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plano

estratégico
2007-2009

te

direcção regional de agricultura e pescas do alentejo

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Junho 2007
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Índice

1 - Caracterização da Região Alentejo ………………………………………………. 3


1.1 - A região no país e na Europa …………………………………………………. 3
1.2 – A agricultura na região ………………………………………………………… 4
1.3 – A região por sectores de actividade …………………………………………. 6
1.4 - As subregiões ………………………………………………………………….. 11

2 - Caracterização da DRAPAL ………………………………………………….……. 14


2.1 - Estrutura orgânica ……………………………………………………………... 14
2.1.1 – Atribuições da DRAPAL
2.2 – Recursos …………………………………………………………………..…… 15
2.2.1 – Recursos Humanos
2.2.2 – Recursos financeiros

3 - Grandes linhas de orientação ……………………………………………….……. 17


3.1 – O Programa do Governo …………………………………………………….… 17
3.1.1 – Modernização na Administração Pública
3.1.2 – Agricultura e Desenvolvimento Rural
3.2 – O Plano Estratégico Nacional – Desenvolvimento Rural 2007-2013 ……... 20
3.3 – O Programa de Desenvolvimento Rural 2007-2013 ………………………… 20
3.4 – O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), os Programas
Operacionais Temáticos e o Programa Operacional Regional do Alentejo . 20
3.5 – Outros Programas/Planos ……………………………………………………… 21

4- Análise SWOT ………………………………………………………………………….. 25

5 – Estratégia ……………………………………………………………………………… 26
5.1 – Clientes ………………………………………………………………………….. 26
5.2 – Missão …………………………………………………………………………… 26
5.3 – Visão ……………………………………………………………………………… 27
5.4 – Valores …………………………………………………………………………… 27
5.5 – Vectores Estratégicos ………………………………………………………… .. 28
5.6 – Mapa Estratégico ……………………………………………………………… . 29
5.7 – Objectivos Estratégicos ………………………………………………………. .29
5.8 – Indicadores, Metas e Iniciativas ……………………………………………… . 32

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

1 - Caracterização da Região Alentejo

1.1 - A região no país e na Europa


Da comparação entre alguns indicadores regionais, nacionais e os correspondentes
valores médios do conjunto da União Europeia constata-se, em muitos deles um
desfasamento ainda importante, reflexo de realidades muito diferentes.
A taxa de crescimento médio da população (dados de 2003) vai em sentido contrário
ao do país e ao da Europa Comunitária.
O tecido empresarial agrícola está extremamente envelhecido, sendo o peso dos
produtores que têm mais de 65 anos (43%), ligeiramente inferior ao do país mas
quase o dobro da média comunitária.
INDICADOR Alentejo Portugal EU 25
27 234 km2 (29% de
Superfície territorial Portugal)
91 909 km2 (2,3% da EU) 3 973 200 km2

535.753 habitantes
População total residente (5,4% Pop. do Continente)
9.869.343 habitantes 456,9 milhões habitantes

Estrutura etária da população 13,4%<14anos; 63,8% 15- 15,7%<14anos; 67,5% 15- 16,6%<14anos; 67,1% 15-
residente 64anos; 22,7%>65anos 64anos; 16,8%>65anos 64anos; 16,3%>65anos
Taxa de crescimento efectivo da
-0,6% 6,4% 5%
população (2003)
Indice de envelhecimento da
1,7 1,0 1,0
população
% empresários agrícolas com > 65
43% 45% 23%
anos
% dos dirigentes agrícolas com
2,5% 1,0% 8,7%
formação agrícola completa
Peso da população (25 a 64 anos)
22,5% 26,2% 68,9%
com ensino secundário completo
Taxa de desemprego: total/longa
9,5%/nd/nd 8,4% / 3% / 7,6% 9% / 4,1%/ 10,2%
duração/feminino *
Taxa emprego (15-64 anos):
67,8% / 74,2% / 61,7%
total/H/M
Peso sector primário no total
14,4% 10,8% 5,2%
população activa empregada
27.506 (12,7% da Pop.Act. 197.766 (4,4% da Pop. Act.
População Activa Agrícola Total) Total)

13.837 (0,3% da Pop.Act.


População Activa Pescas 576 (0,27% Pop. Act. Total)
Total)

Nivel de riqueza médio (PIB per


62,7% 72,3 100
capita em ppc)
Peso da agricultura no VAB da
15,0% 2,7% 1,8%
economia
Peso da industria alimentar no VAB
... 2,20% 2,30%
da economia

SAU/UTA 41,2 ha 8,2 ha 14,9 ha

SAU/exploração 55,17 ha 10,4 ha 20,4 ha

Peso zonas desfavorecidas no total


100% 86,60% 55,20%
da SAU
Superfície territorial coberta pela
25,7% 21% 13%
Rede Natura
Valores de consumos de fertilizantes
25,5 €/ha (2004) 55,9€/ha 122,3€/ha
e fitofarmacos por ha de SAU (2004)
Peso da agricultura nas emissões de
… 10% 10%
gases para efeitos de estufa
% de agregados familiares que
37% 41% ...
dispõe de computador (2004)
% de agregados familiares que
21% 26% 42%
dispõe de internet (2004)

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

* Dados do Alentejo e Portugal reportados ao 1º trimestre de 2007 (INE)

O nível educacional é mais baixo do que a média do país e a importância do sector


primário na população activa é superior ao do país e mais do dobro da média
comunitária.
O peso da população activa do sector agrícola no total da população activa, na região
é mais do dobro do verificado no país.
O sector das pescas na região apenas ocupa 611 pessoas, correspondendo este valor
a 0,19 % da população activa total.
O sector agrícola e florestal participa com um peso considerável para a riqueza
regional (cerca de 15%), não tendo a indústria alimentar peso relevante.
A dimensão média das explorações, 55,17 ha, é muito superior à do país e mais do
dobro da comunitária.
O país e a região têm um importante grau de biodiversidade e valores naturais, muito
acima da média comunitária, e apresenta indicadores ambientais positivos.

1.2 – A agricultura na região

ƒ Nº de Explorações e SAU por classes de SAU

Das 34.874 explorações agrícolas existentes na região Alentejo em 1999, 49% têm
áreas de SAU inferiores a 5 ha e apenas 12% têm áreas de SAU superiores a 100 ha,
correspondendo estas a cerca de 81% da SAU. A evolução verificada entre 1989 e
1999 vai no sentido do aumento do nº de explorações de maior dimensão (+ 211) e
forte diminuição das de menor dimensão, evidenciando o abandono da actividade
agrícola como actividade de subsistência.

Classes de 1989 1999


SAU Nº de % % Nº de % %
SAU SAU
explorações Nº de Expl. SAU explorações Nº de Expl. SAU
<1 6147 3555 14% 0% 4255 2569 12% 0%
1 A <5 18762 43922 41% 2% 12885 31154 37% 2%
5 A <20 10413 104051 23% 6% 8146 82772 23% 4%
20 A <50 3873 122530 9% 7% 3383 107369 10% 6%
50 A <100 1969 142265 4% 8% 1924 137424 6% 7%
>=100 4070 1425864 9% 77% 4281 1562781 12% 81%
Total 45234 1842187 100% 100% 34874 1924069 100% 100%
FONTE:RGA 89, RGA 99

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

ƒ Natureza jurídica do produtor

Verifica-se uma evolução no sentido da criação de sociedades, indicativo duma maior


profissionalização do sector, o que é ainda mais evidente em termos de SAU (+ 10 %).

NATUREZA JURIDICA DO PRODUTOR


1989 1999
Nº de % Nº de %
Explorações SAU Nº de Expl. % SAU explorações SAU Nº de Expl. % SAU
PRODUTOR SINGULAR 45706 1412389 97% 77% 34445 1410311 96% 73%
SOCIEDADE 1091 248804 2% 14% 1330 463345 4% 24%
OUTRAS FORMAS 252 180933 1% 10% 131 50095 0% 3%
FONTE:RGA1989 e 1999

ƒ Forma de exploração

A forma de exploração predominante quer em número de explorações quer em área


de SAU é a conta própria.

1989 1999

Forma de % % Nº % %
Nº Explorações Área Área
Exploração Nº Expl. Área Explorações Nº Expl. Área
CONTA PROPRIA 37.126 1.097.677 76% 64% 30.586 1.291.950 77% 67%
ARRENDAMENTO 10.478 574.015 21% 34% 6.888 543.629 17% 28%
OUTRAS 1.550 35.006 3% 2% 2.254 88.459 6% 5%
FONTE:RGA 89 e 99

ƒ Nº de Explorações por Classe de Dimensão Económica (UDE)

1999 2005

Classes de Dimensão
Nº Explorações % Nº Explorações %
Económica

<4 UDE 22.835 64% 18.310 62%


4 A <16 UDE 7.360 21% 5.745 19%
16 A <40 UDE 2.938 8% 2.899 10%
>= 40 UDE 2.407 7% 2.604 9%
FONTE: RGA 99 e IE 2005

Em número, predominam as explorações de pequena dimensão económica,


denotando-se um ligeiro acréscimo na representatividade das explorações com
dimensão superior a 16 UDE de 1999 para 2005.

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

ƒ Composição da superfície total

Apesar da predominância de superfície destinada à actividade agrícola, verifica-se um


incremento considerável do peso das matas e florestas na região, possivelmente
reflexo da aplicação dos instrumentos de politica incentivadores da florestação de
superfícies agrícolas.
1989 1999

Variação
Área % Área %
1989-1999

SAU 1.842.097 92% 1.924.044 89% 81.947


MATAS E
124.565 6% 189.791 9% 65.226
FLORESTAS
SANU 17.223 1% 14.168 1% -3.055
OUTRAS 23.436 1% 30.883 1% 7.447
FONTE:RGA 89 e 99

1.3 – A Região por sectores de actividade

No intuito de conhecer a evolução que os principais sectores da actividade agrícola


registaram na Região, os quadros que constituem o Anexo 1 reflectem a área, a
produção total, o rendimento médio obtido, o número de explorações e os efectivos
pecuários em comparação com o Continente.
Fazendo uma breve análise, denota-se:
Cereais
ƒ Um decréscimo acentuado na área de cereais
ƒ A produtividade verificada na região Alentejo é inferior à verificada no
continente
ƒ No período 1986-2005 a área de cereais na região Alentejo representa
aproximadamente 50% da área total verificada no mesmo período no
continente.

Área de Cereais (ha)


1.000.000,0

800.000,0

600.000,0

400.000,0

200.000,0

0,0
1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2 001 2 002 2 003 2 004 2 005

Anos
ALENTEJO CONTINENTE

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Produtividade (Kg/ha)
3.000,0
2.750,0
2.500,0
2.250,0
2.000,0
1.750,0
1.500,0
1.250,0
1.000,0
750,0
500,0
250,0
0,0
1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2 001 2 002 2 003 2 004 2 005

Anos
ALENTEJO CONTINENTE

Culturas Permanentes
Vinha
ƒ Aumento significativo da área de vinha, pelo aumento da área
destinada a uva para vinho
ƒ Decréscimo da área de vinha para uva de mesa
ƒ A produtividade da vinha para vinho registada no Alentejo tem sido,
em muitas campanhas, superior à média do Continente.

Área de Vinha
30.000,0

20.000,0

10.000,0

0,0
1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004
Anos

Áreas de vinha para vinho e para uva de mesa


25.000,0
Vinho Uva Mesa
20.000,0

15.000,0

10.000,0

5.000,0

0,0
1986

1988

1990

1992

1 994

1996

2000

2 002

2 004
1998

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Produtividade Vinha p/ vinho (hl/ha)


60,0
Alentejo Continente
50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
1986

1988

1990

1992

1 994

1996

2000

2 002

2 004
1998
Olival
ƒ Aumento da área de olival, continuo a partir de 2001
ƒ A área de olival para azeitona de mesa é diminuta.
ƒ Produtividade na região inferior à média registada no Continente

Área de Olival
155.000,0

150.000,0

145.000,0

140.000,0

135.000,0

130.000,0
86

87

88

89

90

91

92

93

94

95

96

97

98

99

00

01

02

03

04

05
19

19

19

19

19

19

19

19

19

19

19

19

19

19

20

20

20

20

20

20

Áreas de Olival para azeitona de mesa e para azeite


150.000,0 Azeitonea de mesa Azeitona para azeite

120.000,0

90.000,0

60.000,0

30.000,0

0,0
1986

1987

1988

1989

1990

1991

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1999

2001

2003

2004

2005
1998

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Produtividade (kg/ha)
Alentejo Continente
1000
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0
1986

1987

1988

1989

1990

1991

1992

1993

1994

1995

1996

1997

1999

2001

2003

2004

2005
1998
O gráfico abaixo, resume a representatividade da região Alentejo nalguns subsectores
da agricultura face ao Continente:

% DA AREA % DA PRODUÇÃO

FRUTOS SECOS
3
2

BATATA
3
3

LEG.P/GRÃO 14
13

TOMATE
18
20

FRUTOS FRESCOS
4
5

VINHA 10
10

GIRASSOL
97
97

OLIVAL
32
40

CEREAIS 37
54

Efectivos Pecuários

ƒ Contrariamente à tendência registada no País, na região denota-se


um aumento dos efectivos pecuários, aumento este mais notório no
efectivo bovino

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Unid: 1000 cabeças


EVOLUÇÃO
Região 1999 % 2000 % 2001 % 2002 % 2003 % 2004 %
1999 - 2004

SUINOS ALENTEJO 441 19% 438 19% 447 19% 472 21% 448 21% 470 21% 29
CONTINENTE 2.266 2.255 2.306 2.263 2.168 2.262 -5
OVINOS ALENTEJO 1.906 53% 1.902 53% 1.864 54% 1.882 55% 1.846 55% 1.962 56% 56
CONTINENTE 3.572 3.566 3.449 3.449 3.347 3.533 -39
CAPRINOS ALENTEJO 152 25% 151 25% 123 23% 119 23% 107 22% 119 22% -33
CONTINENTE 612 605 544 522 488 531 -81
BOVINOS ALENTEJO 393 33% 392 34% 433 37% 442 38% 463 40% 494 41% 101
CONTINENTE 1.177 1.171 1.168 1.164 1.164 1.211 34
Fonte: INE

ƒ A Transformação
Em 2005, existiam na região 587 1 estabelecimentos de transformação de produtos
agro-pecuários, incluindo este número apenas os estabelecimentos que carecem de
licenciamento e cujo processo foi licenciado pela Direcção Regional de Agricultura,
não abarcando assim unidades de transformação que ou por transformarem
unicamente produção própria ou pela sua capacidade de transformação, não carecem
de licenciamento industrial. O quadro seguinte refere o número de unidades de
transformação dos principais sectores.

UNIDADE DE TRANSFORMAÇÃO NUMERO

Adega 68
Lagar 95
Conserva Azeitonas 9
Fábrica de Tomate 6
Fábrica de Pimentão 4
Hortícolas 3
Passas 4
Pinhão 1
Compotas 3
Melaria 12
Queijaria 178
Lacticínios 1
Salsicharia 163
Matadouro 3
Sala Desmancha 11
Classificação Ovos 5

1
- Fonte: Núcleo Técnico de Licenciamento. O número não inclui unidades de catering, leitões,
batata frita e aperitivos

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

1.4 - As subregiões

ƒ Principais Indicadores

SAU 454.106
N.º Explorações 10.975
Área média exploração 41 ha
População Residente 127.026
Pop. Activa Agrícola 5.374 (10,9%)

SAU 566.254
N.º Explorações 8.847
Área média exploração 64 ha
População Residente 135.105
SAU 291.144 Pop. Activa Agrícola 9.098 (12%)
N.º Explorações 5.585
Área média exploração 52 ha
População Residente 99.976
Pop. Activa Agrícola 5.485 (13,3%)

SAU 612.540 ha
N.º Explorações 9.467
Área média exploração 65 ha
População Residente 173.646
Pop. Activa Agrícola 7.549 (14,9%)

ƒ Principais sectores de Actividade

Em 1999, dados do RGA, denota-se em todas as subregiões a predominância


da área ocupada com cereais. Entre as culturas permanentes, destaca-se o
olival com um grau de ocupação expressivo quer no Alto Alentejo quer no
Baixo Alentejo. A sub-região com maior implantação de vinha era o Alentejo
Central.

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Alto Alentejo

1.410

47.419

57.359

Cereais Olival Vinha

Alentejo Central

10.383

35.021

80.105

Cereais Olival Vinha

Baixo Alentejo

4.214
50.389

150.304

Cereais Olival Vinha

Alentejo Litoral

5.254 586

38.074

Cereais Olival Vinha

No que toca aos cereais e à semelhança do verificado na região, a área2 destinada a


estas culturas, no período 2000-2005, decresceu em todas as sub-regiões.

Área de Cereais

200.000

150.000

100.000

50.000

0
2000 2001 2002 2003 2004 2005

Alto Alentejo Alentejo Central


Baixo Alentejo Alentejo Litoral

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Para o quinquénio 2000-2005, as sub-regiões com produtividade média mais elevada


foram o Alentejo Litoral seguido do Alto Alentejo, exactamente subregiões onde a área
destinada a cereais é menor mas em que o milho de regadio tem um peso superior ao
registado nas outras sub-regiões.

Produtividade média dos cereais no período 2000-2005


3500 (kg/ha)
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Alentejo Litoral

Relativamente às culturas permanentes e no mesmo período 2 , a área ocupada com


olival, em termos globais, apenas aumentou no Baixo Alentejo, tendo-se verificado um
decréscimo no Alentejo Central e Alto Alentejo.
A vinha aumentou a sua área de implantação em todas as sub-regiões, sendo esse
aumento mais significativo no Alentejo Central e Baixo Alentejo.

70.000 Área de Olival (ha)


60.000
50.000
40.000
30.000
20.000
10.000
0
2000 2001 2002 2003 2004 2005

Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Alentejo Litoral

Área de Vinha (ha)

15.000

10.000

5.000

0
2000 2001 2002 2003 2004 2005

Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Alentejo Litoral

2
Fonte: Quadro de Produção Vegetal

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

2 – CARACTERIZAÇÃO DA DRAPAL

2.1 - Estrutura Orgânica


O Decreto Regulamentar n.º 12/2007 de 27 de Fevereiro, a Portaria n.º 219-
G/2007 de 28 de Fevereiro e o Despacho n.º 9753/2007 de 30 de Março
permitem desenhar o seguinte modelo estrutural:

Conselho Regional de
DIRECTOR REGIONAL Agricultura, de Desenvolvimento Rural e Pescas

Núcleo de Assessoria e Auditoria


Interna
DIRECTOR REGIONAL
ADJUNTO
Núcleo de Informação e Relações
Públicas

D. S.
D. S. D. S de Apoio e D.S. de Inovação de Valorização D. S.
Planeamento e Gestão de e Ambiental e Apoio à de Agricultura
Controlo Recursos Competitividade Sustentabilidade e Pescas
Laboratório de
Veterinária de Évora

Divisão de Gestão
Divisão de Recursos Divisão de Gestão Divisão de Divisão de Divisão de
Divisão Divisão de Divisão de Solos,
de Humanos Financeira e Gestão e Valorização Produção
de Desenvolvimento Engenharia e
Planeamento e Sistemas de Patrimonial Acompanhament Ambiental e Agrícola e Pescas
Controlo Rural Sustentável Sanidade Vegetal
Informação o de Projectos Biodiversidade

Delegação Regional de
Delegação Regional de
Portalegre Delegação Regional de Beja Núcleo Regional de Évora
Santiago do Cacém

Polo de Elvas Polo de Aljustrel Polo de Alcacer do Sal Polo de Estremoz

Polo de Ponte de Sôr Polo de Moura Polo de Odemira Polo de Reguengos de


Monsaraz

2.1.1 - Atribuições da DRAPAL

O Decreto-Lei n.º 209/2006 de 27 de Outubro, que define a Lei Orgânica do


Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, determina como
atribuições das Direcções Regionais de Agricultura e Pescas, na sua área
geográfica de actuação:
ƒ Executar as medidas de politica agrícola, agro-alimentar, de
desenvolvimento rural e das pescas, de acordo com as normas e
orientações estabelecidas pelos serviços centrais do MADRP,
contribuindo para o acompanhamento e avaliação das mesmas e
realizar o levantamento e o estudo sistemático das características e
das necessidades dos subsectores agrícola, agro-industrial e das
pescas e dos territórios rurais;

ƒ Executar, de acordo com as normas funcionais definidas pelos serviços


centrais, as acções necessárias à recepção, análise, aprovação,
acompanhamento e validação dos projectos de investimento

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Junho 2007

14
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

apoiados por fundos públicos, bem como promover os trâmites


necessários ao pagamento dos correspondentes apoios;

ƒ Incentivar acções e projectos de intervenção no espaço rural e de


programas ou planos integrados de desenvolvimento rural;

ƒ Apoiar os agricultores e as suas associações e as populações


rurais no âmbito das atribuições que prosseguem, proporcionando os
serviços que lhes permitam cumprir as obrigações regulamentares
para com o MADRP;

ƒ Fomentar a criação e o desenvolvimento de parcerias estratégicas


publico-privadas numa óptica de desenvolvimento económico e de
sustentabilidade social e ambiental dos territórios

2.2 – Recursos

2.2.1 – Recursos humanos

A Direcção Regional de Agricultura do Alentejo apresentava no início de 2007 a


estrutura de recursos humanos constante dos quadros seguintes:

Mapa dos Efectivos Por Grupo de Pessoal, Segundo a Relação Jurídica de Emprego e o
Sexo
Administrativo
Investigação

Profissional
Informática

Inspecção
Dirigente

Operário
Técnico-
Superior
Técnico

Técnico

Auxiliar
Chefia

RECURSOS HUMANOS
Total

(Em 31 de Dezembro)

H 19 1 46 4 1 0 106 71 38 51 53 390 Taxa de Feminilização = 49,5%


TOTAL DE EFECTIVOS M 10 2 48 4 1 0 25 38 144 89 22 383
T 29 3 94 8 2 0 131 109 182 140 75 773 Taxa de Tecnicidade = 44,1%
H 19 1 45 4 105 71 38 49 53 385
Nomeação M 10 2 44 4 1 24 38 144 62 22 351 Taxa de Pessoal Vinculado = 96,0%
T 29 3 89 8 1 0 129 109 182 111 75 736
H 2 2 Taxa de Pessoal Não Vinculado = 4,0%
Outras Situações M 2 27 29
T 0 0 2 0 0 0 0 0 0 29 0 31
Balanço Social 2006

Caracteriza-se por uma estrutura etária envelhecida (Idade média = 50 anos) e em


que apenas 9% dos funcionários têm menos de 40 anos, situação decorrente da
não admissão de novos funcionários nos últimos anos. Agrava-se esta
característica quando 33% dos funcionários têm 30 ou mais anos de serviço. A
taxa de tecnicidade é relativamente baixa, existindo um número importante de
funcionários nos grupos profissionais de pessoal administrativo, auxiliar e operário.

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Mapa dos Efectivos Por Escalão Etário,


Segundo o Sexo

ESTRUTURA ETÁRIA
(Em 31 de Dezembro) Homens Mulheres Total
Até 18 anos 0 0 0
18 - 24 0 0 0
25 - 29 0 2 2
30 - 34 6 14 20
35 - 39 23 25 48
40 - 44 27 57 84
45 - 49 65 91 156
50 - 54 148 102 250
55 - 59 90 57 147
60 - 64 21 22 43
65 - 69 10 13 23
70 e mais 0 0 0
TOTAL 390 383 773
Nível Médio de Idade
= 50 ANOS

Nível Médio de Idade dos


Homens = 51 ANOS
Nível Médio de Idade das
Mulheres = 49 ANOS

Mapa dos Efectivos Por Nível de Antiguidade, Segundo o


Sexo

ESTRUTURA DE
ANTIGUIDADES
(Em 31 de Dezembro) Homens Mulheres Total
Até 5 anos 5 9 14
5-9 6 17 23
10 - 14 15 33 48
15 - 19 46 84 130
20 - 24 17 23 40
25 - 29 134 130 264
30 - 35 150 83 233
36 anos e mais 17 4 21
TOTAL 390 383 773
Nível Médio de
25 ANOS
Antiguidade =

Nível Médio de Antiguidade dos


Homens 27 ANOS
Nível Médio de Antiguidade das
Mulheres 23 ANOS
Fonte: Balanço Social 2006

Em resultado da aplicação à DRAAL do PRACE – Programa de Reestruturação da


Administração Central e do Estado e decorrente da entrada em vigor da nova
orgânica dos serviços do MADRP, com a aplicação da Lei nº53/2006, a situação
passa a ser a seguinte:

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Mapa dos Efectivos Por Grupo de Pessoal

Técnico-Profissional
Técnico Superior

Administrativo
Investigação
Informática

Inspecção
Dirigente

Operário
Técnico

Auxiliar
Chefia

Total
RECURSOS HUMANOS

TOTAL DE EFECTIVOS T 17 3 74 7 1 0 95 57 84 96 12 446 Taxa de Tecnicidade = 52,5%

Taxa de Enquadramento = 3,8%

2.2.2 – Recursos financeiros

A DRAPAL tem aprovadas para 2007 as seguintes dotações orçamentais por Fonte de
Financiamento (F.F):

F.F. 111 - Receitas Gerais não afectas a projectos - Cl.Funcional 3013 - 10.144.265 €
F.F. 121 - Receitas a Conver(RICA)-Cl. Funcional 3013 -------------------- 10.720 €
F.F. 123 - Receitas com transição de saldos - Cl.Funcional 1011 -------- 13.563 €
F.F. 123 - Receitas com transição de saldos - Cl.Funcional 1014 -------- 46.437 €
F.F. 123 - Receitas com transição de saldos - Cl.Funcional 3013 --------- 4.918.648 €
(inclui projectos)
F.F. 210 - FEDER - Cl.Funcional 1011 ----------------------------------------- 180.000 €
F.F. 210 - FEDER - Cl.Funcional 3013 ---------------------------------------- 246.372 €
F.F. 230 - Fundo Social Europeu - Cl.Funcional 3013 --------------------- 7.500 €
F.F. 240 - FEOGA - Orientação - Cl. Funcional 3013 ----------------------- 176.597 €
F.F. 250 - FEOGA - Garantia - Cl. Funcional 3013 --------------------------- 102.501 €

3 – GRANDES LINHAS DE ORIENTAÇÃO

3.1. O Programa do Governo


3.1.1 Modernização na Administração Pública
É considerada uma peça essencial na estratégia de crescimento para o País.
Das acções preconizadas, tendo em consideração as 3 linhas de actuação
definidas pelo Governo, foram seleccionadas aquelas que a DRAPAL deverá tomar
como referência na sua estratégia de actuação e eventualmente algumas que, de
forma autónoma, poderá desenvolver:

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Facilitar a vida aos cidadãos e às empresas

ƒ Criar um programa nacional de eliminação de licenças, autorizações e


procedimentos desnecessários na Administração Pública, possibilitando
que os meios humanos se centrem em actividades de fiscalização, e
não em controlos burocráticos;

ƒ Adequar os horários de funcionamento dos serviços ao ritmo de vida


dos cidadãos e às necessidades das empresas;

ƒ Criar uma nova geração de Lojas de Cidadão, Postos de Atendimento


ao Cidadão e Centros de Formalidades de Empresas, com integração
horizontal (em back-office) da informação relativa aos serviços nelas
representados e funcionando em regime de auto-financiamento;

ƒ Zelar para que cada Ministério tenha na sua página electrónica a


informação actualizada que interesse ao cidadão, às empresas e à
sociedade civil em geral;

ƒ Disponibilizar o acesso electrónico à informação sobre missões,


objectivos, planos de acção, relatórios de actividades, balanços sociais,
resultados de avaliação, análises comparadas e demais informação de
desempenho institucional;

ƒ Estimular a participação das organizações de utentes na avaliação dos


serviços através das novas tecnologias (...);

ƒ Seguir uma política de qualidade, estabilidade, racionalidade, coerência,


clareza e consolidação legislativa;

Qualificar os recursos humanos e as condições de trabalho

ƒ Reorganizar a Administração central para promover economia de


gastos e ganhos de eficiência, pela simplificação e racionalização de
estruturas, designadamente através da flexibilização dos instrumentos
normativos;

ƒ Concentração física dos serviços do Estado como forma de obter


economias de escala, ao nível dos recursos humanos, aproveitamento
de espaços e comunicações, evitando a duplicação de serviços que
possam ser integrados;

ƒ Actualizar o recenseamento de pessoal, com registo de qualificações e


competências e desenhar os perfis de recursos humanos, por forma a
orientar a política de formação na Administração Pública;

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

ƒ Generalizar a implementação da gestão por objectivos (GPO),


capacitando a decisão financeira dos decisores públicos, através de
contratos por objectivos e metas, a cumprir durante a sua comissão de
serviço;

ƒ Promover a qualificação dos recursos humanos mediante formação,


suportada por recursos comunitários e nacionais, e incentivar a
obtenção de qualificações académicas.

Adequar a Administração aos objectivos de crescimento

ƒ Desenvolver e implementar sistemas de avaliação dos serviços


públicos, nomeadamente da eficiência da sua gestão e do nível de
satisfação das necessidades públicas;

ƒ Introduzir na gestão das unidades orgânicas, medidas de sensibilidade


à despesa real dos serviços, como a contribuição patronal para a CGA e
ADSE e a avaliação comparada de custos operativos;

ƒ Aplicar as compras de grupo por via electrónica e o POCP; identificar os


custos unitários de produção e custos logísticos na cadeia de valor;
incentivar economias de espaço, de comunicações, transportes,
energia, equipamentos e aquisições, com as correspondentes
contrapartidas orçamentais;

ƒ Preparar a criação da figura de finantial controller nos ministérios, como


nas grandes empresas privadas, e reanalisar o papel dos órgãos de
controlo interno da Administração Pública;

ƒ Planear estrategicamente a utilização das TIC na Administração


Pública, através de planos directores, arquitecturas funcionais, regras
de governabilidade, códigos de conduta, financiamento sustentável e
métricas de avaliação. Acompanhar a sua implantação com avaliação
comparada;

3.1.2 Agricultura e Desenvolvimento Rural

Uma nova visão sobre as funções de agricultura à qual se somam as


alterações introduzidas pela revisão da PAC em 2003 – desligamento total
ou parcial das ajudas da produção e introdução de um regime pagamento
único (RPU) - bem como os compromissos assumidos pela União Europeia
no âmbito da OMC – maior abertura do mercado interno à concorrência de
produtos agrícolas e alimentares importados – tornam urgente a definição

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

de uma Estratégia nacional de desenvolvimento agrícola e rural, assente


nos seguintes objectivos:

ƒ Elevar a competitividade das fileiras agro-alimentares e florestais, em


particular onde o país tem maior aptidão e/ou vocação exportadora;
ƒ Elevar os padrões de qualidade e segurança alimentar ao nível dos
produtos e dos modos de produção;
ƒ Contribuir para a redução do défice da balança comercial com o
exterior através do aumento das exportações e da substituição das
importações;
ƒ Garantir um enquadramento político-legal para uma gestão sustentada
e ambientalmente equilibrada do território rural;
ƒ Prioritizar a afectação de recursos e dos instrumentos de política
para desenvolver económica e socialmente as zonas rurais
desfavorecidas;
ƒ Elevar a qualificação dos agricultores e demais agentes de
desenvolvimento das zonas rurais.

3.2. O Plano Estratégico Nacional - Desenvolvimento Rural (PEN) 2007-2013


Este documento é a materialização do desígnio exposto no programa do
Governo para o sector.
Os objectivos estratégicos definidos bem como as linhas mestras de actuação
encontram-se expostas, de forma resumida, no quadro n.º 1.

3.3. O Programa de Desenvolvimento Rural 2007-2013


É a explicitação da estratégia apresentada e desenvolvida no Plano
Estratégico Nacional, concretizada através de Medidas e recursos financeiros
que reflectem as prioridades escolhidas.
As Medidas previstas encontram-se expostas, de forma resumida, no quadro
n.º 2.

3.4. O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) os Programas


Operacionais Temáticos e o Programa Operacional Regional do Alentejo
O QREN enquadra a aplicação da política comunitária de coesão económica e
social em Portugal no período 2007-2013, definindo como grande desígnio
estratégico a Qualificação dos Portugueses e tendo como fim último a

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

consolidação de uma dinâmica sustentada de sucesso no processo de


desenvolvimento económico, social e territorial de Portugal.
A sua operacionalização será garantida por 3 Programas operacionais
temáticos e por 7 Programas Operacionais Regionais, nos quais se inclui o
Programa Operacional Regional do Alentejo (quadro n.º 3).
Tendo em conta o objectivo último definido, é implícita a correlação do QREN
com outros programas/Medidas preconizados pelo Governo, nomeadamente a
modernização da administração pública e o programa específico da Agricultura,
domínios nos quais se insere a intervenção da DRAPAL.

3.5. Outros Programas/Planos


No desenvolvimento da estratégia de actuação da DRAPAL há ainda a
salientar a existência de outros planos e programas que em maior ou menor
escala deverão ser tidos em consideração:
ƒ Programa Nacional da Agua
ƒ Estratégia Nacional para o Efluentes Agro-Pecuários e Agro-Industriais –
ENEAPAI
ƒ Plano Regional de Ordenamento do Território
ƒ PROF’s
ƒ PROZEA
ƒ PNACE

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Junho 2007

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Quadro n.º 1
Plano Estratégico Nacional/ Desenvolvimento Rural - 2007-2013

Aumentar a competitividade dos sectores agrícola e florestal


ÖActuação numa optica de fileira e em rede - Cooperação entre os
oAumentar o conhecimento e melhorar o potencial humano diferentes agentes, (produtores/industria)
oPromover a Inovação ÖConcentração num conjunto de fileiras e dominios estratégicos
oReestruturar e desenvolver o potencial físico ÖApoio selectivo nas restantes fileiras e actividades
oMelhorar a qualidade da produção e dos produtos agrícolas ÖOrientação para aprodução em mercado aberto e global
ÖCooperação para a colocação dod produtos no mercado
ÖPromoção da iniciativa em comum das intervenções
ÖFormação e inovação orientadas para o mercado e promoção de parcerias
ÖCorresponsabilização dos agentes no esforço de investimento
ÖRedimensionamento empresarial
ÖServiços de apoio às empresas

OBJECTIVOS Promover a sustentabilidade dos espaços rurais e dos


ESTRATÉGICOS recursos naturais

oProteger os valores ambientais e paisagísticos em zonas ÖSustentação das explorações nos territórios mais desfavorecidos
agrícolas e florestais da Rede Natura 2000 e outras ÖSustentação dos valores naturais e paisagísticos
oProteger os recursos hídricos e o solo ÖActuação numa óptica de ordenamento do território

Junho 2007
oContribuir para a atenuação das alterações climáticas ÖIntervenção na floresta com dimensão e sustentabilidade
ÖValorização dos produtos do ambiente que possam ser transaccionáveis
oContribuir para o uso continuado e sustentável das terras
ÖOrientação dos agentes produtores para a gestão sustentável dos recursos
agrícolas em zonas desfavorecidas
naturais
ÖEstimulo a comportamentos ambientais com efeitos positivos adicionais
ÖCorrecção de problemas de natureza ambiental
ÖActuação privilegiada em zonas associadas a riscos de catástrofes naturais
LINHAS MESTRAS DE ACTUAÇÃO

Revitalizar economica e socialmente as zonas rurais


ÖDinamização do mercado de produtos locais
oDiversificar a economia rural ÖUtilização inovadora do património rural e natural
oMelhorar a qualidade de vida nas zonas rurais ÖActuação em complementaridade com actividade agro-florestal
oDesenvolver competências nas zonas rurais ÖConcentração em iniciativas locais de dimensão adequada
ÖFormação orientada para o aparecimento e desenvolvimento de iniciativas
locais
ÖIntegração e complementaridade com outras intervenções territoriais
ÖPromoção de serviços básicos para grupos alvo da população em meio rural
ÖAplicação da Abordagem LEADER

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

OBJECTIVOS TRANVERSAIS

Reforçar a coesaõ social e territorial Promover a ficácia da intervenção dos agentes


públicos, privados e associativos na gestão sectorial
e territorial
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Programa de Desenvolvimento Rural 2007-2013


Quadro n.º 2

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Quadro n.º 3
QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional
Enquadramento para aplicação da politica comunitária de coesão económica e social

PRIORIDADES ESTRATÉGICAS

QUALIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO DO
CRESCIMENTO COESÃO EFICIÊNCIA DA
DOS TERRITORIO E DAS
SUSTENTADO SOCIAL GOVERNAÇÃO
PORTUGUESES CIDADES

PROGRAMAS OPERACIONAIS
TEMÁTICOS

POTENCIAL HUMANO

FACTORES DE
COMPETITIVIDADE

VALORIZAÇÃO DO
TERRITÓRIO

PROGRAMAS OPERACIONAIS
REGIONAIS

PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO

Eixos Prioritários

Competitividade, inovação e
conhecimento

Desenvolvimento
empresarial, criação de
riqueza e emprego
Desenvolvimento urbano

Eixos estratégicos Abertura da economia,


Alentejo 2015 sociedade e território ao
exterior
Conectividade e articulação
territorial

Melhoria da qualidade
urbana, rural e ambiental
Qualificação ambiental e
valorização do espaço rural

Governação e capacitação
institucional

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

4 – ANÁLISE SWOT

PONTOS FORTES S W PONTOS FRACOS


ƒ Bom relacionamento Institucional ƒ Insuficiente valorização do mérito e
Externo de instrumentos de motivação dos
Recursos Humanos
ƒ Forte ligação ao sector e conhecimento
do território ƒ Falta de renovação dos recursos
humanos e recursos técnicos pouco
ƒ Boas infraestruturas de apoio à
qualificados
demonstração
ƒ Défice de articulação e cooperação
ƒ Reforma e reestruturação interna da
institucional
organização
ƒ Imagem negativa dos serviços na
ƒ Experiência de gestão e controlo de
opinião pública
fundos comunitários
ƒ Autonomia mitigada
ƒ Complexidade dos processos
administrativos
ƒ Deficiente informatização dos
serviços

OPORTUNIDADES O T AMEAÇAS
ƒ Potencialde crescimento para os ƒ Tecido empresarial muito
produtos mediterrânicos (mercado) envelhecido, pouco qualificado e
descapitalizado
ƒ Qualidade e diversidade dos produtos
tradicionais ƒ Forte resistência ao associativismo e
à cooperação
ƒ Aumento da área irrigada/Projecto de
Alqueva ƒ Desertificação do mundo rural
ƒ O PDR 2007-2013 ƒ Volatilidade e sustentabilidade das
Políticas agrícolas
ƒ Elevado grau de preservação ambiental
ƒ Ausência de fileiras estratégicas com
ƒ Dinâmica empresarial no sector agro-
dimensão, capacidade e solidez
alimentar
ƒ Fraca integração das fileiras
ƒ Estrutura fundiária – dimensão da
exploração
ƒ Aeroporto de Beja e IP8

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

5 – ESTRATÉGIA

5.1 – Clientes

A actuação da DRAPAL deve direccionar-se preferencialmente tendo em vista a


satisfação das necessidades de:

Agricultores – 35.000
Organizações de Agricultores:
44 Associações de Agricultores
64 Cooperativas
13 Agrupamentos de Produtores
9 Organizações de Produtores
Indústria Agro- Alimentar – 597 Unidades de Transformação
População Rural – 37,9% da População Residente 3

De acordo com o definido, deve ser tida também em consideração a interdependência


com os serviços centrais do Ministério e outros organismos da Administração Central e
Local do Estado.

5.2 – Missão

As Direcções Regionais de Agricultura e Pescas têm por missão, de acordo com o


definido no Decreto Lei nº 209/2006, de 27 de Outubro:

Participar na formulação e na execução das políticas nas áreas da agricultura,


de produção agroalimentar, de desenvolvimento rural e das pescas,
contribuindo para o respectivo acompanhamento e avaliação, em articulação
com os serviços centrais competentes e de acordo com as normas e
orientações por estes definidas.

A DRAPAL no âmbito da missão superiormente definida, tendo em consideração as


características, condicionantes e potencialidades da Região Alentejo, propõe-se ainda
prosseguir:

3
Fonte: Inventário Municipal da Região Alentejo 1998, INE
Das 294 Freguesias com uma população residente de 543.442 habitantes, 37,9% é considerada predominantemente
rural

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

PROMOÇÃO DAS POLÍTICAS AGRÍCOLAS, DE DESENVOLVIMENTO


RURAL E PESCAS, ATRAVÉS DO APOIO À DINAMIZAÇÃO E
MODERNIZAÇÃO DO SECTOR, COM VISTA AO REFORÇO DA SUA
COMPETITIVIDADE E À REVITALIZAÇÃO ECONÓMICA DO ESPAÇO
RURAL

5.3 – Visão

“Alentejo crescimento e sustentabilidade


para um mundo rural de excelência”

5.4 – Valores
Consideram-se valores característicos ou a desenvolver pela DRAPAL como
organização e pelos seus funcionários:

A Disponibilidade

Para se envolver e para se empenhar na prossecução dos objectivos da organização.


Disponibilidade, ainda, para as causas da organização e para a satisfação dos
clientes.

A Competência

O fazer é importante mas manifestamente insuficiente. É preciso fazer bem, com


qualidade, com eficácia e com eficiência. A melhoria continua da nossa formação, dos
nossos conhecimentos é a maior garantia do reforço das nossas competências e do
aperfeiçoamento contínuo do nosso desempenho.

O Rigor

No cumprimento das obrigações, das regras, dos prazos e dos princípios do Estado de
direito. Ser rigoroso implica ser exigente. Ser exigente connosco e com os outros.

A Transparência

Em todos os processos e decisões. A maior garantia que os cidadãos podem ter de


uma administração pública isenta e imparcial é possuírem uma administração clara e
transparente.

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

A Simplificação

A administração existe para servir os cidadãos e não o contrário. A administração


existe para facilitar a vida aos cidadãos e não para dificultá-la. Pensar que o prestígio,
a autoridade e o respeito da administração é directamente proporcional ao grau de
dificuldade que esta cria aos cidadãos constitui um erro de avaliação que urge
erradicar; a administração deve simplificar processos, ser clara, simples, célere e
acessível.

A Equidade

A análise e tratamento das situações e a tomada de decisões faz-se no respeito


escrupuloso pelos princípios da equidade. Todos os cidadãos são iguais perante a lei.

A Inovação

A inovação é, hoje, um dos factores mais importantes de progresso, de modernização


e de competitividade. Abertura de espírito, trabalho em equipa, ser capaz de aprender
com os outros, ser ousado e não ter medo de errar, são alguns dos ingredientes
favoráveis à emergência de processos de inovação. Devemos cultivá-los.

5.5 – Vectores

ƒ Competitividade e sustentabilidade do espaço rural

ƒ Fomento da modernização e da inovação, focalizado no cliente, reduzindo


os custos de contexto e valorizando a imagem da DRAP Alentejo

ƒ Formação dos recursos humanos e aquisição de novas competências


criando as condições internas para a prestação de um serviço público de
excelência

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

5.6 – Mapa Estratégico

5.7 - Objectivos Estratégicos

1 . Reforço das fileiras estratégicas


A aplicação do PDR à região deverá ser acompanhada pela elaboração de um
Plano Estratégico Regional com a correspondente definição dos eixos estratégicos
regionais e a identificação das prioridades e dos critérios de selecção dos
investimentos a nível regional e subregional. À DRAP Alentejo estará reservada a
tarefa de criar as condições adequadas e necessárias para uma atmosfera de
confiança e certeza, suportada na prestação do apoio técnico, na informação clara
e objectiva.

2. Dinamização das economias locais


A agricultura apesar de continuar uma actividade predominante no mundo rural
deixou há algumas décadas de ser exclusiva. Por outro lado, é cada vez mais
notório que o desenvolvimento do mundo rural passa pela multifuncionalidade do
sector agrícola e pela decrescente diversificação das actividades (turismo,
artesanato, industrias agro-alimentares, produtos regionais de qualidade, energias
alternativas, etc.). É, neste contexto que o PDR (sub-programa 3) apresenta um
conjunto de incentivos de apoio à criação e modernização, numa abordagem
LEADER e numa lógica de empowerment, visando a diversificação e a
dinamização das economias locais, a sustentabilidade social e ambiental do

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Junho 2007

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

território bem como a melhoria da qualidade de vida das zonas rurais, através de
acções dirigidas procurando a participação alargada dos agentes e incentivando os
modos de produção de qualidade.

3. Reforçar a credibilidade e a confiança junto do cliente através da melhoria do


serviço prestado
A primeira tarefa dos serviços públicos é responder às necessidades dos cidadãos
nas suas relações com a Administração Pública. Nesta relação com os cidadãos,
por vezes complexa pela natureza das matérias e dos interesses em conflito, cabe
aos serviços públicos também o papel de permanente facilitador dos processos e
procedimentos. O reforço da credibilidade e da confiança obtém-se pela prática do
respeito por estes dois princípios. A simpatia no atendimento, a cortesia, a
transparência e clarificação das situações, a procura da solução mais adequada
para o problema, a celeridade, a informação objectiva, a eliminação do “jogo do
empurra”, etc. podem fazer muito pelos cidadãos e pela credibilidade e confiança
dos cidadãos nas instituições. Quem se dirige à Administração Pública para tratar
de algum assunto tem um problema para resolver e gostaria de o resolver. Sai
satisfeito se o conseguir e sai ainda mais satisfeito se o conseguiu com a simpatia,
a rapidez, a imparcialidade e o respeito que nos devem merecer todos os
cidadãos.

4. Melhorar o interface com o cliente e aumentar a interacção electrónica


A revolução tecnológica a que assistimos, pelas oportunidades que abre, coloca às
organizações o desafio de através de ideias inovadoras ou pela adopção de ideias
e formas já testadas, estabelecer com os seus clientes procedimentos que se
pretende que sejam duradouros, fiáveis e consolidados. A adesão sem vacilações
às novas tecnologias de informação e comunicação e a sua utilização na óptica do
cliente e da sua interacção com a administração, reduzindo custos, poupando
tempo, eliminando a barreira do espaço e transformando todo o tempo em tempo
útil. O estudo e a implementação de formulários electrónicos, a disponibilização de
informação pertinente e actualizada sobre o sector, a disponibilização da listagem
de documentos necessários para o tratamento das diversas questões podem
facilitar muito as relações e a vida dos utentes com a nossa organização.

5. Criação e implementação de SIG


O objectivo é a criação de um serviço que operacionalize um Sistema de
Informação Geográfico na DRAP Alentejo. Existe um conjunto de tarefas e de
informação que se tratadas através de uma ferramenta SIG têm elevada
probabilidade de se manterem permanentemente actualizadas e ser muito úteis à
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30
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

tomada de decisão. A importância desta ferramenta é transversal aos vários


serviços da organização, permite-nos trabalhar num novo patamar e prestar um
serviço mais de acordo com o nosso tempo.

6. Estabelecimento de parcerias direccionadas para a demonstração e apoio


técnico
A introdução de técnicas inovadoras e de novas culturas é mais fácil e mais bem
sucedida quando apoiadas em acções de desenvolvimento e demonstração,
adequadamente acompanhadas de apoio técnico, e observadas em condições
idênticas às proporcionadas em condições normais de produção. O trabalho
conjunto com os centros de investigação e do conhecimento (Universidades,
Politécnicos, Centros Tecnológicos e outros) é fundamental para assegurar e
garantir o carácter científico das metodologias e dos resultados. A nossa função
não é, contudo, investigar nem produzir ciência. A nossa tarefa é testar tecnologias
e culturas para a sua utilização prática e contribuir para resolver problemas
colocados pela vida real. Neste contexto, devemos estabelecer as parcerias e
estar envolvidos em projectos que tenham este perfil e possam responder às
necessidades sentidas pelos agentes económicos do sector na região. A
divulgação do trabalho realizado nesta área é um pilar fundamental do próprio
trabalho.

7. Criar e desenvolver um serviço de auditoria interna


Criar e desenvolver um serviço de auditoria interno que, através da monitorização
e aconselhamento, permita a avaliação e melhoria contínua de procedimentos.
Este serviço está intimamente ligado com os objectivos definidos nos pontos 2 e 3
e a sua concretização e eficácia revelam-se determinantes para dar cumprimento e
conteúdo àqueles. Este serviço deverá ser a consciência crítica da casa em termos
internos. Proceder à análise crítica dos processos e procedimentos internos, à
identificação das boas e menos boas práticas, sugerir a introdução de novos
modelos e de mais adequadas soluções, numa lógica de abertura permanente
para a mudança e da procura contínua da inovação e da melhoria dos
procedimentos.

8. Reforço das receitas próprias e optimização da gestão do património


O equilíbrio orçamental promove-se por via do aumento das receitas e da redução
ou contenção dos custos. As restrições orçamentais obrigam-nos a dar uma
atenção especial ao incremento das receitas próprias, privilegiando o
desenvolvimento de actividades geradoras de receitas, aumentando as receitas

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31
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

provenientes da venda de bens e da prestação de serviços, procurando novas


fontes de financiamento de forma programada e escalonada no tempo.

9. Operacionalização e aprofundamento da avaliação custo/benefício


A programação e planeamento das actividades desenvolvidas na gestão corrente
dos recursos disponíveis ou das actividades decorrentes das competências
atribuídas, pode ser melhorada pela introdução e aplicação de forma mais
generalizada da avaliação custo/benefício, permitindo decisões fundamentadas e
adequadas, reduzindo custos e eliminando o desperdício de meios e recursos.
Com este objectivo visa-se criar uma cultura de avaliação económica das
decisões, actividades e serviços. Todos os serviços e todas as actividades têm
custos e benefícios associados. Nos serviços e actividades não prioritárias a
avaliação do custo/benefício é uma exigência de gestão porque a sua continuidade
e dimensão podem e devem estar dependentes dessa avaliação.

10. Fomentar e estimular a participação regular dos Recursos Humanos em


acções de formação dirigidas
Os recursos humanos são o activo mais importante de qualquer organização. A
sua formação contínua constitui o principal instrumento de valorização desse
activo. A formação, contudo, não deve ser fornecida a “metro” nem para
coleccionar certificados, deve ser dirigida para as necessidades da organização,
de acordo com a sua estratégia de desenvolvimento e os objectivos previamente
definidos. A valorização pelo mérito pode constituir um aliado precioso da
formação. Mais conhecimentos e mais competências, em geral, permitem fazer
mais e melhor. Premiar o espírito de não acomodação, de ambição e o esforço
pessoal é, certamente, um passo importante para o reforço, numa base sólida, das
competências da organização. Paralelamente deve ser fomentada a
responsabilização por resultados

5.9 – Indicadores, Metas e Iniciativas

OBJECTIVO INDICADORES METAS INICIATIVAS


Nº de candidaturas
> = PDR Acções de divulgação
Volume de investimento
Reuniões com os agentes de
cada sector
1 VAB nas explorações apoiadas
+ 10%
Preparação de suportes
Empresas apoiadas/N.º total informativos claros tanto para
> = PDR
de explorações os funcionários como para os
potenciais beneficiários

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

OBJECTIVO INDICADORES METAS INICIATIVAS


Nº de explorações agrícolas
participantes em regimes de Acções de divulgação
> = PDR
qualidade apoiada (MPB e
MPRODI)
Nº de microempresas criadas Reuniões com os agentes
ou apoiadas
2 Recolha e selecção na região
N.º de projectos aprovados > = PDR de iniciativas com potencial

N.º de postos de trabalho


criados
Tempo médio de resposta TMR =< 10 dias
Introdução do novo sistema de
3 Grau de satisfação > 95 % de respostas gestão documental Realização
favoráveis de inquérito semestral
Nº de reclamações/mês <1
Dinamizar através de
actualização constante o site da
DRAPAL

Nº de procedimentos Criação de bases de dados


disponibilizados por via > 2 por ano
electrónica Criação e publicação trimestral
de uma folha informativa/DRAP
4 Alentejo/ informação (com
Nº de visitas + 10% ao ano informação útil para os clientes);

Nº de seminários 1/ano Disponibilização de formulários


on-line

Realização dum seminário sobre


temas da região
Formação de técnicos

Elaboração do manual de
procedimentos
Implementação do sistema
5 Criação de bases de dados
Nº de temas criados >2 por ano
Disponibilização via Internet de
informação geográfica com
origem na DRAPAL
Nº de explorações que 10% das
Utilização dos centros
introduziram novos produtos explorações experimentais
ou novas técnicas participantes
Criação de campos de
Nº de PPP apoiadas/ >2 por ano demonstração
estabelecidas
6 Reuniões e estabelecimento de
Nº de acções de >3 por ano acordos e protocolos com
demonstração universidades, OA’s e outros

Levantamento das áreas de


Nº de participantes/ + 100 maior interesse
beneficiários
Implementação do NAAI Elaboração do manual de
procedimentos
7 Nº de procedimentos Elaboração de relatórios e
5/2 por ano
auditados /alterados propostas
+ 5%/ano Programação de actividades
% de receitas Candidatura a projectos e
8 programas
Volume de receitas próprias nas redução do n.º de contratos de
receitas totais telefone, Internet, água, luz,
Nº de contratos rendas, etc.

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

OBJECTIVO INDICADORES METAS INICIATIVAS


Elaboração de relatórios
Recolha de dados
9 Nº de análises custo/beneficio >10/ano Criação de Centros de Custos
específicos

Nº de participantes em acções
> 20% Levantamento de necessidades
de formação/total de
10 funcionários Elaboração do Plano de
Nº de horas de Formação da DRAPAL
> 30 horas
formação/funcionário
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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

ANEXO I

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PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Culturas arvenses - Áreas, Produções e Rendimentos médios para a Região Alentejo e Continente

Região 1999 %C 2000 %C 2 001 %C 2 002 %C 2 003 %C 2 004 %C 2 005 %C Média Quinq. %C
01-05
Area 319.516,0 54,0 320.919,1 55,6 259.718,0 52,8 290.153,0 56,4 241.945,0 53,7 257.406,0 55,7 204.708,0 52,8 250.786,0 54,4
ALENTEJO Rend. 2.099,4 2.083,7 1.638,0 2.244,5 1.623,7 2.281,2 980,9 1.800,3
Prod. 670.802,2 40,6 668.700,4 41,7 425.409,0 32,8 651.239,0 43,6 392.836,0 33,2 587.199,0 43,1 200.800,0 25,6 451.496,6 36,9
Area 591.205,6 577.471,0 492.164,7 514.240,0 450.164,0 462.071,1 387.952,6 461.318,5
CONTINENTE Rend. 2.794,8 2.780,2 2.632,2 2.906,5 2.629,6 2.945,7 2.020,4 2.652,7
Prod. 1.652.319,4 1.605.486,5 1.295.471,1 1.494.651,0 1.183.745,0 1.361.111,5 783.803,5 1.223.756,4
C E
Area 309.381,0 54,7 312.223,1 56,4 250.192,0 53,5 280.601,0 57,4 232.193,0 54,7 247.722,0 56,8 198.426,0 54,2 241.826,8 55,4
E X A ALENTEJO Rend. 1.967,1 1.970,9 1.461,6 2.108,7 1.434,5 2.126,5 828,9 1.639,0
R C R
Prod. 608.568,0 40,6 615.359,5 42,1 365.692,0 31,8 591.717,0 43,9 333.070,0 32,2 526.789,0 43,5 164.476,0 24,8 396.348,8 36,6
E E R
A P O Area 565.898,4 553.611,9 467.228,7 489.024,0 424.507,0 436.484,1 366.014,6 436.651,7
I T Z CONTINENTE Rend. 2.651,8 2.642,4 2.460,3 2.758,0 2.440,3 2.776,4 1.813,1 2.477,8
S O
Prod. 1.500.669,7 1.462.875,4 1.149.539,1 1.348.746,0 1.035.943,0 1.211.856,5 663.624,5 1.081.941,8
Area 183.400,0 83,3 191.748,7 84,8 160.967,0 87,8 200.562,0 87,0 154.829,0 88,9 166.306,0 88,8 103.170,0 84,1 157.166,8 87,5
T ALENTEJO Rend. 1.564,8 1.550,0 807,7 1.767,4 794,2 1.564,0 564,3 1.178,1
R
Prod. 286.991,9 81,5 297.213,0 83,8 130.007,0 84,7 354.481,0 85,8 122.971,0 82,3 260.097,0 88,8 58.217,0 71,5 185.154,6 84,9
I
G Area 220.211,9 226.182,9 183.423,2 230.624,0 174.248,0 187.377,1 122.658,1 179.666,1
O CONTINENTE Rend. 1.598,7 1.567,9 837,0 1.790,6 857,9 1.562,6 664,2 1.213,6
Prod. 352.061,0 354.625,3 153.521,9 412.951,0 149.494,0 292.797,4 81.467,3 218.046,3
Area 115.292,0 79,4 59.748,7 68,4 30.966,0 62,1 22.063,0 52,2 14.958,0 49,7 20.736,0 58,7 101.435,0 84,1 38.031,6 68,4
T ALENTEJO Rend. 1.611,8 2.319,9 1.071,0 2.216,8 1.096,9 1.764,9 566,3 1.012,4
M
R
O Prod. 185.829,0 78,3 138.608,4 76,1 33.164,0 65,2 48.910,0 57,0 16.407,0 45,5 36.596,0 62,9 57.440,0 71,5 38.503,4 61,9
I
L Area 145.254,7 87.296,9 49.885,2 42.305,0 30.085,0 35.333,1 120.570,1 55.635,7
G
E
O CONTINENTE Rend. 1.633,3 2.086,2 1.018,9 2.027,1 1.199,1 1.647,8 666,0 1.118,6
Prod. 237.239,3 182.115,2 50.827,9 85.755,0 36.074,0 58.221,4 80.299,3 62.235,5
Area 68.108,0 90,9 132.000,0 95,0 130.001,0 97,4 178.499,0 94,8 139.871,0 97,0 145.570,0 95,7 1.735,0 83,1 119.135,2 96,1
T ALENTEJO Rend. 1.485,3 1.201,5 744,9 1.711,9 761,9 1.535,4 447,8 1.231,0
D
R
U Prod. 101.162,9 88,1 158.604,6 91,9 96.843,0 94,3 305.571,0 93,4 106.564,0 94,0 223.501,0 95,3 777,0 66,5 146.651,2 94,1
I
R Area 74.957,2 138.886,0 133.538,0 188.319,0 144.163,0 152.044,0 2.088,0 124.030,4
G
O
O CONTINENTE Rend. 1.531,8 1.242,1 769,0 1.737,5 786,7 1.542,8 559,4 1.256,2
Prod. 114.821,7 172.510,1 102.694,0 327.196,0 113.420,0 234.576,0 1.168,0 155.810,8
C
Area 610,0 1,3 627,1 1,4 464,0 1,2 629,0 1,9 297,0 1,0 299,0 1,0 375,0 1,5 412,8 1,3
E ALENTEJO Rend. 501,0 424,2 497,8 672,5 370,4 812,7 362,7 553,8
N
Prod. 305,6 0,5 266,0 0,6 231,0 1,0 423,0 1,2 110,0 0,4 243,0 0,9 136,0 0,7 228,6 0,9
T
E Area 48.602,6 44.673,9 37.569,7 33.503,0 30.348,0 28.618,0 25.364,0 31.080,5
I CONTINENTE Rend. 1.144,3 1.039,8 644,0 1.023,7 888,2 952,7 778,5 852,3
O
Prod. 55.613,7 46.452,0 24.193,4 34.296,0 26.955,0 27.264,0 19.746,8 26.491,0
Area 59.228,0 71,0 62.550,9 73,6 43.608,0 71,1 38.086,0 66,7 37.075,0 68,5 37.050,0 66,4 37.675,0 70,2 38.698,8 68,6
C
E
A ALENTEJO Rend. 1.331,8 1.500,0 608,1 1.200,0 708,6 1.209,2 435,0 825,3
V
R Prod. 78.882,6 79,1 93.827,0 83,5 26.519,0 68,5 45.702,0 74,4 26.271,0 67,3 44.800,0 73,1 16.390,0 65,2 31.936,4 70,8
E
E Area 83.362,8 85.033,8 61.344,0 57.127,0 54.101,0 55.801,0 53.658,0 56.406,2
I
A
A CONTINENTE Rend. 1.196,3 1.321,8 630,8 1.076,0 721,2 1.098,9 468,7 800,1
I
S Prod. 99.724,1 112.394,5 38.696,0 61.466,0 39.019,0 61.317,0 25.151,0 45.129,8
Area 18.979,0 77,0 16.641,1 76,5 8.160,0 69,4 7.486,0 66,9 7.438,0 64,7 11.710,0 73,7 28.980,0 84,4 12.754,8 75,3
C
E
ALENTEJO Rend. 1.108,2 1.764,0 1.034,8 2.009,5 1.094,5 1.783,9 541,5 1.069,6
V Prod. 21.032,1 71,8 29.355,6 80,8 8.444,0 67,1 15.043,0 75,2 8.141,0 62,5 20.890,0 79,6 15.692,0 76,7 13.642,0 73,9
A Area 24.633,8 21.755,4 11.758,6 11.197,0 11.497,0 15.891,0 34.329,5 16.934,6
D
A CONTINENTE Rend. 1.189,1 1.670,5 1.070,5 1.787,4 1.132,6 1.651,3 595,6 1.090,2
Prod. 29.293,0 36.343,3 12.588,1 20.014,0 13.022,0 26.240,4 20.447,1 18.462,3
Area 10.135,0 40,0 8.696,0 36,4 9.526,0 38,2 9.552,0 37,9 9.752,0 38,0 9.684,0 37,8 6.282,0 28,6 8.959,2 36,3
A ALENTEJO Rend. 6.140,5 6.134,0 6.268,8 6.231,4 6.128,6 6.238,1 5.782,2 6.155,4
R
Prod. 62.234,3 41,0 53.340,9 37,4 59.717,0 40,9 59.522,0 40,8 59.766,0 40,4 60.410,0 40,5 36.324,0 30,2 55.147,8 38,9
R
O Area 25.307,1 23.859,1 24.936,0 25.216,0 25.657,0 25.587,0 21.938,0 24.666,8
Z CONTINENTE Rend. 5.992,4 5.977,2 5.852,3 5.786,2 5.760,7 5.833,2 5.478,1 5.749,2
Prod. 151.649,7 142.611,0 145.932,0 145.905,0 147.802,0 149.255,0 120.179,0 141.814,6
T Area 23.436,0 88,4 20.721,3 86,9 15.566,0 82,7 14.410,0 84,5 11.423,0 85,0 10.620,0 89,0 19.150,0 93,5 14.233,8 87,1
R
I
ALENTEJO Rend. 1.244,4 1.750,4 899,1 1.576,1 829,8 1.449,2 393,7 971,2
T Prod. 29.164,5 88,2 36.270,7 90,0 13.995,0 86,5 22.712,0 89,4 9.479,0 84,1 15.390,0 92,4 7.540,0 91,4 13.823,2 88,9
I Area 26.521,1 23.831,6 18.819,7 17.058,0 13.439,0 11.926,0 20.488,0 16.346,1
C
A CONTINENTE Rend. 1.246,8 1.690,8 860,2 1.489,2 839,0 1.396,8 402,8 951,6
L
E Prod. 33.066,8 40.293,2 16.188,1 25.403,0 11.275,0 16.658,7 8.252,0 15.555,4
Area 23.728,0 14,6 19.934,1 13,1 21.427,0 13,9 19.428,0 13,9 21.131,0 15,0 21.737,0 15,9 9.076,0 8,3 18.559,8 13,6
ALENTEJO Rend. 8.099,8 7.947,5 8.703,8 7.893,6 7.860,4 8.527,8 7.327,1 8.166,3
Prod. 192.191,2 20,6 158.427,2 18,2 186.496,0 20,6 153.356,0 19,3 166.098,0 20,9 185.369,0 23,5 66.501,0 13,1 151.564,0 20,0
Area 162.566,2 152.134,4 154.313,5 139.515,0 140.874,0 136.871,0 109.517,0 136.218,1
CONTINENTE Rend. 5.726,3 5.736,8 5.860,5 5.695,6 5.651,7 5.754,2 4.643,7 5.566,5
Prod. 930.911,1 872.767,1 904.351,6 794.616,0 796.178,0 787.579,0 508.560,3 758.257,0
R
Area 22.177,0 15,2 18.400,0 13,5 20.538,0 14,6 18.913,0 14,9 20.765,0 16,2 21.403,0 17,2 8.935,0 9,0 18.110,8 14,6
M M E ALENTEJO Rend. 8.617,2 8.554,2 9.049,0 8.089,2 7.989,2 8.652,5 7.440,7 8.353,1
I I G
Prod. 191.103,0 21,1 157.397,5 18,5 185.848,0 21,1 152.991,0 19,8 165.896,0 21,4 185.190,0 24,1 66.483,0 13,4 151.281,6 20,4
L L A
H H D Area 145.698,8 136.243,5 140.659,1 126.921,0 128.498,0 124.720,0 99.287,0 124.017,0
O O I CONTINENTE Rend. 6.203,9 6.228,6 6.276,2 6.096,6 6.042,7 6.168,8 5.000,9 5.965,3
O
Prod. 903.905,3 848.601,8 882.807,9 773.790,0 776.477,0 769.370,0 496.527,0 739.794,4
S Area 1.551,0 9,2 1.534,2 9,7 889,0 6,5 515,0 4,1 366,0 3,0 334,0 2,7 141,0 1,4 449,0 3,7
E
M
Q
ALENTEJO Rend. 701,6 671,2 728,9 708,7 551,9 535,9 127,7 629,0
I
U Prod. 1.088,2 4,0 1.029,8 4,3 648,0 3,0 365,0 1,8 202,0 1,0 179,0 1,0 18,0 0,1 282,4 1,5
L
E Area 16.867,4 15.890,9 13.654,4 12.594,0 12.376,0 12.151,0 10.230,0 12.201,1
H
I
O CONTINENTE Rend. 1.601,1 1.520,7 1.577,8 1.653,6 1.591,9 1.498,6 1.176,3 1.513,2
R
O Prod. 27.005,8 24.165,3 21.543,7 20.826,0 19.701,0 18.209,0 12.033,3 18.462,6
Area 1.319,0 9,2 1.116,1 8,3 1.309,0 10,1 1.340,0 10,8 2.193,0 16,7 2.046,0 16,2 940,0 9,9 1.565,6 12,9
L ALENTEJO Rend. 439,9 540,3 507,7 564,0 490,2 555,2 348,9 505,8
E Prod. 580,2 8,1 603,1 8,8 664,6 10,1 755,7 11,7 1.075,0 17,7 1.136,0 19,6 328,0 10,0 791,9 14,0
G
Area 14.389,1 13.379,8 12.931,5 12.443,0 13.098,0 12.627,6 9.490,6 12.118,1
U
M CONTINENTE Rend. 497,4 510,7 507,2 519,9 464,4 459,1 346,2 465,3
I Prod. 7.156,8 6.832,9 6.559,1 6.468,7 6.083,0 5.797,3 3.286,1 5.638,8
N
O G
Area 1.176,0 60,1 959,9 55,5 1.156,0 61,3 1.192,0 62,3 2.050,0 74,0 1.895,0 73,6 834,0 61,2 1.425,4 67,8
S R ALENTEJO Rend. 403,7 492,1 465,1 529,1 465,4 532,5 286,6 472,9
B
A Ã
I Prod. 474,7 49,5 472,4 49,7 537,6 54,2 630,7 57,7 954,0 67,4 1.009,0 69,8 239,0 44,5 674,1 61,5
S O
C Area 1.957,3 1.728,3 1.886,3 1.914,0 2.772,0 2.574,6 1.363,6 2.102,1
O
P D CONTINENTE Rend. 490,2 550,1 526,1 571,4 510,5 561,4 393,7 521,7
A E
R
Prod. 959,5 950,7 992,4 1.093,7 1.415,0 1.445,3 536,8 1.096,6
A Area 143,0 1,2 156,2 1,3 153,0 1,4 148,0 1,4 143,0 1,4 151,0 1,5 106,0 1,3 140,2 1,4
F
E
ALENTEJO Rend. 737,8 836,9 830,1 844,6 846,2 841,1 839,6 840,2
G
R I Prod. 105,5 1,7 130,7 2,2 127,0 2,3 125,0 2,3 121,0 2,6 127,0 2,9 89,0 3,2 117,8 2,6
à J Area 12.431,9 11.651,5 11.045,2 10.529,0 10.326,0 10.053,0 8.127,0 10.016,0
O Ã
O CONTINENTE Rend. 498,5 504,9 504,0 510,5 452,1 432,9 338,3 453,5
Prod. 6.197,3 5.882,3 5.566,7 5.375,0 4.668,0 4.352,0 2.749,3 4.542,2
O G Area 46.749,0 93,2 47.876,0 92,4 39.308,0 94,7 36.773,0 97,8 35.889,0 98,0 27.710,0 97,7 6.675,0 94,4 29.271,0 96,8
L I
E R
ALENTEJO Rend. 332,6 526,8 571,7 564,5 496,7 494,8 348,6 526,8
S
A A Prod. 15.548,3 88,7 25.219,0 88,3 22.471,0 95,1 20.759,0 98,2 17.826,0 99,0 13.710,0 98,5 2.327,0 97,0 15.418,6 97,5
A
G S Area 50.134,2 51.840,3 41.523,0 37.582,0 36.628,0 28.367,0 7.069,0 30.233,8
S
I S
N O CONTINENTE Rend. 349,8 551,0 568,9 562,5 491,8 490,6 339,2 523,2
O L Prod. 17.537,9 28.565,9 23.623,0 21.139,0 18.015,0 13.917,0 2.398,0 15.818,4

Fonte: INE, Quadro de Produção Vegetal


Área – ha; Rend.-kg/ha; Prod-ton.

___________________________________________________________________
Junho 2007

36
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Vinha - Áreas, Produções e Rendimentos médios para a Região Alentejo e Continente

Região 1999 %C 2000 %C 2 001 %C 2 002 %C 2 003 %C 2 004 %C 2 005 %C Média Quinq. %C
01-05
ALENTEJO
Area 16.664,0 7,7 17.216,7 7,9 19.518,8 8,9 21.516,7 9,8 21.717,1 9,9 22.070,1 10,1 22.335,2 10,2 21.431,6 9,8
CONTINENTE
Area 216.222,7 217.135,2 219.348,3 219.399,2 219.225,5 219.285,5 219.307,2 219.313,1
Area 16.088,0 7,6 16.457,7 7,8 18.751,8 8,8 20.722,7 9,7 21.095,1 9,9 21.401,6 10,0 21.665,2 10,2 20.727,3 9,7
V
ALENTEJO Rend. 31,1 26,7 34,8 29,0 39,3 39,2 32.299,8 34.925,9
I
Prod. 499.663,6 6,6 439.320,8 6,9 652.233,0 8,7 600.058,4 9,4 829.068,0 11,7 838.449,0 11,6 699.781,1 10,0 723.917,9 10,3
V N
Area 210.435,7 211.152,6 213.294,2 213.294,2 213.294,2 213.294,2 213.294,1 213.294,2
I H
O CONTINENTE Rend. 35,8 30,2 35,0 29,9 33,3 33,8 32,8 32.956,4
N
Prod. 7.536.215,9 6.379.325,7 7.468.945,0 6.381.298,6 7.099.468,0 7.201.600,0 6.995.716,6 7.029.405,6
H
A U Area 576,0 10,0 759,0 12,7 767,0 12,7 794,0 13,0 622,0 10,5 668,5 11,2 670,0 11,1 704,3 11,7
V M ALENTEJO Rend. 5.202,4 3.408,1 3.804,4 7.104,5 8.432,5 8.478,7 7.670,1 6.988,8
A E Prod. 2.996,6 5,4 2.586,7 4,9 2.918,0 5,6 5.641,0 9,7 5.245,0 10,0 5.668,0 10,2 5.139,0 10,5 4.922,2 9,2
S Area 5.787,0 5.982,6 6.054,1 6.105,0 5.931,3 5.991,3 6.013,1 6.018,9
D A CONTINENTE Rend. 9.634,7 8.895,8 8.652,6 9.502,6 8.819,9 9.277,4 8.147,1 8.881,4
E Prod. 55.756,0 53.219,7 52.383,3 58.013,1 52.313,0 55.583,5 48.989,4 53.456,5
FONTE: INE, QUADRO DE PRODUÇÃO VEGETAL
Area - ha
Rend. - hl/ha
Prod. - hl.
Area - ha
Rend. - Kg/ha
Prod. - ton.

Olival - Áreas, Produções e Rendimentos médios para a Região Alentejo e Continente

Região 1999 %C 2000 %C 2001 %C 2002 %C 2003 %C 2004 %C 2005 %C Média Quinq. % C
01-05
Area 146.266,0 39,6 145.580,1 39,4 145.538,0 39,4 145.769,0 39,4 149.593,0 40,0 149.593,0 39,9 151.517,0 40,2 148.402,0 39,8
ALENTEJO Rend. 450,2 450,6 470,0 455,5 592,8 679,5 407,8 521,4
Prod. 65.844,3 19,8 65.601,1 37,5 68.397,1 29,5 66.404,7 29,7 88.673,1 36,3 101.649,8 32,6 61.787,0 29,2 77.382,3 31,6
Area 368.974,1 369.161,6 369.313,8 369.858,2 374.154,0 374.473,5 376.523,5 372.864,6
CONTINENTE Rend. 901,1 473,3 628,7 603,5 652,8 833,5 562,7 656,3
Prod. 332.494,6 174.710,7 232.182,8 223.218,2 244.237,6 312.123,6 211.874,5 244.727,3
A Area 143.589,0 40,1 142.903,1 39,8 142.848,0 39,8 143.079,0 39,8 146.903,0 40,4 146.903,0 40,4 148.253,0 40,6 145.597,2 40,2
Z A
E P Z
ALENTEJO Rend. 439,5 443,4 458,7 447,3 586,4 0,1 398,8 513,2
I A E Prod.* 63.107,3 19,7 63.369,0 37,9 65.519,1 30,0 63.996,7 30,2 86.139,1 37,0 98.799,8 32,9 59.118,0 29,0 74.714,5 32,0
T R I Area 358.470,3 358.636,0 358.750,7 359.268,3 363.517,0 363.839,0 365.308,0 362.136,6
O
O A T
L N E CONTINENTE Rend. 895,1 466,1 609,1 588,9 640,8 826,5 558,2 644,9
I A Prod.* 320.865,2 167.160,6 218.522,0 211.574,1 232.946,6 300.699,0 203.911,0 233.530,5
V A
D Area 2.677,0 25,5 2.677,0 25,4 2.690,0 25,5 2.690,0 25,4 2.690,0 25,3 2.690,0 25,3 3.264,0 29,1 2.804,8 26,1
A Z
E
E ALENTEJO Rend. 1.022,4 833,8 1.069,9 895,2 942,0 1.059,5 817,7 951,2
L I Prod. 2.737,0 23,5 2.232,1 29,6 2.878,0 21,1 2.408,0 20,7 2.534,0 22,4 2.850,0 24,9 2.669,0 33,5 2.667,8 23,8
M
T Area 10.503,8 10.525,6 10.563,1 10.589,9 10.637,0 10.634,5 11.215,5 10.728,0
E
O
S CONTINENTE Rend. 1.107,2 717,3 1.293,3 1.099,5 1.061,5 1.074,3 710,0 1.043,7
N
A
A Prod. 11.629,4 7.550,1 13.660,8 11.644,1 11.291,0 11.424,6 7.963,5 11.196,8
Azeitona * 63.107,3 19,7 54.427,3 32,6 55.501,1 25,4 54.813,4 25,9 71.458,7 30,7 98.800,0 32,9 52.676,0 25,8 66.649,8 28,5
A
Z
ALENTEJO Funda 0,2 0,2 0,2 0,1 0,2 0,2 1.767,5 1.645,1
E Azeite 117.288,5 22,9 84.803,8 34,0 94.977,7 27,2 80.816,5 26,0 120.105,8 32,9 159.229,0 31,8 93.103,0 29,3 109.646,4 29,7
I Azeitona * 320.865,5 167.160,9 218.522,9 211.574,3 232.946,4 300.699,0 203.910,0 233.530,5
T
E CONTINENTE Funda 0,2 0,1 0,2 0,1 0,2 0,2 1.560,4 1.579,1
Azeite 512.264,5 249.433,4 349.502,4 310.474,0 364.977,2 500.658,0 318.174,0 368.757,1
Area - ha
Rend. - Kg/ha
Prod. - ton.
* Até 1999 Azeitona por local de laboração a partir de 2000 por local de proveniencia
* Azeitona Oleificada

Horticolas e Culturas industriais - Áreas, Produções e Rendimentos médios para a Região Alentejo e Continente

Região 1999 %C 2000 %C 2001 %C 2002 %C 2003 %C 2004 %C 2005 %C Média Quinq. % C
01-05
Area 1.723,0 2,9 1.636,5 3,0 1.586,0 3,4 1.575,0 3,2 1.614,0 3,6 1.533,0 3,4 1.208,0 3,1 1.503,2 3,3
ALENTEJO
Rend. 12.597,2 11.655,9 11.541,6 11.544,1 11.878,6 11.422,0 11.303,0 11.551,8
Prod. 21.705,0 2,4 19.074,8 2,8 18.305,0 2,9 18.182,0 2,5 19.172,0 2,9 17.510,0 2,5 13.654,0 2,7 17.364,6 2,7
Area 58.978,0 54.145,0 46.594,1 49.472,0 45.421,0 45.196,0 39.126,0 45.161,8
CONTINENTE Rend. 15.142,1 12.679,5 13.725,9 14.699,3 14.756,4 15.608,4 13.058,1 14.407,5
Prod. 893.047,8 686.532,3 639.546,3 727.202,0 670.251,0 705.439,0 510.910,0 650.669,7
S Area 744,0 4,7 696,2 4,9 679,0 6,6 673,0 5,5 627,0 6,1 597,0 5,6 421,0 4,7 599,4 5,7
B B E
A A Q
ALENTEJO Rend. 8.757,7 7.530,4 7.519,9 7.474,0 7.421,1 7.571,2 6.532,1 7.360,4
T T D U Prod. 6.515,8 3,8 5.243,0 4,4 5.106,0 6,5 5.030,0 4,7 4.653,0 5,1 4.520,0 3,6 2.750,0 3,7 4.411,8 4,6
A A E E Area 15.828,6 14.223,6 10.286,2 12.199,0 10.245,0 10.629,0 9.019,0 10.475,6
T T I
A A R CONTINENTE Rend. 10.720,4 8.452,7 7.593,5 8.865,4 8.984,8 11.820,7 8.319,0 9.144,6
O Prod. 169.689,9 120.228,4 78.108,5 108.149,0 92.049,0 125.642,0 75.029,0 95.795,5
R
Area 979,0 2,3 940,3 2,4 907,0 2,5 902,0 2,4 987,0 2,8 936,0 2,7 787,0 2,6 903,8 2,6
B
E ALENTEJO Rend. 15.515,0 14.710,6 14.552,4 14.580,9 14.710,2 13.878,2 13.855,1 14.331,5
A
G
T D Prod. 15.189,2 2,1 13.831,8 2,4 13.199,0 2,4 13.152,0 2,1 14.519,0 2,5 12.990,0 2,2 10.904,0 2,5 12.952,8 2,3
A
A E Area 43.149,4 39.921,4 36.307,9 37.273,0 35.176,0 34.567,0 30.107,0 34.686,2
D
T
I CONTINENTE Rend. 16.764,1 14.185,5 15.463,2 16.608,6 16.437,4 16.773,1 14.477,7 15.997,0
A
O
Prod. 723.357,9 566.304,0 561.437,8 619.053,0 578.202,0 579.797,0 435.881,0 554.874,2
Area 4.093,0 27,1 2.881,7 22,3 2.588,0 22,5 2.311,0 19,4 2.588,0 20,8 2.710,0 19,3 2.679,0 19,6 2.575,2 20,3
T
O
ALENTEJO Rend. 47.843,9 47.692,4 66.935,9 64.090,0 64.444,7 75.572,0 69.882,4 68.355,1
M Prod. 195.825,1 19,4 137.436,0 15,4 173.230,0 19,0 148.112,0 17,1 166.783,0 18,7 204.800,0 17,1 187.215,0 17,3 176.028,0 17,7
A Area 15.126,8 12.934,4 11.491,0 11.898,0 12.451,0 14.015,0 13.684,0 12.707,8
T
E CONTINENTE Rend. 66.795,7 68.854,8 79.326,0 72.904,4 71.816,0 85.688,9 79.294,4 78.048,6
Prod. 1.010.406,3 890.593,7 911.535,0 867.416,0 894.181,0 1.200.930,0 1.085.065,0 991.825,4
FONTE: INE, QUADRO DE PRODUÇÃO VEGETAL
Area - ha
Rend. - Kg/ha
Prod. - ton.

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Junho 2007

37
PLANO ESTRATÉGICO DA DRAPAL

Frutas - Áreas, Produções e Rendimentos médios para a Região Alentejo e Continente

Região 1999 %C 2000 %C 2001 %C 2002 %C 2003 %C 2004 %C 2005 %C Média Quinq % C
01-05
FRUTOS FRESCOS Area 2.634,5 4,6 2.900,6 5,0 2.837,0 4,9 2.843,0 4,9 2.752,0 4,8 2.696,0 4,6 2.691,0 4,7 2.763,8 4,8
ALENTEJO Rend. 7.111,2 6.528,6 5.722,4 5.733,6 7.436,8 7.216,0 7.387,0 6.681,7
Prod. 18.734,5 3,4 18.936,4 4,0 16.234,6 3,4 16.300,7 3,0 20.466,0 4,2 19.454,3 3,4 19.878,3 4,1 18.466,8 3,6
Area 57.845,7 58.200,8 58.188,8 58.120,7 57.897,5 58.088,6 57.585,0 57.976,1
CONTINENTE Rend. 9.611,3 8.172,9 8.126,0 9.366,4 8.342,9 9.806,8 8.375,9 8.804,5
Prod. 555.974,1 475.669,2 472.839,9 544.380,9 483.033,0 569.662,1 482.325,0 510.448,2
AMEIXA Area 384,0 20,5 450,3 23,5 523,0 26,6 533,0 26,7 461,0 24,3 461,0 24,2 461,0 24,2 487,8 25,2
ALENTEJO Rend. 8.267,2 6.689,3 6.447,4 8.084,4 10.943,6 9.438,2 9.438,2 8.785,6
Prod. 3.174,6 17,4 3.011,9 19,7 3.372,0 30,1 4.309,0 26,6 5.045,0 30,5 4.351,0 26,9 4.351,0 26,9 4.285,6 28,1
Area 1.872,9 1.912,1 1.965,9 1.996,0 1.901,0 1.907,7 1.903,7 1.934,9
CONTINENTE Rend. 9.725,4 8.003,9 5.707,1 8.122,2 8.690,7 8.472,5 8.483,0 7.883,2
Prod. 18.214,4 15.304,5 11.219,6 16.212,0 16.521,0 16.163,0 16.149,0 15.252,9
LARANJA Area 2.088,0 10,2 2.088,0 10,2 2.053,0 9,9 1.989,0 9,6 1.967,0 9,4 1.967,0 9,5 1.979,0 9,7 1.991,0 9,6
ALENTEJO Rend. 9.853,1 9.470,7 9.187,0 9.220,7 8.237,9 8.157,1 4.396,2 7.850,3
Prod. 20.573,4 10,1 19.774,9 8,0 18.861,0 8,8 18.340,0 6,8 16.204,0 6,1 16.045,0 6,7 8.700,0 4,2 15.630,0 6,5
Area 20.393,1 20.506,7 20.713,8 20.789,0 20.845,0 20.632,0 20.361,0 20.668,2
CONTINENTE Rend. 9.988,4 12.087,1 10.349,3 12.969,1 12.811,9 11.654,9 10.190,4 11.602,4
Prod. 203.693,9 247.866,9 214.373,3 269.614,0 267.064,0 240.463,0 207.486,0 239.800,1
LIMÃO Area 26,0 2,9 26,0 2,9 29,0 3,1 29,0 3,1 31,0 3,3 32,0 3,5 32,0 3,5 30,6 3,3
ALENTEJO Rend. 6.298,1 6.053,5 5.413,8 5.413,8 5.741,9 5.937,5 3.281,3 5.143,8
Prod. 163,8 1,6 157,4 1,4 157,0 1,4 157,0 1,5 178,0 1,4 190,0 1,7 105,0 1,0 157,4 1,4
Area 908,5 908,7 924,1 929,0 931,0 907,0 910,5 920,3
CONTINENTE Rend. 11.225,1 12.477,3 11.882,4 11.583,4 13.392,1 12.524,9 11.955,1 12.268,5
Prod. 10.198,5 11.338,6 10.980,2 10.761,0 12.468,0 11.360,0 10.885,0 11.290,8
TANGERA Area 15,0 4,0 15,0 4,0 27,0 6,9 27,0 6,9 29,0 7,5 29,0 7,8 28,0 7,5 28,0 7,3
ALENTEJO Rend. 4.448,0 4.448,0 3.981,5 4.388,9 4.206,9 4.517,2 2.392,9 3.900,0
Prod. 66,7 1,8 66,7 1,8 107,5 2,8 118,5 2,6 122,0 2,9 131,0 3,3 67,0 1,8 109,2 2,7
Area 370,8 371,0 389,0 394,0 387,0 373,0 374,0 383,4
CONTINENTE Rend. 10.087,7 10.174,4 9.790,5 11.369,3 10.754,5 10.664,9 9.844,9 10.490,3
Prod. 3.740,2 3.774,7 3.808,5 4.479,5 4.162,0 3.978,0 3.682,0 4.022,0
TANGERINA Area 116,0 2,5 116,0 2,5 117,0 2,6 120,0 2,6 145,0 3,1 145,0 3,2 144,0 3,2 134,2 3,0
ALENTEJO Rend. 10.010,1 9.621,8 8.700,9 18.583,3 10.441,4 11.317,2 6.458,3 10.928,5
Prod. 1.161,2 2,5 1.116,1 2,7 1.018,0 2,2 2.230,0 4,0 1.514,0 2,6 1.641,0 2,8 930,0 1,6 1.466,6 2,7
Area 4.553,6 4.568,7 4.575,2 4.588,0 4.622,0 4.479,9 4.477,5 4.548,5
CONTINENTE Rend. 10.052,7 9.089,7 10.000,3 12.051,9 12.782,6 13.147,1 12.720,7 12.135,1
Prod. 45.776,0 41.527,7 45.752,8 55.294,0 59.081,0 58.897,1 56.957,0 55.196,4
FRUTOS SECOS Area 1.599,0 2,2 1.624,6 2,3 1.632,0 2,3 1.526,0 2,1 1.396,0 1,9 1.394,0 1,9 1.392,0 1,9 1.468,0 2,0
ALENTEJO Rend. 1.587,4 665,9 1.304,4 1.115,2 1.116,0 1.314,2 797,4 1.134,9
Prod. 2.538,3 3,6 1.081,8 1,7 2.128,8 4,6 1.701,8 2,5 1.558,0 2,5 1.832,0 3,7 1.110,0 2,7 1.666,1 3,1
Area 71.397,8 71.468,8 71.454,3 71.500,0 71.592,0 72.005,0 71.898,0 71.689,9
CONTINENTE Rend. 990,8 906,2 653,9 941,0 867,1 693,2 565,7 744,0
Prod. 70.741,7 64.768,1 46.722,4 67.281,8 62.079,0 49.913,0 40.674,4 53.334,1
AMENDOA Area 650,0 1,7 651,7 1,7 655,0 1,7 547,0 1,4 455,0 1,2 455,0 1,2 453,0 1,2 513,0 1,3
ALENTEJO Rend. 281,5 184,4 115,6 198,8 268,1 224,2 163,4 188,1
Prod. 183,0 0,5 120,2 0,4 75,8 0,5 108,8 0,4 122,0 0,5 102,0 0,7 74,0 0,5 96,5 0,5
Area 38.874,4 38.826,5 38.709,2 38.417,0 38.115,0 38.178,0 38.049,0 38.293,6
CONTINENTE Rend. 890,8 696,4 406,7 802,7 625,2 365,5 366,8 513,5
Prod. 34.630,7 27.037,7 15.743,0 30.836,8 23.829,0 13.953,0 13.956,5 19.663,6
AVELÃ Area 25,0 3,9 25,0 4,0 23,0 3,7 23,0 3,7 23,0 3,7 23,0 3,7 22,0 3,8 22,8 3,7
ALENTEJO Rend. 1.476,8 1.476,8 1.478,3 1.391,3 1.217,4 1.173,9 1.090,9 1.271,9
Prod. 36,9 5,3 36,9 5,7 34,0 5,9 32,0 5,2 28,0 4,7 27,0 5,4 24,0 6,3 29,0 5,4
Area 635,5 632,5 629,3 627,0 626,0 624,0 585,0 618,3
CONTINENTE Rend. 1.104,0 1.027,9 909,9 987,2 952,1 804,5 652,9 864,2
Prod. 701,5 650,1 572,6 619,0 596,0 502,0 381,9 534,3
CASTANHA Area 548,0 1,9 557,1 1,9 557,0 1,9 557,0 1,9 533,0 1,8 533,0 1,8 533,0 1,8 542,6 1,8
ALENTEJO Rend. 2.500,0 808,6 1.802,5 1.136,4 964,4 1.500,9 200,8 1.127,2
Prod. 1.370,0 4,4 450,5 1,4 1.004,0 3,9 633,0 2,0 514,0 1,6 800,0 2,6 107,0 0,5 611,6 2,1
Area 28.825,2 28.922,2 29.010,5 29.343,0 29.706,0 30.048,0 30.097,0 29.640,9
CONTINENTE Rend. 1.068,9 1.146,5 894,8 1.064,2 1.114,6 1.028,1 736,6 967,3
Prod. 30.811,5 33.158,8 25.959,6 31.227,0 33.109,0 30.893,0 22.169,0 28.671,5
NOZ Area 376,0 12,3 390,8 12,7 397,0 12,8 399,0 12,8 385,0 12,2 383,0 12,1 384,0 12,1 389,6 12,4
ALENTEJO Rend. 2.522,3 1.213,4 2.556,7 2.325,8 2.322,1 2.357,7 2.356,8 2.384,5
Prod. 948,4 20,6 474,2 12,1 1.015,0 22,8 928,0 20,2 894,0 19,7 903,0 19,8 905,0 21,7 929,0 20,8
Area 3.062,7 3.087,6 3.105,3 3.113,0 3.145,0 3.155,0 3.167,0 3.137,1
CONTINENTE Rend. 1.501,3 1.270,1 1.432,1 1.477,4 1.445,2 1.446,9 1.315,8 1.423,2
Prod. 4.598,0 3.921,6 4.447,2 4.599,0 4.545,0 4.565,0 4.167,0 4.464,6
FONTE: INE, QUADRO DE PRODUÇÃO VEGETAL
Area - ha
Rend. - Kg/ha
Prod. - ton.

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