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√160304 2ª

Problema discutido - Eficácia externa das obrigações:


 Se pode/deve o 3ª considera-se responsável pelos prejuízos que não
cumprimento de uma obrigação por parte do devedor, mas em que se tenha
identificada uma acção directa do próprio 3ª resulta este incumprimento, tenha
efectivamente gerado.
Tese clássica:
 Não admite a responsabilização pelo 3ª.
 Diz que se 3ª não é parte de relação jurídica obrigacional, que é uma relação
jurídica por natureza relativa, não pode ser responsabilizar pelo facto que o
devedor incumprir a sua obrigação, ainda que, se verifica a existência de um
comportamento do terceiro, que o devedor, ou próprio crédito tinha contribuído
para este incumprimento.
Tese moderno:
 Admite este responsabilização por distinguir no domínio de relação jurídica
obrigacional, aquele será, por um lado, a sua eficácia interna, que no fundo
analisa eficácia interna. Eficácia Interna da obrigação, exprime a relação existe
entre o devedor e credor, por força de qual, o credor só pode exigir do devedor
do cumprimento da obrigação. Obrigação apenas é eficácia entre as partes
destes sentido, só o devedor, e mais de ninguém, que pode chamada-se a
cumprir a obrigação.
 Isto é o problema. Porque alem de eficácia interna, a doutrina admite, em
determinada circunstâncias, a chamada Eficácia externa das obrigações.
 Quando falar Eficácia externa das obrigação, estamos a falar outra realidade. É
que saber, junto de quem é que o credor pode exigir respeito pelo cumprimento
da sua própria obrigação. O que autores fazem, é dizer, a obrigação de eficácia
externa, por todo e qq 3ª que não é parte de relação jurídica obrigacional, pode
e deve respeitar este relação jurídica.

Tema:
 Eficácia interna
 Eficácia externa
 Eficácia real
Situação:
 A é o Devedor.
B é o Credor.
Entre deles tem uma relação jurídica obrigacional, que é relativa, determinada é
certa.
o Devedor - adstrita a realizar uma prestação

o Credor - tem dto de exigir, ou pretender um cumprimento da obrigação

o Temos um Terceiro - C , não está abrangido por esta relação jurídica

obrigacional.
 Esta Relação Jurídica obrigacional nascido através de uma das fontes das
obrigações.
A(D) ------------- B(C)
C(3ª)

 Uma vez Obrigação nascida, pode existe um devedor é um credor, pode existe
vários devedores é uma credor, pode existe um devedor e vários credores, pode
existe vários devedores e vários credores.

Pergunta: Pode o credor, além de devedor, exigir o 3ª cumprir o dto de credor?

Artigo:
 Art406º/2
 Art413º v.s. Art421º
 Art483º v.s. Art798º
 Art405º v.s. Art1306º
 Art495º/3

 ARTIGO 406º /2(Eficácia dos contratos):


2. Em relação a terceiros, o contrato só produz efeitos nos casos e termos
especialmente previstos na lei.
 Relaciona com o princípio de força vinculativa.
 É um dos artigos fundamentais usados para defender a tese clássica.
 Porque, se o contrato apenas constituir uma relação(nexo privada)entre as
partes, apenas as partes estão sujeitas neste contrato, este obrigação, para o
credor exercer o seu direito, para o devedor cumprir a prestações, recorrer nesta
mesma relação jurídica obrigacional. O terceiro, não sendo parte deste
relação(nexo privada), nunca poderá contribuir para incumprimento deste
contrato.
 Opinião dos autores: Mesme Cordeiro, Rita Maranhão Cabalar, Eduado Santos
Junior, Maneses Leitão.
o Este norma é uma norma trata de toda e qq relação jurídica obrigacional.
MAS, de acordo com inserção sistemática de normas do código, este
norma apenas trata dos contratos. Contratos são uma das fontes das
obrigações. Mas existe 4 fontes das obrigações.
o Portanto, este argumento só pode provar que todo e qq obrigação
nascida de um contrato, não teria a Eficácia externa. Este argumento,
nunca seria suficiente para provar que as restantes obrigações nascida de
outras fontes além do contrato, não teria estes Eficácias.
 Opinião do autor: Avalão Limpas
o Única coisa que este artigo dizer é que, os contratos apenas têm Eficácia
interna entre as partes. Toda e qq relação obrigacional nascida do
contrato, apenas pode ser exigido o respectivo cumprimento pelo parte do
credor ao devedor. Porque, como a própria lei diz, só os casos e nos
termos especialmente previstos na lei, um terceiro pode ser chamado a
cumprir uma obrigação que nasceu sem que ele, o terceiro tenha dar o seu
consentimento a esse nascimento.
 Portanto, art406/2 não é uma norma que pode resolver a questão em sentido
favorável ao tese clássico.

 Art413º V.s. Art421º:

ARTIGO 413º (Eficácia real da promessa)


1. À promessa de transmissão ou constituição de direitos reais sobre bens imóveis, ou
móveis sujeitos a registo, podem as partes atribuir eficácia real, mediante declaração
expressa e inscrição no registo.
2. Deve constar de escritura pública a promessa a que as partes atribuam eficácia real;
porém, quando a lei não exija essa forma para o contrato prometido, é bastante
documento particular com reconhecimento da assinar da parte que se vincula ou de
ambas, consoante se trate de contrato-promessa unilateral ou bilateral.
ARTIGO 421º (Eficácia real)
1. O direito de preferência pode, por convenção das partes, gozar de eficácia real se,
respeitando a bens imóveis, ou a móveis sujeitos a registo, forem observados os
requisitos de forma e de publicidade exigidos no artigo 413º.
2. É aplicável neste caso, com as necessárias adaptações, o disposto no artigo 1410º.

 Duas normas estão relacionadas com dois contratos especialmente designados e


regulados pela lei. Um é contrato promessa, outro é pacto de preferência.

Diferente entre a Eficacia externa e Eficacia real: 測驗出

Contrato da promessa:
 É uma acordo para alguém obriga outrem de celebrar um determinado contrato.
 O objecto do contrato promessa: Contrato primitivo, tb designado por Contrato
definitivo.
o Ex. Eu, sou o dono, e é legítimo de um proprietário de uma imóvel.
Promete hoje, vender ao Rita, e Rita compromete igualmente adquirir. E
celebrar um documento escrito, no qual, cada um de nós, assume
respectivamente estes duas obrigações. Eu promete a vender, Rita
promete a comprar. Isto é contrato promessa.
 O contrato compressa, tem por objecto do contrato definitivo, é o seu objecto
imediato, pode ter com objecto mediato, quer o direitos reais sobre coisas
imoveis, quer direitos reais sobre coisas móveis, quer sobre coisas móveis
registáveis, ou não registáveis. Isto é, eu pode prometer a vender a Rita, e ela
prometer a comprar um imovel, que é uma coisa está por sua natureza sujeita a
registo, podemos fazer uma mesmo contrato, ter por objecto da uma realidade
diferente.
o Ex. Um relógio, que é uma coisa móvel não registável, um automóvel, que
é uma coisa móvel registável.
o Mas, estamos a falar coisas imoveis ou coisas móveis registáveis que tem
Eficácia externa das obrigações.

Pacto de preferência:
 Um acordo celebrado entre duas pessoas, uma pessoa, o chamado "obrigado à
preferência", se comprometo perante outrem, a dar-lhe o direito de preferir, se
ele "obrigado a preferência" tomar a decisão de avançar, no sentido de
concretizar, um determinado negocio.
o Ex. Eu neste momento não estou interessado a vender o meu
apartamento. Se no dia em que eu tomar a decisão de vender, eu, neste
momento, comprometo perante Rita, a dar a preferência neste mesma
vende. Se eu encontrar o Afonso, ele diz quer comprar o meu apartamento
por €100, eu não posso vender o apartamento ao Afonso, sem antes
pergunta a Rita. Diz" Rita, o Afonso tem interesse de comprar o meu
apartamento. Queres preferir este mesma preço?" Rita pode dizer assim, "
não estou interessado por este preço, se o preço foi 90, então eu quero
substituir o Afonso e adquirir este apartamento."
 Tal como o contrato promessa, o pacto de preferência pode ter por objecto
imediato, imóveis, como móveis, sujeitos ou não de registo.

Art413º V.s. Art421º:


 Art421º é uma norma remete para art413º.
 Isto é, para efeitos de perceber este problema, basta o que diz no art413º
 Art413º diz que um contrato promessa pode ter eficácia real, se estiverem
reunidos determinados requisitos. Quais são?
o Declaração expressa das partes, inscrição dos contrato registo, escritura
pública ou documento particular autenticado, e nequele negocio promessa
ou pacto de preferência tivessem sobre bens imóveis ou móveis registados.
Isto quer dizer o que?
o No contrato promessa e no pacto de preferência distinguir dois tipos de

contratos: Contratos que tem Eficacia real e contratos só tem Eficácia


meramente obrigacional.
Este distinção é muito relevante. Porque?
o Se contrato promessa tivesse Eficácia meramente obrigacional, este sig que,

se o devedor incumprir a sua prestação, celebrar o contrato com outra


pessoa, ou credor não tem o direito não tem direitos exigir

 Contrato com Eficácia meramente Obrigacional:


o Ex. Contrato promessa com Eficácia meramente obrigacional, sig que, se
o devedor dum obrigação corrente neste contrato, incumprir a sua
prestação, através de celebrar com o terceiro o contrato tinha prometido a
celebração com outra pessoa, o credor, não tenha o direito de exigir ao
terceiro que entrega essa mesma coisa.
 Contrato com Eficácia Real:
o Ao contrário, se o contrato promessa, ou pacto de preferência, ter eficácia
real. Tem numa coisa diferente, é que, se obrigação foram violado, e o
direito transitado de esfera jurídica do dever para esfera jurídica de um
terceiro, aquele credor está mais protegido. A sua proteção é este, não é
só o poder de pedir uma indemnização ao terceiro, por ele ter concorrido
com a sua conduta para uma incumprimento da obrigação, que é o poder
próprio pelo credor titular daquele chama Direito real de aquisição ,
fazer a sua coisa individualmente alienada a essa terceira.
o 圖解:
A(Devedor) ------------- B(Credor)
C(3ª)
Primeiro hipótese:
 A é o devedor, promete a vender ao B o seu apartamento. B promete
a comprar apartamento. Depois, o A vai vender ao C, terceiro, o seu
apartamento. O terceiro não é parte de contrato promessa. Então, o
direito que cabe ao B, credor, é - DEPENDE. Depende de ter sido
atribuído, ou não, a eficácia real deste mesma contrato.
 Se A e B decidir com acordo, atribuir a eficácia real ao este mesma
contrato, a B está muito mais ser protegido. Porque neste situação, o
direito real que B tem, já não é meramente direito de crédito, é o
direito real de aquisição.
 É o direito real de aquisição porque este contrato promessa está no
escrito do registo. Por este escrito do registo, quando C comprou o
apartamento, se ele tiver sido diligente, antes de comprar, ele pode
ir ao registo, para saber se A é ou não o proprietário de imóvel,
então, ele pode verificar no registo que aquele imóvel tinha sido
previamente prometido vender ao B, então, ele está de mal-fé.
 Então, neste caso concreto, B tem um direito de pedir uma
indemnização por incumprimento de obrigação. Além disto, ele
também tem o direito de fazer a sua coisa.
 Aqui tem um conflito de direitos reais entre C e B.
 O C que tem o direito real de gozo, porque a partir do
momento pelo o C comprou, ele é proprietário, o propriedade
transmitiu-se desta esfera jurídica de A para esfera jurídica de
C.
 Resolução:
 Princípio de preferência: Para resolver conflito entre dois
direitos reais, aplica o princípio de de preferência -
 prevalece qual? O direito mais antigo. Neste caso, é o
direito de B.
o Segundo hipótese:

 Se nós não atribuir a eficácia real ao contrato, então, o direito que o


B adquiriu no contrato promessa, é meramente o direito de crédito,
é o direito meramente exigir a celebração do contrato definitivo.
 O A violou este obrigação quando A vendeu o apartamento ao C, C
adquirir o direito real.
 Quando resolver o conflito entre o titular do direito de crédito, e
titular do direito real?
 Resolução:
 Mesmo é o princípio de preferência, prevalece ao titular o
direito real.
 Porque, mesmo o direito real seja posterior, mas é um
direito mais forte, portanto, prevalece o direito real.
 Neste situação, o B pode fazer:
 Pedir uma indemnização, eventualmente, tb pode pedir uma
indemnização ao 3º com base de adquirir a eficácia externa
das obrigações.
 Conclusão: este art413 e art421 é um bom exemplo para perceber a diferença
entre eficácia externa e eficácia real.
 Diferença entre eficácia externa e eficácia real no plano do conceito:
o Eficácia externa: Quando falar a eficácia externa, está a falar na
susceptibilidade de um terceiro poder ser chamado a responder perante o
credor pelos prejuízos decorrentes do incumprimento de uma obrigação
que tenha sido originados, voluntário seu.
 Consiste a susceptibilidade de um terceiro poder ser chamado a
responder perante o credor pelo incumprimento de uma obrigações
que ocorreu dentro por base dum acto deste terceiro voluntário.
o Eficácia real: é mais grave.
 Quando no art406º/2 estamos a falar casos e termos especialmente
previstos na lei, um contrato pode ser oponível em relação ao
terceiro. Portanto, estamos a falar a susceptibilidade de um terceiro,
não só responder, mas ele próprio ser a pessoa junto de credor que
existe cumprimento de obrigação.
 Portanto, o B pode pedir ao C, o terceiro, que lhe venda a
coisa.
 Pode pôr uma remissão no 406/2
 Art443º - uma vez o contrato a favor ao terceiro, constituir
outra excepções ao princípio de relatividade(?) dos contratos
consta deste art406/2º
 A eficácia real consiste a coercibilidade ao terceiro, que não é parte
de relação jurídica obrigacional, poder ser chamado, junto do
próprio de credor, ao cumprir a obrigação.

Estes artigos são invocados pelos os autores de escola clássica:


 Escola clássica diz: apenas em casos muito especialmente designados pela lei,
pode admitir a responsabilização do terceiro, perante alguém que é parte de
relação jurídica obrigacional alheira é mesma esse terceiro.
 Escola moderna diz: Mas estes artigos não prova nada, porque estes artigos
tratam uma realidade diferente que é a eficácia real, não prova nada porque na
realidade desses artigos, está a falar o problema diferente do nosso, que é a
eficácia externa. E estes artigos mostra que certos casos aos obrigações que têm
mais do que eficácia externa, tb tem a eficácia real. Portanto, pode riscar o
art406/2, art413 e art421.

Art483º v.s. Art798º:


 Duas normas são invocados por partes autores distintos para mostrar teses
completamente distintos.
ARTIGO 483º (Princípio geral)
1. Aquele que, com dolo ou mera culpa, violar ilicitamente o direito de outrem ou qualquer disposição

legal destinada a proteger interesses alheios fica obrigado a indemnizar o lesado pelos danos resultantes

da violação.

Constituir prova provada, de é, no direito civil Pt, as obrigações gozam eficácia


externa. Porque na parte mais relevante do artigo para nosso professor João, é
que aquele que diz respeito a prestação direito de outrem. Diga a prestação
direito de outrem, é tal de forma genérica e abstrata, não há o motivo
absolutamente para nele não se considera incluído, além de direito reais e
direito de personalidade, também os próprios direitos do crédito.
Posso concluir que, aquele que com mera culpa viola o direito de crédito, fica
obrigado em indemnizar pelos prejuízos provocados pelas suas próprias
actuação.
ARTIGO 490º (Responsabilidade dos autores, instigadores e auxiliares)
Se forem vários os autores, instigadores ou auxiliares do acto ilícito, todos eles respondem pelos

danos que hajam causado.

o É artigo que mais parecido com art483º.

 Ideia: todo aquele com a sua conduta tiver contribuído para prática do facto
ilícito, é igualmente responsável pelo prejuízo correntes.
o Se C comprar de A, o devedor, o imóvel que tinha previamente prometido
a vender ao B, credor. Então, o devedor A é última análise prática o facto
ilícito, porque ele deve vender ao B. Mas C auxiliou a prática do facto
ilícito.
o Este é o facto ilícito com teor e o carácter relativamente genérico que
parece permitir o seu ceio todo e qq situação de violação de direito, que
seja relativo com autores.
 Opinião de nosso professor João pensa é errado.
o Pensa que o art483º constitui a prova aprovada de que não há eficácia
externa das obrigações.
o Para o professor, o parte mais relevante no art483º é aquele que violar o
direito de outrem.
 Este expressa indicia uma grande indeterminabilidade no sentido de
poderes em ser vários os agentes que estão dentro daquele
prestação.
ARTIGO 798º (Responsabilidade do devedor)
O devedor que falta culposamente ao cumprimento da obrigação torna-se responsável pelo prejuízo que

causa ao credor.

 Opinião de professor Valera:


O que está redigido no art798º, que é uma norma estabelece o princípio geral
em a matéria no responsabilidade obrigacional para violação de uma obrigação.
 Quem é responsável? O devedor subordinar que falta culposamente ao
cumprimento de obrigação.
 O professor professor Valera diz que: o art483º CC é uma norma que foi
pensada, redigida para uma situação distinta com responsabilidade civil de
obrigacional, isto é, extra-obrigacional.
 Quais são Direitos de outrem que sendo violado, pode gerar a responsabilidade
deste artigo? O professor diz, sao todos menos do direitos de crédito.
o Porque: o direito de crédito são determinado entre devedor e credor. Não
é compatível em termos teóricos que a existência de um daquele que pode
violar o direito de crédito, é apenas o devedor pode viola o direito de
crédito.

História do código civil:


 Feita no 1966. É uma obra colectiva que feita pelo vários autores.
 Dois nomes encontroáveis.
 Professor Vai Serra (professor simpático que 20anos estudar todos CC no
mundo, seja mas próximo de nós no sentido geográfico,意,西,法,巴西,etc.) tem
um trabalho chamado SAPA - apresentou uma coisa chama o acto projecto do
CC. No acto projecto de CC, trabalho 20anos do homem, foi de hoje revisto no
âmbito de conselho de ministro, ou na altura para o professor Valera manistro a
justiça, que refeu de cuidado de presidente de comissão de revisão do código ao
mesmo Codigo. E é obviamente umas das posições doutrinais do professor
Valera, acabar por você na reação do código. E para Valera, e nós, e Pacebio do
CC, pelas simples circunstâncias que não só ter sido uma professor
especialmente protege capaz e competente, mas também com circunstâncias de
ter sido ele, tem última análise de decidir, o que é que o código ficava ou não.
Depois, o Código tem vários livros e cada um desses livre tem um alcunho
particular e algum académico. Ex, Parte geral, revista o professor Valera e
XXXX???, produtiva quando interpretação da lei e integração das lacunas.
Direitos reais, temos intervenção pelo professor José Aberto.
 Portanto, quando leia a manual de cada uma destes áreas......略

Opinião do nosso professor João: a semelhança dos dois artigos que resulta, também
não prova nada. Porque pode ser interpretadas a medida especial do artigos que já
temos ler.

Art405º v.s. Art1306º:

Art405º(Liberdade contratual)
1. Dentro dos limites da lei, as partes têm a faculdade de fixar livremente o conteúdo dos contratos,

celebrar contratos diferentes dos previstos neste código ou incluir nestes as claúsulas que lhes aprouver.

 É Princípio de autonomia privada, é o princípio fundamental na matéria do


contrato onde gera obrigações, tem por lado oposto em matérias de direito
reais, no art1306º que estabelece o princípio inverso que é o princípio de
tipiciadade de numerus clausus.
 Fundo de celebração do contrato

ARTIGO 1306º («Numerus clausus»)


1. Não é permitida a constituição, com carácter real, de restrições ao direito de propriedade ou de figuras

parcelares deste direito senão nos casos previstos na lei; toda a restrição resultante de negócio jurídico,

que não esteja nestas condições, tem natureza obrigacional.

 Estabelece o princípio inverso que é o princípio de tipicidade de numerus


clausus.

Art405º v.s. Art1306º:


 Estas duas normas, são duas normas que aparentemente prova a tese clássica.
Porque o professor Valera diz que os direitos de crédito e correctivo das
obrigações, pode ser livremente utilizado uma expressão mais comum, que
cozinhadas pelas partes em função e em medida dos próprios interesses.
o Isto sig que o devedor pode contrair sucessiva das obrigações, se reparem
incompatível entre si.
o Mas já no direito reais, isto não é assim. Porque só podem valer com
direito reais , todas aqueles situações jurídicas, se a lei expressamente
prever e tipifica com tal.
o O professor Valera diz, não faz sentido admitir a responsabilização do
terceiro, pelo violação do direito de crédito, porque 3ª obviamente pode
por simplesmente não ter conhecimento de que ao contratar com o
devedor, está a contribuir com a sua conduta, para incumprimento de uma
obrigação pelo devedor que 3º não conhece.
 Ex. Afonso que vai ter comigo que eu pago o preço, e ele vende este relógio, que
ele previamente tinha prometido vender ao Rita, e também tinha prometido
vender ao Manuel, e mais 45pessoa que tinha prometido vender ao deles. Então,
eu, e mais de 45pessoa, não podem ser responsabilizar. Porque eu não tinha
forma de saber que existe estas obrigações.
 Ao contrário, Se falar violação de direito real, é faz sentido que qualquer que
pode ser responsabilizado. Porque o direitos reais só existe quando a lei
reconhece-se totais e em concorrência directa desse reconhecimento como tal,
são muitos. O direito reais gozam a publicidade. Quando o terceiro viola o direito
de propriedade, o direito de usufruto, o direito de servidão, ou seja, o terceiro
deveria saber, ser ele estaria lesar o direito de outrem.

Opinião do nosso professor João:


 Dentro de teoria de Eficácia externa das obrigações, nos conhecemos diferentes
teorias, que há várias.
 Este argumento só pode fazer sentido, em relação aquele teorias mais usadas
que admitem a responsabilização do terceiro, mesmo no caso que este terceiro
não há com culpa.
 Se o terceiro, ainda no direito de crédito, sendo atípicos, e pode ser livremente
criar e designar pelas partes, sem conhecer adiante que, ele está a contratar
poderá a estar a violar o direito de outrem, nenhum motivo existe para o isentar
a responsabilidade.
o Se o Afonso sabia que eu tinha prometido vender o relógio ao Rita, e ele
não obstante este mesmo facto, compra o relógio, ele sabe que fazê-lo, ao
contratar, que está a lesar o direito de Rita com culpa, e gera o dano,
houver o nexo causalidade entre o conduta e este mesmo dano, donde
reunir todos pressupostos locais para que possa nascer a sua obrigação
495/3º (Indemnização a terceiros em caso de morte ou lesão corporal)
3. Têm igualmente direito a indemnização os que podiam exigir alimentos ao lesado ou aqueles a quem o

lesado os prestava no cumprimento de uma obrigação natural.

 A é devedor do B no âmbito de uma normal relação jurídica familiar.


o União do facto - é uma situação jurídica análoga do casamento em vida de
duas pessoas independentemente do sexo, que com adita entre em si,
partilham cama, mesa, e habitação. A diferencia entre união do facto e
casamento, é que o união do facto não há vinculação jurídica que gera
obrigações. Não há obrigações de união. Ao contrários do casamento.
o Embora não existe poderes jurídico, na união do facto, pode existir deveres
naturais(obrigação natural). Não há nada mais normal, do que, embora não
existe obrigação jurídica neste sentido, se A vivia com B há muitos anos, e
A, por decisão tomada no acordo com B, que é a pessoa que trabalhar e
ganhar o dinheiro, e B, acabou por cuidar a criança neste casal, que A deve
no âmbito de obrigação natural, alimenta a essa mesma pessoa.
 Se C mata A, segundo art495º/3, essa terceiro, excepcionalmente vai ser
responsável. Ou seja, se essa terceiro, estanha a relação jurídica obrigacional
alimento natural que existia entre A e B, com a sua conduta, tiver contribuído
para a morte de A, está tb a contribuir para incumprimento de obrigação pelo A
que tinha acontecer. E este é grande argumento que venha a C provocado para
defender no direito das obrigações é as obrigações gozam e pode ter eficácia
externa. O professor Valera, o legislador do código, quando perante esta posição,
o art495/3 é uma excepção que confirmaria a regra segunda qual não houver a
eficácia externa das obrigações. Seria uma excepção justificável, encontra a
gravidade de conduta praticada pelo terceiro, que excepcionalmente justificaria,
um alargamento do âmbito de eficácia interna para externa das obrigações.