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Biologia e Geologia – 11º ano

Avaliação da componente prática – Ciclo Celular

Nome _______________________________________________Nº ____Turma ____ Data ____/ 01 / 2017


A Professora:_____________________________ Classificação:_________________________________

Parte II

Grupo I – Interpretação dos registos

1. Relativamente à observação da preparação definitiva n.º1.


1.1. Esquematize o ciclo de vida do organismo correspondente à preparação 1. Legende o ciclo e indique os
momentos em que ocorre alteração de ploidia.

1.2. Classifique a meiose quanto ao momento em que ocorre.

1.3. Explique a função do tubo de conjugação.

2. Considere o exemplar de polipódio que desenhou em 1.2. dos registos.


2.1. Identifique a fase nuclear em que se inserem as estruturas que observou.

2.1.1. Justifique a sua resposta à questão anterior.


2.2. Identifique e localize as células que sofrem meiose.

2.3. Classifique a meiose quanto ao momento em que ocorre.

3. Relembre a preparação definitiva n.º2 e responda às questões que se seguem.


3.1. Identifique a fase nuclear em que se insere a estrutura observada.

3.2. Explique a origem desta estrutura.

3.3. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de acontecimentos


relacionados com o ciclo de vida.

Inicie a sequência pelo acontecimento que envolve a entidade macroscópica apresentada na bancada (1.2. dos
registos).

(A) Germinação do esporo.


(B) Formação do zigoto.
(C) Desenvolvimento do esporófito.
(D) Formação de gametângios.
(E) Desenvolvimento do gametófito.

_____; _____; _____; _____; _____

3.4. Admita que cada gâmeta produzido apresenta 8 cromossomas. Indique o número de cromossomas:
a) do esporófito

b) do gametófito

c) dos zigotos

3.4.1. - Justifique a sua resposta para a alínea c).


Grupo II

1. Analise atentamente o documento seguinte.

Germinação de Esporos e Desenvolvimento da Fase Gametófita em Fetos

Num ecossistema, a ocorrência e a distribuição dos esporófitos das plantas da classe Polypodiopsida dependem
do estabelecimento e do desenvolvimento dos seus gametófitos.
Para melhor compreender a biologia destes fetos, é necessário o conhecimento de todos os estágios do seu ciclo
biológico haplodiplonte, bem como do seu comportamento em função de diversos fatores ambientais.
Foi realizado um estudo sobre a germinação de esporos sob diferentes condições de irradiância e sobre o
desenvolvimento dos gametófitos de duas espécies de fetos arborescentes – Alsophila setosa e Cyathea atrovirens.
Isolaram-se esporófitos férteis, que foram acondicionados em sacos de papel, à temperatura ambiente, durante 48
horas, para recolha dos esporos libertados. Amostras de 20 mg de esporos foram colocadas em 20 mL de um meio
de cultura padrão, numa câmara para germinação e cultura, em cinco prateleiras sujeitas a diferentes intensidades
de fluxo de fotões (µmol m–2 s–1). Para cada tratamento, foram realizadas cinco repetições, com fotoperíodo de
12 h luz e temperatura de 24± 1 ºC.
O acompanhamento das culturas foi feito desde a inoculação dos esporos até à formação do gametófito. Foram
efetuados registos da germinação nos 6.º, 9.º e 12.º dias.
A capacidade de germinação dos esporos no escuro também foi verificada, tendo os resultados sido negativos.
Registaram-se diferenças na capacidade de germinação dos esporos e no desenvolvimento dos gametófitos, em
cada prateleira. Em Alsophila setosa, aos 15 dias de cultivo, 64% dos gametófitos, em média, apresentavam-se
numa fase com emergência de rizóides e de células fotossintéticas, enquanto em Cyathea atrovirens apenas 58%
dos gametófitos se apresentavam nessa fase.
Os dados referentes à germinação dos esporos de ambas as espécies foram transformados em percentagens e
estão registados nos gráficos seguintes.
Alsophila setosa

Cyathea atrovirens

Texto e gráficos baseados em http://www.anchietano.unusinos.br


1.1. Em Alsophila setosa, a intensidade luminosa para a qual se verifica uma diferença maior na
percentagem de germinação do 6.º para o 12.º dia é …

(A) 60 µmol m–2 s–1..


(B) 150 µmol m–2 s–1.
(C) 100 µmol m–2 s–1.
(D) 125 µmol m–2 s–1.

1.2. Os valores mínimo e máximo de germinação de Cyathea atrovirens foram atingidos, respetivamente,
com irradiâncias de …

(A) 100 µmol m–2 s–1 ao 9.º dia e de 125 µmol m–2 s–1 ao 12.º dia.
(B) 100 µmol m–2 s–1 ao 6.º dia e de 125 µmol m–2 s–1 ao 12.º dia
(C) 60 µmol m–2 s–1 ao 6.º dia e de 125 µmol m–2 s–1 ao 9.º dia.
(D) 60 µmol m–2 s–1 ao 9.º dia e de 125 µmol m–2 s–1 ao 9.º dia.

1.3. Na situação experimental descrita, a variável em estudo é …

(A) a espécie de feto.


(B) o período de exposição à luz.
(C) o desenvolvimento dos esporos.
(D) a intensidade luminosa.

1.4. Uma das condições que contribuíram para a fiabilidade dos resultados foi o facto de …

(A) os esporos mantidos na escuridão não terem germinado.


(B) terem sido registadas diferenças na percentagem de germinação dos esporos das duas espécies.
(C) terem sido realizadas repetições da atividade experimental.
(D) os esporos terem sido mantidos em condições semelhantes ao longo dos dias.
2. Analise atentamente o documento e a figura seguintes.

O mosquito-da-dengue

O Aedes aegypti, conhecido popularmente como mosquito-da-dengue, é proveniente de África, mais


precisamente do Egito, tendo sido introduzido nas Américas durante as primeiras colonizações europeias.
Este mosquito, que se alimenta do néctar das plantas, tem um ciclo de vida formado por quatro etapas
básicas: ovo, larva, pupa e adulto. Do ovo ao adulto, o período de desenvolvimento é de
aproximadamente 10 dias (Figura 1).

Figura 1
Adaptado de http://www.biogents.com/cms/website.php?id=/en/traps/mosquitoes/tiger_mosquitoes.htm
[consultado em outubro de 2016]

Alguns dias após o início da fase adulta, o mosquito está apto para o acasalamento, que normalmente
ocorre durante o voo. Uma vez que a fêmea armazena o esperma na espermateca, basta uma cópula para
que a reprodução se concretize.
Além da destruição dos locais de criação do mosquito (calhas e outros recipientes onde se acumule
água), outras medidas podem e devem ser implementadas na luta contra o Aedes aegypti, como é o caso
do controlo químico (inseticidas) e biológico. Um exemplo de um método de controlo biológico consiste
na utilização de uma linhagem de mosquitos machos geneticamente modificados (mosquitos
transgénicos), que são libertados na Natureza para se reproduzir transmitindo um gene que provoca a
morte dos descendentes antes de atingirem a fase adulta.
Adaptado de Santos, Vanessa Sardinha dos, “Aedes aegypti – O mosquito-da-dengue”, Brasil Escola
Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/animais/aedes-aegypti.htm> [consultado em outubro de 2016]

2.1. A transmissão do vírus dengue ao ser humano ocorre _____ à postura de ovos e _____ à produção de
óvulos pela fêmea.
(A) previamente (...) previamente
(B) posteriormente (…) previamente
(C) previamente (…) posteriormente
(D) posteriormente (…) posteriormente
2.2. O ciclo de vida de Aedes aegypti é ____ e a meiose é _____.
(A) diplonte (…) pré-gamética
(B) haplonte (…) pós-zigótica
(C) diplonte (…) pós-zigótica
(D) haplonte (…) pré-gamética

2.3. O ciclo de vida do mosquito inclui uma fase aérea e uma fase aquática. A fase aquática inclui ______,
que pertencem à ______.
(A) as larvas e as pupas (…) haplofase
(B) as larvas e as pupas (…) diplofase
(C) apenas as larvas (…) haplofase
(D) apenas as pupas (…) diplofase

2.4. Ao contrário dos machos, as fêmeas


(A) voam imediatamente após a eclosão dos ovos.
(B) realizam hematofagia, essencial para a maturação dos óvulos.
(C) não se alimentam de hidratos de carbono vegetais.
(D) alimentam-se de sangue, cujas proteínas são essenciais para atingirem o estado adulto.

2.5. Os embriões resultantes do cruzamento de fêmeas com os mosquitos transgénicos


(A) possuem no seu genoma um gene letal que herdaram do progenitor feminino.
(B) não atingem a idade adulta, pois no período S ocorre a duplicação do gene letal herdado do
progenitor masculino.
(C) morrem antes de atingirem a idade adulta por ativação do gene letal herdado do progenitor
masculino.
(D) têm duas cópias do gene letal herdado do progenitor masculino, uma vez que o DNA sofre
replicação após a fecundação.

2.6. Nas 15 horas após a postura, os ovos de A. aegypti adquirem rapidamente resistência à perda de água.
Estudos sugerem que os ovos permanecem viáveis e sem eclodir até aos 450 dias, uma vez que são
extremamente resistentes à dessecação.
Explique de que modo esta resistência dos ovos é uma vantagem adaptativa contribuindo para a
manutenção da população do mosquito.
2.7. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos que culminam na
obtenção de um mosquito Aedes aegypti transgénico.

A. Incorporação do gene letal no genoma dos mosquitos descendentes.


B. Desenvolvimento do embrião por mitose e diferenciação celular.
C. Formação da pupa que permanece perto da superfície da água.
D. Morte dos mosquitos por alteração genética.
E. Fecundação do óvulo pelo esperma armazenado na espermateca da fêmea.

Parte II
Parte I
Grupo I Grupo II Total
Registos 1.1 1.2 1.3 2.1 2.2 2.3 3.1. 3.2 3.3 3.4 1.1 1.2 1.3 1.4 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7
40 10 5 10 13 6 5 5 8 5 15 6 6 6 6 7 7 7 6 6 15 6 200