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FUNDAÇÕES

PROFUNDAS
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
 TIPOS DE ESTACA

ESTACA CRAVADA DE
CONCRETO
INTRODUÇÃO
 TIPOS DE ESTACA

ESTACA CRAVADA DE
MADEIRA
INTRODUÇÃO
 TIPOS DE ESTACA
ESTACA CRAVADA
METÁLICA
INTRODUÇÃO
 TIPOS DE ESTACA

ESTACA TIPO BROCA


OBJETIVOS

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CAPACIDADE DE CARGA DO
ELEMENTO DE FUNDAÇÃO

RECALQUE NOS ELEMENTOS DE FUNDAÇÃO

PROJETO DE FUNDAÇÕES
CRITÉRIOS DE PROJETO
 SEGURANÇA À RUPTURA
CRITÉRIOS DE PROJETO
 RECALQUES DENTRO DO NÍVEL DE TOLERÂNICA
MECANISMO DE INTERAÇÃO
SOLO-ESTACA
ESTACAS
ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÃO
ESTACAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO
VANTAGENS: DESVANTAGENS:

• Resistência a esforços elevados • Emendas de difícil execução;


de compressão e a tração, quando
armadas; • Perdas devido à inexistência de
quebras;
• Vários tipos de seções.
• Vibrações e ruídos em excesso
• Baixo custo em relação a metálica; (maiores que a metálica);

• Protegem o aço a corrosão. • Equipamento de grande porte


para cravação.
ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÃO
TUBULÕES
VANTAGENS: DESVANTAGENS:
• Baixo custo de mobilização de equipamentos;
• O processo construtivo produz poucas • Elevado risco de vida durante a
vibrações e ruídos; sua escavação e inspeção;
• O engenheiro de fundações pode inspecionar
o perfil de solo; • Se for ao céu aberto, não pode
• Pode-se modificar o diâmetro e comprimento ser executado acima do nível
durante a execução; d’água¹;
• As escavações podem ultrapassar solos com
pedras;
ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÃO
TUBULÕES
ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÃO
TUBULÕES
ESTACAS TIPO
FRANKI STANDARD
ESTACAS TIPO FRANKI STANDARD
CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DA
ESTACA
CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DA
ESTACA
CAPACIDADE DE
CARGA
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO ESTATÍSTICO DE AOKI-VELLOSO
• Este método foi apresentado em contribuição ao 5º Congresso
Panamericano de Mecânica dos Solos e Engenharia de Fundações
realizado em Buenos Aires, 1975 (Aoki e Velloso, 1975).

• Este método foi originalmente concebido a partir de correlações entre


os resultados dos ensaios de penetração estática (cone, CPT) e
dinâmicos (amostrador, SPT).
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO ESTATÍSTICO DE AOKI-VELLOSO

Resistência Total:

R = RL + RP
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO ESTATÍSTICO DE AOKI-VELLOSO

Cada parcela será em função do tipo de solo, dado por:


FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO ESTATÍSTICO DE AOKI-VELLOSO

A resistência final será:


FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO ESTATÍSTICO DE AOKI-VELLOSO

A resistência final será:


FUNDAÇÕES PROFUNDAS
MÉTODO AOKI-VELLOSO
ATERRO – ARGILA
EXERCÍCIO 1,80 ARENOSA

ARGILA
2) Projete a fundação de um ORGÂNICA
pilar de um edifício com carga 5,10

de 420 toneladas. Sabendo


AREIA MÉDIA A
que será utilizadas estacas GROSSA
8,25
pré-moldadas de concreto de
42 cm de diâmetro e que SILTE
segundo o fabricante ela ARENOSO
COMPACTADO
resiste 97 toneladas. 12,00

SILTE
ARGILOSO
COM
16,95
PEDREGULHO
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
FUNDAÇÕES PROFUNDAS
FUNDAÇÕES PROFUNDAS

PARA ESTACAS CRAVADAS, “α” E “β” SÃO


IGUAIS A 1,00
ATERRO – ARGILA
EXERCÍCIO 1,80 ARENOSA

ARGILA
2) Projete a fundação de um ORGÂNICA
pilar de um edifício com carga 5,10

de 420 toneladas. Sabendo


AREIA MÉDIA A
que será utilizadas estacas GROSSA
8,25
pré-moldadas de concreto de
42 cm de diâmetro e que SILTE
segundo o fabricante ela ARENOSO
COMPACTADO
resiste 97 toneladas. 12,00

SILTE
ARGILOSO
COM
16,95
PEDREGULHO
CARGA ADMISSÍVEL
EM FUNDAÇÕES
PROFUNDAS
PRÉ-MOLDADAS – CARGA DE CATÁLOGO
ESTACAS
ESCAVADAS
OUTROS TIPOS
Metodologias Cintra & Aoki – 1ª Metodologia

1. Escolher o tipo de estaca, diâmetro e/ou seção transversal do fuste e


obtém-se a carga de catálogo Pe.
2. Adota-se a carga admissível como sendo a própria carga de catálogo, e,
multiplicando-se pelo fator de segurança, obtém-se o valor necessário
da capacidade de carga.
3. Por tentativas, utilizando um dos métodos semiempíricos, procura-se o
comprimento (L) da estaca compatível com essa capacidade de carga.
Metodologias Cintra & Aoki 2ª Metodologia

1. Fixar o comprimento “L” da estaca à partir das situações: limitação do


equipamento ou nível d’água.
2. Utilizando um dos métodos semiempíricos, calcula-se a capacidade de
carga. Aplica-se o FS, e determina-se a carga admissível.
Metodologias Cintra & Aoki 3ª Metodologia

1. Para cada tipo de estaca estaca tem-se um NSPT correspondente à


profundidade de parada do elemento. Então, na sondagem contempla-
se os valores de NSPT que estão dentro desse limite (Nlim), os quais
indicam as cotas de parada, ou seus prováveis L.
2. Para cada um desses comprimentos, calcula-se a capacidade de carga
e a carga admissível.
Interdependência das Metodologias
As metodologias são distintas, mas interdependentes, ou seja, é
necessário fazer as três verificações.
Quando se emprega a 1ᵃ metodologia (Pa = Pe), pode ocorrer do
comprimento L encontrado ser o máximo aceito. Neste caso, adota-se L =
Lmáx e faz-se a 2ᵃ metodologia;
Ou pode ocorrer, também, de encontrar-se um L que, para ser atingido,
exigiria atravessar camadas com valores de NSPT além dos limites de
eficiência do equipamento. Neste caso, muda-se para a 3ᵃ metodologia.
Interdependência das Metodologias
Se começarmos pela 2ᵃ metodologia, pode resultar em uma carga
admissível superior à carga de catálogo, o que indica passar pela 1ᵃ
metodologia;
Se começarmos pela 3ᵃ metodologia, pode resultar em uma carga
admissível superior à carga de catálogo, o que indica passar pela 1ᵃ
metodologia como na segunda interdependência. Ou pode ocorrer que o
comprimento encontrado para a estaca seja superior ao limite exequível.
Neste caso, adota-se L = Lmáx e passa-se para a 2ᵃ metodologia.
TUBULÃO
INTRODUÇÃO
Os tubulões a céu aberto são elementos
estruturais de fundação profunda
construídos a partir da concretagem
realizada em poço aberto no terreno,
geralmente dotado de base alargada.
DIMENSÕES
A área da base do tubulão é calculado a partir da seguinte expressão, na
qual tanto o peso próprio do tubulão, quanto o peso próprio são
desprezados:
A área do fuste é calculada:
Exemplo
Projetar um tubulão para o pilar abaixo com tensão admissível de 0,6 MPa.
CAPACIDADE DE CARGA EM
TUBULÕES
O cálculo da capacidade de carga dos tubulões normalmente é feito por
um dos seguintes processos:
1. Formulação clássica de Terzaghi, analogamente ao que já foi exposto
para o cálculo da capacidade de carga das sapatas, uma vez, que no
dimensionamento dos tubulões só é levada em consideração a sua
resistência de ponta;
2. Com base em ensaios de laboratório, como por exemplo, no caso das
argilas, em que a tensão admissível pode ser adotada como:
CAPACIDADE DE CARGA EM
TUBULÕES
O cálculo da capacidade de carga dos tubulões normalmente é feito por
um dos seguintes processos:
3. Com base no valor médio da resistência à penetração medida no
ensaio SPT numa profundidade igual a duas vezes o diâmetro da base,
a partir da cota de assentamento do tubulão
NEGA E REPIQUE

Nega: Medida de penetração


e/ou deslocamento permanente
do topo da estaca em relação
ao solo.
Repique elástico: Resposta
dinâmica à cravação
EXERCÍCIO REVISÃO
Projetar as fundações do pilar 1 o perfil geotécnico se encontra abaixo:
Dados carga do pilar 420 tf.

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