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CONCURSO PÚBLICO 2013

INSTITUTO FEDERAL DE MATO GROSSO 


IFMT

CONHECIMENTOS
COMUNS
A TODOS OS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO/MÉDIO TÉCNICO

TEORIA
E
419 QUESTÕES POR TÓPICOS
 LÍNGUA PORTUGUESA  Cristina Lopes  (200 Questões)

 INFORMÁTICA  Rafael Macedo  (219 Questões)

 Coordenação e Organização:
 Mariane dos Reis

1ª Edição
OUT  2013

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste material, por qualquer meio ou
processo. A violação de direitos autorais é punível como crime, com pena de prisão e multa (art. 184 e parágrafos
do Código Penal), conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 101 a 110 da Lei nº 9.610,
de 19/02/98 – Lei dos Direitos Autorais).

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CRISTINA LOPES
LÍNGUA
PORTUGUESA
TEORIA
200 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS

 Teoria e Seleção das Questões:


 Prof.ª Cristina Lopes

 Organização e Diagramação:
 Mariane dos Reis

1ª Edição
OUT  2013

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste material, por qualquer meio ou
processo. A violação de direitos autorais é punível como crime, com pena de prisão e multa (art. 184 e parágrafos
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SUMÁRIO
1. LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS DE VARIADOS GÊNEROS DISCURSIVOS ................ 07
COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL, ARGUMENTAÇÃO ................................................................. 09
LINGUAGEM FORMAL E INFORMAL DA ESCRITA PADRÃO......................................................... 10
VARIEDADES LINGUÍSTICAS .......................................................................................................... 10
Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 11

2. ORTOGRAFIA OFICIAL .................................................................................................................... 29


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 33

3. ACENTUAÇÃO GRÁFICA. ................................................................................................................ 34


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 36

4. SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS: sinonímia, antonímia, denotação e conotação ................................... 37


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 42

5. ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS ................................................................................ 46


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 47

6. AS CLASSES DE PALAVRAS E SUAS FLEXÕES. EMPREGO DE ADJETIVOS, PRONOMES,


ADVÉRBIOS E CONJUNÇÕES ............................................................................................................. 48
COLOCAÇÃO PRONOMINAL ........................................................................................................... 54
EMPREGO DE MODOS E TEMPOS VERBAIS..................................................................................... 60
Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 69

7. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL .......................................................................................... 74


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 78

8. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL..................................................................................................... 80


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 85

9. USO DO SINAL INDICATIVO DA CRASE ......................................................................................... 87


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 88

10. USO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO ................................................................................................. 90


Questões de Provas de Concursos .................................................................................................................................. 96

GABARITOS ....................................................................................................................................... 99
Língua Portuguesa Teoria e Questões por Tópicos Prof.ª Cristina Lopes

LÍNGUA PORTUGUESA

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS DE VARIADOS GÊNEROS DISCURSIVOS.


1 COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL, ARGUMENTAÇÃO. LINGUAGEM FORMAL E
INFORMAL DA ESCRITA PADRÃO. VARIEDADES LINGUÍSTICAS.
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS DE VARIADOS  CONTEXTO SIGNIFICATIVO
GÊNEROS DISCURSIVOS
Um texto é constituído por diversas frases. Em cada
É muito comum, entre os candidatos a preocupação uma delas, há uma certa informação que a faz ligar-se
com a interpretação de textos. Isso acontece porque com a anterior e/ou com a posterior, criando condições
lhes faltam informações específicas a respeito desta tarefa para a estruturação do conteúdo a ser transmitido. A
constante em provas relacionadas a concursos públicos. essa interligação dá-se o nome de contexto. Nota-se que
Por isso, vão aqui alguns detalhes que poderão ajudar no o relacionamento entre as frases é tão grande, que, se
momento de responder as questões relacionadas a textos. uma frase for retirada de seu contexto original e analisada
separadamente, poderá ter um significado diferente daquele
 CONCEITO DE TEXTO inicial.
Texto é um conjunto de ideias organizadas e Exemplos:
relacionadas entre si, formando um todo significativo capaz
de produzir interação comunicativa (capacidade de 1. Você foi visitar um amigo que está hospitalizado
codificar e decodificar). e, pelos corredores, você vê placas com a
palavra "Silêncio".
O texto é uma unidade global de comunicação
que expressa uma ideia ou trata de um assunto determinado, 2. Você está andando por uma rua, a pé, e vê
tendo como referência a situação comunicativa concreta um pedaço de papel, jogado no chão, onde
em que foi produzido, ou seja, o contexto. está escrito "Ouro".

O texto pode ser uma única frase de sentido completo: Em qual das situações uma única palavra pode
"Os edifícios de São Paulo têm uma arquitetura moderna". constituir um texto?
O texto também está em obras maiores, formadas Na situação 1, a palavra "Silêncio" está dentro de
por orações e parágrafos: crônicas, reportagens jornalísticas um contexto significativo por meio do qual as pessoas
e romances de fôlego, como Grande Sertão: Veredas, interagem. Assim, a palavra "Silêncio" também é um texto.
de Guimarães Rosa.
Na situação 2, a palavra "Ouro" não é um texto. É
A palavra precisa constituir um contexto significativo. apenas um pedaço de papel encontrado na rua por
Pensemos na seguinte situação: você está dentro de um alguém.
ônibus e lê, pela janela, num cartaz da rua a Concluindo, o texto verbal pode ter uma extensão
propaganda de uma calça jeans, com um casal jovem, variável: uma palavra, uma frase ou um conjunto maior
namorando. Há uma frase escrita embaixo da marca da de enunciados, mas ele obrigatoriamente necessita de
calça que diz: "A escolha de ser livre". um contexto significativo para existir.
Agora imagine que você está de carro no centro
 INTERTEXTO
da cidade, procurando um lugar para estacionar. Em
vários portões há placas dizendo: "Não estacione".
Comumente, os textos apresentam referências diretas
Finalmente, pense que, na escola, o professor dá ou indiretas a outros autores através de citações. Esse
um exercício para colocar frases no plural. tipo de recurso denomina-se intertexto.

Ele está preocupado com o fato de alguns alunos  INTELECÇÃO (OU COMPREENSÃO) DE TEXTOS
não fazerem a concordância do sujeito com o verbo.
Da lista de frases que ele pôs no quadro-negro consta, Consiste em analisar o que realmente está escrito,
por exemplo: "O carro estacionou em lugar proibido e foi ou seja, coletar dados do texto.
multado."
Muito bem, para cada uma das três situações, Tipos de Enunciados:
temos diferentes frases:  As considerações do autor se voltam para...
 "A escolha de ser livre"  O texo informa que...

 "Não estacione"  O texto diz que...


 De acordo com o texto, é correta ou errada a
 "O carro estacionou em lugar proibido e
afirmação...
foi multado”.
 Segundo o texto, está correta...

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 De acordo com o texto, está incorreta... 6. Antes de responder às questões, ler mais de
 Tendo em vista o texto, é incorreto... uma vez todo o texto, fazendo o mesmo com
o enunciado de cada questão.
 De acordo com o texto, é certo...
7. Evite responder “de cabeça”. Procure localizar
 É sugerido pelo autor que...
a resposta no texto.
 O autor sugere ainda...
8. Se preferir, faça anotações à margem ou
 O autor afirma que... esquematize o texto.
9. Se o comando pede a ideia principal ou tema,
 INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS normalmente deve situar-se no primeiro parágrafo
(introdução) ou no último (conclusão).
Consiste em saber o que se infere (deduz, conclui)
do que está escrito. Significa explicar, comentar, julgar, 10. Se o comando busca argumentação, deve lo-
tirar conclusões, deduzir. calizar-se os parágrafos intermediários (desen-
volvimento).
Tipos de Enunciados:
Erros Comuns de Interpretação
 O texto possibilita o entendimento de que...
 Depreende-se do texto que... Três erros capitais na análise de textos:
 Com apoio no texto, infere-se que...
 Extrapolação:
 Subentende-se das ideias do texto que..
 É o fato de se fugir do texto. Ocorre quando
 O texto encaminha o leitor para... se interpreta o que não está escrito. Muitas
 Pretende o texto mostrar que o leitor... vezes são fatos reais, mas que não estão
 O texto possibilita deduzir-se que... expressos no texto. Deve-se ater somente
ao que está relatado.
 O autor permite concluir que...
 Ocorre quando o candidato sai do contexto,
 Qual é a intenção do autor ao afirmar que....
acrescentando ideias que não estão no
texto, normalmente porque já conhecia o
Roteiro para Interpretação de Textos (parte 1) tema por uso de sua imaginação criativa.
 Portanto, é proibido viajar.
As questões de interpretação de textos vêm ganhando
espaço nos concursos públicos. Também é a partir de textos  Redução:
que as questões normalmente cobram a aplicação das regras  É o oposto da extrapolação.
gramaticais nos grandes concursos de hoje em dia.
 É o fato de se valorizar uma parte do contexto,
deixando de lado a sua totalidade. Deixa-
Por isso, é cada vez mais importante observar os
se de considerar o texto como um todo
comandos das questões. Normalmente o candidato é
para se ater apenas à parte dele.
convidado a:
 Dá-se atenção apenas a um ou outro
 Identificar: reconhecer elementos fundamentais aspecto, esquecendo-se de que o texto é
apresentados no texto. um conjunto de ideias.
 Comparar: descobrir as relações de semelhanças
ou de diferenças entre situações apresentadas  Contradição:
no texto.  É o fato de se entender justamente o
contrário do que está escrito. É bom que
 Comentar: relacionar o conteúdo apresentado
se tome cuidado com algumas palavras,
com uma realidade, opinando a respeito.
como: “pode”, “deve”, “não”, verbo “ser”,
 Resumir: concentrar as ideias centrais em um etc.
só parágrafo.
 É comum as alternativas apresentarem ideias
 Parafrasear: reescrever o texto com outras contrárias às do texto, fazendo o candidato
palavras. chegar a conclusões equivocadas, de modo
 Continuar: dar continuidade ao texto apresentado, a errar a questão.
mantendo a mesma linha temática.  Portanto, internalize as ideias do autor e
ponha-se no lugar dele.
Roteiro para Interpretação de textos (parte 2)  Só contradiga o autor se isso for solicitado
no comando da questão.
1. Ler atentamente todo o texto, procurando
Ex.: “Indique a alternativa que apresenta ideia
focalizar sua ideia central. contrária à do texto”.
2. Interpretar as palavras desconhecidas através
do contexto. Dicas para a Prova
3. Reconhecer os argumentos que dão sustentação 1. Ler todo o texto, procurando ter uma visão
à ideia central. geral do assunto;
4. Identificar as objeções à ideia central; 2. Se encontrar palavras desconhecidas, não in-
5. Sublinhar os exemplos que forem empregados terrompa a leitura, vá até o fim, ininterrupta-
como ilustração da ideia central. mente;

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3. Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o A frase parafraseada é: Hoje cedo, estava eu
texto pelo menos umas três vezes ou mais; parado em um sinal de trânsito quando vi, numa
4. Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas esquina, próxima a uma porta, uma louraça a
entrelinhas; me olhar.
5. Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar; A paráfrase pode ser construída de várias formas,
veja algumas delas:
6. Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre
as do autor; a) substituição de locuções por palavras;

7. Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) b) uso de sinônimos;


para melhor compreensão; c) mudança de discurso direto por indireto e
vice-versa;
8. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafo,
parte) do texto correspondente; d) converter a voz ativa para a passiva;
9. Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado e) emprego de antonomásias ou perífrases (Rui
de cada questão; Barbosa = A águia de Haia; o povo lusitano
= portugueses).
10. Cuidado com os vocábulos: destoa (=diferente
de...), não, correta, incorreta, certa, errada,
falsa, verdadeira, exceto, e outras; palavras  Perífrase:
que aparecem nas perguntas e que, às vezes, É a substituição de palavras por expressões que
dificultam a entender o que se perguntou e o indicam algo de si.
que se pediu; Exs.: “Fui à Cidade Maravilhosa” (=RJ).
11. Quando duas alternativas lhe parecem corretas, “O Rei do Futebol chegou” (=Pelé).
procurar a mais exata ou a mais completa;
12. Quando o autor apenas sugerir ideia, procurar COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL
um fundamento de lógica objetiva;
 Coesão
13. Cuidado com as questões voltadas para dados
superficiais; Aspectos formais do texto.
São erros de coesão: má concordância, pronomes
14. Não se deve procurar a verdade exata dentro
indevidos e palavras inapropriadas.
daquela resposta, mas a opção que melhor se
enquadre no sentido do texto;
 Coerência
15. Às vezes a etimologia ou a semelhança das
Aspectos implícitos do texto (ligados ao sentido
palavras denuncia a resposta;
textual).
16. Procure estabelecer quais foram as opiniões
Exemplo de erro de coerência: “A polícia e a
expostas pelo autor, definindo o tema e a
justiça são as duas mãos de um mesmo braço”.
mensagem;
17. O autor defende ideias e você deve percebê- TIPOS DE TEXTO
las.
I  DISSERTAÇÃO:
 DENOTAÇÃO X CONOTAÇÃO:
 É a exposição de opiniões fundamentadas em argu-
 Denotação mentos e raciocínio. Divide-se em introdução (apresenta
É o sentido real: “Os raios de sol adentraram o assunto de forma direta, sem rodeios), desenvolvimento
pela imensa janela”. (mostra dados, idéias, argumentos e exemplos que
sustentam a sua posição), e conclusão (fecha o assunto;
 Conotação pode ser na forma de síntese ou sugestões, sem espaço
É o sentido figurado: “Seu olhar eram raios de sol para continuar a discussão).
a iluminar-me”.
II  NARRAÇÃO:
 PARÁFRASE X PERÍFRASE:
 É discorrer sobre um fato, um acontecimento. Nela
 Paráfrase predominam os verbos de ação. Os elementos da
narração são personagem (quem participa do fato),
É a reescritura do texto, mantendo-se o mesmo tempo (momento do fato), ambiente (local), narrador
significado, ou seja, sem prejuízo do sentido original. (quem conta: 1a ou 3a pessoa) e enredo (o enca-
Parafrasear consiste em transcrever, com novas deamento das ações).
palavras, as ideias centrais de um texto.
 FORMAS DE DISCURSO
Veja o exemplo:
 Discurso direto;
Frase original: Estava eu hoje cedo, parado em
um sinal de trânsito, quando olho na esquina,  Discurso indireto;
próximo a uma porta, uma loirona a me olhar e  Discurso indireto livre.
eu olhava também.

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DISCURSO DIRETO vez que para a sociedade, aquela pessoa que fala ou
escreve de maneira errônea é considerada “inculta”,
É aquele que reproduz exatamente o que escutou ou tornando-se desta forma um estigma.
leu de outra pessoa.
Compondo o quadro do padrão informal da linguagem,
Podemos enumerar algumas características do discurso estão as chamadas variedades linguísticas, as quais represen-
direto: tam as variações de acordo com as condições sociais,
- Emprego de verbos do tipo: afirmar, negar, culturais, regionais e históricas em que é utilizada.
perguntar, responder, entre outros;
- Usam-se os seguintes sinais de pontuação: dois- VARIEDADES LINGUÍSTICAS
pontos, travessão e vírgula.
 LÍNGUA
Exemplo:
O juiz disse: Língua é a linguagem verbal (oral/escrita) utilizada
por um grupo de indivíduos que constituem uma
- O réu é inocente.
comunidade.
DISCURSO INDIRETO  Ela é uma construção humana e histórica.
 É organizadora da identidade dos seus usuários.
É aquele reproduzido pelo narrador com suas próprias
 Ela também dá unidade a uma cultura, a uma
palavras, aquilo que escutou ou leu de outra pessoa.
nação.
No discurso indireto eliminamos os sinais de pontuação e  Uma língua viva é dinâmica e, por isso, está
usamos conjunções: que, se, como, etc. sujeita a variações.

Exemplo:  VARIAÇÃO LINGUÍSTICA


O juiz disse que o réu era inocente.
Variações linguísticas são diferenças que uma mesma
DISCURSO INDIRETO LIVRE língua apresenta quando é utilizada, de acordo com
as condições sociais, culturais, regionais e históricas.
É aquele em que o narrador reconstitui o que ouviu ou
leu por conta própria, servindo-se de orações absolutas
ou coordenadas sindéticas e assindéticas.  LÍNGUA PORTUGUESA: Unidade x Diversidade.
Exemplo:  TIPOS DE VARIAÇÃO LINGUÍSTICA
Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano franziu a testa,
achando a frase extravagante. Aves matarem bois e 1. Variação Histórica
cavalos, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, Refere-se aos estágios de desenvolvimento de
julgou que ela estivesse tresvariando”. (Graciliano Ramos). uma língua ao longo da História.
III  DESCRIÇÃO: Exemplo:
O português arcaico x o português contemporâneo
 É um “retrato verbal” do que vemos ou sentimos.
É difícil encontrar um texto exclusivamente descritivo. 2. Variação Geográfica
Normalmente encontramos trechos descritivos inseridos Variedade que a língua portuguesa assume nos
numa narração ou dissertação. diferentes lugares onde é falada.
Exemplos:
LINGUAGEM FORMAL E INFORMAL DA ESCRITA PADRÃO
No Brasil, cada região possui diferenças linguísticas,
A linguagem é a característica que nos difere dos tanto na fala como no vocabulário.
demais seres, permitindo-nos a oportunidade de expressar NORDESTINÊS TAMBÉM É CULTURA:
sentimentos, revelar conhecimentos, expor nossa opinião
frente aos assuntos relacionados ao nosso cotidiano, e,
Abestado = Bobo, leso, tolo.
sobretudo, promovendo nossa inserção ao convívio social. Abirobado = Maluco.
Abufelar = Irritar, ficar brabo.
E dentre os fatores que a ela se relacionam destacam- Amancebado = Amigado, aquele que vive maritalmente
se os níveis da fala, que são basicamente dois: O nível de com outra.
formalidade e o de informalidade. Amarrado = Mesquinho, avarento.
O padrão formal está diretamente ligado à linguagem Arretado = Tudo que é bom, bacana, legal.
escrita, restringindo-se às normas gramaticais de um modo Avalie = Imagine.
geral. Razão pela qual nunca escrevemos da mesma Avariado das ideias = Meio amalucado.
maneira que falamos. Este fator foi determinante para a Avexado = Apressado.
que a mesma pudesse exercer total soberania sobre as Bater a caçuleta = Morrer.
demais. Bizonho = Triste, calado.
Quanto ao nível informal, este por sua vez representa Brenha = Lugar longe e de difícil acesso, escuro.
o estilo considerado “de menor prestígio”, e isto tem Briba = Pequena lagartixa.
gerado controvérsias entre os estudos da língua, uma Bruguelo = Criança pequena.

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3. Variação Social 4. Variação Situacional
Refere-se às formas da língua empregadas pelas É a capacidade que tem um mesmo indivíduo
diferentes classes ou grupos sociais. de empregar as diferentes formas da língua em
situações comunicativas diversas, procurando ade-
Exemplos: quar a forma e o vocabulário emcada situação.
Tem gente que nasce com o coração maior ou  No trabalho;
menor, com vários defeitos. Essas são as cardiopatias  Na escola;
congênitas, o coração pode nascer com inúmeros  Com os amigos;
defeitos. (Jargão médico)  Com a família;
Oi rapaize do surf brigadão pela moral que vcs  Em solenidades;
tão me dando, pow ta muito bom quando ta  No mundo virtual.
batendo aquelas ondas na prainha. Ta show,
valeu brigadão. Tanto backside floater drop  CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES SOBRE AS VARIAÇÕES
tubão.. (jargão do surf) LINGUÍSTICAS
 Norma culta: variedade de prestígio, que deve  Todas as variações estão presentes tanto na língua
ser adquirida na vida escolar e sujo domínio falada quanto na língua escrita. Podemos, inclusive,
é solicitado como forma de ascensão social encontrar (e usar) as variações linguísticas em
e profissional. diferentes contextos de produção escrita.
 Existe uma variedade de língua padrão, que é a variedade
 Linguagem técnica: usada no exercício de certas
linguística de maior prestígio social. Aprendemos a
atividades profissionais. valorizar a variedade padrão porque socialmente
 Modos de falar masculino e feminino: marcas na ela representa o poder econômico e simbólico
língua que expressam modos próprios da fala dos grupos sociais que a elegeram como padrão
masculina ou feminina, como as marcas de  É importante compreender as variações linguísticas
gênero, o uso de adjetivos e diminutivos etc. para melhor usar a língua em diferentes situações. Utilizar
a língua como meio de expressão, informação e
 Gíria: formas de língua que certos grupos desen- comunicação requer, também, o domínio dos
volvem como um código, para a comunica- diferentes contextos de aplicação da língua.
ção entre si e para evitar a compreensão  O idioma pode ser um instrumento de dominação e
por parte daqueles que não pertencem ao discriminação social. Devemos, por isso, respeitar
grupo. as linguagens utilizadas pelos diferentes grupos
sociais.

QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS


INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões de 1 a 3.

Resgate

1 Recebo de troco uma nota de cinco reais e vejo que nela está escrito, numa letra miúda e meio
trêmula, o seguinte: “Vai, dinheiro, dizer ao Brasil inteiro que Marilúcia não presta”. O autor não se
identifica, bastou-lhe apenas soltar na rua, nas asas desse retângulo de papel que normalmente ninguém
joga fora, a sua dura queixa.
5 Quanto dinheiro com rabiscos já nos passou pelas mãos! Geralmente são bobagens, desenhos
grosseiros, palavrões. Às vezes, um singelo lirismo: um nome de mulher ou de homem com o famoso
coração atravessado pela célebre flecha. Às vezes, é um gesto político: a abominação de uma figura
augusta da república. Nestes cinco reais que recebi de troco, numa frase com ritmo, vem uma acusação
áspera e nominal – Marilúcia não presta! – com a sutil insinuação de que na origem da maldade está a
10 praga do dinheiro. “Vai, dinheiro”, diz o homem amargo. Ele nem procurou gravar seu lamento numa
nota de mais alto valor, dessas que, por circularem menos, permanecem mais tempo legíveis. Escreveu
em simples cinco reais, quis que o máximo de pessoas lessem logo a sua opinião sofrida. Quis condenar
Marilúcia a andar pelo mundo num dinheirinho pobre.
[...]
E estes cinco reais, me pergunto eu, solto-os outra vez no mundo, a fim de que dando voltas e
15 voltas, acabem nas mãos de uma qualquer Marilúcia e de que esta, analisando a letra doentia, faça lá com
seus pensamentos as ponderações mais íntimas e queime no fogo mais ardente e purificador tão
irresponsável documento? Ou guardo-os na minha gaveta de curiosidades? Ou quem sabe os destruo?

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São cinco reais. Alguém dirá que, se fossem cem, talvez eu agisse de outro modo. Pensem o que
pensarem, vou rasgar bem rasgado esse dinheirinho vil. Em pedacinhos que não permitam a identificação
20 de uma só das palavras duras que botaram nele. É o mínimo e o máximo que posso fazer por vocês,
Marilúcias.

(CARDOZO, F J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)

1. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.1) Sobre o texto, analise as afirmativas.

I - O autor da frase escrita na nota de cinco reais revela-se, no segundo parágrafo, um homem ressentido,
desgostoso.
II - No penúltimo parágrafo, o cronista mostra-se indeciso entre preservar Marilúcia guardando o dinheiro ou
condená-la a que os usuários do dinheiro conheçam sua ação.
III - O cronista decide finalmente rasgar a nota em função de seu pouco valor.
IV - A partir de um fato comum – nota de real com frase escrita – o autor faz uma crônica com humor e reflexão.

Está correto o que se afirma em

a) I, II, III e IV.


b) I, II e IV, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, III e IV, apenas.

2. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.2) No trecho Às vezes, é um gesto político: a abominação de uma figura


augusta da república, pode-se entender que rabiscos em dinheiro são usados também para

a) mostrar desprezo por pessoas do governo.


b) falar mal do regime republicano no país.
c) protestar contra a política praticada no país.
d) posicionar-se politicamente contra a república.

3. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.3) A adjetivação é um dos elementos estruturadores de um texto, funcionando


como uma das principais estratégias discursivas de construção da opinião de quem escreve em relação àquilo que
escreve. Assinale o trecho que apresenta o maior número de adjetivos.

a) Geralmente são bobagens, desenhos grosseiros, palavrões.


b) Às vezes, é um gesto político: a abominação de uma figura augusta da república.
c) faça lá com seus pensamentos as ponderações mais íntimas e queime no fogo mais ardente e purificador tão
irresponsável documento?
d) “Vai, dinheiro, dizer ao Brasil inteiro que Marilúcia não presta”.

INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão 4.

É a da novela

1 Publicado por Monica


Eu achando a música uma gracinha, melodia fácil e gostosa de ouvir, dessas que grudam na cabeça e a
gente cantarola distraída no chuveiro, presa no engarrafamento ou enquanto espera o elevador. Letra
bonitinha, tudo me fazendo lembrar um pouco as composições bacaninhas do Jim Croce no começo dos
5 anos 70, antes daquele avião dele se espatifar. Nada muito original, ok, mas o tipo de música que daqui a
muitos anos a gente vai continuar ouvindo e gostando e achando fofa. Só que eu sempre pegava a música
pela metade ‘na rádia’, quando pegava do começo o moço não dizia o nome, nem quem estava cantando.
Quando eu estava do lado de alguém e perguntava ‘que música é essa? quem tá cantando?’, a resposta era
sempre ‘ah, essa é a música da novela!’. Da novela! Gente, eu não vejo novela desde aquela que tinha a
10 Odete Roitman (e não foi a reprise não, hein, foi a original, sei lá há quantos anos), não dava pra ser um
cadinho mais específico? Todo mundo achando a música bonitinha mesmo, mas informação pra me
ajudar, que é bom, nadinha. Mas eu só precisei de uma coisa, uma coisinha só, pra resolver o meu
problema: uma adolescente. Que me deu nome, título, letra, link pra baixar e tudo mais. Adolescente,
meus amiguinhos. É tudo de que preciso para sobreviver no universo das musiquinhas pop da atualidade.

(Disponível em http://cronicasurbanas.wordpress.com/. Acesso em 30/07/13.)

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4. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.7) Assinale a alternativa que apresenta características da informalidade
do texto.

a) Estrutura frasal incompleta, a exemplo de Mas eu só precisei de uma coisa, uma coisinha só, pra resolver o meu
problema: uma adolescente; uso de interjeição, como em e não foi a reprise não, hein, foi a original.
b) Repetição de palavras, a exemplo de precisei de uma coisa, uma coisinha só; redução de palavras, como em pra
e cadinho; uso de diminutivo, por exemplo, bonitinha, bacaninha, amiguinhos.
c) Regência verbal própria da linguagem informal, como É tudo de que preciso para sobreviver no universo das
musiquinhas pop da atualidade; uso de exagero nas explicações, por exemplo, gente cantarola distraída no
chuveiro, presa no engarrafamento ou enquanto espera o elevador.
d) Uso de expressões vagas, a exemplo de todo mundo, uma coisa; escrita em primeira pessoa do singular, como Eu
achando, eu não vejo novela; uso de diminutivos, como nadinha, cadinho.

INSTRUÇÃO: Leia o anúncio publicitário abaixo e responda à questão 5.

5. [Téc. Secretariado-(NMT)-UFMT/2013.2].(Q.9) Sobre o anúncio, assinale a afirmativa INCORRETA.

a) O texto verbal conclama os leitores a não desperdiçar o recurso esgotável água, a fim de garantir a sustentabilidade
do planeta.
b) O logotipo, um adulto segurando a mão de uma criança e, com a outra mão, um galho, incentiva a preservação
das florestas para garantir o futuro das crianças.
c) A frase Não compre gato por lebre pode significar Não seja enganado, levando um produto inferior ao esperado.
d) A frase Não compre gato por lebre representa um alerta ao consumidor, para que ele adquira somente o que for
durável e de qualidade.

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Leia texto abaixo para responder as questões de 6 a 8:

O PRIMEIRO PELO

Elias, aquele pedacinho de gente, com a cara mais atrevida deste mundo, plantou-se diante do pai, que lia o
jornal.
- Pai, eu já sou um homem!
Como o pai não desse sinal de ter ouvido, repetiu:
- Pai, eu já sou um homem!
- Você sempre foi, meu filho. Desde que nasceu – respondeu, afinal o pai.
- Isso eu sei. Quero dizer, agora já sou grande.
- Não me parece que você tenha crescido muito de ontem para hoje... – disse o pai, olhando o garoto de alto a
baixo.
- É que eu sou... eu sou ...
- Já sei. Você quer dizer que se tornou adulto.
- É, é isso mesmo. - E por que o senhor meu filho acha que se tornou adulto de ontem para hoje?
- O senhor está vendo aqui? – E apontava um pontinho preto no queixo.
– Está vendo?
- Não vejo nada. Venha mais perto. Ahnn! Será que estou vendo um pelinho aí?
- É o meu fio de barba, pai. Eu já sou um homem.
- Ora, meu filho! É apenas um fio, e um fio não faz uma barba toda. Aliás, lembra-se de sua avó, minha mãe? A
vovó tinha uma verrugazinha no queixo e três fios de barba. Veja bem: três fios. Nem por isso ela dizia que era
homem!
- Mas eu já sou um adul... Isso que o senhor disse. Por isso, preciso de aumento de mesada, quero chegar tarde
em casa e levar a chave da porta.
- É uma pena, é uma pena ... lamentou o pai, balançando a cabeça.
- Pena porque ia dar-lhe um presente agora que você completa doze anos. Mas ... Preciso mudar de presente.
- Mudar, pai?
- Claro, quando você era menino, ia ganhar uma bicicleta dessas que você sempre quis. Mas, sendo um
homem, vou dar a você um aparelho de barba.
O garoto apoiou-se num pé, depois no outro, profundamente pensativo. Ah! Ia perder aquela sonhada bicicleta!
Resolveu:
- Pai, vamos fazer uma coisa. Eu deixo pra ficar homem mais tarde e o senhor me dá a bicicleta, certo?-
Certo – concordou o pai. – E peça à sua mãe para tirar esse pelinho daí com uma pinça. Não fica bem um
menino com barba de homem.

(Mário Donato)

6. [Auxiliar Adm.-(NF)-UNIR/2011].(Q.1) Para afirmar que já é um homem, Elias dirigiu-se ao pai com:

a) humildade
b) segurança
c medo
d receio
e) empáfia

7. [Auxiliar Adm.-(NF)-UNIR/2011].(Q.3) Ao responder que o filho era homem desde que nasceu, o pai referia-se ao
aspecto:

a) Psicológico
b) Social
c) Físico
d) Etário
e) Histórico

8. [Auxiliar Adm.-(NF)-UNIR/2011].(Q.4) Analise as afirmações abaixo e verifique aquelas que estão em discordância
com o texto, depois assinale a alternativa que as indica.

I. Elias achou-se em condições de exigir seus direitos como adulto, pois também já assumia as responsabilidades e
cumpria com os deveres que um adulto tem.
II. Elias resolveu “adiar” seu ingresso na idade adulta porque percebeu que um fio de barba ainda não lhe dava
maturidade, e que ainda tinha desejos de menino.

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III. O pai não queria aceitar que seu filho já tinha se tornado adulto.
IV. O pai percebeu que o filho já estava amadurecendo e por isso resolveu mudar seu presente.
V. O menino mudou de ideia por causa da tática que o pai teve, não se opondo diretamente, mas mostrando outro
lado da moeda para o qual Elias não tinha se atentado ainda.

a) I, II, V
b) II, III, V
c) I, III, IV
d) III, IV, V
e) I, III, V

Leia o texto ”Aumente o poder do cérebro com exercícios” para responder à questão 9.

Pesquisas revelam que a atividade física melhora a concentração, a memória, a aprendizagem e até estimula
o nascimento de neurônios.

Por Mônica Tarantino e Monique Oliveira

Não é segredo que a atividade física produz inúmeros benefícios para o corpo, mas agora a ciência reuniu
provas suficientes para adicionar um novo e poderoso efeito à sua lista de ações positivas: o aprimoramento do
cérebro. As mais recentes descobertas indicam que a prática regular de exercícios ajuda a pensar com mais
clareza, melhora a memória e proporciona um grande ganho na aprendizagem. Novos estudos sugerem que as
mudanças podem ser ainda maiores, alterando a própria estrutura do órgão ao incentivar o nascimento e o
desenvolvimento de neurônios.
Essas conclusões são de uma ampla revisão de pesquisas que acaba de ser divulgada nos Estados Unidos por
uma das mais renomadas cientistas no campo da neurogênese. Henriette van Praag (Ph.D), do Laboratório de
Neurociências do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Henriette e seus colaboradores afirmam que há
maior produção de neurônios e um aumento das substâncias que atuam na nutrição e desenvolvimento dessas
células em animais submetidos a exercícios regulares. O trabalho foi publicado pela revista “Current Topics in
Behavioral Neurosciences”. A cientista detectou ainda que o exercício aumenta a capacidade do cérebro de se
adaptar e criar novas conexões, a chamada neuroplasticidade. Em estudos com ressonância magnética feitos em
indivíduos foi possível também observar que quem se exercita regularmente produz uma intensa atividade no
hipocampo. Essa região cerebral está relacionada à memória e à aprendizagem, e lá estão armazenadas as
células-tronco que darão origem aos novos neurônios.

IstoÉ, Edição n. 2.237, 26/09/2012, p. 70-72. Adaptado.

9. [Oficial-PM-MS/2013-Fund. Escola Gov.].(Q.1) De acordo com o primeiro parágrafo do texto, a atividade física tem
como objetivo básico:

a) a prática regular de atividade física.


b) a memorização de leituras diversas.
c) o aprimoramento do cérebro.
d) o cuidado pessoal.
e) a vida social.

As questões de 10 a 12 avaliam conhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo previsto em Edital e referem-se ao
texto a seguir:

1 A invasão do politicamente correto


2 Qual a melhor maneira de se dirigir aos negros, homossexuais e idosos? Como
3 não ofendê-los? Quais palavras usar e quais repudiar? Há dez anos, perguntas como
4 essas dificilmente povoariam a mente dos brasileiros. Hoje, dúvidas assim são comuns.
5 Essa mudança de comportamento, que reflete diretamente em nossa maneira de falar,
6 deve-se ao Movimento do Politicamente Correto. Nascido na militância política pelos
7 direitos civis, nos Estados Unidos, na década de 70, ele ganhou força nas universidades
8 americanas nos anos 80 e desembarcou no Brasil pouco mais de dez anos depois. Prega
9 que alguns termos sejam banidos do vocabulário para evitar manifestações
10 preconceituosas do gênero, idade, raça, orientação sexual, condição física e social.

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11 A mania vem sendo incorporada pela sociedade, mas ferve o sangue de
12 intelectuais, escritores e músicos cuja ferramenta de trabalho é justamente a palavra. O
13 professor de Linguística da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Bruno
14 Dallare,considera o PC (como é chamado o movimento) autoritário, arbitrário e
15 cerceador. “Ele provoca efeito contrário ao que defende”, diz. “Ao seguir regras, a pessoa
16 perde a naturalidade e se distancia do interlocutor”. Além disso, os termos, em alguns
17 casos, transcendem o bom senso. As expressões “terceira idade” e “melhor idade”,
18 criadas por técnicos da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) para nomear
19 programas de viagem destinados aos idosos, têm como objetivo mascarar a velhice.
20 Trata-se de uma jogada de marketing – o termo, mais positivo que “velhice”, ajudaria a
21 atrair esse público. Agora, já há profissionais do setor de turismo utilizando a expressão
22 “suave idade”, como se essa realmente fosse a fase mais suave da vida.
23 “Não entendo por que ‘velho’ é politicamente incorreto”, diz o escritor Rubem
24 Alves, do alto de seus 77 anos. “Já imaginaram se Ernest Hemingway tivesse dado ao
25 seu livro o nome de O idoso e o mar (o nome é O velho e o mar)?”, questiona. O
26 Ministério do Turismo cunhou “melhor idade” depois que a expressão “terceira idade” foi
27 registrada e eles perderam o direito de utilizá-la. “Não acho o termo bom, mas foi o
28 melhor que encontramos”, diz Maria Flor, do Ministério do Turismo.
29 As expressões difundidas pelos politicamente corretos estão presentes,
30 principalmente, na militância gay e no movimento negro. A Associação Brasileira de
31 Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) editou uma cartilha para
32 educadores e outra para comunicadores, em que sugere quais palavras devem ser
33 usadas. Exemplo disso é a troca de “homossexualismo” por “homossexualidade”. O
34 argumento é forte. Em 1996, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o
35 homossexualismo da lista de doenças. Por isso, o sufixo “ismo” (que remete a doenças)
36 não teria mais sentido. O movimento negro afirma que eles não querem ser chamados de
37 “neguinho” e”preto”. Preferem afrodescendentes” – uma tradução, um pouco torta, do
38 termo usado nos Estados Unidos pelos PCs, “afro-americans”. Grande parte dos termos
39 politicamente corretos brasileiros é inspirada no linguajar americano. Mas eles também
40 nascem aqui. “Muitos termos e expressões são criados, mas somente alguns são aceitos
41 pela mídia e passados para a frente”, diz Dallare.
42 Até mesmo as escolas de ensino infantil são berço dessas manifestações. Há dez
43 anos educadores alteram a letra de canções de roda consagradas. Clássicos como “Atirei
44 o pau no gato”, “o cravo e a rosa” e “Boi da cara preta” têm sido considerados
45 inadequados. O primeiro, por exemplo, é tido como agressivo e “pouco amigo” dos
46 animais. Os outros dois são tachados, respectivamente, de “desumano” e “racista”.
47 Segundo Claudia Razuk, coordenadora de uma das unidades do Colégio Itatiaia, em São
48 Paulo,o objetivo é, desde cedo, ensinar “a criança a maneira correta de agir. “A escola
49 existe para isso”, afirma. Recentemente, a própria educadora mudou a letra de uma
50 canção, que considerava pessimista, para uma versão mais “cor-de-rosa”.
51 Em 2005, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, do governo federal, editou
52 a Cartilha do Politicamente Correto. E foi bombardeada – acusada de cercear a liberdade
53 de expressão e criticada por seus “exageros”. Termos como “peão”, “comunista” e
54 “funcionário público” eram desaconselhados. A obra foi engavetada, mas deixou uma
55 lição. Com o uso de palavras politicamente corretas ou não, o fundamental é ter bom
56 senso. (Por Cláudia Jordão, ISTOÉ, Edição 2027, 10-9-2008. Com alterações, supressões
57 e adaptações. Disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/8822).

10. [Anal. Jud.-(Ár. Fim)-(NS)-(M)-TJ-MS/2012-FADEMS].(Q.1) Assinale a alternativa que pode representar a mensagem do
texto:

a) Ninguém é obrigado a empregar palavras politicamente corretas, mas seu uso é sinal de bom senso e de respeito
aos direitos civis dos cidadãos.
b) Por serem de origem americana, os termos politicamente corretos invadiram a sociedade brasileira e transformaram-se
em mania nacional, comprometendo o trabalho da mídia e dos professores. Devem, portanto, ser banidos do
vocabulário brasileiro.
c) Embora haja excessos, os termos politicamente corretos devem ser empregados nas relações cotidianas e, sobretudo,
nos primeiros anos escolares.

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d) Ao uso de termos “politicamente corretos” deve ser agregado o bom senso, pois eles por si e apesar de sua
proliferação, não garantem a coibição de manifestações preconceituosas.
e) Os termos politicamente corretos devem ser incorporados ao vocabulário dos cidadãos brasileiros, pois seu uso
coibirá manifestações preconceituosas e contribuirá significativamente para a democratização da sociedade.

11. [Anal. Jud.-(Ár. Fim)-(NS)-(M)-TJ-MS/2012-FADEMS].(Q.2) Sobre os posicionamentos da autora inscritos no texto, é


correto afirmar que:

a) A palavra “velho” não é politicamente incorreta, mas “idoso” representa com mais polidez aqueles que estão na
“melhor idade”.
b) Excessos no uso de termos politicamente corretos indicam autoritarismo e, portanto, concorrem para o distanciamento
entre as pessoas.
c) A iniciativa da Secretaria Especial dos Direitos Humanos em editar a Cartilha do Politicamente Correto foi
injustamente criticada, pois trazia claros exemplos de bom senso.
d) A iniciativa das escolas de ensino infantil em alterar letras de canções de roda é um exemplo de bom senso, pois
é nessa faixa de escolaridade que se ensina a maneira correta de agir e falar.
e) Alguns termos considerados politicamente corretos são usados para mascarar a realidade, e não para coibir
manifestações preconceituosas.

12. [Anal. Jud.-(Ár. Fim)-(NS)-(M)-TJ-MS/2012-FADEMS].(Q.7) Observadas as relações de coesão estabelecidas no texto, é


correto o que consta na alternativa:

a) O pronome “-la” (l. 27) refere-se a “melhor idade” (l. 26).


b) O pronome “eles” (l. 27) refere-se a “idosos” (l. 19).
c) O pronome “eles” (l. 36) retoma “afrodescendentes” (l. 37).
d) O uso do pronome “seus” (l. 53) produz certa ambigüidade: pode remeter tanto a “a Cartilha do Politicamente
Correto” (l. 52) quanto a “a Secretaria Especial dos Direitos Humanos” (l. 51).
e) “dessas manifestações” (l. 42) refere-se a “manifestações preconceituosas” (l. 9-10).

Texto 1: Interação comunicativa com o outro

Na escola, a interação interpessoal ocorre o tempo todo, com todos os papéis sociais. O diretor lida com professores,
alunos, pais e pessoal da secretaria. Os professores, merendeiras, pessoal administrativo etc. lidam o tempo todo
com os alunos. Assim, quando se lida com pessoas, estabelecendo a interação face a face, é preciso atentar para
alguns procedimentos. A cordialidade, as explicações claras e objetivas, o bom atendimento, é tudo que se espera
de uma pessoa que esteja exercendo o papel de lidar com o público. Para que isso ocorra, é necessário:
 ouvir o outro com paciência e atenção;
 tentar entender o que o outro solicita;
 atender as pessoas sem privilégios;
 não discriminar as pessoas por causa de sua forma de falar, de se vestir ou por causa de racismo;
 evitar mal-entendidos.
É importante entender qual é a função social que se exerce no local de trabalho e conhecer bem o serviço
que é prestado à comunidade. Afinal, não é difícil encontrar pessoas que estão exercendo uma função, mas que
parecem não saber o que estão fazendo ali, pois não tiveram a oportunidade de formar uma consciência profissional e
de saber a importância de seu papel social.
Para que haja interação entre alunos, pais, pessoas da comunidade e o profissional que os atende, esse profissional
deve fazer a leitura das solicitações e reivindicações dessa clientela.
Estabelecer um boa interação e uma boa comunicação implica ser prestativo e dar sentido ao que se ouve.

Profuncionário, Módulo 13, 2007 (com adaptações).

Tendo como base as informações contidas no texto 1, responda às questões 13 a 17

13. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.1) A interação interpessoal provoca uma mudança de comportamento
nas pessoas, resultado do contato e da comunicação que se estabelece entre elas. Com base nessa afirmativa e no
texto, assinale a alternativa CORRETA:

a) A interação só ocorre entre duas pessoas.


b) Grupos de pessoas jamais estabelecem interação interpessoal.
c) A interação interpessoal acontece em todos os grupos, a todo momento e em todas as situações de comunicação.
d) Uma só pessoa não estabelece interação com um grupo de pessoas.

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e) A interação jamais ocorrerá entre uma pessoa e outra, entre uma pessoa eu grupo ou entre um grupo e outro.

14. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.2) São exemplos de interação interpessoal:

I – Sentar-se ao lado de uma pessoa, mas não conversar com ela.


II – Um professor ministrando aula para seus alunos.
III – Ir a uma loja e ser atendido(a) por m funcionário que irá auxiliá-lo(a)em suas compras.
IV – Ir ao banco e pagar suas contas no caixa eletrônico.

Assinale a alternativa CORRETA:

a) Estão corretos somente os exemplos I e II.


b) Estão corretos somente os exemplos III e IV.
c) Estão corretos somente os exemplos I e IV.
d) Estão corretos somente os exemplos II e III.
e) Está correto somente o exemplo I.

15. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.3) Acerca da qualidade no atendimento ao público e considerando
as ideias contidas no texto, julgue aas afirmativas abaixo.

I – A qualidade no atendimento implica prestar informações precisas.


II – Privilegiar pessoas conhecidas na hora do atendimento não prejudica a qualidade no atendimento.
III – Simpatia e objetividade nem sempre são essenciais para um bom atendimento.
IV – Para a excelência no atendimento ao público é fundamental ter consciência da função que se exerce no
trabalho e conhecer suas atribuições.

Estão corretas:

a) somente as afirmativas I e II.


b) somente as afirmativas II e III.
c) somente as afirmativas III e IV.
d) as afirmativas I, II, III e IV.
e) somente as afirmativas I e IV.

16. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.4) A palavra “assim”, que aparece na frase “Assim, quando se
lida com pessoas...”, pode ser substituída, sem prejuízo para a coerência do texto, por:

a) deste modo.
b) no entanto.
c) contudo.
d) entretanto.
e) embora.

17. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.8) De acordo como sentido apresentado no texto, no trecho
“Estabelecer uma boa interação e uma boa comunicação...”, a palavra destacada significa:

a) ação de reflexão.
b) ação recíproca entre pessoas.
c) ação de meditar.
d) agir sem a interferência de outros.
e) agir por impulso.

Texto para a questão 18.

Texto 2: Atitudes no contexto de trabalho e ética profissional

Nem sempre a formação técnica para lidar com o trabalho é o suficiente para desempenhar bem as atividades
atribuídas a ele. É preciso aprender a estabelecer uma boa relação e interação com as pessoas, principalmente no
contexto escolar. Para tanto, discrição, respeito às pessoas, respeito às leis e à hierarquia, interesse pelo que se propõe
a realizar, organização, responsabilidade e saber ouvir são essenciais.
Quando o profissional assume uma função social em uma instituição pública ou privada, deve sempre observar o
princípios éticos.

Profuncionário, Módulo 13, 2007 com adaptações).

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18. [Ag. Ativ. Educ.-(Ag. Limpeza)-SED-MS/2011].(Q.10) No texto 2, a expressão “a ele” (2ª linha) refere-se:

a) à expressão “contexto escolar”.


b) à expressão “respeito pelo outro”.
c) à palavra “interesse”.
d) à palavra “trabalho”.
e) à expressão “formação técnica”.

Leia o texto a seguir para responder às questões 19 a 23.

Texto I - Desobjeto

O menino que era esquerdo viu no meio do quintal um pente. O pente estava próximo de não ser mais pente.
Estaria mais perto de ser uma folha dentada. Dentada um tanto que já se havia incluído no chão que nem uma
pedra um caranguejo um sapo. Era alguma coisa nova o pente. O chão teria comido logo um pouco de seus
dentes. Camadas de areia e formigas roeram seu organismo. Se é que um pente tem organismo.
O fato é que o pente estava sem costela. Não se poderia mais dizer se aquela coisa fora um pente ou um
leque. As cores a chifre de que fora feito o pente deram lugar a um esverdeado musgo. Acho que os bichos do
lugar mijavam muito naquele desobjeto. O fato é que o pente perdera a sua personalidade. Estava encostado às
raízes de uma árvore e não servia mais nem para pentear macaco. O menino que era esquerdo e tinha cacoete
para poeta, justamente ele enxergara o pente naquele estado terminal. E o menino deu para imaginar que o pente,
naquele estado, já estaria incorporado à natureza como um rio, um osso, um lagarto. Eu acho que as árvores
colaboravam na solidão daquele pente.
BARROS, Manoel. Memórias Inventadas: a infância.

Texto II – A complicada arte de ver

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que
ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um de meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas,
os tomates, os pimentões – é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já
fizera centena de vezes: cortar cebolas. Ato banal, sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive
a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser
comido, transformou-se em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates,
os pimentões... agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes
Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu
é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa
de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a
ver”.
ALVES, Rubem. Folha de SP. 26/10/08.

19. (Monitor de Alunos-PMCG-SEMAD-MS/2011).(Q.1) De acordo com o texto I,

a) a descoberta do pente, no estado em que estava, deixa o menino indiferente.


b) como o pente é um objeto, não havia transformação nenhuma nele.
c) não há relação entre a urina dos animais e a nova cor do pente.
d) o pente não passou a ser um objeto visto de forma diferente.
e) a palavra costela é entendida em seu sentido não literal.

20. (Monitor de Alunos-PMCG-SEMAD-MS/2011).(Q.2) Sobre o texto II, pode-se dizer que

a) o autor conta a própria história.


b) as impressões da paciente e as do poeta Pablo Neruda são totalmente diferentes.
c) a paciente dizia-se louca porque viu as coisas por ângulos incomuns.
d) o psicanalista diz à paciente que as visões dela são normais para quem está em tratamento.
e) somente o poeta viu algo de forma diferente; a paciente apenas se confundiu.

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GABARITOS (200 QUESTÕES)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS DE VARIADOS GÊNEROS DISCURSIVOS.


1 COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL, ARGUMENTAÇÃO. LINGUAGEM FORMAL E
INFORMAL DA ESCRITA PADRÃO. VARIEDADES LINGUÍSTICAS.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
B A C B A B C C C D E D C D E A B D E C C B D B
25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48
E B A D E C A E C B C E B E D E D B C E B A D A
49 50
C A

2 ORTOGRAFIA OFICIAL
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
D E B D D E A C A A C C A

3 ACENTUAÇÃO GRÁFICA
1 2 3 4 5 6 7 8
C B B E E B A B

4 SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS:


sinonímia, antonímia, denotação e conotação.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
B A C D D C D A E D D C A A E D A E A C D A D A

5 ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS.


1 2 3 4 5 6 7 8 9
C D A C D D C B D

AS CLASSES DE PALAVRAS E SUAS FLEXÕES.


6 EMPREGO DE ADJETIVOS, PRONOMES, ADVÉRBIOS E CONJUNÇÕES.
COLOCAÇÃO PRONOMINAL. EMPREGO DE MODOS E TEMPOS VERBAIS.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
D B B C D B A D D D A E A E E A A B E D B C D B
25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44
E B D C D A E D A E B B C E D E B D A B

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7 CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
A B B A C B C B A A C D B D C B E C

8 REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
A C C C B E A D C D D E

9 USO DO SINAL INDICATIVO DA CRASE


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
A A E A B A D A E D

10 USO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO


1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
D C C E C E E D D B A C

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