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Ao Parque da Minha Vida

Quando nasci ainda eras Quanta saudade, quanta saudade,


Belo e verdejante capinzal Daqueles tempos de atrás,
Ponteado de Mangueiras, Mangas, cajás, ingás,
Cajazeiras, aroeiras, E os doces araçás!
Seculares carolinas, Bicos de lacre, canários,
E espesso manguezal. Papa capim e tiziu,
Que cantavam ao fim da tarde,
Em teus profundos barreiros, Sumiram, foram pra onde?
Que te enchiam nas invernadas, Quem sabe, quem foi que viu?
Eu, meus irmãos,
E toda vizinha meninada, Cresci, viajei, voltei,
Sempre as escondidas dos nossos pais, Para viver ao teu lado,
Demos nossas primeiras braçadas. Vi por força do progresso,
Seres todo transformado,
Nas águas dos barreiros pescávamos, Te tornaram um belo parque,
Cundundas, camarões, muçuns, Por muitos admirado.
No capim armávamos ratoeiras,
Para pegar guaiamuns. Hoje passas novamente,
Por grande transformação,
Corriam preás pelo mato, Mas saibas “Parque Santana”,
E a gente de badoque na mão, Que embora com saudades de outrora,
Corríamos para caçá-los; De ti não me afasto não,
Era grande a diversão. Foi aqui que eu nasci,
Foi aqui que eu cresci,
Te amo de coração.

Audisio Sobral
(Morador do entorno,
Ex-fiscal do Parque Santana e Poeta)
Recife, 03/08/2012 3
EXPEDIENTE
João da Costa Bezerra Filho
Prefeito do Recife

Maria José de Biase


Secretária de Controle e Desenvolvimento Urbano e Obras

Débora Vieira Chaves Mendes


Presidente da Empresa de Urbanização do Recife - URB

Guilherme Tavares
Coordenador Geral do Projeto Capibaribe Melhor

Berta Levina Soares Maia


Diretora Técnica do Projeto Capibaribe Melhor

Patrícia Trindade Monteiro


Assessora de Coordenação de Urbanização Integrada do Projeto Capibaribe Melhor
Gestora do Contrato

Natália de Melo Tenório


Gerente de Parques e Áreas Verdes do Projeto Capibaribe Melhor
EQUIPE TÉCNICA

Layete Barreto
Diretor Regional

Cristiana Couceiro
Gerente Edificações Públicas NE

Giullian Rodrigues
Coordenador Geral do Contrato

Flávia Moraes
Coordenadora Geral do Contrato

Francisco Lopes
Coordenador Geral do Projeto

Joyce Ferreira de Arruda


Especialista em Gestão Administriva-Financeira

Cecília Barreto Monteiro


Isabel Olinto de Lyra
Especialistas em Gestão Ambiental

Fátima Coutinho
Pedagoga e Técnica Social de Campo

Mirelle Saldanha
Jornalista

Tarciso Guimarães Jr
Designer Gráfico

Jaqueline Melo
Revisão de Texto

Cristina Cardoso
Assistente de Coordenação

Francisco Lopes
Revisão Final
QUADROS E FIGURAS

Quadro 2.1: Instrumentos de Gestão de Parques............................................24


Quadro 2.2: Categoria de Parques............................................................................26
Quadro 2.3: Enquadramento dos Parques...........................................................26
Quadro 2.4: Tipos de Zonas e Caracterização.................................................... 27
Figura 2.1: Configuração Multicêntrica da Organização Social
Parques do Capibaribe .........................................................................28
Figura 2.2: Gestão Atual e Proposta dos Parques da Cidade do Recife....30
Figura 2.3: Organograma Proposto para OS Parques do Capibaribe......32
Figura 4.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Apipucos.......42
Figura 4.2: Planta do Parque Apipucos................................................................48
Figura 4.3: Zoneamento do Parque Apipucos (1ª Etapa) ............................52
Figura 4.4: Zoneamento do Parque Apipucos (2ª Etapa)............................53
Figura 5.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Caiara..............94
Figura 5.2: Planta Baixa do Parque Caiara..........................................................94
Figura 5.3: Zoneamento do Parque Caiara.........................................................98
Figura 6.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Santana.......136
Figura 6.2: Planta Baixa do Parque Santana...................................................138
Figura 6.3. Zoneamento do Parque Santana..................................................142
Figura 7.1: Etapas do Plano ....................................................................................184
Figura 7.2: Principais Produtos .............................................................................184
Apresentação

O
s Parques do Projeto Capibaribe Melhor se in- pautando a metodologia que considere os diversos
tegram as áreas verdes públicas da cidade do setores da sociedade.
Recife, proporcionando significativo incremen- O Plano de Gestão dos Parques Apipucos, Caiara
to ao parque linear do Rio Capibaribe, constituin¬do e Santana carac¬teriza-se como um instrumento de
novos espaços importantes para a prática da cidada- grande poten¬cial para inovação da cultura da ges-
nia e para o equilíbrio socioambiental do município. tão de parques da Cidade, revelando novos desafios
A partir de um processo dinâmico e flexível, com e possibilida¬des, podendo ser incorporados aos par-
efetiva participação da população, o Plano de Gestão ques exis¬tentes e aos que ainda serão implantados.
dos Parques Apipucos, Caiara e Santana foi concebido Com esta ótica de contribuições para a cida¬de
visando à sustentabilidade do novo equipamento ur- que o Projeto Capibaribe Melhor continua sua busca
bano, em sua ampla definição, e a partir de experiên- por uma integração desejada entre o Recife e sua po-
cias exitosas adequadas a realidade local. pulação.
Compreende-se o plano como mecanismo de pla-
nejamento, ordenamento e de orientação a gestão do Patrícia Trindade Monteiro
Assessora de Coordenação de Urbanização Integrada
parque, e que deverá ser atualizado continuadamente, do Projeto Capibaribe Melhor
Gestora do Contrato
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SUMÁRIO
SUMÁRIO

Apresentação........................................................................................................................................13
1. INTRODUÇÃO....................................................................................................................................15
1.1. O Conceito de Parque: a partir de sua criação .....................................................16
1.2. Parques: uma solução para as cidades ................................................................... 17
2. PLANO BÁSICO................................................................................................................................19
2.1. Uma Definição de Parque ..............................................................................................19
2.2. Instrumentos de Gestão dos Parques..................................................................20
2.3. Uma Proposta de Zoneamento para os Parques do Recife........................25
2.4. Modelo de Gestão Proposto...................................................................................... 27
3. ESTRATÉGIA DE PROMOÇÃO E MARKETING.................................................................33
3.1. Geração de Receitas........................................................................................................34
3.2. Parcerias, Patrocínios e Concessões.....................................................................35
4. PARQUE APIPUCOS.....................................................................................................................42
4.1. O Projeto do Parque Apipucos....................................................................................42
4.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público Alvo Prioritário..................49
4.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos........................................................................49
4.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque.....................................51
4.5. Zoneamento dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor...........................54
4.6. Regulamento Proposto para o Parque Apipucos.............................................55
4.7. Programas Propostos....................................................................................................63
4.8. Caderno de Manutenção .............................................................................................. 71
5. PARQUE CAIARA ...........................................................................................................................93
5.1. O Projeto do Parque Caiara...........................................................................................93
5.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público Alvo Prioritário..................95
5.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos........................................................................95
5.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque.................................... 97
5.5. Zoneamento dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor...........................98
5.6. Regulamento Proposto para o Parque Caiara.................................................100
5.7. Programas Propostos..................................................................................................108
5.8. Caderno de Manutenção............................................................................................. 113
6. PARQUE SANTANA.....................................................................................................................136
6.1. O Projeto do Parque Santana....................................................................................136
6.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público Alvo Prioritário.................138
6.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos......................................................................139
6.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque...................................141
6.5. Zoneamento dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor.........................142
6.6. Regulamento Proposto para o Parque Santana ............................................144
6.7. Programas Propostos ................................................................................................. 152
6.8. Caderno de Manutenção ...........................................................................................158
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................................183
8. LISTA DE PARTICIPANTES......................................................................................................186
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................................................ 192
12
Apresentação

O
Plano de Gestão – Versão Final é parte inte- gerais, o plano de manejo e os programas especifícos
grante dos Planos de Gestão dos Parques de compõem os instrumentos de gestão. Foi apresen-
Apipucos, Caiara e Santana, que está sendo tada ainda uma proposta de zoneamento, composto
elaborado pela CONCREMAT - Engenharia e Tecnolo- de categorias, enquadramento, tipos de zona e carac-
gia, através do Contrato 002/2012, celebrado com a terização. Mostrou-se ainda nesse capítulo o modelo
Empresa de Urbanização da Cidade do Recife - URB/ de gestão proposto, que tem como principal destaque
Recife, com interveniência do Banco Mundial e parte a proposta de criação da Organização Social Parques
integrante do Projeto Capibaribe Melhor. do Capibaribe.
Esta publicação está dividida em sete capítulos. O A estratégia de promoção e marketing encontra-
Capítulo 1 reforça a importância dos parques para as -se no Capítulo 3. A estratégia foi definida de forma
cidades. Em grandes cidades como Recife que en- segmentada por público-alvo (habitantes do entorno
frentam problemas de crescente urbanização asso- – área de influência direta; estudantes da rede muni-
ciada ao uso e ocupação do solo, as unidades de con- cipal de ensino – inclusive creches e CMEI; estudan-
servação e os parques públicos representam, talvez, tes da rede privada; população da “boa idade”; porta-
os últimos refúgios para a proteção e conservação dores de necessidades especiais; turistas e empresas
da biodiversidade, além de oferecerem espaços para privadas). Nesse capítulo tratou-se ainda da geração
lazer e educação em contato com a natureza, con- de receitas (aluguéis de espaços, patrocínios, de-
tribuindo para a melhora da qualidade de vida. Esse senvolvimento de projetos, espaço para propaganda,
capítulo foi dividido em dois itens; o primeiro trata do concessão e fundos públicos); produtos e serviços e
conceito de parque: a partir de sua criação e o segun- criação do fundo de manutenção dos parques e pra-
do mostra que esse estudo fez uma opção clara: “os ças. Dedicou-se um item inteiro para as parcerias,
parques são uma solução para as cidades”. patrocínios e concessões – com aprofundamento do
Os instrumentos de gestão e o modelo de gestão Programa Adote o Verde e da Lei 17.521/2008 e sua
proposto compõem o plano básico apresentado no regulamentação – Decreto 25.688/2011 – que trata
Capítulo 2. A partir da análise de um conjunto de in- dos Espaços Públicos Promocionais Criados – EPCC.
formações, foi possível verificar que as atribuições re- Os Capítulos 4, 5 e 6 são dedicados aos Parques
lacionadas à gestão e ao gerenciamento da rotina do Apipucos, Caiara e Santana. Além do resumo dos
trabalho dia-a-dia nos parques, concentram um am- projetos dos parques, foi apresentada a formulação
plo escopo de atividades que vão da administração de estratégica – missão, visão de futuro, negócios e
contratos, como os casos dos serviços de seguran- público-alvo prioritário para cada parque. Em segui-
ça e manutenção, à intermediação de todo o tipo de da foram definidas as diretrizes estratégicas, as ma-
conflitos de usos, feitos pelos usuários. Os programas croações estratégicas para o entorno dos parques; o
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zoneamento; o regulamento – conjunto de uso e re- na de oficinas, com mais de 1.200 pessoas mobilizadas
gras; o regimento do Conselho Gestor; os programas diretamente e de 200 instituições participantes. Foram
propostos e o caderno de manutenção – contendo mais de duas dezenas de reuniões com os técnicos en-
descrição do item, pontos de atenção, rotinas de ma- volvidos na gestão dos parques, bem como checagens
nutenção, vida útil, periodicidade do reparo e custo de campo e levantamentos, além de estudos sobre o
previsto. histórico dos parques, situação atual e perspectivas fu-
As considerações finais encontram-se no capítulo 7. turas para estes importantes espaços públicos de lazer
Por ter sido uma iniciativa inédita na cidade do Recife, a e proteção ambiental da cidade de Recife.
elaboração do Plano de Gestão dos Parques do Projeto O modelo apresentado poderá ser usado na capaci-
Capibaribe Melhor gerou ansiedades, sendo a principal tação dos administradores dos parques da Cidade do
delas, a possibilidade de uma gestão técnico-adminis- Recife, e deve se tornar um documento de referência
trativa correta. para a gestão não só de parques, mas de áreas públicas
Ao final encontra-se a Lista dos Participantes – atores dedicadas à prestação de serviços de esportes, lazer e
sociais e agentes públicos e privados que participaram cultura, além dos mercados e outros espaços públicos.
da elaboração do Plano de Gestão dos Parques do Pro- O fator crítico de sucesso desse trabalho foi sem dúvi-
jeto Capibaribe Melhor e as referências bibliográficas. da o envolvimento entre os técnicos da CONCREMAT e
Essa publicação se destina aos gestores públicos, téc- da UGP/Projeto Capibaribe Melhor e a participação da
nicos e membros dos conselhos gestores, responsá- população do entorno dos parques. O movimento de
veis pela administração e manutenção dos parques da ampliação do número de parques da cidade promovido
Cidade do Recife; aos gestores de outros municípios, pela Prefeitura do Recife nos últimos quatro anos, ganha
preocupados com a gestão de seus parques e também um reforço para o planejamento e a gestão desses es-
a todos os interessados na modernização da gestão dos paços públicos, como tributários do equilíbrio urbano e
parques, áreas públicas e protegidas. ambiental.
O processo de construção da proposta para gestão dos
Parques do Projeto Capibaribe Melhor, ocorreu entre Francisco Lopes
abril e novembro de 2012. Foram mais de uma deze- Coordenador Geral do Projeto
CONCREMAT Engenharia e Tecnologia

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1. INTRODUÇÃO

E
m grandes cidades como Recife que enfrentam neste ponto que detectamos o surgimento de parques
problemas de crescente urbanização associada ao muitas vezes pequenos, no entanto profundamente
uso e ocupação do solo, as unidades de conserva- necessários para proporcionar melhor qualidade de
ção e os parques públicos representam, talvez, os últimos vida aos paulistanos. Esta realidade vem desde a dé-
refúgios para a proteção e conservação da biodiversida- cada de 1970 e se estende aos dias de hoje, quando
de, além de oferecerem espaços para lazer e educação há um grande esforço para ampliar o número de par-
em contato com a natureza, contribuindo para a melhora ques na cidade. Momento em que a Prefeitura investe
da qualidade de vida. O parque é também um espaço de na criação, inclusive, dos chamados Parques Lineares,
cultura de paz, onde as camadas sociais convivem com buscando ao mesmo tempo ampliar a área verde, me-
direitos e deveres iguais e onde os humanos convivem lhorar a qualidade de vida da população e evitar proble-
com as outras espécies vivas, vegetais e animais. mas com o escoamento da água em época de chuvas.
Conhecer os parques do Recife é desvendar tam- A abordagem do desenvolvimento urbano asso-
bém um pouco da história da cidade. Podemos classi- ciado à conservação ambiental é desafio recente para
ficar o surgimento dos parques em três movimentos. a administração municipal. Por muito tempo a política
O primeiro deles, concentrado entre o final do século urbana permaneceu restrita à construção de unida-
XIX e início do século XX, foi marcado pela transfor- des habitacionais, escolas, postos de saúde, viadutos
mação do antigo burgo na grande cidade que é Recife. e pontes.
Naquele momento, os parques, de inspiração larga- A Cidade do Recife necessita fomentar o planeja-
mente francesa, eram criados como locais de cultura, mento de sistemas de espaços livres de recreação. A
pontos de encontro para a sociedade. Neste movi- articulação dos espaços livres num sistema implica
mento, foi criado em 1939 em Recife o Parque 13 de a criação de corredores verdes, ou espaços lineares
Maio no Centro da cidade e lá resiste até hoje. estruturadores, como os cinturões verdes, as trilhas
Um segundo movimento, detectado quando a ci- e os passeios arborizados. Associado a essa iniciativa
dade já alterara significativamente sua fisionomia e é urgente à criação de políticas de proteção dos espa-
transformara-se, de fato, numa grande cidade, pas- ços densamente vegetados, bem como dos diversos
sado quase 50 anos, coloca a criação de parques a tipos de espaço livre de recreação.
partir de remanescentes de grandes fazendas, chá- O surgimento de novas categorias de parques,
caras e propriedades da elite recifense, caso do Par- como os lineares e naturais, traz a necessidade de
que da Jaqueira e Santana criados em 1985. continuar a redefinir mecanismos de administração.
Por fim, o movimento atual traz a real necessidade É necessário selecionar, como administradores para
de proporcionar a criação de novas áreas, em especial os parques, pessoas que tenham formação em meio
nas periferias da cidade, onde ela continua a crescer. É ambiente e/ou administração.
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Essa mudança deve representar um salto de qua- A Prefeitura do Recife desapropriou em 2011, a
lidade na gestão dos parques da Cidade do Recife. É área do Hospital da Tamarineira, para construção de
urgente um projeto de reformulação do quadro estrutu- um novo parque, que teve seu projeto elaborado de-
ral da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, para que pois de um concurso público de projetos, numa área
a mesma possa receber a tarefa a ela sugerida por este que foi disputada para a construção de um grande
Plano, de planejar e fiscalizar a construção de novos par- centro de compras.
ques, gerenciar e fiscalizar os serviços de conservação e No que tange a participação da população na ges-
manutenção e coordenar a execução de atividades das tão dos parques da Cidade do Recife, os estudos e
outras Secretarias nos parques existentes. levantamentos realizados mostraram que não exis-
Os parques devem ser pensados não apenas como te nenhum mecanismo de participação direta, salvo
urbanismo ou equipamento de lazer e contemplação, alguns casos isolados nos Parques da Jaqueira e no
mas como parte de um todo sistêmico que é a cidade. Parque Ecológico da Lagoa do Araçá. Diferentemente
Exemplo disso é a implantação de parques na orla da da Cidade de São Paulo que desde 2003 criou e regu-
Represa Guarapiranga na Cidade de São Paulo, dentro da lamentou os Conselhos de Gestão dos Parques.
chamada Operação Defesa das Águas, que tem como Ainda sobre os Conselhos Gestores de São Paulo,
objetivo evitar ocupações irregulares que coloquem vale destacar uma pesquisa do Datafolha, que avaliou
ainda mais em risco os mananciais de abastecimento. o grau de conhecimento dos usuários sobre como os
A gênese dos parques recifenses mostra que a parques da cidade eram geridos. Apesar de a grande
gestão nunca foi tão complexa como hoje. É um novo maioria desconhecer os Conselhos Gestores – im-
momento para a cidade, que passa por transforma- portantes espaços para a participação da socieda-
ções na sua paisagem, também refletida na nova de nas decisões sobre a gestão do parque –, o grau
configuração da Região Metropolitana do Recife, al- de disposição para colaborar voluntariamente é alto
tamente influenciada pela chegada de grandes em- (70% das pessoas estão dispostas a essa colabora-
preendimentos. ção).
O município de Recife conta, atualmente, com oito
parques municipais implantados. São três os parques 1.1. O Conceito de Parque: a partir de sua criação
públicos do Recife: o Parque 13 de Maio, no Centro
da Cidade, com área de 6,9ha; o Parque da Jaqueira, Para os paisagistas, sanitaristas, arquitetos, biólo-
localizado no bairro de mesmo nome com 7,0ha e gos, enfim, os que se aventuraram em definir o que é
o Parque D. Lindu com 2,7ha, em plena orla da Praia um parque, é clara a diferença de concepção. Esta por
de Boa Viagem. São quatro os parques de vizinhan- sua vez parece estar relacionada com a expectativa
ça atualmente em funcionamento: Parque Arnaldo de como consideram o meio ambiente – se como na-
Assunção no Engenho do Meio, com 2,4ha; o Parque tureza, como problema, como recurso – e como se dá
Robert Kennedy localizado no bairro do IPSEP, com a relação com ele a partir dessa definição. Outro as-
1,8ha; o Parque Arraial Velho do Bom Jesus ou Sítio da pecto que também parece influenciar esta concepção
Trindade - como costuma ser chamado - no bairro de está relacionado com a gênese do espaço, ou seja, se
Casa Amarela com 4,6ha e o Parque Arraial Novo do foi um espaço originário de um loteamento, ou de uma
Bom Jesus, no bairro do Torrões, com 3,2ha. Também praça, as expectativas sobre ele parecem ser diferen-
existe ainda o Parque Ecológico Lagoa do Araçá, no tes das que recaem sobre um lugar desapropriado,
bairro da Imbiribeira com 14,5ha. onde existam grandes áreas de mata preservada.
A atual gestão está construindo ainda o Parque “A noção de “parque” associa-se à de uma área
Apipucos localizado no bairro de Apipucos, com 2,8ha extensa, cercada e com elementos naturais; na
e requalificando os Parques de Santana e Caiara lo- acepção mais antiga, datada do século X na Ingla-
calizados no bairro de Santana e Iputinga, com 6ha e terra, destinava-se à caça ou à guarda de animais.
4ha respectivamente. O Parque do Jiquiá, no bairro de Posteriormente, a noção estendeu-se a pastos e
mesmo nome com 36ha, encontra-se em fase final bosques ornamentais existentes ao redor das casas
de elaboração do projeto executivo e com recursos de campo. Ao longo do tempo, apresentou-se como
garantidos para sua implantação. outra forma de apropriação do espaço público ur-
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bano e como produto direto de uma nova função: o No entanto esse estudo mostrou na fase de diag-
lazer. Hoje, como descreve Kliass (1993), os parques nóstico que a Cidade do Recife carece de muito mais
urbanos são espaços públicos com dimensões sig- parques que os atuais e em construção/projetos. En-
nificativas e predominância de elementos naturais”. tre os desafios para inverter esse quadro de carência
(Castelnou, 2006). na oferta de áreas e quantidade de parques em algu-
Já os parques parisienses, de Haussman, são sis- mas porções da cidade, estão temas como a valoriza-
temas de parques urbanos constituídos por áreas ção da terra, a especulação imobiliária, o adensamen-
verdes em diferentes escalas, interligadas por gran- to construtivo consolidado de bairros mais centrais e
des avenidas, ou seja, são parte do planejamento da também de bairros irregulares e precários. Nas áreas
cidade, a partir de um modelo centrado em grandes mais periféricas, a pressão por áreas verdes preser-
avenidas. Para a implementação e manutenção des- vadas para lazer surge acompanhada pela pressão de
ses parques foi criada uma estrutura administrativa. oferta de habitação, através de conjuntos habitacio-
Os parques americanos se inserem na estrutura ur- nais.
bana através da utilização de seu potencial paisagís- Enfrentar essas questões está na pauta do dia,
tico. Fazem parte de um sistema de áreas verdes in- e expressa- se através do projeto de criação de no-
tegradas por avenidas parques e preservando vales e vas áreas de parques e novas categorias de parques,
beira-rios, estilo parques lineares. reforçando a preocupação existente com a questão
Vale destacar que os parques exercem diversas ambiental, com a sua necessidade de preservação,
funções dentre as quais: e também de criação de novas áreas de lazer para a
1. Sua função ecológica, pois ao manter pre- cidade. A implantação Academias da Cidade teve um
servados fragmentos naturais, as áreas pre- salto significativo na atual gestão, mas muito ainda
servadas garantem o locus para o desen- precisa ser feito.
volvimento de biodiversidade; Promovem Dentre os parques implantados no município,
melhorias em relação ao clima, à qualidade do existem diferenças marcantes, entre elas cabe desta-
ar, água e solo das cidades, já que são áreas car: a extensão, variando desde pequenas praças que
de permeabilidade do solo e de conservação viraram parques, o caso do Robert Kennedy, até ex-
de corpos d’água; tensões de fragmentos de vegetação natural a serem
2. Suas funções sociais, ligadas à possibilidade preservados, o caso do Parque do Jiquiá, a ser implan-
de lazer e de atividades lúdicas a serem de- tado. Vale destacar ainda que alguns parques foram
senvolvidas nos seus espaços, oferecem a criados por iniciativa da mobilização com o envolvi-
possibilidade do encontro, da convivência, das mento da sociedade como, por exemplo, os Parques
atividades coletivas, que promovem o exercí- da Jaqueira e da Lagoa do Araçá.
cio da convivência, da tolerância, da cidadania; O grande desafio para o futuro gestor das áreas
3. Sua função paisagística, já que muitas vezes verdes é não só expandir a quantidade de parques,
constituem uma paisagem diversa dentro do mas implantar as diversas funções que eles podem
espaço urbano, resultando assim em um em- exercer para o equilíbrio urbano e ambiental. Ou seja,
belezamento da paisagem; Além de sua fun- mais do que expandir essas áreas, é preciso também
ção educativa, uma vez que contam com um ampliar e melhorar a infraestrutura nos parques
espaço aberto privilegiado, podem desenvol- existentes e a serem implantados, bem como fazer
ver inúmeros programas e projetos de educa- uma divulgação, que estimule sua visitação.
ção socioambiental, podendo ser um verda-
deiro laboratório vivo de práticas e vivências 1.2. Parques: uma solução para as cidades
socioambientais através de atividades con-
cebidas e desenvolvidas tanto pelos respon- Este estudo procurou entender como os parques
sáveis administrativos destas áreas ou por se relacionam com o desenvolvimento das cidades.
outro ator social, como escolas, associações Viu-se que o principal produto da transformação da
de moradores etc., colaborando na integração natureza pelo homem são as cidades, que geram “im-
da comunidade do entorno. pacto direto e imediato no meio ambiente, consistindo
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na mudança paisagística, substituindo o cenário ex- juízo ou implantar concepções de organização urba-
pressivo da cobertura vegetal pelo do casario e ruas na, mas parecem procurar perpetuar, numa atitude
com aglutinação de um contingente populacional” temerária, a reprodução de modelos parciais, genera-
(Christofoletti, 1994). lizantes e dogmáticos”.
As cidades, habitat do ser humano, são construí- As relações entre a natureza e a cidade tornam-se
das inicialmente de forma a tentar criar espaços mais cada dia mais interdependentes; alterações na pro-
propícios para a sociedade humana. No entanto, as dução urbana atingem diretamente a natureza, que é
consequências indiretas dos impactos no meio am- responsável pelo fornecimento de energia e matéria-
biente não são planejadas nem previstas, sendo ca- -prima para as atividades urbanas.
talogadas como indesejáveis tanto social como eco- Considerada “Cidade Modelo”, Curitiba tem sua
nomicamente. imagem repercutida em âmbito nacional e interna-
Os interesses dos agentes econômicos, sociais, cional como a capital brasileira que superou os pro-
culturais e políticos transformaram as cidades em blemas urbanos conseqüentes da concentração po-
espaços hostis à natureza, afetando a estabilidade pulacional dos grandes centros. Com algumas idéias
do ecossistema do qual depende a sobrevivência inovadoras, que revolucionaram as formas urbanas e
humana. a estruturação espacial da cidade, a partir da elabora-
Face aos problemas ambientais promovidos pelas ção do atual Plano Diretor nos anos 60, Curitiba passa
cidades, e considerando a dependência do homem ao a ser reconhecida como uma cidade de sucesso em
ecossistema, torna-se impreterível que as ações de planejamento urbano.
planejamento urbano-regional considerem as carac- Durante a implantação do novo modelo urbanís-
terísticas do meio físico e da produção humana atra- tico, uma das preocupações básicas foi equipar a ci-
vés de estudos científicos que forneçam elementos dade com áreas de lazer tais como parques, bosques,
para os programas de desenvolvimento econômico e praças e áreas públicas ajardinadas, objetivando criar
social de forma sustentável. espaços que refletissem qualidade de vida urbana.
Para Sachs o planejamento urbano deve: “encon- A partir da década de 70, começam a ser criados
trar formas concretas de harmonizar os critérios de na cidade inúmeros parques e bosques. A questão
eqüidade social, sustentabilidade ecológica, eficácia ambiental ganha status e passa a ser incorporada ao
econômica, aceitabilidade cultural e distribuição es- discurso político. Em sua posse como prefeito muni-
pacial equilibrada das atividades e dos assentamen- cipal, em 1971, Jaime Lerner afirmava: “Realce espe-
tos humanos”. cial será dado à recreação (...) à construção de novas
As áreas verdes, dentre elas os parques, dentro dos praças e de grandes parques, à preservação das áreas
centros urbanos, têm por finalidade a melhoria da qua- verdes expressivas, à execução de um plano de arbo-
lidade de vida pela criação de áreas de lazer, preserva- rização da cidade e uma política de ocupação de solo,
ção ambiental, preservação das áreas de fundo de vale, destinada a coibir o processo de intensificação da po-
preservação da qualidade da água, encontros sociais, luição do ar e da água”.
atenuação da paisagem urbana, disciplinarização do Neste sentido esse estudo reforça a inclusão dos
uso do solo, valorização imobiliária, manutenção e re- parques na pauta política da Cidade do Recife. O Plano
gulação do equilíbrio climático, entre outros. de Gestão dos Parques de Apipucos, Caiara e Santa-
Geralmente a produção desses espaços está na tem como objetivo não apenas definir as questões
mais subordinada a questões técnicas, econômicas e relacionadas a administração e operação destes par-
políticas do que a questões sociais e naturais, como ques, mas acima de tudo chamar a atenção para um
aponta Pereira Leite: “as práticas do urbanismo, po- novo planejamento urbano. Assim como aconteceu
rém, de modo geral não fazem uso desse conjunto com Curitiba a quase quarenta anos atrás, as áreas
de características naturais e sociais de um lugar - da verdes da Cidade do Recife devem ser planejadas
natureza desse lugar - para avaliar, selecionar, emitir como garantia do equilíbrio urbano e ambiental.

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2. PLANO BÁSICO

A
partir da análise de um conjunto de informa- 4. Animais no Parque – animais abandonados,
ções, foi possível verificar que as atribuições re- concentração de pombos e aqueles que os
lacionadas à gestão e ao gerenciamento da ro- alimentam no parque, animais doentes ou ne-
tina do trabalho dia-a-dia nos parques, concentram um cessitados de cuidados especiais, pássaros
amplo escopo de atividades que vão da administração filhotes que se encontram, acidentalmente,
de contratos, como os casos dos contratos de serviços fora de ninhos;
de segurança e manutenção, à intermediação de todo 5. Relação com outros setores ou órgãos pú- CUSTEIO?
o tipo de conflitos de usos, feitos pelos usuários como blicos – realização de evento no parque re-
os casos abaixo e toda sorte de eventos cotidianos e lacionamento com a imprensa, filmagens e
também inusitados que ocorrem nos parques: fotografias para publicidade, relação com os
órgãos da Prefeitura e atendimento às solici-
1. Atividades de esporte e lazer – cuidar de todo tações;
o disciplinamento de uso dos espaços e equi- 6. Relação com funcionários do parque – disci- NÃO FALA
SOBRE
pamentos destinados aos esportes e lazer e plinamento dos usos das instalações e mo- TREINAMENTO
também dos usos indevidos destes mesmos biliário do parque pelos funcionários, buscar DA EQUIPE
equipamentos, previstos e não previstos; solução para funcionário com problemas
2. Manutenção e aspectos gerais de organiza- disciplinares ou de adaptação às funções,
ção – desde os aspectos previstos em con- definição de escala de funcionários, correta
tratos até os fatos inusitados ou não cotidia- destinação de bens patrimoniais inservíveis,
nos como as quedas de árvores, incêndio na buscar apuração de fatos e responsabilidades
mata e falta d´água, áreas de serviço e com- nos casos de subtração de bens patrimoniais,
postagem, entre outros; controle sobre uso de telefones.
SINALIZAÇÃO? 3. Relação com os usuários – todo tipo de si-
REGIMENTO? tuação, desde as mais corriqueiras e regu- 2.1. Uma Definição de Parque
lamentadas até aquelas inesperadas, como:
pessoas alcoolizadas e consumo de drogas, Para efeito do Plano de Gestão os Parques do Pro-
vandalismo (equipamentos e patrimônio na- jeto Capibaribe Melhor serão considerados como par-
tural), proprietário de cães que desobedecem ques urbanos municipais, cujo seus territórios são de
à legislação, reclamações de usuários, esta- uso público, dotados de áreas verdes, que abrigam di-
cionamento de veículos, vendedores, mani- versos usos – recreativo, lazer, contemplação da na-
festações religiosas e pleitos de uso dos es- tureza, pesquisa, esporte, cultura e educação. Por abri-
paços do parque; garem tão diversos usos, são lugares onde há conflitos
19
entre os que querem silêncio e os que querem ouvir parques e são indicados para todos os parques, in-
música, por exemplo, entre as atividades de uso inten- dependente da sua categoria ou porte. A seguir são
so de lazer e as atividades de contemplação, entre as apresentados os programas gerais, seus principais
práticas de atividades esportivas, de lazer e cultura e objetivos e ações.
as necessidades de preservação, entre outras.
Esta concepção denota uma preocupação, legíti- a. Programa de Recuperação do Solo
ma, para a prática de gestão, no sentido de conciliar
e harmonizar os diversos usos demandados aos par- Tem como objetivo a utilização de material de
ques e, até mesmo, uma necessidade de regrar estes poda gerado no próprio parque ou em seu entorno
usos, defini-los e pactuar com os usuários. para compostagem e posterior uso para adubação do
As diferenças de concepção do que é um parque solo, contribuindo para a saúde das plantas e a sus-
parecem estar relacionadas com a expectativa de tentabilidade do parque. No caso de haver excedente,
como consideram o meio ambiente (se como nature- deverá ser fornecido para o entorno, pode ser para os
za, como problema, como recurso etc.) e como se dá a frequentadores de atividades no Parque.
relação com ele a partir dessa definição (para apreciar,
para resolver, para gerenciar etc). b. Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Coleta
Os parques fazem parte da cidade e às vezes, con- Seletiva
centra conflitos da cidade. Neste sentido, é preciso pro-
mover políticas públicas integradas dentro e fora das Tem como objetivo controlar os resíduos sólidos
grades dos parques, incluindo instrumentos para su- produzidos pelos usuários e visitantes, bem como
perar, entre outros desafios, os conflitos de uso e inte- promover a prática da coleta seletiva. Deverá ser de-
gração com outros setores da Prefeitura. Por exemplo, senvolvido a partir de campanhas para o envolvimen-
às vezes um parque é muito demandado para a prática to da comunidade do entorno. O material deve ser
de esportes, no entanto, ao lado dele, ou próximo, às destinado para cooperativas ou associação de cata-
vezes até no mesmo bairro, há um equipamento de es- dores no entorno do Parque. Outra sugestão é fazer
portes da Secretaria de Esportes que está ocioso. parceria com algumas entidades, que recebem e des-
Por isso, é fundamental que haja integração dos tinam óleo de cozinha usado – este também pode ser
diferentes programas das Secretarias da administra- um programa a ser implantado nos parques.
ção pública para equilibrar oferta e demanda de equi-
pamentos e atividades aos seus usos compatíveis e c. Programa de Relacionamento
mais adequados.
Consiste em realizar uma política de relaciona-
2.2. Instrumentos de Gestão dos Parques mento que envolva comunicação, parcerias privadas,
outras entidades governamentais e usuários. Dentre
Neste item apresenta-se a concepção instru- os quais destacamos:
mentos de gestão dos parques, que foram divididos
em: programas gerais, plano de manejo e programas c.1. Comunicação e Acesso à Informação Garantido
específicos. Os instrumentos sugeridos no Plano de
Gestão dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor • Elaborar site dos parques;
foram elaborados a partir da observação de diversas • Relação parque com a área de influência (en-
experiências em gestão de parques, em especial as torno) – utilizar mídia local com padronização
das cidades de São Paulo e Curitiba. Tem como obje- de linguagem;
tivo nortear a elaboração das carteiras de programas, • Produzir kits de informação sobre os parques;
que serão apresentadas nos próximos capítulos. • Produzir sinalização dos parques;
• Implantação de terminais computadoriza-
2.2.1. Programas Gerais dos nos parques. Estes terminais permitiriam
O primeiro instrumento são os programas ge- acesso às informações do próprio, contendo
rais, que tem como objetivo a sustentabilidade dos dados como meios de transporte e acesso,
20
estrutura, localização, tamanho, histórico, • Promover e divulgar os campeonatos e even-
curiosidades, eventos etc. Os terminais de- tos esportivos nos parques e fora deles. Esta
vem ser alimentados via rede interna, com divulgação pode se dar também através dos
vistas a sua padronização. citados terminais computadorizados.

c.2. Relacionamento com Outras Secretarias Secretaria de Cultura:

Tem como objetivo integrar as diversas atividades • Atividades culturais em geral podem ser pla-
específicas na área do Parque. É o caso das Secreta- nejadas em conjunto e antecipadamente, de
rias de Saúde, Educação, Esportes e Cultura, no senti- acordo com avaliações de demandas dos par-
do de atender os seguintes critérios: ques;
• Incentivar Projetos com outras Secretarias, • Organização da Memória dos Parques – to-
aprimorando as relações entre elas, de for- dos os parques têm uma história, alguns têm
ma a atender às demandas dos usuários, sem paisagens que contam diversas histórias.
comprometer as diretrizes e objetivos estra- Nesse sentido deve ser planejado registros e
tégicos propostos; forma de apresentação – suporte (fotografia,
• Adequar as atividades a serem implementa- relato de história oral, quadros etc.) para con-
das aos regulamentos de uso dos Parques. tar e expor esta história. Este acervo pode ser
elaborado e exposto em parceria com a Se-
Secretaria de Saúde: cretaria de Cultura;
• Repasse de recursos que garantam o suporte
• Secretaria de Saúde – Programa Academia da aos eventos culturais nos parques.
Saúde, e outras atividades, como Taichi- chuan,
Lian-gong, ginástica dançante e ginástica labo- c.3. Gestão Compartilhada
ral. Devem ser considerados ainda os programas
e atividades de promoção à saúde, como cam- • Definir procedimentos e regras para facilitar e
panhas de hipertensão, controle das diabetes, estimular a gestão compartilhada;
vacinação e outros. Sugere-se ainda o Mutirão • Promover ações na escala municipal;
da Saúde, em parceria com o SESI - Serviço So- • Incentivar parcerias locais;
cial da Indústria, a ser detalhado adiante.
c.4. Relacionamento com os Usuários e Fre-
Secretaria de Educação: quentadores

• Elaborar programas de Educação Ambiental • Realizar Pesquisa anual com usuários para
com as escolas públicas e os centros de edu- identificar as demandas dos usuários e visi-
cação infantil do entorno; tantes, bem como avaliar o grau de satisfação
• Elaborar calendário de ações socioambientais com os serviços prestados;
envolvendo a comunidade escolar (alunos, • Instalar catracas para contagem de usuários
professores, funcionários e família). como objetivo único de quantificar os usuá-
rios;
Secretaria de Esportes: • Implantar canal direto com usuários (site e
telefone) – visando filtrar as demandas real-
• Oferecer escolinhas em diversas modalidades mente significativas ou pertinentes;
esportivas (olímpicas e paraolímpicas); Ma- • Implantar Programa de incentivo ao volunta-
pear equipamentos esportivos nos entornos riado;
dos Parques e encaminhar demandas que os • Promover parcerias para atividades no Par-
parques não consigam atender para outros que, criando procedimentos comuns. É im-
equipamentos do entorno; portante estabelecer procedimentos comuns
21
e facilidades para que sejam mais eficientes e 2.2.2. Plano de Manejo
possíveis parcerias para o desenvolvimento
de atividades nos parques, de todas as or- O segundo instrumento é especifico para os par-
dens, estimulando o envolvimento dos usuá- ques de grande porte, que estejam inseridos em Uni-
rios na promoção de encontros e atividades, dades de Conservação, onde haja recursos naturais
colaborando com a gestão dos parques. de flora, fauna, recursos hídricos e belezas naturais
significativas.
d. Programa de Educação Ambiental Para elaboração desta proposta tem-se como
referência o Roteiro Metodológico IBAMA/2002, que
Elaborar em parceria com o Núcleo de Educação define como sendo Plano de Manejo o “Documento
Ambiental (NEA), um programa de Educação ambien- técnico mediante o qual, com fundamento nos obje-
tal para os Parques que pode incluir: tivos gerais de uma Unidade de Conservação, se es-
tabelece o seu zoneamento e as normas que devem
• Atividades com escolas e comunidades do en- presidir o uso da área e o manejo dos recursos natu-
torno (parceria com a Secretaria de Educação); rais, inclusive a implantação das estruturas físicas ne-
• No Parque: horta orgânica, mandalas de flores cessárias à gestão da Unidade”.
e/ou temperos e ervas medicinais, entre ou-
tros possíveis em cada parque; O roteiro a seguir identifica as etapas na elabora-
• Informes à população sobre as ações de ma- ção do Plano de Manejo:
nejo adotadas pelo Parque;
• Compostagem de matéria orgânica gerada no 1. Diagnóstico dos Ecossistemas Naturais e do
parque; Patrimônio Cultural
• Programas de uso racional da água; 1.1 Meio físico – aspectos estruturais;
• Mobilização voltada para a coleta seletiva; 1..2 Meio Socioeconômico – aspectos huma-
• Elaborar Trilhas e Roteiros dentro dos Parques nos do entorno;
que comportam estas atividades; 1.3 Meio Biótico – aspectos biológicos.
• Viveiros nos parques para doar mudas para 2. Planejamento Participativo com o Conselho
comunidade. Gestor
2.1 Zoneamento das áreas internas;
e. Programa de Operação e Manutenção dos 2.2 Definição das áreas prioritárias.
Parques 3. Estabelecimento de Diretrizes
4. Definição de Linhas de Ação
Tem como objetivo conservação e manutenção 5. Plano de Manejo
dos parques. Deverá ser formado em forma de ficha – 5.1. Definição dos programas e subprogramas.
caderno de manutenção. Contendo a seguinte forma-
tação: item, descrição, pontos de atenção, rotinas de 2.2.3. Programas Específicos
manutenção, vida útil, periodicidade de reparo e custo
previsto para operação/manutenção. O terceiro instrumento são os programas especí-
ficos, que têm como objetivo atender às demandas
f. Programa de Desenvolvimento Comunitário e especificidades dos Parques. Ao contrário dos pro-
gramas gerais deverão ser considerado caso-a-caso
Tem como objetivo desenvolver o protagonismo a necessidade dos programas apresentados a seguir.
comunitário dos bairros do entornos dos parques.
Capacitação de lideranças, prestação de serviços co- a. Recuperação da Mata Ciliar e Enriquecimento
munitários e acesso aos direitos devem ser previstos da Vegetação Natural
na carteira de programas. O foco principal é o controle
social e a participação da comunidade no dia-a-dia Para este programa devem-se considerar as se-
dos parques. guintes ações:
22
• Fertilidade do Solo – manutenção da cober- água de chuva - proposta de reuso da água
tura morta sob o solo e introdução de espé- potável de bicas, bebedouros e das águas
cies de herbáceas e forrações para cobrir o pluviais – criar sistemas de captação da água
solo evitando erosão e compactação do solo das bicas e das chuvas enviando para uma
promovendo um enriquecimento do solo em- cisterna que abastecerá as regas, limpeza dos
pobrecido com nutrientes – para minimizar pátios, áreas de exposição e até implantação
custos e aproveitar o material de podas e cor- de sistema de descargas para sanitário.
tes – realizar a compostagem do material das
podas realizadas nos Parques para enriquecer c. Áreas Ambientalmente Sensíveis
o solo. Viveiro para aumentar a biodiversidade
das espécies arbóreas, arbustivas e herbá- 1. Entorno das nascentes: remover curvas de ní-
ceas para recuperar matas ciliares. vel provocadas pelos aterramentos na cons-
trução do parque, plantar espécies de mata
• Banco de Dados Ambiental – elaborar um ciliar para evitar o assoreamento da nascente;
banco de dados em cada um dos Parques, 2. Monitoramento mais intenso nas áreas cuja
contendo as informações abaixo: vegetação está exposta a condições adversas
1. Inventário Arbóreo completo; como excesso de luminosidade noturna, calor
2. Dados dendrométricos (DAP, PAP, altura total, etc); do asfalto, baixa umidade do solo e efeitos do
3. Classificação do estado geral da espécie de- trânsito – elas desenvolverão mais problemas.
finindo se está boa, precisando de interven-
ções ou de remoção; Controle Fitossanitário – propõe-se que seja feito
4. Identificação visual das plantas; termo de cooperação técnica entre o Parque e entida-
5. Banco de dados atualizável. des de pesquisa, para definição de procedimentos de
controle de pragas.
• Ações Estratégicas – produção no viveiro de
espécies nativas chaves para garantir diver- d. Programas de Plantios de Nativas
sidade genética. A escolha das espécies deve
aliar estética, funcionalidade e sustentabilida- • Estimular a recuperação de áreas degradadas
de ambiental: com o plantio de nativas;
1. Espécies de sombra – forrações e arbustos • Criar corredores interligando áreas verdes:
de sub-bosque; praças ou outros parques no entorno;
2. Espécies pouco exigentes de poda e manu- • Canalizar recursos de compensações am-
tenção; bientais no município, ou eventos de empre-
3. Controle de espécies invasoras; sas ou outras que queiram/necessitem neu-
4. Remover ou evitar espécies inadequadas tralizar emissões de Carbono, com ações de
pelo porte ou tipo de raízes em determinados plantios e manutenção (mínimo de 2 anos)
locais saturados ou próximos de caminhos – nos parques ou entornos;
adequação da espécie ao local. • Programas de arborização.

b. Recursos Hídricos e. Preservação e Enriquecimento de Fauna



Para garantir à drenagem e permeabilidade do • Realizar levantamento detalhado da fauna lo-
solo, propõe-se a adoção de algumas medidas como: cal com previsão de atualizações;
• Recuperação dos corpos d’água: desassorea- • Realizar estudos e propor corredores de avi-
mento, despoluição dos canais passam rela- fauna entre parques e outras áreas verdes;
cionados com os parques; • Propõe-se a produção de materiais para uso
• Programas de racionalização do uso da água: de Educação ambiental nos Parques com ilus-
reuso da água, captação e aproveitamento de tração da Avifauna local pesquisada.
23
f. Programas Exemplares de Sustentabilidade • Sistema de tratamento de esgotos;
• Tetos verdes, entre outros.
• Painéis de energia solar;
• Captação de água de chuvas;

O Quadro 2.1 abaixo sintetiza os principais instrumentos de gestão dos parques.

Quadro 2.1: Instrumentos de Gestão de Parques


Programa de Recuperação do Solo OBTENÇÃO DE
RECURSOS?
Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Coleta Seletiva REGIMENTO?
Programa de Relacionamento
Comunicação e Acesso à Informação Garantido
Programas Gerais Relacionamento com Outras Secretarias
Relacionamento com os Usuários e Frequentadores
Programa de Educação Ambiental
Programa de Operação e Manutenção dos Parques
Programa de Desenvolvimento Comunitário

Etapas de elaboração do Plano de Manejo


Diagnóstico dos Ecossistemas Naturais e do Patrimônio Cultural
Meio físico – aspectos estruturais;
Meio Socioeconômico – aspectos humanos do entorno;
Meio Biótico – aspectos biológicos.
Planejamento Participativo com o Conselho Gestor
Plano de Manejo
Zoneamento das áreas internas;
Definição das áreas prioritárias.
Estabelecimento de diretrizes
Definição de linhas de ação
Plano de Manejo
Definição dos programas e subprogramas.

Recuperação da Mata Ciliar e Enriquecimento da Vegetação Natural

Recursos Hídricos
Programas Áreas Ambientalmente Sensíveis
Específicos
Programas de Plantios de Nativas
Preservação e Enriquecimento de Fauna
Programas Exemplares de Sustentabilidade

24
TIPOLOGIA OU FUNÇÃO/VOCAÇÃO?
2.3. Uma Proposta de Zoneamento para os Parques Esta proposta de agrupamento de parques por
do Recife tipologias se dá em função de reconhecer suas dife-
rentes funções, contexto e atributos e tem como ob-
O Plano de Gestão dos Parques do Projeto Capi- jetivos:
baribe Melhor é uma iniciativa inédita na cidade do
Recife, e tem como objetivo a sustentabilidade dos • Reconhecer as especificidades de cada par-
parques em todos os seus aspectos (ambiental, so- que e melhorar sua relação com o entorno e
cial e econômico). frequentadores;
Nesse sentido deve oferecer subsídios para o es- • Contribuir para consolidação de um sistema
tabelecimento de uma Política Municipal de Gestão de de áreas verdes na cidade do Recife;
Parques, que resulte no reconhecimento das caracte- • Adequar instrumentos de gestão às voca-
rísticas e particularidades de cada parque, ao mesmo ções/funções;
tempo em que permita criar procedimentos e planos • Estabelecer programas gerais de gestão, bem
de gestão para os parques como um todo.
como seus fluxogramas e relacionamento e
Propõe-se a divisão dos parques por categorias,
integração com os diversos agentes públicos.
considerando outros aspectos além da sua localiza-
ção. Para cada uma dessas categorias, por sua vez,
2.3.1. Categorias de Parques
são propostos instrumentos de gestão, que incluem
desde Planos de Manejo até programas gerais para
O Plano de Gestão dos Parques do Projeto Capi-
todos os parques, que foram apresentados no item
baribe Melhor propõe uma categorização dos parques
anterior.
do Recife através do cruzamento entre sua dimensão
Atualmente, os parques municipais são agrupados
por regiões da cidade em função de contratos de pres- e características.
tação de serviço (poda, conservação e manutenção).
Considerando as particularidades dos parques, bem a. Categorias (por extensão):
como a necessidade de implementação de instrumen- 1. Pequeno: até 3.000 m²;
tos de gestão e programas compatíveis com estas 2. Médio: entre 3.0000 e 6.000 m²;
características, sugere-se um agrupamento que con- 3. Grande: mais de 6.000 m².
sidere as dimensões dos parques, a disponibilidade de
recursos naturais e grau de integridade dos mesmos, b. Categorias determinadas pelas funções que
presença de equipamentos ou monumentos de rele- são preponderantemente desempenhadas
vância histórica, e principais usos dos parques. pelos parques

25
Quadro 2.2: Categoria de Parques
Parques com alta integridade dos ecossistemas naturais, como recursos hídricos e matas
preservadas ou com potencial de serem recuperados e mantidos. Áreas caracterizadas pela
Naturais
presença de corpos d’água (rios, nascentes, lagos) e presença de mata natural do bioma Mata
Atlântica nativa em diferentes estágios sucessivos.
Parques com presença dos elementos históricos significativos como museus, patrimônios his-
Históricos
tóricos tombados, significado histórico para o município.
Parques cujo maior atrativo são os equipamentos de esportes e áreas de lazer. Possui baixa
Esporte e Lazer integridade dos recursos naturais, cuja vegetação em geral foi implantada baseada em projetos
paisagísticos.
Parques cujo maior atrativo são os equipamentos culturais, como teatro, galeria e áreas para
Culturais
eventos de manifestação culturais diversas.
O conceito de parque linear se define, de uma maneira geral, em torno de uma tipologia única, de
configuração longilínea e extensiva. Entretanto, pelo fato de que a rede hídrica pode se estender
Lineares por ambientes florestais, rurais e urbanos, percorrendo, portanto, setores com características
biofísicas, sociais, funcionais e morfológicas distintas, o parque possuirá dimensões, formas e
funções diferenciadas que podem ser tratadas em categorias diferenciadas.

2.3.2. Enquadramentos dos Parques

Considerando os instrumentos de gestão e as categorias de parques propostos sugerem-se os seguintes


enquadramentos para os Parques do Recife:

Quadro 2.3: Enquadramento dos Parques


Tipos de Parques
Instrumentos de Gestão/Zoneamento
Naturais Históricos Lazer Culturais Lineares
Programas Gerais Todos Todos Todos Todos Todos
Plano de Manejo Grandes
Programas Específicos Todos Todos
Zoneamento Todos Todos Todos Todos Todos

2.3.3. Zonas Propostas livre e outras com orientações claras de uso e moni-
toramento em trilhas.
Cada uma das zonas propostas levou em conside- O importante a destacar é que para o exercício de
ração os objetivos gerais e a missão do parque. Bus- elaboração do zoneamento de cada parque a equipe
cou-se dessa forma estabelecer as regras e definir os gestora deve além das recomendações listadas nesse
principais usos. As zonas devem abranger desde as Plano de Gestão considerar as questões locais e a his-
áreas restritivas ao uso público até áreas com acesso tória de criação do parque. A seguir as principais zonas

26
Quadro 2.4: Tipos de Zonas e Caracterização
Zona Caracterização
Tem como objetivo a preservação ambiental e a contemplação da paisagem
Zona de Preservação Ambiental e
natural. Verifica-se nessas zonas a presença de vegetação ciliar e arbustiva,
Contemplação
remanescentes de mangues, rios e lagoas.
Tem como objetivo melhorar a qualidade dos recursos naturais e fomentar prá-
Zona de Manejo dos Recursos
ticas sustentáveis. Verificam-se nessas zonas exploração artesanal de pesca e
Naturais
moradores remanescentes que exploram o processamento de frutos.
Tem como objetivo preservar e difundir o patrimônio histórico e cultural. Verifi-
Zona de Patrimônio Histórico e
cam-se nessas áreas presenças de casarios, monumentos históricos, galerias
Cultural
de arte e locais para apresentação artística.
Tem como objetivo a prática de esportes e lazer. Verificam-se nessas zonas
Zona de Esportes e Lazer
equipamentos esportivos e áreas de lazer.
Tem como objetivo integrar as diversas áreas e o entorno dos parques. Verifi-
Zona de Integração
ca-se nesses passeios públicos de acesso.
Tem como objetivo oferecer serviços aos usuários e visitantes dos parques.
Zona Especial de Administração e
Verificam-se nessas zonas estacionamentos, vestiários, wc’s, quiosques,
Serviços
balcões de informações ao usuário e administração do parque.
Tem como objetivo assegurar espaços adequados para realização de eventos
Zona Especial de Eventos e manifestação culturais. Verifica-se nessas zonas grandes alamedas, anfitea-
tros e outras áreas.

2.4. Modelo de Gestão Proposto gestão dos parques do Recife, além de Oficinas Par-
ticipativas que envolveram atores e agentes públicos
Neste item será apresentado o modelo de ges- (lideranças comunitárias, delegados do orçamento
tão proposto para os Parques de Apipucos, Caiara e participativo, associações esportivas, instituições
Santana. públicas e privadas), num total de mais de 200 enti-
dades e 1.200 pessoas mobilizadas. Antes mesmo da
2.4.1. Organização Social Parques do Capibaribe criação da Organização Social Parques do Recife, al-
gumas providências devem ser tomadas com vistas a
Este estudo propõe que os Parques do Projeto garantir sua sustentabilidade.
Capibaribe melhor sejam geridos por uma Organiza- O conceito de publicização proposto para a Or-
ção Social2, através de Contrato de Gestão. A criação ganização Social Parques do Capibaribe não está
da Organização Social Parques do Capibaribe está centrado necessariamente em apenas uma instância,
fundamentada em estudos realizados das melhores mas representa um movimento de expansão e con-
experiências práticas de gestão de parques públicos solidação do espaço público, e tem como premissa:
e áreas verdes no Brasil e no exterior. Além desses
estudos foram realizadas entrevistas qualitativas e 1. Os atributos da transparência, participação e
reuniões com os diversos órgãos envolvidos com a caráter coletivo; e

2. A reforma gerencial da administração pública preconiza a implantação de organizações sociais (OS) como forma de possibilitar a publi-
cização das atividades não exclusivas do Estado – aquelas que não exigem os poderes específicos (tal como o poder de polícia) para sua
consecução, embora boa parte delas constitua obrigação do Estado (serviços sociais nas áreas de saúde, educação, proteção ambiental,
cultura, pesquisa científica etc). Nos termos da Lei Federal N. 9.637, de 18/05/1998, o Poder Executivo poderá qualificar como organizações
sociais pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, cujas atividades sociais sejam dirigidas ao ensino, à pesquisa científica, ao
desenvolvimento tecnológico, à proteção e preservação do meio ambiente, à cultura e à saúde, atendidos os requisitos previstos nesse
mesmo diploma. A gestão de uma organização social não se enquadra nas regras da administração estatal, senão se constitui um modelo
de gestão privado direcionado para finalidades públicas. O financiamento das organizações sociais se dá mediante subvenções do tesouro
público, eventuais receitas comerciais (tendo em vista uma diferenciada possibilidade de desenvolvimento de produtos) e eventuais doa-
ções e contribuições. 27
2. Os diferentes graus de envolvimento dos ato- ações são voltadas à construção de um espaço pú-
res sociais – cooperações estas nas quais a blico. Há duas formas básicas de se promover a publi-
sociedade civil pode assumir uma grande va- cização multicêntrica. Primeiramente, possibilitando
riedade de papéis, tais como apoiadora, delibe- que estruturas do Estado, mercado e sociedade civil
radora, proprietária, empreendedora e outras. se orientem para o interesse público.
Em segundo lugar, possibilitando a criação de zo-
Nesta perspectiva, se propõe uma construção nas de fronteira, organizações híbridas, que atuam
institucional multicêntrica que pode estar situada na fronteira entre Estado, mercado e sociedade civil.
em um determinado núcleo de racionalidade (Estado, A Figura 2.1 propõe ilustrar graficamente o conceito
sociedade civil e na iniciativa privada) quando suas multicêntrico de publicização.

Figura 2.1: Configuração Multicêntrica da Organização Social Parques do Capibaribe

Esferas do Poder
Instucionalizadas

Sistema ESTADO
Políco MERCADO
Esfera P ública
DE BENS
PÚBLICOS
INTERESSES
Sociedade E TERCEIRO BEM
Civil DEMANDAS SETOR ESTAR

MERCADO
DE BENS
Economia INICIATIVA
de Mercado PRIVADA PRIVADOS

Feedback

Fonte: Elaboração Concremat, 2012 (Inspirado no conceito de organizações multicêntricas, de Humberto Falcão Martins).

Os espaços coloridos em vermelho na Figura 2.1 setor público e o privado. Embora a lei denomine esse
indicam um movimento multicêntrico de construção instrumento de contrato, na verdade, trata-se de um
de uma esfera pública que não está restrita em ape- acordo operacional  – acordo de direito público, onde
nas um centro, seja este o Estado, a sociedade civil, a são fixados os respectivos direitos e obrigações para
iniciativa privada ou suas interseções específicas. Os a realização de objetivos de interesse comum, basea-
espaços coloridos em amarelo representam arenas do em indicadores de qualidade e na produção de re-
institucionais multicêntricas, atuando na fronteira de sultados.
diferentes esferas de racionalidade institucionaliza-
das, que também contribuem para a construção de 2.4.2. Arranjo Institucional Proposto
uma esfera pública multicêntrica.
O  contrato de gestão, portanto, é o instrumento Conforme já indicado sugere-se que os Parques
jurídico básico dessa nova forma de parceria entre o do Projeto Capibaribe Melhor (Apipucos, Caiara e San-
28
tana) sejam geridos pela Organização Social Parques lizando todos a trabalharem com metas específicas e
do Capibaribe – instituição de direito privado e fun- indicadores de desempenho.
ção pública vinculada à Secretaria de Meio Ambiente Em todo caso, a Organização Social está sujeita a
da Cidade do Recife, através de Contrato de Gestão, diversos mecanismos reguladores e fiscais de parte
que define compromissos e metas de resultados para do Estado, particularmente na aplicação dos recursos
financiamento parcial com recursos públicos. que compõem o contrato de gestão com a adminis-
A escolha da natureza jurídica se justifica pela tração pública direta.
complexidade do perfil dos Parques, que exige uma A desvinculação administrativa em relação ao
organização ágil, flexível, e desburocratizada. A Or- Estado não deve ser confundida com um negócio
ganização Social funciona como uma instituição com privado, mas sim uma forma de chegar com eficácia
autonomia gerencial e financeira com capacidade de e eficiência junto aos seus “clientes”, isto é, os con-
contratação de pessoal pela CLT e assinatura de con- tribuintes e usuários de serviços públicos. O controle
vênios e serviços terceirizados. das OS através dos Conselhos de Administração, com
A definição da natureza jurídica tem suporte tam- a maior ou menor participação do Estado, estabele-
bém nas experiências bem sucedidas de Organização cerá o âmbito da publicização, a estratégia organiza-
Social no Brasil, como em alguns casos de Pernam- cional, o compromisso social dos seus fins, outorgan-
buco, como o Porto Digital e o ITEP e recentemente do às esferas executivas autonomia e flexibilidade no
os Hospitais Metropolitanos e Unidades de Pronto atingimento de resultados, estabelecidos nos Con-
Atendimento (UPA), que têm demonstrado eficiência, tratos de Gestão.
eficácia gerencial e avanços significativos nos resul- Os Contratos de Gestão foram estabelecidos pela
tados acordados. Vale destacar ainda, que as expe- Lei n°9.637/98, sendo um instrumento de planeja-
riências observadas no Brasil e no exterior apontam mento e controle onde são ajustadas as metas a se-
para as seguintes conclusões: rem atingidas, as ações e recursos para atingi-las e
a avalição dos resultados alcançados. O Contrato de
1. Diretorias e/ou Gerências subordinadas a Gestão vem sendo utilizado na esfera pública, com
uma secretaria não conseguem construir sua base na Constituição Federal de 1988, resultado da
autonomia financeira, e seguem vivendo de Emenda Constitucional nº 19/1998, que inseriu o novo
forma bastante limitada, até um pouco aco- parágrafo 8º do art. 37.
modada, tocando seus projetos em estado Antes mesmo da criação da Organização Social
vegetativo e pouco inovador; Parques do Capibaribe, algumas providências de-
2. Fundações conseguem imprimir um grau de vem ser tomadas com vistas a garantir sua susten-
criatividade mais significativo, mas nestes tabilidade.
casos fica evidente a força do perfil do seu
gestor como variável mais relevante que a 2.4.2.1. Centralização da Gestão na Secretaria
própria instituição, personalizando o seu de- Municipal de Meio-Ambiente
sempenho;
3. Organizações Sociais tem maior grau de liber- Conforme apresentado no Diagnóstico Integra-
dade nos aspectos vitais de uma organização do atualmente é de responsabilidade da Empresa de
como: formação e gestão de pessoal, plano Manutenção e Limpeza Urbana (EMLURB), ligada a
de cargos e salários, compras, convênios com Secretaria de Serviços Públicos o gerenciamento dos
terceiros, marketing e o mais importante, a parques existentes, e da Empresa de Urbanização
possibilidade de gerar sua própria receita. do Recife (URB/Recife) a elaboração do projeto, bem
como o acompanhamento e fiscalização das obras de
A organização social tem parte dos seus gastos construção de novos parques.
pagos com receita própria, numa atitude de gestão Este estudo recomenda, que tanto o planejamen-
empreendedora sem perder o foco da sua respon- to - desde a elaboração dos estudos para construção
sabilidade social. Esta possibilidade de autonomia de novos parques e praças; elaboração dos projetos
dinamiza e transforma o ambiente de trabalho, mobi- e acompanhamento das obras; quanto o gerencia-
29
mento - manutenção e conservação dos parques e Secretaria Municipal de Meio-Ambiente de forma a
praças existentes; e a coordenação da execução dos concentrar a gestão e acelerar a tomada de decisão.
diversos programas e atividades realizados nos par- A Figura 2.2 a seguir apresenta-se a situação atual e
ques e praças do Recife passem ser realizadas pela a situação proposta.

Figura 2.2: Gestão Atual e Proposta dos Parques da Cidade do Recife

Fonte: Elaboração Concremat, 2012

2.4.2.2. Criação do Conselho Gestor dos Parques b. Propor medidas visando a organização e a
manutenção dos respectivos parques, a me-
Outra recomendação deste estudo é a criação dos lhoria do sistema de atendimento aos usuá-
conselhos de usuários dos Parques, que devem ter no rios, a consolidação do seu papel como centro
mínimo as seguintes atribuições: de lazer e recreação, como unidade de con-
a. Participar da elaboração ou atualização, con- servação e educação ambiental, preservando,
forme o caso, e da aprovação do Regulamen- sempre, o direito de acesso e de uso universal;
to de Uso dos respectivos parques, assim c. Analisar e opinar sobre os pedidos de auto-
como participar da elaboração e aprovação rização de uso dos espaços dos respectivos
do planejamento das atividades neles de- parques, inclusive para a realização de shows
senvolvidas, preservando as normas e res- e eventos;
trições de uso estabelecidas por Lei que re- d. Fiscalizar e opinar sobre o funcionamento dos
gulamenta o uso e ocupação e/ou Plano de respectivos parques;
Manejo, caso existam; e. Examinar propostas, denúncias e queixas,
30
referentes aos respectivos parques, encami- ção exclusiva e a responsabilidade de fazer o geren-
nhadas por qualquer pessoa ou entidade, e a ciamento do Contrato de Gestão nos quesitos técni-
elas responder; co e administrativo-financeiro. A Diretoria Executiva
f. Incentivar e participar da articulação das comu- deverá ser apoiada por dois núcleos e/ou células de
nidades do entorno dos respectivos parques, trabalho.
visando desdobrar o papel de referência de boa A primeira deve ser encarregada pela tarefa de
qualidade ambiental destes espaços públicos, apoio administrativo-financeiro e logístico aos
mediante debates, propostas e ações para a parques e a segunda célula de negócios, produção
resolução dos problemas ambientais das suas e avaliação dos resultados, que ficará encarregada
áreas de influência. de acompanhamento dos resultados, elaboração de
projetos e captação de recursos. Serviços de con-
2.4.2.3. Estrutura Proposta para a Organização Social servação, manutenção, limpeza e segurança, que
Parques do Capibaribe não constituem atividade finalística dos parques,
deverão ser realizados através de contratos de ter-
O órgão máximo da Organização Social Parques ceirização.
do Capibaribe, segundo faculta a Lei de criação das Cada parque deverá manter um administrador
OS é seu Conselho de Administração, cuja composi- com dedicação exclusiva e será apoiado presencial-
ção deve ser definida no seu Estatuto de criação, e mente por mais outros dois técnicos. Será um funcio-
deve ter participação do seus patrocinadores, poder nário da Organização Social e responsável pelo pleno
público e representantes das comunidades do entor- funcionamento do parque e acompanhamento dos
no dos Parques. resultados pactuados através do Contrato de Gestão.
As Organizações Sociais têm regulamento próprio Sugere-se ainda que esse administrador tenha for-
de compras, contratos, contratações e recursos hu- mação superior na área de administração e/ou ges-
manos aprovados pelo seu Conselho de Administra- tão ambiental.
ção, representando efetivos ganhos na qualidade das Serão apoiados por três equipes multidiscipli-
compras, contratações, recrutamento, seleção, re- nares de supervisão, a saber: conservação e ma-
muneração, avaliação, bem como pela utilização dos nutenção, meio-ambiente e programas e ativida-
processos de desligamento regulados pela CLT. des. Essas equipes terão o tamanho e composição
No caso da Organização Social Parques do Ca- variada. Cada supervisão montará suas equipes de
pibaribe sugere-se que o Contrato de Gestão seja projetos (com dedicação total/parcial), a partir da
acompanhado pela Secretaria Municipal de Meio Am- demanda dos programas e dos resultados pactua-
biente. Sua estrutura organizacional deve ser enxu- dos para cada parque. A Figura 2.3 a seguir apre-
ta e com formato matricial. Contará com um Diretor senta a proposta de organograma da Organização
Executivo do Programa dos Parques, que terá dedica- Social Parques do Capibaribe.

31
Figura 2.3: Organograma Proposto para OS Parques do Capibaribe

32
3. ESTRATÉGIA DE PROMOÇÃO E MARKETING

A
s Oficinas Participativas, além de um gran- clusive um dos resultados a ser avaliado no Contrato
de momento de troca de saberes, mostrou de Gestão. Para isso a Organização Social Parques do
as oportunidades latentes dos Parques do Capibaribe deve criar e manter atualizado um Banco
Projeto Capibaribe Melhor apontando diversos ne- de Dados para conhecer seus visitantes e manter uma
gócios a serem explorados para os diversos públi- interação constante pós-visita, bem como criar um
cos-alvo. programa de fidelização para seus usuários “fixos”.
Diante disso a estratégia de promoção e mar- As redes sociais e as mídias pós-visita, como bo-
keting deve promover o “desejo e a vontade” de letins com programação de atividades; incentivo ao
conhecer e usar os Parques. Sugere-se que a pu- voluntariado; opiniões; sugestões; e críticas devem
blicidade seja segmentada, considerando o públi- fazer parte da estratégia de promoção e marketing.
co-alvo prioritário de cada parque. Em relação à segmentação do público-alvo deve-se
A estratégia deve buscar a fidelização e am- considerar as seguintes questões:
pliação do número de visitantes, constituindo in-

a) Habitantes do entorno (área de influência direta): promover a interação com as associações diversas (co-
munitárias, esportivas, terceira idade etc) na gestão dos espaços, com definição de regulamento interno, uso
dos espaços e equipamentos, educação ambiental e sanitária;
b) Estudantes da Rede Municipal de Ensino (incluindo as Creches e CMEI): negociação com a Secretaria de
Educação do Município no desenvolvimento de atividades esportivas - incluindo campeonatos entre as
escolas de todo município; voluntariado - incluindo as diversas políticas sociais associadas; e de educação
ambiental (e sanitária) - incluindo a formação de monitores ambientais e a bolsa-monitor ambiental para os
jovens concluintes do sexto ao nono ano do ensino fundamental;
c) Estudantes da Rede Privada: desenvolvimento de um calendário esportivo com campeonatos em diversas
modalidades entre as escolas públicas municipais e privadas, em especial aquelas da área de influência direta
e criação de roteiros relacionados a geografia, história e ciências, a exemplo do roteiro histórico-ambiental
no entorno do Parque de Apipucos, que começaria no Museu do Homem do Nordeste da Fundação Joaquim
Nabuco, passa pela Fundação Gilberto Freire (a casa mal-assombrada de Gilberto Freire) com culminância no
Parque Apipucos para uma aula campo sobre meio-ambiente;
d) População da “boa idade”: promover atividades específicas para os grupos de terceira idade com desenvol-
vimento de práticas esportivas, eventos culturais e de promoção à saúde.

33
e) Portadores de necessidades especiais: com o sucesso do Brasil nas Paraolimpíadas de Londres e a realiza-
ção do mesmo evento em 2016 no Rio de Janeiro, sugere-se a formatação de projeto para desenvolvimento
de modalidades esportivas paraolímpicas em parceria com empresas públicas e privadas.
f) Turistas: negociação com as agências de viagens e de receptivo para inclusão dos Parques nos “roteiros da
copa”, visto que os Parques possuem uma variedade de atrativos relacionados à prática de esportes - inclu-
sive esportes radicais;
g) Empresas privadas: no desenvolvimento de projetos, patrocínios, parcerias e propagandas diversas, con-
forme regulamentos e condições estabelecidas pela Lei 17.521/2008 que instituiu o Espaço Público Promo-
cional Criado - EPPC.

É importante destacar ainda que o atendimento 3.1. Geração de Receitas


nos Parques do Capibaribe Melhor deve surpreender
o visitante/usuário, com destaque para segurança, A administração da Organização Social Parques do
limpeza, ambientação agradável, presença de coleta Capibaribe deve se destacar pela profissionalização e
seletiva, balcão de informações, uso de folders e sina- captação de recursos públicos e privados. O acesso e
lização no mínimo bilíngue. uso dos Parques devem ser gratuitos e de alta qua-
lidade para seus visitantes e usuários. Entre outras
formas sugere-se:

a) Aluguéis de espaços: definido o regulamento de cada Parque, com seus Conselhos de Usuários, e garantida
o uso prioritário pelos usuários moradores do entorno, sugere-se o aluguel dos diversos espaços existentes
nos parques como as quadras poliesportivas, campos de futebol e outros a serem criados;
b) Patrocínio para campeonatos e escolinhas em diversas modalidades esportivas: a partir de parcerias com
instituições públicas - dentre elas o Ministério dos Esportes e empresas privadas - inclusive as Federações
esportivas das diversas modalidades;
c) Desenvolvimento de projetos e venda de serviços: a partir de parcerias com instituições públicas e privadas.
Nesse item deve ser dada atenção especial a captação de recursos, através da participação em editais públi-
cos e de Fundações Privadas de diversos segmentos;

d) Espaço para propaganda “merchandising” das empresas: observar a Lei 17.521/2008 e sugerir alterações
na legislação para ampliar as possibilidades;
e) Concessão dos quiosques: conforme especifica a Lei de Concessões Públicas sugere-se prioritariamente
quiosques de promoção da economia solidária tais como: produtos artesanais e suvenires; alimentação alter-
nativa e saudável; e artigos esportivos, além de quiosques educativos, em especial de educação ambiental e
sanitária, reforçando o cuidado com o Rio Capibaribe;
f) Fundos Públicos: a partir da elaboração de projetos para o Fundo Municipal de Meio Ambiente no desen-
volvimento de atividades de educação ambiental; realização de eventos com apoio do Fundo Municipal de
Cultura; e de manutenção e conservação a partir da criação do Fundo Municipal de Manutenção de Parques.

É importante reforçar que os Parques do Projeto Enquanto o locus privilegiado da sustentabilida-


Capibaribe Melhor deverão estabelecer padrões es- de urbana deve ser considerado ainda a possibilidade
téticos e éticos nos serviços prestados por ele e por de estímulo a produção de materiais audiovisuais em
terceiros na área dos parques. Para isso devem ser parceria com os diversos produtores de vídeo edu-
estabelecidos padrões de comunicação na promoção cacional, em especial aqueles relacionados a projetos
de eventos e uso dos seus equipamentos, que devem sociais de desenvolvimento de futuros atletas e a
estar alinhados à missão de cada Parque. preservação e conservação do meio ambiente.
34
No Parque Santana deve-se ainda estudar a pos- Deverá ter como objetivo reunir recursos mate-
sibilidade de ampliação dos quiosques, ou incentivo riais e de infraestrutura para melhor atender à manu-
de comércio e serviços pulverizados no entorno, me- tenção dos parques municipais. Os recursos devem
lhorando a dinâmica e uso dos espaços públicos, fren- ser destinados a:
te à demanda de passantes com a criação da Estação
Santana - projeto de navegabilidade do Rio Capiba- 1. Contribuir para o atendimento da manutenção
ribe. No entorno dos três novos parques existe uma e operação dos parques municipais; e
demanda de pequenos negócios reprimida que deve 2. Custear despesas com projetos que visem a
ser expandida gerando novos negócios e consequen- melhoria e preservação dos parques.
temente novos postos de trabalho. Deve ser conside-
rada ainda a possibilidade de cobrança dos estaciona- Outro instrumento que pode ser utilizado é o Pro-
mentos e o manejo sustentável do Açude de Apipucos jeto de Revitalização e/ou Implantação de Área Verde
e da Ilha do Bananal. - PRAV.
Os PRAV são projetos exigidos do empreende-
3.1.1. Produtos e Serviços a Serem Ofertados dor, às suas expensas, para construções inseridas
em Setor de Sustentabilidade Ambiental, conforme
As Oficinas Participativas apontaram para oferta artigos 79 e 80 do Código Municipal de Meio Ambien-
de produtos e serviços que formam um todo integra- te (CMMA) - Lei nº. 16243/96, alterada pela Lei nº.
do de esportes e saúde; educação ambiental; mani- 16930/03. Sua finalidade é recuperar ou plantar ve-
festação cultural e serviços gerais à comunidade. As getação em local a ser definido em conjunto pelo par-
missões dos parques apontaram para um valor intan- ticular e pelo poder público.
gível de sustentabilidade integrada (ambiental, social Sugere-se a alteração na legislação atual do PRAV,
e econômica). Assim os produtos e serviços, mas que que ao invés de indicar áreas a serem recuperadas,
um aglomerado, devem ser uma unidade formando quantificaria os valores da recuperação, que seriam
um todo coerente de sustentabilidade e promoção da depositados no Fundo de Manutenção dos Parques.
qualidade de vida.
Além dos produtos e serviços permanentes dos 3.2. Parcerias, Patrocínios e Concessões
Parques, também serão oferecidas atividades e
eventos temporários como exposições e materiais Este tipo de gestão com empresas privadas é uma
audiovisuais especiais. A Organização Social poderá iniciativa que vem crescendo em diversas esferas de
ainda realizar atividades esportivas nos bairros, nas administração de parques no Brasil, principalmente
praias ou outros locais públicos de grande concentra- nos parques nacionais, como o Parque Nacional da
ção de população, como forma de desenvolvimento Tijuca no Rio de Janeiro, um exemplo de parque ad-
de futuros atletas. ministrado através da gestão compartilhada IBAMA-
-Prefeitura, tendo também a participação de ONGs,
3.1.2. Criação do Fundo de Manutenção dos Parques empresas privadas e da Associação Amigos do Par-
que no desenvolvimento de programas e projetos
Recomenda-se ainda a criação do fundo muni- dentro do parque. Segundo a Associação, houve uma
cipal para manutenção de parques e praças, onde melhora, a partir de 1999 quando foi assinada a par-
as contribuições possam ser recebidas e repas- ceria, tanto na estrutura quanto no funcionamento do
sadas. O abatimento do imposto cobrado pela parque e principalmente na implantação de programas
Prefeitura para as pessoas físicas e jurídicas que e projetos de ecoturismo e de educação ambiental.
comprovarem doação ao fundo pode ser um gran- Todos indicativos e experiências bem sucedidas
de atrativo, o que não impede que outras formas de parceria com a iniciativa privada em São Paulo e
sejam estudadas, quanto aos recursos estes de- Curitiba principalmente mostram que a gestão com-
vem ter distinção exclusiva e sua administração partilhada é importante e até necessária para facilitar
caberá Conselho Diretor do Fundo, que deverá ser o trabalho burocrático que dificulta a administração
criado pela mesma Lei. dos parques. Segundo relato, questões simples de
35
serem resolvidas, como a manutenção nos jardins dos mann, inclusive a parte financeira, sendo que o con-
parques podem ter vários entraves burocráticos den- trato do administrador e dos outros funcionários do
tro das esferas públicas. O que não ocorre quando es- parque é de responsabilidade da fundação.
tas questões do cotidiano estão sob responsabilidade O convênio entre a prefeitura e a construtora co-
de entidades privadas, já que estas entidades prezam meçou em 1995 e tem prazo de 25 anos prorrogá-
pela agilidade nas execuções das tarefas. veis por mais 25 anos. A área do parque foi cedida à
Um bom exemplo é o Parque Lina e Paulo Raia prefeitura como área destinada a uso público, pelas
na Cidade de São Paulo tem a gestão compartilha- construtoras, que fizeram os primeiros loteamentos
da com o Banco Itaú, que tem sua sede localizada ao dos condomínios do entorno. Neste período foi criada
lado do parque. O papel do banco é cuidar da manu- a fundação para administrar o parque. Os recursos da
tenção dos equipamentos existentes, da segurança fundação vêm de doações de várias construtoras, que
e da jardinagem do parque, sendo esta parte con- não têm necessariamente loteamento no entorno do
siderada o cartão de visita do parque tanto para a parque. Doações essas que são revertidas em abati-
administração quanto para o banco. Esta parceria é mentos fiscais.
um contrato vitalício de compensação ambiental do A grande especificidade existente no Parque Burle
banco por conta da obra do complexo de prédios. Es- Marx em relação à sua administração e que foi fruto
tes edifícios têm 7 andares no subsolo, túneis e ca- desta parceria é o plano diretor realizado pelo DEPA-
minhos que interligam os prédios e ligam com a es- VE e pela fundação. Nele foi feito um zoneamento da
tação do Metrô próxima. Este processo ocorreu em área do parque, fundamental para uma gestão ade-
1982, quando as obras dos prédios ficaram prontas. A quada do espaço. Assim o parque é dividido em: área
comunicação entre o banco e o parque é feita através de uso e circulação intensa (entrada do parque), área
de um livro de ocorrências que fica no parque e onde das jabuticabeiras (trecho de arbustos onde começa a
todas as solicitações são pedidas. trilha), área de preservação (área de mata e reflores-
Por parte do banco, existe um responsável pelo tamento de palmito Juçara) e o jardim do Burle Marx.
recebimento, organização e resolução destas ocor- Além destes dois exemplos de gestão comparti-
rências. O que foge da esfera de responsabilidade lhada, onde toda a administração é realizada em par-
do banco como, por exemplo, a aquisição de novos ceria, existem outros exemplos onde entidades priva-
equipamentos para o parque, à princípio não é nega- das podem colaborar na gestão dos parques públicos
do, segundo relato do administrador e do responsável – através de convênios para atividades ou projetos
no banco. Neste caso, há uma conversa entre o res- pontuais, como o que ocorreu no parque do Ibirapue-
ponsável do banco e o parque e depois entre ele e as ra, que realizou uma parceria com o Banco Real para
outras esferas do banco, se o pedido for possível ele a instalação de lixeiras, placas de sinalização e placas
é aceito. Para o administrador, a grande vantagem é a de identificação das árvores. São ações pontuais que
desburocratização que a parceria permite. colaboram para facilitar a administração pública, já que
Existem também, neste livro de ocorrências, pedi- muitas vezes, pelo tamanho da máquina pública, pe-
dos do banco ao parque que também são aceitos con- quenas ações entram em um processo tão hierarqui-
forme a disposição do parque. Como exemplos, a im- zado e rígido que muitas vezes se perdem e a demora
plementação de coleta seletiva, um posto de coleta de na resolução da questão é muito grande em relação
pilhas e baterias dentro do parque para os funcioná- ao seu tamanho.
rios do banco e para o público em geral. O orçamento O caso do Recife é emblemático, pois a única par-
disponibilizado pelo banco ao parque é feito de acordo ceria que havia no Parque da Jaqueira com a Nestlé
com o histórico do parque. Ele é feito baseado no que foi encerrada. Ouvido as duas partes o que ficou claro
o parque já gastava por mês normalmente, desde a para esse estudo foi que faltou a gestão comparti-
oficialização do convênio. lhada, apresentada acima. Problemas de toda ordem,
Já no Parque Burle Marx, o tipo de parceria vai além além de falta de definição nos papéis e responsabili-
da responsabilidade de alguns pontos cotidianos do dades de cada parte fizeram com que á única expe-
parque, como a segurança e a manutenção. A gestão riência fosse mal sucedida e ficou-se com a má im-
do parque é toda realizada pela fundação Aron Bir- pressão que esse tipo de parceria não é boa para os
36
parques, que como visto acima, se bem gerida pode 3. Manter o uso das áreas públicas livres existen-
ser uma solução para os principais problemas de ma- tes, preservando as suas identidades locais.
nutenção e segurança. 4. Estabelecer critérios para subsidiar as nego-
ciações, visando à adoção.
3.2.1. Parcerias
As atribuições definidas para o adotante e a Pre-
feitura do Recife são:

a. Do Adotante

1. Respeitar as diretrizes de intervenções nos


espaços livres públicos definidas pela Prefei-
tura do Recife.
2. Executar os serviços de recuperação do pa-
trimônio adotado, com presteza e boa técni-
ca, procurando minimizar os transtornos aos
usuários, segundo projeto elaborado pela
Prefeitura do Recife.
3. Responsabilizar-se por perdas e danos que
eventualmente vier a causar durante a exe-
cução dos serviços, ainda que decorrentes de
imprudência, negligência ou imperícia de seus
administradores ou empregados.
4. Conservar e manter passeios internos ou cer-
ca de proteção dos jardins, equipamentos de
A Cidade do Recife possui um programa de adoção irrigação e drenagem, equipamentos de lazer
de áreas verdes públicas o PROGRAMA ADOTE O VER- e descanso, além de monumentos públicos,
DE, que tem como premissa a realização de parcerias quando instalados na área adotada.
entre o poder público e a iniciativa privada. O Programa 5. Conservar e manter árvores, gramados, ar-
tem como objetivos: bustos e plantas ornamentais.
6. Responsabilizar-se por transporte, alimenta-
a. Gerais ção e alojamento de pessoal contratado para a
execução dos serviços.
Ampliar a recuperação e a manutenção de áreas 7. Utilizar para a execução dos serviços de ma-
verdes no Recife. Compartilhar com a população a nutenção, pessoas habilitadas, adequada-
responsabilidade de conservar e manter praças, par- mente treinadas, uniformizadas e munidas de
ques, canteiros centrais e outras áreas verdes para equipamentos e instrumentos de proteção e
uso adequado pela comunidade. segurança contra acidentes.
8. Submeter à análise prévia da Prefeitura do
b. Específicos Recife qualquer tipo de intervenção e/ou rea-
lização de atividades e eventos.
1. Garantir à população local agradável para a 9. Prover o abastecimento d´água permanente,
prática de esporte e lazer, educação ambiental dependendo do porte da área adotada.
e qualidade de vida através da manutenção e 10. Responsabilizar-se pela segurança do logra-
preservação das áreas adotadas. douro.
2. Promover a requalificação das áreas públicas 11. Atender às exigências da fiscalização da Pre-
livres, proporcionando à população melhor feitura do Recife.
qualidade ambiental.
37
b. Da Prefeitura do Recife institucionais de divulgação da Prefeitura do
Recife.
1. Definir as diretrizes a serem contempladas 5. Satisfação e reconhecimento da comunidade
pelo projeto de intervenção nas áreas livres e usuários.
públicas.
2. Supervisionar e orientar tecnicamente o ado- b. Para a Prefeitura do Recife
tante.
3. Desenvolver projetos de implantação ou re- 1. Preservação da natureza e do patrimônio da
forma das áreas a serem adotadas. cidade.
4. Responsabilizar-se pela execução de qual- 2. Satisfação e reconhecimento da comunidade
quer serviço nos equipamentos de iluminação. e usuários.
5. Pagar as despesas de energia elétrica relativa 3. Realização de serviços que proporcionam o
ao logradouro. bem-estar da população.
6. Fornecer e plantar vegetação ornamental, 4. Consolidação da parceira firmada com a so-
existente nas suas sementeiras, sempre que ciedade, considerada um importante instru-
necessário e possível. mento para promover a requalificação e ma-
7. Executar os serviços identificados como ne- nutenção de áreas verdes públicas.
cessários com eficiência, procurando minimi- 5. Desenvolvimento da consciência ecológica
zar ao máximo os transtornos à população. em lideranças comunitárias e em toda a cole-
Utilizar para esses serviços pessoas habilita- tividade.
das, adequadamente treinadas, uniformiza-
das e munidas de equipamentos e instrumen- 3.2.2. Patrocínio e Concessões
tos de proteção e segurança contra acidentes.
8. Responsabilizar-se por eventuais perdas e Quanto à questão dos patrocínios a Cidade do
danos na execução dos serviços, ainda que Recife possui a Lei 17.521/2008, que dispõe sobre
decorrentes de imprudência, negligência ou a veiculação de anúncios e sobre o ordenamento da
imperícia. publicidade no espaço urbano no âmbito do Municí-
9. Fiscalização, com base numa lista de verifica- pio do Recife. Essa Lei foi regulamentada pelo Decre-
ção, do nível de qualidade da manutenção e to 25.688 de 14 de fevereiro de 2011 e dispõe sobre a
conservação da praça adotada. veiculação de anúncios e sobre o ordenamento da pu-
blicidade no espaço urbano no âmbito do Município do
Os principais benefícios observados para o ado- Recife. A seguir apresentamos os principais pontos da
tante e a Prefeitura do Recife são: Lei e do Decreto, que apresentam relação direta como
os parques:
a. Para o Adotante: Art. 5º Anúncio é qualquer manifestação que, por
meio de palavras, imagens, efeitos luminosos ou so-
1. Autorização à pessoa jurídica, participante do noros, divulgam idéias, marcas, produtos ou serviços,
Programa Adote o Verde, a instalar placas pu- identificando ou promovendo estabelecimentos, ins-
blicitárias padronizadas nos locais adotados, tituições, pessoas ou coisas, assim como oferta de
em espaços predestinados pela Prefeitura do benefícios, sendo classificado como:
Recife.
2. Contribuição efetiva na conservação e pre- I. ANÚNCIO INDICATIVO - aquele que indica e/
servação do Meio Ambiente e na melhoria da ou identifica o próprio local, estabelecimento,
qualidade de vida da população. propriedade ou serviços;
3. Associação da marca com um programa de II. ANÚNCIO PROMOCIONAL - aquele destinado
proteção e preservação ambiental. à veiculação de publicidade, instalado fora do
4. Inclusão da relação dos nomes dos partici- local onde se exerce a atividade;
pantes do Programa Adote o Verde nos meios III. ANÚNCIO INSTITUCIONAL - aquele afixado
38
pelo Poder Público que possui característi- pais, igrejas, locais destinados a cultos religio-
cas específicas com finalidades institucionais, sos, em meios-fios, calçadas, canteiros cen-
com ou sem patrocínio, cultural, educativa trais, áreas remanescentes de lotes, refúgios e
sem finalidade eleitoral; passarelas, salvo em se tratando de anúncios
IV. ANÚNCIO ORIENTADOR - aquele afixado pelo orientadores ou em mobiliário urbano nos
Poder Público que transmite mensagens de termos da lei;
orientação, tais como de tráfego ou de alerta; XIII. Áreas “non aedificandi” às margens de rios,
V. ANÚNCIO MISTO - aquele que transmite em canais, lagos e açudes;
um mesmo veículo de divulgação mais de um Locais nos quais, pela sua forma, dimensão e
tipo de mensagem indicado neste Artigo. localização, vierem a dificultar a acessibilidade
de pessoas com deficiências ou mobilidade
Art. 8º É proibida a instalação de anúncios em: reduzida;
I. Leitos dos rios e cursos d’água, reservatórios, XIV. Nos equipamentos de alarme de incêndio e
lagos, represas e praias; combate ao fogo
II. Vias, parques, praças e outros logradouros
públicos, salvo os anúncios institucionais, com Art. 20. Somente poderão ser instalados veículos
ou sem patrocínio, os anúncios orientadores, de divulgação para anúncios promocionais em:
os instalados em Espaços Promocionais Pú- I. Imóvel não edificado de propriedade particu-
blicos Criados - EPPC, bem como as placas e lar;
unidades identificadoras definidas nos termos II. Imóveis edificados e especificados nas hipó-
do decreto regulamentar; teses do artigo 26;
III. Postes de iluminação pública ou de rede de te- III. Em obras de construção civil;
lefonia, inclusive cabinas e telefones públicos, IV. Nos veículos automotores de carga e ônibus
exceção feita ao mobiliário urbano nas áreas coletivos;
permitidas pelo Município; V. No mobiliário urbano e nos EPPC.
IV. Torres ou postes de transmissão de energia VI. Imóveis públicos, do Estado ou União Federal.
elétrica;
V. Dutos de gás e de abastecimento de água, hi- Art. 31. Considera-se mobiliário urbano para os
drantes, torres d’água e similares; efeitos desta Lei os equipamentos instalados nos lo-
VI. Faixas ou placas acopladas à sinalização de gradouros públicos com o fim de prestar um serviço
trânsito; público ou de utilidade pública.
VII. Obras públicas de arte, tais como pontes, pas- § 1º São considerados como mobiliário urbano os
sarelas, viadutos e túneis, ainda que de domí- seguintes equipamentos, dentre outros:
nio estadual e federal; I. Abrigo de parada de transporte público de
VIII. Árvores de qualquer porte; passageiro;
IX. Imóveis especiais de preservação (IEP), II. Totem indicativo de parada de ônibus;
imóveis de proteção de área verde (IPAV) e III. Sanitários públicos;
em imóveis tombados nos termos da lei es- IV. Painel eletrônico para texto informativo;
pecífica; V. Placas e unidades identificadoras de vias e lo-
X. Estátuas, esculturas, monumentos, grades, gradouros públicos;
parapeitos, balaustradas e bancos em logra- VI. Totem de identificação de espaços e edifícios
douros ou similares; públicos;
XI. Passeio público, salvo na hipótese de instala- VII. Cabine de segurança;
ção em mobiliários urbanos definidos nesta VIII. Quiosque para informações culturais;
lei, que não venham prejudicar ou reduzir a IX. Bancas de jornal e revistas;
mobilidade urbana das pessoas; X. Bicicletário;
XII. Interior de cemitérios, crematórios, hospitais XI. Estrutura para disposição de sacos plásticos
públicos municipais, escolas públicas munici- de lixo e destinada à reciclagem;
39
XII. Grade de proteção de terra ao pé de árvores; Art. 52. O Decreto regulamentador definirá a for-
XIII. Protetores de árvores; ma de utilização pelo particular, prazo, condições e
XIV. Orientador de pedestres, quiosque para venda tipos de veículos de divulgação permitidos no espaço
de produtos e serviços localizados em logra- público promocional criado.
douros públicos, cais de rios e orla marítima; Em relação ao Decreto 25.688, que regulamen-
XV. Lixeiras; tou os artigos 20, 27, 49, 50, 51, 52 e 54 da Lei Nº.
XVI. Relógio (tempo, temperatura e poluição); 17.521/2008 estabelecendo as normas complemen-
XVII. Painéis de mensagens variáveis para uso ex- tares sobre a veiculação de anúncios e sobre o orde-
clusivo de informações de trânsito; namento da publicidade no espaço urbano no âmbito
XVIII. Abrigos para pontos de táxi. do Município do Recife, destacam-se:

§ 2º A veiculação de propaganda promocional nos Art. 5º Para efeito deste Decreto considera-se es-
totens indicativos e orientadores de pedestre consi- paço público promocional criado - EPPC:
derados mobiliários urbanos quando instalados em
logradouros públicos, deverão obedecer à Legislação I. Áreas ou locais de domínio, posse ou uso pelo
Municipal sobre a matéria. Município;
§ 3º A veiculação de propaganda promocional nos II. Logradouros públicos, equipamentos urba-
abrigos, paradas e terminais de ônibus do sistema de nos, equipamentos comunitários de comodi-
transporte públicos de passageiros do Recife-STPP/ dade ou utilidade pública;
Recife, será administrada e regulamentada pelo Órgão III. Elementos integrantes do mobiliário urbano
Gestor do STPP/Recife. destinados à veiculação de anúncios publici-
tários visíveis a partir dos logradouros públi-
Art. 49. Para efeito desta Lei considera-se espaço cos e os espaços para tal finalidade nas unida-
público promocional criado - EPPC: des de conservação ambiental municipal;
I. Áreas ou locais de domínio, posse ou uso pelo IV. Praças e parques existentes no município de
Município; Recife definidos mediante Portaria do Prefeito
II. Logradouros públicos, equipamentos urba- (anexo único) e na faixa de praia existente nos
nos, equipamentos comunitários de comodi- bairros de Brasília Teimosa, Pina e Boa Viagem.
dade ou utilidade pública;
III. Elementos integrantes do mobiliário urbano Art. 6º Os EPPC serão licitados individualmente ou
destinados à veiculação de anúncios publici- em blocos obedecidos os parâmetros fixados no ins-
tários visíveis a partir dos logradouros públi- trumento de sua criação, e no termo de referência.
cos e os espaços para tal finalidade nas unida- Art. 7º As áreas ou regiões consideradas como
des de conservação ambiental municipal; EPPC, a serem licitadas, serão definidos mediante
IV. Praças e parques definidos no decreto regu- Portaria do Prefeito (anexo único), que especificará
lamentador desta Lei, e na faixa de praia exis- o local dos espaços criados (logradouro, praça, par-
tente nos bairros de Brasília Teimosa, Pina e ques, área ou edificação de domínio público, e obras
Boa Viagem. d’artes etc).
Conforme observado será necessário apenas
Art. 50. A utilização do Espaço Público Promocio- uma Portaria do Prefeito especificando os Parques do
nal Criado - EPPC por particulares, pessoa física ou Projeto Capibaribe Melhor como EPPC. Além dos es-
jurídica, se dará mediante procedimento de licitação paços existentes nos parques, o mobiliário existente,
regido pela legislação pertinente. ou mesmo a ser criado pode ser explorado, como por
Art. 51. Será permitida no espaço público promo- exemplo: bicicletário e lixeiras (existentes nos par-
cional criado EPPC, a veiculação de anúncios indica- ques), ou mesmo a implantação de relógios (tempo,
tivos e promocionais de porte simples ou complexo, temperatura e poluição) e painéis de mensagens com
conforme termos definidos do decreto regulamen- informações sobre o regulamento (uso dos equipa-
tador. mentos e espaços) e programação.
40
Em relação aos quiosques, além da Lei 8.666/93 dedor formal, associação de cooperativa de
devem-se considerar os seguintes critérios para con- produtores ou artesãos;
cessões dos quiosques a serem observados pela Or- • Mulheres chefes de família;
ganização Social selecionada para fazer a gestão dos • Ter renda familiar máxima de até 2 salários
Parques: mínimos;
• Ter realizado o curso de Elaboração do Plano
• Ser Morador da área de abrangência do Parque; de Negócios.
• Ser Empreendedor Individual, microempreen-

41
4. PARQUE APIPUCOS

4.1. O Projeto do Parque Apipucos Proteção Ambiental (APA) pelo Decreto Municipal Nº.
22.460, de 1º de dezembro de 2006.
O Parque Apipucos será construído na Região Po- A elaboração do Projeto levou em consideração
lítica Administrativa 03, no bairro de Apipucos, situado três fatores principais: a ocupação histórica do lugar; a
na margem esquerda do Rio Capibaribe, bem próximo dinâmica da paisagem, com ênfase no elemento água;
à BR-101, ele está inserido na Unidade de Conserva- e as belezas paisagísticas de todo o conjunto, confor-
ção Açude de Apipucos, regulamentada como Área de me pode ser visto na Figura 4.1 abaixo.

Figura 4.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Apipucos

Estas características exigiram a elaboração de uma de implantação do Projeto sucessivamente, o Projeto


proposta de intervenção, em que estes elementos fo- foi estruturado em duas etapas, e a primeira subdividi-
ram determinantes para o projeto final do Parque Api- da em duas partes. Dessa forma, todo o conjunto das
pucos. Avaliando-se a situação atual e a possibilidade ações corresponde ao seguinte programa por Etapas:

42
4.1.1. 1a. Etapa - Parte A No trecho da Rua Maçaranduba, está prevista a con-
tinuidade do passeio da borda em direção ao Pólo de
A Parte A da 1a. Etapa aqui apresentada refere-se Educação Ambiental (extremo leste), com pontilhão
ao desenvolvimento do projeto localizado no trecho de ligação, previsto para a 2a Etapa de implantação do
leste do Açude, no que diz respeito ao tratamento das Projeto.
margens. A estrutura de apoio do passeio é feita em estacas
de concreto, moduladas, respeitando as condições e
a. Tratamento das Bordas do Açude - os limites impostos pela geografia local. Sobre a es-
Trecho Leste trutura, placas de concreto definem o passeio/cooper
sobre o Açude, onde o uso de cores, além de reforçar a
O tratamento das bordas contornando o Açude em modulação, distingue o passeio do cooper e das áreas
forma de U inclui a Rua Maçaranduba, a Avenida 17 de de estar. Detalhando-se o programa em cada trecho,
Agosto e a Rua Coronel João Batista do Rego Barros. tem-se:

43
Rua Maçaranduba Passeio em concreto, com balaustrada em cabos de aço. A iluminação é feita por postes
que ressaltam as características do lugar, como a presença das palmeiras buriti. Os va-
zios existentes entre as palmeiras foram complementados por novas palmeiras, dando
continuidade ao maciço da vegetação. O acesso a este passeio, pela Maçaranduba, é
feito por 9 (nove) escadas que interligam a calçada ao passeio mais abaixo.

Av. 17 de Agosto A borda da Av. Apipucos é composta por:


(Av. Apipucos) - Passeio/cooper, cuja largura é ampliada por calçada já existente. Aí estão locadas as
árvores que proporcionarão sombra ao percurso e reforçarão o conforto gerado pelo con-
junto do tratamento. A iluminação obedece à modulação e desenho de todo o percurso;
- A interligação entre a Av. Apipucos e a Maçaranduba é feita por um pontilhão, solto da
borda, onde hoje se situam dois bares e um posto de gasolina;
- Encabeçando o passeio, nos dois extremos da Avenida, estão situadas as praças Ma-
çaranduba (leste) e a dos Pedalinhos (oeste). Nos pontos focais de entrada (variando o
sentido do acesso), estão situados os letreiros em chapa de aço inox indicando o nome
do Parque. Áreas de estar com bancos para a contemplação também fazem parte des-
ses ambientes, acrescentando-se à Praça do Pedalinho, com píer e bilheteria;
- Ao longo do percurso, 3 áreas de estar com bancos (3 em cada) funcionam indepen-
dentes do passeio/cooper, oferecendo novos ambientes de contemplação;
Rua Coronel João Batista Este trecho interliga a Av. Apipucos ao condomínio Othon Bezerra de Melo, dividindo os
do Rego Barros dois lados do Açude. A estreita largura da calha da via impediu a continuidade do passeio
até o condomínio Othon Bezerra de Melo, ficando apenas a calçada, a ser arborizada
com palmeiras que sugerem verticalidade ao conjunto. No trecho oeste, outro píer foi
locado, aproveitando-se o atual ponto de pesca dos moradores da localidade.

4.1.2. 1a. Etapa - Parte B O pólo recreativo caracteriza-se como a área mais
expressiva do Parque, tanto pelos equipamentos que
A Parte B da Primeira Etapa aqui apresentada refere-se oferece, como pela privilegiada localização e dimen-
ao desenvolvimento do projeto no trecho entre o açude e o sões. As características mais marcantes da paisagem,
rio, denominado “janela” para o Capibaribe. relacionadas à arquitetura do lugar e às suas condi-
ções geográficas, foram interpretadas como linhas de
a. “Janela” para o Capibaribe - Pólo Recreativo- força indutoras da definição de todo o desenho.
-Cultural

Linhas Indutoras do Pólo Recreativo


44 (Janela para o Capibaribe)
Sobre esses três eixos, com uma área de 11.500 m2, a Janela para o Capibaribe compõe-se das seguintes
áreas com respectivos equipamentos:

Equipamentos Definição
Desenhado para funcionar, também, como uma pequena praça que se volta para o
Terraço de Acesso Açude, é a porta de entrada desse espaço. Aí, bancos, luminárias, vegetação que se
interliga ao passeio das margens do Açude.
Terraços de Brincadeiras Aproveitando-se a topografia da área, outros dois terraços em desnível, conectados
Infantis Academia ao ar pôr escadas e rampas, abriga atividade de lazer com brinquedos infantis e academia
livre ao ar livre, complementando-se o espaço com bancos, luminárias e vegetação.
Esta área, em seguida aos terraços, acompanha o eixo de descida das águas, dando
força à composição. No trecho em cotas mais baixas, esse grande gramado é arre-
Espaço Gramado para matado por um talude, também gramado, oferecendo condições para a realização de
Eventos eventos culturais (anfiteatro natural). É a área mais generosa do Parque e permite a
abertura de interessantes visuais para a paisagem.
Localizado no eixo diagonal em direção ao Sítio histórico, o Pavilhão Casa Grande
constitui-se na grande escultura do Parque, com um pergolado em aço que abriga
quiosques e áreas de estar de apoio aos quiosques, com vistas privilegiadas para o
rio e para o espaço de eventos. O seu desenho tomou como referência a tipologia das
casas grandes dos velhos engenhos, com seus avarandados sombreados, sua mo-
dulação, escala e beleza plástica, tão bem explorado na obra Casa Grande e Senzala,
homenageando-se assim, o mais ilustre dos moradores de Apipucos, o escritor Gil-
berto Freyre.

Os quiosques abrigarão a venda de produtos culturais como livros, revistas, artesa-


Pavilhão Casa Grande nato, comidas típicas e outras, compondo a praça de alimentação. Os bancos e me-
sas colocadas sob o pergolado darão o suporte e conforto necessários aos usuários.
Além desses usos, na entrada da área, funcionará o quiosque da administração, para
gerenciamento e segurança do Parque.

Os quiosques de banheiros e depósitos, em áreas mais resguardadas, situam-se pró-


ximos a outros equipamentos de infraestrutura como reservatórios de água e con-
tainer para lixo. No extremo do eixo do Pavilhão, uma área de mirante e estar se volta
para o rio, possibilitando a visualização de privilegiadas paisagens do Recife refletidas
nas águas do Capibaribe.
Este passeio, um dos eixos estruturadores do Pólo Recreativo-Cultural, acompanha
a topografia do lugar, abrindo-se em três pequenos mirantes sobre a paisagem, que
a descida das águas, através do sangradouro do Açude, oferece, até cruzar o Passeio
Passeio Descida das Beira Rio. A continuidade do desenho desse eixo, é feita através de um píer que, pos-
Águas teriormente, deverá ser incorporado ao circuito das águas e concluído com um anco-
radouro. Assim, constituirá em mais uma porta de entrada para Apipucos, a entrada
das águas, historicamente utilizada em séculos passados.

Passeio Beira Rio Como fronteira entre o Capibaribe e o bairro de Apipucos, esse outro eixo define o
Passeio Beira Rio. Neste percurso, sua largura redefine cinco áreas de estar contem-
plativo, voltadas para o Capibaribe. É uma das áreas mais tranquilas e repousantes do
Parque.

Além do Cooper oferecido nas margens do Açude, a Janela também se compõe de


outra pista que contorna a área de eventos e o Pavilhão Casa Grande, como outra
Cooper opção para aqueles que não quiserem sair desse trecho do Parque e desejarem se
exercitar em suaves rampas de 8%, nas áreas em declive.

O estacionamento estrategicamente localizado entre o Pólo Recreativo e as margens


do Açude, está assentado numa área rebaixada a um metro do nível da Av. Apipucos,
Estacionamento permitindo-se visualizar o parque que se abre ao Capibaribe. Com uma capacidade
para 46 carros e 2 ônibus, deverá atender, também, ao Pólo de Educação Ambiental, a
ser implantado na segunda Etapa.

45
4.1.3. 2a. Implantação do Pólo de Educação Ambiental a. Pólo de Educação Ambiental

O projeto paisagístico da segunda etapa do Par- O Pólo de Educação Ambiental caracteriza-se


que Apipucos tem como objetivo principal a consoli- como a área do conjunto do Parque voltada para o
dação da área do Açude de Apipucos como um impor- ensino. Pelos equipamentos que oferece, assume a
tante espaço de contemplação, lazer recreativo e de expressão de uma sala de aula ao ar livre de grandes
desenvolvimento de atividades culturais da cidade do dimensões.
Recife. As condições topográficas, os recursos hídri-
As novas ações propostas consistem na implan- cos, acessos e os enquadramentos visuais, foram
tação de um Pólo de Educação Ambiental na parte interpretados e resultaram nas definições da im-
Norte do Açude, situado no final das Ruas Israel Oli- plantação, dimensionamento, morfologia e cone-
veira Lima de Castro e Dolores Salgado, assim como xões dos espaços que constituem este equipa-
o tratamento das margens do Açude na parte oeste. mento.

46
EQUIPAMENTOS
Hall de Acesso Desenhado para funcionar, também, como uma pequena praça que demarca uma
entrada principal do Pólo acolhendo aos visitantes. Aí, bancos, luminárias, vege-
tação e um piso em duas cores definem a importância do hall de recepção, que se
aproxima do espelho d’água do viveiro por meio de uma suave rampa. Neste mes-
mo nível da entrada, estão locados três quiosques que seguirão a mesma tipologia
arquitetônica proposta para o Pavilhão Casa Grande da primeira etapa do Parque. O
quiosque situado mais próximo à pequena praça de acesso destina-se ao uso da
administração, responsável pelo gerenciamento e segurança do Pólo de Educação
Ambiental. Os outros dois quiosques localizados em área mais resguardada abriga-
rão os serviços de wc’s e depósitos.
Escadaria - Anfiteatro Aproveitando-se da topografia da área, criou-se uma escadaria que permite ao
visitante circular entre o hall de acesso e o pavimento da entrada do Pavilhão das
Águas. Esta escadaria possui um dimensionamento e uma orientação visual que é
favorável a sua utilização como um pequeno anfiteatro para aulas e outras apresen-
tações. A circulação vertical desta área também dispõe de duas rampas que garan-
tem o perfeito trânsito de deficientes físicos e de carrinhos de serviços do viveiro.
Espaço Gramado para Eventos Esta área aproveita da curvatura e da declividade do terreno para o seu desenho.
O espaço é arrematado no lado oposto ao talude gramado por uma cascata e um
espelho d’água que além de seu aspecto estético serve também de aquário para
exposição de peixes. É uma área ampla do Pólo de Educação Ambiental que pode
ser destinada às diversas atividades educacionais assim como à dispersão de um
lazer contemplativo.
Pavilhão das Águas O principal edifício do Pólo de Educação Ambiental localiza-se sobre as águas do
viveiro de peixes, buscando emoldurar a vista mais extensa da paisagem aquática.
Esta construção sobre palafitas constitui-se de uma grande caixa totalmente va-
zada em duas de suas fachadas e totalmente vedada nas outras duas, de forma a
impor um direcionamento expressivo do olhar para o enquadramento escolhido do
Açude. O programa deste Pavilhão compreende um salão de múltiplo uso.
Passarela de Visitação ao Viveiro Este passeio sobre o viveiro de peixes é o espaço que proporciona a maior apro-
ximação do visitante com o elemento água, protagonista de todo o Parque. Na
extremidade desta Passarela encontra-se instalado um asperso com alcance de
aproximadamente 20m, responsável pela oxigenação do viveiro. O asperso, de fun-
ção indispensável para o processo de criação, recebe uma iluminação especial e é
tratado de forma a ser apreciado como uma fonte.
Viveiro Concebido com a finalidade de impedir a entrada, acúmulo e a estagnação da água
do trecho mais poluído do Açude. A atual situação de charco em que este área se
encontra, sem a renovação da água, gera problemas de insalubridade. O solo se
mostrou inadequado para aterro na área alagada, segundo sondagem e interpre-
tação do estudo geotécnico realizados pelo engenheiro consultor Dílson Teixeira. A
melhor alternativa encontrada para a criação do viveiro foi através da barragem que
serve de prolongamento da pista de Cooper. Este viveiro tem a cota elevada 50 cm
do nível do Açude e terá a renovação da água através de um poço amazonas, su-
prindo a perda de água decorrente da evaporação e infiltração no solo.
Tanques de Alevinos Parte importante do sistema de criação, os tanques servem para abrigar os pei-
xes na primeira etapa de vida. Este espaço também se inclui no programa de visitas
servindo aos ensinamentos do processo de crescimento dos peixes. Os tanques
foram situados em uma parte do terreno de cota mais elevada, aproveitando a força
da gravidade na circulação das águas e a estabilidade do solo.
Cooper – Passeio A pista de Cooper que se desenvolve ao longo de todo o Parque nas margens do Açu-
de e no interior do Pólo Recreativo-Cultural (Janela para o Capibaribe), finaliza seu
percurso desenhando o perímetro do Pólo de Educação Ambiental. O trajeto da pista
acomoda-se ao terreno buscando as menores inclinações. Nunca superior a 8%.
Píer de Pesca Com a implantação do projeto de peixamento no Açude, a atividade pesqueira será
bastante desenvolvida. Para dar melhores condições aos pescadores, propõe-se a
construção de um píer de pesca seguindo o sistema construtivo dos outros píers
projetados na primeira etapa. Este píer foi situado no mesmo lugar aonde hoje os
usuários já vêm pescando de forma improvisada.
47
Figura 4.2: Planta do Parque Apipucos

48
4.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público c) Negócios (Produtos e Serviços):
Alvo Prioritário • Espaço de promoção socioambiental, cultural
e de lazer, voltado para a integração e forma-
Para o Parque Apipucos foram definidos a seguinte ção do cidadão;
missão, visão do futuro, negócios e Público Alvo: • Intercâmbio de cultura socioambiental, para
troca de experiências com Instituições Nacio-
a) Missão: nais e Internacionais;
Atrair e promover atividades socioambientais • Exposições, workshop, oficinas, eventos cul-
de lazer e cultura de forma consciente e sus- turais e esportivos, comercio de produtos or-
tentável, buscando construir uma consciência gânicos e temáticos;
coletiva da importância da saúde o Rio Capi- • Criação de Museu virtual, explorando a temá-
baribe. tica ambiental e o Rio Capibaribe; e
• Quiosques Temáticos (água; fauna e flora; lite-
b) Visão de Futuro: ratura e audiovisual e poluição/saneamento.
Se tornar o maior e o melhor parque público,
sendo reconhecido pela população como mo- d) Público Alvo Prioritário:
delo de conservação sustentável e locus de Estudantes (ensino fundamental e médio da rede
difusão das boas práticas de preservação do pública e privada), Idosos e Turistas em Geral.
meio-ambiente.

4.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos

Para os Parques do Projeto Capibaribe Melhor foram definidos as seguintes diretrizes e objetivos estratégicos:

a) Diretrizes Estratégicas:

Normas
Disciplinar e regular o uso dos espaços e equipamentos existentes nos parques.
de Uso

Desenvolver atividades que propiciem uma dinâmica inovadora e diferenciada


Atividades
para os parques e para usuários.

Garantir a sustentabilidade dos parques nas dimensões ambiental, social e


Sustentabilidade
econômica.

Promover o aprimoramento contínuo da administração focando em resultados,


Gestão disseminando e aprimorando ferramentas e técnicas de planejamento e gestão
compartilhada.

Participação Garantir a integração e a participação popular na governança dos parques e dos


poplunar seus entornos.

Articular parcerias com entidades públicas e privadas voltadas para a


Parcerias
implementação de melhorias nos parques e de suas ações.
49
b) Objetivos Estratégicos

Gestão e Social e Comunitário Ambiental


Gerenciamento

Garantir a permanente partici- Realizar atividades junto com Promover práticas de preser-
pação e integração com a co- parceiros públicos e privados de vação e proteção ao meio am-
munidade do entorno. cidadania e inclusão social nas biente nos parques .
comunidades do entorno .

Garantir a excelência na presta- Monitorar as políticas de desen- Promover programas de moni-


ção dos serviços ofertados pe- volvimento social implementa- toramento e educação ambien-
los parques, através de um am- das no entorno dos parques tal e coleta seletiva de lixo.
biente seguro e bem cuidado.

Estabelecer metas e sistemá- Garantir à gestão participativa Potencializar o uso coletivo das
tica de acompanhamento de dos paques com as comunida- margens do rio.
resultados. des do entorno.

Captar recursos para implemen- Ampliar o acesso da população Desenvolver ações de preser-
tação de projetos e atividades à serviços essenciais de cada vação e conservação do meio
de promoção a saúde, esporti- um dos parques. ambiente e do desenvolvimento
vas e de educação ambiental . sustentável.

Buscar parcerias com a iniciativa Desenvolver diferentes ativida- Reduzir a degradação ambiental
pública e privada na promoção des de integração e participação dos canais, do Açude de Apipu-
de eventos culturais, espor- popular na tomada de decisões cos e do Rio Capibaribe.
tivos e de proteção ao meio- referentes aos parques.
-ambiente.

50
4.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque
Melhorar a mobilidade e acessibilidade, através da:

Implantação, ampliação, arborização, melhoria e manutenção dos passeios e calçadas;


Criação de faixas de pedestres elevadas nos principais acessos a 1a. Etapa do Parque – Janela para o Capibaribe;
Inserção do Parque Apipucos no Sistema de Transporte da Região Metropolitana do Recife;
Criar ciclovia nas vias principais de acesso ao Parque (Avenida 17 de Agosto e Rua Apipucos e Avenida Norte);

Melhorar a fiscalização e o controle urbano do entorno para evitar ocupações irregulares,


principalmente na margem do Rio Capibaribe, a exemplo da invasão Canto do Rio apresentado no
diagnóstico.

Viabilizar a integração dos pescadores existentes ao uso ambiental dos parques, através do:

Revisão do cadastramento socioeconômico dos pescadores e marisqueiros;


Encaminhamento para o Banco do Povo para financiamento de novas embarcações, que além da
pesca possa servir para pequenos passeios no Rio Capibaribe e no Açude de Apipucos;
Capacitação dos pescadores e marisqueiros em processamento do pescado para posterior oferta de
seus produtos no Parque; e
Capacitação dos Pescadores em atendimento aos visitantes e turistas.

Viabilizar Parceria para construção de teleférico para integração dos morros circundantes mais
próximos;

Viabilizar a incorporação da Ilha do Bananal e a Lagoa do Banho a área do Parque, com vistas a
ampliação da área preservada e de recuperação ambiental, e ainda viabilizar o:

Desenvolvimento de trilhas ecológicas guiadas; e


Implantação do “Museu do Itinerante do Mangue“.

Viabilizar Parceria com as Secretarias de Turismo do Estado e das Cidades da Região Metropolitana,
para a criação de circuitos de visitação histórico-ambiental-cultural;

Viabilizar Parceria para o desenvolvimento de ações de educação cidadã, inclusive mutirões de


cidadania a partir da inserção dos parques, reverberando para todo o entorno.

51
Figura 4.3: Zoneamento do Parque Apipucos (1ª Etapa)

52
Figura 4.4: Zoneamento do Parque Apipucos (2ª Etapa)

53
4.5. Zoneamento dos Parques do Projeto de eventos deverão ser agendados. O uso da
Capibaribe Melhor academia com a preseça de instrutores deve-
rá ser agendado, tendo prioridade os morado-
Considerando as questões de classificação de ca- res do entorno.
tegorias dos parques, o zoneamento geral, os usos e • Setor C - Administração e Serviços: com-
os objetivos dos Parqes do Projeto Capibaribe Me- preende a área de estacionamento, bicicletá-
lhor foram definidos em conjunto com os técnicos da rio, depósito, administração, wc’s (masculino
UGP/Projeto Capibaribe Melhor, das Secretarias Mu- e feminino) e reservatório superior. A admi-
nicipais de Meio Ambiente, Esportes, Turismo e Saú- nistração é de acesso exclusivo dos funcio-
de. A seguir apresenta-se o zoneamento dos Parques nários do parque. O estacionamento, bicicle-
Apipucos. tário e w’s são de uso exclusivo de visitantes
e usuários do parque. O estacionamento
4.5.1. Zoneamento e Usos Propostos para o Parque poderá ser cobrado.
Apipucos • Setor Passeio/Cooper: compreende a área
de passeio e cooper. Será exclusivo para ca-
O Parque Apipucos está inserido na Unidade de minhadas e corridas, não sendo permitido
Conservação Açude de Apipucos, regulamentada uso de carrinhos de bebê, bicicletas, patins
como Área de Proteção Ambiental (APA) pelo Decre- e patinetes nos horários de 5hs00min. as
to Municipal nº. 22.460, de 1º de dezembro de 2006. 9hs00min. e das 16hs00min. as 21hs00min..
Seus elementos marcantes são: Será proibida a presença de animais.

Segundo categoria estabelecida, o Parque Apipucos é b. Zona Passeio Apipucos - área que compreen-
classificado como natural de porte médio. Para refor- de a 2a. Etapa do Parque Apipucos, composta
çar seus elementos marcantes as equipes técnicas da pelos:
Concremat e da Prefeitura do Recife decidiram elabo-
rar um zoneamento especial, que se segue: Setor D - Praça do Pedalinho: compreende a área
da praça de pedalinho. Seu acesso será controlado,
1. Macrozona de Preservação Ambiental: defi- mediante pagamento de ingresso.
nido em função da Área de Proteção Ambien-
tal (APA) - Unidade de Conservação Açude de Setor E - Maçaranduba: compreende a área de
Apipucos. passeio público. Seu uso é intensivo, sendo permitido
a. Zona Janela para o Capibaribe - área que o uso de carrinhos de bebê, bicicletas, patins e pati-
compreende a 1a. Etapa do Parque Apipucos, netes. Será aceita a presença de animais.
composta pelos:
• Setor A - Pavilhão Casa Grande: com- Setor F - Cel. João Batista do Rego Barros: com-
preende a área principal do parque, com- preende a área de passeio e praças 1, 2 e 3. Seu uso
posto pelo passeio central - pavilhão casa é intensivo, sendo permitido o uso de carrinhos de
grande, quiosques e área de contemplação bebê, bicicletas, patins e patinetes. Será aceita a pre-
(estar/mirante). Seu uso é intensivo, não sença de animais.
sendo permitido a entrada com bicicletas,
animais, patins e patinetes. c. Zona Pólo de Educação Ambiental - área que
• Setor B - Recreativo Cultural: compreende compreende a 2a. Etapa do Parque Apipucos,
a área gramada com anfiteatro, a academia composta pelo:
ao ar livre e o terraço de brincadeiras infan-
tis. Seu uso é intensivo, não sendo permitida • Setor G - Pavilhão das Águas: compreende a
a presença de bicicletas e animais. Não será área do Pólo de Educação Ambiental, formado
permitida a realização de piquenique na área pelo hall de acesso, escadaria - anfiteatro, es-
gramada. O uso do anfiteatro e a realização paço gramado para pequenos eventos e ex-
54
posições, pavilhão das águas - área mais ex- a área gramada com anfiteatro, a academia
pressiva desse setor -, passarela de visitação ao ar livre e o terraço de brincadeiras infan-
ao viveiro de peixes e tanques de alevinos. tis. Seu uso é intensivo, não sendo permi-
Seu acesso será controlado, através de visi- tida a presença de bicicletas e animais. Não
tas monitoradas de escolas (públicas e priva- será permitida a realização de piquenique na
das), além de pesquisadores e estudantes de área gramada. O uso do anfiteatro e a reali-
projetos de iniciação científica. zação de eventos deverão ser agendados. O
uso da academia com instrutores deverá ser
4.6. Regulamento Proposto para o Parque programado, conforme dias e horários pré-
Apipucos -estabelecidos pelo Órgão Gestor do Parque,
com prioridade para os moradores do entorno
Das Atribuições previamente cadastrados.
• Setor C - Administração e Serviços: com-
Artigo 1º – Confere à Secretaria Municipal de Meio preende a área de estacionamento, bicicletá-
Ambiente da Cidade do Recife, por meio do Órgão rio, depósito, administração, wc’s (masculino
Gestor (Diretoria de Parques e Praças - a ser criada) e feminino) e reservatório superior. A admi-
e do Conselho Gestor do Parque Apipucos fazer cum- nistração é de acesso exclusivo dos funcio-
prir as regras e atribuições deste Decreto e dar outras nários do parque. O estacionamento, bicicle-
providências. tário e wc’s são de uso exclusivo de visitantes
e usuários do parque. O estacionamento
Do Zoneamento das Áreas do Parque deverá ser terceirizado, dando-se prioridade
a contratação de pessoal que more nos
Artigo 2o – Em atendimento às diretrizes es- bairros do entorno. Toda a renda gerada
tabelecidas no Plano de Gestão dos Parques do pelo estacionamento deverá ser revertida
Projeto Capibaribe Melhor, visando o convívio para manutenção e conservação do próprio
harmonioso de suas vocações, que reúne o de- Parque.
senvolvimento de um pólo ambiental, o lazer con- • Setor Passeio/Cooper: compreende área de
templativo e a realização de eventos, o Parque passeio e cooper. Será exclusivo para cami-
Apipucos passa a ser dividido em três zonas, Zona nhadas e corridas, não sendo permitido uso
Janela para o Capibaribe; Zona Passeio Apipucos de carrinhos de bebê, bicicletas, patins e pa-
e Zona Pólo de Educação Ambiental. tinetes.

Artigo 3º – Fica definido a Zona Janela para o Artigo 4º – Fica definido a Zona Passeio Apipucos
Capibaribe para a prática de atividades recreati- para a prática de atividades de lazer contemplativo.
vas, esportivas e culturais (shows, exposições e
similares), desde que atendam o regulamento de Parágrafo único: Integram a Zona Passeio Apipu-
eventos do Parque e que estejam expressamente cos:
autorizados pela Administração do Parque.
• Setor D - Praça do Pedalinho: compreende a
Parágrafo único: Integram a Zona Janela para o área da praça de pedalinho. Seu acesso será
Capibaribe: controlado, mediante pagamento de ingresso.
• Setor A - Pavilhão Casa Grande: compreen- • Setor E - Maçaranduba: compreende a área
de a área principal do parque, composto pelo de passeio público. Seu uso é intensivo, sendo
passeio central - pavilhão casa grande, quios- permitido o uso de carrinhos de bebê, bicicle-
ques e área de contemplação (estar/miran- tas, patins e patinetes. Será aceita a presen-
te). Seu uso é intensivo, não sendo permitida ça de animais de pequeno porte e cachorros
a entrada com bicicletas, animais e patins. de grande porte devem estar de focinheira.
• Setor B - Recreativo Cultural: compreende Não será permitida a circulação de animais de
55
grande porte (cavalo, vacas e outros). Do Acesso de Veículos (Motocicletas e Veículos de
• Setor F - Cel. João Batista do Rego Barros: Pequeno Porte)
compreende a área de passeio e praças 1, 2 e
3. Seu uso é intensivo, sendo permitido o uso Artigo 7º – É proibida a entrada de motocicletas e
de carrinhos de bebê, bicicletas, patins e pa- veículos de pequeno porte no interior do Parque.
tinetes. Será aceita a presença de animais de
pequeno porte e cachorros de grande porte Parágrafo Primeiro: A Administração do Parque
devem está de focinheira. Não será permitida poderá emitir, solicitar ou recolher, a qualquer tempo
a circulação de animais de grande porte (ca- o credenciamento temporário para veículos de fun-
valo, vacas e outros). cionários e prestadores de serviços que necessitem
ingressar no Parque.
Artigo 5º – Fica definido a Zona Pólo de Educa-
ção Ambiental para a prática de educação ambiental, Artigo 8º – Cabe à Administração do Parque anali-
manejo dos recursos naturais e pesquisas cientificas. sar e definir o melhor acesso a cada local, sendo que a
Seu uso é controlado e sua visitação e monitorada. velocidade máxima permitida é de 20 km/h com pis-
ca alerta e farol baixo ligados.
Parágrafo único: Integra a Zona Pólo de Educação
Ambiental: Artigo 9º – Fora dos horários e portões estabele-
cidos no Artigo 6º o somente será permitido o ingresso
• Setor G - Pavilhão das Águas: compreende a no Parque de:
área do Pólo de Educação Ambiental, formado a. autoridades civis e militares, membros do
pelo hall de acesso, escadaria - anfiteatro, es- Conselho Gestor, resgate médico, ambulân-
paço gramado para pequenos eventos e ex- cias, bombeiros e empresas permissionárias
posições, pavilhão das águas - área mais ex- desde que no desempenho de suas funções e
pressiva desse setor -, passarela de visitação devidamente identificados.
ao viveiro de peixes e tanques de alevinos. b. prestadores de serviços, expositores, organi-
Seu acesso será controlado, através de visi- zadores de eventos ou seus contratados, que
tas monitoradas de escolas (públicas e priva- exerçam no Parque, temporariamente, ativi-
das), além de pesquisadores e estudantes de dades relacionadas à realização de mostras,
projetos de iniciação científica. exposições, feiras ou similares, desde que de-
vidamente credenciados pela Administração
Do Horário e Funcionamento do Parque.
c. com autorização prévia da Administração do
Artigo 6º – O ingresso ao Parque Apipucos é Parque, servidores lotados no Órgão Gestor
franqueado ao público, diariamente, no horário das dos Parques ou contratados pela Secreta-
05hs00min. às 22hs00min., com acessos restritos às ria Gestora, quando no desempenho de suas
suas áreas, de acordo com a localização dos setores, funções.
conforme zoneamento proposto nos Artigos 3º, 4º e 5º. d. prestadores de serviços das diferentes uni-
Parágrafo Primeiro: A Administração do Par- dades de trabalho sediadas no Parque, desde
que tem funcionamento diário das 06hs00min. às que devidamente credenciados.
22hs00min., inclusive aos sábados, domingos e fe- e. imprensa autorizada.
riados.
Parágrafo Segundo: A critério da Administração do Do Acesso de Ônibus, Micro-ônibus e Vans
Parque os horários fixados poderão sofrer alterações,
por ocasião da realização de exposições, comemora- Artigo 10 – O ingresso de ônibus de visitantes se
ções ou outros eventos que justifiquem essa medida, dará pelo estacionamento específico, autorizada a
desde que atendam ao regulamento para eventos no permanência máxima de 15 minutos para embarque
Parque. e desembarque de passageiros, sendo vedada à per-
56
manência destes veículos, bem como seu estaciona- didos em 2 turnos, durante 24horas por dia, todos os
mento no interior do Parque. dias da semana. Serão distribuídos estrategicamen-
te pelo Parque garantindo a vigilância e segurança de
Do Acesso de Veículo para Carga e Descarga toda a área do parque, nas portarias e postos de vigi-
lância fixos.
Artigo 11 – A entrada de caminhões de carga e
descarga se dará pelo estacionamento de segunda a Parágrafo Único: Para reforçar a segurança deverão ser
sexta-feira, das 14hs00min. às 17h00min.. Poderá ser instaladas câmeras de vídeo nos locais estratégicos do
autorizada a entrada no horário das 09hs00min. às Parque, a ser definido por estudo específico.
11hs00min..
Da Implantação e Manutenção das Áreas Verdes do
Parágrafo Único: A entrada de veículos de Parque
grande porte fora destes horários será previa-
mente avaliada e, conforme análise, autorizada Artigo 17 – A Administração do Parque Apipucos
expressamente pela Administração do Parque. fiscalizará e orientará as empresas prestadoras dos
serviços de implantação e manutenção das áreas ver-
Do Uso do Estacionamento de Veículos des, conforme contrato específico e de acordo com o
Plano de Manejo Técnico previsto para o Parque.
Artigo 12 – O estacionamento de veículos é per-
mitido somente para usuários, visitantes e funcioná- Parágrafo Único: Fica proibido qualquer manejo
rios do Parque no horário de seu funcionamento. das áreas verdes sem o expresso consentimento da
Administração do Parque.
Artigo 13 – É expressamente proibida a utilização dos
estacionamentos do Parque para usos estranhos à sua Da Limpeza, Higiene e Conservação do Parque
função, ficando os responsáveis por tal infração sujeitos
as sanções previstas no Código Nacional de Transito. Artigo 18 – A Administração do Parque Apipu-
cos fiscalizará e orientará a empresa prestadora dos
Artigo 14 – A Empresa contratada para fazer a ad- serviços de limpeza/higiene sobre as necessidades
ministração e exploração do estacionamento deverá e especificações para a conservação e manutenção
se responsabilizar por danos, furtos e roubos dos veí- previstas nos contratos.
culos e/ou objetos deixados em seu interior, sendo Parágrafo Único: Serviços de Limpeza, Higiene e
exigido seguro específico, na assinatura do contrato Conservação do Parque serão terceirizadas, dando-se
de concessão. preferência a contratação de pessoas da comunidade.

Parágrafo Único: A Administração do Parque Da Manutenção dos Quiosques


poderá estudar e implementar taxa de estaciona-
mento, nesse caso deve ser criado seguro que ga- Artigo 19 – Cabe aos responsáveis pelos quios-
ranta a indenização por danos, furtos e roubos dos ques existentes no Parque a limpeza, conservação e
veículos e/ou objetos deixados em seu interior manutenção das partes internas e externas incluindo
pintura, esquadrias, vidros, telhados, e outras neces-
Artigo 15 – Os veículos estacionados ou em cir- sidades, devendo ser realizadas sempre que se mos-
culação em locais não permitidos sofrerão as sanções trar necessário e sendo preciso autorização da Admi-
previstas no atual Código Nacional de Transito. nistração do Parque.

Da Segurança Artigo 20 – A manutenção das estruturas físicas,


elétricas e hidráulicas necessárias à conservação e
Artigo 16 – A segurança ficará a cargo da vigilância segurança física dos quiosques deverá atender às
privada com um mínimo de seis guardas por dia, divi- normas e regulamentos do tombamento.
57
Artigo 21 – Caso a manutenção não atenda aos quer pessoa que pretenda ingressar no Par-
padrões requeridos tecnicamente e previstos no ar- que para praticar comércio, excetuados os
tigo anterior, a Administração do Parque solicitará o credenciados pela Administração do Parque;
cumprimento imediato dos serviços e obras neces- b. O ingresso ou permanência no Parque de ani-
sários à segurança e preservação dos quiosques sob mais de estimação;
pena dos responsáveis responderem às sanções pre- c. Danificar, colher frutos, subir e escrever nas
vistas nos contratos de concessão/permissão. árvores do Parque;
d. Quebrar, danificar, subtrair ou praticar qual-
Artigo 22 – É dever dos responsáveis pelos quios- quer ato de vandalismo com os bens públicos
ques a desinsetização, desratização e descupinização e municipais;
dos imóveis, com a orientação e fiscalização da Admi- e. Sujar, jogar, lançar galhos, detritos ou qual-
nistração do Parque, com vistorias semestrais do ór- quer objeto nos espaços e alamedas;
gão público competente. f. Utilizar churrasqueiras, fogareiros, fogueiras,
Artigo 23 – As despesas de utilidades públicas soltar balões, empinar pipas, queimar fogos de
prediais da unidades, decorrentes de consumo de artifícios e qualquer outra atividade que possa
energia e outras é de responsabilidade das permis- colocar em risco a população do Parque, bem
sionárias, se utilizando o mecanismo de medição in- como sua flora e fauna;
dividual técnica dos consumos. g. Montagem de barracas, acampamentos ou
qualquer similar nas dependências do Parque;
Artigo 24 – Serão exigidas das unidades permis- h. Praticar esportes de qualquer modalidade
sionárias e de seus prestadores de serviços, adesão fora das áreas especificadas e permitidas para
ao Programa de Gestão Ambiental do Parque Apipu- tais atividades;
cos. i. Importunar de qualquer forma os usuários
freqüentadores, devendo adotar postura de
Do Público Usuário e Frequentador do Parque civilidade e educação para o adequado conví-
vio social;
Artigo 25 – Todos os usuários do Parque ficam j. Fazer uso de buzinas, alto falantes e ou-
sujeitos a este Regulamento e às normas, instru- tros aparelhos de amplificação de som, sob
ções, orientações e determinações da Administra- pena de serem apreendidos pela fiscaliza-
ção, devendo atender prontamente as solicitações ção do Parque. Fica permitido a utilização
dos funcionários representantes da Administração de rádios, gravadores portáteis e quais-
e vigilância. quer outros aparelhos de som, desde que
sua utilização não incomode aos demais
Parágrafo Único: Todos os usuários do Parque te- usuários. Deverá ser observadas as regras
rão o fórum para questionamentos e discordâncias e legislação municipal em vigor e sua fisca-
dos regulamentos e normas estabelecidos. As ques- lização realizada pela Secretaria Municipal
tões, dúvidas e sugestões serão recebidas, analisa- de Meio-Ambiente;
das e respondidas pelo Conselho Gestor do Parque k. Desenvolver atividades em grupo e que pro-
Apipucos, através de formulário específico disponível voquem impactos e/ou perturbem o convívio
na sede da Administração, e que deverá ser postado no Parque, sem comunicação e autorização da
na urna “Comunicação Direta com o Usuário e Amigo Administração do Parque;
do Parque”, colocada na entrada da sede da Adminis- l. Desrespeitar ou desacatar as determinações e
tração. orientações dos funcionários e fiscais da Admi-
nistração do Parque e da vigilância contratada;
Artigo 26 – É vedado, a qualquer tempo: m. Entrar, banhar-se ou nadar no Açude de Api-
pucos;
a. O ingresso ou permanência no Parque de n. Praticar a pesca ou caça de qualquer natureza
vendedores, camelôs, ambulantes ou qual- no interior do parque.
58
Parágrafo Único: Será permitida a entrada de cão-guias, Artigo 35 – É proibido o uso de skates e a prática
quando estiverem acompanhando deficientes visuais. de hóquei sob a Marquise. Não será permitido o uso
Artigo 27 – É dever de todos, usuários e presta- de patins, skates e patinetes na Zona Janela para o
dores de serviços, zelar pelo patrimônio arquitetônico Capibaribe. Na Zona Passeio Apipucos, os usuários de
e ambiental do Parque. Qualquer dano ocasionado ao patins, skates e patinetes deverão portar e utilizar os
bem público deverá ser prontamente recuperado pelo equipamentos de segurança (capacete, munhequei-
infrator, devendo a equipe de segurança acionar as ra, cotoveleira e joelheira), estando os funcionários e
autoridades competentes, cabendo aos autores o en- fiscais em serviço autorizados a solicitar a conduta
quadramento nas sanções previstas em Lei. correta.
Artigo 28 – É proibido abandonar animais domés-
ticos e silvestres no Parque, bem como maltratá-los, Da Visita Monitorada
conforme Lei Federal nº 9.605/98, ficando a segu-
rança do Parque autorizada a acionar as autoridades Artigo 36 – As visitas monitoradas nas depen-
competentes e a Polícia Militar. dências do Parque serão desenvolvidas sob a orien-
Artigo 29 – Fica expressamente proibida à entra- tação do Centro de Educação Ambiental e deverão
da ou a permanência de pessoas portando armas de ser agendadas com antecedência mínima de 15 dias,
fogo, armas brancas ou similar. ocorrendo de segunda a domingo, no horário das
Artigo 30 – Fica expressamente proibido filmar ou 09hs00min. às 17hs00min..
fondo os funcionários e fiscais em serviço, autoriza- Artigo 37 – A autorização para a entrada e per-
dos a solicitar a conduta correta. manência de grupos de estudantes e outros será de
Artigo 31 – Ficam expressamente proibidas ações atribuição exclusiva da Administração do Parque, com
promocionais de qualquer natureza, sejam elas co- prévia análise e avaliação do requerimento.
merciais, políticas, religiosas, culturais e outras, de- Parágrafo Único: Todo e qualquer imprevisto que
vendo todo e qualquer evento dessa espécie ser sub- venha ocorrer com estudantes será de inteira res-
metido à apreciação da Administração e do Conselho ponsabilidade da entidade requerente/coordenador
Gestor. do grupo. O acesso às áreas do Parque somente será
permitido com o monitor da entidade promotora do
Da Utilização das Áreas do Parque evento.

Artigo 32 – É expressamente proibida qualquer Da Utilização das Áreas Destinadas a Eventos


atividade que impeça ou prejudique a livre e espontâ-
nea circulação do usuário com segurança ou em qual- Artigo 38 – Para a utilização das dependências
quer outra dependência do Parque, assegurando-se do Parque Apipucos, os interessados deverão enviar
o convívio harmonioso e civilizado de seus freqüen- requerimento de solicitação por escrito, com pelo
tadores. menos 30 (trinta) dias de antecedência, devendo
Artigo 33 – A prática de atividades esportivas fica constar todos os detalhes do evento, sua finalidade,
autorizada somente nas dependências destinadas a data, horários de funcionamento, espaços requeridos
esse uso. e outros. Para a realização dos eventos, os interessa-
Parágrafo Único: A prioridade é sempre do pedes- dos deverão recolher as taxas públicas conforme le-
tre. gislação, e cumprir as normas e procedimentos para
Artigo 34 – É expressamente proibido o trânsi- realização de eventos do Parque, fornecidos pela Ad-
to de bicicletas na Zona Janela para o Capibaribe. Na ministração.
Zona Passeio Apipucos o uso de bicicletas fica res- Parágrafo Único: O Parque Apipucos por sua
trito a ciclovias, ou a caminho das mesmas, deven- vocação dará prioridade para os eventos, ativi-
do ser limitada a velocidade ao máximo de 15 km/h, dades e ocorrências voltadas ao Meio Ambiente,
respeitando-se a sinalização existente e a orientação Cultura e Educação. É atribuição da Administra-
dos funcionários e fiscais em serviço autorizados ou ção do Parque e do Conselho Gestor, autorizar os
da vigilância responsável pela segurança eventos, podendo interferir nas propostas sempre
59
que julgar pertinente e útil para o Parque e sua po- Artigo 43 – Fica determinado que todo e qualquer
pulação usuária. assunto, tema ou ocorrências a serem propostos para
Artigo 39 – Qualquer instalação hidráulica, elétri- seu desenvolvimento nas dependências do Parque
ca, locação de gerador, abastecimento de água com Apipucos e não abordados neste regulamento, de-
caminhões pipa nas áreas internas do Parque e outras verão ser submetidos à apreciação da Secretaria
necessidades correlatas para a realização do evento, Gestora dos Parques, através de sua Administração e
serão custeadas pelo promotor do mesmo, e devem ao Conselho Gestor do Parque. Caso não se cumpra
ser autorizadas, orientadas e fiscalizadas pela Admi- esta determinação, qualquer atividade, ocorrência ou
nistração do Parque. evento estará expressamente vetada/proibida de vir
Artigo 40 – Durante e ao término do evento, todos a ser realizada.
os espaços utilizados serão vistoriados por técnicos Artigo 44 – Toda e qualquer alteração, modifi-
da Administração e em se verificando a ocorrência de cação, inclusão ou exclusão das regras constantes
qualquer dano ao patrimônio arquitetônico ou am- desse regulamento deverão ser submetidas a Se-
biental, o mesmo deverá ser prontamente recuperado cretaria Gestora dos Parques, à Administração do
pela entidade promotora do evento. Caso, seja impos- Parque e ao Conselho Gestor do Parque Apipucos.
sível a reparação do dano causado, serão aplicadas as
sanções previstas no Termo de Responsabilidade, não Uma Definição de Parque
isentando o responsável danificador de vir a respon-
der em outras instâncias, pelos prejuízos causados ao Para efeito do Plano de Gestão os Parques do
patrimônio público. Projeto Capibaribe Melhor serão considerados como
Artigo 41 – Os eventos realizados pelas unidades parques urbanos municipais, cujo seus territórios
permissionárias deverão respeitar também o que foi são de uso público, dotados de áreas verdes, que
definido no Termo de Permissão de Uso, Termo de abrigam diversos usos – recreativo, lazer, contem-
Responsabilidade e os regulamentos, normas e pro- plação da natureza, pesquisa, esporte, cultura e edu-
cedimentos para a realização de eventos no Parque. cação. Por abrigarem tão diversos usos, são lugares
Parágrafo Único: Para o adequado controle das onde há conflitos entre os que querem silêncio e
necessidades e impactos na rotina do Parque, as os que querem ouvir música, por exemplo, entre as
permissionárias deverão apresentar anualmente o atividades de uso intenso de lazer e as atividades
calendário de eventos para a Administração e para o de contemplação, entre as práticas de atividades
Conselho Gestor, devendo proceder a sua atualiza- esportivas, de lazer e cultura e as necessidades de
ção sempre que ocorrer qualquer modificação. A não preservação, entre outras.
comunicação de uma eventual alteração e/ou modi- Esta concepção denota uma preocupação, legíti-
ficação em determinado evento, pode ocasionar seu ma, para a prática de gestão, no sentido de conciliar
cancelamento definitivo por parte da Administração e harmonizar os diversos usos demandados aos par-
do Parque. ques e, até mesmo, uma necessidade de regrar estes
Artigo 42 – Todo evento deverá ter um sistema usos, defini-los e pactuar com os usuários. As dife-
de segurança, limpeza, conservação e manutenção renças de concepção do que é um parque parecem
complementar ao do Parque. Será de inteira res- estar relacionadas com a expectativa de como con-
ponsabilidade da entidade promotora do evento a sideram o meio ambiente (se como natureza, como
ampliação e adequação do número de seguranças problema, como recurso etc.) e como se dá a relação
e vigilantes, serviço e atendimento a emergências com ele a partir dessa definição (para apreciar, para
médicas, sistemas de comunicação, limpeza e higie- resolver, para gerenciar etc).
ne dos banheiros, faxineiros, insumos e materiais de Os parques fazem parte da cidade e às vezes,
limpeza, lixeiras e locação de caçambas para retira- concentra conflitos da cidade. Neste sentido, é
da do lixo, dimensionados de acordo com o porte do preciso promover políticas públicas integradas
evento. Demais necessidades não previstas neste dentro e fora dos gradis dos parques, incluindo ins-
artigo também são de responsabilidade da entidade trumentos para superar, entre outros desafios, os
promotora. conflitos de uso e integração com outros setores
60
da Prefeitura. Por exemplo, às vezes um parque é Capítulo III - Das Competências
muito demandado para a prática de esportes, no
entanto, ao lado dele, ou próximo, às vezes até no Artigo 4º - Compete ao Conselho Gestor do Par-
mesmo bairro, há um equipamento de esportes da que Apipucos:
Secretaria de Esportes que está ocioso. Por isso, I. Participar da elaboração e aprovação do pla-
é fundamental que haja integração dos diferentes nejamento das atividades desenvolvidas no
programas das Secretarias da administração pú- Parque;
blica para equilibrar oferta e demanda de equipa- II. Propor medidas visando a organização e a
mentos e atividades aos seus usos compatíveis e manutenção do Parque, a melhoria dos siste-
mais adequados. mas de segurança em todos os seus aspectos,
o atendimento aos usuários, a consolidação
4.6.1. Regimento Interno Proposto para o Conselho do seu papel como unidade de conservação e
Gestor do Parque Apipucos educação ambiental, área de lazer e cultura;
III. Participar ativamente na elaboração e apro-
Capítulo I - Da Natureza e da Finalidade vação dos regulamentos que regerão o uso
de todos os espaços do Parque e ainda opinar
Artigo 1º - O Conselho Gestor do Parque Apipucos previamente, com caráter vinculante, sobre
é de natureza permanente e deliberativo, cujas de- pedidos de autorização para referida utiliza-
cisões tenham caráter vinculante, no limite das suas ção, inclusive no tocante à realização de even-
atribuições. tos de qualquer natureza;
Artigo 2º - O Conselho Gestor do Parque Apipu- IV. Fiscalizar e opinar sobre o funcionamento do
cos tem por finalidade atuar na elaboração do plane- Parque e das atividades no seu entorno, que o
jamento, no gerenciamento, na avaliação, na fiscali- afete.
zação e no controle da execução das políticas e das V. Articular a população do entorno do Parque
ações, em sua área de abrangência. para promover debates e propostas para as
suas questões ambientais;
Capítulo II - Da Composição VI. Examinar propostas, denúncias e queixas en-
caminhadas por qualquer pessoa ou entidade
Artigo 3º - O Conselho Gestor do Parque Api- e a elas responder;
pucos tem composição bipartide, constituído por VII. Acompanhar as Assembléias do Orça-
no mínimo 18 (dezoito) membros e no máximo 24 mento Participativo da microrregião do
(vinte e quatro) membros e respectivos suplen- entorno do Parque, e/ou qualquer outro
tes, com 12 (nove) representantes da sociedade mecanismo de definição de prioridades;
civil, sendo 06 (seis) representantes dos usuários VIII. Elaborar e publicar relatório anual sobre o fun-
do Parque e 06 (seis) representantes de entidades cionamento do Parque e sobre o seu próprio
afetas ao Parque; e 06 (seis) representantes do Po- funcionamento, visando solucionar dificulda-
der Executivo. des, reforçar acertos e contribuir para o plane-
jamento do próximo período;
Parágrafo Primeiro: Dada à complexidade da ad- IX. Definir prioridades sobre a destinação das
ministração do Parque, fica facultada a ampliação da verbas auferidas com a receita dos eventos e
representação dos membros do Conselho Gestor do de doações.
Parque Apipucos, a critério do órgão do Executivo
responsável pelo Parque, respeitada para tanto a re- Capítulo IV - Da Organização e Funcionamento
presentação paritária;
Artigo 5º - O plenário do Conselho Gestor do Par-
Parágrafo Segundo: O mandato dos integrantes do que Apipucos é o fórum de deliberação plena e con-
Conselho Gestor do Parque Apipucos será de 02 (dois) sultiva, configurado por reuniões ordinárias e extraor-
anos, permitida uma recondução e ou reeleição; dinárias.
61
Artigo 6º - As reuniões do Conselho serão ampla e IV. No caso do empate, em que não haja consen-
previamente divulgadas com participação livre a todos so, haverá um plebiscito no prazo máximo de
os interessados, na qualidade de ouvintes. 30 dias corridos, cujo modus faciendi será de-
finido pelo Conselho Gestor.
Parágrafo Primeiro: As reuniões ordinárias serão
mensais podendo ser convocadas extraordinaria- Parágrafo Primeiro: Ao término de cada reunião
mente por solicitação do Administrador do Parque ou será feita nova convocação dos membros efetivos
por, no mínimo, 1/3 (um terço) de seus membros. que deverá constar em ata.
Parágrafo Segundo: Aqueles que não integrarem o
Parágrafo Segundo: Da pauta da reunião ordinária Conselho Gestor do Parque Apipucos terão apenas o
constará: direito a ouvir, ressalvando-se os suplentes, que te-
Discussão e aprovação da ata da reunião anterior rão direito a voz.
Informes
Definição e discussão de pauta Artigo 8º - Perderá o mandato automaticamente
Deliberações o Conselheiro que deixar de comparecer sem justi-
Encaminhamentos ficativa documental, a 03 (três) reuniões ordinárias
Encerramento consecutivas ou a 06 (seis) intercaladas no período
de um ano.
Parágrafo Terceiro: As reuniões terão o tempo pre- I. A perda do mandato será declarada pelo
visto de 120 minutos de duração, podendo ser prorro- Plenário do Conselho Gestor, por decisão
gado este período por decisão da assembléia reunida. de maioria simples (cinqüenta por cento
Parágrafo Quarto: Em todas as atas das reuniões mais um) dos seus membros, comunicando
deverão constar: a Secretaria Municipal de Meio Ambiente,
Relação dos participantes, seguida do nome de para tomada das providências necessárias
cada membro com sua representação; à sua substituição na forma da legislação
Resumo de cada informe, onde conste de forma vigente;
sucinta o nome do Conselheiro e o assunto ou suges- II. No desligamento do Titular, o 1º (primeiro) su-
tão apresentada; plente de acordo com a ordem de classifica-
Relação dos temas abordados na ordem do dia, com ção, o substituirá;
indicação do (s) responsável (eis) pela apresentação e III. No caso da saída do representante dos trabalha-
a inclusão de alguma observação quando expressa- dores, o mesmo será substituído pelo suplente,
mente solicitada por Conselheiro (a); respeitada a ordem de classificação.
As deliberações tomadas e, quando for o caso, re-
gistrar o número de votos contra, a favor e abstenções, Capítulo V - Atribuições dos Representantes
incluindo votação nominal quando solicitada.
Artigo 9º - Aos Conselheiros incumbe:
Artigo 7 º - A opção preferencial para a tomada de I. Zelar pelo pleno e total desenvolvimento das
decisão do Conselho é o consenso. atribuições do Conselho Gestor do Parque
I. Não se chegando a um consenso quanto a Apipucos;
alguma deliberação será feita a votação da II. Estudar e relatar, nos prazos preestabelecidos,
mesma; matérias que lhes forem distribuídas;
II. Nas reuniões do Conselho Gestor cada mem- III. Apreciar e deliberar sobre matérias submeti-
bro terá direito a um voto; das ao Conselho para votação;
III. O quorum mínimo para deliberação de IV. Apresentar moções ou proposições sobre
qualquer matéria de competência do os assuntos de interesse do Parque e/ou do
Conselho Gestor será de metade mais 01 meio ambiente;
(um) dos votos, desde que esteja presente a V. Requerer, por escrito, votação de matéria em
maioria simples dos seus Conselheiros. regime de urgência;
62
VI. Acompanhar e verificar o funcionamento dos Capítulo VI - Disposições Gerais
serviços do Parque;
VII. Desempenhar outras atividades necessárias Artigo 11 - Os casos omissos e as dúvidas surgi-
ao cumprimento do seu papel e ao funciona- das na aplicação do presente Regimento Interno de-
mento do Conselho. verão ser dirimidos em assembléia ordinária do Con-
selho Gestor do Parque Apipucos, observando-se o
Artigo 10 - Fica vedado qualquer tipo de remune- Artigo 12.
ração aos membros do Conselho Gestor do Parque
Apipucos, cujas atividades são consideradas como Artigo 12 - O presente Regimento Interno entrará
serviço de relevância pública. em vigor na data de sua publicação, só podendo ser
modificado com aprovação de 2/3 (dois terços) dos
membros do Conselho Gestor do Parque.

4.7. Programas Propostos

Programa de Gestão
Objetivo: Garantir o funcionamento de todas as atividades de gestão do Parque Apipucos, através da organiza-
ção e controle administrativo, compreendendo atividades voltadas à administração, manutenção e fiscalização
da qualidade ambiental.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Acompanhar a execução das ações previstas


SEMAM/Recife, EMLURB, SANEAR,
no Plano de Manejo, elaborando estratégias
Instituição executora do ONGs, SEMAS/PE, CPRH, Univer-
para sua implantação.
Plano de Gestão sidades, Institutos de Pesquisas, e
2. Avaliar anualmente a implementação do Pla-
Empresas
no de Manejo.
3. Gerenciar as atividades rotineiras (fiscaliza-
Instituição executora do
ção, vigilância, limpeza e manutenção das áreas SEMAM/Recife e EMLURB
Plano de Gestão
verdes e das placas de sinalização).

4. Sistema de Sinalização Universal do Parque,


SEMAM/Recife, Departamento de
com vistas a ordenar o fluxo, tratando-se o Instituição executora do
Design do Instituto Tecnológico
aspecto de comunicação e indicação das áreas, Plano de Gestão
Federal - IFPE (Campus Recife)
equipamentos estruturais e facilitar o bom uso;

5. Implantar o Serviço de Orientação ao Usuá-


rio, com vistas a prestar informações sobre o
SEMAM/Recife, Secretaria Muni-
parque, uso dos equipamentos e práticas es- Instituição executora do
cipal de Administração e Centro de
portivas (exemplo: tipo de tênis para caminhada Plano de Gestão
Integração Escola Empresa (CIEE)
e corrida) e orientações sobre saúde (aferição
de pressão, teste de glicemia e outros);
Escola de Governo Municipal, Fa-
6. Reforçar a infra-estrutura física e técnica da
Técnicos da SEMAM culdade de Administração - FCAP,
Secretaria Municipal de Meio-Ambiente
EMLURB E URB/Recife.

63
Programa de Fiscalização e Controle Ambiental
Objetivo: Garantir a proteção ambiental do Parque Apipucos, através da fiscalização integrada entre os órgãos
ambientais, nas diversas esferas.
Duração: Permanente.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
• SEMAM / Recife. Secretaria
Municipal do Meio Ambiente na
1. Estabelecer rotinas de fiscalização, bem
fiscalização ambiental dos Par-
como manter plantão de fiscalização no
ques, no município do Recife
Parque de Apipucos, proteção da flora e fau-
Usuários do Parque • Envolver a Brigada Ambiental
na local, em consonância com o Decreto n.o
da Guarda Municipal do Recife e
23.677/2008, que dispõe sobre o Poder de
a Companhia Independente de
Polícia Ambiental.
Policiamento do Meio Ambiente
(CIPOMA)

64
Programa de Educação Ambiental e Comunicação
Subprograma: Educação Ambiental e Interpretação da Natureza
Objetivo: Desenvolver processo educativo através do contato com a natureza e divulgação de informações, vi-
sando a sensibilização dos participantes e construção de valores pautados na conservação ambiental.
Duração: Permanente.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
Comunidade local, uni- SEMAM/Recife, EMLURB, SANEAR,
1. Capacitar monitores ambientais que atua-
versidades e escolas do ONGs, SEMAS/PE, CPRH, Universida-
rão nos projetos de Educação Ambiental;
entorno. des, Institutos de Pesquisas, e Empresas
2. Criar e implementar “calendário ecológico”
dos Parque de Apipucos para o desenvolvi- Usuários do Parque, uni-
mento de atividades de educação ambiental versidades e escolas do SEMAM/Recife
em datas comemorativas relacionadas ao entorno.
meio ambiente;
3. Eleger junto aos visitantes dos Parques Usuários do Parque e es-
SEMAM/Recife e população local
um mascote ambiental para os parques; colas do entorno.
4. Estimular o uso do Parque pelas escolas
SEMAM/Recife e Secretaria Muni-
do entorno, para o desenvolvimento de ati- Escolas do entorno
cipal de Educação
vidades de ecológicas;
SEMAM/Recife, EMLURB, SANEAR,
5. Elaborar material educativo/informativo
ONGs, SEMAS/PE, CPRH, Univer-
que potencialize o processo interativo e Usuários do Parque
sidades, Institutos de Pesquisas, e
interpretativo do visitante com o Parque
Empresas
6. Catalogar as espécies nativas da Mata
Atlântica presentes no Parque de Apipucos Usuários do Parque, uni- SEMAM/Recife, ONGs, Universida-
com placas de identificação com os nomes versidades e escolas do des, Institutos de Pesquisas, e Em-
científicos e populares das árvores, servin- entorno. presas
do, assim, de bosques didáticos;
7. Promover encontros com educadores das
escolas do entorno, a fim de organizar aulas SEMAM/Recife e Secretaria Muni-
Escolas do entorno
ao ar livre, para observação e reconhecimento cipal de Educação
de elementos da vegetação e da fauna;
8. Promover reuniões, campanhas e outras
SEMAM/Recife, EMLURB, SANEAR,
atividades com a comunidade de entorno
ONGs, SEMAS/PE, CPRH, Univer-
e empresas locais sobre os impactos am- Comunidades do entorno e
sidades, Institutos de Pesquisas, e
bientais provocados nos limites do Parque empresas locais
Empresas
de Apipucos, a exemplo de poluição hídrica,
deposição indevida de lixo
9. Estimular o lazer contemplativo das paisa-
gens naturais do parque com foco no Açude Usuários do Parque SEMAM/Recife
Apipucos e nas margens do Rio Capibaribe;

65
10. Estabelecer quiosques temáticos no
Parque de Apipucos, enfatizando a cultura e
a fauna e flora local;
Serão 04 quiosques:
NEA – Núcleo de Educação Ambiental;
Centro de Informação Turística; Usuários do Parque, uni-
Multiuso; e versidades e escolas do SEMAM/Recife
Comerciais. entorno
10.1 Criar um Núcleo de Educação Ambiental
(NEA) no Parque de Apipucos para o levan-
tamento dos problemas socioambientais
do parque e seu entorno e a proposição de
soluções junto à comunidade local.
11. Criar um Centro de Educação Ambiental
SEMAM/Recife, URB, SANEAR,
no Parque de Apipucos
Usuários do Parque, uni- ONGs, SEMAS/PE, CPRH, Univer-
11.1 Criar uma rede na internet, para o inter-
versidades e escolas do sidades, Institutos de Pesquisas, e
câmbio de experiências e apoio mútuo, para
entorno Empresas
implementação dos projetos de Educação
Ambiental dos Parques.
Usuários do Parque, uni- SEMAM/Recife, SANEAR, ONGs,
12. Realizar trilhas Ecológicas na Ilha do Ba-
versidades e escolas do CPRH, Universidades e Institutos de
nanal;
entorno Pesquisas.
13. Elaboração do Projeto Básico de Concep- Usuários do Parque, uni- SEMAM/Recife, SANEAR, ONGs,
ção do Museu do Mangue - Chico Science, a versidades e escolas do CPRH, Universidades e Institutos de
ser implantado na Ilha do Bananal. entorno Pesquisas.
14. Coletar, armazenar, mapear, criar e gerir
o banco de dados geográfico do acervo bo- Universidades, escolas, SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
tânico do Parque de Apipucos, servindo institutos de pesquisa, CPRH, Universidades, Institutos de
também de suporte para o desenvolvimento ONGs. Pesquisas
e aplicação de diferentes estudos ambientais

Programa de conservação Ambiental

Objetivo: Garantir a qualidade ambiental dos Parques Apipucos.


Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Realizar podas periódicas nas árvores


presentes no parque, conforme as orien-
tações da Lei Municipal 17.657/2010 que Usuários do parque EMLURB
dispõe o parágrafo único do artigo 33 da Lei
Orgânica do Recife;
SEMAM/ Brigada Ambiental da Guar-
2. Proibir de caiar, pintar, pichar, fixar pre-
da Municipal do Recife e a Companhia
gos, faixas, cartazes ou similares em árvo-
Usuários do Parque Independente de Policiamento do
res, seja qual for o fim, de acordo com a Lei
Meio Ambiente (CIPOMA) na fiscali-
17.657/2010;
zação dos Parques
3. Implantar um sistema de rega no Parque
Usuários do Parque EMLURB
Apipucos
4. Realizar o controle de pragas nas espé-
cies da flora e fauna do parque por meio do Usuários do Parque EMLURB
tratamento fitossanitário;

66
5. Apoiar iniciativas de saneamento básico
no entorno do Parque de Apipucos (siste- SEMAM/Recife, EMLURB e
Usuários do Parque
ma de esgotamento sanitário de coleta e Autarquia SANEAR
tratamento de esgotos nas comunidades);
6. Prevenir queimadas nas áreas verdes
SEMAM/Recife e Corpo de Bombei-
com a implantação de sistema de detec- Usuários do Parque
ros
ção e alarme de incêndio;
7. Capacitar os funcionários do Parque,
SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
sobre o manejo de animais urbanos, que
Funcionários dos Parques CPRH, Universidades, Institutos de
podem vir a circular nos parques, como:
Pesquisas, e Empresas
cobras, timbus, dentre outros;
8. Sensibilizar os funcionários e usuários
do Parque, para que não sejam realizados
maus tratos aos animais e para que os Usuários do parque
mesmos sejam afugentados para as áreas
verdes;
9. Solicitar o apoio do Corpo de Bombeiros
quando houver necessidade de resgate de Corpo de Bombeiros
animais silvestres no Parque;
10. Enviar para o Centro de Triagem de
Animais Silvestres (CETAS) do Instituto
Corpo de Bombeiros/Brigada Am-
Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recur-
biental da Guarda Municipal do Recife
sos Naturais (IBAMA) os animais silvestres
que apresentem danos físicos
11. Disposição de lixeiras para a coleta sele-
SEMAM/Recife, EMLURB, Autarquia
tiva no Parque de Apipucos e Caçamba para Usuários do Parque
SANEAR
armazenamento dos resíduos coletados.
SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
12. Promover a conscientização da raciona-
Usuários do Parque CPRH, Universidades, Institutos de
lização do uso da água;
Pesquisas, COMPESA;
13. Realizar um levantamento da fauna Usuários do Parque, ONGs,
presente na Ilha do Bananal e propor estra- Escolas, Universidades,
tégias para a conservação das espécies. Institutos de Pesquisa
SEMAM/Recife, SANEAR, ONGs,
14. Promover a sensibilização sobre a ra-
Usuários do Parque CPRH, Universidades, Institutos de
cionalização do uso da água no parque;
Pesquisas e COMPESA.
15. Reduzir emissão de Carbono com a im-
Usuários do Parque
plantação de painéis solares fotovoltaicos
16. Captar água da chuva e armazenar em
Usuários do Parque
cisterna

67
Programa de Licenciamento Ambiental
Objetivo: Garantir que as intervenções realizadas no Parque Apipucos, passíveis de licenciamento ambiental, se-
jam compatibilizadas com a legislação e o planejamento local.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Requerer licenciamento ambiental para


os empreendimentos e atividades mu-
nicipais, que causam impacto ambiental
local, de acordo as seguintes legislações:
- Lei Municipal n.o 16.243/96, que cria o
Código de Meio Ambiente e de Equilíbrio
Ecológico da Cidade do Recife, alterada
SEMAM/Recife, SEMAS/PE, CPRH e
pela lei municipal n.o 17.171/05; Órgão Licenciador
ONGs
- Lei Municipal n.o 17.071/04, que institui a
taxa de licenciamento municipal, alterada
pela Lei Municipal n.o 17.171/05;
- Decreto Municipal n.o 24.540/09, que
regulamenta o Código de Meio Ambiente,
no capítulo que trata do licenciamento, e a
Lei Municipal n.o 17.071/04.
2. Requerer Licenciamento Ambiental do
tipo Autorização à Secretaria Municipal de
Meio Ambiente, para realização das ativi-
dades de drenagens; feiras e exposições
temporárias; manutenção de canais; re- SEMAM/Recife, SEMAS/PE, CPRH e
Órgão Licenciador
cuperação de áreas contaminadas degra- ONGs
dadas; limpeza de cursos e corpos d’água;
erradicação de árvores, arbustos e/ou
palmeiras; poda de árvores e/ou palmei-
ras;
3. Requerer a Secretária Municipal do Meio
Ambiente autorização para supressão e
substituição de árvores, acompanhado de SEMAM/Recife, SEMAS/PE, CPRH e
Órgão Licenciador
laudo elaborado por técnico, legalmente ONGs
habilitado, conforme as orientações da Lei
Municipal n.o 17.657/10;

68
Programa de Manejo dos Recursos Naturais
Objetivo: Recuperar os serviços ambientais, as espécies e as interações ecológicas que originalmente ocorriam
ou ocorrem no Parque de Apipucos.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

Usuários do Parque, Co- SEMAM/Recife, EMLURB, ONGs,


1. Monitorar a qualidade da água no Açude de
munidade do entorno e Empresas, ITEP, CPRH
Apipucos e dos tanques de aquicultura.
pescadores

2. Elaborar panorama da situação da ativida- Comunidade do entorno, SEMAM/Recife, EMLURB, ONGs,


de da pesca artesanal no Açude de Apipucos. pescadores Empresas, MPA/PE

3. Fazer uma gestão participativa do açude,


com vistas a pactuar as diretrizes de prote-
Comunidade do entorno,
ção do ambiente aquático e ao atendimento
pescadores, instituições SEMAM/Recife, ONGs, MPA/PE
das necessidades dos pescadores.
governamentais e não
4. Melhorar a gestão, operação e manu-
governamentais
tenção do açude, com o envolvimento dos
usuários.
5. Realizar ação educativa para motivar os Comunidade do entorno, SEMAM/Recife, ONGs, MPA/PE
pescadores na prática correta da pesca. pescadores

Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer


Objetivo: Democratizar o acesso à prática e os conhecimentos que envolvem o esporte e lazer, bem como de-
senvolver criticamente aprendizagens relacionadas com a cultura corporal e esportiva, além de auto-organização
comunitária.
Duração: Permanente.
ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
1. Círculos de Esportes - trabalha os conteú-
dos esportivos através de Oficinas e Escoli-
nhas;
Ministério do Esporte, Núcleo
2. Círculos de Lazer e Cidadania - realiza as
do Programa Esporte e Lazer
oficinas com conteúdos da cultura não es-
da Cidade do Recife, Programa
portiva (dança, teatro, música e artes), além Usuários do Parque e
Nacional de Segurança Pública
de projetos especiais voltados as pessoas comunidades do entorno.
com Cidadania - PRONASCI,
idosas, com necessidades especiais e outros
Secretaria Municipal de Assis-
segmentos sociais;
tência Social.
3. Círculos de Esporte e Juventude - trabalha
os conteúdos da cultura lúdica e esportiva da
juventude da cidade.

69
Programa Parque Ação+

Objetivo: Prestar e ampliar os serviços sociais relacionados aos direitos e a saúde do trabalhador, para as comu-
nidades do entorno dos parques em forma de Mutirão de Cidadania e Mutirão da Sáude
Duração: 1 vez por semestre.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS


1. Mutirão da Cidadania - retirada de docu-
Secretarias Municipais de Sáude,
mentos, palestras e oficinas sobre direitos,
Direitos Humanos, Governo, As-
combate a violência doméstica, LGBT e ou-
suntos Jurídicos, Assistência So-
tros temas relacionados;
Usuários do Parque e co- cial, Educação, Secretaria de De-
2. Mutirão da Saúde - atendimento médico:
munidades do entorno. fesa Social do Governo do Estado,
oftalmológico, odontológico, prevenção do
Serviço Social da Indústria (SESI
câncer de mama e de próstata; palestras
-PE) e Serviço Social do Comércio
educativas sobre sexualidade e combate ao
(SESC-PE)
consumo de drogas.
Secretaria Municipal de Desenvol-
vimento Econômico - PROJOVEM,
3. Programa de Capacitação e Qualificação Comunidades do Entorno, PROJOVEM Trabalhador, Sistema S
Profissional para as demandas do Parque. Funcionários e Estagiários (SEBRAE, SENAI, SENAC e SENAR)
e Secretaria Estadual de Trabalho,
Qualificação e Empreendedorismo

Programa Parque Cultural


Objetivo: Valorizar as manifestações culturais existentes no entornos dos parques e criar calendário com progra-
mação cultural mensal, com vistas atrais visitantes e turistas.
Duração: Permanente.
ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
1. Articular com a Secretaria Municipal de
Cultura, com vistas a elaboração do cadastro
Secretarias Municipais de Cultura,
das organizações culturais.
Turismo, Fundação de Cultura,
2. Elaborar Calendário Cultural do Parque e promo-
Usuários do Parque e co- EMPETUR, FUNDARPE, ONG’s e
ver sua divulgação no trade turístico do município;
munidades do entorno Organizações Culturais Locais
3. Implantar o Balcão de Informações Turístico
-Histórico-Cultural;
4. Oficinas de Artesanato (verificar materiais
existentes nas comunidades do entorno).

70
4.8. Caderno de Manutenção

ITEM: PISO INTERTRAVADO


DESCRIÇÃO
São 8.000 m² de piso intertravado (paver) no Parque de Apipucos, nas cores amarela, vermelha e cinza.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 20 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: PISO CONCRETO PIGMENTADO


DESCRIÇÃO
O Parque de Apipucos possui uma área de 1.111,5 m² piso em concreto pigmentado Bayferrox em diversas cores.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 10 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

71
ITEM: PISO CONCRETO USINADO
DESCRIÇÃO
O Parque de Apipucos também possui uma área de calçada de 1.602,15 m² feita de piso em concreto usinado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 10 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 45,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: PISO TÁTIL


DESCRIÇÃO
São 35 m² de piso tátil no Parque Apipucos.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte do piso deve ser realizado a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 45,00 por m²
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 10% da área construída.

72
ITEM: MUROS DE ARRIMO
DESCRIÇÃO
São 531,81 metros de muros de arrimo feitos em alvenaria de pedra rachão 50x50cm.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação das pedras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Depredação das pedras por vandalismo (pixações).
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A manutenção se dará sempre que houver alguma pedra solta. 20 anos
Entretanto, o reparo com a substituição das pedras só após 20
anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Pequenos reparos: trimestralmente
Reparo: 20 anos deverá ser substituída aproximadamente 20% do total da área.

ITEM: GUARDA CORPO


DESCRIÇÃO
O guarda corpo do Parque Apipucos é feito em chapa de aço SAC-41 largura 3”, cordalha em aço, com pintura
automotiva.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura
• Ferrugem
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e os reparos de aproxi- 10 anos
madamente 10% do guarda corpo deverão ser feitos também
anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% do total: anualmente

ITEM: ESQUADRIA
DESCRIÇÃO
A bilheteria da Praça Pedalinho do Parque Apipucos possui esquadria de madeira com grade em madeira de lei e
folha em compensado revestidas de fórmica nas duas faces.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da madeira e do compensado
• Destruição por insetos (ex: cupim)
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza diária com os produtos químicos adequados ao tipo de 10 anos
madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 600,00 por m²
Substituição: 10 anos

73
ITEM: ESQUADRIA
DESCRIÇÃO
A bilheteria da Praça Pedalinho do Parque Apipucos possui esquadria de madeira com grade em madeira de lei e
folha em compensado revestidas de fórmica nas duas faces.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da madeira e do compensado
• Destruição por insetos (ex: cupim)
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza diária com os produtos químicos adequados ao tipo de 10 anos
madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 600,00 por m²
Substituição: 10 anos

ITEM: ESQUADRIA
DESCRIÇÃO
A bilheteria da Praça Pedalinho do Parque Apipucos possui esquadria de alumínio, tipo fixa, com contramarco.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Empenos
• Machucões
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza diária com os produtos químicos adequados ao alumínio. 10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 410,00 por m²
Substituição: 10 anos

ITEM: VIDRO
DESCRIÇÃO
A bilheteria da Praça Pedalinho do Parque Apipucos possui vidro plano, comum, liso transparente e com 5 mm de
espessura.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Trincos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza diária com os produtos químicos adequados para vidro. 10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 110,00 por m²
Substituição: 10 anos

74
ITEM: TELHA ALUMÍNIO
DESCRIÇÃO
A bilheteria da Praça Pedalinho do Parque Apipucos possui telha alumínio termo acústica 0,5 mm espessura.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Machucões
• Rasgos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Troca da telha. 10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m²
Substituição: 10 anos

ITEM: POSTE DE CONCRETO


DESCRIÇÃO
Poste de concreto secção duplo T, 100/8, com engastamento direto no solo de 1,40m, inclusive colocação.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes na base do poste.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
30 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição: 30 anos

ITEM: LUMINÁRIA
DESCRIÇÃO
Luminária de sobrepor com corpo em chapa de aluminio, refletor em alumínio anodizado, difusor em vidro
transparente temperado, equipada com duas lâmpadas fluorescente tubular de 32W, ref. C 2336, fab. Lustres
Projetos.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra do vidro
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos que a compõe desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A troca das lâmpadas e acessórios que não estejam mais fun- 10 anos
cionando deve ser realizada assim que o problema for identifi-
cado. A luminária terá sua troca programada para cada 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição: 10 anos

75
ITEM: LUMINÁRIA
DESCRIÇÃO
Luminária de sobrepor cilíndrica, com difusor em vidro, com lâmpada fluorescente compacta de 2x18W, fab.
Lustres projeto ou similar.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra do vidro
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos que a compõe desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A troca das lâmpadas e acessórios que não estejam mais fun- 10 anos
cionando deve ser realizada assim que o problema for identifi-
cado. A luminária terá sua troca programada para cada 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: TEMPO PARA REPARO:
Substituição: 10 anos Substituição em 10 anos
CUSTO PREVISTO: R$ 100,00

ITEM: LUMINÁRIA
DESCRIÇÃO
Luminária de sobrepor com corpo em chapa de alumínio, refletor em alumínio anodizado, difusor em vidro transpa-
rente temperado, equipada com duas lâmpadas fluorescente tubular de 32W, ref. C 2336, fab. Lustres Projetos
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra do vidro
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos que a compõe desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais 10 anos
funcionando deverão ser realizadas assim que o problema for
identificado. A luminária terá sua troca programada para cada 10
anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00
Substituição: 10 anos

ITEM: PROJETOR
DESCRIÇÃO
Projetores com lâmpadas vapor metálico de 400W e 250W, reator alto fator de potência e demais acessórios.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais 5 anos
funcionando deverão ser realizadas assim que o problema for
identificado.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição: 5 anos

76
ITEM: BANCOS
DESCRIÇÃO
Os bancos no Parque Apipucos possuem sua base feita em concreto, com pintura em verniz transparente e
assento em toras de eucalipto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base de concreto – quebras e rachaduras
• Toras de eucalipto soltas, quebradas, rachadas.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As toras e a base de concreto deverão ser trocadas assim que 3 anos
surgirem os primeiros problemas. As toras de eucalipto deverão
ser envernizadas uma vez ao ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Aplicação de verniz nas toras de eucalipto: anualmente
Substituição: 3 anos

ITEM: LIXEIRAS
DESCRIÇÃO
Lixeira de polietileno de alta densidade na cor vermelha 1160x430mm com suporte em tubo de aço galvanizado
para 50L. Serão instaladas 30 lixeiras do tipo papeleira acopladas nos postes de iluminação cada uma a 100 m.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra das lixeiras
• Volume de lixo acima do adequado
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O lixo deverá ser recolhido diariamente entretanto, aproximada- 2 anos
mente 25% das lixeiras deverão ser trocadas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição: 1 ano de aproximadamente 25% das lixeiras

ITEM: ESCADAS E ESTACAS


DESCRIÇÃO
As escadas e estacas do Parque Apipucos são feitas de concreto usinado de alta resistência.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes do concreto
• Estrutura de aço com ferrugem.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 15 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 15 anos, sua substituição deverá pas-
sar pelo processo de demolição e posteriormente reconstrução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 350,00 por m³
Pequenos reparos: 2 anos
Substituição: 15 anos

77
ITEM: TANQUES REDES
DESCRIÇÃO
Tanques redes são estruturas feitas em redes de nylon e bordas, em geral, feitas de tonéis plásticos que servem
para a criação de peixes.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Redes rasgadas
• Estrutura da borda dos tanques quebrada.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reparos nas redes que estiverem rasgadas e trocas em aproxi- 2 anos
madamente 1 ano de 40% das redes.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 por m²
Substituição: 1 ano de aproximadamente 40% da rede.

ITEM: VIVEIRO
DESCRIÇÃO
O viveiro consiste em tanques de concreto onde serão colocados peixes que terão monitoramento contínuo de
seu desenvolvimento até serem lançados ao rio.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes do concreto
• Acumulação de sedimentos na estrutura
• Estrutura de aço com ferrugem.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 15 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 15 anos, sua substituição deverá pas-
sar pelo processo de demolição e posteriormente reconstrução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 350,00 por m³
Pequenos reparos: 2 anos
Substituição: 15 anos

ITEM: VIDRO
DESCRIÇÃO
O Parque de Apipucos possui em uma de suas áreas a escola ambiental que consiste num centro de pesquisa e
ensino voltados para a preservação do meio ambiente. Esta escola possui 3 paredes feitas em vidro.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Trincos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza diária com os produtos químicos adequados ao vidro. 10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 110,00 por m³
Substituição: 10 anos

78
ITEM: GRADIL E PORTÕES
DESCRIÇÃO
O gradil é feito de ferro em barras verticais pintadas na cor cinza grafite e envolve algumas partes do Parque
Apipucos. São cerca de 883 metros de gradil.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos das grades
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 10% da área 10 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área: anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: COBERTA
DESCRIÇÃO
A coberta da bilheteria da praça pedalinho, quiosques, administração, banheiros e depósito do Parque Apipucos
possuem perfil metálico, chapa metálica e a coluna em tubo metálico com pintura automotiva.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos
• Machucados
• Rasgões.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição total de- 10 anos
verá ser realizada em 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição total: 10 anos

79
ITEM: BARRAS DE FERRO – BICICLETÁRIO
DESCRIÇÃO
As barras de ferro instaladas na entrada e na lateral do parque serão utilizadas como estacionamento para bici-
cletas. Serão 2 de 15 unidades. Este suporte para bicicletas é feito em tubo metálico galvanizada com pintura na
cor cinza.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição parcial de 10 anos
10% da área por ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área
Substituição total: 10 anos

ITEM: PISO - PLAYGROUND


DESCRIÇÃO
O piso do playground consiste numa caixa de areia lavada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Perda da areia
• Resíduos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reposição da areia lavada na caixa. Retirada de resíduos. 15 dias
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição: quinzenal

ITEM: PISO - DECK


DESCRIÇÃO
O piso do deck possui 155 m² feito de madeira do tipo Ipê com ferragens (300 parafusos metálicos).
PONTOS DE ATENÇÃO
• Madeiras do piso soltas
• Madeiras do piso quebradas
• Verniz desgastado
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza com a utilização de produtos adequados à aplicação 10 anos
em madeira envernizada. Aplicação de verniz anualmente e
substituição de 10% da área total da madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição parcial: 10% da área anualmente
Substituição total: 10 anos

80
ITEM: FLUTUADORES
DESCRIÇÃO
Os flutuadores são feitos de tonéis plásticos e ou garrafas pet.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebrados
• Amassados
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Substituição de parte dos toneis e garrafas pets que dão sus- 3 anos
tentação a estrutura do deck.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 6.700,00 por unidade.
Substituição parcial: 30% da área anualmente
Substituição total: 3 anos

ITEM: PEÇAS METÁLICAS


DESCRIÇÃO
Conjunto de peças metálicas em inox (300 parafusos metálicos).
PONTOS DE ATENÇÃO
• Peças soltas e perdidas
• Ferrugem
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reposição das peças soltas e substituição anualmente. 1 ano
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição: 1 ano

ITEM: EQUIPAMENTOS DE GINÁSTICA


DESCRIÇÃO
Foram instalados 6 diferentes tipos de equipamentos de ginástica. São estruturas feitas de ferro e com pintura
nas cores amarelas e azuis.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza e a aplicação de óleo nas peças dos equipamentos 5 anos
devem ser realizadas semanalmente. A pintura anualmente e a
substituição dos equipamentos em aproximadamente 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 17.000,00
Substituição: 5 anos

81
ITEM: CERÂMICAS
DESCRIÇÃO
Os quiosques, a bilheteria, a administração, e externo dos banheiros possuem suas paredes revestidas por cerâ-
mica tipo A 10 x 10 cm na cor amarela.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas deve ser feita semanalmente com 10 anos
aplicação de produtos químicos apropriados. A substituição de
partes quebradas/desgastadas deverá ser realizada assim que
forem identificados. A substituição total deverá ser realizada em
aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 50,00 m²
Substituição total: 10 anos

ITEM: CERÂMICAS
DESCRIÇÃO
O revestimento cerâmico interno dos banheiros são na cor branca 40 x 40 cm.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas deve ser feita diariamente inserida na 5 anos
rotina de limpeza dos banheiros e deverá ser aplicado produtos
químicos apropriados. A substituição de partes quebradas/
desgastadas deverá ser realizada assim que forem identifica-
dos. A substituição total deverá ser realizada em aproximada-
mente 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 55,00 m²
Substituição total: 5 anos

ITEM: PAREDES INTERNAS


DESCRIÇÃO
Quiosque, administração e depósito possuem suas paredes internas emassadas e pintura acrílica na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As paredes deverão ser pintadas e emassadas aproximada- 10 anos
mente 10% de seu total anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 10 anos
82
ITEM: PORTAS
DESCRIÇÃO
As portas da administração, depósito, quiosques e banheiros são todas padronizadas do tipo venezianas e feitas
de alumínio anodizado na cor preta.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Machucados
• Empenos
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza rotineira com aplicação de produtos químicos adequa- 5 anos
dos para conservação.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 270,00
Substituição de 10% anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: PORTAS
DESCRIÇÃO
A porta dos quiosques são portas corrediças feitas de alumínio anodizado na cor preta , com vidro e uma parte
em veneziana.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Machucados
• Empenos
• Sujeira em geral
• Quebras
• Trincos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza rotineira com aplicação de produtos químicos adequa- 5 anos
dos tanto para as partes em alumínio quanto em vidro.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição de 10% anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: ESPELHOS
DESCRIÇÃO
Foram instalados espelhos nos banheiros femininos, masculinos e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Trincos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza dos espelhos dos banheiros deve ser realizada diaria- 3 anos
mente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 3 anos

83
ITEM: TORNEIRAS
DESCRIÇÃO
São 12 torneiras instaladas nos banheiros masculinos, femininos e administração. Essas torneiras de pressão
para lavatório acabamento cromado diâmetro de ½ polegada ref 1190.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Folgas
• Quebras
• Solas desgastadas
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As torneiras dos equipamentos no Parque Apipucos deverão 2 anos
ser sempre avaliadas para que sejam evitados vazamentos. As
trocas das partes da torneira (solas) deverá ser feita assim que
for constatado o problema.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 100,00
Substituição de peças: 4 meses
Substituição total: 2 anos

ITEM: BACIAS SANITÁRIAS


DESCRIÇÃO
Foram instalados nos banheiros femininos, masculino e administração um total de 20 bacias sanitárias todas de
porcelana na cor branca de coluna.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

ITEM: MICTÓRIOS
DESCRIÇÃO
Foram instalados nos banheiros de 4 mictórios todos de porcelana na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

84
ITEM: DESCARGAS
DESCRIÇÃO
Foram instaladas um total de 20 caixas de descarga de sobrepor (tubo alto de plástico) nos sanitários masculi-
nos, femininos e na administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Substituição das descargas. 15 dias
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 60,00
Substituição: 15 dias

ITEM: PIAS
DESCRIÇÃO
Nos banheiros foram instaladas 6 cubas em porcelana.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas a porcelana.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00
Anualmente 20% deverão ser trocadas.
Substituição total: 4 anos

ITEM: PIAS COM BALCÃO


DESCRIÇÃO
São 3 pias com balcão de granito verde Ubatuba e cuba.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas ao granito.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição de aproximadamente 50% a cada 2 anos.
Substituição total: 4 anos

85
ITEM: CABOS DE AÇO
DESCRIÇÃO
No caramanchão foram feitas amarrações em cabo de aço para que sustentem a estrutura da cobertura. No
primeiro momento esta cobertura será de cana da Índia. São 1000 metros lineares.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Folgas
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Avaliação anual dos cabos de aço. 20 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 5,18 m
Substituição total: 20 anos

ITEM: CANA DA ÍNDIA


DESCRIÇÃO
Madeira amarrada com nylon que servirá de cobertura para o caramanchão. São 561 m² de 4,5 cm com verniz sol
garden 3 demãos.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Substituição das partes que forem danificadas trimestralmente. 2 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 2 anos

ITEM: PILARES DE CONCRETO


DESCRIÇÃO
São 12 pilares de concreto que dão suporte a estrutura feita com cana da índia.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 20 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 20 anos, sua substituição deverá
passar pelo processo de demolição e posteriormente recons-
trução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.700,00 por m³
Substituição total: 20 anos

86
ITEM: BOMBA DE ÁGUA
DESCRIÇÃO
A bomba de água 1/3 HP com acessórios que distribuirá água do reservatório para quiosques, banheiros e admi-
nistração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Defeitos de peças
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Identificação de possíveis problemas rotineiramente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 650,00
Substituição total: 5 anos

ITEM: ACESSÓRIOS HIDRÁULICOS


DESCRIÇÃO
Válvulas, boias, registros de gavetas, tubos, conexões, ralos entre outros.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As quebras e entupimentos rotineiros demandam a troca com- 1 ano
pleta de peças hidráulicas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 700,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: RESERVATÓRIO SUPERIOR


DESCRIÇÃO
O reservatório superior construído em concreto e internamente impermeabilizada, ao seu entorno revestido por
cerâmicas amarelas 10x10 cm. Possui capacidade para acumular 8 m³ água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos adequados à manutenção da 20 anos
qualidade da água.

Limpeza anual para a remoção de resíduos.


PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 20 anos

87
ITEM: RESERVATÓRIO INFERIOR
DESCRIÇÃO
São dois reservatórios inferiores com capacidade para acumular 12 e 25 m³ água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos para água. 20 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Reparo da estrutura: 20 anos

ITEM: ILUMINAÇÃO
DESCRIÇÃO
Coluna troncoconica com altura de 5 metros e instalação de luminária decorativa modelo rubi fabricação Schre-
der com lâmpada vapor metálico de 150 w/4200k bilateral com tubos cerâmicos. O Parque de Apipucos possui
seus postes de iluminação todos de ferro e pintados na cor cinza grafite.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura
• Ferrugem
• Acessórios da luminária
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As colunas de iluminação do Parque Apipucos deverão ser pin- 20 anos
tadas anualmente o que permitirá a maior durabilidade da es-
trutura de ferro. As peças de iluminação agregadas à coluna tem
uma durabilidade estimada em 2 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 7.800,00
Pintura: anual
Substituição de acessórios: 2 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: ACESSÓRIOS ELÉTRICOS
DESCRIÇÃO
Eletrodutos, interruptores, caixas de medição, dijuntores, fusíveis entre outros
PONTOS DE ATENÇÃO
• Queimar
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A substituição de acessórios elétricos deve ser realizada assim 1 ano
que sejam identificados problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 700,00
Substituição total: 1 ano

88
ITEM: PLACAS DE SINALIZAÇÃO
DESCRIÇÃO
As placas de sinalização são feitas de alumínio com pintura automotiva e suportes em toras de eucalipto enver-
nizadas fixadas em base de ferro pintada. O texto aplicado em vinil de alta durabilidade Gold Max.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Machucões na placa
• Arranhões na placa
• Toras de eucalipto desgastadas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As placas de sinalização deverão ser pintadas e suas toras en- 5 anos
vernizadas anualmente. Os pequenos reparos também devem
ser realizados nesse período. A substituição total é estimada em
5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 5.000,00
Pintura, aplicação de verniz e pequenos reparos: anualmente
Substituição das toras de eucalipto: 2 anos
Substituição total: 5 anos

ITEM: TELHA
DESCRIÇÃO
As telhas dos quiosques, dos banheiros e da administração é todo de telha de aço com pintura eletrostática na
cor branca. É uma cobertura de 6x6 metros de cada instalação.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Machucões
• Rasgos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Pintura deve ser realizada anualmente e troca da telha assim 10 anos
que forem identificados problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição: 10 anos

ITEM: TAMPAS DE ESGOTO


DESCRIÇÃO
O calçamento possui tampas de esgoto feitas de concreto usinado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As tampas de esgotos instaladas no calçamento deverão ser 5 anos
trocadas assim que identificados problemas, estimados em 20%
do total anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 100,00
Substituição de 20% anualmente.
Substituição: 5 anos
89
ITEM: ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTA
DESCRIÇÃO
A estrutura metálica dos quiosques, dos banheiros e da administração é de aço na cor cinza.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Machucões
• Rasgos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Pintura deve ser realizada anualmente e troca da telha assim 10 anos
que forem identificados problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição: 10 anos

ITEM: BARRAS DE AÇO INOX


DESCRIÇÃO
Barras de aço inox instaladas para facilitar o acesso ao banheiro dos portadores de deficiência física.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste do inox
• Desprendidas
• Empenadas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O desgaste do inox propicia o surgimento de ferrugem o que 3 anos
consequentemente reduz a vida útil. Desta forma as barras de
aço devem ser trocadas a cada 3 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 40,00
Substituição total: 3 anos

ITEM: TETO
DESCRIÇÃO
O revestimento do teto é feito por placas EPS.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Quebras
• Desprendimento
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As paredes deverão ser pintadas e emassadas aproximada- 4 anos
mente 25% de seu total anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35,00
Substituição de 10% ao ano.
Substituição total: 4 anos

90
ITEM: PÍER
DESCRIÇÃO
A base da estrutura do píer é feita de concreto, onde parte ficará submersa na água do Rio Capibaribe.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes do concreto
• Acumulação de sedimentos na estrutura
• Estrutura de aço com ferrugem.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas visto- 15 anos
rias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 15 anos, sua substituição deverá pas-
sar pelo processo de demolição e posteriormente reconstrução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 350,00 m³
Substituição total: 4 anos

ITEM: PORTA SABONETE LÍQUIDO


DESCRIÇÃO
São cerca de 10 portas sabonete líquido de vidro instalado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Ferrugem
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os portas sabonetes deverão ser trocados em aproximada- 1 ano
mente 1 ano. Durante o ano deverão ser repostos os inservíveis.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: BRINQUEDO DO PARQUE INFANTIL


DESCRIÇÃO
No Parque de Apipucos foram instalados quatro (gangorra, casinha, balanço e trepa-trepa) feitos de toras de
eucalipto aplicadas verniz. Possuem também alguns elementos de corda. Fornecido por Ana Ferragens.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Desgaste do verniz
• Desprendimento de partes
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os brinquedos infantis devem passar por vistorias sistemáticas 5 anos
garantindo assim a segurança das crianças. A aplicação do ver-
niz deverá ser feita anualmente. Já pequenos ajustes e reparos
deverão ser realizados semestralmente ou logo que for identifi-
cado problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35.000,00
Pintura: anualmente
Pequenos reparos em geral: 6 meses
Substituição total: 5 anos 91
ORIENTAÇÕES DE REGA E PODA
ORIENTAÇÕES BÁSICAS DE REGA E PODA PARA A VEGETAÇÃO DOS PARQUES
Tipo de Rega Poda Peculiaridades Custo Estimado
vegetação
Gramíneas Realizar rega diaria- Realizar corte da Semanalmente deve ser Pessoal:
mente, no final da tarde, grama quando as realizada uma avaliação
nos períodos de seca mesmas estiverem visual do gramado do - 1 Engenheiro Florestal
(setembro a fevereiro) e com cerca de 4 cm de Parque Santana para ve- (R$)
nos períodos de chuva altura. rificação do seu aspecto
(março a agosto) quatro e cor. Deve-se observar 2.000,00/mês x 12
regas semanais no final principalmente se há meses = 24.000,00
da tarde. manchas amareladas,
plantas invasoras (dani- - 1 Agrônomo
nhas) e área com terra
aparente. Custo Consultor Am-
biental (R$)
Arbustivas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência com
final da tarde, durante o monitoramento visual rede elétrica, constru- 2.000,00/mês x 12
período seco (setembro dos arbustos pre- ções, e veículos em geral. meses = 24.000,00
a fevereiro) e quatro sentes nos parques,
regas semanais durante por profissional es- Durante a frutificação ter - 2 Jardineiros
os períodos de chuva pecializado, de modo cuidado com a dissemi-
(março a agosto). que seja identificada a nação de sementes. Custo jardineiro (R$)
necessidade de poda.
Arbóreas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência com 622,73/mês x 12 me-
final da tarde, durante o monitoramento visual rede elétrica, constru- ses = 7.472,76
período seco (setembro das árvores presentes ções, e veículos em geral.
a fevereiro) e quatro no parque, por profis- (R$) 7.472,76 x 2 jardi-
regas semanais durante sional especializado, Durante a frutificação ter neiros = 14.945,52
os períodos de chuva de modo que seja cuidado com a dissemi-
nação de sementes. Equipamentos:
(março a agosto). identificada a neces-
sidade de poda.
Cortador de grama
elétrico (R$)

500,00/unid x 3 =
1.500,00

Custo Total:
R$ 64.445,52

92
5. PARQUE CAIARA

5.1. O Projeto do Parque Caiara Capibaribe. O Parque Caiara é definido como Parque
Urbano que, conforme o Parágrafo 2º do Artigo 125 do

E
ste projeto prevê a renovação da infraestrutura Plano Diretor do Recife é enquadrado como Unidade
existente, com intervenção em toda a área do de Equilíbrio Ambiental. Sua área é de 41.407.42m².
parque, desde os seus passeios e vegetação O projeto para o parque do Caiara possui um pro-
existente, bem como a aquisição de equipamentos grama voltado para as atividades esportivas de ca-
e mobiliário urbano. No projeto está previsto ainda a ráter oficial, bem como, atividades complementares
criação de um Centro de Esporte e Lazer, que foi pla- inerentes a qualquer parque. O projeto arquitetônico
nejado para ser coordenado pela Diretoria de Espor- considerou apenas referências básicas de algumas
tes da Secretaria Municipal de Educação, que mantém locações preexistentes, porém todo o programa como
uma forte interação com as comunidades do entorno. edificações, passeios e atividades específicas foram
Em parte da área originalmente destinada ao Par- reorganizadas em termo de concepção, dimensiona-
que do Caiara está prevista a construção e implanta- mento e implantação.
ção do Projeto da Refinaria Multicultural, um espaço A elaboração do Projeto levou em consideração
de formação, produção e difusão cultural que faz parte três fatores principais: a ocupação do local e o proces-
de uma rede de refinarias a ser implantada em todas so de evolução urbana do entorno; o resgate da dinâ-
as Regiões Político Administrativo (RPA) da cidade. mica perdida através do Centro de Esporte e Lazer;
O Parque Caiara está localizado na Região Políti- e a integração das atividades esportivas e culturas
ca Administrativa 04, nas imediações dos bairros do através da Refinaria Multicultural, conforme pode ser
Cordeiro e Iputinga, situado na margem direita do Rio visto na Figura 5.1. abaixo.

93
Figura 5.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Caiara

Parque Caiara

Ocupação do local Resgatar a dinâmica perdida


Integração das atividades
e o processo de através do Centro de Esporte
com a Renaria Multicultural
evolução urbana do entorno e Lazer

Figura 5.2: Planta Baixa do Parque Caiara

1. GUARITA
2. ESTACIONAMENTO
3. BICICLETÁRIO
4. PASSEIO
5. ACADEMIA DA CIDADE
6. PISTA DE COOPER
7. CAMPO DE FUTEBOL
8. PISTA DE ATLETISMO
9. QUADRAS POLIESPORTIVAS
10. PISTA DE SKATE
11. ROSA DOS VENTOS
12. QUIOSQUE
13. CAIXA D’ÁGUA
14. DECK
15. ADMINISTRAÇÃO
16. ARQUIBANCADA
17. VESTIÁRIOS
18. ÁREA DE BRINQUEDOS
19. BANCO
20. QUIOSQUES
94 21. XADREZ GIGANTE
5.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público • Atividade física e esportiva de qualidade;
Alvo Prioritário • Desenvolver projetos de esportes, lazer e cul-
tura buscando mecanismos de autossuficiên-
Para o Parque Caiara foram definidos a seguinte cia e sustentabilidade;
missão, visão do futuro e negócios: • Comercialização de artesanatos e suvenires do
parque (réplicas, camisas, bonés e outros);
a) Missão: • Captar recursos e elaborar projetos de coo-
Promover a qualidade de vida através do perativismo e associativismo gerando traba-
desenvolvimento da prática de esportes, da lho e renda para sustentabilidade do parque; e
atenção à saúde e da execução de atividades • Propaganda para adotar as atividades e pro-
culturais cuidando das pessoas e do meio jetos do parque.
ambiente.
d) Público Alvo Prioritário:
b) Visão de Futuro: Crianças, jovens e at;etas de diversas modalida-
Ser tornar a grande referência na preparação de des esportivas (olímpicas e paraolímpicas), idosos
atletas, revelando talentos para o mundo. e turistas em geral.

c) Negócios (Produtos e Serviços): 5.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos


• No Parque se encontrará: atividades físicas de
esporte e lazer, escolinhas e oficinas de fute- Para os Parques do Projeto Capibaribe Melhor fo-
bol, vôlei, basquete, handebol, skate, teatro, ram definidos as seguintes diretrizes e objetivos es-
dança, festivais, eventos culturais, consertos, tratégicos:
shows ao ar livre;

a) Diretrizes Estratégicas:

Normas
Disciplinar e regular o uso dos espaços e equipamentos existentes nos parques.
de Uso

Desenvolver atividades que propiciem uma dinâmica inovadora e diferenciada


Atividades
para os parques e para usuários.

Garantir a sustentabilidade dos parques nas dimensões ambiental, social e


Sustentabilidade
econômica.

Promover o aprimoramento contínuo da administração focando em resultados,


Gestão disseminando e aprimorando ferramentas e técnicas de planejamento e gestão
compartilhada.

Participação Garantir a integração e a participação popular na governança dos parques e dos


poplunar seus entornos.

Articular parcerias com entidades públicas e privadas voltadas para a


Parcerias
implementação de melhorias nos parques e de suas ações.
95
b) Objetivos Estratégicos

Gestão e Social e Comunitário Ambiental


Gerenciamento

Garantir a permanente partici- Realizar atividades junto com Promover práticas de preser-
pação e integração com a co- parceiros públicos e privados de vação e proteção ao meio am-
munidade do entorno. cidadania e inclusão social nas biente nos parques .
comunidades do entorno .

Garantir a excelência na presta- Monitorar as políticas de desen- Promover programas de moni-


ção dos serviços ofertados pe- volvimento social implementa- toramento e educação ambien-
los parques, através de um am- das no entorno dos parques tal e coleta seletiva de lixo.
biente seguro e bem cuidado.

Estabelecer metas e sistemá- Garantir à gestão participativa Potencializar o uso coletivo das
tica de acompanhamento de dos paques com as comunida- margens do rio.
resultados. des do entorno.

Captar recursos para implemen- Ampliar o acesso da população Desenvolver ações de preser-
tação de projetos e atividades à serviços essenciais de cada vação e conservação do meio
de promoção a saúde, esporti- um dos parques. ambiente e do desenvolvimento
vas e de educação ambiental . sustentável.

Buscar parcerias com a iniciativa Desenvolver diferentes ativida- Reduzir a degradação ambiental
pública e privada na promoção des de integração e participação dos canais, do Açude de Apipu-
de eventos culturais, espor- popular na tomada de decisões cos e do Rio Capibaribe.
tivos e de proteção ao meio- referentes aos parques.
-ambiente.

96
5.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque

Melhorar a mobilidade e acessibilidade, através da:

Pavimentação e drenagem da Via Lindeira II


Implantação, melhoria, arborização e manutenção dos passeios e calçadas;
Criação de faixas exclusivas para pedestres nos principais acessos;
Criar ciclovia nas vias principais de acesso ao Parque;
Criar espaço de estacionamento para ônibus escolares e de turismo.

Melhorar a fiscalização e o controle urbano do entorno:

Inibindo a Feira do Troca, que ocorre todos os finais de semana na frente do Parque (Avenida Maurício de
Nassau);
Retirando o estábulo com criação de animais de grande porte existente na frente do Parque na Via Lindeira II.

Viabilizar parceria com o Sistema S (SEBRAE, SENAC e SENAI) para:

Formalização dos pequenos negócios;


Capacitação técnica e gerencial.

Viabilizar a retomada da construção da Refinaria Multicultural e incorporar sua área a do Parque, de


forma a integrar as ações culturais e esportivas sem prejuízo de pulverização de esforços e recursos.

Promover a integração com Bosque Ebenézer, localizado na frente do Parque, para:

Visitas monitoradas;
Capacitação de jovens em escultura e artes plásticas.

Viabilizar Parceria com a Secretaria de Segurança Pública no combate (repressão e prevenção) as


drogas;

Viabilizar Parceria com as Secretarias de Direitos Humanos e da Mulher para realizações de


Campanhas sobre a Prostituição (inclusive infantil) e combate a violência Doméstica;

97
Figura 5.3. Zoneamento do Parque Caiara

5.5. Zoneamento dos Parques do Projeto o zoneamento dos Parques Apipucos, Caiara e Santa-
Capibaribe Melhor na, que será apresentada a seguir.

Considerando as questões de classificação de ca- 5.5.1. Zoneamento e Usos Propostos para o Parque Caiara
tegorias dos parques, o zoneamento geral, os usos e
objetivos dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor O Parque Caiara é definido como Parque Urbano que,
foram definidas em conjuntos com os técnicos da conforme o inciso 2º do Artigo 125 do Plano Diretor do
UGP/Projeto Capibaribe Melhor, das Secretarias Mu- Recife é enquadrado como Unidade de Equilíbrio Am-
nicipais de Meio Ambiente, Esportes, Turismo e Saúde biental. Seus elementos marcantes são:

98
Parque Caiara

Ocupação do local Resgatar a dinâmica perdida


Integração das atividades
e o processo de através do Centro de Esporte
com a Renaria Multicultural
evolução urbana do entorno e Lazer

Segundo categoria estabelecida, o Parque Caiara é (inclusive amadores), escolinhas, participan-


classificado como esporte e lazer de porte médio. Para tes de campeonatos e torneios de atletismo e
reforçar seus elementos marcantes as equipes técni- usuários dos programas e projetos. Os usuá-
cas da Concremat e da Prefeitura do Recife decidiram rios devem possuir equipamentos específicos
elaborar um zoneamento especial, que se segue: (inclusive tênis) para uso do espaço. O campo
terá seu uso restrito à 2h p/dia sendo neces-
a. Zona de Preservação Ambiental e Contem- sário agendamento prévio.
plação - compreende a área do deck e as • Setor B - Desenvolvimento de Práticas Es-
áreas próximas ao Rio Capibaribe e Canais do portivas e Lazer: é composto de três quadras
Cavoco e São Mateus, seu limite é a pista de poliesportivas e campo de futebol. Seu uso
cooper. é geral das 7hs00min. as 12hs00min., das
13hs00min. as 17hs00min. e das 18hs00 as
Tem como objetivo assegurar a sustentabilidade 22hs00min. todos os dias. Para esses espa-
dos recursos naturais. Seu uso segue o seguinte dis- ços será necessário agendamento prévio e
ciplinamento: seu uso é de 1h (mínimo) e 3hs (máximo) p/
dia, para escolas (públicas e privadas), escoli-
1. Proibição de práticas que danifiquem os habi- nhas e grupos de usuários. Compreende ain-
tat e que impeçam a regeneração natural dos da o Setor B a pista de skate, a academia das
ecossistemas; cidades e o xadrez gigante que terá uso pro-
2. Proibição de piqueniques; gramado e a área de brinquedos com uso livre.
3. É permitida a contemplação da paisagem; e Todo Setor B é gramado não sendo permitida
4. É permitida a pesquisa científica. a presença de animais e bicicletas. Neste se-
tor não será permitida a realização de pique-
É composto ainda pelo Setor Especial de Embar- nique.
que e Desembarque Fluvial - com acesso restrito a • Setor Passeio/Cooper: compreende a área
passageiros tem seu uso permitido para atracação de passeio e cooper. Será exclusivo para ca-
de pequenas embarcações no horário das 5hs00min. minhadas e corridas, não sendo permitido
as 18hs00min.. Nesse setor está proibida a prática de uso de carrinhos de bebê, bicicletas, patins
pesca e retirada de areia. e patinetes nos horários de 5hs00min. as
9hs00min. e das 16hs00min. as 21hs00min.
b. Zona de Esportes e Lazer - tem como objeti- hs. É proibida a presença de animais.
vo a prática de esportes e lazer, é composta
pelos: c. Zona Especial de Administração e Serviços
• Setor A - Preparação de Atletas: compreende - tem como objetivo oferecer serviços aos
a área da pista de atletismo e campo de fute- usuários e visitantes dos parques, é compos-
bol gramado. Terá uso controlado para atletas ta pelo: 99
• Setor C - Setor Administrativo e de Supor- Caiara passa a ser dividido em quatro zonas, Zona
te ao Usuário: compreende a área da guarita, de Preservação e Contemplação; Zona de Espor-
estacionamento, bicicletário, administração, tes e Lazer; Zona Especial de Administração e
quiosques, vestiários e arquibancada. A admi- Serviços e Zona Especial de Eventos
nistração e a guarita é de acesso exclusivo dos Artigo 3º – Fica definido a Zona Preservação e
funcionários do parque. O estacionamento e Contemplação com objetivo de assegurar a susten-
bicicletário são de uso exclusivo de visitantes e tabilidade dos recursos naturais. Compreende a área
usuários do parque. O estacionamento poderá do deck e ás áreas próximas ao Rio Capibaribe e Ca-
ser cobrado. Os vestiários e arquibancadas são nais do Cavoco e São Mateus, seu limite é a pista de
de uso controlado para os atletas e praticantes cooper. Seu uso segue o seguinte disciplinamento:
de esportes das escolinhas, programas e pro-
jetos executados no parque. 1. Proibição de práticas que danifiquem os habi-
tat e que impeçam a regeneração natural dos
d. Zona Especial de Eventos - Tem como ob- ecossistemas;
jetivo assegurar espaços adequados para 2. Proibição de piqueniques;
realização de eventos e manifestação cul- 3. É permitida a contemplação da paisagem; e
turais, é composta pelo: 4. É permitida a pesquisa cientifica.
• Setor D - Alameda Cultural: compreende a
área do passeio geral e da Rosa dos Ven- Parágrafo único: Integra a Zona de Preservação e
tos. Seu uso será destinado a feirinhas de Contemplação:
artesanato, exposições, desfiles, ensaio de
bandas, fanfarras, agremiações carnava- Setor Especial de Embarque e Desembarque Flu-
lescas e eventos de qualquer natureza. Terá vial - com acesso restrito a passageiros tem seu uso
uso controlado, com agendamento prévio, permitido para atracação de pequenas embarca-
sendo permitidos no máximo quatro even- ções no horário das 5hs00min. as 18hs00min.. Nes-
tos p/semana. Para realização dos eventos se setor está proibida a prática de pesca (mesmo de
deverá ser observada a legislação e proce- subsistência) e a retirada de areia.
dimentos em vigor
Artigo 4º – Fica definido a Zona Esportes e Lazer
5.6. Regulamento Proposto para o Parque Caiara para a prática de atividades esportivas em diversas
modalidades e lazer ativo.
Das Atribuições
Parágrafo único: Integram a Zona Esportes e Lazer:
Artigo 1º – Confere à Secretaria Municipal de Meio
Ambiente da Cidade do Recife, por meio do Órgão • Setor A - Preparação de Atletas: compreende
Gestor (Diretoria de Parques e Praças - a ser criada) e a área da pista de atletismo e campo de fute-
do Conselho Gestor do Parque Caiara fazer cumprir as bol gramado. Terá uso controlado para atletas
regras e atribuições deste Decreto e dar outras pro- (inclusive amadores), escolinhas, participan-
vidências. tes de campeonatos e torneios de atletismo e
usuários dos programas e projetos. Os usuá-
Do Zoneamento das Áreas do Parque rios devem possui equipamentos específicos
(inclusive tênis) para uso do espaço. O campo
Artigo 2o – Em atendimento às diretrizes es- terá seu uso restrito a 2h p/dia sendo neces-
tabelecidas no Plano de Gestão dos Parques do sário agendamento prévio.
Projeto Capibaribe Melhor, visando o convívio • Setor B - Desenvolvimento de Práticas Es-
harmonioso de suas vocações, que reúne o de- portivas e Lazer: é composto de três qua-
senvolvimento de um pólo ambiental, o lazer con- dras poliesportivas e campo de futebol. Seu
templativo e a realização de eventos, o Parque uso é geral das 7hs00min. as 12hs00min., das
100
13hs00min. as 17hs00min. e das 18hs00min. será destinado a feirinhas de artesanato, ex-
as 22hs00min. todos os dias. Para esses es- posições, desfiles, ensaio de bandas, fanfarras
paços será necessário agendamento prévio e e agremiações carnavalescas e eventos de
seu uso é de 1h (mínimo) e 3hs (máximo) p/ qualquer natureza. Terá uso controlado, com
dia, para escolas (públicas e privadas), escoli- agendamento prévio, sendo permitida no má-
nhas e grupos de usuários. Compreende ain- ximo quatro eventos p/semana. Para realiza-
da o Setor B a pista de skate, a academia das ção dos eventos deverá ser observada a legis-
cidades e o xadrez gigante que terá uso pro- lação e procedimentos em vigor.
gramado e a área de brinquedos com uso livre.
Todo Setor B é gramado não sendo permitida Do Horário e Funcionamento
a presença de animais e bicicletas. Neste se-
tor não será permitida a realização de pique- Artigo 7º – O ingresso ao Parque Caiara é franquea-
nique. do ao público, diariamente, no horário das 05hs00min.
• Setor Passeio/Cooper: compreende a área às 22hs00min., com acessos restritos às suas áreas,
de passeio e cooper. Será exclusivo para ca- de acordo com a localização dos setores, conforme zo-
minhadas e corridas, não sendo permitido uso neamento proposto nos Artigos 3º, 4º, 5º e 6º.
de carrinhos de bebê, patins, patinetes e ska-
tes. É proibido a presença de animais. Parágrafo Primeiro: A Administração do Parque
tem funcionamento das 06hs00min. às 22hs00min.,
Artigo 5º – Fica definido a Zona Especial de Admi- de segunda a sexta-feira e das 08hs00min. às
nistração e Serviços que tem como objetivo oferecer 18hs00min., aos sábados, domingos e feriados.
serviços aos usuários e visitantes dos parques.
Parágrafo Segundo: A critério da Administração do
Parágrafo único: Integra a Zona Especial de Admi- Parque os horários fixados poderão sofrer alterações,
nistração e Serviços: por ocasião da realização de exposições, comemora-
ções ou outros eventos que justifiquem essa medida,
• Setor C - Setor Administrativo e de Suporte ao desde que atendam ao regulamento.
Usuário: compreende a área da guarita, esta-
cionamento, bicicletário, administração, quios- Do Acesso de Veículos (Motocicletas e Veículos de
ques, vestiários e arquibancada. A administra- Pequeno Porte)
ção e a guarita são de acesso exclusivo dos
funcionários do parque. O estacionamento, Artigo 8º – É proibida a entrada de motocicletas e
bicicletário são de uso exclusivo de visitantes e veículos de pequeno porte no interior do Parque.
usuários do parque. O estacionamento poderá
ser cobrado. Os vestiários e arquibancadas são Parágrafo Primeiro: A Administração do Parque
de uso controlado para os atletas e praticantes poderá emitir, solicitar ou recolher, a qualquer tempo
de esportes das escolinhas, programas e pro- o credenciamento temporário para veículos de fun-
jetos executados no parque. cionários e prestadores de serviços que necessitem
ingressar no Parque.
Artigo 6º – Fica definido a Zona Especial de Even-
tos que tem como objetivo assegurar espaços ade- Artigo 9º – Cabe à Administração do Parque anali-
quados para realização de eventos e manifestações sar e definir o melhor acesso a cada local, sendo que a
culturais. velocidade máxima permitida é de 20 km/h com pis-
ca alerta e farol baixo ligados.
Parágrafo único: Integra a Zona Especial de Eventos:
Artigo 10 – Fora dos horários e portões estabele-
• Setor D - Alameda Cultural: compreende a área cidos no Artigo 7º o somente será permitido o ingresso
do passeio geral e da Rosa dos Ventos. Seu uso no Parque de:
101
a. autoridades civis e militares, membros do Parágrafo Único: A Administração do Parque
Conselho Gestor, resgate médico, ambulân- poderá estudar e implementar taxa de estaciona-
cias, bombeiros e empresas permissionárias mento, nesse caso deve ser criado seguro que ga-
desde que no desempenho de suas funções e ranta a indenização por danos, furtos e roubos dos
devidamente identificados. veículos e/ou objetos deixados em seu interior
b. prestadores de serviços, expositores, organiza-
dores de eventos ou seus contratados, que exer- Artigo 15 – Os veículos estacionados ou em cir-
çam no Parque, temporariamente, atividades re- culação em locais não permitidos sofrerão as sanções
lacionadas à realização de mostras, exposições, previstas no atual Código Nacional de Transito.
feiras ou similares, desde que devidamente cre-
denciados pela Administração do Parque. Da Segurança
c. com autorização prévia da Administração do
Parque, servidores lotados no Órgão Gestor Artigo 16 – A segurança ficará a cargo da vigilân-
dos Parques ou contratados pela Secreta- cia privada com um mínimo de quatro guardas/ativos
ria Gestora, quando no desempenho de suas por dia, divididos em 2 turnos, durante 24 horas por
funções. dia, em todos os dias da semana. Serão distribuídos
d. prestadores de serviços das diferentes uni- estrategicamente pelo Parque garantindo a vigilância
dades de trabalho sediadas no Parque, desde e segurança de toda área do parque, nas portarias e
que devidamente credenciados. postos de vigilância fixos.
e. imprensa autorizada.
Parágrafo Único: Para reforçar a segurança deverão
Do Acesso de Veículo para Carga e Descarga ser instaladas câmeras de vídeo nos locais estratégi-
cos do Parque, a ser definido por estudo específico.
Artigo 11 – A entrada de caminhões de carga e
descarga se dará pelo estacionamento de segunda Da Implantação e Manutenção das Áreas Verdes do
a sexta-feira, das 14hs00min. às 17hs00min.. Poderá Parque
ser autorizada a entrada nos horários das 09hs00min.
às 11hs00min. ou das 15hs00min. às 17hs00min.. Artigo 17 – A Administração do Parque Caiara fisca-
lizará e orientará as empresas prestadoras dos serviços
Parágrafo Único: A entrada de veículos de grande de implantação e manutenção das áreas verdes, confor-
porte fora destes horários será previamente avaliada me contrato específico de prestação de serviços.
e, conforme análise, autorizada expressamente pela
Administração do Parque. Parágrafo Único: Fica proibido qualquer manejo
das áreas verdes sem o expresso consentimento da
Do Uso do Estacionamento de Veículos Administração do Parque.

Artigo 12 – O estacionamento de veículos é per- Da Limpeza, Higiene e Conservação do Parque


mitido somente para usuários, visitantes e funcioná-
rios do Parque no horário de seu funcionamento. Artigo 18 – A Administração do Parque Caiara fis-
calizará e orientará a empresa prestadora dos ser-
Artigo 13 – É expressamente proibida a utilização dos viços de limpeza/higiene sobre as necessidades e
estacionamentos do Parque para usos estranhos à sua especificações para a conservação e manutenção
função, ficando os responsáveis por tal infração sujeitos previstas nos contratos.
as sanções previstas no Código Nacional de Transito.
Parágrafo Único: Serviços de Limpeza, Higiene e
Artigo 14 – A Administração do Parque não se res- Conservação do Parque serão terceirizadas, dando-
ponsabiliza por danos, furtos e roubos dos veículos e/ -se preferência a contratação de pessoas da comu-
ou objetos deixados em seu interior. nidade.
102
Da Manutenção dos Quiosques da Administração, e que deverá ser postado na urna
“Comunicação Direta com o Usuário e Amigo do Par-
Artigo 19 – Cabe aos responsáveis pelos quios- que”, colocada na entrada da sede da Administração.
ques a limpeza, conservação e manutenção das par-
tes internas e externas incluindo pintura, esquadrias, Artigo 25 – É vedado, a qualquer tempo:
vidros, telhados, e outras necessidades, devendo ser
realizadas sempre que se mostrar necessário e sendo a. O ingresso ou permanência no Parque de
preciso a autorização da Administração do Parque. vendedores, camelôs, ambulantes ou qual-
quer pessoa que pretenda ingressar no Par-
Artigo 20 – A manutenção das estruturas físicas, que para praticar comércio, excetuados os
elétricas e hidráulicas necessárias à conservação e credenciados pela Administração do Parque;
segurança física dos quiosques deverá atender às b. O ingresso ou permanência no Parque de ani-
normas e regulamentos do tombamento. mais de estimação;
c. Danificar, colher frutos, subir e escrever nas
Artigo 21 – Caso a manutenção não atenda aos árvores do Parque;
padrões requeridos tecnicamente e previstos no ar- d. Quebrar, danificar, subtrair ou praticar qual-
tigo anterior, a Administração do Parque solicitará o quer ato de vandalismo com os bens públicos
cumprimento imediato dos serviços e obras neces- e municipais;
sários à segurança e preservação dos quiosques sob e. Sujar, jogar, lançar galhos, detritos ou qual-
pena dos responsáveis responderem às sanções pre- quer objeto nos espaços e alamedas;
vistas nos contratos de concessão/permissão. f. Utilizar churrasqueiras, fogareiros, fogueiras,
soltar balões, empinar pipas, queimar fogos de
Artigo 22 – É dever dos responsáveis pelos quios- artifícios e qualquer outra atividade que possa
ques a desinsetização, desratização e descupinização colocar em risco a população do Parque, bem
dos imóveis, com a orientação e fiscalização da Admi- como sua flora e fauna;
nistração do Parque, com as vistorias semestrais do g. Montagem de barracas, acampamentos ou
órgão público competente. qualquer similar nas dependências do Parque;
h. Praticar esportes de qualquer modalidade
Artigo 23 – As despesas de utilidades públicas fora das áreas especificadas e permitidas para
prediais das unidades, decorrentes de consumo de tais atividades;
energia e outras são obrigações dos responsáveis i. Importunar de qualquer forma os usuários
pelos quiosques, se utilizando o mecanismo de medi- freqüentadores, devendo adotar postura de
ção individual técnica dos consumos. civilidade e educação para o adequado conví-
vio social;
Do Público Usuário e Frequentador do Parque j. Fazer uso de buzinas, alto falantes e outros
aparelhos de amplificação de som, sob pena
Artigo 24 – Todos os usuários do Parque ficam de serem apreendidos pela fiscalização do
sujeitos a este Regulamento e às normas, instruções, Parque. Fica permitido a utilização de rádios,
orientações e determinações da Administração, de- gravadores portáteis e quaisquer outros apa-
vendo atender prontamente as solicitações dos fun- relhos de som, desde que sua utilização não
cionários representantes da Administração e vigilância. incomode aos demais usuários;
l. Desenvolver atividades em grupo e que pro-
Parágrafo Único: Todos os usuários do Parque te- voquem impactos e/ou perturbem o convívio
rão o fórum para questionamentos e discordâncias no Parque, sem comunicação e autorização da
dos regulamentos e normas estabelecidos. As ques- Administração do Parque; e
tões, dúvidas e sugestões serão recebidas, analisadas m. Desrespeitar ou desacatar as determinações e
e respondidas pelo Conselho Gestor do Parque Caiara, orientações dos funcionários e fiscais da Admi-
através de formulário específico disponível na sede nistração do Parque e da vigilância contratada.
103
Parágrafo Único: Será permitida a entrada de cão- Parágrafo Único: A prioridade é sempre do pedestre.
-guias, quando estiverem acompanhando deficientes
visuais. Artigo 33 – É expressamente proibido o trânsito
de bicicletas nas dependências dos parques.
Artigo 26 – É dever de todos, usuários e presta- Artigo 34 – O uso de skates, patins e bicicletas BMX
dores de serviços, zelar pelo patrimônio arquitetônico é permitido apenas na pista de skates localizada na Zona
e ambiental do Parque. Qualquer dano ocasionado ao de Esportes e Lazer. Os usuários da pista de skates de-
bem público deverá ser prontamente recuperado pelo vem observar as normas de segurança e uso do local,
infrator, devendo a equipe de segurança acionar as estando os funcionários e fiscais em serviço autoriza-
autoridades competentes, cabendo aos autores o en- dos a solicitar a conduta correta.
quadramento nas sanções previstas em Lei.
Da Realização de Campeonatos Esportivos e de
Artigo 27 – É proibido abandonar animais domés- Escolinhas
ticos e silvestres no Parque, bem como maltratá-los,
conforme Lei Federal nº 9.605/98, ficando a segu- Artigo 35 – A realização de campeonatos, tor-
rança do Parque autorizada a acionar as autoridades neios e escolinhas nas diversas modalidades espor-
competentes e a Polícia Militar. tivas serão desenvolvidas sob a orientação do Centro
Esportivo e deverão ser agendadas. Seu horário de
Artigo 28 – Fica expressamente proibida a entra- funcionamento será de segunda a domingo, no horá-
da ou a permanência de pessoas portando armas de rio das 07hs00min. às 18hs00min..
fogo, armas brancas ou similar.
Artigo 29 – Fica expressamente proibido filmar Artigo 36 – A autorização para a entrada e perma-
ou fotografar para fins publicitários ou comerciais, nência de grupos de atletas, estudantes e outros será
panfletar, colocar banners, faixas informativas, pla- de atribuição exclusiva da Administração do Parque,
cas ou similares nas dependências do Parque, a não com prévia análise e avaliação do requerimento.
ser quando autorizado expressamente pela Admi-
nistração, estando os funcionários e fiscais em ser- Parágrafo Único: Todo e qualquer imprevisto que
viço, autorizados a solicitar a conduta correta. venha ocorrer com estudantes será de inteira res-
ponsabilidade da entidade requerente/coordenador
Artigo 30 – Ficam expressamente proibidas do campeonato, torneio e/ou escolinha. O acesso às
ações promocionais de qualquer natureza, sejam áreas do Parque somente será permitido com uso de
elas comerciais, políticas, religiosas, culturais e identificação da entidade promotora.
outras, devendo todo e qualquer evento dessa
espécie ser submetido à apreciação da Adminis- Da Utilização das Áreas Destinadas a Eventos
tração do Parque e do Conselho Gestor.
Artigo 37 – Para a utilização das dependências do
Da Utilização das Áreas do Parque Parque Caiara, os interessados deverão enviar reque-
rimento de solicitação por escrito, com pelo menos
Artigo 31 – É expressamente proibida qualquer 30 (trinta) dias de antecedência, devendo constar to-
atividade que impeça ou prejudique a livre e espontâ- dos os detalhes do evento, sua finalidade, data, horá-
nea circulação do usuário com segurança ou em qual- rios de funcionamento, espaços requeridos e outros.
quer outra dependência do Parque, assegurando-se Para a realização dos eventos, os interessados deve-
o convívio harmonioso e civilizado de seus freqüen- rão recolher as taxas públicas conforme legislação, e
tadores. cumprir as normas e procedimentos para realização
de eventos do Parque, fornecidos pela Administração.
Artigo 32 – A prática de atividades esportivas fica
autorizada somente nas dependências destinadas a Parágrafo Único: O Parque Caiara por sua vocação
esse uso. dará prioridade para os eventos, atividades e ocorrên-
104
cias voltadas ao Esporte, Cultura e Educação (inclusive serviço e atendimento a emergências médicas, siste-
ambiental). É atribuição da Administração do Parque e mas de comunicação, limpeza e higiene dos banhei-
do Conselho Gestor, autorizar os eventos, podendo in- ros, faxineiros, insumos e materiais de limpeza, lixeiras
terferir nas propostas sempre que julgar pertinente e e locação de caçambas para retirada do lixo, dimen-
útil para o Parque e sua população usuária. sionados de acordo com o porte do evento. Demais
necessidades não previstas neste artigo também são
Artigo 38 – Qualquer instalação hidráulica, elétri- de responsabilidade da entidade promotora.
ca, locação de gerador, abastecimento de água com
caminhões pipa nas áreas internas do Parque e outras Artigo 42 – Fica determinado que todo e qualquer
necessidades correlatas para a realização do evento, assunto, tema ou ocorrências a serem propostos para
serão custeadas pelo promotor do mesmo, e devem seu desenvolvimento nas dependências do Parque
ser autorizadas, orientadas e fiscalizadas pela Admi- Caiara e não abordados neste regulamento, deverão
nistração do Parque. ser submetidos à apreciação da Secretaria Gestora dos
Parques, através de sua Administração e ao Conselho
Artigo 39 – Durante e ao término do evento, todos Gestor do Parque. Caso não se cumpra esta determi-
os espaços utilizados serão vistoriados por técnicos nação, qualquer atividade, ocorrência ou evento estará
da Administração e em se verificando a ocorrência de expressamente vetada/proibida de vir a ser realizada.
qualquer dano ao patrimônio arquitetônico ou am-
biental, o mesmo deverá ser prontamente recuperado Artigo 43 – Toda e qualquer alteração, modifica-
pela entidade promotora do evento. Caso, seja impos- ção, inclusão ou exclusão das regras constantes des-
sível a reparação do dano causado, serão aplicadas as se regulamento deverão ser submetidas a Secretaria
sanções previstas no Termo de Responsabilidade, não Gestora dos Parques, à Administração do Parque e ao
isentando o responsável danificador de vir a respon- Conselho Gestor do Parque Caiara.
der em outras instâncias, pelos prejuízos causados ao
patrimônio público. 5.6.1. Regimento Interno Proposto para o Conselho
Gestor do Parque Caiara
Artigo 40 – Os eventos realizados pelas unidades
permissionárias deverão respeitar também o que foi Capítulo I - Da Natureza e da Finalidade
definido no Termo de Permissão de Uso, Termo de
Responsabilidade e os regulamentos, normas e pro- Artigo 1º - O Conselho Gestor do Parque Caiara
cedimentos para a realização de eventos no Parque. é de natureza permanente e deliberativo, cujas de-
cisões tenham caráter vinculante, no limite das suas
Parágrafo Único: Para o adequado controle das atribuições.
necessidades e impactos na rotina do Parque, as
permissionárias deverão apresentar anualmente o Artigo 2º - O Conselho Gestor do Parque Caiara
calendário de eventos para a Administração e para o tem por finalidade atuar na elaboração do planeja-
Conselho Gestor, devendo proceder a sua atualiza- mento, no gerenciamento, na avaliação, na fiscali-
ção sempre que ocorrer qualquer modificação. A não zação e no controle da execução das políticas e das
comunicação de uma eventual alteração e/ou modi- ações, em sua área de abrangência.
ficação em determinado evento, pode ocasionar seu
cancelamento definitivo por parte da Administração Capítulo II - Da Composição
do Parque.
Artigo 3º - O Conselho Gestor do Parque Caiara tem
Artigo 41 – Todo evento deverá ter um sistema de composição bipartide, constituído por no mínimo 12
segurança, limpeza, conservação e manutenção com- (doze) membros e no máximo 18 (dezoito) membros e
plementar ao do Parque. Será de inteira responsabili- respectivos suplentes, com 04 (quatro) representantes
dade da entidade promotora do evento a ampliação da sociedade civil, sendo 04 (quatro) representantes
e adequação do número de seguranças e vigilantes, dos usuários do Parque e 04 (quatro) representantes de
105
entidades afetas ao Parque; e 06 (seis) representantes Capítulo IV - Da Organização e Funcionamento
do Poder Executivo.
Artigo 5º - O plenário do Conselho Gestor do Par-
Parágrafo Primeiro: O mandato dos integrantes do que Caiara é o fórum de deliberação plena e consultiva,
Conselho Gestor do Parque Caiara será de 02 (dois) anos, configurado por reuniões ordinárias e extraordinárias.
permitida uma recondução e ou reeleição;
Artigo 6º - As reuniões do Conselho serão ampla e
Capítulo III - Das Competências previamente divulgadas com participação livre a todos
os interessados, na qualidade de ouvintes.
Artigo 4º - Compete ao Conselho Gestor do Par-
que Caiara: Parágrafo Primeiro: As reuniões ordinárias se-
rão mensais podendo ser convocadas extraordi-
I. Participar da elaboração e aprovação do planeja- nariamente por solicitação do Administrador do
mento das atividades desenvolvidas no Parque; Parque ou por, no mínimo, 1/3 (um terço) de seus
II. Propor medidas visando a organização e a membros.
manutenção do Parque, a melhoria dos siste-
mas de segurança em todos os seus aspectos, Parágrafo Segundo: Da pauta da reunião ordinária
o atendimento aos usuários, a consolidação constará:
do seu papel como unidade de conservação e
educação ambiental, área de lazer e cultura; a. Discussão e aprovação da ata da reunião an-
III. Participar ativamente na elaboração e apro- terior
vação dos regulamentos que regerão o uso b. Informes
de todos os espaços do Parque e ainda opinar c. Definição e discussão de pauta
previamente, com caráter vinculante, sobre d. Deliberações
pedidos de autorização para referida utilização, e. Encaminhamentos
inclusive no tocante à realização de eventos de f. Encerramento
qualquer natureza;
IV. Fiscalizar e opinar sobre o funcionamento do Parágrafo Terceiro: As reuniões terão o tempo pre-
Parque e das atividades no seu entorno, que o visto de 120 minutos de duração, podendo ser prorro-
afete. gado este período por decisão da assembléia reunida.
V. Articular a população do entorno do Parque
para promover debates e propostas para as Parágrafo Quarto: Em todas as atas das reuniões
suas questões ambientais; deverão constar:
VI. Examinar propostas, denúncias e queixas en-
caminhadas por qualquer pessoa ou entidade a. Relação dos participantes, seguida do nome
e a elas responder; de cada membro com sua representação;
VII. Acompanhar as Assembléias do Orçamento b. Resumo de cada informe, onde conste de for-
Participativo da microrregião do entorno do ma sucinta e o nome do Conselheiro e o as-
Parque, e/ou qualquer outro mecanismo de sunto ou sugestão apresentada;
definição de prioridades; c. Relação dos temas abordados na ordem do
VIII. Elaborar e publicar relatório anual sobre o fun- dia, com indicação do (s) responsável (eis)
cionamento do Parque e sobre o seu próprio pela apresentação e a inclusão de alguma ob-
funcionamento, visando solucionar dificulda- servação quando expressamente solicitada
des, reforçar acertos e contribuir para o plane- por Conselheiro (a);
jamento do próximo período; d. As deliberações tomadas e, quando for o caso,
IX. Definir prioridades sobre a destinação das registrar o número de votos contra, a favor e
verbas auferidas com a receita dos eventos e abstenções, incluindo votação nominal quan-
de doações. do solicitada.
106
Artigo 7 º - A opção preferencial para a tomada de III. No caso da saída do representante dos
decisão do Conselho é o consenso. trabalhadores, o mesmo será substituí-
do pelo suplente, respeitada a ordem de
I. Não se chegando a um consenso quanto a classificação.
alguma deliberação será feita a votação da
mesma; Capítulo V - Atribuições dos Representantes
II. Nas reuniões do Conselho Gestor cada mem-
bro terá direito a um voto; Artigo 9º - Aos Conselheiros incumbe:
III. O quorum mínimo para deliberação de qual-
quer matéria de competência do Conselho I. Zelar pelo pleno e total desenvolvimento das
Gestor será de metade mais 01 (um) dos vo- atribuições do Conselho Gestor do Parque
tos, desde que esteja presente a maioria sim- Caiara;
ples dos seus Conselheiros. II. Estudar e relatar, nos prazos preestabeleci-
IV. No caso do empate, em que não haja consen- dos, matérias que lhes forem distribuídas;
so, haverá um plebiscito no prazo máximo de III. Apreciar e deliberar sobre matérias submeti-
30 dias corridos, cujo modus faciendi será de- das ao Conselho para votação;
finido pelo Conselho Gestor. IV. Apresentar moções ou proposições sobre
os assuntos de interesse do Parque e/ou do
Parágrafo Primeiro: Ao término de cada reunião meio ambiente;
será feita nova convocação dos membros efetivos V. Requerer, por escrito, votação de matéria em
que deverá constar em ata. regime de urgência;
VI. Acompanhar e verificar o funcionamento dos
Parágrafo Segundo: Aqueles que não integrarem o serviços do Parque;
Conselho Gestor do Parque Caiara terão apenas o di- VII. Desempenhar outras atividades necessárias
reito a ouvir, ressalvando-se os suplentes, que terão ao cumprimento do seu papel e ao funciona-
direito a voz. mento do Conselho.

Artigo 8º - Perderá o mandato automaticamente Artigo 10 - Fica vedado qualquer tipo de remune-
o Conselheiro que deixar de comparecer sem justi- ração aos membros do Conselho Gestor do Parque
ficativa documental, a 03 (três) reuniões ordinárias Caiara, cujas atividades são consideradas como ser-
consecutivas ou a 06 (seis) intercaladas no período viço de relevância pública.
de um ano.
Capítulo VI - Disposições Gerais
I. A perda do mandato será declarada pelo
Plenário do Conselho Gestor, por decisão Artigo 11 - Os casos omissos e as dúvidas surgidas
de maioria simples (cinqüenta por cento na aplicação do presente Regimento Interno deverão
mais um) dos seus membros, comunicando ser dirimidos em assembléia ordinária do Conselho
a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestor do Parque Caiara, observando-se o Artigo 12.
para tomada das providências necessárias
à sua substituição na forma da legislação Artigo 12 - O presente Regimento Interno
vigente; entrará em vigor na data de sua publicação, só
II. No desligamento do Titular, o 1º (primeiro) su- podendo ser modificado com aprovação de 2/3
plente de acordo com a ordem de classifica- (dois terços) dos membros do Conselho Gestor
ção, o substituirá; do Parque.

107
5.7. Programas Propostos

Programa de Gestão
Objetivo: Garantir o funcionamento de todas as atividades de gestão do Parque Caiara, através da organização e
controle administrativo, compreendendo atividades voltadas à administração, manutenção e fiscalização da qua-
lidade ambiental.
Duração: Permanente.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
1. Acompanhar a execução das ações pre-
vistas no Plano de Gestão, elaborando es-
Instituição executora do SEMAM/Recife, EMLURB,
tratégias para sua implantação.
Plano de Gestão Universidades e Outros
2. Avaliar anualmente a implementação do
Plano de Gestão.

3. Gerenciar as atividades rotineiras (fiscali-


Instituição executora do
zação, vigilância, limpeza e manutenção das SEMAM/Recife e EMLURB
Plano de Gestão
áreas verdes e das placas de sinalização).

4. Sistema de Sinalização Universal do Par-


que, com vistas a ordenar o fluxo, tratando- SEMAM/Recife, Departamento de
Instituição executora do
se o aspecto de comunicação e indicação Design do Instituto Tecnológico
Plano de Gestão
das áreas, equipamentos estruturais e facili- Federal - IFPE (Campus Recife)
tar o bom uso;
5. Implantar o Serviço de Orientação ao
Usuário, com vistas a prestar informações
sobre o parque, uso dos equipamentos e SEMAM/Recife, Secretaria Muni-
Instituição executora do
práticas esportivas (exemplo: tipo de tênis cipal de Administração e Centro de
Plano de Gestão
para caminhada e corrida) e orientações Integração Escola Empresa (CIEE)
sobre saúde (aferição de pressão, teste de
glicemia e outros);

6. Implantar enfermaria de primeiros Instituição executora do Secretaria Municipal de Saúde e


socorros Plano de Gestão Universidades

Escola de Governo Municipal,


7. Reforçar a infra-estrutura física e técnica
Técnicos da SEMAM Faculdade de Administração -
da Secretaria Municipal de Meio-Ambiente
FCAP, EMLURB E URB/Recife.

Programa de Fiscalização e Controle Ambiental

Objetivo: Garantir a proteção ambiental do Parque Caiara, através da fiscalização integrada entre os órgãos am-
bientais, nas diversas esferas.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

• SEMAM / Recife. Secretaria Munici-


pal do Meio Ambiente na fiscalização
1. Estabelecer rotinas de fiscalização, bem
ambiental dos Parques, no município
como manter plantão de fiscalização no
do Recife
Parque Caiara, proteção da flora e fauna
Usuários do Parque
local, em consonância com o Decreto n.o
• Envolver a Brigada Ambiental da
23.677/2008, que dispõe sobre o Poder de
Guarda Municipal do Recife e a Com-
Polícia Ambiental.
panhia Independente de Policiamento
108 do Meio Ambiente (CIPOMA)
Programa de Educação Ambiental e Comunicação
Subprograma: Educação Ambiental e Interpretação da Natureza
Objetivo: Desenvolver processo educativo através do contato com a natureza e divulgação de informações, vi-
sando a sensibilização dos participantes e construção de valores pautados na conservação ambiental.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

SEMAM/Recife, EMLURB, SA-


1. Capacitar monitores ambientais que atua- Comunidade local, universida- NEAR, ONGs, SEMAS/PE, CPRH,
rão nos projetos de Educação Ambiental; des e escolas do entorno. Universidades, Institutos de
Pesquisas, e Empresas
2. Criar e implementar “calendário ecológico”
dos Parque de Caiara para o desenvolvimento Usuários do Parque, universi-
SEMAM/Recife
de atividades de educação ambiental em datas dades e escolas do entorno.
comemorativas relacionadas ao meio ambiente;
3. Eleger junto aos visitantes dos Parques Usuários do Parque e escolas SEMAM/Recife e população lo-
um mascote ambiental para os parques; do entorno. cal

4. Estimular o uso do Parque pelas escolas do


SEMAM/Recife e Secretaria
entorno, para o desenvolvimento de ativida- Escolas do entorno
Municipal de Educação
des ecológicas;
SEMAM/Recife, EMLURB, SA-
5. Elaborar material educativo/informativo
NEAR, ONGs, SEMAS/PE, CPRH,
que potencialize o processo interativo e in- Usuários do Parque
Universidades, Institutos de
terpretativo do visitante com o Parque
Pesquisas, e Empresas
6. Catalogar as espécies nativas da Mata SEMAM/Recife, ONGs, Univer-
Atlântica presentes no Parque Caiara com sidades, Institutos de Pesqui-
Usuários do Parque, universi-
placas de identificação com os nomes cien- sas, e Empresas
dades e escolas do entorno.
tíficos e populares das árvores, servindo,
assim, de bosques didáticos;
7. Promover encontros com educadores das
escolas do entorno, a fim de organizar aulas SEMAM/Recife e Secretaria
Escolas do entorno
ao ar livre, para observação e reconhecimen- Municipal de Educação
to de elementos da vegetação e da fauna;
8. Promover reuniões, campanhas e outras ativi-
SEMAM/Recife, EMLURB, SA-
dades com a comunidade de entorno e empresas
Comunidades do entorno e NEAR, ONGs, SEMAS/PE, CPRH,
locais sobre os impactos ambientais provocados
empresas locais Universidades, Institutos de
nos limites do Parque Caiara, a exemplo de polui-
Pesquisas, e Empresas
ção hídrica, deposição indevida de lixo.
9. Criar um Núcleo de Educação Ambiental
(NEA) no Parque de Caiara para o levanta-
Usuários do Parque, universi-
mento dos problemas socioambientais do SEMAM/Recife
dades e escolas do entorno
parque e seu entorno e a proposição de solu-
ções junto à comunidade local.
10. Estimular o lazer contemplativo das pai-
sagens naturais do parque com foco no Açu- Usuários do Parque SEMAM/Recife
de Caiara e nas margens do Rio Capibaribe;
11. Promover oficinas de reciclagem de resí- Usuários do Parque, universi-
SEMAM/Recife, ONGs
duos gerados no parque. dades e escolas
SEMAM/Recife, SANEAR, ONGs,
12. Promover a sensibilização sobre a racio-
Usuários do Parque CPRH, Universidades e Institutos
nalização do uso da água no parque;
de Pesquisas.
Usuários do parque, comuni- SEMAM/Recife, ONGs, Univer-
13. Realizar compostagem com as folhas 109
dade do entorno, universida- sidades, Institutos de Pesqui-
recolhidas diariamente do chão do parque;
des e institutos de pesquisa sas;
Programa de Conservação Ambiental
Objetivo: Garantir a qualidade ambiental dos Parques Caiara.
Duração: Permanente.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
1. Realizar podas periódicas nas árvores presen-
tes no parque, conforme as orientações da Lei
Usuários do parque EMLURB
Municipal 17.657/2010 que dispõe o parágrafo
único do artigo 33 da Lei Orgânica do Recife;
SEMAM/ Brigada Ambiental da
2. Proibir de caiar, pintar, pichar, fixar pre-
Guarda Municipal do Recife e a Com-
gos, faixas, cartazes ou similares em árvo-
Usuários do Parque panhia Independente de Policia-
res, seja qual for o fim, de acordo com a Lei
mento do Meio Ambiente (CIPOMA)
17.657/2010;
na fiscalização dos Parques
3. Implantar um sistema de rega no Parque
Usuários do Parque EMLURB
Caiara;
4. Realizar o controle de pragas nas espécies
da flora e fauna do parque por meio do trata- Usuários do Parque EMLURB
mento fitossanitário;
5. Apoiar iniciativas de saneamento básico no
entorno do Parque de Caiara (sistema de es- SEMAM/Recife, EMLURB e Autar-
Usuários do Parque
gotamento sanitário de coleta e tratamento quia SANEAR
de esgotos nas comunidades);
6. Prevenir queimadas nas áreas verdes com
a implantação de sistema de detecção e Usuários do Parque SEMAM/Recife e Corpo de Bombeiros
alarme de incêndio;
7. Capacitar os funcionários do Parque, sobre
SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
o manejo de animais urbanos, que podem vir
Funcionários dos Parques CPRH, Universidades, Institutos de
a circular nos parques, como: cobras, timbus,
Pesquisas, e Empresas
dentre outros;

8. Sensibilizar os funcionários e usuários do


Parque, para que não sejam realizados maus
Usuários do parque
tratos aos animais e para que os mesmos
sejam afugentados para as áreas verdes;

9. Solicitar o apoio do Corpo de Bombeiros


quando houver necessidade de resgate de Corpo de Bombeiros
animais silvestres no Parque;
10. Enviar para o Centro de Triagem de Ani-
mais Silvestres (CETAS) do Instituto Brasileiro Corpo de Bombeiros/Brigada Am-
de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais biental da Guarda Municipal do Re-
(IBAMA) os animais silvestres que apresen- cife
tem danos físicos
11. Disposição de lixeiras para a coleta seletiva
SEMAM/Recife, EMLURB, Autarquia
no Parque de Caiara e Caçamba para armaze- Usuários do Parque
SANEAR
namento dos resíduos coletados.
Usuários do parque, co-
12. Realizar compostagem com as folhas munidade do entorno, SEMAM/Recife, ONGs, Universida-
recolhidas diariamente do chão do parque; universidades e institutos des, Institutos de Pesquisas;
de pesquisa
13. Reduzir emissão de Carbono com a im-
Usuários do Parque
plantação de painéis solares fotovoltaicos
16. Captar água da chuva e armazenar em
Usuários do Parque
110 cisterna
Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer
Objetivo: Democratizar o acesso à prática e os conhecimentos que envolvem o esporte e lazer, bem como de-
senvolver criticamente aprendizagens relacionadas com a cultura corporal e esportiva, além de auto-organização
comunitária.
Duração: Permanente.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Círculos de Esportes - trabalha os con-


teúdos esportivos através de Oficinas e
Escolinhas;

2. Círculos de Lazer e Cidadania - realiza as


oficinas com conteúdos da cultura não es- Ministério do Esporte, Núcleo do
portiva (dança, teatro, música e artes), além Programa Esporte e Lazer da Cida-
de projetos especiais voltados as pessoas Usuários do Parque e co- de do Recife, Programa Nacional de
idosas, com necessidades especiais e outros munidades do entorno. Segurança Pública com Cidadania
segmentos sociais; - PRONASCI, Secretaria Municipal de
Assistência Social.
3. Círculos de Esporte e Juventude - traba-
lha os conteúdos da cultura lúdica e espor-
tiva da juventude da cidade.
4. Oficina de Esportes Radicais (Skate e
Bicicross).

Programa Parque Ação+

Objetivo: Prestar e ampliar os serviços sociais relacionados aos direitos e a saúde do trabalhador, para as comu-
nidades do entorno dos parques em forma de Mutirão de Cidadania e Mutirão da Sáude
Duração: 1 vez por semestre.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Mutirão da Cidadania - retirada de documen-


tos, palestras e oficinas sobre direitos, combate
Secretarias Municipais de Sáude,
a violência doméstica, LGBT e outros temas
Direitos Humanos, Governo, As-
relacionados;
Usuários do Parque e suntos Jurídicos, Assistência Social,
comunidades do en- Educação, Secretaria de Defesa So-
2. Mutirão da Saúde - atendimento médico: of-
torno. cial do Governo do Estado, Serviço
talmológico, odontológico, prevenção do câncer
Social da Indústria (SESI-PE) e Ser-
de mama e de próstata; palestras educativas
viço Social do Comércio (SESC-PE)
sobre sexualidade e combate ao consumo de
drogas.
Secretaria Municipal de Desenvol-
vimento Econômico - PROJOVEM,
Comunidades do En-
3. Programa de Capacitação e Qualificação PROJOVEM Trabalhador, Sistema S
torno, Funcionários e
Profissional para as demandas do Parque (SEBRAE, SENAI, SENAC e SENAR)
Estagiários
e Secretaria Estadual de Trabalho,
Qualificação e Empreendedorismo

111
Programa Parque Cultural

Objetivo: Valorizar as manifestações culturais existentes no entornos dos parques e criar calendário com progra-
mação cultural mensal, com vistas atrais visitantes e turistas.
Duração: Permanente.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Articular com a Secretaria Municipal de Cultura,


com vistas a elaboração do cadastro das organi-
zações culturais.
Secretarias Municipais de Cultura,
2. Elaborar Calendário Cultural do Parque e pro- Turismo, Fundação de Cultura, EM-
mover sua divulgação no trade turístico do mu- Usuários do Parque
PETUR, FUNDARPE, ONG’s e Organi-
nicípio; e comunidades do
zações Culturais Locais
entorno
3. Implantar o Balcão de Informações Turístico
-Histórico-Cultural;
4. Oficinas de Artesanato (verificar materiais
existentes nas comunidades do entorno).

Adolescente e Jovens Diretoria de Esportes do Geraldão


5. Oficinas de Circo da comunidade do e Organização Social Parques do
entorno Capibaribe

Programa Serviço Civil Voluntário

Objetivo: Visa o desenvolvimento social local, através de ações caráter sócio-educativo e cultural; da integração e
resgate da cultura familiar; da realização do civil voluntário e da promoção do protagonismo juvenil.
Duração: Permanente.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Implantar a Brigada Escoteira Ambiental e


Cultural; Secretarias Municipais de Edu-
cação, Assistência Social, Meio
2. Formação e capacitação:
Ambiente, Organização Parques
2.1) Educação Ambiental e Sustentabilidade; do Capibaribe, ONG’s e Empre-
Jovens e adolescente na
2.2) Desenvolvimento e Ética Social; sas Privadas
faixa etária
2.3) Resgate e Suporte a Vida;
2.4) Educação Desportiva; 11-17 anos moradores do
entorno do Parque
2.5) Educação Musical; Proponente: 19o. Grupo de Esco-
2.6) Formação Cultural; e teiros Criança Cidadã
2.7) Formação Escoteira
3. Apoio psicossocial as famílias dos jovens
Secretaria de Meio Ambiente
4. Criação de Site e outras mídias de divulgação
Participantes do Projeto e Empresas do Porto Digital do
e promoção do Programa;
Recife
5. Ação Comunidade que Faz: visa fomentar
o serviço civil voluntário no Parque Caiara e
outros equipamentos públicos existentes no Secretaria de Meio Ambiente,
Comunidades do Entorno
entorno (escolas, creches e postos de saúde ONG’s e Empresas Privadas
municipais e outros), bem como promover o
112 protagonismo juvenil.
5.8. Caderno de Manutenção

ITEM: PISO INTERTRAVADO


DESCRIÇÃO
O Parque Caiara possui uma área de 15.000 m² com piso do tipo intertravado (paver) nas cores cinza, camurça,
terracota, vermelho e marrom.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 2 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 2 anos repor toda a área construída.

ITEM: PISO ROSA DOS VENTOS


DESCRIÇÃO
Piso industrial durberton nas cores verde, marrom, vermelho Vico, laranja, azul, azul claro, amarelo vivo, amarelo
claro e branco) que formam o desenho da rosa dos ventos numa área total de 315 metros.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 10 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

113
ITEM: PISO PISTA DE ATLETISMO
DESCRIÇÃO
Pista de atletismo de alta performance com área igual a 4.600,00m². Execução de piso esportivo moldado “in
loco”. Grânulos de borracha SBR aglomerados com resina de poliuretano, POLYTAN WS de 13mm, de alta re-
sistência sem juntas ou emendas, inclusive demarcação das raias e escalonamento da pista, de acordo com as
regras e normas internacionais de atletismo.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza se dará de acordo com as normas estabelecidas para 10 anos
esse tipo de piso. Essas normas deverão ser disponibilizadas
pelo fornecedor da pista de atletismo.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85 por m²
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 20% da área construída.

ITEM: PISO QUADRA


DESCRIÇÃO
O piso composto com base asfáltica e revestimento em acrílico nas cores tijolo, verde, verde escuro, azul e azul
escuro. Totalizando 1.890m² de todas as quadras poliesportivas.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Desgastes da pintura.
• Sujeira diversas.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deverá ocorrer diariamente. A pintura deverá ocorrer 10 anos
anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85 por m²
Limpeza: diária
Pintura: anualmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 20% da área construída.

ITEM: PISO TÁTIL


DESCRIÇÃO
São 260 m² de piso tátil no Parque Caiara.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte do piso deve ser realizado a cada 5 anos.
114 PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 45 por m²
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 10% da área construída.
ITEM: MEIO FIO
DESCRIÇÃO
O meio fio é feito de concreto para pavimentação prensado (padrão DNER) rejuntado com argamassa de cimen-
to e areia no traço 1:2.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte deve ser realizado a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 30,00 por m
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 20% da área construída.

ITEM: EQUIPAMENTOS - ACADEMIA DA CIDADE


DESCRIÇÃO
Possui equipamentos em concreto aparente com barras metálicas em tubo de ferro pintadas na cor azul.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
• Ferrugem das partes metálicas
• Rachaduras
• Desgaste da pintura.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e pequenos reparos devem ser realizados anualmente. 10 anos
Com aproximadamente 2 anos deverá ser feita uma avaliação
das estruturas e uma reforma mais consistente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.700,00
Limpeza: diariamente
Pintura e pequenos reparos: anualmente
Reparo: 2 anos

115
ITEM: BARRAS DE FERRO – BICICLETÁRIO
DESCRIÇÃO
As barras de ferro instaladas na entrada do parque serão utilizadas como estacionamento para bicicletas. Este
suporte para bicicletas é feito em chapa metálica galvanizada com pintura na cor cinza.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição parcial de 10 anos
10% da área por ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área
Substituição total: 10 anos

ITEM: GRADIL E PORTÕES


DESCRIÇÃO
O gradil é feito de ferro galvanizado em barras verticais pintadas na cor verde folha e envolve quase todo o par-
que, exceto na beira do Rio e dos muros das casas. São cerca de 770 metros de gradil.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos das grades
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 10% da área 10 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área: anualmente
Substituição total: 10 anos

116
ITEM: ALAMBRADO
DESCRIÇÃO
O alambrado é todo feito por malha e tubo galvanizado pintados na cor verde e envolverá as três quadras polies-
portivas e também o campo de futebol.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos do alambrado.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 20% da área 5 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 20% da área: anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: CALHA DE DRENAGEM – CAMPO DE FUTEBOL E QUADRAS


DESCRIÇÃO
A calha de drenagem que envolve o campo de futebol e as quadras poliesportivas do Parque Caiara é feita em
concreto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Inpecificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo durante os 5 anos de garantia dos
serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte deve ser realizado a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 30,00 por m
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 20% da área construída.

117
ITEM: PISTA DE SKATE
DESCRIÇÃO
A pista e a rampa de skate possuem dimensões oficiais e formato compatível com as necessidades de mano-
bras dos atletas. O piso e as rampas foram construídos em concreto pigmentado Bayferroz.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 10 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: BARRAS DE FERRO – BICICLETÁRIO


DESCRIÇÃO
A pista de skate possui corrimão feito de tubo metálico galvanizado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição parcial de 5 anos
20% da área por ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área
Substituição total: 10 anos

118
ITEM: GUARDA CORPO – PISTA DE SKATE
DESCRIÇÃO
O guarda-corpo é feito em concreto pigmentado bayferrox vermelho com cimento claro.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente. 20 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00 por m²
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: DECK FLUTUANTE


DESCRIÇÃO
A estrutura do deck flutuante, guarda-corpo, e a rampa móvel foram feitas em Ipê aparelhado e envernizado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Madeiras do piso soltas
• Madeiras do piso quebradas
• Verniz desgastado
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza com a utilização de produtos adequados à aplicação 10 anos
em madeira envernizada. Aplicação de verniz anualmente e
substituição de 10% da área total da madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição parcial: 10% da área anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: CARAMANCHÃO
DESCRIÇÃO
O Parque Caiara possui um Caramanchão de 115,4 metros próximo a borda do Rio Capibaribe. Feito de madeira
de eucalipto enclavado e aplicado verniz .
PONTOS DE ATENÇÃO
• Madeiras do piso soltas
• Madeiras do piso quebradas
• Verniz desgastado
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza com a utilização de produtos adequados à aplicação 10 anos
em madeira envernizada. Aplicação de verniz anualmente e
substituição de 10% da área total da madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição parcial: 10% da área anualmente
119
Substituição total: 10 anos
ITEM: COBERTURA DA ENTRADA
DESCRIÇÃO
O Parque Caiara possui um Caramanchão de 115,4 metros próximo a borda do Rio Capibaribe. Feito de madeira
de eucalipto enclavado e aplicado verniz .
PONTOS DE ATENÇÃO
• Madeiras do piso soltas
• Madeiras do piso quebradas
• Verniz desgastado
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza com a utilização de produtos adequados à aplicação 10 anos
em madeira envernizada. Aplicação de verniz anualmente e
substituição de 10% da área total da madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição parcial: 10% da área anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: CERÂMICAS – PISO


DESCRIÇÃO
Piso dos quiosques, banheiros, depósitos, administração e vestiário são feitos em revestimento cerâmico tipo A
40 x 40 cm.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas do piso deve ser feita semanalmente 10 anos
com aplicação de produtos químicos apropriados. A substituição
de partes quebradas/desgastadas deverá ser realizada assim
que forem identificados. A substituição total deverá ser realizada
em aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35,00 m²
Substituição total: 10 anos

120
ITEM: CERÂMICAS – PAREDES
DESCRIÇÃO
As paredes possuem revestimento cerâmico do tipo A 10 x10 nos quiosques, banheiros, depósitos, administra-
ção e vestiário.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas do piso deve ser feita semanalmente 10 anos
com aplicação de produtos químicos apropriados. A substituição
de partes quebradas/desgastadas deverá ser realizada assim
que forem identificados. A substituição total deverá ser realizada
em aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 50,00 m²
Substituição total: 10 anos

ITEM: PAREDES INTERNAS


DESCRIÇÃO
Paredes internas dos quiosques, banheiros, depósitos, administração e vestiário são rebocadas, seladas, e pin-
tadas com tinta acrílica texturizada na cor branco gelo e com rodapé em granilite.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As paredes deverão ser pintadas e emassadas aproximada- 10 anos
mente 10% de seu total anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 10 anos

ITEM: BANCADA ADMINISTRAÇÃO


DESCRIÇÃO
A administração possui bancada pré-moldada em concreto aparente com acabamento em resina acrílica.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras e rachaduras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Deverá ser realizada limpeza diária e a substituição se dará em 10 anos
aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 10 anos

121
ITEM: PORTAS
DESCRIÇÃO
As portas da administração, vestiário e depósitos são portas de giro semi-oca e grade em madeira emassada e
também portas de giro em compensado revestido em fórmica.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Arranhões
• Quebras
• Empenos
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza rotineira com aplicação de produtos químicos adequa- 5 anos
dos para conservação e troca de 10% a cada dois anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição de 10%: 2 anos
Substituição total: 5 anos

ITEM: LAJE
DESCRIÇÃO
A administração, os depósitos e vestiários possuem laje plana impermeabilizada, em concreto aparente inclina-
ção i = 2%, moldada em loco.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Rachaduras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A laje deverá passar por vistorias sistemáticas para que possa 20 anos
ser identificados possíveis problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.000,00 m³
Substituição de 10%: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: PILARES CILÍNDRICOS


DESCRIÇÃO
A administração, arquibancada, depósitos e vestiários possuem pilares cilíndricos em concreto aparente molda-
do em forma de pvc Ø 10”.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 20 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 20 anos, sua substituição deverá
passar pelo processo de demolição e posteriormente recons-
trução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.700,00 por m³
Substituição total: 20 anos

122
ITEM: ARQUIBANCADAS
DESCRIÇÃO
As arquibancadas foram construídas em concreto pré-moldado com acabamento em resina acrílica com resina
acrílica espessura de 8 cm com acabamento aboloado. As arquibancadas possuem 4 degraus e 1 patamar.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço.
• Rachaduras
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A arquibancada deverá passar por varredura diária e vistoria 20 anos
para avaliação de sua estrutura a cada 2 anos. Em 5 anos, deve-
rá passar por pequenos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m²
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: COBOGÓ
DESCRIÇÃO
Cobogó cerâmico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O cobogó deverá passar por pequenos reparos a cada 5 anos. A 20 anos
limpeza deverá ocorrer mensalmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 110,00 por m²
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: DIVISÓRIAS
DESCRIÇÃO
As divisórias da administração e vestiário são de placas pré-moldadas de concreto aparente.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As divisórias deverão passar por vistoria para avaliação de sua 20 anos
estrutura a cada 2 anos. Em 5 anos, deverá passar por peque-
nos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 38,00 por m²
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos

123
ITEM: PROJETOR
DESCRIÇÃO
Projetores com lâmpadas vapor metálico de 400W e 250W, reator alto fator de potência e demais acessórios.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais 5 anos
funcionando deverão ser realizadas assim que o problema for
identificado.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição: 5 anos

ITEM: LIXEIRAS
DESCRIÇÃO
Lixeira de polietileno de alta densidade na cor vermelha 1160x430mm com suporte em tubo de aço galvanizado
para 50L. Serão instaladas 7 lixeiras em polietileno tipo papeleira 50 litros acopladas nos postes de iluminação
cada uma a 100 m.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra das lixeiras
• Volume de lixo acima do adequado
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O lixo deverá ser recolhido diariamente entretanto, aproximada- 2 anos
mente 25% das lixeiras deverão ser trocadas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição: 1 ano de aproximadamente 25% das lixeiras

ITEM: LIXO
DESCRIÇÃO
O lixo será concentrado em um espaço feito em piso cimentado e paredes revestidas internamente com azulejo
classe A 15x15 cm na cor branca, assentados com pasta de cimento, sobre emboço pronto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscos
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza do reservatório do lixo deverá ser realizada imprete- 10 anos
rivelmente diariamente com a aplicação de produtos químicos.
A troca de 30% dos azulejos deverá ser feita a cada 4 anos. A
substituição de partes quebradas deverá ser realizada assim
que forem identificados. A substituição total deverá ser realizada
em aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 50,00 m²
Substituição total: 10 anos

124
ITEM: BANCOS
DESCRIÇÃO
Os bancos no Parque Caiara possuem sua base feita em concreto, com pintura em verniz transparente e assento
em toras de eucalipto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base de concreto – quebras e rachaduras
• Toras de eucalipto soltas, quebradas, rachadas.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As toras e a base de concreto deverão ser trocadas assim que 3 anos
surgirem os primeiros problemas. As toras de eucalipto deverão
ser envernizadas uma vez ao ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Aplicação de verniz nas toras de eucalipto: anualmente
Substituição: 3 anos

ITEM: BRINQUEDO DO PARQUE INFANTIL


DESCRIÇÃO
No Parque Caiara foram instalados quatro feitos de toras de eucalipto aplicadas verniz. Possuem também alguns
elementos de corda. Fornecido por Ana Ferragens.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Desgaste do verniz
• Desprendimento de partes
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os brinquedos infantis devem passar por vistorias sistemáticas 5 anos
garantindo assim a segurança das crianças. A aplicação do ver-
niz deverá ser feita anualmente. Já pequenos ajustes e reparos
deverão ser realizados semestralmente ou logo que for identifi-
cado problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35.000,00
Pintura: anualmente
Pequenos reparos em geral: 6 meses
Substituição total: 5 anos

125
ITEM: PISO – PARQUE INFANTIL
DESCRIÇÃO
O piso do playground consiste numa caixa de areia lavada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Perda da areia
• Resíduos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reposição da areia lavada na caixa. A retirada de resíduos depo- 15 dias
sitados inadequadamente deverá ser feita diariamente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição: quinzenal

ITEM: PISO - XADREX GIGANTE


DESCRIÇÃO
Serão instalados 2 jogos de xadrez gigantes no Parque Caiara. O piso é feito de granito de verde ubatuba e bege
caraí.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Falhas construtivas
• Rachaduras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A substituição de 10% deverá ser feita anualmente para que 5 anos
sejam corrigidos possíveis falhas/desgastes no piso.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição parcial de 10%: anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: XADREX GIGANTE


DESCRIÇÃO
Fornecimento de entrega na obra de kit completo xadrez gigante, composto de 16 peças claras e 16 peças escu-
ras, nas cores a serem definidas pela projetista
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebradas
• Rachadas
• Riscadas
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os equipamentos deverão passar por limpeza rotineira com a 2 anos
aplicação de produtos adequados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 3.100,00
Substituição do conjunto de peças deverá ser realizado em 2 anos.

126
ITEM: PRATELEIRAS
DESCRIÇÃO
As prateleiras do vestiário e dos depósitos são pré-moldadas em concreto aparente e proteção em resina acríli-
ca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As prateleiras deverão passar por limpeza diária com o objetivo 10 anos
de evitar o acúmulo de poeira e demais resíduos. Em 5 anos,
deverá passar por pequenos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 60,00 por m
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 10 anos

ITEM: ARMÁRIO - VESTIÁRIO


DESCRIÇÃO
Armário modulado em ferro do tipo “locker”.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Empenos
• Riscos
• Ferrugem
• Desgaste da pintura
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os armários instalados no Parque Caiara são de ferro do tipo 5 anos
locker e deverão ser substituído anualmente 10% do total.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 7.500,00
Substituição de 10%: anualmente
Substituição total: 5 anos

127
ITEM: BANCADA E BANCO VESTIÁRIO
DESCRIÇÃO
Bancada e banco do vestiário são pré-moldados em concreto aparente com acabamento em verniz acrílico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes do verniz
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A bancada e o banco do vestiário deverão passar anualmente 10 anos
por aplicação de verniz. Pequenos reparos na estrutura da ban-
cada deverão ser feitos a cada 5 anos e a completa substituição
em 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 65,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 10 anos

ITEM: ESPELHOS
DESCRIÇÃO
Foram instalados espelhos nos vestiários e banheiros do Parque Caiara.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Trincos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza dos espelhos dos banheiros deve ser realizada diaria- 3 anos
mente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 3 anos

ITEM: TORNEIRAS
DESCRIÇÃO
São 14 torneiras instaladas nos banheiros, vestiário, administração. São todas torneiras de pressão para lavató-
rio, com acabamento cromado, diâmetro de 1/2 pol., ref. 1190 DL.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Folgas
• Quebras
• Solas desgastadas
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As torneiras dos equipamentos no Parque Apipucos deverão 2 anos
ser sempre avaliadas para que sejam evitados vazamentos. As
trocas das partes da torneira (solas) deverão ser feitas assim
que for constatado o problema.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 100,00
Substituição de peças: 4 meses
Substituição total: 2 anos
128
ITEM: BACIAS SANITÁRIAS
DESCRIÇÃO
Foram instalados nos banheiros femininos, masculinos, vestiário, administração um total de 32 bacias sanitárias
de porcelana na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

ITEM: MICTÓRIOS
DESCRIÇÃO
Foram instalados 12 mictórios sifonado para parede de louça branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

ITEM: DESCARGAS
DESCRIÇÃO
Foram instaladas um total de32 caixas de descarga de sobrepor (tubo alto de plástico) nos sanitários masculi-
nos, femininos, administração e vestiário.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Substituição das descargas. 15 dias
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 60,00
Substituição: 15 dias

129
ITEM: PIAS
DESCRIÇÃO
Serão cubas de porcelana instaladas nos banheiros masculino, feminino, vestiário e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas a porcelana.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00
Anualmente 20% deverão ser trocadas.
Substituição total: 4 anos

ITEM: PIAS COM BALCÃO


DESCRIÇÃO
São 8 bancadas para lavatório, com 3 cubas, válvula metálica, sifão flexível e acessórios.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas ao granito.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição de aproximadamente 50% a cada 2 anos.
Substituição total: 4 anos

130
ITEM: ILUMINAÇÃO
DESCRIÇÃO
Coluna troncoconica com altura de 5 metros e instalação de luminária decorativa modelo rubi fabricação Schre-
der com lâmpada vapor metálico de 150 w/4200k bilateral com tubos cerâmicos. O Parque de Caiara possui
seus postes de iluminação todos de ferro e pintados na cor cinza grafite.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura
• Ferrugem
• Acessórios da luminária
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As colunas de iluminação do Parque Apipucos deverão ser pin- 20 anos
tadas anualmente o que permitirá a maior durabilidade da es-
trutura de ferro. As peças de iluminação agregadas à coluna tem
uma durabilidade estimada em 2 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 7.800,00
Pintura: anual
Substituição de acessórios: 2 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: TRAVE
DESCRIÇÃO
As traves das quadras poliesportivas e campos são feitas de ferro (tubo galvanizado) e na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Depredação do equipamento de um modo geral
• Ferrugem
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser realizada anualmente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.500,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 5 anos

131
ITEM: TABELA DE BASQUETE
DESCRIÇÃO
Nas quadras poliesportivas do Parque Caiara foram instaladas tabelas para basquete (oficial), ref.420 com Aro
para tabela ref.422.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Depredação do equipamento de um modo geral
• Ferrugem nas barras de sustentação.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser realizada anualmente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.800,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 5 anos

ITEM: RESERVATÓRIO SUPERIOR


DESCRIÇÃO
O reservatório superior foi construído em concreto possui capacidade para acumular 6.200 litros de água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos adequados à manutenção da 20 anos
qualidade da água.
Limpeza anual para a remoção de resíduos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 20 anos

ITEM: RESERVATÓRIO INFERIOR


DESCRIÇÃO
O reservatório inferior possui capacidade para acumular 37.200 litros de água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos para água. 20 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Reparo da estrutura: 20 anos

132
ITEM: ACESSÓRIOS HIDRÁULICOS
DESCRIÇÃO
Válvulas, boias, registros de gavetas, tubos, conexões, ralos entre outros.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As quebras e entupimentos rotineiros demandam a troca com- 1 ano
pleta de peças hidráulicas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: LUMINÁRIA
DESCRIÇÃO
Luminária de sobrepor com corpo em chapa de alumínio, refletor em alumínio anodizado, difusor em vidro
transparente temperado, equipada com duas lâmpadas fluorescente tubular de 32W, ref. C 2336, fab. Lustres
Projetos
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra do vidro
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos que a compõe desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais 10 anos
funcionando deverão ser realizadas assim que o problema for
identificado. A luminária terá sua troca programada para cada 10
anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00
Substituição: 10 anos

ITEM: ACESSÓRIOS ELÉTRICOS


DESCRIÇÃO
Eletrodutos, interruptores, caixas de medição, dijuntores, fusíveis entre outros
PONTOS DE ATENÇÃO
• Queimar
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A substituição de acessórios elétricos deve ser realizada assim 1 ano
que sejam identificados problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição total: 1 ano

133
ITEM: PLACAS DE SINALIZAÇÃO
DESCRIÇÃO
As placas de sinalização são feitas de alumínio com pintura automotiva e suportes em toras de eucalipto enver-
nizadas fixadas em base de ferro pintada. O texto aplicado em vinil de alta durabilidade Gold Max.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Machucões na placa
• Arranhões na placa
• Toras de eucalipto desgastadas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As placas de sinalização deverão ser pintadas e suas toras en- 5 anos
vernizadas anualmente. Os pequenos reparos também devem
ser realizados nesse período. A substituição total é estimada em
5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 5.000,00
Pintura, aplicação de verniz e pequenos reparos: anualmente
Substituição das toras de eucalipto: 2 anos
Substituição total: 5 anos

ITEM: PORTA SABONETE LÍQUIDO


DESCRIÇÃO
São cerca de 16 porta sabonete líquido de vidro instalado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Ferrugem
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os portas sabonetes deverão ser trocados em aproximada- 1 ano
mente 1 ano. Durante o ano deverão ser repostos os inservíveis.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: CHUVEIROS
DESCRIÇÃO
Foram instalados nos vestiários do Parque Caiara chuveiros de metal, diam. 1/2 pol.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Ferrugem
• Entupimentos
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os chuveiros deverão ser substituídos 20% com um ano. E em 2 2 anos
anos serão completamente trocados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00
Substituição de aproximadamente 20% ao ano.
Substituição total: 2 anos
134
ORIENTAÇÕES DE REGA E PODA

ORIENTAÇÕES BÁSICAS DE REGA E PODA PARA A VEGETAÇÃO DOS PARQUES


Tipo de vegetação Rega Poda Peculiaridades Custo Estimado
Gramíneas Realizar rega diaria- Realizar corte da Semanalmente deve Pessoal:
mente, no final da grama quando as ser realizada uma
tarde, nos períodos mesmas estiverem avaliação visual do - 1 Engenheiro Flores-
de seca (setembro a com cerca de 4 cm de gramado do Parque tal (R$)
fevereiro) e nos perío- altura. Caiara para verifica-
dos de chuva (março a ção do seu aspecto e 2.000,00/mês x 12
agosto) quatro regas cor. Deve-se obser- meses = 24.000,00
semanais no final da var principalmente se
tarde. há manchas amarela- - 1 Agrônomo
das, plantas invasoras
(daninhas) e área com Custo Consultor Am-
terra aparente. biental (R$)
Arbustivas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência 2.000,00/mês x 12
final da tarde, durante monitoramento visual com rede elétrica, meses = 24.000,00
o período seco (se- dos arbustos pre- construções, e veícu-
tembro a fevereiro) e sentes nos parques, los em geral. - 3 Jardineiros
quatro regas sema- por profissional es-
nais durante os perío- pecializado, de modo Durante a frutifica- Custo jardineiro (R$)
dos de chuva (março que seja identificada a ção ter cuidado com
a agosto). necessidade de poda. a disseminação de 622,73/mês x 12
sementes. meses = 7.472,76
Arbóreas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência
final da tarde, durante monitoramento visual com rede elétrica, (R$) 7.472,76 x 3 jar-
o período seco (se- das árvores presentes construções, e veícu- dineiros = 22.418,28
tembro a fevereiro) e no parque, por profis- los em geral.
quatro regas sema- sional especializado, Equipamentos:
nais durante os perío- de modo que seja Durante a frutifica-
ção ter cuidado com Cortador de grama
dos de chuva (março identificada a neces-
a disseminação de elétrico (R$)
a agosto). sidade de poda.
sementes.
500,00/unid x 5 =
2.500,00

Custo total:
R$ 72.918,28

135
6. PARQUE SANTANA

6.1. O Projeto do Parque Santana sidades locais, de acordo com as alterações sofridas
ao longo do processo de elaboração do Projeto Capi-

O
Parque Santana está sendo requalificado e baribe Melhor.
suas dimensões estão sendo duplicadas, bem O Projeto tem como objetivo principal ampliar o
como incrementado com uma arena para a parque existente (atualmente com uma área em torno
prática de esportes radicais. Está localizado nas ime- de 26.000m²) que passará (com a expansão) a ocu-
diações dos bairros de Santana,Poço da Panela, Casa par aproximadamente 63.000m². Também pretende
Forte, Torre e Cordeiro, na Região Político Administra- dotar a área resultante com elementos complemen-
tiva 03, situado na margem esquerda do Rio Capiba- tares, criando novos espaços de contemplação e la-
ribe, próximo à BR-101. O Parque Santana é definido zer recreativo que requalifiquem as margens do Rio
como Parque Urbano enquadrado como Unidade de Capibaribe, a exemplo da Arena de Esportes Radicais
Equilíbrio Ambiental, conforme o 2º do Artigo 125 do e de outra área estruturada para a prática de esportes
Plano Diretor do Recife. e exercícios físicos.
A ampliação do Parque Santana já possuía projeto A elaboração do Projeto levou em consideração
básico desenvolvido pela Prefeitura do Recife o qual três fatores principais: a ocupação do local e o proces-
foi atualizado, complementado e devidamente ade- so de evolução urbana do entorno; espaços de con-
quado, para atender às diretrizes da Prefeitura e do templação e lazer recreativo; e conexão intermodal,
Banco Mundial, bem como para se ajustar às neces- conforme pode ser visto na Figura 6.1. abaixo.

Figura 6.1: Elementos do Traçado do Projeto do Parque Santana

136
O Projeto de Navegabilidade do Rio Capibari- A estrutura de apoio do passeio é feita em estacas
be previsto para ser executado pelo Governo do de concreto, moduladas, respeitando as condições e
Estado de Pernambuco, contempla a implantação os limites impostos pela geografia local. Sobre a es-
de um terminal intermodal, contendo a estação de trutura, peças em madeira tratadas definem o pas-
navegabilidade e terminal de ônibus no Parque de seio/cooper sobre o rio, onde o uso de cores, distin-
Santana. Considerando essa possibilidade o tra- gue o passeio do cooper e das áreas de permanência.
tamento das margens do Capibaribe no trecho do A iluminação é feita por postes que ressal-
parque já ampliado prevê a continuidade do pas- tam as características do lugar, como a presença
seio da borda com o píer, que irá facilitar a conexão marcante do mangue, do passeio/cooper, ofere-
entre os bairros do entorno, através do transporte cendo novos ambientes de contemplação.
fluvial centro-subúrbio.

O Parque de Santana é o mais completo possuindo pelo menos três usos principais.
São eles:

137
Figura 6.2: Planta Baixa do Parque Santana

6.2. Missão, Visão de Futuro, Negócios e Público • Outdoor (Publicidade);


Alvo Prioritário • Promover eventos, publicidade, turismo, ati-
vidades educativas, culturais, promoção da
Para o Parque Santana foram definidas a seguinte saúde e oficinas interativas;
missão, visão do futuro e negócios: • Quiosque (Produtos Específicos – Saúde);
• Diversidade (saúde e Felicidade);
a) Missão: • Geração de empregos e serviços lucrativos;
Promover o bem estar e a melhoria da saúde das • Feira de Artesanato;
pessoas, através da garantia do acesso ao esporte • Produção Cultural (Teatro, Balé, Cinema, Ar-
e ao lazer de qualidade e gratuitos, num ambiente tes, Camping e Piquenique);
seguro e agradável. • Oficina de Formação (Atletismo, Futebol, Ar-
tes Marciais, Skates, Musica, Dança e outros);
b) Visão de Futuro: • Representações esportivas;
Ser um Parque auto-sustentável, monitorado e • Área verde com espaços específicos destina-
gerido pela sociedade, sendo reconhecido como dos a prática esportiva, ao lazer, a contempla-
modelo de sustentabilidade no uso dos recursos ção e a mobilidade social;
naturais do seu entorno. • Valorização cultural, com exposição e ven-
da de artesanatos locais e alimentação
c) Negócios (Produtos e Serviços): saudável.
• Parcerias, convênios etc, para sustentabilizar
138 o Parque;
d) Público Alvo Prioritário: 6.3. Diretrizes e Objetivos Estratégicos
Praticantes de Esportes radicais, crianças, Jovens,
idosos e turistas. Para os Parques do Projeto Capibaribe Melhor fo-
ram definidos as seguintes diretrizes e objetivos es-
tratégicos:

a) Diretrizes Estratégicas:

Normas
Disciplinar e regular o uso dos espaços e equipamentos existentes nos parques.
de Uso

Desenvolver atividades que propiciem uma dinâmica inovadora e diferenciada


Atividades
para os parques e para usuários.

Garantir a sustentabilidade dos parques nas dimensões ambiental, social e


Sustentabilidade
econômica.

Promover o aprimoramento contínuo da administração focando em resultados,


Gestão disseminando e aprimorando ferramentas e técnicas de planejamento e gestão
compartilhada.

Participação Garantir a integração e a participação popular na governança dos parques e dos


poplunar seus entornos.

Articular parcerias com entidades públicas e privadas voltadas para a


Parcerias
implementação de melhorias nos parques e de suas ações.

139
b) Objetivos Estratégicos

Gestão e Social e Comunitário Ambiental


Gerenciamento

Garantir a permanente partici- Realizar atividades junto com Promover práticas de preserva-
pação e integração com a co- parceiros públicos e privados de ção e proteção ao meio ambien-
munidade do entorno. cidadania e inclusão social nas te nos parques .
comunidades do entorno .

Garantir a excelência na presta- Monitorar as políticas de desen- Promover programas de moni-


ção dos serviços ofertados pe- volvimento social implementa- toramento e educação ambien-
los parques, através de um am- das no entorno dos parques tal e coleta seletiva de lixo.
biente seguro e bem cuidado.

Estabelecer metas e sistemá- Garantir à gestão participativa Potencializar o uso coletivo das
tica de acompanhamento de dos paques com as comunida- margens do rio.
resultados. des do entorno.

Captar recursos para implemen- Ampliar o acesso da população Desenvolver ações de preser-
tação de projetos e atividades de à serviços essenciais de cada vação e conservação do meio
promoção a saúde, esportivas e um dos parques. ambiente e do desenvolvimento
de educação ambiental . sustentável.

Buscar parcerias com a inicia- Desenvolver diferentes ativida- Reduzir a degradação ambiental
tiva pública e privada na pro- des de integração e participação dos canais, do Açude de Apipu-
moção de eventos culturais, popular na tomada de decisões cos e do Rio Capibaribe.
esportivos e de proteção ao referentes aos parques.
meio-ambiente.

140
6.4. Macroações Estratégicas para o Entorno do Parque

Melhorar a mobilidade e acessibilidade, através da:

Pavimentação e drenagem da Rua lateral ao Parque, que dará acesso ao terminal intermodal;
Implantação, melhoria e manutenção dos passeios e calçadas;
Proibição imediata de circulação de motos, carroças e bicicletas na área do Parque e sua calçada;
Criar espaço de estacionamento para ônibus escolares e de turismo;
Ações de educação de trânsito, em parceria com Guarda Municipal e BPTRAN.

Melhorar a fiscalização e o controle urbano do entorno:

Retirando invasão existente na proximidade (praticamente dentro) do Parque;


Removendo habitações precárias existentes na localidade Caíque/Santa Luzia e realizando o reas-
sentamento.

Viabilizar parceria com a CPRH e o IBAMA, para:

Programa de Educação Ambiental;


Projeto de Coleta Seletiva de Lixo.

Incorporar ao parque e requalificar área conhecida como Cantinho dos Pássaros - próximo ao
Terminal do Ônibus de Estrada dos Remédios.

Viabilizar Parceria para o desenvolvimento de ações de educação cidadã, inclusive mutirões de


cidadania a partir da inserção dos parques, reverberando para todo o entorno;

Realizar recuperação e manutenção necessária ao pontilhão de pedestres existente, incluindo


sinalizações e ações educativas necessárias.

141
Figura 6.3. Zoneamento do Parque Santana

6.5. Zoneamento dos Parques do Projeto Para reforçar seus elementos marcantes as equipes
Capibaribe Melhor técnicas da Concremat e da Prefeitura do Recife deci-
diram elaborar um zoneamento especial, que se segue:
Considerando as questões de classificação de
categorias dos parques, o zoneamento geral, os a) Zona de Preservação A e Contemplação -
usos e os objetivos dos Parques do Projeto Capi- compreende a área do deck e ás áreas pró-
baribe Melhor foram definidos em conjunto com ximas ao Rio Capibaribe e as Praças Capiba-
os técnicos da UGP/Projeto Capibaribe Melhor, ribe e Jorge Goés, seu limite é a ciclovia. Tem
das Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Es- como objetivo assegurar a sustentabilidade
portes, Turismo e Saúde. A seguir apresenta-se o dos recursos naturais. Seu uso segue o se-
zoneamento dos Parques Santana. guinte disciplinamento:

6.5.1. Zoneamento e Usos Propostos para o Parque 1. Proibição de práticas que danifiquem os habi-
Santana tats e que impeçam a regeneração natural dos
ecossistemas;
O Parque Santana é definido como Parque Urbano 2. Proibição de piqueniques;
que, conforme o inciso 2º do Artigo 125 do Plano Diretor 3. É permitida a contemplação da paisagem e
do Recife é enquadrado como Unidade de Equilíbrio Am- 4. É permitida a pesquisa cientifica.
biental. Seus elementos marcantes são:
Segundo categoria estabelecida o Parque Santa- b) Zona de Esportes e Lazer - tem como objetivo
142 na é classificado como esporte e lazer de porte médio. a prática de esportes e lazer, é composta pelos:
• Setor A - Arena de Esportes Radicais: com- to será de 7hs00min. às 12hs00min., das
preende a área pista de bicicross e o circuito 13hs00min. às 17hs00min. e das 18hs00min.
de skate. A pista de bicicross terá uso con- às 22hs00min. de terça a domingo.
trolado, com funcionamento de quarta a • Setor Passeio/Cooper: compreende a área
domingo das 06hs00min. às 11hs00min. e de passeio e cooper. Será exclusivo para ca-
das 14hs00min. às 21hs00min.. O usuário da minhadas e corridas, não sendo permitido o
pista de bicicross deve estar devidamente uso de carrinhos de bebê, bicicletas, patins
equipado com capacete, tênis, calça com- e patinetes nos horários de 5hs00min. às
prida ou bermuda com joelheiras, camisa de 9hs00min. e das 16hs00min. às 21hs00min..
manga comprida e luvas. Em dias de chuva Será proibida a presença de animais.
intensa terá seu uso proibido, e será proibida
a circulação no contra fluxo e parar em cima d) Zona Especial de Administração e Serviços
dos obstáculos. Crianças de 05 a 09 anos - tem como objetivo oferecer serviços aos
devem estar acompanhada dos pais. usuários e visitantes dos parques, é compos-
O circuito de skate terá uso liberado de se- ta pelo
gunda a sexta-feira das 07hs00min. às • Setor E - Setor Administrativo e de Suporte
21hs00min., sendo necessário observar as ao Usuário: compreende a área da guarita,
normas de segurança. Na realização de com- estacionamento, bicicletário, administração
petições e eventos patrocinados a Arena de e quiosques. A administração e a guarita
Esportes Radicais será fechada ao público ge- são de acesso exclusivo dos funcionários do
ral. parque. O estacionamento e bicicletário são
• Setor B - Desenvolvimento de Práticas Es- de uso exclusivo de visitantes e usuários
portivas: é composto de uma quadra polies- do parque. O estacionamento poderá ser
portiva, campo de futebol, vestiário e arqui- cobrado.
bancada. Seu uso é geral das 7hs00min. às
12hs00min., das 13hs00min. às 17hs00min. e). Zona Especial de Eventos - Tem como obje-
e das 18hs00min. às 22hs00min. de terça a tivo assegurar espaços adequados para reali-
domingo. Para esses espaços será neces- zação de eventos e manifestações culturais, é
sário agendamento prévio e seu uso é de 1h composta pelos seguintes setores:
(mínimo) e 3hs (máximo) p/dia, para escolas
(públicas e privadas), escolinhas e grupos de • Setor F - Alameda Central: compreende a
usuários. área do passeio geral e Praça Central. Seu uso
c). Zona Bosque - tem como objetivo a pre- será destinado a feirinhas de artesanato, ex-
servação ambiental, a contemplação da posições, desfiles e outros eventos. Terá uso
paisagem natural e a prática de esportes e controlado, com agendamento prévio, sendo
lazer, é composta pelos seguintes setores: permitidos no máximo quatro eventos p/se-
mana. Para realização dos eventos deverá ser
• Setor C - Academia da Saúde: compreende a observada a legislação e procedimentos em
área da Academia das Cidades - pavilhão, área vigor.
de ginástica e de exercícios aeróbicos. Seu
uso será programado, conforme coordenação f) Zona de Integração Santa Luzia/Santana -
da Secretaria Municipal de Saúde. Tem como objetivo integrar as diversas áreas
• Setor D - Esporte e Lazer: compreende a área e entorno do parque. No caso do Parque San-
da quadra de tênis, quadra poliesportiva e par- tana tem como função integrar as comunida-
que infantil. As quadras poliesportiva e de tênis des de Santana e Santa Luzia, caracterizado
terão seu uso programado, sendo necessário por um contraste social. É composta pelo
agendamento prévio com tempo máximo passeio central, cortando todo o parque até o
de permanência de 3hs. Seu funcionamen- pontilhão.
143
6.6. Regulamento Proposto para o Parque skate. A pista de bicicross terá uso controlado,
Santana com funcionamento de quarta a domingo das
06hs00min. às 11hs00min. e das 14hs00min.
Das Atribuições às 21hs00min., sendo proibido a circulação no
contra fluxo e parar em cima de obstáculos. O
Artigo 1º – Confere à Secretaria Municipal de Meio usuário da pista de bicicross deve estar devi-
Ambiente da Cidade do Recife, por meio do Órgão Gestor damente equipado com capacete, tênis, calça
(Diretoria de Parques e Praças - a ser criada) e do Con- comprida ou bermuda com joelheiras, camisa
selho Gestor do Parque santana fazer cumprir as regras de manga comprida e luvas. Em dias de chuva
e atribuições deste Decreto e dar outras providências. intensa a prática de skate e bicicross terá seu
uso proibido. Crianças de 05 a 09 anos devem
Do Zoneamento das Áreas do Parque estar acompanhada dos pais. O circuito de
skate terá uso liberado de segunda a sexta-
Artigo 2o – Em atendimento às diretrizes estabe- -feira das 07hs00min. às 21hs00min., sendo
lecidas no Plano de Gestão dos Parques do Projeto necessário observar as normas de segurança.
Capibaribe Melhor, visando o convívio harmonioso de Na realização de competições e eventos pa-
suas vocações, que reúne o desenvolvimento de um trocinados a Arena de Esportes Radicais será
pólo ambiental, o lazer contemplativo e a realização fechada ao público geral.
de eventos, o Parque Santana passa a ser dividido em • Setor B - Desenvolvimento de Práticas Es-
seis zonas, Zona de Preservação e Contemplação; portivas: é composto de uma quadra polies-
Zona de Esportes e Lazer; Zona Bosque; Zona Espe- portiva, campo de futebol, vestiário e arqui-
cial de Administração e Serviços; Zona Especial de bancada. Seu uso é geral das 7hs00min. às
Eventos e Zona de Integração Santa Luzia/Santana. 12hs00min., das 13hs00min. às 17hs00min. e
das 18hs00min. às 22hs00min. de domingo
Artigo 3º – Fica definido a Zona Preservação e a domingo. Para esses espaços será neces-
Contemplação com objetivo de assegurar a susten- sário agendamento prévio e seu uso é de 1h
tabilidade dos recursos naturais. Compreende a área (mínimo) e 3hs (máximo) p/dia, para escolas
do deck, as áreas próximas ao Rio Capibaribe e as (públicas e privadas), escolinhas e grupos de
Praças Capibaribe, Jorge Goés e Canto dos Pássaros, usuários.
seu limite é a ciclovia e seu uso segue o seguinte dis-
ciplinamento: Artigo 5º – Fica definida a Zona Bosque para a pre-
servação ambiental, a contemplação da paisagem na-
1. Proibição de práticas que danifiquem os habi- tural e prática de esporte e lazer.
tats e que impeçam a regeneração natural dos
ecossistemas; Parágrafo Primeiro: Integram a Zona Bosque:
2. Proibição de piqueniques e da prática de mer-
gulho; • Setor C - Academia da Saúde: compreende a
3. É permitida a contemplação da paisagem e área da Academia das Cidades - pavilhão, área
4. É permitida a pesquisa cientifica. de ginástica e de exercícios aeróbicos. Seu
uso será programado, conforme coordenação
Artigo 4º – Fica definido a Zona Esportes e Lazer da Secretaria Municipal de Saúde.
para a prática de atividades esportivas em diversas • Setor D - Esporte e Lazer: compreende a área
modalidades e lazer. da quadra de tênis, quadra poliesportiva e par-
que infantil. As quadras poliesportiva e de tênis
Parágrafo único: Integram a Zona Esportes e Lazer: terão seu uso programado, sendo necessário
agendamento prévio com tempo máximo
• Setor A - Arena de Esportes Radicais: com- de permanência de 3hs. Seu funcionamen-
preende a área pista de bicicross e o circuito de to será de 7hs00min. às 12hs00min., das
144
13hs00min. às 17hs00min. e das 18hs00min. as diversas áreas e entorno do parque. No caso do
às 22hs00min. de terça a domingo. Parque Santana tem como função integrar as comu-
• Setor Passeio/Cooper: compreende a área nidades de Santana e Santa Luzia, caracterizado por
de passeio e cooper. Será exclusivo para ca- um contraste social. É composta pelo passeio central,
minhadas e corridas, não sendo permitido o cortando todo o parque até o pontilhão.
uso de carrinhos de bebê, bicicletas, patins
e patinetes nos horários de 5hs00min. às Do Horário e Funcionamento
9hs00min. e das 16hs00min. às 21hs00min..
Será proibida a presença de animais. Artigo 9º – O ingresso ao Parque Santana é
franqueado ao público, diariamente, no horário das
Parágrafo Segundo: Será permitido na região in- 05hs00min. às 22hs00min., com acessos restritos às
terna da Zona Bosque a realização de piqueniques. suas áreas, de acordo com a localização dos setores,
Artigo 6º – Fica definida a Zona Especial de Admi- conforme zoneamento proposto nos Artigos 3º, 4º,
nistração e Serviços que tem como objetivo oferecer 5º, 6º, 7º e 8º.
serviços aos usuários e visitantes dos parques.
Parágrafo Primeiro: A Administração do Parque tem
Parágrafo único: Integra a Zona Especial de Admi- funcionamento diário das 06hs00min. às 22hs00min.,
nistração e Serviços: inclusive aos sábados, domingos e feriados.
Parágrafo Segundo: A critério da Administração
• Setor E - Setor Administrativo e de Suporte do Parque os horários fixados poderão sofrer alte-
ao Usuário: compreende a área da guarita, rações, por ocasião da realização de exposições, co-
estacionamento, bicicletário, administração memorações ou outros eventos que justifiquem essa
e quiosques. A administração e a guarita medida, desde que atendam ao regulamento para
são de acesso exclusivo dos funcionários eventos no Parque.
do parque. O estacionamento e o bicicle-
tário são de uso exclusivo de visitantes e Do Acesso de Veículos (Motocicletas e veículos de
usuários do parque. O estacionamento Pequeno Porte)
poderá ser cobrado.
Artigo 10 – É proibida a entrada de motocicletas e
Artigo 7º – Fica definida a Zona Especial de Even- veículos de pequeno porte no interior do Parque.
tos que tem como objetivo assegurar espaços ade-
quados para realização de eventos e manifestações Parágrafo Primeiro: A Administração do Parque
culturais. poderá emitir, solicitar ou recolher, a qualquer tempo
Parágrafo único: Integra a Zona Especial de Even- o credenciamento temporário para veículos de fun-
tos: cionários e prestadores de serviços que necessitem
ingressar no Parque.
• Setor F - Alameda Central: compreende a
área do passeio geral e Praça Central. Seu uso Artigo 11 – Cabe à Administração do Parque anali-
será destinado a feirinhas de artesanato, ex- sar e definir o melhor acesso a cada local, sendo que a
posições, desfiles e outros eventos. Terá uso velocidade máxima permitida é de 20 km/h com pis-
controlado, com agendamento prévio, sendo ca alerta e farol baixo ligados.
permitidos no máximo cinco eventos p/se-
mana. Para realização dos eventos deverá ser Artigo 12 – Fora dos horários e portões estabele-
observada a legislação e procedimentos em cidos no Artigo 9 o somente será permitido o ingresso
vigor. no Parque de:

Artigo 8º – Fica definida a Zona de Integração a. autoridades civis e militares, membros do


Santa Luzia/Santana que tem como objetivo integrar Conselho Gestor, resgate médico, ambulân-
145
cias, bombeiros e empresas permissionárias Parágrafo Único: A Administração do Parque po-
desde que no desempenho de suas funções e derá estudar e implementar taxa de estacionamento,
devidamente identificados. nesse caso deve ser criado seguro que garanta a in-
b. prestadores de serviços, expositores, organi- denização por danos, furtos e roubos dos veículos e/
zadores de eventos ou seus contratados, que ou objetos deixados em seu interior
exerçam no Parque, temporariamente, ativi-
dades relacionadas à realização de mostras, Artigo 17 – Os veículos estacionados ou em circu-
exposições, feiras ou similares, desde que de- lação em locais não permitidos sofrerão as sanções
vidamente credenciados pela Administração previstas no atual Código Nacional de Transito.
do Parque.
c. com autorização prévia da Administração do Da Segurança
Parque, servidores lotados no Órgão Gestor
dos Parques ou contratados pela Secreta-
Artigo 18 – A segurança ficará a cargo da vigilância
ria Gestora, quando no desempenho de suas
privada com um mínimo de quatro guardas por dia, di-
funções.
vididos em 2 turnos, durante 24hs00min por dia, todos
d. prestadores de serviços das diferentes uni-
os dias da semana. Serão distribuídos estrategicamente
dades de trabalho sediadas no Parque, desde
pelo Parque garantindo a vigilância e segurança de toda
que devidamente credenciados.
e. imprensa autorizada. área do parque, nas portarias e postos de vigilância fi-
xos. A Administração do Parque deverá solicitar ainda o
Do Acesso de Veículo para Carga e Descarga reforço da Polícia Militar, através de ronda permanente
no entorno do Parque.
Artigo 13 – A entrada de caminhões de carga e
descarga se dará pelo estacionamento de segun- Parágrafo Único: Para reforço a vigilância do Par-
da a sexta-feira, das 14hs00min. às 17hs00min.. que deverá ser instalada câmeras de monitoramento
Poderá ser autorizada a entrada nos horários das com giro de 360graus.
09hs00min. às 11hs00min. ou das 15hs00min. às
17hs00min.. Da Implantação e Manutenção das Áreas Verdes do
Parque
Parágrafo Único: A entrada de veículos de grande
porte fora destes horários será previamente avaliada Artigo 19 – A Administração do Parque Santana
e, conforme análise, autorizada expressamente pela fiscalizará e orientará as empresas prestadoras dos
Administração. serviços de implantação e manutenção das áreas
verdes, conforme contrato específico de prestação
Do Uso do Estacionamento de Veículos de serviços.

Artigo 14 – O estacionamento de veículos é permi- Parágrafo Único: Fica proibido qualquer manejo
tido somente para usuários, visitantes e funcionários do das áreas verdes sem o expresso consentimento da
Parque no horário de seu funcionamento.
Administração do Parque.
Artigo 15 – É expressamente proibida a utilização
dos estacionamentos do Parque para usos estranhos
Da Limpeza, Higiene e Conservação do Parque
à sua função, ficando os responsáveis por tal infração
sujeitos as sanções previstas no Código Nacional de
Artigo 20 – A Administração do Parque Santana
Transito.
fiscalizará e orientará a empresa prestadora dos ser-
Artigo 16 – A Administração do Parque não se res- viços de limpeza/higiene e fiscalizará as necessida-
ponsabiliza por danos, furtos e roubos dos veículos e/ des e especificações para a conservação e manuten-
ou objetos deixados em seu interior. ção previstas nos contratos.
146
Parágrafo Único: A Organização Social seleciona- dos funcionários representantes da Administração
da para fazer a gestão do Parque Santana deverá co- e vigilância.
locar como requisito para os serviços terceirizados, a
contratação dos de mão de obra local, com prioridade Parágrafo Único: Todos os usuários do Parque te-
para os moradores do entorno, que estejam aptos a rão o fórum para questionamentos e discordâncias
exercerem a função. dos regulamentos e normas estabelecidos. As ques-
tões, dúvidas e sugestões serão recebidas, analisadas
Da Manutenção dos Quiosques e respondidas pelo Conselho Gestor do Parque San-
tana, através de formulário específico disponível na
Artigo 21 – Cabe aos responsáveis pelos quios- sede da Administração, e que deverá ser postado na
ques existentes no Parque: a limpeza, conservação e urna “Comunicação Direta com o Usuário e Amigo do
manutenção das partes internas e externas incluindo Parque”, colocada na entrada da sede da Administra-
pintura, esquadrias, vidros, telhados, e outras neces- ção.
sidades, devendo ser realizadas sempre que se mos-
trar necessário e sendo preciso a autorização da Ad- Artigo 27 – É vedado, a qualquer tempo:
ministração do Parque.
a. O ingresso ou permanência no Parque de
Artigo 22 – A manutenção das estruturas físicas, vendedores, camelôs, ambulantes, ou qual-
elétricas e hidráulicas necessárias à conservação e quer pessoa que pretenda ingressar no Par-
segurança física dos quiosques deverá atender às que para praticar comércio, excetuados os
normas e regulamentos do tombamento. credenciados pela Administração do Parque;
b. O ingresso ou permanência no Parque de ani-
Artigo 23 – Caso a manutenção não atenda aos mais de estimação;
padrões requeridos tecnicamente e previstos no ar- c. Danificar, colher frutos, subir e escrever nas
tigo anterior, a Administração do Parque solicitará o árvores do Parque;
cumprimento imediato dos serviços e obras neces- d. Quebrar, danificar, subtrair ou praticar qual-
sários à segurança e preservação dos quiosques sob quer ato de vandalismo com os bens públicos
pena dos responsáveis responderem às sanções pre- e municipais;
vistas nos contratos de concessão/permissão. e. Sujar, jogar, lançar galhos, detritos ou qual-
quer objeto nos espaços e alamedas;
Artigo 24 – É dever dos responsáveis pelos quios- f. Utilizar churrasqueiras, fogareiros, fogueiras,
ques a desinsetização, desratização e descupinização soltar balões, empinar pipas, queimar fogos
dos imóveis, com a orientação e fiscalização da Admi- de artifícios e qualquer outra atividade que
nistração do Parque, com vistorias semestrais do ór- possa colocar em risco a população do Par-
gão público competente. que, bem como sua flora e fauna;
g. Montagem de barracas, acampamentos ou
Artigo 25 – As despesas de utilidades públicas qualquer similar nas dependências do Parque;
prediais das unidades, decorrentes de consumo de h. Praticar esportes de qualquer modalidade
energia e outras são obrigações dos responsáveis fora das áreas especificadas e permitidas para
pelos quiosques, se utilizando o mecanismo de medi- tais atividades;
ção individual técnica dos consumos. i. Importunar de qualquer forma os usuários
freqüentadores, devendo adotar postura de
Do Público Usuário e Frequentador do Parque civilidade e educação para o adequado conví-
vio social;
Artigo 26 – Todos os usuários do Parque ficam j. Fazer uso de buzinas, alto falantes e outros
sujeitos a este Regulamento e às normas, instru- aparelhos de amplificação de som, sob pena
ções, orientações e determinações da Administra- de serem apreendidos pela fiscalização do
ção, devendo atender prontamente as solicitações Parque. Fica permitido a utilização de rádios,
147
gravadores portáteis e quaisquer outros apa- nea circulação do usuário com segurança ou em qual-
relhos de som, desde que sua utilização não quer outra dependência do Parque, assegurando-se
incomode aos demais usuários; o convívio harmonioso e civilizado de seus freqüen-
k. Desenvolver atividades em grupo e que pro- tadores.
voquem impactos e/ou perturbem o convívio
no Parque, sem comunicação e autorização da Artigo 34 – A prática de atividades esportivas fica
Administração do Parque; e autorizada somente nas dependências destinadas a
l. Desrespeitar ou desacatar as determinações e esse uso.
orientações dos funcionários e fiscais da Admi- Parágrafo Único: A prioridade é sempre do pedes-
nistração do Parque e da vigilância contratada. tre.

Artigo 28 – É dever de todos, usuários e presta- Artigo 35 – O trânsito de bicicletas fica restrito a
dores de serviços, zelar pelo patrimônio arquitetônico ciclovia existente, ou a caminho das mesmas, deven-
e ambiental do Parque. Qualquer dano ocasionado ao do ser limitada a velocidade ao máximo de 15 km/h,
bem público deverá ser prontamente recuperado pelo respeitando-se a sinalização existente e a orientação
infrator, devendo a equipe de segurança acionar as dos funcionários e fiscais autorizados ou da vigilância
autoridades competentes, cabendo aos autores o en- responsável pela segurança. A entrada da Jorge Go-
quadramento nas sanções previstas em Lei. mes de Sá deverá ser utilizada como prioridade para
acesso a ciclovia e a pista de cooper.
Artigo 29 – É proibido abandonar animais domés-
ticos e silvestres no Parque, bem como maltratá-los, Artigo 36 – O uso de skates, patins e bicicletas
conforme Lei Federal n 9.605/98, ficando a segu- BMX é permitido apenas na Arena de Esportes Radi-
rança do Parque autorizada a acionar as autoridades cais da Zona de Esportes e Lazer. Os usuários da pista
competentes e a Polícia Militar. de skate e bicicross devem observar as normas de
segurança e uso do local, estando os funcionários e
Artigo 30 – Fica expressamente proibida a entra- fiscais autorizados a solicitar a conduta correta.
da ou a permanência de pessoas portando armas de
fogo, armas brancas ou similar. Da Realização de Campeonatos Esportivos e de
Escolinhas
Artigo 31 – Fica expressamente proibido filmar ou
fotografar para fins publicitários ou comerciais, pan- Artigo 37 – A realização de campeonatos, tor-
fletar, colocar banners, faixas informativas, placas neios e escolinhas nas diversas modalidades espor-
ou similares nas dependências do Parque, a não ser tivas serão desenvolvidas sob a orientação do Centro
quando autorizado expressamente pela Administra- Esportivo e deverão ser agendadas. Seu horário de
ção, estando os funcionários e fiscais em serviço, au- funcionamento será de segunda a domingo, no horá-
torizados a solicitar a conduta correta. rio das 07hs00min. às 18hs00min..

Artigo 32 – Ficam expressamente proibidas ações Artigo 38 – A autorização para a entrada e perma-
promocionais de qualquer natureza, sejam elas co- nência de grupos de atletas, estudantes e outros será
merciais, políticas, religiosas, culturais e outras, de- de atribuição exclusiva da Administração do Parque, com
vendo todo e qualquer evento dessa espécie ser sub- prévia análise e avaliação do requerimento.
metido à apreciação da Administração do Parque e do
Conselho Gestor. Parágrafo Único: Todo e qualquer imprevisto que
venha ocorrer com estudantes será de inteira res-
Da Utilização das Áreas do Parque ponsabilidade da entidade requerente/coordenador
do campeonato, torneio e/ou escolinha. O acesso às
Artigo 33 – É expressamente proibida qualquer áreas do Parque somente será permitido com uso de
atividade que impeça ou prejudique a livre e espontâ- identificação da entidade promotora.
148
Da Utilização das Áreas Destinadas a Eventos Parágrafo Único: Para o adequado controle das
necessidades e impactos na rotina do Parque, as
Artigo 39 – Para a utilização das dependências permissionárias deverão apresentar anualmente o
do Parque Santana, os interessados deverão enviar calendário de eventos para a Administração e para o
requerimento de solicitação por escrito, com pelo Conselho Gestor, devendo proceder a sua atualiza-
menos 30 (trinta) dias de antecedência, devendo ção sempre que ocorrer qualquer modificação. A não
constar todos os detalhes do evento, sua finalidade, comunicação de uma eventual alteração e/ou modi-
data, horários de funcionamento, espaços requeridos ficação em determinado evento, pode ocasionar seu
e outros. Para a realização dos eventos, os interessa- cancelamento definitivo por parte da Administração
dos deverão recolher as taxas públicas conforme le- do Parque.
gislação, e cumprir as normas e procedimentos para
realização de eventos do Parque, fornecidos pela Ad- Artigo 43 – Todo evento deverá ter um sistema
ministração. de segurança, limpeza, conservação e manutenção
complementar ao do Parque. Será de inteira respon-
Parágrafo Único: O Parque Santana por sua vo- sabilidade da entidade promotora do evento a amplia-
cação dará prioridade para os eventos, atividades e ção e adequação do número de seguranças e vigilan-
ocorrências voltadas ao Esporte Radical, Meio Am- tes, serviço e atendimento a emergências médicas,
sistemas de comunicação, limpeza e higiene dos ba-
biente, Educação e Cultura. É atribuição da Adminis-
nheiros, faxineiros, insumos e materiais de limpeza,
tração do Parque e do Conselho Gestor, autorizar os
lixeiras e locação de caçambas para retirada do lixo,
eventos, podendo interferir nas propostas sempre
dimensionados de acordo com o porte do evento. De-
que julgar pertinente e útil para o Parque e sua popu-
mais necessidades não previstas neste artigo tam-
lação usuária.
bém são de responsabilidade da entidade promotora.
Artigo 40 – Qualquer instalação hidráulica, elétri-
Artigo 44 – Fica determinado que todo e qualquer
ca, locação de gerador, abastecimento de água com
assunto, tema ou ocorrências a serem propostos para
caminhões pipa nas áreas internas do Parque e outras
seu desenvolvimento nas dependências do Parque
necessidades correlatas para a realização do evento,
Santana e não abordados neste regulamento, deverão
serão custeada pelo promotor do mesmo, e devem
ser submetidos à apreciação da Secretaria Gestora dos
ser autorizadas, orientadas e fiscalizadas pela a Ad-
Parques, através de sua Administração e ao Conselho
ministração do Parque.
Gestor do Parque. Caso não se cumpra esta determi-
nação, qualquer atividade, ocorrência ou evento estará
Artigo 41 – Durante e ao término do evento, todos
expressamente vetada/proibida de vir a ser realizada.
os espaços utilizados serão vistoriados por técnicos
da Administração e em se verificando a ocorrência de
Artigo 45 – Toda e qualquer alteração, modifi-
qualquer dano ao patrimônio arquitetônico ou ambien-
cação, inclusão ou exclusão das regras constantes
tal, o mesmo deverá ser prontamente recuperado pela
desse regulamento deverão ser submetidas a Se-
entidade promotora do evento. Caso, seja impossível a
cretaria Gestora dos Parques, à Administração do
reparação do dano causado, serão aplicadas as sanções
Parque e ao Conselho Gestor do Parque Santana.
previstas no Termo de Responsabilidade, não isentando
o responsável danificador de vir a responder em outras
6.6.1. Regimento Interno Proposto para o Conselho
instâncias, pelos prejuízos causados ao patrimônio pú-
Gestor do Parque Santana
blico.

Artigo 42 – Os eventos realizados pelas unidades Capítulo I - Da Natureza e da Finalidade


permissionárias deverão respeitar também o que foi
definido no Termo de Permissão de Uso, Termo de Artigo 1º - O Conselho Gestor do Parque Santana
Responsabilidade e os regulamentos, normas e pro- é de natureza permanente e deliberativo, cujas de-
cedimentos para a realização de eventos no Parque. cisões tenham caráter vinculante, no limite das suas
atribuições. 149
Artigo 2º - O Conselho Gestor do Parque Santa- V. Examinar propostas, denúncias e queixas en-
na tem por finalidade atuar na elaboração do plane- caminhadas por qualquer pessoa ou entidade
jamento, no gerenciamento, na avaliação, na fiscali- e a elas responder;
zação e no controle da execução das políticas e das VII. Acompanhar as Assembléias do Orçamento
ações, em sua área de abrangência. Participativo da microrregião do entorno do
Parque, e/ou qualquer outro mecanismo de
Capítulo II - Da Composição definição de prioridades;
VIII. Elaborar e publicar relatório anual sobre o fun-
Artigo 3º - O Conselho Gestor do Parque Santana cionamento do Parque e sobre o seu próprio
tem composição bipartide, constituído por no mínimo funcionamento, visando solucionar dificulda-
12 (doze) membros e no máximo 18 (dezoito) membros des, reforçar acertos e contribuir para o plane-
e respectivos suplentes, com 03 (três) representantes jamento do próximo período;
da sociedade civil, sendo 03 (três) representantes dos IX. Definir prioridades sobre a destinação das
usuários do Parque e 03 (três) representantes de enti- verbas auferidas com a receita dos eventos e
dades afetas ao Parque; e 06 (seis) representantes do de doações.
Poder Executivo.
Capítulo IV - Da Organização e Funcionamento
Parágrafo Primeiro: O mandato dos integrantes do
Conselho Gestor do Parque Santana será de 02 (dois) Artigo 5º - O plenário do Conselho Gestor do Parque
anos, permitida uma recondução e ou reeleição; Santana é o fórum de deliberação plena e consultiva,
configurado por reuniões ordinárias e extraordinárias.
Capítulo III - Das Competências Artigo 6º - As reuniões do Conselho serão ampla e
previamente divulgadas com participação livre a todos
Artigo 4º - Compete ao Conselho Gestor do Par- os interessados, na qualidade de ouvintes.
que Santana:
Parágrafo Primeiro: As reuniões ordinárias serão
I. Participar da elaboração e aprovação do pla- mensais podendo ser convocadas extraordinaria-
nejamento das atividades desenvolvidas no mente por solicitação do Administrador do Parque ou
Parque; por, no mínimo, 1/3 (um terço) de seus membros.
II. Propor medidas visando a organização e a
manutenção do Parque, a melhoria dos siste- Parágrafo Segundo: Da pauta da reunião ordinária
mas de segurança em todos os seus aspectos, constará:
o atendimento aos usuários, a consolidação
do seu papel como unidade de conservação e a. Discussão e aprovação da ata da reunião an-
educação ambiental, área de lazer e cultura; terior
III. Participar ativamente na elaboração e apro- b. Informes
vação dos regulamentos que regerão o uso c. Definição e discussão de pauta
de todos os espaços do Parque e ainda opinar d. Deliberações
previamente, com caráter vinculante, sobre e. Encaminhamentos
pedidos de autorização para referida utilização, f. Encerramento
inclusive no tocante à realização de eventos de
qualquer natureza; Parágrafo Terceiro: Para apresentação do seu in-
IV. Fiscalizar e opinar sobre o funcionamento do forme cada Conselheiro (a) inscrito disporá de 3 (três)
Parque e das atividades no seu entorno, que o minutos, prorrogáveis a critério da plenária.
afete.
V. Articular a população do entorno do Parque Parágrafo Quarto: As reuniões terão o tempo pre-
para promover debates e propostas para as visto de 120 minutos de duração, podendo ser prorro-
suas questões ambientais; gado este período por decisão da assembléia reunida.
150
Parágrafo Quinto: Em todas as atas das reuniões I. A perda do mandato será declarada pelo Ple-
deverão constar: nário do Conselho Gestor, por decisão de
maioria simples (cinqüenta por cento mais
a. Relação dos participantes, seguida do nome de um) dos seus membros, comunicando a Se-
cada membro com sua representação; cretaria Municipal de Meio Ambiente, para
b. Resumo de cada informe, onde conste de for- tomada das providências necessárias à sua
ma sucinta o nome do Conselheiro e o assun- substituição na forma da legislação vigente;
to ou sugestão apresentada; II. No desligamento do Titular, o 1º (primeiro) su-
c. Relação dos temas abordados na ordem do plente de acordo com a ordem de classifica-
dia, com indicação do (s) responsável (eis) ção, o substituirá;
pela apresentação e a inclusão de alguma ob- III. No caso da saída do representante dos trabalha-
servação quando expressamente solicitada dores, o mesmo será substituído pelo suplente,
por Conselheiro (a); respeitada a ordem de classificação.
d. As deliberações tomadas e, quando for o caso,
registrar o número de votos contra, a favor e Capítulo V - Atribuições dos Representantes
abstenções, incluindo votação nominal quan-
do solicitada. Artigo 9º - Aos Conselheiros incumbe:

Artigo 7 º - A opção preferencial para a tomada de I. Zelar pelo pleno e total desenvolvimento das
decisão do Conselho é o consenso. atribuições do Conselho Gestor do Parque
Santana;
I. Não se chegando a um consenso quanto a alguma II. Estudar e relatar, nos prazos preestabelecidos,
deliberação será feita a votação da mesma; matérias que lhes forem distribuídas;
II. Nas reuniões do Conselho Gestor cada mem- III. Apreciar e deliberar sobre matérias submeti-
bro terá direito a um voto; das ao Conselho para votação;
III. O quorum mínimo para deliberação de qualquer IV. Apresentar moções ou proposições sobre
matéria de competência do Conselho Gestor os assuntos de interesse do Parque e/ou do
será de metade mais 01 (um) dos votos, desde meio ambiente;
que esteja presente a maioria simples de seus V. Requerer, por escrito, votação de matéria em
Conselheiros. regime de urgência;
IV. No caso do empate, em que não haja consen- VI. Acompanhar e verificar o funcionamento dos
so, haverá um plebiscito no prazo máximo de serviços do Parque;
30 dias corridos, cujo modus faciendi será de- VII. Desempenhar outras atividades necessárias
finido pelo Conselho Gestor. ao cumprimento do seu papel e ao funciona-
mento do Conselho.
Parágrafo Primeiro: Ao término de cada reunião
será feita nova convocação dos membros efetivos Artigo 10 - Fica vedado qualquer tipo de remune-
que deverá constar em ata. ração aos membros do Conselho Gestor do Parque
Parágrafo Segundo: Aqueles que não integrarem o Santana, cujas atividades são consideradas como
Conselho Gestor do Parque Santana terão apenas o serviço de relevância pública.
direito a ouvir, ressalvando-se os suplentes, que te-
rão direito a voz. Capítulo VI - Disposições Gerais

Artigo 8º - Perderá o mandato automaticamente Artigo 11 - Os casos omissos e as dúvidas surgi-


o Conselheiro que deixar de comparecer sem justi- das na aplicação do presente Regimento Interno de-
ficativa documental, a 03 (três) reuniões ordinárias verão ser dirimidos em assembléia ordinária do Con-
consecutivas ou a 06 (seis) intercaladas no período selho Gestor do Parque Santana, observando-se o
de um ano. Artigo 12.
151
Artigo 12 - O presente Regimento Interno entrará modificado com aprovação de 2/3 (dois terços) dos
em vigor na data de sua publicação, só podendo ser membros do Conselho Gestor do Parque.

6.7. Programas Propostos

Programa de Gestão
Objetivo: Garantir o funcionamento de todas as atividades de gestão do Parque Santana, através da organiza-
ção e controle administrativo, compreendendo atividades voltadas à administração, manutenção e fiscalização
da qualidade ambiental.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Acompanhar a execução das ações pre- Instituição executora do


vistas no Plano de Gestão, elaborando es- Plano de Gestão SEMAM/Recife, EMLURB, Universida-
tratégias para sua implantação. des e Outros
2. Avaliar anualmente a implementação do
Plano de Gestão.
3. Gerenciar as atividades rotineiras (fiscali- Instituição executora do SEMAM/Recife e EMLURB
zação, vigilância, limpeza e manutenção das Plano de Gestão
áreas verdes e das placas de sinalização).
4. Sistema de Sinalização Universal do Par- Instituição executora do SEMAM/Recife, Departamento de
que, com vistas a ordenar o fluxo, tratando- Plano de Gestão Design do Instituto Tecnológico Fede-
se o aspecto de comunicação e indicação ral - IFPE (Campus Recife)
das áreas, equipamentos estruturais e facili-
tar o bom uso;
5. Implantar o Serviço de Orientação ao Instituição executora do SEMAM/Recife, Secretaria Municipal
Usuário, com vistas a prestar informações Plano de Gestão de Administração e Centro de Integra-
sobre o parque, uso dos equipamentos e ção Escola Empresa (CIEE)
práticas esportivas (exemplo: tipo de tênis
para caminhada e corrida) e orientações
sobre saúde (aferição de pressão, teste de
glicemia e outros);
6. Implantar enfermaria de primeiros socor- Instituição executora do Secretaria Municipal de Saúde e Uni-
ros Plano de Gestão versidades
7. Reforçar a infra-estrutura física e técnica Técnicos da SEMAM Escola de Governo Municipal, Fa-
da Secretaria Municipal de Meio-Ambiente culdade de Administração - FCAP,
EMLURB E URB/Recife.

152
Programa de Fiscalização e Controle Ambiental

Objetivo: Garantir a proteção ambiental do Parque Santana, através da fiscalização integrada entre os órgãos am-
bientais, nas diversas esferas.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

• SEMAM / Recife. Secretaria


Municipal do Meio Ambiente na
1. Estabelecer rotinas de fiscalização, bem fiscalização ambiental dos Par-
como manter plantão de fiscalização no Parque ques, no município do Recife
de Santana, proteção da flora e fauna local, em Usuários do Parque • Envolver a Brigada Ambien-
consonância com o Decreto n.o 23.677/2008, tal da Guarda Municipal do
que dispõe sobre o Poder de Polícia Ambiental. Recife e a Companhia Inde-
pendente de Policiamento do
Meio Ambiente (CIPOMA)

153
Programa de Educação Ambiental e Comunicação
Subprograma: Educação Ambiental e Interpretação da Natureza
Objetivo: Desenvolver processo educativo através do contato com a natureza e divulgação de informações,
visando a sensibilização dos participantes e construção de valores pautados na conservação ambiental.
Duração: Permanente.

PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

SEMAM/Recife, EMLURB,
SANEAR, ONGs, SEMAS/
1. Capacitar monitores ambientais que atuarão Comunidade local, universi-
PE, CPRH, Universidades,
nos projetos de Educação Ambiental; dades e escolas do entorno.
Institutos de Pesquisas, e
Empresas
2. Criar e implementar “calendário ecológico” dos
Parque de Santana para o desenvolvimento de Usuários do Parque, universi-
SEMAM/Recife
atividades de educação ambiental em datas co- dades e escolas do entorno.
memorativas relacionadas ao meio ambiente;
3. Eleger junto aos visitantes dos Parques um Usuários do Parque e escolas SEMAM/Recife e população
mascote ambiental para os parques; do entorno. local
4. Estimular o uso do Parque pelas escolas do
SEMAM/Recife e Secretaria
entorno, para o desenvolvimento de atividades Escolas do entorno
Municipal de Educação
ecológicas;
SEMAM/Recife, EMLURB,
5. Elaborar material educativo/informativo que SANEAR, ONGs, SEMAS/
potencialize o processo interativo e interpretativo Usuários do Parque PE, CPRH, Universidades,
do visitante com o Parque Institutos de Pesquisas, e
Empresas
6. Catalogar as espécies nativas da Mata Atlântica
SEMAM/Recife, ONGs, Uni-
presentes no Parque de Santana com placas de
Usuários do Parque, universi- versidades, Institutos de
identificação com os nomes científicos e popu-
dades e escolas do entorno. Pesquisas, e Empresas
lares das árvores, servindo, assim, de bosques
didáticos;
7. Promover encontros com educadores das es-
colas do entorno, a fim de organizar aulas ao ar SEMAM/Recife e Secretaria
Escolas do entorno
livre, para observação e reconhecimento de ele- Municipal de Educação
mentos da vegetação e da fauna;
8. Promover reuniões, campanhas e outras ativi- SEMAM/Recife, EMLURB,
dades com a comunidade de entorno e empresas SANEAR, ONGs, SEMAS/
Comunidades do entorno e
locais sobre os impactos ambientais provocados PE, CPRH, Universidades,
empresas locais
nos limites do Parque de Santana, a exemplo de Institutos de Pesquisas, e
poluição hídrica, deposição indevida de lixo; Empresas
9. Estimular o lazer contemplativo das paisagens
Usuários do Parque SEMAM/Recife
naturais do parque com foco no Rio Capibaribe;
10. Implantação de Escola de Jardinagem e Poda- Agentes públicos e Socieda- SEMAM/Recife, EMLURB,
ção; de Civil Autarquia SANEAR
11. Promover oficinas de reciclagem de resíduos Usuários do Parque, universi-
SEMAM/Recife, ONGs
gerados no parque. dades e escolas
SEMAM/Recife, SANEAR,
12. Promover a sensibilização sobre a racionaliza- ONGs, CPRH, Universida-
Usuários do Parque
ção do uso da água no parque; des, Institutos de Pesquisas
e COMPESA.

154
Programa de Conservação Ambiental
Objetivo: Garantir a qualidade ambiental dos Parques Santana.
Duração: Permanente.
PROJETOS / ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS
1. Realizar podas periódicas nas árvores pre-
sentes no parque, conforme as orientações
da Lei Municipal 17.657/2010 que dispõe o Usuários do parque EMLURB
parágrafo único do artigo 33 da Lei Orgânica
do Recife
SEMAM/ Brigada Ambiental da Guar-
2. Proibir de caiar, pintar, pichar, fixar pre-
da Municipal do Recife e a Companhia
gos, faixas, cartazes ou similares em árvo-
Usuários do Parque Independente de Policiamento do
res, seja qual for o fim, de acordo com a Lei
Meio Ambiente (CIPOMA) na fiscaliza-
17.657/2010;
ção dos Parques
3. Implantar um sistema de rega no Parque
Usuários do Parque EMLURB
Santana
4. Realizar o controle de pragas nas espécies
da flora e fauna do parque por meio do trata- Usuários do Parque EMLURB
mento fitossanitário;
5. Apoiar iniciativas de saneamento básico no
entorno do Parque de Santana (sistema de SEMAM/Recife, EMLURB e Autarquia
Usuários do Parque
esgotamento sanitário de coleta e tratamen- SANEAR
to de esgotos nas comunidades);
6. Prevenir queimadas nas áreas verdes com a
implantação de sistema de detecção e alarme Usuários do Parque SEMAM/Recife e Corpo de Bombeiros
de incêndio;
7. Capacitar os funcionários do Parque, sobre
SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
o manejo de animais urbanos, que podem vir Funcionários dos Par-
CPRH, Universidades, Institutos de
a circular nos parques, como: cobras, timbus, ques
Pesquisas, e Empresas
dentre outros;
8. Sensibilizar os funcionários e usuários do
Parque, para que não sejam realizados maus
Usuários do parque
tratos aos animais e para que os mesmos
sejam afugentados para as áreas verdes.
9. Solicitar o apoio do Corpo de Bombeiros
quando houver necessidade de resgate de Corpo de Bombeiros
animais silvestres no Parque;
10. Enviar para o Centro de Triagem de Ani-
mais Silvestres (CETAS) do Instituto Brasileiro
Corpo de Bombeiros/Brigada Am-
de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
biental da Guarda Municipal do Recife
(IBAMA) os animais silvestres que apresen-
tem danos físicos
11. Disposição de lixeiras para a coleta sele-
SEMAM/Recife, EMLURB, Autarquia
tiva no Parque de Santan e Caçamba para Usuários do Parque
SANEAR
armazenamento dos resíduos coletados.
Usuários do parque,
12. Realizar um diagnóstico ambiental es- SEMAM/Recife, ONGs, SEMAS/PE,
comunidade do en-
pecífico da área de manguezal presente no CPRH, Universidades, Institutos de
torno, universidades e
parque; Pesquisas;
institutos de pesquisa

155
Usuários do parque,
13. Realizar compostagem com as folhas re- comunidade do en- SEMAM/Recife, ONGs, Universidades,
colhidas diariamente do chão do parque; torno, universidades e Institutos de Pesquisas;
institutos de pesquisa

14. Reduzir emissão de Carbono com a im-


Usuários do Parque
plantação de painéis solares fotovoltaicos

15. Captar água da chuva e armazenar em


Usuários do Parque
cisterna

Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer


Objetivo: Democratizar o acesso à prática e os conhecimentos que envolvem o esporte e lazer, bem como de-
senvolver criticamente aprendizagens relacionadas com a cultura corporal e esportiva, além de auto-organiza-
ção comunitária.
Duração: Permanente.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Círculos de Esportes - trabalha os conteú-


dos esportivos através de Oficinas e Escoli-
nhas;

2. Círculos de Lazer e Cidadania - realiza as


oficinas com conteúdos da cultura não es-
Ministério do Esporte, Núcleo
portiva (dança, teatro, música e artes), além
do Programa Esporte e Lazer
de projetos especiais voltados as pessoas
da Cidade do Recife, Progra-
idosas, com necessidades especiais e outros Usuários do Parque e comu-
ma Nacional de Segurança
segmentos sociais; nidades do entorno.
Pública com Cidadania - PRO-
NASCI, Secretaria Municipal
3. Círculos de Esporte e Juventude - trabalha
de Assistência Social.
os conteúdos da cultura lúdica e esportiva da
juventude da cidade.

4. Oficina de Esportes Radicais (Skate e Bici-


cross)

156
Programa Parque Ação+
Objetivo: Prestar e ampliar os serviços sociais relacionados aos direitos e a saúde do trabalhador, para as comu-
nidades do entorno dos parques em forma de Mutirão de Cidadania e Mutirão da Sáude
Duração: 1 vez por semestre.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Mutirão da Cidadania - retirada de docu-


mentos, palestras e oficinas sobre direitos, Secretarias Municipais de Sáude,
combate a violência doméstica, LGBT e ou- Direitos Humanos, Governo, As-
tros temas relacionados; suntos Jurídicos, Assistência Social,
Usuários do Parque e co- Educação, Secretaria de Defesa
2. Mutirão da Saúde - atendimento médico: munidades do entorno. Social do Governo do Estado, Ser-
oftalmológico, odontológico, prevenção do viço Social da Indústria (SESI-PE) e
câncer de mama e de próstata; palestras Serviço Social do Comércio (SES-
educativas sobre sexualidade e combate ao C-PE)
consumo de drogas.
Secretaria Municipal de Desenvol-
vimento Econômico - PROJOVEM,
3. Programa de Capacitação e Qualificação Comunidades do Entorno, PROJOVEM Trabalhador, Sistema S
Profissional para as demandas do Parque Funcionários e Estagiários (SEBRAE, SENAI, SENAC e SENAR)
e Secretaria Estadual de Trabalho,
Qualificação e Empreendedorismo

Programa Parque Cultural

Objetivo: Valorizar as manifestações culturais existentes no entornos dos parques e criar calendário com progra-
mação cultural mensal, com vistas atrais visitantes e turistas.
Duração: Permanente.

ATIVIDADES PÚBLICO ALVO PARCERIAS

1. Articular com a Secretaria Municipal de


Cultura, com vistas a elaboração do cadastro
das organizações culturais.

2. Elaborar Calendário Cultural do Parque e Secretarias Municipais de Cultura,


promover sua divulgação no trade turístico Turismo, Fundação de Cultura,
Usuários do Parque e co-
do município; EMPETUR, FUNDARPE, ONG’s e
munidades do entorno
Organizações Culturais Locais
3. Implantar o Balcão de Informações Turísti-
co-Histórico-Cultural;

4. Oficinas de Artesanato (verificar materiais


existentes nas comunidades do entorno).

Diretoria de Esportes do Geraldão


Adolescente e Jovens da
5. Oficinas de Circo e Organização Social Parques do
comunidade do entorno
Capibaribe

157
6.8. Caderno de Manutenção

ITEM: PISO INTERTRAVADO


DESCRIÇÃO
O Parque Santana possui uma área de 18.000 m² com piso do tipo intertravado (paver).
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 20 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: MEIO FIO


DESCRIÇÃO
O meio fio é feito de concreto para pavimentação prensado (padrão DNER) rejuntado com argamassa de cimen-
to e areia no traço 1:2.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte deve ser realizado a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 30,00 por m
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 20% da área construída.

158
ITEM: PISO CONCRETO PIGMENTADO
DESCRIÇÃO
O piso das duas quadras poliesportivas é feito de concreto pigmentado Bayferrox.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Pinturas desgastadas.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a pintura do piso deverá ser feita 10 anos
anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00 por m²
Limpeza: diária
Pintura do piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

ITEM: BARRAS DE FERRO – BICICLETÁRIO


DESCRIÇÃO
As barras de ferro instaladas na entrada do parque serão utilizadas como estacionamento para bicicletas. Este
suporte para bicicletas é feito em chapa metálica galvanizada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição parcial de 10 anos
10% da área por ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área
Substituição total: 10 anos

ITEM: PISO – CAMPO DE FUTEBOL


DESCRIÇÃO
O piso do campo de futebol é de areia lavada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Perda da areia
• Resíduos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reposição da areia lavada na caixa. Retirada de resíduos diariamente. 15 dias
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição: quinzenal
159
ITEM: COLUNA PÓRTICO
DESCRIÇÃO
As colunas pórticos são feitas em concreto moldada em tubo PVC Ø=300 mm com acabamento em verniz acrí-
lico sobre concreto e coberta em eucalipto tonalizado Ø =3” com espaçamento de 2” fixado a viga pré-moldada
por parafuso galvanizado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço
• Desgaste do verniz aplicado na madeira
• Madeira rachada/desgastada
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 20 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 20 anos, sua substituição deverá
passar pelo processo de demolição e posteriormente recons-
trução. Quanto a madeira deverá ser aplicado verniz anualmen-
te e a troca deverá ser realizada a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.700 por m³
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição da madeira: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: PISO ROSA DOS VENTOS


DESCRIÇÃO
O piso da estrutura de apoio para educação física, banheiro, depósito, guarita, vestiários, lixo, administração é do
tipo industrial durberton, korodur ou similar de alta resistência com 8mm de espessura, com juntas de plástico
formando quadros de 1,0 x 1,0m , na cor cinza natural e com acabamento raspado polido, inclusive base regulari-
zada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Falhas construtivas que propiciam o surgimento de vegetação pela não remoção adequada da cama-
da superficial do solo e a correta compactação.
• Rachaduras
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
• Sujeira causada por chicletes colados no chão.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição diariamente e a retirada de vegetação deverá ocorrer 10 anos
bimestralmente. A limpeza para remoção de chicletes e outros
tipos de sujeiras no chão deverá se dar anualmente com a utili-
zação de reagentes químicos apropriados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00 por m²
Limpeza: diária
Remoção de resíduos no piso: anualmente
Retirada de vegetação: bimestralmente
Reparo: 5 anos repor aproximadamente 10% da área construída.

160
ITEM: GRADIL E PORTÕES
DESCRIÇÃO
O gradil é feito de ferro galvanizado em barras verticais pintadas na cor cinza grafite e envolve quase todo o
parque são cerca de 1.674m².
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos das grades
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 10% da área 10 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área: anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: ALAMBRADO
DESCRIÇÃO
O alambrado é todo feito por malha e tubo galvanizado pintados na cor verde e envolverá o campo de futebol, as
quadras poliesportivas e a quadra de tênis, 2.328m².
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos do alambrado.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 20% da área 5 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 20% da área: anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: CALHA DE DRENAGEM – CAMPO DE FUTEBOL E QUADRAS


DESCRIÇÃO
A calha de drenagem que envolve o campo de futebol e as quadras poliesportivas do Parque Santana são em-
butidas no piso com grelha metálica em barra chata espaçada e são feitas em concreto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte deve ser realizado a cada 5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 30,00 por m
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 20% da área construída. 161
ITEM: PISTA DE SKATE
DESCRIÇÃO
O piso, as rampas e as escadas foram construídos em concreto aparente estrutural.

PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Rachaduras
• Desagregação (as juntas de dilatação devem ter sido adequadamente instaladas)
• Execução da obra fora das especificações da ABNT. A empresa construtora deve fazer o reparo duran-
te os 5 anos de garantia dos serviços.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A varrição deve ser realizada diariamente e o reparo com troca 10 anos
de parte deve ser realizado a cada 5 anos de aproximadamente
20% da área.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 550 por m³
Limpeza: diária
Reparo: 5 anos aproximadamente 20% da área construída.

ITEM: TUBOS DE FERRO


DESCRIÇÃO
A pista de skate, rampas, corrimão das escadas possuem tubos de ferro galvanizados pintados com esmalte
sintético.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Ferrugem
• Empenos.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser feita anualmente e a substituição parcial de 10 anos
10% da área por ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00 por m
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área
Substituição total: 10 anos

162
ITEM: DECK FLUTUANTE
DESCRIÇÃO
A estrutura do deck flutuante, guarda-corpo, e a rampa móvel foram feitas em Ipê aparelhado e envernizado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Madeiras do piso soltas
• Madeiras do piso quebradas
• Verniz desgastado
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza com a utilização de produtos adequados à aplicação 10 anos
em madeira envernizada. Aplicação de verniz anualmente e
substituição de 10% da área total da madeira.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00 por m²
Aplicação de verniz: anualmente
Substituição parcial: 10% da área anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: PAREDES INTERNAS


DESCRIÇÃO
As paredes internas da estrutura de apoio a Academia da Cidade e depósito/almoxarifado são pintadas na cor
branco gelo em duas demãos e com aplicação de uma demão de líquido selador.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As paredes deverão ser pintadas e emassadas aproximada- 10 anos
mente 10% de seu total anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Substituição total: 10 anos

ITEM: CERÂMICAS – PAREDES INTERNAS


DESCRIÇÃO
As paredes possuem revestimento cerâmico do tipo A 10 x10 nos quiosques, banheiros, depósitos, administra-
ção e vestiário.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas do piso deve ser feita semanalmente 10 anos
com aplicação de produtos químicos apropriados. A substituição
de partes quebradas/desgastadas deverá ser realizada assim
que forem identificados. A substituição total deverá ser realiza-
da em aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 50,00 m²
Substituição total: 10 anos

163
ITEM: PAREDES EXTERNAS
DESCRIÇÃO
As paredes externas da estrutura de apoio a Academia da Cidade e depósito/almoxarifado são pintadas na cor
branco gelo em duas demãos e com aplicação de uma demão de líquido selador.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As paredes deverão ser pintadas completamente e rebocadas/ 10 anos
emassadas 10% de seu total todos os anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00 m²
Pintura e substituição de 10% do total: anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: CERÂMICAS – PAREDES EXTERNAS


DESCRIÇÃO
As paredes externas da guarita, quiosques, vestiários, administração, lixo são revestidas por cerâmicas.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Riscadas
• Soltas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza das cerâmicas do piso deve ser feita semanalmente 10 anos
com aplicação de produtos químicos apropriados. A substituição
de partes quebradas/desgastadas deverá ser realizada assim
que forem identificados. A substituição total deverá ser realiza-
da em aproximadamente 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 50,00 m²
Substituição total: 10 anos

ITEM: BANCOS
DESCRIÇÃO
Os bancos distribuídos ao longo do Parque Santana possuem sua base feita em concreto, com pintura em verniz
transparente e assento em toras de eucalipto.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base de concreto – quebras e rachaduras
• Toras de eucalipto soltas, quebradas, rachadas.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As toras e a base de concreto deverão ser trocadas assim que 3 anos
surgirem os primeiros problemas. As toras de eucalipto deverão
ser envernizadas uma vez ao ano.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Aplicação de verniz nas toras de eucalipto: anualmente
Substituição: 3 anos

164
ITEM: PORTAS
DESCRIÇÃO
As portas da administração, vestiário, quiosques, guarita, depósitos são portas de giro metálica com altura igual
1,10m preparada com fundo anti-ferrugem e pintadas na cor platina fosco.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Arranhões
• Quebras
• Empenos
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza rotineira com aplicação de produtos químicos adequa- 5 anos
dos para conservação e troca de 10% a cada dois anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 125,00
Substituição de 10%: 2 anos
Substituição total: 5 anos

ITEM: LAJE
DESCRIÇÃO
A guarita, a estrutura de apoio a educação física, os quiosques, a administração possuem laje plana impermeabi-
lizada em concreto aparente moldada em loco.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Rachaduras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A laje deverá passar por vistorias sistemáticas para que possa 20 anos
ser identificados possíveis problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.000,00 m³
Substituição de 10%: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: DIVISÓRIAS
DESCRIÇÃO
A guarita possui divisórias em placas pré-moldadas de concreto com 1,90m de altura e espessura de 7cm, aca-
bamento em verniz acrílico, da marca Coral ou similar.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes em geral

ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:


As divisórias deverão passar por vistoria para avaliação de sua 20 anos
estrutura a cada 2 anos. Em 5 anos, deverá passar por peque-
nos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 38,00 por m³
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos
165
ITEM: PRATELEIRAS
DESCRIÇÃO
As prateleiras da guarita, dos quiosques, da administração são em varões metálicos
preparadas com fundo anti-ferrugem e pintada com esmalte sintético na cor platina fosco, fixadas por parafusos
com bucha de expansão.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Empenos
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Troca de aproximadamente 10% a cada 2 anos. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 125,00
Substituição de 10%: 2 anos
Substituição total: 5 anos

ITEM:PRATELEIRA CONCRETO
DESCRIÇÃO
As prateleiras do depósito/almoxarifado, administração e vestiários são pré-moldadas em concreto aparente
com acabamento em verniz acrílico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As prateleiras deverão passar por vistoria para avaliação de sua 20 anos
estrutura a cada 2 anos. Em 5 anos, deverá passar por peque-
nos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 90,00 m²
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: GRADES
DESCRIÇÃO
Grades metálicas preparadas com fundo anti-ferrugem e pintada com esmalte sintético na guarita, quiosques,
vestiários, administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Empenos das grades
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 10% da área 10 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 10% da área: anualmente
Substituição total: 10 anos
166
ITEM: JANELA
DESCRIÇÃO
Janela metálica com pivô horizontal preparada com fundo anti-ferrugem e pintada com esmalte sintético na cor
platina fosco, na guarita, estrutura de apoio a Academia da Cidade, quiosques e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura desgastada
• Empenos Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura e a substituição de aproximadamente 5% das janelas 10 anos
deverão ser feitas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 370,00 por m²
Pintura: anualmente
Substituição de 5% das janelas: anualmente
Substituição total: 10 anos

ITEM: BANCADA
DESCRIÇÃO
A guarita, os quiosques, os vestiários possuem bancada em concreto pré-moldado aparente com acabamento
em verniz acrílico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes do verniz
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A bancada e o banco do vestiário deverão passar anualmente 10 anos
por aplicação de verniz. Pequenos reparos na estrutura da ban-
cada deverão ser feitos a cada 5 anos e a completa substituição
em 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m³
Aplicação de verniz: anualmente
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 10 anos

167
ITEM: PILARES CILÍNDRICOS
DESCRIÇÃO
A administração, quiosques, arquibancada, vestiários possuem pilares cilíndricos em concreto aparente moldado
em forma de PVC.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As estruturas de concreto deverão passar por pequenas vis- 20 anos
torias e reparos a cada 2 anos. E a estrutura como um todo tem
uma vida útil estimada em 20 anos, sua substituição deverá
passar pelo processo de demolição e posteriormente recons-
trução.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.700,00 por m³
Substituição total: 20 anos

ITEM: COBERTA
DESCRIÇÃO
Na área de apoio a Academia da Cidade e na arquibancada a coberta é estruturada com viga pré-moldada em
concreto aparente encaixada a rebaixo da viga do pórtico de concreto com acabamento em verniz acrílico e
fechamento em eucalípito tanalizado Ø = 3” com espaçamento de 2” fixado a viga pré-moldada por parafuso
galvanizado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes do verniz
• Madeira desgastada
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A coberta deverá passar por reparos em sua estrutura a cada 5 10 anos
anos e a completa substituição em 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m³
Reparos: 5 anos
Substituição total: 10 anos

168
ITEM: BALCÃO
DESCRIÇÃO
O balcão dos quiosques é feito em concreto pré-moldado aparente com acabamento em verniz acrílico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Rachaduras
• Quebras
• Desgastes do verniz
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O balcão dos quiosques deverão passar anualmente por apli- 10 anos
cação de verniz. Pequenos reparos na estrutura da bancada
deverão ser feitos a cada 2 anos e a completa substituição em
10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 55,00 por m³
Aplicação de verniz: anualmente
Pequenos reparos: 2 anos
Substituição total: 10 anos

ITEM: BANCOS
DESCRIÇÃO
Os bancos dos vestiários são articulados com cantos arredondados e superfície antiderrapante impermeável
instalado a 0,46m do piso acabado, medindo 0,45x0,75m.
PONTOS DE ATENÇÃO

ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:


10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.300,00
Substituição total: 10 anos

ITEM: ARQUIBANCADAS
DESCRIÇÃO
As arquibancadas e escadas foram construídas em concreto pré-moldado com acabamento em verniz acrílico.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgastes da base
• Ferrugem nas estruturas de aço.
• Rachaduras
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A arquibancada e escadas deverão passar por varredura diária 20 anos
e vistoria para avaliação de sua estrutura a cada 2 anos. Em 5
anos, deverão passar por pequenos reparos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m³
Pequenos reparos: 5 anos
Substituição total: 20 anos

169
ITEM: PROJETOR
DESCRIÇÃO
Projetores com lâmpadas vapor metálico de 400W e 250W, reator alto fator de potência e demais acessórios.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais 5 anos
funcionando deverão ser realizadas assim que o problema for
identificado.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição: 5 anos

ITEM: LIXEIRAS
DESCRIÇÃO
Lixeira de polietileno de alta densidade na cor vermelha 1160x430mm com suporte em tubo de aço galvanizado
para 50L. Serão instaladas 30 lixeiras do tipo papeleira acopladas nos postes de iluminação cada uma a 100 m.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra das lixeiras
• Volume de lixo acima do adequado
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O lixo deverá ser recolhido diariamente entretanto, aproximada- 2 anos
mente 25% das lixeiras deverão ser trocadas anualmente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 250,00
Substituição: 1 ano de aproximadamente 25% das lixeiras

170
ITEM: BRINQUEDO DO PARQUE INFANTIL
DESCRIÇÃO
No Parque Santana foram instalados os seguintes brinquedos:

• Escorrego em alvenaria pintada na cor verde natural com acabamento em cimento pintado na cor ver-
melha, e em concreto com acabamento em cimento revestido em granilite na cor natural;
• Gangorra com base em concreto com acabamento liso e prancha em madeira de lei;
• Balanço em concreto pintado na cor verde claro com acabamento em cimento liso pintado na cor ver-
melha, tubo de ferro galvanizado pintado na cor amarela e cadeira em varão de 3/8” e barra de 1x1/8,
pintada na cor verde escuro;
• Trepa-trepa em concreto pintado na cor verde claro com acabamento em cimento liso pintado na cor
vermelha e tubo de ferro galvanizado pintado na cor amarela.
• Trem em concreto pintados na cor vermelha.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Desgaste do concreto
• Ferrugem da estrutura em ferro
• Pintura desgastada
• Desprendimento de partes
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os brinquedos infantis devem passar por vistorias sistemáticas 5 anos
garantindo assim a segurança das crianças. A pintura deverá
ser feita anualmente. Já pequenos ajustes e reparos deverão
ser realizados semestralmente ou logo que forem identificados
problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35.000,00
Pintura: anualmente
Pequenos reparos em geral: 6 meses
Substituição total: 5 anos

ITEM: PISO - PLAYGROUND


DESCRIÇÃO
O piso do playground do Parque Santana possui uma caixa de areia lavada.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Perda da areia
• Resíduos depositados
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Reposição da areia lavada na caixa. Retirada de resíduos diaria- 15 dias
mente.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição: quinzenal

171
ITEM: PISO - XADREX GIGANTE
DESCRIÇÃO
Serão instalados 2 jogos de xadrez gigantes no Parque Caiara. O piso é feito de granito de verde ubatuba e bege
caraí.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltração
• Falhas construtivas
• Rachaduras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A substituição de 10% deverá ser feita anualmente para que 5 anos
sejam corrigidos possíveis falhas/desgastes no piso.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 80,00 por m²
Substituição parcial de 10%: anualmente
Substituição total: 5 anos

ITEM: XADREX GIGANTE


DESCRIÇÃO
Fornecimento de entrega na obra de kit completo xadrez gigante, composto de 16 peças claras e 16 peças escu-
ras, nas cores a serem definidas pela projetista
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebradas
• Rachadas
• Riscadas
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os equipamentos deverão passar por limpeza rotineira com a 2 anos
aplicação de produtos adequados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 3.100,00
Substituição do conjunto de peças deverá ser realizado em 2 anos.

ITEM: CHUVEIROS
DESCRIÇÃO
Foram instalados nos vestiários do Parque Caiara chuveiros de metal, diam. 1/2 pol.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Ferrugem
• Entupimentos
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os chuveiros deverão ser substituídos 20% com um ano. E em 2 2 anos
anos serão completamente trocados.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00
Substituição de aproximadamente 20% ao ano.
Substituição total: 2 anos

172
ITEM: ESPELHOS
DESCRIÇÃO
Foram instalados espelhos nos banheiros femininos, masculinos, vestiários, guarita, estrutura de apoio a Acade-
mia da Cidade e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Trincos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza dos espelhos deve ser realizada diariamente. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 85,00
Substituição total: 3 anos

ITEM: TORNEIRAS
DESCRIÇÃO
São 20 torneiras instaladas banheiros femininos, masculinos, vestiários, guarita, estrutura de Academia da Cida-
de e administração. São torneiras de pressão para lavatório com acabamento cromado, diâmetro de ½.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Folgas
• Quebras
• Solas desgastadas
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As torneiras dos equipamentos no Parque Apipucos deverão 2 anos
ser sempre avaliadas para que sejam evitados vazamentos. As
trocas das partes da torneira (solas) deverão ser feita assim que
for constatado o problema.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 100,00
Substituição de peças: 4 meses
Substituição total: 2 anos

ITEM: BACIAS SANITÁRIAS


DESCRIÇÃO
Foram instalados banheiros femininos, masculinos, vestiários, guarita, estrutura de apoio a educação física e
administração um total de 15 bacias sanitárias de porcelana na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados. 3 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 200,00
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

173
ITEM: MICTÓRIO
DESCRIÇÃO
Foi instalado mictório coletivo de aço inox 58x30cm.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Empenos
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Limpeza constante com a aplicação de produtos apropriados 3 anos
que mantenham a higienização e conservem o equipamento.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 600,00 m
Substituição de 20% ao ano
Substituição total: 3 anos

ITEM: DESCARGAS
DESCRIÇÃO
Foram instaladas um total de 15 caixas de descarga de sobrepor (tubo alto de plástico) nos banheiros femininos,
masculinos, vestiários, guarita, estrutura de apoio a educação física e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Vazamentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Substituição das descargas. 15 dias
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 60,00
Substituição: 15 dias

ITEM: LAVATÓRIO
DESCRIÇÃO
Lavatório sem coluna linha Ravena Deca, marca Deca ou similar, na cor branca nos banheiros femininos, masculi-
nos, vestiários, guarita, estrutura de apoio a educação física e administração.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas a porcelana.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 150,00
Anualmente 20% deverão ser trocadas.
Substituição total: 4 anos

174
ITEM: PIAS COM BALCÃO
DESCRIÇÃO
São 8 bancadas para lavatório, com 3 cubas, válvula metálica, sifão flexível e acessórios.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Arranhões
• Infiltrações
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A limpeza deverá ser realizada diariamente com a aplicação de 4 anos
soluções químicas apropriadas ao granito.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 500,00
Substituição de aproximadamente 50% a cada 2 anos.
Substituição total: 4 anos

ITEM: TRAVE
DESCRIÇÃO
As traves das quadras poliesportivas e campos são feitas de ferro (tubo galvanizado) e na cor branca.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Depredação do equipamento de um modo geral
• Ferrugem
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser realizada anualmente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 2.500,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 5 anos

ITEM: TABELA DE BASQUETE


DESCRIÇÃO
Nas quadras poliesportivas do Parque Caiara foram instaladas tabelas para basquete (oficial), ref.420 com Aro
para tabela ref.422.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Depredação do equipamento de um modo geral
• Ferrugem nas barras de sustentação.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A pintura deverá ser realizada anualmente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.800,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 5 anos

175
ITEM: RESERVATÓRIO SUPERIOR
DESCRIÇÃO
O reservatório superior foi construído em concreto possui capacidade para acumular 6.200 litros de água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos adequados à manutenção da 20 anos
qualidade da água.
Limpeza anual para a remoção de resíduos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Limpeza: 1 ano
Reparo da estrutura: 20 anos

ITEM: RESERVATÓRIO INFERIOR


DESCRIÇÃO
O reservatório inferior possui capacidade para acumular 37.200 litros de água.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Infiltrações
• Sujeira em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Aplicação de produtos químicos para água. 20 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.000,00
Reparo da estrutura: 20 anos

ITEM: BOMBA DE ÁGUA


DESCRIÇÃO
A bomba de água 1/3 HP com acessórios que distribuirá água do reservatório para quiosques, banheiros, admi-
nistração e vestiários.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Defeitos de peças
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Identificação de possíveis problemas rotineiramente. 5 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 650,00
Substituição total: 5 anos

176
ITEM: ACESSÓRIOS HIDRÁULICOS
DESCRIÇÃO
Válvulas, boias, registros de gavetas, tubos, conexões, ralos entre outros.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
• Entupimentos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As quebras e entupimentos rotineiros demandam a troca com- 1 ano
pleta de peças hidráulicas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: ILUMINAÇÃO
DESCRIÇÃO
Coluna troncoconica com altura de 5 metros e instalação de luminária decorativa modelo rubi fabricação Schre-
der com lâmpada vapor metálico de 150 w/4200k bilateral com tubos cerâmicos. O Parque de Apipucos possui
seus postes de iluminação todos de ferro e pintados na cor cinza grafite.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Pintura
• Ferrugem
• Acessórios da luminária
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As colunas de iluminação do Parque Apipucos deverão ser pin- 20 anos
tadas anualmente o que permitirá a maior durabilidade da es-
trutura de ferro. As peças de iluminação agregadas à coluna tem
uma durabilidade estimada em 2 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 7.800,00
Pintura: anual
Substituição de acessórios: 2 anos
Substituição total: 20 anos

ITEM: LUMINÁRIAS INTERNAS


DESCRIÇÃO
As luminárias internas são de sobrepor aberta, para lâmpadas fluorescentes, inclusive reator alto fator de po-
tência, lâmpada e demais acessórios e instalação.
PONTOS DE ATENÇÃO

177
• Quebra do vidro
• Lâmpadas queimadas
• Acessórios elétricos que a compõe desgastados.
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As trocas das lâmpadas e acessórios que não estejam mais fun- 10 anos
cionando deverão ser realizadas assim que o problema for identi-
ficado. A luminária terá sua troca programada para cada 10 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 285,00
Substituição: 10 anos

ITEM: ACESSÓRIOS ELÉTRICOS


DESCRIÇÃO
Eletrodutos, interruptores, caixas de medição, dijuntores, fusíveis entre outros
PONTOS DE ATENÇÃO
• Queimar
• Desgastes em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A substituição de acessórios elétricos deve ser realizada assim 1 ano
que sejam identificados problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Substituição total: 1 ano

ITEM: PLACAS DE SINALIZAÇÃO


DESCRIÇÃO
As placas de sinalização são feitas de alumínio com pintura automotiva e suportes em toras de eucalipto enver-
nizadas fixadas em base de ferro pintada. O texto aplicado em vinil de alta durabilidade Gold Max.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Desgaste da pintura
• Machucões na placa
• Arranhões na placa
• Toras de eucalipto desgastadas
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
As placas de sinalização deverão ser pintadas e suas toras en- 5 anos
vernizadas anualmente. Os pequenos reparos também devem
ser realizados nesse período. A substituição total é estimada em
5 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 5.000,00
Pintura, aplicação de verniz e pequenos reparos: anualmente
Substituição das toras de eucalipto: 2 anos
Substituição total: 5 anos

178
ITEM: TELHADO
DESCRIÇÃO
O telhado dos quiosques, dos banheiros, da administração é todo de aluminío. É uma cobertura de 2,5 x 4,85
metros.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Machucões

• Rasgos
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Troca da telha. 10 anos
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 70,00 por m²
Substituição: 10 anos

ITEM: PRAÇA DE JOGOS


DESCRIÇÃO
A praça de jogos do Parque Santana possui mesas de jogos com bancos em concreto pré moldado aparente com
acabamento liso.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Desgaste do concreto
• Ferrugem da estrutura em ferro
• Pintura desgastada
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
A praça de jogos deverá passar por vistorias sistemáticas que 5 anos
garantam a segurança dos usuários. Deverá passar por peque-
nos ajustes e reparos semestralmente ou logo que for identifi-
cado problemas.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 300,00
Pequenos reparos em geral: 6 meses
Substituição total: 5 anos

ITEM: LIXO
DESCRIÇÃO
Contenedor de polietileno para acondicionamento de resíduos: CB 1000litros, com dimensões 1.360 x 1.080 x
1.320mm, ref. 50258, marca Esmelux ou similar.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebra
• Volume de lixo acima do adequado
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
O lixo deverá ser recolhido diariamente e a substituição do equi- 2 anos
pamento se dará em 2 anos.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 1.500,00
Substituição: 2 anos

179
ITEM: PORTA SABONETE LÍQUIDO
DESCRIÇÃO
São cerca de 14 porta sabonete líquido de vidro instalado.
PONTOS DE ATENÇÃO
• Quebras
• Ferrugem
• Depredação em geral
ROTINAS DE MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL:
Os portas sabonetes deverão ser trocados em aproximada- 1 ano
mente 1 ano. Durante o ano deverão ser repostos os inservíveis.
PERIODICIDADE DO REPARO: CUSTO PREVISTO: R$ 35,00
Substituição total: 1 ano

180
ORIENTAÇÕES DE REGA E PODA
ORIENTAÇÕES BÁSICAS DE REGA E PODA PARA A VEGETAÇÃO DOS PARQUES
Tipo de vegetação Rega Poda Peculiaridades Custo Estimado
Gramíneas Realizar rega diaria- Realizar corte da Semanalmente deve Pessoal:
mente, no final da grama quando as ser realizada uma
tarde, nos períodos mesmas estiverem avaliação visual do - 1 Engenheiro Florestal
de seca (setembro a com cerca de 4 cm de gramado do Parque (R$)
fevereiro) e nos perío- altura. Santana para verifica-
dos de chuva (março a ção do seu aspecto e 2.000,00/mês x 12
agosto) quatro regas cor. Deve-se observar meses = 24.000,00
semanais no final da principalmente se há
tarde. manchas amareladas, - 1 Agrônomo
plantas invasoras
(daninhas) e área com Custo Consultor Am-
terra aparente. biental (R$)
Arbustivas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência 2.000,00/mês x 12
final da tarde, durante monitoramento visual com rede elétrica, meses = 24.000,00
o período seco (se- dos arbustos pre- construções, e veícu-
tembro a fevereiro) e sentes nos parques, los em geral. - 4 Jardineiros
quatro regas sema- por profissional es-
nais durante os perío- pecializado, de modo Custo jardineiro (R$)
dos de chuva (março a que seja identificada a
agosto). necessidade de poda. 622,73/mês x 12
Arbóreas Realizar rega diária no Deve ser realizado o Evitar interferência meses = 7.472,76
final da tarde, durante monitoramento visual com rede elétrica,
o período seco (se- das árvores presentes construções, e veícu- (R$) 7.472,76 x 4 jar-
tembro a fevereiro) e no parque, por profis- los em geral. dineiros = 29.891,04
quatro regas sema- sional especializado,
Durante a frutifica- Equipamentos:
nais durante os perío- de modo que seja
dos de chuva (março a identificada a neces- ção ter cuidado com
Cortador de grama
agosto). sidade de poda. a disseminação de
elétrico (R$)
sementes.
Manguezal Não é necessária a Não é necessária a 500,00/unid x 5 =
realização de rega. realização de poda. 2.500,00

Custo total: R$
80.391,04

181
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A
elaboração do Plano de Gestão dos Parques base na Lei Federal 9.985/2000, que cria o Sistema Na-
do Projeto Capibaribe Melhor resultou numa cional de Unidades de Conservação (SNUC). São Unida-
ferramenta de apoio e orientação estratégica des de Uso Sustentável, que visam compatibilizar a con-
e operacional. Envolveu uma equipe multidisciplinar, servação da natureza com o uso sustentável da parcela
que teve como principal preocupação entender a im- de seus recursos naturais.
portância dos parques para equilíbrio urbano ambien- Muitos são caracterizados também por apre-
tal das grande cidades. sentar em seu entorno áreas fundamentais à re-
Por ter sido uma iniciativa inédita na cidade do produção do ciclo natural e manutenção do equilí-
Recife, gerou ansiedades, sendo a principal delas, a brio dinâmico das cidades. “O papel real do parque
possibilidade de uma gestão técnico-administrativa é ser um espaço livre, público, estruturado por
correta. Buscou-se com essa iniciativa a sustentabi- vegetação e dedicado ao lazer da massa urbana...
lidade dos parques em todos os seus aspectos (am- É um elemento típico da grande cidade moderna”
biental, social e econômico). (MAZZEI, 2006).
Conforme apresentado ao longo de todo o projeto os Nesse sentido o a elaboração do Plano de Gestão
parques públicos urbanos estão regulamentados com dos Parques teve como princípios norteadores:

A abordagem metodológica adotada no proces- Projeto Capibaribe Melhor teve como pressupostos
so de elaboração do Plano de Gestão dos Parques do fundamentais:

182
Percebe-se que tais pressupostos são tados na ação integrada e na participação e gestão
interdependentes, ou seja, a realização de cada um comunitária.
na prática depende e está diretamente relacionada Para melhor compreensão do projeto, apresentam-se
com a viabilização dos demais. Somente se constrói a seguir: as etapas de elaboração do Plano de Gestão (Fi-
empreendimentos sustentáveis, se estes forem pau- gura 7.1) e os principais produtos (Figura 7.2).

Figura 7.1: Etapas do Plano

Figura 7.2: Principais Produtos

O Plano de Gestão dos Parques apresenta-se Vale notar ainda que a rotina de trabalho do dia-
como principal instrumento de gestão, na medida em -a-dia dos parques urbanos é caracterizada por uma
que se estabelece as diretrizes e normas para uso grande quantidade de situações, dentre as quais des-
(zoneamento), estabelece- se também a carteira de tacamos:
programas - conjunto de projetos e ações a serem im-
plementadas e que define o modelo de gestão a ser 1. Atividades de esporte e lazer – cuidar de todo
adotado. Dessa forma, recomenda-se que o Plano o disciplinamento de uso dos espaços e equi-
de Gestão dos Parques do Projeto Capibaribe Melhor pamentos destinados aos esportes e lazer;
se transforme em Lei, garantindo assim sua perfeita 2. Manutenção e aspectos gerais de organiza-
execução. ção – desde os aspectos previstos em con-
183
tratos até os fatos inusitados ou não cotidia- tros tipos de prestações de serviços públicos não ex-
nos como as quedas de árvores; clusivos. Vale lembrar que “todo cuidado é pouco”, e
3. Relação com os usuários – todo tipo de si- que essa não deve ser encarada como uma solução
tuação, desde as mais corriqueiras e regu- “salvadora”, mas sim como um modelo de transição.
lamentadas até aquelas inesperadas, como: É justamente a manutenção do dia-a-dia, o cuidado e
pessoas alcoolizadas e consumo de drogas, o zelo com a “coisa pública” que devem ser testadas
vandalismo (equipamentos e patrimônio na- nesse modelo. A fase de diagnóstico e o aprofunda-
tural; mento das experiências em outros lugares deixaram
4. Animais no Parque – animais abandonados, claro que é possível ganhos em escala com essa nova
concentração de pombos e aqueles que os forma de gerenciamento, em especial no que diz res-
alimentam no parque, animais doentes ou ne- peito à manutenção e conservação.
cessitados de cuidados; O segundo aspecto, que merece todo o cuida-
5. Relação com outros setores ou órgãos públi- do, está relacionado à segurança dos parques. Vale
cos – realização de evento no parque, relação ressaltar que a conservação desses espaços está
com os órgãos da Prefeitura e atendimento às intimamente ligada às condições de segurança.
solicitações; O Plano de Gestão fez uma opção pela indicação
6. Relação com funcionários do parque – disci- de segurança privada 24horas por dia, 7 dias por
plinamento dos usos das instalações e mo- semana. Essa opção se baseou nas diversas dis-
biliário do parque pelos funcionários, buscar cussões e no entendimento da própria população
solução para funcionário com problemas dis- mobilizada, de que ainda não existe uma conscien-
ciplinares ou de adaptação às funções. tização plena da importância e do cuidado com os
equipamentos públicos. Diversos relatos de aban-
Toda essa gama de situações e atividades neces- dono e vandalismo gerado pela falta de segurança
sitam de tomada de decisões rápidas - pouco favore- foram narrados pelos moradores do entorno, in-
cida pelo aparato estatal. Para minimizar esse proble- clusive em equipamentos de primeira necessidade
ma foi sugerida a criação de uma Organização Social como Postos de Saúde.
(OS) para gerenciar os parques do Projeto Capibaribe O Plano de Gestão dos Parques do Projeto Capi-
Melhor. Recomenda-se, no entanto, que o Contrato de baribe Melhor, no entanto abre um espaço importante
Gestão a ser estabelecido com a OS, tenha como base para que essa conscientização possa ganhar força e
o Plano de Gestão elaborado, com vistas a produzir os musculatura. A criação dos Conselhos Gestores dos
resultados desejados e pactuados com a população Parques é outra iniciativa inédita sugerida e modelada
envolvida durante sua elaboração. pela participação dos diversos atores e agentes en-
Vale destacar ainda dois aspectos que se mostra- volvidos. Legitimar essa iniciativa através de Lei que
ram bastante frágeis no dia-a-dia dos parques da Ci- não só estabeleça o Plano de Gestão, mas também
dade do Recife. O primeiro diz respeito à manutenção os Conselhos - O caso da Cidade de São Paulo é ou-
e conservação desses espaços. A chegada dos três tra recomendação a ser seguida como fator crítico de
novos parques do Projeto Capibaribe Melhor em 2012 sucesso.
(até meados de 2013), além da inauguração definitiva Finalmente vale concluir que a troca de saberes
do Parque D. Lindu em 2011 e os projetos de implan- e sinergia entre as equipes técnicas da UGP/Proje-
tação dos Parques do Jiquiá e da Tamarineira irá exigir to Capibaribe Melhor e da CONCREMAT resultou num
da Prefeitura da Cidade uma ação inovadora na ges- documento dinâmico. O entendimento e a opção pela
tão desses equipamentos, que somados aos outros construção coletiva, confirmada pela participação e mo-
parques, praças, academias da cidade e outras áreas bilização de mais de 1.500 pessoas mostrou ser o me-
de esporte, lazer e cultura formam o sistema de áreas lhor caminho para uma gestão efetiva de equipamentos
públicas do Recife. públicos tão importantes como são os parques urbanos.
O modelo sugerido se apresenta como uma for- A Cidade do Recife mostrou mais uma vez que
ma hibrida de gestão, já testada e aprovada em ou- está preparada para encarar novos desafios.
184
8. LISTA DE PARTICIPANTES

NOME.................................................................................................... INSTITUIÇÃO/COMUNIDADE

Abel Ramos da Silva.................................................................................. Entorno Parque Apipucos


Adeilsa Sousa............................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Adeli Clementino........................................................................................ Entorno Parque Caiara
Adeline Areias............................................................................................... Entorno Parque Santana
Aguinaldo Torres......................................................................................... Secretaria de Turismo/PCR
Airton Manoel da Silva............................................................................. Entorno Parque Apipucos
Alair Andrade dos Santos....................................................................... Espaço Cultural D. Helder Câmara
Albanita R. da Silva..................................................................................... Entorno Parque Santana
Albilane Silva................................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Alcione Venancio........................................................................................ Fundação Gilberto Freyre
Aldemir Domingos de Lima................................................................... Entorno Parque Apipucos
Alexandre Ramos....................................................................................... Agencia Pernambucana de Águas e Clima - APAC
Ana Cláudia Gomes................................................................................... Colégio Marista N. Sª da Conceição
Ana Cristina Cardoso................................................................................ Concremat Engenharia
Ana Diniz......................................................................................................... Entorno Parque Santana
Ana Guedes Vilar........................................................................................ Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana - EMLURB/Recife
Ana Karina Botelho.................................................................................... Geraldão / Diretoria de Gestão
Ana Lucia M. dos Santos......................................................................... Entorno Parque Caiara
Ana Maria Calixto da Silva...................................................................... Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Ana Silva Santos......................................................................................... Entorno Parque Caiara
Anderson Junior.......................................................................................... Entorno Parque Apipucos
André Cantanhede..................................................................................... Recapibaribe
Anekecia Lauro da Silva........................................................................... Entorno Parque Caiara
Angelo Gomes de Araujo........................................................................ Entorno Parque Caiara
Antônio Carlos Cavalcanti...................................................................... Entorno Parque Santana
Antônio de Oliveira Lima......................................................................... Entorno Parque Caiara
Antônio Manoel Ferreira.......................................................................... Entorno Parque Caiara
Antônio Valdo de Alencar....................................................................... Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana - EMLURB/Recife
Audisio Sobral............................................................................................... Entorno Parque Santana
Bartolomeu Franco.................................................................................... Fórum AMA Recife
Cacilda Maria Freitas da Silva............................................................... EREM Clotilde de Oliveira
185
Carlos A. C. de Almeida............................................................................ Entorno Parque Santana
Carlos Antônio da Silva............................................................................ Entorno Parque Caiara
Célia Lima....................................................................................................... Associação de Moradores da Iputinga
Cláudia Carreira........................................................................................... Escola Vila Sézamo
Claudionora Ferreira.................................................................................. Entorno Parque Santana
Cleibson Fausto........................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Clodoaldo Nascimento............................................................................ Entorno Parque Santana
Clóvis Batista Nascimento.................................................................... Entorno Parque Apipucos
Creuza Barros............................................................................................... URB - UGP
Creuzinete Mendes................................................................................... Comunidade Obra de Maria
Cristiane do Nascimento Freire........................................................... Entorno Parque Apipucos
Cristiane Mariz............................................................................................. Entorno Parque Santana
Dailton Gomes............................................................................................. CEDAN
Deisiane Chagas......................................................................................... Universidade Federeal Rual de Pernambuco - UFRPE
Dilma B. da Silva.......................................................................................... Entorno Parque Santana
Edileuza Cosma dos Santos.................................................................. Entorno Parque Caiara
Edilson Alves................................................................................................. Pelada do Biró
Edinalda Moraes.......................................................................................... 19º Grupo de Esc. Criança Cidadã
Edinaldo Arantes......................................................................................... CEDAN
Edivania Gomes........................................................................................... Entorno Parque Caiara
Edmilson Alves............................................................................................ OP
Edson Junior.................................................................................................. Entorno Parque Caiara
Edson Pereira................................................................................................ Entorno Parque Caiara
Eduardo Augusto de Freitas Ramos................................................. 19º Grupo de Esc. Criança Cidadã
Eduardo Mariano........................................................................................ Entorno Parque Caiara
Edy Sá.............................................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Egídio Andrade............................................................................................. Escola São Miguel
Elba Nubia Alves.......................................................................................... Ass. Esp. Casa dos Humildes
Eliane dos Parazeres Silva..................................................................... Entorno Parque Caiara
Elizabeth Campos...................................................................................... Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Elizabeth Ribeiro da Silva........................................................................ Grupo da 3ª Idade Eternos Amigos
Ely Maria Cintra de Moraes................................................................... Associação de Moradores da Iputinga
Elzanira da Silva........................................................................................... Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Emiliana Ribeiro........................................................................................... Entorno Parque Caiara
Enelson dos S. Ramos.............................................................................. Entorno Parque Santana
Erika de Albuquerque Maciel................................................................ Escola Cândido Duarte
Eronilde de Lima.......................................................................................... Entorno Parque Santana
Estenindo José dos Santos................................................................... Entorno Parque Santana
Evanilsa de Lima.......................................................................................... Entorno Parque Caiara
Fábio Batista................................................................................................. OP
Fabio dos Prazeres Silva......................................................................... Entorno Parque Caiara
Fábio Liberal.................................................................................................. Prefeitura do Recife
Fabiola Albuquerque................................................................................. Universidade Federeal Rual de Pernambuco - UFRPE
Fabiola Diogo da Costa............................................................................ Entorno Parque Caiara
Felipe Joaquim.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Flávia Costa................................................................................................... Concremat Engenharia
Francisco Lopes.......................................................................................... Concremat Engenharia
Francisco Silva.............................................................................................. Associação dos Empregados da FUNDAJ
186
Frederico Mororó dos Santos............................................................... Entorno Parque Santana
Geanine Barros............................................................................................ Academmia da Cidade
Genilson Carmo........................................................................................... OP
Gerlandi Souza............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Gerson Valentim......................................................................................... Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Gésia Noélia Costa..................................................................................... Entorno Parque Santana
Giannina Cysneiros.................................................................................... Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade - SEMAS-PE
Gilberto B. Borges...................................................................................... SEEPPE
Gilma do Nascimento Silva.................................................................... Entorno Parque Apipucos
Giullian Rodrigues....................................................................................... Concremat Engenharia
Gleidvania dos Santos.............................................................................. Entorno Parque Caiara
Guilherme Tavares .................................................................................... URB - Capibaribe Melhor
Helena Arruda.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Hercilia de Sena Ferreira......................................................................... Entorno Parque Apipucos
Humberto Bezerra..................................................................................... Entorno Parque Santana
Ignês Maria Batista................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Ines Galvão da Silva................................................................................... Entorno Parque Caiara
Irene da Costa.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Isaac Filho ...................................................................................................... OP
Isabel Lyra....................................................................................................... Concremat Engenharia
Ivaldo Costa................................................................................................... URB
Ivaneide Francisca do Nascimento.................................................... Entorno Parque Caiara
Ivanete Correia ............................................................................................ URB - UGP
Ivanete da Silva............................................................................................ URB - UGP
Ivanilda Correia............................................................................................ Entorno Parque Santana
Ivanilda Maria................................................................................................ Associação de Moradores da Iputinga
Jaime R. T. de Lima..................................................................................... Centro de Referência da Assistência Social - CRAS - 04
Janaina Macedo .......................................................................................... Secretaria de Meio Ambiente - SEMAM/PCR
Jandira Lindalva da Silva.......................................................................... Entorno Parque Caiara
Janete Maria da Silva................................................................................ Entorno Parque Caiara
Joana Feitosa................................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Joana Maria da Conceição...................................................................... Entorno Parque Caiara
João Batista de Jesus............................................................................... Geraldão
João Paulo da Silva..................................................................................... Secretaria de Meio Ambiente - SEMAM/PCR
João Sivirino de Oliveira.......................................................................... Entorno Parque Caiara
João Soares................................................................................................... Pelada do Biró
Joaquim S. da Silva..................................................................................... Entorno Parque Caiara
Jonas Soares................................................................................................. Concremat Engenharia
José Amaro da Conceição...................................................................... Instituto Bate Bola - IBB
José Antônio de Santana........................................................................ Escola Erundina Negreiros
José Augusto................................................................................................ Geraldão
José Carlos Vieira........................................................................................ Instituto Bate Bola - IBB
José Ismael.................................................................................................... Entorno Parque Caiara
José Marques................................................................................................ Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana - EMLURB/Recife
José Nilson Eustáquio.............................................................................. Entorno Parque Caiara
José Rafael..................................................................................................... Entorno Parque Santana
José Severino Araújo................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Josefa da Silva.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
187
Josefa dos Santos...................................................................................... Entorno Parque Santana
Josefa Izaura da Silva................................................................................ Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Joseilda Costa.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Joselito Alves de Oliveira........................................................................ OP
Josenildo Alves............................................................................................ Entorno Parque Santana
Josinês Rabelo............................................................................................. Secretaria de Meio Ambiente - SEMAM/PCR
Joyce Ferreira de Arruda......................................................................... Concremat Engenharia
Jucelino Neves.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Jucilene de Azevedo................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Juliana C. da Silva........................................................................................ Instituto Bate Bola - IBB
Julien Ineichen.............................................................................................. Eu Quero Nadar no Capibaribe - EQNC
Katarina Correia Bezerra........................................................................ Entorno Parque Apipucos
Kátia Cristina................................................................................................. Grupo Beija Flor
Kátia Galvão da Silva................................................................................. Entorno Parque Caiara
Ladjane Felix................................................................................................. Entorno Parque Santana
Leandro Coutinho....................................................................................... Entorno Parque Santana
Leonardo M. Silva....................................................................................... Pelada do Biró
Leonardo Sampaio.................................................................................... Fórum AMA Recife
Liliana Lacerda............................................................................................. URB - UGP
Lincoln Cabral............................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Lindinalva Silva............................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Lionete Albuquerque................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Lívia Maciel de Souza............................................................................... Escola Nossa Senhora das Graças
Lucia Helena Xavier.................................................................................. Fundação Joaquim Nabuco
Lucia Maria Alves....................................................................................... Agência Estadual de Meio Ambiente - CPRH
Luciana Vieira............................................................................................... Entorno Parque Caiara
Luciano Alves............................................................................................... Associação de Santana
Luciano Carvalho........................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Luciano Jatobá de Oliveira..................................................................... Escola Maria Amália
Luciano Luiz.................................................................................................. Entorno Parque Caiara
Luiz Antônio de Freitas............................................................................ Entorno Parque Caiara
Luiz Henrique Viegas................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Luiz José da Silva........................................................................................ Entorno Parque Santana
Luiz Villar......................................................................................................... URB - UGP
Luiza Bezerra Silva.................................................................................... Comissão de Urbanização e Urbanização - COMUL
Luiza Joana do Nascimento.................................................................. Entorno Parque Apipucos
Manoel Dias................................................................................................... Entorno Parque Caiara
Manoel Silva.................................................................................................. Entorno Parque Santana
Manuel Sérgio de O. Neto...................................................................... Universidade Federeal Rual de Pernambuco - UFRPE
Manuela Falcão............................................................................................ Fundação Gilberto Freyre
Manuella Sobral Silva................................................................................ Entorno Parque Santana
Marcelo da Silva........................................................................................... Entorno Parque Santana
Marcio Erinch................................................................................................ Entorno Parque Apipucos
Marcone Cardoso Lins............................................................................. Entorno Parque Caiara
Marcos Antônio........................................................................................... Entorno Parque Caiara
Margareth Guerra ...................................................................................... Secretaria de Turismo de Pernambuco - SETUR
Margarida Barros........................................................................................ Universidade Federeal Rual de Pernambuco - UFRPE
Maria Andréia da Silva.............................................................................. Associação de Moradores da Iputinga
188
Maria Betânia da S. Ferreira.................................................................. Entorno Parque Apipucos
Maria Cristina............................................................................................... Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Maria Cristina Freyre................................................................................. Fundação Gilberto Freyre
Maria da Conceição Dias......................................................................... Entorno Parque Apipucos
Maria da Penha A. Hora........................................................................... Entorno Parque Apipucos
Maria das Neves.......................................................................................... Associação de Moradores da Iputinga
Maria de Fátima da Silva......................................................................... Entorno Parque Santana
Maria do Carmo Bezerra......................................................................... Entorno Parque Caiara
Maria do Carmo Pereira de Carvalho................................................ Entorno Parque Santana
Maria do Socorro Cantanhede............................................................ Recapibaribe
Maria dos Prazeres.................................................................................... Entorno Parque Caiara
Maria Eligia Silva.......................................................................................... Entorno Parque Santana
Maria Elizabeth L. Novaes...................................................................... Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS
Maria Farias de A. Barbosa.................................................................... Entorno Parque Apipucos
Maria Idalia dos Santos............................................................................ Entorno Parque Caiara
Maria José Gonçalves............................................................................... Escola Comunitária Girassol
Maria Juscelia ............................................................................................... Entorno Parque Santana
Maria Lucia da Silva................................................................................... Entorno Parque Caiara
Maria Noemia Silva.................................................................................... Associação de Moradores Santa Luzia
Maria Paixão da Conceição.................................................................... Entorno Parque Caiara
Maria Soledade de L. Aguiar................................................................. Escola Presbitero José Bezerra
Mariana Rodrigues.................................................................................... Secretaria de Meio Ambiente - SEMAM/PCR
Marilene Torres da Cruz.......................................................................... Entorno Parque Santana
Marina Luiza da Silva................................................................................ Entorno Parque Caiara
Mario Alves de Lira.................................................................................... Entorno Parque Santana
Marisa Vital.................................................................................................... Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS
Marize Castro............................................................................................... Concremat Engenharia
Michel José Bezerra.................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Miriam Elias Oliveira.................................................................................. Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Casarão do Cordeiro
Moacir da Rocha......................................................................................... Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana - EMLURB/Recife
Mônica de Moraes Barbosa.................................................................. Secretaria de Meio Ambiente - SEMAM/PCR
Murcio Romão da Silva............................................................................. Entorno Parque Apipucos
Natália Tenório............................................................................................. URB - UGP
Nilarina Monteiro......................................................................................... Entorno Parque Caiara
Nilton J. da Silva............................................................................................ Entorno Parque Caiara
Nilton Nunes.................................................................................................. Entorno Parque Caiara
Odemilde Sobral.......................................................................................... Entorno Parque Santana
Patrícia Monteiro........................................................................................ URB - UGP
Paulo Dans..................................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Paulo Ferreira................................................................................................ Entorno Parque Santana
Paulo Ferreira da Silva.............................................................................. Entorno Parque Santana
Paulo Gomes................................................................................................. OP
Paulo Pedro dos Santos.......................................................................... Entorno Parque Caiara
Paulo Roberto............................................................................................... Entorno Parque Apipucos
Pedro Anastacio de Oliveira.................................................................. Escola Coronel Othon
Raimundo Oliveira...................................................................................... Entorno Parque Caiara
Regina Aguiar............................................................................................... Entorno Parque Caiara
Reginaldo Santos....................................................................................... Entorno Parque Caiara
189
Renata Marinho de Moraes................................................................... Secretaria de Cultura / PCR
Ricardo Cordeiro Sales............................................................................. Entorno Parque Caiara
Roberta de Melo......................................................................................... Escola M. Cecília Meireles
Roberta Machado...................................................................................... Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS
Robson Bento Pereira Filho................................................................... Associação de Skate - Vasco da Gama
Rogério Barros............................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Rogério Mergulhão.................................................................................... Entorno Parque Santana
Rosana Andrade.......................................................................................... Concremat Engenharia
Rosemary Ramos...................................................................................... Entorno Parque Caiara
Sandra de França Teixeira....................................................................... Creche M. São João
Sandra Maria Cordeiro............................................................................. Entorno Parque Caiara
Sandra Regina.............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Sávio França.................................................................................................. Centro de Recuperação de Computadores - CRC/Marista
Selma Cândida............................................................................................. Entorno Parque Apipucos
Severina da Silva......................................................................................... Entorno Parque Caiara
Severina Maria............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Severino Gomes......................................................................................... Entorno Parque Santana
Sheila Azevedo............................................................................................ Concremat Engenharia
Sidnei Gonçalves........................................................................................ Instituto Bate Bola - IBB
Sileide Etelvino de Barros...................................................................... Entorno Parque Apipucos
Silvio Gonçalves.......................................................................................... Instituto Bate Bola - IBB
Silvio Vieira da Silva................................................................................... Instituto Bate Bola - IBB
Simone Firmino de Oliveira.................................................................... Entorno Parque Apipucos
Simone Santos Costa.............................................................................. Entorno Parque Apipucos
Sônia Guedes de Melo............................................................................. Escola M. Nadir Colaço
Sueli da Silva Costa................................................................................... Escola Diácono Abel Gueiros
Tereza Pereira da Silva.............................................................................. Entorno Parque Apipucos
Tota.................................................................................................................... Entorno Parque Caiara
Valdir Nascimento França....................................................................... Instituto Bate Bola - IBB
Valdir Oliveira................................................................................................ CEO/URB
Valéria Bezerra............................................................................................. Entorno Parque Caiara
Valéria Vanda................................................................................................ Cent. de Ens. Popular e Assist. Social do Recife
Vera Maia........................................................................................................ URB - UGP
Veruska Andrade........................................................................................ Concremat Engenharia
Walter Lins..................................................................................................... Grupo de Patinação
Zalmon Almeida.......................................................................................... 19º Grupo de Esc. Criança Cidadã
Zenilson do Nascimento......................................................................... Entorno Parque Santana
Zuleide Sobral da Silva............................................................................. Entorno Parque Santana

190
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRÉ, Maristela Afonso de. Contratos de Gestão: descentralizadas e de parcerias para as administra-
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FUNDAP-CVRD. Texto para Contrato de Gestão- que serve? Revista Conjuntura Econômica. FGV. P.
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MÉDICE, André Cezar et al. Universalização com qua- TOFFLER, Alvin. A terceira onda. 5. ed. Rio de Janeiro:
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191
DECRETO 471 de 27 de Outubro de 1998. Dispõe so- dispõe sobre a criação dos Conselhos Gestores dos
bre os Parque Municipais da Cidade de Curitiba e dá Parques Municipais da Cidade de São Paulo.
outras providências. DECRETO 993 de 10 de Agosto de 2010. Institui o Sis-
DECRETO 43.685 de 28 de Agosto de 2003. Regula- tema Municipal de Gestão Sustentável da Cidade de
menta a Lei nº. 13.539, de 20 de Março de 2003, que Curitiba e dá outras providências.

192
CAPIBARIBE MELHOR