Você está na página 1de 24

FACULDADE DE CIENCIAS ADMINISTRATIVAS E DE TECNOLOGIA DE

RONDONIA FATEC-RO

MERIANE FREITAS CERDEIRA

RELATORIO DE ESTAGIO SUPERVISIONADO II

Porto Velho – RO
2017
MERIANE FREITAS CERDEIRA

RELATORIO DE ESTAGIO SUPERVISIONADO II

Relatório De Estágio Supervisionado


Apresentado Ao Curso De Graduação Em
Administração 6° Período De Administrativas E
De Tecnologia - FATEC / Rondônia Com
Carga-Horária De 150 Horas, Como Requisito
Para Aprovação Do Estagio Supervisionado I.
Sob Orientação Do Professor (A): Gisele
Amaral Cintra Pedroso – Especialista.

Porto Velho
2017
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃo .......................................................................................................... 5

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................... 6

3 CONCEITO, EVOLUÇÃO E IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA ................................ 7

4 ATIVIDADES PRIMÁRIAS ....................................................................................... 9

4.1 Transporte ............................................................................................................. 9


4.2 Manutenções de Estoques .................................................................................... 9
4.3 Processamentos de Pedidos ............................................................................... 10
Atividades de Apoio ............................................................................................... 10
4.4 Armazenagem ..................................................................................................... 10
4.5 Manuseio de Materiais ........................................................................................ 10
4.6 Embalagem ......................................................................................................... 11
4.7 Obtenção ............................................................................................................. 11
4.8 Planejamento ...................................................................................................... 11
4.9 Sistemas de Informação ...................................................................................... 11
5 GESTÃO DE ESTOQUE ........................................................................................ 12

5.1 Tipos de Estoques ............................................................................................... 12


5.2 Custos de Estoque .............................................................................................. 13
6. REFERENCIAL TEORICO.................................................................................... 14
6.1 Logística e seus Modais de Distribuição ............................................................. 14
6.2 Relatório Anual e de Sustentabilidade 2014 “Qualidade Que Surpreende” – JBS
15
6.3 Sobre o Relatório ................................................................................................ 16
7. OBJETIVO ............................................................................................................ 18
7.1 Empresa Selecionada ........................................................................................ 18
8. MACROAMBIENTE ............................................................................................. 18
8.1 Análise p.e.s.t.a.l. ................................................................................................ 18
8.1.1 Políticos ............................................................................................................ 18
8.1.2 Econômicos ...................................................................................................... 19
8.1.3 Social................................................................................................................ 20
8.1.4 Tecnológico ...................................................................................................... 20
8.1.5 Ambiental ......................................................................................................... 20
8.1.6 Legal................................................................................................................. 21
9. DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS ............................................................... 22
CONCLUSÃO............................................................................................................ 23
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS .......................................................................... 24
1 INTRODUÇÃO

Na minha entrada desossa, na primeira chegada tive que fazer um


treinamento como “as boas práticas de fabricação BPF”. Lembro que muito
importante lavar botas de trabalho como também as mãos. Tenho que continuar
limpeza pessoal correta e não usamos acessórios de beleza.

Os faqueiros amolam suas facas fazer a esterilização para evitar


contaminações nas carnes. Depois do trabalho de embalagem e que começa o
processo de desossa, para completar com informação para ter uma continuidade do
trabalho da empresa.

As peças no tamanho médio são desossa 600 peças, 300 dianteiros 300
traseiros. Depois da seleção entra o trabalho da garantia de qualidade, faz as
avaliações de todas as peças resfriados. Como por exemplo, o contra filé, coxão
mole e outras peças que trabalhamos. Verificam todos os tipos de contaminação
pelas fezes dos animais se já a peça pode ter contato e passado no túnel de
encolhimento.

Todos os dias fazemos a produção em médio calculável de mais ou menos.


25.90 peças. São pesadas por dia junto com a produção fazemos no médio
calculável de mais ou menos. 25.90 peças.

No trabalho da empresa trabalhamos com toda organização e seriedade nas


fiscalizações até porque temo uma marca que precisa manter a frase de propaganda
“Nossos produtos são de confiança e qualidade, pois queremos o melhor para você!

Lembrando que a empresa trabalha com política organizacional da teoria do


5S.

Na pesquisa que realizei na internet, consegui algumas informações como


essas abaixo:

 Dianteiro
 Sabe aquelas carnes que ficam perfeitas no ensopado, molho ou caldo?

5
 Traseiro
 As peças mais tradicionais dos assados e churrascos não poderiam
faltar por aqui

 Costelas
 É claro que uma das opções mais deliciosas do boi não poderia ficar de
fora das nossas especialidades.

 Miúdos
 Confiança é a palavra-chave para escolher o miúdo perfeito, com
qualidade e sabor que você conhece

 Congelados
 Depois de um dia cheio, você quer uma comidinha gostosa para fechar
bem a noite, mas não quer gastar horas na cozinha.

 Cortes Especiais
 Da fábrica direto para a sua mesa, a linha de cortes especiais Friboi traz
mais segurança, sabor e praticidade para o seu dia a dia.

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES


CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da JBS S.A. São Paulo - SP


Opinião Examinamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da
JBS S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado,
respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado
em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações individuais e
consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio
líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as
correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas
6
contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas
apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira, individual e consolidada, da JBS S.A. em 31 de dezembro
de 2016, o desempenho, individual e consolidado, de suas operações e os seus
fluxos de caixa, individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de
relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board
(IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas
brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em
conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada
“Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis,
individuais e consolidadas”. Somos independentes em relação à Companhia, de
acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional
do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de
Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com
essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e
apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoria
Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional,
foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses
assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações
contábeis, individuais e consolidadas, como um todo e na formação de nossa
opinião sobre essas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, e,
portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.

3 CONCEITO, EVOLUÇÃO E IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA

Logística: grupo JBS Friboi está voltando à época dos carros.

Maior empresa do mundo do setor de alimentos, o grupo JBS Friboi está


voltando à época dos carros com alto-falantes para vender sua carne, de porta em
porta, no interior de São Paulo. Em Andradina, os 60 mil moradores tinham se

7
esquecido dos antigos carros de som que ofereciam, em alto volume, verduras e
frutas, quando há cerca dois meses começaram a surgir as vans do JBS-Friboi
anunciando a venda de vários cortes de carne bovina.
"Todos os dias neste mesmo horário, nesta mesma rua, passamos vendendo as
melhores carnes em domicílio", anunciava ontem uma das cinco vans que circulam
pela cidade.

A motorista, que se identificou como Camila, disse que ao fim do dia entregaria entre
250 e 300 quilos de carne. "A pessoa pode comprar na hora ou encomendar pelo
celular, mas é melhor pedir de manhã, porque de tarde já não tem mais."
Uma das compradoras, a dona de casa Maria Jorge Bastos, 57 anos,
comprou sete quilos de três cortes para fazer o churrasco de seu aniversário. "Vale à
pena, a gente recebe a carne em casa. Se eu fosse correr atrás nos açougues ia
demorar muito e minha organização da festa ficaria atrasada", diz. As carnes
vendidas nas vans são de bois abatidos na unidade do Friboi em Andradina ou da
marca Maturatta, própria para churrasco.
Um funcionário do Friboi disse que a intenção é colocar 10 mil vans em todo o
País para entregar e vender carnes de porta em porta. Até agora, segundo o mesmo
funcionário, existem 250 vans circulando por algumas cidades do interior de São
Paulo, como parte de um projeto piloto.

8
4 ATIVIDADES PRIMÁRIAS

4.1 Transporte

É uma das atividades logísticas mais importantes porque absorve em média de


um a dois terços dos custos logísticos. Nenhuma empresa, mesmo as mais
modernas, pode 6 trabalhar sem uma forma de transporte, porque ela sempre terá
produtos acabados e terá que levá-los até o consumidor final.
Transporte refere-se aos vários modais disponíveis para movimentação de
matéria prima, materiais, produtos e serviços, são eles: rodoviário, ferroviário,
hidroviário, duto viário e o aeroviário. Segundo Pozo (2010, p.10), “Ele refere-se aos
vários modelos disponíveis para se movimentar matéria-prima, materiais, produtos e
serviços, e os modais utilizados são: rodoviário, ferroviário, hidroviário, duto viário e
o aeroviário.” O transporte adiciona valor de "lugar" ao produto e tem sua
importância reconhecida em um grande número de empresas, tanto de pequeno
quanto de grande porte.

4.2 Manutenções de Estoques

O estoque agrega valor de tempo ao produto, pois envolve a disponibilidade


do mesmo a ser entregue para o consumidor final. É necessário manter estoques,
porém sua administração se torna um desafio para as empresas, pois envolve
manter níveis os mais baixos possíveis, pelo alto custo, mas ao mesmo tempo,
tendo que prover a disponibilidade certa para atender aos clientes, e isso requer
uma administração cuidadosa. Segundo Ballou (2012, p.24), “O uso extensivo de
estoques resulta no fato de que, em média, eles são responsáveis por
aproximadamente um a dois terços dos custos logísticos, o que torna a manutenção
de estoques uma atividade - chave da logística”. Para uma agregação de valor
dinâmico ao estoque, ele deve estar posicionado próximo aos consumidores ou às
fábricas. Manter vários pontos de estoque gera um alto custo, fazendo com que os
produtos armazenados tenham adicionados ao seu valor de mercado de 25 a 30%
por ano, por isso requer uma administração bem cautelosa.

9
4.3 Processamentos de Pedidos

Esta atividade primária que inicializa a movimentação de produtos e a entrega


de serviço age como um gatilho para o atendimento das necessidades de demanda,
com objetivo de obter o máximo de velocidade e precisão ao mínimo de custo.
Segundo Pozo (2010, p.10), “Sua importância deriva do fato de ser um elemento
crítico em termos do tempo necessário para levar bens e serviços aos clientes, em
relação, principalmente, à perfeita administração dos recursos logísticos
disponíveis”. Essas três atividades são consideradas primárias porque o objetivo do
resultado final de um pedido é conseguir atender os clientes quando e onde eles
quiserem e essas atividades são cruciais para cumprir essa missão. Ballou (2012,
p.25) salienta que “O resultado final de qualquer operação logística é prover serviços
por conseguir mercadorias para os clientes quando e onde eles quiserem.

 Atividades de Apoio

4.4 Armazenagem

Segundo Pozo (2010, p.11), “É o processo que envolve administração dos


espaços necessários para manter os materiais estocados”. Esta atividade envolve
fatores como localização, arranjo físico, equipamentos de movimentação e grande
necessidade de recursos financeiros e humanos. Seus custos podem absorver de 10
a 40% das despesas logísticas, porém, se bem administrada agrega valor ao
produto, se diferenciando no atendimento aos clientes.

4.5 Manuseio de Materiais

Esta atividade está relacionada à armazenagem e manutenção de estoques,


relaciona-se à movimentação dos produtos do momento de sua chegada no
armazém até o local da armazenagem e até o ponto de despacho da mercadoria.

Para Ballou (2012) são considerados problemas importantes selecionar bem


os equipamentos de movimentação, procedimentos para formação de pedidos e
balanceamento da carga de trabalho por parte das empresas.

10
4.6 Embalagem

Seu objetivo é movimentar bens sem danificá-los, porém, com preços


acessíveis a empresa. Noções exatas de empacotamento ajudam no manuseio e
armazenagem eficiente. Segundo Pozo (2010, p.12), “Um bom projeto de
embalagem do produto auxilia a garantir a perfeita e econômica movimentação sem
desperdícios. Além disso, dimensões adequadas de empacotamento encorajam
manuseio e armazenagem eficientes.

4.7 Obtenção

A obtenção é essencial na manutenção dos níveis de serviço ao cliente, pois


a demora ou a impossibilidade de aquisição de um item poderá gerar uma ruptura no
estoque que causará o não atendimento do cliente no momento desejado.

É importante lembrar que compras não devem ser confundidas com obtenção,
pois compras incluem procedimentos detalhados como negociação de preço e
avaliação de vendedores, essas atividades não são relacionadas às tarefas
logísticas. A obtenção engloba programação da compra, além de dimensões
geográficas e temporais que afetam os custos logísticos.

4.8 Planejamento

Essa área é responsável pelo fluxo de saída de produtos, cuida da produção


de quantidades agregadas que devem ser produzidas e quando e onde devem ser
fabricadas, não tem relação com a programação detalhada feita diariamente pelos
programadores de produção.

4.9 Sistemas de Informação

As funções logísticas dentro de uma empresa não poderiam ser eficientes


sem as informações necessárias de custo e desempenho. Essas informações são
essenciais para o planejamento e controle logístico.

Com uma base de dados bem estruturados, as informações sobre clientes,


vendas, padrões de entregas e níveis dos estoques e as disponibilidades físicas e
11
financeiras servirão como base na eficiência da administração das atividades
primárias e de apoio.

5 GESTÃO DE ESTOQUE

A administração de estoques tem como objetivo maximizar o efeito feedback de


vendas e ajustar o planejamento da produção. Deve-se diminuir sempre o capital
investido em estoques, pois são caros e sempre estão aumentando. Não há
possibilidade das empresas trabalharem sem estoques e quanto maior este estoque,
mais responsabilidade. Os gerentes financeiros têm como meta prioritária a redução
dos estoques. Dias (2009, p.7) destaca que “O objetivo, portanto, é otimizar o
investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, minimizando as
necessidades de capital investido em estoques.” O controle de estoque dentro da
logística estipula quais os níveis de materiais e produtos que as empresas devem
manter dentro de seus parâmetros econômicos. O estoque é composto por diversos
materiais e produtos como: matéria-prima, material auxiliar, material de manutenção,
material de escritório, material e peças em processos e produtos acabados. Para
Pozo (2010, p.26), “A razão pela qual é preciso tomar uma decisão acerca das
quantidades dos materiais a serem mantidos em estoque está relacionada com os
custos de estocar.” 9 A função principal da administração de estoque é maximizar os
recursos da área logística da empresa, com grande efeito dentro dos estoques.

5.1 Tipos de Estoques

O almoxarifado de matérias-primas é responsável pela estocagem de peças


que produzem os produtos acabados ou até mesmo produtos agregados aos
acabados. Pozo (2010, p.29) defende que, “Por matéria-prima entende-se em geral
o material básico que irá receber um processo de transformação dentro da fábrica,
para, posteriormente, entrar no estoque de acabados como produto final”. Toda
empresa necessita de estoque de matéria-prima e o que define qual quantidade
deve ser estocada depende de quanto demora a reposição, da freqüência de uso, do
investimento exigido e das características físicas do material. Segundo Dias (2009,
p.14), “Outros fatores que afetam o nível das matérias-primas são certas
características físicas, como tamanhos e durabilidade. Um item barato, que requer

12
longo tempo de reposição [...], certamente estragaria ou se deterioraria antes de ser
usada”. Almoxarifado de produtos em processo são todos os produtos que já
passaram por processo fabril e por algum motivo não vai ser utilizado
imediatamente. Percebe-se que quanto maior a produção maior será a estocagem
de produtos acabados, lembrando que quanto maior os estoques maiores serão os
custos.

5.2 Custos de Estoque

Os custos de estoques estão diretamente relacionados à administração de


estoques. A logística e a racionalidade podem ser utilizadas com êxito para
resolução de problemas de estoque. Podemos dividir os custos em três principais
tópicos: custo de estoque, custo de pedido e custo de falta de estoque. (BALLOU,
2012) Custo de manutenção de estoque são todos os custos para manter
mercadorias estocadas, dentro do custo de estoque podemos fazer uma divisão
como custo de oportunidade de capital, pois o mesmo permanece imobilizado ao
invés de ser investido de alguma forma dentro ou fora da empresa. O segundo custo
de armazenagem está relacionado a impostos e seguros, a taxa de impostos está
diretamente ligada à quantidade de material e quanto tempo é necessário mantê-la
estocada, já a taxa de seguro está indiretamente relacionada à quantidade de
mercadoria mantida. A terceira indicação de custo de manutenção é o de
armazenagem, que está diretamente ligada à quantidade de estoque mantido no
armazém, além de existir também os riscos de manter o estoque como produtos
deteriorados, obsolescência, danos e até mesmo furtos. Custos de pedido
relacionam-se ao processo de aquisição de materiais para reposição do estoque.
Quando ocorre a emissão de uma ordem de compra e chega ao fornecedor, acaba
gerando mais custos como, por exemplo, custo de processamento de pedidos; custo
de envio até o fornecedor; custo de preparação da produção; custo de desvio e por
fim o preço da mercadoria. De acordo com Pozo (2010, p.30), “Os custos variáveis
consistem nas fichas de pedido e no processo de enviar esses pedidos [...] o custo
de pedido está diretamente determinado com base no volume das requisições ou
pedidos que ocorrem no período”. Custo por falta de estoque ocorre literalmente por
falta de produtos no estoque, havendo, assim, dois tipos de custos de falta: os de
vendas perdidas, que ocorre quando se perde um pedido de cliente fazendo com
13
que a imagem da empresa fique manchada, agregando também perda de lucros
futuros pela má impressão deixada ao cliente. Na visão de Ballou (2012, p.213) “[...]
é um tipo de custo de oportunidade, onde não há desembolso direto. É também
difícil a mensuração, uma vez que exige a capacidade de prever as intenções
futuras do cliente quanto às novas compras.” Temos também o custo de atraso que
por mais que o cliente concorde com o atraso na entrega gera gastos adicionais com
a administração, vendas no reprocessamento do pedido além de custos
extraordinários de transporte e manuseio caso tenha que ser remanejado pra outro
canal de distribuição. De acordo com Pozo (2010, p.31), “Tal fato, normalmente,
ocorre por falta de um adequado planejamento e controle de estoque. Não entregar
ou atrasar um produto por falte de um item causa enormes transtornos ao cliente.”

6. REFERENCIAL TEORICO

Para que o objetivo desta pesquisa, enunciado na ‘Justificativa’, seja


alcançado, é necessária que seja feita uma trajetória padrão de elaboração,
buscando em literaturas, artigos, sítios de pesquisa online, entre outros, todos os
assuntos referentes à empresa onde se desenvolveu o trabalho de campo. Esse
levantamento teórico está voltado aos principais itens abordados na pesquisa.
Assim, em seguida, apresentam-se as atuais abordagens sobre assuntos
relacionados às áreas de administração estratégica, organização, métodos, logística
e produção. Esses dois últimos tópicos constituirão o foco da pesquisa. Será dada
ênfase, portanto, à atuação no setor de controle de estoque físico, visando à
melhoria da produção na linha de pesagem de produtos.

6.1 Logística e seus Modais de Distribuição

Uma definição da logística segundo Ballou (1993), é que ela é a responsável


pelo tempo e distância na entrega do produto, provendo um melhor nível de
rentabilidade nos serviços de distribuição de tangíveis aos consumidores, através da
organização e controle das atividades e movimentações que facilitam o fluxo dos
produtos. Apesar de parecer um simples conceito na teoria, na prática se torna mais
complexo pois o processo envolve também os recursos humanos, como pessoal e

14
sua mão de obra, bem como os materiais utilizados para prover a máxima eficiência
logística, como por exemplo, computadores, veículos, instalações físicas e outros
equipamentos que possuem alto potencial tecnológico e de informação. A
otimização desses recursos é de suma importância, pois resultam em mais eficiência
e culminam com um melhor nível de prestação de serviço ao consumidor, atrelado
ao fato da minimização dos custos. Novaes (2004) conceitua logística baseado na
definição do Council of Logistics Management: Logística é o processo de planejar,
implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos,
bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem
até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor.
(NOVAES 2004, p.35). Uma outra definição que converge para a mesma visão do
termo é: A logística trata de atividades de movimentação e armazenagem, que
facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria prima até o
ponto de qualidade.

6.2 Relatório Anual e de Sustentabilidade 2014 “Qualidade Que Surpreende”


– JBS

Nossa Missão Nossas Crenças Nossos Valores Sermos os melhores naquilo


que nos propusermos a fazer, com foco absoluto em nossas atividades, garantindo
os melhores produtos e serviços aos clientes, solidez aos fornecedores,
rentabilidade aos acionistas e a oportunidade de um futuro melhor a todos os nossos
colaboradores.

Nossos Valores

 DETERMINAÇÃO
 SIMPLICIDADE
 DISPONIBILIDADE
 HUMILDADE
 FRANQUEZA
 DISCIPLINA
 ATITUDE DE DONO

15
Nossas Crenças
.
• Foco no detalhe
• Mão na massa
• As coisas só são conquistadas com muito trabalho
• Pessoa certa no lugar certo • Paixão pelo que faz
• Atitude é mais importante que conhecimento
• Líder é quem tem que conquistar seus liderados
• Liderar pelo exemplo • Foco no resultado
• Trabalhar com gente melhor que a gente
• Acreditar faz a diferença
• Produto de qualidade

6.3 Sobre o Relatório

Esta publicação, a primeira desenvolvida de forma individualizada pela JBS


Foods, reporta o perfil, os princípios, a gestão e o desempenho da Companhia nos
principais pilares estratégicos de sustentação de sua operação ao longo do ano de
2014. No ano anterior essas informações foram publicadas no Relatório da
controladora, JBS S.A. Como bases orientadoras foram adotadas, voluntariamente,
as diretrizes GRI – Global Reporting Initiative, que oferecem indicadores padrão para
apresentar o perfil e desempenho de empresas no mundo todo, permitindo a
comparabilidade dessas informações ao longo dos anos e entre diferentes
instituições. A publicação, que será reportada anualmente, abrange o período entre
1º de janeiro e 31 de dezembro de 2014 e o escopo de atuação de todas as
controladas da JBS Foods S.A. Conteúdo de Relevância aos Públicos de
Relacionamento O conteúdo editorial do Relatório traz, primeiramente, informações
institucionais – sobre o perfil e operações da empresa, sua governança e estratégia
– que vão contextualizar o leitor sobre o negócio e, então, o posicionamento,
compromissos e desempenho da JBS Foods nos temas considerados relevantes
para a sustentabilidade da Companhia, tanto do ponto de vista de seu
posicionamento estratégico quanto do interesse de seus públicos. Para conhecer e
precisar esses aspectos relevantes, a Companhia realizou ao longo do ano um
estudo corporativo da materialidade estratégica para a sustentabilidade. Em sua

16
metodologia, apoiada por consultoria especializada, utilizou entrevistas presenciais
com os principais executivos da Companhia, nas quais identificou os fatores de
sucesso para o negócio. A partir dos fatores de sucesso, foram selecionados
stakeholders de cada categoria de relacionamento (fornecedores, clientes do
mercado interno e mercado externo, governo e sociedade civil) que por meio de
entrevistas, presenciais ou por telefone, tiveram as suas demandas e opiniões
identificadas. Os critérios para a seleção desses stakeholders foram o alto nível de
exigência em assuntos de sustentabilidade e o alto nível de legitimidade dentro de
sua categoria. Além das entrevistas, o trabalho foi complementado com uma
abrangente pesquisa sobre as iniciativas da Companhia por meio de documentos
internos, políticas e diretrizes estratégicas, relatórios, avaliações setoriais, entre
outros. O resultado do estudo corporativo de materialidade estratégica foi
apresentado e validado pela alta administração da Companhia. A matriz abaixo
apresenta graficamente os temas considerados relevantes para o grupo JBS, que
serão abordados no relatório e serão foco de implementação da estratégia de
sustentabilidade da JBS Foods.

17
ATIVIDADES/PROGRAMAS DA ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO VOLTADAS PARA
AS QUESTÕES SOCIAIS E AMBIENTAIS, (OS OBJETIVOS, PÚBLICO,
BENEFÍCIOS E ESTRATÉGIAS DE REALIZAÇÃO). ESTA ANÁLISE DEVERÁ SER
ENQUADRADA DENTRO DA ÁREA DE CONHECIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO.

7. OBJETIVO

Analisar os indicativos financeiros da empresa escolhida para o trabalho de


conclusão do curso “Contabilidade Societária e Financeira”, de modo a identificar
quais foram os principais indicadores, resultados, liquidez, segurança e rentabilidade
da empresa, sob o ponto de vista de um investidor interessado a decidir por ter ou
não papeis da mesma.

7.1 Empresa Selecionada

Grupo JBS-Friboi. Maior empresa em processamento de proteína animal do


mundo, atuando nas áreas de alimentos, couro, biodiesel, colágeno e latas. A
companhia está presente em todos os continentes, com plataformas de produção e
escritórios no Brasil, Argentina, Itália, Austrália, EUA, Uruguai, Paraguai, México,
China, Rússia, entre outros países. Com acesso a 100% dos mercados
consumidores, a JBS possui 140 unidades de produção no mundo com mais de 120
mil colaboradores.

8. MACROAMBIENTE

8.1 Análise P.E.S.T.A.L.

8.1.1 Políticos

Incentivos fiscais por parte do governo são abrangentes no que tange ao


agronegócio no Brasil. Visando a criação de empregos e o aumento da riqueza, os
governos estaduais reduzem os Impostos como exemplo o ICMS (Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Serviços) para atrair os investidores. A JBS monitora
constantemente sua exposição potencial a um determinado cliente ou mercado que
possa representar perdas significativas em caso de inadimplência e implementação

18
de barreiras sanitárias ou comerciais em países para os quais exporta. A JBS limita
sua exposição ao risco de crédito por cliente e por mercado com base na análise de
crédito e na gestão da carteira de clientes.

8.1.2 Econômicos

A JBS adota políticas de gerenciamento dos fatores econômico-financeiros


que podem afetar negativamente as decisões de investimento. Tais políticas são
estabelecidas e monitoradas por um Comitê de Gestão de Riscos, que define os
procedimentos para acompanhar e mitigar os fatores de risco aos quais a
companhia está exposta. MBA em Banking – T3 2 Taxa de juros: está relacionado
às aplicações financeiras, aos empréstimos e aos financiamentos. Esse risco é
gerenciado pela estratégia de equalização das taxas contratadas à taxa do
Certificado de Depósito Interbancário (CDI), por meio de contratos de mercado
futuro em bolsa de valores e/ou contratos de swap. Variação cambial: com efeito
sobre empréstimos, financiamentos e contas a receber em moeda estrangeira, esse
tipo de risco é protegido pela estratégia de minimizar a posição diária de ativos e
passivos expostos à variação de taxas de câmbio, por meio da contratação de
hedge de futuro de câmbio na BM&FBovespa e/ou contratos de swap (troca de
variação cambial por variação da taxa CDI). Preço de commodities: a volatilidade
dos preços de commodities está fora do controle da administração da companhia,
decorrente, entre outros, de fatores climáticos, volume da oferta, custos de
transporte e políticas agropecuárias. Para reduzir sua vulnerabilidade a essas
variações, o grupo opera no controle físico, que inclui compras antecipadas aliadas a
operações no mercado futuro. Em uma das maiores e importantes investidas
comerciais da história da companhia, Em 2005 a JBS-Friboi se beneficiou da linha
de financiamento do BNDES para internacionalização de empresas brasileiras,
recebendo US$ 80 milhões do banco para a compra da de 85,3% da empresa
Argentina Swift Armour S.A. (MENEZES, 2012)

19
8.1.3 Social

A companhia acompanha de forma contínua e sistemática os fatores externos


à sua gestão, buscando antecipar-se ou rapidamente adaptar-se a suas variações.
Entre eles, estão mudanças nas tendências demográficas; preferências, gostos e
hábitos alimentares dos consumidores (mitigados pelas constantes pesquisas de
mercado e pela antecipação de tendências de consumo); e regulamentações
governamentais e padrões de comercialização dos estabelecimentos comerciais
(monitorados pela intensa participação em fóruns setoriais e na promoção de
políticas públicas). A JBS-Friboi realiza atividades em comunidades no entorno de
suas fábricas. Através de ações sociais, programas de voluntariado, doações e a
manutenção de espaços públicos. (JBS-1, 2013). Desta forma além de apoiar e
realizar ações sociais, a Friboi ainda promove sua marca.

8.1.4 Tecnológico

A JBS-Friboi realiza diversos investimentos em novas tecnologias


maximização da eficiência operacional, alcançando a incrível marca de capacidade
de abate diário de 73.940 de cabeças (carne bovina) no mundo, além de
investimentos em tecnologia para reduzir emissão de gases efeito estufa. (JBS-3,
2012).

8.1.5 Ambiental

Eventos internos e externos são capazes de afetar as estratégias e os


resultados das unidades de negócio, com possibilidade de impactos no capital, na
liquidez e na reputação da empresa. Em relação à segurança alimentar e à adoção
de boas práticas na operação, a JBS conta com uma área específica que
acompanha todos os processos industriais e é responsável pela garantia da
qualidade do produto. Esse compromisso é estendido à cadeia por uma série de
iniciativas. Os fornecedores recebem orientações da equipe Bem-Estar Animal para
o manejo dos animais e o transporte até o frigorífico de acordo com as normas de
abate. Além disso, um dos compromissos públicos do grupo é o engajamento no
combate ao desmatamento, formalizado na adoção do Pacto da Pecuária (Instituto
Ethos) e na participação efetiva no Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável e no
20
Global Roundtable for Sustainable Beef, entre outros. A companhia aplica critérios
socioambientais na seleção dos fornecedores e monitora, desde 2010, seus 30 mil
fornecedores cadastrados de gado localizados na Amazônia Legal. Esse controle é
realizado por meio de informações de órgãos do setor, imagens de satélite e bases
cartográficas georreferenciadas. A atuação com produtores orgânicos faz parte dos
negócios desde 2006, com a linha de carne Swift Orgânico. Nesse processo, a
companhia trabalha somente com fornecedores certificados pelo IBD Certificações,
referência na América Latina na asseguração de produção de orgânicos. Dessa
forma, estimula o desenvolvimento de um mercado essencialmente responsável nos
aspectos social e ambiental. JBS tornou-se a primeira empresa do mundo a registrar
um projeto de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) na área de produção
de carne bovina, contribuindo para a preservação do meio ambiente. Desde 2006
que iniciou um projeto inédito de Crédito de Carbono para o tratamento de efluentes
em frigoríficos do grupo. Onde anteriormente havia lagoa anaeróbia emitindo metano
para a atmosfera, após as medidas, foram substituídas por biodigestores com
captura e transformação do metano em CO² gás 21 vezes menos prejudicial ao
efeito estufa, ou ainda por um tratamento de flotação físico-química com ar
dissolvido, que evita assim a geração de metano. Este projeto faz parte do Programa
Estratégico de Sustentabilidade da JBS, com o objetivo de mitigar os riscos com os
impactos ambientais em seus processos e os efeitos nas mudanças do clima do
planeta.

8.1.6 Legal

A JBS preocupa-se em estar de acordo com as leis vigentes onde opera.


Como exemplo as Leis brasileiras nº 6.938 (Política Nacional do Meio Ambiente), nº
9.433 (Política Nacional de Recursos Hídricos) e nº 4.771 (Código Florestal
Brasileiro) (JBS-4, 2012), o que faz com que a empresa evite pesadas multas ou
embargos ambientais e sua marca ganhe força perante o consumidor.

21
9. DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS

A preocupação com os processos e com a qualidade dos produtos traz à JBS


segurança para inovar. Em aves, por exemplo, temos a linha Seara DaGranja O
frango é criado em ambiente especial, com alimento 100% vegetal, com programa
de vacinação especial e sem o uso de qualquer antibiótico, além de maior controle
do ambiente.

Outro case de destaque é o primeiro Social FoodTruck do mundo,


apresentado pela Seara. O projeto faz parte da inovação e investimento de
marketing na construção de marca e qualidade dos produtos Seara por meio da
experimentação e interação nas redes sociais. O movimento se iniciou em São
Paulo, mas a expectativa é que ele possa chegar em outras praças em breve.

22
CONCLUSÃO

A Minerva S.A. ("Minerva" ou "Companhia"), uma das líderes na América do


Sul na produção e comercialização de carne in natura, gado vivo e seus derivados,
que atua também no segmento de processamento de carne bovina, em cumprimento
ao disposto no § 4º do artigo 157 da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976,
conforme alterada ("Lei das S.A.") e na Instrução CVM n.º 358, de 03 de janeiro de
2002, conforme alterada ("ICVM 358/02"), em continuidade aos fatos relevantes
divulgados em 06 de junho de 2017 e em 21 de junho de 2017, informa aos
acionistas e ao mercado em geral o quanto segue:

Nesta data, foi concluída a aquisição direta e indireta, pelas subsidiárias da


Companhia, Pul Argentina S.A., Frigomerc S.A. e Pulsa S.A., de ações
representativas de 100% (cem por cento) do capital social da JBS Paraguay S.A., da
Frigorifico Canelones S.A., da JBS Argentina S.A. e da Industria Paraguaya
Frigorifica S.A., até então de titularidade da JBS S.A. e da JBS Handels GmbH, nos
termos do contrato de compra e venda celebrado em 05 de junho de 2017.

A Companhia reitera seu compromisso de manter os acionistas e o mercado


em geral informados acerca do andamento deste e de qualquer outro assunto de
interesse do mercado.

Barretos, 31 de julho de 2017.

Observei que na empresa JBS tem muitas fabricas vinculada. Porem dentro
da administração segue uma divisão administrativa, logística, transporte, gestão de
humano que precisa cuidar dos trabalhadores em geral. Logo, percebo que a
empresa preocupa-se muito com os seus trabalhadores. A empresa JBS tem uma
boa gestão de negócios, pois tem representação em vários pontos do Brasil e
também na América do Sul, trabalhamos com a produção de peças e gado vivos.

A JBS visa o cliente com muita importância em seus contratos e na indústria.


Sempre mantendo a qualidade, determinação, decisão, seriedade, produção e
administração dessa forma contribuindo com a saúde boa e o bom trabalho.

23
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

ABREU, M.C.S.; RADOS, G.J.V.; FIGUEIREDO, H.S.J. As Pressões Ambientais da


Estrutura da Indústria. RAE Eletrônica, 2004.

ALBERTON, A.; COSTA, N.C.A.J. Meio Ambiente e Desempenho Econômico-


Financeiro: Benefícios dos Sistemas de Gestão Ambiental (SGAs) e o Impacto da
ISO 14001 nas Empresas Brasileiras. RAC-Eletrônica, 2007.

ANÁLISE GESTÃO AMBIENTAL. São Paulo: Análise Editorial, 2009-2011. Anual.

ARAGON-CORREA, J.A.; RUBIO-LOPEZ, E.A. Proactive Corporate Environmental


Strategies: Myths and Misunderstandings. Long Range Planning, 2007

24