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Existem apenas cinco sólidos platónicos, que são os seguintes:

Cubo Tetraedro Octaedro

Dodecaedro icosaedro

O conhecimento destes sólidos parece ter sido desencadeado num encontro com Arquitas(428a.c.-
350a.c.) que, em viagem à Cecília, no sul de Itália, encontraria Platão. Para este, o Universo era
formado por um corpo e uma alma, ou inteligência. Na matéria havia porções limitadas por
triângulos ou quadrados, formando-se elementos que diferiam entre si pela natureza da forma das
suas superfícies periféricas.
Platão concebia o mundo como sendo constituído por quatro elementos básicos: a Terra, o Fogo, o
Ar e a Água, e estabelecia uma associação mística entre estes e os sólidos.

Platão foi o primeiro matemático a demonstrar que existem apenas cinco poliedros regulares. A
eles se referiu no seu dialogo "Timeu" pelo que esses cinco poliedros regulares passaram a ser
designados por sólidos platónicos.
Embora designados como sólidos platónicos (apesar de alguns autores os designarem por Corpos
Cósmicos), Próclus(411-485) atribui a construção destes poliedros a Pitágoras(569a.c.-475a.c.),
supondo-se que também a este que se deve o teorema: "Há somente cinco poliedros regulares".
Séculos mais tarde, os poliedros regulares inspiraram Johannes Kepler (1571-1630), astrónomo
alemão, no estudo do movimento dos seis planetas conhecidos na altura (Saturno, Júpiter, Marte,
Terra, Vénus e Mercúrio). Kepler imaginou um modelo do sistema solar composto por esferas
concêntricas inscritas e circunscritas num cubo, num tetraedro, num octaedro, num dodecaedro e
num icosaedro.

O modelo de Kepler parte de uma esfera exterior, que representa a órbita de Saturno dentro da
qual vai increvendo sucesivamente: um cubo, a esfera de Júpiter, um tetraedro, a esfera de
Marte, um dodecaedro, a esfera da Terra, um octaedro e finalmente a esfera de Mercúrio.

Também foi Johannes Kepler que procurou extraórdinárias justificações para a associação de
Platão entre poliedros e os Elementos. Por exemplo, justifica a associação da terra com o cubo
porque, assente sobre qualquer uma das suas bases, é o sólido de maior estabilidade. Atribui a
associação entre o Universo e o Dodecaedro porque este tem 12 faces tal como Zodiaco tem doze
signos!!!.

Os cinco elementos
TETRAEDRO (Modelo do Fogo):
Sólido formado por 4 faces, triângulos equiláteros, e em
cada vértice concorre 3 faces. O prefixo tetra deriva do
grego e significa quatro (quatro faces). Este sólido
representa o fogo, porque segundo Platão (séc. IV ac.) o
átomo do fogo teria a forma de um poliedro com 4 lados
(tetraedro).
Cubo (Modelo da Terra):
O cubo o único poliedro regular com faces quadrangulares.
O cubo tem 6 faces, pelo que também se pode chamar de
hexaedro (hesa significa seis em grego).Este sólido
representa a terra, porque Platão acreditava e afirmava
que os átomos de terra seriam cubos, os quais permitiam
ser colocados perfeitamente lado a lado, conferindo-lhes
solidez.

OCTAEDRO (Modelo do Ar):


As faces deste poliedro os também triângulos equiláteros,
mas em cada vértice reúnem-se quatro triângulos. É
formado por 8 faces, pelo que o poliedro se chama
octaedro (octa significa oito em grego). Este sólido
representa o ar, porque o modelo de Platão para um átomo
de ar era um poliedro com 8 faces (octaedro).

DODECAEDRO (Modelo do Cosmos):


O dodecaedro o único poliedro regular cujas faces os
pentágonos regulares. É formado por 12 faces, pentágonos
regulares, e em cada vértice concorre 3 faces. O prefixo
dodeca significa doze em grego. Este sólido representa o
universo, porque para Platão o cosmos seria constituído
por átomos com a forma de dodecaedros.

ICOSAEDRO (Modelo da Água):


Neste poliedro os cinco os triângulos equiláteros que se
encontram em cada vértice, perfazendo vinte faces. Por
isso, o poliedro se chama icosaedro (icosa significa 20 em
grego).Este sólido representa a água, porque Platão
defendia que a água seria constituída por icosaedros.

Segundo Platão, à semelhança do que acontece na ordem universal, em que o mundo inteligível
comanda e é por sua vez comandado pela Ideia Suprema de Bem, enquanto tal não se der no mundo,
a anarquia estará implantada no centro de cada homem e de cada sociedade. Considerado o melhor
prosador grego, Platão como pensador é um dos grandes génios da humanidade. O platonismo
exerceu profunda influência em Platino e nos neoplatónicos, e através deles nos Poderes gregos e
em Stº Agostinho, sendo uma das constantes não só da Teologia cristã mas também da filosofia
europeia.
Ponto

- unidade, síntese, origem, integração. Associado ao décimo - segundo raio. Sensibiliza os vórtices
acima da cabeça e a rede nervosa do corpo físico.

1.Círculo –
Abrangência, universalidade, eternidade, solaridade, a perfeição e o retorno ao Um. Associado ao
elemento água, ao quarto raio e ao hemisfério direito do cérebro. Sensibiliza a cabeça.

2.Triângulo –

Emblema da Trindade, equilíbrio transcendente, entrega divinização da vida. Associado ao elemento


fogo, ao primeiro e ao décimo - primeiro raios, como também ao centro cardíaco direito.
Sensibiliza o coração, a união cabeça-coração e o fígado.
3.Quadrado –

Equilíbrio na forma, materialização. Associado ao elemento terra, ao quinto e ao nono raios.


Sensibiliza o tórax e o abdômen, simultaneamente.

4.Pentágono

- discernimento. Associado ao elemento éter, ao segundo e oitavo raios. Sensibiliza a fronte.

5.Estrela de cinco pontas

- elevação até o princípio. Associada ao elemento éter, ao quinto raio. Sensibiliza a totalidade
das estruturas etéricas e sutis e o sistema glandular.

6.Hexágono

- harmonia entre os opostos, androginia. Associado elemento ar, ao quarto e nono raios.
Sensibiliza o diafragma e o plexo cósmico direito.

7.Estrela de seis pontas

- o macrocosmo e o microcosmo: "assim como é em cima, é embaixo". Associada ao elemento ar,


ao décimo raio. Sensibiliza as correntes de energia do tórax e do abdômen, o coração e os
órgãos reprodutores.

8.Círculo com ponto central


- união cósmica, a alma. Associado aos elementos água e fogo, ao terceiro raio. Sensibiliza os
núcleos no interior da cabeça, especialmente a glândula pineal, e os lóbulos cerebrais, aos quais se
liga o controle do ritmo dos corpos atômicos.

9.Triângulo com ponto central

- dissolução da separatividade, controle sobre as reações. Associado ao elemento fogo e ao sexto


raio. Sensibilizam os pulmões, canais de circulação do ar e cordas vocais.

10.Tetraedro

- o Logos Planetário e a existência na Terra. Associado ao elemento fogo, ao sétimo raio. O


padrão tetraédrico está presente em toda a vida orgânica terrestre, pois se encontra no núcleo
carbônico e nas redes moleculares da vida.

11.Octaedro

- a presença da Hierarquia na Terra e sua atuação para o cumprimento do Plano. Associado ao


elemento ar, ao primeiro raio e ao padrão de hierarquias dévicas ligadas ao reino mineral.
Sensibiliza os minerais do organismo.

12.Dodecaedro

- o Espírito fecundando a matéria, a Divindade presente em todas as formas, a iniciação para a


ascensão, a quintessência cósmica. Associado ao elemento éter e ao décimo - segundo raio.
Sensibiliza a pineal e área cardíaca.

13.Icosaedro

- a percepção da meta e a entrega. Associado ao elemento água, ao quarto e décimo - primeiro


raios. Sensibiliza a hipófise.

14.Cubo

- a Terra enquanto resultante de quatro elementos e de quatro reinos, a solidez e a resistência.


Associado ao elemento terra, ao nono raio. Sensibiliza a estrutura óssea.
15.Cone

- o Um que se expressa na Trindade, o Logos Solar. Associado ao fogo, ao primeiro raio.


Sensibiliza os corpos atômicos e a chama trina.
16.Espiral

- a evolução criadora, o princípio e o fim, a sabedoria e a eternidade, o Hálito Divino e o Poder Criador,
o centro potencial e kundalini. Associada ao fogo primordial e ao sétimo raio. Sensibiliza a
kundalini.

17.Pirâmide

- iniciação, a mente que evolui para a intuição e alcança a ascensão, morte e ressurreição. Associada
ao elemento fogo, ao sétimo raio. Sensibiliza a glândula pineal e os chakras superiores.

Existem muitas formas que não têm nome. Surgirão formas conhecidas que identificarão e que mais
tarde assumirão novas formas que a vossa consciência não consegue traduzir. A espiral é uma das
formas básicas da geometria da Linguagem da Luz. É uma ponte, um ensinamento em si
mesmo. Sua forma é codificada com informações e, quando seguem a espiral, ela parece não ter fim.
Isto lhes mostra que a jornada para o interior não tem fim, e que a jornada para o exterior também
não tem fim.

Partindo para a jornada interior sem fim e para a jornada exterior sem fim, vocês liga-se a uma espiral
conectada à verdade universal. Nós dissemos que as células do vosso corpo contêm toda a
história deste universo. O ideal seria que percebessem a existência desta biblioteca de
ouro dentro de vocês, nesta encarnação, e que aprendessem a ler o que está contido nela.
Perceber a espiral interior é uma etapa da jornada. O truque consiste em, simultaneamente, seguir
para dentro e para fora - percebendo que dentro e fora é o mesmo. A espiral existe em várias
dimensões. Quando a visualizam, sentem que já a conhecem, embora no início estejam conhecendo
apenas um de seus aspectos.

A espiral é a chave para extrair aquilo que está dentro de vocês. O vosso DNA tem a forma de uma
espiral. Existem espirais à vossa volta e a Linguagem da Luz corre através dos filamentos de códigos
luminosos que também descem em forma de espiral.