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Bem Vindo ao nosso sit que se chama A HISTORIA DE

UBERLANDIA ,somos um grupo de 4 pessoas quem se


chamam:Cynthia,Waleska,Ynessa e Claudiana.Fizemos
esse blog para um trabalho de escola para todos termos
conciencia de como era Uberlandia antigamente e saber a
sua historia , quem a fundou , mostrar tambem as
imagens de como era antis alguns ruas emportantes, os
seus primeiros edificios , sua catedral e alguns pontos
turisticos de Udi espero que gostem :) obrigada pela
atençao de todos e que volte sempre para as novidades
postadas no nosso sit. :)

HISTORIA DE UBERLÂNDIA

A ocupação da região do Triângulo Mineiro, antigo Sertão da Fa


-se no início do Séc. XIX; antes, era apenas um ponto de PASSA
mineradores . O Triângulo Mineiro pertenceu a Província de Goiá
então para a Província de Minas Gerais. No intuito de colonizar
Goiás e Mato Grosso, facilitando a vinda dos desbravadores. En
se João Pereira da Rocha que, atraído pela possibilidade de oc
férteis, chegou ao local onde se situa hoje o município de Uberlâ
de 1818 atingiu as margens de um ribeirão denominado Ribeirão
hoje passa a Av. Rondon Pacheco. Com a aquisição de Sesmaria
terras devolutas, fundou a Fazenda São Francisco, marco inicial d

Em 1832, procedente de Campo Belo do Oeste de Minas, chega a re


Adquirindo algumas terras e tomando posse de outras, formar
distribuída: Fazenda Olhos d'Água para Luiz Alves Carrejo; Fazend
Alves Carrejo; Fazenda Marimbondo, para Antônio Alves Carrejo e
Felisberto Alves
Foto da Fazenda São Franscisco.

Oriundas de várias regiões, aqui aportaram outras famílias aument


colonizadores. Para atender às necessidades imediatas, surgiram a
olarias, engenhos de cana, teares, as rocas das fiandeiras e a tenda
Felisberto Alves Carrejo funda, na Fazenda da Tenda, a prime
escrevendo, ele mesmo, as lições e os exercícios utilizados na alfab
que o contínuo funcionamento da escola foi uma contribuição decisiva
cidade. Felisberto, dotado de um espírito empreendedor, idealizou o
tanto, em 1846 adquiriu 10 alqueires de terras, da Fazenda do Salto
Ribeirão São Pedro e Córrego Cajubá. Esse terreno, mais tarde ficou
da Santa - hoje, Bairro Tabajaras. Para que se efetivasse a criação
projetou a construção de

Felisberto Alvez Carrejo.

O local escolhido , onde hoje funciona a Biblioteca Pública Muni


Macedo, era uma vasto "Capão" de mato, mas não tinha água. Pa
Felisberto construiu um rego d'água que, saindo do Ribeirão São Pe
hoje está instalada a Escola de Educação Física, acompanhava o
passando pela atual Av. Rio Branco, Rua Barão de Camargos, Rua Ma
Praça Cícero Macedo .

Resolvido o problema e com a devida autorização do bispado


construção em 1846. Sete anos depois estava concluída a Capela
Arraial de Nossa Senhora do Carmo e São Sebastião da Barra de Ub
reconstruída, passando a denominar-se Igreja Matriz de N. Senhora

Matriz de Nª. S

Em 1943 a Matriz foi demolida, sendo construída no local a Estaç


permaneceu até a década de 70, quando foi transferida para o atu
Castelo Branco.O prédio abriga hoje a Biblioteca Pública Municipal.

A Praça onde se situa o referido prédio, outrora foi conhecida c


posteriormente, Minas Gerais e a partir de 1951 - Cícero Macedo.
Arraial, formou-se um núcleo de habitação denominado Fundin
fazendeira local, Senhora Francisca Alves Rabelo, vendeu uma extens
terra ao patrimônio da Capela de N. Sra. do Carmo e São Sebastião d
Estação Rodoviária.
A partir dessa transação de terras configurou-se então uma área púb
proteção da Igreja e por concessão, foi se formando o povoado que e
de campo. Nas circunvizinhanças da Igreja têm início construções de
a residência e comércio. Sem critério de urbanização, foram abertas
irregulares e maltratados.

Casa do Comercio do Srº.Custódio Perei

A Vila de São Pedro de Uberabinha foi elevada a categoria de Cidade


de Maio de 1892, instalando-se a primeira Câmara Municipal e sendo o
que corresponde hoje ao cargo de Prefeito , o Sr. Augusto César Ferr
O processo de urbanização se acelerou graças a atuação de alguns pe
A construção da estrada de ferro foi de vital importância para o p
quem primeiro pensou em estabelecer aqui o transporte ferroviár
Teófilo Carneiro. Como o projeto era arrojado, o Cel. Carneiro nã
fazer com que a Cia. Mogiana de Estradas de Ferro passasse a op
Augusto

Ao descobrir que Uberabinha não fazia parte do roteiro originalme


Mogiana, idealizou um novo trajeto incluindo nele a cidade. Em 21 de d
inaugurada a Estação Ferroviária da Cia. Mogiana de Estradas de Fer
da hoje Av. João Pinheiro que, junto aos telégrafos, fez a ligaçã
outras cidades mais desenvolvidas, inserindo-a no cenário nacional.

Mogiana (Uberabinha)

Na época, entretanto, a via férrea passava pelo meio do cerrado e os


a cidade eram conhecidos por "Estradas".O crescimento de U
desenvolvimento do parque ferroviário, com a construção de novas
de passageiros e mercadorias. A primeira modificação se deu em 19
nova estação onde hoje está o viaduto da Avenida João Naves de Ávi
Pena
.
Ao lado: Foto Mogiana Av. Floriano P
João Naves de Ávila

Dessa forma, a estrada de ferro arrastou a cidade para o norte, s


urbanização do que hoje é o centro de Uberlândia e na época era a
mas acabou sendo a barreira de seu desenvolvimento urbanístico.
A cidade cresceu até as portas da Mogiana e ultrapassou seus
crescer para o norte, fazendo-se necessária a mudança da estação
nas proximidads do Aeroporto de Uberlândia, trevo da rodovia BR
Brasília e à Cidade Industrial. No ano seguinte deixou de ser Mogi
(Ferrovia Paulista S/A). Mudou de nome, mas sua importância a
caminhos do progresso a cidade se beneficiava com melhor
condicionantes da urbanização. Em 1894, se deu a construção do prim
1897, era editado o primeiro jornal da cidade, "A Reforma"; Em 19
serviço de fornecimento de energia elétrica, construída a Ponte
Uberabinha a Goiás, inaugurada a primeira sala de exibição, o
construída a Praça da Liberdade, no local do antigo cemitério onde, m
o Paço Municipal.

Theatro São Pedro- exterior


Theatro São Pedro - interior

Praça dos Bambus


No início da década de 40, na gestão do Prefeito Vasco Gifone, a pra
paisagista Júlio Steinmetz passando a chamar-se Praça Benedito Va
foi bem aceito pela população, retornando, após o final do mandato
antigo nome. Em 1959, passa a chamar-se Tubal Vilela, sendo remode
engenheiro uberlandense João Jorge Cury, com uma concepção mais v
de convívio e de encontro.
anos 80 Tubal Vilela
A Praça Tubal Vilela, além de ser um conjunto arquitetônico represen
cultural da cidade, abrigou ao seu redor construções, como: HOTEL
edifício do Fórum (1922); Escola Estadual Bueno Brandão, construída
reconstruída em 1967; a Igreja Matriz de Santa Terezinha, de 1941
também, em um importante referencial para a comunidade.

Forúm ( 1922)
Em 1929, através de um plebiscito, Uberabinha passou a chamar
sugerido por João de Deus Faria. Ao longo do caminho do desenvo
reavivar a memória recuperando alguns elementos d
Panorâmica sensacional da cidade na década de 1940

Afonso Pena com Duque de Caxias=>Fachada do Hotel


Colombo. Ao lado o antigo Fórum, construído em 1922,
dava um charme todo especial à praça Tubal Vilela.

Mesmo Local acima em 1968


Afonso Pena 1953
Cine
Uberlândia
No final da década de 50 a Drogasil já aparece na foto.

Afonso Pena com Santos Dumont


Os primeiros edifícios Av Afonso Pena/ Praça Tubal
Vilela
Afonso Pena
com João Pessoa
Praia Clube
10 de julho de 1935, data em que foi realizada a
primeira reunião formada por um grupo de amigos com
o intuito de transformar a área freqüentada por
nadadores e banhistas em uma sociedade civil.
aia Clube 1940
Restaurante Garibald's

Praça Tubal Vilela


No final da década de 1930
Tubal Vilela. Esquina da Floriano com a Olegário
Maciel.

C
ontrução da Catedral
Estação Rodoviária
Escola Estadual Museu

UTC
Estação Uberabinha=>A linha do Catalão foi construída
entre 1888 e 1889 até Uberaba, tendo chegado em 1895
a São Pedro de Uberabinha e 1896 a Araguari. A estação
de Uberabinha foi aberta em 1895 na longínqua
localidade de São Pedro de Uberabinha, então
pertencente à cidade de Uberaba. Mais tarde, em 1929,
estação e cidade tiveram os nomes alterados para
Uberlândia.
Carnaval Uberlândia Clube

Neste local foi construído, entre 1926 e 1930, colégio


Doutor Duarte.

Praça Sergio Pacheco


UFU - Universidade Federal de Uberlândia

1. Fórum
O primeiro prédio ocupado pelo Fórum de
Uberlândia foi construído por Arlindo Teixeira na
Rua Marechal Deodoro esquina da Vigário Dantas
onde funcionou de 25 de janeiro de 1892 a 7 de
setembro de 1922.

2.
Construção da Av Rondon Pacheco na década de
80
Sertão da Farinha Podre

A descoberta da região do Triângulo Mineiro - também


conhecida como Sertão da Farinha Podre - e seu
povoamento está intrinsecamente ligado ao ciclo do ouro
no Brasil.

A escassez dos minérios nas regiões auríferas das


"Geraes" provocou a dispersão populacional para outras
áreas. Nos tempos da colônia, esta área do Triângulo, se
configurava como fornecedora marginal de metais e
ponto de apoio aos núcleos mineratórios do Centro-
Oeste, suprindo-os, também, de gêneros alimentícios.
Com o declínio da mineração ocorreu um afluxo
populacional para a região. Apesar disso, ainda
permaneceram as áreas denominadas por “região vazia”.
Estas receberam incentivos de povoamento por parte da
metrópole que criou a Lei Imperial nº 514 de 1530,
referente à concessão de terras devolutas para a
colonização

Origem da Concessão de Terras Devolutas ou


Sesmarias

Em 1530, os portugueses deram inicio à ocupação das


terras brasileiras e implantaram o regime da grande
propriedade rural.

Naquele tempo, a terra era vista como parte do


patrimônio pessoal do Rei, que efetivou o sistema através
da doação de grandes porções de terras – as Sesmarias.

A doação de terras, apesar de regulamentada por lei,


derivava mesmo, do arbitrium real – o Rei avaliava os
candidatos considerando: status social, qualidades
pessoais e serviços prestados à Coroa.

O regime de Sesmarias vigorou até 1820

A chegada dos Carrejos


Segundo o documento, quando foi construída a sede da
fazenda Letreiro, Francisco Alves Pereira, necessitando
de homens especializados em ferragens para carros-de-
boi, tivera notícias de entendidos no assunto no arraial
de Campo Belo do Prata, partiu em busca dos mesmos.
Foi então que conheceu a família Carrejo, que contava em
seu meio com excelentes profissionais. Francisco travou
relações com alguns membros desta família combinando a
venda de terras em boas condições, facilitando sua vinda.
Para cá se transferiram trazendo suas respectivas
esposas e filhos, alguns escravos, animais domésticos e
apreciáveis quantidade de víveres, sementes e
instrumentos agrícolas.

Adquiriram terras de José Diogo da Cunha e parte das


terras de João Pereira da Rocha. Luís Alves Carrejo,
proprietário de maior extensão, para equilibrar as cotas
entre eles, facilitou a aquisição de seus excessos pelos
quotistas menores. Ficou com a parte que é hoje a
fazenda Olho D’Água.

Francisco Alves Carrejo apossou-se da Fazenda Laje,


Felisberto instalou-se na fazenda da Tenda; Antônio
Alves Carrejo ficou com a que denominou Marimbondo.

Nesta época já existia um grande povoado às margens do


córrego São Pedro do Uberabinha, iniciado pelos
escravos deixados lá por João Pereira da Rocha e mais as
famílias que foram chegando para tocar lavouras na
Sesmaria São Francisco.
Estas famílias eram ajudadas com madeiras na
construção de seus ranchos, perto de olhos d’água, no
local conhecido por Fundinho. Para conforto de todos,
Francisco Alves Pereira com seus parentes e amigos,
tiraram um rego que partindo das cachoeiras do córrego
São Pedro, lado direito, corria com abundância, mais ou
menos margeando a atual avenida Rio Branco, até chegar
ao povoado do Fundinho.

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