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União de Plásticos

PROCESSOS POR ENERGIA


ELETROMAGNÉTICA

• Resistência

• Indução

• Microondas

• Laser

• Radiofreqüência

União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

Soldagem por RF é útil para


soldar polímeros que possuem
dipolos fortes, tais como:

•Polivinil Cloreto (PVC)


•Poliuretanos
•Poliamidas

Aplicaç
Aplicação de um campo alternado de alta intensidade a
estes dipolos , estes tendem a se orientar com o campo
União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

Os dipolos tentaram se alternar com a mudança de


polaridade do campo, este processo leva a conversão
de parte desta energia em calor, criando a solda .

Nos EUA a frequencia mais comum para soldagem


com RF é 27,12 MHz. Estas frequencias variam de
país para país.

União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

A alta intensidade do campo é normalmente aplicada a


um polímero por eletrodos que são presssionados
contra os dois lados da camada do filme.

Uma vez que a intensidade do campo decresce com a


distância este processo tem mais sucesso quando os
eletrodos estão próximos como no caso dos filmes
poliméricos.
União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

Soldagem ocorre a interface entre os filmes porque os


eletrodos frios retiram calor da superfície do filme.

A eficiência de aquecimento é dependente do material.


Poliefinas tais como o polietileno e polipropileno,
possuem dipolos muito fracos que são quase
insensitivos ao campo.

União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

Na área médica as bolsas


para fluidos são
provávelmente a aplicação
principal de soldagem por
RF.
A bolsa e as entradas podem
ser feitas simultâneamente
em uma única operação.
União de Plásticos
PROCESSOS POR ENERGIA ELETROMAGNÉTICA –
RADIOFREQUÊNCIA

O tempo de soldagem pode variar entre uma fração de


segundo a vários segundos, dependendo do material,
espessura do filme e área a ser soldada. A utilização de
microprocessadores permite um melhor controle da
qualidade e da velocidade da soldagem

União de Plásticos
JUNÇÃO POR SOLVENTES

Difere da técnica por fusão porque o estado viscoso é


atingido por meio de um solvente.

Este solvente molha a


superfície e molhamento
ocorre e depois pressão é
aplicada.
União de Plásticos
JUNÇÃO POR SOLVENTES

VANTAGENS
Baixo custo
Ausência de efeitos térmicos
Tolerância a contaminantes

DESVANTAGENS
Emissão de gases dos solventes
Dificuldade de seleção de solventes
Controle impreciso do processo
Baixa capacidade para preencher falhas
Evaporaçãp lenta do solvente
“Crazing “
9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS

• Os compósitos podem ser classificados de acordo com a forma do reforço:

1. Particulado – esferas, bastões, flocos, formas com dimensões


iguais;

2. Fibras – fibras longas ou curtas;

3. Laminados – São compostos de duas ou mais camadas;

União de Compósitos
COMPÓSITOS

Termofixa (mechanical fastening + Adhesive Bonding)

Matriz  Amorfa – cadeias arrumadas


aleatoriamente
Termoplástica 

Semicristalina – possui as duas regiões.

Em soldagem  a temperatura crítica é Tg para amorfos e Tm para os cristalinos 

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS

Processos para soldar plásticos e compósitos podem ser


classificados em dois grupos:

1. Aqueles que usam calor externo


• Placa quente
• Gás quente
• Implantes
• Resistência Implantes
• Indução
• Infravermelho
• Laser

União de Compósitos  

COMPÓSITOS

Processos para soldar plásticos e compósitos podem ser


classificados em dois grupos:

2. Aqueles que usam calor interno dentro do plástico.


• Microondas
• Fricção (rotação)
• Vibração
• Ultrasom

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9/5/2008

União de Compósitos
COMPÓSITOS

Soldagem por fusão oferece algumas vantagens em relação ao “mechanical


fastening” = acoplamento mecânico e colagem.

Acoplamento mecânico
– introduz furos no material enfraquecendo o mesmo

Colagem
- se utiliza um termofixo que pode não ser compatível com o termoplástico.

União de Compósitos  
COMPÓSITOS

O processo de soldagem por fusão pode ser dividido em 5 passos:

1. Preparação da superfície para remover contaminantes;

2. Aquecimento e fusão do termoplástico (matriz) s/ a superfície a ser


soldada;

3. Pressão para promover o escoamento e molhamento;

4. Difusão intermolecular e mistura das cadeias poliméricas;

5. Resfriamento e resolidificação do termoplástico.

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE

Preparação da superfície para compósitos termoplásticos é importante se


as superfícies foram contaminadas.

A superfície pode ser tratada Mecanicamente


Quimicamente

Sujeira
Óleo Podem ser removidos por técnicas de desengorduramento.
Graxa

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – AQUECIMENTO

• A forma mais atraente de unir este material é aquela que aquece


a superfície na vizinhança da solda.

• A presença de reforço, no entanto, pode afetar a condução de


calor no material compósito.

• Em compósitos reforçados por plásticos – a condutividade pode


ser anisotrópica.

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9/5/2008

União de Compósitos  
COMPÓSITOS – AQUECIMENTO

• Em compósitos reforçados por plásticos – a condutividade pode ser


anisotrópica.

Transversal

Longitudinal

Aquecimento

Perfil de aquecimento com uma fonte pontual.

Por causa de sua alta condutividade a fibra aquece mais em uma direção do
que em outra.

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – AQUECIMENTO

• Reforço com fibras de alta condutividade térmica, também resfriam


as superfícies das soldas rapidamente, portanto uma superfície com
resina extra promove isolamento térmico, e facilita a soldagem.

• Durante o aquecimento de termoplásticos reforçados por fibras,


pressão deve ser aplicada para evitar a formação de vazios e o
compósito se desfazer. A formação de vazios é devida a energia
elástica armazenada nas fibras que é liberada durante a o aquecimento
por fusão da matriz.

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9/5/2008

União de Compósitos  
COMPÓSITOS ‐ PRESSÃO

• A aplicação de pressão é necessária, deformando a superfície e


permitindo que ocorra contato para a interdifusão molecular.

União de Compósitos  

• A presença de aspereza na superfície pode aumentar


substancialmente a viscosidade efetiva.

Ex.: Compósitos com uma fração volumétrica de 60 a 70% de fibras


aumenta a viscosidade de 10 a 400 vezes.

Uma camada extra de resina reduz a viscosidade.

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – DIFUSÃO INTERMOLECULAR 

• A resistência da junta resulta da difusão intermolecular através da


superfície e do emaranhado das cadeias.

• As cadeias poliméricas têm movimento liberado nas pontas como


uma cobra que vai se movendo gradualmente.

União de Compósitos  

COMPÓSITOS DIFUSÃO INTERMOLECULAR

O tempo de difusão depende da temperatura 
Para polímeros amorfos  de soldagem a qual por sua vez vai estar 
TG relacionada com a temperatura de transição.

Para polímeros semicristalinos

Difusão intermolecular ocorre a 
T> Tm > TG
temperaturas acima da temperatura 
de fusão.
(Tempo de difusão pequeno)

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – DIFUSÃO INTERMOLECULAR

Considerando que na temperatura de fusão um polímero


semicristalino se assemelha a um polímero amorfo, porém a uma
temperatura muito mais alta que TG, o tempo de difusão é muito
curto.

De um modo geral pode ser considerado instantâneo.

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – RESFRIAMENTO

• É o ultimo passo no processo de soldagem. À medida que o


termoplástico resfria e solidifica, a integridade é atingida na junção.

• A pressão deve ser mantida até que o compósito tenha solidificado o


suficiente.

• A taxa de resfriamento pode afetar a composição (microestrutura do


polímero). No caso de polímeros semicristalinos pode afetar a
porcentagem de cristalinidade.

• De um modo geral, alta porcentagem de cristalinidade fornece


resistência ao solvente e é associada com redução em tenacidade.

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – RESFRIAMENTO

P
Pressão é mantida enquanto resfria.

E o compósito solidifica

• A taxa de resfriamento afeta a composição


Por exemplo: em semicristalinos (afeta a porcentagem de cristalinidade).

• O percentual de cristalinidade afeta a resistência do solvente –


Tenacidade.

União de Compósitos
COMPÓSITOS ‐ REQUISITOS PARA A UNIÃO

Técnicas para fusão ou soldagem de compósitos devem atender vários


requisitos básicos.

1. O processo de união deve produzir uma ligação resistente de forma confiável


com reprodutibilidade minimizando, desconsolidação e deformação.

2. A técnica deve ser flexível o suficiente para acomodar partes com


geometrias diferentes, matrizes e reforços diferentes.

3. Um meio de inspeção deve existir, durante ou após a soldagem.

4. O fator custo – benefício deve ser avaliado.

Padrões para avaliação deste tipo de junção ainda estão em desenvolvimento.

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União de Compósitos  

COMPÓSITOS – PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO EXTERNO

• Placa quente

• Gás quente

• Implante por resistência

• Implante por indução

• Infravermelho

• Laser

União de Compósitos  

COMPÓSITOS – PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO EXTERNO

PLACA QUENTE

Neste caso o aquecimento e pressão são feitos em tempos diferentes. Isto


pode ser particularmente difícil para compósitos que possuam reforços com
alta condutividade térmica, porque a superfície pode se resolidificar antes
das partes se alinharem.

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União de Compósitos  
COMPÓSITOS – PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO
EXTERNO

GÁS QUENTE

Esta técnica é conveniente para pequenas áreas por ser muito lenta,
cerca de 0,8 a 5 mm por segundo.

Pode ser feito manualmente ou semi‐automático.

Não pode ser aplicado para juntas de alta resistência, porque a região
de junção é pequena.

União de Compósitos  
COMPÓSITOS – PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO
EXTERNO

IMPLANTE POR RESISTÊNCIA

É um processo adequado para união de compósitos que possua reforço


condutor.

Porém pode ser usado com compósitos não condutores quando a presença
de uma camada de fibras não é crítica para a junta.

IMPLANTE POR INDUÇÃO

Compósitos com fibras condutoras tendem a se aquecer como um todo,


uma forma de minimizar o problema é colocar material mais condutor do
que as fibras na superfície a ser unida.

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9/5/2008

União de Compósitos  

COMPÓSITOS ‐ PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO


EXTERNO

INFRAVERMELHO E LASER

Devido a intensidade do processo, deve ser limitado a pequenas áreas.

OBS.: MUITOS DESTES PROCESSOS SE ENCONTRAM EM


DESENVOLVIMENTO.

União de Compósitos  

COMPÓSITOS
PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO INTERNO

• Microondas

• Rotação

• Vibração

• Ultrasom

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9/5/2008

União de Compósitos

COMPÓSITOS ‐ PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO


INTERNO

MICROONDAS

Dependendo da freqüência do campo eletromagnético e da natureza do


polímero, as moléculas podem ser excitadas de forma diferente.

O resultado deste movimento molecular permite que a energia seja


dissipada e o material aquecido.

Esta técnica não pode ser utilizada para compósitos que possuam reforços
condutores , porque este iria isolar a interface do campo eletromagnético.

União de Compósitos

COMPÓSITOS
PROCESSOS QUE UTILIZAM AQUECIMENTO INTERNO

ROTAÇÃO

Pode resultar em desalinhamento em materiais reforçados por fibras.


É conveniente para partes cilíndricas.

VIBRAÇÃO

O movimento linear pode resultar em desalinhamento das fibras.

ULTRASOM

Esta técnica é utilizada quando a energia por fricção causa deformação.

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING

• União por adesão reduz gastos de energia;

• Permite distribuição uniforme de tensão;

• Une desde pequenas partes eletrônicas até grandes painéis;

• Não permitem desmontagem

Aeroespacial 
/Militar 

Automotiva 

União de Plásticos
ADHESIVE BONDING
O mercado de adesivos e selantes
aumentou de 35.6 bilhões de
dólares em 2006 e deve atingir
46.4 Bilhões em 2012 com um
crescimento anual de 4,7%.

China, Corea do Sul , Taiwan e


Vietnam devem crescer
significativamente.

Os produtos que devem crescer


incluem adesivos eletrônicos
para circuitos impressos, sistemas
“hot melt” para aplicações
automotivas.

Dados de 2006

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9/5/2008

União de Plásticos
ADHESIVE BONDING
9Adesivos “Hot melt” podem ser usados tanto Hot Melt 
com ou sem aplicação de pressão

9 São usados extensivamente na indústria de


embalagem para produzir

9 Caixas

9Malas

9Embalagens de alimentos

9Bandejas

9Laminados

9Encadernação

União de Plásticos 
LOTUS APX 
ADHESIVE BONDING “Aluminium Performance Crossover”
A estrutura‐base é fabricada de componentes de 
alumínio "riveted‐bonded" , ou seja, 
peças fundidas sob alta pressão,
peças estampadas 
e peças extrudadas  
montadas utilizando técnicas avançadas, entre as  
quais junção com adesívo,
rebits auto‐perfurantes e parafusos tipo "flow drill". 

Utilizam‐se os  rebites auto‐perfurantes de forma 
análoga à soldagem de ponto  no caso de carcaça 
tradicional  de aço, enquanto os parafusos tipo "flow‐
drill"  são utilizados para situações nas quais o acesso é 
limitado a um lado de um conjunto de seção fechada. 

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9/5/2008

União de Plásticos 
LOTUS APX 
“Aluminium Performance Crossover”
ADHESIVE BONDING
Ambas técnicas de junção fixam a estrutura do
conjunto durante o ciclo de cura do adesivo,
contribuindo assim para o desempenho da estrutura,
tanto sob condições de impacto estático como
dinâmico.

O adesivo de alta resitência, após cura é o principal


meio de garantir a integridade da junta, mas sendo
utilizado em conjunto também com os fixadores
mecânicos, produz uma junta de altíssima resistência
mecânica de elevada durabilidade, além de um
carcaça que é leve e que possui uma rigidez torsional
excepcional.

União de Plásticos 
Tubos 
ADHESIVE BONDING

O “front‐end carrier” suporte dianteiro  do Polo  
Volkswagen 2005,  é construído com um reforço  de   1 .Polietileno com  ligações cruzadas (PEX) 
aço  colado a uma  estrutura de plástico com  um  2.  Camada de Adesivo
adesivo  Betamate da Dow Automotive 3. Alumíno (Oxygen barrier )
4. Adhesive 
A estrutura resultante reduz em 25% o peso  5. (PEX)
comparado com as versões anteriores, reduz  custoa 
em 10%  e atende os requesitos estruturais

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE  BONDING 

Existem 4 passos básicos para realizar a Colagem

1. Preparação da superfície:

Umidade
Óleo devem ser removidos.
Poeira
Camadas oxidadas

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING

Existem 4 passos básicos para realizar a Colagem

2. Colocação do adesivo: Deve estar na forma líquida com baixa


viscosidade.

3. Aplicação de calor e / ou pressão.

4. Cura (para termofixo) e Resfriamento (termoplásticos)

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING

ƒ Termofixos  ‐ formados  por  longas cadeias poliméricas por reação  
química (cura)
9 Calor é o meio mais comum de cura 
9 Luz  Ultravioleta, oxigênio ‐ acrilicos
9 Umidade ‐ cianoacrilatos

ƒ Termoplásticos (hotmelts)
9 Adesivo  é aquecido até amaciar  e endurece ao resfriar  ‐Polietileno, PVC

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING

Para formar uma junção por adesão, além dos quatro passos básicos devem ser
observados.

a) Molhamento adequado – o adesivo tem que molhar o substrato.

b) Desenho de junta apropriado.

c) Escolha correta do adesivo.

d) Endurecimento.

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9/5/2008

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING

Adesivos podem ser agrupados em 3 classes, com relação ao método


de cura:

• Secagem

• Resfriamento

• Reação Química

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE SECAM

São dissolvidos 

São curados 

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE SECAM

• A presença do líquido reduz a viscosidade do meio de modo a permitir que o adesivo molhe o
substrato e uma vez que isto tenha ocorrido, o solvente ou meio dispersante deve ser
removido.

• Com substratos porosos tais como madeira ou papel este dispersantes podem ser drenados
por ação capilar.

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE SECAM

• Se, no entanto, este substrato não for poroso é necessário evaporar a água
no líquido orgânico antes de colocar as superfícies em contato.

• A permanência do solvente na superfície empobrece a resistência da junta.

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9/5/2008

União de Plásticos
ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE SECAM

Desvantagens deste tipo de adesivo

1. O líquido pode atacar o substrato

H2O – em substratos  Solventes Orgânicos – podem


metálicos pode causar  dissolver o substrato plástico.
corrosão.

União de Plásticos

ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE SECAM

Desvantagens deste tipo de adesivo

2. A necessidade de evaporar o líquido antes de fazer a união, reduz a taxa de


produção

3. O uso de “solventes orgânicos” oferecem outros problemas tais como:

Toxidade  &     Inflamabilidade             

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9/5/2008

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING – ADESIVOS QUE CURAM POR RESFRIAMENTO

• Este tipo de adesivo é referido como “Hot – Melt” os quais são polímeros
termoplásticos.

• O polímero termoplástico se torna macio quando aquecido. Quando a


viscosidade do polímero cai o suficiente e permite que este venha a
molhar o substrato a ser ligado.

• Durante o resfriamento o adesivo polimérico termoplástico se solidifica e


desenvolve alta resistência coesiva.

• Se os substratos forem altamente condutivos existe o perigo do adesivo


se solidificar sem que o molhamento ocorra.

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ ADESIVOS QUE CURAM POR REAÇÃO QUÍMICA

• São geralmente aplicados aos substratos como monômeros ou resinas e


então polimerizados na junta.

• Esta classe de adesivos tem uma grande variedade de formas a


temperatura ambiente:

Líquidos com baixa viscosidade


Pastas
Pós
Bastões
Massas

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9/5/2008

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ ADESIVOS QUE CURAM POR REAÇÃO QUÍMICA

A reação polimerização pode levar a obter:

9 uma borracha com ligações cruzadas

9 um termoplástico

9 adesivo polimérico termofixo

A reação química se realiza à temperatura ambiente e então  é 
catalisada por  uma fonte externa, tal como ultra violeta, a presença de 
umidade  e a presença de oxigênio.

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ ADESIVOS QUE CURAM POR REAÇÃO QUÍMICA

• A reação química pode também ser usada por um endurecedor, tal como um
iniciador ou agente de cura.

• Algumas reações químicas podem ocorrer vagarosamente e outras formulações


irão reagir sómente a temperaturas elevadas.

• Portanto, aquecimento pode ser necessário em alguns destes processos de


adesão.

Em outros casos, alguns adesivos são formulados em pares e estas duas partes
nãopodem ser misturadas antes do adesivo ser aplicado.

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING ‐ ADESIVOS QUE CURAM POR REAÇÃO QUÍMICA

Comparado com adesivos que endurecem por remoção do solvente ou meio


dispersante ou por resfriamento, os adesivos que endurecem por reação química,
oferecem muitas vantagens.

1. Quase 100% dos adesivos utilizados são sólidos, não havendo, portanto, H2O ou
líquidos orgânicos para serem eliminados.

2. Diferente dos termoplásticos (Hot Melt) muitas formulações podem ser


endurecidos a temperatura ambiente, não havendo necessidade de aquecimento.
Ao mesmo tempo, eles também são capazes de molhar rapidamente e se ligar a
substratos com alta condutividade térmica.

3. A temperatura (resistência) é geralmente superior aos métodos de cura dos


adesivos.

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ ADESIVOS QUE CURAM POR REAÇÃO


QUÍMICA

As principais desvantagens dos adesivos que curam com reação química


são:

• baixa taxa de cura comparada aos termoplásticos

• A complexidade dos aparatos para manter os substratos no lugar,


enquanto, adesivo endurece lentamente.

Os adesivos em duas partes também implicam em uso de misturadores


automáticos aumentando o custo de produção.

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9/5/2008

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING ‐ REQUISITOS PARA UMA BOA JUNTA

1. O primeiro requisito a ser definido é o formato da junta, onde deve ser


considerado:
• Direção de carregamento
• Área de ligação
• Espessura de camada
• Tipo de material a ser colado

2. Seleção do tipo de adesivo


• Existe um mercado de 500.000 adesivos
• Os critérios de seleção são funcionais e operacionais

União de Plásticos
ADHESIVE BONDING ‐ REQUISITOS PARA UMA BOA JUNTA

Adesão?

Fenômeno interfacial

Dependente da forma pela qual as superfícies de
dois materiais diferentes são atraídas entre si.

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9/5/2008

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ MECANISMOS DE ADESÃO

Existem quatro mecanismos de adesão:

A) Adsorção

B) Difusão

C) Eletrostático

D) Ancoragem Mecânica

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING ‐ TEORIA DA ADSORÇÃO

A adesão é associada a forças atrativas entre o adesivo e o aderente

Interatômicas
Função do aderente
Intermoleculares

A força atrativa mais comum   são as  forças de Van der Waals

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9/5/2008

União de Plásticos
ADHESIVE BONDING ‐ TEORIA DA DIFUSÃO

Teoria de VOYUTSKI, onde é sugerido que a adesão é o resultado da


interdifusão entre as cadeias de moléculas sobre o material da
superfície.

Interdifusão molecular não explica a adesão entre polímeros e metal.

União de Plásticos 
ADHESIVE BONDING ‐ TEORIA ELETROSTÁTICA

Considera a formação de cargas de sinais opostos através da


interface entre dois materiais dissimilares.

+ + + + +
- - - - - -

A adesão é como um capacitor.

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9/5/2008

União de Plásticos 

ADHESIVE BONDING ‐ TEORIA DA ANCORAGEM MECÂNICA

Sugere que a ancoragem do encaixe mecânico é a base da adesão.

IAPD TH ERM O PL ASTIC S R ECTAN G LE


IM IDE M ATE RIALS
Key Cha rac teristics: Materials:
Very High Cost Per Pound PI
Excellent Prope rties Abov e 400°F PAI
Excellent Elec trical Prope rties PBI
Excellent Dime ns io nal Stability
Lo w Coe fficient o f Fric tion
AMORP HO US HIG H PERFORMA NCE PLASTICS SEMI-CR YSTALL INE HIG H PERF ORMA CE PLA STICS
K ey C haracteristics M a terials: K ey C haracteristics: M a terials:
Hig h C os t P olysulfo ne Hig h C os t P V DF
High T e m perature P olyethe rim ide High T e m perature P TF E
SEMI-CRYSTALLINE PLASTICS

Hig h S trength & G ood S tiffness P olyethersulfone High S tre ngth E C TFE
G ood C he m ic al Resistance P olyaryls ulfo ne G oo d E lectric al P roperties F EP
T rans parenc y O utstanding C hem ical R es is tance P FA
AMORPHOUS PLASTICS

Hot W ater & S te am R esistance Lo w C oeffic ie nt of F ric tio n PPS


G ood To ughnes s P E EK
AMORP HO US E NG INEERING P LASTICS SEMI-CR YSTAL LINE E NG INEERING PL ASTICS
K ey C haracteristics: M a terials: K ey C harac teristics: M a terials:
Mod erate Cost P olyc arbonate Mode rate Co st Nylo n
Mo derate Temp erature R esistance Mo difie d PP O Mod erate Tempe rature R esistanc e A cetal
Mod erate S trength Mo dified PP E Mode rate S trength P ET
G ood Impact R esistance T herm oplas tic Urethane G oo d C hem ical Re sistance P BT
T ranslucency G ood Bearing and W ear P ropertie s UH MW -P E
G ood D im ens io nal S tability Low C oefficient of F riction
G ood Optical Q ualities D ifficult to Bo nd

AMORP HO US COM MOD ITY PLASTICS SEMI-CR YSTALLINE COM MOD ITY PLASTICS
K ey C haracteristics: M a terials: K ey C haracteristics: M a terials:
L ow C os t A c rylic L ow C os t P olyethylene
Lo w Tem pe rature R e sistanc e] P olys tyre ne Low Tem perature R es is tanc e P o lypropylene
Low S tre ngth ABS Low S tre ngth P o lym etnylp entene(T PX )
G ood D im ens io nal S tability PVC E xcellent C he m ic al R esistance
B ond W e ll P ET G Lo w C oeffic ie nt of F ric tio n
T yp ic ally T rans parent CAB Ne ar Z ero Mo is ture A bso rp tion
V ery G ood E lectrical P rope rties
G ood To ughnes s

AMORP HO US PL ASTIC S KEY C HARACTER ISTICS: SEMI-CR YST ALLINE PL ASTICS KEY C HARACTER ISTICS:
Soften Over a Broad Range Of Tempe ratures Sha rp Melting Po int
Ea sy to Thermofo rm Difficult to Thermoform
Te nd to Be Trans parent Te nd to Be Opa que
B ond W ell Using Adhesives a nd Solvents Difficult To Bond Us ing Ad hesive s and Solve nts
Pro ne To Stres s Crac king Go od Resistanc e To Stress Cracking
P oor Fa tigue Resistance Good Fa tigue Resista nce
Stuctura l App lica tions Only (Not for Bearing & W ear) Goo d For Bea ring and W ea r, As W ell As Structural Applic atio ns

15