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Pacto da preferência:

É o Contrato típico, corresponde contrato social que é frequentemente celebrado na vida


em sociedade, tb é legal pq pacto da preferência está prevista no art414-423º

1º lugar:
 Noção: art414 e art423, consiste em convenção quando alguém assume a obrigação
de dar preferência de outrem, na vende de determinada coisa, ou na celebração do
contrato oneroso.
 PP, teria sempre necessariamente para objecto de C/V, resulta do art414º onde faz a
preferência da venda. Obvio que PP pode ser por objecto com outro contrato não seja
C/V.
 Art423º é relevante pq parte final da norma manda a aplicar regime de PP da C/V ao
todo e qq PP que tenha por objecto contrato distinto daquele que contrato C/V.

2º lugar:
 PP constitui Contratos predominados, são preparatórios do outros contratos, isto é,
PP não faz sentido na medida em que o PP tal como Cpromessa, diz preparado,
celebrar um outro de determinado contrato. .
 Diferença entre PP e CP:
1. PP não há obrigação de celebração do contrato, só há obrigação de dar
preferência, é coisa completamente distinta. Porque, se obrigado a preferência,
decidir não contratar, ele, objetivamente não está vinculado a dar preferência
da outrem na celebração do contrato que eu livremente não quero celebrado.
Nesta medida, PP, a cabe por constituir uma forma menos vinculativo, menos
grave do ponto vista da restrição da liberdade contratual, quando se comparado
com CP.
2. PP é sempre contrato unilateral. Obviamente, só uma das partes tem
determinado obrigação, que é obrigado a preferência. O titular do dto de
preferência, permanece livre de preferir ou não. Caso de titular o dto de
preferência decide contratar, ele só tem preferência, só tem primazia, se tiver
condições vinculado ou se ter proposta contratual que o terceiro tiver feito ao
obrigado a preferência.
Mas o pacto de preferência é sempre contrato unilateral. E contrato promessa
já ser unilateral não pode ser bilateral, todo depende obviamente da vontade
das parte.
 PP com eficácia real e PP com eficácia mera obrigacional.
o Eficacia externa das obrigações: art421, diz por força desta norma, PP poderia
ser dada a eficácia real se tivesse reunido os requisitos do art413º do contrato
promessa.
o Portanto, para distingue o PP com eficácia real e meramente obrigacional, com
esta forma.
o PP com eficácia meramente obrigacional, PP nasce só com dtos credito e
colectivos obrigações. De modo de, se essa obrigação de dar preferência ser
violado, o titular do dto de credito respectivo, apensas pode accionar em
responsabilidade civil, o obrigado a preferência, e eventualmente, caso que
eficacia externa, pode mantra ao terceiro que adquirir coisa em violação do dto
de cretido do titular do preferência, mas obviamente sempre dentro uma lógica
da responsabilidade obrigacional, isto é, para efeitos de estabelecer uma
indemnicaçãõ pode prejuízo ao este mesmo titular do dto credito.
o PP com eficácia real, o titular do dto de preferência pode efectivamente fazer
sua coisa que alienada ao terceiro. Como faz? Exercer uma acção da preferência.

Regime de PP:
 PP, ser o contrato se encontra sujeitos quer aqueles posições normais na aplicar ao
negócio jurídico, quer aqueles posições específicas aplicadas ao regime dos contratos.
 PP Não tem o princípio equiparação como contrato promessa, não tem nenhum
princípio conseguir em matéria do regime jurídico da PP vale regras gerais aplicáveis a
generalidade dos contrato.
 Art415º - é remissao feita 415 para 410/2. É uma remissão que tem muito significado.
No fundo dizer que, Se PP com objecto de contrato , cuja validade depende da sua
redução em escrito particular autenticado, que PP só é válido, se o mesmo constar no
documento escrito assinado pelo obrigado a preferência. A partido do Pressuposto, PP
é sempre o contrato unilateral, quando remete art415 ao 410/2, não vou exigir que
PP tb seja assinado pelo titular do dto de preferência. O que precisa é seja assinada
pela obrigado a dar preferência. Porque pessoa no fundo tiver vinculado à
celebrado do contrato.
 Se PP por objecto de C/V de uma coisa movel não registável, PP não precisa ser reduzir
na escrita, na tem de ser assinada para obrigado dar preferência.
 Mas atenção, não art415 não remete ao art410/3. Pq, perante PP, tem o objeto que
contrato oneroso, constituição ou modificação de dto real sobre edifício ou para
fração autónoma, já constituir ou em construção, que não se exige para a validade do
PP aquele que a lei exige para o próprio contrato promessa. Isto é, PP não precisa de
conter reconhecimento assinaturas, nem tem de conter a certificação da existência
da utilização. Isto explica com duas razões. É que: razões especiais está na base do
art410/3, essencialmente de tutela de promitente adquirente, não faz em sentido
relativamente ao PP, porque no PP, o titular do dto de preferir, não está obrigado a
semelhança sucede com Cpromessa a celebração do contrato. Portanto, está uma
posição que pode exercer o dto, não está numa posição que, como no CP do C/V
bilateral, em que está próprio vinculado à cumprida; Outra razão, tb no art410/3, em
relação a um PP, que por outro lado de dar a preferência, não estabelece tb uma
obrigação de contratar, apenas só obrigação de dar a preferência.
 Esta remissão do art415 ao art410/2, e não art410/3, estabelece uma prova provada a
diferença entre contrato promessa e PP. Esta diferença essencialmente relaciona com
isto. Que no CP promessa a contratar, e no PP, promessa dar preferência.

Art420 - diferença clara entre regime do PP e regime do CP. Em que art412 para CP
estabelece livre transmissibilidade dos dtos e respectivas obrigações. Mas sucede no PP, PP
assenta uma lógica, que é, não faz sentido admitir-se livre transmissibilidade dos dtos e
respectivas obrigações, na medidas em que natureza do pacto da preferência, é essa.

Três norma estabelecem essencialmente em relação ao PP para ser feito por parte de
obrigado de dar a preferência pode considera ser livremente cumprido a sua obrigação:

Art416º -
 O parte de obrigado a dar preferência, toma de decisão de avançar a celebração do
contrato, ele tenha de ser jurídico, de comunicar o contrato para se digam ao titulado
do dto de preferência. Isto é, ele só cumpre verdadeiramente da sua obrigação de
dar preferência, se tendo tomado a decisão de contratar, e tendo em vista contratar
com terceiro, comunicar ao titular do dto de preferência, qual é o contrato
preferível. Isto é, quais são as concretas condições contratuais que se titular o dto de
preferência quiser elaborar, poderá então preferir que preferência, relativamente ao
terceiro na celebração do contrato.
 Ex, diz, eu tomei decisão de vender, vou vender nestas condições, nestas condições
esteres tu, titular do dto de preferência interessada a preferir? É isto, que tenha de
suceder.
Art416/2 -
 Mais, uma vez comunicar a obrigação de dar a preferencia, nº2 é claro, quando a
questão do exercício do dto de preferência. Porque, a lei estabelece em princípio o
prazo que tem para poder preferir, e, se decorrer neste prazo, ele nada dizer,
considera aquele tacitamente pretender não exercer o respectivo do dto de
preferência na celebração do contrato.
 Quando se reserva da parte do obrigado a preferência, O projecto contratual concreto
sobre qual exercer o dto de preferência, o titular do dto pode fazer 3coisas: pode
declarar no prazo condicionado ou legal - 8 dias; pode nada dizer o prazo em causa;
ou pode antes decorre o prazo, ele concretamente transmite a intenção ao obrigado
a preferência, de que não está interessado em preferir. Isto é, ele pode preferir, pode
deixar, caducar o seu dto, ou pode renunciar o seu dto de preferência.
o Renúncia pode ser renúncia concreta - quando é projecto contratual em
concreta que presente, ele já não interessada cumprir; ou pode ser uma
renúncia antecipada - caracter genérica, eu já não estou a interessado na
preferir por este preço, por estas concretas condições, nem por toda e qq
condição que tu eventualmente levar a apresentado.
 A questão é aqui, é saber, se este renúncia com carácter genérica que
valem não só para o negocio concreto, mas para todo e qq provável e
futuro negócio venha ocorrer, são ou não admissíveis no dto civil Pt. Se é
admissível, então, é para todo e qq dto da preferência, ou apenas para
alguns certos e determinados dtos de preferência.

Questões Controversa: quais são elementos concretos, de facto, deverão ser transmitido por
parte a obrigado dar preferência ao titular do dto de credito?
 Forma de pagamento, identidade do próprio terceiro é relevante para efeitos dele
poder tonar a decisão de contratar ou não, etc. É Questao que relevante na nossa
hipótese.

Art417º - regime específico


 É situação de alguém tem dto de preferência, na venda ou na celebração do contrato
oneroso, só uma determinada coisa, ex, automovel, em que, a obrigado a preferência,
cabe por vender ou celebrar contrato, referente, não só o automóvel, mas tb ao outra
coisa. O fundo se coloca é este. Pode suceder que titular do dto de preferência,
apenas esteja interessada em cumprir em relação ao objecto do dto de preferência,
e não esteja interessada em relação aos outras coisas que com essa objecto que ser
vendidas.
 Este regime estabelece, em princípio, o titular do dto de preferência pode fazer uma
exigência que é, só quer em relação ao comprar em concreto, embora, sucede que
obrigado a preferência pode invocar que sem outros bens, aquele venda não vale este
preço. Portanto, aí exigir a presencia abrange esta mesma realidade.

Art418/1º
 Ex, tenho dto de preferência na comprar dum apartamento, vendedor que obrigado a
preferência, é uma artista e dizer assim: o imóvel vale 100, apartamento é 50, outros
50,eu vou de pagar como pintar o quarto. Obviamente eu, titular o dto de preferência,
perante uma situação complicada, porque não estou em condições que poder preferir
para aquele condições concretas contratuais. E nesta tipo situações se aplica no
regime do art417º, estabelece o regime concreta que é regime auto-explicativo, em
que fundamente estabelece, em que faz todo sentido, resulta quais do princípio
permissão de que vale a lei, é este: se promessa prestação acessória acabar por seja
uma forma da afastar o exercício do dto da preferência, e isto não pode impedir o
exercício deste mesmo dto.
Art418/2:
 Conclusão

Violação da obrigação da preferência:


 Esta violação depende fundamentalmente do caracter meramente obrigacioanl como
caracter real que o pacto do preferência e cooperativa obrigação viela efectivamente a
ter ou não.
 Dizer apenas que se tiver perante uma obrigação de preferência do eficácia real,
titular do dto de preferência, pode fazer a sua coisa, deste que cumpre os requisitos
estão previsto no art1410ºCC que é uma norma da matérias da dtos reais estabelece
os requisitos da ação da preferência. Essa norma diz que, tiver tipo de
reconhecimento, do negócio entre si, feito em violação de preferência, que titular o
dto violado, deverá no prazo do 15dia contar da depositar a sua ação, depositar o
preço, ou adquirente fica pago por ele.
 Art1410: tem dois prazos, uma é caducidade de 6meses, que começa a contar a
partida do momento em tiver conhecimento dos elementos essenciais da alienação
apara intentar a ação; e outro prazo de caducidade que mais curto, corre a partido do
momento em que propor a ação, e diz, proposta a ação dentro do prazo de 6 mese,
devem depositar o preço do15dias, isto é serve para cautelar os legítimos interesses
que o terceiro que emitir a coisa, obrigado a dele restituir-se, mas obviamente tem de
pago o valor que prorpio tenha pago junto ao vendedor para poder ficar com essa
mesma coisa.

Obrigação da dar preferência, tem natureza convencional:

 Pacto é uma contrato, uma convenção, decorre com obrigação de aquém dar
preferência ao outrem a celebração do determinado negócio. O facto de obrigação da
dar preferência pode ter natureza não convencional mas legal. Portanto, tem de
distinguir o que é o dto convencional da preferência de um dto legal de preferência.
Um dto convencional da preferência, pode ter eficácia meramente obrigacional como
pode ter eficácia real. Quando na mesa hipótese concreto, pode existir vários dtos
destas natureza. Pode existir dto de preferência convencional com eficácia
meramente obrigacional, dto de preferência convencional com eficácia real e
finalmente dtos legais da preferência.

Ex, apartamento está arrendado ao C. O dto de propriedade é titulado pelo dois irmãos X e
Y. Sobre esta apartamento tem dois pacto da preferência, uma celebrado com A tem eficácia
meramente obrigacional, outro celebrado com B tem eficácia real. Agora, um dos irmãos
decide vender a sua corta do apartamento ao C, C é arrendatário.
 Neste caso, o dto legal da preferência, que art 1409 atribui ao com-proprietário,
perante outro com-proprietário, decide vender corta ao uma estranha a comunhão.
 Então, neste caso, quem tem o melhor a preferência?

Art422º
 Estabelece uma hierarquia em relação aos dtos da preferência.
1. dto legal
2. dto convencional eficácia real
3. dto convencional eficácia obrigacional
 Mas neste caso haver dois dto de legal preferência( C e com-proprietário), então,
norma que aplicada é art 1409, quem tem o dto mais forte é titular do dto de
preferência na qualidade da com proprietário. Portanto, aqui perante um com-
proprietário e outro arrendatário, quem prevalece é o com-proprietário.
 Isto com razão que, o legislador Pt, não gosta o com-propriedade. Porque quando uma
coisa contém mais duma dono, é uma coisa que tem muitas probabilidades de não ser
bem gerida e bem administrada. Portanto, o legislador diz assim, ele se tem uma coisa
que está em regime de com propriedade, vou quer fazer todo, para que essa coisa
deixa sede está em regime de com-propriedade. Entao, qual é melhor maneira que
permite uma coisa deixa de ser com-propriedade? É permitindo com-proprietário,
possam sempre prevalece, em caso de outro com-proprietário, tomar decisão de
vender a sua corta. Se aplica de regime de prevalece com-propriedade, o que
acontece é que o apartamento deixa da ser pertence ao dois, e passa a ser só pertence
ao X.

Hipótese prática:
1. Nuno estava interessado em adquirir o andar de Alberto. Nuno entrou em contacto
com Alberto e este vinculou-se a conceder-lhe preferência na venda do imóvel. Dois
anos mais tarde, Alberto comunicou a Nuno que estava a pensar vender o andar por
€200.000 e perguntou-lhe se não estaria interessado em adquiri-lo nessas condições.
Alberto não comunicou, porém, o nome da pessoa com quem negociara a venda do
andar pelo referido preço. Nuno comunicou a Alberto que ia pensar no assunto. Vinte
dias depois, Alberto vendeu o imóvel a Isabel por €200.000.

O obrigado a preferência está a violar a obrigação destinada?


 Depende.

a) Nuno pode intentar uma acção de preferência contra Isabel e Alberto?

Primeiro ponto:
No caso pratico diz que dois anos mais tarde, "Alberto comunicou a Nuno que estava a
pensar vender o andar por €200.000 e perguntou-lhe se não estaria interessado em adquiri-
lo nessas condições," a questão no fundo coloca para saber, o obrigado a preferência
comunicou ou não, a existência do contrato preferível, inicio do prazo do 8dias e dentro do
qual o titular do dto de preferência preferia ou não, ou seja, vender o andar por 200.000, o
titular do dto de preferência ainda está interessada ficar o imóvel com estes condições ou
não, isto é independente de questão de relevância ou não de identidade de terceiro. Ou
seja, o que suscitar é, há ou não contrato preferível, está comunicar o contrato preferível
ou não, tenho o terceiro cuja identidade não refere, isto é uma coisa; ou, outra coisa que
não tenho o terceiro nenhum, e tem apenas a ideia para ele só vale vender 200.000 o
imóvel.

Se é primeira situação, vamos saber a revelação da identidade terceiro é ou não relevante.


Se é segunda situação, o problema coloca aqui, porque em rigor não comunicou a existência
do contrato preferível, então, este caso, nem se quer discute o tema de revelação da
identidade terceiro, que não existe, nem se quer coloca questão de caducar ou não o prazo
para preferir, porque o prazo ainda não pode ser considerada começar.

Conclusão, um caso justifica há um terceiro, outro caso, não se justifica.

Se admitir no primeiro situação, que há facto do terceiro, e que há um contrato projectado,


cuja identidade logo refere, está interessada em comprar pelo valor de 200.000. Este facto
informado, ao titular da preferência, não diz nada durante o prazo de 8dias. O prazo ainda
não ocorreu, não caducou, pode adicionar a obrigado a dar preferência, e de acordo com o
contrato não tem eficácia real, o Max. que pode fazer é haver indemnização, e
eventualmente obrigado a dar preferência sempre, obriga a terceiro de eficácia interna das
obrigações.

Qual posições é mais razoável? É posição que diz, é sempre necessário revelar e integrar
identidade de terceiro, ou posição que diz não é necessário revelar a identidade de terceiro.

Primeiro posição - é defende pelo pro.cordeiro,e leitão


Segundo posição - é defende pelo pro.ascensão
Terceiro posição - intermédia - Valere
 Diz, só era necessário revela a identidade de terceiro, nos casos em que essa
revelação fosse essencial para tomada de decisão preferente em avançar ou não
com contrato.
Estamos no campo doutrinal, segundo art416º, aparentemente não sabe a preferência de
identidade de terceiro, e ai, o tema de qual destes três posições parecem mais razoável.

Art1101ºCC, é uma norma estabelece o princípio geral que diz, se o arrendatário e se o


proprietário de fração estou a viver na qualidade de equilíbrio. Se vender a infração, o
arrendatário tem o dto de preferência. Mas de o arrendatário não diz quer, então, não é
relevante que quem vai adquirir o prédio, o arrendatário continua viver. Só é verdade que
eu vou vender a fração ao uma pessoa não tem imóvel para viver, ou tenha a filha que é
descendente em 1ºgrau, precisa o habitação para viver, se eu não souber este mesmo facto,
o que suceder? Posso não preferir ao arrendatário. Portanto, este é um exemplo que
professor Valere dada.

Outro exemplo, eu sou comerciante duma loja numa rua, eu tenho o dto preferir,
relativamente, uma loja situa enfrente da minha. Porque, ex, se haver uma pessoa que tb é
comerciante é vender produtos iguais como os meus. Se eu vender roupa da criança, vai
uma pessoa que vender roupa de adulto, então, para mim, não há diferente, não é
relevante, todo faz sentido; mas agora, se tem outra pessoa que tb quer vender roupa da
criança, então, para mim, este identidade de terceiro torna-se relevante.

Portanto, estes são exemplos acrescentam o terceiro que é casos de dto de preferência,
incidir sobre bens pessoais, tenha um valor distinta consagrado.

JT concorda o posição de professor Corteiro nesta tema, que entende uma razão: para
justificar o opinião dele que deveria sempre regulava a identidade do terceiro, é uma coisa
prática, que diz, se eu não tiver conhecimento de identidade do terceiro, eu, em rigor, nem
se quer possa saber, se aquele proposta existe, ou se é uma pura ficção. Isto é, tenho um
terceiro que comprar o apartamento por 200€, quem é o terceiro? Diz que"haaa, uma
terceiro, um investidor, um chinês com muito dinheiro", e depois, não sei que se existe este
terceiro. Ex, em condições de mercado, não são as condições normais. Portanto, parece
mim(JT), este esquema é muito simples. Dizer que, se eu não tiver conhecimento de
identidade do terceiro, eu não posso se quer, apreciar de vontade do existência daquele
proposta. Portanto, consideraria, que naturalmente, nunca poderia ainda considerar se ter
caducado o exercício do dto de preferência. Porque, obviamente, não tem o conhecimento
informado o titular de identidade do terceiro, ou no prazo de 8dias, começar o problema.
Portanto, o responsabilidade obrigacional com aqueles frequentemente estabelecido.
b) A solução seria a mesma se Nuno em vez de ter feito o acordo com Alberto fosse seu
arrendatário?
 Diferencia da duas questões.
 Considera uma situação em que devia o dto legal de preferência. No fundo, a
circunstância de o dto ser legal, a preferência ter carácter e natureza legal, em quê
medida, é que este pode alterar a resolução de pergunta anterior?
 Em primeiro lugar, a questão de revelação de identidade de terceira, se poderia
suscitar alguma dúvidas, relativamente o primeiro pergunta deste caso? Não pode
suscitar. Por causa de norma art1101º/1 /a) CC. Portanto, a revelação de identidade
do terceiro, é obviamente pensado neste caso.
 Segundo ponto, obrigação de dar preferência é incumprida. Se nunca revela a
identidade de terceiro, nunca chegou ocorrer o prazo para o dto tivesse exercido(não
comunicar), e ele acabou depois por concretizar apenas com outra pessoa. Portanto,
não há dúvida nenhuma, de que a obrigação de dar preferência foi violado.
 Quando há Consequências de violação, neste caso, é mais forte para adquirente, que
está a ser enganada. Uma posição mais forte de titular do dto de preferência. Porque,
com uma preferência é legal, ele pode fazer sua coisa vendida ao terceiro através
art1410.
 Dois apontamentos que dizer relativamente com art1410º :
o Primeiro apontamento. Conta quem é que há acção tem de ser intentada? Aqui,
o facto tem uma grande controversa de doutrina durante algum tempo, dizia
que intentar da ação de preferência, deveria titular ao dto, depositar o preço
litígio, e depois a lei diz assim: no prazo de 8dias contado da citação dos réus.
Com falava em réus, isto dar a ideia de que, era obrigatório na ação de
preferência existir dois ou mais réus, que seria o obrigado e o terceiro.
o Hoje, já não faz preferência a citação dos réus. Porque o preço deve ser
depositado 15dias depois de propositura da acção. Isto quer dizer que no final
da contas não é necessário de intentar ação de dois. Neste ponto concreto, é
que todos aquele sempre defenderam, que não estava nem na altura da lei
anterior, nem altura da lei de hoje perante o caso de litisconsórcio necessário.
 Quer dizer que, ex, Se o titular do dto de preferência, quiser de mandar a
obrigado a dar a preferência, e o terceiro pode fazer-lo. Em que mandar o
terceiro para ficar com a coisa, e mandar a obrigado a dar a preferência
para ser indemnizado. Ele pode fazê-lo.
 Agora, ele não é obrigado a fazer-lo. Porquê? Porque efectivamente, não
só ele pode por simplesmente acresenter o dto de ser indemnizado por
parte de obrigado a dar preferência, como este que quer de ser
indemnizado pelo parte obrigado a preferência, ele pode com uma acção
forte contra o terceiro que quer ficar com coisa e pode com acção a seguir
de conta a obrigado a preferência, isto não faz sentido por logica
economia( já explicou).
o Portanto, agora, não há nenhuma razão que obriga é que estes dois réus
tenha está necessariamente juntos. Porque o perigo que existe em tese, de
haver duas ações judiciais distintas, que é o poder de contradição sentenças.
Dizer assim, por ação de contra o terceiro, ganha. E depois deve ser
indemnizado.
o Mais, ele não quer pode perder ação de contra obrigado a preferência, na prova
de ser indemnizado, porque não prova os requisitos de responsabilidade civil.
Não prova nada. Não prova onde é que o nexo causalidade. E pode ganha ação
contra o terceiro.
o Final, opinião prática da um advogado JT, todos processos que eu já tido de um
lado e de outro, foram processo em que tiveres dois réus. Mas isto implica uma
questão de utilidade. Isto é, eu não vou por dar duas ação distintas, a pagar dois
advogados distintas, etc, são questões práticas.
 有同學話咩都唔明。
 Portanto, Explicar outra vez:
o B - titular do dto de preferência, A - devedor obrigada a preferência, C -
terceiro.
o A e C - C/V
o O dto de preferência tivesse força, ou for convenciona que tiver a eficácia real
aplica-se a norma, art1410. Isto quer dizer que este B pode fazer a sua coisa.
o Questão coloca na: a ação que B intenda, tem de estar por lado dos réus, o C e
A. Só não se tiver um deles ação vai julgar coloca imprevidente - primeiro
hipótese, se contra um de deles, não por outro, ação fica na aproveitar-se. E
Neste caso, se aplica a ideia de litisconsórcio necessário.
o Ou então, outra hipótese. Só necessário está no terceiro que aquele que
adquirir a coisa. Estas são duas teses.
o Na lei anterior, "parecia" que a lei falar em citação dos réus. Mas hoje já não
fala.
o Qual é argumento além este Literal, poderia ser justificar em a intentar a ação:
 Tem de indentar dois em ação, para não houver decisões judiciais
contraditórias.
 A Contradição vem de dizer assim. Ex, diz, viola o dto de preferência, tem
de indemnizar, tribunal diz, tem razão, indemnizar-se. E depois o B, impõe
ação contra C, e dizer, como este viola, vale uma coisa, poderia a suceder.
 Portanto, para evitar este contradição, sendo mesmo tratado no processo,
e B ganhar em relação ao dois, o perder em relação aos dois.
 Mas tema diz, não é preciso. Porque este teoria de contradição violados,
apenas ser teóricas, não tem consequências práticas. Duas decisões são
perfeitamente Conciliáveis. E Nós só temos o problema da contradição
julgados, que é graves para nós, quando temos duas sentenças, sendo
contraditório, se é nulam uma ou ao outra. Portanto, nunca teria esse
hipótese que em duas sentenças cada delas produzir os efeitos normais.
 Outro ponto É mais interessante, que art1410 diz que deve depositar o preço - pode
suceder que relações de preferência, é muito ligado ao simulação.
o Quando na simulação tem uma coisa que chama o preço declarado, e tem o
preço real.
o Se O preço declarado foi 100€, e preço real foi 10€, então, diz não, eu vendi ao C
por 100€, mas realmente só por 10€, isto é simulado.
o O que pode fazer? Depositar o 100, ou 10?
 Por remete este preferência, vai ser uma ação em que o preço vai ser ter
provar a simulação, que é uma ação mais complicada, no primeira parte
diz o negócio é simulado, prova e provando que o negócio escondido o
dissimulado tem o valor inferir prefere por este mesmo valor.
 No art243º que diz nulidade da simulação não pode prejudicar o terceiro
da boa-fé.
o Se ao contrário que o preço declarado é 10, porque não quero pagar o fisco. E
preço real está a €100, portanto, qual é o valor tem de ser depositado pelo o
acordo de preferência legal?
 Se valor real é 100, ele não fica pelo prejudicado, só ele fica deixa de ter
um benefício. E há facto que entende nossa doutrina, a hipótese destes, o
preço declarado é 10, real é 100, que só poderá depositar 10. Porque?
 Porque há uma coisa, art243 diz, que a nulidade da simulação não pode
prejudicar, e aqui não está prejudicar, só está de não dar a benefício.