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OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

culpa medo

editado no www.scribd.com/helena schaffner em 03.09.2010

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 1 - 1 17


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Imagine que sua mente seja um projetor e o mundo a tela!


Agora imagine que na mente existem além dos seus pensamentos
conscientes, uma fila de pensamentos subconscientes e inconscientes!
Imagine agora que os mais fortes sejam os dois últimos, e que, portanto,
sua mente projeta no mundo seus pensamentos mais secretos,
tão secretos que nem você sabe quais são!
Será preciso contratar um detetive particular chamado de psicólogo,
para este descobrir quais são os seus os pensamentos secretos
subconscientes, pois os do inconsciente coletivo,
como o próprio nome diz,
a maioria de nós já conhece: o Sr. Culpa e a Sra. Medo,
que geraram inúmeros filhas e filhos desde o início da criação!
De fato o mundo que nos rodeia projeta nosso filme mental com exatidão.
Somos todos diretores de nossos filmes com a grande diferença:
- Não conhecemos o material completo de nosso filme e por isto
estranhamos que desejamos amor, paz e abundância e o filme de nossa
vidas reflete, por vezes, exatamente o contrário!
Sim, porque os pensamentos subconscientes, geralmente criados na nossa
infância, vêm à tona via situações e pessoas para serem curados
e não para nos punir! Por isto quase sempre emergem em primeiro lugar!
Mas daí vem os personagens do inconsciente coletivo e dizem:
- Nós somos os mais antigos e por isto queremos no mínimo participar das
cenas principais ou como atores coadjuvantes!
Pronto, está completa a receita do nosso filme particular de dor, medo,
culpas, e quando nos livramos com custo de uma situação, surge outra...
... com os mesmos ingredientes, só muda o cenário, a história, e porque?
Porque não entendemos que nossos filmes só querem nos mostrar
o que precisamos urgente curar em nós!
Até quando vamos assistir aos mesmos filmes para entender a
mensagem?

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Índice pág.

Nossas crenças 03

A cura de nossos lados sombrios 14

Os três níveis de nossa consciência 16

Dicas de como caçar seus fantasmas 19

Os três bloqueios básicos 24

Voltar para casa 27

E por falar em Gregg Braden 32

Princípios postulados por Gregg Braden 39

Dicas para visualizar de forma correta 46

Os cinco espelhos citados por Gregg 55

O que fazer com todas as informações? 60

A lista dos três 64

Concluindo 71

Adendos finais 73

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Nossas crenças

♦ Você já observou como suas crenças conscientes, mas


principalmente as subconscientes, determinam os fatos centrais
de sua vida? Tornam-se sua realidade, expressa por meio de
parentes, amigos, situação profissional, afetiva e espiritual?

Mas, se fosse só isso... o que complica a nossa vida é a nossa


reação a estas situações, por não sabermos que tais situações
estão apenas espelhando nosso mundo interno, para que
tenhamos a oportunidade de vê-lo e curá-lo. Neste sentido, até
as desgraças são uma graça, pois representam um último aviso
depois de uma série sem resultados. Sim, porque nossa reação
natural e óbvia é lutarmos contra as situações e pessoas
envolvidas, se magoar, se sentir injustiçado e se for o caso, até
contratar um advogado, ao invés de buscar entender a
“mensagem subliminar” delas. Agora entenda o nível de
confusão que praticamos com nossas reações:
- Criamos um dilema em cima de algo que já era um por si só e
perdemos completamente o fio da meada! Perdemos com nossas
reações a oportunidade de saber o porquê real e não dos vários
“porquês” que viemos criando no decorrer das décadas, para
poder suportar ou amenizar a constante geração de filmes
domésticos drásticos, alguns mais, outros menos! Rezamos,
oramos, meditamos, tomamos calmantes, tentamos ser bons,
razoáveis, afinal somos pessoas sensatas e inteligentes... mas
volta e meia o filme mostra as cenas mais fortes e voltamos a
entrar em pânico, perdemos o chão, o bom senso. Uns optam por

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consultar videntes, mas, por algum motivo, nem todos são


capazes de ver o evidente:
- Que tais “filmes” vieram mesmo para que possamos tomar
consciência de nossos mundos internos e cura-los! E não importa
o nome do filme:
- A inveja da vizinha, a exagerada ambição, o patrão que
maltrata, os filhos que não obedecem, a madrasta que não
consegue nos amar, enfim, nossos filmes tem nomes e histórias
tão variadas, que nenhum diretor poderia ser tão criativo, mesmo
que fosse um gênio.
Mas voltando aos videntes:
Cada vez mais os melhores da área da astrologia, do tarô vêem
estes aspectos e podem complementar o trabalho de um
psicólogo no sentido deles “matarem a charada” de uma tacada
só. Conheço psicólogos que inclusive usam tais ferramentas,
justo porque permitem um “view” tipo “flash” (uma visão
relâmpago), que torna a terapia mais dinâmica e rápida dentro
do possível, ou seja, do quanto o paciente colabora com a cura!
Infelizmente muitos pacientes ainda usam da paciência do
psicólogo para ter com quem conversar e justificar suas dores e
mazelas... mas na hora “H”, de fazer algo, acham alguma
desculpa e caem fora, mas querem continuar alugando o
psicólogo para servir de “ouvido-mor”. E haja “amor”!!!

Como estou me defrontando com minhas criações mentais numa


espiral mais madura e disposta em perceber o que elas refletem
de modo pleno, (pois trabalhei várias delas, em diferentes
épocas, com diferentes métodos, achando que as tinha
eliminado!), acabei tropeçando numa revista Amaluz, na casa de
minha mãe, que tem várias edições antigas dela. E deixando meu

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preconceito contra canalizações de lado, decidi pegar uma ao


“acaso” do monte, não imaginando que iria encontrar um artigo
em especial que iria ser chave para dar início a uma ampla e
completa faxina interna e, por conseguinte, inspiração para por
tudo num papel, que a princípio era apenas para amigos lerem e
a gente trocar idéias... mas acabou mesmo virando um livro “sem
querer querendo” (sim, pois no subconsciente parecia claro
desde o início que disto resultaria um livro, apenas meu eu
consciente não sabia).

Peguei, portanto, “por acaso”, uma revista do Ano 8, Nº 87 -


Abril/2000 e li um artigo de Jane King canalizado via P´taah com
o título em português "Vir para casa". (Mais tarde, ao buscar pelo
artigo online, deparei-me com dois sites que citarei no final do
livro, que falam de Jane King e que contem alguns dos vários
textos canalizados).
Quando ainda vivia na Suíça, justo para ver se meu preconceito
em relação a canalizações era justificado ou não, ou o quanto, eu
optei por comprar um livro canalizado e lembro que o ser
também chamava P´taah (guardei o nome pois gostei dele). Fato
é que o livro, cujo título não me ocorre agora, realmente foi um
dos primeiros que me fez ver:

- Que não tem nada de errado com a gente!

Mas como era muito perfeccionista e exigente comigo, achei


aquilo a principio quase uma heresia e depois, quem me garantia
que o ser canalizado tinha de fato autoridade sobre o assunto?
Porém, apesar de todo o ceticismo, percebi que ficou uma
semente, algo em mim respondeu com alegria, era como se no

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meu imenso senso de perfeição finalmente caísse uma luz que o


tornasse menos tenso. Isso foi aproximadamente há uns 10 anos
atrás.

Em 2004, ainda na Suíça, por ter sido criticada de forma quase


cruel por uma falta mínima e boba que cometi, decidi ir a fundo e
esquecer quem me criticou e ver a mensagem subliminar deste
episódio. Pedi ajuda a minha alma e fui direto para uma livraria.
Lembro bem desta minha ida direcionada a Bider & Tanner, em
Basel (Basiléia); normalmente ia na Sphinx (lê-se eSfinx, na
verdade sem pronunciar o “e” e que significa Esfinge).

Lá pedi novamente a minha Alma para me indicar um livro para


aquele momento de minha vida, e peguei um dos livros que mais
me marcou até hoje, de Cheri Huber:

There Is Nothing Wrong With You! Não tem nada de errado


contigo!

Li o livro em alemão, mas não lembro do título em alemão,


mesmo porque este não iria lhes dizer nada, por isto optei por
colocar o título do original em inglês, caso o livro tenha sido ou
venha a ser traduzido.

Ela conseguiu me fazer entender porque não havia nada de


errado comigo!
Pois racionalmente continuava achando um absurdo tal teoria,
afinal somos tão imperfeitos, independente da teoria que se use
para justificar tal imperfeição. Mas o mais curioso foi constatar

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que de fato somos imperfeitos e nisto não tem nada errado! Isto
foi o sensacional!
Com o decorrer dos anos entendi o tema cada vez mais e hoje
está claro para mim o seguinte:

- Não temos nada a consertar em nós, e sim muito a aceitar e


isto produz o “conserto”!
- Pois somos perfeitos apenas no hoje, dentro dos nossos limites
e possibilidades!
- E nossos limites e possibilidades são frutos de fatores
genéticos, culturais, sociais, do sistema de crenças adotado, etc.
- Porém, para se poder aceitar algo que alguém ou nós
consideramos errado em nós, é preciso que alguém nos aponte,
critique ou banque o espelho, ou então se torne consciente como
fruto de nosso autoconhecimento. A consciência a respeito é a
chave, por isto espelhos em forma de pessoas e situações são
quase que inevitáveis.
Mas vejam, existe uma diferença entre o ser humano ser
naturalmente imperfeito diante do grande potencial latente que
possui, e os seus vastos dilemas morais e existenciais, que tem
produzido um igualmente vasto arquivo secreto de dúvidas,
medos e rancores no decurso de sua evolução psicológica.
Estamos falando, portanto de uma imperfeição extra gerada
durante a caminhada evolutiva deste ser humano naturalmente
imperfeito.
Na minha opinião, passamos de “homem habilis” (com
habilidades), para “homem sensibilis” (com capacidade de
sentir), para o atual “homem sapiens”. Para mim o homem
sapiens está emergindo agora:

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- O homem que sabe que ele sabe, mas diante de tudo que sabe,
ainda não sabe resolver seus problemas psicológicos mais
elementares. Portanto, estamos no limiar da sapiência, pois o que
de fato evoluiu foi o “homem habilis”: o homem animal que ainda
pensa primeiro em se defender, em guerrear, seja dentro da casa
ou em relação a uma raça, religião ou conceito científico! Se
olharmos a metade do copo vazia da trajetória humana veremos
que:
- Evoluiu a habilidade de matar seu irmão!
Pois se pegarmos a humanidade de hoje, com seus bilhões, da
qual a grande maioria vive em miséria e fome, não podemos
dizer que o ser humano melhorou em relação ao passado,
quando a proporção era a mesma com uma população menor.
O sistema apenas lapidou a escravidão, a poliu com prazeres,
lazeres e tantos afazeres que o ser humano não tem tempo para
aprofundar seu saber mais elementar:
- Saber quem ele é! Para que vive!
Na verdade, nos dizem que nascemos para vencer na vida. Para
ter sucesso e muito dinheiro e assim desfrutar de viagens e
lazeres para contrabalançar o estresse. Não tem nada de errado
nisto, mas isto não é razão de se viver, e sim apenas um dos
meios para se ganhar a vida e usufruí-la. Existem outros meios.
Não estou sugerindo vivermos feito rebeldes, criticando a tudo e
todos e sabendo apenas apontar o dedo, ou então se retirar para
uma montanha ou convento e se abster da vida para ter “sua
paz”, para não precisar viver em meio aos conflitos que a vida
impõe diariamente. Nem que não se deva buscar por retiros
oportunos e de fato necessários, para que possamos recuperar a
conexão com nossa alma. E creio que existem sim almas que por
alguma razão só delas, de fato vieram para viverem reclusas.

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Nem todas as vidas em reclusão são fruto de fugas, mas é claro


que algumas ou muitas de fato tem por impulso secreto o medo
de se defrontar com a vida.

Voltando ao tema:
Portanto, hoje acrescento a consciência do aceitar-se
integralmente como forma de autocura profunda, o detalhe
chave de aprender e se esforçar a perceber, como, apesar de
tudo, nossas crenças subconscientes e inconscientes, seja lá de
onde venham, definem nossas vidas e escolhas!
Sendo que a crença mais antiga está relacionada ao medo e a
culpa! E estes estão relacionados com o aceitar-se, pois se me
sinto culpada por algum “defeito” não vou conseguir me aceitar,
que equivale ao perdoar-se na linguagem religiosa, que equivale
ao 5º espelho de Gregg Braden! Lendo até o final entenderão
este resumo altamente concentrado!

Ocupo-me do tema, entre vários outros, em meu livro “Um GPS


para sua Vida” (pronto para ser adotado, digo editado!), mas
neste pretendo abordar apenas este tema de forma bem direta e
objetiva, pois ele realmente é o fator Xis: o arquivo X de nossas
vidas, onde nossa culpa, geralmente sentida como algo vago,
como uma “falta de merecimento”, é a causa de nossa falta de
abundância em geral (e não apenas material), e por isto a
maioria de nós ocupa em algum caso o papel de vítima, de
masoquista e o outro de sádico. Este é um arquétipo básico.

No artigo da Revista Amaluz de Abril 2000, P´taah define o


“aceitar” como aprender a abraçar a sombra em nós. Ele aborda
a questão por meio de palavras e conceitos simples, de como

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nossos medos impedem a abundância em nossa vida, mesmo


que mentalizemos mil vezes a palavra e achamos que de fato
queremos a abundância! Mas alguém já disse que “querer não é
poder”, e outro acrescentou:
- Exceto quando se sabe como!
E eu acrescentaria:
- Ou em saber o que impede que o querer se concretize!
Fato é que nossas ações cotidianas contradizem, por vezes de
forma total, nossos maravilhosos desejos "superficiais”, pois nos
bastidores de nossos anseios, pairam alguns fantasmas que soam
como vozes contrárias pelo Universo: Nós não merecemos!
Sentimento de culpa! O outro fantasma desta ópera lúgubre é o
do medo! Ele nos faz tomar atitudes quase que diárias que
provam ao Universo o inverso do que gostaríamos de ter e
merecer:
- Que não confiamos na abundância, não só material, mas de paz,
de carinho, de uma dose saudável de realizações diversas! Na
primeira pequena prova vamos à caça desesperada de alguma
segurança externa. Não ousamos. Não arriscamos porque não
acreditamos na “boa estrela”. Nosso céu mental é escuro, sem
estrelas a cintilar como mensageiras de um amanhecer azul com
tons rosados! E então, triste e frustrado, o Universo faz de fato o
dia nascer com tons cinza, só para comprovar nossa falta de fé.

A seguir alguns trechos do artigo citado, para ilustrar com outras


palavras o acima exposto, ou seja:

- da Revista Amaluz Ano 8, Nº 87 - Abril/2000

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Os grifos no meio do texto são meus! Salvo se tratar de um


subtítulo!

“O maior exemplo de tudo isso é sua luz elétrica, polaridade


positiva/negativa. O positivo abraça o negativo e cria a luz.
O que cada um de vocês são é um ser de luz, e a única exigência para
vocês exemplificarem essa radiância, essa vivência de luz, é
simplesmente que o positivo abrace o negativo. E o negativo são todos
esses julgamentos que vocês mantem aqui sobre si mesmos.

A origem de seus auto-julgamentos

Como ocorrem esses julgamentos? Como tudo isso começou em suas


vida? É simples, na realidade. Quando vocês eram bebês, chegou uma
hora em que se sentiam sem forças, e a dor e a angústia eram tão
intensas que vocês achavam que iriam morrer daquilo. Essa foi a
primeira vez em que os fizeram calar-se.

Ora, enquanto bebes vocês sabiam que aquele mãe/pai era o centro de
seu universo, o sol e a lua. Eram a base de sua sobrevivência.
Eram o universo todo, e de repente vocês eram punidos, sentiam-se
feridos. Sabiam que a única razão pela qual isso poderia ocorrer era
vocês não serem o bastante!

Bem, isto é uma simples história. Não importa o quanto vocês as


julguem horríveis, todas as histórias de sua vida que recriam a dor tem
simplesmente o significado de trazê-los para casa! A própria dor é
cumulativa. Ela não vai embora. Vocês a armazenam dentro de vocês,
e cada vez que pensam que esqueceram, constroem uma parede mais
alta e mais grossa em torno de seu coração, para que não possam mais
sentir nada.

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Vejam meus amados... Olhem para suas vidas. O que ocorre é que a
dor que vocês mantem dentro de si é o que os mata.
O que é muito importante para vocês entenderem na prodigiosa
simplicidade de tudo isto, é que vocês criam sua própria realidade, com
toda a certeza.
Os tecidos e as construções de sua realidade são suas crenças.
Vocês podem dizer que a estrutura de crenças é a casa na qual vivem.
O que acontece em sua casa é determinado pelo medo.
Portanto, se desejarem mudar sua realidade, identifiquem as crenças
que mantem e os medos que os dirigem.
Quando olham para sua vida, estão mostrando a si mesmos no que
acreditam e o que temem.
Ora, o medo está diretamente ligado à dor, e falaremos disso em um
momento.
(...)
Sua realidade é estruturada a partir de suas crenças e medo, então
vamos olhar para essas crenças e medos que [vocês] têm a respeito da
abundância.
(...)

Suas crenças sobre abundância

Agora olhemos para o que impede que vocês expressem sua


abundância. O que vocês acreditam sobre o dinheiro? (...)
Bem, vocês acreditam (não estamos falando daqui do que sua boca diz,
está bem?), em toda espécie de coisas estranhas a respeito desta
entidade. Vocês acreditam que ele nunca está lá quando precisam
dele. Acreditam que é muito difícil conseguir essa entidade chamada
dinheiro. Acreditam que precisam trabalhar duro para capturar a
entidade e se não trabalharem duro e se esforçarem por ela,
certamente não são merecedores dela. (...)
O fato é que nisso acreditam. Este é o tecido. Tudo bem vocês fazerem
todas suas afirmações dizendo: “Eu mereço. Eu mereço. Posso criá-lo.

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Posso criá-lo”, mas até que examinem em que realmente acreditam,


estarão tentando empurrar uma enorme pedra montanha acima com
um palito. (...)

Seus medos

Quais são os medos aqui. Os medos são sempre de que vocês não
tenham o suficiente. Os medos são de que não tenham sucesso. O
medo básico é sobre falta e todas as vezes em que tiverem
necessidade, o medo subjacente é a falta. [O grifo na palavra falta é do
artigo].
O universo não julga o que vocês sentem. Quando estiverem com medo
de que lhes falte, o universo os apoiará. Portanto, se desejarem
dinheiro, farão bem em examinar aquilo em que acreditam.
(...)
Todos os medos básicos são a mesma coisa. Para a humanidade como
um todo os medos básicos não são muitos; eles apenas usam muitos
disfarces. O medo, na realidade, é o bebê dentro de vocês que não se
sente merecedor e está apavorado com o abandono e a solidão.
O que fazer com o bebê? Ouvimos muitos dizer que estão abandonando
esse medo ou tentando suprimi-lo, colocá-lo de lado ou superá-lo.
Vocês não fariam isso com um bebê, fariam? Esse bebê são vocês.
Deveriam pegar o bebê, abraçá-lo junto ao peito e dizer:
“Querido, eu te amo absolutamente, e nunca o abandonarei.”

Decidi finalizar com esta frase, porque nós nos abandonamos na


primeira oportunidade em que, por exemplo, alguém muito
próximo, seja um parente, amigo, colega, chefe, nos faz sentir
impotentes, nos julga, condena, critica e diz que somos de algum
modo insuficientes.

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Mas também quero enfatizar um medo que o Ser canalizado


definiu muito sabiamente como sendo o grande vilão:
- O medo em relação à falta!
Afinal, num mundo movido pelo dinheiro, a falta é forçosamente
o nosso fantasma mais forte no aspecto material, e no espiritual,
que permeia a outra metade de nossa vida, é a culpa. E do Sr.
Culpa e da Sra. Medo se geraram uma infinidade de
fantasminhas; alguns cresceram, ganharam status e ameaçam
até substituir os seus pais. Por exemplo:
- Antigamente fazer sucesso era algo destinado aos gênios, hoje
é uma epidemia. Sucesso a todo e qualquer custo. Ao custo da
saúde, do amor e do bom senso. O trágico deste fantasma fruto
do medo de não ser e não ter o bastante, é que ele parece tão
positivo! Tão bacana. Puxa! Que maldade ver algo de errado
nele. Mas é isto: algo! Não tudo! Pois todos temos direito a um
conforto digno e a uma educação digna e isto é a conseqüência
positiva de um desejo sadio por sucesso.
Afinal, a questão do ser humano sempre acaba neste dilema:

- Não são as coisas em si que são más, mas o que fazemos dela!

A cura de nossos lados sombrios

♦ O amor incondicional por nós, é a lição mais dura e mais


elementar para vencer todos os umbrais da abundância em
nossa vida, seja ela material, espiritual, fraternal, psicológica,
aliado a percepção de que precisamos ficar atentos, alertas,

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quando alguém banca “a tela” pra gente ver onde ainda estamos
nos punindo e julgando. Não reagir é de ouro: olhe pra dentro! O
outro está apenas sendo um médium de seu subconsciente! Do
que você pensa de você, lá no mais escuro aposento de sua
alma, de modo que sem espelhos externos que funcionam como
faróis, nós não veríamos tais idéias e concepções! Quanto ao
“espelho”, seja ele um parente, colega, superior, é problema dele
mesmo, não seu. E dê graças a Deus, porque geralmente quem
nos espelha algo, tem aquele aspecto de forma bem acentuada,
por isto pôde servir de espelho.

Nem todos, porém terão imparcialidade, paciência, conhecimento


ou outro atributo necessário para decifrar claramente tais
espelhos, por isto, nestas horas é preciso contratar um bom
detetive particular, um terapeuta!
Mas, não podemos cometer um erro bastante generalizado:
colocarmos toda a carga sobre o terapeuta achando que ele
deverá nos absolver de todos os defeitos, medos, pecados! O
terapeuta pode e deve ajudar, mas nós precisamos fazer nossa
parte, que implica em encontrarmos dentro de nós a fonte de
Amor e Perdão, pois quem realmente ama perdoa! Se novamente
nossa cura só vier de fora, não levará muito tempo para que
alguns fantasmas voltem a aparecer, pois neste caso eles apenas
foram exorcizados, mas não plenamente curados, pois a cura
plena requer sua participação plena!

E qual é esta fonte de amor incondicional? Será que isto é


produto de uma mágica? Se nem nossos pais nos amaram assim,
onde vamos buscar uma inspiração para este amor?

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- Sem dúvida em algo superior a nossa consciência atual e a dos


nossos pais, e esta só pode ser a consciência superior, a divina.
Deus em nós e fora de nós nos ama incondicionalmente! Para
alguns esta frase vai soar como uma heresia, para outras um
fluxo de alegria, pois já possuem alguns dados em sua atual
consciência que lhes permite acreditar nisto. Aos outros sugiro
urgente buscar material a respeito para deletar as antigas
crenças cheias de julgamento e punição! Vale tudo: livros,
orações, meditações, reflexões! Use o que lhe custar menos
energia nesta primeira fase, apenas para dar uma arrancada no
processo e você não desanimar. Pois creia:
- Ninguém consegue olhar e aceitar suas sombras, seus
fantasmas sem usar para isto a luz e o amor Divinos, como quer
que conceba o Divino.
Pois nosso eu consciente via de regra reflete (ainda) mais nossas
crenças de criança ou de nossos pais, do que uma visão nova e
fresca adquirida no decurso de nossa atual vida, portanto, de um
Deus não moldado a nossa imagem e semelhança, mas sim à
imagem e semelhança dos Grandes que pisaram nesta Terra e
que trouxeram, cada um ao seu modo e para seu povo, um lastro
de Luz e Amor, que transformaram em Sabedoria e Compaixão!

Os três níveis da nossa consciência

♦ Agora vamos ser mais técnicos ou apenas mais específicos!


Temos uma consciência que podemos dividir em três níveis para
poder entender melhor de como a cura se processa:

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1º. nivel que vamos chamar de “eu consciente de si”


 trata-se de tudo que você sabe hoje, fruto de sua vida até
aqui!
2º. nivel que vamos chamar de “eu inconsciente”
 aqui reside o tal do inconsciente coletivo e o nosso
subconsciente pessoal
 e se fossemos ser mais exatos, aqui também jaz adormecido
(para nossa consciência atual), o eu superior, que reflete o
divino, pois este de fato é inconsciente na maioria de nós, mas,
para evitar confusão com o inconsciente coletivo, que é sinônimo
de algo negativo, vamos chamar o
3º. nível de “eu supraconsciente”!

A cura plena efetua-se de forma constante e serena, se de um


lado buscamos ver quais são nossos fantasmas que moram no
inconsciente e subconsciente com algum ajuda externa se for o
caso, e, ao mesmo tempo, buscamos estreitar o contato com
nossa supraconsciência (no sentido de divina, embora daí não
seja mais uma consciência, apenas enquanto existir um ego).
Pois é esta Fonte que vai permitir o autoperdão e é com este
remédio que vamos dissolver nossos fantasmas do passado.
Nossa consciência humana não admite tão fácil o perdão, pois
inclusive tem medo que se aceitar suas fraquezas, seus medos,
acabará ficando fraco, submisso a eles e alguns poderão até
incorrer nesta armadilha do ego justo porque não usaram um
poder superior ao humano para curar suas mazelas, tornando-se
autocompassivos em excesso, lambendo as próprias feridas, ao
invés de focar a atenção na cura.

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A aceitação de si sadia, gera um amor compassivo por si.


Realmente dinâmico e transformador. Vai transformar a dor em
amor!
Quando tivermos aprendido a nos observar e amar assim, vamos
ser capazes de ver as mazelas do outro com imensa compaixão e
por vezes até desejar ajuda-lo ao invés de usar a afiada espada
da língua para feri-lo e fazê-lo sentir-se tal como ele já acredita
que é, pois o universo o está usando para algo bom. (Mas não sei
se isto dá desconto no processo de desmascaramento a que ele
mesmo terá que submeter-se algum dia; o que sei é que sua
mudança de atitude o vai beneficiar indiretamente! Por algum
mecanismo oculto, o reflexo ao inverso é muito poderoso e pode
promover mudanças profundas no outro se o outro não for do
tipo agressivo e rebelde demais, pois daí pode ocorrer que ele
perceba sua mudança e se ressinta dela, porque agora foi
dispensado do cargo de “espelha-dor”!!).

Alguns vão se perguntar, como fazer para estreitar o contato com


sua Supraconsciência ou de se aproximar de Deus?
Isto é muito difícil de precisar, visto que todas as religiões e
caminhos possuem sua maneira de se aproximar de Deus!
Como este livro não pretende e nem postula que haja uma
maneira melhor que vale para todos (oras, elementar meu caro
Watson, para algo valer para todos, todos teriam que ter o
mesmo nível de consciência ou similar), sugiro cada um buscar
sua maneira, lembrando que a melhor maneira, o melhor método
não é aquele que alguns dizem ser o melhor, mas aquele que de
fato lhe faz aproximar de Deus, como quer que O conceba! Existe
sim, portanto, um barômetro muito elementar para saber se o
método ou o caminho é o melhor para ti:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 19 - 11 7


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- Se ele te inspirar profundamente a buscar e a amar Deus como


quer que O conceba! E este amor te inspirar, por sua vez, a
respeitar cada vez mais os seus irmãos humanos, sabendo que
cada um está seguindo o caminho que mais lhe aproxima neste
momento de Deus, exatamente como você!
(Claro que existem caminhos que de fato são uma grande
distorção, mas se ainda assim a maioria das almas consegue por
meio deles encontrar um pouco de conforto, com certeza
também estes caminhos tem sua validade, mesmo que bem
relativa).
E agora, para finalizar as citações do site, vou usar as frases de
abertura do texto canalizado por Jane King, com o título “Vir para
casa”:
“Muitas das humanidades de hoje estão dizendo: “Sei que nasci nesta
vida para alguma coisa. Qual é minha missão especial nesta vida?”.
Aqueles de vocês que estão cônscios das mudanças que virão, se
tornam até frenéticos para identificar o que é que têm a “fazer”.

Bem, sabem, é realmente muito simples. Existe apenas uma razão para
vocês estarem aqui nesta encarnação, nesta hora, nesta sociedade,
uma razão apenas. E isso é para se tornarem deus/deusa realizados.
Tudo o mais é um simples jogo. Quando vocês puderem penetrar no
conhecimento de que essa é a única razão para estarem aqui e agora,
tudo o mais toma o seu lugar correto.”

Ou seja, o Ser nos diz que se a gente realizar a Grande Meta


expressa por cada religião na sua linguagem, automaticamente
vamos estar no lugar certo, fazendo a coisa certa para esta vida
como fulano X ou Y. E que, portanto, para pessoas com um nível
de consciência espiritual destes, a questão não é:
- O que fazer?

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 20 - 11 7


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E sim:
- Como contatar o Espírito Divino em nós e viver em harmonia
com Ele?
Pois daí tudo que fizermos estará cem por cento de acordo com
os propósitos terrenos para esta personalidade, que vai ter que
trabalhar, comer, enfim, viver esta “última vida” como parte de
um grande elo de experiências que fizeram parte da trajetória
seja do Ser Divino ou Deus Imanente e/ou Transcendente, mesmo
porque não tem nada separado! Todas as Deidades e planos em
que atuam estão interligados com o Deus/Pai Absoluto, Alá,
Brahman (com “n’), Tao, de modo direto ou indireto e é aqui que
ocorrem as diferenças de método de tantos caminhos e guias que
se propõem a nos ajudar a “voltar para casa”! Pois alguns
caminhos ou religiões, não postulam o Deus Imanente,
microcósmico, apenas o Deus Transcendente, Pai, e, portanto,
variam os métodos e até a meta algumas vezes.
Mais adiante volto a abordar o tema acima dentro da
necessidade desta abordagem de três níveis, onde o espiritual
tem um papel fundamental, mas não com a pretensão de esgotar
um assunto tão complexo.

Dicas de como caçar seus fantasmas

♦ Para chegar a esta etapa, isto requer que a gente pare de


funcionar como mero joguete de nossas “crenças” e ficar esperto
e ver se boa parte delas não vêm de uma distorção de nossa
concepção de Deus e abundância. Você consegue imaginar um
pai amoroso que não deseja o melhor para seus filhos? Se um pai

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 21 - 11 7


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terreno pensa assim, quanto mais um Pai Celeste. Comece a usar


seu bom senso para dar um cheque-mate em concepções que
boicotam seus esforços de ser naturalmente feliz.

Quando tenho dúvidas sobre algo, dúvidas profundas, imagino o


que um grande mestre responderia se eu lhe pedisse por uma
opinião; as vezes imagino o que ele faria. É uma forma de
sairmos de nossa esfera humana, cheia de culpas e medos, mas
também de clarear os conceitos dos que acham que sabem o que
é melhor para o ser humano, principalmente algumas teorias
perigosas de “purificação” que existem aos montes, camuflados
com diversos nomes. E é claro que você não deve exportar seus
medos e preconceitos junto a sua figura e sempre lembrar que
nós infelizmente moldamos Deus e todos seus grandes enviados
ao nosso estado de consciência e isto é que provoca todas as
discórdias, dores e dilemas entre as religiões e suas concepções
(e não de Deus). Cada um julga traduzir melhor suas escrituras
sagradas e considera, por isto, sua visão a mais certa ou a única
certa. Mas como já falei antes, este tema é complexo (eu o
abordo intensivamente no livro do GPS).

Aliado ao esforço acima, existe um esforço em se tomar


consciência no dia a dia de como as situações e pessoas
(geralmente as mais próximas) são espelhos mostrando o quanto
nos julgamos ou o quanto julgamos os outros!
Portanto, preste apenas atenção em quem lhe julga, condena, te
faz sentir mal, pois:

- Isto é o que você pensa de você! É assim que você se vê via


subconsciente!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 22 - 11 7


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O outro apenas serviu de espelho, de tela para você se ver por


dentro! Uma tela gigante. Não que você se vê exatamente
daquela maneira, mas algo próximo, em algum nível, em algum
contexto, talvez em relação a uma pessoa em especial!!
E esqueça se o outro foi por isto mal, injusto, cruel... isto é
problema dele! Saiba que Deus se usa dos bons e dos menos
bons para cumprir seus propósitos, conforme já exposto.

A vida reflete (qual espelho gigante), nossas crenças quanto ao


medo, alegria, abundância, fracassos e sucessos por meio de
pessoas e situações!

Portanto, sugiro fazer uma lista onde na vida se sente frustrado,


injustiçado, abusado, e depois liste como você realmente se
sente em relação a este tema! Pois se não desmascarar seus
fantasmas subconscientes e inconscientes, eles continuarão a
reger a ópera de sua vida, ou de partes de sua vida que com
certeza afeta as demais, mais ou menos!
Sem esta tomada de consciência, os outros vão lhe magoar,
irritar, e você irá reagir se sentindo agredido, mas lembre-se:
- Eles espelham algo de ti, até mesmo sua voz interna sempre se
autocondenando, ou: sempre se isentando!! Sim, alguns de nós
“nunca são culpados de nada”. Só os outros são os maus e enfim,
nos atormentam. Acho que estes são uma minoria, talvez a maior
parte são da nova geração que se cansaram do papel de vítima
dos pais e avós, e agora assumiram o papel oposto: se isentam
de tudo! Da antiga geração são os mais egoístas (leia-se
imaturos) que “nunca se sentem culpados”. Mas ambos os
papéis (os que sempre se sentem culpados e os que nunca

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 23 - 11 7


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sentem culpa), apenas perpetuam e aumentam os tamanhos dos


espelhos, até não suportarmos a dor e nos perguntarmos:
- Por quê? Melhor ainda: para quê isto está acontecendo? Sempre
de novo?

Recentemente tive uma prova gritante de como alguém muito


próximo representou para mim a minha voz de censura, me
dizendo claramente, que não tenho direito a viver minha vida
como eu acho. Quando percebi que o outro apenas serviu de
“médium” (por mais que tenha doido), deixei o outro de lado e
fiquei mesmo horrorizada de perceber como “eu me censurava”.
E o choque foi tão grande de ter visto “meus fantasmas algozes”,
que eles se diluíram feito nuvens na minha frente e senti um
alívio enorme, e só então pude de fato relaxar e iniciar meu
período de pausa e começar a fazer a que eu tinha me proposto.
Por isto posso falar com tanta certeza e ênfase que este estado
de alerta não bastará ter uma vez e pronto:
- Todos os fantasmas serão colocados a nu num único golpe.
Seria ótimo! Milagroso!
Dependendo de quantos temos cada pessoa ou situação poderá
representar fantasmas distintos, porém, uma vez iniciada à caça
aos fantasmas e tido uma vitória, vocês vão se sentir desafiados
a caçar todos e num tempo recorde, a ponto de merecer um
lugar no Guinness Book.

Portanto, pare de bancar o Scooby Doo, pare de ter tanto medo...


de seus desejos nunca expressos, de suas raivas guardadas a
sete chaves. Traga tudo à tona, assim vai evitar uma fila de
“espelhos” em geral doloridos e que apenas sugam nossos
melhores nervos até cair a ficha, pois dependendo da situação a

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 24 - 11 7


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gente se envolve tanto que esquece de ver no outro algum


espelho! Ou então, temos tanto a fazer que nunca temos tempo
para relaxar.
E sem querer fugir do tema, aproveito a deixa para dizer que o
tempo é nós quem priorizamos, e quanto menos tempos dermos
para nós, quanto menos tempo a gente se permitir para “ser
gente”, na mesma proporção o tempo tomará conta de nossa
vida, e não o inverso! Descobri isto na pele e depois fui
novamente correndo pedir por ajuda a minha alma e achei na
época um livro maravilhoso (sim, em alemão!), cujo título já
provocou um relax em mim: “Dê-se tempo”. Isto foi há mais de 7
anos e desde lá descubro a cada nova etapa de minha vida, como
o tempo é algo mágico, elástico, plástico e como ele é realmente
a alma do espaço, da matéria. Percebi que o tempo é quase
como um “gênio da lâmpada”: o que você acredita ou pede, ele
realiza. E se esperar um dia ter tempo para fazer X ou Y,
esqueça, pois esta é a grande cilada da teia da aranha do tempo.
Se quiser ter mais tempo para ti e não pegar o tempo por não se
achar merecedor ou porque se conformou, enfim, não importa o
motivo, fato é que nunca terá tempo. Ninguém vai lhe trazer o
tempo servido numa bandeja! Se você acha que não tem tempo
e não “pegar o tempo de forma proposital”, você não terá
tempo! Experimente. Seja curioso. Seja menos medroso... aliás,
isto me faz voltar ao nosso tema:
- No desenho animado, tanto Scooby Doo quanto Salsicha,
sempre são os primeiros a quem os fantasmas aparecem, ou
situações de risco. E porque será? Pela simples lei da atração!
Atraímos o que mais desejamos ou tememos! Mas então porque
nem sempre recebemos o que tanto desejamos?

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 25 - 11 7


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- Provavelmente porque algumas mensagens subliminares do


subconsciente (cujas origens vêm na maioria de nossa infância e
da leitura que fizemos das situações dela) boicotam o que
pensamos desejar tão ardentemente. Por isto não adianta ficar
na periferia. Olhar a superfície de um lago não revela o fundo
dele; não adianta estender o tempo, a concentração, orar, rezar,
fazer mantrans, penitencias... deve ir a fundo e ver (encarar) e
daí poderá descobrir o que deseja em segundos talvez.
Com este exemplo pretendi lembrar, inclusive a mim, que muitas
vezes não atingimos nossos propósitos, porque usamos
excelentes ferramentas de forma inadequada, e daí culpamos as
ferramentas, os métodos, Deus.
Aliás, aqui entra o método da negação que apenas vai empurrar
para o futuro seu confronto com seus fantasmas.
Algumas igrejas e grupos pregam a negação ou a sublimação
usando-se a fé em Deus. Mas veja, nestes casos, não se trata de
um mal real, portanto não há nada a ser negado ou sublimado,
mas sim encarado!
Seus medos, suas angústias, não são algo negativo, são apenas
sentimentos renegados, frutos de mal-entendidos da infância, ou
de desejos não realizados. Suas raivas idem. Portanto, quanto
mais a gente rezar, mais fantasmas vão aparecer para nos
atormentar para serem “desmascarados”. Não exorcize seus
fantasmas. Veja quem eles são por detrás dos basti-dores! Eles
são dores camufladas! Carentes!
Portanto, esta tarefa nem Deus, nem os Anjos, nem os Mestres
devem fazer por nós. Veja: se você está nervoso por causa de
alguma situação, tomar um calmante ajuda para ver a situação
com mais calma, lucidez, mas ele não vai curar o que lhe está
causando o nervosismo.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 26 - 11 7


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Portanto, orar, crer, meditar, rezar, devem servir para nos manter
mais serenos, mas se quisermos realmente usar tais ferramentas
como formas de autoconhecimento (e deveríamos), então
devemos orar, rezar, meditar pedindo que o Alto, Deus, Alá,
Buddha, Krishna, Tao, o Grande Espírito, Jesus, Cristo, ilumine
nossa mente, nos mostrando “para quê tal situação veio”. Para
nos mostrar o quê? E não porque isto aconteceu comigo. E se
diluir em autopiedade ou se estraçalhar em pensamentos de
vingança.

Portanto, quando falei ir a fundo, eu não quis dizer que


precisamos vasculhar cada centímetro de nossa mente, feito
neuróticos, mas constatar os bloqueios mais fortes via algum
método, aceitá-los e ver se alguns requerem um tratamento, pois
os mais simples desaparecem, ou enfraquecem com a simples
constatação e aceitação; alguns talvez exigirão que você
comprove que os aceitou de fato e aparecem ainda algumas
vezes, mas nada nesta esfera é rígido, só seu pensamento a
respeito de algo é que determina tudo. Se pensar ou achar que
algo é difícil de vencer, vai ser difícil com certeza. Se pensar ou
achar que é fácil e simples, vai ser com certeza! O poder de
nossas crenças é algo sério, fantástico e tenebroso!

Os três bloqueios básicos

♦ Aqui vale a pena fazer um resumo dos três tipos de


bloqueios, baseados na minha experiência e reflexão, que
afetam a todos, de um modo ou outro, alguns mais, outros
menos:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 27 - 11 7


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1. Bloqueios coletivos: medo e culpa!


2. Bloqueios de infância: são tão variados quanta cada alma!
3.Bloqueios adquiridos: são tão variados quanto cada
personalidade!

Pessoalmente creio que os bloqueios de infância são os que na


maioria requerem um tratamento terapêutico adequado para
serem devidamente curados. Os outros dependem mais de nossa
maturidade que inclui a capacidade de se encarar e de efetuar
reflexões, leituras e trocas e de reforçar a intimidade com nosso
Espírito Divino.

Quando Gregg Braden fala que os espelhos mais complexos são


os que refletem nossas maiores convicções (vou abordar o tema
mais tarde), penso que elas se referem a nossos bloqueios de
infância, pois estes de fato são os mais difíceis de encarar,
porque “se tornaram tão parte nossa” que a gente não os vê
como anomalias!! E isto torna o louco normal. Entendeu? Aqui
posso recomendar a leitura de outro livro que se não tivesse
caído várias vezes em meu colo, não teria comprado em outros
tempos por também ser fruto de canalizações: Criando União de
Eva Pierrakos. Acho que poucas canalizações foram deste nível.
Sei de psicólogos que trabalham com os livros de Eva e não sem
razão.
Aliás, para quem não tem um caminho e não sabe por onde
começar sugiro dar uma lida no livro acima, ele não aborda
somente o tema da relação Homem e Mulher no nível humano,
mas também em seu aspecto divino ou superior, bem como as
distorções decorrentes do conceito limitado que temos do que
seja espiritual. Também aborda como nossos fantasmas

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 28 - 11 7


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subconscientes ou gerados em nossa infância e os que trazemos


em nossos genes, perpetuados durante milênios, boicotam
nossas relações e nossa vida.
Lembrando que um bloqueio de infância pode ser fruto de uma
mera leitura negativa que a criança fez de algo que olhando hoje,
de longe foi algo negativo! Por isto, nesta esfera, uma ajuda
competente (isto é chave), é de grande valia, afinal, você não vai
querer olhar um dia para trás e constatar que o fio vermelho de
sua vida, foi ter vivido a vida baseado em seus bloqueios;
exemplo:
- Viveu a vida inteira com um companheiro que apenas refletiu
sua leitura negativa de uma relação mal vivida de seus pais! Ou
não viveu uma relação em função da mesma leitura! Uns optam
por reprojetar a relação, outros por evitar e assim afora.
Ou que viveu a miséria porque este foi o modelo dos pais e que
somado a um eventual bloqueio coletivo de medo ou culpa, foi o
sócia perfeito para não se sentir digno de uma vida de valor
material!

Concluo, portanto, que alguns bloqueios ou problemas em


relação a si e ao mundo podem ser curados via aceitação, outros
vão ainda necessitar de uma terapia mesmo tendo sido
constatados e aceitos e estes geralmente tem a ver com a
infância. Falo por experiência própria também.
Fato é que nesta era nós nos tornamos seres pensantes aliados a
uma forte carga emocional fruto de milênios, por isto, parece que
hoje temos mais problemas que no passado. Mas, na verdade,
estamos resgatando todo um passado cheio de conflitos, medos,
culpas, e desejos mal resolvidos justamente porque hoje temos
capacidade de reflexão!! E de sermos refletidos!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 29 - 11 7


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E aliado a isto, temos hoje personalidades fortes, que estão


cansadas de serem meras lutadoras. Elas querem entender!
E outras, mais cansadas ainda, querem se render... a Deus.
Entregar a luta do “eu”.
Perceberam que lutar sem Deus é como lutar com gigantes
sozinho.
Por isto hoje a grande limpeza que vem sendo exigida de nós,
mesmo contra a nossa vontade, é fazer uma faxina em nossa
mente e coração, para Deus poder morar!
Os Filhos Perdidos querem voltar para Casa do Pai e relaxar.

Voltar para Casa

♦ Desejo clarear um pouco mais a questão de Ser o que já


somos em níveis espirituais, ou “de voltar para casa”, ou de se
fundir no Eterno, “sermos salvos”, atingir a iluminação, a
transfiguração, a fusão com o Divino, enfim, tudo termos
diferentes para definir uma meta em comum de todos os
caminhos genuínos.

Claro que nem todos ainda sentem este anseio como sendo o
mais forte em suas vidas, ou como sua grande meta, mas muitos
já pressentem este momento, esta jornada que está acima de
tudo e de todos, e por isto que P´Taah diz que todo o mais é
apenas um jogo ... altamente importante que serviu para nos
amadurecer para chegarmos neste ponto.
Com isto ele, e ninguém em sã consciência desmerecem os
esforços realizados até agora de sermos alguém respeitável
como ser humano, pelo contrário, a vida até dá pulos e saltos

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 30 - 11 7


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quânticos, mas também estes necessitam de preparo. Portanto,


não importa que alguns ainda não vislumbrem a Grande Meta
como a sua meta principal, nestes casos, usar os outros e a vida
como espelhos, com certeza os aproximará desta meta. Ou seja:
A maturidade psicológica acabará por resvalar na fronteira com o
espiritual por excelência. Assim como um genuíno processo
espiritual nos remeterá, em algum momento, ao nosso
desprezado mundo psíquico (por termos achado que o mero
caminho resolveria tudo magicamente). O caminho espiritual de
fato pode e deveria ser um grande amparo, para que o processo
de desmascaramento dos nossos fantasmas ocorra num tempo
mínimo e com uma ampla integração espiritual. Mas via de regra,
ocorre o contrário: por acharmos que o caminho teria que
resolver de forma “automática” nossas mazelas psíquicas,
negamos e até evitamos um confronto psicológico genuíno e
salutar. Aqui eu costumo lembrar que um caminho espiritual
também não pode substituir um médico; ele pode sim evitar
alguns casos médicos, porque ajuda a limpar a alma e aura e
assim evita que algum distúrbio se agrave, como, do contrário,
pode trazer com força total certos bloqueios e traumas à tona
justo para libera-los via corpo em forma de uma doença
(normalmente isto ocorre quando se ignorou por tempo demais
alguns bloqueios, medos, culpas, ressentimentos, etc.).

Não existem regras rígidas para amadurecer; cada um aprende e


amadurece de um jeito diferente, em ambientes diferentes,
mesmo porque cada um, cada alma, se encontra num nível de
consciência muito pessoal e particular
Portanto, a poesia de minha autoria que insiro neste artigo por
ilustrar o exposto de forma simples, não deve causar

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 31 - 11 7


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controvérsias por ser tão sucinta, e para evitar isto, vou


comentar o sentido original dela.
- Com ela pretendo ressaltar a diferença de seres que usam a
vida como meio ou como fim em si mesma. Para uma grande
maioria, a única razão de se viver é para casar e ter filhos. Outros
atingir fama e sucesso. Outros pesquisar e descobrir algo genial.
Enfim. Todos estes anseios e outros devem de fato motivar nossa
vida a vivê-la, pois sem motivação e sem a gente se envolver
com a vida, nenhum processo espiritual poderia ocorrer, porém,
em algum momento estes anseios passam a não ser mais a
finalidade da vida, mas apenas os meios pelos quais a Vida treina
os músculos espirituais em nós.
Esta fase de fato é delicada, pois implica em a gente reconhecer
que agora a personalidade está madura e pronta para servir de
veículo para o Divino se expressar de forma plena.
Aqui muitos caminhos postulam a morte do ego, luta contra o
ego e coisas do gênero. Na verdade a personalidade apenas
precisa aprender a entregar o controle, afinal, toda uma criação
esteve a sua disposição para torná-la madura e pronta, para
simplesmente morrer? Oras, Deus não é doido, nem cria algo
sem razão de ser. Mesmo se crendo nas quedas, ainda assim há
espaço e razões suficientes para crer que acima e abaixo delas,
Deus usa tudo, e por tanto, também das quedas a Divindade
tirou um grande aprendizado e este faz parte do processo
espiritual.
Portanto, existem caminhos e métodos melhores e piores para
ensinar a personalidade a entregar o controle, ocasionando o que
uns movimentos chamam de iluminação, outros de fusão com o
divino, outros de salvação (afinal, agora a personalidade vive a

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 32 - 11 7


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máxima apregoada pelo método cristão: Tua Vontade seja feita,


e não a minha).

Na minha opinião, quanto mais exigente o método, mais


resistente se torna a personalidade! E isto é apenas natural e
óbvio.
Posso falar de mim: quando me dispus a usar de um método que
incluía assistir algumas palestras, muitas vezes, no início, o ego
resistia e não queria ir. Nestes dias eu dizia:
- Sabe o quê? A gente não vai para a palestra e sim vamos para o
cinema, ok? Ou então eu prometia a gente não fazer nada, enfim.
E sabe o que acontecia na maioria das vezes? Ele relaxava e eu
podia ir tranqüila. E por quê? Porque o levei em conta e não
simplesmente o tratei como uma criança boba, sem inteligência e
sem vontade própria.

Quantos aos métodos, existem vários tipos como já falamos,


portanto veja com o qual se afiniza ou aquele que lhe provoca
menos resistência.
Existem, no entanto, dois grandes grupos de métodos e dentro
deles muitas variações:
Existem os métodos ativos e passivos. Existem os métodos da
ação e da não-ação. Ambos são válidos. E como em tudo:
existem muitas distorções. Excesso de “não-ação” gera mera
negação do mundo, letargia que mais atrasa a alma do que a
prepara para a grande entrega. E outros fazem tanto, que se
perdem, e esquecem de esperar para dar tempo da semente
germinar. É como se estivessem sempre comendo, não
esperando para fazer a digestão. Outros ainda misturam métodos
e aqui podem ocorrer duas coisas:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 33 - 11 7


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- Se os métodos se complementarem, sorte, um vai ajudar o


outro, mas se eles se antagonizarem, um vai anular o outro ou
prejudicar de algum modo. Tal como na química com remédios.
Este tema, contudo, não é o tema central deste livreto, mas ele
com certeza está interligado com o processo de
desmascaramento do ego e do fator X que é saber perdoar-se,
aceitar-se, como pré-requisitos para poder ver nossos fantasmas
(alguns de fato horríveis) e não nega-los, nem envernizá-los, nem
exorciza-los, mas aprender a ver porque foram rejeitados. E
assim poder ocorrer a cura deles. Muitos são qualidades em
essência, que por terem sido usadas com abuso, se reverteram
em “maldades”. Portanto, requerem uma limpeza para voltarem
ao seu estado natural, normal e assim não continuarem sendo
obstáculos ao caminho espiritual, pois os três templos (corpo,
mente e coração), precisam estar limpos para Deus morar
definitivamente, e não apenas nas curtas temporadas em que
estamos mais conectados, limpos e disponíveis. Quando enfim,
conseguimos dar umas férias para o ego!
E como eu já havia dito, embora o caminho e o seu método
ativem tal limpeza, e dependendo do nível de entrega, até a
realizem por completo, a maioria de nós, no entanto, ainda
precisa de uma ajudinha extra de uma boa terapia, nem que seja
por um curto tempo e para dissolver um dos fantasmas mais
persistentes.
Basta lembra que alguns caminhos ao invés de amenizarem a
questão ancestral, ou dos nossos fantasmas pai-mãe da culpa e
medo, eles ainda aumentam o tamanho deles. Agora imagine se
tal caminho possa de fato nos levar a entregar nossa
personalidade a Deus? Entregar por medo do castigo, por
sentimentos de culpa, pode até aliviar a alma por um tempo...

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 34 - 11 7


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mas não trazer a salvação genuína ou a transfiguração genuina


de nossa personalidade e alma, pois um processo genuíno requer
que a personalidade se entregue com alegria, com disposição,
com fé plena e com e por amor a Deus, e não por temor no
sentido de medo! Por isto é apenas perda de tempo querer que
uma personalidade não madura queira se entregar. Para ela isto
representa uma tortura! Não que todas as personalidades
maduras não tenham conflitos, muitos, mas não são tão agudos
quanto os de egos-almas imaturas para tal entrega.
(Vou abrir um rápido parêntesis quanto a confusão que paira
entre personalidade, alma e espírito. A alma contém tanto
aspectos humanos quantos divinos. Ela é filha do céu e da terra,
dizem os sábios. Portanto, nossa personalidade vive da alma, e
ela, por sua vez, tem a tarefa de em algum momento, tornar-se a
serva não mais do eu humano, mas do Eu Divino, ou seja, do
Espírito Divino Imamente em cada um de nós. Mas é claro que
por ela ter-se unido tão fortemente a vida do ego, sendo a serva
fiel de nossos desejos e vontades, não consegue facilmente
agora virar sua face para o Espírito e apenas “fazer a vontade
dele, que representa a Vontade do Pai, do Criador, em nós”, só
porque ela ficou sabendo que isto é agora a próxima parte do
contrato com o Criador! Saber não é poder... exceto quando se
sabe como. E este como pretendem saber os variados caminhos
ditos espirituais, pois de fato, não é fácil reverter a direção de
uma roda que sempre girou para um lado. Portanto, a maioria de
nós precisa sim da ajuda de um método, mestre, caminho, o que
enfim se afinizar com sua alma e permitir o máximo de entrega.
É este caminho que vai ser o certo para ti, e alguns ainda
precisam da ajuda extra de uma terapia em algum momento
como já vimos, para facilitar a etapa da limpeza dos três corpos

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 35 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

ou templos, que antecede e faz parte de todos os caminhos, cada


um com suas variações, algumas de fato, curiosas).

E agora vamos a poesia comentada:


Ela fluiu em alemão e a achei estes dias por acaso, nem
lembrava dela pra dizer a verdade pois pelo jeito a fiz bem
espontaneamente, (naquela página quase em branco, que todos
os livros têm), e como o livro é em alemão, (de Gregg Braden no
caso, The Divine Matrix), creio que a inspiração natural foi
escrever em alemão, por isto segue traduzida:

Alguns vieram

- para ensinar
- para amar
- para receber
- para dar
- para casar
- para morrer
- para salvar
- para rir
- para construir
- para arriscar
- para imitar
- para comunicar
- para estudar!
Outros vieram para Ser!

(Helena Schaffner – 18.11.2009)

... E por falar em Gregg Braden

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 36 - 11 7


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♦ Tomei conhecimento de Gregg, talvez como a maioria de


vocês, por meio daquele PPS maravilhoso “O Efeito Isaias”, título
do livro sobre o qual o anexo se baseou. E depois foi uma
sucessão de “atrações” que culminaram no livro citado em
alemão, que ganhei de presente.

Quando este livro estava em fase de “repouso” para criar uma


distância, para poder ver com mais clareza o que poderia tirar ou
acrescentar, o livro de Gregg voltou a entrar em cena durante
uma curta viagem no qual o levei entre outros cinco livros! Até
me espantei quando optei por ler este, pois lembro de ter
folheado nele, mas pelo formato muito pequeno das letras (da
fonte), não me senti motivada a lê-lo do começo ao fim, o que
acabei fazendo e daí percebi como seria oportuno acrescentar e
enriquecer o complexo tema das nossas escolhas subconscientes
que acabam por determinar nossas vidas, com as chaves
fornecidas por Gregg neste livro.

(Em tempo: acho que as editoras devem cada vez mais investir
no acabamento, porque de fato todos os itens de um livro
facilitam ou dificultam a venda, mas principalmente a capa,
título, tipo e tamanho da fonte e distribuição interna – não
entendo, por exemplo, porque em alguns livros se deixa uma
margem esquerda tão apertada e a direita larga, quando é a
esquerda que dificulta a leitura).

Se alguém de Vocês tem um gosto mínimo por física quântica e


de como esta revela nosso simples e complexo sistema de

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 37 - 11 7


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escolhas na vida, aconselho a ler o livro citado de Gregg Braden


que vai lhes tirar as últimas dúvidas da nossa tendência “natural”
de preferir o sofrer ao prazer. Isto não vai ficar claro de forma
direta, mas indireta, ao os físicos buscarem entender as
experiências realizadas onde parecem ocorrer escolhas baseadas
na “lei do menor esforço” contra a gravidade. Creio que isto
fazemos todos os dias na nossa vida e depois nos espantamos
por que não conquistamos grandes resultados com um mínimo
de esforço. Por outro lado, não penso que sempre precisamos nos
“matar de trabalhar” para provar ao universo, a Deus ou a nós
mesmos, que merecemos algo.
Existe uma sutil mas enorme diferença entre ambos os
comportamentos:
- O que sempre usa a lei do menor esforço é aquela pessoa que
nunca pensa no outro, desde o rolo do papel higiênico que acaba
nas mãos dela e ela deixa o rolo vazio pendurado sem trocá-lo,
até no trabalho e nas relações, onde ela sempre deseja ser bem
sucedida por se achar merecedora sem fazer nada. Diria que este
gênero é o que mais tem e que o maior problema destas pessoas,
é elas nunca terem parado para olhar para sua forma
“sanguessuga” de viver a vida. São parasitas em quase tudo. Por
algum motivo estranho, não sentem prazer em colher frutos de
esforços sadios e que treinam os músculos da alma, da moral, da
gentileza que nos dá ao direito de sermos chamados de seres
humanos. Só sabem fazer quando ganham de imediato algo em
troca!
Não sabem que o Universo registra tudo e devolve conforme!
(Pessoalmente troco o rolo do papel higiênico até em banheiros
públicos, e se não tiver um, eu aviso a pessoa responsável,
dizendo que acabou. Se vejo muito papel de mão no chão, pego

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 38 - 11 7


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um papel novo e junto com ele os demais e jogo tudo no cesto.


Enfim, gosto de receber as coisas limpas e faço minha parte para
cooperar com a limpeza. Não faço disto uma regra rígida, mas
evito prejudicar o próximo. O curioso é que as pessoas que mais
reclamam de sujeiras e coisas do gênero, são as que menos
fazem no dia a dia pelos outros e são os que os mais querem
receber tudo bonito e pronto).
- No outro extremo temos aquelas pessoas que para se sentir
merecedoras de algo, precisam trabalhar feito mula sem cabeça.
Sim! Porque se usassem a cabeça veriam que existe algo de
doentio por detrás desta crença: não se sentem merecedores a
não ser que as dores da vida comprovem que lutaram muito. Ou
os excessivamente responsáveis (meu caso). Estes quase
morrem se tivessem que faltar ao trabalho ou ser uma decepção
nesta área. Se olharmos cada um dos casos citados, veremos que
todos estão fora de equilíbrio. No fundo são todos egos mal
trabalhados ou refletem algum trauma de infância.
Isto me remete a outra observação quanto aos modelos coletivos
de ser:

- Qual é seu perfil? Qual é seu papel nos filmes de sua vida:
Sádico ou masoquista?

No fundo ambos gostam de sofrer, a diferença é que o sádico é o


agente ativo e o sádico o recipiente passivo! Mas não vou entrar
agora no mérito desta questão central, da qual resultam as
demais, diria que desta questão se geram todos os nossos
fantasmas! Isto me faria perder o propósito desta mensagem,
mesmo porque, seja qual for nosso tipo e do por que, a vida
sempre vai espelhar tudo, basta então a gente ver se somos mais

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 39 - 11 7


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o tipo que gosta de sofrer ou fazer sofrer para entender melhor


nosso papel básico em cada um dos filmes! Mas talvez a gente
seja o sádico no filme da família e para compensar a culpa,
bancamos a vítima no filme profissional, ou junto a sociedade, e
assim por diante, observem-se.

Em 1985 escrevi uma série de 11 artigos para um jornal local de


Barra do Garças (MT), onde vivi naquele ano.
Num deles abordo um tema que cabe aqui:

- Porque é mais fácil ou a gente prefere fazer algo errado a


certo?

Exemplo: porque é mais fácil largar uma roupa, bolsa ou livros


na sala, no chão, na cadeira, do que já guardar no lugar certo,
para não ter que arrumar depois? O que será inevitável! Não falo
de se tornar um chato que não admite nunca nada fora do lugar,
mas de ter uma ordem básica, um ritmo, um hábito salutar de
evitar acumular serviço físico e “mental”, pois acredite na mente
fica a sensação de fracasso toda vez que você empurrar algo
para depois! Observe seus sentimentos em relação a coisas mal
feitas! Ou feitas pela metade. E sabe por quê?
Por que o grande desafio da evolução é atingir a ordem e
perfeição plena e todos nós carregamos em nossos genes este
anseio primordial, esta meta infundida em nossas células e alma,
como sendo o grande propósito Divino. Outros se estressam
porque querem ser perfeitos em tudo hoje, mas no hoje podemos
e devemos atingir uma perfeição relativa ao “hoje” que
corresponde a nossa capacidade e vontade!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 40 - 11 7


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(Não resisto de dar a dica de que este simples gesto aplicado a


vida profissional e política, faz com que um profissional ou um
país seja altamente eficiente, ou altamente burocrático, criando
mecanismos de “organizar coisas largadas pelo caminho”. Isto
aprendi na Suíça. Na Suíça só se faz depois o que for impossível
fazer já e agora! Parece simples? Experimente! Parece difícil?
Experimente. O aparente difícil vai aliviar tua vida de forma
quase milagrosa! Mas também este tema exigiria algumas
páginas para ser devidamente ilustrado. Deixo aqui uma dica
para os que estão cansados de arrumar “depois suas bagunças”
e não se espante se começar a sobrar tempo em sua vida com o
singular detalhe:
- Sem se sentir constantemente ameaçado pelos fantasmas das
coisas largadas, sempre lhe puxando as orelhas e cabelos, tal
qual crianças, lhe lembrando que continuam jogadas,
desprezadas por aí!!
Muito do estresse da vida vem disto, principalmente nos povos
latinos; já os povos anglo-saxo-germânicos muito organizados e
eficientes, sofrem porque não sabem mais relaxar quando algo
não corre como gostariam, tornaram-se maníacos por perfeição.
Por isso precisamos cuidar para não perder o equilíbrio natural e
salutar em tudo... é, a vida não é para amadores, já dizia um
ditado... mas, o paradoxal é que a vida não nos prepara para
viver. Ela nos joga na arena e é no combate que aprendemos, ao
vivo e a cores, com uma platéia sempre disposta a nos criticar,
louvar ou desprezar – muitos não agüentam de fato e se dão por
vencidos, antes mesmo de tentar ganhar a luta, pois não
entenderam – ainda – que serão jogados de uma arena para
outra, e quanto mais aprenderem em cada uma delas, mais
simples será a próxima arena e este não é apenas um prêmio-

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 41 - 11 7


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consolo, pois a satisfação gerada por cada lição aprendida é


equivalente a ganhar um diploma após concluído um curso).

Voltando ao tema: na época justifiquei a frase grifada – Porque é


mais fácil ou a gente prefere fazer algo errado a certo? – com um
exemplo que me ocorreu depois de refletir a respeito, pois se um
quadro vale por mil palavras, um exemplo vale por dez mil!
- Por que é mais fácil descer um morro que subi-lo!
Ou melhor ainda (isto me ocorre agora):
- É mais fácil rolar uma pedra morro abaixo que empurrá-la
morro acima!
E por quê?
- Por causa da lei da gravidade!

As teorias quânticas citadas por Gregg no livro da “A Matriz


Divina” (pesquisei o título do livro em português que foi
editado pela Pensamento-Cultrix) são consideradas parciais ou
não finalizadas, por não levarem em conta a lei da gravidade.
Lendo o livro entenderão.
E talvez os físicos mais ortodoxos tenham razão de insistir no
ponto, não porque a gravidade precise ser levada sempre em
conta, mas quem sabe existe outro fator? Como a própria luz?
Esta dica tenho de um livro singular. Talvez não seja a gravidade
que provoque todos os fenômenos, mas alguns sejam frutos da
“repulsão natural da luz”!

Fato é que Gregg postulou ao final de cada teoria e tema um


princípio. Vou traduzir os mais abrangentes (ou todos), e depois
comentar cada um resumidamente, para abordar de forma mais
completa (e complexa) os temas das culpas, medos e “a opção

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 42 - 11 7


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pelo caminho mais fácil”, que criam um quadro medíocre em


nossas vidas. Na minha concepção considero pobres inclusive os
ricos que mais sofrem com suas riquezas do que conseguem de
fato aprecia-las e fazer bom uso delas. Aliás, aqui reside um
grande equívoco raramente abordado nos livros que buscam
clarear o tema:
- Não é o dinheiro que traz felicidade definitivamente!
Tampouco o fato de se fugir dele por medos, culpas ou por não
querer se esforçar para tê-lo, pois aí ele vira uma espécie de
“objeto de desejo indesejado”, o que torna o conflito interno
altamente desgastante, evitando que a gente use esta energia
para se realizar em algo. (Falo por experiência própria – um dia
percebi que era vitima de dois conceitos antagônicos – isto
sempre sugere que é preciso clarear o tema e olhar todos os
aspectos e não apenas ouvir a voz de nossos medos,
preconceitos, e outros similares para tomar algumas atitudes, ou
deixar de tomá-las).
Sim, o que realmente traz satisfação não é o dinheiro em si e por
si, salvo para algumas almas que precisam viver esta etapa, mas
sim a realização pessoal via algum projeto ou sonho como ser
humano e que por conseqüência nos traga uma renda
satisfatória. Isto é muito salutar.
Portanto, cuidado com o suborno em grau sutilíssimo ao cair na
armadilha de amar e odiar “o objeto de desejo indesejado”, e isto
só é possível por não termos ido a fundo e encarado os
fantasmas subconscientes que nos diziam que precisamos
ganhar dinheiro, mas algo em nós dizia que não queremos, e ao
invés de questionar por que não queremos, paramos no conflito e
nos sentimos culpados e daí começa o suborno e o desgaste – a
briga nos níveis subconscientes!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 43 - 11 7


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Realmente a grande solução dos problemas do ser humano é ele


tratar suas culpas e medos, pois daí ele pode ser feliz com e sem
x quantidade de dinheiro, de uma maneira dele, gentil,
respeitando suas reais necessidades, e não as que o mercado nos
impõe todos os dias via mídia. Pois quem chegou neste ponto,
aprendeu a se autoconhecer e sabe do que de fato necessita
para sua vida, única! Não precisa ter o modelo de carro x, nem
ter o quadro y ou a casa no bairro z. Ele realmente sabe o que é
prioridade em sua vida, inclusive quanto a bens. Ele sabe que
conforto é diferente de luxo e dignidade é diferente da quantia de
dinheiro no banco!

Princípios postulados por Gregg Braden

♦ E agora vamos aos Princípios de Gregg Braden, retirados do


livro em alemão, e traduzidos com alguns comentários meus
para facilitar aqueles que por algum motivo não vão ler o
livro?? ... o que seria uma grande lástima, pois ele praticamente
aborda todas as questões cruciais do ser humano de forma fácil
de entender e com uma objetividade que fica possível encontrar
um meio de aplicar o lido e mudar sua vida de forma integral,
nem que seja por meio de um aspecto onde ela lhe frustre. Mas
alerto: no começo ele parece apenas falar das experiências
quânticas e a gente quase desiste de ler e olha que eu gosto da
física quântica, mas não desistam, e nem se forcem a entender
tudo plenamente, melhor reler o livro, pois o essencial vão
entender ao chegar na parte psicológica. Lá Gregg retoma os
postulados da física de forma menos científica para explicar

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 44 - 11 7


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alguns mecanismos da mente; no final, o que importa é que


entendam estes mecanismos, mesmo que não tenham entendido
o conceito dela via física quântica, não é mesmo?.

1º Princípio: A matriz divina é o recipiente do universo; a ligação


com todas as coisas e o espelho de nossa criação!
A física quântica constatou que no campo (ou na dimensão) em
que se movem as partículas ou os fótons, não existe separação;
tudo está interligado independente do tempo e espaço. Com isto
supõe-se que também em nós exista uma dimensão (ou um
estado de ser!) ou um campo destes, por meio do qual estamos
todos ligados e assim um “reage ao outro” de modo tão
automático que não somos capazes de “ver” isto sem que algo
nos mova até esta dimensão de nosso Ser!
A matriz divina é apenas um dos vários nomes para este Algo que
jaz subjacente a tudo e todos e nos torna interligados, como
numa gigantesca teia.
Eu prefiro a imagem de todos vivermos num oceano e cada
movimento meu – inclusive pensamento e sentimento – provoca
ondas e afeta a tudo e todos, cada um na proporção de sua??
Abertura? Sincronicidade? Que equivale a proximidade no plano
físico? Ou seja: num oceano real a pessoa mais próxima
fisicamente receberia com mais impacto o movimento de “minha
onda”; já no plano energético, o mais próximo é o que estiver em
maior sintonia comigo, seja por bem ou por mal!! E isto vai
definir o grau de afetação da onda da pessoa em relação a mim,
ou de uma situação.
No meu exemplo, o oceano seria a matéria da matriz, nós e todos
os seres viventes nela as criações e a terra, ou no caso do mundo
o espaço, o vaso! – e acima, abaixo, no oceano e além do

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 45 - 11 7


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oceano, está o Supremo Criador que com certeza representa os


três e um, sendo que Dele tudo vem, e para Ele tudo volta!

Parece difícil entender como Deus está na Criação e além dela?


Vou usar uma estória que li em algum lugar que agora não
lembro, mas que me impressionou pela simplicidade dela, porém,
vou adapta-la ao que pretendo explicar, usando a analogia do Sal
e da Água.

- Imagine Deus como o Sal e a Água como símbolo da Vida, que


seriam os universos e tudo que cada um deles contem inclusive
os seres sencientes (cientes de si, aspecto que nos diferencia dos
animais, pois eles não sabem que são animais, apesar de sua
inteligência rudimentar ou instintiva)!
Se você pegar água e colocar sal não poderá mais ver o sal, mas
poderá sentir seu sabor em toda a água!
Assim Deus se doou na Criação e Criatura, de forma indireta! Por
isto não podemos ver Deus diretamente, mas sentir
indiretamente! Por isto Deus de fato não é algo a ser
compreendido com a nossa limitada (e poluída) mente, mas pode
ser plenamente sentido com um coração puro e ardente! Para
compreender Deus, portanto é preciso ter além de um coração
puro, uma mente pura, limpa, vazia, principalmente de
julgamentos e preconceitos, para que o Espírito Divino possa usá-
la como se usa um espelho limpo ou um lago sereno para
projetar algo!
Os caminhos genuínos postulam que devemos purificar os três
templos: corpo, mente e coração para Deus poder Se refletir
usando o máximo de nossas possibilidades humanas duramente
conquistadas!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 46 - 11 7


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A experiência mostra que quando iniciamos a purificação por um


dos três geralmente um leva ao outro, portanto não importa
tanto qual “templo” ou corpo, seu método, caminho ou religião
vão priorizar, mesmo porque algumas pessoas são mais do tipo
devocional e o caminho da entrega e do coração lhes estará mais
próximo, para outros o caminho do fazer, do ritual e do corpo
estará mais próximo e para outros o caminho da compreensão,
do conhecimento, do perguntar, refletir é a via mais fácil para
chegar a Deus.
Portanto, esqueça a velha briga das religiões e caminhos, onde
cada um postula o seu como o mais perfeito.
Assim como não existe um parceiro perfeito, mas o parceiro
perfeito para ti, assim também não existe um caminho perfeito,
mas o caminho perfeito para tua alma. E quando ela achar que
deve mudar o caminho, ela vai te encaminhar no devido tempo,
mas até lá, o caminho atual (no qual você terá que se sentir bem
de algum modo) será o certo para amadurecer certos aspectos
de sua alma. E mesmo que ele seja de fato um caminho ambíguo,
com dirigentes ambíguos, ainda assim, se e enquanto você não
conseguir sair dele, é porque você tem algo a aprender com ele e
por isto ele é “perfeito” para ti neste momento, mesmo que
depois você mesmo venha a vê-lo como um caminho falso! Esta é
a loucura da vida!
Mas o tema de fato é complexo e o exposto serve para explicar
por quê cada caminho, por mais doido que seja, tem seus
membros e tem alguma serventia para estes nem que seja para
fazê-los compreender mais tarde que não fez sentido! A vida
afinal, exige de cada um, um quantum mínimo de experiências
para a mente ter um mínimo de “material” para iniciar um

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 47 - 11 7


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processo de reflexão e assim poder evitar algumas (experiências)


a partir daí usando a lei da analogia e da reflexão.
O uso contínuo da reflexão aliado a uma conexão genuína com
Deus, deveria gerar conhecimento por revelação, o qual pode e
deve aos poucos substituir a experiência nua e crua, pois até a
analogia tem seus limites a partir de um determinado nível de
consciência! Afinal, o intelecto não foi projetado para criar
revelações, mas apenas para refleti-las, desde que o preparemos
para isto.

2º Princípio: No nosso mundo, tudo está interligado com todos!


Quem recebeu o PPS formatado com base no livro “O Efeito de
Isaias” vai lembrar da experiência realizada: ao ser retirado
material genético de uma pessoa e ao se colocar esta pessoa sob
fortes impulsos emocionais por meio de imagens, o material
reagia aos impulsos como se ainda fosse parte da pessoa,
mesmo a muitas milhas de distância. O mesmo constataram com
testes com fótons ou partículas de luz.
Estas incríveis experiências provam que de fato algo nos interliga
independente do tempo e espaço e joga por terra a velha
concepção que estamos aqui fora e o espaço (e Deus) lá em
cima... e sim que fazemos parte ativa em todos os momentos da
criação inteira e provavelmente temos um papel chave dentro
dela a partir do momento em que nos tornamos participantes
conscientes, inteligentes e diligentes, movidos pelo Sal Divino em
nós!
Mas o mais incrível que ficou constatado com variadas
experiências, inclusive para provar se algo como o éter existe ou
não (um quinto estado de matéria tão sutil que não pode ser
visto e medido por nossos olhos e sentidos e só recentemente via

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 48 - 11 7


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aparelhos altamente sensitivos), é que “O ponto determinante é,


que a energia que interliga tudo, é parte daquilo que ela
interliga!”
Sim, o sal exemplifica o exposto de modo magnificamente
simples!

3º Princípio: O acesso à força original do universo está contido no


fato de nos considerarmos parte do mundo e não mais como algo
separado!
Já vimos este conceito! Aqui está sua formulação em forma de
princípio.

4º Principio: O que uma vez esteve unido, ficará para sempre


interligado, esteja próximo de forma física ou não!
Partiu-se do princípio que se houve algo como um big-bang,
então tudo proveio de uma semente básica, que com o decorrer
das eras tornou-se a gigantesca árvore da criação, que por sua
vez, gerou flores, frutos e novas sementes, todas geradas pela
matriz original. O livro não usa a simbologia da semente ou da
árvore, mas creio que ela expressa bem a nossa interconexão
desde os primórdios. Aqui Gregg sugere que tal como o gene de
alguém sempre estará ligado a ele, do mesmo modo todos
estamos interligados por meio do big-bang, desta massa inicial
de energia, eternamente.

5º Princípio: O simples ato de focar nossa consciência é um ato


criativo. Consciência cria!
Gregg cita um visionário do século, de nome Neville que afirma,
que tudo que nos ocorre na vida, é produto de nossa consciência,
absolutamente tudo.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 49 - 11 7


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Por isto precisamos urgentemente aprender a ver onde focamos


nossa consciência e como podemos alterá-la para mudar nossa
realidade, espelho dela ou aperfeiçoar, melhorar, enfim, nem
todos têm uma vida de problemas ou vêem sua vida como tal! E
isto já faz a grande diferença. Aqui vai ocorrer uma diferença
entre os que ainda precisam terminar de amadurecer suas
personalidades e precisam ainda se envolver com a vida de
forma mais direta e intensa perseguindo suas metas pessoais
acima de tudo, dos que já pressentem o chamado da Grande
Meta. Mas não importa, importa que cada um faça o melhor
dentro de sua fase evolutiva. Portanto, para ambos o processo de
limpeza da mente vai beneficiar sua vida dentro de sua fase,
lembrando que muitos que trilham um caminho e que buscam
pela Grande Meta, optaram por negar prematuramente que ainda
tinham algumas metas pessoais, e acabaram largando as
mesmas. Estas agora se converteram em fantasmas em seu
subconsciente, e precisam ser revistas e talvez realizadas, para
deixarem de atanazar sua vida volta e meia. Não é assim? Oras,
conheço tudo isto por mim também. E não adiante meditar, fazer
afirmações, negar... é preciso encarar os fatos!

6º Princípio: Nós dispomos de toda a força da qual necessitamos


para provocar as mudanças às quais desejamos!
Optei por não citar o comovente exemplo usado pelo autor, para
não tirar a surpresa do leitor quando for ler o livro. Mas posso
repassar a essência contida neste caso e que é a grande chave
quando desejamos algo de fato, e não só da boca para fora. Isto
inclui a gente sentir que não existem bloqueios subconscientes
que nos tornam hesitantes e duvidosos na hora da prática – se
isto ocorrer, vá a fundo, questione, permita explorar todas as

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 50 - 11 7


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dúvidas, medos e outros fantasmas, para limpar o caminho.


Vamos à essência:
- Quando queremos conquistar algo de valor, algo que não
prejudique ninguém, e de preferência beneficie muitas pessoas
mesmo que de forma indireta, devemos imaginar e sentir que
aquilo já foi conquistado! Pois o livro sugere em algum momento,
que a linguagem que o universo entende é a do sentimento! Sem
dúvida uma visão clara do que se quer aliado a um sentimento,
são duas armas poderosas, mas só a imaginação, sem o
sentimento como suporte, não funciona, tampouco projetar no
futuro o desejo e sim “senti-lo realizado agora”; esta parece ser a
chave das chaves e o fato do desejo não ser algo egoísta. Melhor
desejar se vendo feliz, realizado, amado, pois daí sua alma vai
entrar em conexão com a Matriz Divina e achar o melhor
caminho de acordo “n” fatores, aos quais você jamais teria
acesso ou mesmo noção, para realizar as qualidades desejadas.
Evite desejar, portanto, objetos, coisas... e sim qualidades,
valores e significados!
Exemplo: ao invés de projetar ser um gerente ou diretor, imagine
se vendo realizado ou “ouça alguém dizer”: puxa, você
conquistou seu espaço. Parabéns!
Penso que esta maneira também é a que terá menos bloqueios
subconscientes, pois pode ser que seu subconsciente bloqueie
algo ligado a bens materiais, mas se você se ver realizado e feliz,
provavelmente sua realização vai possibilitar o acesso natural a
certo status de bens materiais.
Por outro lado, se você realmente deseja acima de tudo uma casa
x, um carro y, uma posição z, deve assumir e projetar a imagem
com a máxima clareza, mesmo porque, casa, carro e coisas
básicas, fazem parte de uma vida digna que todos merecemos

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 51 - 11 7


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nesta era! Por outro lado, sempre é bom lembrar que hoje temos
almas tão distintas vivendo, que para algumas as prioridades se
situam em bem outro nível. Portanto, preocupe-se apenas
consigo e deixe o outro definir suas prioridades.
E se você não conseguir assumir seus desejos, mas continuar
desejando, vá a fundo, e veja o que lhe impede; se for o caso
consulte um bom terapeuta, não espera por uma grande crise
para constatar algo, que com um pouco de reflexão e sinceridade
teria evitado um clímax, tão doloroso por vezes, que perde-se a
energia para continuar a vida depois com um mínimo de prazer e
alegria a que todos temos direito.

Dicas para visualizar de forma correta

♦ Baseada nas minhas experiências, leituras e reflexões,


percebi que existem algumas chaves, como em tudo. Mas é mais
fácil ampliar alguns conceitos e chaves depois que outros autores
e seres humanos já abriram os caminhos e formularam o que na
época sabiam, lembrando que coletivamente falando, cada
conceito é “automaticamente” ampliado em períodos
posteriores, sempre obedecendo a lei da evolução (ampliação) da
mente e consciência humanas, que são sinônimas, desde que a
mente em questão, esteja integrando Deus cada vez mais em
sua vida. Neste caso, a evolução sairá do plano horizontal para o
vertical, que é a meta.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 52 - 11 7


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Mas vamos às dicas para garantir o sucesso do uso do poder


criador da mente consciente e não mais de seu abuso via
inconsciente:

- Não é a quantidade de tempo que investir na visualização que


vai definir o sucesso, mas sim:

a) a qualidade da energia, do vigor, do frescor com que vai “ver


algo já realizado”, isto inclui se ver curado ou com um corpo e
mente saudável, visão boa, etc. Imagine o órgão bonito,
brilhante, perfeito do seu jeito, não precisa ser um desenhista
para garantir o sucesso!!
b) a quantidade das vezes que as repetir (ou seja, por 7, 14 ou 21
dias ou enfim, o tempo que sentir que deve ou que sente prazer
em fazê-lo)
c) e de um ritmo regular (todos os dias ou a cada dois dias, etc).
d) por último e mais importante: a qualidade do sucesso vai
depender
- com que equilíbrio vai definir suas escolhas, deixando que o
Espírito Divino em ti guie sua mente
- e com que intensidade esteja realizando a limpeza de seu sótão
subconsciente,
- pois nenhum poder divino poderá te curar ou te dar algo, que
sua mente sub- ou inconsciente tenha definido em algum ponto
do tempo e espaço, como não permitido por X e por Y motivos!

Assim também nenhum mestre, padre, pastor, santo ou seja


quem for poderá operar os ditos milagres sem sua profunda fé e
convicção de que os merece, mesmo que na hora H nem tenha
consciência que é isto que motivou o milagre.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 53 - 11 7


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A pessoa ou o Ser em questão funcionaram como catalizadores


do processo. O ideal será quando usarmos o Espírito Divino
Imanente e sua face Transcendente (na figura que mais lhe
condizer), como catalizadores. Ou seja, use o Espírito de Deus
em Ti e o Deus fora de Ti como focos e fontes de tua fé, com
quer que Os conceba ou denomine.

E uma última dica prática:


- Escolha uma hora em que não será perturbado e faça sempre
no mesmo horário e todos os dias se puder, senão num ritmo
regular, mas não com um sentido de obrigação e sim de alegria,
afinal será o momento em que estará “projetando seu futuro”
usando a força e o poder da mente! Sim, entramos de fato na era
virtual. Hoje nosso maior esforço não está mais concentrado no
plano material, mas sim no mental, virtual. Por isto, cuidado com
seus pensamentos e sentimentos, pois eles estão continuamente
tecendo o tecido e a veste de nosso futuro, os quais teremos que
usar, gostando ou não.

E agora vamos continuar com a citação e tradução de alguns dos


princípios:

12º Princípio: Não estamos presos aos conceitos da física


atualmente conhecidos!
Ou seja: já vimos que o tempo e distância não são fatores
impeditivos para gerar conexões impressionantes, e, portanto,
precisamos cuidar cada vez mais com nossos pensamentos e
sentimentos em relação a tudo e todos. Aqui vale a pena ilustrar
com as frases:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 54 - 11 7


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- Ama a teu próximo como a ti mesmo (pois o reflexo voltará


para ti)!
- Não julgue para não ser julgado (pois o reflexo voltará para ti)!
ou:
- Com a mesma medida que medirmos os outros seremos
medidos...
... pelo Universo, automaticamente! Lembra da deusa da justiça
grega que opera de olhos vendados? Pois bem, ela simboliza a
justiça imparcial, que não “olha quem” ela terá que julgar, e sim
apenas o quê e não é por vingança de algum Deus punitivo e
distante, mas porque a Harmonia Divina foi perturbada e sua
correção é automática.
Ou você considera um ato punitivo o fato de diariamente
estarmos limpando a casa, tomando banho, penteando os
cabelos? Todos os nossos atos não deixam de ser atos de retorno
à harmonia, pois harmonia divina significa:
- Ordem, pureza, progresso, vitória, beleza, amor e sabedoria
plenos!

A nossa existência se resume na conquista desta plenitude: Deus


vivendo a Vida por meio de nós! Plenificando os atributos de um
selvagem a um ser com capacidade de expressar seus atributos
com cada vez maior amplitude.
Mas não confundamos evolução tecnológica com evolução
biológica ou mesmo moral. Hoje o mesmo selvagem de outrora
mata e destrói só que ao invés de usar o tacape, usar o raio laser.
Portanto, quem é de fato selvagem?
Ou: O que define sermos selvagens?
Na minha opinião, é claramente entre a capacidade de matar ou
amar seu irmão, seja por qual motivo for!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 55 - 11 7


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Talvez agora lhe venha à mente o caso de assassinos perigosos.


Então leia no final do livro a respeito do terapeuta havaiano, se é
que já não recebeu algum anexo a respeito em seus e-mails. E
considere que o mundo reflete nossos piores e nossos melhores
aspectos por meio de pessoas e situações, portanto, enquanto
existir em nós um nível mínimo de agressividade negativa,
contribuímos para a violência no mundo, mesmo que seja num
nível mínimo.
Por isto todos os caminhos postulam, cada um na sua linguagem:
- Sede mansos! Os mansos herderão o reino dos céus!
- Ser “Ahimsa” que no sânscrito quer dizer: isento de violência!
Só numa alma isenta de violência, Deus pode morar
definitivamente e não somente em períodos de paz! O mesmo
vale para nosso mundo!
Todos os grandes mestres nunca reagiram diante da violência do
mundo! Um deles até foi mais longe e disse:
- Se te baterem na face direita, oferece a esquerda também!
- Se te pedirem a capa, ofereça também a túnica!
Nestes enunciados existe uma lei subliminar implícita que só hoje
com a física quântica e com a psicologia avançada podemos de
fato entender:
- Significa aceitar plenamente tudo que vier ao seu encontro sem
reagir, pois agora sabermos que são tudo criações nossas!
Portanto, na era atual, podemos inclusive entender que no século
XVII, este conselho ainda seria sinônimo de obediência a Deus;
no início do século XIX, com Freud, seria visto como um aspecto
sado-masoquista, e hoje, diante de tudo que já vimos, não reagir
é uma regra de ouro e a atitude correta é:
- Ficar atento, neutro e veja qual fantasma a situação está
refletindo para poder desmascará-lo e não enfrenta-lo, se

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 56 - 11 7


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enfurecer, o que apenas irá agravar (leia-se aumentar a força


dele), solicitando que o próximo espelho seja mais forte! E se
tiver muita coragem: ofereça a outra face! Quem sabe aí reside
um segredo místico, que só hoje o ser humano pode
compreender!
(Eu fiz isto numa época em que eu intuía o grande poder curador
da “não reação” e constatei que aquela situação desaparece para
sempre! Mas creio que esta simples linguagem simbólica contem
ainda outros mistérios, outros significados, esperando serem
desvendados).
Por outro lado, não devemos confundir violência e agressividade
com a capacidade salutar de estabelecer limites, defender seus
pontos de vista e outros. E mesmo assim, eu constatei que o
silêncio e a não reação usados de forma consciente, produzem
vinho doce, ao passo que lutas, brigas e toda espécie de violência
verbal apenas produz vinho azedo!
Ou seja:
- É melhor passar sua mensagem e se ela não foi entendida dar
um tempo para a pessoa refletir. Se você persistir, atacar, ela irá
apenas se defender e não defender tua causa, entende a
diferença? Oras! Você mesmo já viveu isto em diversas
situações! O que você prefere? Que uma pessoa te ataque,
brigue ou que passe seu recado e te deixe com a bola na mão,
consciente de que a mera reação não leva a nada? Claro que
alguns egos muito agressivos se sentem duplamente afrontados,
mas estes de fato precisam urgente de uma cura deste tipo para
se defrontar com suas mazelas internas. (Diferente é o estado
que precisa sim de leis, de justiça; já o indivíduo deve atuar em
autoautoridade).

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13º Princípio: Em um holograma, cada parte reflete o todo


novamente!
Assim como cada célula do nosso corpo reflete nosso DNA de
forma completa.

14º Princípio: A interconexão universal do holograma da


consciência nos anuncia que nossos bons desejos e orações
chegaram ao seu objetivo no momento de sua concepção!
Aqui Gregg igualmente reafirma o que tem sido objeto de meus
questionamentos desde a febre do Segredo:
- Onde fica o aspecto moral e divino de nossas escolhas? Será
que toda escolha é acolhida pelo Universo? Ou será que o próprio
Universo possui um medidor e se o pedinte e seu pedido não
contiverem um mínimo de “consciência coletiva” no sentido de
visar o bem estar de si, sem prejudicar o outro, o telegrama será
devolvido ao destinatário com o carimbo: Não aprovado?
Mas então alguns mais espertos poderiam argumentar:
- Então porque o universo realiza nossos desejos mais escabrosos
vindo do nosso inconsciente (incluindo aqui o subconsciente)?
Boa pergunta caro leitor ;-)
A resposta acabei de receber ao vivo via Embratel Cósmica:
- Nestes casos o Universo por meio de pessoas e situações, não
tem por objetivo “realizar um pedido”, mesmo porque não foi
formulado nenhum, mas pela própria Lei de Economia do Cosmo,
o poder criador se serve de seu poder para “projetar suas
sombras” para estas poderem ser curadas e você justamente
poder usar este tão delicado e complexo poder de forma
consciente dali pra frente, para criar uma vida de harmonia com
o plano divino.
Ou como diria Gregg Braden e mesmo Eva Pierrakos:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 58 - 11 7


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- Consciência cria! Ela sempre é criadora!


Mas é grande a diferença entre um filho planejado com amor e
sabedoria, de um nascido de mera paixão ou por descuido! Isto
não desmerece o ser que irá nascer, estamos apenas falando em
termos simbólicos!
O óvulo e o espermatozóide não sabem com que intenção o feto
foi gerado, eles apenas obedecem a leis químicas.
Fato é que no momento que usamos o poder e a vontade
conscientes para gerar algo, temos responsabilidade maior e o
Universo registra isto de algum modo, por isto existe uma
diferença entre a geração subconsciente e inconsciente da
geração consciente, não só em termos de qualidade, mas
principalmente no aspecto da harmonia cósmica. Oras, por isto
que o universo projeta nossas sombras:
- Para termos a oportunidade de refazer a nossa harmonia
interna e por conseqüência restaurar mais um pedaço da
harmonia universal, pela qual somos todos responsáveis e não
apenas os mestres e as religiões. Eles são ferramentas, algumas
melhores que outras, e depende de nosso bom senso perceber
qual coopera mais com a harmonia divina de acordo com nosso
nível de consciência.

15º Principio: No holograma da consciência, cada pequena


alteração se reflete em toda parte do mundo novamente!
Lembre do exemplo do oceano que usei e imagine que ele seja
de matéria etérea, formado por milhões de ondas nervosas que
transmitem tudo a todos como uma “TV viva”. Portanto, no
exato momento, sem intervalos comerciais de tempo, e o que é
mais louco: como se você estivesse vivendo “ao vivo mesmo”.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 59 - 11 7


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16º Princípio: O número mínimo de pessoas que são necessárias


para provocar uma alteração na consciência perfaz a raiz
quadrada de um por cento da população!
Gregg faz um cálculo e usa alguns exemplos de como uma
parcela da população pode fazer toda a diferença e comenta um
detalhe que vale a pena ressaltar aqui:
- Ficou comprovado que orações coletivas são poderosas sim e
podem alterar fatos no momento, mas não sustentam a alteração
uma vez finalizados. A única coisa que sustenta de fato uma
alteração de forma contínua é sua alteração interna! Ou seja: sua
alquimia interior!

18º Princípio: A matriz divina reflete em nosso mundo as relações


que são fruto de nossas convicções!
Aqui a ênfase está nas relações humanas e situações geradas por
elas. Portanto, a grande tela cósmica, a vida, reflete diariamente
via pessoas e situações, nossas convicções mais íntimas, e por
isto nem sempre conscientes!!
Isto me faz pensar que o mundo de fato é algo impressionante,
como se ele fosse “apenas” a tela para eu ver e sentir minhas
crenças. Ele é, portanto, um grande laboratório alquímico onde,
como num passe de mágica, altero os dados, pessoas e
situações, inclusive os humores relacionados, no momento que
altero minha crença e minha idéia a respeito deles, pois a partir
do momento em que faço isto de forma consciente, estou
participando de forma ativa e inteligente do processo criativo,
respeitando a harmonia universal.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 60 - 11 7


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18º Princípio: A raiz de nossas experiências “negativas “ tem


origem em três medos: abandono, sentimento de inferioridade e
falta de confiança!
19º Princípio: Nossas relações mais íntimas são espelhos de
nossas verdadeiras convicções!
20º Princípio: Nós precisamos nos tornar aquilo o qual queremos
experenciar no mundo.

Pequena explicação sobre a forma de tradução usada para os


princípios:
Optei por traduzir literalmente os princípios, pois se fosse
interpretá-los, poderia se perder, justo em se tratando dos
princípios, a grande força que contem sua composição original,
pelo menos em alemão, pois, por exemplo, eu poderia ter
traduzido principio 7 assim:
- O foco de nossa atenção se tornará nossa realidade!
Ao invés de:
- Nisto, no qual focamos nossa atenção, se tornará a realidade de
nosso mundo!

Mas ao insistir no “nisto” e de traduzir cada palavra, passa-se


uma imagem mental mais clara sobre o que o enunciado
realmente quer dizer, nos obrigando a ler de forma pausada.
Experimente! O português, na ânsia de simplificar, muitas vezes
desvitaliza e tira o poder de uma frase. Percebo isto em muitos
livros traduzidos, inclusive porque algumas palavras equivalentes
no português não têm a mesma força que os termos em alemão,
no caso. Por isto, ao traduzir temas delicados e fortes, prefiro
fazer uma tradução literal ou explicar melhor usando mais
palavras para se chegar na “força original” do conceito.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 61 - 11 7


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Temos que lembrar que os leitores são variados: alguns precisam


poder “ver” o conteúdo e justo estes terão dificuldade de captar
uma imagem real do conteúdo se este foi simplificado ou
horizontalizado por meio de um português mais enxuto.
Os intuitivos vão captar a essência, ou os leitores maduros, mas
os demais vão literalmente perder o fio da meada, seja do tema
ou do enfoque do momento, quando isto é o que mais conta! Ou
seja: um livro precisa conseguir repassar a mensagem com a
máxima clareza a todos e não apenas aos mais aptos, seja em
português, em leituras, em compreensão.

Os cinco espelhos mais comuns citados por Gregg

♦ Naquela série de artigos que escrevi em 1985, constava um


onde descrevi algo que na época não era comum ouvir-se ou ler-
se em um simples jornal local onde foram publicados, mas sim
apenas nos círculos de psicologia e estes eram bem restritos.
Fato é que via auto-observação eu havia constatado o seguinte:
 Quando um defeito de alguém me ofende, é porque que
aquela pessoa refletia algo similar em mim (ver-me no espelho
dela, era uma ofensa ao meu ego).
 Se o defeito de alguém simplesmente me irritava, é porque eu
não possuía aquele defeito, mas eu tinha que me lembrar que
possuía outros, talvez piores?

Primeiro espelho: do momento (ou das nossas convicções mais


íntimas)

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 62 - 11 7


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Este é o nome dado por Gregg ao espelho que considero


equivalente ao meu primeiro. Ele não dá o nome de defeito e eu
acho isto até mais elegante e compassivo, mas sim que as
pessoas mais próximas (e até animais) refletem nossas
convicções e acrescenta dizendo que as convicções com as quais
mais nos identificamos serão as mais difíceis de serem
reconhecidas.

Mas Gregg vai mais a fundo e enumera 5 espelhos essenciais e


acrescenta um dado interessante ao meu segundo espelho:

- Ele reflete nosso preconceito em relação ao “defeito” ou apenas


ao modo de ser da pessoa.

Portanto, se você vive perto de pessoas ou situações que


refletem seus preconceitos, quanto antes perceber isto, mais
rapidamente aquela pessoa ou situação poderá se dissolver por
não precisar mais servir de espelho, já que houve a tomada de
consciência e claro, é preciso ficar atento para “desativar” via
consciência (não via supressão ou mera repressão) outros
possíveis preconceitos! Sobretudo é preciso lembrar de nos
aceitarmos como somos. Se tivermos por hábito julgar, criticar de
forma quase que automática, precisamos antes de tudo constatar
este mecanismo e então aceitar, pois sem a gente se aceitar com
todos os defeitos e qualidades, os outros também não nos
aceitarão. Sem a gente se respeitar, os outros também nos
respeitarão. Tudo sempre começa com a gente, para consigo
mesmo! Todo o mais é então apenas um reflexo de nosso ser,
como já vimos exaustivamente!

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Os outros três espelhos citados por Gregg são:

Terceiro espelho: reflete o que perdemos ou do que desistimos


por algum motivo.

Trata-se aqui de trair nosso amor, nossas convicções, nossas


confianças e nossa compaixão, muitas vezes, em nome de uma
sobrevivência material, emocional, social, entre outros.
Parece que este espelho surge de modo imprevisto, quase por
nada, despertando grandes sentimentos que fazem com que
façamos coisas que normalmente não faríamos.
Aqui entra a atração por pessoas ou situações que refletem o que
nos falta e que o outro complementa e por isto este se torna tão
essencial para nossa autoestima, ou para nos sentirmos mais
completos e “quase morremos se ele/ela nos larga”... e isto será
inevitável se não acordarmos antes, ou durante a relação e então
dar uma chance da relação crescer em outros níveis ou
“desaparecer” por si, sem grandes dores para ambas as partes.

Em relação à desistência, posso falar de mim: recaí duas vezes


racionalizando o motivo pelo qual iria aceitar uma oferta de
trabalho, mas no final tive que reconhecer que traí meus planos
originais! Não fui fiel a mim. Não confiei talvez o suficiente, ou
apenas não me levei tão a sério como teria gostado. No final,
depois de cinco anos, acabei indo atrás do meu sonho original, já
era tarde, mas me senti feliz por ter tentado.
Pessoalmente percebi com a experiência citada, que aquela
situação refletiu vários espelhos; foi como se a vida quisesse
aproveitar o embalo!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 64 - 11 7


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Ou seja: minha covardia (se de fato foi), ou seja lá o que tenha


me motivado subconscientemente a desistir de meus planos, foi
largamente usado pelo universo (por meu Espírito), para
amadurecer vários aspectos de meu ser, por isto, no final, sinto-
me vencedora igual, pois se não fosse por meus esforços de
querer entender e fazer o melhor, o resultado teria sido um
desastre pelo grande desgaste emocional que envolveu.

Olhando para trás, foram cinco anos em que fui “cutucada” com
pequenas tréguas no meio. E sempre me perguntei para quê? E
só hoje, de longe, consigo ver o quadro todo, pois como a vida
nos apresenta vários desafios, nem sempre temos energia e
tempo suficiente para cuidar de todos ao mesmo tempo.
Constatei que acabamos selecionando os mais urgentes e os
demais ficam para trás ou então: vivemos nos defendendo ou nos
sentindo magoados porque não entendemos o motivo das
situações e assim perdemos oportunidades valiosas de justo sair
deste padrão.

Por outro lado, constatei que algumas situações não vêm apenas
para fazer o papel de espelho; algumas vezes a gente precisa
também desgastar alguns sentimentos de culpa, medo e
similares, para que atinjam um nível mínimo de saturação para
que possamos tomar uma atitude definitiva.

Pessoalmente creio que a vida é muito complexa e baseada na


Lei da Economia, por isto ela usa tais situações e nossas “culpas
e medos” por variados motivos e deixo a cargo de cada um
avaliar baseado em suas crenças e cultura.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 65 - 11 7


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Exemplo: um fatalista ou fanático religioso diria que uma


situação de dor reflete apenas nossos pecados, culpas, carmas;
um psicólogo diria que é um fator de amadurecimento; um crente
que é uma prova; um ateu veria tudo como desafio e lutaria sem
trégua; e assim por diante!
E eu?
Hoje, com minha experiência de vida, diria que têm de tudo um
pouco em cada situação, apenas as interpretações são parciais e
por isto não pôde ocorrer uma cura plena, mas sim apenas
parcial, e por isso a mesma situação volta inúmeras vezes para
ver se vamos entender o conteúdo completo, afinal, somos seres
complexos, e as situações também refletem isto!

Portanto, todas as situações da vida acabam


a) nos amadurecendo,
b) nos provando para ver o quanto ainda recaímos em padrões,
c) são um desafio a nossa compreensão, e
d) independente da nossa concepção religiosa, estamos também
resgatando algum carma, pecado, culpa de nossos ancestrais, ou
similar, muda apenas a linguagem de acordo com a cultura e a
religião...
... porque acreditamos nisto, pois um Deus justo e misericordioso
apenas deseja que aprendamos as lições e ao invés de culpa, que
aprendamos a nos responsabilizar. (Isto é uma diferença
quilométrica e abordo esta questão de forma ampla no meu livro
citado).
Acho bom reler este parágrafo e digeri-lo bem, pois ele contem
algumas chaves, mas não secretas e sim as que foram expostas!
Sendo que a mais contundente é esta em outras palavras:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 66 - 11 7


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- A vida é complexa sim e, portanto nosso subconsciente,


inconsciente e supraconsciente são mais do que processos pelos
quais resgatamos alguma coisa, seja algo do passado
(geralmente sentimentos negativos), seja do futuro (a existência
de um Espírito Divino em nós – algo ainda inconsciente na
maioria mas num sentido superior, por isto supraconsciente).
- A vida é esta estranha loucura de usar tudo e todos ao mesmo
tempo e vou repetir: tudo e todos ao mesmo tempo para
resgatar, criar, moldar, amadurecer, provar, refazer!
Portanto, não olhe a vida apenas como um amplo consultório
para efetuar sua limpeza psicológica, nem como um gigante
parque de brinquedos para usufruir seus desejos por algum
tempo, nem como um austero campo de batalha, nem como um
complexo laboratório para criar novas idéias e conceitos, mas
como tudo isto e muito mais! Cada um é vivido dentro de uma
fase evolutiva ou de consciência em destaque e simultaneamente
todos atuam em alguma área.

Quarto espelho: reflete a noite escura de nossa alma, em que


uma situação ou pessoa deflagra em nós o contato com nosso
medo maior! E normalmente a princípio aquela situação ou
pessoa representa algo que nos encanta... para depois mostrar a
que veio... mas daí já é tarde!

Quinto espelho: reflete o grau de compaixão que temos por nós


(ou não); portanto reflete onde nos cobramos sem dó e piedade,
exigindo coisas absurdas e impossíveis que minam nossas
energias e por vezes nossa vida (Gregg cita como exemplo o
caso de uma modelo).

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 67 - 11 7


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O que fazer com todas estas informações?

♦ Não podemos viver como detetives, vendo em cada pessoa


ou situação o que ela estará nos refletindo para enfim desativar
“o espelho” e garantir nossa paz. Nem correr de consultório em
consultório feito maratona psicopática, achando que terapias em
massa vão fazer o milagre de evitar experiências chaves em
nossa vida. Nem adianta comprar espelhos côncavos, convexos,
de duas faces, ou orar e rezar sem parar pedindo a Deus que nos
livre de todas as tentações da vida, pois algumas são de fato um
teste para ver se já aprendemos a lição ou então para nos
amadurecer, como acabamos de ver.

Creio que o mais natural e simples é constatar de tempos em


tempos o que nos está fazendo sofrer de algum modo singular
agora (ou que nos fez sofrer no passado de forma acentuada
onde optamos por colocar panos quentes e seguir em frente ao
invés de decifrar o espelho), lembrando que podemos sofrer de
formas variadas, portanto, não restringir este verbo a relações ou
coisas, mas apenas detectar, talvez agora, se perguntando:
- O que ou quem neste momento de minha vida está me fazendo
sofrer?
Ou já foi motivo de grande sofrimento?

Escreva a primeira coisa que lhe vem a mente, não espere e


racionalize.
Apenas escreva; por isto, ao se fazer a pergunta, veja se pode
registrar as respostas que virão (se tem papel e caneta na mão

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 68 - 11 7


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ou um notebook, tempo, etc.), para não perder o frescor das


respostas espontâneas – dificilmente você conseguirá sequer
reescrever as frases e perceberá que elas em sua simplicidade
exprimiam com exatidão o questionado.
Provavelmente virá mais de uma resposta. Mais tarde sim pode e
deve destrinchar cada uma usando a analogia dos espelhos, mas
para isto terá que esquecer as pessoas e situações, e apenas se
concentrar no que elas estão refletindo, quais sentimentos, quais
sensações. Mas no primeiro momento, não julgue, não analise.
Tampouco se culpe ou se sinta frustrado. Apenas escreva o que
lhe vem a mente.

Exemplo pessoal:
- Ao estipular um período de pausa em minha vida para ordenar
os últimos 5 anos que foram ricos em espelhos e assim evitar a
continuidade deles e poupar meu sistema nervoso que já se
encontrava fortemente estremecido , uma pessoa envolvida na
época, na verdade um parente próximo, disparou um e-mail
altamente crítico, carregado de julgamentos absurdos onde,
entre outros, acusou-me de preguiçosa!
Depois de passado o choque, esqueci a pessoa tanto quanto me
foi possível e busquei entender o absurdo desta situação.
Primeiro me perguntei quem eu julgo (igual fui julgada) de forma
“injusta” (principalmente porque o último adjetivo que eu
merecia era ser chamada de preguiçosa e justo esta pessoa tinha
presenciado cenas que a impressionaram em relação a minhas
iniciativas). E, além disto: se eu não preciso sustentar uma
pessoa, nem preciso aguentar sua forma de viver, não tenho o
mínimo direito de dizer qualquer coisa sobre a vida dela, sendo
ela preguiçosa, sob meu ponto de vista, vaidosa, nervosa,

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 69 - 11 7


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enfim... (aliás, percebi que pessoas tipo práticas ou manuais,


consideram pessoas do tipo intelectuais ou artistas facilmente de
preguiçosas ou não produtivas).
E veja, assim que me fiz a pergunta surgiu uma pessoa na mente.
De fato, eu julgava a forma de viver de uma pessoa (um parente
próximo também) sem mesmo notar. Era “natural” e coisa antiga
(devido a fatos da infância somados a outros posteriores), mas
como a gente vivia distante, caiu no esquecimento. Logo em
seguida me conectei com a alma da pessoa e pedi perdão a ela.
De fato me senti muito mal em perceber que no subconsciente
continuava ativo um comando automático de julgamento, mesmo
quando vivia longe. Meu pedido foi tão sincero que dias depois
topei novamente com a pessoa e senti que aquele ranço do
passado tinha se dissolvido (sendo que dias atrás o meu
julgamento “automático” e o temperamento colérico da pessoa,
tinham detonado uma situação delicada que havia estremecido
nosso contato). Desde lá aquele momento (de fato, toda
mensagem chega no exato momento de sua concepção) nossa
relação vem florescendo sob bem outra base. Não perdi meu
senso crítico, apenas deixei de julgar! Temos que ter senso
crítico, mas sem fazer dele uma faca afiada ou uma balança tipo:
julgamento final! Observando mais atentamente o tal do parente,
percebi que ele não é preguiçoso, ele apenas tem sua forma de
viver e de batalhar pela vida e de fato tem feito grandes
conquistas nos últimos anos, pelas quais fico realmente muito
feliz!

Dias depois constatei outra faceta daquele “ataque surpresa” (eu


o apelidei de “e-mail tsunami” – porque veio sem aviso e sem ter
havido um ataque pessoal, o que me deixou sem palavras. Tanto

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 70 - 11 7


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que não consegui responder e depois de ter me recomposto,


percebi que devia colocar a ênfase no que eu tinha a aprender).
Tive um “eureca” e vi que aquela era a voz do meu 5º. espelho
(na época eu não havia lido o livro de Gregg, mas agora já posso
usar sua teoria para explicar este espelho), ou seja: a pessoa
representou também a voz da falta de compaixão por mim
mesma! Do quanto me julgo, do quanto não me permito de fato
(ou não permitia até então), a nível subconsciente, uma pausa
para me recompor e iniciar uma nova etapa, justo para digerir os
anos anteriores.
Portanto, meu subconsciente me dizia em algum nível que sou
preguiçosa! E encontrou alguém que me passou a mensagem!

Passados mais uns dias recebi a visita de minha amiga mais


antiga e conversando sobre o tema e outros do gênero, ela falou
num outro contexto algo sobre relações sadomasoquistas. Daí
tive o terceiro “eureca” relacionado à mesma situação!
Percebi que usei meu exagerado senso de responsabilidade (na
função desempenhada) para justificar na época a difícil decisão
que tomei em concluir a tarefa até o final, custe o que custasse.
Hoje vejo que no fundo, por detrás das cortinas, estava um
fantasma masoquista, que adorava se sentir “importante” por ter
“sofrido”, mas permanecido fiel e até o final... aos outros! E não
a mim! E foram meus nervos que pagaram o preço, entre outros!

Viram como uma mesma situação revelou três facetas chaves em


relação ao meu comportamento psicológico subconsciente? Vale
aqui citar a frase:
- Quem procura acha os tais dos fantasmas! E como... até mais
do que imagina!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 71 - 11 7


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Mais uma dica relacionada ao “mundo dos espelhos”:


- Os espelhos geralmente refletem em formato gigante, algo, que
por vezes, temos em escala diminuta em nós, mas temos!
Exemplo pessoal:
- Uma pessoa quis muito ser minha amiga (isto foi na Suíça). Mas
a pessoa falava muito, ria muito alto, mesmo em público e evitei
a amizade até não poder mais. Quando “encarei o espelho” de
frente, percebi um dia, que a pessoa havia se tornado mais
calma, dava-me tempo para falar também e na sua risada alta e
espontânea, consegui ver um aspecto charmoso.
Percebi então que eu também falava demais com algumas
pessoas e em algumas situações. Ou era ansiosa demais. Enfim,
nossa amizade se consolidou dentro de um molde tranqüilo, sem
expectativas e temos contato via e-mail até hoje.

Espelhos, portanto, existem a todo o momento, aliás, como já foi


dito: de diversas maneiras:
- Toda nossa vida é reflexo de nós, de nossas idéias, conceitos,
preconceitos, medos, justo para termos a chance de “ver e
limpar” nosso interior.

Que tal a gente fazer um check up e ver então como anda neste
momento nossa mente e coração por detrás dos bastidores?
Acaba de me ocorrer uma idéia mais técnica:

- Que tal fazer uma lista de 3 medos, 3 preconceitos, 3


frustrações, 3 anseios profundos.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 72 - 11 7


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♦ Quem vai ser corajoso e olhar a Medusa de frente sem medo


de com isso fazer morrer um monte de “egos” que vinham se
escondendo feito fantasmas? Dar a eles o nome de egos é
injusto, mas esta é a linguagem que muitos entendem, o correto
seria dizer: um monte de sentimentos desbotados, amarrotados,
amassados, que envernizamos no decorrer da vida com orações,
mentalizações, e outros meios, para que nos deixem em paz. Os
anestesiamos sempre que uma situação os acordava de seu
sono. Mas chegou a hora do grande despertar!

Olhar nossa coleção de fantasmas de frente, realmente os


matará só do susto de terem sido descobertos! Estavam
confortáveis escondidos em tantas pessoas e situações que nos
damos ao luxo de ignorar, ou então de apenas criticar e julgar,
vendo nelas nossos algozes. Com certeza estas pessoas de fato
teriam que urgente também aprender a encarar a Medusa, mas
isto de fato é o problema delas. Nosso problema e
responsabilidade são de desmascarar nossos fantasmas para
assim podermos liberar aquelas pessoas e situações, que tinham
apenas a função de “nos acordar” do nosso sono de vida
inconsciente.

Depois disto penso que podemos nos arriscar a aplicar a Lei do


Segredo e ver quais desejos de fato nos tornariam mais plenos
como seres humanos, principalmente por termos negado alguns
desejos genuínos confundindo-os infantilmente com “apegos a
matéria”. Este ato de resgatar desejos genuínos, importantes, vai
criar um universo mais coerente e harmonioso, pois ele já não

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 73 - 11 7


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precisa refletir nossas frustrações, mas sim nossas sadias


ambições.
Lembrando de aplicar a lei conforme explicado:
- Devemos imaginar já ter aquilo ou aquelas qualidades, imbuído
de muita emoção e sentimento! E isto vale para a saúde
também. Imagine-se plenamente curado de algo.
Existem relatos de curas milagrosas, não só no livro de Gregg,
mas em outros, como no livro de um médico japonês, Dr. Nobuo
Shioya (não sei se tem alguma obra dele traduzida em português,
caso não, me proponho a traduzir o livro mencionado, que tem
histórias incríveis. É o relato de um ser humano que lutou contra
várias doenças, curando todas com a aplicação da visualização e
sendo inspiração de cura para muitos).

Voltando aos 3 itens:


Quanto aos anseios profundos, provavelmente vai perceber que
desejos e anseios vão se mesclar ou então se delinear
claramente.
A chave é que de algum modo eles precisam lhe motivar. Por
isto, se sua mente se bloquear na hora de escrever algo, os
motivos podem ser muitos, como:
a) medo de encarar seus anseios,
b) o sabotador da alegria inconsciente em ação não permitindo
perceber quais seus focos de satisfação genuínas, ou
c) talvez seja apenas um bloqueio momentâneo devido ao
cansaço, ou por não ser o momento adequado.
d) mas caso perceba que o problema é um bloqueio real,
imagine algo que lhe motiva, estimula, anima, acende uma luz
no coração, ou uma faísca de alegria? Estes são sinais da alma.
Exemplos:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 74 - 11 7


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Pode ser que esteja na profissão certa, mas na cidade errada ou


vice-versa; pode ser que sua atual relação só veio para lhe
espelhar algum medo? Falta? E por isto nunca vai lhe trazer
alegria enquanto não olhar para dentro de si, para a pessoa
poder deixar de refletir. Poderá correr o risco da relação acabar,
mas daí não será com sofrimento e sim com alívio, ou de atingir
um novo patamar. A dor que vai sentir é apenas natural, pois nos
apegamos a tudo com o tempo, até a uma árvore, portanto, não
leve o apego tão a sério e a dor que resulta disto e sim se ainda
faz sentido ficarem juntos!

Desejo a todos uma boa faxina interna e externa e uma nova


etapa, plena, serena e confiante, sobretudo em um Criador que
se expressa por nosso meio para completar sua obra, onde cada
um tem um papel único, essencial, lembrando que cada um afeta
a Criação a todo momento, portanto, que o façamos com cada
vez mais harmonia entre Criador, Criação e Criatura! E encontre
seu caminho para se conectar com Deus, como quer que O
conceba. Isto é o Alfa e o Omega, a base de todo sucesso real! É
esta conexão que faz com que a gente nunca se sinta só, pobre
ou infeliz de fato. Se ainda não sentiu isto, é porque nunca sentiu
uma conexão real com Deus como quer que O conceba, pois é
inevitável o sentimento de paz, abundância e plenitude. Deus
preenche de uma maneira que não dá para explicar, só sentir e
saber!

Quem já não recebeu o anexo “Ainda tomaremos café juntos”? A


bela estória retrata de modo não religioso, a importância das
coisas essenciais em nossa vida, onde Deus ocupa um lugar
central, de modo a irradiar o amor e a paz para com tudo e todos.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 75 - 11 7


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Sim, porque alguns usam Deus para se tornarem carrascos em


seus lares e fora deles! Cuidado! Este Deus de fato é de “sua
autoria”. Colocar Deus antes e acima de tudo é a grande meta,
mas existem poucas almas maduras o suficiente, para poderem
abdicar da família ou então não terem por compromisso formar
uma, para apenas buscar por Deus e assim repartir algum dia
suas experiências com uma família humana maior.
Via de regra a família é o altar onde nossa concepção de Deus
pode e deve ser treinada! Além do mais, existe uma maneira
gentil de colocar Deus antes e acima de tudo que inclui a família,
porque ela, afinal, está servindo de oficina divina em sua vida.
Este tema pode parecer banal para quem não viveu o dilema,
mas para quem sabe do que falo, é uma grande chave. Todas as
almas passam por um período de radicalismos, onde pretendem
viver Deus à custa de atitudes extremas e portanto
desequilibradas. São os pseudomísticos. Se a gente soubesse
conservar o bom senso durante toda a jornada, iríamos abreviar
esta tendência adolescente de encarar a vida espiritual usando a
mente para refletir e concluir que Deus sempre tem que estar
presente na vida e não alheia a ela, pois a Vida é Sua Expressão
e nossa Escola! Portanto, sempre que excluímos algo com a
mente, estamos cortando a vida. Totalmente diferente é a gente
abandonar algo que já não nos serve mais! Porque de fato já
vivemos aquilo ou nunca sentimos necessidade daquilo, por
algum motivo que nem sempre sabemos explicar.
Infelizmente a maioria dos caminhos espirituais opta pelo método
de cortar algo que se diz ser negativo para o caminho. Estes
caminhos são do tipo asceta e só almas maduras poderiam de
fato seguir esta via, pois almas mais jovens vão cortar algo de
suas vidas, que no fundo ainda teriam que viver para amadurecer

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 76 - 11 7


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e desgastar! E assim não apenas atrasam sua evolução cortando


antes do tempo, como acumulam no subconsciente uma fila de
fantasmas de desejos genuínos por vezes, que deveriam ter sido
vividos e não abortados, para amadurecer a alma por meio deles.
E que algum dia, nem que for aos 90 anos, vão vir à tona para
alívio desta alma! Sim, estou retomando conscientemente este
tema, pois é um dilema de muitos que mistificam o caminho
espiritual, excluindo a matéria cedo demais ou em demasia.

Poucos caminhos postulam o contrário: viver cada desejo para


poder se chegar ao fundo do poço. Aqui o perigo consiste na fácil
tendência do ser humano logo se acomodar e então, ao invés de
desgastar seus desejos, ele acaba caindo numa espécie de
“vício”! Seria como se ele começasse a beber para matar o
desejo e acaba sendo um viciado em álcool, ao invés de se curar
por ter bebido todas! Vai mudar a garrafa, mas todos os desejos
são apenas diferentes teores de álcool, de origem diferente, mas
sempre de caráter viciante e entorpecente. Concluindo: não é
vivendo neuroticamente seus desejos que irá “extermina-los”.

E raros postulam um caminho mais ameno, como: ficar


consciente do que se faz e porque se faz e perceber quais
desejos, atitudes e crenças já estão na hora de serem
descartados, substituídos. Este caminho de fato simboliza a
humanidade de hoje, mais aberta, cansada de tantos métodos
radicais que causam mais dores do que cura!
Afinal, a matéria exige de nós a presença no mundo, mas o
espírito exige que não sejamos do mundo! E quer gostemos ou
não, precisamos conciliar ambos e cada vez com mais equilíbrio
e harmonia. E são poucos os caminhos que oferecem ferramentas

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 77 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

filosóficas simples mas suficientes para entender como, e raros


os que nos motivam pessoalmente a ter a fé suficiente não só no
conceito filosófico, mas no formato!

Outra dica simples e que esquecemos facilmente:


Se a gente sempre puder se lembrar que “treinar Deus” é treinar
as qualidades que imaginamos serem dignas Dele, vai ser mais
fácil e não importa se você vê Deus na imagem de um santo,
mestre, pastor, padre, profeta, na fraternidade dos libertos,
importa que você “importe” as qualidades divinas que ele ou ela
lhe inspirem a tal ponto, que sua vida espiritual ganhe um
impulso sem igual! E anote:
- Se seu caminho espiritual não lhe inspirar profundamente, sua
vida espiritual não poderá florescer adequadamente!
Por isto, não hesite em se questionar a este respeito volta e meia
(este é outro tema que abordei exaustivamente no livro
mencionado).

Gosto de lembrar que a qualidade mais bela que a alma deve


adquirir durante a jornada na Terra, é a misericórdia! E nada
mais justo que iniciar esta compreensão por nós, ao a gente se
olhar, ver as mazelas, e aprendermos a aceita-las. Aceitar-se
como se é. Sem por e tirar. Há 7 anos atrás achei que isto era
impossível para meu nível de expectativa em relação a mim
mesma. Fui “duramente testada” pelas pessoas mais próximas e
graças a Deus percebi que eram testes (e a pessoa mero meio)
para ver se eu iria ficar contra mim.
Sempre fiquei ao meu lado. Foi uma sensação maravilhosa.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 78 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

Aliás, aqui cabe minha última colocação que me veio à mente


esta madrugada:
- Quem não conhece a prática mágica do Ho´oponopono? Após
ler o livro de Gregg, diria que a prática proposta no Hoponopono
é, em outros termos, a prática do quinto espelho.
A incrível prática proposta pelo Dr. I. Lew Hen e divulgada na
internet pelo Dr. Joe Vitale, é a prática da misericórdia por nós ao
a gente constatar que os outros apenas refletem algo nosso. No
caso, a ênfase está nos aspectos ditos negativos, sombrios, dos
quais não queremos tomar consciência, principalmente pelo
medo de sermos punidos, de não sermos perdoados. Mas o
Hoponopono mostra o caminho do autoperdão, sendo que
quando se lê a versão mais completa desta prática, percebe-se
que por detrás está a consciência de que nosso Deus Imanente (o
Espírito Divino em nós) e mesmo O Transcendente nunca nos
julga ou condena e por isto também nós não deveríamos fazer o
mesmo. Nenhum mestre verdadeiro, nenhum ser realmente
espiritual nos julga, mas nos propõe algum método de nos curar
plenamente via ação divina, como quer que se conceba a
mesma. Quem quiser ler mais a respeito pesquise no site:
www.hooponopono.com.br

A propósito de site, aproveito para citar os sites referente à Jane


King e para comentar que na minha experiência de vida, textos
canalizados precisam ser garimpados, pois atualmente há um
verdadeiro dilúvio de textos e livros canalizados, sendo que
muitos são frutos de “autocanalizações”, ou seja, do arquivo
subconsciente da pessoa. Aqui uma dica que encontrei depois de
refletir um pouco a respeito:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 79 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

- Um texto realmente canalizado e por um ser de sabedoria e não


por um espírito se fazendo passar por um, jogando um pouco de
verniz em alguns conceitos, sempre traz algo novo. Não
exatamente uma nova tese, mas lança uma nova luz sobre um
tema importante para a evolução da alma do ser humano. Afinal,
um ser de luz de fato, só poderia fazer isto. Senão para que
canalizar? Para ouvir o mesmo ABC que já conhecemos?
E no final vale o que vale para qualquer texto, seja de um livro,
revista ou da internet:
- Precisamos usar nosso bom senso para não virarmos esponjas
humanas que andam por aí cheio de informações distorcidas
corrompendo nosso software com vírus de todos os tipos!
Sejamos seletivos:
Aprendamos a tirar as pérolas de cada leitura e transforma-las
em uso para que possam nos transformar!

http://www.luzdegaia.org/ptaah/jking.htm
http://www.eurooscar.com/amz/indice.htm
(este só tem alguns artigos de Jane, mas tem um pouco da vida
dela, senão me engano).

Concluindo:

♦ Portanto, depois de se ler a obra de Gregg Braden, do Ho


´oponopono e de Eva Pierrakos, não podemos dizer que não
entendemos “clara-mente”, que todas as nossas graças e
desgraças são frutos de nossas crenças, medos, preconceitos,
anseios, e que mudando o foco interno da mente, muda o
externo, a matéria inclusive, porque está provado que a matéria

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 80 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

vista sob um potente microscópio, não é densa, mas tem


imensos espaços vazios e a última “camada” é uma matéria tão
sutil que é altamente maleável ao nosso pensamento e por isto
podemos produzir tanta desgraça em nossas vidas, pois criamos
a todo instante nosso mundo por meio da criação desregrada de
pensamentos.

Mas igualmente podemos reverter tudo isto e produzir muita


graça, muita harmonia ao usarmos o pensamento de forma
centrada, direcionada. Sem nos tornarmos ascetas mentais. Aliás,
por isto os verdadeiros sábios dizem que não adianta fugir para
uma montanha isolada, pois vamos levar nossa mente conosco e
por isto também dizem, que nada vale o homem conquistar
impérios e continentes, se não sabe dominar sua mente!
Às vezes um período de isolamento é altamente benéfico e
necessário, principalmente quando a alma chega na etapa de
consolidar alguns processos internos, como fortalecer seu
contato com o espírito divino (que cada religião e sabedoria dá
um nome variado como já vimos e não é o nome que importa, ou
mesmo o método para realizar Deus em nós e por meio de nós,
mas sim se ele nos inspira). Mas quando isto for importante, a
“vida” vai nos direcionar de um modo ou outro para esta etapa!

Muitos vão se perguntar como controlar a mente e os


pensamentos sem se tornar alguém rigoroso, tipo asceta, que vai
gerar apenas mais pensamentos, porque a função natural da
mente é de fato pensar e, além disto, a tendência natural do ego
é a de se rebelar; somos egos rebeldes. Uns mais, outros menos.
Depende da consciência da pessoa.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 81 - 11 7


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Creio que o caminho mais indireto e por isto menos tenso, é


evitar sermos duros em nossos julgamentos seja para consigo e
para com os outros usando nosso caminho espiritual e buscando
estar bem conectado com Deus, cada um ao seu modo, para ter
forças Dele para realizar algo que revela a mais bela face de
Deus por nosso meio:
- A misericórdia!
Pois somente a alma iluminada pelo Espírito de Deus pode
expressar misericórdia. A personalidade é insuficiente. Ela pode
compreender.

Um dos esforços meramente humanos que posso recomendar é


se manter neutro. Quando algo lhe afeta e você não consegue se
conectar e está sempre com a espada do julgamento nas mãos,
por mais que a largue... então busque ficar neutro, não pensar na
pessoa e na situação depois de ter constatado que ela está lhe
espelhando algo, e que, portanto, é sua criação lhe dando um
alô. Se puder manter esta consciência sem agora virar a espada
contra si, verá que dominará os pensamentos sem grande
esforço, porque mudou o foco e não porque controlou os
pensamentos à força. Mas mesmo para ser neutro precisa de
uma força superior a da personalidade, por isto, por detrás de
toda grande transformação está sempre Deus, como quer que O
viva e O conceba!

E se for testemunha de uma ação que considera injusta, ore por


ambos ou todos os envolvidos para que cada um possa
reconhecer sua parcela na criação daquela situação.
Orar por luz ou mentalizar uma luz branca sempre ajuda e não
interfere de forma deliberada, afinal, não temos o direito de

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 82 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

interferir de forma direta, ao, por exemplo, se mentalizar que tal


situação “termine com x ou y resultado”. Aí vamos interferir no
livro arbítrio e vamos nos conectar com esta situação em níveis
mentais e ter que resgatar parte dela também.
Se alguém deseja ser curado de algo é diferente: podemos ajudar
se formos solicitados de forma direta ou indireta, lembrando que
a melhor ajuda ainda é a pessoa aprender a tomar consciência
que ela mesma pode mudar toda sua realidade. Porém, podemos
e devemos dar uma ajuda se nos sentimentos preparados
também com mentalizações neste caso, para reforçar o foco!

Para finalizar, é bom lembrar que ninguém espera que uma


criança pule sua etapa para se tornar um adulto, assim também
Deus tem paciência conosco, aguardando que a gente
amadureça. Os líderes religiosos de antigamente, e hoje
educadores e psicólogos têm o delicado dever de ajudar-nos a
amadurecer, mas eles também são somente seres humanos, por
isto, cada um tem hoje o dever de concluir a obra deles, inclusive
fazendo uma raspa em coisas que não valeram a pena. Em
alguns casos valerá a pena demolir a estátua sem forma e sem
graça. E reiniciar a obra e fazer de seu ser uma obra de arte
digna do nome Ser Humano!
E para as almas maduras chegou o tempo de fundir o humano
com o divino e assim tornar a estátua vivente por meio do hálito
de Deus!

Adendos finais

Resumo das dicas apresentadas:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 83 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

♦ Quando já tinha concluído esta obra, caiu em minhas mãos o


clássico livro de Louise Hay “Você pode curar sua vida”. O
curioso é que eu o presenteei em alemão há anos atrás e até
alguns CDs e por isto acabei não lendo, pois na época priorizei
presentear o material, pois a pessoa estava muito mal e achei
que este livro, pelo sucesso e por comentários lidos, só poderia
ajudar! E acabei esquecendo dele!

Portanto, lendo no livro de Louise, vi o quanto ele de fato é outra


jóia, por isto optei por refazer a lista dos livros sugeridos e
acrescentar os seguintes comentários:

a) Constatei que algumas pessoas precisam ler diferentes facetas

do mesmo tema, para ganhar um quadro claro, por isto ler livros
de autores diferentes sobre temas em comuns, é uma maneira
poderosa de amadurecer algum processo em nós!
b)Também existe um outro grupo: algumas pessoas se afinizam

com um autor e este lhes toca a alma e pode, portanto, promover


suficiente impulso para tomar atitudes e é isto que no final conta
em se tratando de livros de autoajuda!
c) E existem livros que mais afetam homens ou mulheres
mais intelectuais e outros que afetam mais mulheres ou homens
sensíveis! Por isto vou atribuir aos livros que recomendei uma
nota pessoal neste sentido, usando I para pessoas tipo Intelectual
e S, pessoas tipo Sensíveis, lembrando que temos hoje pessoas
com ambos aspectos bem equilibrados e, portanto, precisam dos
dois!

Livro de Gregg Braden “A Matriz Divina”: +I

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 84 - 11 7


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Livro de Eva Pierrakos “Criando União”: -I


Teoria e prática do Ho´Oponopono: +S
Livro de Louise L. Hay: “Você pode curar sua vida”: -S

O mais simples, no entanto, é você ir numa livraria e ao olhar o


livro saber qual lhe cativa!
Mesmo assim, seguem mais algumas recomendações:

a) Livro de G. Braden: por um lado é um livro destinado para

pessoas que gostam de física e psicologia, porém sem o uso de


jargões e palavras técnicas complicadas! Por outro lado, ele dá
um embasamento científico em temas que até então eram
apenas conceitos metafísicos e como a maioria de nós hoje em
dia precisa “crer para ver”, pessoalmente considero a leitura
deste livro como um reforçador ou uma base poderosa para, por
exemplo, crer na simplicidade com que a Louise Hay expôs há
décadas a mesma teoria dentro da área psicológica, mas de
forma tão simples, que muitos com certeza leram o livro na
época e nem se deram conta do tesouro dele. Pois bem, diria que
o livro de Gregg ou os livros dele, tem o poder de provar o valor
dos tesouros que livros como da Louise e mesmo como práticas
tão simples como a do Hoponopono podem, de fato, ser tão
poderosas.

b)Livro de Eva Pierrakos: ele aborda de forma psicológica o tema

da relação a dois não só em relação aos traumas de infância,


modelo dos pais, e quanto a correta noção da função da
sexualidade, mas também define com maestria o conflito entre
Homem e Mulher, cada um representante de um pólo da vida: o
homem, o positivo, ativo e a mulher o “negativo”, passivo.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 85 - 11 7


OS SUPER SECRETOS ARQUIVOS X EM NOSSA MENTE <<>> HELENA SCHAFFNER

Esclarece como ambos precisam integrar ambos e a importância


de saber usa-los na vida, no cotidiano. É uma leitura intelectual,
mas muito fácil de entender. Considero-o complementar no
processo de autocura, pois a maioria de nós reflete seus traumas
de infância, ou relacionados aos modelos dos pais na relação,
diretamente na vida amorosa atual, ou na inexistência dela. Mas
como a relação não reflete somente as mazelas (graças a Deus),
o livro aborda os outros componentes que tornam as relações
infelizmente, tão difíceis por vezes, não por estes componentes
serem negativos, mas porque não são compreendidos na sua
mais elementar função.

Lembro que Flávio Gikovate disse num dos seus livros que o ser
humano não é preparado para o amor. A gente acha que basta se
apaixonar e pronto. Tudo resolvido. Qual nada. Aí que começa a
jornada! E que jornada! Mesmo tendo-a experimentado por pouco
tempo, ela me deu material para digerir por longos anos. E só
agora estou pronta para outra dose!! (De fato, constato, como
muitos, que as escolas apenas nos preparam para ler, somar, e
aprender alguma profissão. Ou seja, o enfoque está ainda no
“homem habilis”. Céus, gostaria de nestas horas usar “A Mágica
de AZ “ e mudar toda a disciplina praticada nas escolas: de A a Z,
inclusive reformulando o método de aprender a ler e a somar,
onde os verbos, a exemplo, são mais do que palavras para
conjugar, mas representam os elementos ativos da criação e os
números representam valores ativos e passivos, numa escala
aritmética. Mas quem sou eu. Levei 50 anos para aprender o
pouco que expus neste livro. E isto me entristece: com que
morosidade captamos o essencial da vida).

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 86 - 11 7


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E ainda tem pessoas que não valorizam livros e adquirir um


mínimo de cultura. Estes o Criador deve olhar e dizer:
- Montei um computador tão complexo na mente dos homens, e
eles o usam apenas para satisfazes suas vontades carnais mais
elementares e para digitar alguns e-mails, geralmente sem valor
algum. Enfim, usam um sofisticado computador como uma
máquina de datilografar.
Não acho que todos têm que ler livros sem fim e nem usarem a
mente como mero objeto de decoração: decorando textos e
idéias de outros para mostrar cultura. Falo do desejo genuíno de
querer entender um pouco do motivo de termos sido criados com
um aparato tão complexo quanto o cérebro e tão delicado quanto
o coração. Para quê? O cérebro usamos como uma TV para
projetar nossos piores programas: pensamentos sem fim, sem
valor, sem conteúdo; não o usamos para refletir, imaginar, criar
coisas boas. E o coração virou nosso lixão de sentimentos
negativos. Oras e ainda reclamamos que a vida é ruim?
Puxa, agora dei uma viajada legal. Vamos retomar o fio. Segue a
próxima obra que recomendo como sendo complementar para
realizarmos nossa faxina interna.

c) Teoria e prática do Ho´Oponopono: para pessoas que gostam

de práticas simples e não precisam de grandes explicações do


processo para crer em algo! Não precisam, por exemplo, saber o
nome dos espelhos e suas funções, apenas entender que existem
e que precisam ser curados.
Esta prática, como já disse, trabalha na linguagem de Gregg, o
5º. espelho (no meu entender). E, portanto apela para a
compaixão pelo nosso estado interior. Pela magia do perdão.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 87 - 11 7


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d)Livro de L. Hay: diria que a história de vida de Louise não dá

para comparar com a história real e também difícil do Dr. Nobuo,


pois ele foi doente fisicamente e Louise sofreu em outros termos,
além da doença que contraiu mas tarde. O livro de Louise é o
mais completo de todos no sentido do número de exemplos e
práticas, reunindo vasto material onde são abordados diferentes
casos e onde os espelhos ficam claros sem precisar entrar em
detalhes técnicos. Também as teorias do quanto o mundo físico
não é tão físico, fica claro ao ela usar do poder curador também
em relação a doenças. Mas, devo confessar que o livro de Louise
só pode ter o impacto que teve para mim, por eu ter lido antes o
livro de Gregg Braden. Parece que a ciência tem o poder de
“empoderar” as conclusões e práticas psicológicas ou mesmo
metafísicas, tornando-as críveis e até verificáveis, capacitando-
nos a ver a grandeza e o poder de uma simples afirmação, tal
como a autora relata com vários exemplos, inspirando-nos à
prática.
Louise ainda dá dicas simples para cada área da vida. De fato ele
é um livro tipo “Um GPS para sua Vida” (no meu livro eu inclusivo
forneço várias das dicas dadas por Louise, mas do meu jeito,
sendo que algumas eu aprofundo mais, porque me propus a
clarear alguns temas no seu máximo, pois hoje o ser humano
está mais maduro do que na época do lançamento do livro dela.
E dou outras dicas, como a importância vital de uma boa noite de
sono no processo de qualquer cura e para a saúde do corpo,
mente e alma).

Portanto, o ideal mesmo é ler ambos: Gregg e Louise, pois


formam o par perfeito pelos motivos já expostos. Um
complementa o outro de forma incrível. O livro de Eva sugiro ler

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 88 - 11 7


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em terceiro lugar, pois daí poderá entender aquelas frases e as


deixas nas entrelinhas, que normalmente nos escapam na
primeira leitura ou quando somos muito leigos, pois o livro dela é
muito rico, embora seu tema central seja a relação. Mas já
sabemos que nada está separado e, portanto, cada tema possui
vários temas coadjuvantes ou complementares.

E no final dê uma lidinha na fantástica experiência realizada por


um terapeuta com a prática do Ho´Oponopono (ele curou um
pavilhão de criminosos perigosos sem nunca ter visto ou visitado
um deles).
Mas via de regra vale aquela máxima: para cada um vale uma
seqüência diferente tanto quanto a ordem de leitura proposta
como em tudo. Fato é que cada livro vai ajudar a entender a
amplitude do outro e tornar sua jornada interna mais plena e
quem sabe motiva-lo a dar desta vez uma guinada pra valer em
sua vida.

Dicas sobre terapias

E se você se perguntar qual a melhor terapia para curar alguns


espelhos ou bloqueios mais profundos, principalmente algum
relacionado a infância, diria que depois de ter lido alguns dos
livros, terá mais clareza e mais abertura e por isto poderá fluir
uma terapia mais de acordo, pois até as nossas terapias refletem
nosso nível de “bloqueio” (no meu livro citado descrevo minha
experiência na Suíça com um psiquiatra, mas que não usava
medicamentos, salvo para casos raros). Ou seja: se me sinto
muito culpada por algo, posso, por exemplo, escolher um

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 89 - 11 7


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terapeuta que tem este nível de culpa também e por isto tanto
pode me atrasar a cura em função disto, ou por sua terapia ser
mais lenta, menos direta.
Hoje temos tantas novas terapias, que vale a pena dar uma
checada nas livrarias e ver os livros que mais vendem na área,
cito aqui rapidamente minhas experiências para ilustrar: fiz
quatro constelações e achei ótimo, mas acho que EFT é eficaz e
rápido, ou o Toque Quântico, mas muitos vão se curar por conta
praticando apenas o Ho´Oponopono.
Por outro lado, creio que cada terapia descasca melhor um
aspecto ou vários de um trauma, por exemplo. Não me
arrependo de nada do que fiz apenas me arrependo do que não
fiz: deveria ter feito uma terapia, mesmo que “pau a pique” mais
cedo. Pois é errando que se aprende. E não é incrível: eu achei
que estava sendo sábia em evitar terapias em geral (pois intuía
que muitos mais confundiam que curavam) e o mesmo quanto a
relações. Dizia: antes só do que mal acompanhada. Mas neste
meio tempo aprendi que nem devemos nos jogar cegamente em
qualquer relação ou terapia, mas também não esperar pelo
terapeuta ou terapia perfeita e pelo par perfeito. Ou como disse o
Ser que inspirou os inúmeros textos que viraram livros, de Eva
Pierrakos:
- É melhor viver uma relação ruim, que nenhuma. Pois você
estará na ativa e vai aprender mais rápido. (As palavras não
foram estas, mas o sentido sim).
Aliás, não posso deixar de aproveitar para dar mais uma dica de
leitura: procurando por alguns livros em minhas caixas de
mudança, encontrei um livro de Eva, que havia comprado num
sebo junto com outros, antes de me mudar, para realizar alguns
estudos. Adoro mesmo livros novos, mas desta vez abri uma

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 90 - 11 7


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exceção. O livro se chama “O Caminho da Autotransformação” e


de fato é uma outra pérola para os que querem realmente
aprofundar sua busca interior. Eu só dei uma lida na transversal,
como costumo dizer, e fiquei impressionada. Exemplo: encontrei
uma dica para aperfeiçoar o aspecto que havia abordado não só
neste livro, mas no outro, sobre a importância da gente não
realizar qualquer transformação somente com as forças do eu.
Foi daí que reformulei um dos textos, tornando-o mais objetivo.

Hoje é dia 05.04 e imaginei ter finalizado livro (estava fazendo


uma revisão final, diga-se de passagem, a décima, pois achei que
o livro estava finalizado na página 50 e agora ele está na página
99).
Vou aproveitar e citar uma frase que encontrei ao acaso:
“Você também deve entender que a mudança não pode ser realizada
apenas pelo ego. (...) Em grande parte, a dificuldade de mudar e a
resistência à mudança devem-se ao fato de você ter esquecido que não
pode concretizá-la sem a ajuda divina”. O grifo é do livro.
Não é maravilhoso? “Pedi e dar-se-vos-á”, já nos disse o Mestre.

E daí olhei algumas páginas anteriores e vejam um dos subtítulos


que vi:
- O crescimento é possível sem “noites escuras”.
Aqui cabe uma experiência pessoal.

Quando vivia no Mato Grosso, em 1986, eu lembro que


questionei o motivo da necessidade da dor. Concluí na época que
a dor só era necessária porque a gente não se abre para
aprender com amor, ou seja, quer sempre fazer tudo com nosso
ego, nossa vontade. E daí decidi testar minha teoria. Fiquei

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aberta a tudo. Muitas lições eu percebia de longe e daí eu dizia:


Ok. Já entendi o que devo aprender. Não preciso de nenhuma
bofetada! E de fato, eu evitei muitas dores só porque me abri e
me propus a entender o que determinadas situações queriam me
dizer. Mas, constatei também, que não dava para ficar atento a
tudo e volta e meia parece que alguma paulada é fatal e até
importante! Isto me frustrou, mas hoje entendo que na época eu
não tinha consciência que estas pauladas vinham do
subconsciente ou do inconsciente! E que sem uma limpa objetiva
e direcionada nestas camadas, uma “paulada” inesperada é
apenas “natural e necessária”, para a gente perceber a
necessidade de finalmente fazer uma faxina neste sótão
psicológico. Neste “zoológico de fantasmas”. Que tal programar
um passeio como quem não quer nada e dar uma checada qual
bicharada que está se escondendo na sua floresta mental?

Quanto ao livro “O Caminho da Transformação”, imaginem o que


vou sugerir? Que acrescentem este livro a sua lista!
Portanto, se parece que estou fazendo propaganda para a Cultrix
(pois o livro de Gregg e ambos da Eva são da editora), trata-se de
um curioso caso de coincidência. Mas como não existe nada por
acaso, vou ver o que isto tem a me dizer! Veremos!

Folheando com mais calma, eu vi que o livro acima contem


alguns dos textos do livro “Criando União”, mas ele abrange uma
grande gama de temas, muitos abordados neste livro e traz
algumas dicas extras, que só mesmo um Ser de Luz de fato
poderia dar! Quer ver um exemplo? Veja o que ele ainda fala
sobre a dica de pedir por ajuda divina:

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“Você está certo em acreditar que lhe falta a capacidade de mudar


quando se considera exclusivamente como o ego consciente e volitivo.
A resistência é em parte uma expressão da tentativa de evitar a
frustração de querer algo que não pode ser realizado e que certamente
desembocará na desilusão. (...) E o mesmo ocorre com o extremo
oposto, em que você professa a crença num poder superior, ou Deus,
que deve fazer tudo por você. Você se instala num estado de absoluta
passividade, esperando a mudança. Novamente o eu consciente não
dirige seus esforços para onde deveria.”
Genial, não é? Estas duas atitudes eu definiria de um lado o
sujeito tipo “ateu”, que só crê e usa suas forças, e do outro lado o
sujeito tipo “misticóide” (usando uma palavra que creio foi
cunhada por Livio Vinardi), que acha que Deus tem de fazer tudo
por ele!

Também neste sentido eu tive uma experiência pessoal.

Quando soube da entrega e do desapego ainda bem jovem, eu


treinei bastante ambos, aliás, eu morava em São Paulo e junto
com meu amigo estudante de psicologia na época, a gente
percebeu que enquanto continuava apegado a algo, aquilo não
acontecia. E testamos esta lei. E toda vez que a gente se
desapegava ou entregava o desejado acontecia.
Mas chegou numa época em que eu entregava e nada acontecia.
E fiquei confusa. O que estaria errado? Percebi depois de muita
reflexão e pedido por orientação, que a partir de certa etapa da
alma, não bastava entregar, era preciso, ao mesmo tempo certa
ação em relação ao tema. E no começo foi difícil entender
quando agir e quando entregar. Quem entrava em cena quando!
Mas acabei amadurecendo este aspecto também e por isto o
abordei no livro Um GPS para sua Vida, veja:

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“Aliás, a questão maior que impede que homens e mulheres cresçam


mais rapidamente, é sua teimosia numa auto-suficiência total num
sentido errado.
Isto é tão nefasto quanto a constante entrega que fazemos de nossa
capacidade de decisão em relação a nossas vidas, como já abordado
exaustivamente.
Saber exatamente quando e como pedir e receber ajuda, e
selecionar a ajuda, é com certeza a grande chave para um
crescimento pessoal harmonioso e em tempo mínimo, evitando
desgastes e dores desnecessárias, afinal, existe sim
- o caminho da dor
- e o caminho do amor.”

Concluindo o tema das terapias:

O jeito é começar e ficar aberto e alerta e ver se o método e o


terapeuta lhe “cativam”, pois volto a repetir: no meu caso na
Suíça achei o método do psiquiatra bom, mas ele mesmo refletia
minha falta de amor para comigo e quando constatei isto busquei
outro. Mas cuidado, se não fizer uma reflexão a respeito, vai
acabar atraindo outro terapeuta idêntico, apenas diferente em
algumas coisas. Assim como ocorre se terminamos uma relação
sem ter trabalhado os espelhos presentes. Atraímos outro
companheiro que vai refletir novamente nossos bloqueios,
medos, e claro, também algumas coisas boas... mas que de longe
nos compensam no nível afetivo, pois alguns destes
companheiros tem por função principal servir de “cura” e não de
“nutrição”!
Portanto, use seus terapeutas “medianos” como fonte de lição,
assim como com suas “relações ABC”. Eles vieram para você

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começar a aprender o alfabeto do amor próprio e a dois. Já os


caminhos espirituais vêm para nos preparar para amar a todos.

Percebi que alguns traumas ou bloqueios requerem, em alguns


casos, diferentes técnicas, sendo que cada uma tira uma
camada, conforme já comentei. Mas lembre-se: nada é uma lei!
Mentalize para encontrar a terapia e o terapeuta que vai poder
tirar de vez o bloqueio que vinha enfim bloqueando o fluxo de
sua vida!

Pois cada caso é um caso, e se eu tivesse feito isto, pode ser que
eu não tivesse precisado de várias técnicas e terapeutas. Por isto
estou lhe dando a dica, pois para isto servem as experiências
alheias e os livros:

 Para abreviar e até evitar erros, facilitar e inspirar nossa vida!

E depois de tudo lido, não diga que não teve a chance de CURAR
SUA VIDA, transformando-a por inteiro!
E entenda que se estiver lendo este livro, é porque pode e deve
abreviar erros em sua vida, ou evitar em repetir os mesmos.
Portanto, nada é por acaso nunca.
E não diga que não entendeu que somos absolutamente
responsáveis por tudo que nos ocorre!
E isto significa que sempre fomos os autores de nossas vidas, só
que infelizmente de forma inconsciente e por isto, sem ordem,
um caos!
Mas agora podemos reverter esta história e fazer da nossa vida
não mais uma história de caos, mas um caso de criatividade
consciente e constante!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 95 - 11 7


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Que tal memorizar os “3 Ces”?

A força das afirmações, orações e gratidões

Algumas pessoas não sabem direito como começar e embora o


livro de Louise tenha várias afirmações de fato maravilhosas,
quero rapidamente expor algumas dicas.
Vou dizer o que eu faço no momento (sim, porque a gente muda
e com isto mudam os conceitos, as técnicas, as necessidades):

- Costumo acordar cedo, pois a madrugada me inspira ao silêncio


e ao contato com o Divino.
- Agradeço pelo dia anterior, por tudo que recebi, principalmente
aquilo que nem percebi que foi uma graça (e creio que isto é o
que mais acontece)!
- Faço uma oração! (Use alguma que lhe inspire o mais alto
poder).
- Peço primeiro que todos os seres humanos recebam para o
novo dia uma pétala de luz e uma pétala de amor, e peço que
cada um saiba transformar a pétala de luz em sabedoria e a
pétala de amor em compaixão.
Use aqui a figura em que mais acredita para enviar estas pétalas,
pode ser Buddha, Jesus Cristo, Krishna, Brahman, Alá, Maomé,
Tao, o Grande Espírito, a Fraternidade dos Libertos. Não importa.
Importa que você creia profundamente na força destes seres.
- Depois me conecto com o Espírito Divino em mim, e peço que
ele me guie com seu amor e sabedoria! Que use minha mente,
meu coração e minhas mãos para produzir o melhor possível.
Que ele me faça saber o que de fato é importante fazer e deixar
de fazer neste dia! Que ele seja, enfim, minha Estrela Guia.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 96 - 11 7


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O resultado é que me sinto o dia todo protegida, acompanhada.


Não é nenhum sentimento místico, apenas vejo como tudo se
encaixa, até os problemas e dilemas. Por exemplo:
- Percebi com o tempo, que no caso de ter que me confrontar
com situações e temas fortes, recebo sempre uma proteção para
poder lidar com eles, sem deixar que me desestabilizem, ou
somente o mínimo necessário para entender que preciso “olhar”
para isto de modo mais cuidadoso. Ver o que preciso fazer.
Essa proteção vem de diversas formas. Umas vezes eu
intuitivamente lia algo naquele dia sobre o tema, ou lia algo forte
e que me dava muita paz; outras vezes amigos serviram de
escudo, enfim, a cada situação, meu amado Espírito usa o que
achar melhor.
Quanto ao fluir do dia, ocorre mais ou menos assim:
- Às vezes penso em fazer uma coisa e minha atenção se volta
para bem outra coisa. E se no meio de algo fico cansada, em
dúvida, me recolho por alguns minutos ou segundos em algum
canto (se puder me deito, pois percebi que minha mente entende
com o deitar, que me entrego a um poder maior, que relaxo a
mente, o coração e o corpo). E deitada peço mentalmente, sem
nenhum desespero, calmamente, que meu Espírito me mostre o
que fazer agora. Devemos ser apenas sinceros e dispostos a
querer ouvir a Voz do Silêncio, e todo o mais simplesmente
acontece.
Não se ouve vozes, nem ocorre nada de extraordinário, pelo
contrário:

- Os passos divinos são tão delicados, as intuições vêm de forma


tão diáfana, que só com o tempo você vai perceber na delicada e

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 97 - 11 7


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gentil “dica” ou idéia que lhe ocorreu com tanta naturalidade, a


Voz de Deus! Por isto a famosa e controvertida figura de Helena
Blavatasky a chamou com justa razão de A Voz do Silêncio, pois
de fato, aprender a ouvi-la requer entrega, predisposição de fazer
a vontade dela e não a do seu desejo no momento. Claro, pode
acontecer que seu desejo coincida com a vontade do que for
melhor para este dia ou momento, mas nem sempre. Mas não
esperem por uma revelação especial. Simplesmente comecem o
dia e vão fazendo e sentindo e seguindo aquela sugestão que
parecia ter sido só uma idéia boba, uma imaginação... não foi
não. Foi a dica da Voz sem Som!
E tudo meus queridos, é prática. E permitam-se errar, afinal,
somos seres da classe evolutiva e aprendemos errando.
O problema não está no erro, mas na insistência em seguirmos
nosso ego e não ver que alguns caminhos não são tão adequados
quanto nos parecem e que há outros que nosso Espírito Divino
nos aponta se pedirmos, evitando assim que toda lição tenha ser
aprendida com dor, mas por amor! E é isto que começa a fazer a
grande diferença na vida de um ser humano.
Pois então sobra somente aquela quota de dores que de fato
ainda necessitamos por alguma razão. E esta, o sábio Espírito
Divino em nós nos trará com toda a certeza, pois a função dele é
garantir nossa Carreira Celeste e não a terrestre. Esta é da nossa
conta e só será da conta Dele, se alguma decisão nesta área
viesse a interferir negativamente na Carreira Celeste, por isto
pedir uma orientação, dar uma checada sempre é bom.
Peça por orientação interna quando for definir seus objetivos de
vida, para saber o que ainda vale a pena conservar, o que seria
bom mudar. Ou então faça suas definições e peça pela opinião
Dele! E aguarde sem ansiedade. Pode ser que de repente você

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 98 - 11 7


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apenas mude de opinião e nem sabe direito por que. Esta seria a
dica mais subjetiva. Outras podem vir de terceiros. Enfim, não
tente imaginar como a resposta virá, mas ela virá.

Portanto, aprenda a conversar com Deus Imanente e


Transcendente do modo como sabe.
Mudei de técnica várias vezes e tive experiências singelas,
algumas fortes, mas todas tinham as mesmas características:
- Impessoais, quase imperceptíveis, e sempre respeitando minha
condição atual! Sem me julgar.
As experiências marcantes eu relatei no meu citado livro, depois
que ponderei e percebi que elas poderiam inspirar outros, pois o
correto é cada um encontrar seu jeito, copiando apenas o mínimo
para começar, mas depois de virar “adulto”, deve encontrar sua
fórmula. Sim, pois Deus jamais nos repreenderia por a gente
querer encontrar um jeito cada vez melhor de comungar com Ele,
pelo contrário, Ele veria nisto a prova sincera do quanto estamos
de fato querendo e nos empenhando.
Errado é a gente querer forçar coisas, desrespeitar o outro,
achando que todos tem que crer no que cremos, do nosso jeito.
Errado é a gente sempre querer fazer valer a nossa vontade.

Portanto, não hesitem em buscar por Deus feito crianças,


pedindo por orientação.
Esta é a humildade que nos aproxima Dele e fará com recebamos
as inspirações corretas, seja por meio intuitivo, por algum livro,
por algum amigo; Deus usa pessoas, situações e qualquer coisa
que possa nos tocar para nos ajudar a prosseguir nossa jornada.
E aqui entra em cena uma atitude que constatei como sendo um
dos elementos chaves para garantir o contato com o Espírito

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 99 - 11 7


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Divino: não ter medo! Pessoas que tem medo de tudo fecham os
circuitos internos! Não se abrem para o amor e a graça. Portanto,
vá atrás dos seus medos.
Des-cubra-os! Literalmente, pois a maioria vem de nossa
infância, de leituras erradas ou de fato de agressões e modelos
negativos dos pais.
Portanto, ter confiança, ter fé! Isto abre todos os canais e permite
que o Espírito possa de fato nos ajudar! Senão ele fica
literalmente impossibilitado.

Teríamos uma vida muito mais harmoniosa se pedíssemos mais


por orientação Divina. Não apenas meditar, refletir, mas pedir!
Afinal se meditar ou silenciar é essencial para “ouvir a voz de
Deus”, orar, pedir é essencial para “falar com Deus” e Ele saber o
que precisamos. Mas aí você diz: que absurdo! Ele sabe mesmo
antes da gente pedir. Afinal até a física quântica já comprovou
que um pedido nosso chega antes até de ser formulado. Sim,
sim, isto é muito verdadeiro (que pleonasma incrível, hem? Afinal
algo pode ser “pouco verdadeiro”?), mas também é verdade que
ainda temos um ego com seus desejos e sonhos e Ele não
interfere em nosso livre arbítrio, por isto, é necessário a gente
pedir para algo nos ser dado! Por outro lado, alguns desejos e
sonhos deverão ser realizados. Fazem parte do programa de
vida, de amadurecimento de nossa alma. Portanto, seria
mistificação de nossa parte entregar o que de fato queremos.
Podemos, se sentirmos algum conflito em relação a algum desejo
ou sonho, pedir por luz e ver o que nos impede de concretizar os
mesmos, pois, como já vimos o sabotador pode estar escondido
no subconsciente.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 0 - 1 17


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E afinal, Deus apenas tomará espaço em nossa mente e coração,


na medida em que a gente os purificar e pedir para Ele preencher
os espaços vazios que vamos criando... até que um dia Ele nos
tome por inteiro, e nos tornamos UM novamente.

Falando em comunhão, união, fusão com o Divino!

- Muitos temem esta comunhão achando que não restará nada da


consciência de ser fulano de tal. Tenho várias fontes em relação
a este tema controverso e o que ficou claro para mim foi o
seguinte:
- Se nada é à toa, muito menos a nossa criação. E mesmo que
houve uma ou mais quedas, ainda assim Deus trabalha sempre
com o intuito de resgatar e aproveitar (salvar na linguagem cristã
popular) cada vida, cada criação.
Fato é que atingimos um ponto culminante como seres humanos
com o advento da era mental. Agora podemos agir, sentir e
pensar! Estamos completos (algumas pessoas e povos ainda
precisam caminhar um pouco).
Portanto, agora podemos e devemos oferecer este ego maduro
para ser usado como veículo de expressão de Deus! Este é o
sacrifício! Mas, para egos maduros isto não será um sacrifício e
sim uma oferenda!
A idéia de sacrifício deve ser substituída por lealdade ao Divino!
E então ocorrerá a alquimia máxima:
- O Humano se tornará Divino e o Divino se tornará Humano. E
ambos saberão! E terão se mesclado como o Sal e a Água! O
mundo verá o humano e somente se o provar saberá que se
transformou em divino! Pelo sabor.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 1 - 1 17


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Este novo Ser então poderá purificar outros seres, como o mar
purifica!
E este é objetivo final da criação do ser humano aqui na Terra.
Depois começa algo que o Livro de Urântia definiu como a
“carreira celeste”. Achei genial a definição e a uso volta e meia.
Aliás, baseado na leitura deste curioso livro que escrevi o livro
UM GPS PARA SUA VIDA, onde me aventuro a discutir vários
temas polêmicos, como a queda, os vários caminhos e suas
diferenças, o sentido da dor (que sempre me intrigou), onde
termina a criação e começa a evolução e algumas supostas
“falhas” (antes faltas), que encontrei no Livro de Urantia, o qual,
aliás, não foi psicografado, nem canalizado, nem recebido por
telepatia, mas por um outro processo, um caso único até agora.

Portanto, mãos a obra, pois já viram que com a tão mal


compreendida iluminação, salvação eterna, fusão ou
transfiguração, termina uma etapa da alma, mas inicia outra,
gloriosa, para os Três que viraram UM novamente: personalidade,
alma e espírito! Mas agora com uma imensa bagagem. O Filho e
a Filha pródiga voltam para o Pai carregado com inúmeros
tesouros para os quais Ele tem uma meta certeira. Meta esta que
o Livro de Urantia diz que é um Grande Mistério, que nem o maior
dos Mensageiros Celestes tem condições de compreender
plenamente, mas apenas supor, pois para a classe deles, existem
outras “Carreiras Celestes”.

Esta meta eu intui num dos livros que escrevi e que deixei de
lado (Os Homens-Livros), pois sinto que ele terá seu momento.
Por meio de uma ficção abordo um tema que sempre me
fascinou:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 2 - 1 17


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- A evolução da consciência humana.


Optei por usar a ficção como veículo para poder ter a liberdade
de “viajar por entre as estrelas e universos” e assim, quem sabe,
captar algo que na Terra é muito difícil, dado ao grande peso da
gravidade da matéria. E no final do livro eu de fato captei algo
que quase não tive coragem de expor. Mas expus. E fiquei pasma
depois, ao ler todo O Livro de Urantia (agora que ele está
publicado em forma de livro), que ele induz claramente a esta
meta.
Ou seja: intuí qual a seqüência da Carreira Celeste de alguns
seres.

Mas, vamos voltar a Terra e terminar nosso aprendizado por aqui,


cuja universidade representa uma maturação básica dos
instrumentos pensar, sentir e agir para enfim servirem de
veículo adequado para a ação do Espírito Divino para não apenas
sentirmos mas compreendermos a felicidade com sabor de
eternidade!

Desejo a todos muita energia, alegria e disposição para viver sua


vida e fazer dela um cenário digno da grandeza de nosso
potencial. Não que a gente precise criar coisas grandiosas aos
olhos dos outros, mas para si. Se algo grandioso não servir de
inspiração para outros no sentido de provocar neles a busca pelo
Bom, Belo e Verdadeiro em seus níveis superiores, o grande de
fato não será grande espiritualmente, mas apenas no nível
material. E poderá inspirar outros a cobiça e a busca de algo
similar, apenas para se sentir igual. E isto não é de fato a meta
da vida como já vimos. E este é o tipo de exemplos que mais
temos: materiais! Por outro lado, isto faz sentido, porque durante

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 3 - 1 17


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séculos os seres humanos foram confinados a crer que pobreza é


símbolo de pureza ou de humildade, o que facilita a entrega para
Deus. De fato, mas veja aqui uma frase retirada do Livro de
Urantia online pág. 2093, que eu já possuía desde 2005, senão
me engano:
Jesus abençoava os pobres, porque em geral eles eram sinceros e pios;
ele condenava os ricos, porque em geral eram devassos e irreligiosos.
Ele condenaria igualmente os pobres irreligiosos e louvaria os ricos
consagrados e pios.

Fica claro que nenhum representante Divino sensato pediria para


cultivamos a pobreza material e sim a pobreza de ganância,
orgulho e soberba.
O problema atual é que agora somos levados a crer no oposto:
que somente seremos felizes com xis carro, xis cargo e outros,
desviando nossa alma unicamente para atender a nossa vida
material.
E volto a frisar: diferente é a gente buscar por um trabalho digno,
ou se empenhar em realizar sua vocação humana e através dela
atingir um conforto e uma vida digna, a que todos os seres
humanos têm direito.

Infelizmente ainda sofremos de um lado as conseqüências de


uma herança religiosa arcaica e desvirtuada, onde toda a
conquista material é vista como oposta ao divino; e de outro lado
temos os gananciosos que querem nos fazer crer que a felicidade
está no consumo, nas aquisições sem fim, e como recompensa
para o estresse causado por esta luta sem sentido real, podemos
comprar nosso lazer!

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 4 - 1 17


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O meio termo já vimos qual é, portanto, vamos cair fora destes


conceitos que apenas nos prendem, cada um ao seu modo, e nos
impedem de vivermos a vida com plena autoridade pessoal, ou
seja, onde cada um vai investir na vida material tanta energia
quanto achar bom, sem precisar corresponder a nenhum modelo
em especial. E usar outra parte da vida e da energia, para ler,
refletir, curtir a natureza sem precisar fazer esportes radicais
para se sentir “in”. Mas em usar o pouco que resta da nossa
natureza, para inspirar-nos a paz, a reflexão e recuperar um
pouco da humanidade que a vida atroz das grandes cidades, nos
faz perder sem a gente perceber. Os jovens, claro, são os mais
afetados, pois já nascem com a tela virtual programada. Até a
natureza se encontra “engarrafada” nesta lâmpada mágica. Não
pretendo negar a maravilha que é poder ver do sofá as
maravilhas do mundo, mas em alertar para a gente ainda saber
sentir a natureza ao vivo, a cores, com direito a cheiros e
sabores, para perfumar a alma e renovar o coração.

E falando em coração, aqui vai meu mais profundo voto de


realização para cada um que teve a coragem de ler este livro até
o final.
E minha sincera gratidão!
Sei que ele deixou muitas outras perguntas no ar, mas afinal,
vocês acharam que ia ser fácil assim??
Agora cada um tem novas fichas e poderá tirar suas conclusões,
para enfim ativar as complexas redes neuronais de seu cérebro,
e torná-lo adequado para ser um dia canal de Deus, para as
próximas gerações, que vão precisar de novas formulações para
entender os conceitos da vida.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 5 - 1 17


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Eu não disse novas verdades. As verdades são quase que eternas


o que muda é a ampliação de seu significado.
Sim, pois a cada nova geração, a revelação dos Planos de Deus
para com o ser humano, se amplia. Por isto que no passado se
falava muito por parábolas; só os que eram preparados podiam
receber conhecimentos mais complexos. As crianças de hoje são
mais inteligentes que a pessoa adulta da idade média e isto
significa que precisamos poder não só entender estas crianças,
mas atender a sua complexa capacidade inata de ver a vida.
Pois assim como a ciência amplia seus telescópios e vê mundos
dentro de mundos, o mesmo ocorre com nossa consciência.
Exemplo:
- Antigamente não sabíamos dos micro-organismos; era um
mundo invisível aos nossos olhos e se alguém no passado
dissesse que ele existe, seria considerado herege. Assim também
existem macro-organismos e outros seres, que vivem em
dimensões não materiais (não falo de almas, espíritos), mas de
outros tipos de seres que não precisam da matéria no seu plano
mais denso, como nós, para existir.
Um dia a ciência também vai construir aparatos para ver estes
“organismos” que alguns seres humanos, chamados de videntes,
às vezes vêem. Mas isto não é essencial nem algo
necessariamente espiritual. Pode ser um dom natural e pode até
ser adquirido via práticas, mas que eu não recomendaria, pois
primeiro é preciso de muita sabedoria e muito amor, para não se
sucumbir ao fascínio de usar ferramentas super-humanas, com
uma psique humana cheia de falhas e fantasmas subconscientes.
Enfim, o ser humano tem por urgência resolver suas mazelas
internas, antes de querer explorar mundos com os quais não

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 6 - 1 17


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saberia lidar e acabaria por perder uma vida em função disto,


sem realizar a meta básica dela.

Diz-se que todo caminho espiritual, quando praticado com o


intuito de se tornar um ser pronto para Deus usar, terá como
conseqüência a capacidade de usar tais potenciais, que para o
ser humano comum, ainda são considerados milagrosos. Mas
vejam a diferença: este ser sob a orientação divina, jamais vai
abusar ou usar mal tais poderes, mas somente em casos
especiais, tal como demonstraram todos os Grandes.
Além do mais, existe um poder oculto em nós, que de fato opera
os únicos milagres dignos do Criador para nossa fase evolutiva,
por ele fomentar a constante continuidade – sim a constante
continuidade de nossa luta por uma harmonia maior.
Este poder oculto, usado por muitos, cada vez mais, se chama:
- Força de vontade! Ou: a capacidade de automotivação!
E quando estas palavras ficarem gastas, encontre outras
equivalentes para lhe inspirar. Por exemplo:
- Quando cooperei para forçar o término de uma relação, não
imaginei que irei sofrer tanto. Pois de um lado ainda o amava, de
outro não conseguia conviver com seu gênio, que causava vários
estragos em sua vida, refletindo diretamente na minha.
Portanto, quando o sofrimento me fez perder não apenas peso,
mas também a alegria da vida ao reativar um antigo sentimento
de depressão, eu me propus a uma coisa:
- Não permitir que o sofrimento me tornasse uma fruta amarga,
mas rara em doçura! E foi esta decisão que me deu forças para ir
a fundo e ver o que aquela relação queria amadurecer em mim.
Propus-me a amadurecer o resto por conta.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 7 - 1 17


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Esta imagem de permitir que os sofrimentos da vida adocem


minha alma, tornou-se desde então a imagem-símbolo para
qualquer situação que provoque dores fortes, que me
desestabiliza no primeiro momento.
Esta imagem, tal qual Estrela Guia, iluminou meus caminhos
tendo por aliado inseparável a Estrela Norte do meu Espírito
Divino.
Fazer minha parte implica em sempre de novo estar disposta a
ver em toda situação de dor o tesouro nela! Não vê-la como algo
negativo, nem como um castigo, mas como uma oportunidade de
encarar algo em mim. E isto exige automaticamente um estado
de fé óbvio de que tudo vem para o bem, e um estado de
humildade que permite aprofundar a visão para ver o tesouro.
E como um exemplo vale por mil, digo, dez mil palavras (!), aqui
vai um:

- Sabem daquela piada do menino que recebeu para o natal uma


bela bicicleta e seu irmão um monte de estrume?
O irmão que recebeu o estrume disse todo feliz
- Espere para ver o cavalo que vou ganhar!

Em outras palavras e imagens, esta disposição de ver o que uma


situação dolorida ou difícil nos quer mostrar para ser curado,
equivale ao gesto de erguer nossa mão para os céus até onde
possamos alcançar, para Deus esticar sua mão em nossa direção,
como mostra tão belamente o quadro de Da Vinci, mesmo que o
propósito original do quadro não tenha sido este.

Portanto, ver por detrás do estrume o belo cavalo, é esta atitude


que a vida exige de nós, não só uma vez, mas todos os dias. Esta

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é a maneira com a qual provamos para Deus Interno e Externo,


Imanente e Transcendente, que acreditamos na bondade da
vida! Que estamos dispostos a ver em tudo a metade do copo
cheia e não nos fixar na metade vazia, pois a dualidade da vida
nos induz a ambos, mas, lembrem-se, temos o livre arbítrio
inclusive para isto. Só que também precisamos lembrar que
precisamos arcar com as consequências de nossas escolhas.
Se formos bem honestos, veremos que nos fixar na metade do
copo vazia, implica em a gente não querer se responsabilizar por
nossa vida. Os outros são culpados se algo não está bem. É mais
fácil. Cômodo. Os outros precisam mudar. Não eu. Sou apenas a
vítima das circunstâncias. É a vida que é dura e já que Deus nos
criou, Ele que dê um jeito. Culpa do diabo. Até quando ele ficará
às soltas atazanando nossa vida? Além do mais, estamos tão
cansados. Já basta que sempre fomos considerados culpados por
tantas coisas. Esta culpa ancestral em nós desgastou tanto em
nós. E agora ainda preciso me responsabilizar por cada situação
de dor e dificuldade em minha vida? Vê-la como algo bom? Isto
não é loucura?
Infelizmente não. Gostaria que o caminho fosse outro, pois não é
fácil a gente se comportar como um adulto responsável todos os
dias, por isto, evite ser duro consigo. Olhar as dores e
dificuldades com desejo de entender o que tem de bom, não
significa louva-las, muito menos fazer delas uma caça de troféus
ou então um açoite disfarçado!! Cuidado!
Basta a gente entender e aceitar que é assim que a vida
funciona, e sem dramas, sem grande rebeldias, se propor a
experimentar esta teoria e ver os resultados e se animar com
cada nova conquista. Pois são estas conquistas que vão nos
motivar dia após dia. Portanto, basta resolver o dia de hoje.

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 10 9 - 1 17


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Esqueça o amanhã; amanhã você terá forças para viver o dia de


amanhã.

Depressão

Aliás, sabe qual o grande drama de pessoas depressivas ou com


forte tendência, pelo seu natural pessimismo? Elas imaginam o
que tem que fazer ao invés de simplesmente ir e fazer. E
imaginam por cima de forma negativa: vêem como é chato,
cansativo, difícil! E imagine qual a conseqüência desta visão:
- Ela vai se realizar! Claro.
Agora que tal usar melhor sua imaginação? Imagine tudo
correndo bem, você já com tudo resolvido, feliz, satisfeita. E veja
os resultados!
Portanto, você tem duas maneiras de realizar algo que não lhe
agrade de antemão, ou lhe provoque medo, angústia, dor:
- Não imaginar nada e apenas ir e fazer, começar.
- Ou então imaginar aquilo já feito, você feliz e satisfeito, para
você criar coragem de tomar a iniciativa.
- Ou então em usar sua fé religiosa, se isto lhe parecer mais
natural.
Seja curioso: experimente. Não diga que não vai dar certo.
Insista!
Falo também por milhares de experiências pessoais. Poderia
encher outro livro com elas, principalmente porque nasci com
uma natureza otimista que desafiava qualquer dificuldade. E para
ilustrar, vou usar um caso:

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 11 0 - 1 17


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- Um dia tinha que pagar uma conta e não havia dinheiro, tinha
19 anos. E toda eufórica (sim!!, não preocupada!!), eu me
perguntei:
- Só quero ver onde Deus vai desta vez arranjar o dinheiro para
mim, pois eu, com meu eu, não consigo ver saída alguma para
este caso! E ainda ponderei: de fato esta conta não é fruto de
descaso, nem de luxo, nem de algo negativo, portanto, sei que
mereço uma ajuda. E eu ia mais longe ainda. Eu já sabia por
outras experiências que Deus me daria esta quantia na hora
certa, nem antes, nem depois, afinal, se eu sofro por antecipação
por não crer, isto é um problema do meu ego, e não Dele.
E sabe o que aconteceu neste exemplo? Uma pessoa a quem eu
havia emprestado dinheiro e esquecido completamente, veio me
devolver o dinheiro, o que deu para pagar a conta que eu
precisava pagar.

Mas brevemente meu farto e natural otimismo iria ser cortado


pela raiz, por um acontecimento que me pegou tão desprevenida
que caí com tudo. E se eu lhes contar em poucas palavras o fato,
vocês vão rir, como se ri das dores de uma criança, mas para ela
as dores são tão reais quanto as nossas.
Enfim, eu sempre fui meio maluquinha e com 19 anos, deixei um
emprego numa empresa enorme, aqui em Palotina, no oeste do
Paraná (onde me encontro agora em caráter temporário), para
montar uma comunidade na Chapada dos Guimarães, para servir
de apoio no final dos tempos, que na época se dizia ser próxima
e eu acreditava nisto.
Portanto, peguei minha parca herança e lá fui eu. Sem entrar em
detalhes vou finalizar esta história, dizendo que me decepcionei

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 11 1 - 1 17


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com o grupo por ter percebido que faltaria ética suficiente para
levar um projeto destes adiante com sucesso e desisti da obra.
E fiquei tão sem chão que entrei numa profunda depressão, pois
o sentido da minha vida estava naquele projeto.
Perdi a fé em mim, em Deus, no mundo, nas pessoas. Achei que
Deus tinha recusado minha ajuda oferecida com tanto carinho.
Foi horrível. Foi a noite escura de minha alma. Mas hoje sou
grata.

E por isto eu sei o que é viver uma depressão e ter que lutar por
cada fio de otimismo na vida. Imagine que antes eu acordava
cedo (pois sempre trabalhei e, além disto, sempre gostei de
acordar cedo) já rindo. Ia tomar banho de água fria e daí eu
gargalhava para aguentar o frio. Achava tudo uma delícia. Para
meses depois acordar, abrir os olhos e dizer:
- Droga, ainda tô viva!
Para quem nunca mais queria voltar à civilização, foi irônico
meses depois estar na Alemanha trabalhando de baby sitter! Mas
na volta o contraste não poderia ser mais chocante:
- Parentes, amigos e estranhos pareciam ter feito um pacto ou
complô ao qual não resisti (por estar de fato meio perdida ainda,
não sabendo o que fazer da vida) e fui trabalhar de manequim
em São Paulo. Só para ilustrar:
- Estranhos me paravam nas ruas em Campinas e perguntavam
se eu era artista. Um deles me confundiu com a Vera Fischer e
minha irmã mais velha que neste caso estava comigo, logo
entrou na brincadeira e disse:
- Vamos Vera, precisamos ir!
Mas não consegui “me encontrar no mundo dos desfiles” e desisti
em menos de dois anos, porém valeu a experiência e

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 11 2 - 1 17


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principalmente o curso que fiz com Christine Yufon a quem muito


admiro. Mas também valeu pela oportunidade que surgiu de
escrever alguns artigos (conto-ficção) para a Casa Vogue por
meio de meu vizinho, que era colaborador da revista. Ele foi o
primeiro a ver o meu talento na área da escrita (ficava intrigado
em me ver escrever poesias na frente dele, entre um papo e
outro) e praticamente me obrigou a escrever um conto, ou o que
eu quisesse. Fluiu um conto-ficção dividido em três artigos sobre
a Meta-Arquitetura em outros planetas. E acredite, a Casa Vogue
aprovou e ficou espantada de ver a reação positiva de alguns
leitores.
E o diretor na época até me convidou para escrever para a
revista, no entanto, o destino interveio e acabei indo para Mato
Grosso, onde então, publiquei aquela série de 11 artigos para um
jornal local, ao meu pedido e de graça. Foi uma experiência
maravilhosa e meio ano depois isto me garantiria uma vaga de
redatora num outro jornal local, na mesma cidade quando tomei
a decisão de morar lá. Ou seja, eu decidi morar lá e dei ao
destino uma semana de tempo para me achar um emprego,
senão iria embora. Fiquei de fato surpresa pela rapidez e
eficiência, pois no dia que decidi sair para procurar um trabalho,
esbarrei com um amigo jornalista que sabendo da minha busca,
disse sem pestanejar:
- Pode ficar com meu cargo de redator no jornal Xis, pois
pretendo ir embora daqui! E lá fiquei dois anos, trabalhando seis
dias por semana, ganhando um salário minimamente mínimo,
mas feliz da vida por poder escrever.

Eu sei que viajei agora um pouco mais e abordei temas que não
estavam dentro da pauta deste livro, muito menos em falar tanto

HELE NIS@ YMA IL.C OM << >> PA LOTINA – PR << >> PG 11 3 - 1 17


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de mim, e se fosse em outra época, eu nem me permitiria isto,


mas hoje sei que são justo os exemplos pessoais que emolduram
as experiências e tornam algumas teorias críveis, propostas com
tanta facilidade (aparente) no preto-e-branco, pois a impressão
que fica, é que o autor venceu tudo como num passe de mágica.
E agora quer dar uma de bacana! Que grande engano! De fato
houve momentos mágicos na minha vida, mas estes sempre
foram fruto da minha fé, do meu otimismo ou da minha
determinação e que exigiram sua parcela de esforço. Hoje vejo
este fio vermelho com clareza.
Aliás, eu mencionei uma palavra que descobri muitos anos depois
é altamente mágica, tanto para si, como para o Universo:

- Muitas das ditas sortes que tive, só tive porque eu fazia até bem
pouco tempo algo, que eu não sabia que era tão mágico:
estabelecer prazos!
Mas eu fazia isto sem querer desafiar o universo ou Deus, porém,
eu sempre dava prazos para Xis e Ypsilon acontecerem, se nada
acontecesse dentro de um prazo que para mim fazia sentido, eu
desistiria. E o curioso é que as coisas sempre aconteciam dentro
destes prazos! Invariavelmente. Hoje concluo que o Universo
gosta que a gente fixe prazos, desde que seja com o intuito de
agilizar uma situação para extrair o máximo dela e não perder
tempo estendendo limites e prazos sem fim. Claro que não
vamos dar um prazo para um pedido se realizar. Estou me
referindo às situações na vida. Experimente usar os prazos para
si e vai perceber. Enfim, cada um terá que fazer suas
experiências. É vivendo que se aprende.
Quero ainda acrescentar que sei que há outros tipos de
depressão e o que recomendo é buscar Deus e ao mesmo tempo,

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ver se não pode se ocupar com algo; ocupar seu tempo! Pois
muitas depressa ocorrem depois da aposentadoria. Não podemos
viver inativos, isto é inclusive negativo para a alma. Portanto
arranje algum trabalho, visite hospitais, asilos, crianças, enfim,
você precisa voltar a se sentir útil, senão acabará comendo,
engordando, bebendo, fumando e fazendo de seu corpo um mero
depósito de lixos.
Mas paralelamente busque a Deus, pois o certo seria que depois
dos 49 anos (7 x 7 ciclos), a personalidade saciada, deveria agora
ceder a vez para alma, e esta usar seu tempo para buscar Deus!
Pense nisto também! Afinal, de que vale a vida vivida só para si e
seus? E Deus?

E afinal, a vida é de fato complexa, e temos muitos temas com os


quais precisamos aprender a lidar hoje em dia, e carecemos de
obras que nos ajudem a ver o bom senso de tudo e em tudo, ou
seja:
- Que nem neguem, nem preguem, mas expliquem!
E foi este o intuito básico deste livro.

Portanto, take care! (adoro esta expressão em inglês; soa tão


gentil, tão doce). Cuidado para não perder o fio da meada da
vida.
Sempre se pergunte o que é essencial para atingir o divino e
para realizar sua vida humana e busque conciliar ambas.

Para garantir sucesso nesta jornada, não perca de vista a Estrela


Norte! Aprenda a usá-la como modelo e molde para lapidar a sua
pedra por meio da vida e suas situações, vivendo a vida material

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e terrena de modo a se tornarem ferramentas perfeitas para o


molde perfeito.

Transforme a pedra da sua vida numa estrela


sagrada, sabendo que um dia o Escultor Divino a
tomará, soprará seu hálito nela, e fará dela um
altar vivente de Deus!

Desejo muita Luz, muito Amor e por isto, imagine


uma chuva de pétalas de luz e de amor caindo
serenamente em sua mente e coração, como
uma benção dos Céus; como uma benção de
Deus!

Helena Schaffner
Palotina, PR Setembro 2010
(Escrito em abril e revisado inúmeras vezes até agosto 2010)

Nota: deixei o e-mail abaixo, mas estarei ausente, quase offline,


por um tempo que não sei determinar devido a uma viagem
repentina para Alemanha!

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Se alguém tiver uma pergunta muito importante, um pouco de


paciência que na primeira oportunidade eu respondo!

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