oquimpDto.
Três w@erls ib e*púnent@o. As observações assim
Íeitar dpresentam muitas e indiscuüveis vantegelrs- sôlrre as
oütrss, por mimrciosas que seiam, para as quais-rimplesmente
eslrcrarnc que rmr fato se dê ou rm obieto se apreremte, pela
ery€rin€ntação, evitsmos os errÍrs resultantes (a) & wibde,
(à) a" dfrlola o minúda (ur üolênda) e (c) da rígida
f&z &i b,te como ordinÀriamente se ipcelaiam. Àss
I,@rw sâo salientados por Jrvoxs (Elaata q! laosúls bt
ra#),
. Talva tçr[a'n66 q r*aer .Doü 6 - úculo, para
dcútÍeÍ cesudmmto o Íodmor quq e qushucr trrmento
€ "1,. -F€.têz., podêepc produzü' me Lú,ilú.io;; ;
pn r'ávêl ÍJuo I mâioria rhr urhâack qulotcar hole conhe-
cidgr e nuÍo€(o6 Fodrrbc dr Ímdê uüldade aunce
tfumm ddo dêrcot ilos, cafo troi eágtq4roc ftcer À espera
& qs a aeturczr apotAmauraa no-iOr' aprecentasst I
I

otcdncÍo.
. Essa ôitaçio refero-se À infreaü&cia ou raridade de
catOe Ímúmom Eaturais, meemo d& dô ú8ior toportância, 'l
0 autor mencimi, er seguid4 a sutilccr fugidie âe muitos I

ffios quê, poress cãusq escapm àqpfucüo oomrnr:


.r._-
r. Ver púg. ll4 Éj.
:-i .
*
.ítS+,

-(rr. n
i','T'"-_.....,

DAE 8 z§h§ ,."1ip : ,


tft
.r.,;-. l

A ahl8,
dí,rdr dr tcbtc f
ailt úE
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E Íotto e
5! iTt
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c_.. Éhê o .6
rb à
olõtrioa cqou m se
re Íabrlcrnn D&
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todos rl .inürÊ
tE'T, muib oü*irocato, Pn podçq .rn*ry.'o't
óravrCo.
lnrow referose, dopois; à circunstâmh de quç-ru m.
ai"Oâ cmunr da me?tCrÉia, os feoôqrue.to urde*an
ídroa" Íüo e urdfoàe, ao Pasro quê' P8Ê ixrycüüthÇ'
é ind&pasércI obsêtvú-los vfuias emdtrSc.
'em
Á.rdn, o úd«lo
Í@s dt gát à
o a. Êq
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no&, 1-rr!
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:: .,:: ii: 'I

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._---f'lri_

c,APÍIl,Io DuoDúcrlro

O método sistemótico: contrôle do rociocínio


e dos conceiüos

*
I- O oalor das concepções

_ tó úamamos a atação para o Íato de que o conhôle


da observação e da memória, para ofoito dd sebção e de
ilsê pon$erggo. dos dados co o provas, depode ?a posre
* *Hf
r11 de significaÇões p-aô"onizáaas'oo
se, no c_aso .do qu€rto em desordem, a pêssoa não "ou""fuo.
postüsse
gncep{es bem definidas de roubo, Ea}essura, etci, fioria
tão pelplexo otxn<) uma eianciúa para lntertr»retar a oena
ante seus olhos. Âs concep@ são os insbumentã, iot"leet oi"
utilizedos no material da percepção dos sentidos e da mem6
para -
lq -e|ap* o -obscuro, _pr ordem no coúflíto aparente,
trazer unidade ao fragmentáiio. No caso do üamó;tico do
uédico, é ainda mais evidente e mais completa a &pendência
de um cabedal de coúecimento iÁ -Ê velha
a
his{ria que conta que saberrcs dr- "dqtirid".
o toe iá saÉemos ou
lltelectualmente dominanos. E são exiresíOe.s sinómimas
'.co-mpreelrsão conseguida','significagão Àtahlecida e
róli-
da" e -conoepgão". Donde, a necessidade do contrôle regula_
do de sua forma4ão.

A inportâncir bóska ds rictenu nol coecoitoo

Ttebmos antêriormente do modo l,or que surgem 06


oolrcêltos. Conslderemos ag-ora o métoilo qrio asscgura un
ffrae dosonrrotvimento seriJ dar concep$,
Gtre, em següêocia regular. O quo üimot- & "-"-"t ""-aoI
crrsadel
II

d
.lõÉr
t ----- - -
-,

neqoórp r oo!ÍgEro l?l


e-rillnar'. aqul é e inportânde bárioÊ &s dâÉG§ àÚr. 03
coEcdto!, isto é, do dste,,,Ú,. r
'Ua bncetto pdo rer etglcntc [nra o fiÍ, de{dodftcar
ecoDtocimGrto6 qúe rc dão frnqtientemodo €m no,sr ot[,c.
riência, meooo qü" não se enquidre num sistema ou -conig3to
relacioaado de 'conceitos. A§sln' Poderó iileatlÍicor
corto anbal quedúpedo cómo eão' "lgoé'-
ÍE€smo qrr€ o ser om'
ceito 'cão" naõ particlpe de um si§toma de conseitoo, como
o quo cosütul * zoologia, como ciência. Toev|e' odstem
oudps problemas da vida animal gue o qnceito co@rlr
;;Áo' ,i" oode resolver, problemas {ue reque*rm rrna série
ordenada & conceitos: famflta dos-lôbos, vertebraih, ma-
das rela@ec dq mgpÍfa
-f"ro, b"o corno o coúecÍmento
nos oom os ú§§aro§, os réPteis, etc. 11
a rmpofiâocÍa das coier6es que enÍoixam 06 cGcÊito§
n m todo' é indicada pelaç pdavias coÍr que ewtunioos
ãÃr-r" as relac6es mât uc àe premissas e -cooohrões' (1)
fu'oreroislas saó chamadas aticáces, ftrndmentos, bases,, e
üz-L oue escsram, sustêm, suportam e conehsÉo' (2)
'D";;;;; das prernissas à ôncfirsaq e '-subÍmoi" da cou'
às remisms - tal oqno um rio qE lcgcís§8oo6
'- cluslo
conah*aoáÊÉ, da foúte ao Ear' ilo mar à IútÊ' âssim, a
cd"tú; bÍoú, fiui, ou é palavre extaída das preuisear' (8)- Â
õArtã" - "óu iulica a - encãuq f€fu' €sÍc'iú
qY, t
* "ari* fctôres expostos -ías pre'rrissas' Dizemos-coDtém-
wrnissas'cmêm- ã condusão e quo . cotiglusão
ã-pã.lo"t, por e:çrtnindo'o s€oso que pgrímo;
êsse
da irddttlo iaõlusiva e corirpeenoivs' orn Íluê 06 €üenetrtog
do -õt se ligam lntfuiamente.
-- racioclnio ürlcút ' cotro o concoito Élpuul do'cão',
"***t"t
basoieo-se em quali-ilad€s puiüo pateot4- qmlidades que
'
oualouer rm, tnrã use normahento o: rc'nüida, po<!o Pr@tE-
ir*É oc.cebá.. Mas nfu ac 1"rs1 Imge: aper tnuito _s€
ã;; * qrreirs e§t€odcr o genonEs' pr
nêla
"nitã À* otetisreote difieretto*- SO repeeárcir
h"tri" -És'8rÚ
. íêneÍefizacões taic oomo &aoâr uE moÍqÊg& dÊ
ã-" UUá d€ -FEe". E Dão ú m dmiràsi*q m
I vq págr llÊÜ.i

I
I
I
F,
T ,ÍErr-,' À5r- ãã,., fjri
rs cot{o Pr!ÍgÀlÍo8
irmpdôm o aeesso a generalizaçõos básiqs emo as à*o.,
em ciêscja - eléc.tron, átomo, moléculg rrusq ençrgia, e
qrltxê§. E §60 os coúceitos dÉstâ espéciê que proúrovern as
d€§eobêrtes, as invenç6es, o coütrôle^das Ídças'daaatrueza

O yalor de conceitos de Cc.otfthdc

_ Umg das grandes cnnquistas da ciêDdb ratural roÍ le,


vada a éfeito pelo desenvolvimento dos conceitos matemáti_
coc em Íorma aplicável à observação e inte4lretação dos fen&
me'4o§ Da-hlrAis. Tomem-se, por exemplos, m cmcreitos de
quantüade e.medida. h üsta do couceito po,
ryltg decmo
pr!", ? possível- reunir qualidades vermelhq veirle,
naí. rob o cmceito cúr. Mas nossss ideÍêocias a respeito da
eúr sê$s muito mais er&tas e i^pt*i" ú-"*r* à" conceito
eraqüéucia de vibraÉes. nuUoolÀãmos,-";6;; ; f enôme-
Dgt da c& â outros, de espécíe totahnente diferolrte na aDa_
tl0d4 - raios infraverfiilhos e ultravideta, raáiauviaaãã.
fout" g.Jetopagnetismo,-e Nry por diade. pelo ernprêgo iloi
de quantidade, podemos ignorar as aifeimiaq ae
gua[dâde., quê. sgpgm as_coisâs urus das outras e impe, .
dcra asslo" a infer€ncia. por conseguioüe, podemm, quãse
hde'ftnidamente passat de um faüo a'orto, ô *-ãLt"**
todoc c@o exibindo difoeerças,tte qumiiilú, "
irassÍveis àe
q€eção. :

Cstolitsr-pdfo dhtftrràüÉ' Íked6 elr tdr'ei{heb


C*de nmo dc ciêrci& g€oh,Sá,, zoologiâ, $ríúícâ, {ísice,
astroDoiDtrâ"bem qwro m diverms mtus dà materúticq
ertn&cq álrb", cálftlo, eüc" teú em ieira ôstabehcer seu
1yfu{io gÍupo eqpecializado de cucei@ que cmstitu€m a
ôsve da omprecn* dos ÍeD6,úeic m ôada.campo clas-
têodtx, . ü*tarte eddc, coao provfoão de ea.fa ramo
tÍplco ik d*sclplius, um ifuo de stgnfucadoe e prindpios, tto
@úüê eottelaçade que quoÍgue "irq ddr, Bdb dotetr-
tsimrfâ8 §0üd&56, enoeÍrâ algum er[o, o quâL riú ontras
açrtm ê@çõ€s, eücerr& atudu 0rÊ6 po diante.
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I88 coLo Pt!l'á,lfo8
do que comrrmente se crê. A coaç_Ão embota essa capacidade
e, mútas,vêzes, @nverte em encoberto devaneio, eri ca"tolos
E,
"g .rSurlo que, €m cirorartâncias maís felizes, ,"ri" fot*
relaciouar significa@s umas oom e" q,to, pr"r",
Sr*.9"
de obter-inesperadas combina@es. Um doo gúao àore,
do túalho criador, como escrever, pintar, oüquslquer ert6,
está em Ílue essas aüüdades promovlrr um jôgã cdsüutivo,
embora inconscientg com os -significados, úr"suas rela@s,

Necessidrdc de vcriÍicçõo Íina! do concsitG

as concel46es possâm descnvolve,r_se sem


^ !{to.que
rêncra
reúe-
Ê observação direta e pôsto que o hábito de traçar
sua
p1!a T:É:,como simptd idéia'ou rigojfi."dq ,";Ã ,tuo-
trltapelte indispensável ao crescimento aía ciênAa e'ao alto
DÍveI de culHvo da intetigência pe.ssoal, a verificação
final
nos_ dadq fomçidos peÉ observação expeiimental
Tp"l"."
â,, e9Do-raçiro pelo raciocínio pode tornar muito rica e
p.Iaustvel_una idéia sugerida, mas nãogeterminará a sua va_
lloade. sômente quando se observa (por métodos de coleta
ou experimentaçío ) que fatos se coãduuam, sm minricia s
-os
sem üceçáo, com os resultados.teóricos, é q9e se justifica que
aceitemos a conclusão racional cmo conàusão váliila p'aã
coisas reais. Em suma, pensar ruas peuaÍ de modo àm_
-
pleto - começa e acaba no domínio ãas observações con_
cretas. E o supremo valor educativo ,Ie todos * .pro"or*
educativos é medido plo grau em que êstes se i*Ut re-
a'r insbumentqs de habalho, ne crirafrio e deseovolvimento
de novag experiências.

U - hnportantes apliwses à eifuuçpa:


*npropbdades

. Âlguns dos lnntos assentados poderr einde s€ úsrlobo_


ÍErlos lrelo erane de suas relagões cw a iortruçáo o I aIE@-
I

l
à# {
naúoúii$ E oô!$cÊ:o l&l
.+
dizagem. Voltaremos à afirmação iá feita t sôbre o caráter
currdlativo do fato e da sigútricaçáq da observa$o e da cori-
ç.epç{o, Pols a maíor partã dos errch educasiooais sôbrd con-
ceitos, defir{geo, geneializa6o, resulta da fúa separaçâo es-
àab€Iêciala ârhe Íatos e significações. Assim dissociados, os
-fatos- Íeduzeún-se a um pêso morto das chamadas 'inÍorma-
ções', inügeridas, mecânicas, acenfuarlemente verbais. eo-
quanto que as idéias se aÍastam tanto dos obietos e atos da
.irp"rie"ào que se tornam vazias, e, em lugar àe serem meios
para melhor co,rrpreensão, constituem, elas póprias, incom-
preonsíveis mistérios, os quais, por inexplicável razão, aderem
às salas de aula, mas a nada mais dizem respeito.

A separagõo qrtrc Írtos e significrçôec

En algumas matérias oscolares e em muitos temes e


li@es, os alunos fica- mergulhadO em úêms porrrenoros.
Canoga-se.lhes o espírito do fragm6ntos dmconexos, aceitos
por ouvir dizer ou pg imposigâo alheia Nas pr{prias cha-
madas aições de coisff, sua observação pode ser preJudicada,
se o que obsen"apr.si'apresenta couro coisa iroldde, e se
aenhurira t€ntedva sé faz pra interpretáJa eo relação à sna
ftrnção, À §14 causa e àquílo que lepres@tÊ, Não basta
sobrecarregar a memória càm a ilescriçao do fatc e leis, es-

I. IEtitiis itens
t Tanto ua instruÉo dá laboratório da educ*ção sup€rior,
oÍnno Das lições do coüres ala educaçáo elermtar, a metéris
ó aatada de tal arte que o rlstudante ",laira de ver a florestÊ
---.:l- l. Vrl púg. r00.

l
|.
r84 GOld o DElib§a.Mo8

Ixn caua das árvores". Retalham-se e dotalham-se coisas e


qualidades, sep refera'rj!'a ao caÉt€( oais geral que repÍg..
sãntam e sígnificam. No laboratório, o estuãanE âUorê..
-de sür porquê,
nos processos de manipulaião, sem co$tar
sem recoúheoer o problema üpico pra cuie solu@ consUtulm
o método apropriado, É sôuiente a dedúÉq or o raciocínio,
que destaca e scenhra as relações consêcutivas; e é sômente
quandq as dnções são bvadas em cont& que a apre,ndizagem
-
ileixa de ser um heterogêDeo saco de retâhos.

Nções nõo *rtrfih"dr. de ncixínb


Âdemais, permito-se que a mente acolha às pÍessas rrma
vaga noção do todo, do qual os fragmeotos são parteq sem
neúum esfôrço para adquirir consciência de onno estão êles
unidos como ilú* dS-ê todo. O êstudanto sente 'de ma-
neira geral", óno se ft, que cs fat6 ila lt$o do história
ou geolrafia se [gam tssim ou assado", mú, âgrú 'de ma- +
gãr"f equivâe a'do msneira y*ge", do rim ou outro
"eiã
iáitq sem que se saiba oxatamente &.
O discÍpul. o pode ser €stiauledo a Íumar, aa base dos
fatos particüares,- rma noção geral" ums comcepçio de como
i; so relacionam, mas neúuÍr trabalbo se .tem Para Íazer o es'
fudaate acompanhar a noção, olaborá-lo e disc§olr cosr cla'
reza o que apÍesentr de comum ooúI o cun em aprêço or
com caós anÂlogos. À inf€r,êDda iaduüva (-o pelpite") é o
aluno que a formulq sc aomteoo- e§tnr cÊrtor o pofesso a
aceita 'im€dietameotq sê erraila, rejeita-a. Em caso de
qualquer emiquecimeato da idéia, é qruse scrryro o profes-
ü" q* dêIe ie @aarrego' gssmhdo, r*dn, e reqnnsabili-
ahde alo desenvolvfuenO intehctual do ensinemento. Mas
nm ato & pe,nsameoto eomph, iaeSral etfue qno o pópria
porsoa qudfuz a sugest6o ('o pulpÉ"-) seia umHü rcsl,oD-
3Ávcü pélo raciocíaió sôb,re a sua'opodunidade quanto ao
probhàa em estudo, e pdo eeu ihdm'olvioe'ntti até um
h* q* Bormita, ao mef,os, iadicnr sq$ úoios iüo eplicação
I

ã rls ámliago Dorarte o dados específicoc do caro. Dtme-


.i"d.r-íê"*: q"ã;d" a recitaçõo ,iilo ootdct, sto@memte I

I
I

4
.1 . -_ +4-! - : r§
':I ;eJ. 1

nacbó(ól:-"t, mffiá 185

nn vwiffcaráo da caoacidade do ostudente de siHr erta


forme de É.í.i" té-i." ou & ropoür fatos e'pindpios adb:
tados pela fôrça da autoridadê, o professor vai ao extnemo
opoctoi e, &pois de estimuhr as reflqões erpmüleas, os
-ishtteí- orr 'Ueir" a* ahrmc sôbrÊ o asst nú, Iinita-io a
aãei[*-tas or re,]ftá-Iat, aharpndo a si a rtcporsbrlidade
dc sua olaboraçao. Dessa formg a funso ila sugectüo e ita
intorpretação á scitada, mas úo didgiilâ e etereibda. Â
rugdÉo é estimulâda, mas Dáoárcaniúada trure a Íase de '
tõtor,inlo trecesslhia pora completó-h.-
En outras uütériss e t@rib, é a fase tlo reeiocÚntó que
fica isdaata tratada como ao fôsse c@Pleta eo d mesma.
Êsso fatso isolÊ@erto pode irostrar-so dt url or mtro (ou
em anbos ) de dois pontos:,& sabêÍ, oo omêgq o ao fim
ilo procesó intdectuâ coptag.

A ddqürfEü. tEdr, ." *e"o*$pon a.


Ê ftrr.pq*Ll*H *F"ü" €rro ooallu-ce po ded-
ni$e§, rtúrc, ?"l';ãEftr t!?lh, ctssdfbÉot c o mais qus
se lhes oqúAÉü;.Stó.:ã|iodo tcm Eo&&lo tls ''ntlairrrc
rciei@ ú p+ar ru&tnadores e&rudf,sis quc é iles'
r€ffiárlo ffidrlt*re,oa:!çue incoultglioobs. . Ehtle*anüq
desera@ fiieqÉo ü rtu êim ó, lôgicaú€dc, dorido à t E"
tativâ do to# @ddüadã üeü8, ton, Fill€&o,
dar a conà,m oe Íatc I 1
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abunry ,]

eoloca.e :

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+,,r'Eià4.:$à :.ii +'i*,é,ry:+Ii:--'
186 couo PEN 8Ar4 03

As concepçõos, depruvirhs d. diÍâção do nouar oboerngõo

Ausêncir da
*b

emerg€El. É co,m
&
que
§á" é possível mde, de
se faça experimeatal, Êssê

:::!'

r,*" .à*,.; .,11*-À,.* . .;. ,\Í.


aaffi{ro ' r.' @x@,o r87

''.enos, Ílue,se obtenham aparelhos complicados. Mas tMa o


hisória ãentífica da humÂnialade demoista aão haver.con-
diç6es para uma aüvidade mental complet+ quando não so
prypgr-"-, conve,nientemente, aüvidades que úodifiquem ua
rcslialado as conüçõos físicas; e não podeiâo p,romoíUlas oc
livros,gravuras,. olietos mesrlo, pasSvanenie obsuvados,
_
mas nao maluPulâcl(xt. ,.
O êrro oposto já foi citado, Edalgumas esctls 'pro-
gressistas", a contínua atividade. exterior,- embora de carãter
un tento casual e desconero, é tatrda ctrrno s€ fôsse experi-
mentação, Na verdadg caila experlmento genulno e,Bvolve
um proble,rra, eÉ que algulça coisa deve ú achada, e em
que a ação exterior deve ser guiada por uma idéia, usada
&,mo UilOtese de trabalho, a Tim de^imprimir propósito e
nmo à ação.

dr 'rur
t'
Essas a tendêrÉia de despre
ztf I isto é, do voltar atrás
[r8ra o a fim de formular o resul-
tedo dos
dê "$'
uão sustehtâm s
fustâmente fq-
mula@o e
oessário sê tmn& qu6
§§Pms, uma vistoria do
e PâÍa um da ree
§60 bÁbitos
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i;
.Í# à

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ffi.,._
§
4 '-,i
â' 1."
: r',

t
cáPÍnrro úcneo rqmo

O pensomento anrpírico €o p€ncomGnto cientíÍico

I - O:gw dg$fra e@rbo


Muitas das nossas inferências comurur, na verdade tôdas as
. aÉo ieguladas por,rrn m&odo
^cíendfico,
sÉo de ceráter em-
pírico;"isto é, ião, na realida€ bábitos de e4rcctativa" ba-
seados em alguma eoajunção, ou coincidência" regular aes
experiências passadas. Sempro que duas cuisas se associsrr,
como, ügamoe, o Eovão e o raiq o oqPíÍito re ioclina a es1»-
raf, que, ocorrida rrma flslÂs, a outs:i @béú verha a octlreÍ.
Corn'a-repetiS Íreqüenta da cooiungão, a teodência a es-
pêrar converüo-sê em crença poffitÉ dt q*
rs ooisas estÉo
de tal modo ligadas, que é lícito r*dq+f,ú.9üe;,s" uma ac(m-
teú€, é certo, * S"* certo, quê a q*lt e acgúPâohe.
Diz Â: frovÀvelmeote vrí óov& T-rr";tf,.' Pergunta
--.Í? B:
1 ?q que aúa isso?P E A rcryouh:-?orque o tempo
estava nublado ao pôr do sol." E to lrpgqgintr que relaçâo
üm uma odrsa coÊ ê ouEa, A rcfiüile: anão gei" m-as
. úove, geralmente, depois de um põ,r ilô sol asdn.'
. . Â aão sabe dc nenhum @rúrÃo obictivo €ntre o asltecto
do céu e a chuva 1rcnóve! úo tem a tpociêocia ile alguna
contimriilade dentro dm própú)s fatoe -. de dguma leí orr
^ nridob. como caitnmamog -dzer. Arrocioras sE vistâ ds

"..gffi * ãüft*u11tce', s qtre ou cm a ouba


{ Uma pEsoa pode acredltar que cüorryú aoanM porque
-i cogguttou o barôoetro, sul, 80 náo ttuÉ9onceüto fmatlo
sôhre o msdo poi q"ó a atiura alâ efue nérarial (ou a
pciçõo do índ& óviao p.l" oleva$o or queda) se
relacioaa .@ "o"
as vstiaçoes ila prcssão mocf6rica e corlo

.. &r. r.-rr tud-*edÀ. tulr: : . ,


o rodcó I ,o qurrÍtl@ ffi
pst srn vez,
sê Ídadürm
csu s tendhda à püc.ilÉ
"41
*sfg, ara crenga ém umat úuva 'p!ov&rd é 1n{an@üt
empírica,
Qumdo os homenr vtviaa ao sr livrc e so tl{Éatlvafl
da caçs, p€sca, or cri4ão do Eado, a descobo &r dmB r
e índiçes ,le mudmgaa de tdmpo cra qucltÍo ih danib
inportâncfa. Tôda uma coleg[o-rh pro*iertU e uíÉ-as,
cmo alentada seqão do fôldffio tÉüdonsl m.dtrriu-se
aeso perÍodo. Mas, enquanto oÍo so aurmdar W qtÉ @
qot'ao ceqtos acontecimentog ,erm si4qis, anqrrln*o I .'hêblll-
dado de Prevtr o. tempo tirFr sua única tüsc ÉB repddo
coniuaso rh Íatc,, mantifrm-rc FfrfeitammÊo cortrUsa,
as cnEoeas reteoÍológico§

lusrr crf,ricrnrirfr ó, lr vlrer, útil


Dê Eodo ra{bgo, oc ilo E]
predizm, oa gÍadab a posição dos pla-
Dêtas, do !aI, de l"a, ea a oêdão
dos tc@ dos mo-
vlmentoç (Êlàses, é, DoEáo dÊ
erdsteqte G:.]
Poq.F"
obsenlaçüo eo&a! §ê inaís
menog dêstc on Áté
recentê, as vcrils,ilêú €úhvs{q, E!+'
EffiEE A +
'em Égrt';*
#,
cunJuotoo, t
sulrdd..{ n t.
Quase tôilas Í.'l *
nos fudivÍduos ) ê n8&
ainda de
r' eotrio,
qi | goPgr
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ohren açõec 4
eprorinada de terra* ú m"bta oi
gregm, fomà Çiêqffits.
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I r''-$'."*rÉ-*''
... ',-,]*j+'iril
lSO cor(o PE N SAX OS

O pensamcnto emy'rico aDrêsrnta trêe cvidentcs


decvantagens

. São evidentes as ile$arúagens do pensarnento purameDte


empírico- Podemos chamar a atençáo para três ãehs: (1)
sua tendência para falsas crenças, (2) sua incapacidade'de
Iidar com 9 que é novo e (3) sua tendência lura gerar inércia
mental e dogmatismo.
Falsas crenços, Em primeiro lugar, mesmo quaado selau
exatas, clEo se coshrma dizer, muitas conclusões €EnpídCAr,
*Ítresmo que essa exaüdâo seja dlmolde a seryir eficazilcmtg
na vida práüca; mesmo que as previsões de um marujo,
ou de um caçador perito em conhecer o tempo, seiam máis
precisas, no câmpo restrito de sua eslÉcie de atiüdade, do
que as de um cientista baseado exclusivamente em observa-
ções e verificaç6es científicas; e que as obsen âções €úpíri-
cas proporcionem, na verdade, a matéria-prima ou bnrta dos
coúecimentos cienüficos - sern embargo de tudo issq o
método empírico Dão nos fornece o meio d.e discrlpninar enbe
'certas
- . conclusões e erradas. Daí ser êle resfiasável por
'i'..,; muitíssimas crenças falsas. L desiguação técnica de um dos
, i .-.eqoírocos mais comuns é post hoc, ergo Tnoyter hoc - lsto
, ..
', $-cutsado
acreditar-se que, por uma coisa vir ilapis de ouEa, foi
'.-
n- . por esta. Ora, essa precariedade de método é o
'- t* princípio essencial das conclusões que, mesmo sendo exatas,
*..8, .F são empíricas, pois esta exatidão tanto pode ser devida ao
*. rcaso oorno ao método empreg{o. ' ,

dr , Baseiarn-se em coincidêocias e conitmç6es casuais as crn-


ücções empíricas de que as batatas devem ser plantad.rs no
quarüo crescente, de que à beira-mar as p€ssoas nascem pela
máré alta e morrem na baira-mar, de que um cometa pre'
nrmcia cataclismos, de que quebrar un áry{ho anuncia úma
desgraça, de que um remédio fulminante cÍira urna doença,
: e centenas de oufuas noç6es semelhantes.
Quanto mais numerosas forem as experiências e quanto
maior o cuidado de obsewá-las, maior seú a certeza de
It

?
r-

t'
l

o E@foloo- r o €@rrfoJÊo sll


coincidêu<fas infalíveis coÍno pro{rs ila rdaç6o €DEo a§
próprias coisas, Multas de nosses convicçõee mais importan-
tes têm, aiuda, apenas ,essa espécie de garantia. Ninguéo
pode dize.r, com certeza, a çausa esseacial da velhice e da
morte, emlÀfieâmeate das mdls cêrtes de tôilas as previsões; .4
Penmtc o que é twtn, Em segundo lugat, mesmo as
nais sólidas crensas dessa es1Éeie dasmoronam-se, ao se de-
Ín útar oÉ-n un fdo aotu.; . Como se baselam em- casos
paryados udformes, tonâm-sê inútek peraato tr'rla eq)erêtr-
d& que -geiaslvelmente se alàste das antigns, aeidentais qr
HáüÊtúat§. As iderêmcias empíficas sêguem as chanfras, os
ii&ar quu o costume apagadõs os sulcos, não máis4 ,
saBe.tr que pista
Fç.gip,
seguir, i
.

Tão importante é êste aqrecto de quesüio, que Cl,rrrono


eacbnEa nêle e diferença enEe a habtlidade vulgar o o Pen-
sâmento dentífico. "À hsbiNdade tomâ o hsmein capaz ile
âgr eúl circuustÊncias ldênHcas àquelas em grrê sê êDcontrou
antês, ao passo que o pe,nsa ento cir:nÚfico eâp6eitâ-o a âgir
ern clrcunstâEciâs que nnüco se lhe depararaur antes". E
chega até a ile-fiair'ó pensamento cientí&co csmo "a apticAao
da erperi&fía passada a fatos novos-
ti*caa*wrrttl e ilogmntwn Mas alnda não trava-,- ,1
mos conhecimêrto cum ittaço mais p,rejudÍicial doT Éodn .t'-i . *
empírico, Eilo, em Erceiro iui;ar: a inércia meutrl, a Pl@ J t.ft"
Burça e o csnservarüsmo iniustificado, que, ouito pnwlvdr . ÍÇlr"
mente, o acorrpanham. $eu efeito geral sôbre a atfiude é ,*a' i.i
mais nocivo do que as ftóprias conclus6es enôncas. Ê que - .+ "
conduz. Sempre que m inÍeiêachs teúham sua fonte princL i
pal nas coniunç6es observaüas nas e4leriências mterlora,
iorg" ,mr iendência a dlsilialular as diseordâridcE. eEç4 . $:rr. ' '-
ordãm usual e a exagelar o valor dos casos que a eontft*rft
Como o espíri$ propeneie nahraluente para algryÍ
prlncÍpio de co+t'rnrflade, algum vÍnculo cmscüvo ede
iatos á causas, qr* kolaãos uns dos ouho§, Íav€ütâm-§ê
"qÉfu êse fím. É P* slprir os laçc
arbiràriamente'fôrps-pora
ausentes çue se recorre a êxplica@ ffotô$ós⧠e aitolõ-

§1r

tt
u tl",,l§-'
*;r'I1', '.
i.. . .
-.. : , , .- :_.1- . :..: :_
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à;
L98 cot{ o EÍ!{ s Ârlo B

1o vácuo; o ópio adorrrece porque tem o poder adomrccudor;


Iembramo'nos do passadlo IEr têrmos a faculdade da me-
mória.
Na história do progresso do saber humano, perfeitos
mitos acompa.nham a primeira fase do empirismo; as 'essên-
cias'esconüdas, as'fôrçus" ocultas, rrrarcam a segunda; Por
*causas"
sua púpria nattrlezq essas esquivam-se à observação,
de modo que seu valor e4üicativo nerr pode ser,confirmado
nem refutado p{a otservaçáo ou experiência ulterior. Por
issq acreditar nelas torna-se pura tradição. Dão lugar a
._doutrinas que, ínculcadas e trgosmitidag convertem-g6. ern
'dogmas, ficaado, assim, rad*alnente reprimidas â investi-
gação e a reflexão subseqüentes. I
Ccrtos homens orr castâs de homens torqâm-se. por
âssenso geral depositários e transrnjssores - inskutores -
das doutrinas estabelecidas. Discutir as crcEçás seria dis-
cutlr a autsridade d8sses homem; ac.eitá-hs, prova de leal-
$ade aoe podêres, quaisquer seiam êles; p"or" âe patrioüsuro.
A passividade, a doqilidade e a aquieseência .ascenrlem a
virtudes intelecfuais primárias. Os fstos e ec*rtecimeotos
que aprcs€otâm novidade e variedade sâo menosihezados ou
defornrados, até poderem caber no leito d€ Procusto das
cleúSas habituais. A citâçÉo de antigas,his, ou de uma mis-
celâsea de casos inúmeros, aceitos sem erirnq silencia a in-
t ve.sligaçflo e a dúvida Essa stihrde mental gera aversão
pela mudança; orq o horror pela novidadc 6 fatal ao pÍogresso.
koscreve.se tudo aquilo que üÁo se, auolda aos cânones
estabeleqülos; os hornens que {azor dercsbsftqs tornam-sê
. alvo de suspeib e rr€flno dé peneguiçáo. Cr"oças que telvez
*,' *Für.m sido, originÀriamenüe, o fruto dc óservações numo-
üeas e prrecisas, cristalizam-se em tradiffis fixas e em dogros
eemi+agradoa, aceitos na simples bo9,dí autoridade e entre-
msudqse das concep@ Íanusistae=que acâsú tenham 16-
cebido o beneplácito dos quo têm em m§o o poder.

I. Ver póg, 8á

.-.,;, .:,,_-. I ii..i! r*,,,..*':;iE+l&;+,;§üÉ-.', ;r-r*i.


ô Effim-,e-o @d@ J4

II .- A n&oilo &túfu :

O nÍtsdo ckrntÍÍiio GnpnÉâ a rdk


O método sienü{í@ é o rnatárlo .§ubstitul

para êcse
filo,: ilewnf* os fdoo
efi @rte núwo da
a*#aots à percepçtu.
§e pergunüssomq§ e unil
* ê ág§a sobo
do fundo do poço, quando funcionc bmrba comuq
sâu dúviila rcspwdetia: lPor Para'ête, a rudSo
leria uma fôrçq omo o ealàr ou a pressÉo § ee. fiÊ fizéE
§êmos rotar que a água se eleva, poÍ uma toabe ilo q4qÉo,
apenas trinta e tr& pés aptorimarlamonte , fàdmeqtc resoü-
veria a dificuldade, dzsrdo que as ftrças varÍao eo inteüsi-
dade ê, pd fin, alcençam um lümfte qn quo cocram de agh.
Ou uÉo-uepciopâÍis que a altura aleÉqilâ pçh lpa atpt-
ffids pela bomba varie connarmo o niwl beal s0brc o mar,
ou, den iooaodo-o, daria por srcerrado o caro, c€fôo uar
das c,rrrúosas ano,qts*t de Ere. é @diga a 'trúêa, -
'cieitish 'oomeça por presunir qgo aquilo
Ora, o çs m
mauifosta à obcervaçÉo c.omô uu só fato tota* ê nr "vstÊrdo,

f-
me[oreg.
uma coDÊsáo de cnú§* §

-TlG*s roq

j.

. ltx : '.;.'.3$r;+.f&,$;:'.'
l9í cotto PENsÀr o8

Dois mátodc dc vrriar ac ceadigões

Existem dois métodos de variar as conüções. t O pú-


'meíro não é mais do que uma ampliação do método empírico
de observagão, Consiste em compaÍax, com todo o cuidado,
os resultados número dé observa@ foitas aeiden-
talmente, ..condi ções. À diferença na elevação
da água cessação total dessâ elevaçáo
quan mesmo ao nível do mar, é
Eais qqr eproximar{emeote), silo
realçadas, O progósito é descobrir
quais são Pres entes quando o efàito
se prod üz,ea nao se poduz. Substitui-se,
mtão, o fato bru esses condipes-especiais. Alguns
dêsses dados, mais e exâtos, darão a chave para
compreender o Íato,
O método analítico pela comparaçlo de casos é, entre-
tanto, múto difÍcil de empregar: prrecisa-se €speraÍ que um
certo número de caqgs diversos sé apresenteú. E -mesmo
-que
com tais- casos em {, será duü,toso variem justamente
nos pontos em que ileveriam variar para que se elucide a
que_stão em suspenso, É método passivo,- dqrendente de
acidentes exteriores. Daí a superioridgde do àétodo ativo
ou _experimental. Mesmo um núirero lffiado dq observações
pode sugerir uma eTrlicação, uma hipiltose ou 'teoria. Íra-
balhsndo a strgestáq o cienüsta varTa lntennlorwhnente as
condições e registra o que acontece. Se lhe sugoriram as
observações empíricas a possibüdade de uma csrãxão entre
a pressão do ar sôbre a água e a elevação da {gua no cano,
no qual não existe pressãô do ar, êle fa4 dúSeradamente,
o vásuo no reservatório que contém a á.gua e repara que a
* fsucção" não mais se dá; oü,
também de cãso peosafo, aumer-
ta a pressão atmosférica sôbre a água etbb'rárva o resuitado.
Procede, então, a experi{entos parã calorlar a pressão do ar
ao nfuel do mar e ern Uutros níveis variados é compara os

- l. Os dois parágrafos seguintes rspêt€m, para €f€ito ils presêútê


discussão, o quo já Íizmo notar em dife'rente càtcrto Vqr pÃg. 176.
o rrafurco ,E o olilrfu@ l8ü

rc§ultsalor do ncícrclnio baro.do ou üÍcneomr Ínc$õcr


côbt certo vohrmo do ógu+ coo o rsultrdc red@ntc
obtidos pela observaçâo. As obseruações feitae em@õa',
oaW.ac, parffio-se ila umq lükt u, fu urú @tb, oonsüL.
twn agrpünentaefu.
A êrylerimentação é do trcimlaio
cientÍÍicoi yuque ajuda
Dum cooru[to infomo e v88o.

O olpcrincrto etrenge
Posar erpedmeu
iIIiI I,Iocesso
é, PoÍ conseguinte, Pq ao mê§úo
tmpo, dt utálbe e oíaí,ew; ülenot
técnica, da dnoimirafo e da fenômono
bruto elevaçíode-Água-na-bobede+uc$o rsolvese ou ür.
crioina-se em certo númoro do variáveis indepeudo^uter,
algumas das guais nunca aDtes obsorvadas, ou nuiea 1»nsr-
.lâs em conerão com o fenômeno.
E assin que se rele 'oona un d&*-okootc - o p&o
da ahosÍera - coo chave do Íenômàuo totrl Êsce docon-
tarüamento é que c@stitui a uúltse.i Mas a'rtnosÍota, com
sua oressão ou 'aeu oêro. é Íato oue uão ss coúina ao fen&
-*ô * qm* +"úua-se tútas vêzer - lnlo monoq
podê{o cnddr8r - a erêrcer agáo en quitoe ouk aaso&
Estabeleddo quo êsco Íato, 6o nilfusul,o qro rÍo se pcúoôo'
é e essêocÍa, â cürve tla elevaçáo d. ó8u; oe bmbÀ, o fgto
do funcionameuto desta é gs,sirnilado á totlo uü CruPo ilê
ouEos fatos lnohecido, dos qgais 8ê acüava prloitivemeote
isolado. Esta assimilação coDsttui a sfutee.
Aindt mais a IEe$áo atoodérícs â Ppf qtt.viez,; uD .i'
dos. aspectos de uu'dos feriôoenos mais cdmunrr o pêso oü
Ç sravidâde. Ê stà qu,e Bo Eaagforem, à'crioddoiação o
ínteroretacáo do caso ?elfuaner/A mro o ercopcional da
asoirãcÃo'aa ern a as coclusoes qlil!€ apli@ ad fenônreno
ooinú do o&o.- VeriÍtcr-so qlr:e o fàômcDo da bonrba
asDirante é áa mesma cateeorif quo o do siÍ[q do barôoc
tó, da ascensao de um bat-ão e & uma multitlío alê outÍoE
196 eol(o pENsÁttôú

19 * .quais,
à ryr*3r."*ry, não paneee ter relaçãq É
ocse, outro eremplo da função sintótica ou integraaté do
Peüsâmento.
.,.. S"§oDre-,o
Eu@ lgora à superioridade do pensamento cien-
ldu* empirrco, verellos que se tomou ela.,rtis slâÍg
a Dosso espírito.
Dhnitwiçü_da§ dc êro, §ubfituindo-so
o fato total, brüU,e ameate coúuso, da a§Piraçao da
e espcífiln da pÍessÃo ahos-
§0 € agescentâ-seuE eler_f,ento
de. crttoza oÊ. o é complero e suà com-
plexidade é de grande número. de latôres
e ü6õ ; -tôda descriçáo que dêle
se pode fazer é, po1 conseguinte, mais .ou metrog va gae
arriscada a Por qualquer mudança iúpre.vista
das circuns tâncias. O
da pressâo atoaodérica
ot ttos
- um fenômeno
isolar e &atar com següança"
CaWciddp ilc getar o We é nooo, Se a anáIise dá
mais certeza, a sinte$i por sua vez, proporciona capacidade
-O
de enfreotar o que é novã e variávet iê*o é r,m fãnômeiro
-oi16 rneis comum que a pressão atnôdérica e esta, por
suâ vez, é mais cmrum que o funciqimentO da bünba-de
§ucção. Subsütuir um fâto relativau&e raro c paÉicuLu
poÍ outÍo cornum, freqüente, é reduzir o qu6 na uforência e
novo e excelrcional a -casos de princlpi,o Ê"ot ?amiliar c,
" de inter-
por esls mntreira, submetê-lo a coatrôle para Íins
pretação € prerrisão.
Como disse o p,rofessu llres: *
. Pemsemm ao cdor como El,vinqfúr e o euê é verdede
a Íe6pêito do uovimento tarobéo q raô a recp-dto do ceür;
E& poÍ uma só eryortàda dé cal,lÊ tÉmÕs -c@ de movt-
E€uto. Irnrgryrarnq oc reio! quo atrümam esta hte com
caror de desylo c6 rtJsdo § perptqdictkn ectemoe sub,s-
. ütuirdo a bnte, ooâporrUvamentü Éruco fentüeÍ, pelâ noçÉo,
.* €EtÍêúnâmto @1di d6 pudmç*- ne rlteglo & irns üríha;
'. .'. !c@ dâ qu"l taoq cads dtr,- ntmorod au4r.bs r
t. PqMog, wt II, gg, BI9.

. .'â{ r'! ...*-.


o EúE) E o cEllTfo|Êo W
O Wqêw peb ítlwo. A mudeaça'& uoa atitudo de
cooprvadora coáflança no lnssado, ne rding e no cctune'
p".a atitude de-fé no progrcssq peJa regulaÉo iokfi'
-;
?ento das cvndiç6es existent&, é, naturãlmente, o reflero do
áeoao cienüfió de experimoobção. O nétodo 6@Píry
inevitÀ*hente exalta as influências do passado; o método
soerincoul pôe em relêvo as possibilidãd* ab futuro. O
.êtodp errpífrco dizr 'Eqoc,Íenfus tet núwro sficientc tlo
casoo'; e b-método experirirental: 't -..row$torrto, o aparoci'
mento dos casos-. O-primeiro dePqd! *. ry* Dstureza
aG areEente, por aao§o, certar cmiug6es ih drcunstarcias
o r"gi.{o esfoiça-se, deliberada, intcoffieqÊe' Inr tmzer
a coiiro$o. enaça" a êgte.sétorb-;'a id&* ilo lxogresro
rocoho a sanção cieotÍfica.
t
''. O pcnsrnmto cicrfÍ'r+o exftúc-rc r coiddoor o
imcÚirto I o irrPcrrtivo

A erperiâucia ooúutrt é ' granrleoeoto cotrofaaa paa


Íôrco e mia inteosidsde diraa &s ôivq[as ocorrêocias. Tudo
a"íilo dn" é brilbante, subitânco, ruiiloso, atrat a atençÉq é
üào cdo fuportaote. O que é apagado, frrm o- pmanente,
passo dÉtp€úcebldo, é considerado de pruco vrh. Â crpe
'rler"U mde a conuohr o sto d€ pmr mais
oe)u @ "iumrtt Ae ffirp &sta e ffi Oo go Petas
ã" u-" leportanao rffi. q adoeitr quÊ DIo Pdcn
prcvcricrohrrlnofÊt@, eqg4wc*fuihc
'roat no-oómtol õnr cesm dc !úe'
"ryrrtol
Não-hl-dúr'ids rlo qus{Ds GoÚnulot udu PêrdcÚ e
r* it"ãt"t"; dt tà Drãdo úddcuÊq'dtlo €Ô:h'â
oc d+
ãroíii " "ur"ffiac dG tícrraÍ; sô@€otÊ', B nrbú-
dtnJ; i"r;S"to m Go ii raao € fiúro. Ün acocc$
I*
-"oo Urúr*to, r"qir'., pode-U inPoreo ryr-oq qqc
outlo sdiêDtc o sgmecelerl- 8Ée SdEo PdÊ p7 íadice de.
nma fôrcr ouo !o oxtinguq c o outrro' ffi@tüq PoÉ! r r,,
-, '
iniü.rÍiho.: ,r ._,,, .. ,.?,-,.ri.: ., ,i.i

., i

lÁiâÉ!,t i#
1S8 COIÍO PEN§ADÁO3

. O que é primacialmente necessário ao pdsamento


ciontífico é que não seja escravo da tirania doi çtímulm
sensoriâis e dos hábitos, e essa emancípaçâo constitui tamM.m
a condi@o necessária do progresso,
Consideremos a seguinle útação:
QuqSdo, -em um espírito reÍIexivo, surgiu pela primeAe
vez ? .ídei^ _9e qug 9 águg em moyimento tinha uma pra-
griedade -aaráüoga À I&ça hum"." ol, à fôrça gDiÍtal hto
e, a de fazer mover outroE corpos, de venoer I inércie e a
-um
resistêocia;
-q"o"do.-a vista de- rio fêz pensar, gragas s
&s€ Ponto do semelbanp, na fôrça
dasso de f&ças motoras origiaais; e, "',i"'al -- enrlqueceu-se
psnitindo
a
ãg ctrcunr-
tâncias, êsso poder acrescldo-pôde sub§tituir ouüos. À com-
preensão atuà!, familiadzada -oom rodas hidróulicas e balsas,
pode afigurar-se ertÍemametrte evidelte &se slmile.
Mas se nos pusermos ao estado de eqphiio da époce em
gu_o- a água conente__ era simplesmeute
-conbecida
por rau
b{ilho, pàlo cet marulho e pelai o&las iteoutac1ea oic taztz_
ggmpreeudernos fàcílmento'quo Diío foi põquená estôrcó
identificáJa com a energia m-uscular aElnal.l '

O valor da abstraçõo

Se, a êsses aslrectos de evidente DatuÍeza sensorial, adi-


cionâÍlos os dlversos cosfumes, as diversas exDectativas
sociais- que determinam a âtitude do inüvíduo, fareàos plena
idéía do mâl que repres€B.tava a suieição do pensamento'üvre
e fecundo às considerações empírica;, isto é, à exoeriêtrcia
Wssads e à e'<periência mafu oü menos descontrohda.
A abstragáo é elemento indispensável, mesúo ao pensa-
mento comum. Enconha-se err tôda ürÁIiss, em tôda ãbser-
v-ação que destaque, imprimindo-the clareza, uma quatidadg
dentre a vâga mâncha em qü se achava sbsoMda'. Mas a
absüaÉo científica lança m6o de relapõee, que, em nenhun
caso, seriam percebidas pelos sentidos. Seu ôarúter estrá bem
descrito no hecho citado de Banr. Houve dguém, capaz dê
arÍaDcar-se âos aspectos aotáveis o quase avassaladores da T
água corrente, para apreender uma rélaglo, a da f&ça im-
IruIsiva"
i#:
" pá9. l.49eB§.Í The ceinsec etd fuM
(O-griÍo nío eetá m slghal.-)
g.a odição emericaDs, 1970,
oDchú@EocuNrfor@ TB

Às'Sàze§, âv€rtun'se umq noÉó de úctraglo, qrc orqdb


sca orglcdado. tornando-e intelectuatmeote irrelevaúb:
*oõ*"u-oo" a abstação é simplesmente o poder de atentfer
a'determiiaaa qualidade que-j6 se reconf,eceu no-obJeto,
ercluindo todos ôs outos u-aços i aspectos. Embora êsse ato
teoha t'alon práüco, e,rr detenmüradas clrcunstâocías, o valor
lógico da consiste, porém, em caPtar Elgtna qtu-
tJade ou "titt"çãó
relacão absolutam€ntê não aprmdida antes'
fazendo-a Fol ato de absEa$o notar a. idendalade
morfobcica'"put"óo.
da asa de um ússaro com o brago ou IErDa
diaileirã de um mamífero; virificar quc â vagem da ervilha
ou do feiião é forura moüficada da fôlhe e da haste' O ato
de gbsEair eraancipa a mente dos aspoctos fariliares predo
'-úoto qt poü' sua farti[aridaile mesma, a- imobilizaur'
",
Âtrrvés, dl'absâtaçao, o espÍrito toma-se -caPaz de mergulhnr
[o que iá é conhecido, ú busca de alguma qualidade ou
rela&o ;áo conhecida, mas, intelectualneute, muito mais
inpórtante por possibilitar umo inÍer€ncia mois anel{tica e
mgis extensa.

A rfunifkaçôo da "exPeriáincir"

O têrmo enedêttcil pode inGpretar-so seia cm r€fe-


Éncia à ,AarAá eú*à seia dft r€f€Eêocía à atituile
eryrnar.tat. e eaperiênaa úo é cuisa ti$& -" fechadg
é viva e, pdanto, cresce. Quando dminaila petro passado,
pelo eoctume, pela mtina, opõe' Íreqiieotomerto P Sy: é
iazÁvel, ao qu" é pensado. Â erperiêrcia ,ncluf, Poiém'
qinda a reflerão, que nos lftffrda ffluêocii oonoeentê dG
senüdc, dm apeUtes, da trufião. Âssfu, tüDs'§o capazdo
i acolha e assioilar tudo o que o pensmerto mais oxatp o
Éi
Denetratrto descobre. De fetq a tareúo da duccçlo podcia
* 3e,r definiila como emancip4ão e .laÍgamenilo dr e*perlCo-
cia. Â educação -quê t@Ê o halÍviduo
eoquaato reldv$tr€dte .,
olástico. antes cxperiêncies isoladas á tc*r'r- clrtatiza& |-,.,
í.pg-"* a" toãa-toi irremeüÀvelmnre erasrico-m er{;"=-
hÁhitos motaic.
a

â#i!
2m col.o PEN I A r.O8

_ A aütude da infância é ingênue, admiraüva" e&erimer-


tal; o mundo do homem e dõ mtureaa é, p*'"
"Ã-;;;.
M&odos acertados de educação prese*a.iam e'"p*ÍâÉffi
cm isso abrevianilo, para o individuo, . I*to
essa aührde,
Irogresso da raça, eliminando o ãespcrdÍcio prúodo da
rotina inerte e da indolente dependê-cia do iassado. O
pensamento ebshato é a imaginri6o, que vê oi obletos co-
-
-nova luz, abrúdo pnoiamas novos para a
nhecidgs sob
.
experiência. É então que o erpeiimcÍnto segue o câminho
nberto e verifica o seu ialor peàanente,

r,t*

rl

5'liÍi.íáa*i.ir.-. . ,-.: rl!k!


I
, - .. ,ii-.

.i ',{*..:1;,
:n.,..tr:i;rí:,; ':
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I

TEBCEIBÂ PÂRTN
*

O TfiEINO DO PENSA}'IEDÍTO
*
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-+..:r r'ri
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.dqd ,,.,irt:àj*lú i i':'"..§t


t-.__

Neste capítulq vâmos r€uofr o ampliar as constile-raç{co


já erpendidas- em difere,ntos rpmtos dss Égtnas prccedeatos,
io ocante à relação @Ee o aúo o o PaidruÍb. Soguircmo+
mas não hteiran€Dte, e ordein que se obserra no sér humano
em desorrotrvinento.

I- O prltruiro estágb il, úlolfuilo c_l


á..... cL. s
"En guc sgtará penrrndo o bóêl'

 vista de um bebê uitts vêua, a


'Que acha
ponder de
êb
m.
rÊ ile tal caráter;
e, teoos cÉrteza
sôbro seja o iaterrêsse de usa DOVA.
§eu dtmtoer o colPo, ofim
fTr! $re lhe codor-
tÁvel e effcezmente a seü tirêio E
 crimça fu quasc*tuilo a apender: nc, orvir, alcen-
ger, peBE, Éaleoçar o cofrarartar-se, Tdrr, e mais alndÀ
E mermo oue eia nerrda&-oue oa r&ec hrmam têm malor
número ,1" .oiXí"t iastintivá do qlrc 66 rntneir iddfutq
é r,erdado, iguahqte, ÍIre as téDdêocigl iostintivas dos
homems So ruito menos pçrfeitas c, em maicla, qgss Dão
se pdcry usÉr ürtes dã ine[gatcmm cuÜhedas o
dirigdas.
Depois ile dgurs ensaioc, uru Éqü{Éq guo-eaba de
sÊ do-óvo bica ã come sra quiltrã ctÊà,triu hohili&de
'cdmo tm qualquer n* 1pstef,h,r.* fli* Ü ato êsse guc

ii,
w !r êoiÍo ErrcSa.xor

3;olve.ury corplicada coorderyçáo dos olhm o da cabeça


IÁ p*
a criaaça são prccicoo aISs mes antes que oÍ)meoe
I alcansar os obietbs Í1u€ vê, e DÊ@ssita de muits serDatres
maú prrâ aprender o aiustanento que lbe p€rmitÊ pegar o§
obletos com precisão. Talvez não -soya verãade quê, ão

de l1tra, e criança do"íe p"p, a luq mrs o ccrto ? gue prr-
gjsa de Ionga pútica aites- e poaer deterorinar se ud obi*o
Ihe é, ou não, acessÍvel. A proi"çÉo ins6tiva do braçó é
provocada [rcr uma excitação visual e esse teüd6ncia ó a
origem da capaqidade de rlcançar
meote; no entatrto, o êxito compkto -e pegar enta e ràpida-
dge obsorvação e
seleção dos Eovim€ntos apmpriadõs e sua óordenação com
vistas a um fim, Estas oryrações, escoVu e cootdaruçõo cor*-
clanle, cutstituern o perlsat, embors de iratureze nrdimenh.

Dorninar o corpo 6 um próhmr foitrhctral


Já que qrralque_r desenvolvimento ultorlor só é possível
quando a criança domina oa órgãos físicos, êste problema
Ihe é tão interessante cq importante; e rcsolv&Io'constitui
or«plente disciplina da capacidede de pemsar,
O coatentarnento da ôrírnça eo epruder a servir-se de
seus membrog ao EanE)ortar aquilo quo vê lnra aquilo que
poge
1o ltger sons a ímageor visua$ c aetas r inpnocsãec
gustatives e tácteis; a rapidez corD que so d€selrrrolvd a iDte-
ü-gência durante os primeirm dêzdto- qses de vida ( quando
são vencüIos oc problemas fundrqetrtefu rg[Éivos as- domí-
nio do coryo) tudo isso prova gfit'tcntome&e que o desen-
volvimeoto ilo contrôh ÍÍdco n6é rma equAfte Íísice e,
sim, upe aqrúshÃo inetoctueL

q--rh*urüp leçhb tqÍr.B-re loÍo hrrfs,§Frr


,So é vedads que, no docurso dor pdmeiros Eêsês, a
qriarqsrs ocr*g Bip4*€nto corn apregder â ucar o corlro
para adetriler-cq cdà&rrtÀvflnote Es cmdlSos físice, e tu-
'!

r*.:..,-,:. lirr.n*r*;- l
{
A EID'IE J..;d ENi^rerIâ:"
i
!6
vir-sê dG oblotm cm hb$iH€ o eficáda, o rfntmenb
sei&l é iguelrn6fig de gfaddo
É cm euas Íolryõ€s cm c peir, o@ e E'p, m o irmfo,
conr a iroã" ÍIue a eria!§a epnodc oô sinais quo Hieu, qtro
e fomo ho vai ser aaciade' o ualcstaÍ íín'in*lo, str -r,Ei
t€r contacb ooo uma lu4 rrye côr. um eà agadáid o o
quo mais rcia. Suas relsçõG!,cbm o rcb fÍrico Éo rÊgdd8t
Étas pecqte| e logo ela !.eriftoa.ÍIuo ú p@Êt úo & nd§
mair interescauter, obe tode o ob@ guc
a oaBcarn
Ns éa tinguagem a adaptação gcdra
vincntor ds o doo Iábúq aos son oÍ'ldoq qútb §o
bma o d6 sodel: EOrIorS
ooE o (
s.ggrmdo:arc), a ;@rqp às àÊs
d$ÍÉS itê§pf,§ ô m m,q§ dri
a ila Sou
ds
o&a o P9 t* qtros e
o hreF q qlps adnu g. E
qr cinco ilÊ
linharr da
I tÊ.1,tÊ , Eac
dc ,8.
tds etfuiloc qr indo
oat[ab do íbhs,
o GI{EüO
doú' ffi
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etcúção
cdE Nro
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i
' i;-tr . ,'

síL
i" Dâà...
.íi.,.,'l
r:"1i-
t..-

ün colío PtNaal[ol
t
O pepol da imitrçõo

Á inttaÉo é um
) ml
tão
progrtde
tarit para isso, Sê aprernder ad mdo
dos anemedando, os ,atos oxte-
,T(ECS outros, Er{] eo kabalho de I'€ns8r;
E ssberíamos, de aprendida n imitaçiio, qual o
significado do quo
*
Educadores (e ) mütas vêze, quo
o§ atos que o dos outos \L-.1
por imitaSo. Todaüa, uma criança rara-
aprende
ll r trt rtll] e diza que §u9
irritafÁo é inconsciente é de seu de vista,
Dão é lIr'TEt Às 6 gestos,
ciúiúryiÍ)
de ade-
satisfefo
Possuindo êcse fim ç:l

como observa os Êcontecimetrtos aafu rais,


rugestões quarto ao meio de realizÁ-lo. dor
l.j
OU Dãb qliniáo
assim, a 6§coú€r,

,-rÍil da
fii.F mtumil do meio
onffi; mais cxataoente aiustodc às necs.

t.t ,VG( píg.'tq.!


-=.-=rr-1:..:
s
- -:,
'r:?i
.xt'

. aÂffir4lryIoDmr^l@lle: sr'
Ç
sidados do uu rcr humano,, qtunto cáo me& ricos- eelhor
orsanizrdos. ucis complexos. permitindo adaptações meii
-ãI"áruir e'produzindo^novas têagoes. Mas - utillizando êsses
esümuho a 'oiaoça seguo o$ mesmos métodog que quando
forçada a pensar'p,ara- consêguir assenhorear+e ?o fróprb
corPo.

II.- O Mnqwln, o lraWho e as fonrws altns


il.e atatilade
*
A tneortSocb do brinqugdo G da rrodadÊ ds hfoÉaÍ

elas vivern, 4áo.curt as coisas


materie§ m* no. vasto dos natural e
social,
cavalo, de de

turaÍ1.ÉE
cdênçâs rlr@eue ih' â
I
oêpcta mútsa ite váriôs
i
I
1{
L
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L
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g0B' c'oiÍô fcrreúÉi: r,*

Itvrer' são domiueilu por c€rtoú prfudÉos de coet8reiqr e dc


unldade. Têm um pincÍp@ ú neio, uui fim. Nà iOco,
regres coordenadas presidem so! divêÉsü Êtoú mêEorrê§* ê
o enÍeixau em um todo «Eero. O ritpo. r cmrodicâo. a
eooperago que fazem parte ds mai6iá áos t"tirü"itcÉ ã
jqgoc, também trazem consigo une orgrnizaÉo. fra<ta há,
pois, de misterioso nem de míetico ne- dosooberts feitr nor
h.,ÀtÃo e referendada por Fhoum. de que o b,rtmrredo à o
principal, quaso o rúniiq neio educeüüo, &Eastf a peni.
aice,
A oonlde ite bífrrxar é fato mais inpqg$otc do que o
pnóprio brinquedo. E'uma atitude de # oquaáto o
brinquedo é uma menifesteÉo értcrlc partâfdt'e, dêssa
atituda Quando as csisss são trata&s rpcáú mo veÍculoc
de sugestão, o quo é suserido sobr,eoufrf a dr.
Dãí ser a a-titude hidica uma efoí& ae merAaae, O
eer não se prende às parUnrlertdafu ffiriÉ dtr ã"i*.;
não se preocupa co,uo sãber se rrma coits "siSÉúffêa- reelnrente
o que &e- a faz repromotar. Qtnrrdo e ctlnfr fsz dâ vassqrÍg
uE câv6to e, d83 csdeiraq eanu8, â&â iodikceote quc e
nã9 seia'un v#cÉro oavatro 6; I 61deim,',*s
verdsdaira locemtine. Pára qu€ e tffiú De ÉrfoeâÍ
nA @mo, p+,. €m ub*rfuia @' gri" gu" e.*
g6cto d&c oie, ao Ia& do EuÉdo rd, ur-.srnfu brôgtu&io.
crra?re (1uê a cqianp possq 106 p@oaat dr 11fru&
;' õ UrA:
pedo plra s *Êude a tnbeUxi
' ' '' -- .. ' .i -.
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llo coxo PErSltrot
ceso, o Eabalho não acmpanha pensaúooto alguat a advl-
dade aão é ve.rdadelrsmenté refleiiva Ora, ooõ fl-+imos, é
1 fl"çáo_ meios-coosegüência o núcleo alê tôds Sigoifcaçáo
O trabalho', no senüdo de açÃo lnteliget te, é, por ãoosezuin-
tc, altnnetrtê educativo poque coatlúamente -constrOi ãanf-
ficeções, êDquatrto, ao Dcesdo tempo, verffice-as, ap[candã-as
a conüções reais. Cumpre, @ffianto, que o ãdulto Dão
irrlguo o- valor de tal ativiãade {a parte da'criança" seguado
seus padr6es costumeiros do valor- do proiluto; ii I"a
o
atividade lhe parecerá quase sempre dá pouca imoor[ância."
-de
Dcve fulgÁ-la ão ponto visrâ ào planô, da Uvàgeq do
Gngênho, da observação, exercitados pelofimafuro, tendo
scrnpro em uronte que aquilo que ó prre êlc hfsüódà wlhe
podo provocar emoção e pflsamotrto na crlança.

A verdrdoira dbtinçõo entrc dalho o brinçrcdo


- Â essêneia da diferença cntre brínguedo e habalho po-
derá ser esclarecida se a oÍnnpararmos -com a maneira miaic
omum de expô-la. Diz-se que] no brinquedq o lnterêsse es6
na aüvidate em si mesma; no trabalh{ o htcrêsle re dirise
.pa q6flcartp ou resultado eE quo c\rlmira e ativrdale.
Iôg9, ô bring$o é p,urame,nte liüe; o Eabalho se preude
, ao ílm a reall!fr. Quando a iliftrcoçafapreseroda- dcsa
maaeira lDútüi estabelece-sg quase leiUre uma soDaracâo
Íalsa, ertifl.irl üEa proc€úso ê produto, enç'e edvi'dedó e
rcsultailo p6egu*, - A verdadeira rttsürÉo nãe ge dá
ôtttlc F'n intsrêss€ pela atiúdade eur sl moqra e um lnte-
rllnc pelo resultado externo da atiüdade 1ft|4 mEe o
, fpdrê Ixtr uma atiüriarie tal c.omo dmtmomento a
;5mcntq e o intcrêsse por rlltra rtivLleib em rchgáo a um
'itm, nm rcsultedq advídade, ffiqrp posstí uur flo
do continuldade Í1up liga, umas- às ,ft§, ," iras rucessivas
I
i
fases. V&so, pois, que tatrb o E&bffi oomo o brlnçedo
podem representar rrm ia16o6*" pela aüvlihde'em d máma'; l

Ear, no caso do brlnquedq a atMdrdc quc leccbc o inte- tI


il6lo 6 Eeis ou m@o§- casral, scguú o ãcaso dar drcoac-
0trclm, fr capdcüo ar rla a*arÉaC6o albrüq ro caro do l

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§ci'
:Ê' !

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l almÀEr..r. o 4r*rüLto trt
trràr&ô, t aür,ldads fica eoriqucddq pelo rcoo d" grs dr
m lour t um Íb, tnpfita o dguoe ooira
'!{lo f6rc a úcuDsdtrcio dt quo o &hr totir ah ruls.
Éo üta er etltudq dc búhqgodos c de trabn[o.-lc t@
liaado r dí@rr hfclizct pródcas elcotrr+ Breceie rp.
oãm mnffuno inddr Do iroato dc üst8 Ed; r,ecdrdoea
 prqruârdr Issuru, tlotrivê26 Eotada, obc o ]erdio da
Iafâoú o r acola rimária 6 prova de quc e disüDÉo teffi
h w@nai§-Fótica+ -Co o dtulo do trbqucdo',
o lgüio àê IDfâBir foz-rc bdcvidaocotc tbbótqô iEs-
gídirno, reotheoteü orbitátio; ê, con s itcomlneflo a*i-
Ie d.'ürbCo", r escolr Eilgúria eotéo ouitrr tzrrafcr
dedc;'e ó".tr prtlris, rínr tostdadc tão raotr quc ó
o cáutedhn, aãõ a crhnçr, labo quc eitb ro fir.
rrl
c ta.arr md! êtEto 'serr C€ii Ag
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r.rlqrrir]
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Êiâ ' cõrto ?rt.ri.rriit. ' -+

submeter o desenvolvimeoto da crionçç s bhêEcsi uetorlaa


e púticuo; ao passci (dizem) qpo rÊpmfudÍdú}ffiÊd
a üda dos p6ssaros e de outrm enlIpiq, ar daaúiêr dos pBü
oom os filhos, a aüüdade do operâria, do nepciante, &
cgvâlàiÍo, do soldado, do in;Eküildo, á Errrofr ueÍf\no
ereriício do espÍritq exadcio"de gr*àds üebr, tgrto moÍÊl
como intelech.ral. Freteudzu*g até, §êr supeddivmeote me.
üeiial e utilitârio faeer a eriança dsntar 3@üÉ e grddilr do
deienvolvimento das plantor, nô ;rirdio ilé laftnciE mrr
fazê-la &amatizar os dtos de pt*t"t, 6hivsr, ceifer e óocroÊ,
setr instrumentos reais, ou .i* *UrUtotoe ;úbeê"r,;d,;
çsrá s imaginaÉo e a aprgüção espiriUalftEma üac,
liarcos, miquiaac, ficg'r:r rigoro5qtúênt€ 6úchkbr; @mfE.
dam.se, porém, cubos, bolai e qr&e sffi&. Elra ruoüa-
sentar ai aüvidadêÊ soáis. Orrrsüo wÉ iffiuirdã o
obieto material pera e fioalidri[a furÉde -'uai cuUo a
*yr + [r"q p* exemplo - m*ior re m1Ée o epdo para
+ lmloinssôo .' : ..
YÉrioe sros 6E:isteh uess8, üáiBÊüÊ..êB
túo coü'o
,irresü hes com ô. Sá
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. ô,ttat,
,'d, f*lbá €q ünib
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dnd* üundodúefu

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lt4 coLo Prtr§alíot
e da agrouomta; r quírnica associou-se à ftturuia, E€ts.
lur$a e outros ramos industriais.
-
, Por sua vez a indústria moderaa é, quase totaheote,
uma aplicaçâo da ciência: a cada anq rcduz-se o domlnlo
da rotlra e do enrpirisrro cru, gaÇas À Eanderência dar
descobertas cíerndficas para a invoÉo lnduotriel. O carro
eléIricq o telefone, a luz elétricq a móquioe ê volxrr, oon
tôdas as suas revolucionÉrias coseqüêncio para o iuterdm-
bio e contrôle social, são frutos da qiêEciÀ-

As oceprções crco!.r€! _ prqorciontn De$iblf,ddcr*


intdectrrb
Êses fatos têm graade imporüacia educ&al A
maioria drr criauças manifesta notável proporão Bra a aü-
vidade. Ás escolas adotaram tambéE- J pgr d2[ss rneir
utiliúrias do que esbitameote pedagógiees j un grande aú-
melto de cmp,reeodiromtos ativ-ot, sgrup0do, emlgeral cob
o noEle de babelhos manuais, e- iãcluindo iaidinogem,
aanrsões, vfuias artcs SÁficas. Atuslnoote, o prdbleme -edu-
cacioal mais urg€Dtg talvez eeia o de orp,e"iqr o 1Êr em
mútua conexão es-sas matérias, dó modo que-se tom€m- insku-
mentos de fotmação de bfubitos intelech& ü.vos, persistentes,
eficieates. Becoúece-se, geralnrentg que tgis qüvídades epÍo-
veitam o que há de maÉ primário ã üab nas tendên'cias
inÍantis (apelando para o seu instinto roalizador); e -para
iá se
vai reconhecendo que consüfuem ót'ma oportusidadd
orercitar um sorviço soci&l €úioiêotp a FgtEfo,4e sÍ rllesmo.
- MT- podem também ee-r aproveihdas pare apreeutação
ib ?,úlaus típbu qw ilewm ur ofu fur rcÍbin
â@ psmle y;h qt@ ib qn*túot ihfç
ndlvdtpr*o ryozt ü'laoqr.raidt tsde. a nqia
,údg-ire
n* ecpefulfrút Na rcúdade" Dão €drb )
nerüum meio mÁgico que qarantâ rcaúndc intdectrrafo à
thpl€ú aüvidade-físice- ou-hebilidada Bnrrrt t Tão fàcil-
Írcoto quaúo ac mrtórias liwerq* 1& as Eerat8t !€r

,':'1'1..3 v* pdgt ü9.


.i-=---"8-:=E_-":_*lTJ"i.r5. _

* ^*iilfu*l ,,*i,ô rraüeiiúrno,, O,


.

osÉaa&* pela rotina" pela ÍmposiÉo, pcla crytu@' Mas


;,i";lá""Íplú"' iri úú$. üt"t@o o àrsoautivo -
em iardin.ce;Ín. óozinha, tecetagcm, colsas @iles É6 teÍro
,, râ",Iuiti - quo hurxÊúú6 offio fnevitlvol És§hhdê náo
J ,m ,"** de conhectrreotsc de ÍmportÊ@a pátice
qtÚrc
e
á"dfi"c m botênt q, zoufogA, qgldiee' fhca Ó
oie"ár., má também (o qup õmaii hpory) dra fadi'
ut'íd;áá c@ mÚtôdos àe iuvesugeçâo o povaie*perimental"
Todos se queiram da sobrecarga dos pqogruf da es.
ã"rr*t"r.'- Para evitar nma vãlta reatioõáriE às kadi'
"ol"
;G ãr"*ãrit do passa&, urge rcotgar#-hs na base
âáiffiãJra"a*-htltteret'lsú
-Nessa dü düerãDtcs EtÉ6t Ítrdtu-
,õ*"ã-*,ú--É";.
-meios -p8ra
prwidência, mais do pe.go outcs,
***ro.fu aptos transÍormc e erlnr$eia eega
;'*ürt ata humô*ds'de esr esclsrêcÍdo ã eanmc*pgdo
êxFàeàêúto'

Condt$e üúaÉÉthô prnit!Ê.t, c&olfu''* t!ffi{' '


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Tg.y,,ry llão é üfídl er"eFEB, qu6 eiqu


TParês oe e,qlq&,.-ao nesno üupo, ;renresmto
-agradEr
algo $re Vâlha por d tHfüü na vide-
 terceira coai$ollutmto só uma ampliação do
SÉo aggra coDsderado) é a de que o I!Íqts{o, âo áo"rso
cê aeu des€avolvinerto, altrqêote prótrmei quo despertem
novas _curiosidad*, €"iiaü brucs- de inform'acões. - Nadg
eriste de educativo Duna.atividsda por egradÁvel que seja
qtq Sye não dirija o espírito para ioror -canpos. t estâr
Éo podem ser peueEados s6 aão se iaduz a úóte a iodaga-
Ses não artda-co$tada.X e se ersâs Indsg&çõer não ryovo-
câÍam a sêdê de novas infommçõcs r s úúdss DeL lLet-
vagão, pelr loiAra, pda c@sultr a p6rit6 * sâ*toF

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sl8 coxo PrNsá,ldos
' a
Rohgõo corn signiÍiceçõo diretr e-hdirtr
Etrtretanto, a márima tem um siSnificado que, entendido
o completadq determína.a direç-ao dõdesenvolúmánto ló$á.
zcoocreto"
QuaI é esta significaÉo? O indica ,,rna siõjfi-
cação nlüdamente extremada de ouüas significaçoes] de
modo que fàcilmeote se apreende por si memó. Oúr,irdo as
palavra$ mesa, cadcíra, fogAo, usrco não precisamos refletir
para saber o que signlficaá. t Os têrmoo árpri-Cn tão dire-
tamente.a- significaçãq gue não requer &fôrço algum o
-
tnkpretá-los. JÁ a rippiÍicaç[o de oitres Dalaúes Consas
ú se apr,eende- evocan=do-se prÍmeiro coirai -atr famürs
e pocurando-se em es- rclag6es €okc êles o o quc nlo
-eegrride
conrprcendemos.. Num senüdo aprorimado, o prire,iio Upo
do signilica@ é coacreto e, o rclundg, sb6traür. . t

Depcndênçh do rúvel bt lectu.l do indMüo


Para quem esteJa bem familtrrlzado cü a flslca e con
e quÍmica, as noç6es de fufi@ s de atoléafu são absoluta-
mente concretas. São custantemente Wegf,das e náo eri-
gcrn cdôrço mental algum pan aprceodá jquo dqnifi@D.
Mar o profano e o púaciphnte il4 nfincin ra5cdÉD bn
lrrar-se primairo do. colser que Ihor rÉo ba
cahecideg.-Álém
oaro
o seguida sf6tuar rrma lenh tansferênda de mUdo
disso, os têrnos átomo e molécule co4@ fà.üBoto o risco
do perda sou senüdo p@oscrn@to athuirüo. se desapsro-
cercq do ecpírito as coris-as bem coúecidrs e e liúa de ^taD-
aição entre elas o e uoç[o ortranba
Dá+e o rnesoo oom oC têrooc tlínieosz çoetlc*úa
e-üNnte, ua álgebr+ 49a frewio a qtdrú na gedmeUia,
têm um sentido diferute do wlgar, do mesmo todo gue
ufral e oalo4 a ecunomia po[tiãq'o asn"r p* af""t".
Essa difcrtmça, cmo a rpglstrarne, é puâpcob relaüna
ú lrogr€íso hteleúral de uá hàúdwr-o q,ro é âbsbato
GG trF p€ríodo do deseavolvimeoto tôús{o cücrgto @
-t-.j_- r. Yc póg- IEB.

rrÀ4,..,'-: . .,:.,-5 t
r:'Ç'.G_- à;,r

Do 6rrügrú !rú o:'&Úu !0 s


ouüq é tanbém 1rcte acorntccer o cmEftb, WlDÍb dêúco-
brimo6, pu eremfu, que as coÍsar qw oàddErámnos per.
fataurárirc fe-iüá-i à.G"tm fat&ir estrmüos, probtefoas
nâo reJolvtdos. Edste, no eàtanto; nnra liahe ggsl ilMsoÍu"
que decide, cm t€se, quais ar cdras qup fíctn dcotso e queir
ai ouc flcam fora dd lioitcs do cnrüeclmrnm faniliar. A
máa lhha dirdngue o clnscto e o ebctrato, do modo
sa§sfatôrtanemte permaneob. Ore, lro u er$Ünc{ms ilo ofila
pútlca que ptt*púmte finn 4.rscc lhaíe.r. Q& cono
inur, pçnras, carne, batatas; icua ç Órwres süo fçI(Éo§ (oag-
-entes-do
anrblentc, das qpriir temc de to,,tg'caúodtaêEto
parao, viver. Por isso, siui' liiqpoÍmfs dgntffcüçÜês sEo
Ãorendidas oedo e ficam ibilissólüvolmento assodadas aos
obi"tou. Cobcm urna cdisa (ou una coice Eff é familfu)
ooirudo tento c@ ela li&mor cue iá.surs estarhas o inc& §Ê
áoarr ,rc"tar se esbateram, Â" tftoatoaaaec das relaSes
socleis l€vâE os adultos a cbrasfdê@ tafibéú dmeto§ t&úos
wo hnpclíros, cletções, úlhü, U €'orttto+ Cofuar orfo
smüdo rih pnópntos não apeenilemoe dretuertc,.rttcrdlh
«to coúha" oti ec.taqum, pq exermto, do, cn'
tretanb, rcm fôSt"çnq classificaàos corro cocrtft+ tlada a
srrg dir€ta rolação com nossÊ vida sodrl coqrú.

fftÉo:Gclt o tlb dc Apli, copoliÉ&rctriú fin


-rl
té ti taúfiooi. tô
a§§oclia GOtrl o
tuô às
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vrdq l& ó, ütão-,'
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@ítú t&rt crn.0;Éan1o.. Y,,?"@.
:.i

§o

ú
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84 c.ol(.o ?t§tll.ot -

e propolUoado para o fm erclusivo d9 fa$liter aovc co.


nhecioatos, aons iavostiga@en novrr cpcaulaçôec. :
Aundo o Verwento é empcgab *no wto 7ba vat
íím, wu t*llklde pú:*a u ún wloi ilopaule;* iICb
pópro. é wrrcte,to; c qtudo á enpcgú'apdw emo m&
pru trcW odtos perlmrlflertut úailotc7, ú Mrúo. Pare
o teórico. uma idéia é ed€quidr e cw$ta eo si nesnar
quancio esümula a p€ílssr e seddez ecfe resiilade; pera
uD clílico, um êDgêDhêiro, En eÍtistr, um comciento irr
um priltico, uma idéia só é oopletr $mdo favorece alguo
iffi6§sc Da vido - a rírilc, e riquea, e Eebzq o bcm o
bom. êxito e Eais o qrro so gueúra.-

,$ O mceoryilzg gdr "tiat. 1er1"


Para a grando maiuie ilor hmenf uas cüculst8nchE
eüDárü$ as exigêocias da vidr trráücs áo quase, se niúo
co€Foive& §ue princ{nl ocr{tsÉo é dfoÍgir
bem sqrs intorêsses. Tudo aquib $F to U@lts a fornecer
o persam€oto, é .n"Srih G lemto, $use
ffiffi.*
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-bsstaCbega a ser quase uTa sup,ersti$o e noSo de que ne


t€r ante oe seaüdos obietc materiÂir püa que se grau@ _

idéias no espírito. adoção das üções ile coisas e do-erccíi


cio dos sentidos representou um evidente prcgresso sôbre o
método anterior de símbolos língiiísücos; pas êsce progreúso
impediu que os educadores vissem que ap{as se eDcoutravan
a meio caminho. Âs coisas o as soosaSes desenvolvem a
criança -'é verdade mas apenas quando a crianga as
-
Uiliza coordenr ts própriar
para, dominar o p,róprio oorpo e
a@s. A ocupação conünua abraage o uso d€ materiâi§,
úEumentos, dod* a" ene,rgia naurãis, elhaz de maneira
tal que obriga a pensar eÍr cosro se relacionam mütuamente
e com a realização da finalidade. Mas a simplcs apresenta$o
isolada de coisas aos sentidos é estéril e morta. Algumas
àÍ:' gerações affis, o grande obsúculo bucontrado pela reforma
tr''
ila educaçáo primária era a crença ns eficácia quase má-
gica dos símblos da Iinguagem ( inclusive os aúmeros ) para
pÍomover o desenvolvimentó mental; atralmente, é a crença
ne eÍicÁcia dos objetos como'meros obietos que ernbarga o
passo. Como sucede cm fteqüência, o melhq é o ini"nigo
do ótimo. ê'

A transÍerência do intcrêsse p.ra .rn nffitu.l.


2. O inter&se pelos resultados, ls eficiento. ilescard.
vimento de uma advidade, &vÊria knr'çfurir-ce, triogresdva-
mente, IEra o estudo dos objetos - d_o suas pfrpriedades,
êonteqüêneias, estrutura, caruas e efeíto§. No exercício da
proff*sãq o adulto rerâs vêzes pode dediw todlro ou eoergia,
iléNÍr dos exi$dos pela agãd imediata, ao dtodo daqúlo
m€smo em que babalha. t Ora, as at'vrdsdes infanüs educ.a-
tivag doverlm eer dc tal arte orgenlzadas que exigissem
-t- at@§áo Fara os ossuntos apenas indirete su irtelectualmente
oond» cosr o âto inicial O lntarêssc dforeto, a que tros
rêÍsimoC pc trabdhos do erpintrrh or de ontros ofícioo,
'deveria convért€r-se, gradaüvamte, co lntexêsse pelos pro
bkoes dê gemetria -e mecânice, Ó isüerêsse pefa coziúa
+-+_. tr.
1. Ver pág. .Íí, '

],8
.lI*Í;.
D0 co!fiI&Efe rP.fi* o.'.rúffiÀS
q $otrÍbis €ín iator€§s€ pdâ €úeorhÊátsçÍo qoidEa, É
.fiffigiE a peh higieooão cterinw EorFEdL ft uíh-
i-r
r"i !r* edgtaakrÊb futuitm ab Êntun crLirim o iÉrêmE
.'ÉCa té€eico da rcfrçsent"Sío & peropmiva, d8 p!rcéÉt, ah§
tedi.dedۤ, e acsiE por ilisste TeI o *godiki do fu
'Iraúir1, ua máxfut 'p«fu b oooc$cto para o abetrrto":
-prrds' rryreccnta E fase dinâdca e educctiva & ptocersa

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2% qorúo §ÀlÂ-ô3.
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cuaprir um eompirdnisso p€"s@l á illuHürraalaelrüe. ato de
Datrrezô' @ncreta- Edorçar.se para demohrü: o que sigoiftca
certa [,oçs de uma barca é ermrplo de espdde intermeiliáris"
Orígínalmeate, a raáo rla existênda € @çtu, de vars é de.,.,-.
ordmr pútice e, assim, ltara o co$trutdr 4 ba."*, o pmblema
foi puramente coooÍeto, o de rnants ceÜ útffi de a$o.
Mas, paia ô passagefuo, o püoblenrri é téófiilo e ürail,ur meíor.l
especi,lativo.- faá atcanlar o seu dêstiao, trão Éc, importe
dercobrir qr não a significa$o da vere. O. teieêÍo enempb,
o do aparecimento e deslocação das bôIfuf, lneoterl{..um :
caso estitamente abstrato. Nada de superài obstáeulcg mg-
terisB de aiustar meios
'intelectual,
a Rú. e çurioeiaeda q
curÍodilade e, attimuhaa .pgr ume Oqênds
*F
T

aparenbmente anômala; e .o peasúeaúo. leqt8, É-iqipl§üíttcüt&


uma excegão apareota em têqllos de prbe{pios re-
"xpü"ai
frtgbctEat ' a,S,resdtEilo
coú .ecidos. Os úeiss intdcch:rirfu,ge Êfudh4
.

. . ,. _ :. ,;t:1,:., ,
' Ô,parrmeato aDgtmto í{ío {,o fu,i$ r''16t §
é afim à maürie 'der prqgp
:*fE,

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AE corr o P!t{§Àtlo8

número do discÍpuloo qrre tê,m predikso pera Erertõos abe


üatas, puramente intelecfuaig todo esfôrço darrerÉ sor emprc-
gado para multlpltcar -da!
as oportunidades de aplicação
idéias, de tadução das verdades simbólicas €m Érno6 dc
.üda social alúi& Todo ser humano possui as durs apüdõcr ,
o mais eficiente e feliz será se ambai lhb foú€m ilcs,ivolví-'
dss aumâ fluente e íntima intera$o mútua. So oqrúm44o f{6,
o absbato so idenüficará com o acadêmico e pedeater[.. q-l

.f'
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eârGo!.o riúeuro gro

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A lin'guogffi ê e üGírô do:PsiÉaíqÉÉí&'

I aorn ktúrum;*rúo do Oo dB W'nN


ara íntjqa.rel*ção c'-El: o peosaqoato, a liq8§sgea

rantà
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Ít6Ei'!O.
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gua8rer,aieffi '& vist*,

i:t.:.,i:'
,08 cordo tEIrÍ satúoô

Euito mqis ry. p"LvIS ords ou êsêrites._ Gesto+ figurs,


ftonumento§, irnagms visuais, monriurentm ilos dodos jtudo
que eorpregadq int€Dcionâl e artiflcialmente, como uu
-seia
shtal, é,Iô$camente, linguagem. Âftmer quo a linguagem 6
necessáÍiâ ao p€nsâm€mto é afirmar que e- úo neg- -
*"
=irr"i":odíes,
rários. O pensêúento não trabalha tom meer -""
TT s"1rs cignifbahs; e os significodos para sene, aprêrú-
didoE devem estar incorporadõ e"istenàas sesfv* à par-
tieulares, Privadas de seu srrtidq" as coisas nao pasi,6' ik
estÍmulos cegoe, coisas brutas ou fontrs wuair'dr dà*t
ou de dor; e iá que as signíficações oão sso tanSft,ols'êo g
In€6ura§, cuhpÍe fixá-las, prendeodo-as a
"-a exisÉocià fu
Essas eristênciâs, eryrecialoeme esmll*hs pma f&a#b,,-}sú*
mitir os significadool são os úr.àdos. ' ;,'' r
Se r+n homem se enoeminha pam onko ê.!jg_$1ffiú{o
pôtta a fora, seu movimento úo é-um rU* tffi.h iiimte
ctm e rnêo a porta.ou pronuocia o sm leía, selit fto ê um
veÍcrrlo de signÍficrdo: é um sinal nío ums deg coúüplêtÂ
.6 §r. Ere§ma.
LBrdI&a: . ;ÉÜlqlt4çro.
' &
füde ih"dúals. tio üor dedc v. l, Éünqurhú'
Éolfu ameii Ao áancir. Ut sffiob'.ap-cmti{rtà 6
.*;--todo-fotb't-*t", toa" ,*a* effffd.I' Pcoi€tdo'
- i"r,e"tedo
'-- pelo o fin ih uaodir ro tgDÉiÊedo'

âfll.er &t Ô& rrtíioili Src Grasccr o ru


'rnfágo jrrr ttgücrtürr o riPúÍirrylo
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&h&. -.1.:í
., itáiú
al: -. :

i.{..
'a
{.

' .1.ri.. -
2flI coxo PEtÍSÁlro3
€scri$s e impressas, que se des"'.rm à vista" Ihara rrrfgíz
,túrBt.
Tendo err meote a íntima conexão de significe@ c
sinais (og linguagem ), podemos examinaÍ mais-deUdam€ne
o.
rypgl desempenhado pela linguagem (l) na fcnago de
significados específicos e (2) na-org-anizaçaô dos significados.
.1,' ', I'

A linguagem setaciora, prerêna e aplica sfniÍicaçõer


especíÍicas

., Io casg das signüica@s eçecíficar, rrrn sf,a6t verbel (a)


soleciona, destaca um sentido naquilo quo êra antes mme.hi
imprecisr e móvel (r"I É9. f5S); 1â) cdúavq reSlsEC ems.
rynü$o; e (c) apüca-o, em caso de nõosc,iáadê, I
zeoa êsso
cmpleeosão de outas õisas. Combinando esas úáas
.a hnÉer auna tÍplice dire,mos que um dnf,l ü[-
lt Sq§Ugo d ao mesrro tempo, "ma cêrca, i16 rótulq e um
rlsículo.
a.
A pleila como cêrca. Tôda eÊÊte ió sabe. oc
.quanto o apr,entler um nonú apúEiado-IÂ4
erpedêncie,
g Sye ep obscuro e vago, eacJarece ê crish-li"e- e qritão
inteira Um senüdo parece-nos ao alcancu e aos fosq recusarl-
dose o condensar-É numa forme definidq Uõr-Ue una
-limites de algum nodo (dâ õ" .odq À
palavra- põe-Ihe
quaso impossível dizer), arranceq do vaào, fáJo emerpir
como enüdade em si mesma. Qiaado nrneolr dirse o"re
guase preferta coahocer o aomo- l,e,rdedeim, o nooo poéüõ
de uma cdsa, a conheer a pr@a colss, aludiq prôvava_
m@te, I s3es inuílicnb, a eià ifrminarte fimcao-& ünore_
g€m. A 9rr crisnças quaado poqgu"taá c.apreuãá
"tçp"
T -E:P- re ertão_que
d,e tudo as cerca Íoodta quc, peÍa-eh!, es
ugaitlcaç6er toraando €ndahdes dEcrdbs € ouc e!
*çõês c(m as coict! er6o pasmdo do phno lfiod para
g-4+o intclectual. Nlda eri*e dê surgüad€oüo €E $E
o8 ic[vag€Dsabibua'r' efeito mógioo àr fürvrar. Ihr n«Êrc
:,y",*{r..é or$gar-Ih9 rm ÉUq di?Fflceh h-ú_1",
clovrndo-l da cabgorie d,B dnpld "
indnte úeeiel à d;

I
,t

o-: t, r,DlEdfEtna r!:: 'PEtrEÀfuÉt.rto .. lgs

uo daücrdo iliffio o pcmáüÉtc. Cobacrr ÍÉ rúlrt


dat Dãtaots s dss colras e- sbor uü[tal l]stE ndru á' to'
guodo ar idárs doú sdvagooü omr poem ds ma digniahilê
ã valor, é doúinÁJas.
Âs ooi§as v{n o vtrol
' :1i
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esg corao PEtÍ 8â l(ot
tansporte, veús{rlos de boo marcüa, quê csrcian as sipnifi-
cêÉes das €rpcriedas que lá nío'mair omosoo se 'rslt-
cioosro, pâre as çe aioda eo obçcunr c dúbiar.

G rineb vcórh sõo foetaruartç dc- orfm&egõo doc


sigeiti*r
#
lssinalrndq a import&neia doc dDsit reletivmeoÊo às
fSrSlcaeOes.op*í{tgss, dêÍEpos de lado oubo arpecto_de
igrul_rnpo*ância Náo só_ oaffua,ts põm m ralOvo_'rs si&.
ffcaçõ6 ou iudividuai§, rimo temMm rão intu.
m€otos d€stiDcdoc a agrupá-hs, segundo suss relseôos meues.
}s patavra" não aão üaicamente oc nomer, os títulô dr, ,Égd_
ficaç6êi ísoradas; formam táebúm r;tÚrlrys, nar
Enis- re
significaçô€s, em relaçAo-uae À qrua.
:F-rza- -q
dlfuc: -fute Qüâú{o
lívm é rm dicionário" ou: ilquels Àâo"h"
húoce no oéu é o oometÀ de lla[ey-, unr oo-
do lóglca, 'm ato'do dassdffcâdo, ih d&"íaãâ cnre ulte-
pe1a.o deqento fftico e €BtrÊ úo tdÍÊDo 6glco aâ gh€ro§
e es!Éc.Ior, de coisas e atihrtq.
As pr%rosigões ou seútenças têrn, c@ o iufuos. a rime
-
rêIâção que es pelmnes isolâdri (egpecffmeríg ç
-,.t-s.ifica-
td1s:C nres váriss cebgorie+ atrovÊ ih roá[§e de preposÉ-
@r), cm at OgnlEcrfrte ou oDdtoc. E, r& c{rrno a
polâvrl- sub€otemdê rma iatrmg,.ras súoêDçr subontemde
um todo nris amolo ôe ,&rrro' o@{GêF6.vú
- a--:--r-' €m
--' quo se
@qüadrà
- eoffAqa:§ê 4tz4r'prq s
^ tlffircdare
prrlr ü Êi*qmo s{pstaê á U,ni* *-
eihfodr dàr#fÃ*xx,r-tú?i;chfr;
g@ _corffiwri o coffi ifiú- ilE nroc rrrl*llnenaa torun
crtubctêM pJa t&, pr nÚEn lhElu r;#Âo" e fato dê
tEo ErEo§ absolda@te codoci8, orn&Ctc de rme. ao crrr-
r;jÊegar a-Ihgurgem, eslnúos hryqBe-EEo âtúmüza
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quê o esp[rito
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e leis aeturair p"t" de tra"
que reduzem o indivíduo a da orperlêncie
Em üercoiro Iugar, ar ;nhrrrer, gue uiginal-roto rcpro
-
ron-tuvao irléias, acebam ficane, p.b oro rqetidq naas
fichas; corrcrbm-so c@ olrictc Edsrisls, dÊ ile ú aore-
'rc sên ir, alo ac6údo ood cortas nêgrer, qr -que devemos
mbmetor a. c€rts.s opera@q, sem t*õr mrctôsdr d€ seu
seotido. "Sr,our ( que chamou a tab palarrres.sinab do sub+
eui$o") faz obsêrvú Sro'oc dmtr-dfát'dcoe e artb&iooc
do, o rnaii drr vêz€s-, qroCefu -cmo ridcr riarr
uúotituta. Os sinalc dê6a ilBftqis podêm ec tifoE"A
q@psa Í1rrê de natureza des cofuss dlp$otEaes sa dqhrm
.''
rl
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LDrtriiiiitr E- ütrrrialiEüo d-
e dcfhtileg dc q#o, a ts Fto
ma! rcffiiia à ora
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hüE á .uD tÉtrumsnto §arvG I!E
de taz; um slaal ilo
rTI NEo o
tmto cmo aG,
CO§i E U§qr 8§

sío muiüo o ÍPs íos á


çl 3ê rc§ervE PerE 9í.
de gãiã7il
Mac e à
ôÉ éecirg,
"€EbúIot€s. I converte,

PAP de boa .dú


obedeae,r a Lrl

ile
LL'r'-

ateceo os mfuiloc

III.;"€oÊo wahtgm@'*á ' '

Áliacur@ tlolsEode em a oilyp$o.


relacim+co &
€ú fáf,kÉ-ü óÊBilqil,
Por um tiao."total,*n, a caila Íastariàe,
bem cmo em tôda a iür6th ocisl ds 6ft 1r! 4tro
lÊdo-i dÀ Eú ri E@a'fiEto do ctuih ltõ4 rrei' Bci'
-rooslõcrar
tr-êno á scü lfoo oonttra $qib, ffi
a @Éíü
ua
hábitos dc pcnsar é núboiir ProÍlrds Pg
rx son eado-@tq qu6 ry?s: lrra ry " qlt *
lÁ uirtám m rL
'= .A--É"*-.".*'r l@uegcq ç a'cryrÉírdjÊi-P@
1lóBlpcoer üldrrz Elr uüraa c rcü IEflqF.-+F
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2Ê0 coxg ?lxq*@ti
Um feitio mêntal 'm vci vri. é inÍ€oso ü
-ne Iiaguageo:
palavras vagas, cum às coirl*.€E
discurso que se aprorirna do ltllla condiçáo, r'n
é -coisa-, 'como é mo§mo gue 80
hftri torDsr o
o iasuffciote
if,

visão mental Âté os têrmos técsicos s€


§ Para esclarecer o c€trtido
chamsÍi tz:l
êsse é

Et
verbdl e a
gem. Â loquacidade não indica do
vocabuláriof pode-se falar muito, mesao 3
girar-se coadnuamente no mesmo pequê@ dê idéius,
Na naioria das eccolâs h[ fslta ib do cces-
eódor, m@c talva, de orq até €§t€s tão
uEa supostF capacidade ou inca.peddado dae criançea
ffi il€ d6
são poutcas as qcatiõ-e3 e
o voçabulário. O
n
das oatérias
deÉprcvido ífe lig"Éo
fora dr
o
favorece, não o @i
* o
b. um oeio de
i-]l ItrOcursr e
rrnear os diversos uatizês dâ ouha,
tomrr o vocabulário mais do
aurnento de precirão é
absolutetb alumento tlo
o PqtE€Crs soüid.p de rg &q alrm
superficial. de datla isb
rngo. ume criarctoha úama todoe o9
*
{

+
- - Í 1"-Àr'i .'.;.ü...
1 ,t'..
.r.,&_*-.
. _. t:-.:$ f"
rn6!5j[ü, pEr*crats rs
É conheec eavalo:çe
@Eàtde o ÍFr de dhctdba
do rhri ô
lhe é tâo va8o qE€ rbrarge.cokap har
as 'Árvúes são -doerste
êú úÍi/ot€ú m
a3 @ItECFyAmt e tàlÉ,
csda rPo.
Tâo tcodo
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rhoatoo, r ao lt6ota@lo'c@cs6.
Pártc6
hÍras' pú. rõ
dÚftccu cadr E',rct!

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bistóda da linguagen, eocontranos os do& amectos
- desenyolvim€nto
do -Na
dõ võcabul&b na crroluSo a, ágoüi_
ggâo- das palavras: elgumae, tmaaer-; ;Ãied. GE rerh
@o leto, adquiriram, -cm o tempo, acceiao râstrita- mra
dosignar modÀlidadeg da significaçiri outris- cuio tqilkiota,
no- cmSo, espeífico, tiveiao-no depois ampf,fidrdo,,Fcx-
gimir relagões
O tê*mo ffiio, t
d&
aa
.. casa de seu mhor,
agora
Eetb gl a tôdas as
rÉepçã contudq €núetrâ,áe ÍÉ
!@§gr cgpo rx, câso da puHicago do o
seo{ilo fo vocábub 'avdegd. -foi uEa
uro ligado à rcparugo dc foulzoa .uE D[U-
hàglo, em pÍolrcfõo coB rs quotes
. -Essss tansforrsçõer hisúicas perain#ô edncads
. avrtÍrr ar mudanças úGridar uo in&yÍddrr-Eúdo
-"-l:
{emfeus Íocursos lntelectunÍc, Eskdcr{o gcolireüie, o^slü;
@ve.aprender, eo rEeEEx, tmpo, a re*it-gL.; a üplh;;
centlôde palanras comuÁs dtto lhúr4- fuíe, àEgtb,
. t:- Wú, étcty'oz reÉgl-Io eté o dentficedo c*oeàttm
gubertoodido nre ôemoosurtoo; anpUó.lio pore
úntgo ú
dpg"§ S*+Ts não eq»ecsrs po6 ueo à@rD. Cü.pr"
- !!!hfo m akibutos da & e do- r"m""Lo, rao aDre€Dàer
deÍtuidaoente er rduções dê dieÉq de vrirbO[o ri dt eÉo

;
e do lioite. .âcsi,, Ds S!*.ild;
nlo rproaeata ooúotaÉ ;lrrur e"canllrr*wrcnr o sue é
ã,L-;-ffiffüfi
366mÊile. linha ó, a{ rp6 cc6Ao itri uue lrãf,.. :
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W couo. pE N iat(o!

eado se enquadra no @ntexto de alguma eifuaçãq ceda p+


trawa, em seu uso concreto, pertence a uma hietórian --'nn
descrição, uma seqüência de
-raciocíniq
isto é, a um todo
maís amplo. Não Ê necessário repotir o que dissemos sôbre
a_ importârcia da qrntinuidade á ordea- das rignifica@s"
Mas podernos moshar üvorsos modos por que a -práücâ e§-
colar,tende a embaraçar--a coasecutividadá da tngungem,
prejuücaadq assim, a reflqrão sistesrática.
_ Em primeiro lugar, os professôres têm o Mbito de rnono-
polizar a palavra. Mütos dêles, a maioria talvea fiçariasr
§uryÍesos se, ao fim do dia, alguém lhe iaformasse ü**to
'Í,rlou.
lempo falaram e quanto tempõ qualquer dos slunos
Estes, quase sempre, t&n de limitar-Be r r€§posüll breves ou
a. seatenças iso,ladas e desconexas, A exposição eI exptieaçao
trcam feservadas para o proÍes§or, que, muita6 vêzes, aceita
como respo-sta uma simples insinuaçãq completardo, êle
póprio, tudo o que supõe que o aluuo queriã dizer. Os
híbitos de discurú espoiáücô e fragmeotár'io, assim críados,
exeÍcem, ineütàvelmentg usra infiusncia htelectuql dis-
solvente.
Em segundo lugar, as liçóes múto qütas, quando acom-
panhadas ( como so procede, em gerel, para enôhcr o t mpo
da recitação ), por minuciosas perguntas 'anqlí1ises', cbedrt
&ô B€§mo resultado. É, gerahente, ern história e literaára"
.que êsse mal atinge o auge: uão poucas vêzrx, a matéria
dossas disciplinas tão rnituciosamerltà srbdiúdifu que se

rompe a unidede de sentido inerente a erde EÊch, desfor6ise
a perspectiva e, ne vendade, reduz-co todti e$iariflrr.to a uaa
eiunulaçfo dg pormenoros d€scolêior, todos rc mermo plano.
l\luito| 'naíq vêzes. que proÍecsor é_seu aspÍritã que
'traz.e garmte a baoe de -o iulg+
-seotido,
uoidadedo '' c*ãr. qi,,t
os alunos arre@essÍrm os seus isolados crcos. "
Em terceiro lugar, a- cmtiuuo procupu4âo d€ erritar
êrn s, em tugar do inteqto de cmsegür urna capocidade, telde
8""1-rS: a quebrar a continuidaáe do dfocuiso e do pens+
mento, Mas as crirÍrçâs cúmêgqrrr a ter o quç. diger e â teDtü
ó cú*stasnq iotelsc&rol parc dizê-Io, dá tat pito se lhes
cblua a $enção pera cros m€oores de zubst&ída o foro+
que * rcrgia que deveria dirigir+ IEr* uü pffie€§to
&
..:'"à' .
.

1
r{r{orrrcsM E DE{gâl@fllo w
cwtrutivo tandorma-se em preetpeso & aão err1t,'
até, em casos extÍemB, em passiva aquiesc€och' coÚo- melütr
*ã't"a" a, reduzir ao--mlnino tal firigo. E1q teoilêrdri á
egpeciâlm€ote marcada cm rdação âos exerddoo de -cm1n'
si-ào, ensaiose tems§. Foi pego reemodado, cm
itiaa'a"*si"riaraç,
que os aÍt:nar peÍa ao*ix ler'pG eúre'
teçscm íôbre assunüs mrdto corquls o eE ctq@çs c§Itár'
maneira ncnor ptol,àrreheate coÚeterhn
"*o* ao"";"I-d", o eositro & goa*o a dgio reduz-sÊ
ã1.-oo
a uma técuica de detcobrtr € êpoátâr error. I!§o lerá r umâ
Lffi" *"serada do quetiettá fazenfq e tm verdadeiú
tõ. Os estuilaittcs perdffii a vontide dê escre-
;;Ifr%'ã;;;oti**' óãr"
"**ÉlAntct teo, ilizor e I maoeiÍa
" adrçaila ile sent
ilo rüaetfito é, à formula#o, à-expressáo
p"";,"*-í", fog;lh todo-intaêsse-' Ter do- üzE alguma
ãúo'e fd diíerente de ter algdra eaisa e dia.'

+,

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€âFelrrs 460{0 úruxo.

" ô.dcoruoçao o o iaÍormoçõo no,trpinq mn*ol


. Peosar é pôn * ordcnn'rln eÉrunto, com o fim de d*
HgT: 91e significa q".-aif. Bq cmo a ügartão do
8ll[i$to nÍÍ,o se
1rcde isolâÍ dê sua qssbiihe{o,
ü*Ugm o
pyT§orgento náo eriste sem elss cqoúdrsaçãô. ' por
illrsa.
gi49" 9^rglo de apresentar-se e'asimil;§e .ÁHAr- e
qo tSPoÍt4!cúa-ass?*ial.- Se escassa dcmais, re pr4".
se desordenada ou fragmeaúri4 $eçú re{s5 s€u delto
-sogcoi bitos do
sbF 1á Fnsameoto. se crnmiememate orba.
B93s e oblêryaÉo p€ssoal e a kaosúieiúo de iúorrucões
!$q * ry*ó"r), iá-eshr-á e batalb tqica nAo e?"rs;
porrs k€ú rão os eanhhoo de aquisi@ da-matéria, e'ô n+
Pdo pG que seiam üilhafu inÍhú dinrtoneote Sürrc o Lábfto
de pensaaeoto. Ecse eÍeito é mals poÂadq .nrit . ;ê*;
por s,q 60 iaçmcii:ate. A m&or üt@ p,odê *nà;_;
cm alimootos drenutritivoo, comides-fore d"-d6q;iffinõ
lú, ããõ
*rsto g"a1tea: a cada r€fd{õo, o, dUt"
é, dieta ch compoa€ntes md dttlh#oa

I - á hdwefr e a @or &.qã,ffiüqpdo


.+.'

{ p:Ít* @,".d.rinu
e ,quq aludt. '

e errado êb- .i
i

I
ptúçv{@:ljÉ},uwüüffi

sx&hef;?a
w
b

:.r.!"i
28 colúo PEr§A}(O'
v1nryn €sfarsos, desconexos e sem utiüdqd€ paxa â iÍrtel!
gênci1 O resultado é $ais uma orgaaiza@o -socisl e estâ
I*. ,aq qur conscientemente intclecüal; m-as provê â opG-
tunidade natural e supre _o material püa ô erploraiões
eonscientes intelecfuais. Alguns educaáores recodendaram
orientar, nas escolas primárias, o estudo da natureza, não nurn
êspírito pura.urente analíticp, mas com o fim de despertar o
aaor pela naturezâ e eultivar gostoc estóücos. Oub'os insis-
tem muito no trato dos animais e das plantas. Estas d,rzs
recomenda@s importantes origimram-s€ da erperiêacia e
-dos
Tao da teoriq mas são excelentes couffrrra@s pootos
de vista que acabamos de expor.

A obsswaçôo analítica é favorecida pcla necersidrdc i


#e
trazida pela açõo: alguns enoo o exercícb i

doa santidoa
; :

No dese.qvolyimento noroú ss obiervaêõêí.. I

espe$Íigas. têm.sua fonte prinárie o qusse exausiva il n+ I

.J
cessidade imperiosa de preocuparmo-nô com os meiod-&fm
e fins exigidos para a execução doo etoa 1

Qganpo d_guém esltÁ, fMo tntellgeíúeiwí* atgrroa


cuisa, é obrieado - se qulser sêÍ bem zucedido e *e seü tsr-
-roüne
balho nEo f& de pura - a semir+o dm olboc, dos
urvidoe, ü tcdq como guias alê a,Éo. Os próprlos b,rin-
quedos e jogos aão re tmnem- pelrt& slm ã àten enção
-de
constante e úgilalte dos sentidos. Em qrralqs fmma
-uadriaic, I
ogupaçâo derve-se dar gratrile atcnção eos aog obs-
aos meioa, às butaüws mâlo$adss e às que suftiram
-Éculos,
bqr &ito, A percepção seorqid"nâo ro r" paxa Bi
Eclrrtr, nem para fins de exercício! rnaÊ por ser
"fet fatoi indis-
poorá*f do bon §ito 4. realizaçao que-se pretendo. Em-
bora não eolimando -
o sperfáÇoarnento dos
§eqti.do§, €,sse método o coúseguÊ dâ Bi{nellá mais d, d
nica e completn
- Os prdessôres idea:asr aliverso sitüêBes pan @Itiver s i
Êção prrecime úpida rlar Íorrrar corio pele escrita
do lrclsrrer (mesuo das de u',n lhguo- dcscoo[edda), de
+6€n
. . ..,._.:._Í.:. j_ r;!.,,

,." *f -i'"j.-
oDsrçrexo r uúoqir€a w
rlcnrlgmos o do frúas Edines, diqlffi dc varia uo
-r'€prodtrd-1o6,
d& faâ€Ddo os rlunor a!óo bcrn'o teopo dc
'ffi3;* adquirem, a niúdo, granile heblliihdc pue
-reprod"'h cxrtarícate até combÉflaem
vE depressa; para
', comp[ôadar sà seaüao atcum. Mas tai! método de
er"rôhio eorecúveis como iop e dvertimotoc oeri@aic,
rm to áodem eomparir «í ãdestrameato vlsual e rnaaual
hddoodlmento obü'do ao trabslhq com lnstruoÉDto§, Gm
nqddn ou hctll, ou oas s$Íidades de jordinag@, codrhÊ
ou tatapegto de soimais.
ileiro,
od+ú

rt.Í:l

da ran
oübe o rclógio
ê P@ IYodq
são. E .sê t rcrdrc p
@Po
No o qEÊ
éa questão de fim e rpultado.

A órreç6o á urrutad. peb rccrsÚ& dr udve


ptÚfuir fe*ac
l O dcsrnwlvim€oto potterbr, heHuet ur dcntflco,
de ohennçto eguÁ o irslnto É .dêscribl, dl D!flGEro
prÁtice prra e rtülgo t€@. Queado !. rpEcd,ntn
imbleoã a nol d666gg E €E*.i.á-h, a oboeçrrçto n&r oG
'vorgc..'.o püs 6 Íate f uú firr 1xú-
çc itizom respfu
t 3.. ticol cm rÂn e
Uaaae ae
qrre se relem
O qüG,
p*úümr eE na qur-
Euitu !,iEq tpr tadr6el-
nou t"dc"". nr acola,'a àUgenngo é, Edü.lo EE tudq
o ho do quo ó G@prqr& Ecte qr hap ilâ. dEEús e
l' Vcr 1úg. Ê7.
ed8 ,e OúÍ.O' DA !r§,ô'tiÍro.*

prolhua que ela aiudoria a deÊnir e @Ive;. O mol dêss6


jsolmmto E arece em todo o sistem ducacúurl- dsid€
o ]eüm de IoÍAach; pasoando peloa crusoc Fffip c
samdfuios, até a Universiikde. Qursc eo tOdi p*e, re
f*ry3 por -vêzes, à oüaervação,;*; te .- .i ,r*,r,
fôsse de comolqto e final yíúor, e nõo m meio dê cdllsr o;
9S*. goS verifi.rem ""e ldéfu4 ar 1üano, o que fezeü, dr
dificuldade senüda" rrma questão qüe gda ô De6am;ffo
sÀseqiieut€. I Ácresce que o méto& infoectual:fta tvrU-
$cl,o por-nãg ser -a observa$, despertade o guinds por idéir
alguma da firuú*ldc a que dever servtr.
No ]ardim do b{áncii, ocumuhmr* oümvaêõec rehti-
ves Às foqas geouréEi..os, iinher, superffuies, cufuoq,'cdraf,;
o&es.
.il"-. Nc esla prirúria" _sob o oornê- dê 'tÉer ds
a Íorms e as qrãIidades dor obj€Êos -rn#, IüÉoia, dz
sdhidos .qu^aro ao acaso, c6o ot»enndas mfumftimmcmte;
g,lcom I úÉrlo de tistória nâüral-, observaro<e, &,SXrd@:
uúodq fôlhs$-pethes, iaseto, rsob quard.r,mirÀro'"ltffifu
crftério ile sdego No gioÁsio e -no colégiq ÊoqsÍtiiôs a
obscyâÉes de laboratório-e ao qlct&e6pioicãril es üerira"-
Iar Íato oboervadm e adqufrir habiEdÂde aç meo+Oeçqo
c@.rdtuls@ por si, finr rilucaÍÉmáie..

A úrrrmeõo, io t ódto dsrlffüo

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850 GOUO PE!{8Àtaó!

diçgn.gutr- enhe reonhecimento eutomôtioo o obreriaçâo


rrlp$-resultaram noçôes corr€nte§ (de painl
ne: dtodos -as {o desastroso
)
educacionais da percep$o'uha
que fazem
eo@ que escrita em papel em branco, imagem impresso na
menta gual u* lâmina de cêre, gravúa regfuit_eda ern
"39te
cüapa fotográfÍca

 úseneçõo deverir inlroürzir o ehrnento dramStico


de suspensão, de %nsiedíde pelo cnrô{o"

-Em
segundo lqgq, é de grande aurílio, para uma boa
oscolha de material de observação, pensâr no ardor, na in-
temsidade da observação provocada pó uma história ou dranra.
 observa@o atinge. o máximo dã sua vivecidade qrrando
existe 'ansiedade pelo enrêdo". Por ouê? Pela eouíibrada
courbinação de velho e novo, famiüar ã inesperedo. Deixa-
mo-nos ficar presos aos lábios do narrador] por causÊ do
elemento de suspensão mental Âs altemativas, iugeridas em-
bora, mantêm-se ambíguas, o que tros faz perguntar, crm
tôda a alma: Que acónteceu àepois? Comd se- arranjaram
as coisas? Que contoaste entre a facilirhde e plenifude com
gue uma criança observa todos os aspetos salientes de uma
história" e o esfôÍçq o desaieitameuto com que observa uma
coisa moÍtâ, estática, que náo levanta proble-mas nem sugere
-
soluções altemaüvast
É seurelhante a sifuação de uma pess&empeúada em
fazer ou conÍecciouar algúma coisa (úa vSâ qu'e a atiüda-
de não tenha caúter tâo-mecânico e babitual, qrre iÁ o resul-
tado esteja assegurado ). Daquilo que esú' nresente aos
sentidos, ôertamente algo virá; riras o que, prôprtamente? O
enrêdo sê encaminha pera um kiunfo ou um *uralôgro. mas
quando e como o alcaiçaú, não se sâbe. Dá& ob'servaoo
aglrdl e tensa que se cúncetrtra nas condições dlffi resultad,ii,
quando a pessoa se ocupa de trabalhos manuais construtivos.
Se. a materia fôr dJ espécie meis irnpesseal, podêrá eonvir o
mesmo princlpio de movimento ?era pn desedaee. Todog
sabem que aquilo que-
lg more airai a atenção, ao.gue esÉ
porado passa despercebido. Eutuetânto, perpco, muihÊ vêEes,

;#
*-}
í

@rEIo ! ffi.^ç& 1A
i
ouc so tr*âIhs cm rft pen despoiu, ih tôdr liaL ,6
dd" &"-lu* , o material eccolar do observa$a, a
e:íooo irÊrte e morta. Todâviq uío basta-e
drnp" Variedadq altc,raçâo, .mrjvimerrto, ercitm a
gâo; mas re sàsrente a excitam, aão tú pêEt@{Dto. ' .At
dtcmfts devem qlerar-se (w
os incidútcc,da umà hB- \
tória ou enrêdo bem urdido ), ürma ceÍtÊ ordo eumulativa:
Sodr mudaaça sucEssiv-a dever6, ao rnesrno tÊapo, reccder
t quo a precede e despertar inlerêmo pela qrrc r seguir, rli
!o ó quo desciame orderar intelçchralmeate s.:fuvsç6cs
dgs veriÊções,-a Íiq do quo co+uibuan para a fmúryeo de
rtitodo bgica.
ObstwçAo fu esÍlrúttru e da fun@. Os sêrer vfvod
ph"t s".ornimai§, preenchein, em altíssiriro gúu, e."a duptra
exigência, Oade há crescimento, há moünemto, mud@,
proÇS e também, urla ogadseÉo dar turlançar ern
um dclo. À roudança desperta o p€nlamer$o; a cmden4ão
o oqgarfu& -Gnnde parto do exhmdinário trrêgse quê ar
crbnçar t&a por s€mear e ver cfiesoer e plarúr é devido I
circuast&oda & qre na reelidade; un dreura ç dqetüola
aatc ers qrlàos: [ó, run trabalhq em andaneoto, çtda.frre
dô qual ücrn importânciâ pra o destino da phnta §e cor-
rtnmos olr itlhor pelas grando arclhoias púücar prmovithr,
ac últimos aBos; Ix, rhsino dÉ botânfca e de adogi+ reco-
rrhêceremos que conslstirm €m hatar as plantas Ê os mimaie,
cumo s6res qu€ egear, qua fazcm alguru csbe, aâo sinplêt
espócime tieiltt do prcp*odada dáürãr r lnvriltariú,
uomcer, ÍGSfr* - prreüm€oto quo, irG+rltlvdm€otc. re.
dudrlo e obnraçúo à fatso -mÉIisc'l, mffr @ümütqEo 6
catatogrdc Atd+.ro que o otcerva4üo &c qualidedec e
táücas dos'@tos ocupe ear hgrr - o Ingr fuForhte
QoaDdo, por§o, o inteÍêsse pdncípol ao arüs v&ah pan
l@, ü ryío quc o ôt{eto Ís, e pm o mdo 1m
P <p o faa Qc rado pare um estu& amElco rls ÍBiDür
cioso, para a úserveçao de adi,k,{!. O htr{lio& otf,çf,iÊr
une úful(}$a Erqderês tn.€múivçrErf,ÚtÜ Ífrr c dê r{tit
como so cüetüa ess atMdafu o heiüac.p@qq.*t*g
+--rtr-r.-.i!.
Í; A*.!ílú, 1& :,:.:r,:i; -...'.'

tr
'&-
%9 coxo pE N sÂlúot
uandema-ro em iater€cse pelol órffoc qrc o fezem. Ms
qrdo so coIneça peta nriúologidamdmi,q mrticutsidt
akú do forma, dc gÍand€za, ale cü, dc dirEÍhrifÂ, des prtes,
o- mterial fica despmüdo ib sua razão do rrr e prih. arr
viih o íaterêese.
E natural que as cdanças otlnra soú ataçlo os
efuroc de nmd plaata, aceoÉ ae hrvcrm apcodiáe que,
@mo os eoinai6, ela recpiro e, porffi, dúe ter elgun
ó*gão crric fungeo crresgrdn à do6 pnrlm06. esrgnüEr.
Ih€§{" e[üúlúto, proster minucioea ateDCÃO úoõ D€ÉOO8 6-
tômstos, so Íorem êler apreseüedoe ao €sürdo,- c@o rimple
-sem
elmentos do estnrtrro, qualquer idáir as alr r$ c
cilidade.

A órrvogõo d$rh rd$riÍir rrfürü ci.iltffic..,


Em tccoíro lugar, a otservaçõo, que, a pgb@, é fdts
para auxiliar "rn fim p{üco ou p65-mo fuuÉ de ter e
orvir, passa a ser dirigfda para ui'fh iubkifut Os alunoo
aprendqg e obcervar a_-fi. qu : (a) ileccohir a oepóde ih
pgrylexida& quo-s€ Ih€s dcÍpera; (b)cooJphuer, -iÊrtctâr
hipótesos quo ery»liquem oo aspectoc probloôÁ*ieol apr€cen-
I taãos peJa- úrcôafio; o (c)'vciüc& s iôgss edm er-
I geddas.
I

I
- - Eo
ddr
rumai, s obsêsr'aÉo rdqEirÊ Eihu€ca doodfica; o
scris lÍcito dizer que ilnêrlr'obeikerl um ritmo ate
I
o cdegsivo e o futadvo. Defioeq+ ee $ubkmas, ar €f,-
1@fõec sugeri&s adErirom settido s@-cmreSêircir" ila
i- oUtaSo entae um coúhato amplo e hte cq o.-hu mais
i
I cdlmtol,€ o Gár& püqceo, En@, &rmrlfooos fatu
rderimdoo. í
t.
e obccva@ rnrb anfla pcm.G*rb, é 1g}úrfc D.to
i,
dar ee dceÍpub "mn ldÉii rh rcrfi&de do ãtrDo e #
i râÍ, una Doiáo e ms rcüçõcr c ile m @hüdadcà e
Br
pa f*w e rcn oe1úito c rrakirfu qrã, glaçü I inr-
ti4fq rerEo tress&meda @ sÉery.
l.' O êútüdo iobosirm 6 wdrio prya circuurgcver o l,to-
t hr o üsGgwar cmÂçõs faruúvã* l prwr Gq;rkniú

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dr$z.do o té@ico @ andliú o aêÊryoilvináb ffi
a olccnar{f,e eierüvo, rràsida e. sr únicot EÉq ú ab
âcqÊ{r,.anÊêfud e iHsperrq tl{fq eortrdÉ.Ii . ' -:,:
En #o à: <nhclas DàffiirL paleu*o''ffilor
du(It eftEi E ceopo, ar mffi,-o úAraO aba
rêrtú vivw rú lcu hoW fua\ o@ .! *csq6p-sl-
cowópilo.rr'c otar, detne&r ror hüsat6rb. to-dnotr
d.r d&dô 6deal, oc Íeoómms ibàra ao orp;.*.1dúrl
dee, ah rnidadÊ, ila grÊrldrdc, ar gnndc osrrr,m quc
!Ê 8Pl?etÊe - GE @ p,hlllr, §Êü ssFÊ tf;àíidfto
,* dtrEE ostudo ffi dâ fuú.,.c..{[ilf1 sD
-oaqdhõc§ E66pqrrr o
& cffi de labqf.iÉ&. ,.;.r.r, ..:i.';:-.:i:".:
s úmo üeuefttla do
l.l c, aó'
ãã cri§@ mu r*
hl@+r4
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9fl corro pEwlarro,l
tolcL.tlul do que as outÉs pessoes o o lfinos nos têm a
hatrrmitir.

Cono constittir um prtrinônio intchcturl de rprunCipdo


atnv& de trronbrõo de iaÍeraegõo +

§em dúvidâ, o principal sentido essociado À palarne


k &ír.tçã,o é essa tansmissão, essa pe.neEaçâo dq resútadoc
das observaç6es e inferências de outrar p€ssoe& Seúr dúüdr,
o relêvo indevido que a educação inprime ao idesl de acumrr
r
lar conhecimento tem sue fonte aa preÍeência daÕ.ao,
sistema de Àprender-se com orrEss pes.oú. O problema po§
egtá em como converter essa forma de apreodizagem eÊ prr
trimônlo intelectual. Em têrmos lógicoí, o Batdd llrovo-
niente de erperiêncie alheirr costitui rn U*iruaürr., lsh. 6,
rfrL prooa ofer€dda 1xr «lrrü116, a ser eprovdtrda pelo iuko
pessoal na conquista de uma conclusilo. Cmo tratar a ma-
téria epreseota,l" pulo compêo.dio e pelo pofessor, IBÍa que
-á1,.
ela se institua em material do iavotigação refledva e aão
perman€ça um me$o alimernto htelectuú i6 preparado peru
ser recobido e ingerido, coúo se cmprado em unr morccailaf
Em re,sposta" cumpre dizer que a transmissÉo do materid..
deveria fazer-se tlecesaôdo, isto-é, mrrclver trm aspecto lin-
pmsível de ser apreendido fàcilmeote pela observa$ô pessoal.
O professor, ou o cmtrÉndio, que aü.ilhâ os alunos com ne$es
que, «)m pouco úsis do trabalho, êlac róprlos poflliln
descobrir for investigaçeo direta, áf"ode-lfei a inie#rhde
intelectual, leva.os a culürrar q seruidfu mpatal, -'I{§o quêr
iso dizoÍ que o materlal transoitido po orúu gcroec &vo
ra diurúuio, ercasso. o mundo aa ã aa r:"taie
§teadeso qusso ao ioÍinito, elém & "atorcrs
linito "tíüÍ.o alcae
gado pdc iocsos s@üdo* Todsv'ra. o caofr em quo é
po*sível a obscrvaçâo direta der.e eor cnidadosamente eco-
thklo e religiossmente resguordsdo. Não ce desvirbro a çrrrio-
eidade cE iaüsfat'ocr vulgares e cedigac.
-- r. VÉ p6g. ?r.
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zfi coldo PENSAMO§ {

o cohteúdo dêste caplmlo terá pouce toeçBrr$a sê com-


parado à verdade fundamealal de que a recitação é o lugar o
ô Íiomeüto de estirnular e dirfCiÍ o trabelho da rcflcxlo À
reprodução do que foi decorado é apenas um iacidente -
indispemsável inddente, eúbtra - da tarafa de cuhivar ume
aütude reflcrxiva.
Á recitação patenteiq mds defiru:damemte do que qual-
qüer outro sspecto do sistems escolar, o dominio do idrsl dê
amontoar noç6es sem nenht'Í. úietivo - qual soria o de que
,exeça a vencer uma difÍcirldade - sem Íluo
as hformaç6es ajudam
nenhum ;uím se para escolher o quo é adoqudo. I'iao
é eragêro dizer que, mais vêzec do qpe rêds ak d@ar, o
aluao é tratedo como se fôsse um discrj do fonógraÍo, no qual
rc gravasso uma sério de palavraa a ser litet*herte repoilu.
zi& no EomeÊto 6m quá a sbatins ou Bamo cqmpfue a
ahvanca propria. Ou"'variendo a metáÍora, a mentê é tre-
tarla como se fôse um resorvetório, ao qual a tdorma@o é
oonduzida por Eíma série de eairol qu€ ó d€Ín rcc[nica-
@te. mquasto a sabartna é e bomba que re(ho de túru o
,EÀüedal, itraves de ouüa s&ic ile caoá A húltirl* ib
irofesror é, ness€ cecq mêdils peh Íuâ mpacidede& ea'
rciâr as duas rêdos de eucanameoto quo fluen prra dffi
e Pa!4 fo&.
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sitre$o financeira or pelftim,' s Crdo de coduta ou
ceút€ú pecsoel. O eutÉmólvel Éo qrir andar: o doao -er
tude'o-eoguiço; quebra e ca@ pÂra Ucrtar.ne 8 ca$..,
E eJaro gue &se prooesso aüvo de p€squira que t€Eoine GD
confre@úo é müto üferenta do ao de rcpeür nuitas v€zel
as alirrraçocs de um ]irm @ I a[r@tâ,n@ir de euh, cfin-
alo Crav#los firm@ote rB reEáris do rcdo qu6 Dossra sí
hmlÍ'.dos mais tardo, se solicitads.
Pensar é inqufuir, ínvdigar, "rqT riner, P[M, s@dn6
lmre descobrir alguor coisa mna ou vêr o S1n É é cohecído
rob pdsma üverso EaÍina, é pgtM.- Um arpeco de
rabstios trodicioual firmemente ertsbel€ddo é r srgiii$o do
proÍecsor. Mas, quase BeúI,r€! B profrFôEs frzo porguatee
speEâs para obter respostas, não parabM rma quoüo a
.rer diseütida em c{rúum 1l8 profeesor o qtudantos. O frto
á qus é mpletaoeote peraicioa e scprreção túueln@te
Íeità entre uô perÍodo pieparatórb
-s dq rorüüo', dureob o
q'ql sg elrmos àmizim nras ü{6a, e un período ila
ESáo, eo quo exibem e regultados de so egurdo iúvio Os
cctrdantes- predsâm <ls d@ eú segs eútudE Por i!oo,
elgtrDs dos ôensdos períodos rh tecún$o' devcrhn oo&
ragrrr-so ao estudo dirigido pes que o pofcor s.ih drt
üficuldades quê €nomrrn o estudeotas, dm nétodoc Er
empregan, para quo indique e sugirq paxe quo eiu& o
-c-
hrdante a récomhecer algum nau Mblto $E- o rút+ ara-
saodo. E tohs ç pÉdil@ ilareàrn cmÊübir n*Á ccrrd-
núção do perÍodo do $tu&, prosregnlsdo o fl fdto e
coaduziado a novo orbrdo idepeodomb.
à otts ile perpt*, Á. ertê d6 ürEtu urn agiüSo
é pol§, cm greode parto, e etbdc eriglidr ol rhot de rodo
hl qro úI@tê Es ind.i$çúce &kr e*úprb e quc eâos
úorde o LúUto indeoeodáãe dc ioqú&'à ar* direcõe a
raber: por abEcwçlío e re@do ça sc rcúcec à út&b;
c qlrsÉs b tffiú fire s e&-do prbrbt 1lr,Éerrte.
{dbryê@, guo não se pode,o
a*e de pGryErtaré Uo pUm4 a otto ilc guia'r eúGD.
tÉç8r rêErr. rlgiüE c Írrtrft.l
Drre lcnr eierddo. nmtÊrntq ob dtuoít sugutücs:
ftimAreoente, m reücr&da ao mredd.Nl {icoeS,
s'prguatrs deverirro brar o eeúdortti -do i riErsddJo

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tôres da_experiência famiüar, tal cmo algumas flrntar cres-


p. Tdhor. se bansplaatadas. Mas scria- fatd &tar sempre
;áú
desenterrasdo eqrriéncias, ou plutÊs, püe eoure váo.
r\e-nhum êrro existe mais comum, na escotre, do oue imorer
a ftuça-de sutqprqpnlsão de qma tdáia ú.a ü"
uÍn esplríto vívàz cua:e lindameate sob o seu iirpulso. pãr,H "ndú
mesma, treve o esfudante a Eovos eanpos; ramifical,se eü novâ§
Idéias, como a plauta emite oovos bàú.

O grau dc pârthirpasõo do !rcfiemor

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Ed-Âlr, rfrltat+ qr abstrir* aoc dajlrl ruidmr ds;
f,4dpc o do @húu ds e# úÉ[à*.qlEB olr
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e o rssünihúo,,qge, tie t@Dt eo:qr*e
cs rçfurbcia À elaàü'3tÍe rshq_ l, rno rhof -É-!j--
tbs. Prrr effi.are.c rÉffila 6h.
fucaaúyd uu q1l.+a'qo c iúEbúmIÉD EED Ít r cud.
dÍrfGfl, durúb e quel rc ,.t-tpeo o poro u sarüI
Âcsb omo e eiE.rre 16 ó u.cfuB
bal3r &.r'roülsl, tembfu o "rão"f,rb ú ó ü19rú*.:rm.
nêotr$q aeo *T ún#À pgpr G hSEÍ rla giÀtâr. :O
t(ffirI!Édsc Cc oputráiüds i§n úna *il-rÍo rrqrrt
dercrarada. . O-*pn{tn, fqrrdo, de u crodoÊo rcr
IiÉo.Gdgürdo doe stdr*rc pmürs a dçidÚqrÉ1 üo
@ffiui prr r Íocnrção.de u E6 ÉIoe8duo.

Bitu r ditrrf-c..rrl ffi lrr ffr


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.. Er8 de seu mais hrgo e nrds DrcfEoe aqo de .prsa-
' ü@toq de cu8 €rpãiêacir am'adurecirt* ,farpoOge C.
' ÍIuo o princípio & hbetde& aplica-re as üsc&ulôq ür.
rrchri o professor, obrÍgandoo ã abdirr tôde Rm++ á
fqfttsCIqb tôla.

ft i&.úriil irtáhr çs r.dc!.ot eo !í!iao r,t*qr!.


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A.Erdêocia de ,do.,
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'*É es
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fl4 co*a.o,,3ü!a3Àt{o8

€risb eütre pensar e realid, snbe adtridrdo iú&clurt o


apreciação. Essa idéia implícita ser4 agora cocisamente cot'
com o. p,r-opósito de tomar ápUAt" a importhcia
l99"q
básica da apreciação, para o pensamentã,
+
esco-las _que se estão desembaraçando dos mébd6
-Nas
kadicÍonais de diseiplina rotineira, de exercÍclos mecânicos
e de reprodugáo literul d+ pÊtéda" qotq-§!" uma ,teudêrrcia o
soparar rarlicalmente as matérias que eigem o domtoio ae
fatos o princÍpios (co1o âritméticâ, gramri'Uca, cisacir fisica"
r;
maior parte da geografia ) e e literaãra, a utisica, ar bêlr§-
srtes, grupo de matérias a quo se supõe estrr ooufinada a
aecessltade de apreciação 1lti6oa.l. 5o6 o ioÍluro de tal dis-
tinçáo. o seSundo grupo dé matérias tsrds a toraar-se s€n_
Irypt 6 tur"ginaFvõ (q9 n9'9 ee$ib de rmagin{rio
irreal ), degeuerando a libetrdaale de a,utoerprõsão q
i
-_
clgune coisa que melhor sers sheÍneda ae "autóUUi5ao".
, O qd que especialmenfu iryuieh, e êsse, reryeitg
é,.so eafanto, a ignorância de ilue as -apreciações vitâ$ _ ;
sabg,
_as
idéias que abrangef fuâ rcqito cmociorul o ume
proieção imaginaüva
- sãõ, efinal alu cã"t"c Eo aecesárias
cm àistória, materútica, eiêheiâs, em tô&s' as matírhr cüg_
madas "informaüvas" e 'intelectuais", oetno trs ütrature e
belassrte§. O scr hunano- ngo se diyfde
duâl pe{€ú, uma emociona! outra friameute""*ahffic;
intehctu*l; uoe
p*id1a, outra Na verdadç, muitar vêzeg sc
-imaginativa,
6. !âbel€cc tal divisáo, mes por culpa ae errados hétodos d6
educaçfro, Inaüa e oor-aÉqte, â personatlda&l .*oo
Ua tÉdo. Â integração do eaÉter-e uleate nilo "n" é.efefua
gnão_ peh fusão_do futel€cüral em o emociona! de sigri.
figÉo cm o valor, do.fatecoo a ev.sfu imagiádi"a f"ra
alén do fatq para o 'reino dâs possibilidades íesehdas.' e
Éêdfl & toque que decido ds-. vália dà umr ti{eo sOU.e
Í1usqrror metéria, á o gr*u om quê ôtfu c alunos umd I
âprêdâ{ão vitil.da mat6le tratadal Nâo exi*indo Éâss eorê- I
ciaçdo, os problemas ç questões, que sáo os úirtcoc ;eidÂ: I
l
+ deiros iàstigadores da aüvídade ietlexiva seráo'ÍiráL( ou .1

.fiGaos impostos do exterior e só áoio gnceúurürrte: ,cÊuüdo


e Eeiados. , l. .l
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r.sb€r co@ peasanos € caruo dôveríamos lryrr vamos s1Éc'
ipüur alSuú fatôres do ato de peroameg ÍFq ? deverho
qultibrai, Ems que, ctnsteutenfote, bndl€ú a ilxihr-* tanto
qr:g sÊ geõem ú ao outro, qm voz de @{EIsr Ps}'E tome
&ielme:l iuvedg*So refledüâ" . j

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IrD ritu tal th tnco*tcatc c cofu, dê Eârch8
pam'a Írente 6 d6 eníliqe, ci* eqr todo DüsBÍ fecudo.
Eafammte oÍrno Ee dá na oovcreo4ão, a prisoa qre iê cn-
golh numa ctr&oto ao-páraôotc ftm
eerto dgue tdárg (o qu4,.Bq s!ú ig.tq é "@o,
sistÊúrs ate tíE-
preo, fusciente"). ftss idáÀs ofldtas sfo e rblrc
lufucoto tlomin«las por lr c@b$o, "mo sitre{5o, uú
obidivo ontolado, que alp DmdreD tc co!úfutEncotê.
fofouhdas e erplicadr&. O ldummro emlírtto rheamh.
so aos limítos finpoüos pclo'i@Ucito, pefo cmsedÍb-
Mas, porque e reflexão n'ssce de'um úôleo]c afose e Eé.
-ds iospecimar
cessidade 6 e**nrinar,, -eo @rW kê
r DebnrgâEo-roE eotlq iúlhc Súu*@dÍo
"oqfoc.
ür@eiente e a toraapoc edÍdta.
Não é possÍvd dirü E.dúridô
o devído tÍtno' fàceà ilffit
p*oefto podúia |im quo
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ftcar corr a idáia dç que se pretundo quc os ostudanus, a
§cu. Gstudo e recitação, doveriam sef ipàuzidqs a qotar e for_
mular oooscieotemento esga& vfuias fesê§, eomo neio de eo.
Tfl" I9fl*8"1. Tal noção, toda'ria, é estuânha ápt itu
da anáIise. Pois, segundo ftte, o conhôb Íurdame+tâI"o se
efetua por meio das cordiçnw em que os estudantes trabc.
lham - provlsâo de uma situação real que provoca inqursffio.
sugestao, raciocínio, verificação, etc. Íogfrfr principfu v;Io;
da aúlise aqü. apontado é sugorir ao pro-femôrã es maneiras
quê myt seguramênte gsraDtaÍa o peg§aüento rdlexivo pot
-de
trBrte dos estudiltes, seo quc €§to8 têEhâEr coosciêreh
ead* passo.de suas pÉprias ãtitudes e procâssos. Tnúl#m á
verdsde que, iltpo*t que o fustuirttr tenha provido as coadl-
ções que mais probabüdades ap,resenteur de desp€rtár e dl-
dgir o ato de pensar, a atiúdade subseqüente ao ertuaa*&,
consclçnte embora quanto aos meios e ags fitrs, pode ser
iacouscimto com respeito às sues próprías atividades e pro-
oeünrentm paspais. Ê sabitlo que o hebalho criativo nas
artes, Iiteratura, píntura, músiba,
-e
outras; É sobeÍanimeute.
incôDsciÊDte ern relaç6o aos motivos e às,aührde do arHsta"
aup qpftilo s€ concertra uos objetos corrr qu€ üda ou çe
oon$ói. $ essa lÍnha de procedimeato que dovoriarri ailotar
o esfudo e o ensino. O mqdêh a seguir ser-lhe§-ia sntes o
Artirtq nEo ar atividades de quem se alarteoha dolorosaurente
conssieb, e cada passo, de suq msneira dq trebeefi. O
cmtsüb serúa exercido pelo eatabelecimuto da próoria si-
ka$À Todaviq em oondiçêo* d6 fuudtÂdâ perpleri&de ou .1
i

êrro repetido, será goralmente rahtar que a atrüçâo oonsciento I

1F*", I qusss his, csoro as.que lrzem aas atihrdee e po. I

060 (to ductdíL


'a
i

AhoÍÍôo e iacnâqEo
i i
É da egperi&cia comum o fato de que, após proümgada
Freoculração com um assunto intel€ctud a mànto- perdj cua
Prêstrerza de a$o: Spgenteúle$c, 66sslhc ou6 cu&o; giram
:er rpdas sem ssir do lugar, Gçiae as uovas ,qgaqtàd; g
l

É4:,,
il ':*b*i
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r.' ::r:it't_ r i:r'
,êrÍ*tr"ôry, qrry.., :,;1.'iffi.,i.{d$l
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l,Ti"'' á 'ç
c+&ita-ms beil[' ik *,etploq$§ti-,d]':B#i}ií,':,'Eilt' i
ó uma edvertê*ua'po W" e *m" e refXcr§o
"Ãài!ú
c@scisD{eú so voltem para ortra co'isa. EnEo, dopods que
a uliste deixou:'de estar aÍerÀdq *o proll6*+:s. Csn§Éíee
dÍdqxoü a su*. tettÊãc, soüEÊvén Êm Pedoe ik inoübâção.
O uaferial se reorganiza; f*oo o priacÍpios ocalxsú'{ê e6
ffi dê,vidos hg4gi, o q"u *.oáf"*;aS.to".htlb e ds-
lsÁrl a misfura fit-se orde,m, de tal rrodq wdhs vêres, quo
€§ súldooado, em wsênoia, o pobtema. Iúr*ir psms há
que cabemüo-lhes decidk uua guecEo pnUmca ompllcafu
E4,qü acoaselhár'el dormü db,re'o assinto. E.qqre wnpre
" fu aodêoê quq êo acord& peta osúüã, vêçm que t&las
' as coisas re acomodarem às üsavilh6, duraate o'ilêçisâb.'A
§co BaDo.
,úüt pf$ry sutÍt de incubeso uouxe à hrz'iÉe
,- ürr" úÀ êr* ,*d*ái; d"io,áç6êq at "ol"ço* e
ocoiÍe, senâo a um w$i.to qu€ §ê
aesti*e*as reamente
teobo, aDte§, consciencimarÉrtte inpregnado dÊi innteial ro-
lativo à qcestiiol que tenha revirado o 'lsffio; peado o
-incubação,
p& e mir'as. Â sfioel é rma ftn de rra pro-
cBru rÍmEo.

f*.:-- o Pf@€im e o,yt@


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.t{vq se uaru{orna eo.a$i&*o isdÊa@to, qüq @& § gtt$,
o hioguedo"degeeoee, ee,S#n o Aahlào, m o*ige.

O !Éqsdo Éo d*c'rü'fufit
Por 'folia", quêreÍnos dar a e,ntends uso
#ríe dê exÉlo.
deÉ*§dfltês do §&+
sõês dê ênergia, desconerâs, tÍa.nsitórlor,
cho e do acaso. Qrsndo a seqilbch di idéirc e
c{Dstitu€m o brinEàdo perde tôãa reloçao im rm,çm@, "** àm
cada peça ih sériã fica isoladl dâs outrss, assurlia&
eap:ióoro ârbitrririq sem fu&tidade: hdp aÉo p*re de"atáfiQ;
ada
foEa" Eriste tanto oss clifltrças cffiQ txxrcnindS ccü
pmge,nsao para a folia. À ten&cia nitti á ,nterrermb u{"
viso que é a&ssr à a@o'd€ E&r coÉt@dru. À
prfula iodinafio a aook e fsatâsiet pane iupioir nmo
. .r . ,.. rqu*r'ao esphito. Ê sqr ercesso qug cúffi* A'ã+uÍfq$ô 6
à d€qiriegrsção. O rloico meio à €üitsf €nee m*u rêsuMo
á cuidr de que as criaaças olt em pen r Íimte. Ntecípêú,
'etÉ uto pmto, o Íins de suq áiivtr*rb, s eúeitsg prot*
. ...... :{ue kará. -': : - --. ' ', ..

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Embora pareçe geralmeote o csntrÁrio
- pofu er condiÉêt
§ocigis ou Íavorecerr rrm4 guperfluiflado do mckx que gGm
foliss oeiosas or impõem umã eragerrada, pressâo qinôõioe
que câusa o trabalho-castígô - e infânéú realiza, normsl-
mente, o ideal de conlug§o do brinqucdo mental livre e de
atividade refleriva. OÍ leUatos fiéis de crianças sempú
tão l,aüeate fazem a *ía epacidade de conceuúção como
a sua despreocupação peto amanhã. Viver no preser§ é cm-
pa.üvel com umÀ condensação de signiflcados ãe lmgo alcan-
ce Do presente. Tal enriquecimento do presente dentro do
próFio prgsente é a iusta herança da iofâqçia e a mclbor
garantia de desenvolvime.oto po§.teriot * A criança obrigada
i um interêsse prehaturo por resultaÇ ecorrômicos remotos
pde adquirir uma su4»reendente sagrcldade nuoa direção
Itarücular, mas h6 Xerigo «le que a especiolização precoce
ôb:e oais tarde, o seu preço, em epúie e Ientidllo no
rdleú. '
5.
. A atitudo do rrtbtr
É uso dizer-se que a arte nascerr do ürinouedo. Seia or
não verdade, histôrióamemte fialândo, o fsto é riue a aÍlrrría$o
:ogêno
uúryl*9"i" mtal
de-brinquedo e scriedarte que
&Íü!ta
define o ideal artBüco, O 1neocups-
*. do cm meios e materÍais trlvez adniúvot téài-
pq excelêada" Quendo a tns,
ca, rnan não o espírito ar$dÊo
pdreÉo rilhapassa o dmfoio ala técnico, poaorl haver
{eotfmenno estético, ruif o lxocosao ao reatirnçgú será pq
doüâtu imp€rf€Éto para eqpúiini-lo adcquadame*. euaído,
FGêq o p€úsanoto de Íindlihde assuoc ʧ,eaates fopor-
gões que o levan e onc&rnâr-ro no própim meie caftoc- dc
eoem6-Io, ou quanlo a a@efu votadi ao* meim re inspfoa
no reconheçimento da finaüdade a qno rery€ú\ é que se nos
depara a aührde tpíca do aÉhtq úra atitude gô se pode
-óa-
EosfuaÍ em tôdas as etividades, E€srDo Das que üo sâo
venctoratnento designadas cmo'artos'.

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dofiÉsô"rs quc orJviraú dfuer ror qe#do Eyihs
EsnrDto! eüaúos à e4iriêncie dos ahms, srrrg@dc,E sc
ap pçrcebec que as criancas 6s Fnfinrm ro inüoôrzir.se
et!üs' (rrÚss qüo üIEápdEsã ioo toraof", eo IIFE gu. rG

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!8t coLo ,rr+r * *-rris

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G!il ,dbü'tr dât eú*
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&rÉtrae por tudo q6ro s n wto
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!kg§, eÍtotwúe §úaÚ§!í I
osÊstÊ de ETI
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e um gnrpg de jor*s e0 sqr§
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O iwerco é tembém vordadeiro. O tq*fffivoe é,
obrigetàrlrnente, o lÍraginárío, isto ê o üFült Àih!@
própria da lmaginago é'a visâo de Tpsüdad€l c p@büida-
des qlre aão.podem
-sens@irt
manifestar-se aas çosdiçüa €-iqtentes
da percep$o S obi*ivo ds ràu8tut§o é ume
d€fidde penetraçÉo no,rqrroto, rc fiiseDbi-'ü úscruro. A
hbúrit"i Htcraturâ, a grggrafre, oo prtndplo db ciêocis
ê - Dff orre n[o? - tDcãmo e qurdrir c e arffitlco cetão
cbüi de'questões que poihl"sor úBqgtuq*nâente rc41tu8-
des, sê é que são realizadas. A imagiaa§o ãmplpte o oprc-
funda a obsenação; só a substihri na* pordoih sur ÍÜrge
b$c+ quanlo se dilui em faotasle,
Um eremolo. final do necessilrio equilÍbdo entrc o prú
rimo c o longínp se encutÍa o. t"la,!o que cc cdahCcce
€otre o campã r,irir reskito da exp€dêúiu r'oelizds.no ce-
tarto pessoal do um iudivíduo c@ offias- pessoaE d"coüE t,

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292 COIIO PENSÀl,ÍOS

tido, 28-29; processos e pro- 135-150; e as coisâs, 189-143;


duto do, 79-96; excmplos de, organizaçáo do, 18l-165;
97-100; movimento do, lM- como intençáo e extensão,
106; ob'etivo do, 104-106; 16l-162; materialização obie-
análise do, 107-122; funções tiva do, 209; relaçáo com'o
essenciais do. tll-ll2: ehco concreto. 218; como obieto do
fases do, lll-I22; lugar do pensamento, 228.
luízo no, 123-184; conkôIe do, Sinais, artificiais, 27-28, 229-
277-278. 230; lingüísticos, 28-29, 74,
Perguntar, arte de, 262-28A, 222, 228-2A5.
2ü. Síntese. 130-184, 158-160, 195-
Preconceitos, 17, 89, 127-128. 196.
hedição, l2O-122. Sociais, aiustamentos, 204-205,
Problema, 22-23, 24-26. Sociais. influências. 37-
Professor, o, 47-48, 64-68, 90-
91, 287; tunçáo do, 269-273; "Status" socia[ ú.
Supentição, 33-34.
como líder, 269-270; neces-
sidade do conhecimento para
Suspensão, valor da, 250-252.
o, 270-273; como artista, 283. Tendências inatas, 43-61.
Projetos, 2lí216. Teoria, menosprêzo pela, 220-
Prontidáo para pensar, 42. 29r.
de, Têrmos técnicos, 241-243,
Quantidade, conceito 180,
Trabalho, 2O7-213; importâucia
Raciocínio, ll5-117; contrôlo do, 208-211: distinçào cntre
do. 178-187. jôgo e, 210-211.
Relações, 140, f$-184.
Relações numéri cas, 221-?22. UüIidade, falsas noçôes da
Responsabilidade, 40-41. 211-218.
Revisão, necessidade da, 189.
Ritmo, do progresso intelectual, Variação de condições, Ig4-195.
r42-t48. Verüicação, 97-106; duas esnê
cies de, 102-lO4; da hipótáse,
Semelhança, 174-175. ll8-I19; método como, 166-
Senüdos padronizados, 129. 169; de idéias, 252-253.
Significado, e pensamento, 28- Vocabulário, enriquecimento do,
29: âmbito do, 29: desenvol- 237-238; maior precisáo do,
vimento do, 128-129; e idéias, 238-24t,
iNpro eNer-frrco 291

lnvestigaçãq impodância ila' Observaçáo, 15; e reflexão, 98-


22-2Ít. 99; 107-108; dtigida Pela
hipótese, 168-189; rclação com
Juízo, suspensão de, 25; _ lugar o experimento, I95; relaçáo
tr.ioo menlal, ?.44-
do, no pensamento rellexivo,
123-134; três Íatôres no, 12& "o- õnatureza e valor da,
256;
129; aspectos do, l2l; surgo 244-219; e curiosidade, 245-
em dúvida, 124-125; funçóes 246: e aür'idade, 246'247;
do 130-134; e idéia, 135-187. acarretada Dor problemas
teôricos, 247-L48; nô uub"lho
Liberdade, 90-91r e
üsciplina. científico, 248-249; métodos
92-96; ooncepçáo de, 9&94; € materiais da, ?t49'265;
intelectual, 98. abrange exploraçáo, 249-250;
Liçóes de coisrs, 222, da eihutura e da função,
LinEuagem, relaçáo da, com o 231-252t deveria tornar-sê
eiercJcio do pensamento, 227- científica, 252-253.
242; Pontos de vista tíPicos Ocupações, descobrir úteis, 59;
da, 227 -229; como um instru- constÍutivas, 2f 3-216.
mento do ato de pensar,227- Ordem, 54-59; do pensamento
-sala e
232: rclaçáo coni a educa- da açáo, 56; na de aula,
çáo, 235-243. 60; no pensar real, 8&84.
Lógica, 79-85. Pailrões, na instruÇão, 79; no
Lógica, atitude, 132-188. comportamento, 72-78.
Palawàs, 28-29; 139-140; 147-
Meio-conseqüência, relação, 148- 148; 230-232.
150; 209-210. Passividade, perigos da, 257 -259,
Memória, 129. Pensamento, natureza do, 18-25;
Método, 94-95; aliança com e melhor caminho para, 13; más
atitude, 38-42; lógico, 89; tendências do, 32-38; sanções
consciente, 132-133; da apren- tisicas e sociais do, 82-33;
üzagern animal, 137-138; sis- seatidos do, 13-18; formal vs.
temático, 18&187; como verl- real, 79-85; e observâçáo,
ficaçáo, 16&169; necessidrrde t70-171.
do sistematização, 167-168; Pensamento cienüfico, 188-189.
no iulsamento dos dados, 169- Pensamento empÍrico, 188-200;
l7i; "no desenvolvimerrto de significado ilo, 188-192; quan-
aptidões abstratas, 224. do útil, 189; três desvanta-
Método científíco, 140-f41, 171- sens do, I90-I92.
177. 193-200; e análise, 198- Peisamento reflexivo, uma ca-
r95. deia, 14; aspira à conclusão,
Itíétodos verbais, abuso dos, t5-I6; sinônimo de crença,
233-235. 1&17; Impele à inquüição,
16, 17-18; Íator central no,
Numéricas, Íormas, ff/. 19-22; fases do, 22-24; rcgr-
Numéricas, rcla.ç1es, 221-222 Iação do, pelo obietivo, 24;
como obietivo edrrcacional,
Obietivo, 24., 2&27. 2042t base do, 2&27; inven-
Objeto, natureza do, 29. ções, 27-28; acrescenta sen-
290 COMO PENSAMOS

perde a, 47-118; não idêntica Euagem, 227-24:3; e informa-


ao dom de maravilhar-se, õ9; ção no, 2tl4-2ú6.
orÍentaçâo da, 6S64; em pro- Exerclcio dos sentidos, 222, 248-
ietos, 215; e observaçáo, 245- 247.
246.
"Experiência", signiÍicagão da,
Dados, LB&lTTi coleta de r99-200.
suficientes, 178-174.
Decisão, 129. Experirnentos, reÍlexão i-pü-
Deduçâo, 185. cando, 99, l18-I19; obieüvo
dos, 175-177; três vantâgens
Definiçáo, 15l-165; três tipos
dos, 176-177; ausência de,
de, 163-184.
186-187; e observaçâo, 195.
Dessemelhança, 174-175.
Exposiçáo consecuüva, 24L-243.
Disciplina, e Liberdade, 92-98;
concepçáo de, 92-93.
Disciplina formal, 69-65. Fala, 205, ?,3.6-243.
Disciplinares, estudos, 68. Fatos, 107-Ill, 126-128
Distração, êütar a, 268-269. Formas numéricas, 87.
Dogmatismo, l9l-192.
Dúvida, 22, 24.-25, ll1, 174 Generalização, 37, 152, LB7,
12,!-125, r38, t92, 252-253.
r8&r84. 288-269.

Educação, em relaçáo ao formal, Hábitos, formar-se-ão com cer-


85-92; aplicações à, 182-187; teza,98.
brinquedo na, 211-213; uso Hipótese, I Il, l14-115, lt8-
da linguagem na, 235-248. 1r9, rff]-169, 194.
Empírico, pensamento, 188-200;
significado do, 188-192; quan- Idéias, 15, 107-111.
do útil, I89r três dewânta- Imaginaç6o, 15, 108. f09-200;
gens do, 190-192. Íalsas noçóes da, 9l l-218.
Ensinar, arte de. 60-61. Imitaçâo, papel da, 208-207.
Escola, eondições da. e treho do Incerteza, importância da, 22-23.
pensamento, 62-75. fnconsciente, o, 275-279.
Eseolas, experimentais, 156, 18& Incubaçáo, 278-279.
187: sua deyoção ao pensa- Inferência, 97-106; ao desco-
mento abstÍato. 219-220. nhecido, l0Gl04; não hâ
Estndo, bons hábitos de, 261- pensamento sem, I00-l0l;
2M. àatureza da, l3l; idéias nq
Estndos discinlínares, 88. r35-180.
Eshrilos lnÍormatlvos, 88-89, 7G Influ&rcias sociais, 37.
7t, InÍormaçóes, aquisiçáo de, 80;
Eüdência, 20-21; contrôle da, transmissáo de, 253-256.
r6&169. Instruçáo, padróes na, 72-73.
Exercício do pensamento, duas Intelectualizaçâo, I l2-1t3, f56.
razóes para o, 8l-32; recursos Interêsse, e proÍetos, 215-218;
inâtos pâra o, 43-61; e condi- transferência ,Jo, 222-223t àra-
çóes da escola, 62-75; natu- mático, na observagáo, 250-
reza. do, 62-84; transferência 252.
no, 73-75; e
aüvldade, 203- InteÍpretagÃo, iustrumentos de,
216; relaçáo do, com a lin- r35-197.
ÍNDICE ANÀLÍTICO

Abstraçío, valor da, 198-199. Caráter, características do, 42.


Âbstrâto, o, 217-226; nalveza 66-67.
do, 223-226; trarsição do con- Ciéncia, nascida das ocupações.
creto para o, 223r não o íim 213-914r e abstraçâo, 219-
exclusito, 224-225. 220; obsen'ação na, 248-249.
Âiustanlentos sociais, 204-205. Coisas, 139-143.
Â;álise, I30-134, 158-159, t93- Coisas, liçóes de, 222.
r96. Compreenslo, 135-150; signifi-
Apreciaçío, de novos valores, cado da, 139-l4l; dois modos
106; seu papel no Pensarrrcnto' da, l4l-142; antecedentes da,
223-226. 143-144.

Aprendizaqcm, no ato de Conceitos, e significados, 129; e


-sar, Pcn- gcncralizaçáo, 150; conheci-
85-86; cle ani'nais. 137- mento padronizado, 152-153;
138; necessidade de relações identificam o desconhecido.
na, l84r atrar'és da transmis- 153-156; começam com erpe-
são de informações, 2í4-256. riências, 157; tornam-se defi-
Àrtista, atitude do,282; o Pro- nidos com o uso, 158; tomam-
fessor como, 283. se gerais com o uso, 158-
Âtitudes, importància das, 37- 159; contrôle dos, 178-187;
38; o cultivo das, 38-42; de- yalor científico das. I78- 182;
senvolvimento das, 72-73. sistema nos, 178-180; verifi-
Átividadc, organizaçáo da, 56- cação final das, 182.
59; e cxcrcício do pensamen- Concreto, o, 217 -22A; naturezâ
to, 203-2I6; primeiro estágio do, 217 -222; relações com a
da, 203-207; formas aÍins da, sienificação, 218; dependência
207 -216; e obsen'âção, 246- do intelecto, 218-219,
7. Consciência, corrente da, 13-14.
Átividades, na educaçío, 58-59. Consciente, o, 275-279.
Âuto-expressâo, 90-91. Contexto, implícito e explícito,
Bacon, Francis, "ídolos" de, 275-278.
Crença, 16-23, 40, 96; formas
Brinquedo, 58-59; 30-91; impor- errôneas de, 35-37; falsa,
tância do, 207-216; distinçío r89-192.
entre trabalho e,910-211; e Curiosidade, 135-224; uma tcn-
trabalho, 279-282; não deve dência natural, tt4-48; três
ser foüa, 280. níveis da, 45-47; como se
ÂTUALIDIÀ'D"E§
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ÂTUÂLIDADES PEDAGÓGICAS

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Editora Ncd@al çoÀeçou s PíublicaÉo dcsta eérie.
MÀ,is & setêDta üvros foram pubücedg até hoie. O
proÍessor, o aormalista, o acadêmioo-dc cur.oo ite fedagogia
ã riiaaúãr. rãp*ú*'is, a qualque,r ttrlo, put educüÉq
"r* Ê"o1, da matêria iedogógtc+-todc podaão
os estudiosos,
encÍnrtrar, nessa lirnaria, rccursql para reflêrão sôbre o pro-
blcona fundameutal proposto pela aüüdadc edqcstiva, eE
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ücadas por sêus nrimoros resp€ctÍvoE po div{rõoC
ou parte§, doe estudos pdqgóS"or. ,?adogogh é
um mundq pm.q$e e,ilunção-é-um mundo. -Âscim,
é ocioso assinalar quê e$a cl"sslllcafão nada tem
de rí$do. Além da-eorptexirlado in€Dsa ds P€da-
gogia, príncipalmcnte da Pedagggia fl6 socsos áhc,
aínda ceberia lembrar a série considcÍóvel de con-
tÍibul@ hftt&lpes d9 raiq v.dedo:Íeltto e,,pra i
aumentar a difiorkladq o d€§corcêrto als t€rnübo- I

Iog.". Tudo são rezõà para tooner üfidl, qu$t


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