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coração humano e este o

toma do Sol Invictus, que o rege planetariamente,


também, do mesmo modo, e sempre

Fígado, centro da emoção


e do desejo. Este órgão vital da emoção e do desejo,
estendido sobre o lado direito da bolsa do estômago,
mente dos apetites..., é o presor e o maior de todos os
presores e presuria do homem. é o órgão da iracúndia,
terrível matador de homens..., por causa da sua temível
cólera, impaciência e irascibilidade. Este órgão vital que
controla a bílis..., está dominado pelo colérico e
impulsivo planeta Marte, Astrologicamente, Marte rege a cabeça humana através
de Áries, o signo zodiacal do combativo Carneiro. E,
desde aí, envia directamente ao fígado o seu raio
vermelho devido ao qual, os glóbulos brancos elaborados
no baço, se convertem em rubro sangue e calor ardente: o
ardor do aguerrido Marte, deus dos combates, divino
mensageiro da energia vital. Devido a esse facto
anatómico astro-psico-físico, vem o dito mitológico de
que, a espada de ferro do agressivo Marte sempre tem
estado directamente apontada à Terra, e pronta a ferir um
ponto determinado: o fígado... Daí dizer-se também, nos
Evangelhos que a lança do centurião ferira o lado direito
de Cristo de onde jorrara o Sangue Purificador... Também, o mito universal de
Prometeu, encadeado no
Monte Cáucaso com um abutre devorando-lhe as
entranhas - o fígado - alude a este mesmo facto no
homem, de onde tudo está directamente copiado e, a cujo
original modelo há-de referir-se tudo quanto aqui no
Plano Físico das grandes divisões se estude ou
investigue. o fígado, por
causa da sua grande irritabilidade e fria cólera petrificante, cria pedras..., cálculos
biliares..., pedras no
fígado... Dissemos atrás que o fígado, centro da emoção e do
desejo e das paixões, é PRESURIA e PRESOR e o maior
de todos os presores do homem, aí encadeado, com um
abutre devorando-lhe as entranhas, o fígado.. Também dissemos atrás que o fígado é o
órgão da
iracúndia, terrível matador de homens, por causa da sua
cólera temível e irascibilidade. E, por último, falando das origens, tal como o fígado
situado no quaternário inferior do homem não é a sua
origem, O sangue de cada homem é individual. Cristaliza, forma
desenhos geométricos que diferem em cada pessoa. Por
isso, por meio da análise do sangue poderia desenvolverse
um sistema muito mais seguro, para a investigação do
crime, do que os sistemas de Bertillon e da impressão
digital. A história da alma humana está escrita no seu
sangue. A posição que ela ocupa na evolução, suas
esperanças e seus temores, estão impressas nas formas
etéricas que flúem através da sua corrente sanguínea. Até
que o sangue vermelho não entra no corpo, o espírito do
homem não pode entrar nele; só ronda à volta do corpo
ao que está unido por um fio de natureza eléctrica. Dizem os clarividentes que,
estudando grilos, lagostas e outras
pequenas criaturas, é possível observar impulsos que vem
de esses pequenos glóbulos que rondam sobre seus
corpos, que demonstram seus movimentos e sentidos
primitivos. Portanto, diz-se que a real linha entre o
vegetal e o animal vem com a chegada do sangue
vermelho; consequentemente, certos peixes pequenos,
moluscos, etc., são tecnicamente vegetais, embora não
reconhecidos como tais pela ciência oficial. O fígado é a
chave do sangue vermelho. A cor vermelha da vestimenta
de Lucífer (Marte) deriva da cor do sangue, e a palavra
Lucífer significa "Portador de luz" (ou calor) e é um
nome do sangue. Por essa razão é o espírito da tentação. Nos Mistérios Cristãos a ferida
do fígado de Cristo pela
lança do centurião, é um facto especialmente místico,
enquanto que Prometeu, o amigo do homem, encadeado
no pico do Monte Cáucaso, com um abutre devorandolhe
o fígado, é o mesmo mito expressado no simbolismo
dos antigos gregos. É interessante, também, notar a relação que há entre as
palavras "LlVE" (vida) e "LlVER" (fígado), porque ter
um fígado (LIVER) é viver (TO LIVE). Seguindo esse
detalhe, podemos notar que a palavra LIVE deletreada ao
contrário se converte em EVIL (mal) e a palavra LIVED
(vivido) se converte em DEVIL (diabo). Esta peculiar
relação não só se encontra em inglês, mas também, com
ligeiras variantes, noutros vários idiomas. Quando nos
ocupamos disto, no entanto, ficamos envolvidos no
estudo cabalístico, o qual é a análise do significado
simbólico das palavras. O fígado (e as vísceras) nas antigas tradições era associado aos
instintos e vontades, aqui também pode ser feita uma analogia ao mito de Prometeu que como
castigo por ter dado o fogo dos deuses aos homens, tinha seu fígado devorado (e regenerado)
diariamente por uma águia. O figo está relacionado ao fígado, principal órgão dos
sentidos para os gregos,
sendo a figueira usualmente considerada local de contemplação. Por isso, ao
transgredir o decreto dos deuses e fornecer o fogo aos homens, Prometeu foi
condenado a ter seu fígado eternamente comido pela águia (animal ligado aos
deuses), podendo-se estabelecer um paralelo entre a transgressão de Adão na
cultura judaico-cristã e a de Prometeu na greco-romana, pois ambos teriam
simbolicamente roubado a sabedoria do mundo divino (FRANCO JR., 1996:57). Como
todos que buscam com sinceridade, Hércules libertou-se do mundo da miragem psíquica
pseudo-espiritual, e começou a servir. Inicialmente se libertou dos “abutres” do passado, do
desejo que tanto tempo o torturava. O Plexo Solar, o estômago e o fígado são as
exteriorizações da natureza do desejo. O fígado é chamado pelos médicos como o
“órgão dos cinco”. os cabalistas sabem que cinco é o número de Geburah,
o Rigor da Lei. Alguns místicos dizem que nós temos o Cristo crucificado
no fígado. Não há dúvida que aí se encontra o assento dos apetites e
desejos. Partindo deste ponto de vista, podemos dizer que temos Cristo
crucificado no fígado. Entre os doze e os catorze anos, nas regiões moderadas, o
fígado começa a sua actividade; o corpo emocional
nasceu. É durante estes anos da adolescência que o jovem
enfrenta os seus maiores problemas. A emoção corre
desenfreadamente. A consciência está recapitulando suas
existências animais.

Cabeça -Gólgota e Calvário, são nomes simbólicos que nas


literaturas antigas se aplicam ao cérebro humano, e não a
outra coisa qualquer imaginária... cérebro..., meta final do CONQUISTADOR
de si mesmo, em que culmina o esforço da alma e conclui
o desenvolvimento humano. há uma senda oculta dentro de
nós, pela qual podemos libertar-nos das actuais
misérrimas condições de escravos, e alcançar o ÉDEN
PERDIDO situado no mundo superior do cérebro...,
denominado Reino dos Céus ou de Deus, que está dentro
e não fora de nós. Fora de nós não há nada.

Região sacra: desde que o sacrário, o lugar santo da divina e


augusta Ísis foi profanado, e o divino fogo genésico
criador e libertador do homem, passou do seu sagrado e
verdadeiro uso, ao abuso da fornicação. Daí, os epítetos e
infamantes nomes de SODOMA E GOMORRA, que se
aplicam à região ventral do sacro, do umbigo para baixo,
onde arde o fogo de um verdadeiro inferno,

mercúrio: Astrologicamente, a cidade


de Barcelos está regida por Mercúrio, o autêntico deus do
galo, de que nos fala Camões em "Os Lusíadas", e pelo
signo zodiacal da Virgem.
A Lei Natural de Analogia situa a cidade de Barcelos no
ponto central da barriga sobre o plexo solar na região
umbilical, exactamente no ponto anatómico onde
Picasso, génio da pintura iniciática e do CUBISMO,
coloca o olho inferior nas suas figuras humanas, abertas
ao meio, para mostrar o seu interior e ensinar aos artistas
e aprendizes de seu tempo a anatomia oculta do homem... ao plexo solar, ao centro
umbilical, situado na região epigástrica, por detrás da
boca do estômago, a cada lado da coluna vertebral.
Constitui uma espécie de cérebro, que desempenha uma
das missões principais na economia humana. É um
grande depósito central do Prana, ao que a ciência da
endocrinologia chama "cérebro abdominal". O nome de
SOLAR está muito bem aplicado a este cérebro porque
irradia força e energia a todas as partes do corpo e até o
cérebro superior depende dele, dada a sua qualidade de
depósito do Prana. E, se a ciência dos nossos dias chama
ao plexo solar "cérebro abdominal", e um cérebro tem
olhos..., é, portanto, correctíssimo que Picasso coloque aí
nesse sítio da barriga das suas figuras o olho inferior, o
olho de roseta do galo de Barcelos que canta ao nascer o
Sol.. O plexo solar, no ponto central da barriga,
astrologicamente governado pelo planeta Mercúrio, o
deus do galo, e pelo signo zodiacal da Virgem, é
simbolizado pelo „0‟..., o zero, a roda, o círculo com o
ponto matemático no meio, para significar
estupendamente que na verdade, a mulher, a Virgem, é a
circunferência abstracta do diâmetro concreto do
homem... . O „0‟, a circunferência, o zero nada..., afinal é
tudo..., porque no seu espaço circunscrito aparentemente
vazio, é onde tomam forma a vida e todas as coisas que
vêm à manifestação do mundo: um ser, um universo, etc.
Desse modo, o círculo com o ponto matemático no
centro, é a forma mais fácil de representar Deus Criador
do Céu e da Terra: Deus-Sol, simbolizado assim o „0‟.
Assim, tal e qual, no ponto central temos Mercúrio que
em astronomia é o filho do firmamento e em alquimia é o
filho do Ovo Filosófico dos sábios alquimistas, que
transformam os metais grosseiros em ouro fino de
paracelsa qualidade.

garganta do homem e do "ancião dos dias". E,


órgão e cidade, astrologicamente, estão directamente
governados pelo planeta Vénus, a mulher do espaço, e
pelo signo zodiacal do Tauro, o harpista, o cantor da
Natureza da voz melodiosa, como uma serenata de Coimbra
numa noite de luar... Vénus rege também o signo
zodiacal da Balança, que corresponde à cidade de Tarso
(rins) que não analisamos aqui. Vénus, que preside aos órgãos da fala, é a
que nos desata a língua e corta o nó górdio na garganta. porque a garganta humana é
também o Quinto Mundo no
sistema de anatomia oculta do homem ensinada pelos
hierofantes aos discípulos nas escolas iniciáticas. Este
centro laríngeo, é o berço da mais elevada influência
espiritual do homem; é o mundo do Verbo, por meio do
qual tudo se criou e é criado... O centro laríngeo na
garganta, que S. João no "Apocalipse" chama "Igreja de
Sardes" é onde se manifesta o amor divino, e essa energia
é uma deidade criativa por meio da PALAVRA... relacionado com a laringe, é o nosso
Abre-te Sésamo...! o
nosso abre-te penedo, o nosso abre-te homem...! onde se
encontra o tesouro..., e a princezinha cativa... aguardando
que "Ali-Bábá" a liberte dos "quarenta ladrões", que são
os nossos desejos, paixões, instintos animais..., que a têm
presa na cova infernal dos prazeres corporais... relacionada com a garganta humana é,
precisamente, onde a Lei Natural de Analogia coloca a
rosa das rosas no centro da cruz do nosso corpo...,
traçada pelo madeiro vertical da nossa coluna vertebral e
pela linha horizontal dos nossos braços. Essa é, pois, a
ROSEIRA SAGRADA plantada no Éden oculto de nosso
corpo, dando rosas brancas em Janeiro. Tomemos nota que, no caso de Santa Isabel, por
oposição
a "Jesabel"..., o Rei "lavrador", que pelos vistos entendia
muito bem de ROSAS..., bastante admirado do facto,
dissera, ou teria dito à rainha santa: "ROSAS EM
JANEIRO?!!!" A descrição histórica da lenda tem, como
razão de ser, o proporcionar um meio para representar o
significado PSICOLÓGICO da verdade velada pelo
símbolo, e eu espero que os leitores, tirando umas pelas
outras, assim o tenham entendido...

sistema cérebro-espinhal humano,


que se abre na cabeça do homem como uma radiante
Flor-de-Lis..., como um Sol. O nome de Lisboa está
composto de “LIS”, uma flor, e "BOA", uma coluna
iniciática que a dita lei de analogia coloca do lado de lá
do rio Tejo, justo onde se ergue a simbólica figura do
Cristo-Rei, o Cristo-Sol. Essa coluna iniciática, pilar de
Deus, que termina o nome de Lisboa, simboliza a beleza,
e é um rápido reflexo da passagem do Sol pelo
meridiano, e significa: NELE A FORÇA. o candidato aos mistérios do Cristo-Rei-
Sol, que era o seu próprio mistério, tinha de dar esse
PASSO fundamental e decisivo dentro de si mesmo,
cruzando as temerárias águas inferiores do seu corpo,
indo prostrar-se na outra margem aos pés do Mestre, isto
é: ao pé dessa coluna iniciática "BOA", onde recebia o
seu salário como obreiro de seu templo-corpo, e era
iluminado nos Mistérios Cristãos que são os mistérios do
Homem mesmo. Essa era a prova da água, o teste espiritual, em que o
candidato, cândido, puro, tinha, e tem, de vencer a
corrente das águas agitadas dos seus desejos..., antes de
entrar no santuário do cérebro, representado em Lisboa
pelo castelo de S. Jorge no alto da Graça, e S. Jorge é o
guerreiro armado de espada de fogo que degola o
DRAGÃO..., o animal...