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Caderno 1

JURISDICIONAL E AD-
MINISTRATIVO

Presidente:
(a)
Otávio Leão Praxedes

Ano IX • Edição 2008 • Maceió, segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 https://www2.tjal.jus.br/cdje

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Pleno

Secretaria Geral

TRIBUNAL PLENO

Partes das Conclusões de Acórdãos da 45ª Sessão Ordinária do Tribunal de Justiça, realizada em 12/12/2017, nos termos do art. 943,
§ 2º, do CPC.

01 - Agravo Regimental nº 0800190-06.2017.8.02.0000/50000 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual.
Agravante : Jousy Pimentel de Souza
Advogado : Tiago Barreto Casado (OAB: 7705/AL)
Advogado : Alan Silva de Morais (OAB: 14154/AL)
Agravado : Uncisal - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
Procurador : Luiz Duerno Barbosa de Carvalho (OAB: 2967/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM SUSPENSÃO DE LIMINAR. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO.


AUTARQUIA. PRETERIÇÃO. ORDEM DE NOMEAÇÃO. SENTENÇA SUPERVENIENTE REVOGANDO A LIMINAR. PERDA DO
OBJETO. NÃO CONHECIMENTO. UNÂNIME.

02 - Conflito de Competência nº 0800003-55.2017.8.02.9002/50000 , de Maragogi, Vara de Único Ofício do Maragogi.


Suscitante : Desembargador Alcides Gusmão da Silva - 3ª Câmara Cível
Parte 1 : Juliana Monteiro Ribeiro
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : W e W Serviços de Fotografias Submarinas Ltda Me
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Simone Valeria Furtado Leite
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Juliana Bezerra Fernandes da Silva
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Amaro de Souza
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Amara Leonete de Souza Alves
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : João Paulo Furtado Salgado Leite
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Yvan Quintiliano Wanderley
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Josemir Cavalcante da Silva Junior
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)

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Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)


Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Wanderson Ribeiro de França Luna
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Parte 1 : Marcelo William de Souza Viana
Advogado : Luiz Vasconcelos Netto (OAB: 5875/AL)
Advogada : Ianara Saldanha Peixoto (OAB: 5866/AL)
Advogado : Márcio Cássio Medeiros Góes Júnior (OAB: 8266/AL)
Suscitado : Desembargador Fábio José Bittencourt Araújo - 1ª Câmara Cível
Parte 2 : Secretário Municipal de Meio Ambiente da Comarca de Maragogi
Parte 2 : Procurador Geral do Município de Maragogi
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

EMENTA: CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA ENTRE DESEMBARGADORES. DISCUSSÃO ACERCA DA EXISTÊNCIA DE


CONEXÃO ENTRE OS AGRAVOS DE N.º 0802555-67.2016.8.02.0000 E 0800003-55.2017.8.02.9002/50000. AÇÕES QUE POSSUEM
COMO CERNE DA DISCUSSÃO A VALIDADE DO DECRETO MUNICIPAL N.º 017/2015, QUE REGULAMENTA A EMISSÃO DE ALVARÁ
DE LICENÇA PARA FUNCIONAMENTO DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO UTILIZADO NA ATIVIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO
DE MARAGOGI. EXISTÊNCIA DE POSSIBILIDADE DE DECISÕES CONFLITANTES. NECESSIDADE DE CONEXÃO DAS AÇÕES.
DECLARAÇÃO DE COMPETÊNCIA DO DESEMBARGADOR SUSCITANTE. UNANIMIDADE.

03 - Conflito de Competência nº 0802640-24.2014.8.02.0000/50000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital.


Suscitante : Desembargador Pedro Augusto Mendonça de Araújo - 2ª Câmara Cível
Suscitado : Desembargador Paulo Barros da Silva Lima - 2ª Câmara Cível
Parte : Cícero Félix da Silva - ME
Advogado : Wilson Marcelo da Costa Ferro (OAB: 6978/AL)
Parte 2 : Antonio Moreira Belo
Advogado : Marinesio Dantas Luz (OAB: 9482/AL)
Advogado : Altacir Valente da Silva (OAB: 6851/AL)
Advogado : Carlos Henrique de Almeida Rodrigues (OAB: 11713/AL)
Relator: Des. Otávio Leão Praxedes

EMENTA: CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA ENTRE DESEMBARGADORES. RECURSO DISTRIBUÍDO ANTES


DAS REGRAS DO NOVO REGIMENTO INTERNO. INTERPRETAÇÃO DO ART. 1.211 DO CPC/1973, CONFORME O PRINCÍPIO
DO TEMPUS REGIT ACTUM. SEGURANÇA JURÍDICA. APLICAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO DO TJAL DA ÉPOCA DA
DISTRIBUIÇÃO. RECURSO ATRATIVO JULGADO E ARQUIVADO QUANDO DA NOVA DISTRIBUIÇÃO. COMPETÊNCIA FIXADA POR
PREVENÇÃO AO ÓRGÃO JULGADOR DO RECURSO ANTERIORMENTE JULGADO. RECURSO CORRETAMENTE DISTRIBUÍDO
POR SORTEIO ENTRE OS MEMBROS DO ÓRGÃO PREVENTO. POSTERIOR ASSUNÇÃO DO DESEMBARGADOR SUSCITADO
AO CARGO DE CORREGEDOR-GERAL DA JUSTIÇA. INOCORRÊNCIA DAS HIPÓTESES DO ART. 104 DO REGIMENTO INTERNO.
REDISTRIBUIÇÃO DO RECURSO AO DESEMBARGADOR QUE ANTECEDEU O DESEMBARGADOR SUSCITADO NO ÓRGÃO
CENSOR. INTELIGÊNCIA DO ART. 105 DO REGIMENTO INTERNO. DECLARAÇÃO DE COMPETÊNCIA DO DESEMBARGADOR
QUE ASSUMIU O ACERVO PROCESSUAL DO DESEMBARGADOR SUSCITADO. UNANIMIDADE.

04 - REVISÃO CRIMINAL Nº 0804461-92.2016.8.02.0000 , DE MACEIÓ, 7ª VARA CRIMINAL DA CAPITAL / TRIBUNAL DO JÚRI.


Requerente : Alexandre José da Silva
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Requerido : Ministério Público
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Revisor: Des. João Luiz Azevedo Lessa

EMENTA : REVISÃO CRIMINAL. HOMICÍDIO QUALIFICADO. CORRUPÇÃO DE MENORES. REFORMA DA DOSIMETRIA DA


PENA. FUNDAMENTAÇÃO INIDÔNEA DA CULPABILIDADE, ANTECEDENTE, CONDUTA SOCIAL, CONSEQUÊNCIAS DO CRIME E
COMPORTAMENTO DA VÍTIMA. REVISÃO CRIMINAL CONHECIDA E JULGADA PROCEDENTE.

Secretaria do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas, em Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Diógenes Tenório de Albuquerque.


Secretário Geral

Vice-Presidência

Processo Administrativo Virtual nº 2017/14051


Interessado(a): Vanusa Crateús Azevedo Analista Judiciário
Objeto: Licença para tratamento de saúde
DESPACHO:Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 12 (doze) dias de licença para
tratamento de saúde, a partir do dia 11/12/2017, em conformidade com a inspeção/avaliação médica realizada pelo Departamento de
Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato para efetivação
da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta de Gestão de
Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se. Maceió,14 de
dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

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Processo Administrativo Virtual nº 2017/12719


Interessado(a): Gleide Stela Vieira Barbosa Analista Judiciário
Objeto: Licença para tratamento de saúde, em prorrogação
DESPACHO:Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 60 (sessenta) dias de
licença para tratamento de saúde, em prorrogação, a partir do dia 10/11/2017, em conformidade com a inspeção médica realizada pelo
Departamento de Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato
para efetivação da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta de
Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se. Maceió,
14 de dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

Processo Administrativo Virtual nº 2017/12981


Interessada: Miralinda Rocha Lobo Mota Analista Judiciário
Objeto: Licença para tratamento de saúde, em prorrogação
DESPACHO:Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 90 (noventa) dias de licença
para tratamento de saúde, em prorrogação, a partir do dia 10/11/2017, em conformidade com a inspeção/avaliação médica realizada pelo
Departamento de Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato
para efetivação da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta
de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se.
Maceió,14 de dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

Processo Administrativo Virtual nº 2017/13966


Interessado(a): Josilene Reis Silva Analista Judiciário
Objeto: Licença para tratamento de saúde, em prorrogação
DESPACHO:Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 15 (quinze) dias de licença
para tratamento de saúde, em prorrogação, a partir do dia 12/12/2017, em conformidade com a inspeção/avaliação médica realizada pelo
Departamento de Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato
para efetivação da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta
de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se.
Maceió,14 de dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

Processo Administrativo Virtual nº 2017/13996


Interessado(a): Juliana Santos de Moraes Analista Judiciário
Objeto: Licença para tratamento de saúde, em prorrogação
DESPACHO: Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 04 (quatro) dias de licença
para tratamento de saúde, em prorrogação, a partir do dia 12/12/2017, em conformidade com a inspeção médica realizada pelo
Departamento de Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato
para efetivação da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta
de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se.
Maceió,14 de dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

Processo Administrativo Virtual nº 2017/14019


Interessado(a): Frutuoso Alexandre Barbosa Filho Assessor de Segurança
Objeto: Licença para tratamento de saúde, em prorrogação
DESPACHO:Diante do contido nos presentes autos, Defiro o pedido, concedendo a(o) interessada(o) 01 (um) dia de licença para
tratamento de saúde, em prorrogação, a partir do dia 12/12/2017, em conformidade com a inspeção médica realizada pelo Departamento
de Saúde e Qualidade de Vida DSQV, cabendo a(o) ora requerente o necessário contato com o respectivo chefe imediato para efetivação
da correspondente justificativa no sistema de ponto eletrônico, consoante as normas de regência.À Diretoria-Adjunta de Gestão de
Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para demais anotações e posterior arquivamento.Publique-se.Maceió,14 de
dezembro de 2017.
Desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas

Processo nº 2017/14057 fracionamento de férias


Requerente: Sandra Janine Wanderley Cavalcante Maia
DECISÃO
01.Trata-se de expediente formulado pela magistrada Sandra Janine Wanderley Cavalcante Maia, Juíza de Direito Titular do 11º
Juizado Especial Cível e Criminal da Capital, por intermédio do qual solicita, em suma, o fracionamento de suas férias inicialmente
agendadas para janeiro/2018, a fim de que sejam usufruídas nos lapsos compreendidos entre 26 de janeiro de 2018 a 09 de fevereiro de
2018 e 09 de abril de 2018 a 23 de abril de 2018, pelas razões que expõe.
02.Informaçõs do DECAD juntadas ao processo, dando conta, dentre outras, de que a substituta legal, Dra. Adriana Carla Feitosa
Martins, não se encontra com férias coincidentes com o período requerido.
03.Depreende-se dos autos, em suma, que a requerente pretende utilizar do respectivo período de férias ora pleiteado, para fins de
participação em seminário internacional que versará sobre ciências criminais, a ser realizado na França, durante o período compreendido
de 09 a 13 de abril de 2018, conforme documento anexado ao processo, evento este de grande magnitude e com exígua quantidade de
vagas ofertadas à magistratura nacional.

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04.Nesse contexto, tendo em vista recentes decisões do Tribunal Pleno deste Poder Judiciário, a exemplo daquelas exaradas nos
autos dos Processos Administrativos nºs 2017/10097 e 2017/2888, em sentido favorável a pretensões análogas ao caso em apreço, e
sob o pálio da segurança jurídica e da economia e celeridade processuais, de modo a afastar decisões conflitantes acerca de casos
assemelhados, bem assim em respeito, sobretudo, ao reportado Colegiado e, ainda, considerando fato de que a requerente está optando
pela participação em referenciado curso durante seu respectivo período de férias, o acolhimento à pretensão em apreço é medida que se
impõe.
05.Dessa forma, defiro o pedido, nos termos em que requerido.
06.À Corregedoria-Geral da Justiça, para conhecimento.
07.Após, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas, para anotações e arquivamento.
08.Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.
Desembargador CELYRIO ADAMASTOR TENÓRIO ACCIOLY
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Processo nº2017/14106 transferência de férias


Requerente: Aída Cristina Lins Antunes
DECISÃO
01.Trata-se de expediente formulado pela magistrada Aída Cristina Lins Antunes, Juíza de Direito Titular do 10º Juizado Especial
Cível e Criminal da Capital, por intermédio do qual solicita, em suma, a alteração do seu período de férias anteriormente agendado, a fim
de que seja usufruído no lapso compreendido entre 02 de janeiro a 02 de março de 2018, pelas razões que expõe.
02.Neste trilhar, em manifestação devidamente acostada aos autos, a Divisão de Magistrados - DECAD esclarece que a magistrada,
de acordo com a escala de férias 2018 está com com seus períodos de férias regulamentares programados para serem usufruídos no
período de 01/02/2018 a 02/03/2018 e de 03/03/2018 a 01/04/2018. Anota, ainda, que não há conflito entre o período que se requere e
o período agendado para as férias de seu substituto, Dr. Sérgio Wanderley Persiano. Por fim, informa que dos três juízes titulares dos
juízos integrantes do mesmo subgrupo do 10º Juízado Especial Cível e Criminal, nenhum está com férias agendadas para o período
solicitado pela requerente.
03.Não havendo, portanto, óbice para a transferência sub examine, defiro o pedido, nos termos em que requerido.
04.À Corregedoria-Geral da Justiça, para conhecimento.
05.Após, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas, para anotações e arquivamento.
06.Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.
Desembargador CELYRIO ADAMASTOR TENÓRIO ACCIOLY
Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Diretoria Adjunta de Contabilidade e Finanças - DICONF

PORTARIA Nº 1312, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Alteração do Quadro de Detalhamento de Despesa.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE:

Art. 1º. Autorizar a alteração de QDD no valor de R$ R$ 5.490.555,00 (cinco milhões e quatrocentos e noventa mil e quinhentos
e cinquenta e cinco reais), conforme determinam a LOA e LDO vigentes.

Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as disposições em contrário.

X NOTA DE RESERVA ANULAÇÃO

Nº DA PLANO
NOTA DE INTERNO NATUREZA DA
RESERVA PROGAMA DE TRABALHO ESPECIFICAÇÃO DESPESA/FONTE VALOR
DE RECURSO
01 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-14/0100 24.473,00
JUSTIÇA

02 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-30/0100 22.939,00
JUSTIÇA

03 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-33/0100 4.999,00
JUSTIÇA

04 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-36/0100 20.749,00
JUSTIÇA

05 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-39/0100 24.279,00
JUSTIÇA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 5

06 MANUTENÇÃO DA1598
CORREGEDORIA GERAL DE
02.061.0003.2100.0000 3390-47/0100 4.249,00
JUSTIÇA

07 MANUTENÇÃO DOS 2206


02.061.0003.2396.0000 JUIZADOS ESPECIAIS 3390-36/0100 32.976,00

08 MANUTENÇÃO DOS 2206


02.061.0003.2396.0000 JUIZADOS ESPECIAIS 3390-46/0100 6.184,00

09 MANUTENÇÃO DOS 2206


02.061.0003.2396.0000 JUIZADOS ESPECIAIS 3390-92/0100 600.000,00

10 MANUTENÇÃO DOS 2206


02.061.0003.2396.0000 3390-93/0100 23.684,00
JUIZADOS ESPECIAIS
11 MANUTENÇÃO DOS 2206
02.061.0003.2396.0000 JUIZADOS ESPECIAIS 3391-47/0100 4.999,00

12 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-30/0100 150.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

13 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-36/0100 120.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

14 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-37/0100 392.875,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

15 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-39/0100 700.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

16 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-46/0100 136.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

17 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-47/0100 4.279,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

18 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-92/0100 1.000.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

19 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3390-93/0100 55.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

20 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3391-39/0100 1.550,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

21 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3391-47/0100 16.021,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

22 MANUTENÇÃO DOS 4930


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3390-33/0100 1.800,00
JUDICIÁRIO-1º GRAU

23 MANUTENÇÃO DOS 4930


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3390-39/0100 1.000.000,00
JUDICIÁRIO-1º GRAU

24 MANUTENÇÃO DOS 4930


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3390-47/0100 6.501,00
JUDICIÁRIO-1º GRAU

25 MANUTENÇÃO DOS 4930


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3390-92/0100 1.000.000,00
JUDICIÁRIO-1º GRAU

26 MANUTENÇÃO DOS 4930


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3391-47/0100 13.829,00
JUDICIÁRIO-1º GRAU

27 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-14/0100 4.174,00
MAGISTRATURA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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28 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-30/0100 19.999,00
MAGISTRATURA

29 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-33/0100 29.999,00
MAGISTRATURA

30 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-36/0100 25.314,00
MAGISTRATURA

31 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-39/0100 38.499,00
MAGISTRATURA

32 MANUTENÇÃO DA1600
ESCOLA SUPERIOR DA
02.364.0003.2123.0000 3390-47/0100 5.184,00
MAGISTRATURA

TOTAL 5.490.555,00

ANEXO II - SUPLEMENTAÇÃO

ESPECIFICAÇÃO NATUREZA DA
Nº DA NOTA PROGRAMA DE DESPESA/FONTE
Nº DA NOTA DE RESERVA PLANO INTERNO
DE RESERVA TRABALHO DE RECURSO

01 MANUTENÇÃO DOS 2206


02.061.0003.2396.0000 JUIZADOS ESPECIAIS 3190-92/0100 437.555,00

02 MANUTENÇÃO DOS 1601


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2211.0000 3190-92/0100 2.252.000,00
JUDICIÁRIO-2º GRAU

03 MANUTENÇÃO DOS 4930 2.801.000,00


ÓRGÃOS DO PODER
02.122.0003.2431.0000 3190-92/0100
JUDICIÁRIO-1º GRAU

TOTAL 5.490.555,00

RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS TIPOS DE RESERVA

X Dotação orçamentária ou Licitação (convite) X Cessão de Recursos


Crédito Suplementar
Licitação de Decorrente de Determinação
Crédito Especial ou Crédito (Tomada de preços)
Extraordinário
Licitação (Concorrência) Outras Reservas

OBJETIVO
ALTERAÇÃO DO Q.D. D. PARA ATENDER ÀS DESPESAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS.

ORDENADOR DA DESPESA

Desembargador Otávio Leão Praxedes


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Gabinete da Presidência

Recurso Especial em Apelação nº 0724966-64.2014.8.02.0001


Recorrente : Arthur Malta de Amorim
Advogado : Bruno Paiva de Souza Silva (OAB: 12037/AL)
Recorrido : Detran/al - Departamento Estadual de Trânsito
Procuradores : Lúcia Maria Jacinto da Silva (OAB: 4276/AL) e outro

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DESPACHO/MANDADO/OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para apresentar contrarrazões ao recurso especial, observado o prazo legal, em conformidade com o
disposto no art. 1.030, CPC.
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 29 de novembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Agravo em Recurso Especial em Apelação nº 0700064-84.2017.8.02.0084/50000


Agravantes : E. da S. C. e outro
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Agravado : M. P. do E. de A.

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2017-JAP

Em face da interposição de agravo, intime-se a parte agravada para que apresente as contrarrazões, observado o prazo legal.
Decorrido tal prazo, com ou sem a manifestação da parte recorrida, retornem os autos conclusos para os fins do disposto no art.
1.042, §4º, do Código de Processo Civil.

Publique-se. Intime-se.

Maceió/AL, 23 de novembro de 2017.

Hélio Pinheiro Pinto


Juiz Auxiliar da Presidência

Ygor Vieira de Fiqueirêdo


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Extraordinário em Apelação nº 0709226-37.2012.8.02.0001


Recorrente: Município de Maceió

Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673-B/AL)

Recorrido: Tacio Leite Cardozo Batista

Procurador: Rômulo Santa Rosa Alves (OAB: 3208/SE)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recursos Especial e Extraordinário em Apelação nº 0734292-14.2015.8.02.0001


Recorrente: Cícero Ronaldo de Lima

Advogado: Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL) e outros

Recorrido: Estado de Alagoas

Procurador: Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).

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Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recursos Extraordinário e Especial em Apelação nº 0728887-94.2015.8.02.0001


Recorrente: Adilson Francisco da Silva

Advogado: Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL) e outros

Recorrido: Estado de Alagoas

Procurador: Thales Francisco Amaral Cabral (OAB: 10131/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao (aos) recurso (os).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0803004-88.2017.8.02.0000


Recorrente: Banco J Safra S/A

Advogados: José Lídio Alves dos Santos (OAB: 14854-A/AL) e outro

Recorrido: Antônio Ferreira do Nascimento

Advogado: César Luiz Beraldi (OAB: 229635/SP)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 04 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Agravo em Recurso Especial em Agravo de Instrumento n.º 0801004-73.2013.8.02.0900


Agravante: Roberto Coelho Lima
Advogado: Mauro Jorge Tenório Gomes Júnior (OAB: 10480/AL)

Agravado: Audinete Vania dos Santos


Advogado:Almir Cota da Silva (OAB: 8538/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2017-JAP

Levando-se em consideração que o Superior Tribunal de Justiça homologou o pedido de desistência formulado pelo agravante
no agravo em recurso especial, consoante decisão de fls. 312, e que tal decisum transitou em julgado, de acordo com a informação
constante na certidão de fls. 315, encaminhem-se os autos à Secretaria a fim de arquivar o feito.

Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se.

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Maceió, 05 de dezembro de 2017.

Hélio Pinheiro Pinto


Juiz Auxiliar da Presidência

Ygor Vieira de Figueirêdo


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Apelação nº 0034255-04.2010.8.02.0001


Recorrentes: Jabson José da Silva e outro
Defensor P.: João Fiorillo de Souza
Recorrido: Ministério Público

DESPACHO/MANDADO/OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para apresentar contrarrazões ao recurso especial, observado o prazo legal, em conformidade com o
disposto no art. 1.030, CPC.
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 06 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Apelação nº 0700047-70.2015.8.02.0067


Recorrente: Jonathan do Espírito Santo Santos

Defensor P: João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP) e outros

Recorrido: Ministério Público do Estado de Alagoas

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se o recorrido para apresentar contrarrazões ao recurso especial, observado o prazo legal, consoante o disposto no artigo
1.030, do Código de Processo Civil de 2015.
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Apelação nº 0700191-56.2016.8.02.0084


Recorrente: Á dos S.

Defensor P: João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP) e outros

Recorrido: M. P.

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 10

Recurso Especial em Apelação nº 0700114-09.2016.8.02.0032


Recorrente: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados NPL I

Advogada: Giza Helena Coelho (OAB: 166349/SP)

Recorrida: Maria Marcia Nicolau dos Santos

Advogada: Ione Sobrinho de Azevedo (OAB: 12800/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Extraordinário em Apelação nº 0701590-20.2012.8.02.0001


Recorrente: Município de Maceió

Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673-B/AL)


Recorrida: Vilma Monteiro dos Santos

Defensor P: Daniel Coêlho Alcoforado Costa (OAB: 10/AL) e outros

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao (aos) recurso (os).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Agravo em Recurso Extraordinário em Apelação nº 0716008-89.2014.8.02.0001/50001


Agravante : Estado de Alagoas
Procurador : Filipe Castro de Amorim Costa (OAB: 6437/AL)
Agravada : Genilda Macena de Paula Araújo
Advogado : João Sapucaia de Araújo Neto (OAB: 4658/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2017-JAP

Em face da interposição de agravo, intime-se a parte agravada para que apresente as contrarrazões, observado o prazo legal.
Decorrido tal prazo, com ou sem a manifestação da parte recorrida, retornem os autos conclusos para os fins do disposto no art.
1.042, §4º, do Código de Processo Civil.

Publique-se. Intime-se.

Maceió/AL, 27 de novembro de 2017.

Hélio Pinheiro Pinto


Juiz Auxiliar da Presidência

Ygor Vieira de Fiqueirêdo


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Agravo de Instrumento nº 0801187-91.2014.8.02.0000


Recorrente : Município de Maceió
Procurador : Ricardo Antônio de Barros Wanderley (OAB: 5106/AL)
Recorrida : Ana Maruza Peixoto Campos

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Defensor P : Fabrício Leão Souto


Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº /2017-JAP

Levando-se em consideração que o Superior Tribunal de Justiça conheceu parcialmente do recurso especial e, nesta parte, negou-
lhe provimento, consoante decisão de fls. 390/393, e que tal decisum transitou em julgado, de acordo com a informação constante na
certidão de fls. 406, encaminhem-se os autos à Secretaria a fim de arquivar o feito.

Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se.

Maceió, 05 de dezembro de 2017.

Hélio Pinheiro Pinto


Juiz Auxiliar da Presidência

Ygor Vieira de Figueirêdo


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Extraordinário em Apelação nº 0024379-25.2010.8.02.0001


Recorrente: Município de Maceió
Procurador: Laila Soares Cavalcante (OAB: 8539/AL) e outro
Recorrido: José Rogério da Silva
Defensor P.: Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outro

DESPACHO/MANDADO/OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para apresentar contrarrazões ao recurso extraordinário, observado o prazo legal, em conformidade com
o disposto no art. 1.030, CPC.
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 05 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recursos Especial e Extraordinário em Apelação / Reexame Necessário nº 0028858-27.2011.8.02.0001


Recorrente: Município de Maceió

Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673-B/AL)

Recorrido: Defensoria Pública do Estado de Alagoas

Representando: Wellington Silva Soares e outros

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Extraordinário em Apelação nº 0703232-91.2013.8.02.0001


Recorrente: SEBASTIAO BARBOSA DE OLIVEIRA

Advogado: Wilames do Nascimento Rodrigues (OAB: 9206/AL)

Recorrido: Município de Maceió

Procurador: Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673-B/AL)

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Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 12

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Recurso Especial em Apelação nº 0721458-42.2016.8.02.0001


Recorrente: Anderson Lima da Rocha

Defensor P: João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP) e outros

Recorrido: Ministério Público do Estado de Alagoas

DESPACHO / MANDADO / OFÍCIO Nº____/2017 JAP

Intime-se a parte recorrida para, no prazo legal, oferecer contrarrazões ao(s) recurso(s).
Cumpridas as formalidades de praxe, retornem os autos conclusos.

Publique-se. Intimem-se.

Maceió/AL, 01 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIRÊDO


Juiz Auxiliar da Presidência

HÉLIO PINHEIRO PINTO


Juiz Auxiliar da Presidência

Diretoria de Precatório e RPV - Presidência

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE CREDORES Nº 03/2017.

A Diretoria de Precatório deste Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições, vem por meio do presente
edital, convocar os senhores credores de precatórios abaixo relacionados, a comparecerem no dia 18 de dezembro de 2017, a partir das
09h00min, no Auditório 02 Desembargador Antônio Nunes de Souza, localizado no 1º andar do Edifício sede do Tribunal de Justiça do
Estado de Alagoas, com endereço na Praça Marechal Deodoro da Fonseca, nº 319, Centro, nesta capital, com o objetivo de receber seus
respectivos alvarás, realizando, assim, uma eficiente prestação jurisdicional deste Poder.
Na oportunidade, ressaltamos que os credores pessoas físicas deverão comparecer apresentando cópia legível de documento oficial
com foto e CPF. Em se tratando de Pessoa Jurídica, deverá ser entregue cópia autenticada do contrato societário e suas respectivas
alterações, certidão simplificada da Junta Comercial, assim como documento oficial com foto e CPF do(s) representante(s) legal(is).
Segue abaixo a relação dos Processos de Precatórios com os números dos correspondentes alvarás que serão entregues na data
e horários acima marcados. Destaco que somente deverão comparecer os credores e advogados abaixo relacionados. Os demais
credores serão convocados em outra oportunidade:

1) Precatório n.º 0500444- 23.2015.8.02.0000


Credor: José Malta de Albuquerque Silva (Alvará n.º 369/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

2) Precatório n.º 0500444- 23.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 370/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

3) Precatório n.º 0500445- 08.2015.8.02.0000


Credor: José Sátiro Filho (Alvará n.º 371/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

4) Precatório n.º 0500445- 08.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 372/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

5) Precatório n.º 0500447-75.2015.8.02.0000”


Credor: Louvercy Monteiro de Oliveira (Alvará n.º 373/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

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Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 13

6) Precatório n.º 0500447-75.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 374/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

7) Precatório n.º 0500448-60.2015.8.02.0000


Credor: Marcos Aurélio Pinheiro (Alvará n.º 375)
Devedor: Estado de Alagoas;

8) Precatório n.º 0500448-60.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 376)
Devedor: Estado de Alagoas;

9) Precatório n.º 0500449-45.2015.8.02.0000


Credor: Robson Gomes Cavalcante (Alvará n.º 377)
Devedor: Estado de Alagoas;

10) Precatório n.º 0500449-45.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 378)
Devedor: Estado de Alagoas;

11) Precatório n.º 0500450-30.2015.8.02.0000


Credor: Antônio Carlos Amorim Santos (Alvará n.º 379/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

12) Precatório n.º 0500450-30.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 380/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

13) Precatório n.º 0500451-15.2015.8.02.0000


Credor: Dorgival Ferreira da Silva (Alvará n.º 381/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

14) Precatório n.º 0500451-15.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 382/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

15) Precatório n.º 0500452-97.2015.8.02.0000


Credor: Edilson Luis da Rocha Lopes (Alvará n.º 383/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

16) Precatório n.º 0500452-97.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 384/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

17) Precatório n.º 0500453-82.2015.8.02.0000


Credor: Edival Ferreira Gonçalves (Alvará n.º 385/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

18) Precatório n.º 0500453-82.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 386/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

19) Precatório n.º 0500454-67.2015.8.02.0000


Credor: Gerônimo Carlos do Nascimento (Alvará n.º 387/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

20) Precatório n.º 0500454-67.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 388/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

21) Precatório n.º 0500455-52.2015.8.02.0000


Credor: Gilmar José Batinga da Silva (Alvará n.º 389/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

22) Precatório n.º 0500455-52.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 390/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

23) Precatório n.º 0500456-37.2015.8.02.0000


Credor: Hebert Antônio Calheiros Morais (Alvará n.º 391/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

24) Precatório n.º 0500456-37.2015.8.02.0000

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 14

Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 392/2017)


Devedor: Estado de Alagoas;

25) Precatório n.º 0500457-22.2015.8.02.0000


Credor: José Jordânio dos Santos Ferreira (Alvará n.º 393/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

26) Precatório n.º 0500457-22.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 394/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

27) Precatório n.º 0500458-07.2015.8.02.0000


Credor: Manoel de Farias Rodrigues (Alvará n.º 395/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

28) Precatório n.º 0500458-07.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 396/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

29) Precatório n.º 0500459-89.2015.8.02.0000


Credor: Manoel Messias (Alvará n.º 397/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

30) Precatório n.º 0500459-89.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 398/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

31) Precatório n.º 0500460-74.2015.8.02.0000


Credor: Marcos Sampaio Lima (Alvará n.º 399/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

32) Precatório n.º 0500460-74.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 400/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

33) Precatório n.º 0500461-59.2015.8.02.0000


Credor: Ramon de Oliveira Silva (Alvará n.º 401/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

34) Precatório n.º 0500461-59.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 402/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

35) Precatório n.º 0500462-44.2015.8.02.0000


Credor: Rhonady Severino Oliveira (Alvará n.º 403/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

36) Precatório n.º 0500462-44.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 404/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

37) Precatório n.º 0500463-29.2015.8.02.0000


Credor: Robson Nery (Alvará n.º 405/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

38) Precatório n.º 0500463-29.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 406/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

39) Precatório n.º 0500464-14.2015.8.02.0000


Credor: Silvestre Soares da Silva (Alvará n.º 407/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

40) Precatório n.º 0500464-14.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 408/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

41) Precatório n.º 0500465-96.2015.8.02.0000


Credor: Waldênio Morais de Carvalho (Alvará n.º 409/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

42) Precatório n.º 0500465-96.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 410/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 15

43) Precatório n.º 0500466-81.2015.8.02.0000


Credor: Walter do Valle de Melo Júnior (Alvará n.º 411/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

44) Precatório n.º 0500466-81.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 412/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

45) Precatório n.º 0500467-66.2015.8.02.0000


Credor: Wilson Vieira Costa Filho (Alvará n.º 413/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

46) Precatório n.º 0500467-66.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 414/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

47) Precatório n.º 0500468-51.2015.8.02.0000


Credor: Gilberto Borges Silva (Alvará n.º 415/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

48) Precatório n.º 0500468-51.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 416/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

49) Precatório n.º 0500469-36.2015.8.02.0000


Credor: Edvaldo Ferreira da Silva (Alvará n.º 417/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

50) Precatório n.º 0500488-42.2015.8.02.0000


Credor: Joilma Silva dos Santos Lins (Alvará n.º 418/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

51) Precatório n.º 0500544-75.2015.8.02.0000


Credor: Clênio Pacheco Franco Júnior (Alvará n.º 419/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

52) Precatório n.º 0500031-73.2016.8.02.0000


Credor: Bruno de Freitas Monte Oliveira (Alvará n.º 420/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

53) Precatório n.º 0500032-58.2016.8.02.0000


Credor: Magno Alexandre Ferreira Moura (Alvará n.º 421/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

54) Precatório n.º 0500033-43.2016.8.02.0000


Credor: Wesley Souza de Andrade (Alvará n.º 422/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

55) Precatório n.º 0500099-23.2016.8.02.0000


Credor: Fernando Antônio Barbosa Maciel (Alvará n.º 423/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

56) Precatório n.º 0500128-73.2016.8.02.0000


Credor: Everaldo Bezerra Patriota (Alvará n.º 424/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

57) Precatório n.º 0500132-13.2016.8.02.0000


Credor: Eduardo Modesto Magalhães Bittencourt (Alvará n.º 425/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

58) Precatório n.º 0500133-95.2016.8.02.0000


Credor: Everaldo Bezerra Patriota (Alvará n.º 426/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

59) Precatório n.º 0500151-19.2016.8.02.0000


Credor: Antônio Lenine Pereira (Alvará n.º 427/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

60) Precatório n.º 0500152-04.2016.8.02.0000


Credor: Everaldo Bezerra Patriota (Alvará n.º 428/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

61) Precatório n.º 0500153-86.2016.8.02.0000

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 16

Credor: Abrahão Alves de Souza (Alvará n.º 429/2017)


Devedor: Estado de Alagoas;

62) Precatório n.º 0500154-71.2016.8.02.0000


Credor: Adelmo André dos Santos (Alvará n.º 430/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

63) Precatório n.º 0500155-56.2016.8.02.0000


Credor: Afrânio Correia Costa (Alvará n.º 431/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

64) Precatório n.º 0500156-41.2016.8.02.0000


Credor: Antônio Benedito de Barros (Alvará n.º 432/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

65) Precatório n.º 0500157-26.2016.8.02.0000


Credor: Antônio Tenório Neto (Alvará n.º 433/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

66) Precatório n.º 0500158-11.2016.8.02.0000


Credor: Laurênio Cavalcanti Montenegro Neto (Alvará n.º 434/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

67) Precatório n.º 0500159-93.2016.8.02.0000


Credor: Aunides de Freitas Costa (Alvará n.º 435/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

68) Precatório n.º 0500160-78.2016.8.02.0000


Credor: Ayrton Almeida (Alvará n.º 436/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

69) Precatório n.º 0500161-63.2016.8.02.0000


Credor: Djanira Santos Silva (Alvará n.º 437/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

70) Precatório n.º 0500162-48.2016.8.02.0000


Credor: Elisio Feitosa Filho (Alvará n.º 438/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

71) Precatório n.º 0500163-33.2016.8.02.0000


Credor: Elvio Cavalcante Costa (Alvará n.º 439/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

72) Precatório n.º 0500164-18.2016.8.02.0000


Credor: Eraldo Ferreira Lessa (Alvará n.º 440/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

73) Precatório n.º 0500165-03.2016.8.02.0000


Credor: Francisco Fernandes Santos (Alvará n.º 441/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

74) Precatório n.º 0500166-85.2016.8.02.0000


Credor: Geyne Matos de Gusmão (Alvará n.º 442/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

75) Precatório n.º 0500167-70.2016.8.02.0000


Credor: Genivaldo Silva Reis (Alvará n.º 443/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

76) Precatório n.º 0500168-55.2016.8.02.0000


Credor: Humberto Rodrigues da Silva (Alvará n.º 444/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

77) Precatório n.º 0500169-40.2016.8.02.0000


Credor: Jacques Cardoso da Silva (Alvará n.º 445/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

78) Precatório n.º 0500170-25.2016.8.02.0000


Credor: José de Araújo (Alvará n.º 446/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

79) Precatório n.º 0500171-10.2016.8.02.0000


Credor: José Carlos Brasileiro Júnior (Alvará n.º 447/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 17

80) Precatório n.º 0500172-92.2016.8.02.0000


Credor: José Francino Valentim (Alvará n.º 448/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

81) Precatório n.º 0500173-77.2016.8.02.0000


Credor: Luiz de Gonzaga Cavalcante (Alvará n.º 449/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

82) Precatório n.º 0500174-62.2016.8.02.0000


Credor: Manoel Teixeira Costa (Alvará n.º 450/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

83) Precatório n.º 0500175-47.2016.8.02.0000


Credor: Márcia Telma Farias da Fonseca Feitoza (Alvará n.º 451/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

84) Precatório n.º 0500179-84.2016.8.02.0000


Credor: Maria Osana Costa Vieira (Alvará n.º 452/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

85) Precatório n.º 0500180-69.2016.8.02.0000


Credor: Miguel Pinto de Araújo (Alvará n.º 453/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

86) Precatório n.º 0500181-54.2016.8.02.0000


Credor: Nataniel Bento de Omena (Alvará n.º 454/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

87) Precatório n.º 0500182-39.2016.8.02.0000


Credor: Roberto Lopes Cavalcante (Alvará n.º 455/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

88) Precatório n.º 0500183-24.2016.8.02.0000


Credor: Santino Monte Soares de Oliveira (Alvará n.º 456/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

89) Precatório n.º 0500224-88.2016.8.02.0000


Credor: Herman Brito de Araújo Lima Júnior (Alvará n.º 457/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

90) Precatório n.º 0500224-88.2016.8.02.0000


Credor: Alexandre Magno Rocha (Alvará n.º 458/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

91) Precatório n.º 0500224-88.2016.8.02.0000


Credor: Ednaldo Lemos dos Santos Filho (Alvará n.º 459/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

92) Precatório n.º 0500272-47.2016.8.02.0000


Credor: Rosa Maria Cavalcante de Castro (Alvará n.º 460/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

93) Precatório n.º 0500274-17.2016.8.02.0000


Credor: Everaldo Bezerra Patriota (Alvará n.º 461/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

94) Precatório n.º 0500273-32.2016.8.02.0000


Credor: Jamyl Gonçalves Barbosa (Alvará n.º 462/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

95) Precatório n.º 0500275-02.2016.8.02.0000


Credor: Everaldo Bezerra Patriota (Alvará n.º 463/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

96) Precatório n.º 0500276-84.2016.8.02.0000


Credor: Edivaldo Bandeira Rios (Alvará n.º 464/2017)
Devedor: Estado de Alagoas;

97) Precatório n.º 0500496-19.2015.8.02.0000


Credor: José Alexandre de Macedo Santos (Alvará n.º 465/2017)
Devedor: Instituto Nacional do Seguro Social - INSS;

98) Precatório n.º 0500496-19.2015.8.02.0000

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 18

Credor: José Alberto de Albuquerque (Alvará n.º 466/2017)


Devedor: Instituto Nacional do Seguro Social - INSS;

99) Precatório n.º 0500267-25.2016.8.02.0000


Credor: Cícero Antônio da Silva (Alvará n.º 467/2017)
Devedor: Instituto Nacional do Seguro Social INSS;

100) Precatório n.º 0000200-50.1998.8.02.0000


Credor: Valquíria de Moura Castro Ferreira Morais (Alvará n.º 468/2017)
Devedor: Departamento Estadual de Rodovias - DER;

101) Precatório n.º 0000200-50.1998.8.02.0000


Credor: Vanine de Moura Castro Ferreira (Alvará n.º 469/2017)
Devedor: Departamento Estadual de Rodovias DER.

Em virtude do que é expedido o presente Edital de Convocação de credores, que será publicado no Diário da Justiça Eletrônico DJE
e afixado em local de costume na sede deste Tribunal.

Publique-se.

Em Maceió, 15 de dezembro de 2017.

YGOR VIEIRA DE FIGUEIREDO


Juiz Auxiliar da Presidência e Coordenador do Comitê Gestor de Precatórios
do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Direção Geral

A Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições legais e regimentais, determinou a
composição das seguintes publicações:

ATO Nº 403, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear THIAGO AUGUSTO LOPES DE MORAIS para
o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 404, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear ALLYSSON JORGE LIRA DE AMORIM para o
cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 405, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear ELIELSON DOS SANTOS PEREIRA para o
cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 406, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear DOUGLAS BECKHAUSER DE FREITAS para
o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 19

ATO Nº 407, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear DIOGO DE FREITAS para o cargo de Juiz
Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 408, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear GUILHERME BUBOLZ BOHM para o cargo de
Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 409, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear LIGIA MONT ALVERNE JUCA SEABRA para o
cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 410, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear NATHALLYE COSTA ALCÂNTARA DE OLIVEIRA
para o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de
provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 411, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear LUCAS CARVALHO TENÓRIO DE
ALBUQUERQUE para o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso
público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 412, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear RAUL CABUS para o cargo de Juiz Substituto do
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 413, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear TARCISIO ROBSLEI FRANÇA para o cargo de
Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 414, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 20

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear LARRISSA GABRIELLA LINS VICTOR LACERDA
para o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de
provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 415, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear VINICIUS GARCIA MODESTO para o cargo de
Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 416, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, na conformidade do artigo 96, inciso I, “e”, da Constituição Federal, nomear SANDRA MORETTO NICOLA RADUNZ para
o cargo de Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em virtude de sua aprovação em concurso público de provas e
títulos.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 417, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
RESOLVE, a pedido e ad referendum do Tribunal Pleno, exonerar JOSÉ MÁXIMO DA SILVA JÚNIOR do cargo, em comissão, de
Assessor de Juiz, AJ-1, da Comarca de Major Isidoro.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

ATO Nº 418, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
tendo em vista o que consta do Processo TJAL nº 2016/6880, e considerando o que deliberou o Egrégio Plenário desta Corte,
em Sessão Administrativa realizada em 1º de agosto do corrente ano, RESOLVE, com fundamento no que dispõe o art. 40, § 1º,
III, a, da Constituição Federal, combinado com art. 52, da Lei Estadual nº 7.751/2015, conceder aposentadoria voluntária por Tempo
de Contribuição à servidora ISABEL CRISTINA LEITE TEIXEIRA, ocupante do cargo de Analista Judiciário, Classe A, Padrão 5, com
proventos integrais e paridade.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1239, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor ABELARDO BRAGA LAURINDO DE CERQUEIRA JUNIOR, ocupante
do cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1,
da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1240, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e Serviços Diversos, FGDS-1.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 21

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor ADERSON DE MENDONÇA VASCONCELOS, ocupante do cargo
efetivo de Oficial de Justiça, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1241, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe do Serviço de Pessoal, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora ADRIANA AGRA VILLANOVA VASCONCELOS, ocupante do cargo
efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe do Serviço de Pessoal, FGDS-1, da Estrutura Administrativa
do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1242, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função de Encarregado da Expedição de Autos Judiciários, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada ANA CLAUDIA DE MELO MARQUES LUZ, para exercer
a Função de Encarregado da Expedição de Autos Judiciários, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1243, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função de Encarregado da Escrituração Contábil e dos Balancetes, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora ANA CRISTINA FERREIRA DA SILVA, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função de Encarregado da Escrituração Contábil e dos Balancetes, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1244, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora ANA VALÉRIA OLIVEIRA TENÓRIO DE LIMA PORCIUNCULA,
ocupante do cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1, da
Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 22

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1245, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora ANDREA ACIOLI PINTO DE BARROS, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1246, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada ANDREA GOUVEIA LOBÃO BARRETO, para exercer
a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do
Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1247, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Encarregado da Extração e Registro de Empenhos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora ANNA KARLA MEDEIROS PONTES DE ALMEIDA, ocupante do
cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função de Encarregado da Extração e Registro de Empenhos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1248, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Encarregado da Biblioteca, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora cedida CHEYLA GOMES TENÓRIO RODRIGUES DANTAS, para
exercer a Função de Encarregado da Biblioteca, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1249, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 23

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora CICERA CRISTINA LIMA DE ARAÚJO BANDEIRA, ocupante do
cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa
do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1250, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor CLEITON GONÇALVES FALCÃO, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado
de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1251, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Encarregado do Planejamento e do Orçamento, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora CRISTIANE LINS BATISTA SILVA, ocupante do cargo efetivo de
Técnico Judiciário, para exercer a Função de Encarregado do Planejamento e do Orçamento, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1252, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor DILAIR LAMENHA SARMENTO, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado
de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1253, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada ELIANE TENÓRIO DA ROCHA, para exercer a Função
de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 24

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1254, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para exercer a Função Gratificada de Oficial de Justiça, FGDS-1

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor ERALDO JOSÉ DOS SANTOS, para exercer a função gratificada
de Oficial de Justiça, FGDS-1.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1255, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor EVERTON SILVA DOS SANTOS, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1256, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Chefe da Secção de Almoxarifado, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor EXPEDITO QUINTELA DA SILVA, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe da Secção de Almoxarifado, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1257, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada FABRÍCIA HANIERY CAVALCANTE SILVA, para exercer
a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1258, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 25

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora FERNANDA VIEIRA MOURA LEMOS, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1259, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada GISELE DOS SANTOS FREIRE DE MENEZES, para
exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado
de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1260, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada GLEIDE GUEDES DE FARIAS, para exercer a Função de
Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1261, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Encarregado da Conferência de Autos Judiciários, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora JACKLINE SANTANA VIANA OITICICA LIMA, ocupante do cargo
efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função de Encarregado da Conferência de Autos Judiciários, FGDS-2, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1262, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor JAMES EDWIN ALARCÃO, ocupante do cargo efetivo de Analista
Judiciário, para exercer a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 26

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1263, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Agente Chefe, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor JEFFERSON SIMÕES MARCELINO, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Agente Chefe, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do
Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1264, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor requisitado JOÃO FERREIRA DA SILVA, para exercer a Função
Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1265, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Encarregado da Liquidação da Despesa, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor JOEL CARDOSO DE ALCÂNTARA, ocupante do cargo efetivo de Técnico
Judiciário, para exercer a Função de Encarregado da Liquidação da despesa, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça
do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1266, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor JOSÉ CLAUDIO FERREIRA MAGALHÃES, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de
Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1267, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Encarregado do Serviço de Documentação e Arquivo, FGDS-1.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 27

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor requisitado JOSÉ KEPLER SILVA, para exercer a Função de Encarregado
do Serviço de Documentação e Arquivo, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1268, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada KATIANA ALECIO SILVA TOLEDO, para exercer a
Função de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1269, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora LEILA ANTUNES MELRO TENÓRIO, ocupante do cargo efetivo
de Técnico Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1270, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada MARIA DE FÁTIMA DO MONTE MOREIRA MALTA, para
exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça
do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro do corrente ano.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1271, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para a Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada MARIA RITA PEREIRA MUNGUBA, para exercer a
Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro do corrente ano.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 28

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1272, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.
O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada MARIA VERÔNICA BASTOS GUERRA, para exercer a
Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado
de Alagoas.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 1º de outubro do corrente ano.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1273, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para exercer a Função Gratificada de Coordenador do Centro de Processamento de Dados, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor MÁRIO SOARES PALMEIRA NETO, ocupante do cargo efetivo de
Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Coordenador do Centro de Processamento de Dados, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1274, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada MARISÉLIA BENTO MESQUITA, para exercer a Função
Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1275, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora NÚBIA QUEIROZ DE VASCONCELOS, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1276, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 29

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora RENATA GONÇALVES GOES SARMENTO, ocupante do cargo
efetivo de Auxiliar Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa
do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1277, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora RENATA UCHOA DA SILVA, ocupante do cargo efetivo de Analista
Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado
de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1278, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada ROSA MARIA DE SOUZA SAPUCAIA, para exercer
a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1279, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada ROSÂNGELA DE ALBUQUERQUE JATOBÁ, para
exercer a Função Gratificada de Encarregado de Registro de Acórdão, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do
Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1280, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para exercer a Função Gratificada de Oficial de Justiça, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor RUBYAN LEÃO CORREIA DE ARAÚJO, ocupante do cargo efetivo
de Oficial de Justiça, para exercer a Função Gratificada de Oficial de Justiça, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça
do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 30

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1281, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para exercer a Função Gratificada de Chefe do Serviço de Estatística, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor requisitado SEVERINO PAULINO DOS SANTOS, para exercer
a Função Gratificada de Chefe do Serviço de Estatística, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1282, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora SILVANA MARIA MENDES DE OMENA MAIA, ocupante do
cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da
Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1283, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada SIMONE DE SOUZA TELES, para exercer a Função
Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1284, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada TANIA CHRISTINE SORIANO DUARTE TENÓRIO, para
exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça
do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1285, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 31

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora requisitada TEREZA LUCIA PADILHA DE MELO, para exercer
a Função Gratificada de Chefe de Departamento Central, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1286, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora TEREZA MARIA DE OLIVEIRA RAMOS DE MAGALHAES, ocupante
do cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa
do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1287, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora TEREZA MONICA ACCIOLY DE ALBUQUERQUE, ocupante do
cargo efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da
Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1288, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para exercer a Função Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor requisitado VALDEMAR DOS SANTOS, para exercer a Função
Gratificada de Chefe de Divisão, FGDS-2, da Estrutura Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1289, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora VERONICA FERREIRA DA SILVA, ocupante do cargo efetivo
de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Chefe de Expediente e de Serviços Diversos, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 32

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1290, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidora para exercer a Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, a servidora VIVIANE CALHEIROS DA SILVA BARBOSA, ocupante do cargo
efetivo de Analista Judiciário, para exercer a Função Gratificada de Encarregado do Registro de Acórdão, FGDS-1, da Estrutura
Administrativa do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1291, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para a Função Gratificada de Encarregado do Serviço de Comunicações Judiciárias, FGDS-1.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, o servidor MARCONDES GRACE SILVA, ocupante do cargo efetivo de Analista
Judiciário, para exercer a Função de Encarregado do Serviço de Comunicações Judiciárias, FGDS-1, da Estrutura Administrativa do
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de outubro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1293, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa servidor para substituir o exercício da Função Comissionada Estratégica FCE-4.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/13928;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o Ato Normativo nº 18/2013,

RESOLVE:

Art. 1º Designar o servidor GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO, ocupante do cargo efetivo de Técnico Judiciário, para
substituir o servidor João Luiz Neto Muniz Farias, Analista Judiciário, no exercício da Função Comissionada Estratégica FCE-4, ambos
lotados na Diretoria-Adjunta de Administração -DARAD, em razão de suas férias, no período de 02 a 31 de janeiro de 2018.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1294, 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Analista Judiciário para substituir Analista Judiciário exercendo as atribuições de Chefe de Secretaria.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/13752;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o que dispõe o artigo 56 da Lei nº 7889/2017;

RESOLVE:

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 33

Art. 1º Designar o servidor WILTON EMANUEL ÁVILA DA SILVA, ocupante do cargo de Analista Judiciário, para substituir Virgínia de
Albuquerque Silveira Maya Gomes, Chefe de Secretaria Judicial, ambos lotados no 3º Juizado Especial Civil e Criminal, nas suas férias,
faltas, licenças e impedimentos, até ulterior deliberação.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1295, 12 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Analista Judiciário para substituir Analista Judiciário exercendo as atribuições de Chefe de Secretaria.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/13636;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o que dispõe o artigo 56 da Lei nº 7889/2017;

RESOLVE:

Art. 1º Designar o servidor ALEX EMANUEL DE CASTRO VIEIRA DA COSTA, ocupante do cargo de Técnico Judiciário, para substituir
Rosana de Mendonça Rêgo, Chefe de Secretaria Judicial, ambos lotados na 11ª Vara Criminal da Capital, nas suas férias, faltas, licenças
e impedimentos, até ulterior deliberação.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1298, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Conciliadora, em virtude da aprovação em processo seletivo, para Órgão de Conciliação e Julgamento.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Designar, ad referendum do Tribunal Pleno, ELAINE FLORENCIO BARROS para compor o Órgão de Conciliação e Julgamento
do 10º Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca da Capital, em virtude de sua aprovação no Processo Seletivo Simplificado para
Contratação Temporária de Graduados em Direito para o Desempenho das Funções de Conciliador dos Juizados Especiais Cíveis e
Criminais do Estado de Alagoas.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
*Redisponibilizado

PORTARIA Nº 1302, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Analista Judiciário para substituir Chefe de Secretaria.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/13552;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o que dispõe o artigo 56 da Lei nº 7889/2017;

RESOLVE:

Art. 1º Designar o servidor EDNALDO TAVARES VIEIRA, ocupante do cargo de Analista Judiciário, para substituir José Messias Correia,
Chefe de Secretaria Judicial, ambos lotados no 1º Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Arapiraca, em razão de suas férias
regulamentares, no período de 02 a 31 de janeiro de 2018.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 34

PORTARIA Nº 1304, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Analista Judiciário para substituir Chefe de Secretaria.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/13845;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o que dispõe o artigo 56 da Lei nº 7889/2017;

RESOLVE:

Art. 1º Designar o servidor CARLOS HENRIQUE CORDEIRO RODRIGUES, ocupante do cargo de Analista Judiciário, para substituir
José Abel Silva Rocha, Chefe de Secretaria Judicial, ambos lotados na 1ª Vara Cível e da Infância e Juventude da Comarca de Penedo,
em razão de suas férias regulamentares, no período de 02 a 31 de janeiro de 2018.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1305, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa Analista Judiciário para substituir Chefe de Secretaria.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder Judiciário;

CONSIDERANDO o pedido formulado por meio do Processo Administrativo Virtual nº 2017/14016;

CONSIDERANDO, por fim, o que dispõe o que dispõe o artigo 56 da Lei nº 7889/2017;

RESOLVE:

Art. 1º Designar a servidora Francine Pessoa Gama, ocupante do cargo de Analista Judiciário, para substituir Emy Doriane Pedrosa
Souza Peixoto, Chefe de Secretaria Judicial, ambas lotadas no 7º Juizado Especial Cível e Criminal da Capital, em razão de suas férias
regulamentares, no período de 05 a 19 de dezembro de 2017.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos ao dia 05 de dezembro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1306, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Altera, em parte, a Portaria nº 1292/2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Alterar, em parte, a Portaria nº 1292, datada de 11 de dezembro do corrente ano, de sorte a retirar o servidor Marlon Hans Tenório
de Almeida da Comissão para acompanhamento de terceirização de mão de obra do Poder Judiciário do Estado de Alagoas.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1307, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Lotação de servidor.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o que consta no Processo Administrativo Virtual nº 2017/14036,

RESOLVE:

Art. 1º Lotar o servidor HUGO LEONARDO POLLESEL PESTANA, ocupante do cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, AJ-3, na 5ª
Vara Criminal da Capital, até ulterior deliberação.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 35

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1308, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Convoca servidores para jornada extraordinária.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO as disposições contidas no Ato Normativo nº 15/2015, que implantou o Sistema Administrativo Integrado no Poder
Judiciário;

CONSIDERANDO a proposta de prestação de serviço extraordinário e o plano de ação constantes dos autos do Processo
Administrativo Virtual nº 2017/13505;

CONSIDERANDO, por fim, que as atividades elencadas no plano de ação anexado ao processo supracitado atendem ao que
preconiza a Resolução TJAL nº 20/2017,

RESOLVE:

Art. 1º Designar os servidores abaixo relacionados, para prestarem serviço extraordinário, com o fito de dar cumprimento aos trabalhos
descritos no já mencionado plano de ação, nos dias 01, 04, 05, 06, 07, 11, 12, 13, 14, 15, 18 e 19 de dezembro de 2017, no horário de
14h30 a 16h30, e 20 a 29 de dezembro de 2017, no horário de 07h30 a 13h30.

NOME DO SERVIDOR NOME DO SERVIDOR


Maria Goretti Rodrigues Bezerra DEFIP
Walter da Silva Costa Júnior DEFIP
Maria Noemi Braga de Albuquerque DEFIP

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos retroativos a 1º de dezembro do corrente ano.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1309, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Lotação de servidor.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

CONSIDERANDO o que consta no Ofício nº 446-134/2017, datado de 13 de dezembro do corrente ano,

RESOLVE:

Art. 1º Lotar a servidora KELITA LOPES FRIAS DE OLIVEIRA, ocupante do cargo, em comissão, de Assessor de Juiz, AJ-3, na 12ª Vara
Criminal da Capital, até ulterior deliberação.
Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

PORTARIA Nº 1311, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2017.

Encerra trabalhos da Comissão instituída pela Portaria nº 742/2017.

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso das atribuições legais e regimentais,

RESOLVE:

Art. 1º Encerrar os trabalhos da Comissão instituída por meio da Portaria nº 742, datada de 07 de agosto de 2017, considerando a
expiração do prazo nela fixado.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 36

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Processo Virtual nº 2017/11002


Requerente: Dr. Sóstenes Alex Costa de Andrade - Juiz de Direito da 7ª Vara Criminal da Capital
DESPACHO: Trata-se de pedido formulado pelo magistrado Sóstenes Alex Costa de Andrade, titular da 7ª Vara Criminal da
Capital, solicitando providências no sentido de publicar portaria designando servidores da sobredita Vara para a prestação de
serviço extraordinário.
Observa-se que a presente solicitação já fora abarcada pela demanda contida no Processo Administrativo nº 2017/11375,
deferida através da Portaria nº 1076/2017, publicada no Diário da Justiça Eletrônico no dia 20 de outubro de 2017.
Nesse contexto, o art. 52 da Lei Estadual nº 6.161/2000 dispõe que o órgão competente poderá declarar extinto o processo,
quando exaurida sua finalidade ou o objeto da decisão se tornar impossível, inútil ou prejudicado por fato superveniente.
Desse modo, determino o arquivamento dos autos na Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas, com as anotações de praxe.
Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Processo Virtual nº 2017/11938


Requerente: Ana Paula Araújo Rodigues Lins
DESPACHO: Trata-se de pedido formulado por Ana Paula Araújo Rodigues Lins, ocupante do cargo de Analista Judiciário, acerca
do pagamento de gratificação referente à participação no Comitê Gestor de 1º Grau, em substituição à servidora Raquel Faião Rodrigues.
Considerando a Portaria nº 1237/2017, autorizo o referido pagamento.
Ao Departamento Financeiro de Pessoal – DEFIP, para as providências cabíveis.
Após, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas – DAGP, para anotações e arquivamento.
Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Processo Virtual nº 2017/9868


Requerente: José Cavalcanti Manso Neto
DESPACHO: Trata-se de pedido formulado pelo magistrado José Cavalcanti Manso Neto, onde solicita a concessão de pagamento
da Gratificação de Auxílio – Transporte, em favor Militares, 3º SGT PM Luzenilson Umbelino da Silva, Matrícula nº 903531 e do 3º SGT
PM Antônio Lourdson Albert Luna, Matrícula nº 90951, para exercerem a função de Oficial de Justiça, da 13ª Vara Criminal da Capital.
Nos termos do Parecer PAPJ 02 nº 421/2017 (ID 333052) e do Despacho GPAPJ nº 1089/2017 (ID 336106) ambos da Procuradoria-
Administrativa do Poder Judiciário, defiro o pedido, com fundamento na regra expressa no art. 62, IV, §1º da Lei nº 7889/2017.
Ao Departamento Financeiro de Pessoal – DEFIP, para as providências cabíveis.
Após, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas – DAGP, para anotações e arquivamento.
Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Processo Virtual nº 2017/12957


Requerente: Cleonice Maria dos Santos
DESPACHO: Trata-se de pedido para pagamento por substituição formulado pela servidora Cleonice Maria dos Santos, lotada na
24ª Vara Cível da Capital, em razão de ter substituído, à época, a Escrivã da referida Vara, no dia 22 de novembro de 2016, conforme
atestado médico e Portaria nº 2450/2016 (ID 324997).
Defiro pedido, tendo em vista os documentos apresentados pela requerente, nos termos do Ato Normativo nº 16/2015, vigente
quando ocorreu a substituição.
Ao Departamento Financeiro de Pessoal - DEFIP, para pagamento no valor de R$ 80,00 (oitenta reais), conforme informação do
DEFIP (histórico 2).
Após, à Diretoria-Adjunta de Contabilidade e Finanças – DICONF, para baixa do valor reservado (ID 336899).
Por fim, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas-DAGP, para anotações e arquivamento.
Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Processo Virtual nº 2017/13024


Requerente: Cleonice Maria dos Santos
DESPACHO: Trata-se de pedido para pagamento por substituição formulado pela servidora Cleonice Maria dos Santos, lotada
na 24ª Vara Cível da Capital, em razão de ter substituído, à época, a Escrivã da referida Vara, no dia 11 de outubro de 2016, conforme
atestado médico e Portaria nº 2450/2016 (ID 325918).
Defiro pedido, tendo em vista os documentos apresentados pela requerente, nos termos do Ato Normativo nº 16/2015, vigente
quando ocorreu a substituição.
Ao Departamento Financeiro de Pessoal - DEFIP, para pagamento no valor de R$ 80,00 (oitenta reais), conforme informação do
DEFIP (histórico 2).
Após, à Diretoria-Adjunta de Contabilidade e Finanças – DICONF, para baixa do valor reservado (ID 336788).
Por fim, à Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas-DAGP, para anotações e arquivamento.
Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Processo Administrativo Virtual nº 2016/13023


Interessado: Cleonice Maria dos Santos
DESPACHO: Trata-se de pedido para pagamento por substituição formulado pela servidora Cleonice Maria dos Santos, lotada na
24ª Vara Cível da Capital, em razão de ter substituído, à época, a Escrivã da referida Vara, no dia 29 de julho de 2015, conforme atestado
médico anexo (ID 325912).
Indefiro o pedido, tendo em vista que a designação da servidora para substituir a Escrivã foi posterior à data na qual
ocorreu a substituição.
À Diretoria-Adjunta de Gestão de Pessoas – DAGP, para arquivamento.
Publique-se. Maceió, 15 de dezembro de 2017.

PROCESSO ADMINISTRATIVO TJ/AL N° 2017/13836

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 37

REQUERENTE: RENATO BARBOSA PEDROSA FERREIRA


OBJETO: SOLICITAÇÃO
DESPACHO
1. Trata-se de processo administrativo inaugurado mediante requerimento do servidor Renato Barbosa Pedrosa Ferreira,
Diretor-Adjunto da DICONF, objetivando autorização de pagamento ao servidor Paulo Buarque Ramirez, atinente aos dias que atuou em
substituição durante o ano de 2017.

2. Acolho, na íntegra, a sugestão contida no DESPACHO GPAPJ n° 1108/2017 (ID 338843), oriundo da Procuradoria
Administrativa deste Poder Judiciário, ao passo em que DEFIRO o pedido contido na exordial.

3. Destarte, encaminhem-se os autos à Direção-Geral, para adoção das providências necessárias atinentes à publicação no
Diário da Justiça Eletrônico.

4. Empós, remeta-se o presente ao Departamento Financeiro de Pessoal - DEFIP, para as providências cabíveis à espécie.

Maceió, 13 de dezembro de 2017.

Desembargador OTÁVIO LEÃO PRAXEDES


Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Subdireção Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 046/2017

Processo Administrativo nº 2016/6815


Data: 15 de dezembro de 2017.

Contratado: BR EMPREENDIMENTOS SERVIÇOS E COMERCIO LTDA.

Objeto: aquisição de dispenser para papel toalha, papel higiênico, sabonete líquido e copo descartável.

ARP n. 008/2017

Gestor: DENIS ROBERTO HOSI OCHI


Gestor Substituto: GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. DENIS ROBERTO HOSI OCHI (Gestor) e o Sr. GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO (Gestor Substituto),
lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização da Ata de Registro de Preços oriunda do Processo Administrativo nº 2016/6815, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas ao
Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 047/2017

Processo Administrativo nº 2016/8151


Data: 15 de dezembro de 2017.

Contratado: INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS ECOPRINT EIRELI-ME.

Objeto: aquisição de envelopes.

ARP n. 009/2017

Gestor: DENIS ROBERTO HOSI OCHI


Gestor Substituto: ALINE GAMA PINHEIRO DE MELO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 38

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. DENIS ROBERTO HOSI OCHI (Gestor) e a Sra. ALINE GAMA PINHEIRO DE MELO (Gestor Substituto),
lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização da Ata de Registro de Preços oriunda do Processo Administrativo nº 2016/8151, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas ao
Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 048/2017

Processo Administrativo nº 2016/6455


Data: 15 de dezembro de 2017.

Contratado: LND Comercio de Material e Equipamentos de Limpeza e Hospitalar Eireli - ME

Objeto: aquisição de copos descartáveis.

ARP n. 011/2017

Gestor: GUILHERME MACHADO REBELO


Gestor Substituto: GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. GUILHERME MACHADO REBELO (Gestor) e o Sr. GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO (Gestor
Substituto), lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr.
EXPEDITO QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de
exercerem a gestão e fiscalização da Ata de Registro de Preços oriunda do Processo Administrativo nº 2016/6455, devendo representar
este Tribunal de Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e
fiscalização relativas ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 049/2017

Processo Administrativo nº 2016/38


Data: 15 de dezembro de 2017.

Contratado: ROKA ASSISTANCE COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA

Objeto: aquisição de condicionadores de ar.

ARP n. 016/2017

Gestor: GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO


Gestor Substituto: GUILHERME MACHADO REBELO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO (Gestor) e o Sr. GUILHERME MACHADO REBELO (Gestor

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 39

Substituto), lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr.
EXPEDITO QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de
exercerem a gestão e fiscalização da Ata de Registro de Preços oriunda do Processo Administrativo nº 2016/38, devendo representar
este Tribunal de Justiça perante a contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e
fiscalização relativas ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 050/2017

Processo Administrativo nº 2017/3115


Data: 15 de dezembro de 2017.

CONTRATADAS: MONSARAS DISTRIBUUIDORA E COMÉRCIO LTDA-ME e LV COMÉRCIO DE PAPÉIS LTDA-ME

Objeto: aquisição de papel A4.

ATAS DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 023/2017 e 024/2017

Gestor: DIOGO GALINDO CAVALCANTE


Gestor Substituto: GUILHERME MACHADO REBELO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. DIOGO GALINDO CAVALCANTE (Gestor) e o Sr. GUILHERME MACHADO REBELO (Gestor Substituto),
lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização das Atas de Registro de Preços oriundas do Processo Administrativo nº 2017/3115, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante as contratadas e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas
ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 051/2017

Processo Administrativo nº 2017/3285


Data: 15 de dezembro de 2017.

CONTRATADAS: MRB DISTRIBUIÇÃO DE ACESSÓRIOS EMPRESARIAIS EIRELI-EPP e CAVALCANTE & CIA LTDA-EPP

Objeto: aquisição de material de limpeza.

ATAS DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 025/2017 e 033/2017

Gestor: DIOGO GALINDO CAVALCANTE


Gestor Substituto: GUILHERME MACHADO REBELO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. DIOGO GALINDO CAVALCANTE (Gestor) e o Sr. GUILHERME MACHADO REBELO (Gestor Substituto),
lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização das Atas de Registro de Preços oriundas do Processo Administrativo nº 2017/3285, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante as contratadas e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas
ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 40

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 052/2017

Processo Administrativo nº 2017/3139


Data: 15 de dezembro de 2017.

CONTRATADAS: MACHADO ARMARINHOS LTDA-EPP e TEIXEIRA VIANA COMÉRCIO, LOCAÇÃO E SERVIÇOS EIRELI-EPP.

Objeto: aquisição de utensílio de copa e cozinha.

ATAS DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 027/2017 e 028/2017

Gestor: GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO


Gestor Substituto: DIOGO GALINDO CAVALCANTE
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO (Gestor) e o Sr. DIOGO GALINDO CAVALCANTE (Gestor
Substituto), lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização das Atas de Registro de Preços oriundas do Processo Administrativo nº 2017/3139, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante as contratadas e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas
ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTORES E FISCAIS Nº 053/2017

Processo Administrativo nº 2016/7482


Data: 15 de dezembro de 2017.

CONTRATADAS: F.I. COMERCIO EM GERAL EIRELI EPP e MIX COMÉRCIO E SERVIÇOS EIRELI-ME

Objeto: aquisição de condicionadores de ar split.

ATAS DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 036/2017 e 037/2017

Gestor: GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO


Gestor Substituto: GUILHERME MACHADO REBELO
Fiscal: ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE
Fiscal Substituto: EXPEDITO QUINTELA DA SILVA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores Sr. GILSON ANDRADE DO NASCIMENTO (Gestor) e o Sr. GUILHERME MACHADO REBELO (Gestor
Substituto), lotados na Diretoria Adjunta da Administração DARAD, o Sr. ALLAN MENEZES DE ALBUQUERQUE (Fiscal) e o Sr. EXPEDITO
QUINTELA DA SILVA (Fiscal Substituto), lotados no Departamento Central de Material e Patrimônio DCMP, a fim de exercerem a gestão
e fiscalização das Atas de Registro de Preços oriundas do Processo Administrativo nº 2016/7482, devendo representar este Tribunal de
Justiça perante as contratadas e zelar pela boa execução do objeto pactuado, cumprindo as atividades de gestão e fiscalização relativas
ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 41

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE GESTOR Nº 054/2017

Processo Administrativo nº 2016/5723


Data: 15 de dezembro de 2017.

Comodante: SOCIEDADE DE ENSINO UNIVERSITÁRIO DO NORDESTE LTDA SEUNE

Objeto: cessão em comodato de 01(um) imóvel de sua propriedade, localizado na Rua Saldanha da Gama, 395, farol, Maceió/AL.

COMODATO Nº 044/2017

Gestora: VIRGÍNIA DE ALBUQUERQUE SILVANA DE MAYA GOMES

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar a Servidora Sra. VIRGÍNIA DE ALBUQUERQUE SILVANA DE MAYA GOMES (Gestora), lotada no 3º Juizado Especial
Cível, para gerir o Processo Administrativo nº 2016/5723, devendo representar este Tribunal perante a comodante e zelar pela boa
execução do objeto pactuado, exercendo as atividades de gestão e controle relativas ao Ato Normativo nº 025, de 01 de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

SUBDIREÇÃO GERAL

PORTARIA DE DESIGNAÇÃO DE FISCAIS Nº 055/2017

Processo Administrativo nº 00862-5.2015.001


Data: 15 de dezembro de 2017.

Contratada: UFC ENGENHARIA LTDA

Objeto: contratação de empresa de engenharia e arquitetura para a execução de serviços comuns de gerenciamento de obras,
compreendendo o assessoramento, coordenação, especificações, estudos de viabilidade técnica, análises, orçamentos, fiscalização de
obras e serviços, laudos, levantamentos, projetos, pareceres, vistorias, e outros de mesmas naturezas, necessários à consecução dos
serviços e obras demandadas pela Administração do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.

CONTRATO Nº 051/2015

Fiscais: RODRIGO EVARISTO DE OLIVEIRA E SILVA


VICTOR CORREIA VASCONCELLOS
CAMILA MARQUES VASCONCELLOS
CAROLINA ROCHA MOTA BRUGNERA
JULIANA DE OLIVEIRA PIMENTEL
KELLY CRISTIANE ARAÚJO PEPEU MARQUES LUZ
PATRICIA FERNANDES PONTES DE MIRANDA

O SUBDIRETOR GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
e tendo em vista o art. 67 da Lei nº. 8.666/93, o Ato Normativo nº 117, de 29 de setembro de 2010, bem como o Ato Normativo nº
25/2010, de 01 de março de 2010 e Ato Normativo nº 81, de 17 de outubro de 2017, resolve:

Designar os Servidores RODRIGO EVARISTO DE OLIVEIRA E SILVA, VICTOR CORREIA VASCONCELLOS, CAMILA MARQUES
VASCONCELLOS, CAROLINA ROCHA MOTA BRUGNERA, JULIANA DE OLIVEIRA PIMENTEL, KELLY CRISTIANE ARAÚJO PEPEU
MARQUES LUZ e PATRICIA FERNANDES PONTES DE MIRAN (Fiscais), todos lotados no Departamento Central de Engenharia e
Arquitetura - DCEA, para fiscalizarem o Processo Administrativo nº 00862-5.2015.001, devendo representar este Tribunal perante a
contratada e zelar pela boa execução do objeto pactuado, exercendo as atividades de controle relativas ao Ato Normativo nº 025, de 01
de março de 2010.

Ficam revogadas quaisquer disposições contrárias.

WALTER DA SILVA SANTOS


Subdiretor Geral

Corregedoria

Chefia de Gabinete

Processo nº.: 2017/13225


Interessado(a): Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 42

Objeto: Agente de Proteção


SOLICITAÇÃO. NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL. PROVIMENTO
Nº. 04/2011 DA CGJ. ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ. PORTARIA DE NOMEAÇÃO EXPEDIDA PELO JUÍZO
REQUERENTE. DOCUMENTOS COLACIONADOS AOS AUTOS EM CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº 04/2011.
DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação, originária do Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital, concernentemente à
inclusão do Sr. Welson Santos Nepomuceno no quadro de “Agentes de Proteção” daquela Unidade Jurisdicional.
Na sequência, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Geraldo Cavalcante Amorim, opinou “... pelo
deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de Proteção desta Corregedoria-
Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs. 36/37 dos autos.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar ma térias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”
Em parecer exarado às págs. 36/37 dos autos, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Geraldo Cavalcante
Amorim, se pronunciou nos termos a seguir:
“… Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, através do Provimento nº 04/2011, dispôs sobre os critérios para a
nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça - CGJ, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art.2º do Provimento nº 04/2011, a saber:
“Art. 2º. - O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,
que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).
II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.”
In casu, percebe-se que o Sr. Welson Santos Nepomuceno preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apto ao exercício do cargo, conforme os
documentos juntados aos autos.
Frise-se, ainda, que a Magistrada da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos
os efeitos, portaria de nomeação (=pág. 35 dos autos) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo e,
em ato contínuo, encaminhou os autos para Corregedoria-Geral da Justiça.
Desta feita, diante das informações constantes, OPINO pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do
presente feito ao Setor de Agentes de Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs.
36/37 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra do Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça Dr. Geraldo Cavalcante
Amorim, de págs. 37/38 dos autos, com fincas no art. 2º do Provimento nº 04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça. Ao fazê-lo,
DEFIRO o pleito formulado, no sentido de incluir o requerente, Welson Santos Nepomuceno, no quadro de Agente de Proteção da 28ª
Vara da Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/13249


Requerente: Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital
Assunto: Agente de Proteção
SOLICITAÇÃO DE NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL.
PROVIMENTO Nº. 04/2011 DA CGJ. ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ. PORTARIA DE NOMEAÇÃO EXPEDIDA
PELO JUÍZO REQUERENTE. DOCUMENTOS COLACIONADOS AOS AUTOS EM CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº
04/2011. DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação originária do Juízo de Direito da 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Juventude -, concernentemente à
inclusão da Sra. Vanessa de Gusmão Coêlho no quadro de Agentes de Proteção daquela Unidade Judiciária.
Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego Araújo Dantas e Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos, opinaram “... pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 43

Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs. 39/41 – especialmente pág. 41 – dos
autos.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar matérias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”.
Em parecer exarado às págs. 39/41 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila
Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:
“... Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, por meio do Provimento CGJ nº 04, de 30 de março de 2011, dispôs
sobre os critérios para a nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais
correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça – CGJ-, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art. 2º do sobredito Instrumento Normativo, a
saber, in verbis:
‘Art. 2º O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,
que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).
II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.’ (Sem grifo no original)
In casu, percebe-se que a Sra. Vanessa de Gusmão Coêlho preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº 04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apta ao exercício do cargo, conforme os
documentos colacionados aos autos.
Frise-se, ainda, que a Magistrada da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos
os efeitos, portaria de nomeação (fl. 16) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo (pág. 07) e, em
ato contínuo, encaminhou os autos para Corregedoria-Geral da Justiça. ...” (= sic) – págs. 39/41 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas. Ao fazê-lo, com fincas no art. 2º, do Provimento nº 04/2011, desta Corregedoria-Geral da Justiça,
DEFIRO o pedido no sentido de incluir a requerente, Sra. Vanessa de Gusmão Coêlho, no quadro de Agente de Proteção da 28ª Vara da
Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/9739


Requerente: Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital
Assunto: Agente de Proteção
SOLICITAÇÃO. NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. PROVIMENTO Nº. 04/2011,
ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ/AL. PORTARIA DE NOMEAÇÃO. DOCUMENTOS ANEXADOS AOS AUTOS EM
CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº 04/2011. DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação originária do Juízo de Direito da 28ª Vara Cível da Capital -Infância e Juventude -, concernentemente à inclusão
do Sr. Francisco Antônio Braga da Silva no quadro de Agentes de Proteção daquela Unidade Judiciária.
Na sequência, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Geraldo Cavalcante Amorim, opinou “... pelo
deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de Proteção desta Corregedoria-
Geral da Justiça, para as providências necessárias.. ...” (= sic) – págs. 27/28 dos autos.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar ma térias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”
Em parecer exarado às págs. 27/28 dos autos, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Geraldo Cavalcante

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 44

Amorim, se pronunciou nos termos a seguir:


“... Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, por meio do Provimento CGJ nº 04, de 30 de março de 2011, dispôs
sobre os critérios para a nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais
correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça – CGJ-, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art. 2º do sobredito Instrumento Normativo, a
saber, in verbis:
“Art. 2º O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,
que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).
II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.” (Sem grifo no original)
In casu, percebe-se que o Sr. Francisco Antônio Braga da Silva preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº 04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apto ao exercício do cargo, conforme os
documentos colacionados aos autos.
Frise-se, ainda, que o Juízo da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos os
efeitos, portaria de nomeação (fl.01) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo.
Pelo exposto, diante das informações constantes dos presentes autos, OPINO pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo
o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências
necessárias. ...” (= sic) – págs. 27/28 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas. Ao fazê-lo, com fincas no art. 2º, do Provimento nº 04/2011, desta Corregedoria-Geral da Justiça,
DEFIRO o pedido no sentido de incluir o requerente, Sr. Francisco Antônio Braga da Silva, no quadro de Agente de Proteção da 28ª Vara
da Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/11597


Requerente: Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital
Assunto: Agente de Proteção
SOLICITAÇÃO DE NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL.
PROVIMENTO Nº. 04/2011 DA CGJ. ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ. PORTARIA DE NOMEAÇÃO EXPEDIDA
PELO JUÍZO REQUERENTE. DOCUMENTOS COLACIONADOS AOS AUTOS EM CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº
04/2011. DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação originária do Juízo de Direito da 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Juventude -, concernentemente à
inclusão do Sr. Francisco de Oliveira de Moura no quadro de Agentes de Proteção daquela Unidade Judiciária.
Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego Araújo Dantas e Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos, opinaram “... pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de
Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs. 35/37 – especialmente pág. 37 – dos
autos.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar matérias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”.
Em parecer exarado às págs. 35/37 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila
Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:
“... Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, por meio do Provimento CGJ nº 04, de 30 de março de 2011, dispôs
sobre os critérios para a nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais
correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça – CGJ-, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art. 2º do sobredito Instrumento Normativo, a
saber, in verbis:
‘Art. 2º O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 45

que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).
II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.’ (Sem grifo no original)
In casu, percebe-se que o Sr. Francisco de Oliveira Moura preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº 04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apto ao exercício do cargo, conforme os
documentos colacionados aos autos.
Frise-se, ainda, que a Magistrada da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos
os efeitos, portaria de nomeação (fl. 33) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo (pág. 34) e, em
ato contínuo, encaminhou os autos para Corregedoria-Geral da Justiça. ...” (= sic) – págs. 35/37 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas. Ao fazê-lo, com fincas no art. 2º, do Provimento nº 04/2011, desta Corregedoria-Geral da Justiça,
DEFIRO o pedido no sentido de incluir o requerente, Sr. Francisco de Oliveira de Moura, no quadro de Agente de Proteção da 28ª Vara
da Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/11685


Requerente: Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital
Assunto: Agente de Proteção
SOLICITAÇÃO DE NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL.
PROVIMENTO Nº. 04/2011 DA CGJ. ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ. PORTARIA DE NOMEAÇÃO EXPEDIDA
PELO JUÍZO REQUERENTE. DOCUMENTOS COLACIONADOS AOS AUTOS EM CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº
04/2011. DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação originária do Juízo de Direito da 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Juventude -, concernentemente à
inclusão do Sr. José Zunaldo Leite de Miranda no quadro de Agentes de Proteção daquela Unidade Judiciária.
Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego Araújo Dantas e Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos, opinaram “... pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes de
Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs. 43/45 – especialmente pág. 45 – dos
autos.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar matérias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”.
Em parecer exarado às págs. 43/45 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila
Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:
“... Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, por meio do Provimento CGJ nº 04, de 30 de março de 2011, dispôs
sobre os critérios para a nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais
correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça – CGJ-, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art. 2º do sobredito Instrumento Normativo, a
saber, in verbis:
‘Art. 2º O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,
que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 46

II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.’ (Sem grifo no original)
In casu, percebe-se que o Sr. José Zunaldo Leite de Miranda preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº 04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apto ao exercício do cargo, conforme os
documentos colacionados aos autos.
Frise-se, ainda, que a Magistrada da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos
os efeitos, portaria de nomeação (fl. 42) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo (pág. 41) e, em
ato contínuo, encaminhou os autos para Corregedoria-Geral da Justiça. ...” (= sic) – págs. 43/45 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas. Ao fazê-lo, com fincas no art. 2º, do Provimento nº 04/2011, desta Corregedoria-Geral da Justiça,
DEFIRO o pedido no sentido de incluir o requerente, Sr. José Zunaldo Leite de Miranda, no quadro de Agente de Proteção da 28ª Vara
da Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº.: 2017/11649


Interessado(a): Juízo de Direito da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital
Objeto: Agente de Proteção
SOLICITAÇÃO. NOMEAÇÃO DE AGENTE DE PROTEÇÃO. 28ª VARA DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL. PROVIMENTO
Nº. 04/2011 DA CGJ. ALTERADO PELO PROVIMENTO Nº 13/2015 DA CGJ. PORTARIA DE NOMEAÇÃO EXPEDIDA PELO JUÍZO
REQUERENTE. DOCUMENTOS COLACIONADOS AOS AUTOS EM CONFORMIDADE COM O PROVIMENTO Nº 04/2011.
DEFERIMENTO.
DECISÃO
Trata-se de solicitação originária do Juízo de Direito da 28ª Vara Cível da Capital -Infância e Juventude -, concernentemente à inclusão
do Sr. Osvaldo Alves da Silva Filho no quadro de Agentes de Proteção daquela Unidade Judiciária.
Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego
Aráujo Dantas, opinaram “... pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do presente feito ao Setor de Agentes
de Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias. ...” (= sic) – págs. 38/39.
É o relatório.
De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e que
disciplina as atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar matérias relativas à infância e juventude, nos termos dos art. 42,
inciso XVIII, alínea b, da Lei Estadual nº 6.564/2005 - Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, verbis:
“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:
[…] Omisis.
XVIII – averiguar e providenciar:
b) - sobre a regularidade e presteza das medidas e procedimentos protetivos da competência dos Juízos da Infância e da Juventude,
bem como quanto à ágil e adequada condução dos processos de adoção, inclusive por estrangeiros;”
Em parecer exarado às págs. 38/39 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila
Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:
“...Acerca da matéria, a Corregedoria-Geral da Justiça - CGJ, através do Provimento nº 04/2011, dispôs sobre os critérios para a
nomeação e atuação dos Agentes de Proteção, assim como estabeleceu padronização das cédulas funcionais correspondentes.
Logo, tem-se que a nomeação do Agente de Proteção em determinada unidade depende de avaliação desta Corregedoria-Geral da
Justiça - CGJ, observados, para tanto, o preenchimento dos requisitos insculpidos no art.2º do Provimento nº 04/2011, a saber:
“Art. 2º. - O candidato a Agente de Proteção voluntário preencherá requerimento de admissão constante no Anexo I deste Provimento,
que será autuado e registrado no respectivo Juízo da Infância e da Juventude, e submeter-se-á, ato contínuo, a processo seletivo
individualizado, composto das seguintes etapas:
I – apresentação dos documentos indispensáveis:
a) certidão de nascimento, de casamento ou cédula de identidade;
b) CPF;
c) prova de estar quite com o serviço militar (sexo masculino);
d) título de eleitor e prova de quitação com a Justiça;
e) comprovante de residência ou de domicílio na correspondente unidade jurisdicional;
f) certidões negativas da Justiça Estadual e da Justiça Federal; e
g) foto 3 X 4 colorida e digitalizada (paletó e gravata para homem).
II – realização de teste sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual deverá obter a nota mínima 6,0 (seis);
III – efetivação de teste psicotécnico, onde será avaliada sua personalidade.”
In casu, percebe-se que o Sr. Osvaldo Alves da Silva Filho preencheu todos os requisitos exigidos para a função pretendida,
nos termos do Provimento nº04/2011 desta Corregedoria-Geral da Justiça, estando, pois, apta ao exercício do cargo, conforme os
documentos juntados aos autos.
Frise-se, ainda, que o Magistrado da respectiva unidade procedeu nos termos do art. 3º do aludido Provimento, incluindo, para todos
os efeitos, portaria de nomeação (pág. 28) e preenchimento da planilha constante no Anexo II deste instrumento normativo e, em ato
contínuo, encaminhou os autos para Corregedoria-Geral da Justiça.
Desta feita, diante das informações constantes, OPINAMOS pelo deferimento do pleito formulado, sugerindo o encaminhamento do
presente feito ao Setor de Agentes de Proteção desta Corregedoria-Geral da Justiça, para as providências necessárias.” (= sic) – págs.
38/39 dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, de págs. 38/39 dos autos. Ao fazê-lo, com fincas no art. 2º, do Provimento nº 04/2011, desta

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 47

Corregedoria-Geral da Justiça, DEFIRO o pedido no sentido de incluir o requerente, Sr. Osvaldo Alves da Silva Filho, no quadro de
Agente de Proteção da 28ª Vara da Infância e Juventude da Capital.
No mais, remetam-se os autos ao Setor de Comissariado desta Corregedoria-Geral de Justiça, no âmbito das providências que se
fizerem necessárias.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

PORTARIA Nº 1071, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2017.

Designa a escala de plantão dos Oficiais de Justiça para a Comarca de Maceió/AL.

O Desembargador Paulo Barros da Silva Lima, Corregedor-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO as diretrizes decorrentes do princípio da eficiência albergado no art. 37 da Constituição Federal de 1988;

CONSIDERANDO o contido na Resolução nº 71, de 31 de março de 2009, do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que dispõe sobre o
regime de plantão judiciário em primeiro e segundo graus de jurisdição;

CONSIDERANDO a necessidade de aprimorar as atividades administrativas e judicantes, além da objetiva e célere prestação jurisdicional;
e,

CONSIDERANDO ser imprescindível buscar meios para tornar mais eficiente o cumprimento de ordens judiciais e/ou mandados,

RESOLVE:

I – DESIGNAR os Oficiais de Justiça para os plantões da Comarca de Maceió a serem realizados no período de 02 de janeiro de 2017 a
31 de janeiro de 2018, conforme a seguinte escala:

DATA DATA

1. Orris Brasileiro de Albuquerque Neto


02/01/2018 2. Osvaldo Carlos Calumbi Alves

1. Pollyane Lima da Silva


03/01/2018 2. Pollyanna Aparecida T. da Silva

1. Rachel Barbosa Acioli


04/01/2018 2. Renivan Cavalcanti Lima

1. Roberto Matos de Farias


05/01/2018 2. Robson Raimundo da Silva

1. Cível: Kátia de Lima Rodrigues


06 e 07/01/2018 2. Criminal: Kátia Maria Rocha de Morais

1. Rodolfo Caetano Gomes de França


08/01/2018 2. Rodrigo de Araújo Ramalho Neto

1. Roosevelt Cirino Santos


09/01/2018 2. Saara Sândola da Silva Tenório

1. Sávio Soares de Andrade Dantas


10/01/2018 2. Wagner Angelo Marques

1. Walker Tavares Rodrigues


11/01/2018 2. Willams Juscelin V. Andrade

1. Alberth Augusto A. Pinheiro


12/01/2018 2. Alessandra Machado Lessa

1. Cível: Kléber Rocha Loureiro


13 e 14/01/2018 2. Criminal: Luiz Carlos da Silva Costa

1. Alexandre Alves Aquino Fonseca


15/01/2018 2. Alexandre Wanderley Torres

1. Allan Souza de Farias


16/01/2018 2. Ana Luzia Torres Ribeiro

1. Bianca Holanda Pedrosa Tenório


17/01/2018 2. Carlos Jorge da Silva Tenório

1. Cícero Mariano Gomes Filho


18/01/2018 2. Cláudia Patrícia Arroucha Acioli

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 48

1. Cláudio Jorge Pereira dos Santos


19/01/2018 2. Cláudio Martins Costa

1. Cível: Manoel Felipe Malheiros Cabral


20 e 21/01/2018 2. Criminal: Mário Luis V. do Carmo

1. Cristiano Silva Magalhães


22/01/2018 2. Daniel Faião Rodrigues

1. Danielle Renée Gomes Machado


23/01/2018 2. Deigilla Casado Moura

1. Dênis da Silva Santos


24/01/2018 2. Dilton Silva Magalhães

1. Diógenes Humberto dos Santos


25/01/2018 2. Dirleny Ramos dos Santos Cavalcante

1. Edson Miranda Ayres


26/01/2018 2. Eliane de Oliveira

1. Cível: Maura Lúcia da Silva


27 e 28/01/2018 2. Criminal: Moacira Maria Ferreira Lima

1. Elisângela Torres Lins


29/01/2018 2. Erothyldes Tojal de Carvalho

1. Filipe Oliveira de Menezes


30/01/2018 2. Flávio Nobre Soares

1. Flávio Rocha Peixoto


31/01/2018 2. Gabriela Dorville de Melo

II – os Oficiais de Justiça plantonistas deverão comparecer à Central de Mandados da Capital, no horário de funcionamento do Fórum de
Maceió, local onde permanecerão até o término do expediente, salvo nas ocasiões em que permanecerem no cumprimento de ordens
judiciais e/ou mandados;

III – os Oficiais plantonistas deverão manter o aparelho celular ligado e em perfeitas condições de uso, durante todo o período em que
estiverem escalados para o plantão; e,

IV – os Oficiais de Justiça escalados que se encontrarem de férias, licenças ou, por outro motivo, afastados de suas funções, deverão
procurar a Coordenação da Central de Mandados.

Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

Publique-se. Registre-se. Cumpra-se.

Maceió-AL, 14 de dezembro de 2017.

Desembargador Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/12672


Requerente: Eric Baracho Dore Fernandes.
Assunto: Solicitação de adiamento de correição.

SOLICITAÇÃO. JUÍZO DE DIREITO DAS COMARCAS DE JOAQUIM GOMES E COLÔNIA LEOPOLDINA. AUTORIZAÇÃO PARA
REALIZAÇÃO DA CORREIÇÃO ANUAL EM JANEIRO DE 2018. PROVIMENTO Nº 27/2017. PARECER PELO DEFERIMENTO
ACOLHIDO NA ÍNTEGRA.

DECISÃO

Trata-se de requerimento originário do Magistrado Eric Baracho Dore Fernandes, Juiz de Direito das Comarcas de Joaquim Gomes e
Colônia Leopoldina, no qual solicita a esta Corregedoria-Geral da Justiça autorização para realizar a correição permanente anual nas
referidas Unidades Judiciárias no mês de janeiro de 2018.
Para tanto, justifica seu pedido alegando que:

“… Diante da necessidade de atender ao solicitado por Sua Excelência, Desembargador Otávio Leão Praxedes, no sentido de
empreender maiores esforços para a baixa dos processos judiciais que vem prejudicando as estatísticas de produtividade do Tribunal,
faz-se necessário redesignar as correições de Joaquim Gomes e Colônia Leopoldina para Janeiro/2018. ...” (=sic) fls. 01 dos autos.

Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego de Araújo
Dantas, opinaram “... no sentido de que seja deferido o pedido formulado pelo Magistrado Eric Baracho Dore Fernandes, para que a
correição permanente anual das Comarcas de Joaquim Gomes e Colônia Leopoldina, relativas ao exercício de 2017, sejam realizadas
no mês de janeiro do ano de 2018, devendo-se observar, de resto, o disposto no Provimento nº 27/2017, desta Corregedoria-Geral da
Justiça. ” (= sic) – pág. 03/06 dos autos.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 49

É o relatório.

Inicialmente, cumpre consignar que compete a esta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e disciplinador
das atividades jurisdicionais de primeiro grau, apreciar medidas que visam otimizar a atividade jurisdicional, nos termos dos art. 41 da
Lei Estadual nº 6.564/2005

“Art. 41. Compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da
Justiça, órgão de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de
todo o território estadual.”

Em parecer exarado à pág. 03/06 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Diego de Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:

“… Da leitura do artigo 1º do Provimento nº 27, de 15 de agosto de 2017, nota-se que a correição possui caráter obrigatório e “permanente”,
ou seja, constante e interrupta, de modo que seja assegurado a todos a razoável duração do processo e os meios que garantam a
celeridade de sua tramitação no âmbito judicial e administrativo, conforme preceituado no art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal de
1988.
Nesse contexto, o presente feito tem por objetivo o adiamento da correição interna anual, referente às comarcas de Joaquim Gomes e
Colônia Leopoldina, para janeiro de 2018.
Quanto ao tema, segundo o art. 2º do citado instrumento normativo, todos os Magistrados devem realizar correições permanentes nas
unidades judiciárias que exerçam sua jurisdição, as quais devem ser realizadas no mês de janeiro ou, ainda, entre os meses de agosto e
novembro de cada ano. Vejamos, in verbis:

“Art. 2º O magistrado deverá proceder, na forma dos artigos 4º e 5º deste Provimento, no mês de janeiro ou entre os meses de agosto
e novembro de cada ano, à correição ordinária nos feitos que se encontrem tramitando nas respectivas Unidades Judiciárias (...)”. (Sem
grifo no original)

Pois bem. O sobredito provimento estabelece, pois, como marco para realização de correição ordinária, os meses de janeiro, agosto,
setembro, outubro e novembro. In casu, o pleito refere-se ao mês de janeiro do ano subsequente e o requerente expõe as razões que
justificam o adiamento da referida correição.
Ao nosso sentir, o mês de janeiro, referido pelo Provimento nº 27/2017, pode também ser compreendido como o mês de janeiro do ano
seguinte ao período de realização da correição. De fato, essa leitura da norma permite um melhor desenvolvimento dos trabalhos da
Unidade Judicial, já que feita em consonância com o art. 220 do CPC, que prevê a suspensão dos prazos processuais até o dia 20 de
janeiro.
De outra banda, como uma das finalidades da correição é avaliar a situação do Unidade Judicial como um todo, a correição feita em janeiro
do ano de 2018 certamente avaliará a situação do órgão jurisdicional referente ao período pretérito, que compreende o ano de 2017. Em
outras palavras, a situação da Unidade Judicial no mês de janeiro de 2018 refletirá todo o trabalho desenvolvido no ano de 2017.
Outrossim, a possibilidade de leitura da norma em análise de tal forma que permita a realização da correição ordinária no mês de
janeiro do ano posterior contorna dois problemas corriqueiramente enfrentados pelos Juízos de Direito. É que, a cada dois anos, muitos
magistrados que exercem as funções de juízes eleitorais ficam impossibilitados de realizar as correições entre os meses de agosto e
novembro em virtude da prioridade legal conferida aos feitos eleitorais. Ademais, a época compreendida entre os meses de agosto
e novembro corresponde aos períodos em que as Unidades Judiciais empreendem esforços concentrados para alcançar as metas
nacionais, promover o mês nacional do Júri e melhorar todas as taxas e índices pelas quais são mensuradas para fins de do programa
denominado “juízo proativo”. E muitos desses dados serão também apresentados pelo Tribunal de Justiça ao Conselho Nacional de
Justiça, para posterior divulgação no evento “Justiça em números”. Por todas essas razões, entendemos ser a interpretação apontada
aquela que atende aos reclamos das Unidades Judiciais.
Há de se ressaltar, ainda, que o magistrado agiu diligentemente ao comunicar a esta Corregedoria-Geral da Justiça, antecipadamente, a
impossibilidade de realizar a correição em suas unidades nos meses indicados. Entretanto, apesar de indicar o mês que pretende realizar
as correições, o magistrado requerente não especificou as datas pretendidas, assim, alertamos para o cumprimento dos comandos
previstos no art. 3º do já citado provimento, in verbis:
“Art. 3º Os magistrados responsáveis pelas correições deverão informar ao Departamento Central de Assuntos Judiciários desta
Corregedoria Geral da Justiça, única e exclusivamente via INTRAJUS, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias, a data de provável
início e término das correspondentes atividades, para fins de registro, acompanhamento e ulterior fiscalização.
§1º O prazo para realização das atividades correicionais não deverá ultrapassar 10 (dez) dias úteis, ressalvados os casos devidamente
justificados.
§2º As correições de que trata este Provimento deverão ser realizadas sem prejuízo das atividades normais da unidade e dentro do horário
regimental, evitando-se a realização de serviços extraordinários.
Destarte, entendemos pela razoabilidade do deferimento do pedido formulado, ressaltando a necessidade de se comunicar a o
Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ- acerca do período em que será realizada as correições ordinárias nas Comarcas
de Joaquim Gomes e Colônia Leopoldina, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização.
Ante o exposto, OPINAMOS no sentido de que seja deferido o pedido formulado pelo Magistrado Eric Baracho Dore Fernandes, para que
a correição permanente anual das Comarcas de Joaquim Gomes e Colônia Leopoldina , relativas ao exercício de 2017, sejam realizadas
no mês de janeiro do ano de 2018, devendo-se observar, de resto, o disposto no Provimento nº 27/2017, desta Corregedoria-Geral da
Justiça.
No mais, sugiro que seja comunicado ao Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ - o período em que se darão as correições
permanentes anuais nas citadas Unidades Judiciárias, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização, conforme preceituado no
caput do art. 3º do sobredito Provimento....” (= sic) – pág. 03/06 dos autos.

Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Diego de Araújo Dantas. Ao fazê-lo, DEFIRO o pedido formulado pelo Magistrado Eric Baracho Dore Fernandes, autorizando
que a correição permanente anual das Comarcas de Joaquim Gomes e Colônia Leopoldina, relativas ao exercício de 2017, sejam
realizadas no mês de janeiro do ano de 2018.
No mais, DETERMINO que o Magistrado requerente comunique ao Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ - o período em
que se dará a correição nas citadas Unidades Judiciárias, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização, conforme preceituado no
caput do art. 3º do sobredito Provimento.
Após, nada mais havendo a acrescentar neste momento nessa esfera administrativa, determino arquivamento dos presentes autos.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 50

Publique-se. Intime-se. Registre-se. Cumpra-se. Após, arquive-se.


Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/13313


Requerente: Dr. Nelson Fernando de Medeiros Martins
Objeto: Comunicação de Correição

COMUNICAÇÃO. CORREIÇÃO PERMANENTE ANUAL. ART. 3º DO PROVIMENTO Nº 27, DE 15 DE AGOSTO DE 2017. PARECER
PELO ENCAMINHAMENTO DOS AUTOS AO DEPARTAMENTO CENTRAL DE ASSUNTOS JUDICIÁRIOS – DCAJ. PARECER
ACOLHIDO NA ÍNTEGRA.

DECISÃO

Trata-se de expediente originário do Magistrado Nelson Fernando de Medeiros Martins, Juiz de Direito Titular da 2ª Vara da Comarca
de Coruripe, por meio do qual comunica a esta Corregedoria-Geral da Justiça o período de conclusão da correição ordinária na citada
Unidade Judiciária.
No Ofício de nº 274-584/2017, datado de 27 de novembro de 2017, o Magistrado comunica o encaminhamento de cópia da Portaria nº
03/2017, na qual consta que:

“... Fica estabelecida a realização de correição nos processos em trâmite neste juízo, a se iniciar no dia 15/01.2018, com término previsto
para 2./01.2018 ...” (=sic) – pág. 02 dos autos.

Cientes, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Keckhoff dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas,
opinaram:

“... no sentido de que sejam os autos encaminhados ao Departamento Central de Assuntos Judiciários, para anotações e registro em
relação à correição ordinária tratada nestes autos, nos termos do art. 3º, do provimento nº 27, de 15 de agosto de 2017. ...” (=sic) – pág.
05 dos autos.

É o relatório.

De início, impende registrar a competência desta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e disciplinador
das atividades jurisdicionais de Primeiro Grau, para apreciar a matéria trazida à baila, consubstanciada na comunicação do período de
realização da correição ordinária anual, na 2ª Vara da comarca de Coruripe. Vejamos o que dispõe o art. 41 da Lei Estadual nº 6.564/2005
- Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, in verbis:

“Art. 41. Compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da
Justiça, órgão de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de
todo o território estadual”.

Em parecer exarado às págs. 03/06 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos e Dr. Diego Araújo Dantas, pronunciaram-se nos termos a seguir:

“... De antemão, cumpre-se relevar que o presente feito tem o objetivo de comunicar as datas de início e término da correição
permanente anual que ocorrerá na 2ª Vara de Coruripe, entre os dias 15/01/2018 e 26/01/2018.
Pois bem. Segundo o art. 2º do Provimento nº 27, de 15 de agosto de 2017, todos os Magistrados devem realizar correições permanentes
nas unidades judiciárias que exerçam sua jurisdição, as quais devem ser realizadas no mês de janeiro ou, ainda, entre os meses de agosto
e novembro de cada ano. Vejamos, in verbis:

“Art. 2º O magistrado deverá proceder, na forma dos artigos 4º e 5º deste Provimento, no mês de janeiro ou entre os meses de agosto
e novembro de cada ano, à correição ordinária nos feitos que se encontrem tramitando nas respectivas Unidades Judiciárias (...)”. (Sem
grifo no original)

O sobredito provimento estabelece, pois, como marco para realização de correição ordinária, os meses de janeiro, agosto, setembro,
outubro e novembro. Ao nosso sentir, o mês de janeiro, referido pelo Provimento nº 27/2017, pode também ser compreendido como o
mês de janeiro do ano seguinte ao período de realização da correição. De fato, essa leitura da norma permite um melhor desenvolvimento
dos trabalhos da Unidade Judicial, já que feita em consonância com o art. 220 do CPC, que prevê a suspensão dos prazos processuais
até o dia 20 de janeiro.
De outra banda, como uma das finalidades da correição é avaliar a situação do Unidade Judicial como um todo, a correição feita em janeiro
do ano de 2018 certamente avaliará a situação do órgão jurisdicional referente ao período pretérito, que compreende o ano de 2017. Em
outras palavras, a situação da Unidade Judicial no mês de janeiro de 2018 refletirá todo o trabalho desenvolvido no ano de 2017.
Outrossim, a possibilidade de leitura da norma em análise de tal forma que permita a realização da correição ordinária no mês de
janeiro do ano posterior contorna dois problemas corriqueiramente enfrentados pelos Juízos de Direito. É que, a cada dois anos, muitos
magistrados que exercem as funções de juízes eleitorais ficam impossibilitados de realizar as correições entre os meses de agosto e
novembro em virtude da prioridade legal conferida aos feitos eleitorais. Ademais, a época compreendida entre os meses de agosto
e novembro corresponde aos períodos em que as Unidades Judiciais empreendem esforços concentrados para alcançar as metas
nacionais, promover o mês nacional do Júri e melhorar todas as taxas e índices pelas quais são mensuradas para fins de do programa
denominado “juízo proativo”. E muitos desses dados serão também apresentados pelo Tribunal de Justiça ao Conselho Nacional de
Justiça, para posterior divulgação no evento “Justiça em números”. Por todas essas razões, entendemos ser a interpretação apontada
aquela que atende aos reclamos das Unidades Judiciais.
Há de se ressaltar, ainda, que o magistrado agiu diligentemente ao comunicar a esta Corregedoria-Geral da Justiça o período em

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que realizará a correição, a qual não ultrapassará o período de 10 (dez) dias úteis, entretanto, tal comunicação deve ser encaminhada,
especificamente, ao Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ, setor que compõe este órgão Censor, e que é responsável
pelo registro, acompanhameno e fiscalização das correições, tudo em conformidade com o disposto no art. 3º do já citado provimento,
senão vejamos, in verbis:

Art. 3º Os magistrados responsáveis pelas correições deverão informar ao Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ – desta
Corregedoria Geral da Justiça, única e exclusivamente via INTRAJUS, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias, as datas prováveis de
início e término das correspondentes atividades, para fins de registro, acompanhamento e ulterior fiscalização.
§1º O prazo para realização das atividades correicionais não deverá ultrapassar 10 (dez) dias úteis, ressalvados os casos devidamente
justificados.

Desse modo, sem maiores delongas, OPINAMOS no sentido de que sejam os autos encaminhados ao Departamento Central de Assuntos
Judiciários, para anotações e registro em relação à correição ordinária tratada nestes autos, nos termos do art. 3º, do provimento nº 27,
de 15 de agosto de 2017.
Sendo o que havia a expor, submeta-se à superior consideração do Excelentíssimo Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Alagoas.
...” (=sic) – págs. 03/06 dos autos.

Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Diego Araújo Dantas. Ao fazê-lo, DETERMINO que seja comunicado o Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ
- acerca da data da Correição Permanente Anual na citada Unidade Judiciária, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização,
conforme preceituado no caput do art. 3º do Provimento nº 19/2011 e caput do art. 3º do Provimento nº 27/2017.
Após o que, nada mais havendo a acrescentar neste momento nessa esfera administrativa, proceda-se com o arquivamento dos
presentes autos.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/12868.


Requerente: Dr. Wilamo de Omena Lopes.
Objeto: suspensão de prazos processuais.

SOLICITAÇÃO. SUSPENSÃO DE PRAZO PARA REALIZAÇÃO DE CORREIÇÃO PERMANENTE ANUAL. ART.39, INCISO XXVII, DA
LEI ESTADUAL Nº 6.564/2005. COMPETÊNCIA DA PRESIDÊNCIA DESTA CORTE DE JUSTIÇA. PARECER ACOLHIDO NA ÍNTEGRA.
REMESSA DOS AUTOS À PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS.

DECISÃO

Trata-se de ofício originário do Juiz de Direito Substituto da Comarca do Único Ofício de Matriz de Camaragibe, Dr. Wilamo de Omena
Lopes, por meio do qual informa:
“... que será realizada nos dias 22 de novembro a 05 de dezembro, observado o período de 10 (dez) dias, a Correição Permanente Anual
nesta Unidade Judiciária.
Ao tempo que solicito autorização para a suspensão de prazos processuais e demais atividades...” (=sic) - pág. 01 dos autos.

Na sequência, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego de Araújo Dantas, opinou:

“... no sentido de que sejam os autos encaminhados ao Departamento Central de Assuntos Judiciários, para anotações e registro em
relação à correição ordinária tratada nestes autos e, após, que seja declarada a incompetência desta Corregedoria-Geral de Justiça e
encaminhado o presente processo à Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, para que tenha conhecimento e
adote as medidas que, porventura, achar necessárias à apreciação do requerimento formulado, uma vez que não compete a este órgão
decidir quanto a pedido de suspensão de prazos processuais para realização de correição interna na Unidade, conforme art.39, inciso
XXVII, da Lei Estadual nº 6.564/2005....” (= sic) – pág. 02/04 dos autos.

É o relatório.

De início, impede registrar que, dentre as atribuições desta Corregedoria, elencadas no art. 41 e 42 da Lei Estadual nº 6.564/2005 –
Código de Organização Judiciária de Alagoas – COJAL –, não se insere a análise e decisão a respeito da suspensão de prazos processuais,
cabendo tal atribuição ao Presidente do Tribunal de Justiça, conforme estabelece o art. 39 da legislação supramencionada, verbis:
“Art. 39. Compete ao Presidente do Tribunal de Justiça:
XXVII – determinar a suspensão dos serviços judiciários, ou ainda o antecipado encerramento do expediente forense, quando motivo
relevante o justifique.”

Em parecer exarado às págs. 02/04 dos autos, o Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego de Araújo Dantas,
se pronunciou nos termos a seguir:

“… Inicialmente, cumpre consignar que compete a esta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e
disciplinador das atividades jurisdicionais de primeiro grau, apreciar medidas que visam otimizar a atividade jurisdicional, nos termos dos
art. 41 da Lei Estadual nº 6.564/2005
“Art. 41. Compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da
Justiça, órgão de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de
todo o território estadual.”
De antemão, cumpre-se relevar que o presente feito tem o objetivo a comunicação de realização de correição ordinária anual na Vara
do Único Ofício da Comarca de Matriz de Camaragibe, bem como a suspensão dos prazos processuais e demais atividades, durante o

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período de 22/11/2017 a 05/12/2017, para que seja realizada a referida atividade.


No caso dos autos, imperioso trazer à lume a dicção do art. 39 da Lei Estadual nº 6.564/2005
Art. 39. Compete ao Presidente do Tribunal de Justiça:
XXVII – determinar a suspensão dos serviços judiciários, ou ainda o antecipado encerramento do expediente forense, quando motivo
relevante o justifique;
Desse modo, sem maiores delongas, a detida análise do dispositivo supramencionado atesta que compete à Presidência deste Egrégio
Tribunal de Justiça determinar a suspensão dos serviços judiciários e, portanto, mister a remessa dos autos à Presidência deste
Sodalício.
Apenas como acréscimo de informações, mister frisar que a realização de correição ordinária pelas próprias Unidades Judiciárias
foi regulamentada pelo Provimento nº 27, de 15 de agosto de 2017, dispõe “... sobre a obrigatoriedade da realização de correições
permanentes nas unidades jurisdionais de 1º Grau, orienta como efetivá-las nos processos virtuais e adota providências correlatas. ...”
(=sic.
Assim, diante do caso concreto, OPINAMOS no sentido de que sejam os autos encaminhados ao Departamento Central de Assuntos
Judiciários, para anotações e registro em relação à correição ordinária tratada nestes autos e, após, que seja declarada a incompetência
desta Corregedoria-Geral de Justiça e encaminhado o presente processo à Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de
Alagoas, para que tenha conhecimento e adote as medidas que, porventura, achar necessárias à apreciação do requerimento formulado,
uma vez que não compete a este órgão decidir quanto a pedido de suspensão de prazos processuais para realização de correição interna
na Unidade, conforme art.39, inciso XXVII, da Lei Estadual nº 6.564/2005. .” (= sic) – págs. 02/04 dos autos.

Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra do Juiz de Direito Auxiliar desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego de Araújo Dantas. Ao
fazê-lo, DETERMINO que seja comunicado o Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ - acerca da Correição Permanente
Anual na citada Unidade Judiciária, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização, conforme preceituado no caput do art. 3º do
Provimento nº 19/2011 e caput do art. 3º do Provimento nº 27/2017.
No mais, DETERMINO a remessa dos presentes autos à Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, por não haver
matéria cuja apreciação caiba diretamente a esta Corregedoria-Geral de Justiça.
Cumpra-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/12375


Requerente: Erick Costa de Oliveira Filho.
Assunto: Pedido de Prorrogação de Correição.

SOLICITAÇÃO. JUÍZO DA 10ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DE CORREIÇÃO ORDINÁRIA. PROVIMENTO
Nº PROVIMENTO Nº 27/2017. PARECER PELO DEFERIMENTO ACOLHIDO NA ÍNTEGRA.

DECISÃO

Trata-se de expediente originário do Magistrado Erick Costa de Oliveira Filho, Juiz de Direito da 10ª Vara Cível da Capital, no qual solicita
a esta Corregedoria-Geral da Justiça prorrogação, por mais 05 (cinco) dias, do prazo para conclusão da correição permanente anual,
realizada na referida Unidade Judiciária entre os dias 23 de outubro a 08 de novembro do corrente ano.
Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos Santos e Dr. Diego de Araújo
Dantas, opinaram “... no sentido de que seja deferido o pedido formulado pelo Magistrado Erick Costa de Oliveira Filho, concedendo-se
mais 05 (cinco) dias úteis para a finalização das atividades correicionais na 10ª Vara Cível da Capital, devendo-se observar, de resto, o
disposto no Provimento nº 27/2017, desta Corregedoria-Geral da Justiça.” (= sic) – pág. 02/05 dos autos.
É o relatório.

Inicialmente, cumpre consignar que compete a esta Corregedoria-Geral da Justiça, tal como órgão orientador, fiscalizador e disciplinador
das atividades jurisdicionais de primeiro grau, apreciar medidas que visam otimizar a atividade jurisdicional, nos termos dos art. 41 da
Lei Estadual nº 6.564/2005

“Art. 41. Compete ao Corregedor-Geral da Justiça dirigir, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades da Corregedoria-Geral da
Justiça, órgão de orientação, fiscalização e disciplina das atividades jurisdicionais e auxiliares da justiça, com jurisdição abrangente de
todo o território estadual.”

Em parecer exarado à pág. 02/05 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Diego de Araújo Dantas, se pronunciaram nos termos a seguir:

“… Da leitura do artigo 1º do Provimento nº 27, de 15 de agosto de 2017, nota-se que a correição possui caráter obrigatório e “permanente”,
ou seja, constante e interrupta, de modo que seja assegurado a todos a razoável duração do processo e os meios que garantam a
celeridade de sua tramitação no âmbito judicial e administrativo, conforme preceituado no art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal de
1988.
Nesse contexto, o magistrado requerente pleiteia a dilação do prazo das atividades correicionais, tendo em vista a sua não conclusão no
período inicialmente pretendido, qual seja, entre os dias 23 de outubro a 08 de novembro.
Quanto ao tema, o artigo 3º, §1º, do Provimento nº 27/2017 desta CGJ, estabelece que:
“Art. 3º . (omissis)
§1º O prazo para realização das atividades correicionais não deverá ultrapassar 10 (dez) dias úteis, ressalvados os casos devidamente
justificados.”
Destarte, entendemos pela razoabilidade do deferimento do pedido formulado, vez que a unidade judiciária apontada conta com um vasto
acervo processual, de 6.142 feitos, conforme extrato em anexo, o que justifica sua não conclusão no período inicialmente estabelecido.
Ressalte-se, entretanto, que o pedido formulado pelo Magistrado fora realizado aos 08 de novembro de 2017 (fls. 01 dos autos), data
do prazo final da correição em curso, sendo autuado e encaminhado a esta Assessoria dos Juízes Auxiliares em data posterior, o que
impossibilitou uma análise da prorrogação do prazo correicional em tempo hábil. Logo, caso ainda não tenham sido concluídos os trabalhos

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correicionais na 10ª Vara Cível da Capital, entendemos pertinente o fornecimento de mais 05 (cinco) dias úteis para sua finalização.
Ante o exposto, OPINAMOS no sentido de que seja deferido o pedido formulado pelo Magistrado Erick Costa de Oliveira Filho, concedendo-
se mais 05 (cinco) dias úteis para a finalização das atividades correicionais na 10ª Vara Cível da Capital , devendo-se observar, de resto,
o disposto no Provimento nº 27/2017, desta Corregedoria-Geral da Justiça.
No mais, sugiro que seja comunicado ao Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ – a concessão de tal prazo, para fins de
registro, acompanhamento e fiscalização, conforme preceituado no caput do art. 3º do sobredito Provimento.
Sendo o que havia a expor, submeta-se à superior consideração do Excelentíssimo Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Alagoas....”
(= sic) – pág. 02/05 dos autos.

Isto posto, ACOLHO o parecer da lavra dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Diego de Araújo Dantas. Ao fazê-lo, DEFIRO o pedido formulado pelo Magistrado Erick Costa de Oliveira Filho, concedendo-
lhe mais 05 (cinco) dias úteis para a finalização das atividades correicionais na 10ª Vara Cível da Capital, devendo-se observar, de resto,
o disposto no Provimento nº 27/2017, desta Corregedoria-Geral da Justiça.
No mais, DETERMINO que seja comunicado o Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ- acerca da prorrogação da Correição
Permanente Anual na citada Unidade Judiciária, para fins de registro, acompanhamento e fiscalização, conforme preceituado no caput do
art. 3º do Provimento nº 19/2011 e caput do art. 3º do Provimento nº 27/2017.
Publique-se. Intime-se. Registre-se. Cumpra-se. Após, arquive-se.

Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Processo nº: 2017/9777


Requerente: Paulo Almeida de Oliveira
Assunto: Pedido de Providências

PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS EM FACE DO MAGISTRADO DA 21ª VARA CÍVEL DA CAPITAL – SUCESSÕES-. ALEGAÇÕES DE
SUPOSTAS FRAUDES NO RECOLHIMENTO DE IMPOSTOS E FRAUDES PROCESSUAIS. INCONFORMISMO COM AS DECISÕES DO
JUÍZO. MATÉRIA JUDICIAL. CARÊNCIA DE ELEMENTOS ENSEJADORES DE ABERTURA DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO.
PARECER PELO ARQUIVAMENTO DOS AUTOS ACOLHIDO NA ÍNTEGRA.

DECISÃO

Trata-se de Processo Administrativo motivado por expediente originário do Sr. Paulo Almeida de Oliveira, por meio do qual busca dar
ciência a esta Corregedoria-Geral da Justiça acerca de supostos fatos graves vinculados ao Processo de Inventário de nº 0003845-
60.2010.8.02.0001, o qual tem como inventariada Emérita Perez Peixoto, em trâmite junto à 21ª Vara Cível da Capital – Sucessões -.
Apresentou o Requerente, às págs. 03/05 dos autos, um relatório de supostas “... fraudes processuais, e irregularidades de sonegação no
recolhimento de laudêmios, ITBIs, ITCDs, custas processuais e taxas judiciárias e graves prejuízos às fazendas públicas federal, estadual,
municipal e FUNJURIS. ...” (= sic) – pág. 03 dos autos.
Informa o Requerente em seu relatório, quanto ao objeto dos fatos geradores:
“... Trata-se de UM TERRENO localizado a beira mar na Avenida Dr. Antonio Gouveia, no bairro de Pajussara - Maceió -AL, onde antes
funcionou o Ginásio e o Beer do CRB, contendo uma área de cerca de 2.500 m2. Terreno esse constituído de parte própria e PARTE DE
MARINHA. Matricula 16.150 do 1º RGI de Maceió - Alagoas.
Apenas a titulo de informação para fins de valor venal real da área. A mesma foi incorporada a construtora MENDONÇA
ENGENHARIA LTDA, que ali ira iniciar uma obra EDIFICIO DE APARTAMENTOS DE LUXO, com 13.000 m2 de área de venda (útil),
SENDO pago pela incorporação em área de luxo, 1.314 + 3.282 m2. Como o preço do m2 a beira mar, hoje beira cerca de R$ 12.000,00
m2, chega-se a soma de R$ 12.000,00 x 4.596m2 - RI 55.152.000,00 (cinquenta e cinco milhões, cento e cinquenta e dois mil reais), o
valor da operação em tela.
Esta portanto, é a obra envolvida no aludido inventário, onde as partes tomaram por base para fins de recolhimento dos tributos,
(LAUDEMIOS- ITBIs – ITCDs - TAXAS JUDICIÁRIA - CUSTAS PROCESSUAIS etc.) apenas o valor venal para fins de calculo de IPTU da
Prefeitura. Que alias não é a base de calculo correta e legal, para fins de tributação, a exceção apenas para fins de cobrança do IPTU.
Demais, trata-se não apenas de um único inventário (Emérita Perez Peixoto), e sim de diversos espólios, vez que já houve o
falecimento de seus filhos BERNARDO - MANOEL E SEBASTIÃO, bem como de seu genro ANTONIO VICENTE FAZIO (todos deixando
herdeiros). Dai todos estes atos, estão também sujeitos a tributação.
Cabe ainda alertar, que quando das negociações do imóvel acima citado, houve diversas alienações entre os herdeiros (cessões
onerosas) que sobre ditas alienações, também incidem todos os tributos acima citados. ...” (= sic) – págs. 03/04 dos autos.

Com relação à suposta fraude processual, informa o Requerente:

“... Não obstante a todos os fatos acima narrados e devidamente comprovados, o herdeiro do espólio possuidor de um valioso quinhão
hereditário da AREA BEIRA, estimado (quinhão) em cerca de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), nada menos que um juiz de direito
do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, Doutor GUILHERME PEDROSA LOPES, (professor da FGV, convocado
para o TER-RJ), foi dado como em lugar incerto e desconhecido, (nomeado-se para o mesmo sem os devidos procedimentos legais um
curador). Não obstante seu endereço atualizado constar das declarações iniciais do inventário, e evidente também sua fácil localização
bastando comunicar-se com o TJRJ, ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, TRE-RJ, RECEITA
FEDERAL etc.
Note-se que toda essa fraude foi montada para que a empresa RESULTA INVESTIMENTO LTDA e o herdeiro BRUNO FAZIO,
fossem ao final beneficiados com a fraude.
E, de posse desta fraude, o então juiz do feito autorizou a alienação de seu valioso quinhão hereditário pelo irrisório valor de
cerca de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), como se vê da ESCRITURA PUBLICA DE CESSÃO em anexo.
Demais, hasta tão somente analisar os autos referidos para então detectar facilmente inúmeras outras fraudes processuais
e irregularidades, a exemplo do quinhão hereditário do herdeiros BRUNO FAZIO, que apesar de achar-se INDISPONIBILIZADO por
determinação do juízo da 13’ Vara Federal de Alagoas, ainda assim, aludido herdeiros conseguiu a inacreditável façanha de aliena-lo

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também a empresa RESULTA INVESTIMENTOS LTDA.


Cumpre também esclarecer que este herdeiro BRUNO FAZIO, é o celebro e mentor destas fraudes e que a empresa RESULTA,
na pessoa de seus Diretores GASPAR DE ALMEIDA CARVALHO e LUCIANA TENORIO, e a principal beneficiada destes atos.
Convém ainda informar a este Nobre e Digno Corregedor que o herdeiro BRUNO FAZIO, acha-se envolvido e condenado
em processos de formação de quadrilha, roubo/furto e adulteração de veículos, já condenado junto à comarca de Marechal Deodoro -
Alagoas.
E que este mesmo herdeiro Bruno Fazio, junto com sua genitora senhora Gilberta Lopes Fazio, falsificaram a escritura e
RGI de uma propriedade rural em São Miguel dos Campos, AL, vendendo-a ao INCRA, irregularmente, causando um prejuízo de mais
de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais). Havendo em tramite junto a 13ª Vara Federal de Alagoas, procedimento contra ambos.
E exatamente por esta outra fraude, que a justiça federal determinou a INDISPONIBILIDADE de seu quinhão hereditário (alienado
fraudulentamente) nos autos citados.
Dando-se sequencia ao rosário de irregularidades, mesmo sem o TRANSITO EM JULGADO do inventário. Havendo a AGU/
INCRA e MP/outros recorridos da sentença. Ainda assim inexplicavelmente o juízo determinou a expedição da CARTA DE ADJUDICAÇÃO
do valioso e milionário imóvel, em favor da empresa RESULTA INVESTIMENTOS LTDA.
Desta forma, estamos levando os fatos para conhecimento das autoridades competentes abaixo, para que sejam adotadas
as medidas cabíveis: Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Serviço do Patrimônio da União em Alagoas, Secretaria
Municipal de Finanças, Secretaria da Fazenda de Alagoas, FUNJURIS e ao Conselho Nacional de Justiça. ...” (= sic) – págs. 04/05 dos
autos.

Devidamente oficiado, o Magistrado Requerido apresentou resposta informando que:

“... Inicialmente, esclareço que tramita perante o Juízo da 21ª Vara Cível da Capital, no qual encontro-me como Juiz substituto, o processo
tombado sob o nº 0003845-60.2010.8.02.0001, referente ao inventário da Sra. Emérita Perez Lopes.
Não é cediço informar que quando passei a substituir a sobredita 21ª Vara Cível, no mês de fevereiro do corrente ano, O
REFERIDO PROCESSO JÁ SE ENCONTRAVA SENTENCIADO E DEVIDAMENTE INSTRUÍDO, tendo este Magistrado apenas se
manifestado na apreciação dos embargos de declaração.
Nada obstante, passo a informar o seguinte:
Depreende-se deste processo que através da decisão de fls. 550/551 (prolatada pelo juiz que me antecedeu), observando a
inexistência de litígio e de incapazes foi convertida a ação de inventário comum para inventário sob o rito de arrolamento, razão pela qual
não devem ser conhecidas ou apreciadas as questões relativas ao lançamento, ao pagamento ou à quitação de taxas judiciárias e de
tributos incidentes sobre a transmissão da propriedade dos bens do espólio, nos termos do art. 1.034 do Código de Processo Civil vigente
à época, bem assim que o valor correspondente as taxas judiciárias são calculados com base no valor atribuído pelos herdeiros e que
o imposto de transmissão será objeto de lançamento administrativo, inclusive não ficando a autoridade fazendária adstrita aos valores
atribuídos pelos herdeiros, conforme §1º e §2º do referido artigo.
Desta maneira, verifica-se que os valores decorrentes das custas processuais e do imposto de transmissão causa mortis e
doação (ITCMD) foram calculados às fls. 560/561, tomando por base o valor atribuído pelos herdeiros na cessão de direitos hereditários às
fls. 554/557, qual seja, de R$2.799.307,81 (dois milhões setecentos e noventa e nove mil trezentos e sete reais e oitenta e um centavos),
sendo estes recolhidos às fls. 564/567 e fls. 781.
Com relação à alegação do valor venal não ser a base de cálculo para a realização do cálculo do ITCMD, verifica-se, no art. 167,
§ 1º do Código Tributário do Estado de Alagoas que, conforme reza seu caput, ‘a base de cálculo do imposto é o valor venal ou comercial
dos bens ou direitos transmitidos ou doados’.
Assim, não há que se falar em irregularidades quanto aos valores calculados a título de custas processuais e do imposto
de transmissão causa mortis em relação ao bem deixado pela falecida Emérita Perez Lopes, notadamente diante da possibilidade da
Fazenda Pública providenciar o lançamento administrativo do tributo caso entenda que houve recolhimento a menor.
Vale destacar que a própria sentença prolatada às fls. 585/591 determina que seja dada ciência desta à Fazenda Pública
Estadual.
Noutro norte, quanto as alegações de ‘fraudes processuais’, verifica-se que estas fundam-se em questionamentos que foram
devidamente decididos no próprio processo de inventário quando da análise dos embargos de declaração interpostos às fls. 594/599 e fls.
636/639, quais sejam de ausência de citação do herdeiro Guilherme Pedrosa Lopes e da impossibilidade de formalização da cessão de
direitos hereditários do herdeiro Bruno Fazio após a decretação de indisponibilidade de seu quinhão hereditário. Para tanto, basta verificar
os fundamentos colacionados na decisão de fls. 734/748 que julgou os mencionados embargos de declaração.
As alegações de que o herdeiro Bruno Fazio encontra-se respondendo por crimes, considerando que nenhum destes crimes
alegados tem relação direta com o espólio ou aos inventariados, já que não houve a interposição de ação de indignidade para tal fim, não
pode ser apreciada pelo juízo sucessório.
Como já asseverado acima, houve a determinação de indisponibilidade do quinhão do herdeiro Bruno Fazio e o seu respectivo
valor direcionado ao INCRA, conforme se depreende da decisão proferida nos embargos de declaração proferida por este magistrado. Tal
decisão acolheu em parte os embargos manejados, para esclarecer como devia ser realizada a indisponibilidade já determinada.
No que se refere à expedição da carta de adjudicação antes do trânsito em julgado, trata-se de decisão fundamentada por este
Juízo, com base na possibilidade de adjudicação compulsória, cujo tema é amplamente aceito na doutrina e jurisprudência, como se
depreende do item 4, da decisão que julgou os embargos declaratórios, que segue anexada.
Portanto, sendo evidente que em caso de irresignação das partes quanto as decisões judiciais proferidas, cabe a estas o
direito de apresentar o competente recurso, o que de fato ocorreu no referido processo, uma vez que o herdeiro Guilherme Pedrosa
Lopes, apresentou recurso de apelação às fls. 762/777, do qual foi oportunizado as partes apresentarem as devidas contrarrazões e
encaminhado o processo para o Egrégio Tribunal de Justiça para apreciação. ...” (= sic) – págs. 68/69 dos autos.

Na sequência, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego Araújo Dantas, Dra. Laila Kerckhoff dos
Santos e Dr. Geraldo Cavalcante Amorim, opinaram:

“... Ante o exposto, por não haver indícios de prática de falta funcional pelos Magistrados que atuaram no processo nº 0003845-
60.2010.8.02.0001, tampouco providências a serem adotadas em sede administrativa, OPINAMOS pelo ARQUIVAMENTO dos autos,
nos termos do art. 9º, § 2º, da Resolução nº 135/2011 do CNJ, e comunicação da decisão ao Conselho Nacional de Justiça por força do
art. 9º, § 3º, da mesma Resolução. ...” (= sic) – págs. 132/141 – especialmente pág. 141 – dos autos.

É o relatório.

Convém ressaltar, desde logo, que compete a esta Corregedoria-Geral da Justiça receber e processar reclamações contra juízes de
primeiro grau, bem como verificar, preliminarmente, possíveis faltas ou infrações disciplinares, promovendo a abertura ou arquivamento

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dos procedimentos dessa natureza, nos termos do art. 42, III, e o art. 59, ambos da Lei Estadual 6.465/2005, senão vejamos, in verbis:

“Art. 42. Incumbe, ainda, ao Corregedor-Geral da Justiça:

(...)

III – fazer instaurar sindicâncias administrativas com vistas à apuração da responsabilidade de Magistrados, bem assim sindicâncias e
processos administrativos disciplinares destinados à apuração de faltas atribuídas a Serventuários da Justiça e a funcionários da estrutura
da Corregedoria-Geral da Justiça; (...)”

“Art. 59. Qualquer pessoa poderá representar, por escrito, ao Corregedor-Geral da Justiça, abuso, erro ou omissões de Juiz de Direito
Titular, Auxiliar ou Substituto, devendo ser instaurado o competente procedimento administrativo, onde facultada a ampla defesa. (...)”

Corroborando com os suso mencionados dispositivos legais, os arts. 8º e 9º da Resolução nº 135/2011 do Conselho Nacional de Justiça
- CNJ dispõem que, verbis:

“Art. 8º O Corregedor, no caso de magistrados de primeiro grau, o Presidente ou outro membro competente do Tribunal, nos demais casos,
quando tiver ciência de irregularidade, é obrigado a promover a apuração imediata dos fatos, observados os termos desta Resolução e,
no que não conflitar com esta, do Regimento Interno respectivo.

Parágrafo único. Se da apuração em qualquer procedimento ou processo administrativo resultar a verificação de falta ou infração atribuída
a magistrado, será determinada, pela autoridade competente, a instauração de sindicância ou proposta, diretamente, ao Tribunal, a
instauração de processo administrativo disciplinar, observado, neste caso, o art. 14, caput, desta Resolução”.

“Art. 9º A notícia de irregularidade praticada por magistrados poderá ser feita por toda e qualquer pessoa, exigindo-se formulação por
escrito, com confirmação da autenticidade, a identificação e o endereço do denunciante. (...)”

Em parecer exarado às págs. 132/141 dos autos, os Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dr. Diego Araújo
Dantas, Dra. Laila Kerckhoff dos Santos e Dr. Geraldo Cavalcante Amorim, pronunciaram-se nos termos a seguir:

“... Compulsando os autos, observa-se que o procedimento em tela busca verificar conduta supostamente irregular praticada pelo Dr.
João Dirceu Soares Moraes, ante a notícia de supostas ‘(...) fraudes processuais, e irregularidades de sonegação no recolhimento de
laudêmios, ITBIs, ITCDs, custas processuais e taxas judiciárias e graves prejuízos às fazendas públicas federal, estadual, municipal e
FUNJURIS (...)’ (fls. 03), ocorridas quando da condução dos autos do Processo de Inventário nº 0003845-60.2010.8.02.0001, o qual tem
como inventariada Emérita Perez Peixoto, em trâmite na 21ª Vara Cível da Capital – Sucessões.
Quanto aos questionamentos relativos ao recolhimento de impostos e custas processuais, não vislumbramos quaisquer
irregularidades praticadas e/ou ratificadas pelo Juízo reclamado, sobretudo porque este seguiu estritamente o disposto na legislação
vigente à época da sentença, mais especificamente no disposto no art. 1.034 do antigo Código de Processo Civil, que dispõe, in verbis:

‘Art. 1.034. No arrolamento, não serão conhecidas ou apreciadas questões relativas ao lançamento, ao pagamento ou à quitação de taxas
judiciárias e de tributos incidentes sobre a transmissão da propriedade dos bens do espólio.
§ 1oA taxa judiciária, se devida, será calculada com base no valor atribuído pelos herdeiros, cabendo ao fisco, se apurar em processo
administrativo valor diverso do estimado, exigir a eventual diferença pelos meios adequados ao lançamento de créditos tributários em
geral.
§ 2oO imposto de transmissão será objeto de lançamento administrativo, conforme dispuser a legislação tributária, não ficando as
autoridades fazendárias adstritas aos valores dos bens do espólio atribuídos pelos herdeiros’. (Sem grifo no original)

No tocante às supostas ‘fraudes processuais’, observamos que, na verdade, trata-se de inconformismo com o entendimento do Juízo,
o qual decidiu, fundamentadamente, os pontos suscitados pelo requerente quando da prolação da sentença (fls. 585/591) e da decisão
dos embargos de declaração (fls. 734/748), mais precisamente quanto à ausência de citação do herdeiro Guilherme Pedrosa Lopes, à
impossibilidade de formalização da cessão de direitos hereditários do herdeiro Bruno Fazio após a decretação de indisponibilidade de seu
quinhão hereditário, e à expedição da carta de adjudicação antes do trânsito em julgado.
Com relação às supostas fraudes praticadas pelo herdeiro Bruno Fazio e sua genitora, Sra. Gilberta Lopez Fazio, há de se ressaltar que,
conforme explicitado pelo Magistrado Requerido, nenhum dos crimes alegados tem relação direta com o espólio ou com os inventariados,
além de não ter havido a interposição da competente ação de indignidade para o fim proposto, carecendo o juízo sucessório de competência
para apreciar a matéria.
Nesse ínterim, verifica-se que a matéria que está afeta ao âmbito judicial, haja vista o flagrante inconformismo do requerente com o
entendimento seguido pelo magistrado requerido, não sendo possível a intervenção da Corregedoria-Geral da Justiça. Isso porque a
competência do Órgão Censor está restrita à esfera administrativa do Poder Judiciário, não sendo passível utilização da via correicional
como sucedâneo do recurso judicial ou para discutir matéria judicial, conforme jurisprudência do Conselho Nacional de Justiça.
Nesse sentido:

… RECURSO ADMINISTRATIVO EM PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS. MATÉRIA DE NATUREZA JURISDICIONAL. IMPOSSIBILIDADE.


AUSÊNCIA DE IRREGULARIDADE ADMINISTRATIVA OU DISCIPLINAR. RECURSO DESPROVIDO.
1. Ausentes indícios de conduta caracterizadora de infração aos deveres funcionais da magistratura, a irresignação acerca de conteúdo
de decisão judicial deve ser impugnada por meio de instrumentos processuais próprios.
2. A natureza exclusivamente administrativa das atribuições conferidas ao Conselho Nacional de Justiça (art. 103-B, §4º, da CF/88)
impede que este aprecie questão discutida em sede jurisdicional.
3. Ausência de infringência aos deveres funcionais ou inércia dos órgãos correcionais.
4. Recurso administrativo desprovido. ... (= CNJ - RA – Recurso Administrativo em PP - Pedido de Providências - Corregedoria - 0006155-
24.2015.2.00.0000 - Rel. NANCY ANDRIGHI - 17ª Sessão Virtualª Sessão - j. 12/08/2016 ). (grifei)

... RECURSO ADMINISTRATIVO. PEDIDO DE PROVIDÊNCIA. MATÉRIA JUDICIAL. AUSÊNCIA DE COMPETÊNCIA DESTE CONSELHO
NACIONAL DE JUSTIÇA. RECURSO DESPROVIDO.
1. Reclamação Disciplinar conclusa ao Gabinete da Corregedoria em 12/02/2014.
2. Hipótese na qual o recorrente encontra-se inconformado, pois, em julgamento jurisdicional de Primeiro Grau, não obteve o atendimento
de sua pretensão.

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3. Irresignação que se volta ao exame de matéria eminentemente judicial. Em tais casos, deve a parte valer-se dos meios recursais
próprios, não se cogitando a intervenção deste Conselho.
4. Recurso administrativo desprovido. ... ( = CNJ - RA – Recurso Administrativo em RD - Reclamação Disciplinar - 0001188-
49.2014.2.00.0200 - Rel. NANCY ANDRIGHI - 208ª Sessão - j. 12/05/2015 ). (grifei)

… RECURSO ADMINISTRATIVO EM PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS. VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DA COMARCA DE FOZ


DO IGUAÇU. ATO DE NATUREZA JURISDICIONAL. INCOMPETÊNCIA DO CNJ. AUSÊNCIA DE ELEMENTOS NOVOS CAPAZES DE
ALTERAR O ENTENDIMENTO ADOTADO NA DECISÃO COMBATIDA. RECURSO DESPROVIDO.
I. O ato atacado tem natureza jurisdicional, pelo que não é alcançado pelo controle administrativo exercido por este Conselho.
II - A competência constitucional fixada do CNJ é restrita ao âmbito administrativo do Poder Judiciário, pelo que não pode intervir no
andamento de processo judicial, seja para corrigir eventual vício de ilegalidade ou nulidade, seja para inibir o exercício regular dos órgãos
investidos de jurisdição. Para reverter eventuais provimentos que considera incorretos, ilegais ou desfavoráveis aos seus interesses, deve
a parte valer-se dos meios processuais adequados.
III. Ausência, nas razões recursais, de elementos novos capazes de alterar o entendimento adotado na decisão combatida.
IV. Recurso conhecido e não provido. ... (=CNJ - RA – Recurso Administrativo em PP - Pedido de Providências - Conselheiro - 0001435-
48.2014.2.00.0000 - Rel. RUBENS CURADO - 186ª Sessão - j. 08/04/2014 ). (grifei)

Nesse contexto, os fatos narrados pelo requerente dizem respeito a matérias que devem ser tratadas no âmbito judicial e devem
ser corrigidos mediante a utilização dos procedimentos judiciais adequados. Neste ponto, ressalta-se que foi interposto o competente
recurso de apelação em que foram abordados, pelo herdeiro insurgente contra o teor da sentença, as supostas ‘fraudes processuais’
mencionadas na representação.
Nesse intelecto de ideia, de inteira aplicação à hipótese vertente o art. 41 da LOMAN:

‘Art. 41 - Salvo os casos de impropriedade ou excesso de linguagem o magistrado não pode ser punido ou prejudicado pelas opiniões
que manifestar ou pelo teor das decisões que proferir’. (Sem grifo no original)

Portanto, não há que se falar em atuação deste Órgão Censor quando a hipótese refoge às suas atribuições institucionais, conforme art.
42, incisos I usque XXVII, da Lei Estadual nº 6.564/2005 – Código de Organização Judiciária do Estado de Alagoas.
À guisa de conclusão, entendemos no sentido de que não se vislumbram indícios de prática de falta funcional pelo Juiz substituto da 21ª
Vara Cível da Capital – Sucessões.
De toda sorte, com relação às supostas fraudes/crimes cometidos pelo herdeiro Bruno Fazio e sua genitora, Sra. Gilberta Lopez Fazio,
deve-ser ressaltar que o requerente já comunicou o fato às autoridades competentes (Ministério Público Federal e Ministério Público
Estadual), razão pela qual não se faz necessária a remessa de cópia dos presentes autos aos citados Órgãos. ...” (=sic) – págs. 132/141
dos autos.
Isto posto, ACOLHO o parecer emanado dos Juízes de Direito Auxiliares desta Corregedoria-Geral da Justiça, Dra. Laila Kerckhoff
dos Santos, Dr. Diego Araújo Dantas e Dr. Geraldo Cavalcante Amorim. Ao fazê-lo, forte na ausência de indícios capazes de justificar a
abertura de procedimento administrativo disciplinar em face dos Magistrados que atuaram no processo nº 0003845-60.2010.8.02.0001,
DETERMINO O ARQUIVAMENTO dos autos.
De resto, encaminhe-se cópia desta decisão à Corregedoria Nacional de Justiça, em consonância com o art. 9, § 3º, da Resolução nº
135/2011 do Conselho Nacional de Justiça.
Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Certifique-se. Após, arquive-se.
Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Paulo Barros da Silva Lima


Corregedor-Geral da Justiça

Diretoria Adjunta de Assuntos Judiciários - DAAJUC

Nesta data, na forma regimental, foram distribuídos os seguintes processos:

Câmara Criminal

Apelação 0000898-12.2012.8.02.0050
Origem: Foro de Porto Calvo
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Apelante : Renato Gusmão Sposito de Lima
Advogado : Rommel Omena Prado
Advogado : Abelardo da Rocha Prado Neto (OAB: 8478/AL)
Apelado : Ministério Público

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0002570-02.2010.8.02.0058
Origem: Foro de Arapiraca
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Apelante : José Protázio dos Santos Neto
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Roberto Alan Torres Mesquita (OAB: 7113/AL)

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Apelado : Ministério Público

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0003892-68.2009.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Benedita Diva dos Santos Silva
Defensor P : Djalma Mascarenhas Alves Neto (OAB: 6756/AL)
Defensor P : Luciana Vieira Carneiro (OAB: 19574/CE)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Maria Rúbia Lima Cavalcanti (OAB: 1760/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0021553-89.2011.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Apelante : Ministério Público
Apelado : Hélio Figueira de Morais Filho
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelado : Wellington Santos Moura
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0031729-30.2011.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Fazenda Pública Estadual
Procurador : Paulo de Tarso Gonçalves Rodrigues (OAB: 7133/AL)
Apelado : Otavio Henrique Mitonori Leão Praxedes (Representado(a) por sua Mãe) Cleide Mitonori
Advogado : Monique Natássia Nerville de Araújo (OAB: 9825/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0034228-55.2009.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Apelante : Waldir Pedrosa de Amorim
Advogado : Davi Beltrão Cavalcanti Portela (OAB: 7633/AL)
Advogado : Denarcy Souza e Silva Júnior (OAB: 6000/AL)
Apelado : Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Rodagem do Estado de Alagoas - Der/al
Procurador : Mário Henrique Menezes Calheiros (OAB: 6509B/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Apelação 0049014-36.2011.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Municipio de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelada : Maria de Souza Ribeiro
Defensor P : Fabricio Leão Souto (OAB: 24976/BA)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0050220-85.2011.8.02.0001

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Origem: Foro de Maceió


Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Apelante : Ministério Público
Apelado : Palmiro Otavio da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0054486-52.2010.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante : Teobaldo de Lima Gomes
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0072988-44.2007.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Manguaba Petróleo Ltda.
Advogado : Luiz Felipe Coutinho de Melo (OAB: 6652A/AL)
Advogado : Gonçalo Tavares Dórea Júnior (OAB: 6110/AL)
Apelado : Banco Mercantil S/A
Advogado : Leonardo Nascimento Gonçalves (OAB: 768A/PE)
Advogado : Lourenço Gomes Gadêlha de Moura (OAB: 21233/PE)
Advogado : Rodrigo de Moura Barbosa (OAB: 30802/PE)
Advogado : Aparício de Moura da Cunha Rabelo (OAB: 18360/PE)
Advogado : Giulliano Cecilio Caetano Siqueira (OAB: 23989/PE)
Advogado : Rodrigo Sabino Soares (OAB: 26463/PE)
Apelado : Fundo de Investimento Em Direitos Creditórios Multissegmentos Npl Ipanema Ii - Não Padronizados
Advogado : Pedro de Molla (OAB: 200708/SP)
Advogado : Joyce dos Santos Rodrigues (OAB: 251613/SP)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Conflito de competência 0500314-62.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Suscitante : Juízo da 6ª Vara Cível da Comarca da Capital
Suscitado : Juízo da 17ª Vara Cível da Comarca da Capital - Fazenda Estadual
Parte 1 : Amaro Tenório dos Santos
Parte 2 : Banco do Estado de Alagoas S.A. - PRODUBAN

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0700171-67.2016.8.02.0051
Origem: Foro de Rio Largo
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Município de Rio Largo
Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Procurador : Rafael Paiva de Almeida (OAB: 9717/AL)
Procurador : Bernardo Leopardi Gonçalves Barretto Bastos (OAB: 6920/AL)
Apelado : J F da Silva Bicicleta - Me

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0700526-63.2015.8.02.0067
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Apelante : Deivid Henrique de Melo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 59

Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)


Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Ricardo Anizio Ferreira de Sá (OAB: 7346/AL)
Apelado : Ministério Público

Dependência

3ª Câmara Cível

Apelação 0700790-46.2015.8.02.0046
Origem: Foro de Palmeira dos Índios
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Apelada : Maria Margarida Mendes
Advogado : Alcides Fernandes de Barros Filho (OAB: 13115/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Recurso em Sentido Estrito 0701052-93.2016.8.02.0067


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Recorrente : Ministério Público
Recorrido : Valmir da Silva Nogueira
Advogado : Altair Oliveira Costa (OAB: 5538/AL)

Dependência

1ª Câmara Cível

Apelação 0701307-94.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Hapvida Assistência Médica Ltda
Advogado : Felipe Medeiros Nobre (OAB: 5679/AL)
Advogada : Leiliane Marinho Silva (OAB: 10067/AL)
Advogada : Keyla Polyanna Barbosa Lima (OAB: 8889/AL)
Advogado : Elano Rodrigues de Figueiredo (OAB: 13400/CE)
Apelado : Thawan Luiz Santos Ferreira
Advogada : Virgínia de Andrade Garcia (OAB: 3995/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0701433-08.2016.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Remetente : Juízo
Parte 1 : Nunes Moda Infanto-juvenil Ltda Me
Advogado : Ricardo Claudino Cardoso (OAB: 11681/AL)
Advogado : Paloma Tojal de Carvalho (OAB: 12157/AL)
Parte 2 : Chefe da Diretoria de Mercadorias em Trânsito - DMT
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0704752-86.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Municipio de Maceió
Procurador : Thiago Queiroz Carneiro (OAB: 12065BA/L)
Apelante : Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Representando o : Cicero Arizio dos Santos
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Representando o : Cicero Arizio dos Santos
Apelado : Município de Maceió

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 60

Procurador : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0705142-56.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Dupar Produções S.a.
Advogado : Sávio Lúcio Azevedo Martins (OAB: 5074/AL)
Advogado : Gustavo Ferreira Gomes (OAB: 5865/AL)
Advogado : Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB: 5589/AL)
Apelante : Antonio Pedro
Advogado : Hannielly Rose de Albuquerque Pedro (OAB: 14323/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Carlos Alexandre Pereira Lins (OAB: 3386/AL)
Apelado : Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano - SMCCU
Procurador : Carlos Alexandre Pereira Lins (OAB: 3386/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0707065-54.2012.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Filipe Castro de Amorim Costa (OAB: 6437/AL)
Apelado : Olivan Mendes Malta
Advogado : Gustavo Henrick Lima Ribeiro (OAB: 6760/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0709335-12.2016.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : C. R. G. C.
Advogado : José Eduardo Barros Correia (OAB: 3875/AL)
Apelado : M. J. de B. S.
Advogado : Maria do Socorro Tavares Pinheiro (OAB: 8615/AL)
Advogada : Luciana Rodrigues dos Santos Pinheiro (OAB: 13666/AL)
Advogado : Paloma Tojal de Carvalho (OAB: 12157/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0710301-43.2014.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Remetente : Juízo
Parte 1 : Sidclea Silva de Moura Vaz
Advogado : Thélio Oswaldo Barretto Leitão (OAB: 3060/AL)
Parte 2 : Reitora da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - Uncisal
Procurador : Rudérico Mentasti (OAB: 1432/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0711676-16.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Apelante : Ministério Público
Apelada : Maria Adriana dos Santos
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)

Sorteio

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 61

3ª Câmara Cível

Apelação 0711958-15.2017.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)
Apelado : Luiz Wagner da Silva Amaral
Advogada : Rita de Cássia Telles da Silva (OAB: 13239/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0712115-27.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Timoteo Rocha de Carvalho
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Municipio de Maceió
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0712175-97.2013.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Juliana Sofia Silva Vieira
Defensor P : Karine Gonçalves Novaes Fonseca (OAB: 11367BA/L)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Filipe Castro de Amorim Costa (OAB: 6437/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Apelação 0712366-74.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões
Representando o : Genilda Maria de Oliveira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0712785-26.2017.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)
Apelado : Bruno Souza Lopes
Advogada : Rita de Cássia Telles da Silva (OAB: 13239/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0713045-74.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Apelante : Liabel Rodrigues dos Santos
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Município de Maceió

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 62

Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0713193-85.2015.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Remetente : Juízo
Parte 1 : Belaveste Comércio de Roupas Ltda - Epp
Advogado : Celso Luiz Travassos Fireman (OAB: 7964/AL)
Parte 2 : Secretaria de Estado da Fazenda em Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0714893-04.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelado : Defensoria Pública do Estado de Alagoas
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Terceiro I : Walkyria Valéria Jatobá
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0715196-18.2012.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Sérgio Ricardo Freire de Sousa Pepeu (OAB: 6317B/AL)
Apelada : Edite de Carvalho Villar Vieira
Advogada : Carla Waleska Gomes de Araújo (OAB: 7534/AL)
Apelada : Izabella Alves Acioli
Advogada : Carla Waleska Gomes de Araújo (OAB: 7534/AL)

Dependência

2ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0717609-62.2016.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Remetente : Juízo
Parte 1 : Yana Presentes Ltda - Me
Advogado : Walter Pitombo Laranjeiras Filho (OAB: 4339/AL)
Advogado : Bruno Albuquerque de Almeida (OAB: 8386/AL)
Advogada : Isabela Braga Nogueira (OAB: 14549/AL)
Advogado : Amaury Coelho da Silva Junior (OAB: 14349/AL)
Parte 2 : Fazenda Pública do Estado de Alagoas
Procurador : José Roberto Fernandes Teixeira (OAB: 6320B/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0720510-71.2014.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Thales Francisco Amaral Cabral (OAB: 10131/AL)
Apelada : Maria Roselita Calheiros da Silva
Advogado : João Sapucaia de Araújo Neto (OAB: 4658/AL)

Dependência

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 63

3ª Câmara Cível

Apelação 0721150-45.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Laila Soares Cavalcante (OAB: 8539/AL)
Apelada : Maria José Ferreira de Sá
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação / Reexame Necessário 0721310-02.2014.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Thales Francisco Amaral Cabral (OAB: 10131/AL)
Apelada : Sônia Cristina Pereira dos Santos
Advogado : João Sapucaia de Araújo Neto (OAB: 4658/AL)

Dependência

1ª Câmara Cível

Apelação 0728048-06.2014.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Apelado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Apelado : Adalberon José dos Santos,
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)

Dependência

1ª Câmara Cível

Apelação 0734113-80.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Flávio Feitosa de Souza
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Nadja Maria Barbosa (OAB: 7169B/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805454-04.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Paciente : Alex Luiz dos Santos Silva
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : Arthur César Cavalcante Loureiro

Dependência

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805455-86.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Paciente : Ruan Patrick Ferreira da Silva

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 64

Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital


Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : Arthur César Cavalcante Loureiro

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805456-71.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Colônia de Leopoldina
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Impetrante : Gilnei Chaves Prates
Paciente : EVANDRO LIBÓRIO BISPO
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Colônia Leopoldina

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805457-56.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Paciente : Rafael Galvão Lacerda de Lima
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : Arthur César Cavalcante Loureiro

Sorteio

2ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805458-41.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Agravante : Aymoré Crédito Financiamento e Investimento S/A
Advogado : Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB: 9957/AL)
Agravado : Fernando Antonio Xavier da Costa
Advogado : Adilson Falcão de Farias (OAB: 1445A/AL)
Advogado : Allyson Sousa de Farias (OAB: 8763/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805459-26.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Paciente : Valdemar Francisco de Lima
Impetrado : Juíz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : Arthur César Cavalcante Loureiro

Dependência

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805460-11.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Agravante : Hudson Martins da Cruz Santos
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Bv Financeira S/A

Sorteio

2ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805461-93.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Agravante : Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento S/A
Advogado : Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB: 9957/AL)
Advogado : Gilberto Borges da Silva (OAB: 58647/PR)
Advogado : Flaviano Bellinati Garcia Perez (OAB: 10702AA/L)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 65

Advogado : Patricia Pontaroli Jansen (OAB: 126419A/AL)


Agravado : Alex Sandro Lima Costa

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805462-78.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Paciente : Everton Lino Amaral
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital
Imp/Defensor : André Chalub Lima
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza

Sorteio

2ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805463-63.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Agravante : Claudene Oliveira Santos
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Panamericano S/A

Dependência

Tribunal Pleno

Mandado de Segurança 0805464-48.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Impetrante : Maxwell William Cavalcanti Lopes
Advogado : Jakson Braz dos Santos (OAB: 15364/AL)
Impetrante : Thiago Vital de Oliveira Santos
Advogado : Jakson Braz dos Santos (OAB: 15364/AL)
Impetrante : Bergson Leandro da Silva
Advogado : Jakson Braz dos Santos (OAB: 15364/AL)
Impetrado : Juiz de Direito da 16ª Vara Criminal da Capital - Execuções Penais

Sorteio

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805465-33.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Arapiraca
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Agravante : Denise Maia Costa
Advogada : Cláudia Lany Oliveira Virtuoso Souza (OAB: 5448/AL)
Agravado : J. A. C.
Advogado : Felício Lúcio da Silva (OAB: 3054/AL)
Agravada : M. N. M.
Advogado : Felício Lúcio da Silva (OAB: 3054/AL)
Agravada : M. N. C.
Advogado : Felício Lúcio da Silva (OAB: 3054/AL)
Agravado : J. E. C.
Advogado : Felício Lúcio da Silva (OAB: 3054/AL)
Agravado : J. N. C.
Advogado : Felício Lúcio da Silva (OAB: 3054/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805466-18.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Agravante : Elias Jose da Silva
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Panamericano S/A

Sorteio

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 66

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805467-03.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Marechal Deodoro
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Agravante : Eloizio Francisco dos Santos Junior
Advogado : Dayvidson Naaliel Jacob Costa (OAB: 4845/AL)
Agravado : Banco Panamericano S/A

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805468-85.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Impetrado : Juiz de Direito da 17° Vara Criminal da Capital - Foro de Maceió
Paciente : Ronielly da Silva Pereira
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : André Chalub Lima

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805469-70.2017.8.02.0000


Origem: Foro de São Sebastião
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Paciente : José Cícero Vieira de Lima
Impetrado : Juiz de Direito da Vara de Único Ofício de São Sebastião- Alagoas.
Imp/Defensor : André Chalub Lima
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805470-55.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Marechal Deodoro
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Impetrado : Juiz de Direito da 1ª Vara Cível e Criminal/Inf. e Juventude de Marechal Deodoro/AL
Paciente : Vitor Hugo da Silva
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : André Chalub Lima

Dependência

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805471-40.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Agravante : Unimed Maceió - Cooperativa de Trabalho Médico
Advogado : Paulo Eduardo Omena Barbosa Silva (OAB: 12747/AL)
Advogado : Gustavo Uchôa Castro (OAB: 5773/AL)
Agravado : Pedro Leopoldo dos Santos Moreira
Advogado : Benjamim de Brício Machado de Omena (OAB: 1642/AL)
Advogado : Luís André Buarque (OAB: 9685/AL)
Advogado : Yasmin Barbosa de Omena (OAB: 13300/AL)
Advogada : Rhaissa Barbosa de Omena (OAB: 14806/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805472-25.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Passo de Camaragibe
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Agravante : Gmg Serviços de Gestão Financeira
Advogada : Maria Eugênia Barreiros de Mello (OAB: 14717/AL)
Advogado : Carlos Henrique de Mendonça Brandão (OAB: 6770/AL)
Agravado : Djavan Caetano Viana
Advogado : Bruno Santa Maria Normande (OAB: 4726/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 67

Sorteio

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805473-10.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Agravante : Marcos Antonio Santos de Oliveira
Advogado : David Gama Reys (OAB: 7521/AL)
Agravado : Banco Bradesco Financiamentos S/A
Advogado : Antônio Braz da Silva (OAB: 8736A/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805474-92.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Pão de Açúcar
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : Companhia Energética de Alagoa - CEAL
Advogado : Christiane Cabral Tenório (OAB: 7820/AL)
Advogada : Kleydiane da Silva Cavalcante (OAB: 15005/AL)
Advogada : Júlia Lenita Gomes de Queiroz (OAB: 9667/AL)
Agravado : José Feitosa dos Santos
Advogada : Amanda Maria Dias Lima Pinto (OAB: 9597/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805475-77.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Agravante : CAIO ROBERTO CHIMENTI AURIEMO
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : CLAUDIA CABRAL DE OLIVEIRA CARDOZO
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : WILTON SCHIMIDT CARDOZO
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : MARC HARRIS BEZNOS
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : ENRICO ZULIAN PANZIOLI
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : ROGERIO LUIS BORGES DE RESENDE
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : ULISSES RIEDEL DE RESENDE
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : DULCE MAGNANINI AURIEMO
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : IRIO DEPIERI
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : José Fragoso Cavalcanti
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : MARIA TEREZA DE FREITAS
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : Vânia Tereza Troyano de Rezende
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : Heraldo Novaes de Rezende
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : HERMINIA HELENA BEVILAQUA PATRIARCA
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 68

Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)


Agravante : PBJM COMERCIO DE GENEROS ALIMENTICIOS LTDA
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravante : EDSON DEPIERI
Advogado : Caio Leite Ribeiro (OAB: 5664/AL)
Advogado : Alexandre Medeiros Sampaio (OAB: 4327/AL)
Agravado : Hotel Jatiúca S.A
Advogado : Fernando José Maximiano (OAB: 154721/SP)
Advogada : Luciana Fernandes de Oliveira (OAB: 158517/RJ)
Advogado : Antônio Fernando Menezes de Batista Costa (OAB: 2011/AL)
Agravado : Muricy Sociedade Comercial
Advogado : Fernando José Maximiano (OAB: 154721/SP)
Advogada : Luciana Fernandes de Oliveira (OAB: 158517/RJ)
Advogado : Antônio Fernando Menezes de Batista Costa (OAB: 2011/AL)

Dependência

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805476-62.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Impetrante : Jorge Cícero da Silva
Paciente : Hiago Raniere Gomes Guimarães
Impetrado : Juiz de Direito da 17ª Vara Criminal da Comarca de Maceió - Alagoas

Dependência

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805477-47.2017.8.02.0000


Origem: Foro de São Luiz do Quitunde
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : J. B. F.
Advogado : Samuel Freitas Cerqueira (OAB: 4037/AL)
Agravada : I. dos S. F.
Advogado : José Fragoso Cavalcanti (OAB: 4118/AL)
Advogado : Yan de Medeiros Pavanelli (OAB: 12602/AL)
Advogado : Guilherme Inojosa Fragoso Cavalcante (OAB: 15333/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805478-32.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Impetrante : Adalberto Ferreira dos Anjos
Paciente : Williams Palmeira
Impetrado : Juiz de Direiro da 9ª Vara Criminal da Comarca de Maceió

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805479-17.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Paciente : José Adelvando Caetano da Silva
Impetrante : Hugo Felipe Carvalho Trauzola
Impetrado : Juízes da 17 º Vara Criminal da Capital

Dependência

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805480-02.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maravilha
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Imp/Defensor : Fabio Ricardo Albuquerque de Lima
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Paciente : Edvaldo Rodrigues Pimentel
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Maravilha/AL

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 69

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805481-84.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Imp/Defensor : Ricardo Anizio Ferreira de Sá
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Paciente : Isaac Henrique dos Santos
Impetrado : Juiz de Direito da 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805482-69.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maravilha
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Imp/Defensor : Fabio Ricardo Albuquerque de Lima
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Maravilha/AL
Imp/Defensor : André Chalub Lima
Paciente : Marcos Bezerra da Silva

Sorteio

Diretoria Adjunta Especial de Distribuição dos Feitos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em Maceió, 14 de
dezembro de 2017

JOANA D’ARC DE ALBUQUERQUE CALHEIROS


Diretora Adjunta Especial de Distribuição dos Feitos Judiciários

ELEONORA PAES CERQUEIRA DE FRANÇA


Diretora Adjunta Especial de Assuntos Judiciários

Nesta data, na forma regimental, foram distribuídos os seguintes processos:

Câmara Criminal

Recurso em Sentido Estrito 0000004-19.2010.8.02.0046


Origem: Foro de Palmeira dos Índios
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Recorrente : Francisco Oliveira Duarte
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Fábio Ricardo Albuquerque de Lima (OAB: 18266/PB)
Recorrido : Ministério Público

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0000099-96.2008.8.02.0053
Origem: Foro de São Miguel dos Campos
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Apelante : Transportadora Santa Terezinha Ltda.
Advogado : Luiz Guilherme de Melo Lopes (OAB: 6386/AL)
Advogado : Tiago Risco Padilha (OAB: 7279/AL)
Advogado : Felipe Rebelo de Lima (OAB: 6916/AL)
Advogada : Cintya Cinely Mendonça Batista (OAB: 8691/AL)
Advogada : Renata Benamor Rytholz (OAB: 10766/AL)
Apelado : José Leite da Silva
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)
Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)
Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)
Apelada : Genilda Luiza Canuto Ferro
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)
Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)
Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)
Apelado : Jerdean Bezerra da Silva (Representado(a) por sua Mãe) Josiane Bezerra da Silva
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 70

Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)


Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)
Apelado : Jedson Bezerra da Silva (Representado(a) por sua Mãe) Josiane Bezerra da Silva
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)
Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)
Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)
Apelada : Hannyele Santos Silva (Representado(a) por sua Mãe) Adriana Cirino dos Santos
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)
Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)
Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)
Apelada : Adriele dos Santos Silva
Advogado : Wendell Handres Vitorino da Rocha (OAB: 6446/AL)
Advogada : Maria Lourenço de Almeida (OAB: 5634/AL)
Advogado : Ana Maria Leite Oliveira (OAB: 4524/AL)
Advogado : Marcelo Vitorino Galvão (OAB: 6131/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0000333-09.2014.8.02.0202
Origem: Foro de Água Branca
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Município de Água Branca
Procurador : Ricardo Eloy Lima Dantas (OAB: 12843/AL)
Apelado : Empresa Construtora Planecon - Planejamento Orçamento e Construções Ltda
Advogado : André Felipe Alves Cardoso (OAB: 9965/AL)
Advogado : Willbert Bismarck Zacarias Galvão Barros (OAB: 10567/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0000426-04.2009.8.02.0054
Origem: Foro de Passo de Camaragibe
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Apelante : José Cícero dos Santos
Advogado : Hugo Rafael Macias Gazzaneo (OAB: 10729/AL)
Advogado : Fernando Coronado Tenório Cavalcante (OAB: 12512/AL)
Apelado : Ministério Público

Dependência

3ª Câmara Cível

Apelação 0000511-60.2011.8.02.0202
Origem: Foro de Água Branca
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante : Manoel Florêncio Filho
Advogado : Carlos Gustavo de Sá Torres (OAB: 6371/AL)
Requerido : Estado de Alagoas
Procurador : Jose Alexandre Silva Lemos (OAB: 4712SEAL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0002052-52.2011.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Maria Lúcia Calheiros de Siqueira
Advogado : Manuella de Araújo Carvalho (OAB: 8630/AL)
Advogado : Antônio Delfino Carvalho (OAB: 8395/AL)
Advogado : José Regis das Neves Neto (OAB: 13884/AL)
Apelado : Rita de Cássia Construções e Incorporações Ltda
Advogado : Vinícius de Faria Cerqueira (OAB: 9008/AL)

Dependência

Câmara Criminal

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 71

Recurso em Sentido Estrito 0006524-86.2017.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Recorrente : Alax José da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Rômulo Santa Rosa Alves (OAB: 3208/SE)
Recorrente : José Arnaldo Rodrigues dos Santos
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Rômulo Santa Rosa Alves (OAB: 3208/SE)
Recorrido : Ministério Público

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0014079-38.2009.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Renato Lima Correia (OAB: 4837/AL)
Apelada : Marluce Santos Barbosa
Advogado : Tércio Rodrigues da Silva (OAB: 2566/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0026315-85.2010.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Apelante : Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados NPL I
Advogado : Henrique José Parada Simão (OAB: 221386/SP)
Apelado : André Vieira de Lima
Advogado : Gustavo Henrique Laurindo Tenório Silveira (OAB: 7314/AL)
Advogado : Marcos Alexandre Azevedo de Miranda (OAB: 5350/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0049212-73.2011.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Apelante : Municipio de Maceió
Procurador : Fernando Sérgio Tenório de Amorim (OAB: 4617/AL)
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelada : Maria Helena Rodrigues de Melo
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Fabricio Leão Souto (OAB: 24976/BA)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0058548-43.2007.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Apelada : Joelma Alves dos Santos
Advogado : Pedro Henrique Pedrosa Nogueira (OAB: 6406/AL)
Advogado : Andréa Lyra Maranhão (OAB: 5668/AL)
Advogado : Leonardo Mafra Costa (OAB: 5690/AL)
Advogada : Daniela Nobre de Melo Nogueira (OAB: 6734/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0069019-16.2010.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. José Carlos Malta Marques

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 72

Apelante : Ministério Público


Apelada : Maria Cícera Alves da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)
Apelada : Rita de Cássia Ramos Gomes
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Daniela Damasceno Silva Melo (OAB: 7599/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0078284-42.2010.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Apelante : Vailton Vilela Pena Calheiros
Advogado : James Santos da Silva
Advogado : Juarez Ferreira da Silva (OAB: 2725/AL)
Apelado : Ministério Público

Sorteio

Tribunal Pleno

Ação Penal - Procedimento Ordinário 0500341-45.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Autor : Ministério Público do Estado de Alagoas
Ré : M. T. F.
Advogado : Fábio Costa de Almeida Ferrário (OAB: 3683/AL)
Advogado : Ana Carolina Alves de Góis e Sá (OAB: 9760/AL)
Advogado : Milton Gonçalves Ferreira Netto (OAB: 9569/AL)

Prevenção do Magistrado

Câmara Criminal

Apelação 0500378-45.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Apelante : André Ferreira dos Santos
Advogado : Joanísio Pita de Omena Júnior (OAB: 8101/AL)
Advogado : Paullette Rocha Raposo Costa Loureiro (OAB: 9311/AL)
Apelante : Aldicélia Amâncio Cavalcante
Advogado : Petrúcio Alfredo do Livramento (OAB: 4401/AL)
Apelante : Cícero Miguel Bernardo da Silva
Advogado : Cristiano Machado Tavares Mendes (OAB: 6461/AL)
Apelado : Ministério Público

Dependência

1ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0700025-91.2014.8.02.0052


Origem: Foro de São José da Laje
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Remetente : Juízo
Parte 1 : Jaridson Ferreira
Advogado : Carla Maria Diniz Lyra (OAB: 5955/AL)
Parte 2 : Município de São José da Laje

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0700120-56.2016.8.02.0051
Origem: Foro de Rio Largo
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Apelante : Município de Rio Largo
Procurador : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Procurador : Rafael Paiva de Almeida (OAB: 9717/AL)
Procurador : Bernardo Leopardi Gonçalves Barretto Bastos (OAB: 6920/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 73

Apelado : Cleidiane Emilio do Nascimento - Me

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0700127-10.2017.8.02.0020
Origem: Foro de Maravilha
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Apelante : Câmara Municipal de Poço das Trincheiras
Advogado : Simão Pedro Firmo Soares (OAB: 10934/AL)
Apelado : Marcílio Mariano Alencar
Advogado : Roberta Ferreira de Albuquerque Carvalho (OAB: 11143/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Apelação 0700283-35.2017.8.02.0040
Origem: Foro de Atalaia
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Apelante : Alisson Thiago Felix Soares
Advogado : Bruno César França Romeiro de Melo (OAB: 14419/AL)
Apelante : Erivelton Henrique da Silva
Defensor P : João Fiorillo de Souza (OAB: 187576/SP)
Defensor P : Marcelo Barbosa Arantes (OAB: 25009/GO)
Defensor P : Isaac Vinicius Costa Souto (OAB: 8923/RN)
Apelado : Ministério Público

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0700784-08.2016.8.02.0045
Origem: Foro de Murici
Relator: Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Apelante : Evania Pereira de Lima
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Maria de Nazaré Silva Cordeiro
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Eli Almeida de Lima
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Edvan de Araújo Silva
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Mario Jorge de Oliveira
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Maria José Gomes
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : José Claudio Medeiros da Silva Filho
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Benedita Tenório de Melo
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Diego Hildebrando Portela de Souza
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelante : Liege Lauriano de Amorim
Advogado : Mácio Alex Tenório de Melo (OAB: 11860/AL)
Advogado : Romário Henrique Gomes da Silva (OAB: 15344/AL)
Apelado : Município de Murici
Procurador : João Alves Salgueiro (OAB: 3450/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0701059-31.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)
Apelado : Célio Dias Lins
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 145571/RJ)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelante : Célio Dias Lins

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 74

Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)


Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0701270-04.2011.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Banco Panamericano S/A
Procurador : Cristiane Bellinati Garcia Lopes (OAB: 9957A/AL)
Apelada : Luana Correia Dantas
Advogado : Herbert Mozart Melo de Araújo (OAB: 3287/AL)
Advogado : Ana Carolina Alves de Góis e Sá (OAB: 9760/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0701313-04.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Apelante : Djalma Arlindo da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Gustavo Medeiros Soares Esteves (OAB: 11641AA/L)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0701441-24.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)
Apelante : Defesoria Pública do Estado de Alagoas
Representando o : Eliene Maria dos Santos
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Vital Jorge Lins Cavalcanti de Freitas (OAB: 4545/AL)
Apelada : Eliene Maria dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0701536-54.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Fernando Sérgio Tenório de Amorim (OAB: 4617/AL)
Apelada : Rita de Cássia Leite da Silva
Defensor P : Sabrina da Silva Cerqueira Dattoli (OAB: 6898/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Apelação 0701583-28.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : Maria José da Silva Santos

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 75

Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)


Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Carolina Francisca Cavalcante (OAB: 11646/AL)
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Carolina Francisca Cavalcante (OAB: 11646/AL)
Apelado : Maria José da Silva Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0702255-31.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Klever Rêgo Loureiro
Apelante : José Sebastião dos Santos
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0702366-83.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Filipe Castro de Amorim Costa (OAB: 6437/AL)
Apelado : José Luiz dos Santos
Advogada : Elza Marinho de Melo (OAB: 3227/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0702814-56.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Banco Fiat S.A
Advogado : Moises Batista de Souza (OAB: 118199/MG)
Advogado : Fernando Luz Pereira (OAB: 91978/MG)
Apelada : Luciene Felismino dos Santos
Advogado : Gustavo Ribeiro de Almeida (OAB: 8783/AL)
Advogada : Ana Carolina Moura de Melo (OAB: 12936/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0703315-68.2017.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Remetente : Juízo
Parte 1 : Edenilson Moreira de Mello
Advogada : Irenilze Barros Marinho da Silva (OAB: 4924/AL)
Parte 1 : Carlos Silva Moraes
Advogada : Irenilze Barros Marinho da Silva (OAB: 4924/AL)
Parte 2 : Secretário Municipal de Administração, Recursos Humanos e Patrimônio do Município de Maceió
Procurador : Fernando Antonio Reale Barreto (OAB: 12175AA/L)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0709652-44.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Camile Maia Normande Braga (OAB: 5895/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 76

Apelado : Agenor Antonio Barros da Silva


Advogado : Fabrício Oliveira de Albuquerque (OAB: 7343/AL)
Advogado : Vagner Paes Cavalcanti Filho (OAB: 7163/AL)
Advogado : Felipe Rosa da Silva (OAB: 11698/AL)
Advogado : Henrique José Cardoso Tenório (OAB: 10157/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0712510-19.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelada : Josefa Janete Ferreira Adelino
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0713156-63.2012.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Apelante : Elizamar Peixoto dos Santos
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0713226-46.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Apelante : Defesoria Pública do Estado de Alagoas
Representando o : Maria da Silva
Defensor P : Welber Queiroz Barboza (OAB: 10819/ES)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0713396-18.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante Adesiv : Municipio de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelante : Nelci Paulina Peiter
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Municipio de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelada Adesiv : Nelci Paulina Peiter
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0713472-37.2016.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Apelante : A. da S. A.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 77

Advogado : Marcos Paulo Rodrigues de Oliveira (OAB: 8534/AL)


Apelada : M. L. S. A. (Representado(a) por sua Mãe) C. R. S.
Advogado : Paula Fazio Fialho Fernandes (OAB: 7939/AL)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0713679-36.2016.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Apelante : M. L. C. de O.
Advogado : Dan Hermano de Bulhões (OAB: 14259/AL)
Advogado : Thiago Damasceno Pacifico (OAB: 4958E/AL)
Advogado : Denis Padilha Rodrigues (OAB: 14440/AL)
Apelado : J. G. de C. L.
Advogado : Marcos Antonio Costa da Cunha (OAB: 7957/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Apelação 0713990-32.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Apelante : Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões
Representando o : Cícera de Araújo Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Apelado : Municipio de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Sorteio

3ª Câmara Cível

Apelação 0714506-81.2015.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Apelante : J. D. de O. (Em causa própria)
Apelada : L. V. dos S. G.
Advogado : Robério Lima Ataíde (OAB: 14958/AL)
Advogado : Neiwillames Cirilo Santos (OAB: 11245/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Apelação 0717806-22.2013.8.02.0001
Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Apelante : Lorena da Silva Souza
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Dependência

1ª Câmara Cível

Reexame Necessário 0717958-65.2016.8.02.0001


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Remetente : Juízo
Parte 1 : Carlos Jorge Soares Costa
Advogado : Rodrigo Delgado da Silva (OAB: 11152/AL)
Parte 2 : Municipio de Maceió
Procurador : Sandro Soares Lima (OAB: 5801/AL)

Sorteio

1ª Câmara Cível

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 78

Agravo de Instrumento 0805191-69.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Agravante : Jatiúca Administradora e Serviços Ltda.
Advogado : Antônio Fernando Menezes de Batista Costa (OAB: 2011/AL)
Advogada : Luciana Fernandes de Oliveira (OAB: 158517/RJ)
Advogado : Fernando José Maximiano (OAB: 154721/SP)
Agravante : Hotel Jatiúca S.A
Advogado : Antônio Fernando Menezes de Batista Costa (OAB: 2011/AL)
Advogada : Luciana Fernandes de Oliveira (OAB: 158517/RJ)
Advogado : Fernando José Maximiano (OAB: 154721/SP)
Agravante : Muricy Sociedade Comercial
Advogado : Antônio Fernando Menezes de Batista Costa (OAB: 2011/AL)
Advogada : Luciana Fernandes de Oliveira (OAB: 158517/RJ)
Advogado : Fernando José Maximiano (OAB: 154721/SP)
Agravado : Heraldo Novaes de Rezende
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravada : Vânia Tereza Troyano de Rezende
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Irio Depieri
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Edson Depieri
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Pbjm Comércio de Gêneros Alimentícios Ltda
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Herminía Helena Beviláqua Patriarca
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravada : Maria Tereza de Freitas
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : José Fragoso Cavalcanti
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Caio Roberto Chimenti Auriemo
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Dulce Magnanini Auriemo
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Ulisses Riedel de Resende
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Rogério Luis Borges
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Enrico Zulian Panzioli
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Marc Harris Beznos
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Wilson Schimidt Cardozo
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)
Agravado : Claudia Cabral de Oliveira Cardozo
Advogado : Paulo Victor Coutinho Nogueira de Albuquerque (OAB: 10695/AL)

Dependência

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805483-54.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Celyrio Adamastor Tenório Accioly
Agravante : Banco Toyota do Brasil S/A
Advogada : Maria Lucília Gomes (OAB: 84206/SP)
Advogado : Amandio Ferreira Tereso Junior (OAB: 10456/AL)
Agravada : Flavia Andrea Gomes da Silva
Advogada : Fernanda Costa Noronha Albuquerque (OAB: 13791AA/L)

Sorteio

Seção Especializada Cível

Ação Rescisória 0805484-39.2017.8.02.0000


Origem: Foro de São José da Laje
Relator: Des. Pedro Augusto Mendonça de Araújo
Autora : Lenice Alves Jeronimo
Advogado : Darnis Fireman de Araújo Júnior (OAB: 5000/AL)
Advogado : José Rubens Ferreira da Silva (OAB: 9199/AL)
Réu : Laciel Henrique da Silva Nunes

Dependência

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 79

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805485-24.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Feira Grande
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Paciente : José Nivaldo Vieira de Souza
Impetrado : Juiz da Vara de Unico Oficio de Feira Grande/al
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : André Chalub Lima

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805486-09.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Paciente : Marcio Francisco dos Santos
Impetrado : Juiz de Direito da 16ª Vara Criminal da Capital/al
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : André Chalub Lima

Dependência

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805487-91.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Agravante : Julio Nunes da Silva
Advogada : Ynaiara Maria Silva Lessa Santos (OAB: 5558/AL)
Advogado : Vicente Normande Vieira (OAB: 5598/AL)
Agravante : Girleide Bazilio da Silva Nunes
Advogada : Ynaiara Maria Silva Lessa Santos (OAB: 5558/AL)
Advogado : Vicente Normande Vieira (OAB: 5598/AL)
Agravado : Super Rapido Serviços de Lavanderia Ltda. Epp
Advogado : Ronald Wanderley Aranda de Mello (OAB: 8829/AL)

Sorteio

2ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805488-76.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Agravante : Supportcare Tecnologia Hospitalar Ltda
Advogado : Cid de Castro Cardoso (OAB: 5091/AL)
Advogada : Eduarda Viana Mafra (OAB: 6778/AL)
Agravado : Moraes & Alves Serviços Médicos Ltda.
Advogado : Clênio Pacheco Franco (OAB: 1697/AL)
Advogado : Clênio Pacheco Franco Júnior (OAB: 4876/AL)

Dependência

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805489-61.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Arapiraca
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Agravante : Companhia Energética de Alagoas - CEAL (Eletrobras)
Advogado : Thiago Alves Lima Xavier (OAB: 8790/AL)
Advogada : Júlia Lenita Gomes de Queiroz (OAB: 9667/AL)
Advogado : Christiane Cabral Tenório (OAB: 7820/AL)
Agravada : Ozana Maria da Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : André Chalub Lima (OAB: 7405B/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805490-46.2017.8.02.0000

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 80

Origem: Foro de Arapiraca


Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Paciente : Gildo Douglas Soares dos Santos
Impetrante : Gilzo Ferreira Cavalcante
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Comarca de Arapiraca

Dependência

1ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805491-31.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza
Agravante : Bradesco Saúde S/A
Advogada : Karina de Almeida Batistuci (OAB: 9558/AL)
Advogado : Renato Tadeu Rondina Mandaliti (OAB: 115762/SP)
Agravada : Rita Medeiros Pimentel
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Poliana de Andrade Souza (OAB: 3699/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805492-16.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Sebastião Costa Filho
Paciente : Edson Vieira dos Anjos Junior
Impetrado : Juiz de Direito da 15ª Vara Criminal da Capital
Imp/Defensor : João Fiorillo de Souza
Imp/Defensor : Arthur César Cavalcante Loureiro

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805493-98.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Colônia de Leopoldina
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Impetrante : Glinei Chaves Prates
Impetrante : Jakson Braz dos Santos
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Colônia Leopoldina/AL
Paciente : Evandro Libório Bispo

Dependência

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805494-83.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. João Luiz Azevedo Lessa
Impetrante : Marcus Tenório Ramos
Impetrado : Juiz de Direito da 8ª Vara Criminal da Capital/tribunal do Juri
Paciente : Glédson Almeida da Silva

Sorteio

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805495-68.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Domingos de Araújo Lima Neto
Agravante : Norcon - Sociedade Nordestina de Construções S/A
Advogado : Wilson Veras de Andrade (OAB: 14662/AL)
Agravado : José Roberto Valois Lobo
Advogado : Fábio Rafael de Melo Borba (OAB: 13999/AL)
Advogado : Thiago Alexandre de Melo Borba (OAB: 14011/AL)
Advogado : Rafael Oliveira de Paula Batista (OAB: 9212/AL)
Agravada : Ana Maria de Novaes Bulhões Lobo
Advogado : Fábio Rafael de Melo Borba (OAB: 13999/AL)
Advogado : Thiago Alexandre de Melo Borba (OAB: 14011/AL)
Advogado : Rafael Oliveira de Paula Batista (OAB: 9212/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 81

Sorteio

3ª Câmara Cível

Agravo de Instrumento 0805497-38.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : L. S. R. (Representado(a) por sua Mãe) E. P. da S.
Advogada : LARISSA VALENTE DE LIMA BARROSO MAIA (OAB: 10773/AL)
Agravado : P. R. dos S.
Advogada : Ariana Rogério dos Santos (OAB: 8670/AL)

Sorteio

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805498-23.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Piranhas
Relator: Des. José Carlos Malta Marques
Impetrante : Maria das Dores Leite
Impetrado : Juiz de Direito da Vara do Único Ofício de Piranhas
Paciente : Roberto Antonio da Silva

Dependência

Câmara Criminal

Habeas Corpus 0805499-08.2017.8.02.0000


Origem: Foro de Maceió
Relator: Juiz Conv. Maurílio da Silva Ferraz
Paciente : Felipe Rozendo dos Reis Silva
Impetrante : Paula Renata Silva Cabral
Impetrado : Juiz de Direito da 4ª Vara Criminal da Capital

Dependência

Diretoria Adjunta Especial de Distribuição dos Feitos Judiciários do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, em Maceió, 15 de
dezembro de 2017

JOANA D’ARC DE ALBUQUERQUE CALHEIROS


Diretora Adjunta Especial de Distribuição dos Feitos Judiciários

ELEONORA PAES CERQUEIRA DE FRANÇA


Diretora Adjunta Especial de Assuntos Judiciários

Câmaras Cíveis e Criminal

1ª Câmara Cível

1ª Câmara Cível

Conclusões de Acórdãos nos termos do art. 943, § 2º, do CPC.

7 Agravo de Instrumento nº 0805014-76.2015.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Melissa Abramovici Pilotto (OAB: 35270/PR)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 82

nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 5. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 6. Recurso conhecido e provido em parte.

8 Agravo de Instrumento nº 0805015-61.2015.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Melissa Abramovici Pilotto (OAB: 35270/PR)
Agravado : João Henrique Nunes da Costa
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Leopoldo Antônio Moraes Amaral (OAB: 11662/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO DO
FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO TÍTULO
EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ÍNDICES DOS JUROS REMUNERATÓRIOS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. INEXISTÊNCIA DE PRESCRIÇÃO. ACERTO DA DECISÃO AGRAVADA, ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL
DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição dos juros remuneratórios não prospera porque, segundo o CC/1916, vigente à época do evento danoso, o prazo prescricional
era de 5 (cinco) anos. Além disso, a ação civil pública com a intenção de exercitar a pretensão de cobrança teve sua citação efetivada em
1993, interrompendo o prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de
ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Os juros remuneratórios são devidos ao índice oficial da caderneta de poupança.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e não provido.

9 Agravo de Instrumento nº 0805018-16.2015.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Melissa Abramovici Pilotto (OAB: 35270/PR)
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Marialice Souza Alves
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 5. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 6. Recurso conhecido e provido em parte.

10 Agravo de Instrumento nº 0803588-58.2017.8.02.0000 , de Olho D’Agua das Flores, Vara do Único Ofício de Olho DÁgua das
Flores

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 83

Agravante : Município de Olho D’Água das Flores


Procurador : Ney Costa Alcântara de Oliveira Filho (OAB: 11869/AL)
Agravado : Sindicato dos Trabalhadores de Educação de Alagoas - Sinteal
Advogado : Cyro Visalli Terceiro (OAB: 1651/PB)
Advogado : Celso Tadeu Lustosa Pires Segundo (OAB: 11181/PB)
Advogado : Nivaldo Barbosa da Silva Júnior (OAB: 6411/AL)
Advogado : Ciro Varcelon Contin Silva (OAB: 8663/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CAUTELAR. DECISÃO QUE DETERMINOU
O BLOQUEIO DO MONTANTE CORRESPONDENTE A 60% (SESSENTA POR CENTO) DO VALOR DO PRECATÓRIO JUDICIAL N.º
20166800301100004, PRC149728AL, ORIGINADO DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO, O QUAL TEM ORIGEM EM
VERBA RELATIVA AO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZAÇÃO DO
MAGISTÉRIO (FUNDEF). ALEGAÇÃO DE OFENSA AO DISPOSTO NA SÚMULA VINCULANTE N.º 37 DO STF E AO ART. 100 DA
CF/88. NÃO OCORRÊNCIA. VINCULAÇÃO DA VERBA À FINALIDADE PREVISTA NO ART. 7º DA LEI N.º 9.424/1996, DE MODO QUE
OS VALORES DEVEM SER DESTINADOS À COMPLEMENTAÇÃO DA REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO.
CARÁTER INDENIZATÓRIO NÃO CONFIGURADO. NÃO COMPROVAÇÃO DE QUE O BLOQUEIO INVIABILIZA O EXERCÍCIO DA
ATIVIDADE ADMINISTRATIVA NO ENTE MUNICIPAL. VALORES RECEBIDOS EM CARÁTER EXCEPCIONAL E EXTRAORDINÁRIO,
NÃO INTEGRANDO A RECEITA REGULAR DO REFERIDO MUNICÍPIO, O QUAL NÃO PODE DELES DEPENDER PARA O CUSTEIO
DE SUAS ATIVIDADES ORDINÁRIAS. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

10 Agravo de Instrumento nº 0805022-53.2015.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Advogado : Melissa Abramovici Pilotto (OAB: 35270/PR)
Agravado : Nilton Barros Costa
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição dos juros remuneratórios não prospera porque, segundo o CC/1916, vigente à época do evento danoso, o prazo
prescricional era de 5 (cinco) anos. Além disso, a ação civil pública com a intenção de exercitar a pretensão de cobrança teve sua citação
efetivada em 1993, interrompendo o prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe
a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

11 Agravo de Instrumento nº 0801152-63.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Representando o : Miguel Dantas Caje
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. Não prospera a preliminar de necessidade de
sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não
alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada
ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso
Extraordinário nº 920.090.2. A preliminar de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 84

restou definitivamente rejeitada no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.3. No julgamento do
REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos
em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de
conhecimento. 4. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo
STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora
incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 5. Recurso conhecido e provido parcialmente.

11 Agravo de Instrumento nº 0803900-34.2017.8.02.0000 , de Teotonio Vilela, Vara do Único Ofício do Teotônio Vilela
Agravante : IMA - Instituo do Meio Ambiente
Procurador : Valdely Tenório de Albuquerque (OAB: 1386/AL)
Agravado : Município de Teotônio Vilela
Procurador : Pedro Marcelo da Costa Mota (OAB: 10439/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO AMBIENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AÇÃO ORDINÁRIA. DECISÃO AGRAVADA QUE
DEFERIU O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DA TUTELA FORMULADO PELO AGRAVADO, DETERMINANDO A SUSPENSÃO, PELO
PRAZO DE 180 (CENTO E OITENTA) DIAS, DO ATO ADMINISTRATIVO CONSUBSTANCIADO NO TERMO DE EMBARGO/INTERDIÇÃO
N.º 000461, DE AUTORIA DO INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE ALAGOAS IMA/AL, O QUAL HAVIA DETERMINADO
A PARALISAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS A CÉU ABERTO NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE TEOTÔNIO VILELA.
PREJUDICIAL DE MÉRITO DE NULIDADE DA DECISÃO POR AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. AFASTADA. VÍCIO NÃO
CONFIGURADO. A EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL E LEGAL DE FUNDAMENTAÇÃO DAS DECISÕES JUDICIAIS NÃO EQUIVALE
À NECESSIDADE DE QUE O JULGADOR CITE LEI, SÚMULA, JURISPRUDÊNCIA OU DOUTRINA NO ATO DECISÓRIO, MAS SIM
A DE QUE ESTE EXPONHA AS RAZÕES DE FATO E DE DIREITO PELAS QUAIS ESTÁ DECIDINDO, O QUE FOI DEVIDAMENTE
FEITO NA DECISÃO AGRAVADA. ATO IMPUGNADO QUE NÃO SE ENQUADRA EM NENHUMA DAS HIPÓTESES NAS QUAIS O §
1º DO ART. 489 DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL CONSIDERA DESFUNDAMENTADA A DECISÃO JUDICIAL. NO MÉRITO,
VÊ-SE QUE NÃO OBSTANTE O ATO ADMINISTRATIVO CONSUBSTANCIADO NO TERMO DE EMBARGO/INTERDIÇÃO N.º 000461
SEJA REGULAR, E EM QUE PESE HAJA OBRIGAÇÃO INQUESTIONÁVEL DE QUE O AGRAVADO CUMPRA OS DITAMES DA LEI
N.º 12.305/2010, INSTITUINDO A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, A DECISÃO AGRAVADA AGIU ACERTADAMENTE
AO OBSERVAR OS ASPECTOS FÁTICOS DA SITUAÇÃO EM COMENTO, A FIM DE DETERMINAR A SUSTAÇÃO DOS EFEITOS DO
ATO ADMINISTRATIVO PELO PRAZO DE 180 (CENTO E OITENTA) DIAS. EM QUE PESE JÁ TENHA HAVIDO O ESGOTAMENTO DO
PRAZO CONCEDIDO PELO ART. 54 DA LEI 12.305/2010 PARA QUE A PNRS FOSSE IMPLANTADA, NÃO SE AFIGURA RAZOÁVEL
EXIGIR QUE, AGORA, QUANDO ENFIM ESTÃO SENDO ADOTADAS MEDIDAS DESTINADAS À CONSECUÇÃO DE PLANO
INTERMUNICIPAL DE GESTÃO DE RESÍDUOS, SEJA ORDENADA A EFETIVAÇÃO IMEDIATA DAS DETERMINAÇÕES LEGAIS,
AS QUAIS DEMANDAM RECURSOS HUMANOS E FINANCEIROS PARA QUE SEJAM IMPLEMENTADAS. INEXIGIBILIDADE DE
QUE O MUNICÍPIO DE TEOTÔNIO VILELA REMETA OS RESÍDUOS SÓLIDOS RECOLHIDOS EM SEU ÂMBITO AO ATERRO
SANITÁRIO LOCALIZADO NO MUNICÍPIO DE CRAÍBAS, LOCALIZADO A 77KM, PORQUANTO A LOGÍSTICA NECESSÁRIA PARA
TANTO ACARRETARIA DESPESAS DE CONSIDERÁVEL VULTO, COMO TAMBÉM SE SUJEITARIA AO ADVENTO DE DIVERSAS
INTERCORRÊNCIAS. MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

12 Agravo de Instrumento nº 0801528-49.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança e Previdência
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 5. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 6. Recurso
conhecido e provido em parte.

12 Agravo de Instrumento nº 0803774-81.2017.8.02.0000 , de Joaquim Gomes, Vara do Único Ofício de Joaquim Gomes
Agravante : Município de Joaquim Gomes
Advogada : Rosa Cândida de Melo (OAB: 4598/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 85

Advogado : Jorival França de Oliveira Júnior (OAB: 14115/PE)


Advogado : Caroline Rosendo (OAB: 34486/PE)
Agravado : Sindicato dos Trabalhadores de Educação de Alagoas - Sinteal
Advogado : Cyro Visalli Terceiro (OAB: 1651/PB)
Advogado : Ciro Varcelon Contin Silva (OAB: 8663/AL)
Advogado : Celso Tadeu Lustosa Pires Segundo (OAB: 11181/PB)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CAUTELAR. DECISÃO QUE DETERMINOU
O BLOQUEIO DO MONTANTE CORRESPONDENTE A 60% (SESSENTA POR CENTO) DO VALOR DO PRECATÓRIO JUDICIAL N.º
PRC143146AL, ORIGINADO DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO, O QUAL TEM ORIGEM EM VERBA RELATIVA
AO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO
(FUNDEF). PREJUDICIAL DE MÉRITO DE INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL. REJEITADA. INEXISTE INTERESSE
DA UNIÃO, DE AUTARQUIA OU EMPRESA PÚBLICA FEDERAL NOS AUTOS DE ORIGEM, NA MEDIDA EM QUE AS VERBAS ALI
DISCUTIDAS JÁ FORAM INCORPORADAS AO PATRIMÔNIO MUNICIPAL. ADEMAIS, AO JULGAR O AGRAVO DE INSTRUMENTO
N.º 0807478-25.2015.4.05.0000, A 3ª TURMA DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO DECIDIU QUE ERA DA JUSTIÇA
COMUM ESTADUAL A COMPETÊNCIA PARA JULGAR CASO IDÊNTICO AO PRESENTE, NO QUAL SE DISCUTIA A POSSÍVEL
VINCULAÇÃO DE VERBAS DO FUNDEF RECEBIDAS POR MEIO DE PRECATÓRIO PELO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA, ADOTANDO
POSICIONAMENTO ANÁLOGO AO QUE ORA SE DEFENDE. INEXISTÊNCIA DE VIOLAÇÃO À COISA JULGADA. VINCULAÇÃO DA
VERBA À FINALIDADE PREVISTA NO ART. 7º DA LEI N.º 9.424/1996, DE MODO QUE OS VALORES DEVEM SER DESTINADOS
À COMPLEMENTAÇÃO DA REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO. CARÁTER INDENIZATÓRIO NÃO
CONFIGURADO. DIREITO DE TITULARIDADE DA COLETIVIDADE. NÃO COMPROVAÇÃO DE QUE O BLOQUEIO INVIABILIZA
O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE ADMINISTRATIVA NO ENTE MUNICIPAL. VALORES RECEBIDOS EM CARÁTER EXCEPCIONAL E
EXTRAORDINÁRIO, NÃO INTEGRANDO A RECEITA REGULAR DO REFERIDO MUNICÍPIO, O QUAL NÃO PODE DELES DEPENDER
PARA O CUSTEIO DE SUAS ATIVIDADES ORDINÁRIAS. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

13 Agravo de Instrumento nº 0801638-48.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança e Previdência
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Agravado : Espólio de Everton Andrade Moraes (Representado(a) pelo Inventariante)
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem
pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de
necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp.
1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria
veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no
Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade
ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp.
1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe
a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 5. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
6. Recurso conhecido e provido parcialmente.

13 Agravo de Instrumento nº 0803728-92.2017.8.02.0000 , de Maceió, 6ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Econômico S.a. - em liquidação extrajudicial
Advogada : Vivian Vasconcelos (OAB: 33531/BA)
Advogado : André Isensee de Souza (OAB: 35510/BA)
Advogado : Celso Luiz Braga de Castro (OAB: 4771/BA)
Agravado : João de Paula Gomes Neto
Advogado : Helber Gonçalves Lima (OAB: 6375/AL)
Agravado : José Otavio Moreira Filho
Advogado : Arluzivaldo de Barros (OAB: 1478/AL)
Agravado : Yolanda Fiuza Moreira
Advogado : Arluzivaldo de Barros (OAB: 1478/AL)
Agravado : Companhia Açucareira Usina João de Deus
Advogado : Nelson Henrique Rodrigues de França Moura (OAB: 7730/AL)
Advogado : Paulo de Tarso da Costa Silva (OAB: 7983/AL)
Agravado : Luiz Carlos de Melo Moreira

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 86

Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo


Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO EM SEDE DE AÇÃO DE
EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. PLEITO DE REFORMA DE DECISÃO INTERLOCUTÓRIA CUJO TEOR DECLARA A
ILEGITIMIDADE DE TRÊS PESSOAS FÍSICAS EXECUTADAS PARA FIGURAREM NO POLO PASSIVO DA AÇÃO, EXTINGUINDO,
RELATIVAMENTE A ELAS, A DEMANDA DE EXECUÇÃO, COM FULCRO NO ART. 267, INCISO VI, DO CÓDIGO DE PROCESSO
CIVIL DE 1973. AÇÃO PROPOSTA COM BASE EM TÍTULO EXECUTIVO QUE VEICULA OBRIGAÇÃO DE NATUREZA PESSOAL.
APLICAÇÃO, NA ESPÉCIE, DO PRAZO PRESCRICIONAL VINTENÁRIO DO ART. 177 DO CC/2002. AÇÃO INTENTADA DENTRO DO
PRAZO LEGAL. TESE DE ILEGITIMIDADE AVENTADA EM SEDE DE EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. TÍTULO EXECUTIVO
QUE REVELA A EXISTÊNCIA DE ASSINATURAS IMPUTADAS AOS AGRAVADOS MENCIONADOS NA AVENÇA NO CAMPO
DESTINADO AOS AVALISTAS. NECESSIDADE DE PRODUÇÃO DE PROVA. CONDIÇÃO DE PESSOA FÍSICA GARANTIDORA
DA AVENÇA QUE NÃO SE CONFUNDE COM A POSIÇÃO DE SÓCIO DA PESSOA JURÍDICA DEVEDORA PRINCIPAL. DECISÃO
INTERLOCUTÓRIA REFORMADA, A FIM DE JULGAR IMPROCEDENTES AS PRETENSÕES DEDUZIDAS NA VIA DA EXCEÇÃO
DE PRÉ-EXECUTIVIDADE, DE MODO A PERMITIR QUE A AÇÃO DE EXECUÇÃO SIGA SEU CURSO COM A MANUTENÇÃO DOS
AGRAVADOS EM QUESTÃO NO POLO PASSIVO. UNANIMIDADE.

14 Agravo de Instrumento nº 0802982-64.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Advogado : Yngwie Malmsteen Santos Francelino (OAB: 48049/BA)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que
não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.
6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

14 Agravo de Instrumento nº 0804050-15.2017.8.02.0000 , de Santa Luzia do Norte, Vara do Único Ofício de Santa Luzia do Norte
Agravante : R R Ferraz - Epp (Frigorífico Frango Favorito)
Advogado : Matheus Lopes Calado (OAB: 35565/PE)
Advogado : Fabrício Bezerra Didier Leite (OAB: 36352/PE)
Agravado : Ministério Público
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO AMBIENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AÇÃO CIVIL PÚBLICA. DECISÃO AGRAVADA
QUE DEFERIU O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DA TUTELA FORMULADO PELO AGRAVADO, DETERMINANDO A INTERRUPÇÃO
DO FUNCIONAMENTO DA EMPRESA AGRAVANTE, ATÉ QUE ESTA ADEQUASSE O TRATAMENTO E DESCARTE DE SEUS
RESÍDUOS À LEGISLAÇÃO MUNICIPAL. VERIFICAÇÃO DE QUE O DECISUM FOI PROFERIDO COM FUNDAMENTO EM FATOS
DESATUALIZADOS, NA MEDIDA EM QUE SE FULCROU EM IRREGULARIDADES CONSTATADAS EM AUTOS DE INFRAÇÃO
LAVRADOS EM 11 DE MAIO DE 2017, DESCONSIDERANDO O FATO DE QUE, DESDE ENTÃO, A EMPRESA AGRAVANTE SE
ADEQUOU ÀS EXIGÊNCIAS LEGAIS PARA O SEU FUNCIONAMENTO, CONFORME COMPROVA CERTIDÃO EMITIDA PELO IMA/AL
EM 11 DE SETEMBRO DE 2017, O QUAL ATESTA QUE A EMPRESA DEMANDANTE “VEM CUMPRINDO TODAS AS OBRIGAÇÕES
DENTRO DOS PRAZOS ESTABELECIDOS NOS TERMOS DE AJUSTAMENTO DE CODUTA TACS Nº 74, 75 E 76/2017”. AS
ALEGAÇÕES FEITAS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, EM SUAS CONTRARRAZÕES, SÃO INSUFICIENTES A ELIDIR A
PRESUNÇÃO DE VERACIDADE DE QUE É DOTADA A CERTIDÃO EMITIDA PELO IMA/AL, PORQUE NÃO FORAM ACOMPANHADAS
DE PROVA HÁBIL A CONTRARIAR O TEOR DO DOCUMENTO PÚBLICO. IMPERIOSA REFORMA DA DECISÃO AGRAVADA, A FIM
DE AUTORIZAR O RETORNO DAS ATIVIDADES DA AGRAVANTE. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

15 Agravo de Instrumento nº 0803438-14.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 87

Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)


Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA.TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO PARCIALMENTE.1. Não prospera a preliminar
de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp.
1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria
veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no
Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.2. A preliminar de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de
sentença individual restou definitivamente rejeitada no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.3.
No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de
sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação
individual de conhecimento.4. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente
decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros
de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 5. Recurso conhecido e provido parcialmente.

15 Agravo de Instrumento nº 0803551-31.2017.8.02.0000 , de Girau do Ponciano, Vara de Único Ofício de Girau do Ponciano
Agravante : Município de Girau do Ponciano
Procurador : Alexandre de Lima Ferreira (OAB: 8027/AL)
Procurador : José Itamar Bezerra Pereira (OAB: 7720/AL)
Agravada : Maria de Fátima Bispo dos Santos
Advogado : Luis Barros Silva (OAB: 13797/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO DE PRIMEIRO
GRAU QUE DETERMINOU A REGULARIZAÇÃO DO PAGAMENTO DOS PROVENTOS DA IMPETRANTE, BEM COMO A QUITAÇÃO
DOS VALORES RETROATIVOS ATRASADOS. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DA AÇÃO EX OFFICIO. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA.
AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL DA IMPETRANTE/AGRAVADA. EXTINÇÃO DA AÇÃO, SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO.
INCIDÊNCIA DO ART. 485, INCISO VI, DO CPC/2015. SUPERVENIÊNCIA DE ATO ADMINISTRATIVO QUE DETERMINOU A
EXONERAÇÃO DA SERVIDORA E DECLAROU A NULIDADE DO ATO QUE CONCEDEU A APOSENTADORIA POR IDADE COM
PROVENTOS PROPORCIONAIS. EXAURIMENTO DO PLEITO DA IMPETRANTE, ORA RECORRIDA, DE TER REGULARIZADO
O PAGAMENTO DE SEUS PROVENTOS, UMA VEZ QUE, DESDE 20.06.2017, A AGRAVADA ENCONTRA-SE EXONERADA DO
SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL. EXTINÇÃO DO MANDAMUS ORIGINÁRIO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM FULCRO NO
ART. 485, INCISO VI, DO CPC/2015. RECURSO PREJUDICADO. UNANIMIDADE.

16 Agravo de Instrumento nº 0800158-98.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem
pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de
necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp.
1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria
veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no
Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade
ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do
REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de
sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento
do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento
do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos
casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

16 Agravo de Instrumento nº 9000062-60.2017.8.02.0000 , de Maceió, 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Agravante : Estado de Alagoas
Procurador : Augusto Carlos Borges do Nascimento (OAB: 7018B/AL)
Agravada : Marcos Andre Cavalcante Lima
Advogado : Carlos Henrique de Lima Cosmo (OAB: 5446/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 88

Advogado : Thiago Souto Agra (OAB: 7697/AL)


Advogado : Antônio de Pádua Almeida Cruz (OAB: 11615/AL)
Advogado : Ana Caroline Calheiros Amorin Santos (OAB: 11394/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO EM MANDADO DE SEGURANÇA. ESTADO AGRAVANTE QUE DENEGOU
O PEDIDO DE ISENÇÃO FORMULADO PELO AGRAVADO, PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, AO ARGUMENTO DE QUE O
CONTRIBUINTE ESTARIA EM DÉBITO PERANTE DO FISCO ESTADUAL. SITUAÇÃO QUE VIOLA O DIREITO FUNDAMENTAL À
LOCOMOÇÃO. IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DE MEIOS COERCITIVOS PARA OBTER PAGAMENTO DE TRIBUTO. SANÇÃO
POLÍTICA CONFIGURADA. PEDIDO DE CONDENAÇÃO DA PARTE AGRAVANTE AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS, REALIZADO
EM CONTRARRAZÕES. INDEFERIDO. OBSERVÂNCIA AO DISPOSTO NO ART. 85, §11, DO NCPC. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO. UNANIMIDADE.

17 Agravo de Instrumento nº 0800185-81.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que
não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.
6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

17 Agravo de Instrumento nº 0804622-68.2017.8.02.0000 , de Pão de Açúcar, Vara do Único Ofício de Pão de Açúcar
Agravante : Banco Bmg S/A
Advogada : Manuela Sarmento (OAB: 18454/BA)
Agravada : Maria Pereira dos Santos
Advogado : Caio Almeida Silva (OAB: 15156/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO DO CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA
DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. PEDIDO DE REFORMA DE DECISÃO INTERLOCUTÓRIA
QUE OBRIGA O BANCO A SUSPENDER DESCONTOS REALIZADOS NA FOLHA DE PAGAMENTO DA AGRAVADA, SOB PENA
DE PAGAMENTO DE MULTA NO VALOR DE R$ 80,00 (OITENTA REAIS) POR DIA, LIMITADA A R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS).
ACOLHIMENTO PARCIAL. CONSUMIDORA ANALFABETA. INDÍCIOS DE PRÁTICA DE FRAUDE. EXISTÊNCIA DE ELEMENTOS
QUE APONTAM FALHA NO DEVER DE INFORMAÇÃO. MANUTENÇÃO DA ORDEM DE SUSPENSÃO DOS DESCONTOS,
INCLUSIVE SOB PENA DE PAGAMENTO DE MULTA COERCITIVA. REFORMA DO DECISUM APENAS COM RELAÇÃO AOS
PARÂMETROS UTILIZADOS PELO MAGISTRADO DE 1º GRAU NA FIXAÇÃO DAS ASTREINTES, A FIM DE QUE INCIDA, EM
CASO DE DESCUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER, MULTA NO VALOR DE R$ 3.000,00 (TRÊS MIL REAIS), POR
CADA DESCONTO INDEVIDO, LIMITADA A R$ 36.000,00 (TRINTA E SEIS MIL REAIS). AGRAVO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. UNANIMIDADE.

18 Agravo de Instrumento nº 0800204-87.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 89

EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO


CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO DO
FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO, DE ILEGITIMIDADE ATIVA E LITISPENDÊNCIA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO
QUANTO AO TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA
ENTRE AS PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E
PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de
ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar
de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp.
1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria
veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no
Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade
ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do
REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de
sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento
do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. A alegação de
litispendência foi infirmada pelo próprio agravante que, nos autos principais, reconheceu sua inexistência em manifestação exclusiva para
tal fim.6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de
sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação
individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente
decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros
de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e provido parcialmente.

18 Agravo de Instrumento nº 0804551-66.2017.8.02.0000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bradesco S/A
Advogado : Wilson Sales Belchior (OAB: 17314/CE)
Agravado : Ivson Alves da Silva
Advogada : Ana Maria dos Santos Silva (OAB: 9932/AL)
Advogado : Martha Stifanny Machado (OAB: 13292/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO CIVIL E DO CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO EM SEDE DE AÇÃO
ORDINÁRIA DE ANULAÇÃO DE PROCEDIMENTO DE CONSOLIDAÇÃO E PROPRIEDADE DE IMÓVEL COM PEDIDO DE
ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. PLEITO DE REFORMA DE PARCELA DA DECISÃO INTERLOCUTÓRIA CUJO TEOR DETERMINA A
SUSPENSÃO DO PROCEDIMENTO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL INSTAURADO PELO BANCO, IMPEDINDO-O DE ALIENAR E/
OU GRAVAR O BEM IMÓVEL, QUE FICA MANTIDO, VIA DE CONSEQUÊNCIA, NA POSSE DO RECORRIDO. NÃO ACOLHIMENTO.
AUSÊNCIA DE ELEMENTOS QUE COMPROVEM O CUMPRIMENTO DOS PRECEITOS EMANADOS DOS ITENS 9.1 E 9.2 DA
AVENÇA E DO ART. 26, §§ 2º E 3º, DA LEI N.º 9.514/1997, ASSOCIADA AO ENTENDIMENTO DO STJ, FIRMADO NO SENTIDO DE
SER NECESSÁRIO INTIMAR PESSOALMENTE O DEVEDOR ACERCA DA DATA DE REALIZAÇÃO DE LEILÃO EXTRAJUDICIAL DE
BEM OBJETO DE CONTRATO REGIDO PELA LEI N.º 9.514/1997. DECISÃO MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

19 Agravo de Instrumento nº 0800259-38.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO DO
FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO, DE ILEGITIMIDADE ATIVA E LITISPENDÊNCIA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO
QUANTO AO TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO
INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que
pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares
de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. A alegação de litispendência é improcedente porque as ações reputadas
têm objetos diferentes, embora digam respeito ao mesmo titular do depósito.6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese
de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação
pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos
juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP,
também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de
conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em
momento anterior”. 8. Recurso conhecido e provido em parte.

19 Agravo de Instrumento nº 0804549-96.2017.8.02.0000 , de Maceió, 5ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Jsafra S/A

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 90

Advogado : Antonio Roque de Albuquerque Junior (OAB: 22463/CE)


Agravado : Brandão de Almeida Engenharia Ltda
Advogado : Felipe Gomes de Barros Costa (OAB: 12461/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO DO CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO EM SEDE DE AÇÃO ORDINÁRIA
DE REVISÃO CONTRATUAL COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA. PLEITO DE REFORMA DE PARCELA DA DECISÃO
INTERLOCUTÓRIA CUJO TEOR IMPÕE AO BANCO DUAS OBRIGAÇÕES DE NÃO FAZER, CONSISTENTES EM ABSTER-SE DE
PROMOVER BUSCA E APREENSÃO DOS BENS MÓVEIS RELACIONADOS AOS DIVERSOS CONTRATOS FIRMADOS ENTRE AS
PARTES E NÃO INSERIR O NOME DA PESSOA JURÍDICA RECORRIDA, E SEUS SÓCIOS, EM CADASTROS DE INADIMPLENTES.
NÃO ACOLHIMENTO. DECISUM OBJURGADO QUE IMPÕE À RECORRIDA OBRIGAÇÃO DE FAZER, ATINENTE À EFETIVAÇÃO
DE DEPÓSITOS JUDICIAIS NOS VALORES QUE ENTENDE DEVIDOS, COMO CONDIÇÃO PARA O CUMPRIMENTO, PELO BANCO,
DAS OBRIGAÇÕES DE NÃO FAZER QUE LHE FORAM IMPOSTAS. PETIÇÃO RECURSAL QUE NÃO TRAZ PEDIDO E/OU CAUSA
DE PEDIR RELATIVO À CONDIÇÃO IMPOSTA À AGRAVADA. DEPÓSITOS QUE, ENQUANTO EFETIVADOS, SUSPENDERÃO OS
EFEITOS DA MORA. DECISÃO HOSTILIZADA QUE MENCIONA FATO RELEVANTE E PENDENTE DE AVERIGUAÇÃO, RELATIVO
À PROPOSITURA DE DIVERSAS DEMANDAS EXECUTIVAS, PELO BANCO, SEM OBSERVÂNCIA DA REGRA DA PREVENÇÃO.
DECISUM MANTIDO. AGRAVO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNANIMIDADE.

20 Agravo de Instrumento nº 0801060-51.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança ¿ Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. EXECUÇÃO EXTINTA. RECURSO PREJUDICADO.

20 Agravo de Instrumento nº 0804546-44.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Sociedade de Educação Tiradentes Ltda.
Advogado : Alexsandro Fraga Santana (OAB: 8310/SE)
Agravada : Mariana Tenório Costa
Advogado : Paul Richard Rocha da Silva (OAB: 13012/AL)
Advogado : Daniel Paffer Cruz (OAB: 13003/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO
POR DANOS MORAIS E MATERIAIS COM PEDIDO LIMINAR. DECISÃO QUE DETERMINOU QUE AS PARTES RÉS, DENTRE
ELAS A AGRAVANTE, DISPONIBILIZASSEM EM FAVOR DA AGRAVADA, NO PRAZO DE 05 (CINCO) DIAS, O FINANCIAMENTO
NO FIEF, CUMPRINDO A OFERTA LANÇADA NO SITE DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, SOB PENA DE MULTA DIÁRIA NO VALOR
DE R$ 300,00 (TREZENTOS REAIS), LIMITADA À QUANTIA DE R$ 10.000,00 (DEZ MIL REAIS). TESE DE AUSÊNCIA DE
VEROSSIMILHANÇA DAS ALEGAÇÕES DA AGRAVADA. AFASTADA. AFIRMAÇÃO DA PRÓPRIA RECORRENTE, NO SENTIDO
DE HOUVE ANÁLISE DO CADASTRO FORMULADO PELA CONSUMIDORA. SERVIÇOS EDUCACIONAIS. POSSIBILIDADE DE
FINANCIAMENTO EDUCACIONAL VEICULADA NO SITE DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO. NEGATIVA DA CONCESSÃO DO CRÉDITO
SEM ESPECIFICAÇÃO DOS MOTIVOS. DIREITO À INFORMAÇÃO INOBSERVADO. MITIGAÇÃO DO PRINCÍPIO PACTA SUNT
SERVANDA. PREVALÊNCIA DOS PRINCÍPIOS DA FUNÇÃO SOCIAL DO CONTRATO E DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.
DECISÃO LIMINAR MANTIDA. PEDIDO DE DILAÇÃO DO LAPSO TEMPORAL PARA CUMPRIMENTO DO DECISUM. INDEFERIDO.
RAZOABILIDADE DO PRAZO ESTABELECIDO PELO JUÍZO A QUO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO
UNÂNIME.

21 Agravo de Instrumento nº 0801117-69.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança ¿ Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 91

a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. A tese de prescrição dos juros remuneratórios não prospera porque,
segundo o CC/1916, vigente à época do evento danoso, o prazo prescricional era de 5 (cinco) anos. Além disso, a ação civil pública
com a intenção de exercitar a pretensão de cobrança teve sua citação efetivada em 1993, interrompendo o prazo prescricional.6. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e provido em parte.

22 Agravo de Instrumento nº 0801440-74.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do
Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Não há litispendência em relação ao substituído Valdir Sarto, porquanto o processo
reputado como litispendente tem, no pólo ativo, pessoa que sequer possui com o mencionado representado relação de homonímia.6. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e provido em parte.

23 Agravo de Instrumento nº 0801442-44.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto,
entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 92

julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

24 Agravo de Instrumento nº 0801445-96.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de
ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre exequente e executado,
para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6. A questão do termo inicial dos
juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP,
também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de
conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em
momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

25 Agravo de Instrumento nº 0801477-04.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso
conhecido e provido parcialmente.

26 Agravo de Instrumento nº 0801476-19.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 93

Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)


Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

27 Agravo de Instrumento nº 0801504-84.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso
conhecido e provido parcialmente.

28 Agravo de Instrumento nº 0801505-69.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 94

a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

29 Agravo de Instrumento nº 0801620-90.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não
houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

30 Agravo de Instrumento nº 0802352-71.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos,
quanto ao ponto, entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta
de poupança.6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo
STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora
incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 95

31 Agravo de Instrumento nº 0802360-48.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos,
quanto ao ponto, entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta
de poupança.6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo
STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora
incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

32 Agravo de Instrumento nº 0802364-85.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

33 Agravo de Instrumento nº 0802391-68.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 96

JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. O argumento da existência de fraude em relação a titularidade de uma das contas foi
devidamente esclarecida, tratando-se de mero erro de digitação na exordial do cumprimento de sentença, pois há coincidência dos
documentos pessoais do titular da conta e do substituído processual em questão, o que demonstra serem eles a mesma pessoa. 6. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento.7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e provido parcialmente.

34 Agravo de Instrumento nº 0802392-53.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

35 Agravo de Instrumento nº 0802397-75.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 97

executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos,
quanto ao ponto, entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta
de poupança.6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo
STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora
incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

35 Agravo de Instrumento nº 0804774-19.2017.8.02.0000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Agravante : Franklin Ronsard Ferreira Costa
Advogada : Gyselle Conceição Silva Santos (OAB: 13958/AL)
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Agravante : Terezinha do Nascimento Ferreira
Advogada : Gyselle Conceição Silva Santos (OAB: 13958/AL)
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Agravante : Jose Julio Jeronimo de Sousa
Advogada : Gyselle Conceição Silva Santos (OAB: 13958/AL)
Advogado : Joaquim Pontes de Miranda Neto (OAB: 5683/AL)
Agravado : Igaltrans Transporte Ltda - Igal Transporte
Advogado : Silvio Omena de Arruda (OAB: 12829/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS
MATERIAIS, MORAIS E ESTÉTICOS C/C TUTELA ANTECIPADA DE URGÊNCIA. DECISÃO LIMINAR QUE INDEFERIU A TUTELA DE
URGÊNCIA PLEITEADA PELOS AUTORES. TESE DE QUE OS PRESSUPOSTOS DA TUTELA REQUERIDA ESTÃO DEVIDAMENTE
PREENCHIDOS. NÃO ACOLHIDA. INEXISTÊNCIA DE ELEMENTOS PROBATÓRIOS MÍNIMOS SUFICIENTES À DEMONSTRAÇÃO
DE QUE A CAUSA DO ACIDENTE, DO QUAL OS AGRAVANTES FORAM VÍTIMAS, DECORREU DE CONDUTA ILÍCITA DA AGRAVADA.
IMPOSSIBILIDADE DE DETERMINAR QUE A RECORRIDA ARQUE COM AS DESPESAS MÉDICAS DE UM DOS AGRAVANTES
ANTE A AUSÊNCIA DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONFIGURAÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL. DECISÃO MANTIDA.
RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNANIMIDADE.

36 Agravo de Instrumento nº 0802415-96.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

37 Agravo de Instrumento nº 0802416-81.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 98

a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

38 Agravo de Instrumento nº 0802418-51.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

39 Agravo de Instrumento nº 0802424-58.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

40 Agravo de Instrumento nº 0802426-28.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 99

Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)


Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

41 Agravo de Instrumento nº 0802798-11.2016.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Nilton Barros Costa
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo
STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. A preliminar de ilegitimidade
ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restou definitivamente rejeitada no julgamento do REsp.
1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe
a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 5. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
6. Recurso conhecido e provido em parte.

43 Agravo de Instrumento nº 0800135-55.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem
pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de
necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp.
1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria
veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no
Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade
ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do
REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de
sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento
do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento

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Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 100

do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos
casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

44 Agravo de Instrumento nº 0801485-78.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1147595/RS, julgado sob a sistemática dos
recursos repetitivos, o STJ firmou a tese de que os expurgos inflacionários referentes ao Plano Verão somente são devidos às cadernetas
de poupança com período mensal iniciado até o dia 15 de janeiro de 1989. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de
que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela
sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação
por artigos natureza de ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre
exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.7. A questão
do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do
REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação
do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a
configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

45 Agravo de Instrumento nº 0802421-06.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares
de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à inexistência de saldo em relação a conta da substituída Maria do Carmo Lima
Silva (Conta 120.703.135-3), o instituto agravado já reconheceu a procedência do argumento no primeiro grau, sendo devida a exclusão
do crédito constante em nome dela no bojo da execução. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe
a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos,
quanto ao ponto, entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta
de poupança.7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo
STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora
incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

46 Agravo de Instrumento nº 0803426-63.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 101

Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp


Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

50 Agravo de Instrumento nº 0803473-37.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

51 Agravo de Instrumento nº 0803475-07.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 102

incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

52 Agravo de Instrumento nº 0803477-74.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

53 Agravo de Instrumento nº 0803478-59.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

54 Agravo de Instrumento nº 0803484-66.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 103

Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)


Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não
houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

55 Agravo de Instrumento nº 0803489-88.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

56 Agravo de Instrumento nº 0803494-13.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

57 Agravo de Instrumento nº 0803501-05.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de
ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre exequente e executado,
para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6. A questão do termo inicial dos
juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP,
também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de
conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em
momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido.

58 Apelação nº 0001237-70.2013.8.02.0038 , de Teotonio Vilela, Vara do Único Ofício do Teotônio Vilela


Apelante : M. A. B. S.
Advogada : Nathalia Cavalcanti Limeira Martins (OAB: 10300/AL)
Apelado : J. C. da S.
Advogado : João Ferreira Neves Júnior (OAB: 11846/AL)
Advogado : Sidney Tavares Oliveira (OAB: 3853/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO DE FAMÍLIA. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO DE DIVÓRCIO, GUARDA,
OFERTA DE ALIMENTOS E PARTILHA, AJUIZADA PELO CÔNJUGE VARÃO. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA. RECURSO
APELATÓRIO INTERPOSTO PELA CÔNJUGE VIRAGO. ALEGAÇÃO DE CERCEAMENTO DE DEFESA, SOB O ARGUMENTO
DE QUE O MAGISTRADO A QUO TERIA INSTRUÍDO A PARTE RÉ, ORA APELANTE, EM AUDIÊNCIA, A NÃO JUNTAR, COM A
CONTESTAÇÃO, DOCUMENTOS QUE SUPOSTAMENTE COMPROVARIAM SEU DIREITO, PORQUANTO JÁ CONSTANTES EM
DEMANDA ANTERIORMENTE AJUIZADA POR ELA, EXTINTA SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, EM RAZÃO DA CONSTATAÇÃO DE
LITISPENDÊNCIA. REJEITADA. AUSÊNCIA DE PROVA ACERCA DESSA AFIRMAÇÃO. PEÇA DEFENSIVA QUE EXPRESSAMENTE
FEZ MENÇÃO QUE OS DOCUMENTOS ESTARIAM NA DEMANDA AJUIZADA PELA RECORRENTE. IRRESIGNAÇÃO ACERCA
DA PARTILHA, AO ARGUMENTO DE QUE O CASAL ADQUIRIU DIVERSOS BENS MÓVEIS, IMÓVEIS E UM SUPERMERCADO.
PEDIDO DE PARTILHA DOS DEMAIS BENS LISTADOS. NÃO ACOLHIDO. AUSÊNCIA DE PROVA DA PROPRIEDADE E DA DATA DA
AQUISIÇÃO, O QUE PERMITIRIA AVALIAR SE PERTENCENTE OU NÃO AOS DIVORCIANDOS E SE SERIAM COMUNICÁVEIS, VIA
DE CONSEQUÊNCIA, PARTILHÁVEIS. MEAÇÃO INDEVIDA. PEDIDO DE REFORMA DO PERCENTUAL ARBITRADO A TÍTULO DE
PENSÃO ALIMENTÍCIA À EX-CÔNJUGE E FILHO MENOR, PARA QUE SEJA FIXADO VALOR EXPRESSO, LEVANDO-SE EM CONTA
O RENDIMENTO OBTIDO PELO APELADO EM EMPRESA. ACOLHIMENTO PARCIAL, A FIM DE ALTERAR A PENSÃO ALIMENTÍCIA
DE 15% (QUINZE POR CENTO) DOS RENDIMENTOS LÍQUIDOS DO ALIMENTANTE PARA 01 (UM) SALÁRIO MÍNIMO. LITIGÂNCIA
DE MÁ-FÉ NÃO CONSTATADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

58 Agravo de Instrumento nº 0803515-86.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 105

CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO


DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

59 Apelação nº 0711851-05.2016.8.02.0001 , de Maceió, 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Laerte Firmino
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Ivelise Barbosa de Araújo
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Josefa Neide Araujo Maciel
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Josefa Oliveira de Araujo
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Josefa Regia Livino Cavalcante
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Laura Alexandrina da Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Lêda Lisbôa Dantas
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Marcio Roberto e Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Aparecida de Araujo
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria da Paz Alves Araujo
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Cartaxo Sampaio
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria do Carmo Vieira Barbosa
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Elza Fernandes da Costa Silva
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Gorete Correia Bezerra
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Marlene de Oliveira Alves
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Telma Sebastião
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Marluce Barbosa de Farias
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Renilda Araujo Santos Gama

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 106

Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)


Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Rozilma Nunes Oliveira
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Severina Medeiros Ferreira
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Vera Lucia Silva Oliveira
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Carlos Rezende Júnior (OAB: 14488AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Eliete Tavares de Freitas
Advogado : Ademyr Cesar Franco (OAB: 14184AA/L)
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: DIREITO ADMINISTRATIVO. URV. APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA QUE VISA À OBTENÇÃO DE
RECOMPOSIÇÃO REMUNERATÓRIA NA ORDEM DE 11,98% (ONZE VÍRGULA NOVENTA E OITO POR CENTO) EM DECORRÊNCIA
DAS PERDAS SOFRIDAS EM VIRTUDE DA CONVERSÃO SALARIAL EM UNIDADE REAL DE VALOR URV. SENTENÇA DE
IMPROCEDÊNCIA. ENTENDIMENTO DO RELATOR: INOCORRÊNCIA DE PRESCRIÇÃO DE FUNDO DE DIREITO DA PRETENSÃO
VEICULADA NA EXORDIAL, A QUAL SE SUJEITA À PRESCRIÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. NO MÉRITO, VÊ-SE QUE O SUPREMO
TRIBUNAL FEDERAL, AO JULGAR, EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL, O RE N.º 561.836 RN, FIRMOU REQUISITOS QUE
DEVEM SER ATENDIDOS A FIM DE QUE SEJA RECONHECIDO O DIREITO DO SERVIDOR À CONCESSÃO DA RECOMPOSIÇÃO
SALARIAL PRETENDIDA A SABER: A) O RECEBIMENTO DO SALÁRIO PELO SERVIDOR NO CURSO DO MÊS TRABALHADO;
B) A COMPROVAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE EFETIVA DIMINUIÇÃO NO VALOR DOS VENCIMENTOS DO DEMANDANTE EM
VIRTUDE DA DESOBEDIÊNCIA DO DISPOSTO NA LEI N.º 8.880/1994, E; C) A INEXISTÊNCIA DE LEI QUE HAJA ENSEJADO
REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA NA CARREIRA DOS SERVIDORES. IN CASU, NENHUM DOS TRÊS REQUISITOS RESTOU
PREENCHIDO, NA MEDIDA EM QUE SE EXTRAI DOS AUTOS QUE, EM PRIMEIRO LUGAR, A PERCEPÇÃO DOS VENCIMENTOS
PELOS SERVIDORES E MILITARES ESTADUAIS NO PERÍODO EM QUE DEVERIA TER OCORRIDO A CONVERSÃO DE CRUZEIRO
REAL EM URV NÃO OCORRIA NO CURSO DO MÊS TRABALHADO, MAS SIM NO MÊS POSTERIOR AO DE COMPETÊNCIA.
EM SEGUNDO LUGAR, INEXISTE NO CADERNO PROCESSUAL PROVA DE QUE A CATEGORIA A QUE PERTENCEM OS
POSTULANTES SOFREU DIMINUIÇÃO SALARIAL EM VIRTUDE DA APLICAÇÃO INCORRETA DOS PRECEITOS CONTIDOS NA
LEI N.º 8.880/1994. POR FIM, HOUVE REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA CARREIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS
ALAGOANOS POR MEIO DA EDIÇÃO DAS LEIS ESTADUAIS N.º 6.254, 6.255 e 6.256/2001, AS QUAIS FORAM RESPONSÁVEIS
PELA INSTITUIÇÃO DO SUBSÍDIO COMO REGIME REMUNERATÓRIO DE PAGAMENTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO PODER
EXECUTIVO ALAGOANO, EXTINGUINDO AS VANTAGENS QUE HOUVESSEM SIDO INCORPORADAS AO PATRIMÔNIO JURÍDICO
DOS SERVIDORES. CALHA SALIENTAR QUE, NOS AUTOS, NÃO HOUVE PLEITO DE DISCUSSÃO DOS TERMOS EM QUE
EMPREENDIDA A REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA CARREIRA, SENDO CERTO QUE, TAL PRETENSÃO, SE HOUVESSE
SIDO FORMULADA, SUJEITAR-SE-IA À PRESCRIÇÃO QUINQUENAL DE FUNDO DE DIREITO, A CONTAR DA EDIÇÃO DAS LEIS
ESTADUAIS N.º 6.254, 6.255 e 6.256/2001. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA APELADA. ENTENDIMENTO MAJORITÁRIO DO ÓRGÃO
JULGADOR, FIRMADO EM SEDE DE TÉCNICA DE AMPLIAÇÃO DE JULGAMENTO (ART. 942): OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO
DE FUNDO DE DIREITO DA PRETENSÃO VEICULADA NA EXORDIAL, ANTE O DECURSO DE MAIS DE 05 (CINCO) ANOS, DESDE
A EDIÇÃO DAS LEIS ESTADUAIS N.º 6.197/2000, 6.254/2001, 6.255/2001 e 6.256/2001. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA APELADA,
POR FUNDAMENTO DIVERSO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

59 Agravo de Instrumento nº 0803518-41.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,

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em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

60 Apelação nº 0703132-39.2013.8.02.0001 , de Maceió, 16ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Helder Braga Arruda Júnior (OAB: 11935BA/L)
Apelada : Tanise Rocha Alves
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL EM MANDADO DE SEGURANÇA. SENTENÇA QUE
CONCEDEU A SEGURANÇA REQUESTADA, GARANTINDO À IMPETRANTE O DIREITO À REMARCAÇÃO DO TESTE DE APTIDÃO
FÍSICA E DOS EXAMES MÉDICOS EXIGIDOS COMO FASE NO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO
CARGO DE SOLDADO COMBATENTE DA PM/AL, EM VIRTUDE DO FATO DE QUE A CANDIDATA ENCONTRAVA-SE GRÁVIDA
NO MOMENTO APRAZADO PARA A REALIZAÇÃO DAS PROVAS. PREJUDICIAIS DE MÉRITO DE NECESSIDADE DE CITAÇÃO
DE LITISCONSORTES PASSIVOS E PERDA DO OBJETO DA AÇÃO. AFASTADAS. NO MÉRITO, TEM-SE QUE O EDITAL DO
CONCURSO ESTABELECEU COMO OBRIGATÓRIA A REALIZAÇÃO DO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA PELO CANDIDATO, NA
DATA E HORA PREVISTAS PARA TANTO, SOB PENA DE ELIMINAÇÃO DO CERTAME, SALIENTANDO, AINDA, QUE NÃO SERIA
OPORTUNIZADA A REALIZAÇÃO DE SEGUNDA CHAMADA DAS PROVAS. AO ANALISAR NORMA IDÊNTICA CONSTANTE EM
EDITAL DE CONCURSO, A CORTE SUPREMA, EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL (RE N.º 630.733), DECIDIU EXPRESSAMENTE
POR SUA CONSTITUCIONALIDADE, SALIENTANDO QUE TAL CLÁUSULA NÃO CONSUBSTANCIARIA QUALQUER OFENSA AOS
PRINCÍPIOS DA ISONOMIA OU DA IMPESSOALIDADE, MAS, CONTRARIAMENTE, ACABARIA POR EFETIVÁ-LOS. POR OUTRO
LADO, O CASO DOS AUTOS NÃO SE SITUA DENTRE AQUELES CUJA VALIDADE DA SEGUNDA CHAMADA FOI GARANTIDA NO
RE N.º 630.733, PORQUE ALI FORAM REPUTADOS VÁLIDOS, APENAS, OS EXAMES REALIZADOS ATÉ 15 DE MAIO DE 2013, E
NO PRESENTE FEITO, CONTUDO, O TESTE DE APTIDÃO FÍSICA DA IMPETRANTE APENAS FOI FEITO APÓS 04 DE NOVEMBRO
DE 2013. FORÇA VINCULANTE DO PRECEDENTE DO PRETÓRIO EXCELSO. ART. 927, III DO CPC. IMPERIOSA REFORMA DA
SENTENÇA APELADA, A FIM DE DENEGAR A SEGURANÇA REQUESTADA, COM A CONSEQUENTE CASSAÇÃO DOS EFEITOS
DA LIMINAR CONCEDIDA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

60 Agravo de Instrumento nº 0803539-17.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

61 Agravo de Instrumento nº 0803558-23.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 108

TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso
conhecido e provido parcialmente.

62 Apelação nº 0700384-46.2016.8.02.0060 , de Feira Grande, Vara do Único Ofício de Feira Grande


Apelante : Cicero José da Silva
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Iracilda Maria de França
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : José Caetano de Farias
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : José Izael dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Josefa Maria dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Lindinalva Rocha Dantas
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Manoel Bispo dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Aparecida de Oliveira
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria do Socorro Costa Lima
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Inácio de Lima
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Maria Valdelice dos Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelante : Rosineide Vasconcelos de Albuquerque Santos
Advogado : Claudio Paulino dos Santos (OAB: 13123/AL)
Apelado : Município de Lagoa da Canoa
Apelado : Regime Próprio de Previdencia Social do Município (Rpps) de Lagoa da Canoa
Procurador : Priscila Porfirio Silva (OAB: 11730/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO. URV. APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA QUE VISA À OBTENÇÃO
DE RECOMPOSIÇÃO REMUNERATÓRIA NA ORDEM DE 11,98% (ONZE INTEIROS E NOVENTA E OITO DÉCIMOS POR CENTO),
EM DECORRÊNCIA DAS PERDAS SOFRIDAS EM VIRTUDE DA CONVERSÃO SALARIAL EM UNIDADE REAL DE VALOR - URV.
SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. ENTENDIMENTO DO RELATOR: NÃO OCORRÊNCIA DE PRESCRIÇÃO DE FUNDO DE DIREITO
DA PRETENSÃO VEICULADA NA EXORDIAL, A QUAL SE SUJEITA À PRESCRIÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. NO MÉRITO, VÊ-SE
QUE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, AO JULGAR, EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL, O RE N.º 561.836/RN, FIRMOU
REQUISITOS QUE DEVEM SER ATENDIDOS, A FIM DE QUE SEJA RECONHECIDO O DIREITO DO SERVIDOR À CONCESSÃO
DA RECOMPOSIÇÃO SALARIAL PRETENDIDA, A SABER: A) RECEBIMENTO DO SALÁRIO PELO SERVIDOR NO CURSO DO
MÊS TRABALHADO; B) COMPROVAÇÃO DA OCORRÊNCIA DE EFETIVA DIMINUIÇÃO NO VALOR DOS VENCIMENTOS DO
DEMANDANTE, EM VIRTUDE DA DESOBEDIÊNCIA DO DISPOSTO NA LEI N.º 8.880/1994, E; C) INEXISTÊNCIA DE LEI QUE HAJA
ENSEJADO REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA NA CARREIRA DOS SERVIDORES. IN CASU, PARTE DOS TRÊS REQUISITOS
NÃO RESTOU PREENCHIDA, NA MEDIDA EM QUE SE EXTRAI DOS AUTOS QUE INEXISTE NO CADERNO PROCESSUAL PROVA
DE QUE A CATEGORIA A QUE PERTENCEM OS POSTULANTES SOFREU DIMINUIÇÃO SALARIAL EM VIRTUDE DA APLICAÇÃO
INCORRETA DOS PRECEITOS CONTIDOS NA LEI N.º 8.880/1994. POR FIM, HOUVE REESTRUTURAÇÃO REMUNERATÓRIA DA
CARREIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE LAGOA DA CANOA POR MEIO DA EDIÇÃO DAS LEI MUNICIPAL N.º
437/2009, A QUAL INSTITUIU O NOVO PLANO DE CARGO E CARREIRA DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL, REENQUADRANDO OS
SERVIDORES NOS TERMOS DA LEI, E DETERMINANDO SEU PAGAMENTO SOB A FORMA DE VENCIMENTOS, EXTINGUINDO
AS VANTAGENS QUE TIVESSEM SIDO INCORPORADAS AO PATRIMÔNIO JURÍDICO DOS SERVIDORES. CALHA SALIENTAR
QUE, NOS AUTOS, NÃO HOUVE PLEITO DE DISCUSSÃO DOS TERMOS EM QUE EMPREENDIDA A REESTRUTURAÇÃO
REMUNERATÓRIA DA CARREIRA, SENDO CERTO QUE TAL PRETENSÃO, SE HOUVESSE SIDO FORMULADA, SUJEITAR-SE-IA À
PRESCRIÇÃO QUINQUENAL DE FUNDO DE DIREITO, A CONTAR DA EDIÇÃO DA LEI MUNICIPAL N.º 437/2009. MANUTENÇÃO DA
SENTENÇA APELADA. ENTENDIMENTO MAJORITÁRIO DO ÓRGÃO JULGADOR, FIRMADO EM SEDE DE TÉCNICA DE AMPLIAÇÃO
DE JULGAMENTO (ART. 942): OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO DE FUNDO DE DIREITO DA PRETENSÃO VEICULADA NA
EXORDIAL, ANTE O DECURSO DE MAIS DE 05 (CINCO) ANOS, DESDE A EDIÇÃO DA LEI MUNICIPAL N.º 437/2009. MANUTENÇÃO
DA SENTENÇA OBJURGADA, POR FUNDAMENTO DIVERSO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 109

62 Agravo de Instrumento nº 0803560-90.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso
conhecido e provido parcialmente.

63 Apelação nº 0072332-82.2010.8.02.0001 , de Maceió, 18ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual


Apte/Apdo : Eder Carlos Barbosa de Andrade
Advogado : Walter Sammyr Veloso de Carvalho (OAB: 9453/AL)
Apte/Apdo : Elson dos Santos Ferreira
Advogado : Walter Sammyr Veloso de Carvalho (OAB: 9453/AL)
Apte/Apdo : Diego Alberto Tenório da Silva
Advogado : Walter Sammyr Veloso de Carvalho (OAB: 9453/AL)
Apte/Apdo : Paulo Henrique Calheiros de Morais
Advogado : Walter Sammyr Veloso de Carvalho (OAB: 9453/AL)
Apdo/Apte : Estado de Alagoas
Procurador : Luiz Carlos da Silva Franco de Godoy (OAB: 7080B/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA QUE OBJETIVA
À NOMEAÇÃO E POSSE DOS AUTORES NO CARGO DE SOLDADO COMBATENTE DA PM/AL, PARA O QUAL PRESTARAM
CONCURSO E FORAM APROVADOS, FORA DO QUANTITATIVO DE VAGAS INICIALMENTE OFERTADAS EM EDITAL. SENTENÇA
QUE JULGOU PROCEDENTE O PEDIDO COM RELAÇÃO A PARTE DOS AUTORES, DECIDINDO PELA IMPROCEDÊNCIA NO
QUE CONCERNE AOS DEMAIS, EM RAZÃO DA CLASSIFICAÇÃO ALCANÇADA POR CADA DEMANDANTE. APELAÇÃO DOS
AUTORES EDER CARLOS BARBOSA DE ANDRADE, ELSON DOS SANTOS FERREIRA, DIEGO ALBERTO TENÓRIO DA SILVA,
PAULO HENRIQUE CALHEIROS DE MORAIS QUANTO À PARCELA IMPROCEDENTE DA SENTENÇA, RECURSO DO ESTADO
DE ALAGOAS NO QUE CONCERNE À PARTE PROCEDENTE E APELO ADESIVO DE PAULO HENRIQUE NEIVA DA COSTA,
TAMBÉM EM FACE DA FRAÇÃO IMPROCEDENTE DO DECISUM. NÃO CONHECIMENTO DO APELO DOS AUTORES QUANTO
AO DEMANDANTE PAULO HENRIQUE CALHEIROS DE MORAIS, PORQUANTO ESTE NÃO SUCUMBIU NA DECISÃO DE MÉRITO,
A QUAL FOI PROCEDENTE QUANTO A ELE. CONHECIMENTO DO APELO QUANTO AOS DEMANDANTES RESTANTES, BEM
COMO DO RECURSO ESTATAL E DA APELAÇÃO ADESIVA. NO MÉRITO, TEM-SE QUE OS CANDIDATOS FORAM APROVADOS
FORA DO NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS EM EDITAL. CONTUDO, POSTERIORMENTE, HOUVE O SURGIMENTO DE NOVAS
VAGAS DENTRO DO PRAZO DE VALIDADE DO CERTAME, DE MANEIRA QUE, EM VIRTUDE DA APLICAÇÃO DA TEORIA DA
TRANSCENDÊNCIA DOS MOTIVOS DETERMINANTES, EXSURGE A NECESSIDADE DE PREENCHIMENTO DAS VAGAS POR
CANDIDATOS CLASSIFICADOS NO CADASTRO DE RESERVA. MERA EXPECTATIVA DE DIREITO QUE SE CONVOLA EM DIREITO
SUBJETIVO À NOMEAÇÃO DOS CANDIDATOS QUE OCUPEM ATÉ A 2622ª POSIÇÃO. ACERTO DA SENTENÇA APELADA, QUE
JULGOU PROCEDENTE O PEDIDO EXATAMENTE PARA OS DEMANDANTES QUE SE CLASSIFICARAM EM COLOCAÇÕES
INFERIORES À ÚLTIMA CONTEMPLADA, INDEFERINDO-O NO TOCANTE AOS DEMAIS AUTORES. MANUTENÇÃO DO DECISUM
VERGASTADO. RECURSO PRINCIPAL DOS AUTORES NÃO CONHECIDO QUANTO AO DEMANDANTE PAULO HENRIQUE
CALHEIROS DE MORAIS. CONHECIMENTO DO APELO QUANTO AOS DEMAIS RECORRENTES, BEM COMO DA APELAÇÃO DO
ESTADO DE ALAGOAS E DO APELO ADESIVO DE PAULO HENRIQUE NEIVA DA COSTA. SENTENÇA INTEGRALMENTE MANTIDA.
RECURSOS NÃO PROVIDOS. DECISÃO UNÂNIME.

63 Agravo de Instrumento nº 0803568-67.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 110

Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo


Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

64 Apelação nº 0001022-36.2013.8.02.0025 , de Olho D’Agua das Flores, Vara do Único Ofício de Olho DÁgua das Flores
Apelante : Município de Olho D’Água das Flores
Advogado : Adriano Soares da Costa (OAB: 5588/AL)
Advogada : Ana Paula Lima de Lira (OAB: 4888/AL)
Advogado : Gustavo José Mendonça Quintiliano (OAB: 5135/AL)
Advogado : Mário Jorge Tenório Fortes Júnior (OAB: 7157/AL)
Advogado : Rafael Gomes Alexandre (OAB: 10222/AL)
Advogada : Giovanna Vasco Teixeira (OAB: 8771/AL)
Apelado : José Roberto Barbosa
Advogado : Oscar Tenório de Novais Almeida (OAB: 10634/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA DE ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.
SENTENÇA QUE JULGOU PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL. SERVIDOR QUE INGRESSOU NO SERVIÇO PÚBLICO SOB O
REGIME CELETISTA. TRANSMUDAÇÃO PARA O REGIME ESTATUTÁRIO, APÓS A APROVAÇÃO DA LEI MUNICIPAL N.º 597/2008.
CÔMPUTO DO TEMPO DE SERVIÇO PRESTADO SOB O REGIME CELETISTA PARA FINS DE AQUISIÇÃO DE ADICIONAL POR
TEMPO DE SERVIÇO. POSSIBILIDADE. INTELIGÊNCIA DO ART. 93 DA LEI MUNICIPAL N.º 597/2008. PREENCHIMENTO DOS
REQUISITOS LEGAIS A PARTIR DE 22.03.2009, QUANDO O AUTOR COMPLETOU O PRIMEIRO INTERSTÍCIO DE 05(CINCO)
ANOS. SENTENÇA MANTIDA. RETIFICAÇÃO DA CORREÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA. MAJORAÇÃODA
VERBAHONORÁRIADE R$ 400,00 PARA R$ 475,00, CONFORME PRECEITUA O ART. 85, §§1º, 2º E 11, DO NCPC, POR SEREM
DEVIDOS HONORÁRIOS TAMBÉM NA FASE RECURSAL. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

64 Agravo de Instrumento nº 0800162-38.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 111

7. Recurso conhecido e provido em parte.

65 Apelação nº 0712690-69.2012.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões
Representando o : Marli Rosalia dos Santos
Defensor P : Marta Oliveira Lopes (OAB: 19037/BA)
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: PROCESSO CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA C/C PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA
AJUIZADA PARA ASSEGURAR O DIREITO À SAÚDE A UMA CIDADÃ CARENTE. PEDIDO DE REFORMA DA SENTENÇA NO
PONTO EM QUE INDEFERIU A CONDENAÇÃO DO ENTE MUNICIPAL EM HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. PREVISÃO DA VERBA
HONORÁRIA NA LC N.º 80/94. RECEPÇÃO DO INCISO XXI, DO ART. 4º, DA LC N.º 80/94 PELO ART. 134 DA CF/88, APÓS A EC
N.º 80/14. ADVENTO DE MANIFESTAÇÃO DO PLENÁRIO DO STF, EM JULHO DE 2017, NA QUAL REAFIRMOU O DIREITO
DADEFENSORIA PÚBLICA À PERCEPÇÃO DE VERBA SUCUMBENCIAL. ALEGAÇÃO DA IMPOSSIBILIDADE DE CONDENAÇÃO
DA MUNICIPALIDADE AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS EM AÇÃO CIVIL PÚBLICA. REJEITADA. INCIDÊNCIA
DO DUPLO REGIME, CONFORME JURISPRUDÊNCIA DO STJ E DESTA CORTE ESTADUAL. APLICAÇÃO DO CPC/15 QUANDO A
PARTE DEMANDADA SUCUMBIR E DA LEI Nº 7.347/85 NOS CASOS EM QUE O DEMANDANTE FOR VENCIDO. NECESSIDADE
DE REFORMA DA SENTENÇA PARA FIXAR HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM FAVOR DA DPE/AL NO PATAMAR DE R$475,00
(QUATROCENTOS E SETENTA E CINCO REAIS). RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.
DECISÃO UNÂNIME.

65 Agravo de Instrumento nº 0800814-89.2016.8.02.0000 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Agravante : Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico
Advogado : Marcio Recco (OAB: 138689/SP)
Advogado : Rafael Barros e Silva (OAB: 8604/AL)
Agravada : Maria Irisdalva Pereira
Advogado : Delson Lyra da Fonseca (OAB: 7390/AL)
Advogado : Alex Purger Richa (OAB: 9355A/AL)
Advogado : Efrem José Lyra de Almeida Júnior (OAB: 9639/AL)
Advogada : Denison Germano Pimentel de Lyra (OAB: 10982/AL)
Advogado : Marcos Joel Nunes Marques (OAB: 11419/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSO CIVIL. DISCUSSÃO ACERCA DA IDONEIDADE DE CHEQUE UTILIZAÇÃO
COMO CAUÇÃO. INTELIGÊNCIA DO ART. 829 E SEGUINTES CPC/73. NECESSIDADE DE INTIMAÇÃO DA PARTE DEMANDADA
ACERCA DA CAUÇÃO OFERTADA. CHEQUE. TÍTULO REVESTIDO DE FRAGILIDADE. IMPRESCINDIBILIDADE DESSE MEIO DE
PROVA PARA AFERIÇÃO DA CONDIÇÃO FINANCEIRA DA PARTE. 01 - No caso dos autos, o Juízo a quo, no momento em que
aceitou a garantia ofertada pela parte, inobservou o comando exposto no art. 831 do CPC/73, não intimando a parte agravante acerca da
caução, afrontando, portanto, os princípios do contraditório e da ampla defesa.02 - Não é razoável considerar “cheque” como uma caução
idônea, uma vez que o emitente pode, a qualquer momento, sustar o título ou mesmo, na hora da compensação, além de poder estar
em dificuldade financeira, inadimplindo com a obrigação. 03 - Faz-se necessário que a parte comprove, através de algum meio de prova
cabível, possuir condições de adimplir o valor constante no título, buscando-se uma forma mais segura de garantir o valor objeto da ação.
RECURSO CONHECIDO À UNANIMIDADE DE VOTOS E PROVIDO, POR MAIORIA.

66 Apelação nº 0700048-09.2015.8.02.0050 , de Porto Calvo, 1ª Vara de Porto Calvo


Apelante : Município de Porto Calvo
Advogado : José Civaldo da Costa Silva Junior (OAB: 10924/AL)
Apelada : Ana Márcia Almeida Penzo
Advogado : Fabiano Henrique Silva de Melo (OAB: 6276/AL)
Advogado : Alessandro Duarte Lins Guerrera (OAB: 11116/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDORA PÚBLICA
MUNICIPAL. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO PAGO EM NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2012, JANEIRO, FEVEREIRO,
MARÇO, ABRIL, JUNHO E DEZEMBRO DE 2013 E JANEIRO DE 2014, EM DISSONÂNCIA COM A LEI MUNICIPAL Nº 687/98.
AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE ADIMPLEMENTO EM RELAÇÃO AOS DEMAIS MESES. ÔNUS DA PROVA QUE NÃO PODE
SER IMPUTADO À DEMANDANTE, POR SE TRATAR DE FATO NEGATIVO. MUNICÍPIO QUE DEVERIA TRAZER AOS AUTOS PROVA
DO PAGAMENTO. FATO IMPEDITIVO, MODIFICATIVO OU EXTINTIVO DO DIREITO DA AUTORA. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO
DE PAGAMENTO, TAMBÉM, DA INDENIZAÇÃO CONCERNENTE ÀS FERIAS NÃO GOZADAS DO PERÍODO DE 2011 A 2014
(PROPORCIONAL). COMPROVAÇÃO NOS AUTOS QUANTO AO ADIMPLEMENTO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO REFERENTE
AOS ANOS DE 2011, 2012 E 2013, DEVENDO A AUTORA, PORTANTO, RECEBER APENAS O MONTANTE PROPORCIONAL
AO ANO DE 2014, EM DECORRÊNCIA DE SUA EXONERAÇÃO TER OCORRIDO EM FEVEREIRO DO MENCIONADO ANO.
NECESSIDADE DE MAJORAÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS E SUA CONSEQUENTE REDISTRIBUIÇÃO, EM
DECORRÊNCIA DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. DECISÃO POR MAIORIA. VERBA HONORÁRIA QUE DEVERÁ SER RATEADA
PROPORCIONALMENTE ENTRE APELANTE E APELADA, NO PERCENTUAL DE 40 % (QUARENTA POR CENTO) E 60% (SESSENTA
POR CENTO), RESPECTIVAMENTE. RETIFICAÇÃO DO TERMO INICIAL DOS JUROS DE MORA E DO ÍNDICE DE CORREÇÃO
MONETÁRIA A SER APLICADO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. UNANIMIDADE.

67 Apelação nº 0004210-11.2008.8.02.0058 , de Arapiraca, 6ª Vara de Arapiraca / Cível Residual


Apelante : Cícero Amorim de Siqueira - EPP

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 112

Advogado : Ivens Alberto de Queiroz Silva (OAB: 8051/AL)


Apelado : Antunes Palmeira LTDA
Advogado : Fábio Henrique de Araújo Urbano (OAB: 15473/PE)
Advogado : Jeyme Costa Santana (OAB: 7731/AL)
Advogada : Samira Lemos Ribeiro Lima (OAB: 8514/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: EMPRESARIAL. CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. SENTENÇA QUE JULGOU
PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONDENANDO A EMPRESA RÉ AO PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS NO IMPORTE DE R$ 10.000,00 (DEZ MIL REAIS). APELAÇÃO CÍVEL. TESE DE QUE O DÉBITO, O QUAL DEU ENSEJO À
NEGATIVAÇÃO DA PARTE AUTORA, FOI CONTRAÍDO POR EMPRESA QUE FAZ PARTE DO MESMO GRUPO ECONÔMICO QUE
AQUELA. ACOLHIMENTO. EXISTÊNCIA DE GRUPO ECONÔMICO FAMILIAR FORMADO ENTRE EMPRESA APELADA (ANTUNES
PALMEIRA LTDA) E A EMPRESA QUE CONTRAIU O DÉBITO JUNTO À RÉ/APELANTE (NARCISO MAIA TECIDOS LTDA). CONFUSÃO
PATRIMONIAL CONFIGURADA. DESCONSIDERAÇÃO DAS PERSONALIDADES JURÍDICAS. SOCIEDADES TIDAS POR ÚNICA
EMPRESA. POSSIBILIDADE DE INSCRIÇÃO DE QUALQUER UMA DELAS NOS CADASTROS DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO, ANTE
A EXISTÊNCIA DE DÍVIDA LEGÍTIMA. OBSERVÂNCIA DO PRAZO DE 05 (CINCO) DIAS ÚTEIS PARA EXCLUSÃO DO NOME DA
RECORRIDA DOS CADASTROS DE INADIMPLENTES. INTELIGÊNCIA DA SÚMULA 548 DO STJ. INEXISTÊNCIA DE ATO ILÍCITO.
PRESSUPOSTOS DA RESPONSABILIDADE CIVIL NÃO CONFIGURADOS. DIREITO À INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS
AFASTADO. SENTENÇA REFORMADA PARA JULGAR IMPROCEDENTE O PEDIDO INICIAL FORMULADO, COM A CONSEQUENTE
INVERSÃO DOS ÔNUS DA SUCUMBÊNCIA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS ARBITRADOS EM 15% (QUINZE POR CENTO) SOBRE
O VALOR ATUALIZADO DA CAUSA. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

67 Agravo de Instrumento nº 0802648-93.2017.8.02.0000 , de Maceió, 13ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Agravado : Álvaro Antônio Melo Machado,
Advogado : Bruno Titara de Andrade (OAB: 10386/AL)
Advogado : Leandro Ricardo Ferreira Gomes de Lima (OAB: 10488/AL)
Advogado : Hugo Brito Monteiro de Carvalho (OAB: 9654/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO
AO TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ÍNDICES DOS JUROS REMUNERATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL
DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto,
entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e não provido.

68 Apelação nº 0000541-19.2013.8.02.0043 , de Delmiro Gouveia, 1º Vara de Delmiro Gouveia / Infância e Juventude


Apelante : Município de Delmiro Gouveia
Advogado : Rafael Gomes Alexandre (OAB: 10222/AL)
Advogada : Giovanna Vasco Teixeira (OAB: 8771/AL)
Apelado : Carlos César Oliveira da Silva
Advogado : Eduardo Henrique Tenório Wanderley (OAB: 6617/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA:CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. INTERPOSIÇÃO DO RECURSO DE
APELAÇÃO VIA CORREIO ELETRÔNICO (E-MAIL). MODALIDADE QUE, SEGUNDO A JURISPRUDÊNCIA DO STF E DO STJ, NÃO
É PERMITIDA PELO ORDENAMENTO JURÍDICO PÁTRIO. AUSÊNCIA DE REGULARIDADE FORMAL. NÃO CONHECIMENTO.
REEXAME NECESSÁRIO. SENTENÇA QUE DECLAROU INCIDENTALMENTE AINCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 1º, DA
LEI MUNICIPAL N.º 973/2009, BEM COMO JULGOU PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, DETERMINANDO O RETORNO
DO REGIME JURÍDICO AO QUAL SE SUBMETE O SERVIDOR E O PAGAMENTO DA QUANTIA EQUIVALENTE À DIFERENÇA
DA REMUNERAÇÃO CORRESPONDENTE À JORNADA EXCEDENTE.MAJORAÇÃO DA CARGA HORÁRIA DOS SERVIDORES
PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE DELMIRO GOUVEIA, SEM A CORRESPONDENTE RETRIBUIÇÃO REMUNERATÓRIA. VIOLAÇÃO
AO PRINCÍPIO DA IRREDUTIBILIDADE DE VENCIMENTOS, PREVISTO NO ART. 37, INCISO XV, DA CF/88. DESNECESSIDADE DE
OBSERVÂNCIA DA CLÁUSULA DE RESERVA DE PLENÁRIO. MATÉRIA APRECIADA PELO PLENÁRIO DO SUPREMO TRIBUNAL

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 113

FEDERAL EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL. INTELIGÊNCIA DO ART. 948, PARÁGRAFO ÚNICO, CPC/2015. DIREITOÀ
PERCEPÇÃO DAS DIFERENÇAS SALARIAIS.SENTENÇA REFORMADA APENAS PARA RETIFICAR OS CONSECTÁRIOS LEGAIS.
DECISÃO UNÂNIME.

68 Agravo de Instrumento nº 0803490-73.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de
ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre exequente e executado,
para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6. A questão do termo inicial dos
juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP,
também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de
conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em
momento anterior”. 7. Recurso conhecido e não provido.

69 Apelação nº 0000801-53.2013.8.02.0025 , de Olho D’Agua das Flores, Vara do Único Ofício de Olho DÁgua das Flores
Apelante : Município de Olho D’Água das Flores
Advogado : Alan Firmino da Silva (OAB: 4702E/AL)
Advogado : Adriano Soares da Costa (OAB: 5588/AL)
Advogada : Ana Paula Lima de Lira (OAB: 4888/AL)
Advogado : Gustavo José Mendonça Quintiliano (OAB: 5135/AL)
Advogado : Mário Jorge Tenório Fortes Júnior (OAB: 7157/AL)
Advogado : Rafael Gomes Alexandre (OAB: 10222/AL)
Advogada : Giovanna Vasco Teixeira (OAB: 8771/AL)
Apelada : Valda Santana
Advogado : Oscar Tenório de Novais Almeida (OAB: 10634/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA DE ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO.
SENTENÇA QUE JULGOU PROCEDENTE EM PARTE A PRETENSÃO AUTORAL. SERVIDORA QUE INGRESSOU NO SERVIÇO
PÚBLICO SOB O REGIME CELETISTA. TRANSMUDAÇÃO PARA O REGIME ESTATUTÁRIO, APÓS A APROVAÇÃO DA LEI
MUNICIPAL N.º 597/2008. CÔMPUTO DO TEMPO DE SERVIÇO PRESTADO SOB O REGIME CELETISTA PARA FINS DE AQUISIÇÃO
DE ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO. POSSIBILIDADE. INTELIGÊNCIA DO ART. 93 DA LEI MUNICIPAL N.º 597/2008.
PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. SENTENÇA PARCIALMENTE REFORMADA, UNICAMENTE PARA AFASTAR
A CONDENAÇÃO REFERENTE AO PERÍODO ANTERIOR A 01.01.2009, BEM COMO RETIFICAR A CORREÇÃO MONETÁRIA E
OS JUROS DE MORA. MAJORAÇÃODA VERBAHONORÁRIADE R$ 400,00 PARA R$ 475,00, CONFORME PRECEITUA O ART.
85, §§1º, 2º E 11, DO NCPC, POR SEREM DEVIDOS HONORÁRIOS TAMBÉM NA FASE RECURSAL. RECURSO CONHECIDO E
PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

69 Agravo de Instrumento nº 0803499-35.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 114

a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

70 Apelação nº 0000207-58.2013.8.02.0051 , de Rio Largo, 2ª Vara de Rio Largo / Cível


Apelante : José Marcos de Santana Marques
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Patrícia Regina Fonseca Barbosa (OAB: 170838/RJ)
Apelado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Thales Francisco Amaral Cabral (OAB: 10131/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO COMINATÓRIA C/C PEDIDO DE TUTELA
ANTECIPADA AJUIZADA PARA ASSEGURAR O DIREITO À SAÚDE DE UM CIDADÃO CARENTE. SENTENÇA QUE JULGOU
PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONDENANDO O ENTE ESTADUAL A FORNECER AO DEMANDANTE “CIRURGIA
DE ARTROSCOPIA”, DEIXANDO, CONTUDO, DE FIXAR HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA
ESTADUAL. ALEGAÇÃO, EM CONTRARRAZÕES, DA VEDAÇÃO DE PERCEPÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS PELA DPE/
AL, HAJA VISTA ESTA INSTITUIÇÃO INTEGRAR O ESTADO DE ALAGOAS, NOS TERMOS DA SÚMULA Nº 421 DO STJ. AFASTADA.
RECEPÇÃO DO INCISO XXI, DO ART. 4º, DA LC N.º 80/94 E DO INCISO XVII, DO ART. 7º, DA LC Nº 29/11, PELO ART. 134 DA CF/88,
APÓS A EC N.º 80/14. ADVENTO DE MANIFESTAÇÃO DO PLENÁRIO DO STF, EM JULHO DE 2017, NA QUAL A CORTE SUPREMA
REAFIRMOU O DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA À PERCEPÇÃO DE VERBA SUCUMBENCIAL, INCLUSIVE NOS CASOS EM
QUE INTEGRA O ENTE FEDERADO CONTRA O QUAL LITIGA. MITIGAÇÃO DO ENTENDIMENTO SUMULADO PELO STJ. PEDIDO
DE FIXAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA ACOLHIDO. ARBITRAMENTO NO VALOR DE R$ 475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E
CINCO REAIS). RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

70 Agravo de Instrumento nº 0803599-87.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de
ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre exequente e executado,
para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6. A questão do termo inicial dos
juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP,
também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de
conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em
momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

71 Apelação nº 0700075-70.2017.8.02.0066 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : SMTT - Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito do Município de Arapiraca
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)
Procurador : Fernando Antonio Reale Barreto (OAB: 12175AA/L)
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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Apelado : Jair Elias Cordeiro


Advogado : Rogedson Rocha Ribeiro (OAB: 11317/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL EM MANDADO DE SEGURANÇA. SENTENÇA QUE
CONCEDEU A SEGURANÇA REQUESTADA, DETERMINANDO A LIBERAÇÃO DO VEÍCULO AUTOMOTOR DO IMPETRANTE,
O QUAL HAVIA SIDO APREENDIDO, EM VIRTUDE DE AUTUAÇÃO DECORRENTE DE TRANSPORTE IRREGULAR DE
PASSAGEIROS, NOS TERMOS PREVISTOS NOS ARTS. 4º, INCISO II, E 8º, DA LEI MUNICIPAL N.º 6.466/2015. RECONHECIMENTO
DA INCONSTITUCIONALIDADE DOS MENCIONADOS DISPOSITIVOS LEGAIS PELO TRIBUNAL PLENO, NOS AUTOS DO
INCIDENTE DE ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE N.º 0500087-72.2017.8.02.0000. COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO
PARA LEGISLAR SOBRE TRÂNSITO E TRANSPORTE, NOS TERMOS DO ART. 22, INCISO XI, DA CONSTITUIÇÃO DE 1988. A
COMPETÊNCIA DOS MUNICÍPIOS PARA LEGISLAR SOBRE ASSUNTOS DE INTERESSE LOCAL É SUPLEMENTAR À LEGISLAÇÃO
FEDERAL E ESTADUAL (RESPECTIVAMENTE, INCISOS I E II, DO ART. 30, DA CF/1988), E NÃO SERVE COMO JUSTIFICATIVA
PARA QUE O LEGISLADOR MUNICIPAL SE IMISCUA NA COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO. DE IGUAL MODO, A COMPETÊNCIA
ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO PARA ORGANIZAR A PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSPORTE COLETIVO NÃO
LHE CONFERE O DIREITO DE LEGISLAR SOBRE MATÉRIA DE COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO. SÚMULA N.º 510 DO STJ
E PRECEDENTES DO STF QUE SE ORIENTAM NO MESMO SENTIDO. INCONSTITUCIONALIDADE CONFIGURADA. DISPENSA
DA RESERVA DE PLENÁRIO, ANTE A EXISTÊNCIA DE DECISÃO DO TRIBUNAL PLENO SOBRE A QUESTÃO. MANUTENÇÃO DA
SENTENÇA APELADA. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

71 Agravo de Instrumento nº 0803633-62.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

72 Apelação nº 0700174-36.2015.8.02.0090 , de Maceió, 28º Vara Infância e Juventude da Capital


Apelante : L. M. da S.
Defensor P : Fábio Passos de Abreu (OAB: 7191/AL)
Apelada : R. E. dos S.
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE DESTITUIÇÃO DO PODER FAMILIAR
C/C ADOÇÃO. ALEGAÇÃO DE NULIDADE DA CITAÇÃO POR EDITAL, EM RAZÃO DA AUSÊNCIA DE ESGOTAMENTO DE MEIOS DE
LOCALIZAR A RÉ. REJEITADA. PARTE DEMANDADA EM LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO. MENOR ABANDONADO PELA MÃE HÁ
MAIS DE 14 (CATORZE) ANOS, QUANDO O INFANTE POSSUÍA 06 (SEIS) MESES DE IDADE. INEXISTÊNCIA DE OUTROS DADOS
QUE POSSIBILITEM LOCALIZAR A GENITORA. TENTATIVA INFRUTÍFERA DE CITAÇÃO EM ENDEREÇO OBTIDO EM SISTEMA DE
INFORMAÇÕES ELEITORAIS (SIEL) SUFICIENTE PARA ATRAIR A APLICAÇÃO DO INCISO II, DO ART. 256, DO CPC/2015. CITAÇÃO
EDITALÍCIA VÁLIDA. PLEITO DE NULIDADE EM RAZÃO DA OCORRÊNCIA DE AUDIÊNCIA INSTRUTÓRIA SEM A PRESENÇA DO
CURADOR ESPECIAL QUE, APESAR DE INTIMADO, INFORMOU ENCONTRAR-SE EM FÉRIAS REGULAMENTARES NO DIA DA
ASSENTADA. ACOLHIDO. É IMPERIOSO FACULTAR A PRESENÇA DAS PARTES EM TODOS OS ATOS PROCESSUAIS, CASO
DESATENDIDA, IMPORTA EM NULIDADE POR VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA AMPLA DEFESA E DO
CONTRADITÓRIO. ERROR IN PROCEDENDO CONFIGURADO. SENTENÇA ANULADA. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

72 Agravo de Instrumento nº 0803674-29.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 116

Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)


Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

73 Apelação nº 0713950-79.2015.8.02.0001 , de Maceió, 14ª Vara Cível da Capital / Fazenda Municipal


Apelante : Antonia Alves Ferreira
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Daniela Lourenço dos Santos (OAB: 282301/SP)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO COMINATÓRIA C/C PEDIDO DE TUTELA
ANTECIPADA AJUIZADA PARA ASSEGURAR O DIREITO À SAÚDE DE UMA CIDADÃ CARENTE. SENTENÇA QUE JULGOU
PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONDENANDO O ENTE MUNICIPAL A FORNECER À DEMANDANTE EXAMES DE
ULTRASSONOGRAFIA, DEIXANDO, CONTUDO, DE FIXAR HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM FAVOR DA DEFENSORIA PÚBLICA
ESTADUAL. ALEGAÇÃO MUNICIPAL DE VEDAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS PELA DPE/AL APÓS O
ADVENTO DA EC N.º 80/14. REJEITADA. RECEPÇÃO DO INCISO XXI, DO ART. 4º, DA LC N.º 80/94, PELO ART. 134 DA CF/88,
APÓS A EC N.º 80/14. ADVENTO DE MANIFESTAÇÃO DO PLENÁRIO DO STF, EM JULHO DE 2017, NA QUAL A CORTE SUPREMA
REAFIRMOU O DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA À PERCEPÇÃO DE VERBA SUCUMBENCIAL. MULTIPLICIDADE DE
DEMANDAS QUE NÃO MITIGA O DIREITO AOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. PEDIDO
DE FIXAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA NO IMPORTE DE R$ 937,00 (NOVECENTOS E TRINTA E SETE REAIS). ACOLHIMENTO
PARCIAL, NO SENTIDO DE FIXAR OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO VALOR DE R$ 475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E
CINCO REAIS). RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

73 Agravo de Instrumento nº 0803676-96.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 117

sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

74 Apelação nº 0022637-96.2009.8.02.0001 , de Maceió, 10ª Vara Cível da Capital


Apelante : Golden Cross Assistência Internacional de Saúde Ltda
Advogado : João Kleber Moura dos Santos (OAB: 3755/AL)
Apelada : Leorsônia Carlos Duarte
Advogado : João Carlos Lima Uchôa (OAB: 4021/AL)
Advogada : Lorena Godoi Paz (OAB: 9129/AL)
Advogada : Renata Gonçalves Goes Silva (OAB: 9128/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO DO CONSUMIDOR. APELAÇÃO INTERPOSTA EM SEDE DE REVISÃO CONTRATUAL C/C
CONSIGNATÓRIA C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA. PLEITO DE REFORMA DA SENTENÇA,
CUJO TEOR JULGOU PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONFIRMANDO MEDIDA ANTECIPATÓRIA DOS EFEITOS DA
TUTELA CONCEDIDA NO INÍCIO DA LIDE, DETERMINANDO QUE A APELANTE APLIQUE, RELATIVAMENTE ÀS MENSALIDADES DO
PLANO DE SAÚDE COLETIVO A QUE ADERIU A APELADA, OS ÍNDICES DE REAJUSTE FORNECIDOS PELA AGÊNCIA NACIONAL
DE SAÚDE SUPLEMENTAR, ENTRE OS ANOS DE 2006 E 2014, OBRIGANDO-A, AINDA, A PROMOVER O RESSARCIMENTO,
EM DOBRO, DOS VALORES QUITADOS A MAIOR PELA RECORRIDA, BEM COMO A EFETIVAR O PAGAMENTO DAS CUSTAS
PROCESSUAIS E DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS, ESTES FIXADOS EM 10% (DEZ POR CENTO) DO VALOR DADO À CAUSA.
ACOLHIMENTO PARCIAL. AUTORA QUE SUSTENTA, NA PEÇA PÓRTICO, DUAS PRETENSÕES, A PRIMEIRA ATINENTE AOS
AUMENTOS DECORRENTES DA MUDANÇA DE FAIXA ETÁRIA, E A SEGUNDA RELATIVA AOS ÍNDICES DE REAJUSTE APLICÁVEIS
AO CONTRATO COLETIVO. CONSTATADA A VIOLAÇÃO, PELA APELANTE, DO DEVER DE INFORMAÇÃO, REVELA-SE CABÍVEL
A OBRIGAÇÃO DE REAJUSTAR AS MENSALIDADES DO PLANO DE SAÚDE COM BASE NOS PERCENTUAIS FORNECIDOS PELA
ANS. AUSÊNCIA DE ABUSIVIDADE NA CLÁUSULA CONTRATUAL QUE TRATA DAS MAJORAÇÕES EM VIRTUDE DE ALTERAÇÃO
DA FAIXA ETÁRIA DA BENEFICIÁRIA. REPETIÇÃO DO INDÉBITO QUE SE MOSTRA DEVIDA, NA FORMA SIMPLES. INTEGRAÇÃO
DO JULGADO QUANTO AOS CONSECTÁRIOS LEGAIS DA CONDENAÇÃO. VERBAS DE SUCUMBÊNCIA REDISTRIBUÍDAS, À
LUZ DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. SENTENÇA REFORMADA EM PARTE. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.
UNANIMIDADE.

74 Agravo de Instrumento nº 0803677-81.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia,
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

75 Agravo de Instrumento nº 0803716-78.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de
juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto,
entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

76 Agravo de Instrumento nº 0803987-87.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

77 Agravo de Instrumento nº 0804047-60.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9985 OAB AL)
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
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de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso
conhecido e provido parcialmente.

78 Agravo de Instrumento nº 0804052-82.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

79 Agravo de Instrumento nº 0804093-49.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9985 OAB AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

80 Apelação / Reexame Necessário nº 0700056-26.2016.8.02.0090 , de Maceió, 28º Vara Infância e Juventude da Capital
Apelante : Defensoria Pública de Alagoas
Representando o : Adriely Possidonio Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Apelado : Município de Maceió
Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)
Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelante : Município de Maceió

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 120

Procurador : Diogo Silva Coutinho (OAB: 7489/AL)


Procurador : Guilherme Emmanuel Lanzillotti Alvarenga (OAB: 11673BA/L)
Apelado : Defensoria Pública de Alagoas
Representando o : Adriely Possidonio Silva
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL)
Defensor P : Othoniel Pinheiro Neto (OAB: 6154/AL)
Defensor P : Manuela Carvalho Menezes (OAB: 9246/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÕES CÍVEIS INTERPOSTAS EM AÇÃO COMINATÓRIA C/C PEDIDO
DE TUTELA ANTECIPADA AJUIZADA PARA ASSEGURAR O DIREITO À SAÚDE A MENOR CARENTE. SENTENÇA QUE JULGOU
PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONDENANDO O ENTE MUNICIPAL AO FORNECIMENTO DE “EXAMES PARA TESTE DE
ALERGIA”, BEM COMO AO PAGAMENTO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO IMPORTE DE R$ 100,00 (CEM REAIS). ALEGAÇÃO
DO ENTE MUNICIPAL DE VEDAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS PELA DEFENSORIA PÚBLICA ESTADUAL
APÓS O ADVENTO DA EC N.º 80/14. REJEITADA. RECEPÇÃO DO INCISO XXI, DO ART. 4º, DA LC N.º 80/94, PELO ART. 134 DA
CF/88, APÓS A EC N.º 80/14. ADVENTO DE MANIFESTAÇÃO DO PLENÁRIO DO STF, EM JULHO DE 2017, NA QUAL A CORTE
SUPREMA REAFIRMOU O DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA À PERCEPÇÃO DE VERBA SUCUMBENCIAL. MULTIPLICIDADE
DE DEMANDAS QUE NÃO MITIGA O DIREITO AOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE.
ACOLHIMENTO PARCIAL DO PLEITO DA DEFENSORIA PÚBLICA ESTADUAL, NO SENTIDO DE ELEVAR OS HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS AO PATAMAR DE R$475,00 (QUATROCENTOS E SETENTA E CINCO REAIS). RECURSOS CONHECIDOS. NÃO
PROVIMENTO DO APELO MUNICIPAL. PARCIAL PROVIMENTO DO APELO DA DPE/AL. DECISÃO UNÂNIME.

80 Agravo de Instrumento nº 0804140-23.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

81 Agravo de Instrumento nº 0804151-52.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9985 OAB AL)
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o

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Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

82 Agravo de Instrumento nº 0804193-04.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte

83 Agravo de Instrumento nº 0804214-77.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

85 Agravo de Instrumento nº 0804247-67.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdencia
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 122

Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

86 Agravo de Instrumento nº 0804362-88.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupanca e Previdência- Incpp,
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

87 Agravo de Instrumento nº 0800161-53.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO DO
FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO TÍTULO
EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ÍNDICES DOS JUROS REMUNERATÓRIOS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS
DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 123

pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso
conhecido e parcialmente provido.

88 Agravo de Instrumento nº 0802394-23.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil
Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no
julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do
juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram
definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para
o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda
tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a
interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à alegação de que um dos substituídos não é o titular da conta bancária, a parte agravada
reconheceu a procedência do argumento e requereu, em relação a esse substituído, a desistência do cumprimento de sentença.6. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

89 Apelação nº 0700124-53.2016.8.02.0032 , de Porto Real do Colegio, Vara do Único Ofício do Porto Real do Colégio
Apelante : IREP -SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR, MEDIO E FUNDAMENTAL LTDA (ESTÁCIO DE SÁ)
Advogado : Rafael Bodas (OAB: 104448/RJ)
Apelada : Debora Freitas Camilo
Advogado : Gustavo Santos Araujo (OAB: 13736/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: CONSUMIDOR.RECURSOINOMINADORECEBIDO COMO APELAÇÃO. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA
FUNGIBILIDADE. AÇÃO DE DANOS MATERIAIS/REPETIÇÃO DE INDÉBITO E DANOS MORAIS. SENTENÇA QUE CONDENOU A
SOCIEDADE DE ENSINO APELANTE À REPETIÇÃO DO INDÉBITO, EM DOBRO, NO IMPORTE DE R$ 4.813,40 (QUATRO MIL,
OITOCENTOS E TREZE REAIS E QUARENTA CENTAVOS), ASSIM COMO AO PAGAMENTO DE R$ 3.000,00 (TRÊS MIL REAIS) A
TÍTULO DE DANOS MORAIS. PEDIDO DE REFORMA DO JULGADO A FIM DE QUE SEJA RECONHECIDA A ILEGITIMIDADE AD
CAUSAM DA RECORRENTE. NÃO ACOLHIMENTO. LIAME SUBJETIVO ENTRE AS PARTES VERIFICADO, ANTE A EXISTÊNCIA
DE DOCUMENTO QUE DEMONSTRA QUE A APELANTE IMPUTOU O DÉBITO SUB JUDICE À RECORRIDA. ALEGAÇÃO DE
INEXISTÊNCIA DOS DANOS MATERIAIS. ALUNA QUE, AO CONTRATAR COM A RÉ, TERIA CONCORDADO COM O PAGAMENTO
DE TODAS AS MENSALIDADES DO ANO, INCLUSIVE AQUELAS RELATIVAS AOS MESES ANTERIORES À MATRÍCULA.
POSSIBILIDADE DE MITIGAÇÃO DO PACTA SUNT SERVANDA, COM REVISÃO DO CONTEÚDO AVENÇADO À LUZ DO CDC, SEM
QUE ISSO CONFIGURE OFENSA AO ATO JURÍDICO PERFEITO. RESOLUÇÃO Nº 03/89 DO CNE QUE VEDA A COBRANÇA DE
MENSALIDADES ESCOLARES EM MOMENTO ANTERIOR À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. OCORRÊNCIA DA PRÁTICA ABUSIVA
PREVISTA NO INCISO V, DO ART. 39, DO CDC. DANOS MORAIS CONFIGURADOS. ALEGAÇÃO DE EXORBITÂNCIA DO QUANTUM
INDENIZATÓRIO. VALOR FIXADO DENTRO DOS PARÂMETROS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. DANOS
MATERIAIS IGUALMENTE VERIFICADOS. REFORMA DA SENTENÇA NO PONTO REFERENTE À REPETIÇÃO DO INDÉBITO, A
FIM DE DETERMINAR A RESTITUIÇÃO NA FORMA SIMPLES, ANTE A NÃO COMPROVAÇÃO DA MÁ-FÉ DA INSTITUIÇÃO DE
ENSINO. PLEITO DE CONDENAÇÃO DA RECORRIDA AO PAGAMENTO DE MULTA POR LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. INDEFERIDO.
AUSÊNCIA DE QUALQUER DAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 17 DO CPC/73, O QUAL FOI REPRODUZIDO NO ART. 80 DO
NCPC. NECESSIDADE DE RETIFICAÇÃO DOS CONSECTÁRIOS LEGAIS. PEDIDO IMPLÍCITO, NOS TERMOS DOS ARTS. 322, §1º,
E 491, CAPUT E §2º, DO CPC/2015. OBRIGAÇÃO CONTRATUAL ILÍQUIDA. DANOS MORAIS. JUROS MORATÓRIOS DE 01% AO
MÊS, A PARTIR DA CITAÇÃO. INCIDÊNCIA DA TAXA SELIC, DESDE O ARBITRAMENTO DA INDENIZAÇÃO, EM OBSERVÂNCIA AO

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TEOR DA SÚMULA 362 DO STJ. DANOS MATERIAIS. INPC DESDE O EFETIVO PREJUÍZO (DESEMBOLSO), EM OBSERVÂNCIA AO
TEOR DA SÚMULA 43 DO STJ. APLICAÇÃO DA TAXA SELIC, A PARTIR DA CITAÇÃO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. DECISÃO UNÂNIME.

90 Agravo de Instrumento nº 0803703-79.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à litispendência,
as partes concordam que os créditos dos substituídos Manoel de Deus Melo (Conta 10028877-4) e Noemia Augusta Lopes Rodrigues
(Conta 100034605-3), que já constam em outro processo, devem ser excluídos do presente cumprimento de sentença. 6. No julgamento
do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos
casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

91 Agravo de Instrumento nº 0803825-92.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

92 Embargos de Declaração nº 0728950-56.2014.8.02.0001/50000 , de Maceió, 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual
Embargante : Luiza Helena Duarte
Advogado : Maria Sizenando Santiago Costa (OAB: 3198/AL)
Advogado : Laísa Milena Duarte de França Costa (OAB: 10046/AL)
Embargado : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Procurador : Roberto Tavares Mendes Filho (OAB: 4884/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO

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QUANTO À ANÁLISE DA MAJORAÇÃO DOS HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS NA VIA RECURSAL. VÍCIO CONFIGURADO.
PREVISÃO EXPRESSA NO ART. 85, §§1º, 2º e 11, DO CPC/2015. OMISSÃO SUPRIDA PARA ELEVAR A VERBA HONORÁRIA DE
R$ 1.000,00 PARA R$ 1.050,00, LEVANDO EM CONTA O TRABALHO ADICIONAL REALIZADO PELOS CAUSÍDICOS EM GRAU
RECURSAL. RECURSO CONHECIDO E ACOLHIDO. MAIORIA DE VOTOS.

93 Embargos de Declaração nº 0802851-55.2017.8.02.0000/50000 , de Maceió, 19ª Vara Cível da Capital/Execução Fiscal


Embargante : Fazenda Pública Estadual
Procurador : Francisco Gustavo Fortaleza (OAB: 4057/AL)
Embargado : Barbosa Souza Ltda
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ACÓRDÃO EMBARGADO QUE
RECONHECEU A OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO TRIBUTÁRIA. ERRO DE PREMISSA FÁTICA CONFIGURADO. EMBARGANTE
QUE TROUXE AOS AUTOS COMPROVANTE DE CAUSA INTERRUPTIVA DO PRAZO PRESCRICIONAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO
INTERPOSTO CONTRA DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU QUE SUSPENDEU O TRÂMITE DO FEITO EXECUTIVO, COM FULCRO NO
ART. 40, DA LEI DE EXECUÇÃO FISCAL. PARTE EXECUTADA NÃO LOCALIZADA. CITAÇÃO POR EDITAL. DEFENSORIA PÚBLICA
QUE SE RECUSOU A EXERCER O PAPEL DE CURADORA ESPECIAL. IMPOSSIBILIDADE, DIANTE DA PREVISÃO EXPRESSA
DO ART. 72 DO NCPC. ACLARATÓRIOS CONHECIDOS E ACOLHIDOS, COM EFEITOS INFRINGENTES, NO SENTIDO DE
AFASTAR A OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO TRIBUTÁRIA E DETERMINAR O PROSSEGUIMENTO DO FEITO EXECUTIVO, COM
A CONSEQUENTE INTIMAÇÃO DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA QUE DESIGNE UM DE SEUS DEFENSORES PARA EXERCER A
FUNÇÃO DE CURADOR ESPECIAL. UNANIMIDADE.

93 Agravo de Instrumento nº 0804167-06.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

94 Agravo de Instrumento nº 0804363-73.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Agravado : Sebastião Fernando Soares
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na
indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de
decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida
pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação
Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ,
no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência
do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual
restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de
prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 126

juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem
prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. No presente caso, há coincidência de pedidos, quanto ao ponto,
entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos índices oficiais da caderneta de poupança.6.
A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido em parte.

95 Agravo de Instrumento nº 0800196-13.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132AA/L)
Advogado : Angello Ribeiro Angelo (OAB: 11929AA/L)
Advogado : Nelson Wilians Fratoni Rodrigues (OAB: 128341/SP)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

95 Agravo nº 0803683-88.2017.8.02.0000/50000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Safra S/A
Advogado : Carlos Augusto Tortoro Júnior (OAB: 247319/SP)
Agravado : E.m Comercial Ltda Me
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogada : Nathália Paz Simões (OAB: 27934/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Agravado : Em Estaleiro do Brasil Ltda.EPP
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogada : Nathália Paz Simões (OAB: 27934/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Agravado : Estalbras Estaleiro do Brasil Ltda
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogada : Nathália Paz Simões (OAB: 27934/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Agravado : Ph Comércio do Brasil Ltda.ME
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogada : Nathália Paz Simões (OAB: 27934/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA
POR MEIO DA QUAL NÃO FOI CONHECIDO O RECURSO INTERPOSTO PELO ORA AGRAVANTE, UMA VEZ QUE NÃO RESTOU
PREENCHIDO O REQUISITO INTRÍNSECO ATINENTE AO CABIMENTO. TESE DE QUE A DECISÃO RECORRIDA MERECE
REFORMA, PORQUANTO O AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO ENCONTRARIA SUPORTE NO PARÁGRAFO ÚNICO DO

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ART. 1.015 DO NCPC, O QUAL, SEGUNDO O ENUNCIADO N.º 69 DA PRIMEIRA JORNADA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL
EM BRASÍLIA, SERIA APLICÁVEL, TAMBÉM, AOS PROCESSOS DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL E FALÊNCIA. NÃO ACOLHIDA.
A DECISÃO DE PRIMEIRA INSTÂNCIA, QUE DEFERIU O PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DO PRAZO DO STAY PERIOD EM SEDE
DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL, DETERMINANDO A MANUTENÇÃO DA SUSPENSÃO DAS AÇÕES E EXECUÇÕES QUE CORREM
CONTRA OS AGRAVADOS POR MAIS 180 (CENTO E OITENTA) DIAS, NÃO ENCONTRA GUARIDA NO ROL TAXATIVO DE QUE
TRATA O ART. 1.015 DO NCPC, TAMPOUCO EM QUALQUER PREVISÃO EXPRESSA EM LEI. NÃO HÁ, NO PARÁGRAFO ÚNICO
DO ART. 1.015, REFERÊNCIA EXPRESSA AOS PROCESSOS DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL, E, POR OUTRO LADO, DESCABE
FALAR EM ANALOGIA NO QUE CONCERNE AO CABIMENTO DO RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, UMA VEZ QUE,
COMO JÁ DITO, O ROL DA LEI É TAXATIVO. A DISPOSIÇÃO LEGAL QUE ADMITE A INTERPOSIÇÃO DO RECURSO EM “OUTROS
CASOS EXPRESSAMENTE REFERIDOS EM LEI” TEM POR FINALIDADE EXATAMENTE A CONCESSÃO DE ELASTICIDADE À
NORMA, CONTUDO, A NECESSIDADE DE UM SISTEMA RECURSAL DINÂMICO NÃO PODE SIGNIFICAR O ESVAZIAMENTO
DE SUA TAXATIVIDADE, COM A ADMISSÃO DE RECURSO CONTRA DECISÕES QUE NÃO ESTEJAM CONTEMPLADAS, NEM
NO ROL DO NCPC, NEM EM QUALQUER LEGISLAÇÃO ESPECIAL. O ENUNCIADO N.º 69 DA PRIMEIRA JORNADA DE DIREITO
PROCESSUAL CIVIL EM BRASÍLIA, REALIZADA PELO CENTRO DE ESTUDOS JUDICIÁRIOS DO CONSELHO DA JUSTIÇA
FEDERALEM 25 DE AGOSTO DE 2017, NÃO TEM NATUREZA DE LEI, E NEM MESMO DE JURISPRUDÊNCIA, DE MANEIRA QUE
NÃO POSSUI FORÇA COGENTE SUFICIENTE A AFASTAR A DICÇÃO DO QUE ESTÁ CONSIGNADO NA NORMA LEGAL, PORQUE
EXTRAPOLA AS BALIZAS DE MERO GUIA PARA A INTERPRETAÇÃO NORMATIVA, E EXSURGE COM PRETENSÕES DE SOLAPAR
A PRÓPRIA LEI, DIZENDO MUITO MAIS DO QUE A NORMA POSTA PELO LEGISLADOR ORDINÁRIO. O CONSELHO DA JUSTIÇA
FEDERAL, NOS TERMOS DO INCISO II DO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 105 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, BEM COMO DO ART.
3º DA LEI N.º 11.798/2008, TEM POR FUNÇÃO O EXERCÍCIO DA SUPERVISÃO ADMINISTRATIVA E ORÇAMENTÁRIA DA JUSTIÇA
FEDERAL, COM PODERES CORREICIONAIS, SENDO QUE NÃO SE DEVE PERMITIR QUE AS CONCLUSÕES ADOTADAS POR TAL
ÓRGÃO TENHAM O CONDÃO DE MODIFICAR A ESCOLHA FEITA PELO LEGISLADOR AO EDITAR O PARÁGRAFO ÚNICO DO ART.
1.015 DO NCPC. AUSÊNCIA DE NATUREZA VINCULANTE DO TEXTO DISCUTIDO. A GARANTIA CONSTITUCIONAL IMPLÍCITA DO
DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO PODE SER MITIGADA PELO LEGISLADOR ORDINÁRIO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA.
RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO. UNANIMIDADE.

96 Agravo de Instrumento nº 0802361-33.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

97 Agravo de Instrumento nº 0802366-55.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança ¿ Incpp,
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de

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incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

98 Agravo de Instrumento nº 0802428-95.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

101 Embargos de Declaração nº 0803279-37.2017.8.02.0000/50000 , de São Miguel dos Campos, 3ª Vara Exec. por Títulos
Extrajudiciais de S.M
Embargante : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Malaquias de Almeida Júnior (OAB: 2427/AL)
Embargado : Rodrigues Auto Pecas Ltda.
Advogada : Nice Coronado Tenório Cavalcante (OAB: 12572/AL)
Embargado : José Rodrigues da Rocha Júnior
Advogada : Nice Coronado Tenório Cavalcante (OAB: 12572/AL)
Embargado : Sergio Rodrigues da Rocha
Advogada : Nice Coronado Tenório Cavalcante (OAB: 12572/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ACÓRDÃO
EMBARGADO QUE CONSIGNOU DE FORMA EXPRESSA OS MOTIVOS PELOS QUAIS ESTARIA CONFIGURADA A PRESCRIÇÃO
DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. AUSÊNCIA DE SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA, UMA VEZ QUE OS ARGUMENTOS TRAZIDOS PELA
PARTE FORAM, TAMBÉM, LEVADOS À APRECIAÇÃO DO JUÍZO A QUO, QUE, TODAVIA, OPTOU POR REJEITÁ-LOS. ALEGAÇÃO
DE CONTRADIÇÃO QUANTO À DATA DA CONSTITUIÇÃO DEFINITIVA DO CRÉDITO E EFEITOS DA DEFESA ADMINISTRATIVA
APRESENTADA PELO CONTRIBUINTE. NÃO ACOLHIDA. ACÓRDÃO EMBARGADO QUE TRATOU DA MATÉRIA DE FORMA
EXPRESSA E CLARA. A CONTRADIÇÃO QUE AUTORIZA O ACOLHIMENTO DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO DEVE OCORRER
NO BOJO DA DECISÃO, ENTRE SEUS FUNDAMENTOS OU ENTRE ESSES E SEU DISPOSITIVO. NÃO HÁ QUE SE FALAR EM
VÍCIO PASSÍVEL DE SER SANADO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO QUANDO A CONTRADIÇÃO APONTADA É EXTERNA EM
RELAÇÃO AO DECISUM. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DE MATÉRIA DEVIDAMENTE ENFRENTADA E DECIDIDA À LUZ DO
ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL APLICÁVEL À ESPÉCIE. IMPOSSIBILIDADE. EMBARGOS DECLARATÓRIOS QUE NÃO SE
PRESTAM À REVISÃO DO ENTENDIMENTO EXARADO NO DECISUM EMBARGADO, MAS APENAS AO SEU ESCLARECIMENTO
OU INTEGRAÇÃO, CASO PRESENTES OS VÍCIOS ELENCADOS NO ART. 1.022, DO NCPC. INEXISTÊNCIA DE VÍCIO A SER
SANADO VIA ACLARATÓRIOS. RECURSO CONHECIDO E REJEITADO. UNANIME.

107 Agravo de Instrumento nº 0803050-77.2017.8.02.0000 , de Maceió, 19ª Vara Cível da Capital/Execução Fiscal
Agravante : Fazenda Pública Estadual
Procurador : Daniele de Pontes Martins Freitas (OAB: 6049B/AL)
Agravado : J A Silva Gama ME
Agravado : Jose Alves da Silva Gama
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo

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Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. PARTES EXECUTADAS NÃO ENCONTRADAS. CITAÇÃO POR
EDITAL. SUSPENSÃO DO FEITO. AUSÊNCIA DE DEFENSOR CONSTITUÍDO NOS AUTOS PARA DEFENDER O RÉU AUSENTE.
DEFENSORIA PÚBLICA QUE NÃO PODE SE RECUSAR A EXERCER O PAPEL DE CURADORA ESPECIAL. ART. 72 DO CPC/2015.
PROSSEGUIMENTO DO FEITO EXECUTIVO COM A CONSEQUENTE INTIMAÇÃO DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA QUE DESIGNE
UM DE SEUS DEFENSORES PARA ATUAR NA FUNÇÃO DE CURADOR ESPECIAL. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

110 Agravo de Instrumento nº 0803052-81.2016.8.02.0000 , de Maceió, 1ª Vara Cível da Capital


Agravante : Rb International Finance (Usa) Llc
Advogada : MELISSA CRISTINA REIS (OAB: 54330/RS)
Advogado : Lúcio Feijó Lopes (OAB: 50791/RS)
Agravado : Mendo Sampaio S/A
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Paulo André Rodrigues de Matos (OAB: 19067/PE)
Advogado : Thiago Torres de Assunção (OAB: 23100/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogado : Maria Raquel Maia Peres (OAB: 19023/PE)
LitsPassiv : São Miguel - Central Geradora de Energia Elétrica Ltda.
Advogado : Carlos Gustavo Rodrigues de Matos (OAB: 17380/PE)
Advogado : Eduardo Augusto Paurá Peres Filho (OAB: 21220/PE)
Advogado : Rodrigo Cahu Beltrão (OAB: 22913/PE)
Advogado : Paulo André Rodrigues de Matos (OAB: 19067/PE)
Advogado : Thiago Torres de Assunção (OAB: 23100/PE)
Advogado : Guilherme P. L. Sertório Canto (OAB: 25000/PE)
Advogado : Maria Raquel Maia Peres (OAB: 19023/PE)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL. DECISÃO QUE DEFERIU A ALIENAÇÃO DE 10
(DEZ) IMÓVEIS, COMO PARTE INTEGRANTE DO CUMPRIMENTO DO PLANO. DECISUM NÃO ELENCADO NO ROL TAXATIVO DO
ART. 1.015 DO CPC/15. INCABIMENTO.RECURSO NÃO CONHECIDO. DECISÃO UNÂNIME.

112 Agravo de Instrumento nº 0801312-54.2017.8.02.0000 , de Maceió, 3ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco Bmg S/A
Advogado : Marcelo Tostes de Castro Maia (OAB: 63440/MG)
Advogada : Flávia Almeida Moura Di Latella (OAB: 109730/MG)
Agravado : Jose Gilvan de Almeida
Advogado : Gabriel de França Ribeiro (OAB: 12660/AL)
Advogado : Anderson Gabriel Padilha Alves Meira (OAB: 14208/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :DIREITO DO CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM AÇÃO REVISIONAL/ANULATÓRIA DE EMPRÉSTIMO
CONSIGNADO NO CARTÃO DE CRÉDITO C/C REPARAÇÃO POR DANOS. MANUTENÇÃO DAS ORDENS DE SUSPENSÃO DOS
DESCONTOS E DE NÃO INSCRIÇÃO DO NOME DO RECORRIDO EM CADASTROS DE INADIMPLENTES. ADEQUAÇÃO DA MULTA
COMINATÓRIA EM CASO DE DESCUMPRIMENTO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO.

114 Agravo de Instrumento nº 9000005-42.2017.8.02.0000 , de Maceió, 19ª Vara Cível da Capital/Execução Fiscal
Agravante : Estado de Alagoas
Procurador : Francisco Gustavo Fortaleza (OAB: 4057/AL)
Agravada : G S Alves Informatica
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. PARTES EXECUTADAS NÃO ENCONTRADAS. CITAÇÃO POR
EDITAL. SUSPENSÃO DO FEITO. AUSÊNCIA DE DEFENSOR CONSTITUÍDO NOS AUTOS PARA DEFENDER O RÉU AUSENTE.
DEFENSORIA PÚBLICA QUE NÃO PODE SE RECUSAR A EXERCER O PAPEL DE CURADORA ESPECIAL. ART. 72 DO CPC/2015.
PROSSEGUIMENTO DO FEITO EXECUTIVO COM A CONSEQUENTE INTIMAÇÃO DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA QUE DESIGNE
UM DE SEUS DEFENSORES PARA ATUAR NA FUNÇÃO DE CURADOR ESPECIAL. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO.

115 Agravo de Instrumento nº 0803219-64.2017.8.02.0000 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Agravante : Evandro Luiz Barros Marroquim
Advogado : André Alves Pinto de Farias Costa (OAB: 8606/AL)
Advogado : Jefferson Germano Regueira Teixeira (OAB: 5309/AL)
Agravante : Pajuçara Maria Guimarães Marroquim
Advogado : André Alves Pinto de Farias Costa (OAB: 8606/AL)
Advogado : Jefferson Germano Regueira Teixeira (OAB: 5309/AL)
Agravado : P. G. D. (Representado(a) por seu Pai) A. T. D. J.
Advogado : Roberto Tavares Mendes Filho (OAB: 4884/AL)
Advogada : Marianna Pereira Correia das Neves Lacerda (OAB: 7243/AL)
Agravada : L. G. D. (Representado(a) por seu Pai) A. T. D. J.
Advogado : Roberto Tavares Mendes Filho (OAB: 4884/AL)
Advogada : Marianna Pereira Correia das Neves Lacerda (OAB: 7243/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 130

EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. PEDIDO DE EXTINÇÃO DA EXECUCAO


FUNDADO EM TERMO DE DECLARÇÕES E QUITAÇÃO. TERMO E QUITAÇÃO FIRAMDO POR APENAS UM DOS CREDORES.
SUBSISTENCIA DA EXECUCAO EM RELAÇÃO AO CRÉDITO DOS DEMAIS CREDORES. RECURSO CONHECIDO E NÃO
PROVIDO.

122 Agravo de Instrumento nº 0800205-72.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares
de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à litispendência, as partes concordam que os créditos do substituído Celso Antônio
Franco (200018383-7), que já constam em outro processo, devem ser excluídos do presente cumprimento de sentença. 6. No julgamento
do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos
em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de
conhecimento. No presente caso, tendo a liquidação por artigos natureza de ação autônoma, o precedente se torna inaplicável. Ademais,
há coincidência de pedidos, quanto ao ponto, entre exequente e executado, para que a dívida seja atualizada, exclusivamente, pelos
índices oficiais da caderneta de poupança.7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou
definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese
de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar
em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente
provido.

123 Agravo de Instrumento nº 0800227-33.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 131

124 Agravo de Instrumento nº 0801441-59.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO DO
FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO TÍTULO
EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS PARTES.
ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE
PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1147595/RS, julgado sob a sistemática dos recursos repetitivos, o STJ firmou a tese de que os expurgos inflacionários referentes ao
Plano Verão somente são devidos às cadernetas de poupança com período mensal iniciado até o dia 15 de janeiro de 1989. 6. No
julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença
nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual
de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida
pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de
mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade
contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

125 Agravo de Instrumento nº 0800200-50.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As
preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento
de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos
repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo
inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF
contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à litispendência, as partes concordam que os créditos
dos substituídos Atushi Yamaichi (100016744-2) e Júlio Martins Santos (100022403-9), que já constam em outro processo, devem ser
excluídos do presente cumprimento de sentença. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso
conhecido e parcialmente provido.

126 Agravo de Instrumento nº 0800216-04.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Brunno de Andrade Lins (OAB: 10762/AL)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Advogada : Lilian Teper (OAB: 198234/SP)

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 132

Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo


Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada,
não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a
decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito,
que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já
foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº
920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para
propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito
dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda
que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3,
pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à litispendência, as partes concordam
que os créditos referentes à substituída Vera Lúcia da Silva Nonato (100032525-0), que já constam em outro processo, devem ser
excluídos do presente cumprimento de sentença. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão
de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença executada,
sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.7. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos
semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito
de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil
Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”. 8. Recurso
conhecido e parcialmente provido.

127 Agravo de Instrumento nº 0800355-53.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 12855AA/L)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares
de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Não é devida a multa prevista no art. 523, §1º, do CPC, nos casos em que o valor devido na execução somente é conhecido na decisão
que liquida a sentença. Ademais, no presente caso, houve o depósito judicial do valor da execução em momento anterior.8. Recurso
conhecido e parcialmente provido.

128 Agravo de Instrumento nº 0801489-18.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Advogado : Fernando Igor Abreu Costa (OAB: 9958/AL)
Advogado : Leônidas de Abreu Costa (OAB: 9523/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 133

tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

129 Agravo de Instrumento nº 0802362-18.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A petição inicial do recurso, em
que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não
sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão
de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como
fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente
decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares
de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese
de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura
da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil,
ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. Quanto à litispendência, as partes concordam que os créditos dos substituídos Ivo Milton
Raimundo (100003408-6), Osnei de Campos (100029920-9) e Gumercindo de Oliveira (10009305-8), que já constam em outro processo,
devem ser excluídos do presente cumprimento de sentença. 6. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 7. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
8. Recurso conhecido e parcialmente provido.

130 Agravo de Instrumento nº 0802212-37.2017.8.02.0000 , de Maceió, 9ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : João de Sá Teixeira
Advogado : Bruno Titara de Andrade (OAB: 10386/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. A decisão não enfrentou
questões pontuais sobre a atualização do débito porque determinou a refeitura dos cálculos. Apenas quando tal providência for adotada e
o juiz homologar ou não o novo valor é que se poderá enfrentar tais questões.6. Recurso conhecido e provido em parte.

131 Agravo de Instrumento nº 0802358-78.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 134

DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO


TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

132 Agravo de Instrumento nº 0802413-29.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e não provido.

133 Agravo de Instrumento nº 0802429-80.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE. 1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 135

sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

134 Agravo de Instrumento nº 0802431-50.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO
JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar
na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso
de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

135 Agravo de Instrumento nº 0800238-62.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Sérvio Túlio de Barcelos (OAB: 44698/MG)
Advogado : José Arnaldo Janssen Nogueira (OAB: 12854AA/L)
Agravado : Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança - Incpp
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/SP)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA DE CONTROVÉRSIA ENTRE AS
PARTES. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO
EM PARTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e
combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade
de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP,
não alcança o presente feito, que tem como fundamento a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada
na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida, pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em
Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não
filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-
RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não
prospera porque, ainda que o prazo inicial para a propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo
2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp
1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que
não houver expressa condenação pela sentença executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento.
6. A questão do termo inicial dos juros de mora, em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no
julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir
da citação do devedor na fase de conhecimento da Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que
haja a configuração da mora em momento anterior”. 7. Recurso conhecido e provido parcialmente.

136 Agravo de Instrumento nº 0802433-20.2017.8.02.0000 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Agravante : Banco do Brasil S/A
Advogado : Rafael Sganzerla Durand (OAB: 10132/AL)
Agravado : Incpp - Instituto Nacional dos Investidores Em Caderneta de Poupança
Advogado : Denys Blinder (OAB: 154237/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. TITULARES DE CADERNETA DE POUPANÇA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA 1998.01.1.016798-9 - DF. PRELIMINARES DE INÉPCIA DA INICIAL, DE NECESSIDADE DE SOBRESTAMENTO
DO FEITO, DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO E DE ILEGITIMIDADE ATIVA REJEITADAS. ARGUMENTOS DE MÉRITO QUANTO AO
TÍTULO EXECUTIVO IMPOSSÍVEIS DE ANÁLISE DEVIDO À COISA JULGADA. ARGUMENTO QUANTO AO TERMO INICIAL DO

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 136

JUROS DE MORA REJEITADO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO PARCIALMENTE.1. A petição inicial do recurso, em que pese
pecar na indicação dos pontos impugnados, aduz matérias de ordem pública e combate, parcialmente, a decisão agravada, não sendo o
caso de decretação de sua inépcia.2. Não prospera a preliminar de necessidade de sobrestamento do feito porque a decisão de afetação
proferida pelo Ministro Raul Araújo, do STJ, nos autos do REsp. 1.438.263-SP, não alcança o presente feito, que tem como fundamento
a Ação Civil Pública 1998.01.01.016798-9. Isso porque a matéria veiculada na citada ação civil pública já foi definitivamente decidida,
pelo STJ, no julgamento do REsp. 1.391.198-RS e, pelo STF, no Agravo em Recurso Extraordinário nº 920.090.3. As preliminares de
incompetência do juízo do domicílio do poupador e de ilegitimidade ativa de não filiado ao IDEC para propor cumprimento de sentença
individual restaram definitivamente rejeitadas no julgamento do REsp. 1.391.198-RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos.4. A
tese de prescrição para o ajuizamento do presente cumprimento de sentença não prospera porque, ainda que o prazo inicial para a
propositura da demanda tenha sido o dia 28.10.2014, com o ajuizamento do processo 2014.01.1.148561-3, pelo MP do DF contra o
Banco do Brasil, ocorreu a interrupção do prazo prescricional.5. No julgamento do REsp 1392245/DF, o STJ firmou a tese de que não
cabe a inclusão de juros remuneratórios em cumprimento de sentença nos casos em que não houver expressa condenação pela sentença
executada, sem prejuízo de os interessados ajuizarem ação individual de conhecimento. 6. A questão do termo inicial dos juros de mora,
em casos semelhantes ao presente, restou definitivamente decida pelo STJ que, no julgamento do REsp. 1.370.899/SP, também julgado
sob o rito de recurso repetitivo, fixou a tese de que “os juros de mora incidem a partir da citação do devedor na fase de conhecimento da
Ação Civil Pública, quando esta se fundar em responsabilidade contratual, sem que haja a configuração da mora em momento anterior”.
7. Recurso conhecido e provido em parte.

199 Embargos de Declaração nº 0019908-39.2005.8.02.0001/50001 , de Maceió, 4ª Vara Cível da Capital


Embargante : José Crispim de Veras
Advogado : Alberto Braga de Góes (OAB: 1187/AL)
Advogado : Claudeanor Nascimento França (OAB: 1131/AL)
Advogada : Marina Correia dos Reis Cleto (OAB: 9192/AL)
Embargada : Andrea de Gouveia Vasconcelos
Advogada : Alessandra Teixeira Joca de Albuquerque Moura (OAB: 7868/AL)
Advogado : Flávio de Albuquerque Moura (OAB: 4343/AL)
Advogado : Pedro Jorge Bezerra de Lima e Silva (OAB: 268546/SP)
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Embargado : Luiz José do Monte Vasconcelos
Advogada : Alessandra Teixeira Joca de Albuquerque Moura (OAB: 7868/AL)
Advogado : Flávio de Albuquerque Moura (OAB: 4343/AL)
Advogado : Pedro Jorge Bezerra de Lima e Silva (OAB: 268546/SP)
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Embargada : Telma Ténorio de França
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Embargado : Luiz Carlos Almeida de França
Advogada : Heloisa Tenório de França (OAB: 8296/AL)
Relator: Des. Tutmés Airan de Albuquerque Melo
Revisor:
EMENTA :EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE USUCAPIÃO
E REINTEGRAÇÃO DE POSSE. ALEGAÇÃO DE INOBSERVÂNCIA DAS ESCRITURAS PÚBLICAS DE COMPRA E VENDA.
EXISTÊNCIA DE OMISSÃO. ENFRENTAMENTO DEVIDO, SEM, NO ENTANTO, EMPREGAR EFEITOS INFRINGENTES. EMBARGOS
CONHECIDOS E ACOLHIDOS EM PARTE.

215 Agravo Regimental nº 0700047-72.2016.8.02.0055/50000 , de Santana do Ipanema, 2ª Vara Cível (Sucessões)


Agravante : Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas ¿ Uncisal
Procurador : Rudérico Mentasti (OAB: 1432/AL)
Agravada : Jussara Cirilo Leite Torres
Advogado : José Edson Magalhães Félix (OAB: 6796/AL)
Advogado : Douglas Soares Araújo (OAB: 10391/AL)
Relator: Des. Fábio José Bittencourt Araújo
Revisor:
EMENTA :AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO À APELAÇÃO. NECESSIDADE DE
ENFRENTAMENTO DAS MATÉRIAS ATRAVÉS DO REEXAME NECESSÁRIO. A INTERPOSIÇÃO DE APELAÇÃO PELO ENTE
PÚBLICO VENCIDO NÃO IMPEDE A REANÁLISE DAS QUESTÕES POSTAS EM JULGAMENTO POR MEIO REEXAME NECESSÁRIO.
ENUNCIADO nº 432 DO FÓRUM PERMANENTE DOS PROCESSUALISTAS CIVIS.01 - Malgrado o conteúdo do art. 496, § 1º do Código
de Processo Civil, a interposição do recurso apelatório, não impede o conhecimento da matéria devolvida ou não, por meio do reexame
necessário.02 - O Fórum Permanente dos Processualistas Civis, inclusive, editou o Enunciado nº 432, nos seguintes termos: (art. 496,
§1º) A interposição de apelação parcial não impede a remessa necessária. (Grupo: Impacto do novo CPC e os processos da Fazenda
Pública)RECURSO CONHECIDO À UNANIMIDADE DE VOTOS E PROVIDO POR MAIORIA.

Secretaria da 1ª Câmara Cível do Tribunal de justiça de Alagoas.

Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Belª. Margarida Maria Melo


Secretário(a) 1ª Câmara Cível

2ª Câmara Cível

2ª CÂMARA CÍVEL

NOTA DECLARATÓRIA

Publicação Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas - Lei Federal nº 11.419/06, art. 4º
Disponibilização: segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 Diário Oficial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional e Administrativo Maceió, Ano IX - Edição 2008 137

EM 18 DE DEZEMBRO DE 2017

Aos dezoito dias do mês de dezembro do ano de dois mil e dezesseis, declaro que não haverá a Sessão Ordinária da 2ª Câmara
Cível relativa à Técnica Ampliada de Julgamento nesta data por falta de quórum, em decorrência da ausência justificada do Des. Pedro
Augusto Mendonça de Araújo, por estar em gozo de suas férias. Dada e passada na Secretaria da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça
do Estado de Alagoas.

CARLA CHRISTINI BARROS COSTA DE OLIVEIRA


Secretária da 2ª Câmara Cível

Parte das conclusões de Acórdãos da 8ª sessão extraordinária realizada em 13/12/2017, nos termos do art. 943, § 2º, do CPC.

194 Agravo de Instrumento nº 0803872-66.2017.8.02.0000 , de Maceió, 27ª Vara Cível da Capital / Família
Agravante : C. A. X.
Advogado : Oswaldo de Araújo Costa Neto (OAB: 7834/AL)
Advogado : Darlan Cicero Matias (OAB: 4151/AL)
Agravado : G. L. M.
Advogado : Diogo Prata Lima (OAB: 7909/AL)
Relator: Desa. Elisabeth Carvalho Nascimento
Revisor:
EMENTA :AÇÃO DE RECONHECIMENTO DE UNIÃO ESTÁVEL E PARTILHA DE BENS. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO
DE INDISPONIBILIDADE DOS BENS ADQUIRIDOS NA CONSTÂNCIA DE UNIÃO ESTÁVEL QUE SE BUSCA RECONHECER. SENDO
VEROSSÍMIL A VERSÃO DE QUE HOUVE UNIÃO ESTÁVEL ENTRE AS PARTES, MOSTRA-SE ADEQUADA A DETERMINAÇÃO DE
INDISPONIBILIDADE DE BENS. O TEMOR DE DISSIPAÇÃO DE BENS JUSTIFICA-SE A PARTIR DA BELIGERÂNCIA DO CASAL,
PRÓPRIA DO ESTÁGIO INICIAL DE QUALQUER PROCESSO SEPARAÇÃO. RECURSO CONHECIDO. PROVIMENTO PARCIAL.

Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Carla Christini Barros Costa de Oliveira


Secretário(a) 2ª Câmara Cível

Gabinete dos Desembargadores

Des. Alcides Gusmão da Silva

Agravo de Instrumento n.º 0803155-54.2017.8.02.0000


Interpretação / Revisão de Contrato
3ª Câmara Cível
Relator:Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : Valdemi Afonso da Silva
Advogado : Diego Antônio de Barros Acioli (OAB: 9632/AL)
Advogado : Paulo Medeiros (OAB: 8970/AL)
Agravado : Bv Financeira S/A
Advogada : Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB: 9557A/AL)
Advogado : Flaviano Belinati Garcia Perez (OAB: 24102BP/R)
Advogado : Patrícia Pontaroli Jansen (OAB: 12419/AL)

DECISÃO MONOCRÁTICA/MANDADO/OFÍCIO 3ª CC N. /2017.


Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por Valdemi Afonso da Silva em face de decisão que indeferiu a homologação de
acordo extrajudicial no primeiro grau.
Às fls. 39/41, esta Relatoria proferiu decisão por meio da qual, ante a competência deste Tribunal para tanto, homologou-se o acordo
extrajudicial firmado entre Valdemi Afonso da Silva e BV Financeira S/A, tendo extinguido o feito sem resolução do mérito.
À fl. 43 o agravante apresentou petição requerendo a expedição de alvará no montante de R$ 2.109,04 (dois mil cento e nove reais
e quatro centavos) acrescido de juros e correções, referente aos depósitos realizados em juízo relativos à quantia incontroversa das
parcelas, sob o fundamento de que este valor não restou inserido no acordo ajustado.
Intimada a parte agravada para se manifestar acerca do pleito autoral, deixou transcorrer o prazo in albis.
Pois bem. Ao apreciar a documentação acostada aos autos, vislumbra-se à fl. 33, que o acordo extrajudicial previu, quanto aos
valores depositados em juízo, o seguinte:

10 DOS VALORES DEPOSITADOS EM JUÍZO

10.1 Caso o valor total depositado seja superior ao valor do boleto, a diferença pertencerá à BV Financeira, sendo então necessária a
expedição de dois alvarás, sendo um para o autor, limitado ao valor do boleto, e outro para BV Financeira, contemplando o valor residual,
eventualmente depositado a maior.

Ademais vislumbra-se que o agravante comprovou, à fl. 44, ter procedido ao pagamento da dívida, tendo em vista a consulta de
gravame atestar que este foi baixado pelo agente financeiro.
Dessa forma, tem-se que restou acordado que a agravada concordava em receber o valor de R$ 5.000,92 (cinco mil reais e noventa
e dois centavos) para a quitação total do contrato em questão e o valor depositado na conta judicial (fls. 129/132 dos autos originários
e fl. 45 dos presentes autos) corresponde a R$ 2.109,04 (dois mil cento e nove reais e quatro centavos) acrescido de juros e correção
monetária.
Sendo assim, o valor total depositado é inferior ao valor do boleto, situação que, nos termos do acordo extrajudicial pactuado,
possibilita a liberação do alvará do valor integral ao recorrente.

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Diante desse contexto, determino a EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ em nome do Agravante Valdemi Afonso da Silva, para levantamento do
valor total constante na conta judicial 3000104091264, referente aos autos originários, tombado sob o nº 0703602-36.2014.8.02.0001.
Após, proceda-se ao arquivamento dos presentes autos.

Maceió, 14 de dezembro de 2017.

Des. Alcides Gusmão da Silva


Relator

Apelação / Reexame Necessário n.º 0703653-52.2011.8.02.0001


Defeito, nulidade ou anulação
3ª Câmara Cível
Relator:Des. Alcides Gusmão da Silva
Apelante : André Luiz Telles Uchôa (Em causa própria)
Advogado : Leonel Quintella Jucá (OAB: 4997/AL)
Apelante : Leonel Quintella Jucá (Em causa própria)
Advogado : André Luiz Telles Uchôa (OAB: 4386/AL)
Apelante : Estado de Alagoas
Procurador : Victor Hugo Ferreira Rodrigues (OAB: 6085B/AL)
Apelado : CEAL - COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS (ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS)
Soc. Advogados : Júlia Queiroz & Advogados Associados (OAB: 396/AL)
Advogada : Júlia Lenita Gomes de Queiroz (OAB: 9667/AL)
Advogado : Christiane Cabral Tenório (OAB: 7820/AL)

DESPACHO/MANDADO/OFÍCIO 3ª CC N. /2017.

Ante a inclusão destes autos na pauta de julgamento marcada para o dia 18/12/2017, a parte apelada, à fl. 425, protocolou petição por
meio da qual pleiteia a designação de nova data para tal, sob o argumento de ter revogado as procurações e substabelecimentos de seus
antigos advogados desde 16 de agosto de 2017, e, por se tratar a demanda objeto do feito de matéria complexa, os atuais causídicos,
por terem interesse em realizar sustentação oral, necessitariam da dilação prazal para viabilizar uma melhor preparação para tanto.
Nesse contexto, DEFIRO O ADIAMENTO DO JULGAMENTO DO FEITO EM EPÍGRAFE, determinando, desde já, À SECRETÁRIA
DA 3ª CÂMARA CÍVEL que faça consignar na ata da sessão prevista para o dia 18/12/2017, a sua automática inclusão na sessão
imediatamente subsequente.
Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Des. Alcides Gusmão da Silva


Relator

Agravo de Instrumento nº 0805358-86.2017.8.02.0000


3ª Câmara Cível
Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : J. A. de L. S.
Advogada : Lívia Norma de Araújo (OAB: 8881/AL) e outro
Agravada : T. C. de F. L. S.
Defensor P : Eduardo Antônio de Campos Lopes (OAB: 6020/AL) e outros

DECISÃO/MANDADO/OFÍCIO 3ª CC N. /2017

Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por J. A. de L. S., irresignado com a decisão proferida nos autos da Ação Revisional de
Alimentos n.º 0728335-95.2016.8.02.0001 ofertada por T. C. de F. L. S., por intermédio da qual a Magistrada da 22ª Vara Cível da Capital
concedeu em parte a tutela de urgência requestada, tendo deliberado nos seguintes termos:

[...]
As necessidades da autora e o perigo da demora foram previamente demonstradas, razão pela qual os requisitos legais da concessão
da tutela antecipada se acham presentes, e ANTE O EXPOSTO, concedo-lhe em parte a TUTELA DE URGÊNCIA INCIDENTAL PARA
MAJORAR A PENSÃO ALIMENTÍCIA A SER PAGA À PARTE AUTORA PELA PARTE RÉ, para o valor equivalente a 10% (dez por cento)
dos rendimentos mensais da parte ré, incluindo gratificações e vantagens, inclusive gratificação natalina ressalvados os descontos legais
obrigatórios, com pagamento mediante desconto em folha de pagamento e posterior depósito na conta de titularidade da autora, n°
35270-9, operação 013, agência n° 1557, da Caixa Econômica Federal;

Em suas razões, o Agravante assevera que, ao pleitear na ação originária a majoração dos valores percebidos a título de pensão
alimentícia, a Recorrida teria omitido informações determinantes acerca de sua real condição laborativa, bem como de seus rendimentos.
Assim, declara que a alimentada, desde o ano de 2013, possui vínculo com a Prefeitura de Maceió, tendo sido promovida, em 11.08.2017,
ao cargo em comissão de Gerente na Secretaria Municipal de Saúde.
Nesta perspectiva, refuta as alegações de que a Demandante, ora Agravada, não estaria inserida no mercado de trabalho e que não
possuiria qualquer renda outra que não aquela proveniente da pensão alimentícia, motivo pelo qual defende a inviabilidade de majoração
dos valores devidos a título de alimentos.
Alfim, declara estarem configurados na presente demanda os requisitos autorizadores à concessão da tutela recursal, requestando o
posterior provimento do recurso, a fim de sustar os efeitos da decisão objurgada.
Juntou os documentos de fls. 17/80.

FUNDAMENTAÇÃO

Inicialmente, faz-se necessário tecer algumas considerações acerca dos requisitos de admissibilidade do presente agravo. Estes

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pressupostos são imprescindíveis ao conhecimento dos recursos, constituindo matéria de ordem pública, razão pela qual devem ser
examinados ex officio, a qualquer tempo e grau de jurisdição.
Isto posto, compulsando detidamente os autos, à luz dos arts. 1.015 a 1.017, do CPC/15, verifico que restaram preenchidos os
requisitos intrínsecos e extrínsecos de admissibilidade do presente agravo, notadamente, o cabimento, a tempestividade (documento
de fl. 42/43 dos autos originários e interposição do recurso), o preparo (fls. 78/80) e a juntada do rol de documentos descritos nos
mencionados dispositivos, motivo pelo qual merece o recurso ser conhecido.
Transcende-se, pois, à análise do pedido de atribuição de efeito suspensivo à decisão agravada (fl. 42/43).
Cumpre destacar que em virtude do pedido formulado, relativo à concessão de efeito suspensivo, é ínsito a este momento processual
um juízo de cognição sumária, de maneira a apreciar a possibilidade ou não de se atribuir o efeito litigado, sem que, para tanto, se
mergulhe no mérito da causa.
Consoante dispõe a redação do artigo 1.015, I, do CPC/15, das decisões interlocutórias que versarem sobre tutelas provisórias, caberá
Agravo de Instrumento. Por sua vez, o art. 1.019, I, da mencionada norma prevê, em sede de Agravo de Instrumento, a possibilidade de
suspensão dos efeitos do decisum, vejamos:

Art. 1.019. Recebido o agravo de instrumento no tribunal e distribuído imediatamente, se não for o caso de aplicação do art. 932,
incisos III e IV, o relator, no prazo de 5 (cinco) dias:
I - poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso ou deferir, em antecipação de tutela, total ou parcialmente, a pretensão recursal,
comunicando ao juiz sua decisão; (Grifado)

Por conseguinte, o parágrafo único, do art. 995, do CPC é expresso no que se refere aos requisitos necessários à concessão do
efeito suspensivo no recurso de agravo, sendo o propósito deste garantir que a decisão impugnada não gere consequências indesejáveis
enquanto não julgado o mérito do recurso, devendo ter relevância o fundamento recursal.
Do exame superficial dos autos depreende-se que o cerne da demanda reside em aferir se merece reparo a decisão vergastada, a
qual determinou a majoração do percentual incidente sobre os vencimentos do Agravante, devidos à sua ex-cônjuge a título de pensão
alimentícia.
Pois bem. Compulsando detidamente os argumentos hasteados pelo Recorrente em suas razões, assim como as provas acostadas
aos autos, concebo que merece reparo a decisão objurgada, conforme explicações que passo a tecer.
Como notório, a obrigação de prestar alimentos ao ex-cônjuge necessitado tem por fundamento o princípio da solidariedade familiar,
de modo que, para que sejam devidos, é necessário que a parte interessada demonstre não possuir rendimentos ou bens suficientes, ou
que não possa prover, por meio de trabalho, sua subsistência. É o que se pode colher da redação conferida aos artigos 1.694 e 1.695, do
Código Civil, in verbis:

Art. 1.694. Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de
modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação.
§ 1º Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada.
§ 2º Os alimentos serão apenas os indispensáveis à subsistência, quando a situação de necessidade resultar de culpa de quem os
pleiteia.

Art. 1.695. São devidos os alimentos quando quem os pretende não tem bens suficientes, nem pode prover, pelo seu trabalho, à
própria mantença, e aquele, de quem se reclamam, pode fornecê-los, sem desfalque do necessário ao seu sustento.

Ressalte-se, por oportuno, que os alimentos regem-se pela cláusula “rebus sic stantibus”, possibilitando a sua revisão, a qualquer
tempo, quando sobrevier alteração na situação financeira de quem os supre ou na de quem os recebe.
Neste raciocínio, cumpre-nos observar que, nos termos do art. 1.699, do Código Civil, é possível a redução ou exoneração dos
alimentos, sempre que sobrevier mudança na situação financeira de quem os concede, ou na de quem os recebe, respeitado o binômio
possibilidade e necessidade, senão vejamos:

Art. 1.699. Se, fixados os alimentos, sobrevier mudança na situação financeira de quem os supre, ou na de quem os recebe, poderá
o interessado reclamar ao juiz, conforme as circunstâncias, exoneração, redução ou majoração do encargo.

No caso dos autos, em que pese deferida a majoração dos alimentos em benefício da Agravada, o que se percebe, mediante exame
dos documentos colacionados pelo Recorrente, é a demonstração de que a renda assinalada pela alimentante na demanda de origem,
em verdade, não mais condiz com sua realidade.
Diz-se isso por restar comprovado nos autos que o Agravante é funcionário público estadual inativo, não tendo sofrido alterações
significativas em seus vencimentos nos últimos meses (fl. 25/26). De modo oposto, a senhora T. C. de F. L. S., a despeito do que aduz
em sua peça vestibular, encontra-se inserida no mercado de trabalho ao menos desde janeiro de 2013, como comprova o documento
de fl. 27, tendo obtido alterações de cargos que elevaram seu salário ao montante atual de R$2.000,00 (dois mil reais), de acordo com
a documentação de fls. 29/38, na qual se colhe, inclusive, que seu cargo atual é de Gerente da Gerência de Administração de Unidades
de Saúde (fl. 36).
Assim, é de se concluir que a decisão proferida pelo juízo singular (fls. 42/43), com a devida vênia, não promoveu valoração adequada
das circunstâncias fáticas dos autos ao determinar, ainda que em sede de tutela de urgência, a majoração da pensão alimentícia devida
pelo ex-cônjuge em proveito da Demandante.
Corroborando com o entendimento suso esposado, colaciono a seguinte jurisprudência pátria:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO CIVIL. FAMÍLIA. AÇÃO DE REVISÃO DE ALIMENTOS. MAJORAÇÃO. ANTECIPAÇÃO
DE TUTELA. EX-CÔNJUGE. NECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATORIA. A documentação constante nos autos não autoriza, desde
logo, a majoração dos alimentos. No decorrer da instrução processual, com a exposição fática e maior esclarecimento do contexto, pode
ser readequado o encargo alimentar, se for o caso. NEGADO SEGUIMENTO. (Agravo de Instrumento Nº 70064939648, Sétima Câmara
Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro, Julgado em 25/05/2015).
(TJ-RS - AI: 70064939648 RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro, Data de Julgamento: 25/05/2015, Sétima Câmara Cível,
Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 27/05/2015)

Dessa forma, tem-se que os documentos colacionados aos autos e já especificados neste decisum, se fazem suficientes para
caracterizar a probabilidade de provimento do recurso. Da mesma maneira, concebo estar devidamente evidenciado o segundo dos

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requisitos exigidos para tal, a saber o risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação, o qual se evidencia na possibilidade de
restar sobremaneira comprometida a subsistência do Agravante.
Dessa forma, entende-se adequado conceder o efeito suspensivo pleiteado, no sentido de sustar a majoração da pensão arbitrada
às fls. 42/43 dos autos originários.

DISPOSITIVO

Ante o exposto, DEFIRO pleito de concessão do efeito suspensivo, sustando, até ulterior decisão de mérito, os efeitos da decisão
objurgada a fim de afastar a majoração do percentual fixado a título de pensão alimentícia em proveito da Agravada, mantendo-o como
outrora vigorava, qual seja, em 5% (cinco por cento) dos vencimentos mensais do agravante, montante estabelecido em sentença nos
autos de nº 001.09.005410-6.
INTIME-SE a Agravada para, querendo, responder ao recurso interposto, no prazo de 15 (quinze) dias, conforme prevê o inciso II, do
artigo 1.019 do Código de Processo Civil.
COMUNIQUE-SE, de imediato, ao juízo de primeiro grau acerca do teor deste decisório, nos termos e para os fins dos arts. 1.018,
§1º, e 1.019, I, do CPC/2015.
Ato contínuo, VISTA ao representante da PGJ, nos termos do art. 75, da Lei n.º 10.741/2003 (Estatuto do Idoso).

Maceió, 15 de dezembro de 2017.

Des. Alcides Gusmão da Silva


Relator

Agravo de Instrumento n.º 0805369-18.2017.8.02.0000


Contratos Bancários
3ª Câmara Cível
Relator:Des. Alcides Gusmão da Silva
Agravante : Banco Itaú Unibanco S/A
Advogada : Monique Salgado Serra Carletto (OAB: 28624/BA)
Advogada : Andréa Freire Tynan (OAB: 10699/BA)
Agravado : S L C Pessoa & Cia Ltda.
Advogado : Luciano Pontes de Maya Gomes (OAB: 6892/AL)
Advogado : David Araújo Padilha (OAB: 9005/AL)
Advogado : Pedro Duarte Pinto (OAB: 11382/AL)
Advogado : Ana Gabriela de Araújo Mendes (OAB: 14016/AL)
Advogado : Dannyelle Chaves Carnaúba Fragoso (OAB: 13845/AL)
Agravado : Auto Posto Morada Ltda.
Advogado : Luciano Pontes de Maya Gomes (OAB: 6892/AL)
Advogado : David Araújo Padilha (OAB: 9005/AL)
Advogado : Pedro Duarte Pinto (OAB: 11382/AL)
Advogado : Ana Gabriela de Araújo Mendes (OAB: 14016/AL)
Advogado : Dannyelle Chaves Carnaúba Fragoso (OAB: 13845/AL)

DECISÃO MONOCRÁTICA/MANDADO/OFÍCIO 3ª CC N. /2017.


Trata-se de Agravo de Instrumento interposto pelo Banco ITAÚ S/A em face de decisão (fls.43/45) proferida pelo juízo da 2ª Vara
Cível de São Miguel dos Campos nos autos da Ação de Recuperação Judicial n. 0701156-30.2016.8.02.0053, ajuizada por SLC PESSOA
E CIA LTDA, a qual determinou:

[...]
Assim , defiro os pedidos formulados nos autos, determinando:
(...)
b) Ao Itaú Unibanco S/A a devolver a importância descontada indevidamente da conta corrente n° 15180-0, agência 8907, de
titularidade de SLC Pessoa & Cia Ltda, no valor de R$ 173.724,15 (cento e setenta e três mil, setecentos e vinte e quatro reais e quinze
centavos), acrescidos de juros e correção monetária, bem como dos valores descontados da conta corrente n° 16926-6, agência 7395,
de titularidade de Auto Posto Miranda, no valor de R$ 20.857,88 (vinte mil, oitocentos e cinquenta e sete reais e oitenta e oito centavos),
no prazo de 03 (três) dias, devendo abster-se de realizar novas retenções e amortizações, sob pena de multa diária por descumprimento
no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais);
c) A sustação dos efeitos dos protestos cartorários em face das empresas recuperandas e de seus respectivos sócios registrados
no Cartórios de Protesto de São Miguel dos Campos/AL, Arapiraca/ AL e Campo Alegre/ AL, assim como as anotações constantes nos
cadastros restritivos de crédito (SPC/ SERASA).

Em suas razões, o agravante sustenta que há probabilidade de seu direito que se funda na exceção do art. 49, § 3º, da Lei
11.101/2005 o qual excepciona os efeitos da recuperação judicial os créditos garantidos por cessão fiduciária; bem como o perigo de
dano irreparável ou de difícil reparação estaria presente, em razão de que, caso haja a posterior reforma da decisão agravada apenas ao
final da demanda, a situação de crise dos recorridos, por certo, inviabilizará a reversão da situação causada pela liminar cujos efeitos ora
se busca suspender.
Prossegue aduzindo a nulidade da decisão, ante a vedação da decisão surpresa disciplinada no art. 10 do CPC/15, isso porque não
foi intimado a se manifestar quanto ao pleito de devolução dos valores.
Afirma ser infundado o pedido de devolução realizado pelas recuperandas, pois, os valores reclamados apenas aparecem na seção
do extrato “Lançamentos para o dia”, sem que tivessem sido efetivamente retidos ou somados à dívida, razão pela qual pleiteia seja
aplicada multa por litigância de má-fé em 10% sobre o valor requerido e ainda a condenação em honorários sucumbenciais, nos termos
do art. 81 c/c 80, inc. II do CPC/2015
Irresigna-se, também, com a multa fixada para o caso de descumprimento, requerendo sua exclusão, ou subsidiariamente a redução
de seu valor e o estabelecimento de teto máximo não superior à obrigação.
Consigna, ainda, que o benefício da recuperação não alcança os sócios, de modo que determinar a baixa dos registros e protestos

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em seus nomes extrapola o que prescreve a lei, além de afrontar o entendimento do STJ.
Requer: a concessão do efeito suspensivo; a declaração da validade das garantias dos contratos nº 30165 611681156, 30910
53787750, 30910 506149277, 46806 1070123334, 46806 1057669234, 46806 1043060423, 46805 1058291137 e 46806 1058080639 e
a sua exclusão dos efeitos da recuperação judicial; ou, que se declare a nulidade da decisão.
Finaliza pugnando pela aplicação da multa por litigância de má- fé de 10% (dez por cento) e honorários sucumbenciais, ambos a
incidir sobre o valor requerido pela recuperanda; a exclusão da multa por descumprimento, e caso assim não entenda, a adequação do
valor aos termos do art. 537 do CPC/2015 com o estabelecimento do teto máximo não superior ao valor da obrigação.
É o relatório.

FUNDAMENTAÇÃO

A princípio, pontua-se a viabilidade do manejo deste agravo de instrumento, uma vez que seu cabimento encontra previsão expressa
no rol taxativo do artigo 1.015, I, do Código de Processo Civil. Ou seja, a decisão combatida revela-se como hipótese típica de decisão
agravável, vez que trata de tutela provisória, podendo, em tese, trazer prejuízos imediatos a uma das partes.
Além disso, do exame dos autos se observa que a petição foi instruída com os documentos listados no rol do artigo 1.017, merecendo
conhecimento o recurso interposto.
Transcende-se, pois, à análise do pedido de atribuição de efeito ativo à decisão agravada, prevista no artigo 1.019 do Código de
Processo Civil, in verbis:

Art. 1.019. Recebido o agravo de instrumento no tribunal e distribuído imediatamente, se não for o caso de aplicação doart. 932,
incisos III e IV, o relator, no prazo de 5 (cinco) dias:
I - poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso ou deferir, em antecipação de tutela, total ou parcialmente, a pretensão recursal,
comunicando ao juiz sua decisão;

Ao conferir a possibilidade de conceder efeito suspensivo (ou ativo) ao recurso manejado, a lei processual o faz com a ressalva de
que seja observada a presença - no caso concreto - do perigo de ser ocasionada à parte lesão grave ou de difícil reparação, bem como
preceitua que a fundamentação exposta deve se demonstrar plausível, de maneira que a ausência de qualquer