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MPLS - Definição

 O MPLS ou Multiprotocol Label Switching


 É uma arquitetura
it t de
d rede,
d que tem
t como principal
i i l
característica a utilização de labels (etiquetas), que
aumentam a performance no envio de pacotes e
possibilitam a criação de um caminho predeterminado.
 Multiprotocol
M ltiprotocol
Apostila 05  Multiprotocolar, pois transporta outros protocolos.
 Um multiprotocolo encapsula os cabeçalhos das
camadas 2 e 3 de outros protocolos (TCP/IP, Frame
Multiprotocol
M lti t l Label
L b l Relay, ATM etc.) e, então, encaminha os pacotes pela
rede.
S it hi
Switching (MPLS)
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MPLS - Definição MPLS - RFCs


 Label Switching  "Multiprotocol Label Switching Architecture", RFC
 Uso de labels (etiquetas de identificação) colocadas 3031.
3031
nos pacotes para facilitar o envio.  [[MPLS-ATM]] "MPLS using g LDP and ATM VC
 Pré-programação de rotas, para quando um roteador Switching", RFC 3035.
ler um label, saiba para onde enviar aquele  [MPLS-BGP]
[MPLS BGP] "Carrying
Carrying Label Information in BGP-4
BGP 4",
determinado pacote. Work in Progress.
 Um pacote rotulado já tem um caminho pré-fixado,
pré fixado
 [MPLS-CR-LDP] "Constraint-Based LSP Setup using
agilizando o processo de roteamento.
LDP",, Work in Progress.
g
 [MPLS-FRMRLY] "Use of Label Switching on
Frame Relay Networks Specification"
Specification , RFC 3034.
3034

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MPLS - RFCs MPLS - Vantagens
 [MPLS-LDP "LDP Specification", RFC 3036.  Aumento da performance dos roteadores
 [MPLS-RSVP-TUNNELS] "Extensions to RSVP for  ao encaminhar os pacotes, não há necessidade de se
LSP Tunnels",, Work in Progress.
g consultar longas tabelas de roteamento, devido à
utilização dos labels.
 [MPLS-SHIM] "MPLS Label Stack Encoding", RFC
3032.
3032  Permite engenharia de tráfego
 [MPLS-TRFENG] "Requirements for Traffic  Estabelecimento de um caminho para o tráfego.
Engineering Over MPLS", RFC 2702  Ajuste
Aj t dasd características
t í ti d performance
de f para cada
d
perfil de tráfego, possibilitando a discriminação de CoS
(Class of Service) e QoS (Quality of Service).

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MPLS - Vantagens Conexões MPLS


 Multiprotocolar
 Criação de VPNs
 Como são criadas rotas específicas, o MPLS torna
possível a criação de redes virtuais privadas (VPNs)
 Camada 2,5
25 D í i MPLS
Domínio
 Possui as vantagens das arquiteturas de camada 2, Sede – São Paulo

B
Bauru
misturadas com as vantagens das arquiteturas de
camada 3.

Curitiba
Belo Horizonte
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MPLS - Roteamento MPLS - Roteamento
 O roteamento dos pacotes possibilita uma taxa de  A análise do cabeçalho do pacote IP (camada 3) é
velocidade superior,
superior pois combina a velocidade da realizada
li d uma única
ú i vez, no LER.
LER
camada 2, com a escalabilidade e inteligência da
camada 33.  Esta análise ppermite ao LER identificar cada ppacote
com uma etiqueta, e esta etiqueta separa os pacotes
 Domínio MPLS
por classes,
classes conhecidas por FEC (Forwarding
 Região de uma rede que utiliza a tecnologia MPLS e é
formado por dois tipos de roteadores: Equivalence Class).
LER (Label Edge Router) - roteadores localizados nas  Uma
U vez um pacotet identificado
id tifi d com uma classel
bordas do domínio MPLS. Inserem uma etiqueta nos FEC, terá seu envio feito através de um caminho
pacotes
t entrantes.
t t particular, conhecido como LSP (Label Switch Path).
LSR (Label Switch Router) - roteadores localizados no
centro do domínio MPLS.
MPLS Encaminham os pacotes pela
rede.

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Topologia Topologia
 Full-meshed - topologia totalmente interligada (rede  Hub-and Spoke – neste tipo de rede todo tráfego
WAN):
WAN) todos
t d os elementos
l t dad rede
d se interligam
i t li entre
t passa Hub-and
H b d Spoke
S k – neste t tipo
ti de
d reded todo
t d
si. tráfego passa obrigatoriamente pela site central.

 Mista – combinas as 2 topologias anteriores.


anteriores
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MPLS - Componentes MPLS - Componentes
 A arquitetura MPLS é dividida em 2 componentes
básicos:
bá i
 A componente
p de encaminhamento
LERde  responsável pelo encaminhamento dos pacotes de uma
saída entrada para uma saída em um roteador ou switch.
switch
 A componente de controle
LSR  responsável pela construção e manutenção da tabela
LERde de encaminhamento.
entrada

DOMÍNIO
MPLS

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MPLS – Componente de MPLS – Componente de


Encaminhamento Encaminhamento
 Os elementos que fazem parte do componente de  Formato da etiqueta (shim):
encaminhamento
i h t são:
ã
 Label
Label (20 bits) CoS (3 bits) Stack (1 bit) TTL (8 bits)
 Label Switch Router (LSR)
 Label Switch Edge Router (LER)  Label - carrega o valor real da etiqueta MPLS .
 Label Switching Forward Tables  CoS - Classe de Serviço e afeta a prioridade de
 Label ou etiqueta transmissão do pacote
pacote.
 Tamanho fixo de 32 bits  Stack - indica a hierarquia do pacote, quando este
está empilhado.
 Utilizada para identificar uma classe de equivalência
 TTL - trata-se do campop time-to-live equivalente
q ao
FEC (Forwarding Equivalence Class).
Class)
campo TTL do protocolo IP.

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MPLS – Componente de MPLS – Componente de
Encaminhamento Encaminhamento
 Forwarding Equivalency Class (FEC)  Label Switch Path (LSP)
 Estabelece
E t b l um conjunto
j t de
d pacotes
t que serãoã  É o caminho formado por um conjunto de nós de uma
encaminhados da mesma maneira por um mesmo rede MPLS.
caminho e recebendo o mesmo tratamento.
tratamento
 Um pacote é classificado em um grupo FEC ao entrar
 As funções dos LSPs são:
no domínio MPLS por intermédio do LER (Label Edge  Enviar por um mesmo caminho os pacotes
Router). pertencentes a uma mesma FEC.
 Um
U conjunto
j t de
d pacotes,
t cujos
j endereços
d d destino
de d ti  Criar
C i túneis
tú i IP para redes
d dod tipo
ti VPN (Vi
(Virtual
t l Private
Pi t
são iguais, com o mesmo tipo de serviço solicitado é Network).
um exemplo de FEC.
FEC

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MPLS – Componente de MPLS – Componente de


Encaminhamento Encaminhamento
 Label Edge Router (LER)  Label Edge Router (LER) - continuação
 são os roteadores ou nós que interconectam a rede  A associação de um label com uma FEC, a um pacote
MPLS com outras redes (por exemplo, com uma rede ocorre uma única vez, quando o pacote entra na rede
IP). São também conhecidos como: MPLS.
 MPLS ingress node:  Para escolher qual label/FEC associar ao pacote, o
Nó de borda da rede MPLS que manuseia o tráfego que LER analisa:
entra no domínio MPLS.
MPLS 1. Interface de origem do pacote:
1
 MPLS egress node 2. O endereço de destino, no cabeçalho de pacote que
Nó de
d borda
b d que manuseia
i o tráfego
t áf que saii do
d domínio
d í i está entrando.
entrando
MPLS. 3. A precedência ou classe de serviço do pacote.

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MPLS – Componente de MPLS – Componente de
Encaminhamento Encaminhamento
 Label Switch Router (LSR)  Label Information Base (LIB)
 Executa os algoritmos de encaminhamento, podendo  Tabela que associa porta/label de entrada e porta/label
ser um roteador ou um switch. de saida em cada LSR.
 A função do LSR é:  Mantida atualizada usando o protocolo Label
receber um pacote MPLS Distribution Protocol (LDP).
analisar sua etiqueta, comparar o valor da etiqueta na Entrada
LIB
tabela de encaminhamento
Rótulo Interface Rótulo Interface
substituir esta etiqueta por outra e encaminhar
de de de de
corretamente o pacote
entrada entrada saída saída

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MPLS – Componente de MPLS – Componentes de Controle


Encaminhamento
 LDP (Label Distribution Protocol)
 O protocolo
t l de
d distribuição
di t ib i ã de
d etiqueta,
ti t é um nome
genérico para os protocolos de distribuição de
etiquetas.
etiquetas
 Conjunto de procedimentos, dos quais um LSR informa
outro sobre as ligações feitas entre uma etiqueta e um
FEC.
 Protocolos
P t l criados
i d para distribuir
di t ib i etiquetas:
ti t
 MPLS-LDP e MPLS-CR–LDP.
 Derivações:
 MPLS-RSVP-TE
MPLS RSVP TE e MPLS
MPLS–BGP
BGP.

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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle
 CR-LDP ou Constraint-based Routing LDP Tempo UDP-Hello
 Método
Mét d para estabelecer
t b l caminhos
i h LSPs,
LSP por meio i da
d
distribuição de etiquetas e QoS.
 Úteis
Út i para atender
t d a uma engenharia h i ded tráfego
t áf nas UDP-Hello
redes públicas ou quando configuram redes virtuais
privadas (VPN).
(VPN)
TCP-open
 Fornece um método de descoberta de vizinhos através
d uso de
do d mensagens multicasting
lti ti do
d tipo
ti HELLO .
 Inclui informações de QoS nas mensagens de Initialization(s)
sinalização
i li ã para reservar recursos e estabelecer
t b l LSP
LSPs
Label request
automaticamente. IP

#L2
Tempo Label mapping
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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle


 Resourse Reservation Protocol Traffic Engineering  RSVP-TE - continuação
(RSVP-TE
(RSVP TE )  Empregado largamente (Cisco, Juniper e Avici)
 Tem as mesmas funções do CR-LDP, permitindo o  O RSVP se comunica com dois tipos p básicos de
estabelecimento de ligações ponto a ponto, através de mensagens: PATH e RESV.
LSPs,, além de QoS. PATH: mensagem de um transmissor para um ou
 É uma extensão do protocolo RSVP, porém, com novas múltiplos receptores.
capacidades de suporte ao MPLS.
MPLS Quando recebido uma mensagem PATH, PATH o receptor
 Permite a distribuição de etiquetas pelo método pode enviar uma mensagem RESV em retorno. A
d
downstream
t sob
b demanda.
d d etiqueta é carregada na mensagem RESV.
RESV
 Usa o datagrama IP para transportar mensagens entre
O fluxo de distribuição das etiquetas é oposto ao fluxo de
encaminhamento dos pacotes.
pacotes
pares, ao invés de usar o TCP.

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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle
 MPLS – BGP (Border Gateway Protocol )
 Métodos de distribuição
ç de etiquetas
q
 O BGP é um protocolo
t l existente,
i t t que foi
f i estendido
t did para
 Distribuição de etiquetas por downstream sob suportar o processo de distribuição de etiquetas.
demanda  O BGP [RFCs
[RFC 1771,1772,1773,1774,1657]
1771 1772 1773 1774 1657] assim i como
 O LSR faz um pedido, para o seu próximo hop sobre o EGP, é um protocolo de roteamento interdominios, É
qual etiqueta ligar a um determinado FEC. aplicado amplamente para interconectar grandes redes
dentro da Internet.
 Distribuição de etiquetas não solicitadas  Normalmente
N l t o BGP é utilizado
tili d para prover interligação
i t li ã
 O LSR pode distribuir etiquetas a outros LSRs sem ter- entre sistemas autônomos (AS)
lhes solicitado explicitamente.
explicitamente  Os
O ASs
AS são ã redes
d ou grupos de d redes
d que atuamt sobb
uma mesma administração e com as mesmas regras
de roteamento.
roteamento

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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle


 MPLS – BGP (Border Gateway Protocol )  As tabelas de rotas contêm informações sobre
No
N MPLS,
MPLS o BGP é utilizado
tili d para a distribuição
di t ib i ã de
d roteadores
t d conhecidos,
h id endereços
d alcançáveis,
l á i e um
etiquetas, utilizando-se as mensagens de advertência custo associado ao caminho para cada roteador.
do BGP para transmitir as etiquetas e informações
correlacionadas.  Desta forma, todos os roteadores BGP terão em sua
 O BGP tem como função principal a troca de tabela todas as rotas possíveis,
possíveis permitindo que assim
informações de roteamento. Assim, quando um novo seja definida a melhor rota para a chegada em um
roteador se conecta a uma rede,
rede os roteadores da rede determinado lugar
lugar.
conversam entre si e atualizam suas tabelas de rotas.
O mesmo acontece quando alguma rota se altera.
altera

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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle
 Seu uso principal no MPLS está associado às VPNs.  Desta forma o BGP montará uma tabela de rótulos
 A diferença é que ele não troca apenas as nos LSRs
LSR que se assemelha lh a tabela
t b l de
d
ç
informações de roteamento,, mas sim de rótulos. encaminhamento IP.
 Assim serão anunciados os endereços que ele  Ele é útil, porém, porque permite que os rótulos sejam
consegue atingir
atingir, e o rótulo o qual deve estar escrito distribuídos para todos os nós da rede
rede, de forma que
no pacote para ele entender que é esse endereço o se um LSP precisa ser montado, basta escrever no
d ti
destino. pacote o rótulo já associado a seu destino
destino.

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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle


 São criadas duas tabelas.
 A FIB (Foward Information Base) que tem as
ç
informações de encaminhamento IP,, e a LFIB (Label
(
Fowarding Information Base).
 Ambas foram montadas a partir do BGP
BGP.
 A LFIB é uma sub-tabela da LIB, onde já foi
determinado o menor caminho (usando o SPF), e são
p
informados apenas os rótulos referentes a esses
menores caminhos.
 Pode-se
Pode se que a LFIB é a FIB “com
com rótulos no lugar do
IP”.
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MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle
 BGP usa uma única métrica para determinar a melhor  Os 4 tipos de mensagens BGP são:
trajetória para uma dada rede.
rede
 Esta métrica consiste de número arbitrário que  1. Abertura (open message) – abre uma sessão de
especifica
ifi o grau d de preferência
f ê i d de um enlace
l em comunicação entre BGP pares (peers) e é a primeira
particular e é atribuído pelo administrador da rede. mensagem enviada de cada lado depois que uma
 Este número pode ser baseado em qualquer critério: conexão de protocolo de transporte é estabelecida.
número de ASs que a trajetória cruza, estabilidade,  Essa mensagem é confirmada usando uma
velocidade, retardo ou custo. mensagem de keep-alive enviada pelo roteador par e
tem que ser confirmada antes da atualizações,
notificações e outras mensagens de keep-alive.

Apostila 05 - Multiprotocol Label Switching (MPLS) - 2º sem/12 37 Apostila 05 - Multiprotocol Label Switching (MPLS) - 2º sem/12 38

MPLS – Componentes de Controle MPLS – Componentes de Controle


 2. Atualização (update message) – é usada para  3. Notificação (notification message) – é enviada
informar atualizações de rotas para outros sistemas quando uma condição de erro é detectada
BGP, permitindo que os roteadores possam construir  Elas são usadas para encerrar uma sessão ativa e
uma visão consistente da topologia da rede,
rede usando o i f
informar a quaisquer
i roteadores
t d conectados
t d d do
TCP para garantir uma entrega confiável. porque do encerramento da sessão.
 Essas
E mensagens podem d retirar
ti rotas
t iinviáveis
iá i
(unfeasible routes) da tabela de roteamento e  4. Keep
Keep-alive
alive – notifica aos roteadores BGP pares que
simultaneamente
i lt t iinformar
f uma nova rota.t um dispositivo está ativo.

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MPLS – Aplicações Modelo de QoS
 Engenharia de Tráfego Classe Marcação
EF Tráfego de voz
Caracterização
Voz
 Processo para selecionar caminhos a fim de balancear Vídeo
CS5
AF41
Opcional
Vídeo-conferência
o tráfego nos vários links, roteadores e switches de Missão
AF31 Aplicações de caráter crítico para o cliente (classificação subjetiva)
AF32/AF33 Opcional
uma rede. Crítica
CS3 Sinalização de voz
Dados prioritários e que necessitam de latência controlada – aplicações transacionais
 O MPLS permite a implementação da engenharia de AF21
(ex: Base de Dados, SAP, PeopleSoft, Siebel, Financial, B2B, Supply Chain
Interativa Management, Ariba, Microsoft SQL, DLSw+) e aplicações interativas (ex: Telnet, Citrix,
tráfego, devido à sua capacidade de especificar quais Messenger, Net Meeting, PlaceWare)
AF22 /AF23 Opcional
os percursos que os pacotes deverão seguir através da D d prioritários
Dados i itá i com característica
t í ti de d rajada
j d – Ex:
E E-mail
E il (Lotus
(L t Notes,
N t O tl k
Outlook,
AF11 SMTP, IMAP, etc), transferência de arquivos grandes (FTP), sincronização de base-de-
rede (source routing), utilizando os protocolos de dados, backups
Bulk
sinalização: CR
CR-LDP
LDP, RSVP
RSVP-TETE. AF12 /AF13 Opcional
CS1
p
Opcional

 QoS CS4 Streaming de vídeo


CS6 /CS7 Tráfego de controle e de roteamento (vide observação 2)
Network Gerência da Embratel: SNMP,
SNMP syslog,
syslog TACACS+,
TACACS+ telnet e NTP originados no NOC da
Control CS2 Embratel e direcionados aos CPEs (vide observação 2)
Best Effort 0 Tráfego Best Effort do cliente (vide observação 1)

class-default --- Nã utilizada


Não tili d
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Modelo QoS Bibliografia


Utilização  SOARES, Lílian C.; FREIRE, Victor A. Redes convergentes.
do link

100% • Link super dimensionado 1.ed.


1 ed Rio de Janeiro,
Janeiro Alta books,
books 2002
• Custo da rede alto
• Não necessita de QoS  CRAFT, M. Lewis, E. Construindo redes Cisco para Windows
tempo 2000 1ª Edição.
2000. Edição Rio de Janeiro,
Janeiro Alta Books,
Books 2002
Utilização
 TANENBAUM, A.S. Redes de computadores. 4ª Edição.Rio de
do link
 Congestionamento em horários de J
Janeiro,Campus,2003
i C 2003
100% pico
 QoS é útil. • KUROSE, J. F. & ROSS, K. R. Redes de Computadores e a
Internet – uma abordagem top-down.3ªEdição. São Paulo,
tempo
Pearson, 2006.
Utilização • htt //
http://www.opalsoft.net/qos/MPLS.htm
l ft t/ /MPLS ht
do link
• Link SUB-dimensionado
100% • QoS é útil mas não resolve • http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/mpls/Introduo.html
• Precisa de mais banda.
banda
• PEPELNJAK IIvan; GUICHARD
PEPELNJAK, GUICHARD, Jim Ji MPLS and d VPN
tempo
Architectures. 1st Ed. Indianapolis, Cisco Press, 2001.

Apostila 05 - Multiprotocol Label Switching (MPLS) - 2º sem/12 43 Apostila 05 - Multiprotocol Label Switching (MPLS) - 2º sem/12 44