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CaCappítuloítulo 44

CaCa pp ítuloítulo 44 FormaçãoFormação dede IncrustaçãoIncrustação (( foulinfoulin gg ))
CaCa pp ítuloítulo 44 FormaçãoFormação dede IncrustaçãoIncrustação (( foulinfoulin gg ))
CaCa pp ítuloítulo 44 FormaçãoFormação dede IncrustaçãoIncrustação (( foulinfoulin gg ))
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FormaçãoFormação dede IncrustaçãoIncrustação

((foulinfoulingg))

CaCa pp ítuloítulo 44 FormaçãoFormação dede IncrustaçãoIncrustação (( foulinfoulin gg ))
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ObObjjetivosetivos

ObOb jj etivosetivos Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em
ObOb jj etivosetivos Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em
ObOb jj etivosetivos Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em
ObOb jj etivosetivos Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em

Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor

Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor
Apresentar os fundamentos teóricos e práticos sobre incrustação e deposição de impurezas em trocadores de calor

4.1.4.1. IntroduIntroduççãoão

4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão DEFINIÇÃO Deposição de material sobre as superfícies de trocadores de calor,
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão DEFINIÇÃO Deposição de material sobre as superfícies de trocadores de calor,
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão DEFINIÇÃO Deposição de material sobre as superfícies de trocadores de calor,
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão DEFINIÇÃO Deposição de material sobre as superfícies de trocadores de calor,

DEFINIÇÃO

Deposição de material sobre as superfícies de trocadores de calor, ocasionando um aumento da resistência à troca térmica e, conseqüentemente, diminuição da taxa de calor trocada. A perda de carga também é afetada, em virtude da diminuição da área de passagem de cada corrente e de possível aumento da rugosidade da superfície.

CARACTERÍSTICAS

Em algumas situações, a resistência térmica devido à incrustação torna-se a maior em todo o trocador.

Na maioria dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável. O engenheiro deve, portanto, torná-la um item de projeto.

dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item
dos trocadores de calor, a incrustação é inevitável . O engenheiro deve, portanto, torná-la um item

4.1.4.1. IntroduIntroduççãoão

4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão CARACTERÍSTICAS (cont.) A natureza da incrustação em um determinado processo
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão CARACTERÍSTICAS (cont.) A natureza da incrustação em um determinado processo
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão CARACTERÍSTICAS (cont.) A natureza da incrustação em um determinado processo
4.1.4.1. IntroduIntrodu çç ãoão CARACTERÍSTICAS (cont.) A natureza da incrustação em um determinado processo

CARACTERÍSTICAS (cont.)

A natureza da incrustação em um determinado processo influencia significativamente o projeto termo-hidráulico do trocador de calor e é um fator decisivo na:

• Escolha do tipo de trocador

Escolha do material do trocador

• Programação da manutenção (limpeza) do trocador

Em conseqüência, a ocorrência de incrustação incorre em perdas econômicas devido ao seu impacto direto no custo inicial, no custo operacional e no desempenho do trocador de calor.

Estima-se que os custos com incrustação em trocadores de calor nos EUA sejam da ordem de US$5 bilhões por ano * .

*M. Crutcher, 1999, No More Fouling: The Spiral Heat Exchanger, Process Heating, (www.process-heating.com),.

. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin
. *M. Crutcher, 1999, No More Fouling : The Spiral Heat Exchan g er, Process Heatin

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Considere dois trocadores de calor p ostos em o p era
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Considere dois trocadores de calor p ostos em o p era
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Considere dois trocadores de calor p ostos em o p era
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Considere dois trocadores de calor p ostos em o p era

Considere dois trocadores de calor postos em operação para executar um determinado processo:

Trocador limpo (“clean”)

&

Q

 

=

U A

c

 

Δ

T

m c

,

c

c

Trocador com incrustação (“fouled”)

& Q U A Δ T f = f f m f ,
&
Q
U
A
Δ
T
f =
f
f
m f
,

Como requisitos de projeto, temos que:

T f = f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q &

Q &

c

= Q &

f

= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =
= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =
= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =

Δ

T

T

m f

m c

,

,

= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =
= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =
= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =
= f f m f , Como requisitos de projeto, temos que: Q & c =

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Desta forma (fazendo Q & Q & c f no slide
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Desta forma (fazendo Q & Q & c f no slide
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Desta forma (fazendo Q & Q & c f no slide
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Desta forma (fazendo Q & Q & c f no slide

Desta forma (fazendo

Q & Q & c
Q &
Q &
c

f

no slide anterior), temos:

1 1 = U A U A f f c c
1
1
=
U
A
U A
f
f
c
c

Admitindo que as eficiências das superfícies são unitárias, temos:

1 ⎛ 1 R ′′ R ′′ 1 ⎞ f , i f , o
1
1
R
′′
R
′′
1
f
,
i
f
,
o
= ⎜
+
+ R +
+
⎟ ⎟
A
⎝ h A
A
w A
h A o ⎠
U f
f
i
i
i
o
o
⎛ 1 1 ⎞ 1 = ⎜ + R + ⎜ w ⎟ ⎟ U
1
1
1 = ⎜
+
R
+
w
⎟ ⎟
U A
h A
h A o ⎠
c
c
i
i
o
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1
A o ⎠ U f f i i i o o ⎛ 1 1 ⎞ 1

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Definindo a área externa como referência para os trocadores
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Definindo a área externa como referência para os trocadores
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Definindo a área externa como referência para os trocadores
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Definindo a área externa como referência para os trocadores

Definindo a área externa como referência para os trocadores “limpo” e “sujo”, e tomando como exemplo trocadores tubulares, temos*:

A

f

=π D L

o

f

Substituindo no slide anterior:

A

c

=π D L

o

c

1

= ⎜

D

o

+

R ′′

f

,

i

D

o

+

D

o

ln

(

D

o

D

D

i

)

+ R ′′ +

1 ⎞ ⎟

⎜ ⎝ U f h D i i D i

U

f

h D

i

i

D

i

 

2 k

w

f

,

o

h

o

   

1

D

o

 

+

(

D ln D

o

o

    1 ⎛ D o   + ( D ln D o o D i

D

i

)

+

1 ⎞ ⎟ h

o

 

= ⎜

= ⎜ ⎜ U c ⎝ h D i i

U

c

h D

i

i

 

2 k

w

 

* hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento do que o perímetro

2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento
2 k w   * hipótese implícita de que a incrustação altera muito mais o comprimento

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Assim, usando as duas equações acima, definimos o fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Assim, usando as duas equações acima, definimos o fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Assim, usando as duas equações acima, definimos o fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Assim, usando as duas equações acima, definimos o fator de

Assim, usando as duas equações acima, definimos o fator de incrustação total

1 1 = + R ′′ f TOT , U U f c
1
1
=
+ R ′′
f TOT
,
U
U
f
c

onde:

R ′′

f ,

TOT

=

R

′′

f

,

i

D

o

R

′′

f

,

i

A

o

+ R ′′ =

D

i

f

,

o A

i

+ R ′′

f

,

o

Substituindo em:

Temos:

1 1 = U A U A f f c c
1
1
=
U
A
U A
f
f
c
c

A

f

A

c

= 1 + U R ′′ c f TOT ,
= 1 + U R ′′
c
f TOT
,

Área adicional em conseqüência da incrustação

U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′
U A f f c c A f A c = 1 + U R ′′

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Aumento percentual da área de um trocador devido à
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Aumento percentual da área de um trocador devido à
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Aumento percentual da área de um trocador devido à
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Aumento percentual da área de um trocador devido à

Aumento percentual da área de um trocador devido à incrustação

percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10
percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10
percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10
percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10
percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10
percentual da área de um trocador devido à incrustação Para U c baixos (1 a 10

Para U c baixos (1 a 10 W/m 2 K), mesmo uma R ´´ f,TOT alta (0.005 m 2 K/W), não ocasiona um aumento significativo na área.

Para U c altos (1000 a 10000 W/m 2 K), uma R ´´ f,TOT baixa (0.0005 m 2 K/W), pode causar um aumento na área de 100% ou mais!

2 K), uma R ´ ´ f , T O T baixa (0.0005 m 2 K/W),
2 K), uma R ´ ´ f , T O T baixa (0.0005 m 2 K/W),
2 K), uma R ´ ´ f , T O T baixa (0.0005 m 2 K/W),

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Além da resistência de incrustação total, podemos definir o
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Além da resistência de incrustação total, podemos definir o
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Além da resistência de incrustação total, podemos definir o
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Além da resistência de incrustação total, podemos definir o

Além da resistência de incrustação total, podemos definir o fator de limpeza (“cleanliness factor”)

C

o

mbin nd

a

o co

m

:

CF U

f

CF ≡ U f U c

U

c

1 1 = + R ′′ f TOT , U U f c
1
1
=
+ R ′′
f TOT
,
U
U
f
c

(bastante usado em projeto!)

Obt emos:

R ′′

f TOT

,

=

1

CF

U CF

c

emos: R ′′ f TOT , = 1 − CF U CF c ou CF =

ou

CF =

1

1 + U R ′′

c

,

f TOT

A partir desta expressão fazemos o seguinte gráfico:

U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT
U CF c ou CF = 1 1 + U R ′′ c , f TOT

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Fator de incrustação calculada a partir do fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Fator de incrustação calculada a partir do fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Fator de incrustação calculada a partir do fator de
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas Fator de incrustação calculada a partir do fator de

Fator de incrustação calculada a partir do fator de limpeza

incrustação calculada a partir do fator de limpeza Se U c é baixo, um dado CF

Se U c é baixo, um dado CF acomoda um R ´´ f,TOT maior.

Se U c é alto, um dado CF acomoda não tolera R f,TOT elevado.

´´

´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda
´ f , T O T maior. Se U c é alto, um dado CF acomoda

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas FATORFATOR DEDE LIMPEZALIMPEZA É comum em projeto a
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas FATORFATOR DEDE LIMPEZALIMPEZA É comum em projeto a
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas FATORFATOR DEDE LIMPEZALIMPEZA É comum em projeto a
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas FATORFATOR DEDE LIMPEZALIMPEZA É comum em projeto a

FATORFATOR DEDE LIMPEZALIMPEZA

É comum em projeto a especificação, a priori, de um valor para o fator de limpeza.

Assim, para um dado valor de CF e de R ´´ f,TOT , conhece-se

o valor de projeto que U deve

c

ossuir

p

.

Isto facilita a seleção de vazões, diâmetros, número de passes, número de tubos etc.

QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA?

R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade deste valor é discutível.

QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade
QUAL É O VALOR ÓTIMO PARA O FATOR DE LIMPEZA? R: Tipicamente 0,85. Porém a universalidade

4.2.4.2. ConsideraConsideraççõesões BásicasBásicas

4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas É comum ainda em projeto especificar um acréscimo percentual
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas É comum ainda em projeto especificar um acréscimo percentual
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas É comum ainda em projeto especificar um acréscimo percentual
4.2.4.2. ConsideraConsidera çç õesões BásicasBásicas É comum ainda em projeto especificar um acréscimo percentual

É comum ainda em projeto especificar um acréscimo percentual de área de maneira a acomodar a resistência térmica devido à incrustação:

⎛ A ⎞ f OS ≡ 100 ⎜ 1 ⎟ = 100 U R ′′
⎛ A
f
OS ≡
100 ⎜
1 ⎟ = 100 U R ′′
c
f TOT
,
A ⎠
c

(“Percent Over Surface”)

Num trocador C-e-T, a área adicional pode ser fornecida por um maior comprimento dos tubos, maior número de tubos (e por conseguinte um maior diâmetro do casco) etc.

Tais modificações podem alterar alguns parâmetros de projeto, como número de passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.

passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.
passes, espaçamento entre chicanas, velocidades das correntes etc. Isto deve ser considerado na otimização do projeto.

4.3.4.3. EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica

EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica As camadas de incrustação são isolantes de natureza
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica As camadas de incrustação são isolantes de natureza
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica As camadas de incrustação são isolantes de natureza
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica As camadas de incrustação são isolantes de natureza

As camadas de incrustação são isolantes de natureza condutiva

⎛ A ⎞ o ⎜ o w f TOT , ⎟ U h A h
A
o
o
w
f TOT
,
U
h A
h
f
i
i
o

1 = ⎜

+

A R

+

1

+

R

′′

A tabela abaixo apresenta valores médios de R ´´ f,TOT especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T, por 5 fabricantes diferentes.

de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,
de R ´ ´ f , T O T especificados nos projetos de 750 trocadores C-e-T,

4.3.4.3. EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica

EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica A tabela abaixo mostra o aumento percentual da área de
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica A tabela abaixo mostra o aumento percentual da área de
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica A tabela abaixo mostra o aumento percentual da área de
EfeitoEfeito sobresobre aa trocatroca térmicatérmica A tabela abaixo mostra o aumento percentual da área de

A tabela abaixo mostra o aumento percentual da área de trocadores C-e-T onde ocorre mudança de fase do lado do casco:

C-e-T onde ocorre mudança de fase do lado do casco: Note que para líquidos escoando nos

Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área é altíssimo.

do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área
do casco: Note que para líquidos escoando nos tubos (maiores C.T.C.’s), o aumento percentual da área

4.4.4.4. EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga

EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Curiosamente, mais trocadores de ca lor são retirados de
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Curiosamente, mais trocadores de ca lor são retirados de
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Curiosamente, mais trocadores de ca lor são retirados de
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Curiosamente, mais trocadores de ca lor são retirados de

Curiosamente, mais trocadores de calor são retirados de serviço para limpeza por perda de carga excessiva do que por não satisfazer as demandas térmicas * .

Em um trocador tubular, por exemplo, a incrustação age de forma a tornar a superfície mais rugosa, diminuir o diâmetro interno e aumentar o diâmetro externo dos tubos.

COMO CALCULAR A REDUÇÃO DE ÁREA DE PASSAGEM DO FLUIDO EM FUNÇÃO DO TIPO DE INCRUSTAÇÃO?

A perda de carga sob condições “limpas” e “incrustadas” se relacionam na forma:

* Kakaç & Liu (2002)

se relacionam na forma: * Kakaç & Liu (2002) 2 Δ p f D ⎛ u
2 Δ p f D ⎛ u ⎞ L e mbr nd a o que:
2
Δ
p
f
D
⎛ u ⎞
L
e
mbr nd
a
o que:
f
f
f
c
=
2
Δ
p
ρ
u
Δ
p
f
D
u
= 2 f
c
c
f
c
Δ
z
D
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ
a o que: f f f c = ⎜ ⎟ 2 ⎜ ⎟ Δ p ρ

4.4.4.4. EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga

EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Supondo que a vazão mássica é a mesma em condições
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Supondo que a vazão mássica é a mesma em condições
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Supondo que a vazão mássica é a mesma em condições
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga Supondo que a vazão mássica é a mesma em condições

Supondo que a vazão mássica é a mesma em condições “limpas” ou não:

Δ p

f

=

f

f

D

c

Δ p

c

f

c

D

f

2

Onde

D

f pode ser calculado a partir da definição da resisncia rmica:

D ln (D D ) c c f R ′′= f 2π k f
D
ln (D D )
c
c
f
R
′′= f
k
f
té rm i ca: D ln (D D ) c c f R ′′= f 2π

(para tubos)

2πk R′′

D exp

f

f

 

D

c

D f

=

c

Espessura da camada de incrustação:

1 D − 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k
1 D
2 c
⎢ 1 − exp ⎜
k R ′′ ⎞ ⎤
f
f
t
=
f
D
⎟ ⎠
c
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞
− 2 c ⎡ ⎢ 1 − exp ⎜ ⎣ ⎛ 2π k R ′′ ⎞

4.4.4.4. EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga

EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga A tabela abaixo mostra valores aproxima dos de condutividade
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga A tabela abaixo mostra valores aproxima dos de condutividade
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga A tabela abaixo mostra valores aproxima dos de condutividade
EfeitoEfeito sobresobre aa perdaperda dede cargacarga A tabela abaixo mostra valores aproxima dos de condutividade

A tabela abaixo mostra valores aproximados de condutividade térmica de materiais que constituem depósitos e incrustações em trocadores de calor.

depósitos e incrustações em trocadores de calor. Os valores de para uma dada condição (ver tabela).

Os valores de

para uma dada condição (ver tabela). A redução da área transversal e o aumento

da

k

w foram usados para estimar a espessura da camada de incrustação

ara esta condi ão também são mostrados

p

ç

.

erda de car a (70%!)

p

g

estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç
estimar a espessura da camada de incrustação ara esta condi ão também são mostrados p ç

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O tipo de incrustação e suas características morfológicas são
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O tipo de incrustação e suas características morfológicas são
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O tipo de incrustação e suas características morfológicas são
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O tipo de incrustação e suas características morfológicas são

O tipo de incrustação e suas características morfológicas são função de uma série de particularidades do processo, dentre elas:

1. O tipo de “operação” – Resfriamento, ebulição, condensação

2. O tipo de fluido – gás, vapor, líquido

3. A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas

4. A aplicação – refrigeração, geração de vapor, refino

A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de
A qualidade do fluido – puro, carregado com partículas 4. A aplicação – refrigeração, geração de

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O estudo sistemático dos tipos de incrustação visa um melhor
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O estudo sistemático dos tipos de incrustação visa um melhor
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O estudo sistemático dos tipos de incrustação visa um melhor
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação O estudo sistemático dos tipos de incrustação visa um melhor

O estudo sistemático dos tipos de incrustação visa um melhor entendimento de seus mecanismos de formação. Para facilitar este estudo, a seguinte classificação dos tipos de incrustação foi proposta:

CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO

1. Incrustação particulada – Resultado do acúmulo de partículas sólidas suspensas na(s) corrente(s) sobre a superfície de troca térmica.

Em caldeiras, é causada pelo transporte de cinzas ou combustível não queimado pelos gases da combustão. Em trocadores refrigerados a ar, é causada pelo acúmulo de poeira. É encontrada também em sistemas que fazem uso de água de serviço.

As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.

uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.
uso de água de serviço. As características das partículas (tamanho, material, formato) variam segundo a aplicação.

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 2. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 2. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 2. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 2. Incrustação por

CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.)

2. Incrustação por cristalização Resultado da cristalização de sais inorgânicos dissolvidos nas correntes.

Sistemas de água de resfriamento são sujeitos à deposição de cristais de carbonato de cálcio e magnésio, silicatos e fosfatos. Estes são sais inversamente solúveis, ou seja, que precipitam à medida que a temperatura da água de resfriamento aumenta ao longo do trocador.

Pode ser um problema sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto à superfície.

sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto
sério se a concentração de sais na(s) corrente(s) for alta formando camadas duras e espessas junto

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 3. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 3. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 3. Incrustação por
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 3. Incrustação por

CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.)

3. Incrustação por corrosão Resultado da exposição da superfície de troca a correntes contendo fluidos corrosivos.

Os produtos da corrosão podem incrustar a supercie caso o pH do fluido não seja suficiente para dissolvê-los quando formados. Por exemplo combustíveis contendo metais alcalinos, enxofre e vanádio provocam corrosão em caldeiras.

Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema (bombas etc.)

Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema
Os produtos da corrosão também podem causar problemas ao serem transportados para outras partes do sistema

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação

4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 4. Bioincrustação –
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 4. Bioincrustação –
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 4. Bioincrustação –
4.5.4.5. TiposTipos dede IncrustaçãoIncrustação CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.) 4. Bioincrustação –

CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO (cont.)(cont.)

4. Bioincrustação – Resultado da deposição e/ou crescimento de material de origem biológica sobre a superfície de troca térmica.

Pode ser de natureza microrgânica (bactérias, algas, fungos e seus

sub-produtos), ou macrorgânica (vegetais, crustáceos

).

Trocadores que usam águas fluviais ou marinhas para refrigeração são susceptíveis a bioincrustação.

5. Incrustação por reação química Deposição de material resultante de reações químicas ocorridas na(s) corrente(s). Ao contrário da incrustação por corrosão, a superfície de troca não participa da reação, podendo agir, entretanto, como catalisador.

Exemplos são: polimerização, craqueamento de hidrocarbonetos.

po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad
po d en d o ag ir, ent re t an t o, como ca talisad

4.6.4.6. EstágiosEstágios dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação

dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação Apesar do elevado grau de complexidade, é possível
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação Apesar do elevado grau de complexidade, é possível
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação Apesar do elevado grau de complexidade, é possível
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação Apesar do elevado grau de complexidade, é possível

Apesar do elevado grau de complexidade, é possível distinguir diversos estágios no processo de incrustação. São eles:

1. Incubação Neste estágio, a supercie é condicionada para a incrustação propriamente dita que acontecerá nos estágios seguintes. Temperatura da superfície, material, acabamento, rugosidade e revestimentos sobre

a supercie influenciam fortemente este período de incubão.

Por exemplo: Maior rugosidade tende a diminuir o período de incubação.

A presença de reentrâncias na superfície favorece a incrustação

particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização

e a incrustação por reação química.

particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q
particulada. Temperaturas altas favorecem a incrustação por cristalização e a incrusta ção por reaç ão q

4.6.4.6. EstágiosEstágios dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação

dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação 2. Transporte – Neste estágio, as substâncias
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação 2. Transporte – Neste estágio, as substâncias
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação 2. Transporte – Neste estágio, as substâncias
dodo ProcessoProcesso dede IncrustaçãoIncrustação 2. Transporte – Neste estágio, as substâncias

2. Transporte – Neste estágio, as substâncias incrustadoras são transportadas do fluido para a superfície de troca. Este transporte é resultado de uma combinação de mecanismos como: difusão, sedimentão, e termoforese 1 .

3. Anexação e aderência – Neste estágio, o material transportado anexa-se à superfície. Tanto as forças atuando sobre as partículas como propriedades dos materiais (densidade, tamanho e condições da superfície) são fatores importantes.

4. Remoção – Uma parte do material é removida imediatamente após sua anexação à superfície, enquanto que outra parte é removida um tempo depois. A remoção se dá principalmente em função de forças de cisalhamento sobre a superfície aquecida. Dissolução, erosão e “descamação(gradientes térmicos) são mecanismos comuns de remoção.

5. Envelhecimento – Uma vez aderido à superfície, o depósito começa a envelhecer. Neste processo, sua estrutura química pode mudar, alterando as propriedades mecânicas e termofísicas.

1 Termoforese é o movimento de pequenas partículas (< 5 µm) gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.

gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.
gerado pela presença de um gradiente de temperaturas. Paredes frias atraem partículas enquanto as quentes repelem.

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O resultado da sucessão dos estágios descrit os ac i ma
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O resultado da sucessão dos estágios descrit os ac i ma
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O resultado da sucessão dos estágios descrit os ac i ma
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O resultado da sucessão dos estágios descrit os ac i ma

O resultado da sucessão dos estágios descritos acima é o aparecimento de uma camada de incrustação nas superfícies de troca, cuja espessura é função do tempo.

superfícies de troca, cuja espessura é função do tempo. ′′ E m pro jet o, o

′′

Em projeto, o valor de

alcançado ao final de um período de tempo após o qual o trocador será

limpo.

R f

especificado para os cálculos é aquele

Desta forma, a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrustação se comporta ao longo do tempo.

a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se
a fim de planejar o ciclo de limpezas, precisamos conhecer como a incrusta ç ão se

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A va ri ação da r es i stê ncia à in
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A va ri ação da r es i stê ncia à in
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A va ri ação da r es i stê ncia à in
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A va ri ação da r es i stê ncia à in

A variação da resistência à incrustação no tempo é modelada a partir de:

dR′′ dt =φ φ

f

d

r

onde:

φ

d

φ

r

Taxa de deposição de incrustação

Taxa de remoção de incrustão

O comportamento de

gráfico a seguir exemplifica comportamentos típicos da resistência de incrustação no tempo.

φ

d

φ

r

e

depende de uma série de fatores. O

comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r
comportamentos típicos da resistência de incrusta ç ão no tem p o. φ d φ r

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.

Curvas típicas para o comportamento de

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.

R′′

f

no tempo.

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação Curvas típicas para o comportamento de R ′′ f no tempo.

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva “A“A”” é resultado de um processo onde:
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva “A“A”” é resultado de um processo onde:
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva “A“A”” é resultado de um processo onde:
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva “A“A”” é resultado de um processo onde:

A curva “A“A”” é resultado de um processo onde:

• a taxa de deposição é constante e a de remoção é desprezível, ou

• a diferença entre a deposição e a remoção é constante.

De forma que:

R

′′=φ

f

f

t

Incrustação linear representa depósitos duros, resistentes e altamente aderentes. Nestes casos, a incrustação continuará a crescer aque algum tipo de limpeza seja efetuada.

d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que
d eren t es . Nestes casos , a incrustação continuará a crescer a té que

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ B”B” (incrustação de taxa decrescente
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ B”B” (incrustação de taxa decrescente
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ B”B” (incrustação de taxa decrescente
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ B”B” (incrustação de taxa decrescente

A curva ““B”B” (incrustação de taxa decrescente – “falling rate”) situa-se entre a incrustação linear e a assintótica. Ela é resultado de um processo onde:

• a taxa de deposição diminui e a de remoção aumenta como o tempo, ou • a taxa de deposição é inversamente proporcional à espessura da camada de incrustação.

A curva ““D”D” é resultado de um processo onde as condições mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).

mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).
mudam periodicamente (por exemplo: torres de arrefecimento, trocadores refrigerados a água fluvial ou marinha).

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ C”C” (incrustação assintótica) é
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ C”C” (incrustação assintótica) é
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ C”C” (incrustação assintótica) é
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação A curva ““ C”C” (incrustação assintótica) é

A curva ““C”C” (incrustação assintótica) é obtida se a taxa de deposição for constante e a de remoção for proporcional à espessura da camada de incrustação.

Nesse caso, por exemplo, a resistência ao cisalhamento do escoamento da camada de incrustação diminui com o aumento da espessura, facilitando a descamação.

com o aumento da espessura, f ac ilitando a d escamaç ão. R ′′ f =

R

′′

f

= R

′′

f

*

( − t θ ) 1 − e
(
t θ
)
1
− e

onde:

R′′

f

*

valor assintótico do fator de incrustação

θ constante de tempo

f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor
f * ( − t θ ) 1 − e onde: R ′′ f * valor

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação

4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O modelo de Taborek et al. (1972) para incrustação em
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O modelo de Taborek et al. (1972) para incrustação em
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O modelo de Taborek et al. (1972) para incrustação em
4.7.4.7. PrediçãoPredição dada IncrustaçãoIncrustação O modelo de Taborek et al. (1972) para incrustação em

O modelo de Taborek et al. (1972) para incrustação em água fornece uma representação conceitual dos fatores que governam a incrustação:

φ

d

=

C P

1

d

⎛ −

E

Ω n exp

~

RT

w

C

1

, C

2

constantes

 

P

d

fator de probabilidade de deposição i

(re ac ona o

l

d

à

í

i

d

d

a a

s caracter st cas

ê

er

i

nc a

e à velocidade do escoamento)

Ω

n fator de qualidade da água

x

τ

w

ψ

exp ⎛ ⎜ − E

~

RT w

função taxa de reação de Arrhenius

φ

r

= C

τ

2 w

x

ψ

es essura da camada de incrustação

p

t

ã

ens o

d

i

lh

e c sa

t

amen o

resistência à remoção da incrustação.

es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c
es essura da camada de incrustação p t ã ens o d i lh e c

4.8.4.8. ValoresValores dede ProjetoProjeto

4.8.4.8. ValoresValores dede ProjetoProjeto As tabelas a seguir fornecem valores para as resistências devido à
4.8.4.8. ValoresValores dede ProjetoProjeto As tabelas a seguir fornecem valores para as resistências devido à
4.8.4.8. ValoresValores dede ProjetoProjeto As tabelas a seguir fornecem valores para as resistências devido à
4.8.4.8. ValoresValores dede ProjetoProjeto As tabelas a seguir fornecem valores para as resistências devido à

As tabelas a seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)

seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)
seguir fornecem valores para as resistências devido à incrustação para diversas aplicações (Kakaç & Liu, 2002)

ExemploExemplo

ExemploExemplo Um trocador de calor bitubular é utilizado para condensar vapor d´água a 45ºC a uma
ExemploExemplo Um trocador de calor bitubular é utilizado para condensar vapor d´água a 45ºC a uma
ExemploExemplo Um trocador de calor bitubular é utilizado para condensar vapor d´água a 45ºC a uma
ExemploExemplo Um trocador de calor bitubular é utilizado para condensar vapor d´água a 45ºC a uma

Um trocador de calor bitubular é utilizado para condensar vapor d´água a 45ºC a uma vazão de 120 kg/h (0.0333 kg/s). O fluido frio é água do mar disponível a 15ºC e a uma vazão de 1.2 kg/s escoando internamente ao tubo. O tubo é feito de aço doce (cond. térmica 45 W/m.K) e possui diâmetros interno e externo iguais a 22.1 e 25.4 mm. O coeficiente de transferência de calor no lado do vapor é igual a 7000 W/m 2 .K. Calcule o coeficiente global sob condições limpa” (clean) e “suja” (fouled) e estime os valores do fator de limpeza e do acréscimo percentual de área.

SoluSolu ão:ão:

Propriedades físicas:

Taxa de calor trocado

A 45ºC:

Q &

T

=

M &

h LG

1

Δ

x

G

= 2392 kJ/kg

A 20ºC:

c

p

=

4,18 kJ/kg.K

,1

h

LG

G = 2392 kJ/kg A 20ºC: c p = 4,18 kJ/kg.K ,1 h LG & Q

&

Q =

T

3

79,73 10 W

×

Temperatura de saída da água do mar:

&

M

T

2 ,

out

=

T

2 ,

in

+

&

Q

T

&

M c

2

p

2

1

Δx h = M & c (T

G ,1

LG

2 p 2

2 , out

T )

2 , in

x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,

T

2 , out

=

o

30 89 C

,

x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,
x h = M & c ( T G ,1 LG 2 p 2 2 ,

ExemploExemplo

ExemploExemplo Propriedades físicas: 3 A 23ºC (temperatura média): ρ = 9 9 7 k g /
ExemploExemplo Propriedades físicas: 3 A 23ºC (temperatura média): ρ = 9 9 7 k g /
ExemploExemplo Propriedades físicas: 3 A 23ºC (temperatura média): ρ = 9 9 7 k g /
ExemploExemplo Propriedades físicas: 3 A 23ºC (temperatura média): ρ = 9 9 7 k g /

Propriedades físicas:

3

A 23ºC (temperatura média):

ρ = 997 k g /m k = 0,605 W/m.K μ =

4

9, 09 10 P a.s Pr 2 =

×

6, 29

1

1 i2

i2

1 i2

,

o

Coeficiente global para o caso limpo:

   

1

= ⎜

D

o

 

+

D

o

ln

(

D

o

    1 ⎛ = ⎜ D o   + D o ln ( D o

D

i

)

+

1 ⎞ ⎟ h

o

 

⎜ ⎝ U c h D i i

U

c

h D

i

i

 

2 k

w

 

1

= ⎜

D

o

+

R ′′

f

,

i

D

o

+

D

o

ln

(

D

o

D

D

i

)

+ R ′′ +

1 ⎞ ⎟

⎜ ⎝ U f h D i i D i

U

f

h D

i

i

D

i

 

2

k

w

 

f

,

o

h

o

     

R

′′

′′

É preciso calcular

 

h i e os fatores

 

f

,

i

e

R

f

,

o

Coeficiente global para o caso sujo:

calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,
calcular   h i e os fato res   f , i e R f ,

ExemploExemplo

ExemploExemplo Velocidade média da água no interior do tubo: u m , i = & M
ExemploExemplo Velocidade média da água no interior do tubo: u m , i = & M
ExemploExemplo Velocidade média da água no interior do tubo: u m , i = & M
ExemploExemplo Velocidade média da água no interior do tubo: u m , i = & M

Velocidade média da água no interior do tubo:

u m , i

=

&

M

i

ρ A

i

= 3,17 m/s

Da Tabela 5.11 (Kakaç & Liu, 2002):

2

R ′′ = 0. 000088 m K/W

f

i

,

2

R ′′ = 0. 000088 m K/W

f

, o

Coeficiente de transferência de calor interno:

Re

i

=

u

m , i

ρ

D

i

μ

=

76056

Escoamento turbulento

Correlação de Gnielinski (Incropera e DeWitt)

h

i

2

= 12236,9 W/m .K

Substituindo os valores:

e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =

U

c

2

= 3621,9 W/m .K

e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =
e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =
e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =

U f

2

= 2149,6 W/m .K

e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =
e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =
e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =
e DeWitt) h i 2 = 12236,9 W/m .K Substituindo os valores: U c 2 =

ExemploExemplo

ExemploExemplo Fator de limpeza: CF ≡ U f U c CF = 0,593 Bem abaixo do
ExemploExemplo Fator de limpeza: CF ≡ U f U c CF = 0,593 Bem abaixo do
ExemploExemplo Fator de limpeza: CF ≡ U f U c CF = 0,593 Bem abaixo do
ExemploExemplo Fator de limpeza: CF ≡ U f U c CF = 0,593 Bem abaixo do

Fator de limpeza:

CF U

f

U c
U
c

CF = 0,593

Bem abaixo do valor típico de 0,85

Acréscimo percentual de área:

onde:

Então:

A

f =

&

Q

T

U

f

Δ

T

M

A

c

A f

= 1, 761 m

2

OS 100

=

&

Q

T

U

c

Δ T

M

A

f

A

c

A

f = 1,045 m

2

1

Se:

Δ

T

M

=

LMTD

(C-CORRENTE)

Δ

T

M

o

= 21,06 C

f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:

OS = 68,5%

f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:
f A c − A f = 1,045 m 2 1 ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ Se:

4.9.4.9. LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Atividade laboriosa e cara (entretanto inevitável) que deve
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Atividade laboriosa e cara (entretanto inevitável) que deve
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Atividade laboriosa e cara (entretanto inevitável) que deve
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Atividade laboriosa e cara (entretanto inevitável) que deve

Atividade laboriosa e cara (entretanto inevitável) que deve ser planejada antecipadamente visando minimizar os gastos envolvidos com a manutenção do processo.

Métodos de Limpeza

1. Limpeza mecânica on-line” Feita sem a necessidade de desmontagem do trocador. Indicada para incrustações macias.

Exemplos: (i) Bolas de borracha/esponja (Amertap Co.) postas para circular dentro do trocador; (ii) Choque térmico.

2. Limpeza mecânica “off-line” – Necessita da desmontagem do trocador.

Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).

do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).
do trocador. Exemplos: (i) Jatos de água ou água/areia; (ii) Ultra-som; (iii) Ferramentas especiais (tipo furadeira).

4.9.4.9. LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)

Jatos de água/solvente

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)

Hydrodrill(Beaumont, TX)

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Jatos de água/solvente “ Hydrodrill ” (Beaumont , TX)

4.9.4.9. LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD) Tubos Placa
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD) Tubos Placa
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD) Tubos Placa
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD) Tubos Placa

Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD)

Tubos

Técnica de Ultra-som (Johns Hopkins Univ. MD) Tubos Placa com sensores ult ras ôni cos Pulsos

Placa com sensores ultrasônicos

Pulsos de pressão

Pulsos de pressão induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.

induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.
induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.

43

induzem a cavitação, que elimina a incrustação (neste caso a de natureza biológica) das superfícies adjacentes.

4.9.4.9. LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor F erramenta para a remoç ã o d e i ncrustaç
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor F erramenta para a remoç ã o d e i ncrustaç
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor F erramenta para a remoç ã o d e i ncrustaç
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor F erramenta para a remoç ã o d e i ncrustaç

Ferramenta para a remoção de incrustação do interior de tubos

ã o d e i ncrustaç ã o d o i nter i or d e

Indicada para incrustações duras, como as formadas por acúmulo de carbonato de cálcio (cristalização).

tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de
tubos Indicada p ara incrusta ç ões duras , como as formadas p or acúmulo de

4.9.4.9. LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor

LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor 3 . Limpeza q uímica – Geralmente não re q uer
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor 3 . Limpeza q uímica – Geralmente não re q uer
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor 3 . Limpeza q uímica – Geralmente não re q uer
LimpezaLimpeza dede TrocadoresTrocadores dede CalorCalor 3 . Limpeza q uímica – Geralmente não re q uer

3. Limpeza química Geralmente não requer desmontagem do equipamento. Apresenta as seguintes vantagens:

1. Rápida

2. Efetiva

3. Não danifica as superfícies de troca (2.5 µm em 6h de contato)

4. Limpa regiões de difícil acesso

5. Um tratamento completo da superfície é feito

6. Atividade menos laboriosa que a limpeza mecânica

7. Limpeza pode ser feita in situ.

A maioria dos tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este fim.

tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este
tipos de incrustação podem ser removidos quimicamente devido ao grande número de produtos disponíveis para este