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Manual de Monografia

Curso de Relações Internacionais


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Regulamento das Disciplinas de Monografia

Capítulo 1 – Da Disciplina
A Grade Curricular em vigor, de 2008.2 , oferece duas disciplinas obrigatórias para a
Monografia, a saber: Projeto Monográfico (RI 216) e Monografia (RI222).Na primeira
disciplina, o aluno saberá o que é uma monografia e desenvolverá o projeto; na
segunda, desenvolverá a monografia propriamente dita com orientação do professor
da disciplina e de um professor-orientador temático.

Capítulo II – Dos temas


Os temas da monografia devem estar inseridos num dos cinco macro-eixos abaixo
citados:
- Economia e Comércio Internacional
- Direito Internacional
- Política Internacional
- História Contemporânea
- Cultura e Relações Internacionais.

O aluno deverá ao longo do semestre, além das aulas com o professor da disciplina
de Monografia, ter um mínimo de 07 (sete) encontros com o Professor-Orientador
temático, que apresentará relatório do desenvolvimento do aluno à Coordenação do
Curso.

Capítulo III – Do Objetivo


A Monografia é a síntese da aprendizagem do aluno ao longo do Curso, portanto
visa o aprofundamento dos conhecimentos. Deve refletir capacidade de organização
e produção textual, além de caráter lógico. Deve-se fundamentar toda e qualquer
argumentação. A Monografia deverá ter entre 40 e 70 páginas, em papel A4, letra
Arial 12, espaçamento 1,5 . O trabalho poderá ser teórico-bibliográfico ou um estudo
de caso.
Ao final, com a aprovação do Professor da disciplina e pelo Professor Orientador
temático para levá-lo à Banca examinadora, o aluno deverá entregar 3 (três) cópias
3

em espiral, padronizadas de acordo com o Manual, à Coordenação do Curso até o


prazo estabelecido no semestre. Lembramos que o prazo é irrevogável.
Todas as Monografias deverão ser apresentadas oral e publicamente à Banca
formada pelo Professor Orientador temático, que exercerá o papel de Presidente da
Banca Examinadora e por dois outros Professores do Curso, entre A2 e A3,
conforme calendário previamente divulgado.

Capítulo IV: Dos resultados.


O aluno poderá obter os seguintes resultados:
a) aprovado (6,0 a 10,0).
b) aprovado com restrições (6,0) . Neste caso, o aluno deverá num prazo de 30
dias apresentar a versão corrigida da Monografia e em capa dura.
c) Reprovado Quando o trabalho não tem condições de ser levado a presença
da banca para apresentação. Neste caso o aluno deverá se matricular na
disciplina MONOGRAFIA no próximo semestre.

Após a aprovação o aluno deverá entregar num prazo máximo de 15 dias a


Monografia em capa dura, cor verde escuro, de acordo com as especificações do
Manual.

Todas os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso de Relações


Internacionais.

Rio de Janeiro, 15 dezembro de 2008.


Professor Ms. André Luiz Varella Neves
MANUAL DE MONOGRAFIA DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

APRESENTAÇÃO

A necessidade de padronização das publicações acadêmico-científicas


apresentadas ao Curso de Relações Internacionais deu origem à elaboração deste
Manual de Monografia que tem por finalidade facilitar aos alunos de graduação o
acesso às normas técnicas para a apresentação e a formatação dos trabalhos
acadêmicos utilizando exemplos práticos. O trabalho científico implica em análise,
reflexão crítica, síntese e aprofundamento de idéias a partir de um problema
proposto, exigindo uma forma adequada e estruturada de acordo com as normas
técnicas vigentes. Este Manual baseia-se nas seguintes fontes:

1-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e


documentação - Referências - Elaboração. NBR 6023. 2002.

2-FRANÇA, J. Manual para Normalização de Publicações Técnica Científicas.


Belo Horizonte: UFMG, 2001.

3-NUNES, R. Manual de Monografia. São Paulo: Saraiva, 2002.

1 DEFINIÇÕES

Segundo as definições da ABNT, a monografia representa o resultado de um


trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema
único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e
interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente
sobre o assunto e capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a
coordenação de um orientador, visando a obtenção do título de Bacharel em
Relações Internacionais.
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2 ESTRUTURA

Os trabalhos acadêmicos dividem-se em elementos pré-textuais, textuais e pós-


textuais.

Tabela 1 – Disposição dos elementos

ESTRUTURA ELEMENTO

Pré-textuais Capa (obrigatório)


Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional)
Dedicatória (s) (opcional)
Agradecimento (s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
Textuais Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Pós-textuais Referências (obrigatório)
Apêndices (opcional)
Anexos (opcional)
Glossário (opcional)
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002, p. 3)
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2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Os elementos pré-textuais antecedem o texto com informações que ajudam na


identificação e utilização do trabalho.

2.1.1 Capa
Elemento obrigatório para proteção externa do trabalho e sobre o qual se
imprimem as informações indispensáveis à sua identificação. Deve conter: [1]nome
da instituição (opcional), [2]nome do autor, [3] título e subtítulo (se houver), [4]local e
[5] ano da entrega.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA CIDADE


ESCOLA DE NEGÓCIOS
CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

NOME DO ALUNO (Exemplo: Gabriel Schmidt)

TÍTULO em maiúsculas):
(Subtítulo em minúsculas)

Rio de Janeiro

2008

OBS: A página não deverá conter frisos ou bordas.


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2.1.2 Folha de rosto

A folha de rosto é parte obrigatória que contém os elementos essenciais à


identificação do trabalho e deve conter: [1]autor (caixa alta), [2] título e subtítulo
(caixa alta), [3] natureza (trabalho acadêmico, dissertação, tese e outros), com o
[1]nome do curso, [2] nome do orientador acompanhado de sua titulação, [3] local,
[4]ano de depósito (da entrega).
Esta folha, embora considerada a primeira página do trabalho, não recebe
numeração.

Paulo Silva

TITULO
(Subtítulo)

Monografia apresentada
ao Centro Universitário
da Cidade como requisito
parcial para a obtenção
do grau de Bacharel em
Relações Internacionais.

ORIENTADOR:

Prof. Ms. Joaquim Toledo Ribeiro

Rio de Janeiro

2008
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2.1.3 Errata

Elemento opcional, a errata é apresentada em papel avulso ou encartado, acrescido


ao trabalho depois de impresso e inserido após a folha de rosto consiste em uma
lista das páginas e linhas em que ocorreram os erros e as devidas correções.

ERRATA

Folha Linha Onde se lê Leia-se

17 8 educacao educação

2.1.4 Dedicatória (s)

Elemento opcional, onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho

A minha mãe,
com todo o carinho.
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2.1.5 Agradecimento (s)

Elemento opcional, dirigido àqueles que contribuíram de maneira relevante à


elaboração do trabalho. Importante agradecer ao Prof. Orientador Temárico, à Banca
examinadora e à Agência de fomento, se houver.

AGRADECIMENTOS

Ao Prof. Dr. XXXXXXX, meu orientador, pelo apoio, entusiasmo e incentivo


que dedicou a este estudo e pelo companheirismo e confiança com que
sempre me acolheu.
.
À minha família, e em especial aos meus pais e à minha avó, in memorian,
pelo imprescindível apoio manifestado na forma de carinho e incentivo.

À minha esposa, .......... pelo apoio, paciência e amor dedicados nos


momentos terríveis deste trabalho. .....
...................
À Coordenação do Curso de Relações Internacionais, nas pessoas
de..............., pela paciência, atenção e prontidão com que sempre me
atenderam.

Aos meus colegas e alunos do curso de Relações Internacionais


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2.1.6 Epígrafe.

Elemento opcional, onde o autor apresenta uma citação, seguida da indicação de


autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho. ´

Quem domina a Europa


Oriental;
Controla o Heartland

Quem domina o Heartland;


Controla a World Island

Quem domina a World


Island;
Controla o mundo.

( Mackinder, 1904)
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2.1.7 Resumo na língua vernácula

Elemento obrigatório, constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas


e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras,
seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é,
palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR 6028. Relações internacionais é
expressão-chave obrigatória

RESUMO

O objetivo desta trabalho é realizar um estudo.... .

O foco recai sobre......... em que buscamos verificar


se........

A metodologia utilizada foi à pesquisa bibliográfica o


qual fizemos uma análise crítica dos........

A hipótese adotada sustenta que....................

Em suma, as discussões travadas no texto nos indicam


que a elaboração ( fecha o resumo apresentando uma
conclusão).

Palavras-chave: Relações Internacionais. XXXXX. YYYYYY.


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2.1.8 Resumo em língua estrangeira

Elemento obrigatório que consiste em uma versão do resumo em idioma de


divulgação internacional (em inglês Abstract; em castelhano Resumen; em francês
Résumé, por exemplo). Deve ser seguido das palavras mais representativas do
conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, na língua escolhida.
International Relations é expressão-chave obrigatória.

ABSTRACT

The objective of this monograph is to analyze …

The methodology applied in this study was the….

The hypothesis supports the idea……

In short, the discussion presented in this study reveals ..

Keywords: International Relations. XXXXXXX. YYYYYYY.


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2.1.9 Lista de abreviaturas e siglas

Elemento opcional que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas


utilizados no texto, seguidos das palavras ou expressões correspondentes grafadas
por extenso. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. Quando
forem usadas poucas siglas ou abreviaturas e não houver necessidade de
elaboração de uma lista, recomenda-se grafar a sigla ou abreviatura seguida da
denominação correspondente escrita por extenso. Nas ocorrências seguintes pode-
se usar apenas a sigla ou abreviatura.

ÍNDICE DE SIGLAS

ABM Anti Ballistic Missile


ACDA Arms Control and Disarmament Agency
ALCM Air Launched Cruise Missile
ANZUS Austrália, New Zealand, United States
APEC Asia-Pacific Economic Cooperation
ATBM Anti-Tactical Ballistic Missile
BAT Brilliant Anti-Tank Weapon
BMD Ballistic Missile Defence
BMDO Ballistic Missile Defense Organization
BUR Bottom-Up Review
BWC Biological Weapons Convention
CENTCOM Central Command
CIS Commonwealth of Independent States
COCOM Coordinating Committee on Multilateral Export
Controls
CPI CounterProliferation Initiative
CPSU Communist Party of the Soviet Union
CSBM Confidence and Security Building Measure
CSCE Conference on Security and Cooperation in Europe
CSIS Center for Strategic and International Studies
C 3I Command, Control, Communication and Intelligence

Fontes: BOWEN, Wyn Q. & DUNN, David H.: American Security Policy in
the 1990s: Beyond Containment. Aldershot: Dartmouth Publishing
Company Limited, 1996.
LITWAK, Robert S. : Rogue States and U.S. Foreign Policy. Containment
After The Cold War. Wasghington, D.C.: Woodrow Wilson Center Press,
2000.
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2.1.10 Lista de símbolos

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada
no texto, com o devido significado.

LISTA DE SÍMBOLOS

α Alfa

β Beta

© Copyright

® Marca registrada

Não fume

Ω Omega

Pare

π Pi
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2.1.11 Sumário

Elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas do(s) número (s) da(s)
página(s). Havendo mais de um volume, em cada um deve constar o sumário
completo do trabalho, conforme NBR 6027. Uma linha pontilhada deve ser usada
para ligar o nome do capítulo à página correspondente.

SUMÁRIO

Introdução....................................................……………………….p. 09.

Capítulo I – EUA: A Segurança em Perspectiva Histórica..............p. 10.

Capítulo II - Política Externa Americana........................................ p. 25.

Capítulo III - As Ameaças dos Anos 90 ........................................ p. 40.

Considerações Finais.................................................................. p. 55.

Referências Bibliográficas ……………………………….............. p. 56.

Anexos ...........................................................................................p. 57.


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2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Parte do trabalho onde é exposta a matéria. Tem três partes fundamentais:


[1] Introdução, [2] Desenvolvimento e [3] Considerações Finais.

2.2.1 Introdução

Parte em que o pesquisador “constrói o seu problema”, isto é, coloca a pesquisa


proposta no contexto da discussão acadêmica sobre o tema, indicando qual a lacuna
ou inconsistência no conhecimento anterior que buscará esclarecer, demonstrando
assim que o que está planejando fazer é necessário e original. Em outras palavras, o
aluno apresenta o tema, o problema que o moveu, o objetivo do trabalho, a hipótese
adotada e qual a importância de seu trabalho para o campo das Relações
Internacionais. Veja apêndice no final do Manual.

2.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto que contém a exposição ordenada e detalhada do assunto.


Divide-se em CAPÍTULOS, estes por sua vez compostos de seções e subseções,
que variam em função da abordagem do tema e do método.

2.2.3 Considerações Finais

Parte final do texto, onde aluno retoma o tema e o problema. Verifica-se se a


hipótese adotada para a solução desta questão confirmou-se ou não. Finaliza
apontando as possíveis tendências. Obs: veja o modelo no apêndice do Manual.
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2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais completam o trabalho. São elementos pós-textuais:


[1]referências, [2]glossário, [3]apêndice (s) e [4] anexo (s).

2.3.1 Referência Bibliográfica

Elemento obrigatório, que consiste em um conjunto padronizado de elementos


descritivos retirados de um documento e que permite sua identificação individual,
conforme a NBR 6023: 2002, mesmo que esses elementos já estejam mencionados
em notas de rodapé.
Os elementos essenciais para a elaboração de referências são: [1] autor (es). [2]
título, [3] edição, [4] local, editora e data de publicação [conhecido como imprenta],
[5] número de páginas . Quando necessário acrescentam-se elementos
complementares
Recomenda-se a utilização de ordem alfabética para a ordenação das referências ao
final do trabalho.

Exemplos:

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:


informação e documentação , referências – elaboração. Rio de Janeiro: ABNT,
2000. Autor Entidade

2- AMADEUS. Direção: Milos Forma. Produção: Saul Zaentz. Interpretes: F.


Murray; Tom Hulce; Simon Collow. Produtores executivos: Michael Haussman.
Direção de Fotografia: Miroslvav . Roteiro: Peter Shaffer, Música: Nevile
Marriner, Warner Home Vídeo – Brasil, 1998. 1 DVD (160 m), widescreen,
color, legendado. FILME

3- ARON, R. Paz e Guerra entre as Nações. Tradução por: Sérgio Bath. 1 ed.
Brasília: Universidade de Brasília, 2002.928 p. Tradução de: Paix et Guerre
entre les nations. Tradução
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4- BOBBIO, N.; MATEUCCI N.; PASQUINO,G. Dicionário de Politica.


Tradução por : Carmem Varrialle, Gaetano Lo Mônaco,João Ferreira, Luis
Guerreiro Pinto Caçai e Reno Danzi. 5 ed.Brasília: Universidade de Brasília,
2000.1318 p. Tradução de: Dizionario di Política.

5- BRIGAGÃO,C.(Org.) Estratégias de Negociações Internacionais: uma


visão brasileira Rio de Janeiro: Aeroplano, 2001.p.380. Organizador

6- CHIAPPIN, J. N. O Paradigma de Huntington e o Realismo Político. Lua Nova


Revista de Cultura Política, São Paulo, n.34, p.37-53, 1994. Revista:
considerada somente em parte

7- _______________________. Os fundamentos teóricos do programa do


Realismo em política internacional: a concepção de Morgenthau e a política de
poder. Carta Internacional, São Paulo, n.19, 67p., out.1997. Revista

8- COSTA, E. P. D. Clausewitz,o balanço ataque – defesa e a teoria das


relações internacionais. 2002. 253 f. Tese (Doutorado em Ciências em
Engenharia de Produção) – COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro. Tese

9- DUARTE, E.E. Novas Perspectivas para Forças de Paz da ONU: O relatório


Brahimi e o Corpo de Fuzileiro Navais dos EUA. In: SEMINÁRIO
INTERNACIONAL DE MISSÕES DE PAZ, SEGURANÇA E DEFESA. Rio de
Janeiro: Palácio do Itamaraty, 2002.

10- KISSINGER, H. Para que o mundo não volte ao século XIX. Folha de São
Paulo. São Paulo, 13 abr.2003. Disponibilidade e acesso:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1304200324.htm. 20.abr.2003.

11- KURTH, J. The Real Clash. In : The National Interest Fall 1994,
Disponibilidade e acesso: <htpp:www.nationalinterest.org.> 07 ago.2003

12- LEMOS, J.C. Como organizar seu arquivo. Sao Paulo: Polígono, 1980. 35 mm.
Micro Filme.

13- MEDEIROS, C. A. Desenvolvimento tecnológico americano no Pós Guerra


como um empreendimento militar. In: FIORI, J.L. (Org.) O Poder Americano.
Petrópolis : Vozes, 2004.p. 253-308.

14- OLIVEIRA, F.R. Realismo e Liberalismo no estudo das Relações


Internacionais. 1999, 114f. Dissertação de Mestrado, Departamento de
Ciência Política, Universidade de São Paulo, São Paulo.

15- REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939 –


Trimestral. Absorveu* : Boletim Geográfico [do IBGE]. Índice acumulado,
1939-2004. ISSN. Revista considerada no todo: * nota especial

16- WALTZ, K. Structural Realism after the Cold War The MIT Press Journals
Disponibilidade e acesso : < http:mitpress.mit.edu/e-mail > 05.ago.2003.
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2.3.2 Glossário

Elemento opcional, que consiste em uma lista em ordem alfabética, de palavras ou


expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto,
acompanhadas das respectivas definições.

2.3.3 Apêndices

Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor, a


fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do
trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e pelos respectivos títulos.

2.3.4 Anexos

Elemento opcional, que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo


autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Os anexos são
identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos
títulos.

Exemplos: ANEXO A – Documento comprobatório


ANEXO B – Fotografias

3 CITAÇÕES E NOTAS DE RODAPÉ


Devem ser em fonte Arial 11, em itálico, justificado.

3.1 CITAÇÃO
Citação é a menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte.

3.1.1 Citação direta


Transcrição textual dos conceitos do autor consultado.

• Transcrição do texto de até 3 linhas, deve conter aspas duplas.


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Exemplo:
Antes de fechar a sua charada literária, Graça Aranha (1995, p. 137) acusa
recebimento do livro de contos Páginas recolhidas, em que destaca, entre
outros textos, “essa cousa rara, delicada que é ‘ Missa do galo’, com aquela
perfeição de dizer, de insinuar de que só você entre nós tem o segredo e a
distinção”.

• Transcrição no texto com mais de três linhas, deve estar em parágrafo


independente, com recuo de 5 cm da borda esquerda, digitados em espaço 1 e
fonte Arial 11, em itálico, justificado e sem aspas.

Exemplos:
Neste particular Bialoskorski Neto registrou que:

Pode-se expressar a importância do cooperativismo na


agricultura brasileira através da participação das cooperativas
no cenário produtivo nacional, em que grande parte da
produção de soja, milho, leite, suínos, entre outros, é feita por
cooperativas.

3.1.2 Citação indireta

Transcrição livre do texto do autor consultado. Não é necessário o uso das aspas.
Nas citações indiretas a indicação das páginas consultadas é opcional.

Exemplos:

Kissinger aponta as características do Realismo ao longo da história por meio


de depoimentos. ( inserir nota de pé-de-página contendo KISSINGER, H. nome da
obra e página).

3.1.3 Citação de citação

Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original.

Exemplo:
Kissinger apud Gonçalves...... . (insere-se nota de pé-de-página informando
20

3.1.4 Grifo Próprio

Com a função de enfatizar partes/trechos da citação. Deve-se indicar com a


expressão “grifo nosso” entre parênteses, logo após a citação.

Exemplo:
“[...] quase todos os sistemas exigem um grande volume de trabalho de
entrada, ao invés de transferí-los para a etapa de saída. [...] (grifo nosso)

3.2 NOTAS DE RODAPÉ

NOTAS DE RODAPÉ:

As notas de rodapé cumprem algumas funções específicas que decorrem da básica


e mais evidente função que é de dar crédito à citação, cumprindo a obrigação legal e
o dever de honestidade.
Por isso, toda a citação é acompanhada da indicação da fonte em nota de rodapé.
A falta de referência à fonte é uma dupla violação aos direitos do autor e à
honestidade acadêmica, já que induz o leitor a entender que é do estudante aquilo
que é de terceiro.
Outra função é informativa, isto é indicar ao leitor da posição precisa do trecho da
obra utilizada e isto vale tanto para as citações literais, ipsis litteris, quanto para as
paráfrases.
A entrada da referência bibliográfica no rodapé será utilizada de acordo com as
seguintes regras.

1- SOBRENOME DO AUTOR, Titulo da Publicação, p. 29

EX: KISSINGER, Diplomacy. p.30.


21

2- Ibidem : Só é usado quando se fizerem várias citações do MESMO


documento, VARIANDO a paginação.

EX: KISSINGER, p.163.


Ibidem, p. 165.
Ibidem, p. 176.

3- Idem ou Id * : Substitui o nome do autor, quando se tratar de citação de


DIFERENTES obras.
* significa : do mesmo autor.

EX: KISSINGER, Diplomacy. p.163.


Idem, Years of Renewal. p.45.
Idem, Years of Upheavel. p.79.

4- Op. Cit * : É usada em seguida do nome do autor, referindo-se a obra citada


anteriormente, NA MESMA PÁGINA da monografia, quando houver
intercalação de uma ou mais nota.
* significa: na obra citada.

EX: KISSINGER, Years of Upheavel. p.79.


ARON, Paz e Guerra entre as Nações. p. 42.
KISSINGER, op.cit. p.86.

Diferença com o IBIDEM é que este NÃO HÁ INTERCALAÇÃO entre as notas..


O termo IBIDEM significa “na mesma obra” sendo portanto redundante o uso do “
IDEM, IBIDEM ”, na mesma citação.

5- Loc cit * : É empregada para mencionar A MESMA PÁGINA de uma obra já


citada, quando HOUVER INTERCALAÇÃO de uma ou mais notas de
indicação bibliográfica.
* significa: na obra citada.

EX: KISSINGER, Diplomacy. p.163.


ARON, Paz e Guerra entre as Nações. p.45.
KISSINGER, Loc.cit.
22

6- Et seq * : É usada quando não se quer mencionar todas as páginas da


obra referenciada. Indica-se a primeira página, seguida da expressão.
* significa: seguinte o que se segue.

EX: KISSINGER, Diplomacy. p.190 et seq.

7- Passim : É usado quando se quer fazer referência A DIVERSA PÁGINAS de


onde foram retiradas as idéias do autor, evitando-se a indicação repetitiva
dessas páginas. Indica-se a e página inicial e final do trecho que contêm as
opiniões e os conceitos utilizados. ATENÇAO: tipo de informação de nota de
rodapé para CITAÇÃO CONCEITUAL, haja vista que serão expostas a
interpretação das idéias do autor, diferenciando assim da CITAÇÃO
TEXTUAL o qual repassamos ipsi litteris o texto.
* significa: aqui e ali.

EX: KISSINGER, Diplomacy. p. 33- 40 passim.

8- Cf : é uma abreviatura que é normalmente usada para fazer referência a


trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor.
* significa: confira.

EX: Cf GONÇALVES. Relações Internacionais. p. 39.


Cf nota número 03 deste capítulo. SER

9- NOTA EXPLICATIVA : São utilizadas para fazerem considerações


suplementares e NÃO DEVEM integrar o texto para não INTERROMPER a
seqüência do pensamento.

EX: A definição do conceito de contenção é entendida como uma ação desenvolvida


por um Estado ou grupo de Estados tendente a impedir a expansão ideológica,
política, econômica e estratégica de outro Estado para além da sua presumível
esfera de influência. Cf. BOBBIO et ali. Dicionário de Política p.268-269.
23

4 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA

MARGEM

As margens usadas são:


3 cm na esquerda
2 cm na direita
3 cm na parte superior
2 cm na parte inferior

3 cm

3 cm 2 cm

2 cm

PAGINAÇÃO

Observar:
• folhas pré-textuais são contadas, mas não numeradas;
• folhas textuais são numeradas seqüencialmente, em algarismos arábicos,
localizadas no lado direito da extremidade superior da folha;
• folhas pós-textuais são numeradas na mesma seqüência do texto.
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Evitar:
• títulos das seções no final da folha e texto na folha seguinte;
• digitação de uma linha isolada no final ou início da folha;
• separar as ilustrações do texto.

DICAS:

- o discurso da Monografia deve ser impessoal e imparcial


- evite 1a pessoa do singular ou 1a pessoa do plural
- busque precisão, objetividade e fluência entre parágrafos
- evite termos coloquiais, informalidades, gírias, modismos e lugares-comuns
- tenha cuidado com adjetivos e advérbios; o conhecimento deve ser
relativizado
.- utilize indicação de autoria alheia em textos transcritos, caso contrário, poderá
haver hipótese de plágio, sujeitando o aluno a sanções disciplinares legais
- em pesquisas na Internet, dê preferência a sites institucionais, de
universidades ou institutos de pesquisa renomados
- evite juízo de valor; como por exemplo: excelente, bom, irresponsável....
- antes de transcrição de texto nas citações, identifique o autor. Exemplo.
- Segundo E. Carr,

Antes do fim do século dezenove, várias


das presunções do racionalismo de
Bentham deram origem a dúvidas sérias.
A crença na suficiência da razão para a
promoção da conduta correta foi
contestada pelos psicólogos.
25

5 APÊNDICES.

Segue abaixo os modelos sugeridos para a Introdução e Consideração Final.

1- INTRODUÇAO. [ texto com total de 02 a 0 3 páginas].

A Introdução tem como objetivo de apresentar o assunto problematizado para o


leitor e sendo assim, o texto deverá discorrer sobre o assunto, o problema que
identificou, apontar o objetivo do trabalho e a possível solução informada através
da hipótese.
Feito este preâmbulo, o aluno deverá justificar a importância do trabalho para o
campo das Relações Internacionais.
Finaliza o texto informando com será desenvolvido o trabalho, citando os
Capítulos com os respectivos títulos e com um brevíssimo resumo sobre os
mesmos.
Veja o exemplo abaixo.

Ao longo dos séculos o conflito tem se mostrado presente [...]


[ASSUNTO].

Aqui está foco deste trabalho que tem como finalidade examinar
se [...][O PROBLEMA]

O objetivo foi através da discussão foi verificar [....].[ APONTAR O


OBJETIVO]

Adotamos como guia do trabalho, como hipotese, o pressuposto


[..][ DESENVOLVER A HIPOTESE]

A justificativa da discussão, recai [...], na utilidade deste


pensamento para interpretação do momento presente, inicio do século
XXI, em que grandes mudança políticas [......] [IMPORTANCIA]

Sendo assim, o trabalho foi estruturado da seguinte maneira:

No Capítulo 1 [ Título ], parte em que inicialmente [...]


26

No Capítulo 2 [ Título ], faremos um estudo [......]

Finalmente, no Capítulo 3 [ Título ] analisaremos fazendo [.........].

2- CONSIDERAÇÃO FINAL. [ total de 02 a 0 3 páginas].

Como o trabalho não é conclusivo, aconselha-se a intitular a parte final como


“Consideração Final”.
Este texto, como a finalidade apresentar o fechamento do trabalho, apontando
síntese interpretativa dos argumentos apresentados nos capítulos, isto é, retoma-se
o problema e verifica-se se a hipótese apontada para a questão confirma-se ou não.
Finaliza o texto, explicando a razão da conclusão.

A Guerra Fria teve a duração de 45 anos (1946 e 1991) e foi


dividida em três fases, sendo a primeira até 1950 onde o Ocidente [....]
[RETOMANDO O ASSUNTO].
Após 45 anos de combate político, incluindo alguns conflitos
militares ocorridos na periferia, a Guerra Fria realmente chegou a um fim
[...].[RETOMANDO PROBLEMA ].
Finalmente, constatamos a hipótese foi ou não confirmada.....
[EXPLICAR A RAZÃO DESTA CONCLUSÃO e FECHAR O TEXTO].

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