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MINISTÉRIO DA SAÚDE

SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

Relatório de Gestão do
Exercício de 2014

Brasília

2015
MINISTÉRIO DA SAÚDE

SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

Relatório de Gestão do Exercício de 2014

Relatório de Gestão do exercício de 2014, apresentado aos


órgãos de controle interno e externo como prestação de
contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos
do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo
com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº
134/2014, da Portaria TCU nº 90/2014, e demais
orientações do órgão de controle interno.

UNIDADE
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa
JURISDICIONADA
CONSOLIDADA Conselho Nacional de Saúde

Brasília-DF / 2015
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 1
1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS 2
1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada 2
1.2 FINALIDADE E COMPETÊNCIAS 7
1.3 ORGANOGRAMA 9
1.4 Macroprocessos Finalísticos 11
1.4.1 Principais Parceiros ............................................................................................................16
2. INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA 21
2.1 Estrutura de Governança 21
2.1.1 Sistemática de Monitoramento do Planejamento da SGEP ..................................................21
2.1.2 Colegiado do Secretário ........................................................................................................21
2.1.3 Colegiado das Diretorias dos Departamentos .......................................................................22
2.1.4 Avaliação de Desempenho Funcional ...................................................................................23
2.1.5 Estrutura de governança do CNS: .........................................................................................24
2.2 Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos 24
3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE 27
3.1 Canais de acesso ao Cidadão 27
3.2 Carta de Serviço do Cidadão 29
3.3 Mecanismos para medir a satisfação dos produtos e serviços 29
3.4 Acesso às informações da unidade jurisdicionada 29
3.5 Avaliação do desempenho da unidade jurisdicionada 29
4. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS 30
4.1 Planejamento da Unidade Jurisdicionada 30
4.2 Programação Orçamentária e Financeira e resultados alcançados 32
4.2.1 Objetivo .............................................................................................................................. 32
4.2.2 Ações .....................................................................................................................................43
4.3 Informações sobre outros resultados da gestão. 50
4.3.1 Resultados da área de Apoio à Gestão Participativa ............................................................. 50
4.3.2 Resultados da área de Articulação Interfederativa ................................................................ 56
4.3.3 Resultados da área de Auditoria ............................................................................................ 63
4.3.4 Resultados da área de Ouvidoria Geral do SUS ....................................................................67
4.3.5 Resultados do Conselho Nacional de Saúde .........................................................................68
4.4 Informações sobre indicadores de desempenho operacional 72
5. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 74
5.1 Programação e Execução das despesas 74
5.1.1. Movimentação de Créditos Interna e Externa ......................................................................74
5.1.2 Realização da Despesa .......................................................................................................76
5.2 Movimentação e os saldos de restos a pagar de exercícios anteriores 79
5.2.1 Análise Crítica .......................................................................................................................79
6. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS
RELACIONADOS 81
6.1 Estrutura de pessoal da unidade 81
6.1.1 Demonstração e Distribuição da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada
........................................................................................................................................................81
6.1.2 Qualificação e capacitação da Força de Trabalho .................................................................83
6.1.3 Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada .......................................................................84
6.2 Contratação de mão de obra de apoio e de estagiários 86
7. GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 87
8. ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE ORGÃO DE CONTROLE 90
8.1 Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do TCU 90
8.1.1 Deliberações do TCU Atendidas no Exercício ..................................................................90
8.1.2 Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício ............................. 94
8.2 Tratamento de Recomendações do Órgão de Controle Interno (OCI) 95
8.2.1 Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício .............................. 95
8.2.2 Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício .........................96
8.3 Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n° 8.730/93 96
8.3.2 Situação do Cumprimento das Obrigações ...........................................................................97
8.4 Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário 97
8.5 Alimentação SIASG e SICONV 97
9. CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO”. 99
10. CONSIDERAÇÕES FINAIS 100
ANEXOS 101
ANEXO I – Proposta de qualificação dos indicadores para a SGEP ...........................................101
ANEXO II – Declaração do Contador ......................................................................................... 103
ANEXO III – Atividades desenvolvidas pelas Unidades Desconcentradas do Sistema Nacional de
Auditoria.......................................................................................................................................104
ANEXO IV – Comissões de Assessoria ao Plenário do CNS......................................................112
ANEXO V – Consultores contratados, no exercício de 2014, na modalidade produto ...............120
LISTA DE TABELAS, FIGURAS E GRÁFICOS

Quadro A.1.1.2 – Identificação da UJ – Relatório de Gestão Consolidado


Gráfico 1 – Organograma Funcional da Secretaria Estratégica e Participativa
Quadro A.1.3 – Informações sobre Áreas ou Subunidades Estratégicas
Quadro A.1.4 – Macroprocessos Finalísticos
Quadro A.2.2 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ
Gráfico 1 – 16 Objetivos Estratégicos do MS
Gráfico 2 – Planejamento Estratégico do MS
Quadro A.4.2.1 (A) – Objetivo 0724
Quadro A.4.2.1 (B) – Objetivo 0725
Quadro A.4.2.2.1 (A) – Ações de Responsabilidade da UJ – OFSS
Quadro A.4.2.2.1 (B) – Ações de Responsabilidade da UJ – OFSS
Quadro A.4.2.2.1 (C) – Ações de Responsabilidade da UJ – OFSS
Quadro A.4.2.2.1 (D) – Ações de Responsabilidade da UJ – OFSS
Quadro A.4.2.2.1 (E) – Ações de Responsabilidade da UJ – OFSS
Quadro A.4.2.2.2 (A) – Ações não Previstas Loa 2014 - Restos a Pagar – OFSS
Quadro A.4.2.2.2 (B) – Ações Não Previstas Loa 2014 - Restos a Pagar – OFSS
Quadro A.4.2.2.2 (C) – Ações não Previstas Loa 2014 - Restos a Pagar – OFSS
Quadro A.5.1.1.1 – Movimentação Orçamentária Interna por Grupo de Despesa
Quadro A.5.1.1.2 – Movimentação Orçamentária Externa por Grupo de Despesa
Quadro A.5.1.2.1 – Despesas por Modalidade de Contratação – Créditos de Movimentação
Quadro A.5.1.2.2 – Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos de Movimentação
Quadro A.5.2 – Restos a Pagar Inscritos em Exercícios Anteriores
Quadro A.6.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ
Quadro A.6.1.1.2 – Distribuição da Lotação Efetiva
Quadro A.6.1.1.3 – Detalhamento da Estrutura de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas Da
UJ
Quadro A.6.1.3 – Custos do Pessoal
Quadro A.8.1.1 – Cumprimento das Deliberações do TCU Atendidas no Exercício
Quadro A.8.1.2 – Situação das Deliberações do TCU que Permanecem Pendentes de Atendimento
no Exercício
Quadro A.8.2.1 – Relatório de Cumprimento das Recomendações do Órgão de Controle Interno
Quadro A.8.2.2 – Situação das Recomendações do OCI que Permanecem Pendentes de
Atendimento no Exercício
Quadro A.8.3 – Demonstrativo do Cumprimento, por Autoridades e Servidores da Secretaria de
Gestão Estratégica e Participativa (DF) e Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde
(SECNS) – Exercício 2014.
Quadro A.8.5 – Modelo de Declaração de Inserção e Atualização de Dados no SIASG e SICONV
INTRODUÇÃO

O Relatório de Gestão da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP/MS),


referente ao exercício de 2014 foi elaborado de acordo com disposições de IN TCU nº 63/2010, da
DN TCU nº 134/2013 e das orientações do órgão de Controle Interno.

Na sua elaboração foram consideradas as competências regimentais da SGEP, destacando o


planejamento e a execução de ações relevantes, assim como as dificuldades enfrentadas durante o
exercício a que se refere.

Para a SGEP, a exigência de prestação de contas de parte dos conteúdos é inaplicável. Os


itens a que se aplica esta inexigibilidade estão listados a seguir:

Título Justificativa
A SGEP não possui frota de veículos automotores, bem como não possui bens
imóveis sob a sua responsabilidade. A gestão do patrimônio mobiliário e
Gestão do Patrimônio Mobiliário
imobiliário do MS está sob a responsabilidade da Coordenação Geral de Serviços
e Imobiliário
Gerais (CGSG/SAA/SE), portanto será apresentada no Relatório de Gestão da
Secretaria Executiva.
Gestão do Uso dos Recursos
A Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental deverá
Renováveis e Sustentabilidade
ser apresentada no relatório da Secretaria Executiva do MS.
Ambiental
Informações Contábeis A SGEP, enquanto Secretaria integrante da estrutura organizacional do MS, tem
seus procedimentos contábeis feitos pela Contabilidade do MS. Não obstante,
encaminhamos, em anexo, declaração emitida pelo Contador.

1
1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS

1.1 Identificação da Unidade Jurisdicionada

Quadro A.1.1.2 – Identificação da UJ – Relatório de Gestão Consolidado


Poder e Órgão de Vinculação
Poder: Executivo
Órgão de Vinculação: Ministério da Saúde Código SIORG: 000304
Identificação da Unidade Jurisdicionada Consolidadora
Denominação Completa: Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa
Denominação Abreviada: SGEP
Código SIORG: 074932 Código LOA: Código SIAFI: 250009
Situação: Ativa
Natureza Jurídica: Órgão Público CNPJ: 00.394.544/0024-71
Principal Atividade: Apoio a Gestão da Saúde Código CNAE: 8660-7
Telefones/Fax de contato: (61) 3315 3616 (61) 3315 3326 (061) 3325 2067 (FAX)
Endereço Eletrônico: gestaoparticipativa@saude.gov.br
Página na Internet: www.saude.gov.br/sgep
Endereço: Esplanada dos Ministérios – Bloco G – 2º Andar – Sala 207 – CEP 70058-900 – Brasília – DF
Identificação das Unidades Jurisdicionadas Consolidadas
Código
Nome CNPJ Código SIAFI Situação
SIORG
Conselho Nacional de Saúde – CNS - 250918 Ativa 000306

Normas Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Consolidadora e Consolidadas


Normas de criação e alteração das Unidades Jurisdicionadas

Unidade Jurisdicionada Consolidadora:

Decreto 4.726, de 09/06/2003; regovado pelo Decreto 5.678, de 18/01/2006; revogado pelo Decreto 5.841 de
13/07/2006; revogado pelo Decreto 5.974, de 29/11/2006; revogado pelo Decreto 6.860, de 27/05/2009; revogado pelo
Decreto 7.135, de 29/03/2010; revogado pelo decreto 7.336, de 19/11/2010; revogado pelo decreto 7.530, de
21/07/2011; Decreto 7.797, de 30/08/2012; revogado pelo Decreto 8.065, de 07/08/2013, que aprova a Estrutura
Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Saúde e
remaneja cargos em comissão.

Unidade Jurisdicionada Consolidada:

A Lei n.° 378, de 13 de janeiro de 1937, instituiu o CNS e reformulou o Ministério da Educação e Saúde Pública. Nesse
período, o Estado não oferecia assistência médica, a não ser em casos especiais, como tuberculose, hanseníase e doença
mental.

Com a separação do Ministério da Saúde e da Educação Pública, o CNS foi regulamentado pelo Decreto n.° 34.347, de
8 de abril de 1954, para a função de assistir ao Ministro de Estado na determinação das bases gerais dos programas de
proteção à saúde. O CNS era composto por 17 membros. Em 1959, o Decreto n.° 45.913, de 29 de abril de 1959,
aumentou o número de conselheiros para 24.

O Decreto n.° 847, de 5 de abril de 1962, reafirmou a finalidade do Conselho de assistir ao Ministro de Estado da
Saúde, com ele cooperando no estudo de assuntos pertinentes a sua pasta. O número de conselheiros passou para 27.

O Decreto nº 67.300, de 30 de setembro de 1970 amplia a atuação do Conselho.

Em 1987, foi publicado o Decreto n.° 93.933, de 14 de janeiro, dispondo sobre a organização e atribuições do CNS,

2
com funções normativas e de assessorar o Ministro de Estado da Saúde.

As Conferências de Saúde sempre foram fundamentais para a democratização do setor. Em 1986 foi realizada a
histórica 8ª Conferência Nacional de Saúde, cujo relatório final serviu como subsídio para os deputados constituintes
elaborarem o artigo 196 da Constituição Federal - "Da Saúde". A partir da promulgação da Constituição, em 1988, a
saúde ganhou rumos diferentes com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Lei n.° 8.142, de 28 de dezembro de 1990, instituiu as Conferências e os Conselhos de Saúde, instâncias de Controle
Social.

O Decreto n.º 99.438, de 7 de julho de 1990, regulamentou as novas atribuições do CNS e definiu as entidades e órgãos
que comporiam o novo plenário, com 30 membros. Essa legislação fixou na composição do CNS entre representantes
dos usuários, trabalhadores da saúde, gestores (governo) e prestadores de serviço de saúde. Os usuários ficaram com
50% das vagas, e os outros 50% eram divididos entre trabalhadores, gestores e prestadores de serviço.

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde Centésima Trigésima Sexta Reunião Ordinária, realizada nos dias 3 e 4 de
novembro, aprovou a Resolução n.° 333, de 4 de novembro de 2003, com as diretrizes para a criação, reformulação,
estruturação e funcionamento dos Conselhos de Saúde. Na ocasião foi mantida a composição dos conselhos de saúde
como propôs a Resolução n.° 33 de 1992, a qual reafirmava a paridade e a composição entre os segmentos.

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Trigésima Terceira Reunião, realizada no dia 10 de
maio de 2012, aprova a Resolução 453 que trata das diretrizes para instituição, reformulação, reestruturação e
funcionamento dos Conselhos de Saúde, revogando a Resolução n.° 333, de 4 de novembro de 2003.

Uma nova estrutura entrou em vigor no ano de 2006 quando foi publicado o Decreto Presidencial n.º 5.839, de 11 de
julho de 2006. Atendendo às deliberações aprovadas na 11ª Conferência Nacional de Saúde e 12ª Conferência Nacional
de Saúde, o Conselho passa a escolher seus membros a partir de processo eleitoral e também pela primeira vez na
historia elege seu Presidente; cargo até então ocupado pelo Ministro de Estado da Saúde. O Conselho Nacional de
Saúde passou a contar com 48 conselheiros titulares representados por usuários, profissionais de saúde, gestores e
prestadores.
Outras normais infralegais relacionadas à gestão e estrutura das Unidades Jurisdicionadas
 Lei n.º 8.080/1990 que dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dar outras providências;
 Lei n.º 8.142/1990 que dispõe sobre a participação da Comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde
(SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras
providências;
 Lei Complementar n.º 141/2012 que regulamenta o § 3º do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre
os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações
e serviços públicos de saúde e as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas 3
esferas de governo; revoga dispositivos das Leis nº 8.080/1990 e 8.689/1993 e dar outras providencias;
 Decreto n.º 7.508/2011 regulamenta a Lei nº 8.080/1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de
Saúde – SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras
providências;
 Decreto nº 8.065/2013, que aprova a estrutura regimental e o quadro demonstrativo dos cargos em comissão e
das funções gratificadas do Ministério da Saúde e remaneja cargos em comissão;
 Decreto n.º 5.839/2006 dispõe sobre a organização, as atribuições e o processo eleitoral do Conselho Nacional
de Saúde - CNS e dá outras providências;
 Decreto nº 7.053 de 23 de dezembro de 2009 institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua
e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento;
 Decreto nº 6.040/07 Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades
Tradicionais;
 Decreto n.º 8.163/13, do dia 20 de dezembro de 2013, institui o Programa Nacional de Apoio ao
Associativismo e Cooperativismo Social (Pronacoop Social).

Portarias GM/MS:

 n.º 399/2006, divulga o Pacto pela Saúde 2006 e aprova as diretrizes operacionais;
 n.º 8/2007, regulamenta o Sistema OuvidorSUS;
 n.º 3.027/2007, aprova a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa – ParticipaSUS;
3
 n.º 992/2009, institui a Politica Nacional de Saúde Integral da População Negra;
 n.º 2.866/2011, institui a Politica Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta;
 n.º 575/2012, institui e regulamenta o uso do SARGSUS;
 nº 1.256, de 17 de junho de 2009, que Institui o Comitê Nacional de Educação Popular em Saúde (CNEPS).
 n.º 1.580/2012, que afasta a exigência de adesão ao Pacto pela Saúde ou assinatura do TCG;
 n.º 1.583/2012, dispõe, no âmbito do MS e entidades vinculadas, sobre a execução da Lei e Decreto de acesso à
informação;
 nº 1.051, DE 20 DE MAIO DE 2014 - Estabelece metas de desempenho institucional do Departamento
Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS/SGEP/MS) para o período de abril de 2014 a março de 2015, para
fins de percepção das parcelas mensais relativas à Gratificação de Desempenho de Atividade de Execução e
Apoio Técnico à Auditoria (GDASUS);
 nº 2432/2012 - Define regras e critérios para lotação de servidores no Departamento Nacional de Auditoria do
SUS (DENASUS/SGEP/MS);
 nº 2.416, de 7 de novembro de 2014, estabelece diretrizes para a organização e funcionamento dos serviços de
ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS) e suas atribuições;
 nº 2.460/2005 que instituiu o “Grupo da Terra”;
 nº 1.707/08, de 18 de agosto de 2008, que institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Processo
Transexualizador, a ser implantado nas unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de
gestão;
 nº 457/08, de 19 de agosto de 2008, que habilita 4 (quatro) unidades hospitalares nos serviços de saúde para o
Processo Transexualizador (Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS, Hospital Universitário Pedro Ernesto –
HUPE/RJ, Hospital de Clínicas de São Paulo/SP e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de
Goiás/GO);
 nº 1.820/09, de 13 de agosto de 2009, que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde, entre eles o
direito ao uso do nome social;
 n° 3.305/09 de 24 de dezembro de 2009, que institui o Comitê Técnico de Saúde para a População em Situação
de Rua (PSR);
 nº 122/11, de 25 de janeiro de 2011 e 123/12, de 25 de janeiro de 2012, que possibilitaram estabelecer o
“Programa Consultório na Rua” (CnaR) e suas diretrizes direcionadas para a população em situação de rua;
 nº 940/2011, de 28 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde quanto à dispensa
aos ciganos nômades e moradores de rua da exigência de apresentar o endereço do domicílio permanente;
 nº 2.761/13, de 19 de novembro de 2013, que Institui a Política Nacional de Educação Popular em Saúde;
 nº 2.803/13, de 19 de novembro de 2013, que redefine e amplia o Processo Transexualizador no SUS;
 nº 2.836/11, de 01 de dezembro de 2011, que institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política
Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Política Nacional de Saúde
Integral LGBT);
 nº 2.837/11, de 01 de dezembro de 2011, que redefine o Comitê Técnico de Saúde Integral de Lésbicas, Gays,
Bissexuais, Travestis e Transexuais (Comitê Técnico LGBT) do Ministério da Saúde;
 nº 1.055/14, de 13 de outubro de 2014 que habilita o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de
Pernambuco, em Recife/PE, para realização do Processo Transexualizador;
 n° 2.311/14, de 23 de outubro de 2014, que incluiu o termo “águas” na denominação da Política Nacional de
Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF);
 nº 2.629/14, de 27 de novembro de 2014, que redefine o Comitê Técnico de Saúde da População Negra
(CTSPN) no âmbito do Ministério da Saúde.

Resoluções:

 CIT nº 02/11, de 06 de dezembro de 2011, que aprovou Plano Operativo LGBT (2012-2014) junto à Comissão
Intergestores Tripartite (CIT);
 n° 02/13, de 27 de fevereiro de 2013 que dispõe sobre o Plano Operativo para Implementação de Ações em
Saúde da População em Situação de Rua; Portaria MS nº 2.803/13, de 19 de novembro de 2013, que redefine e
amplia o Processo Transexualizador no SUS; Revogada pela nº 8, de 29 de agosto de 2013.
 nº 02/14, de 2 de setembro de 2014, dispõe sobre o II Plano Operativo (2013-2015) da Política Nacional de
Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS);

Manuais e publicações relacionadas às atividades das Unidades Jurisdicionadas


Guia de orientações básicas para implantação de Ouvidorias do SUS;

4
Ouvidoria-Geral do SUS: um espaço de cidadania;

Politica Nacional de Saúde Integral da População Negra: uma política do SUS.

Auditoria do SUS: orientações básicas;

Carta dos direitos dos usuários da Saúde;

Conversando sobre Auditoria do SUS;

Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011 (livreto);

O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios;

Manual de Orçamento e Finanças Públicas para Conselheiros de Saúde.

14ª Conferência Nacional de Saúde - Relatório Final;

DVD - Políticas de Saúde no Brasil: um século de luta pelo direito à saúde;

Série Articulação Interfederativa:

 Volume 1 - Caderno de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013/2015 (2ª Edição);


 Volume 2 – Principais Marcos Normativos da Gestão Interfederativa do SUS – Tomo I – Leis e Decretos (2ª
Edição) e Tomo II - Portarias e Resoluções (1ª reimpressão);
 Volume 3 - Guia para a elaboração do Contrato Organizativo da Ação Pública: construindo o COAP passo a
passo; Painel de Indicadores do SUS nº 9 – Gestão do trabalho em saúde;

Livreto: Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011 – Regulamentação da Lei nº 8.808/90 (5ª reimpressão);

Folders: A Regionalização da Saúde – O Decreto nº 7.508 e os desafios da gestão do SUS;

O Contrato Organizativo da Ação Pública – COAP; SARGSUS - Sistema de Apoio ao Relatório de Gestão; Mapa da
Saúde;

Livreto da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta;

Orientações para Conselheiros Nacionais de Saúde;

Cartaz “Nome Social no SUS”;

Folder de Diretrizes e Estratégias para Ações de Saúde da População em Situação de Rua;

Cartilha da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra;

Livreto da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, e Transexuais (LGBT);

Folder Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais;

Cartilha das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, Saúde e Participação Social;

Livro Saúde da População Negra;

Folder Saúde da população em situação de rua: uma questão de equidade;

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Cartilha da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (2ª edição);

Livreto dos Conselhos de Saúde: Responsabilidade do Controle Social;

Livreto da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, e Transexuais (LGBT);

Folder Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais;

Folder Política Nacional de Saúde Integral das populações de Campo e Floresta;

Livreto da Política de Promoção da Equidade;

Livro Educação Popular na formação universitária: reflexões com base em uma experiência;

Da sonhação a vida é feita: Roteiros para refletir brincando: outras razões possíveis na produção de conhecimento e
saúde sob a ótica da educação popular;

Livro “Almanaque Agente Comunitário de Saúde- ACS”;

Relatório do II Encontro de Saúde das Populações do Campo, Floresta e Águas;

Cartilha-Saúde da População em Situação de Rua;

DVD - Saúde da População em Situação de Rua;

Cartazes- Povos Ciganos;

Caderno de Educação Popular em Saúde - vol 2 (1ª reimpressão);

Manual das Ouvidorias do SUS;

Prêmio Cecília Donnangelo do SUS;

Livreto da Ouvidoria Ativa do SUS – Ampliando a Escuta e o Acesso à Informação do Cidadão;

Guia de Orientações Básicas para Implantação de Ouvidorias do SUS;

Livreto da Ouvidoria-Geral - Um espaço do SUS de cidadania;

Folder do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS;

Folder do Disque Saúde 136;

Folder do Núcleo de Pesquisas;

Folder da Carta SUS;

Folder da Lei de acesso à informação;

Folder da Ouvidoria Itinerante;

Devolução de Recursos em Auditoria do SUS (Livro – Vol. 1);

Orientação para implantação de um componente do Sistema Nacional de Auditoria (Cartilha – Vol.3); Vamos conversar
sobre auditoria? (cartilha, Vol. 1).

6
Unidades Gestoras e Gestões Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas Consolidadora e Consolidadas
Unidades Gestoras Relacionadas às Unidades Jurisdicionadas

Código SIAFI Nome

250009 Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa

1.2 FINALIDADE E COMPETÊNCIAS

SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

A Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) está


organizada em cinco departamentos e é responsável pelo fortalecimento do pacto federativo, o
fortalecimento da participação e do controle social no SUS, o desenvolvimento de ações de
informatização do SUS e do uso adequado dos recursos públicos.

Conforme estabelecido no art. 34 do Decreto n.º 8.065, de 07.08.2013, a Secretaria


Estratégica e Participativa tem como competências:

I. Formular e implementar a política de gestão democrática e participativa do SUS e fortalecer


a participação social;
II. Articular as ações do Ministério da Saúde, referentes à gestão estratégica e participativa,
com os diversos setores, governamentais e não governamentais, relacionados com os
condicionantes e determinantes da saúde;
III. Apoiar o processo de controle social do SUS, para o fortalecimento da ação dos Conselhos
de saúde;
IV. Promover, em parceria com o Conselho Nacional de Saúde, a realização das Conferências de
Saúde e das Plenárias dos Conselhos de Saúde, com o apoio dos demais órgãos do
Ministério da Saúde;
V. Incentivar e apoiar, inclusive nos aspectos financeiros e técnicos, as instâncias estaduais,
municipais e distritais, no processo de elaboração e execução da política de educação
permanente para o controle social no SUS;
VI. Apoiar estratégias para mobilização social, pelo direito à saúde e em defesa do SUS,
promovendo a participação popular na formulação e avaliação das políticas públicas de
saúde;
VII. Contribuir para a equidade, apoiando e articulando grupos sociais que demandam políticas
específicas de saúde;
VIII. Promover a participação efetiva dos gestores, trabalhadores e usuários na eleição de
prioridades e no processo de tomada de decisões na gestão do SUS;
IX. Formular e coordenar a Política de Ouvidoria para o SUS, implementando sua
descentralização e cooperação com entidades de defesa de direitos do cidadão;
X. Coordenar as ações do componente federal do Sistema Nacional de Auditoria do SUS;
XI. Fomentar o fortalecimento do Sistema Nacional de Auditoria do SUS nas três esferas de
gestão;
XII. Promover, em parceria com a Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde, a
articulação dos órgãos do Ministério da Saúde com o Conselho Nacional de Saúde;
XIII. Apoiar administrativa e financeiramente a Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de
Saúde;
XIV. Fomentar a realização de estudos e pesquisas, por meio de acordos de cooperação com
entidades governamentais e não governamentais, que contribuam para o desenvolvimento do
SUS e da reforma sanitária brasileira;

7
XV. Estabelecer mecanismos para a gestão da ética, com enfoque na conformidade de conduta
como instrumento de sustentabilidade e melhoria da gestão pública do SUS, bem como
acompanhar sua implementação no âmbito do Ministério da Saúde;
XVI. Coordenar e apoiar as atividades relacionadas aos sistemas internos de gestão e aos sistemas
de informações relativos às atividades finalísticas do SUS;
XVII. Coordenar e apoiar a definição de diretrizes do sistema nacional de informações em saúde,
integrado em todo o território nacional, abrangendo questões epidemiológicas e de prestação
de serviços;
XVIII. Coordenar e apoiar as atividades relacionadas com o sistema federal de administração dos
recursos de informação e informática no âmbito do Ministério da Saúde; e
XIX. Coordenar as ações de descentralização no SUS.

De acordo com o referido Decreto, a SGEP exerce, ainda, o papel de órgão setorial do
Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), por intermédio do
Departamento de Informática do SUS.

CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

O Conselho Nacional de Saúde, órgão colegiado de caráter permanente e deliberativo,


integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, é composto por representantes do
governo, dos prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, cujas decisões,
consubstanciadas em resoluções, são homologadas pelo Ministro de Estado da Saúde.

Conforme estabelecido no art. 51 do Decreto n.º 8.065/2013, ao CNS compete:

I. Deliberar sobre:

a) formulação de estratégia e controle da execução da política nacional de saúde em âmbito


federal; e

b) critérios para a definição de padrões e parâmetros assistenciais;

II. Manifestar-se sobre a Política Nacional de Saúde;


III. Decidir sobre:

a) planos estaduais de saúde, quando solicitado pelos respectivos Conselhos;

b) divergências suscitadas pelos Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, bem como por
órgãos de representação na área de saúde; e

c) credenciamento de instituições de saúde que se candidatem a realizar pesquisa em seres


humanos;

IV. Opinar sobre a criação de novos cursos superiores na área de saúde, em articulação com o
Ministério da Educação;
V. Estabelecer diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde em função das
características epidemiológicas e da organização dos serviços;
VI. Acompanhar a execução do cronograma de transferência de recursos financeiros,
consignados ao SUS, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios;
VII. Aprovar os critérios e os valores para a remuneração dos serviços e os parâmetros de
cobertura assistencial;
8
VIII. Acompanhar e controlar as atividades das instituições privadas de saúde, credenciadas
mediante contrato, ajuste ou convênio;
IX. Acompanhar o processo de desenvolvimento e incorporação científica e tecnológica na área
de saúde, para a observância de padrões éticos compatíveis com o desenvolvimento
sociocultural do País; e
X. Propor a convocação e organizar a Conferência Nacional de Saúde, ordinariamente a cada
quatro anos e, extraordinariamente, nos termos da Lei no 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

§ 1o A composição, a organização e o funcionamento do Conselho Nacional de Saúde serão


estabelecidos de conformidade com a legislação vigente.

§ 2o O Conselho Nacional de Saúde disporá de uma Secretaria-Executiva para coordenação


das atividades de apoio técnico-administrativo.

1.3 ORGANOGRAMA

Gráfico 1 – Organograma Funcional da Secretaria Estratégica e Participativa

Com esse escopo, os departamentos da SGEP se complementam e possibilitam a construção


de uma gestão estratégica e sistêmica, com impacto e continuidade nas três esferas de governo.

Apesar de está vinculado à SGEP, as informações sobre o DATASUS não fazem parte deste
Relatório de Gestão, pois esse departamento está relacionado no Anexo I da Decisão Normativa
TCU nº 134/2013, devendo apresentar o seu próprio relatório individualmente.

9
As áreas subordinadas e estratégicas que compõem a estrutura organizacional da SGEP apresentam
as seguintes competências:

Quadro A.1.3 – Informações sobre áreas ou subunidades estratégicas


Áreas/
Período de
Subunidades Competências Titular Cargo
atuação
Estratégicas

De
Propor e apoiar a gestão participativa por meio da
Departamento Júlia Maria 01/01/2014 a
implementação das Políticas de Promoção da Equidade; o
de Apoio à Santos Roland 24/03/2014
fortalecimento do controle social, em articulação com o
Gestão Diretora
Conselho Nacional de Saúde e com os demais espaços e
Participativa - Katia Maria De
atores do controle social; e a implementação da Política
DAGEP Barreto Souto 25/03/2014 a
Nacional de Educação Popular em Saúde.
31/12/2014

Propor, coordenar e implementar a Política Nacional de


Ouvidoria em Saúde, no âmbito do SUS;
Estimular e apoiar a criação de estruturas descentralizadas
de ouvidoria em saúde;
Implementar políticas de estímulo à participação de
usuários e entidades da sociedade no processo de avaliação
dos serviços prestados pelo SUS;
Promover ações para assegurar a preservação dos aspectos
Departamento éticos, de privacidade e confidencialidade em todas as
etapas do processamento das informações decorrentes; Vanilda De
de Ouvidoria
Aparecida Diretor 01/01/2014 a
Geral do SUS - Assegurar aos cidadãos o acesso às informações sobre o
Alves 31/12/2014
DOGES direito à saúde e às relativas ao exercício desse direito;
Acionar os órgãos competentes para a correção de
problemas identificados, mediante reclamações enviadas
diretamente ao Ministério da Saúde, contra atos ilegais ou
indevidos e omissões, no âmbito da saúde; e
Viabilizar e coordenar a realização de estudos e pesquisas
visando à produção do conhecimento, no campo da
ouvidoria em saúde, para subsidiar a formulação de
políticas de gestão do SUS.

De
Paulo Ernesto
Departamento Realizar ações de controle interno (Auditoria, Fiscalização 01/01/2014 a
Coelho de
Nacional de e Visita Técnica) permanentes ao SUS, de forma 05/08/2014
Oliveira
Auditoria do preventiva, operacional e fiscalizatória, sob os aspectos da Diretor
SUS - aplicação dos recursos, dos procedimentos, dos processos, De
Adelina Maria
DENASUS das atividades, do desempenho e dos resultados. 06/08/2014 a
Melo Feijão
31/12/2014

Departamento Desenvolver ações de informatização do SUS, direcionadas


De
de Informática à manutenção e ao desenvolvimento do sistema de Augusto Cesar
Diretor 01/01/2014 a
do SUS - informações em saúde e dos sistemas internos de gestão do Gadelha Vieira
31/12/2014
DATASUS Ministério da Saúde.

10
De
André Luis 01/01/2014 a
Departamento
Fortalecer da capacidade de gestão e da articulação entre os Bonifácio de 19/03/2014
de Articulação
gestores do SUS nas três esferas da Federação, por meio de Carvalho Diretor
Interfederativa
instrumentos e mecanismos efetivos de governança. De
- DAI
Jorge Harada 28/08/2014 a
31/12/2014

1.4 Macroprocessos Finalísticos

A definição dos Macroprocessos Finalísticos adotada como referência para o presente


Relatório de Gestão foi elaborada a partir das competências regimentais da SGEP. Foram
identificados os Macroprocessos Finalísticos que correspondem às principais ações da Secretaria e
demonstram a grande diversidade institucional que caracteriza a SGEP. O critério adotado levou em
consideração a estrutura orçamentária da SGEP. Buscou-se identificar e estabelecer as
correspondências entre os Macroprocessos Finalísticos da Secretaria e as Ações Orçamentárias que
compõem seu orçamento na lei Orçamentária Anual de 2014, conforme a seguir:

Quadro A.1.4 – Macroprocessos Finalísticos

Macroprocessos Subordinada
Descrição Produtos e Serviços Principais Clientes
Finalísticos Responsável
Apoio técnico aos governos
federal, estaduais e
municipais para promover a
gestão participativa nas
áreas da saúde;
Apoio técnico e financeiro
às organizações de
Apoio às práticas Oferecer apoio
movimentos sociais para
de gestão institucional às práticas que
promover a gestão
participativa e do fortaleçam a gestão
participativa na saúde;
Controle Social participativa e o controle
Participações na
em Saúde. social.
representação do Ministério
da Saúde em espaços de
discussão para o Controle
social em saúde;
Conselheiros de Saúde,
Apoio aos conselheiros da
Lideranças de Movimentos
Saúde no Programa de
Sociais, Educadores
Inclusão Digital – PID.
Populares, Agente de DAGEP
Tenda Paulo Freire;
Controle de Endemia,
Rodas de conversa;
Apoio às práticas Apoiar, incentivar e Agentes Comunitário de
Oficinas de trabalho;
de Educação acompanhar as práticas da Saúde e Gestores da Saúde.
Apoio técnico-educacional
Popular em Educação Popular em
aos grupos incentivadores
Saúde. Saúde.
das práticas de educação
popular na área da saúde.
Aproximar o Ministério da
Saúde das populações
Encontros, Seminários,
vulneráveis, dando
Congressos, Cursos,
Promoção da visibilidade aos seus
Oficinas e Eventos em
equidade em problemas em saúde,
geral;
saúde das construindo Políticas
populações Públicas de Saúde para
Participações em fóruns que
vulneráveis. identificar, proteger,
tratam das Determinantes
atender e acolher essas
Sociais para a Saúde.
populações na saúde.
Representar o Ministério

11
da Saúde em fóruns de
discussão envolvendo
Determinantes Sociais para
a Saúde.

Advocacia Geral da União


(AGU), Câmara Federal,
Câmara Municipal,
Cidadão, Conselho
Nacional de Secretários
Estaduais de Saúde
(CONASS), Conselho de
Saúde Federal, Conselho de
Saúde Municipal,
Controladoria Geral da
União (CGU), Entidades de
Classe, Gabinete do
Secretário Municipal de
Saúde, Judiciário Estadual,
Judiciário Federal,
Ministério Público Estadual
(MPE), Ministério Público
Federal (MPF), Ministério
da Saúde/Divisão de
Compreendem ações Convênios e Contratos
permanentes de controle (DICON), Ministério da
interno (auditoria, Saúde /Fundo Nacional de
fiscalização e visitas Ações de controle interno Saúde (FNS), MS/Gabinete
técnicas), de forma realizadas, envolvendo do Ministro (GM),
Controle Interno DENASUS
preventiva e reparatória, auditoria, fiscalizações, MS/Ouvidoria Geral do
da aplicação dos
sob os aspectos da verificações de Termo de SUS (DOGES),
recursos do SUS.
aplicação dos recursos, dos Ajuste Sanitário (TAS) e MS/Secretaria Assistência à
procedimentos, dos visitas técnicas. Saúde (SAS),
processos, das atividades, MS/Secretaria de Ciência,
do desempenho e dos Tecnologia e Insumos
resultados. Estratégicos (SCTIE),
MS/Secretaria Especial
Saúde Indígena (SESAI),
MS/ Secretaria de Gestão
Estratégica e participativa
(SGEP), MS/Secretaria de
Vigilância à Saúde (SVS),
Ouvidoria Secretaria
Estadual de Saúde, Poder
Executivo Municipal,
Policia Federal, Presidência
da República (PR),
Prestador de Serviços de
Saúde, Secretaria Estadual
de Saúde (SES), Secretaria
Municipal de Saúde (SMS)
e Tribunal de Contas da
União (TCU).

12
1. Colaborar com processos
de educação permanente,
produzir conhecimentos e
divulgar informações, entre
os componentes do SNA,
com objetivo de apoiar os
aspectos legais, técnicos,
operacionais e funcionais
do SNA junto à gestão do
SUS;
2. Promover capacitação ou
colaborar nos processos de
educação permanente, em
temas relativos à auditoria
do SUS);
3. Implantar e implementar
o Sistema de Auditoria do
SUS - SISAUD/SUS nas
secretarias de saúde
estadual e municipal que
aderirem ao sistema;
4. Realizar capacitação para
os técnicos dos
componentes do SNA que
aderirem ao sistema
SISAUD/SUS;
Compreendem ações 5. Monitorar, orientar e
permanentes realizadas em avaliar a operacionalização Componentes estaduais,
cooperação técnica com do SISAUD/SUS nos distritais e municipais das
Fortalecimento do órgãos e entidades federais, municípios e estados que respectivas secretarias de
Sistema Nacional estaduais e municipais, implantaram o componente saúde;
DENASUS
de Auditoria com vistas à integração das do SNA; Conselheiros de Saúde;
(SNA) ações do SNA, com órgãos 6. Promover a construção Técnicos e Gestores dos
integrantes dos sistemas de de instrumentos para a ação Controles Interno e
controle interno /externo e de auditoria visando à Externo.
do Controle Social. padronização de
procedimentos e processos
de trabalho
7. Participar, promover e ou
colaborar em ações com
Gestores e Conselhos de
Saúde, relacionadas à
auditoria no SUS;
8. Participar, Promover e/ou
colaborar em ações com os
demais órgãos públicos de
controle interno e externo
com vista ao fortalecimento
do SNA e da gestão no
SUS;
9. Promover a gestão da
informação e a produção de
conhecimentos, tais como:
pesquisas, relato de
experiências, publicações
técnico-científicas,
documentos técnicos
normativos e ou
ferramentas que visem ao
fortalecimento do
SNA/SUS;
10. Participar, promover
13
e/ou colaborar em ações
com os componentes do
SNA relacionadas aos
resultados das auditorias,
visando o aprimoramento
dos serviços.
11. Promover ações de
sensibilização dos gestores
sobre a importância da
implantação do componente
do SNA através de grupos
de trabalho, fóruns e
seminários.
1. Carta SUS,
2. Ouvidoria Itinerante,
Abrange atividades que
3. Disque Saúde 136 -
visam:
Pesquisas e Contatos
1. Viabilizar a participação
4. Serviço de Informação ao
dos usuários no processo
Cidadão – SIC
de avaliação dos serviços
5. Gestão da Informação -
prestados pelo SUS;
é realizada a coleta e
2. Assegurar aos cidadãos
disseminação de
o acesso às informações
informações por meio dos
sobre o direito à saúde e as
canais de escuta do cidadão, Cidadão;
informações relativas ao
o armazenamento e análise Ministério da Saúde e
Interlocução entre exercício desse direito; DOGES
das informações, sendo Vinculadas;
a Sociedade e o 3. A realização de estudo e
gerados relatórios a partir Técnicos e Ouvidores das
SUS. pesquisas sobre suas bases Ação 6182
da filtragem das ouvidorias (federais,
de dados para subsidiar a
informações, enviados às municipais e estaduais)
formação de políticas
diferentes áreas técnicas do
públicas de gestão do SUS;
Ministério da saúde tendo
4. Estimular e apoiar a
por finalidade o subsidio
criação de estruturas
para a tomada de decisões
descentralizadas de
6. Educação Permanente,
ouvidoria;
7. Cooperação Técnica e
5. A implementação da
Disponibilização do
Política Nacional de
Sistema OuvidorSUS
Ouvidoria em Saúde.
8. Fórum, Seminários e
Congressos
Macroprocessos Subordinada
Descrição Produtos e Serviços Principais Clientes
Finalísticos Responsável
Desenvolvimento e
disponibilização das
ferramentas: Mapa da
Compreende a cooperação Saúde, Sargsus e Sispacto e
técnica, visando o capacitação de gestores e
fortalecimento da gestão técnicos para o uso dessas
compartilhada do SUS, ferramentas;
Articulação entre
abrangendo os seguintes Realização de eventos que
os entes federados Gestores e técnicos
eixos: apoio à promovem a discussão, DAI
visando o municipais, estaduais e
regionalização do SUS; alinhamentos do processo
fortalecimento da federal; Comissões
apoio ao fortalecimento das de planejamento no âmbito Ação 8287
governança no intergestores
comissões intergestoras - do SUS;
SUS.
CIR, CIB, CIT; apoio à Elaboração e atualização do
contratualização; e apoio Caderno de Diretrizes,
ao processo de Objetivos, Metas e
planejamento do SUS. Indicadores; participação
em eventos de
planejamento;
Realização de

14
videoconferências com
referências técnicas;
Tabela atualizada e
disponibilizada das regiões
de saúde;
seminários/oficinas
realizados para discussão
do tema;
Apoio à articulação de
políticas territoriais;
Produção de cadernos da
Série Articulação
Interfederativa e do Painel
de Indicadores do SUS;
Discussão acerca de
ferramentas jurídico-
administrativas para apoio à
gestão da saúde;
Realização de evento para
debater o processo de
contratualização
interfederativa no SUS;
Elaboração e
disponibilização de boletim
eletrônico e
Disponibilização de
modelo nacional do COAP
elaborado e pactuado no
tripartite.
• Formulação de estratégia e
controle da execução da
Refere-se às atividades de política nacional de saúde
formulação, em âmbito federal
monitoramento, avaliação e • Estabelecimento de
fiscalização das ações e critérios para definição de
políticas desenvolvidas no padrões e parâmetros
âmbito do Sistema Único assistenciais;
de Saúde. O Conselho • Decidir sobre divergências
Nacional de Saúde é a suscitadas pelos Conselhos
instância de participação Estaduais e Municipais de
social em saúde Saúde, bem como por
responsável pelo controle órgãos de representação na
social do Sistema Único de área de saúde;
Saúde, no âmbito do • Acompanhar a execução
Governo Federal, do cronograma de CNS
Controle Social
congregando transferência de recursos A População Brasileira.
em Saúde
representações de usuários, financeiros, consignados ao Ação 2016
trabalhadores, gestores e SUS, aos Estados, ao
prestadores de serviço em Distrito Federal e aos
saúde. Suas atividades Municípios;
abrangem ainda a produção • Acompanhar e controlar
e divulgação de as atividades das
informações em saúde instituições privadas de
voltadas à sociedade, saúde, credenciadas
processos de mobilização e mediante contrato, ajuste ou
educação permanente para convênio;
o controle social e • Pareceres acerca da
processos de formulação e abertura de novos cursos na
deliberação política acerca área da saúde – ação
das políticas de saúde. conjunta com MEC
• Credenciamento de
instituições de saúde que se
15
candidatem a realizar
pesquisa em seres humanos;
• Parecer de apreciação do
Relatório Anual de Gestão
do Ministério da Saúde;
• Apreciação, deliberação e
monitoramento do Plano
Nacional de Saúde;
• Organização e condução
da Conferência Nacional de
Saúde e conferências
temáticas;
• Aprovar os critérios e os
valores para remuneração
dos serviços e os
parâmetros de cobertura
assistencial;
• Acompanhar o processo
de desenvolvimento e
incorporação científica e
tecnológica na área de
saúde para observância de
padrões éticos compatíveis
com o desenvolvimento
sócio e cultural de saúde.

1.4.1 Principais Parceiros

A seguir são apresentados os principais parceiros da SGEP por áreas estratégicas:

Área de Articulação Interfederativa - visa ao fortalecimento da capacidade de gestão e de


articulação entre os gestores do SUS nas três esferas da Federação, por meio de instrumentos e
mecanismos efetivos de governança. Nessa atividade são os estados e os municípios, representados,
respectivamente, por suas secretarias de saúde e suas entidades colegiadas: Conselho Nacional de
Secretários Estaduais de Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
(Conasems), Conselho de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS), Comissão Intergestores
Regional (CIR) e Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Por meio dessas parcerias foi possível
concluir o processo de regionalização da saúde, prevista no Decreto nº 7.508/2011, resultando em
438 regiões de saúde. Além disso, foi possível apoiar os estados e os municípios no aprimoramento
do planejamento regional integrado, na elaboração do Contrato Organizativo da Ação Pública da
Saúde (COAP) e na capacitação de gestores e técnicos no uso das ferramentas de apoio à elaboração
dos instrumentos de planejamento do SUS.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é também uma pareceria importante, pois desenvolve
estudos e pesquisas relativas ao processo de gestão e governança e por meio da disponibilização de
recursos humanos que facilitam esse processo in loco. O Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC)
também se destaca como parceiro nesse processo por meio do desenvolvimento do Mapa da Saúde,
uma ferramenta de apoio à elaboração dos instrumentos de planejamento do SUS. Essa parceria se
deu por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde
(Proadi-SUS). Outro parceiro, o Consorcio Hospitalar da Cataluña, por meio da OPAS,
desenvolveu uma pesquisa sobre Governança regional no Sistema Único de Saúde (SUS):
Diagnóstico e propostas de melhoria, com o objetivo de apoiar a construção de modelos de
governança entre os entes federados e os seus colegiados.

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Área de Auditoria do SUS - o Departamento, em sua competência de promover o
fortalecimento, a interação e a integração entre os componentes do Sistema Nacional de Auditoria
do SUS (SNA), os órgãos de controle interno e externo e os Conselhos de Saúde, se organiza
buscando e interagindo com várias parcerias e realizou diversas atividades de Cooperação Técnica.
As atividades são detalhadas a seguir:

 Com componentes do SNA: 138 atividades com os objetivos de ministrar palestras sobre
legislação e procedimentos do SUS e do SNA; organizar cursos, oficinas, encontros,
fórum e construir orientações sobre auditoria e realizar atividades de auditoria integrada;
 Com Conselhos de Saúde: 40 atividades com a finalidade de ministrar palestras para
sensibilizar/estimular a implantação e ou a implementação do componente do SNA;
orientar sobre competências, atribuições e estrutura dos conselhos de saúde; e, divulgar
resultados e procedimentos das atividades de auditoria;
 Com órgãos de Controle Interno e Externo: 10 atividades envolvendo participação em
grupos de trabalho, em palestras sobre legislação e procedimentos do SUS e do SNA;
 Com outros órgãos: 03 palestras sobre Termo de Ajuste Sanitário; Direito, Saúde e
Cidadania; e processo eleitoral do conselho de saúde.

Área de Apoio à Gestão Estratégica e Participativa - o DAGEP tem como característica o


relacionamento com o usuário do SUS pertencente a populações em condições de vulnerabilidade,
por isso os movimentos sociais e as lideranças comunitárias têm sido participantes das discussões
que conduzem a ações que possam melhorar o atendimento na saúde para esse público.

De forma semelhante, as lideranças que emergem da sociedade pelo seu interesse e


dedicação pelas causas da saúde, formando uma frente de monitoramento e controle social das
políticas de saúde, têm recebido o apoio do DAGEP, fazendo parte dos parceiros que lhes são caros
para constituírem a participação na gestão da saúde.

No âmbito federal, o DAGEP tem contado com a parceria do CNS e mais uma vez foi
demonstrado esse trabalho conjunto quando, em maio de 2014, realizou-se a 18ª Plenária Nacional
de Conselhos de Saúde e Movimentos Sociais, intitulada “25 anos do SUS: Avanços e Desafios
para o controle Social”, com o objetivo de avaliar a situação de saúde no contexto dos 25 anos do
SUS; debater e reafirmar o SUS como sistema universal, público e de qualidade; ampliar a
participação popular e mobilizar a sociedade em defesa do SUS e fortalecer o controle social da
saúde. A 18ª Plenária Nacional de Conselhos de Saúde é uma expressão de popularidade, de
governo, de democracia e de cidadania. O encontro contou com a participação de 1.800 pessoas da
área da saúde entre conselheiros, coordenadores de plenárias, representantes dos conselhos
municipais e estaduais de saúde e lideranças sociais.

Uma expressão evidente da parceria com os conselhos traduz-se pelo Programa de Inclusão
Digital dos Conselhos de Saúde (PID), resultante de demanda das Conferências Nacionais de
Saúde, aprovado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e materializado pela Secretaria de Gestão
Estratégica e Participativa - SGEP do Ministério da Saúde. Tem como objetivo contribuir para que
os conselheiros nacionais, estaduais e municipais de saúde se apropriem de informações e adquiram
habilidades para comunicação indispensáveis ao exercício do controle social, por meio do acesso a
equipamentos de informática, informações em saúde necessárias ao desempenho do papel de
conselheiro e estabelecimento de rede de intercâmbio entre os Conselhos de Saúde. O Programa
está pautado em três pilares: equipamentos, formação de conselheiros, conectividade. A partir de
2006, disponibilizou 5.589 computadores e 5.584 impressoras para os Conselhos de Saúde do Brasil
17
e o Kit composto por 3.247 TVs 32 polegadas, (decodificador e antena parabólica) para Conselhos
Estaduais e Municipais de Saúde; 34 Conselhos de Saúde Indígenas (CONDISIS); Disponibilização
de TV por assinatura com Line Up da Oi TV, composto de sete canais obrigatório-públicos, sete
canais abertos, um canal de notícias e o Canal Oi, com conteúdo exclusivo para assinantes, sem
nenhum custo para a gestão local.

Parcerias:

1) Universidade de Brasília - com o objetivo de implantar o observatório da Política


Nacional de Saúde Integral LGBT no SUS;

2) Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) - dois convênios: um que possibilitará a


capacitação em saúde, para as lideranças comunitárias quilombolas, profissionais, gestores em
saúde e controle social; e outro com objetivo de qualificar profissionais graduados que atuam na
mobilização social em educação popular em saúde;

3) Universidade Federal de São Carlos - que tem como propósito a formação de


lideranças de movimentos sociais, profissionais de saúde e de educação para Educação Popular em
Saúde;

4) Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) - A OPAS também tem apoiado a


gestão participativa e neste sentido seus propósitos são aderentes aos princípios da Secretaria de
Gestão Estratégica e Participativa e por isso o Departamento de Apoio a Gestão Participativa ocupa
espaço em suas ações conjuntas no que se refere às articulações com os Movimentos Sociais, sendo,
este Departamento, ponto de convergência dos interesses da população e do Ministério da Saúde e,
portanto, incentivadora de ações para a saúde levando-se em conta as iniquidades e as
especificidades de populações com maior vulnerabilidade e desigualdade social. Sendo assim, uma
das formas de se apoiar as ações dessas populações é por meio do apoio financeiro aos projetos
apresentados por esses movimentos sociais a serem considerados pelo Departamento e atendidos
por intermédio da parceria com a Organização Panamericana de Saúde. Em 2014 foi possível o
apoio aos seguintes projetos por meio das organizações citadas abaixo:

1. Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura - CONTAG/ Educação


Permanente para o controle social no SUS: formação de conselheiros no campo da saúde do campo
de 26 a 28 de fevereiro em Brasília; 2. IDS – Pescadoras/ Projeto: Formação de Agentes
Multiplicadoras em Participação na Gestão do SUS e Saúde do Trabalhador(a) de 15.05.2014 a
15.08.2014, em Brasília; 3. Associação Nacional da Agricultura Camponesa - ANAC/MPA/
Encontro Nacional de Formação e Capacitação sobre a Política Nacional de Saúde Integral das
Populações do Campo, da Floresta e das Águas: Uma contribuição camponesa para sua
implementação de 16 a 18/04/14 em Brasília; 4. Movimento das Mulheres Camponesas de Santa
Catarina - MMC/SC/ XII Assembleia Estadual do Movimento de Mulheres Camponesas em Santa
Catarina no período de 30 e 31/07/2014, em Cerqueira/SC; 5. GRUPO MATIZES/ 8° SENALE-
Seminário Nacional de Lésbicas no período de 29 de maio a 01 de junho de 2014 em Porto Alegre –
Rio Grande do Sul; 6. CMP - SEMINÁRIO SUS EM MOVIMENTO no período de 23 de maio a
07 de junho de 2014 em Uberlândia, Minas Gerais; 7. CPM/ IX CONGRESSO NACIONAL DA
UBM: OFICINA DO PROJETO OUVIR A MULHER: UM NOVO SIGNIFICADO À
PARTICIPAÇÃO no período de 05 e 06 de junho de 2014 em Luziânia/GO; 8. MTC/ PROJETO
SAÚDE NA ROÇA, no período de 24 de julho a 21 de setembro de 2014 nas cidades de Igaci/AL;
Barbalha/CE; Água Preta/PE; Wanderlândia/ TO; Bananeiras/PB; Antônio Cardoso/BA; Recife/PE;
9. Associação Nacional dos Atingidos por Barragens/Mulheres Atingidas por Barragens ANAB –
MAB/ Mulheres atingidas por barragens em luta pelo direito à Saúde e construção de uma

18
consciência sanitária no período de 22 a 25 de agosto de 2014 em Guararema/SP; 10. ACAN/
Seminário da Biodiversidade e Sementes Crioulas: Alimentação Saudável e Diversificada no
período de 25 a 27 de agosto de 2014 em Goiânia/GO; 11. Confederação de Mulheres do Brasil
CMB/ IV CONGRESSO DA CONFEDERAÇÃO DAS MULHERES DO BRASIL – no período de
07 e 08 de junho de 2014 em São Paulo/SP; 12. CENTRAL DE OPORTUNIDADES/ Curso de
Qualificação e Reunião Ampliada para os Comitês Técnicos Estaduais LGBT e Seminário de
Avaliação dos Cursos de Formação para Ativistas/Lideranças LGBT para o Controle Social do SUS
no período de 04 a08 de agosto de 2014 em Brasília, DF; 13. Confederação Nacional de Moradores
CONAM/ Resoluções Pós Congresso da CONAM preparando a 15ª Conferência Nacional de Saúde
no período de 01 de outubro a 30 de dezembro de 2014 em Brasília, DF; 14. CEAP/ Formação de
Conselheiros e Lideranças Sociais da saúde no Nordeste de 04 a 06 de dezembro de 2014 em João
Pessoa – PB; 15. União Nacional dos Estudantes – UNE/ Educação, Saúde e Desenvolvimento: A
Juventude por Mudanças na Saúde do Brasil de 12 a 14 de dezembro de 2014 no Rio de Janeiro –
RJ; 16. União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – UBES/ Seminário de Educação e Saúde da
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – UBES dias 06 e 07 de dezembro de 2014 em
Brasília-DF; 17. CEAP/ Formação de Conselheiros e Lideranças Sociais da Saúde nos períodos de
28 a 30 de maio e 28 a 30 de julho em João Pessoa – PB e Porto Velho – RO respectivamente; 18.
Ilê Omolu e Oxum/ Gerando renda para Promoção da Saúde de 05 de maio a 05 de julho de 2014
em São João de Meriti – RJ; 19. ALOGUM/ Projeto Ejú Ewé Áiyé: Feiras medicinais de terreiro e
as interfaces com o SUS no período de 13 de abril a 28 de junho de 2014 nas cidades de
Caucaia/Fortaleza/Maracanaú e Juazeiro do Norte – CE; 20. Forum de Educação Popular FREPOP/
XII FREPOP – FORUM DE EDUCAÇÃO POPULAR – IX INTERNACIONAL no período de 22
a 26 de julho de 2014 em Lagarto – SE; 21. MOPS/ Articulação dos Coletivos de Educação Popular
em Saúde de 12 de julho a 10 de agosto de 2014 nas cidades de Aracajú/SE, João Pessoa/PB,
Fortaleza/CE, Natal/RN, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP; 22. IEPRO/ “Permacultura e
Ecoconstrução: diálogos com a educação popular em saúde” em Fortaleza de 01 de julho a 20 de
setembro de 2014; 23. UNAS/ Multiplicando saúde ano 2 - formação de multiplicadores de ações da
promoção da saúde período de 01 de abril a 30 de maio de 2014 em São Paulo/SP; 24. CONEM/
“Jovens Negras e Negros e a Promoção da Equidade em Saúde: diálogo entre Movimento Negro e
Governo Federal” de 25 a 27 de julho em SãoPaulo/SP; 25. ACMUN/ Promotor@s em saúde da
População Negra – grafitando a saúde do dia 21 de agosto a 21 de outubro em Porto Alegre – Rio
Grande do Sul; 26. SUL DA ILHA/ “O Ministério da Saúde adverte: Circo faz bem à Saúde,
Receba o Circo de Braços Abertos” etapa interiorização em Santa Catarina de 13 a 17 de outubro
em Florianópolis/SC; 27. AKONI/ “II Encontro Homens de Axé do Maranhão” em de 18 a 19 de
agosto em São Luiz/MA; 28. AFRICA NA MENTE/ Escola de formação de promotores populares
em saúde – Rio Grande do Sul de 01 de agosto a 30 de outubro em Porto Alegre, Ijuí e Passo
Fundo/RS; 29. CICAS/ I Seminário Paulista de Mulheres de axé – Rodas de conversa e cirandas
para o bem – estar da mulher paulista dias 20 e 21 de setembro em São Paulo-SP; 30. RIO DE
HISTÓRIAS/ IV Congresso da Universidade Popular de Arte e Ciência/ Ocupanise dia 07 de
setembro no Rio de Janeiro-RJ; 31. CIRCO SP/ O Ministério da Saúde adverte: Circo faz bem à
Saúde, Receba o Circo de Braços Abertos, dias 24 e 25 de novembro em São Paulo- SP; 32.
ASSOCIAÇÃO REDE RUA/ Projeto abrindo uma porta: Consolidando a cidadania no SUS de 10 a
12 de dezembro em Vitória/ES: 33. Movimento Popular de Saúde MOPS-SE/ Segunda etapa da
articulação dos coletivos de Educação Popular em Saúde no período de 01 a 14 de dezembro de
2014 em Fortaleza- CE; 34. CENTRO LAGAMAR/ Seminário: A cultura Hip hop e as Redes de
prevenção ao crack e outras drogas dias 11 e 12 de dezembro em Fortaleza – CE; 35.
ASSOCIAÇÃO AFRO BRASILEIRA DE CULTURA/ Ação Rosa contra o Câncer de Mama de 03
a 05 de dezembro de 2014 em Fortaleza – CE; 36. FAMESP/ Seminário Nacional de Educação
Popular na Formação em Saúde de 06 a 13 de dezembro em João Pessoa-PE.

19
O DAGEP/SGEP tem estreitado relações e fortalecido parcerias inter e intra-ministeriais
com áreas da Secretaria Geral da Presidência da República; Secretaria Nacional de Juventude,
Secretaria de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial e Secretaria de Políticas para as
Mulheres, apenas para citar alguns, tendo como produtos decorrentes dessas parcerias o Plano
Juventude Viva para o Enfrentamento á Violência contra a juventude negra, o Plano Nacional de
Comunidades Tradicionais Afro-brasileiras, o Programa Brasil Quilombola e o Plano de Ações para
Mulheres Lésbicas e Bissexuais.

Com os Organismos das Nações Unidas: United Nations Populations Fund - UNFPA, Joint
United Nations Programe on HIV and Aids - UNAIDS & Organização Pan-americana de Saúde -
OPAS para construção de um Plano de Ações para o Enfrentamento ao Racismo Institucional no
SUS, refletido em seminários, publicação de livros, revista, folder, cartilhas, assim como em apoios
a Feiras de Saúde, Seminários, Simpósios, entre outros, visando a construção de redes entre as três
esferas de governo, sociedade civil e universidades objetivando a descentralização das ações.

Com a ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e Negras, a UNEGRO –


União de Negros pela Igualdade, RENAFRO – Rede Afro-Brasileira de Comunidades de Terreiros
e Saúde, a ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva entre outros movimentos sociais e
instâncias acadêmicas que compõe o Comitê Técnico de Saúde Integral da População Negra, a
parceria resultou no Plano Operativo espelhado no PPA incluído no E-CAR, a terceira edição do
Simpósio sobre Saúde dentro do Congresso Brasileiro de Pesquisadores negros, assim como com as
contribuições estruturais e conceituais para a validação do Edital de Pesquisa em Perfil
Epidemiológico da População Negra.

Vale mencionar também, que os apoios e diálogos com Departamento de Medicina -


Universidade Federal de São Paulo / USP e a Universidade Popular de Arte, Saúde e Cultura –
UPAC/RJ, resultam no terceiro ano de apoio ao Congresso UPAC – Ocupa Nise – Cuidados em
Saúde Mental com atenção ao racismo como sofrimento psíquico. Por fim, entretanto não menos
importante, destaca-se as parcerias internas. O consenso político frente à necessidade de
implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra resultou na construção
da Revista Painel de Indicadores – na instituição do Grupo de Trabalho sobre Racismo e Saúde
Mental e na Campanha Midiática: Racismo faz mal à Saúde!

Área de Ouvidoria Geral do SUS – a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no


desenvolvimento de Projetos para apoio a sistematização e análise científica de dados captados pela
Ouvidoria Geral do SUS, visando a aferição da qualidade do atendimento na perspectiva dos
usuários do SUS; atuando também no apoio à qualificação das ouvidorias descentralizadas por meio
de cooperação técnica para capacitação com foco na qualificação dos serviços prestados ao usuário.

Organização Pan Americana de Saúde - OPAS/OMS – a parceria é desenvolvida por meio


do Termo de Cooperação (TC) 44: Apoio à Implementação da Política de Gestão Estratégica e
Participativa do SUS por meio de ações de cooperação técnica com atuação no estudo e
desenvolvimento de praticas que busquem qualificar as ações realizadas pela ouvidoria Geral do
SUS em todas as suas frentes de atuação.

Fundação Universidade de Brasília (FUB), por meio de termo de cooperação para a


produção de conteúdos relativos às ações de ouvidoria itinerante com foco na Disseminação de
informações sobre as políticas e programas do SUS, tendo como foco dar visibilidade à população
sobre as ações desenvolvidas pela Ouvidoria Geral do SUS. Atuando ainda em uma parceria de
rede integrada para a gestão da informação, comunicação em saúde e mobilização para a 15ª
Conferência Nacional de Saúde, que ocorrerá em 2015.

20
2. INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA

Segundo as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 134/2013 e da Portaria TCU


nº 90/2014, para a SGEP, a exigência de prestação de contas de parte dos conteúdos deste item é
inaplicável; a saber:

Título Justificativa

A UJ não possui estrutura de sistema de correição. Contudo, no âmbito do Ministério da


Saúde, foi instituída a Corregedoria Geral do Ministério da Saúde - órgão seccional do
Sistema de Correição Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, subordinada administrativamente ao
Ministro de Estado da Saúde e sob a supervisão técnica da Controladoria Geral da
União. Essa Corregedoria, por ser geral, atende todas as unidades do Ministério da
Saúde.

2.1 Estrutura de Governança

À vista das definições contidas em Governança Corporativa (referencial básico de


governança aplicável a órgãos e entidades da Administração pública e ações indutores de melhoria,
Brasília: TCU, 2014. 97p.), identificam-se as seguintes estruturas, internas e instrumentos de
governança da unidade jurisdicionada:

2.1.1 Sistemática de Monitoramento do Planejamento da SGEP

O processo de Monitoramento do Planejamento da Secretaria ocorre ao longo do ano e


envolve diversos atores. Ele parte da análise dos pareceres que os responsáveis pelos resultados e
produtos esperados fazem sobre o seu andamento e avança em um processo de discussões coletivas
entre gestores e dirigentes do MS por meio de Oficinas transversais. A expectativa é identificar
possíveis fragilidades e propor mudanças que impactem positivamente na obtenção dos resultados.
Essa ação reafirma a importância do monitoramento como uma prática de acompanhamento e
correção de rumo subsidiando a tomada de decisão, extrapolando a lógica de simples prestação de
contas à direção e possibilitando a constante repactuação de ações, objetivos, metas e resultados da
Secretaria.

Os resultados, produtos e indicadores são monitorados na ferramenta e-Car, que dentre as


suas funcionalidades, destacam-se os sinalizadores de status e a emissão de diversos tipos relatórios,
tais como: executivo, gerencial, operacional etc.

2.1.2 Colegiado do Secretário

O Colegiado da SGEP é um espaço de representação de todos os departamentos e as


decisões são tomadas conjuntamente, aproveitando as experiências diferenciadas dos gestores. É um
espaço de diálogo, socialização de informações, favorecendo o debate de ideias e a busca de
alternativas para a solução de problemas, com vistas à melhoria do desenvolvimento das ações de
competência da Secretaria.

É constituído pelo Secretário, Diretores dos Departamentos e assessores, quando necessário,


que se reúnem semanalmente para propor soluções e tomar decisões.

As principais atribuições são:


21
- Dar transparência ao processo de definição das prioridades e ações a serem desenvolvidas pela
Secretaria;

- Acompanhar a execução do orçamento e os resultados definidos no Planejamento Estratégico, com


ênfase no recorte estratégico do Ministro e indicadores de desempenho, buscando soluções quando
estes apresentarem desempenho insatisfatório;

- Fomentar o processo de comunicação institucional, envolvendo os participe em todos os processos


da Secretaria.

2.1.3 Colegiado das Diretorias dos Departamentos

O Colegiado das Diretorias é um espaço de co-gestão das ações do departamento, onde são
discutidas as prioridades do MS como um todo e em particular da Secretaria, de modo a permitir um
melhor alinhamento institucional. É composto pelo Diretor do departamento e das Coordenações
Gerais.

As decisões são tomadas conjuntamente, aproveitando as experiências diferenciadas dos


atores. É um espaço de diálogo, socialização de informações, favorecendo o debate de ideias e a
busca de alternativas para a solução de problemas, com vistas à melhoria do desenvolvimento das
ações de competência do departamento.

As principais atribuições deste mecanismo são:

- Dar transparência ao processo de definição das prioridades e ações a serem desenvolvidas pelo
Departamento;

- Acompanhar a execução dos resultados definidos no Planejamento Estratégico, buscando soluções


quando estes apresentarem desempenho insatisfatório;

- Fomentar o processo de comunicação institucional, envolvendo os participe em todos os processos


do departamento.

O Denasus, além do colegiado do departamento com os Coordenadores Gerais, realiza:

 quinzenalmente, colegiado ampliado com os coordenadores de área;


 trimestralmente, são feitas reuniões periódicas do colegiado ampliado com os
Chefes de Serviços e Divisões das 26 unidades desconcentradas, com o objetivo
de discutir e definir prioridades, metas e alinhamento das ações do departamento
no exercício;
 semestralmente são realizadas reuniões periódicas do colegiado técnico com os
supervisores das 26 unidades desconcentradas e com os coordenadores de área da
unidade central, para que as decisões sejam discutidas, pactuadas e socializada
entre os servidores.

O Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS também ampliou sua estrutura de governança a


fim de alcançar seus objetivos. Além do colegiado semanal, a Coordenação Geral do Sistema
Nacional de Ouvidoria (CGSNO) realiza reuniões mensais coletivas de avaliação do
desenvolvimento de seu planejamento. Promove ainda encontros trimestrais com os ouvidores
estaduais para a organização e estruturação do Sistema Nacional de Ouvidorias. Para dar suporte à
organização desses encontros, a Coordenação constituiu um Grupo de Trabalho (GT – Ouvidor)
22
formado por um representante de cada região geográfica dos ouvidores estaduais (Norte, Nordeste,
Sudeste, Centro-Oeste e Sul). Além dessas instâncias. A Coordenação Geral de Pesquisa e
Processamento de Demandas (CGPEP) realiza reuniões setoriais periodicamente com a finalidade
de avaliar e planejar suas ações. São realizadas ainda ações de monitoramento dos serviços
prestados na central de atendimento do Disque Saúde 136, por trata-se de serviços terceirizado a
CGPEP dispõe de equipes que realizam a preparação e avaliação dos serviços prestados, tendo
como finalidade principal a aferição da qualidade do atendimento prestado ao cidadão.

No ano de 2009, foi instituído o Fórum Nacional de Ouvidorias do SUS cuja finalidade é
construir os conceitos, diretrizes e procedimentos para as Ouvidorias do SUS. Outra instância,
também criada em 2009, é o Fórum de Ouvidorias Públicas de Pautas Sociais (FOPS), cuja
finalidade é agilizar a comunicação entre as 22 Ouvidorias Públicas Federais com pautas sociais;
viabilizar encaminhamentos conjuntos; realizar encontros frequentes para definição de ações e troca
de informações; definir fluxo de análise, tratamento e resposta ao cidadão das manifestações
recebidas por mais de uma ouvidoria ou de competência conjunta; definir fluxo para análise,
tratamento e resposta ao cidadão das manifestações recebidas no Setor de Documentação da
Presidência da República enviadas às Ouvidorias; e definição do fluxo para identificação, análise,
tratamento e resposta das manifestações provenientes da organizações da sociedade civil e/ou
representantes de movimentos sociais.

Para melhor desenvolvimento de suas ações, o Dagep se estrutura em duas coordenações:


Coordenação Geral de Apoio à Educação Popular e Mobilização Social e Coordenação Geral de
Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social.

Internamente a governança do Departamento tem a dinâmica da participação plena e informal


pela gestão que está sempre de portas abertas para receber os parceiros e disposta a discutir e
elaborar novas diretrizes de atuação política para promover novas condições para o atendimento das
especificidades das populações vulneráveis em especial: População Negra, População LGBT,
População de Campo, Floresta e Águas, Ciganos, Quilombolas e População em Situação de Rua.

No âmbito do Ministério da Saúde, o Dagep coordena a elaboração e implementação das


políticas de promoção da equidade por meio de Comitês Técnicos de Saúde no nível federal e são
três os de destaque:
 Comitê Técnico de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais (Comitê Técnico LGBT) do Ministério da Saúde redefinido pela
Portaria nº 2.837/11, de 01 de dezembro de 2011;
 Comitê Técnico de Saúde para a População em Situação de Rua (PSR). a partir da
Portaria n° 3.305/09 GM/MS de 24 de dezembro de 2009;
 Comitê Técnico de Saúde da População Negra (CTSPN) no âmbito do Ministério da
Saúde redefinido pela Portaria Nº 2.629/14, de 27 de novembro de 2014.

Os comitês são importantes espaços de diálogo entre o poder público e a sociedade civil
organizada, no sentido de criar políticas de saúde específicas para essa parcela da população que
vive à margem. Os comitês são compostos por gestores indicados por estados e municípios.

2.1.4 Avaliação de Desempenho Funcional

A sistemática da avaliação de desempenho do Ministério da Saúde, instituída pelo Decreto


nº 7.133/2010, é utilizada, no âmbito da SGEP, como um instrumento de diagnóstico capaz de
oferecer subsídios ao desenvolvimento de pessoas. A mensuração individual da qualidade do
desempenho profissional no exercício do cargo permite identificar as necessidades de ações de
23
educação; analisar as condições de trabalho; planejar, junto ao avaliado, as estratégias educacionais
e adequação de seu perfil ao cargo e estabelecer compromissos para o cumprimento das metas
institucionais e individuais.

2.1.5 Estrutura de governança do CNS:

As Comissões de assessoria ao Plenário do CNS, detalhadas no Anexo IV, articulam e


analisam as políticas e os programas de interesse da saúde em suas respectivas áreas, bem como
acompanham as suas implementações, e emitem pareceres e relatórios para subsidiar
posicionamento do Pleno, agindo dessa forma como uma estrutura de Governança do CNS.

As comissões são as seguintes:

 Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH);


 Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição – CIAN;
 Comissão Intersetorial de Ciência e Tecnologia – CICT;
 Comissão Intersetorial de Comunicação e Informação em Saúde – CICIS;
 Comissão Intersetorial de Eliminação Da Hanseníase – CIEH;
 Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS – CIEPCSS;
 Comissão Intersetorial para Acompanhamento das Políticas em DST/AIDS – CIADAIDS;
 Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento;
 Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST;
 Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente – CISAMA;
 Comissão Intersetorial de Saúde Mental – CISM;
 Comissão Intersetorial de Saúde Indígena – CISI;
 Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher –CISMU;
 Comissão Intersetorial da Saúde do Idoso – CISID;
 Comissão Intersetorial de Saúde Suplementar – CISS;
 Comissão Intersetorial de Trauma e Violência – CIPTV;
 Comissão Intersetorial de Saúde da Pessoa com Deficiência – CISPD;
 Comissão Intersetorial de Pessoas com Patologias – CIPP;
 Comissão Intersetorial de Práticas Integrativas e Complementares no SUS – CIPICSUS;
 Comissão Intersetorial de Saúde da População Negra;
 Comissão Intersetorial de Saúde da População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e
Transexuais – CISPLGBTT;
 Comissão Intersetorial de Vigilância Sanitária e Farmacoepidemiologia – CIVSF;
 Comissão Intersetorial de Assistência Farmacêutica – CIAF;
 Comissão Intersetorial de Saúde Bucal – CISB;
 Comissão Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem.

2.2 Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos

Quadro A.2.2 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ


ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM
VALORES
AVALIADOS
Ambiente de Controle 1 2 3 4 5
1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos
X
objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.
2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
X
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X

24
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em
X
documentos formais.
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das X
instruções operacionais ou código de ética ou conduta.
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das
X
responsabilidades.
8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da
X
UJ.
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados
X
pela UJ.
Avaliação de Risco 1 2 3 4 5
10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X
11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da
X
unidade.
12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos
nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de X
ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los.
13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de
X
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.
14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no
X
perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.
15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em
X
uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.
16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos
X
processos internos da unidade.
17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para
X
apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.
18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e
X
valores de responsabilidade da unidade.
Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5
19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os
X
riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.
20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam
X
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.
21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
X
benefícios que possam derivar de sua aplicação.
22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
X
diretamente relacionadas com os objetivos de controle.
Informação e Comunicação 1 2 3 4 5
23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada
X
e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.
24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente
X
para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.
25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada,
X
tempestiva, atual, precisa e acessível.
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e
X
indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz.
27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas
X
as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.
Monitoramento 1 2 3 4 5
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua
X
validade e qualidade ao longo do tempo.
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas
X
avaliações sofridas.
30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu
X
desempenho.
Os procedimentos são acompanhados de forma rotineira, conforme demandado pelo órgão de controle, pelos diretores
e coordenadores individualmente em cada departamento, com posterior discussão no colegiado da SGEP. As questões

25
presentes no Instrumento induzem a organização a uma reflexão sistêmica, ao mesmo tempo em que revela os pontos
considerados críticos. De modo geral, os Elementos do Sistema de Controles Internos Avaliados são considerados
pelas lideranças da SGEP como estruturantes da Gestão e permite o desenvolvimento de ações de melhoria da gestão
em ciclos anuais de autoavaliação.

Em que pese este alinhamento identificado nestes modelos avaliativos, algumas questões deste Instrumento, pelo
elevado grau de precisão requerido, tem favorecido o refinamento de práticas e padrões em implementação na
Secretaria para gerar a informação solicitada. Sendo assim, reforça a compreensão do controle interno como parte do
Sistema de Aprendizado Institucional, pois qualifica a atuação institucional focada em resultado, possibilitando a
tomada de decisão com base em informações céleres e segura.

Escala de valores da Avaliação:

(1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ.

(2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ,
porém, em sua minoria.

(3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ.

(4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ,
porém, em sua maioria.

(5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ.

26
3. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

Segundo as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 134/2013 e da Portaria TCU


nº 90/2014, para a SGEP, a exigência de prestação de contas de parte dos conteúdos deste item é
inaplicável; a saber:

Título Justificativa
A SGEP, enquanto integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde,
Medidas Relativas à
utiliza espaços físicos disponibilizados pelo MS. Logo, esse item deverá ser respondido
acessibilidade
pela Subsecretaria de Assuntos Administrativos/Secretaria Executiva/MS.

A comunicação do cidadão com o Ministério da Saúde - MS, para fins de acesso às


informações, solicitações, reclamações, denúncias e sugestões, é realizada por meio da Ouvidoria
Geral do SUS, através de canais como o site www.saude.gov.br/ouvidoria, o Disque Saúde 136, o
Atendimento Presencial ou via correios, pelo endereço: SAF Sul - Trecho 2 - lote 5 e 6 - Edifício
Premium – Torre I - 3º andar - sala 305 – Brasília/DF - CEP: 70070-600.

Além desses canais de relacionamento com a Sociedade, a Ouvidoria Geral do SUS realiza
ainda Pesquisas e Ações de Ouvidoria Itinerante.

3.1 Canais de acesso ao Cidadão

 Disque Saúde 136

O Disque Saúde 136 é um canal de comunicação entre o cidadão e o Ministério da Saúde. A


ligação para o Disque Saúde (136) é gratuita o serviço funciona 24 horas. Caracteriza-se por ser
uma ferramenta que protocola manifestações, dissemina informações e realiza pesquisas. O Disque
Saúde 136 desenvolve três ações: A primeira ação é o recebimento, registro, classificação
(solicitação, denúncia, reclamação, sugestão ou elogio) e encaminhamento à área competente para
respondê-la. Em 2014, foram recebidas 19.859 manifestações sendo que 3.552 são denúncias, 435
elogios, 697 informações, 5.665 reclamações, 9.215 solicitações e 295 sugestões.

A segunda ação diz respeito à disseminação de informações na temática da saúde à


População. A terceira ação é de pesquisa, na qual se buscar colher a opinião dos usuários do
Sistema Único de Saúde, para que os programas e as ações de saúde possam ser avaliados.

 Formulário WEB

O Formulário WEB é uma ferramenta disponibilizada por meio da internet no site do


Ministério da Saúde, no endereço eletrônico: http://ouvprod01.saude.gov.br/ouvidor/Cadastro
DemandaPortal.do. O formulário pode ser preenchido de forma anônima, contudo, deve o cidadão
fornecer o maior número possível de informações, relatando adequadamente os serviços e
profissionais de saúde envolvidos, os procedimentos ou medicamentos pertinentes à manifestação,
além de outros dados que julgar necessário. O cidadão receberá uma senha e um número para
consultar, quando quiser, o andamento de sua manifestação. Em 2014, esse canal contabilizou o
registro de 6.553 manifestações, sendo 4.054 denúncias, 25 elogios, 340 informações, 1.219
reclamações, 688 solicitações e 227 sugestões.

 Via Correios
27
O cidadão pode optar pelo envio de sua manifestação por meio de correspondência, via
Correios. Nesse caso, deve endereçá-la à Ouvidoria-Geral do SUS, no endereço: SAF Sul, Trecho 2,
lotes 5 e 6, Edifício Premium, Torre I, 3º andar, sala 305; CEP: 70070-600 – Brasília/DF. Cada
correspondência recebida é respondida também por meio de uma carta, que informa ao cidadão o
número de protocolo e o órgão para o qual sua manifestação foi encaminhada. Em 2014, foram
registradas 3.098 demandas por esse meio, sendo que 326 denúncias, 76 elogios, 48 informações,
850 reclamações, 1.583 solicitações e 215 sugestões.

 Atendimento Presencial

É realizado nas dependências do Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS, no endereço:


SAF Sul, Trecho 2, lotes 5 e 6, Edifício Premium, Torre I, 3º andar, sala 305, CEP: 70070-600,
Brasília/DF. Em 2014, foram registrados 112 atendimentos cujas demandas registradas foram
classificadas em 17 denúncias, 2 elogios, 27 reclamações, 65 solicitações 1 sugestão.

 Carta SUS

A Carta SUS é uma correspondência enviada pelo Ministério da Saúde aos cidadãos que
passaram por internação hospitalar ou procedimentos ambulatoriais de alta complexidade em
hospitais ou unidades de saúde públicas ou contratualizadas com o SUS. Tem como objetivo
fiscalizar a utilização dos recursos públicos de saúde, fortalecer a participação da população na
gestão, monitorar as ações de saúde e avaliar a qualidade do atendimento prestado pelo SUS. A
estratégia, em operação desde 2012, até o final de 2014 totalizou 37,5 milhões de correspondências.
Junto com a Carta SUS, segue um cartão resposta com postagem paga, que o usuário pode utilizar
para responder a este instrumento. No entanto, a Carta SUS pode também ser respondida por meio
da internet (formulário), pelo Disque Saúde 136.

Em 2014, foram recebidos mais de 2 milhões de cartões-resposta, internet e telefone.

 Pesquisas

A pesquisa é feita em diversos programas. Os principais são:

A Pesquisa para avaliar a implantação do Programa Rede Cegonha é feita por telefone com
mulheres que tiveram partos pelo SUS, abrangendo questões relativas ao pré-natal, parto e pós-
parto. A pesquisa foi iniciada em 2012, contabilizando mais de 260 mil questionários aplicados até
2014.

A Pesquisa de Avaliação da Internação do cuidado pós-alta de Acidente Vascular Cerebral e


Infarto Agudo do Miocárdio, foi iniciada em 2013, com o objetivo de avaliar o atendimento
recebido nos serviços públicos de saúde durante a internação e verificar o acompanhamento médico
pós-alta do paciente. Até o final de 2014 foram mais de 130 mil questionários aplicados.

A Pesquisa referente ao Câncer de colo do útero e de mama visa avaliar a qualidade da


assistência prestada às pacientes com câncer de mama ou câncer do colo do útero nos serviços de
atenção básica e especializada. Em 2014, foram realizadas 6.401 pesquisas referentes ao câncer de
Colo de Útero e 14.943 referente ao câncer de Mama.

A Pesquisa referente ao aleitamento materno tem como público-alvo mulheres que tiveram
partos pelo SUS cujos filhos possuem até dois anos de idade. Visa avaliar práticas de alimentação

28
infantil e aleitamento materno em crianças menores de 2 anos. Em 2014, foram realizadas 855
pesquisas.

A Pesquisa referente ao programa Melhor em Casa tem como público-alvo pacientes e


cuidadores do Programa Melhor em Casa. O objetivo é avaliar o grau de satisfação dos usuários
desse programa. Em 2014, foram realizadas 5.490 pesquisas.

Ouvidoria Itinerante – OI

A Ouvidoria Itinerante - OI é uma ação de ouvidoria ativa, que ocorre com o deslocamento
territorial da equipe do DOGES para alcançar populações vivendo em condições de vulnerabilidade
social, sem acesso a Ouvidora-Geral do SUS. A OI utiliza uma metodologia horizontal de
sensibilização e de conscientização das populações vulneráveis, por meio do empoderamento e da
educação popular.

Serviço de Informação ao Cidadão – SIC

O Serviço de Informação ao Cidadão - SIC, implantado em 14 de maio de 2012, é o setor


responsável pelo atendimento e orientação ao cidadão quanto ao acesso às informações, conforme
estabelece a Lei de Acesso à Informação nº 12.527/2011. Em 2014, foram direcionados ao
Ministério da Saúde 2.195 pedidos, plenamente respondidos. Desde 14 de maio de 2012, a 31 de
dezembro de 2014 foram registrados 5.560 pedidos de informação, cujos conteúdos mais frequentes
referiram-se à atenção básica aos programas e ações da saúde, recursos humanos, dados
epidemiológicos e assistência farmacêutica.

3.2 Carta de Serviço do Cidadão

A Carta de Serviços da SGEP, assim como de seus departamentos, encontra-se na fase de


minuta, aguardando suas validações.

3.3 Mecanismos para medir a satisfação dos produtos e serviços

Foi realizada em 2014 uma Pesquisa de Satisfação com usuários do SUS, que registraram
manifestações por meio dos canais de acesso da população. Teve como objetivo avaliar a percepção
do usuário sobre os serviços prestados pelo Departamento de Ouvidoria Geral do SUS –
DOGES/SGEP/MS, contabilizando um total de 3.337 pesquisas.

3.4 Acesso às informações da unidade jurisdicionada

Por meio do site do Ministério da Saúde (http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-


ministerio/principal/secretarias/sgep) é disponibilizado acesso à página da SGEP, onde o
interessado terá a sua disposição uma série de informações referente a sua atuação, inclusive acesso
aos relatórios de gestões.

3.5 Avaliação do desempenho da unidade jurisdicionada

Como mencionado nos itens 3.2 e 3.3, a SGEP está com uma minuta de Carta de Serviços a
ser validada por seus gestores e, no tocante à pesquisa de avaliação de desempenho, o
Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS, enquanto unidade que presta serviços direto ao cidadão,
realizou em 2014 uma pesquisa de satisfação com 3.337 usuários do SUS.

29
4. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS

Segundo as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 134/2013 e da Portaria TCU


nº 90/2014, para a SGEP, a exigência de prestação de contas de parte dos conteúdos deste item é
inaplicável: a saber:

Título Justificativa
Este item deve ser preenchido pelas unidades jurisdicionadas que abranjam
Programa Temático
secretaria-executiva de Ministério ou de Secretaria com status de Ministério.
Ações /Subtítulos - OFSS A unidade não tem Ações/subtítulos
Ações – Orçamento de
A unidade não tem ações integrantes do Orçamento de Investimento –OI.
Investimento – OI

4.1 Planejamento da Unidade Jurisdicionada

O planejamento estratégico da SGEP é parte do Plano Estratégico (PE) do MS. Tem sua
abrangência definida, para o período de 2011 a 2015, pelas diretrizes estabelecidas no Plano de
Governo, no Plano Nacional de Saúde (PNS) e no Plano Plurianual (PPA), assegurando
alinhamento, conformidade e integração dos diversos instrumentos de planejamento.

O PE do MS é composto por 16 Objetivos Estratégicos, validados pelos dirigentes e técnicos


das diversas áreas e passaram a serem norteadores institucionais, configurando um novo quadro de
diretrizes estratégicas para a Instituição.

Os objetivos estratégicos foram definidos em função das prioridades governamentais


destacadas das linhas de atuação que dão operacionalidade à política de saúde, com determinação
legal para execução descentralizada. O Gráfico 1, abaixo, permite uma melhor visualização desses
objetivos.

30
Gráfico 1 – 16 Objetivos Estratégicos do MS

OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2012 - 2015

A SGEP é a responsável pelo Objetivo Estratégico 09 e a Secretária Executiva é a


corresponsável. Já para o OE 10, a SGEP é a corresponsável e a SE/MS a responsável.

A estrutura do planejamento do MS está organizada da seguinte forma: objetivos


estratégicos, estratégias, resultados, produtos e ações, conforme demonstra o Gráfico 2, abaixo:

31
Gráfico 2 – Planejamento estratégico do MS
Fonte: Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS - DEMAS/SE

Alinhamento dos instrumentos de planejamento PNS/PPA 2012-2015 com o


Planejamento Estratégico da SGEP:

PNS 2012-2015 PPA 2012-2015 PE da SGEP 2012-2015

DIRETRIZ 12 OBJETIVO 0724 OE 09


Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade na
garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e financiamento
estável.

PNS 2012-2015 PPA 2012-2015 PE da SGEP 2012-2015

DIRETRIZ 13 OBJETIVO 0725 OE 10

Qualificar instrumento de execução direta, gerando ganhos de produtividade e eficiência para o SUS.

A operacionalização do planejamento da SGEP é feita por seus departamentos, sob a


supervisão do Gabinete da SGEP e da Coordenação Geral de Planejamento e Orçamento.

4.2 Programação Orçamentária e Financeira e resultados alcançados

4.2.1 Objetivo

As informações apresentadas neste item tem o objetivo de permitir uma visão


estratégica sobre os resultados alcançados no conjunto dos objetivos até 2014, tendo por parâmetro
os previstos para serem atingidos em 2015.

Quadro A.4.2.1 (A) – Objetivo 0724


IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade na garantia
Descrição
do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e financiamento estável.
Ministério da Saúde
Código 0724 Órgão
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP)
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde. Código 2015

METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS


Unidade a) Prevista b) Realizada c) Realizada d) %
Sequencial Descrição da Meta
medida 2015 em 2014 até 2014 Realização (c/a)
Capacitar 50 mil pessoas para
o controle social e gestão
participativa no SUS
Pessoa
0724.01 (conselheiros, lideranças de 50.000 22.828 40.910 81,82%
capacitada
movimentos sociais, ACS,
ACE, educadores populares e
gestores) até 2015.

32
Contrato Organizativo de Ação
Pública (COAP) assinado em Contrato
0724.03 80% das Regiões de Saúde até 80% 00 24 6,86%
assinado
2015.*
Realizar 06 seminários
regionalizados envolvendo as
comunidades quilombolas até
Seminário
0724.04 2015, com participação de 06 02 07 116,66%
realizado
gestores, profissionais de
saúde e lideranças das
comunidades.
Realizar 06 encontros
nacionais envolvendo
lideranças do campo e da
floresta, do movimento de Encontro
0724.05 06 04 07 133%
lésbicas, gays, bissexuais e realizado
transexuais, da população em
situação de rua, dos ciganos e
dos gestores do SUS até 2015
Realizar a 15ª Conferência Conferência
0724.06 1 - - -
Nacional de Saúde. realizada
Elaborar manuais sobre saúde
da população negra e combate
ao racismo institucional para
0724.07 Unidade 02 00 01 50%
as secretarias estaduais de
saúde dos 26 estados e do
Distrito Federal.
Fomentar a mobilização de 80
mil pessoas em eventos como
Pessoa
0724.08 foco na gestão participativa e 80.000 24.056 55.195 69%
mobilizada
no controle social nas ações de
saúde até 2015.
Fomentar a implementação de
27 Comitês Estaduais de
Comitê
0724.09 Promoção da Equidade para 27 09 31 114,81%
implementado
Populações Vulneráveis até
2015.
* Em dez/2014 havia 438 Regiões de Saúde.

Quadro A.4.2.1 (B) – Objetivo 0725


IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO
Descrição Qualificar instrumentos de execução direta, gerando ganhos de produtividade e eficiência para o SUS.
Ministério da Saúde / Secretaria Executiva compartilhando
Código 0725 Órgão com a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP)
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) Código 2015
METAS QUANTITATIVAS
Unidade a) Prevista b) Realizada c) Realizada d) % Realização
Sequencial Descrição da Meta
medida 2015 em 2014 até 2014 (c/a)
Apoiar a implantação de 125
Ouvidoria
0725.01 ouvidorias/ano com sistema 500 190 361 72,20%
implantada
informatizado.
Realizar 4 mil ações de controle Ação de
interno e auditorias com foco controle
0725.02 4.000 1.283 4.802 120%
nos contratos de ação pública interno
até 2015. realizada
Ampliar o DISQUE SAÚDE
136, com foco na realização da Pesquisa
0725.03 400.000 63.000 260.854 65,00%
pesquisa da Rede Cegonha com realizada
400 mil entrevistas até 2015.

33
Realizar ações de Ouvidoria
Ativa no âmbito do SUS com Carta SUS
0725.04 40.000.000 13.806.708 37.526.139 93,82%
envio de 10 milhões de enviada
CartaSUS/ano, até 2015.

4.2.1.1 Análise Situacional

A análise situacional sobre o desempenho dos resultados da SGEP para o ano de 2014,
referentes ao PPA 2012-2015, bem como dos fatores intervenientes, será demonstrada a seguir:

PPA 2012-2015
0724.01 Capacitar 50 mil pessoas para o controle social e gestão participativa no SUS (conselheiros,
lideranças de movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores) até 2015.
Execução da meta: Em 2012 a meta prevista era de 5.000 pessoas dentre conselheiros, lideranças de movimentos
sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores e foram 4.464 capacitados, representando 88% da Meta Anual.

Em 2013 o previsto era a capacitação de 15.000 pessoas e foram capacitados 13.618 dentre conselheiros, lideranças de
movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores, representando 91% da Meta para aquele ano.

Em 2014 estava previsto 15.000 capacitados e foram capacitados 22.828 dentre conselheiros, lideranças de
movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores, representando 152% da Meta para o ano.

A Meta Prevista para o período 2012-2015 é de 50 mil pessoas capacitadas para o controle social e gestão participativa
no SUS (dentre conselheiros, lideranças de movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores). E a
Meta Acumulada de capacitação (2012 a 2014) alcançou o total de 40.910 pessoas dentre conselheiros de saúde,
lideranças de movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores capacitados, o que representa um
percentual de 81,82% do cumprimento total da meta do PPA (2012-2015).

Vale destacar que esta ação de formação de lideranças de movimentos sociais, gestores e profissionais de saúde para a
implementação das Políticas de Equidade e para o Controle Social no SUS nos estados e municípios, bem como a
articulação intra e intersetorial com os gestores do SUS contribuem para a Gestão Participativa no SUS.

Em 2014 foram realizadas as seguintes ações de capacitação:

Curso de Formação e Mobilização para o reconhecimento e o enfrentamento das iniquidades em saúde das populações
Negra, Quilombolas, LGBT, campo, floresta e das águas, em situação de rua e populações nômades para a formação
em Equidade no SUS, com 32.836 inscritos e completaram o curso com média mínima exigida 15.893 e 11.471
pessoas mobilizadas;

Com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), a partir de proposta apresentada por essa instituição de ensino
superior, deu origem ao Projeto que teve como objeto a formação de lideranças de movimentos sociais e trabalhadores
da saúde acerca da Política de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. A expectativa é
beneficiar 200 lideranças de movimentos sociais e trabalhadores de saúde;

Com a Fundação Oswaldo Cruz, o projeto de “Formação de Lideranças para a Gestão Participativa da Política
Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta”, o qual abrange 4 metas em parceria com 4
expressivos movimentos sociais do campo, da floresta e das águas: Confederação Nacional dos Trabalhadores em
Agricultura (CONTAG), Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem
Terra (MST) e Movimento de Luta pela Terra (MLT). Esses movimentos participaram, com importantes
contribuições, do processo de construção do projeto, o qual nasceu de suas próprias demandas, apresentadas por
diversos meios e em diferentes espaços de diálogo com a gestão pública;

Com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Agricultura (CONTAG), foi elaborado o projeto de formação
lideranças dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e agricultores, contemplando 19 estados brasileiros. A expectativa é
que 230 pessoas, incluindo lideranças da CONTAG e profissionais do SUS, sejam diretamente beneficiadas com o
projeto e cerca de 1000 sejam beneficiados indiretamente;

Com o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), a parceria gerou o Projeto de formação de lideranças de

34
mulheres camponesas, contemplando 21 estados brasileiros. A expectativa é que 950 lideranças do MMC sejam
diretamente beneficiadas com o projeto.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) espera que 5.000 pessoas sejam diretamente beneficiadas
com o projeto, no qual está prevista a sistematização de tecnologias sociais desenvolvidas e implementadas pelo
Movimento.

Por fim, a parceria com o Movimento de Luta pela Terra (MLT), contemplando 10 estados brasileiros, cujo objeto é a
formação de lideranças do campo e da floresta para o controle social, pretende qualificar 300 lideranças do
Movimento.

As ações são uma forma de qualificar essas populações para que elas passem a integrar espaços de participação e
controle social no SUS, como os conselhos e conferências de saúde, visando ações articuladas que confiram força
política junto aos respectivos gestores e responsáveis pela implementação da PNSIPCFA.

A metodologia dos projetos promove o empoderamento desses cidadãos por meio do conhecimento do sistema público
de vigilância em saúde e da PNSIPCFA e do controle social no SUS, sempre valorizando igualmente os
conhecimentos e as práticas tradicionais de saúde, como forma de fortalecer a integração de saberes e reconhecer o
valor e a importância dessa relação.

Relativamente à Política Nacional de Saúde Integral LGBT, visando atender suas diretrizes, no que se refere à
participação popular e ao controle social do SUS e as ações propostas no Plano Operativo da Política, bem como à
educação permanente e educação popular em saúde com foco na população LGBT, foram realizados cursos de
formação de lideranças e ativistas LGBT para o Controle Social no SUS, de caráter nacional e regional, iniciados em
2013 e continuados no ano de 2014.

Estes cursos, que aconteceram em parceria com a Fundação CEPERJ e a Central de Oportunidades, tiveram como
objetivo formar lideranças e ativistas na perspectiva da cidadania e dos direitos humanos para acompanhamento da
implementação da Política Nacional de Saúde Integral LGBT e contou com 212 lideranças e ativistas LGBT
capacitados/as para o exercício do controle social. O projeto estabeleceu um processo de trabalho que apoiou a
formulação e a implementação de um programa de educação permanente para o controle social do SUS voltado para a
qualificação desses ativistas/lideranças de forma descentralizada nos estados.

A partir da formação destes sujeitos foi possível fortalecer a participação social nos espaços de participação como
conselhos de saúde e comitês técnicos de equidade em saúde nos estados e o protagonismo de representantes do
movimento social LGBT para contribuir na formulação de políticas públicas de saúde e no monitoramento de sua
execução.

Foi realizado também o curso de formação sobre o papel e funcionamento dos Comitês Estaduais de Saúde LGBT e de
Equidade em Saúde. Este curso é resultado da demanda dos participantes do I Seminário de Saúde LGBT, realizado
nos dias 26 a 28 de novembro de 2013 e teve como objetivo a formação de gestores/as e lideranças sociais dos
Comitês Estaduais de Saúde LGBT e de Equidade em Saúde, já instituídos ou em processo de implantação nos
estados, para o fortalecimento tanto do papel dos Comitês Estaduais e dos espaços de diálogo, como da capacidade de
seus integrantes de monitorar, de forma articulada, a implementação da Política Nacional de Saúde Integral LGBT de
forma descentralizada. Participaram do Curso de facilitadores para Formação de Lideranças LGBT e o Controle Social
no SUS, representantes do Comitê Técnico de Saúde Integral LGBT/MS, representantes dos Comitês Estaduais de
Saúde LGBT e de Equidade em Saúde, assim como representantes do Conselho Nacional de Saúde.
Fatores Intervenientes: Os fatores que interferiram diretamente nesta Ação do PPA (2012-2015) foram a morosidade
nos processos administrativos e no contingenciamento dos recursos orçamentários e financeiros que impactou e
inviabilizou a execução de alguns eventos de capacitação, que estavam previstos nas celebrações de convênios para
este ano.
PPA 2012-2015
0724.03 Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP) assinado em 80% das Regiões de Saúde até
2015.
Execução da meta: Em 2014, várias foram as ações desenvolvidas pelo Departamento em busca do alcance desta
meta e, embora houvesse a expectativa de assinatura do COAP em algumas regiões de saúde dos estados de Alagoas,
Espírito Santo e Tocantins nesse ano, os processos que estavam em curso não avançaram a ponto de culminar na sua
assinatura. A paralisação do processo de contratualização em 2014 se deve a vários fatores, que não dependem apenas
do Departamento de Articulação Interfederativa. Inicialmente convém destacar que a contratualização interfederativa é
um processo que se dá por adesão dos gestores envolvidos em cada uma das regiões de saúde e pressupõe, além da
35
vontade política, ampla discussão da organização do sistema no âmbito regional, definindo-se de forma colaborativa as
responsabilidades e os recursos financeiros de cada ente, com o objetivo de garantir a integralidade da assistência aos
usuários. Metas, indicadores, critérios de avaliação de desempenho, formas de controle e fiscalização de execução,
entre outros elementos também compõem o COAP. Por tudo isso, muitos gestores do Sistema têm reclamado de sua
complexidade, enquanto modelo desenvolvido em 2011, e aprovado pela Comissão Intergestores Tripartite – CIT, por
meio de sua Resolução nº 03, de 30 de janeiro de 2012, que estabelece normas e fluxos para a implantação dos COAP.
Essa complexidade do instrumento também foi expressa pelo atual Ministro em seu discurso de posse, sinalizando a
necessidade de simplificar o modelo nacional do COAP.

Em 30 de julho, durante a 6ª Assembleia do CONASS, os gestores estaduais de saúde tomaram a decisão de dar
prioridade à regulamentação do Art. 17 da Lei 141/2012 e revisão da Portaria GM/MS 204/07, condicionando a
continuidade do processo de contratualização à revisão do modelo do COAP. Essa decisão implicou na paralisação de
alguns processos que já se encontravam bem avançados. Por exemplo, esperava-se a assinatura do COAP da 5ª.
Região de Saúde do Estado de Alagoas, tecnicamente finalizado desde abril, porém isso não ocorreu por decisão do
gestor estadual. O processo de análise do COAP da região metropolitana do Espírito Santo foi paralisado em razão de
comunicação oficial da parte do Secretário da Saúde, informando a decisão de suspender a assinatura dos quatro
COAPs do estado, no ano de 2014. O processo de contratualização nas regiões de saúde do Estado do Tocantins
também foi interrompido por decisão da gestão estadual. No Estado de Sergipe, que em 2010 havia celebrado um
Contrato de Ação Pública (CAP) com o conjunto de seus municípios, a discussão sobre a transição CAP-COAP ainda
não foi concretizada. O ano se encerrou sem definição acerca da assinatura dos 24 Termos Aditivos referentes às 24
regiões de saúde já contratualizadas (20 do Ceará e 4 do Mato Grosso do Sul) e de dois novos Contratos referentes às
duas regiões restantes estado do Ceará.

Além desses fatores, foram identificados outros obstáculos para o seu avanço, tais como: imprecisão conceitual
gerando diferenças importantes de entendimento sobre o processo, instrumento e fluxos do COAP, dentro e fora do
MS; dissociação entre o COAP e as transferências de recursos da esfera federal aos estados e municípios; dificuldade
de internalizar a regionalização nas políticas, programas e sistemas de informação do MS.

Como tentativa de superar alguns desses obstáculos, o Departamento iniciou a reformulação do processo e do modelo
de contrato, apresentando ao Gabinete do Ministro, os principais problemas identificados no modelo atual, e sugestões
para o seu aprimoramento. Nesta reunião, ficou acordado que um grupo ampliado, com a participação de todas as
áreas do Ministério da Saúde, irá aprofundar as discussões e definir um novo modelo de COAP a ser apreciado pela
representação dos demais entes, na Comissão Intergestores Tripartite.
Fatores Intervenientes: Além da complexidade que envolve o processo de contratualização interfederativo, que
envolve a assinatura dos gestores de saúde, prefeitos e governadores de cada um dos entes federados, foram
identificados outros obstáculos que necessitam ser superados para o seu avanço, tais como: imprecisão conceitual
gerando diferenças importantes de entendimento sobre o processo, instrumento e fluxos do COAP, dentro e fora do
Ministério da Saúde; dissociação entre o COAP e as transferências de recursos da esfera federal aos estados e
municípios; dificuldade de internalizar a regionalização nas políticas, programas e sistemas de informação do MS.
PPA 2012-2015
0724.04 Realizar 06 seminários regionalizados envolvendo as comunidades quilombolas até 2015, com
participação de gestores, profissionais de saúde e lideranças da comunidade.
Execução da meta: Em 2012, foram realizados dois Seminários Regionalizados envolvendo as Comunidades
quilombolas com participação de Gestores, Profissionais de Saúde e Lideranças das Comunidades, o Seminário de
Capacitação de Lideranças Negras, Quilombolas e Povos Tradicionais de Terreiro e as Tecnologias em Saúde
realizado em novembro/2012 em Porto Velho/RO e o Seminário Enfrentamento a Violência Contra a Juventude
Quilombola e Povos Tradicionais de Matrizes Africanas, reunindo 110 jovens em União dos Palmares/AL .

Além disso, o Dagep, como parte integrante da SGEP, apoiou e realizou várias atividades na área de saúde da
população quilombola durante o ano de 2013, como o ENCONTRO NACIONAL DE QUILOMBOLAS - Território e
Saúde da População Negra que aconteceu em Brasília com o objetivo de promover a saúde integral da população
negra, priorizando a redução das desigualdades étnica raciais, o combate ao racismo e a discriminação nas instituições
e serviços do SUS. Participaram 50 pessoas, dentre quilombolas de 24 estados e do Distrito Federal, gestores e
profissionais de saúde do MS. Houve também o Seminário Protagonismo Quilombola na Luta Por Direitos Sociais,
Saúde e Cidadania, com objetivo de oferecer formação crítica e instrumentos para a prática dos direitos. De modo
especial o acesso à saúde, visando contribuir para participação do monitoramento do Programa Nacional de Política da
Saúde da População Negra. O evento ocorreu com a participação de 56 pessoas. Ocorreram ainda nesse ano mais 3
Seminários Compartilhados de Saúde da População Quilombola, em Porto Alegre, Salvador e São Luís, , dando
visibilidade às condições de saúde das populações remanescentes dos quilombos.

36
Em 2014, o Ministério avançou e qualificou a parceria com a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades
Negras Rurais Quilombolas – CONAQ, bem como avançou na articulação interna no MS, em especial com a SGETS
em função do programa Mais Médicos. Durante a EXPOGEP, o DAGEP reuniu-se com coordenadores estaduais da
CONAQ e áreas do MS, com o objetivo de informar sobre novos programas do MS (Mais Médicos em especial) e
como solicitar adesão aos mesmos. 52 participantes, representando todos os estados e o Distrito Federal, participaram
da reunião. O Programa Mais Médicos foi motivo de várias solicitações de informações feitas pela Secretaria de
Políticas de Promoção da Igualdade Racial-SEPPIR, o que nos propiciou ter que dialogar tanto com a SGTES quanto
com o DAB/SAS e dimensionar a importância do Programa e da vinda dos médicos cubanos para as políticas de ações
afirmativas do Governo Federal e para os avanços no SUS.

No I Encontro de Mulheres Quilombolas, que teve como tema "O Protagonismo das Mulheres Quilombolas: Avanços
e Desafios", ocorrido no período de 13 a 15 de maio de 2014, com a participação de 120 pessoas em Brasília, houve a
contribuição da SGEP, além da SAS, SVS e SGTES. A PNSIPN, em especial a demanda quilombola, perpassa todas
as Secretarias a partir da articulação feita pelo DAGEP/SGEP, e busca dar visibilidade às demandas específicas dos
quilombolas.

O Ministério da Saúde, por meio da SGEP e Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS realizou o Seminário de
Promoção da Saúde, Integralidade da Atenção e Práticas do Cuidado nas Comunidades de Remanescentes de
Quilombos, e o Controle Social, na Região Nordeste, durante os dias 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2014, na cidade
de Alcântara - no estado do Maranhão, onde vários temas foram debatidos, entre eles Atenção Básica, Saúde da
Criança, do Homem, da Mulher, Prevenção das DST e Programa Mais Médicos. Foi uma ação que não somente teve a
parceria das áreas acima do Ministério, mas também da Prefeitura Municipal de Alcântara, do Ministério da
Aeronáutica, CONAQ, FIOCRUZ, SEPPIR e o MABE ( Movimento quilombola dos Atingidos pela Base). O objetivo
foi contribuir com a implementação das Políticas Nacionais de Saúde Integral da População Negra e do Campo, da
Floresta e das Águas, no tocante à promoção da equidade, prevenção às doenças prevalentes DST/AIDS e hepatites
virais bem como o fortalecimento do controle social em Comunidades Remanescentes de Quilombos da Região
Nordeste.
Fatores Intervenientes: As articulações internas e externas favoreceram o estabelecimento de novas parcerias e novos
horizontes de trabalho.
PPA 2012-2015
Realizar 6 encontros nacionais envolvendo lideranças do campo e da floresta, do movimento de
0724.05
lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, da população em situação de rua, dos ciganos e dos
gestores do SUS até 2015.
Execução da meta: Em 2012, foi realizado um Encontro, a saber: Encontro Nacional de Saúde da População Cigana,
em abril, representando 50% do cumprimento da Meta Física de 2012.

Em 2013, estava prevista na Meta Física do PPA a realização de 2 Encontros Nacionais e foram realizados 3, o que
representou 150% da meta anual, a saber: II Encontro Nacional de Saúde das Populações do Campo e da Floresta -
18 a 20 de setembro; I Seminário Nacional sobre a Política Nacional de Saúde Integral LGBT - 24 a 26 de novembro
em Brasília/DF; Seminário sobre a Política de Educação Permanente para o Controle Social no SUS e o Programa de
Inclusão Digital realizado de 20 a 22 de outubro, ultrapassando assim a meta prevista para o ano de 2013.

Em 2014, a Meta Física é de 1 Encontro Nacional e foram realizados 3 encontros, a saber: Seminário de Avaliação do
Curso de Formação de Lideranças/Ativistas LGBT e o Controle Social (agosto); Seminário de Educação Permanente
para o Controle Social do SUS (agosto); Seminário Nacional de Educação Popular em Saúde - ocorrido em
Brasília/DF, no período de (24 a 25 de maio), representando o percentual de 300% da Meta prevista para 2014.

O Seminário de Avaliação do Curso de Formação de Lideranças/Ativistas LGBT e o Controle Social no SUS é


resultado da conclusão do Curso de Formação de Lideranças/Ativistas LGBT e o Controle Social, realizado nos anos
de 2013 e 2014, que contou com lideranças e ativistas LGBT capacitados/as para o exercício do controle social, com
vistas ao acompanhamento da execução da Política Nacional de Saúde Integral LGBT. Participaram do Seminário de
facilitadores e mobilizadores do Curso representantes do Comitê Técnico de Saúde Integral LGBT/MS, representantes
dos Comitês Estaduais de Saúde LGBT e de Equidade em Saúde, representantes do Conselho Nacional de Saúde e
representantes de entidades nacionais LGBT.

No Seminário foram apresentadas estratégias de formação. Uma delas foi o Módulo de Educação à Distância sobre a
Política Nacional de Saúde Integral LGBT, em parceria com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), para
os cursos de especialização das equipes da Estratégia de Saúde da Família – ESF, para profissionais de saúde de nível
superior, incluído no Sistema Universidade Aberta - Una-SUS, que será lançado em 2015 e outra estratégia foi o
Observatório da Política Nacional de Saúde Integral LGBT, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), que

37
possui objetivo de disseminar o conhecimento técnico-científico sobre a Política Nacional de Saúde Integral da
População LGBT. O evento permitiu que os participantes pudessem avaliar as ações de formação desenvolvidas e
propor novas estratégias de formação. O evento contribuiu também para o exercício da participação e do controle
social, assim como para a efetividade do acompanhamento e monitoramento da Política Nacional de Saúde Integral
LGBT.

O Seminário de Educação Permanente para o Controle Social do SUS, por meio da participação das lideranças dos
movimentos sociais e de gestores, levou a uma reflexão de como estabelecer ações educacionais que pudessem
oferecer maior criticidade aos processos de trabalho nos serviços de saúde e na construção e implementação das
Políticas Públicas de Saúde para os usuários do SUS.

O Seminário Nacional de Educação Popular em Saúde contou com 356 pessoas e foi rico pela participação dos
movimentos sociais para o engajamento da população nas práticas de saúde. A reflexão sobre uma nova formatação no
processo ensino-aprendizagem com as orientações e ideologias de Paulo Freire, em que o protagonismo da
aprendizagem está no próprio aprendiz, é fundamental para a Saúde, pois essa nova conceituação leva ao
empoderamento da população, que por meio das diretrizes da Educação Popular pode promover transformações e
melhorias na área da saúde.

A Meta Física prevista para o período de (2012-2014) era de 5 Encontros Nacionais e foram realizados 7,
representando 140% da Meta Prevista.

Estes encontros/seminários foram importantes para avaliar o processo de implantação da Política Nacional de Saúde
Integral de LGBT, de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas no SUS, e a Política Nacional de
Educação Permanente para o Controle Social no SUS. As ações desenvolvidas, bem como a produção de informações
para os cidadãos(ãs), gestores e profissionais de saúde sobre as Políticas, visando à efetividade de ampliação de
acesso, equidade, integralidade da atenção à saúde de LGBT, das Populações do Campo, da Floresta e das Águas, e do
Controle Social no SUS, propiciaram espaço de troca de experiências e saberes sobre participação social, controle
social, educação popular em saúde, as políticas de promoção da equidade e a gestão entre os diversos atores e
estimulando a implantação de espaços colegiados com participação social para o acompanhamento da implementação
dos comitês de equidade em saúde LGBT e do Campo e da Floresta e outros.
Fatores Intervenientes: Estes Encontros/seminários foram importantes para avaliar o processo de implantação da
Política Nacional de Saúde Integral de LGBT; de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas no SUS;
a Política Nacional de Educação Permanente para o Controle Social no SUS e a Política Nacional de Educação
Popular em Saúde.
PPA 2012-2015
0724.07 Elaborar manuais sobre saúde da população negra e combate ao racismo institucional para as
secretarias estaduais de saúde dos 26 estados e do Distrito Federal.
Resultados: Elaborado 01 manual da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra em 2012 e feita à
reedição de 40.000 mil exemplares em 2013 e foram distribuídos nos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal no
Evento da II Mostra Nacional de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS - II EXPOGEP, em
Brasília.

A elaboração do Manual da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) foi construída com a
participação de várias lideranças do movimento da população negra envolvendo o Comitê Nacional de Saúde da
População Negra. A importância da publicação do manual é de implementar a PNSIPN. Seu foco maior é combater o
racismo Institucional no SUS.

A publicação Painel Temático “Saúde da População Negra”, como mais um passo rumo às conquistas de direitos para
a saúde da população negra está em fase de conclusão. No Painel há uma análise do perfil epidemiológico da
população negra, levando em consideração suas múltiplas identidades, territórios, culturas, gerações e lugares sociais.

No que pese a meta tratar de manuais sobre a saúde da população negra e do combate ao racismo institucional, a área
desenvolveu uma campanha midiática de enfrentamento ao racismo institucional, lançada em novembro de 2014, a
partir da customização da campanha “Igualdade racial no SUS é pra valer”, e do mote: “Ministério da Saúde adverte:
Racismo faz mal à saúde” visando o combate ao racismo institucional no âmbito do Ministério da Saúde e no
atendimento oferecido pelo Sistema Único de Saúde - SUS.

A Campanha teve ampla veiculação em todos os meios de comunicação, no intuito de promover conscientização social
no SUS, para garantia de atendimento humanizado a população negra, conforme acordado pelo Ministério da Saúde.
Esta iniciativa reforça o conjunto de compromissos em prol das políticas afirmativas assumidas pelo governo federal,
38
em especial o Ministério da Saúde, com foco na promoção da equidade racial em saúde.

Além disso, foi produzido um vídeo, que foi reproduzido na mídia televisiva nacional, impressos 255.000 folders e
265.000 cartazes, distribuídos em mais de 200 órgãos e instituições governamentais e da sociedade civil,
contemplando o Distrito Federal e todos os estados do país.
Fatores Intervenientes: Renovação da representação do Comitê de Saúde da População Negra no final de 2014 e
atualização de ações do Plano Operativo da PNSIPN para compor o novo manual.
PPA 2012-2015
0724.08 Fomentar a mobilização de 80 mil pessoas em eventos com foco na gestão participativa e no
controle social nas ações de saúde até 2015.
Em 2014 foi previsto no planejamento de 2015 o quantitativo de 25.000 (Conselheiros de Saúde, Lideranças de
Movimentos Sociais, Educadores Populares, trabalhadores da saúde e Gestores mobilizados em temáticas de Gestão
Participativa, Controle Social, Promoção da Equidade e Educação Popular) e foram mobilizadas 24.056 pessoas,
representando percentual de 96% da Meta prevista para o ano.

A Meta Acumulada no período 2012 a 2014 foi de 55.195 dentre conselheiros de saúde, lideranças de movimentos
sociais, ACS, ACE, educadores populares e gestores mobilizados, representando o percentual de 69% do total da Meta
do PPA (2012-2015) e de 84,92% da meta prevista até 2014.
Fatores Intervenientes: Os fatores que interferiram diretamente nesta Ação do PPA (2014) foram à morosidade nos
processos administrativos e a dificuldade da comprovação de participação nos grandes eventos, principalmente a
obtenção de listas de presença nos eventos de mobilização em que há aglomeração de centenas de pessoas dificultando
a coleta de assinaturas.
PPA 2012-2015
0724.09 Fomentar a implementação de 27 Comitês Estaduais de Promoção da Equidade para Populações
Vulneráveis até 2015.
No ano de 2014 foram implantados 09 Comitês Técnicos com as seguintes distribuições

Foi implantado 01 Comitê Técnico de Equidade: Comitê Técnico Estadual de Promoção da Equidade/MA (Portaria
080 de 21 de maio de 2013).

Foram implantados 02 Comitês da População em Situação de Rua: 1. Comitê Técnico Estadual de Saúde para a
População em Situação de Rua da BA (Portaria nº 1416, de 03 de outubro de 2014); 2. Comitê Técnico Estadual de
Saúde para a População em Situação de Rua no Rio Grande do Sul/RS (Portaria 1.255/2014 de 02 de dezembro de
2014).

Foram implantados 03 Comitês LGBT: 1. Comitê Técnico Estadual de Saúde Integral da População LGBT da BA,
instituído em 01 de julho de 2014 (Portaria nº 919 – SES/BA); 2. Comitê Técnico de Saúde da População LGBT do
RJ, instituído em 02 de maio de 2014 (Resolução SES n° 918 – SES/RJ); 3. Comitê Técnico Estadual de Saúde
Integral à População LGBT do PA instituído em 21 de outubro de 2014 (Número de publicação: 759403).

Foi implantado 01 Comitê da População de Campo e Floresta: Comitê de Saúde das Populações do Campo, das
Florestas e das Águas do Estado do Rio Grande do Sul/RS (Portaria nº 1351 de 24 de dezembro de 2014);

Foi implantado 01 Comitê de Educação Popular: Comissão de Educação Popular em Saúde do Rio Grande do Sul pra
subsidiar o avanço da Equidade na Atenção à Saúde/ RS (Portaria n.º 1261 de 05 de dezembro de 2014);

Foi implantado 01 Comitês de Equidade e Educação Popular: Comitê Estadual de Promoção da Equidade e Educação
Popular em Saúde/ MT, instituído em 11 de dezembro de 2014 (Portaria Nº 228 – 2014/GBSES);

Foi elaborado ajuste para organizar os Comitês de Equidade em Saúde de acordo com as datas formais de publicação
das portarias. Sendo assim, os arranjos abaixo referem-se a estes acertos em relação aos relatórios anteriores e às
informações do PPA e Ecar.

Em 2014 - a Meta prevista era a implementação de 05 Comitês e foram implantados e implementados 09 Comitês de
Equidade, representando o percentual de 180% da meta do ano.

Observamos que as informações sobre os comitês foram revistas considerando o ano da publicação das portarias e
não a constituição informal dos comitês. Sendo assim, os estados de GO, MG e RN já estavam formados em 2012,
mas tiveram a publicação das portarias apenas em 2013. Por outro lado, o comitê LGBT do PR publicou a portaria em
39
dezembro de 2012 e o Ministério foi informado apenas no ano seguinte. Em 2013 foi retirado o Comitê LGBT do
Paraná que passou a ser registrado em 2012 (pela data da portaria). O Comitê de População Negra de Alagoas foi
retirado, pois se trata de comitê municipal.

Registramos que a meta física prevista para o período 2012-2014 era de 26 comitês, sendo que foram implementados
até o momento 31 Comitês Estaduais de Promoção da Equidade para Populações Vulneráveis, representando assim
119% da meta do triênio, sendo que se trata de 103% da meta total do período 2012-2015.
Fatores Intervenientes: O fator interveniente é a dificuldade de articulação com as gestões estaduais e municipais
quando há ausência de responsável e/ou área de referência para as politicas de promoção de equidade e/ou participação
social e/ou educação popular em saúde.
PPA 2012-2015
0725.01
Apoiar a implantação de 125 ouvidorias/ano com sistema informatizado.
Execução da meta: As metas estabelecidas foram devidamente executadas no exercício de 2014, ocorrendo um
incremento no total de localidades que receberam apoio para implantação/implementação de ouvidoria, com o sistema
Informatizado OuvidorSUS. Foram apoiados 266 localidades com capacitação dos profissionais e 190 ouvidorias
entraram em produção no nível 1 do Sistema OuvidorSUS. Além dessas capacitações, destacamos as ações
estratégicas realizadas pelo Doges para organização e consolidação do Sistema Nacional de Ouvidoria: a)
conhecimento do cenário atual das ouvidorias do SUS, não censitário, por meio de parceria com a Fiocruz e da
pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa (NUPE) do departamento, b) reuniões com Ouvidores do SUS para
planejamento estratégico das ações do Sistema Nacional de Ouvidorias do SUS (SNO/SUS), formulação e
implementação da Política Nacional de Ouvidoria do SUS que ora se encontra em tramitação no Congresso Nacional;
c) a premiação de experiências exitosas através do Prêmio Cecília Donnangelo de Ouvidoria SUS; d) o Curso
Nacional de Qualificação em Auditoria e Ouvidoria do SUS em oito estados da federação; e) a aplicação piloto do
INOVSUS (indicador criado para avaliação das ouvidorias do SUS) criado pelo DOGES em parceria com o
DEMAS/SE/MS. Em 2014 foi determinante a publicação da Portaria Nº 2.416, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2014, que
estabelece diretrizes para a organização e funcionamento dos serviços de ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS)
e suas atribuições e o lançamento da Manual do Sistema Nacional de Ouvidoria. Atualmente são 1524 Ouvidorias do
SUS em funcionamento.
Fatores Intervenientes: Dificuldade na expansão e implantação de novas ouvidorias devido a não previsão de
recursos financeiros com rubrica específica no orçamento que possibilite o repasse de recurso para as ouvidorias
descentralizadas, além da instabilidade frequente do Sistema OuvidorSUS, devido à problemas estruturais
identificados após sua criação, que estão em processo de correção.
PPA 2012-2015
0725.02 Realizar 4 mil ações de controle interno e auditorias com foco nos Contratos de ação
pública até 2015.
Execução da meta:

Em 2014 foram realizadas 1.216 atividades de controle por todo Brasil, sendo que dessas atividades 957 foram
auditorias, 09 fiscalizações e 250 visitas técnicas.

Outra ação de controle pertinente é a verificação do cumprimento do Termo de Ajuste Sanitário (TAS), o qual foi
regulamentado no âmbito do Ministério da Saúde pela Portaria GM/MS nº 2.046, de 3 de setembro de 2009 e alterado
pela Portaria n° 768/GM/MS em 2011.

O TAS é o instrumento de compromisso que pode ser formalizado entre gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)
das três esferas de governo. Este termo consiste na necessidade de conferir eficácia e qualidade ao processo de
descentralização, organização e gestão das ações e serviços de saúde do SUS, assim como de consolidar os
compromissos e as responsabilidades sanitárias dos gestores das três esferas de governo, em especial sobre a
otimização dos recursos destinados ao SUS. O TAS foi regulamentado pela Portaria GM/MS nº 2.046/2009 e alterado
pela Portaria n° 768/GM/MS em 2011.

No ano de 2014, foram verificados 68 TAS e foram celebrados 31 termos, o que totaliza R$ 11.394.759,53.

O Gráfico 1 mostra as atividades de controle, como auditoria, visita técnica e fiscalização e seus, respectivos,
aproveitamento e a Tabela I aborda os principais demandantes das ações do departamento no ano de 2014,
relacionando-os com o percentual.

Gráfico 1: Ações de Auditoria, Fiscalizações e Visitas Técnicas

40
Fonte: Sisaud/SUS - 2015

Tabela 1: Auditorias, fiscalizações e verificação do TAS encerradas, por demandante

Demandante Total Percentual


Advocacia Geral da União 9 0,87%
Câmara Federal 1 0,10%
Câmara Municipal 9 0,87%
Cidadão 29 2,80%
Componente Federal do SNA 470 45,45%
CONASS 1 0,10%
Conselho de Saúde Federal 3 0,29%
Conselho de Saúde Municipal 4 0,39%
Controladoria Geral da União 13 1,26%
Entidades de Classe 6 0,58%
Gabinete do Secretário Municip. de Saúde 3 0,29%
Judiciário Estadual 2 0,19%
Judiciário Federal 7 0,68%
Ministério Público Estadual 74 7,16%
Ministério Público Federal 171 16,54%
MS/DICON 3 0,29%
MS/FNS 1 0,10%
MS/GM 4 0,39%
MS/Ouvidoria Geral do SUS 17 1,64%
MS/SAS 17 1,64%
MS/SCTIE 98 9,48%
MS/SESAI 2 0,19%
MS/SGEP 12 1,16%
MS/SVS 7 0,68%
Ouvidoria Secretaria Estadual de Saúde 3 0,29%
Poder Executivo Municipal 5 0,48%
Polícia Federal 27 2,61%
Presidência da República 2 0,19%
Prestador de Serviços de Saúde 1 0,10%
Secretaria Estadual de Saúde 1 0,10%
41
Secretaria Municipal de Saúde 4 0,39%
Tribunal de Contas da União 28 2,71%
Total Geral 1034 100,00%

Fonte: Sisaud/SUS - 2015

A Tabela 2 relaciona as ações de auditoria, fiscalização e verificação do TAS encerradas em 2014, por objeto
(toma-se por base natureza da demanda associado ao bloco de financiamento).

Tabela 2: Auditorias, fiscalizações e verificação do TAS encerradas, por objeto. Brasil – 2014

Objeto Total
Assistência farmacêutica 303
Atenção básica 223
Fora de bloco de financiamento 91
Gestão 23
Investimentos 40
Média e Alta Complexidade 339
Vigilância em Saúde 15
Total Geral 1034

Fonte: Sisaud/SUS - 2015


Fatores Intervenientes: Falta de estruturação do componente de auditoria dos Entes e o acompanhamento do
cumprimento dessa responsabilidade pelos órgãos de controle e fiscalização;

Parcerias com gestores, com os componentes do SNA e com os conselhos de saúde ainda não consolidadas; e evoluir
na padronização de procedimentos técnicos e operacionais de auditoria do SUS visando efetivar seu papel de
coordenador do SNA.

Faz-se pertinente mencionar que a força de trabalho do DENASUS é de 748 servidores, incluindo a Unidade Central e
as Unidades Desconcentradas nos Estados, dos quais 430 encontram aptos para aposentadoria em 2014, totalizando
58,58 % dos servidores em exercício. Percentual que em 2017, atingirá o patamar de 90% do total de servidores. Para
recompor a força de trabalho do DENASUS é realizado processo de seleção interna no Ministério da Saúde. No
exercício de 2014 foram realocados 50 servidores de nível superior. A seleção interna, hora praticada, é uma medida
paliativa precária, pois não atende os requisitos necessários à estruturação do DENASUS e desfalca outras áreas
técnicas do Ministério.

Além disso, a publicação da portaria que regulamenta os procedimentos a serem adotados na via administrativa de
controle interno do Ministério da Saúde (Artigos 27 e 23 da Lei Complementar nº 141/2012 e Decreto nº 7.827/2012)
é de extrema urgência, visto que, o DENASUS e o FNS, necessitam reorganizar seus processos de trabalho.
Atualmente existem cerca de 200 processos represados no DENASUS, que envolvem a devolução de recursos,
aguardando uma definição de encaminhamento. A permanência desses processos no DENASUS acarreta prejuízo ao
SUS, considerando que os recursos não estão sendo restituídos aos fundos de saúde para a sua devida utilização, como
também o Ministério da Saúde pode ser acusado de onerar o gestor responsável pela devolução, por não ter feito o
encaminhamento no tempo devido, aumentando o montante a ser devolvido, em virtude da previsão legal de
atualização do débito. Além desse passivo, todas as auditorias que estão sendo encerradas e tem devolução de recursos
também ficam pendentes de encaminhamentos.
PPA 2012-2015
0725.03 Ampliar o DISQUE SAÚDE 136, com foco na realização da pesquisa da Rede Cegonha com 400
mil entrevistas até 2015.
Execução da meta: A ampliação do Disque Saúde 136 foi iniciada em 2013. O processo de expansão da central de
teleatendimento iniciou-se com a realização de contratação de empresa especializada em prestação de serviços de call
center ampliando o quantitativo de postos de trabalho , além de possibilitar a adoção de novo escopo de atuação para
o Disque Saúde 136.

Com o objetivo de avaliar a implantação do Programa da Rede Cegonha, foi realizada uma pesquisa por telefone, com
42
mulheres que tiveram partos pelo SUS, abrangendo questões relativas ao pré-natal, parto, pós- parto e saúde da
criança. A pesquisa foi iniciada em maio de 2012, contabilizando 260.138 questionários aplicados até 04/07/2014.
Para a aplicação dos questionários foram realizados 1.103.431 contatos. Esse quantitativo de contatos e,
consequentemente, a realização da pesquisa com a abrangência necessária foram viabilizados devido à ampliação da
central de pesquisa e teleatendimento.
Fatores Intervenientes: O Sistema de Pesquisa da Ouvidoria do SUS - SPO foi entregue ao Doges, no final do mês
de setembro de 2014, e encontra-se em produção.. A equipe de operadores do Atendimento Ativo do Disque Saúde
136 foi devidamente capacitada para sua utilização. Neste período inicial foram realizadas algumas adequações e
implementações no Sistema com o objetivo de atender principalmente à necessidade de relatórios gerenciais. Além
disso, já foram realizadas algumas reuniões com o DATASUS/SGEP/MS para o desenvolvimento do BI. Já se
passaram os três meses de implantação e estamos na fase de manutenção evolutiva. Outro fator interveniente foi a
suspensão da pesquisa durante o período eleitoral compreendido entre os meses de junho a outubro e ainda a revisão
dos itens do questionário da pesquisa realizado pela área técnica do Ministério.
PPA 2012-2015
0725.04 Realizar ações de Ouvidoria Ativa no âmbito do SUS com envio de 10 milhões de CartaSUS/ano,
até 2015.
Resultados: Durante o ano de 2014 foram enviadas 13.806.708 cartas, totalizando 37.526.139 Cartas SUS enviadas
desde 2012. No que se refere à pesquisa de satisfação do usuário, recebemos 2.026.015 cartões resposta, sendo
1.627.290 por correio e 328.725 por internet e telefone. Além disso, a Ouvidoria-Geral do SUS já recebeu 7.903
manifestações entre denúncias, elogios, informações, reclamações, solicitações e sugestões, das quais 5.504 são
denúncias.
Fatores Intervenientes: A suspensão de envio da Carta SUS durante o período eleitoral compreendido entre os meses
de junho a outubro de 2014 provocando um saldo passivo para 2015.

4.2.2 Ações

As informações referentes a ações deverão ser prestadas observando a esfera orçamentária:


Orçamento Fiscal e da Seguridade Social (OFSS).

4.2.2.1 OFSS e 4.2.2.3 Análise Situacional

O quadro a seguir dispõe sobre as dimensões física e financeira da execução da ação,


considerando, inclusive, os valores executados a título de restos a pagar no decorrer do exercício,
em razão da significância que tal dado tem atingido para demonstração dos resultados gerados pela
gestão.

Quadro A.4.2.2.1 (A) – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS


Identificação da Ação
Código 20YM Tipo: Atividade
Ampliação das Práticas de Gestão Participativa, de Controle Social, de Educação Popular
Título
em Saúde e Implementação de Políticas de Promoção da Equidade.
02S3 - Fortalecimento do SUS por meio da gestão participativa, da participação social e da
Iniciativa
promoção da equidade em saúde
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
Objetivo na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
financiamento estável Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim ( X ) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária
Outras
Lei Orçamentária 2014
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2014
Não
Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados
Processados
53.200.00,00 39.400.000,00 32.197.881,89 20.656.427,26 20.656.427,26 0,00 11.541.454,63
Execução Física
Descrição da meta Unidade de Montante
43
medida Previsto Reprogramado Realizado
População beneficiada. Unidade 50.000 35.000 46.884
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizada
1/1/2014 medida
8.256.686,83 6.068.714,00 521.917,99

As execuções orçamentária e financeira do DAGEP em 2014 foram de 81,7% e 52,6%,


respectivamente.

Da dotação inicial houve um cancelamento de R$ 13.800.000,00, valor este suplementado


ao DATASUS para atendimento de demandas prioritárias daquele departamento. Também foi
repassada a importância de R$ 2.500.000,00 à ASCOM através do PO (plano orçamentário) 0003,
responsável no departamento pelas ações de promoção da equidade em saúde de populações em
condições de vulnerabilidade, o que incitou um remanejamento, ao final do exercício, de R$
1.300.000,00 do PO 0002 (ampliação das práticas de gestão participativa, de controle social, de
educação em saúde e de mobilização social) para o PO 0003. Especificamente, deixou-se de se
realizar a elaboração de manuais sobre saúde da população negra e combate ao racismo institucional
para as secretarias estaduais de saúde dos 26 estados e do Distrito Federal no exercício de 2014, que
constituía meta física do departamento, para direcionar recurso à campanha de combate ao racismo
institucional no SUS, promovida pela ASCOM, que devido ao seu alcance midiático, pode traduzir
resultados mais efetivos.

O valor empenhado pelo departamento em custeio no seu PO 0002 foi utilizado mais da
metade (51,5%) para o empenho de termos de cooperação. Já o valor de capital foi utilizado para o
empenho da compra de televisores para o Programa de Inclusão Digital (PID).

Referente à inscrição de restos a pagar em 2014, o valor é representativo devido ao fato de


que muitos TEDs (Termos de Execução Descentralizada) foram firmados no final do exercício, não
havendo tempo hábil para a execução dos mesmos ainda naquele ano.

Já em relação aos restos a pagar não processados inscritos e reinscritos em exercícios


anteriores, ao se somar os valores liquidados (majoritariamente termos de cooperação) e cancelados
durante o exercício, obtivemos o quantitativo de aproximadamente 80%, o que indica que pouco
mais de 20% seguiam reinscritos assim que o ano se encerrou. Após posicionamento do
departamento, a Coordenação de Planejamento e Orçamento da SGEP encaminhou às áreas
competentes solicitação de anulação de saldos remanescentes de parte dos empenhos. Sobre os
mantidos, referem-se, em sua maioria, a termos de cooperação e convênios ainda vigentes. Em
alguns casos, há problemas técnicos e de documentação de convênios, inviabilizando os seus
pagamentos.

No que tange às metas físicas do departamento, que inclui a mobilização e capacitação de


pessoas com foco na gestão participativa e no controle social, a meta total reprogramada de 35.000
pessoas foi superada em cerca de 12.000 indivíduos, mesmo com o contingenciamento
orçamentário de que foi alvo o departamento.

Quadro A.4.2.2.1 (B) – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS


Identificação da Ação
Código 2016 Tipo: Atividade
Título Funcionamento do Conselho Nacional de Saúde
02S3 - Fortalecimento do SUS por meio da gestão participativa, da participação social e da
Iniciativa
promoção da equidade em saúde

44
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
Objetivo na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
financiamento estável Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim ( X ) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária
Outras
Lei Orçamentária 2014
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2014
Não
Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados
Processados
11.000.000,00 11.000.000,00 9.456.853,76 7.316.447,54 7.316.447,54 0,00 2.140.406,22
Execução Física
Unidade de Montante
Descrição da meta
medida Previsto Reprogramado Realizado
Conselho mantido. Unidade 1 - 1
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizada
1/1/2014 medida
782.309,67 688.890,12 13.521,02

A meta da ação: Conselho mantido e em funcionamento foi executada em sua totalidade e


plenitude.

O CNS não deixou de realizar qualquer ação que fosse relevante para cumprir sua missão e
não houve nenhuma restrição orçamentária. Os recursos orçamentários foram liberados
regularmente.

A aplicação dos recursos financeiros beneficiou o fortalecimento do Controle Social,


promovendo a deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas
de saúde.

Em dezembro de 2014 foi solicitado à CGMAP o cancelamento dos restos a pagar.

Em 2014 o CNS cancelou R$ 700.000,00 de capital para suplementação do valor em custeio.

A execução orçamentária do Conselho Nacional de Saúde em 2014 culminou em 86% de


empenhado e em 66,5% de pago no exercício.

Quadro A.4.2.2.1 (C) – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS


Identificação da Ação
Código 8287 Tipo: Atividade
Aprimoramento da Articulação e Cooperação Interfederativa e da Gestão Compartilhada do
Título
SUS
02S5 - Aprimoramento do Pacto Federativo, com desenvolvimento do processo de
Iniciativa
contratualização, cooperação interfederativa e gestão compartilhada do SUS
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
Objetivo na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
financiamento estável Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim ( X ) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária
Outras
Lei Orçamentária 2014
Execução Orçamentária e Financeira
45
Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2014
Não
Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados
Processados
50.000.000,00 35.000.000,00 32.245.400,00 24.633.134,24 24.633.134,24 0,00 7.612.265,76
Execução Física
Unidade de Montante
Descrição da meta
medida Previsto Reprogramado Realizado
Contrato firmado. Unidade 66 - 0
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizada
1/1/2014 medida
5.475.069,14 4.955.509,96 322.839,51

O Departamento de Articulação Interfederativa iniciou o ano de 2014 com uma dotação


orçamentária inicial de R$ 46.500.000,00 para custeio e R$ 3.500.000,00 para capital. Dos recursos
de custeio, R$ 15.000.000,00 foram redirecionados para outro departamento da Secretaria - o
Departamento de Informática do SUS (Datasus). Dos recursos de capital, 21% foram utilizados na
aquisição de 28 kits de videoconferências, 01 para cada Comissão Intergestores Bipartite (26), a
Secretaria Estadual de Saúde do Distrito Federal e Comissão Intergestores Tripartite, como parte do
projeto de inclusão digital dessas comissões, propiciando uma maior comunicação entre elas e 20%
foram remanejados para custeio. Dos recursos de custeio, 98% foram empenhados para viabilizar as
ações do departamento, conforme seu planejamento estratégico, em torno de um único resultado -
Contratos Organizativos da ação Pública da Saúde (COAP). Para alcance desse resultado, cinco
produtos foram definidos como processos intermediários: 1. processo de planejamento do SUS
organizado, com ênfase no planejamento regional integrado; 2. apoio integrado implementado como
estratégia de cooperação interfederativa; 3. processo de regionalização do SUS apoiado; 4. processo
de contratualização interfederativa aprimorado e; 5. comissões intergestores apoiadas. No entanto,
percebeu-se que esses produtos, ainda que com desenvolvimento satisfatório, não levaram ao
alcance ideal do resultado, o que se comprova com o alcance de 5,49% das regiões de saúde com
COAP implantados no período 2012-2015, contrastando com a meta programada de 80%.

No que pese não ter sido celebrado nenhum contrato organizativo de ação pública nas
regiões de saúde em 2014, o gasto financeiro nesse exercício advindo das ações implementadas pelo
Departamento de Articulação Interfederativa foi de R$ 24.633.134,24, correspondente a 70,4% da
sua dotação atualizada.

Dos recursos empenhados, 76% foram pagos no exercício e 24% ficaram inscritos como
resto a pagar, conforme tabela abaixo, pois os Termos de Execução Descentralizada foram
firmados, na sua maioria, no 2º semestre do ano, considerando os desafios apontados acima, com
relação ao desenvolvimento dos produtos vinculados ao resultado estratégico, notadamente aquele
que diz respeito ao aprimoramento do processo de contratualização:

46
Inscritos em
Natureza do gasto Empenhado Pago %
restos a pagar
Passagens & Diárias 1.955.352 1.871.060 84.293 4%

Expogep - II Mostra Nacional de Gestão Estratégica e Participativa 4.180.517 4.180.517 0%

Termos de Execução Descentralizada (Fiocruz, UFCE, UFRGS) 8.994.991 2.658.507 6.336.484 70%

Publicações 364.140 172.651 191.489 53%

Aditivo do Convênio com o Conasems 1.000.000 1.000.000 100%

OPAS (Termos de Cooperação) 15.000.000 15.000.000 0%

Aquisição de Kits de vídeo conferência 750.400 750.400 0%

Total 32.245.400 24.633.135 7.612.266

% 76% 24%

Quadro A.4.2.2.1 (D) – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS


Identificação da Ação
Código 6182 Tipo: Atividade
Título Ouvidoria Nacional de Saúde
02SA – Desenvolvimento e aprimoramento das ações de Ouvidoria Ativa para ampliar e
Iniciativa
fortalecer o Sistema Nacional de Ouvidoria.
Qualificar instrumentos de execução direta, gerando ganhos de produtividade e eficiência
Objetivo
para o SUS Código: 0725
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim ( X ) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária
Outras
Lei Orçamentária 2014
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2014
Não
Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados
Processados
81.200.000,00 62.500.000,00 58.821.371,27 41.393.606,20 41.393.606,20 750,00 17.427.765,07
Execução Física
Unidade de Montante
Descrição da meta
medida Previsto Reprogramado Realizado
Ouvidoria ativa realizada. Unidade 84 - 190
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizada
1/1/2014 medida
14.740.991,56 9.667.631,28 4.182.827,30

Em 2014 foram apoiadas 266 localidades com capacitação de profissionais. Contudo,


somente 190 localidades foram contabilizadas como unidades apoiadas, uma vez que receberam
apoio para implantação/implementação de ouvidorias com o sistema informatizado OuvidorSUS.

Da dotação inicial de R$ 81.200.000,00 foi repassado ao DATASUS/SGEP o montante de


R$ 17.500.000,00 em razão da necessidade daquele departamento de desenvolver ações prioritárias
para o funcionamento e aprimoramento de recursos e ações tecnológicas no âmbito do Ministério da

47
Saúde. Foi remanejado o total de R$ 1.200.000,00 para a Subsecretaria de Planejamento e
Orçamento – SPO/SE/MS a titulo de contingenciamento de recursos financeiros. Dos R$
62.500.000,00 restantes, a Ouvidoria empenhou 94,11% e pagou 66,23%. A diferença, 27,88%, foi
inscrito em resto a pagar em razão, principalmente, a contratos continuados.

As ações adotadas para execução das metas tiveram êxito, no entanto alguns fatores como,
atraso em licitações provocaram a necessidade de adoção de medidas que visassem à mitigação dos
danos para que não fosse prejudicada a prestação de alguns serviços ao cidadão como o
teleatendimento, a realização de pesquisas, dentre outras ações voltadas para execução das
estratégias de Ouvidoria Ativa. Contudo, a melhoria da interlocução entre os parceiros e os
representantes das outras esferas de gestão do SUS responsáveis pelas ouvidorias estaduais,
contribuíram para que os resultados fossem alcançados e até superados. Para isso foram realizados
ajustes no desenvolvimento de atividades conjuntas com a utilização de ferramentas tecnológicas
com a finalidade de otimizar tempo e recurso na realização das atividades.

Quanto aos valores inscritos em restos a pagar referente ao exercício de 2014, que
correspondem ao total de R$ 17.428.515,07, cerca de R$ 16,5 milhões são referentes aos contratos
administrativos cuja liquidação ocorrerá ainda no primeiro semestre do exercício de 2015. O
restante do valor é atinente aos termos cooperação que estão vigentes e cuja execução continuará no
exercício de 2015.

Quanto aos valores inscritos em restos a pagar referente a exercícios anteriores somavam em
1/1/2014 o total de R$ 14.740.991,56, dos quais R$ 9.667.631,28 foram liquidados e R$
4.182.827,30 foram cancelados. Quanto ao saldo restante de R$ 890.532,98, foi realizado um
levantamento e adotado os seguintes procedimentos: o montante de R$ 613.900,86 foi proposto o
cancelamento no inicio de 2015 e o restante serão reinscritos, totalizando R$ 276.632,12 em razão
de serem correspondentes a Temos de Cooperação e Contratos ainda vigentes e com despesas
previstas.

Quadro A.4.2.2.1 (E) – Ações de responsabilidade da UJ – OFSS


Identificação da Ação
Código 8708 Tipo: Atividade
Título Auditoria do Sistema Único de Saúde
02S9 – Fortalecimento do Controle Interno do SUS, com foco nas marcas de governo e no
Iniciativa Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP) para a melhoria do acesso e do combate ao
desperdício.
Qualificar instrumentos de execução direta, gerando ganhos de produtividade e eficiência
Objetivo
para o SUS Código: 0725
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim ( X ) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária
Outras
Lei Orçamentária 2014
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2014
Não
Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados
Processados
14.000.000,00 9.800.000,00 5.794.504,17 4.967.881,38 4.967.881,38 0,00 826.622,79
Execução Física
Montante
Descrição da meta Unidade de medida
Previsto Reprogramado Realizado
Ações de auditoria realizadas. Unidade 1.000 - 1.283
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Metas
Valor em Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de Realizada
48
1º/1/2014 medida
2.703.902,11 2.451.237,73 37.291,79

Em 2014, o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) realizou 1.283 ações


de controle frente a 1.000 ações programadas. Deste total, as atividades foram divididas em: 956
auditorias, 09 fiscalizações, 68 verificações do Termo de Ajuste Sanitário (TAS) e 250 visitas
técnicas. Dentre as inúmeras ações do departamento, as prioritárias são: Saúde Toda Hora – SAMU
192, Saúde da Mulher – CA de Cólo de Útero, Saúde da Mulher - Rede Cegonha, Saúde não tem
preço - Farmácia Popular, Política Nacional de Cirurgia Eletiva, CARTASUS, ações nas Unidades
Básicas de Saúde que integram o Programa Requalifica UBS, ações de controle realizadas nas
unidades prisionais que integram o Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário, ações de
controle realizadas em ações e serviços de promoção da Saúde do Trabalhador e verificação do
TAS.

Foi cancelado R$ 2.200.000,00 de custeio e R$ 2.000.000,00 de capital para atendimento


das necessidades prioritárias da SGEP no Datasus.

Dos recursos não executados, R$ 2.206.992,00 de custeio foram provenientes das decisões
da gestão de: alterar o planejamento de cinco para três encontros regionais (norte/centro-oeste,
sul/sudeste e nordeste); a não realização da Exposição sobre o SNA no túnel do Ministério da
Saúde; e a não descentralização de recursos fundo a fundo da ParticipaSUS.

Dos recursos não executados, R$ 1.798.504 de capital foram proveniente de problemas


licitatórios decorrentes de licitações vazias, Termos de Referências não conclusos e/ou não sucesso
na adesão de registros de preços pelo Datasus e SAA.

Quanto aos recursos inscritos em Restos a Pagar, o montante de R$ 826.622,79 foi


proveniente de eventos, viagens e compra de equipamentos/mobiliários realizados no final do ano e
não liquidados no exercício.

Quadro A.4.2.2.2 (A)– Ações não Previstas LOA 2014 - Restos a Pagar - OFSS
Identificação da Ação
Código 8705 Tipo: Atividades
Título Ampliação das práticas de gestão participativa, de controle social e de educação em saúde.
Iniciativa 02S3 - Ampliação da participação social para o fortalecimento do SUS.
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
Objetivo financiamento estável. Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim (x) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária Outras
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Meta
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizado
01/01/2014 medida
1.180.589,54 593.770,61 467.589,78

Quadro A.4.2.2.2 (B) – Ações não Previstas LOA 2014 - Restos a Pagar - OFSS
Identificação da Ação
Código 8707 Tipo: Atividades
Título Ampliação e fortalecimento da participação e mobilização social em defesa do SUS.
Iniciativa 02S3 - Ampliação da participação social para o fortalecimento do SUS.
49
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
Objetivo financiamento estável. Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim (x) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária Outras
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Meta
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizado
01/01/2014 medida
10.363,95 0 0

Quadro A.4.2.2.2 (C) – Ações não Previstas LOA 2014 - Restos a Pagar - OFSS
Identificação da Ação
Código 8709 Tipo: Atividades
Título Promoção da Equidade em Saúde de Populações em Condições de Vulnerabilidade.
Iniciativa 02S6 – Consolidação das Políticas de Promoção de Equidade em Saúde.
Implementar novo modelo de gestão e instrumentos de relação federativa, com centralidade
na garantia do acesso, gestão participativa com foco em resultados, participação social e
Objetivo financiamento estável. Código: 0724
Programa Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde Código: 2015 Tipo:
Unidade Orçamentária 36901 – Fundo Nacional de Saúde
( ) Sim (x) Não Caso positivo: ( ) PAC ( ) Brasil sem Miséria ( )
Ação Prioritária Outras
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira Execução Física - Meta
Valor em Unidade de
Valor Liquidado Valor Cancelado Descrição da Meta Realizado
01/01/2014 medida
300.000,00 200.000,00 0

4.3 Informações sobre outros resultados da gestão.

Outros resultados da gestão da SGEP, notadamente os que transcendem a execução


orçamentária ou são auferidos por mecanismos não diretamente afetos ao PPA e ao orçamento,
apresentados por departamento.

4.3.1 Resultados da área de Apoio à Gestão Participativa

A participação e os resultados do Dagep, como área integrante da Secretaria de Gestão


Estratégica e Participativa, se traduzem eminentemente pela qualidade de suas ações e articulações
na formação de uma rede e através de uma trama constante para aproximar atores e congraçar
personagens que possam produzir a movimentação social em prol da saúde no Brasil.

O Dagep utiliza-se de modelos de gestão participativa para que os envolvidos nas temáticas
de sua responsabilidade sejam movimentos sociais, gestores ou profissionais de saúde tenham a
garantia de um espaço de discussão para apresentar suas propostas de forma democrática e aberta na
busca de melhores condições para o atendimento, das populações vulneráveis no SUS.

O Departamento tem uma equipe de técnicos especializada que atua no apoio aos
movimentos sociais para materializar as ideias e propostas dos diversos atores envolvidos nas
Políticas de Equidade, bem como na promoção dessas Políticas transversalmente nas diversas áreas
do Ministério, e nas demais esferas governamentais em que estas discussões sejam necessárias para
transformar a realidade em situações mais humanas e equânimes.

50
Destaca-se como produto destas ações o fortalecimento político da pauta em saúde da
população negra entre sociedade civil e gestores das três esferas de poder, a construção de redes de
parcerias com Instituições Acadêmicas e a construção de uma cultura interseccional de agregar o
recorte raça/cor em todas as políticas do SUS, especialmente no que tange as áreas do MS
sensibilizadas pelos dados e pelo compromisso político expresso pela SGEP e SE na garantia de
orçamento e prioridades entre as políticas de promoção de equidade.

Política Nacional de Saúde Integral LGBT

A Política Nacional de Saúde Integral LGBT, aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde
em 2009 e publicada por meio da Portaria nº 2.836 de 01 de dezembro de 2011, foi assinada durante
a 14ª Conferência Nacional de Saúde. Nesse mesmo dia também foi assinada a Resolução CIT nº 02
de 06 de dezembro de 2011 que aprovou seu Plano Operativo (2012-2014) junto à Comissão
Intergestores Tripartite (CIT). Este Plano, pactuado na CIT, em novembro de 2011, apresentou
estratégias para as gestões federal, estadual e municipal, no processo de enfrentamento das
iniquidades e desigualdades em saúde desta população.

No mesmo ano foi publicada a Portaria nº 2.837, de 01 de dezembro, que redefine o Comitê
Técnico de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Comitê Técnico
LGBT) do Ministério da Saúde. Este Comitê é um espaço consultivo da gestão, que tem como
objetivo acompanhar e monitorar a implementação da Política Nacional de Saúde Integral de
LGBT, com vistas a garantir a equidade na atenção à saúde para esses grupos populacionais.

Nos dias 24 a 26 de novembro de 2013, foi realizado o I Seminário Nacional de Saúde de


LGBT, que teve como objetivo produzir informações para o movimento social gestores e
profissionais de saúde sobre a Política Nacional de Saúde Integral de LGBT, visando à efetividade
de ampliação de acesso, equidade, integralidade da atenção à saúde de LGBT nos serviços de saúde,
propiciar espaço de troca de experiências e saberes sobre participação social, controle social,
educação popular em saúde, as políticas de promoção da equidade e a gestão entre os diversos
atores e estimular a implantação de espaços colegiados com participação social para o
acompanhamento da implementação dos comitês de equidade em saúde LGBT. Este Seminário
contou com a participação de representantes dos Comitês Estaduais LGBT e de Equidade e
Gestores/as Estaduais de Saúde e de Direitos Humanos, representantes dos movimentos sociais
LGBT, pesquisadores, representantes das áreas técnicas do Ministério da Saúde, representantes do
CONASS e CONASEMS, totalizando 200 pessoas, para avaliar o processo de implantação do Plano
Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT no âmbito do SUS até o ano de 2013 e
propor ações para o ano de 2014. As demandas resultantes deste Seminário foram implementadas
no ano de 2014.

Uma das ações previstas no Plano Operativo é o Acesso da população LGBT à atenção
integral à saúde - é a ampliação do Processo Transexualizador no SUS, em articulação com gestores
estaduais e municipais de saúde. Como parte deste processo, foi publicada a Portaria MS nº 2.803,
de 19 de novembro de 2013, que redefine e amplia o Processo Transexualizador no SUS. Sendo
assim, além dos 04 serviços habilitados pela Portaria MS 457, de 19 de agosto de 2008 (Hospital de
Clínicas de Porto Alegre/RS, Hospital Universitário Pedro Ernesto – HUPE/RJ, Hospital de
Clínicas de São Paulo/SP e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás/GO), estão em
funcionamento 04 serviços de referência para Processo Transexualizador, criados por iniciativa
estadual: ambulatório para travestis e transexuais do Centro de Referência e Testagem de DST/Aids
– São Paulo/SP; ambulatório AMTIGOS do Hospital das Clínicas de São Paulo – São Paulo/SP;
ambulatório para travestis e transexuais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); ambulatório
para travestis e transexuais do Hospital Clementino Fraga – João Pessoa/PB (implementado em 19

51
de julho de 2013). Neste ano foi publicada Portaria SAS/MS nº 1.055, de 13 de outubro de 2014,
que habilita o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, em Recife/PE, para
realização do Processo Transexualizador, nas modalidades ambulatorial e hospitalar. Além destes,
os seguintes estados estão em processo de articulação para implementação de serviços do Processo
Transexualizador no SUS: Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná e Espírito Santo.

Além disso, foi incluído o nome social de travestis e transexuais no Cartão do Sistema
Único de Saúde, reconhecendo a legitimidade da identidade desses grupos e promovendo o acesso à
rede pública, conforme Portaria MS nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, que dispõe sobre os direitos
e deveres dos usuários da saúde, entre eles o direito ao uso do nome social.

Para a ação realizada pelo DAGEP/SGEP, de Educação permanente e educação popular em


saúde com foco na população LGBT, foi elaborado e disponibilizado o Curso de Formação de
Lideranças/Ativistas para o Controle Social no SUS. O projeto, realizado em parceria do DAGEP
com a Fundação CEPERJ/RJ e a Central de Oportunidades, capacitou 172 lideranças/ativistas, em
suas etapas nacional e regionais, para o exercício do controle social com vistas ao acompanhamento
da execução da Política Nacional de Saúde Integral LGBT. Especificamente, 24 lideranças
nacionais LGBT em sua primeira etapa ocorrida em Brasília, em agosto de 2013 e mais 158
militantes, de todas as regiões do Brasil, concluíram o curso até outubro de 2014. Além deste curso,
foram capacitados 36 integrantes dos Comitês Técnicos de Saúde LGBT e de Equidade em Saúde
dos estados, entre representantes da sociedade civil e gestores de saúde, sobre a Política Nacional de
Saúde Integral LGBT e as estratégias para sua implementação e monitoramento por meio dos
Comitês Estaduais.

Ainda sobre educação, foi desenvolvido Módulo de Educação à Distância (EaD) sobre a
Política Nacional de Saúde Integral LGBT, em uma parceria do DAGEP com a Universidade
Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), para os cursos de especialização das equipes da Estratégia de
Saúde da Família – ESF, para profissionais de saúde de nível superior. Este módulo fará parte dos
cursos sistematizados da Universidade Aberta, - Una-SUS, podendo também ser ofertado como
curso livre, curso de extensão, auto instrutivo ou rapid learning para outras instituições/parcerias.

Está sendo desenvolvida a Pesquisa “Análise do acesso e da qualidade da atenção Integral à


saúde da população LGBT no SUS", em parceria do DAGEP com o DECIT/SCTIE e o Núcleo de
Estudos em Saúde Públicas da UnB (Coordenação Executiva) e pesquisadores/as de diversos
estados (Coordenação-Científica). O público da pesquisa é a população LGBT, os/as gestores/as
municipais de saúde, os/as gerentes das Unidades Básicas de Saúde de Saúde da Família e os/as
profissionais de saúde que atuam nas UBSF. De agosto a novembro de 2014, estão sendo realizadas
coleta e análise de dados em diversos estados do Brasil.

Está sendo implementado o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral de


Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais no SUS, em parceria do DAGEP com o Núcleo
de Estudos em Saúde Públicas da UnB. O Observatório será implantado com três linhas de ação e
será organizado por um conjunto de projetos integrados, de forma a assegurar a criação e
sustentabilidade do Observatório, quais sejam: recuperar o acervo das produções populares da
população LGBT (comunicação social/comunitária); desenvolver estudos e pesquisas referentes à
implantação/implementação da Política Nacional de Saúde Integral da população LGBT
(comunicação científica); resgatar a trajetória sócio-histórica da construção da Política Nacional de
Saúde Integral da população LGBT, no âmbito da Gestão do SUS (comunicação para a tomada de
decisão). Serão incorporados outros sujeitos de ação, a exemplo de professores-pesquisadores,
organizações não governamentais, movimentos sociais, profissionais de saúde, estudantes, redes

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sociais e comunidades, de acordo com as necessidades expressas nos projetos referentes às três
linhas de ação.

População em Situação de Rua

No mesmo ano em que foi publicado o Decreto que instituiu a Política Nacional para a
População em Situação de Rua, foi constituído também o Comitê Técnico de Saúde para a PSR por
meio da Portaria n° 3.305/GM/MS de 24 de dezembro de 2009. Esse foi um passo importante para
possibilitar avanços na área da saúde para esse público. O Comitê é composto por representantes de
algumas Secretarias do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz e por representantes de
entidades da sociedade civil organizada.

Outro passo importante foi a publicação do Plano Operativo para Implementação de Ações
em Saúde da População em Situação de Rua por meio da Resolução n° 2, de 27 de fevereiro de
2013. Esta Resolução define as diretrizes e estratégias de orientação para o processo de
enfrentamento das iniquidades e desigualdades em saúde com foco na População em Situação de
Rua (PSR) no âmbito do SUS.

Os objetivos gerais definidos no Plano são: garantir o acesso da PSR às ações e aos serviços
de saúde; reduzir os riscos à saúde decorrentes dos processos de trabalho na rua e das condições de
vida; e melhorar os indicadores de saúde e da qualidade de vida da PSR. As estratégias para
promoção da saúde da PSR definidas no Plano estão divididas em cinco eixos:

1: Inclusão da PSR no escopo das redes de atenção à saúde. Ações pactuadas desse eixo: a
implantação das equipes de Consultórios na Rua; a garantia de acesso à atenção domiciliar em
espaços de acolhimento institucional; a capacitação das equipes da urgência e emergência para
tratamento da PSR; e a inclusão da PSR no escopo das políticas de atenção à saúde para grupos
específicos.

2: Promoção e Vigilância em Saúde. Ações que concretizam esse eixo: intensificar a busca
ativa e tratamentos supervisionados para o controle de doenças infecciosas; controlar e reduzir a
incidência de Tuberculose, DST/AIDS e outros agravos recorrentes nessa População; e propor para
pactuação na CIT estratégias que garantam o acesso dessa população às vacinas disponíveis no
SUS.

3: Educação Permanente em Saúde na abordagem da Saúde da PSR. Ações definidas:


capacitação e sensibilização de profissionais de saúde para atendimento da PSR; inserção da
temática PSR no Módulo de Educação à Distância para cursos de formação voltados para
profissionais de saúde; fomentar pesquisas com foco na saúde da PSR e elaboração de material que
informe a PSR sobre o SUS e as redes de atenção à saúde.

4: Fortalecimento da Participação e do Controle Social. Por meio das seguintes ações


propostas: apoiar a formação e sensibilização de lideranças do Movimento Social da PSR; articular
e fomentar com gestores estaduais e municipais a capacitação de conselheiros de saúde sobre a
temática saúde da PSR, com participação do MNPR e entidades ligadas ao tema; produzir e publicar
material sobre Saúde da PSR destinado a gestores e profissionais de saúde; apoiar encontros
regionais sobre saúde da PSR; e instituir Comitê Técnico de Saúde da PSR ou referência técnica nas
instâncias estaduais e municipais.

53
5: Monitoramento e avaliação das ações de saúde para a PSR. Esse eixo ocupa-se de
monitorar e avaliar as ações que foram sugeridas, considerando as prioridades e metas dos Planos
Estaduais e Municipais de Saúde.

É com base nesse Plano Operativo que o Ministério da Saúde atua na promoção da atenção à
saúde da População em Situação de Rua. Nesse sentido, busca-se registrar avanços significativos,
como a ampliação do Programa Consultório na Rua, que tem suas diretrizes de organização e
funcionamento definidas pela Portaria n° 122, de 25 de janeiro de 2011 e pela Portaria 123, de 25
de janeiro de 2012. Dados de março de 2014 apontam que 114 equipes de Consultório na/de Rua
estavam em funcionamento.

Destaca-se que o consultório na rua não é a única porta de entrada da População em


Situação de Rua no Sistema Único de Saúde; o seu acesso também pode se dar por meio das
Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs),
principalmente nos municípios onde não houver Consultório na Rua (CnaR). É importante também
ressaltar que o atendimento à PopRua não é exclusivo do CnaR, este, se necessário, fará os devidos
encaminhamentos.

Outra ação do Ministério da Saúde é a realização de Oficinas de Sensibilização para


Profissionais que atuam com a População de Rua. Essas Oficinas têm como objetivo cumprir a ação
prevista no Eixo 3 do Plano Operativo, ou seja, capacitar e sensibilizar os profissionais para
atendimento da PSR. Até o presente momento foram realizadas oito Oficinas nas seguintes cidades:
São Paulo, Recife, Porto Alegre, Goiânia, Maceió, Salvador, Natal e Fortaleza.

Além dessas iniciativas, o Ministério da Saúde também atua na articulação para instituição
de Comitês Técnicos de Saúde da População em Situação de Rua nos Estados e Municípios; realiza
Seminários com o objetivo de combater a Tuberculose entre essa População; apoia a Capacitação de
Lideranças do Movimento da População de Rua e a realização dos Congressos do Movimento
Nacional da População de Rua (2012 e 2014); e participa do Comitê Intersetorial de
Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para População em Situação de Rua.

Povos ciganos

Reconhecendo as especificidades da cultura cigana, foi inserida cláusula na portaria que


regulamenta o cadastramento dos usuários do SUS, o Cartão SUS (Portaria 940/11), dispensando a
população cigana de comprovação de endereço.

Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas

Considerando as desfavoráveis condições de saúde das populações do campo, da floresta e


das águas e visando diminuir as iniquidades em saúde, quanto à redução dos agravos que incidem
nas taxas de morbidade e mortalidade neste grupo populacional, instituiu-se o Grupo da Terra (por
meio da Portaria GM/MS nº 2.460/2005), composto por representantes de órgãos governamentais,
movimentos sociais e convidados. Esse Grupo teve entre seus objetivos elaborar a Política Nacional
de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF), instituída pela Portaria
GM/MS n° 2.866, de 02/12/2011, e definir estratégias para a sua implementação no País. Constitui-
se também como um espaço de diálogo entre os movimentos sociais e o governo federal, buscando
dar respostas às suas demandas e necessidades de saúde.

É importante destacar que, no dia 24/10/2014, foi publicada a Portaria GM/MS n° 2.311,
que incluiu o termo “águas” na denominação da Política Nacional de Saúde Integral das Populações
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do Campo e da Floresta (PNSIPCF), que passou a ser denominada Política Nacional de Saúde
Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas (PNSIPCFA). Essa modificação foi
resultante de uma solicitação de movimentos sociais representantes dos pescadores e pescadoras
artesanais, das marisqueiras e das populações ribeirinhas, durante o II Encontro Nacional de Saúde
das Populações do Campo e da Floresta.

No ano de 2014, foram desenvolvidas ações intra e intersetoriais pelo DAGEP e


secretarias/instituições parceiras, que têm impacto sobre as políticas envolvidas: Participação da
Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
(CNPCT); participação, como membro suplente, do comitê gestor do Programa Nacional de Apoio
ao Associativismo e Cooperativismo Social (Pronacoop Social); participação, como membro titular,
no Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (CONDRAF); realização da Oficina
sobre a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas e as
práticas relacionadas às plantas medicinais e aos fitoterápicos. O CONDRAF tem por finalidade
propor diretrizes para a formulação e implementação de políticas públicas ativas, constituindo-se
em espaço de concentração e articulação entre os diferentes níveis de governo e as organizações da
sociedade civil, para o desenvolvimento rural sustentável, a reforma agrária e a agricultura familiar.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades


Tradicionais (CNPCT) tem como missão pactuar a atuação conjunta de representantes da
Administração Pública direta e membros do setor não governamental pelo fortalecimento social,
econômico, cultural e ambiental dos povos e comunidades tradicionais. Entre suas principais
atribuições estão coordenar e acompanhar a implementação da Política Nacional de
Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, instituída pelo Decreto nº
6.040/07. A CNPCT também propõe princípios e diretrizes para políticas relevantes ao
desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais no âmbito do Governo Federal.

Entre os dias 17 e 18 de julho de 2014, o DAGEP, em parceria com o DAF/SCTIE, realizou


a “Oficina sobre a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das
Águas e as práticas relacionadas às de plantas medicinais e aos fitoterápicos”, com a proposta de
promover um diálogo entre os movimentos sociais participantes do Grupo da Terra, o Ministério da
Saúde, Universidades, Secretarias Municipais de Saúde, dentre outras instituições parceiras. Temas
relacionados aos Editais de Arranjos Produtivos Locais (APLs), legislações relacionadas às plantas
medicinais e aos fitoterápicos, e às experiências de movimentos sociais relacionadas à produção e
utilização de plantas medicinais e fitoterápicos foram abordados nessa Oficina. Por meio desse
encontro, foi possível disseminar as experiências bem sucedidas sobre APLs e conhecer as
principais dificuldades e demandas desses movimentos sociais relacionadas à produção de plantas
medicinais e fitoterápicos. Ademais, de forma integrada ao Programa Nacional de Plantas
Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), a oficina fomentou a ampliação de parcerias do governo com
movimentos sociais, visando ao uso seguro e sustentável de plantas medicinais. A oficina contou
com a presença de aproximadamente 100 participantes e contribuiu para a produção de
conhecimento, em parceria com DECIT/SCTIE/MS e pesquisadores.

Destaca-se também a participação da comissão organizadora e da comissão de relatoria da 4ª


Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; Participação na Oficina
"Habitação Rural em destaque, no Ministério das Cidades".

No dia 29/08/2014, foi realizada a Oficina Habitação Rural em Destaque, ocorrida no


Ministério das Cidades. Essa Oficina teve como objetivo promover um espaço específico de
discussão e contribuições técnicas que ampliem o acesso às políticas públicas de habitação rural.
Dentre seus encaminhamentos, ocorreu proposta de promover uma articulação de ações entre

55
Funasa e Ministério das Cidades, com vistas a fortalecer a implementação de saneamento rural. O
DAGEP/SGEP atualmente atua nessa articulação e no monitoramento das ações da Oficina.

Outra ação importante é a produção do Módulo de Educação à Distância relativo a Campo,


Floresta e Águas, a ser disponibilizado por meio do PROVAB (Programa de Valorização do
Profissional da Atenção Básica), que é fruto de uma articulação entre o DAGEP e UNASUS. O
módulo tem 60 horas de duração e objetiva capacitar os profissionais de saúde para conhecerem as
questões relacionadas às especificidades de saúde das populações do campo, da floresta e das águas
à luz da Política Nacional destas populações. Esse módulo também faz parte do Curso de
Especialização disponibilizado aos integrantes do Programa Mais Médicos.

Em relação ao monitoramento e avaliação do acesso às ações e serviços de saúde às


populações do campo e da floresta, o Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das
Populações do Campo, da Floresta e das Águas (OBTEIA) é fruto de uma articulação entre o
DAGEP e o Nesp-UnB e visa avaliar e contribuir para implantação dessa Política por meio de uma
Teia de Saberes e Práticas, envolvendo intelectuais engajadas/os, pesquisadoras/es populares dos
movimentos sociais do campo, da floresta e das águas e as gestoras/es e trabalhadoras/es do SUS.

A proposta do OBTEIA se insere na perspectiva da estruturação de uma Teia de Saberes e


Práticas, envolvendo tais sujeitos no intuito de auxiliarem na análise da situação das políticas de
saúde no campo, na floresta e águas e contribuir para o planejamento das ações que visem a
implantá-la definitivamente no SUS.

Dentre os principais produtos do OBTEIA, os mais representativos e estratégicos para as


ações do DAGEP e visibilidade do Ministério seriam: o portal eletrônico
(http://www.saudecampofloresta.unb.br/); a Publicação da Edição especial da Revista Tempus
Actas em Saúde Coletiva, lançada no mês de agosto de 2014
(http://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/issue/view/104/showToc) e que trata da Ecologia
de Saberes e Saúde do Campo, da Floresta e das Águas; a elaboração de um vídeo sobre a Saúde
das populações do campo, floresta e águas (em fase de desenvolvimento); o estudo sobre o
Matriciamento da PNSIPCFA; a análise de dados secundários sobre saúde no campo, floresta e das
águas no Brasil, além de Informes Técnicos, Notícias e Boletins sobre a Política; Mapas e
ferramentas de interação dos assuntos de relevância para a saúde destas populações.

4.3.2 Resultados da área de Articulação Interfederativa

A função primordial do DAI é apoiar a gestão compartilhada do SUS, mediante a


coordenação do processo de construção de consensos interfederativos na condução da Política
Nacional de Saúde, com base em uma agenda de cooperação técnico-política, à luz do Decreto n.º
7.508/11, e com ênfase na implantação do COAP nas regiões de saúde.

Quando da elaboração do planejamento estratégico para 2012-2015 do MS, o DAI fez a


escolha de concentrar seus esforços em um único resultado, na tentativa de efetivar o Decreto
7508/2011: “a implantação do Contrato Organizativo da Ação Pública na Saúde (COAP) em 80%
das regiões de saúde do país”. Cinco produtos foram definidos para o alcance desse resultado: (i)
processo de contratualização interfederativa aprimorado; (ii) processo de planejamento do SUS
organizado, com ênfase no planejamento regional integrado; (iii) apoio integrado implementado
como estratégia de cooperação interfederativa; (iv) processo de regionalização do SUS apoiado, e;
(v) comissões intergestores apoiadas.

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A coordenação dos processos e dos instrumentos que são orientadores para a gestão
interfederativa do SUS estão apresentados a seguir:

i. Implantação do Contrato Organizativo de Ação Pública - acordo de colaboração firmado


entre os entes federados, no âmbito de uma região de saúde, com o objetivo de organizar e
integrar as ações e os serviços de saúde na região, discutir o seu financiamento para garantir
a integralidade da assistência à saúde da população. O monitoramento e avaliação dos
COAPs visa dar maior transparência e eficácia aos acordos firmados entre os entes da
federação na organização do sistema de saúde.

Resultados alcançados:

Apesar dos esforços no desenvolvimento das várias ações que poderiam culminar na
contratualização, constata-se que elas têm sido insuficientes para o alcance do resultado
principal, tendo-se alcançado até dezembro de 2014, apenas de 5,49% das regiões de saúde
com COAP implantados.

ii. Apoio ao Planejamento Regional Integrado - O planejamento integrado da saúde implica


na discussão permanente da política de saúde e sua execução no âmbito das Comissões
Intergestores – CIT, CIB e CIR. Parte do reconhecimento da região de saúde como território
para a identificação das necessidades de saúde da população, a coordenação interfederativa,
a organização das ações e serviços de saúde em redes de atenção e para a alocação dos
recursos de custeio e investimentos. A produção resultante do processo de planejamento
integrado da saúde compõe o COAP e deve expressar: a) a identificação das necessidades de
saúde da população da região e a análise da situação de saúde desse território; b) as
diretrizes, os objetivos plurianuais e as metas anuais para a região, bem como os prazos de
execução, indicadores, responsabilidades dos entes federados; c) a Programação Geral das
Ações e Serviços de Saúde, incluindo nesta os componentes de promoção, proteção,
recuperação e reabilitação em saúde, (assistência, vigilância em saúde - epidemiológica,
sanitária e ambiental - e assistência farmacêutica), conforme disposto na Renases e Rename.

Resultados alcançados:

Acerca do processo de planejamento do SUS organizado, com ênfase no planejamento


regional integrado, relatamos que a Pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-
2015 prevista na Resolução CIT nº 05, de 19 de junho de 2013, que visa ao fortalecimento do
Planejamento do SUS e a implementação do COAP foi objeto de debate junto às áreas técnicas do
Ministério da Saúde e ao Grupo de Trabalho de Gestão da CIT. Assim, em 2014 foram aprimoradas
as informações constantes das fichas de qualificação de alguns indicadores. Os ajustes realizados
foram publicados por meio da Nota Técnica DAI/SGEP/MS nº 70, de 20 de junho de 2014 e
posteriormente disponibilizados na 2ª Edição do Caderno de Diretrizes, Objetivos, Metas e
Indicadores 2013-2015.

Com vistas à qualificação do processo de pactuação, no âmbito dos estados, regiões de


saúde e municípios foram realizadas duas oficinas (março e abril) com apoiadores centralizados e
descentralizados do DAI e com técnicos de outras áreas do MS e uma videoconferência (maio) com
os interlocutores estaduais do Sispacto, representantes de Cosems, representantes das CIB,
referências estaduais para planejamento, apoiadores do DAI e áreas técnicas do MS.

O sistema para o registro das metas pactuadas por estados e municípios passou por
aprimoramentos ao longo ano, dentre os quais: mudança na linguagem de sistema de “ASP” para
57
“JAVA”, que permitiu incorporação de novas funcionalidades; disponibilização do perfil “região de
saúde”, que possibilitou aos entes o registro de metas regionais; disponibilização do módulo
específico para o registro de metas por parte dos entes federados que assinaram o COAP; criação de
campo específico para anexação de resolução/deliberação do conselho de saúde que aprova a
pactuação e disponibilização dos bancos de dados das pactuações dos estados, Distrito Federal e
municípios de 2007 a 2013, em acesso público.

Em 31 de dezembro de 2014, todos os estados e o Distrito Federal, exceto o Ceará,


encontravam-se com a pactuação validada no Sispacto. O Ceará ainda não havia iniciado sua
pactuação no sistema. Em relação aos municípios, 5.230, equivalente a 93,91% encontravam-se
com a pactuação homologada. Os demais apresentavam a seguinte situação: pactuação não iniciada:
153 (2,75%); pactuação em preenchimento: 131 (2,35%); pactuação validada: 55 (0,99%).

Acerca do desenvolvimento do sistema Sargsus, em janeiro de 2014 foi disponibilizado às


secretarias estaduais e municipais de saúde o módulo eletrônico do Relatório Detalhado do
Quadrimestre Anterior (RDQA) e, em março, a versão do Sargsus 4.0.5, com os recursos para o
Relatório de Gestão (RG) 2013.

Como estratégia de sensibilização para ciência e providência dos gestores no cumprimento


da legislação referente ao RG, o DAI tem divulgado mensalmente, nas reuniões ordinárias da CIT, a
situação dos estados e municípios com RG enviados aos conselhos de saúde, com base nos dados
coletados do Sargsus.

Nesse processo de acompanhamento e monitoramento do envio dos relatórios aos conselhos,


o Departamento também tem adotado outras estratégias como o envio de ofícios às secretarias
estaduais de saúde e conselhos de secretarias municipais de saúde (Cosems), informando o rol de
municípios com relatórios pendentes. Como resultado dessas ações, em 26 de dezembro de 2014,
99,68% e 84,83% dos municípios haviam enviado seus relatórios aos respectivos conselhos,
referentes ao exercício de 2012 e 2013, respectivamente.

Nesse ano o Departamento também passou a acompanhar, por meio do Sargsus, informações
acerca da declaração de existência de Plano de Saúde (PS) e Programação Anual de Saúde (PAS). A
inserção dessas informações no sistema passou a ser possível a partir de 2014, por meio do
aprimoramento do sistema.

Em outubro de 2014, foi disponibilizado um tutorial em ambiente restrito, destinado a apoiar


os gestores estaduais e municipais de saúde no uso do Sargsus. Outro tutorial foi desenvolvido para
facilitar o acesso dos usuários e da população em geral. Esses vídeos foram carregados e
compartilhados no site do YouTube (www.youtube.com.br) e podem ser acessados a partir dos
links: https://www.youtube.com/watch?v=V0ZHzRPm_oc e;
https://www.youtube.com/watch?v=uzDdxWzspVI.

Com vistas a aprimorar o processo de planejamento do SUS, com ênfase no planejamento


regional integrado e visando atender ao disposto no Decreto nº 7.508/11, o departamento também
atuou no desenvolvimento e na evolução da ferramenta Mapa da Saúde. As implementações
adotadas visaram dotar a ferramenta de bases de apoio à análise da situação de saúde destacando-se
as seguintes inclusões: a) série histórica dos indicadores da Pactuação de Diretrizes, Objetivos,
Metas e Indicadores 2013-2015; b) Atualização dos dados sócio demográficos, dos resultados da
Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) e das bases populacionais, a partir dos dados do Censo
IBGE 2010; c) inclusão das bases de registro de procedimento do Sistema de Informações
Ambulatoriais do SUS (SIA-SUS): Boletim de Produção Ambulatorial Individualizado (BPA-I) e
58
Consolidado (BPA-C) e, Registro das Ações Ambulatoriais de Saúde (RAAS); além da inclusão das
bases de procedimento do Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) por meio dos registros
na Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e; d) melhoria na performance da ferramenta,
visando garantir razoável navegação e sustentabilidade no acesso.

Em razão dos ajustes realizados no aprimoramento e funcionamento da ferramenta, o


departamento realizou nos meses de junho e julho o cadastramento/recadastramento das referências
técnicas das SES, Cosems e secretarias municipais de saúde (SMS) das capitais. Em seguida, no
mês de agosto, essas referências técnicas foram capacitadas para o uso da ferramenta (dois de cada
SES, um de cada COSEMS e um de cada capital), totalizando 98 participantes.

O desenvolvimento e aprimoramento da ferramenta Mapa da Saúde vêm sendo realizado por


meio do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), em
parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), e com a colaboração de outras áreas do
MS, especialmente do Datasus. Nesse sentido, ao longo do ano, diversas reuniões foram realizadas
com esses parceiros, tendo como produtos principais: a) discussão de aditivo e continuidade do
projeto no triênio 2012-2014; b) definição de cronograma de entregas dos produtos e realinhamento
do projeto no ano de 2014; c) correção e atualização de itens na ferramenta; d) retorno das
funcionalidades aprovadas e finalizadas no triênio 2009-2011; e e) entrega da documentação
conforme modelos apontados pelo Datasus. Assim, as entregas dos pacotes com as implementações
em 2014, e do Cronograma de Atividades para 2014 foram realizadas com acompanhamento da
superintendência do HAOC e homologação da Coordenação-Geral de Articulação de Instrumentos
da Gestão Interfederativa do DAI.

iii. Apoio Integrado como estratégia de cooperação interfederativa – estratégia de


cooperação federal a estados e municípios, que tem como principal objetivo fortalecer a
gestão compartilhada do SUS, considerando a implementação das políticas expressas no
Plano Nacional de Saúde (PNS) e os dispositivos do Decreto n.º 7.508/2011. Articular
processos coletivos, buscar novos modos de operar e produzir saúde, mediando a construção
de objetivos comuns e a definição de compromissos, contribui para a ampliação da
governança do sistema na construção de agendas estaduais na implantação dos COAPs.

Resultados alcançados:

Acerca do processo de implementação do apoio integrado como estratégia de cooperação


interfederativa, o modelo adotado pelo departamento encontra-se pautado nas diretrizes
estabelecidas no âmbito do Ministério da Saúde, tendo como eixos de condução, a sua
operacionalização, a formação dos apoiadores e o monitoramento e avaliação das suas atividades.

Do ponto de vista da operacionalização, o Departamento levou em conta a definição de no


mínimo 01 apoiador para cada Estado da Federação, a ser identificado no território (apoiador
descentralizado), no sentido de apoiar a implantação dos dispositivos do Decreto 7508/11, com
vistas à contratualização dos entes federados em cada região de saúde, juntamente com 01
interlocutor em cada uma das Secretarias de Estado da Saúde (SES) e nos Conselhos de Secretarias
Municipais de Saúde (Cosems), e contando também com uma referência técnica no próprio
departamento (apoiador centralizado). O escopo de trabalho dos apoiadores foi definida pelo
departamento, orientando que na construção de suas agendas buscassem a articulação com os
demais apoiadores das diferentes Secretarias do Ministério da Saúde, visando otimizar os processos
de trabalho, aumentando a eficácia, eficiência e efetividade do apoio à implementação das políticas
públicas.

59
Ao final de 2014, todas as 27 Unidades da Federação encontravam-se com apoiadores
centralizados e com interlocutores indicados pelas SES e Cosems - exceto o Distrito Federal com
indicação apenas da SESDF, haja vista não possuir Cosems. Ao menos 20 delas possuíam
apoiadores descentralizados (Norte: AM, PA, RR e TO; Nordeste: AL, BA, CE, MA, PB, PE, RN,
SE; Centro-Oeste: GO, MS, MT; Sudeste: ES, RJ, SP; Sul: PR e SC). Comparado a dezembro do
ano anterior, ao longo de 2014 houve a saída do apoiador descentralizado do estado do Piauí e
início das atividades do apoiador do estado do Rio de Janeiro.

Mediante a participação dos apoiadores descentralizados, foi dada continuidade ao projeto


de pesquisa “Análise da Implementação do Contrato Organizativo de Ação Pública”, iniciado em
2013, coordenado pela equipe Ensp/Fiocruz, com objetivo de avaliar os processos para a
implementação do COAP nas 27 unidades federadas e em suas respectivas regiões de saúde.

O processo de formação da equipe de apoiadores envolveu a realização de seis encontros de


uma semana em Brasília (março, abril, maio, julho, setembro e novembro), pautados nas
prerrogativas da Educação Permanente, contando também com a participação em congressos,
oficinas e seminários dos Conselhos de Secretários Municipais de Saúde e outras entidades
parceiras. A parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) deu suporte à
mobilização para registro das narrativas e experiências sobre a estratégia de apoio integrado no
território, visando compor uma publicação. Vale ressaltar que 2014 foi um ano atípico, com a
realização da II Expogep, no mês de fevereiro, Copa do Mundo no Brasil e com eleições nacionais,
impossibilitando a realização de mais encontros mensais conforme planejado.

Cabe destacar ainda, como parte do processo de Educação Permanente dos apoiadores, a
participação em eventos nacionais, tais como na II Expogep, organizada pela SGEP, com
participativa ativa do departamento na realização do Seminário que abordou a interface do Apoio
Integrado com outras políticas, tais como o Programa Mais Médicos, a implementação das Redes
Temáticas e as políticas de promoção de equidade e a implementação dos subprojetos QualiSUS-
Rede, o que possibilitou uma discussão mais ampla no próprio MS e com os atores envolvidos
nesses processos nos territórios. A participação dos apoiadores também se deu em outros eventos,
como no II Congresso de Secretários Municipais de Saúde das Regiões Norte e Nordeste, no XXX
Congresso do Congresso Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems), e em eventos
estaduais promovidos pelos Cosems. Nesses eventos, a participação do DAI, se deu em mesas de
seminários e oficinas, discutindo temas relacionados à gestão do SUS, principalmente acerca da
Regionalização e do Planejamento do SUS e em salas de atendimento demonstrando o uso das
ferramentas Sargsus, Mapa da Saúde e Sispacto.

O apoio à implantação do Programa Mais Médicos, à implementação do e-SUS AB e, mais


recentemente, à implementação da PGASS - Programação Geral das Ações e Serviços de Saúde -
no contexto do planejamento regional, desencadearam processos positivos de articulação de
diversas áreas do MS, na cooperação com estados e municípios. O apoio técnico-financeiro a 23
Cosems foi possibilitado por meio do Termo de Cooperação com a OPAS, para realização de
congressos, seminários ou mesmo oficinas sobre os temas relevantes à gestão do SUS, com a
organização de salas de apoio estratégico sobre diversas políticas/programas federais.

O processo de monitoramento e avaliação das ações do apoio se deu por meio do envio
mensal de relatórios e agendas, processo esse aprimorado a partir de agosto, mediante a
disponibilização de um formulário web, utilizando a ferramenta Formsus, que possibilita a emissão
de relatórios gerenciais.

60
iv. Apoio à Regionalização do SUS – princípio organizacional do SUS, constitui-se em uma
estratégia de fortalecimento da articulação interfederativa na organização da rede de ações e
serviços de saúde, potencializando o processo de planejamento, negociação e pactuação
entre os gestores, por meio da instituição das Comissões Intergestores Regional (CIR) em
cada Região de Saúde. Monitorar a configuração das regiões de saúde, instituídas pelos
estados em articulação com seus municípios, discutir mecanismos de fortalecimento da
governança regional interestadual, apoiar a articulação do subsistema de saúde indígena com
o SUS e fomentar a articulação das diversas políticas de desenvolvimento regional do país,
são ações estratégicas para o fortalecimento do processo de regionalização do sistema.

Resultados alcançados:

Quanto ao processo de regionalização do SUS apoiado (iv), o departamento manteve o


monitoramento e consolidação das informações encaminhadas pelos Estados referentes à
constituição das regiões de saúde, que totalizaram em dezembro de 2014, 437 regiões de saúde no
país. Ao longo do ano houve alteração na composição das regiões de saúde nos estados do AM, RO,
TO, MG, SP e RS. Essas informações foram repassadas aos gestores dos sistemas nacionais de
informação, possibilitando a consulta atualizada das informações em saúde, de forma regionalizada.

Buscando fomentar uma reflexão crítica no território de forma a permitir o aprimoramento


dos debates sobre a importância do fortalecimento da regionalização e da governança regional,
foram organizados quatro oficinas/seminários/simpósios com os interlocutores SES e Cosems e
participamos de mais de oito eventos relacionados à regionalização ministrando palestras, cursos e
promovendo debates nesta temática. Outra forma de desenvolvimento de capacidades dos gestores
esta sendo através do projeto “Apoio ao Desenvolvimento de Sistemas Regionais de Atenção
Integrada à Saúde/Regiões de Saúde” nos estados do Amazonas e Espírito Santo, via Proadi-SUS e
sob coordenação do Hospital do Coração, que neste ano culminou com a elaboração e execução do
Curso de Formação/Ação com o objetivo de possibilitar desenvolver novas capacidades e
pensamento crítico acerca do processo de planejamento regional baseado no levantamento de
necessidades sociais em saúde.

A regionalização da saúde, no contexto das demais políticas territoriais, vem sendo


trabalhada através de parcerias com o MDA (Programa Territórios da Cidadania - TC) e o MPOG
(Programa Agenda de Desenvolvimento Territorial - ADT). No contexto da parceria com o MPOG,
participamos do seminário na região de Tapajós/PA para discussão da ADT, que visa articular os
PPA por meio da construção de Planos Territoriais Participativos em regiões com consórcios
intermunicipais. O evento contou com uma mesa temática da saúde que buscou construir uma
estratégia para qualificar as ações de saúde no contexto da construção de hidrelétricas, o complexo
logístico de escoamento da soja vinda do MT e da mineração.

v. Apoio ao funcionamento das Comissões Intergestores - foros permanentes de negociação,


articulação e decisão entre os gestores na construção de consensos federativos em cada
esfera da organização dos sistemas: regional, estadual e nacional. Como parte desse
processo, foi desenvolvido o Projeto de Inclusão Digital das Comissões Intergestores, que
objetiva dotar as comissões intergestores de condições de infraestrutura e logística com
vistas a fortalecer o seu funcionamento, possibilitando a qualificação de suas ações em prol
das relações interfederativas no âmbito do SUS.

Resultados alcançados:

61
Acerca do processo de apoio ao funcionamento das Comissões Intergestores, cabe destacar
inicialmente que as atividades da Secretaria Técnica da Comissão Intergestores Tripartite - ST/CIT
no seu papel de apoio técnico e administrativo se caracterizaram pela organização e envio de
documentos, apresentações e pautas, elaboração e divulgação dos resumos executivos que
possibilitaram o pleno funcionamento dos Grupos de Trabalho (GT), da Câmara Técnica (CT) e do
plenário da CIT, bem como a confecção de notas técnicas, ofícios e despachos, além da elaboração
de respostas aos órgãos de controle e o assessoramento técnico às Comissões Intergestores CIB e
CIR. Como forma operacional, a CIT conta atualmente com os seguintes grupos de trabalhos (GT):
Gestão; Atenção à Saúde; Vigilância em Saúde; Ciência e Tecnologia; Gestão do Trabalho e
Educação na Saúde.

Em 2014, foi apresentada uma agenda prioritária com o intuito de dinamizar os debates nos
grupos de trabalho da Câmara Técnica da CIT, e foram definidos consensualmente entre os
dirigentes do Ministério da Saúde, do Conass e Conasems, temas que seriam apreciados, divididos
em dois períodos: de agosto a setembro e de outubro a dezembro.

Para o primeiro período foram definidos os seguintes temas: a) Programa Mais Médicos e
temas transversais tais como: provimento, residência, Coapes, e-SUS AB, conectividade e abertura
de faculdades de medicina; b) Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da
Atenção Básica – PMAQ-AB; c) Implantação de um sistema nacional de demandas judiciais em
saúde/ressarcimento; d) Emendas parlamentares impositivas; e) Agente Comunitário de Saúde
(ACS) e Agente de Controle de Endemias (ACE); f) 30h de Enfermagem (a discussão deve ser
ampliada para a regulamentação do exercício da profissão); g) Estruturação da Saúde Indígena.

Para o segundo período (outubro a dezembro), foram priorizados os seguintes temas: a)


Avaliação das Redes de Atenção à Saúde (RAS); b) COAP/Critérios de Rateio; c) Hospitais de
Pequeno Porte – HPP; d) Atenção Especializada - cirurgias eletivas; e) Transporte Sanitário; f)
Internação Domiciliar; g) Política de Educação Permanente.

Os desdobramentos dessas pautas foram apresentados nas reuniões ordinárias dessa


Comissão, realizadas nos meses de outubro (6ª) e dezembro (8ª).

Para a construção de consensos que resultaram em pactuações nas reuniões do plenário


durante o ano de 2014 foram realizadas 16 reuniões da Câmara Técnica (pré e pós CIT) e 94
reuniões dos grupos de trabalhos (GTs). Como resultados dessas atividades o plenário pactuou 15
minutas de portarias, das quais 11 foram publicadas, e quatro aguardavam publicação até o dia
31/12/2014.

De 3 a 5 de fevereiro, a Secretaria Técnica da CIT realizou em Brasília, o V Encontro


Nacional das Comissões Intergestores, durante a II EXPOGEP, que teve por objetivo qualificar e
fortalecer os espaços de negociação e pactuação do SUS, com vistas a aprimorar a articulação
interfederativa. Durante os três dias de programação foram abordados temas que estão presentes no
dia a dia das comissões intergestores, tais como: a importância da articulação interfederativa no
SUS para a integralidade da atenção à saúde; o papel das Comissões Intergestores no processo de
governança do SUS e na organização das RAS; o processo de governança regional com o COAP;
fluxos dos instrumentos de planejamento no Sargsus, dentre outros.

Ainda no âmbito de apoio ao funcionamento das Comissões Intergestores, o Dai e o


Datasus, por meio do Projeto de Inclusão Digital das Comissões Intergestores distribuíram
equipamentos de videoconferência para as Comissões Intergestores Bipartite – CIB, dotando-as de

62
condições de infraestrutura, contribuindo para o seu funcionamento e possibilitando a qualificação
de suas ações em prol das relações interfederativas no âmbito do SUS.

Buscando fortalecer a relação entre os gestores e a sociedade, a ST CIT tem publicado


mensalmente, o boletim eletrônico Informe CIT após cada reunião do plenário da CIT, com enfoque
nas principais decisões e pactuações tripartite, visando dessa maneira ampliar o canal de
comunicação com as CIB, Comissões Intergestores Regionais - CIR e Cosems, dando mais
transparência às suas decisões. O Informe CIT pode ser visualizado por meio do link:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=38886.

Diante dessas constatações, e considerando que atualmente o DAI tem pouca


governabilidade para o alcance da meta proposta no PPA vigente, e aproveitando a ocasião em que
se aproxima o período de elaboração no novo PPA para o quadriênio 2016-2019, entendemos ser
oportuna e necessária a definição de novas metas para os próximos exercícios, alinhadas ao novo
planejamento estratégico da SGEP e do MS, para que o Departamento cumpra sua missão, no seu
escopo de atuação, gerando valor para o MS e para a sociedade.

4.3.3 Resultados da área de Auditoria

Principais ações desenvolvidas em 2014:

 Atividades de Cooperação Técnica

O Denasus, enquanto Gestor do SNA (Sistema Nacional de Auditorias), desenvolveu ações


de cooperação técnica com a finalidade é apoiar a gestão na implantação e implementação dos
componentes estaduais e municipais do SNA, bem como cumprir a responsabilidade da União no
atingimento da meta pactuada no SISPACTO, por estados e municípios, relativo ao indicador 66 –
Componente do SNA Estruturado.

Dentre as atividades de cooperação técnica destacamos os Encontros Regionais, unindo os


três entes para discussão e alinhamento do processo de trabalho; os cursos de qualificação de
auditores; as publicações de material com orientações do processo de trabalho; e os fóruns estaduais
e nacionais. Abaixo serão apresentados gráficos e tabelas que mostram os quantitativos
apresentados neste relatório.

A Tabela 1 mostra os relatórios das atividades de Cooperação Técnicas realizadas; e a


Tabela 2 apresenta os Entes que pactuaram o indicador 66 e utiliza o Sistema de Auditoria do SUS -
SISAUD/SUS, fonte de verificação de cumprimento do referido indicador.

Tabela 1: Relatórios de Cooperação Técnica, SISAUD/SUS - 2014

Atividade Total Percentual


Coop. Técn - Interação/integração entre SNA e atores envolvidos no COAP 7 3,67%
Coop. Técnica - Apoio à implantação do componente do SNA 38 19,89%
Coop. Técnica - Apoio à implementação do componente do SNA 74 38,74%
Coop. Técnica - Interação com os Gestores e Conselhos de Saúde 40 20,94%
Coop. Técnica - Interação e integração com os componentes do SNA 19 9,95%
Coop. Técnica - Interação demais órgãos controle público interno/externo 10 5,23%
Outras atividades 3 1,58%
Total Geral 191 100,00%

63
Fonte: Sisaud/SUS – 2015

Tabela 2: Estados e municípios que utilizam o SISAUD/SUS – Conforme indicador 66 (Resolução CIT nº5, de 19
de junho de 2013)

Estados (SES) – total de 12


Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Norte
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro
Secretaria Estadual de Saúde da Bahia
Secretaria Estadual de Saúde de Goiás
Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso
Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco
Secretaria Estadual de Saúde de Tocantins
Secretaria Estadual de Saúde do Amapá
Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas
Secretaria Estadual de Saúde do Pará

Fonte: Sisaud/SUS – 2015

Municípios (SMS) – total de 28


AM
Secretaria Municipal de Saúde de Manaus
BA
Secretaria Municipal da Saúde do Salvador
Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinhas
Secretaria Municipal de Saúde de Camaçari
Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antonio de Jesus
Secretaria Municipal de Saúde de Vitoria da Conquista
ES
Secretaria Municipal de Saúde de Vitória
GO
Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia
MG
Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte
Secretaria Municipal de Saúde de Betim
Secretaria Municipal de Saúde de Sete Lagoas
MS
Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande
Secretaria Municipal de Saúde de Dourados
MT
Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá
PA
Secretaria Municipal de Saúde de Belém
PE
Secretaria Municipal de Saúde de Caruaru
Secretaria Municipal de Saúde de Jaboatão dos Guararapes

64
Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina
Secretaria Municipal de Saúde de Recife
PR
Secretaria Municipal de Saúde de Maringá
RS
Secretaria Municipal de Saúde de Caxias do Sul
Secretaria Municipal de Saúde de Gravataí
SC
Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó
Secretaria Municipal de Saúde de Itajaí
SE
Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju
SP
Secretaria Municipal de Saúde de Sorocaba
TO
Secretaria Municipal de Saúde de Palmas

Fonte: Sisaud/SUS – 2014

 Educação Permanente

Mestrado Profissional – turma iniciada em 2012, com a participação de nove servidores do


DENASUS, em parceria com a Fiocruz. Os trabalhos de conclusão deverão ser apresentados em
2015.

 Elaboração do material didático para os Cursos Livres


Cursos Livres são cursos básicos de auditoria, desenvolvidos em parceria com a Fiocruz. O
material foi elaborado e aplicado para as turmas iniciais constituídas em oito estados (AL, CE, MS,
PB, PE, PR, SP e TO), em outubro e novembro de 2014. Estão previstas novas turmas nos demais
18 estados da Federação e o Distrito Federal.
 Acolhimento aos novos servidores do DENASUS - em 2014, foram acolhidos 50
servidores. A partir de 2011, foram publicados editais de seleção para ingresso de servidores no
quadro funcional do DENASUS.
 Rodas de Conversa – realizadas mensalmente, na unidade central do DENASUS, para
discutição de temas do cotidiano da instituição com participação em média de 35 servidores por
roda.
 Participação de componentes do SNA no XXX Congresso do Conselho Nacional de
Secretarias Municipais de Saúde – CONASEMS
Com a participação de 30 servidores do componente federal. Na ocasião, organizou-se uma
reunião ampliada com os apoiadores da Política de Gestão Estratégica e Participativa.
 Articulação DENASUS e DAI sobre a auditoria e o Contrato Organizativo de Ação
Pública.
O DENASUS participa das discussões promovidas pelo Departamento de Articulação
Interfederativa – DAI/SGEP a fim de acompanhar o processo de construção do COAP, com ênfase
nos temas auditoria e estruturação dos componentes do SNA.
 Construção de protocolo para auditoria em regiões de saúde, em articulação com o
DAI, componentes estaduais e municipais do SNA.
Essa elaboração conjunta permitirá a adoção de uma atuação integrada dos componentes do
SNA nesta nova forma de organização do SUS.

65
 Participação no Seminário de Avaliação do Contrato Organizativo da Ação Pública da
Saúde no Estado do Ceará, no período de 8 a 9 de dezembro, em Fortaleza.
Participaram do evento mais de 250 pessoas, incluindo secretários municipais de saúde,
coordenadores das regionais de saúde, além de técnicos do Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde
do Estado do Ceará (SESA) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
(CONASEMS). A proposta do encontro foi informar e sensibilizar os participantes sobre a
importância do COAP como instrumento de fortalecimento do pacto interfederativo, além de
discutir as responsabilidades organizativas, executivas, orçamentárias e financeiras do Contrato e
pactuar ações de monitoramento e qualificação destas responsabilidades, bem como debater a
situação de implantação do COAP no Estado do Ceará, com destaque para seus avanços.
 Participação da II EXPOGEP com Amostras de Experiências Exitosas relativas ao
Eixo “Transparência e Controle na Gestão Pública; Planejamento e realização da Oficina
“Agenda Estratégica para o fortalecimento dos controles Interno e Social no SUS; realização do
“Fórum do Sistema Nacional de Auditoria do SUS”, com a participação de mais de 200 técnicos
representantes dos Componentes do SNA – União, estados e municípios. Esta atividade teve como
objetivo o fortalecimento do SNA e discussão do COAP.
 A atuação do Departamento Nacional de Auditoria do SUS possibilitou uma articulação
interfederativa voltada ao desenvolvimento de ações integradas com os componentes
estaduais e municipais de auditoria. Essas ações se deram, sobremaneira, por meio de
palestras sobre legislação e procedimentos do SUS e do SNA; por meio da organização de
cursos, oficinas, encontros, fóruns; e da realização de atividades de auditoria integrada.
 Foram realizadas ações continuadas de controle interno, com predominância, nas Marcas de
Governo. O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) realizou 1.284 ações
de controle das 1000 ações programadas. Deste total, as atividades foram divididas em: 957
auditorias, 09 fiscalizações, 68 verificações do Termo de Ajuste Sanitário (TAS) e 250
visitas técnicas. Dentre as inúmeras ações do departamento, as prioritárias são: Saúde Toda
Hora – SAMU 192, Saúde da Mulher – CA de Cólo de Útero, Saúde da Mulher - Rede
Cegonha, Saúde não tem preço - Farmácia Popular, Política Nacional de Cirurgia Eletiva,
CARTASUS, ações nas Unidades Básicas de Saúde que integram o Programa Requalifica
UBS, ações de controle realizadas nas unidades prisionais que integram o Plano Nacional
de Saúde no Sistema Penitenciário, ações de controle realizadas em ações e serviços de
promoção da Saúde do Trabalhador e verificação do TAS.
 Já foram atualizados 100% dos equipamentos de informática, Foram incorporados 400
Tablets e 250 computadores portáteis para as equipes de campo e está sendo instituída a
Comissão Corregedora Tripartite, composta por representantes do Ministério da Saúde e
dos Conselhos de Secretários Municipais e Estaduais (CONASS e CONASEMS), espaço de
integração e debate para a implantação do SNA nos estados, Distrito Federaal e municípios
previstos, em defesa do SUS e da boa utilização dos recursos públicos em saúde
 A vinculação do Denasus à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa é um fato
marcante nessas últimas gestões (2007/2010 e 2011/2014) e a integração das ações de
controle com as ações dos demais departamentos começa a demonstrar seus resultados, com
maior intensidade junto ao Departamento de Articulação Interfederativa e ao Departamento
de Ouvidoria Geral do SUS, fruto da elaboração conjunta dos instrumentos de gestão –
Planejamento da SGEP, o PPA – 2012/2015 e a Política Nacional de Gestão Estratégica e
Participativa (ParticipaSUS).
 As atividades de Cooperação Técnica estiveram voltadas para contribuir com o processo de
fortalecimento e implantação do SNA, focadas nos componentes estaduais, bem como nos
municipais pertencentes às capitais, para os quais foram direcionados três encontros
regionais: Norte/Centro-Oeste realizado em Manaus/AM, Sul/Sudeste realizado em
Curitiba/PR e Nordeste realizado em Natal/RN. Terminando o ano com o IV Fórum de

66
Auditoria com a participação de Técnicos das três esferas de governo, do Distrito Federal ,
dos Estados e das Capitais brasileiras.
 O desafio do Denasus é consolidar as parcerias desenvolvidas, evoluir no desenvolvimento
de ações integradas com os componentes estaduais, Distrito Federal e municipais de
auditoria do SNA e colaborar para a efetivação de uma nova política de gestão estratégica e
participativa do SUS. Neste processo envolve um conjunto de atividades voltadas ao
aprimoramento da gestão do SUS, visando maior eficácia, eficiência e efetividade, por meio
de ações que incluem o apoio dos gestores do SUS (CONASS/CONASEMS/COSEMS),
articulação interfederativa, a ouvidoria, a própria auditoria e o apoio e participação do
controle social com vistas a contribuir com a melhoria da atenção à saúde da população.

4.3.4 Resultados da área de Ouvidoria Geral do SUS

Além das capacitações realizadas para o apoio a implementação do Sistema Nacional de


Ouvidoria – SNO, destacamos as ações estratégicas realizadas para organização e consolidação do
SNO: a) conhecimento do cenário atual das ouvidorias do SUS, não censitário, por meio de parceria
com a Fiocruz e da pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa (NUPE) do departamento, b)
reuniões com Ouvidores do SUS para planejamento estratégico das ações do Sistema Nacional de
Ouvidorias do SUS (SNO/SUS), formulação e implementação da Política Nacional de Ouvidoria do
SUS que ora se encontra em tramitação no Congresso Nacional; c) a premiação de experiências
exitosas através do Prêmio Cecília Donnangelo de Ouvidoria SUS; d) o Curso Nacional de
Qualificação em Auditoria e Ouvidoria do SUS em oito estados da federação; e) a aplicação piloto
do INOVSUS (indicador criado para avaliação das ouvidorias do SUS) criado pelo DOGES em
parceria com o DEMAS/SE/MS.

Em 2014 foi determinante a publicação da Portaria Nº 2.416, de 7 de novembro de 2014,


que estabelece diretrizes para a organização e funcionamento dos serviços de Ouvidoria do Sistema
Único de Saúde (SUS) e suas atribuições e o lançamento da Manual do Sistema Nacional de
Ouvidoria. Em relação á Lei de Acesso à Informação, os pedidos direcionados ao Ministério da
Saúde foram 2.195 em 2014, plenamente respondidos. Desde 14 de maio de 2012, a 31 de
dezembro de 2014 foram registrados 5.560 pedidos de informação, cujos conteúdos mais frequentes
referiram-se à atenção básica aos programas e ações da saúde, recursos humanos, dados
epidemiológicos e assistência farmacêutica.

Realização de cinco Rodas de Conversa com o tema Ouvidoria e Participação Social, sendo:
2 na II Mostra Nacional de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa - II EXPOGEP; 1 na
IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica; 1 no Espaço do Trabalhador do MS; e 1
no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da SVS/MS;

Realização de cinco Projetos Parceria pela Ouvidoria Itinerante, com as seguintes


instituições: Núcleo de Estudos de Saúde Pública, da Universidade de Brasília (NESP/UnB),
Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS), Confederação Nacional dos Trabalhadores
e Trabalhadoras na Agricultura (CONTAG), Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do
Ministério da Cultura, e Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil) – Ciganos; III
Semana Nacional de Ouvidoria do SUS, com mais de 200 participantes; 05 Encontros Regionais e 1
Encontro Nacional de Ouvidores Estaduais;

O Disque Saúde 136 que recebeu em 2014 29.632 mil manifestações entre denúncias,
reclamações, elogios, informações, solicitações e sugestões, das quais 7.945 referiram-se a
denúncias. Com objetivo de avaliar a implantação do Programa Rede Cegonha, é realizada uma
pesquisa por telefone com mulheres que tiveram partos pelo SUS, abrangendo questões relativas ao
67
pré-natal, parto e pós-parto. A pesquisa foi iniciada em 2012, contabilizando mais de 260 mil
questionários aplicados até 2014. A Pesquisa de Avaliação da Internação do cuidado pós-alta de
Acidente Vascular Cerebral e Infarto Agudo do Miocárdio, foi iniciada em 2013, com o objetivo de
avaliar o atendimento recebido nos serviços públicos de saúde durante a internação e verificar o
acompanhamento médico pós-alta do paciente. Até o final de 2014 foram mais de 130 mil
questionários aplicados. Para a aplicação dos questionários foram realizados mais de 300 mil
contatos. A Pesquisa de Avaliação da Internação do cuidado pós-alta de Acidente Vascular Cerebral
e Infarto Agudo do Miocárdio, foi iniciada em 2013 até o final de 2014 foram mais de 130 mil
questionários aplicados. Para a aplicação dos questionários foram realizados mais de 300 mil
contatos.

Durante o período de 2/6/2014 a 25/7/2014, o Disque Saúde 136 ofertou atendimento


específico em virtude da Copa do Mundo. Esse atendimento consistiu na operacionalização do
serviço em línguas inglesa e espanhola, além da língua portuguesa que permaneceu sem alterações.
Durante a operacionalização desse serviço, 31.927 ligações que solicitaram atendimento em
inglês ou espanhol, foram atendidas. As nacionalidades dos estrangeiros atendidos foram
estadunidenses, argentinos, alemães, peruanos, uruguaios, portugueses, espanhóis, mexicanos,
chilenos, ingleses, australianos, colombianos e italianos. Por ocasião dessas ligações, foram
disseminadas 198 informações e protocoladas 4 manifestações. No que se refere à disseminação de
informações, o tema mais propagado dizia respeito a orientações gerais: vacinas, prevenção contra
febre amarela e malária. Com relação às manifestações registradas, elas estavam relacionadas ou à
gestão, ou à vigilância sanitária, sendo 3 denúncias e 1 reclamação.

4.3.5 Resultados do Conselho Nacional de Saúde

 Aprovada a Política Nacional de Informação e Informática do SUS – PNIIS;


 Aprovada Moção de Apoio Nº 004/14, à Resolução nº 163 do Conanda, aprovada no dia 13
de março de 2014 e publicada no Diário Oficial da União no dia 4 de abril de 2014, a qual
considera abusiva a publicidade e comunicação mercadológicas dirigidas à criança e ao
adolescente, que estabelece princípios gerais a serem aplicados à publicidade;
 Aprovada a Moção de Apoio Nº 007/14, à Política Nacional de Ciência, Tecnologia e
Inovação em Saúde, ressaltando a importância da continuidade das ações de fortalecimento
de uma política industrial adequada às necessidades de saúde da população brasileira;
 Aprovada Moção de Apoio Nº 008/14, ao Decreto Nº 8.243 DE 23 DE MAIO DE 2014 que
trata da Política Nacional de Participação Social; como um Direito já assegurado na
Constituição Brasileira, a Participação Social. Nesse sentido, reafirmada a importância da
implementação da PNPS, que, sem impedir ou dificultar a atividade do Legislativo, busca
fortalecer o artigo primeiro da Carta Magna, reconhecendo o exercício direto do poder que
emana do povo como um complemento do exercício indireto da democracia, um
complemento essencial, porém não concorrente;
 Aprovada a revisão da Política Nacional de Promoção da Saúde;
 Aprovado Guia Alimentar Brasileiro proposto pelo Ministério da Saúde; soberania e
segurança alimentar;
 Aprovada a Recomendação Nº010/14ª - Realização de consulta ou audiência pública,
devidamente documentada, com organizações e associações legalmente reconhecidas e
vinculadas aos segmentos interessados, para a proposição de Projeto de Lei que institua o
Dia Nacional do Celíaco no terceiro domingo de maio, nos termos da Lei n.º 12.345, de 09
de dezembro de 2010;

68
 Aprovada a Recomendação Nº008/14 - Indicação de Conselheiros do CNS da representação
de usuários, com conhecimento e ação na área para participar do Grupo Operacional da
Câmara Técnica de Reumatologia, conforme debatido no Plenário do CNS que vai elaborar
a Política Nacional de Atenção Integral ao Paciente Reumático, atendendo as reais
necessidades de saúde dessas pessoas;
 Aprovada a Recomendação Nº001/14 - Que o Governo Federal revogue os artigos 52, 53 e
54 da Lei Federal nº 12.873/2013, o Decreto Presidencial nº 8.133/2013, e a Portaria nº
1.109/2013 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, tendo em vista os
riscos destas legislações para a sociedade brasileira;
 Aprovada a Recomendação Nº011/14- Criação da Política Nacional de Atenção ao Paciente
Reumático, como resgate de deliberação plenária da 13ª Conferência Nacional de Saúde
(Moção nº 03);
 Elaborado um balanço numa perspectiva popular sobre a Política Nacional de Saúde Integral
da Mulher no contexto dos 25 anos do SUS;
 Aprovada a Moção de Repúdio Nº 001/14 - O Pleno do Conselho Nacional de Saúde
manifesta seu repúdio à aprovação da Lei nº 12.873/2013: Autoriza a Companhia Nacional
de Abastecimento a utilizar o Regime Diferenciado de Contratações Públicas - RDC,
instituído pela Lei no 12.462, de 4 de agosto de 2011, para a contratação de todas as ações
relacionadas à reforma, modernização, ampliação ou construção de unidades armazenadoras
próprias destinadas às atividades de guarda e conservação de produtos agropecuários em
ambiente natura, Decreto nº 8.133/2013: Dispõe sobre a declaração de estado de emergência
fitossanitária ou zoossanitária de que trata a Lei nº 12.873, de 24 de outubro de 2013, e dá
outras providências, Portaria nº 1.109/2013 que serviu de base à autorização de importação
do produto: com benzoato de emamectina, tendo em vista os riscos desta legislação para a
sociedade brasileira e solicita a revogação imediata da mesma, bem como pede
esclarecimentos ao Congresso Nacional e aos Poderes Executivo e Judiciário;
 Debatida a Política Nacional para Grandes Eventos - Copa: Gastos, impactos e benefícios;
 Aprovada a Moção de Apoio Nº 005/14 - Ao Projeto: Publicação de Diretriz Para
Estruturação de Pólos de Aplicação de Medicamentos no Âmbito do Sistema Único de
Saúde apresentado ao PROADI/SUS, que tem como finalidade constituir Pólos de
Aplicação de medicamentos no âmbito do SUS, com vistas à qualificação do atendimento e
otimização dos recursos públicos orçamentários;
 Debatido a aplicação da Portaria nº 2439/GM, de 8 de dezembro de 2005 e a implementação
da Política Nacional de Atenção Oncológica;
 Aprovada a Recomendação Nº007/14 - Que o Ministério da Saúde intensifique as ações
necessárias, juntamente às Secretarias Estaduais e Municipais de saúde, para que se
estabeleça o cumprimento da Lei nº 12.732/12, e Portarias relacionadas, sobre o prazo limite
de 60 dias para o início do tratamento do câncer a partir da data do laudo patológico, atento
a importância do diagnóstico precoce;
 Aprovada a Recomendação Nº012/141 - A instituição de um grupo de trabalho entre as
instituições envolvidas (Secretaria Especial de Saúde Indígena e Coordenação Geral de
Alimentação e Nutrição), visando o planejamento de ações conjuntas voltadas para o
enfrentamento do beribéri nas áreas indígenas;
 Aprovada a Recomendação Nº003/14 - Inclusão do nutricionista (um para cada 15
leitos/fração no turno da manhã, da tarde e da noite) na “composição mínima da equipe”
tratada no item 3.2. do “Anexo I” da “Seção A” da “Consulta Pública nº 20: critérios e
parâmetros assistenciais de planejamento e programação no âmbito do Sistema Único de
Saúde (SUS)”.
 Aprovada a Recomendação Nº005/14 - A revogação parcial da Portaria n.º 437, de 28 de
maio de 2014, na determinação que revogou a Portaria n.º 415/SAS/MS, de 21 de maio de

69
2014, bem como a restauração expressa da Portaria n.º 415/SAS/MS, com vistas ao retorno
da produção de seus efeitos;
 Encaminhada ao MEC proposta de revisão das diretrizes curriculares dos demais cursos de
saúde (exceto medicina que já foi acatada) sobre a formação voltada à população indígena,
considerando o papel dos SUS na formação de RH;
 Aprovada a Resolução Nº 496/14 - Conselho Nacional de Saúde aprova a Reestruturação da
Comissão Intersetorial de Recursos Humanos - CIRH, para o exercício do mandato de 2013
a 2015;
 Análise de 84 (oitenta e quatro) processos de Autorização, Reconhecimento e Renovação de
Reconhecimento de cursos de Medicina, Odontologia e Psicologia. Sendo:
o Análise de 31 (trinta e um) processos de Autorização de criação de novos cursos;
o Análise de 39 (trinta e nove) processos de Reconhecimento de cursos já em
funcionamento;
o Análise de 14 (quatorze) processos de Renovação de Reconhecimento.

Por cursos foram:

o 35 (trinta e cinco) cursos de Medicina: 25 (vinte e cinco) processos de Autorização,


4 (quatro) processos de Reconhecimento e 6 (seis) processos de Renovação de
Reconhecimento;
o 35 (trinta e cinco) cursos de Psicologia: 3 (três) processos de Autorização; 28
(vinte e oito) processos de Reconhecimento e 4 (quatro) processos de Renovação de
Reconhecimento;
o 14 (quatorze) cursos de Odontologia: 3 (três) processos de Autorização; 7 (sete)
processos de Reconhecimento e 4 (quatro) processos de Renovação de
Reconhecimento”.
 Aprovada no mérito a resolução acerca das prioridades da Saúde na LOA/2015;
 Aprovado com ressalva o relatório de prestação de contas quadrimestral 2º/2014
incorporando as contribuições das comissões;
 Aprovada a moção de repúdio a Medida Provisória n.º 653;
 Aprovada a Recomendação Nº 006/14 - A não aprovação dos dispositivos dos Projetos de
Emendas Constitucionais nº 358 e n.º 359, ambos de 2013, que tratam dos 15% das receitas
correntes líquidas da União como aplicação mínima em ações e serviços públicos de saúde,
excluem os recursos do Pré-Sal como aplicação adicional ao mínimo destinado para as ações
e serviços públicos de saúde, e que estabelecem condição impositiva para a execução
orçamentária e financeira de 0,6% das receitas correntes líquidas da União para despesas
com ações e serviços públicos de saúde, oriundas de Emendas Individuais Parlamentares;
 Aprovada a Recomendação Nº 004/14 - Recomenda à Presidente da República a adoção das
seguintes medidas corretivas pelos Ministérios responsáveis com o objetivo de aprimorar o
desenvolvimento das ações e serviços públicos de saúde no âmbito federal:

1. As áreas governamentais responsáveis pelo orçamento federal devem


providenciar a imediata suplementação orçamentária das dotações do Ministério
da Saúde com recursos insuficientes para arcar com as despesas até o final de
2014, de modo a atender as necessidades de saúde da população e para que o
Fundo Nacional de Saúde possa cumprir a sua condição de unidade orçamentária
e gestora estabelecida pelo artigo 14 da Lei Complementar nº 141/2012;
2. A suplementação orçamentária para o Ministério da Saúde citada no Inciso I
anterior deve representar acréscimo de recurso em relação ao valor da aplicação
mínima constitucional e legal, superando a lógica de que a aplicação mínima

70
deve ser a aplicação máxima que tem caracterizado o processo orçamentário e
financeiro do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir do ano 2000;
3. Os valores dos Restos a Pagar cancelados em 2012 (R$ 1,225 bilhão) e 2013 (R$
1,306 bilhão) devem ser imediatamente acrescidos ao orçamento 2014 do
Ministério da Saúde, como despesas de aplicação adicional ao mínimo deste ano
por meio de dotações específicas para esse fim consignadas ao Ministério da
Saúde, nos termos do Parágrafo 2º, Inciso II do artigo 24 da Lei Complementar nº
141/2012, tendo em vista que não representará pressão financeira sobre a
arrecadação vigente por se tratar de despesa empenhada em exercícios anteriores
com disponibilidade financeira para esse fim;
4. A situação individual dos Restos a Pagar não processados referentes a empenhos
de 2012 e anos anteriores, cujo saldo a pagar totalizou R$ 4,353 bilhões em
30/06/2014, deve ser analisada para identificar os que caracterizam baixa
probabilidade de execução das respectivas despesas pelo tempo decorrido e,
comprovada essa condição, esses Restos a Pagar devem ser cancelados até o final
de 2014 e o valor apurado deverá ser compensado no exercício de 2015, como
aplicação adicional ao mínimo desse ano por meio de dotações orçamentárias
específicas consignadas ao Ministério da Saúde, nos termos do Inciso II,
Parágrafo 2º, artigo 24;
5. A situação individual dos Restos a Pagar processados referentes a empenhos de
2012 e anos anteriores, cujo saldo a pagar totalizou R$ 1,152 bilhão, deve ser a
analisada para identificar por que ainda não foram pagos apesar das respectivas
despesas terem sido liquidadas, de modo a avaliar a possibilidade de
cancelamento até o final de 2014 e o valor correspondente compensado em 2015,
como aplicação adicional ao mínimo desse ano por meio de dotações
orçamentárias específicas consignadas ao Ministério da Saúde, nos termos do
Inciso II, Parágrafo 2º, artigo 24;
6. A movimentação financeira das despesas do Ministério da Saúde, principalmente
da Administração Direta, deve ser feita exclusivamente por meio do Fundo
Nacional de Saúde, inclusive com a transferência de recursos financeiros
compatíveis com os saldos de empenhos a pagar e com os saldos dos restos a
pagar apurados na data do cumprimento dessa medida, em obediência ao que
estabelece os artigos 14 (os Fundos de Saúde são unidades orçamentária e
gestora) e 24 (necessidade da disponibilidade financeira dos Restos a Pagar nos
Fundos de Saúde para a comprovação da aplicação mínima em Ações e Serviços
Públicos de Saúde;
7. O governo federal deve demonstrar apoio ao Projeto de Lei nº 321/2012 ainda em
tramitação no Congresso Nacional, originado de um projeto de lei de iniciativa
popular que recolheu mais de 2,2 milhões de assinaturas, para a alocação mínima
de 10% das receitas correntes brutas da União para o financiamento das ações e
serviços públicos de saúde em âmbito federal, como forma de sensibilização
adicional aos parlamentares para votação favorável ao projeto.

 Aprovada a moção de apoio Nº 002/14 Em defesa dos direitos dos usuários de


medicamentos apoiando de forma integral a proposta de subemenda aglutinativa
global de plenária ao PL nº 4385/1994, que dispõe sobre o exercício e a fiscalização
das atividades farmacêuticas e dá outras providências, com a inclusão das
contribuições realizadas pelo Pleno;
 Aprovada a Moção de Apoio Nº 003/14 - Às ações de fortalecimento do poder
regulatório e fiscalizador da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
indicando a necessária exclusão, pelo Senado Federal, das referências que alteram o
71
atual sistema de aplicação de multas às operadoras de planos de saúde, da Medida
Provisória 627/13;
 Debatida a política de desenvolvimento cientifico e inovação tecnológica, no
contexto dos 25 anos do SUS e dos debates da XV Conferência Nacional de Saúde;
 Aprovada a Resolução - Nº 497/14 - Conselho Nacional de Saúde aprova a
Reestruturação da Comissão Intersetorial de Ciência e Tecnologia - CICT, para o
exercício do mandato de 2013 a 2015;
 Aprovada o tema da 15ª Conferência: “Saúde pública de qualidade para cuidar bem
das pessoas. Direito do povo brasileiro”;
 Aprovada a metodologia da 15ª Conferência - Etapa 1 – Avaliação da Saúde no
Brasil – Contribuições e diretrizes para a elaboração dos instrumentos federais de
planejamento e orçamento em saúde (PPA, LOA etc), Etapa 2 - Etapas Municipais e
Estaduais (indicação de diretrizes e eleição de delegados), Etapa 3 – Etapa Nacional
da 15ª e Etapa 4 - Pós Conferencia Nacional- PNS/2015 e Monitoramento das
deliberações; e 3) o cronograma da 15ª Conferência: – etapa 1- agosto 2014 a março
de 2015, etapa 2: conferências estaduais e municipais – março a outubro de 2015 e
etapa 3: nacional – novembro de 2015;
 Publicado o DECRETO de Convocação da 15ª Conferência Nacional de Saúde, no
dia 15 de dezembro de 2014.
 Aprovada a resolução CNS nº 494 – Regimento da 4ª Conferência Nacional de Saúde
do Trabalhador e da Trabalhadora prorrogando o prazo de realização de algumas
etapas e admitindo a aprovação de moções nas etapas estaduais e macrorregionais;
 Aprovada a Resolução Nº 499/14 - Conselho Nacional de Saúde autorizar em caráter
excepcional a realização das etapas macrorregionais e estaduais em períodos
posteriores ao determinado regimentalmente, conforme solicitação da Comissão
Organizadora Nacional da 4a CNSTT;
 Aprovada a Recomendação Nº 009/14 - Que nos três níveis de governo, nas
entidades e organizações não governamentais e da representação dos trabalhadores,
os servidores públicos, trabalhadores das entidades, das organizações não
governamentais e das entidades de trabalhadores em saúde, os integrantes dos
Conselhos de Saúde sejam liberados de suas atividades, sem que para tanto tenham
que repor os dias em que estiverem exercendo suas funções de conselheiros, seja nas
reuniões ordinárias e extraordinárias, reuniões das comissões intersetoriais,
seminários, oficinas, conferências e na representação do Conselho, seja quando
designado pelo Pleno e ou pela Mesa Diretora em atividades externas para as quais o
Conselho foi convidado a participar;
 Credenciamento de 389 Hospitais para realização de pesquisa em seres humanos, e
5.523 pesquisas aprovadas;
 Credenciamento de 104 Fundações para realização de pesquisa em seres humanos, e
2.442 pesquisas aprovadas;
 Credenciamento de 1.187 Instituições de Ensino para realização de pesquisa em seres
humanos, sendo 32.033 pesquisas aprovadas.

4.4 Informações sobre indicadores de desempenho operacional

A SGEP tem empreendido esforços para estabelecer mecanismos eficazes para o


acompanhamento de seus resultados. Desta forma, após um processo de discussão interna entre a
equipe da CGPLAN/SGEP e o Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS –
DEMAS/SE/MS, foi elaborada proposta de qualificação dos indicadores de monitoramento e
avaliação para seus resultados. Essa proposta ainda não foi validada. Contudo, o Ministério da
Saúde está passando pelo processo de planejamento para o período 2015 a 2019 e com ele todo o
72
planejamento de 2015 da SGEP. Com o desenrolar desse processo, a proposta de indicadores será
colocada para análise e validação. A proposta segue no Anexo I.

73
5. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

No item 5, Tópicos Especiais de Execução da Orçamentária e Financeira, não se aplica à


SGEP responder os subitens relativos a Despesas com publicidade e propaganda; Reconhecimento
de Passivos por insuficiência de créditos ou recursos; Trasnsferência de Recursos; Suprimento de
Fundos; Renúncias de receitas sob a gestão da UJ; e Gestão de Precatórios.

As Despesas com publicidade e propaganda não se aplicam, pois há dentro da estrutura do


Ministério uma ação específica para a realização deste tipo de despesa.

Sobre o Reconhecimento de Passivos por insuficiência de créditos ou recursos, a SGEP não


realizou reconhecimento de passivos no exercício de 2014.

A transferencia de recursos, que existe na Secretaria sob a forma de convênios e termos de


cooperação, é consolidada pelo Fundo Nacional de Saúde em relatório próprio.

Não houve concessão, utilização, nem classificação de gastos com suprimento de fundos em
2014.

As informações sobre benefícios financeiros, creditícios e tributários das renúncias também


não se aplicam à SGEP.

Já o último subitem mencionado acima deve ser respondido por Unidades Jurisdicionadas do
Poder Judiciário Federal responsáveis pela gestão e pagamento de precatórios.

5.1 Programação e Execução das despesas

Em relação ao subitem supracitado, a “Programação de Despesas” não será preenchida,


devido à UJ não ser Unidade Orçamentária ou ter entre as suas unidades consolidadas e agregadas,
Unidade Gestora na qual tenham sido registrados contabilmente os créditos da LOA.

5.1.1. Movimentação de Créditos Interna e Externa

Quadro A.5.1.1.1 – Movimentação Orçamentária Interna por Grupo de Despesa


Movimentação dentro de mesma Unidade Orçamentária entre Unidades Jurisdicionadas Distintas
Classificação da
UG Despesas Correntes
ação
Origem da 2 – Juros
1 – Pessoal e 3 – Outras
Movimentação e
Concedente Recebedora Encargos Despesas
Encargos
Sociais Correntes
da Dívida
Concedidos 250009 250110 2016 4.324.717,28
250009 250110 20YM 3.689.326,98
250009 250027 20YM 1.220,00
250009 250110 6182 52.059.530,58
250009 250110 8287 6.213.341,96
250009 250012 8708 40.034,42
250009 250013 8708 41.584,00
250009 250014 8708 13.676,95
250009 250015 8708 24.980,68
250009 250016 8708 118.870,30
250009 250017 8708 78.779,88
250009 250019 8708 39.860,00
250009 250021 8708 32.838,88

74
250009 250022 8708 132.779,35
250009 250023 8708 46.090,08
250009 250024 8708 45.189,55
250009 250025 8708 107.029,59
250009 250026 8708 142.678,69
250009 250027 8708 57.853,05
250009 250028 8708 70.197,79
250009 250029 8708 36.928,28
250009 250030 8708 33.735,20
250009 250031 8708 38.779,43
250009 250032 8708 29.782,20
250009 250033 8708 59.456,89
250009 250034 8708 37.981,13
250009 250035 8708 8.090,28
250009 250036 8708 100.457,81
250009 250037 8708 51.928,25
250009 250038 8708 28.580,85
250009 250039 8708 9.150,36
250009 250110 8708 2.015.681,30
Recebidos
Classificação da
UG Despesas de Capital
ação
Origem da
4– 5– 6–
Movimentação
Concedente Recebedora Investimento Inversões Amortização
s Financeiras da Dívida
Concedidos 250009 250110 20YM 1.561.139,42
250009 250110 8287 750.400,00
250009 250013 8708 19.168,00
250009 250015 8708 4.255,99
250009 250016 8708 12.155,41
250009 250017 8708 5.990,00
250009 250021 8708 4.595,95
250009 250022 8708 3.555,00
250009 250024 8708 6.425,09
250009 250025 8708 703,00
250009 250026 8708 3.846,99
250009 250028 8708 25.161,25
250009 250029 8708 7.015,30
250009 250031 8708 2.502,66
250009 250032 8708 8.527,00
250009 250033 8708 42.973,55
250009 250035 8708 18.663,83
250009 250037 8708 21.048,11
250009 250110 8708 14.309,00
Recebidos
Movimentação entre Unidades Orçamentárias do mesmo Órgão
Classificação da
UG Despesas Correntes
ação
Origem da
1 – Pessoal e 2 – Juros e 3 – Outras
Movimentação
Concedente Recebedora Encargos Encargos Despesas
Sociais da Dívida Correntes
Concedidos 250009 254420 20YM 1.323.480,00
250009 254450 20YM 10.216.851,94
250009 254450 6182 3.444.789,15
250009 254420 8287 1.376.935,04
250009 254450 8287 6.713.056,30
Recebidos
Origem da Classificação da
UG Despesas de Capital
Movimentação ação

75
4– 5– 6–
Concedente Recebedora Investiment Inversões Amortização
os Financeiras da Dívida
Concedidos
Recebidos

Quadro A.5.1.1.2 – Movimentação Orçamentária Externa por Grupo de Despesa


UG Despesas Correntes
Origem da Classificação 1 – Pessoal e 2 – Juros e 3 – Outras
Recebedor
Movimentação Concedente da ação Encargos Encargos da Despesas
a
Sociais Dívida Correntes
Concedidos 250009 153061 20YM 782.692,00
250009 154019 20YM 295.322,05
250009 154032 20YM 500.000,00
250009 154040 20YM 1.739.509,30
250009 154049 20YM 103.452,00
250009 158517 20YM 481.500,00
250009 364102 20YM 2.000.000,00
250009 154040 6182 236.055,49
250009 153045 8287 105.000,00
250009 153114 8287 800.000,00
Recebidos
UG Despesas de Capital
Origem da Classificação 6–
Recebedor 4– 5 – Inversões
Movimentação Concedente da ação Amortização
a Investimentos Financeiras
da Dívida
Concedidos
Recebidos

5.1.2 Realização da Despesa

Os quadros das “Despesas Totais por Modalidade de Contratação e por Grupo e Elemento
de Despesa – Créditos Originários” não são preenchidos pela SGEP, em razão da UJ não ter
executado créditos iniciais recebidos da LOA ou créditos adicionais obtidos ao longo do exercício.

5.1.2.1 Despesas Totais por Modalidade de Contratação – Créditos de Movimentação

Quadro A.5.1.2.1 – Despesas por Modalidade de Contratação – Créditos de Movimentação


Unidade Orçamentária: Código UO: UGO:
Despesa Liquidada Despesa paga
Modalidade de Contratação 2014 2013 2014 2013
1. Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g)
a) Convite
b) Tomada de Preços
c) Concorrência
d) Pregão 28.003.422,40 5.515.704,88 28.003.422,40 3.929.098,05
e) Concurso
f) Consulta
g) Regime Diferenciado de Contratações
Públicas
2. Contratações Diretas (h+i)
h) Dispensa 30.986.277,66 13.178.310,59 30.985.527,66 13.178.310,59
i) Inexigibilidade
3. Regime de Execução Especial
j) Suprimento de Fundos 3.469,88 5.066,28 3.469,88 5.066,28
4. Pagamento de Pessoal (k+l)
k) Pagamento em Folha

76
l) Diárias 2.467.559,00 2.446.359,20 2.467.559,00 2.446.359,20
5. Outros
Não se aplica 39.974.326,68 53.887.434,40 39.974.326,68 53.887.434,40
6. Total (1+2+3+4+5) 98.967.496,62 72.586.516,15 98.966.746,62 70.999.909,32

5.1.2.2 Despesas Totais por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos de Movimentação

Quadro A.5.1.2.2 – Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos de Movimentação


Unidade Orçamentária: Código UO: UGO:
DESPESAS CORRENTES
Grupos de
Empenhada Liquidada RP não processados Valores Pagos
Despesa
1. Despesa
s de 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013
Pessoal
Nome 1º
elemento
de despesa

elemento
de despesa

elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
2. Juros e
Encargos
da Dívida

elemento
de despesa

elemento
de despesa

elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
3. Outras
Despesas
Correntes
El. de
86.862.867,58 73.050.061,96 55.987.156,46 51.736.783,44 30.875.711,12 21.313.278,52 55.987.156,46 51.736.783,44
despesa 39
El. de
32.897.841,65 51.102.865,81 30.874.100,00 49.914.100,01 2.023.741,65 1.188.765,80 30.874.100,00 49.914.100,01
despesa 41
El. de
7.270.969,29 6.329.807,60 941.161,69 6.329.807,60
despesa 33
El. de
5.530.000,00 5.530.000,00 0,00 5.530.000,00
despesa 43
Demais
elementos 8.871.897,02 8.743.478,99 4.926.138,38 7.259.328,90 3.945.758,64 1.484.150,09 4.925.388,38 7.259.328,90
do grupo
DESPESAS DE CAPITAL
Grupos de
Despesa Empenhada Liquidada RP não Processados Valores Pagos
4. Investim 2014 2013 2014 2013 2014 2013 2014 2013
77
entos
Elemento
de despesa 2.512.435,55 3.689.750,01 850.294,18 1.727.555,17 1.662.141,37 1.962.194,80 850.294,18 140.948,34
52

elemento
de despesa

elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
5. Inversõe
s
Financeira
s

elemento
de despesa

elemento
de despesa

elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo
6. Amortiz
ação da
Dívida

elemento
de despesa

elemento
de despesa

elemento
de despesa
Demais
elementos
do grupo

5.1.2.3 Análise crítica da realização da despesa

As alterações orçamentárias significativas ocorridas em 2014 foram relacionadas


principalmente com a necessidade de remanejamento de crédito ao DATASUS. Quando da
elaboração da proposta da LOA 2014, o departamento propôs a inclusão de crédito para custear,
além da manutenção dos contratos vigentes, a expansão dos serviços, no sentido de atender suas
demandas, visando, assim, prover uma infraestrutura de Tecnologia de Informação, não só para o
Ministério da Saúde como para suas unidades nos estados. No entanto, entre a proposta
orçamentária inicial apresentada e a dotação aprovada, houve uma redução significativa,
comprometendo as realizações de alguns projetos, entre os quais podemos citar: Aquisição de
Licenças Microsoft; Serviços e Aquisição de Sistema de Gerenciamento de Desempenho, aditivação
de 25% ao Contrato de Aquisição de Software Oracle, Gerenciamento de Vulnerabilidade de
Sistemas e Aquisição de Equipamentos de Armazenamento de Dados em Rede. Desta forma, foram

78
remanejados R$ 48.000.000,00, sendo R$ 44.000.000,00 de capital e R$ 4.000.000,00 de custeio.
Para suprir esta necessidade, todos os outros departamentos da Secretaria sofreram impacto, exceto
o Conselho. Foram repassados R$ 11.300.000,00 da dotação orçamentária do DAGEP, R$
15.000.000,00 do DAI, R$ 17.500.000,00 do DOGES e R$ 4.200.000,00 do DENASUS, sendo R$
2.200.000,00 de custeio e R$ 2.000.000,00 de capital. Os demais departamentos cederam somente
dotação de natureza de custeio.

Complementando as alterações orçamentárias de 2014, foram repassados R$ 2.500.000,00


do DAGEP para a ASCOM (Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde) e R$
1.200.000,00 do DOGES para a Subsecretaria de Planejamento e Orçamento da Secretaria
Executiva do Ministério. Além desses repasses, foram realizadas alterações internas no DAI e CNS,
de mudança de dotação entre custeio e capital, mas que não impactaram na dotação total dos
departamentos.

5.2 Movimentação e os saldos de restos a pagar de exercícios anteriores

Quadro A.5.2 – Restos a Pagar inscritos em Exercícios Anteriores Valores em R$ 1,00


Restos a Pagar não Processados
Ano de
Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2014
Inscrição
2013 26.360.161,66 23.225.972,18 922.847,15 2.211.342,33
2012 4.635.881,50 953.770,61 3.419.134,54 262.976,35
2011 1.507.352,72 446.010,91 951.462,35 109.879,46
2010 161.987,01 151.674,51 10.312,50
2009 784.529,94 100.868,84 683.661,10
Restos a Pagar Processados
Ano de
Montante 01/01/2014 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2014
Inscrição
2013 1.586.606,83 1.586.606,83 0,00
2012 26.120,00 5.000,00 21.120,00
2010 12.764,08 12.764,08 0,00
2009 100.171,00 100.171,00
2006 173.137,50 173.137,50
2005 187.500,00 87.500,00 100.000,00
2004 252.000,00 252.000,00

5.2.1 Análise Crítica

Analisando o Quadro A.5.2 acima, constata-se que, em 01.01.2014, dos empenhos inscritos
em restos a pagar, 94,78% são não processados e 5,22% de processados. E que em 31.12.2014, esse
percentual mudou, respectivamente, para 96,99% e 3,01%. Essa diferença de 2,2% é devido ao
pagamento na totalidade do montante inscrito em restos a pagar processados no ano de 2013.

Convém destacar que a movimentação sofrida nos restos a pagar não processados em 2013,
88,8% refere-se a pagamento e 3,86% a cancelamento, restando ao final do exercício 7,3%, R$
1.747.955,78 dos R$ 23.902.779,58 existentes no início do ano.

Considerando os valores dos pagamentos de restos a pagar de exercícios anteriores, o


impacto na programação financeira de 2014 é de R$ 23.488.628,25. Referem-se em grande parte a
termos de cooperação/TEDs e convênios, sendo que em alguns casos, há problemas técnicos e de
documentação de convênios, inviabilizando os seus pagamentos.

79
Quanto à vigência desses restos a pagar, o Decreto 93.872/86, em seu art. 68, §3º, inciso II,
letra b, prevê que permanecerão válidos, após a data estabelecida no item anterior, os restos a pagar
não processados que se refiram a despesas do Ministério da Saúde.

80
6. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS
RELACIONADOS

Segundo as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 134/2013 e da Portaria TCU


nº 90/2014, para a SGEP, a exigência de prestação de contas de parte dos conteúdos deste item é
inaplicável: a saber:

Título Justificativa

Irregularidades na área de Este item não se aplica a SGEP, faz parte das informações fornecidas no Relatório
Pessoal de Gestão da Secretaria Executiva.

Acumulação indevida de
A Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) é a coordenação
Cargos, Funções e Empregos
responsável por este controle.
Públicos
Terceirização Irregular de
Não ocorreu no período.
Cargos
Riscos Identificados na Gestão A Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) é a coordenação
de Pessoas responsável por este controle.
Identificadores Gerenciais sobre A Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) é a coordenação
Recursos Humanos responsável por este controle.
A demonstração da composição do quadro de estagiários será apresentada no
Contratação de mão de obra de
Relatório de Gestão da Secretaria Executiva (SE) a qual detém entre suas unidades
apoio e de estagiários.
uma responsável pela gestão de cadastro de estagiários.
A demonstração dos serviços de limpeza, higiene e vigilância será apresentada no
Contratação de Serviços de
Relatório de Gestão da Secretaria Executiva (SE) a qual detém entre suas unidades
Limpeza, Higiene e Vigilância.
uma responsável pela gestão de desses serviços.
Locação de Mão de Obra para Os contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra serão
atividades não Abrangidas pelo apresentados no Relatório de Gestão da Secretaria Executiva (SE) a qual detém
Plano de Cargos do Órgão entre suas unidades uma responsável pela gestão de desses contratos.

6.1 Estrutura de pessoal da unidade

O perfil do quadro de servidores ativos da SGEP será demonstrado por meio dos quadros
detalhados nos subtópicos a seguir. Os conceitos e definições utilizados nos quadros da gestão de
pessoas são baseados na Lei n.º 8.112/90 e suas alterações.

6.1.1 Demonstração e Distribuição da Força de Trabalho à Disposição da Unidade


Jurisdicionada

A força de trabalho da SGEP será demonstrada comparando-se a lotação autorizada com a


efetiva e ainda os ingressos e egressos no exercício, refletindo a situação apurada em 31/12/2014.

Quadro A.6.1.1.1 – Força de Trabalho da UJ


Lotação Ingressos Egressos no
Tipologias dos Cargos no
Autorizada Efetiva Exercício Exercício
1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 0 228 17 2
1.1. Membros de poder e agentes políticos
1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 0 228 17 2
1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao órgão 206 11

81
1.2.2. Servidores de carreira em exercício
descentralizado 9 4
1.2.3. Servidores de carreira em exercício provisório
1.2.4. Servidores requisitados de outros órgãos e
esferas 13 2 2
2. Servidores com Contratos Temporários 13 8
3. Servidores sem Vínculo com a Administração
Pública 37
4. Total de Servidores (1+2+3) 0 278 17 10
Fonte: CGESP/SAA/SE/MS

O quadro a seguir demonstra a distribuição da força de trabalho entre área meio e área fim
dos servidores de carreira, em contratos temporários e sem vínculos com a administração.

Quadro A.6.1.1.2 – Distribuição da Lotação Efetiva

Lotação Efetiva
Tipologias dos Cargos
Área Meio Área Fim
1. Servidores de Carreira (1.1) 0 228
1.1. Servidores de Carreira (1.1.2+1.1.3+1.1.4+1.1.5) 0 228
1.1.2. Servidores de carreira vinculada ao órgão 206
1.1.3. Servidores de carreira em exercício
descentralizado 9
1.1.4. Servidores de carreira em exercício provisório
1.1.5. Servidores requisitados de outros órgãos e
esferas 13
2. Servidores com Contratos Temporários. 13
3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública 37
4. Total de Servidores (1+2+3) 0 278
Fonte: CGESP/SAA/SE/MS

O quadro a seguir tem por objetivo identificar a estrutura de cargos em comissão e de


funções gratificadas da UJ.

Quadro A.6.1.1.3 – Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ


Lotação Ingressos Egressos
Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções
no no
Gratificadas Autorizada Efetiva Exercício Exercício
1. Cargos em Comissão 0 91 7 2
1.1. Cargos Natureza Especial
1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 0 91 7 2
1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 38 1
1.2.2. Servidores de Carreira em Exercício
Descentralizado 4 2
1.2.3. Servidores de Outros Órgãos e Esferas 12 2 1
1.2.4. Sem Vínculo 37 2 1
1.2.5. Aposentados
2. Funções Gratificadas 0 31 1 0

82
2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão 30 1
2.2. Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado
2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas 1
3. Total de Servidores em Cargo e em Função (1+2) 0 122 8 2
Fonte: CGESP/SAA/SE/MS

6.1.2 Qualificação e capacitação da Força de Trabalho

A qualificação e capacitação da força de trabalho do MS são de responsabilidade da


Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE/MS). Plano de Educação Permanente
do Ministério da Saúde – PEP-MS é elaborado de modo participativo mediante realização de
Oficinas com representantes de todas as Secretarias do Ministério da Saúde que fazem articulação
com a Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas para planejar, executar, monitorar e avaliar as
ações apresentadas no PEP. Após esse movimento, as ações educativas apresentadas pelos
trabalhadores nas Oficinas são validadas pelos Chefes de Gabinete das Secretarias do Ministério da
Saúde.

Nesse sentido a SGEP contou com a participação de 24 servidores em ações de educação no


ano de 2014, conforme tabela a seguir.

Qt. Área Ação de Educação

3 CPGE/CGGP/DATASUS/SGEP ENGENHARIA DE REQUISITOS DE SOFTWARE

35 CONGRESSO BRASILEIRO DE AUDITORIA INTERNA -


2 SGEP/DENASUS
CONBRAI
CURSO DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS COM FOCO EM
2 DAGEP/SGEP
EVENTOS
CURSO DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS COM FOCO EM
1 SGEP
EVENTOS

CURSO LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA - RETENÇÕES TRIBUTÁRIAS:


1 SGEP/CGPLAN
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS

CURSO DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS COM FOCO EM


3 DENASUS/SGEP
EVENTOS
CURSO DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS COM FOCO EM
1 DAI/SGEP
EVENTOS
CURSO ORATÓRIA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO;
1 CGPEP/DOGES/SGEP
FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO
3 DENASUS/SGEP SEMANA DE LICITAÇÃO
1 SGEP SEMANA DE LICITAÇÃO
FORMAÇÃO DE FACILITADORES EM PROCESSOS
3 DGEP/SGEP
PARTICIPATIVOS - TURMA DF
FORMAÇÃO DE FACILITADORES EM PROCESSOS
1 DENASUS/SGEP/MS
PARTICIPATIVOS - TURMA DF
2 SGEP/DATASUS FÓRUM SAÚDE DIGITAL

Apesar desse incremento no processo de capacitação profissional da força de trabalho, a


SGEP tem buscado desenvolver suas equipes alinhadas com suas estratégias. O que pressupõe

83
desenvolver ações otimizadas de capacitações, atendendo as necessidades específicas das áreas. No
ano de 2014 foram desenvolvidas as ações de capacitações a seguir:

O Denasus, em parceria com Fiocruz, promoveu a realização de Mestrado Profissional –


turma iniciada em 2012, com a participação de nove servidores do Denasus. Os trabalhos de
conclusão deverão ser apresentados em 2015.

Foi elaborado material didático para Cursos Livres – cursos básicos de auditoria, o material
foi elaborado e aplicado para as turmas iniciais constituídas em oito estados (AL, CE, MS, PB, PE,
PR, SP e TO), em outubro e novembro de 2014. Estão previstas novas turmas nos demais 18
estados da Federação e o Distrito Federal. Dentre outras ações de qualificação realizadas pelo
Denasus destacam-se:
Acolhimento aos novos servidores do Denasus - 50 servidores;
Encontros Regionais do Denasus – realizados três encontros regionais com servidores do
componente federal do SNA, no total de 450 participantes; Discutidos temas relacionados ao
processo de trabalho de auditoria, a integralidade das ações dos três componentes do SNA; Rodas
de Conversa – mensalmente, na unidade central do Denasus, para discutir temas do cotidiano da
instituição com participação em média de 35 servidores por roda.
Eventualmente, são promovidas capacitações pelo Doges por meio de suas Coordenações
Gerais que de acordo com a política nacional de educação permanente em saúde e visando ao
aprimoramento dos processos de trabalho, bem como buscando soluções para os nós-críticos
encontrados, realiza por meio da CGSNO Rodas de Conversas, participação em eventos e cursos
oferecidos pelas Escolas de Governo da Administração Pública Federal (Fiocruz, ENAP e ESAF),
capacitações no sistema OuvidorSUS.

Ainda em 2014, o Doges realizou por meio da CGPEP uma capacitação aberta a todos os
seus profissionais sobre a ferramenta de Business Inteligence (BI). No total, foram capacitadas
dezessete (17) pessoas. O resultado imediato dessa capacitação está relacionado ao
desenvolvimento das habilidades necessárias para a extração de informações registradas no Sistema
Informatizado OuvidorSUS e depois cruzadas por meio do BI. O curso teve impacto sobre o
processo que visa estabelecer interlocução entre a sociedade e a Administração Pública responsável
pela gestão do Sistema Único de Saúde – SUS, mais especificamente relativo a eventos realizados e
relatórios das demandas coletivas encaminhados às áreas relacionadas. A adequada utilização do BI
possibilita o gerenciamento de informações e, consequentemente, a elaboração de relatórios mais
robustos.

6.1.3 Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada

O quadro a seguir visa demonstrar a composição do quadro de custos de pessoal da SGEP,


onde serão discriminadas as naturezas de despesas de pessoal com alguns grupos de servidores e
tipologias de cargos relativamente ao exercício de referência do relatório de gestão e ao
imediatamente anterior.

84
Quadro A.6.1.3 – Custos do pessoal
Despesas Variáveis
Vencimentos Despesas de
Tipologias/ Benefícios Demais Decisões
e Vantagens Exercícios Total
Exercícios Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações Assistenciais e Despesas Judiciais
Fixas Anteriores
Previdenciários Variáveis
Membros de poder e agentes políticos
2014 0,00
Exercícios
2013 0,00
Servidores de carreira vinculados ao órgão da unidade jurisdicionada
2014 16.674.402,65 1.182.865,10 1.476.601,74 497.349,71 180.006,52 998.831,50 934.815,01 2.406,73 21.947.278,96
Exercícios
2013 14.933.229,78 1.096.074,33 1.355.911,00 435.190,03 178.788,15 974.908,30 894.019,21 23.958,84 19.892.079,64
Servidores de carreira SEM VÍNCULO com o órgão da unidade jurisdicionada
2014 37.007,28 934.554,08 80.326,42 23.122,21 4.916,56 7.849,95 1.087.776,50
Exercícios
2013 35.344,46 906.875,87 80.644,41 32.061,41 4.397,44 20.776,34 1.080.099,93
Servidores SEM VÍNCULO com a administração pública (exceto temporários)
2014 1.860.785,99 150.945,65 42.184,52 15.698,25 37.954,65 170.158,50 0,00 2.277.727,56
Exercícios
2013 1.786.408,30 139.189,16 38.538,37 17.607,01 42.847,69 206.133,10 2.074,53 2.232.798,16
Servidores cedidos com ônus
2014 0,00
Exercícios
2013 0,00
Servidores com contrato temporário
2014 997.154,98 (vazio) 75.684,16 24.519,96 92,40 25.307,80 90.645,71 (vazio) (vazio) 1.213.405,01
Exercícios
2013 1.621.477,00 (vazio) 134.397,51 44.379,90 369,60 32.808,30 156.616,52 (vazio) (vazio) 1.990.048,83

Fonte: CGESP/SAA/SE/MS

85
6.2 Contratação de mão de obra de apoio e de estagiários

O Serviço de Estágio, que faz parte da Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas do


Ministério da Saúde, é a unidade responsável por coordenar o processo de inscrição, recrutamento,
seleção, controle de frequência, pagamento e avaliação de desempenho e de aprendizagem dos
estudantes que desenvolvem estágio remunerado no Ministério da Saúde.

O Serviço de Estágio do Ministério da Saúde tem como objetivos específicos:

 Proporcionar um espaço formativo capaz de desenvolver a autonomia intelectual e


profissional, possibilitando ao estagiário inovar, bem como lidar com a diversidade do
trabalho;
 Contribuir para a aproximação entre a formação e a realidade profissional requerida pelo
estagiário e;
 Viabilizar a inserção do estudante no mundo do trabalho, contribuindo para o desenvolvimento
de competências próprias para a vida cidadã e para a atividade profissional.

Em 2014, foram contratados, no âmbito da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do


Ministério da Saúde, o seguinte quantitativo de estagiários:

Nível Médio 32
Nível Superior 01

86
7. GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Neste item relacionamos os principais sistemas computacionais diretamente relacionados


aos macroprocessos finalísticos e objetivos estratégicos da UJ.

SISAUD/SUS - Sistema de auditoria do SUS


Sistema que permite o registro de todas as auditorias e relatórios realizadas pelo SNA (para
os componentes que aderiram ao uso do sistema), inclusive DENASUS. Neste momento está em
fase final uma nova versão para a plataforma JAVA. Contém um módulo de consulta externa que dá
acesso a consulta pública de todos os relatórios das auditorias.

“Business Inteligence – BI”


Está em desenvolvimento uma ferramenta de para permitir consulta agregadas ao banco de
dados do SISAUD/SUS

LEGI/SUS - Sistema de legislação para auditoria


Sistema que permite o cadastramento e consulta dos normativos legais que são utilizados
como referência nas auditorias realizadas pelo SNA. Neste momento, está em fase final uma nova
versão para a plataforma JAVA.

OuvidorSUS
Sistema que tem por funcionalidade desburocratizar e tornar dinâmica a comunicação entre
as Ouvidorias de saúde nas três esferas de governo, bem como sistematizar as informações
recebidas diariamente pelos serviços citados, subsidiar a elaboração de relatórios temáticos e
gerenciais, desempenhando importante papel como instrumento de gestão. O OuvidorSUS está
dividido em módulos e cada um em abas que possibilitam diferentes funcionalidades.
A seguir algumas das funcionalidades inerentes aos módulos:
 Módulo Registro: permite incluir, classificar, tipificar, encaminhar e
acompanhar a demanda do usuário que foi direcionada ao órgão responsável.
 Módulo Gestão de Conteúdo: é o módulo que armazena os bancos de
informações técnicas em saúde (BITS) e permite a disseminação de
informações aos cidadãos. Toda informação disseminada é armazenada em
sua base de dados para subsidiar a elaboração dos relatórios gerenciais. O
módulo é composto, além dos BITS, por diferentes campos de apoio ao
processo de disseminação de informações em saúde, como o material de
apoio, assuntos não pertinentes e sem resposta.
 Módulo Perfil Cidadão: permite a coleta de dados dos cidadãos que se
manifestam na Ouvidoria para geração de perfil estatístico.

Conforme disposto na Portaria MS/SGEP nº 8, de 25 de maio de 2007, são objetivos do


OuvidorSUS:
 Atuar como ferramenta para a descentralização;
 Facilitar a integração das informações em saúde;
 Agilizar o processo de recebimento, encaminhamento, acompanhamento e
resposta das manifestações;
 Gerar relatórios.

87
Devido aos frequentes erros e instabilidades do sistema OuvidorSUS, está sendo
desenvolvida uma nova versão da ferramenta, em parceria com o DATASUS. A essência da versão
atual está sendo mantida (incluir manifestação, classificar, tipificar, encaminhar a demanda,
disseminar informações etc), entretanto, de fato, se trata de um novo sistema, com uma nova base
de dados. O OuvidorSUS III possibilitará uma ouvidorias descentralizada, realizar suas próprias
capacitações, incluir suas próprias tipificações, otimizará a conclusão de demandas, enfim,
permitirá que a Ouvidoria Geral do SUS sistematize a maioria de seus processos de trabalho.

Carta SUS

Sistema Carta SUS tem como objetivo principal registrar os cartões-resposta provenientes da
estratégia Carta SUS, apresentando ainda, por meio do número da carta, os dados do atendimento,
os procedimentos hospitalares relacionados, além da pesquisa de avaliação do atendimento
prestado.
Sistema de Pesquisa da Ouvidoria Geral do SUS – SPO
Sistema que tem objetivo de aperfeiçoar os serviços prestados pela Coordenadora-Geral de
Pesquisa e Processamento de Demandas – CGPEP, por meio do Núcleo de Pesquisa e do ATIVO
do Disque Saúde 136, foi criado o Sistema de Pesquisa da Ouvidoria Geral do SUS - SPO, em
parceria com DATASUS, que permitiu unificar a execução de todas as pesquisas realizadas pela
Ouvidoria. Entrou em produção em setembro de 2014, com a proposta de aumentar a confiabilidade
dos dados coletados, controlar a operação de forma mais eficaz e proporcionar maior autonomia ao
NUPE para inserir os instrumentos de pesquisa. Suas principais funcionalidades são:
 Gerenciar horário de atendimento: permite controlar os horários de trabalho dos
teleatendentes, férias, faltas e atestados;
 Gerenciar equipe: definir a equipe de trabalho de supervisores e monitores, associar os
teleatendentes às equipes das pesquisas;
 Distribuir Atendimento: distribuir de forma igualitária as pesquisas que deverão ser
executadas pelos teleatendentes;
 Transferir atendimento – transferir de um teleatendente para outro determinado atendimento
(pesquisa);
 Monitorar atendimentos – monitorar as pesquisas realizadas pelo ATIVO do Disque Saúde
136;
 Analisar Monitoramento – permite o supervisor analisar os monitoramentos e verificar a
necessidade de correção;
 Executar Pesquisas - funcionalidade utilizada pelo teleatendente para realizar as pesquisas.

Sistema do Prêmio Cecília Donnangelo de Ouvidoria do SUS

Sistema criado para a gestão de todas as fases de realização do Prêmio, tendo como
principais funcionalidades o cadastramento dos participantes, a inserção dos trabalhos e realização
do julgamento dos trabalhos inseridos, assim como é utilizado para o acompanhamento das demais
etapas de realização do prêmio.

SIACS – Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde

Esse sistema é mais uma ferramenta de comunicação e informação para contribuir com a
efetividade do Controle Social. Todos os conselhos devem realizar seu cadastro, criando, dessa
forma, uma única rede de dados dos 5.570 conselhos municipais, dos 26 estaduais, do Distrito
Federal e dos 36 conselhos distritais de saúde indígena junto ao Conselho Nacional de Saúde e ao
88
Ministério da Saúde. O Siacs resultará em um retrato detalhado dos conselhos de saúde de todo o
País, mostrando a composição dos colegiados e o cumprimento de normas legais relacionadas ao
Sistema Único de Saúde.

89
8. ATENDIMENTO DE DEMANDAS DE ORGÃO DE CONTROLE

8.1 Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do TCU

Este item tem o objetivo de conhecer as providências adotadas pela SGEP para dar
cumprimento às deliberações exaradas em acórdãos do TCU.

8.1.1 Deliberações do TCU Atendidas no Exercício

O quadro abaixo contempla as informações sobre as providências adotadas pela SGEP para
atender as deliberações do TCU.

Quadro A.8.1.1 – Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício


Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
5711/2014 – TCU – 1ª Ofício 0468/2014-
01 TC 003.008/2012-6 1.6.1 RE
Câmara TCU/SecexSaude
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica Participativa 74932
Descrição da Deliberação
Implementação de ações visando à ampliação do número de conselhos cadastrados no SIACS, continuidade de ações
que estimulem o aumento no número de conselhos com composição paritária, além de executar medidas que visem
fomentar a formalização dessa paridade por lei.
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Apoio à Gestão Participativa 89702
Síntese da Providência Adotada
A demanda foi encaminhada ao DAGEP para providências cabíveis no sentido de implementar ações relacionadas ao
SIACS e este elaborou Nota Técnica explanando sobre Força de Tarefa, Plano de Ação, Reuniões e Oficinas
realizadas a respeito, bem como Encontros Regionais e mobilização de gestores.
Síntese dos Resultados Obtidos
A situação de preenchimento do SIACS em outubro de 2014 era de 72,37% de Conselhos de Saúde participantes do
Sistema, o que equivale a 4050 Conselhos. Desse total, 3503 estão paritários de acordo com a legislação vigente.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor

Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
3213/2014 – TCU – 1ª Ofício 0292/2014-
02 TC 023.307/2013-7 1.6.1 DE
Câmara TCU/SecexSaude
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica Participativa 74932
Descrição da Deliberação
Reiteração dos itens 9.1.1.3 e 9.1.2 do Acórdão 1613/2012 – TCU – 1ª Câmara, apresentando as medidas adotadas e
justificativas para o não atendimento ou atendimento incompleto.

90
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Informática do SUS 2393
Síntese da Providência Adotada
O Departamento de Informática do SUS realizou análise técnica a fim de prestar as informações requeridas e adotar as
providências necessárias para o saneamento das determinações.
Síntese dos Resultados Obtidos
Foi elaborado e remetido ao Tribunal de Contas da União o Relatório de Respostas ao 3º monitoramento do Acórdão
nº 1613/2012 informando, dentre outras coisas, os sistemas de informações para o processo de compensação
financeira entre os municípios que atendem usuários de outra localidade no âmbito da Programação Pactuada e
Integrada.

Além disso, foi esclarecido que quanto ao item 9.1.2 ainda não seriam estabelecidos os prazos para as pactuações
previstas nos art. 16, 18, e 36 da Portaria GM/MS 940/2011 na revisão do planejamento do Projeto Cartão SUS, pois
tais pactuações ainda constavam da pauta de discussões do Grupo de Trabalho de Informação e Informática da CIT.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor

Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
3130/2013 – TCU – Ofício 0672/2014-
03 TC 033.197/2012-6 9.3 RE
Plenário TCU/SecexSaude
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica Participativa 74932
Descrição da Deliberação
Considera não implementadas as recomendações constantes dos subitens 9.1.1, 9.1.2, 9.1.4, 9.1.6, 9.1.8, 9.1.9, 9.2.2,
9.2.3, 9.2.4 e 9.2.5 do Acórdão 1188/2010-TCU-Plenário e solicita o encaminhamento de informações sobre o grau de
implementação destas recomendações.
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Articulação Interfederativa 116421
Síntese da Providência Adotada
Parte das recomendações era de alçada da competência da Secretaria de Atenção à Saúde e foi dado efeito itinerante à
demanda. Quanto às recomendações de competência desta SGEP, o expediente foi direcionado ao Departamento de
Articulação Interfederativa, competente para implementar as recomendações 9.1.1, 9.1.2, 9.1.8, 9.2.4 e 9.2.5.
Síntese dos Resultados Obtidos
RE 9.1.1- Estão sendo desenvolvidas estratégias de capacitação para a elaboração do Plano Municipal de Saúde
(PMS), quais sejam: participação nos Congressos de Secretários Municipais de Saúde, realização de Oficinas sobre
Planejamento do SUS, monitoramento do número de municípios que alimentam a informação sobre a existência do
PMS no SARGUS, dentre outras.

RE 9.1.2- Discussões no âmbito da CIT já são realizadas nas reuniões de GTs acerca da necessidade de cada estado
estabelecer critérios mais objetivos para o cofinanciamento das estratégias já são realizadas da Atenção Básica em
Saúde e, no âmbito da CIB, tem se estimulado a criação de GT específico de Atenção Básica.

RE 9.1.8 O Ministério da Saúde, com base nos parâmetros estabelecidos e constantes da Resolução CIT nº 5, de
19/06/2013, faz um acompanhamento e monitoramento do processo de pactuação com o objetivo de evitar a
subestimação ou superestimação de metas.

RE 9.2.4 Há o monitoramento e fiscalização da Assistência Farmacêutica nas prestações de contas quadrimestrais e no

91
Relatório Anual de Gestão, além de auditoria quando necessário.

RE 9.2.5 O Ministério da Saúde tem fomentado discussões com CONASS e CONASEMS sobre a necessidade de
fortalecer a governança regional e de integrar processos de planejamento com a implementação da Rede de Atenção à
Saúde.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor

Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
Ofício n°
04 TC 041.424/2012-3 Acórdão 789/2014 1.8.1 DE 0099/2014/2014/TCU/SecexSaude
, de 29/04/2014.
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa 74932
Descrição da Deliberação
1.8.1 – recomendar à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa que promova estudos e desenvolva um plano de
ação de médio/longo prazo, objetivando racionalizar a gestão de recursos humanos do Departamento de Informática
do Sistema Único de Saúde na estrutura do Ministério da Saúde, de modo a evitar que projetos sejam prejudicados por
deficiências de alocação de pessoal entre as unidades de Brasília e Rio de Janeiro;
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Informática do SUS - DATASUS 2393
Síntese da Providência Adotada
O DATASUS solicitou à Coordenação Geral de Gestão de Pessoas interceda junto ao Ministério do Planejamento
Orçamento e Gestão – MPOG, para autorização de concurso que abranja cargos de TI ou que disponibilize um maior
contingente de Analista em Tecnologia da Informação – ATI, carreira descentralizada do MPOG.
Síntese dos Resultados Obtidos
Não houve resposta da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde com relação à solicitação
recebida. Memorandos n° 23/2012 e 039/2013, objetivando a recomposição da sua força de trabalho.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Todo abertura de concurso público federal depende da autorização do MPOG.

Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
Ofício n°
05 TC 041.424/2012-3 Acórdão 789/2014 1.8.2.1 DE 0099/2014/2014/TCU/SecexSaude,
de 29/04/2014.
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa 74932

Descrição da Deliberação
1.8.2.1 a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa e suas unidades consolidadas (a exceção do Departamento de Articulação
Interfederativa) não apresentaram os indicadores institucionais previstos no item 2.4.7 do Anexo Único da Portaria – TCU
123//2011 e no Anexo II da Decisão Normativa TCU 108/2010, e descriminados no Quadro II.C.I da citada DN;

92
Doges - indicador de resolutividade das demandas da ouvidoria e o indicador de qualidade do Sistema Nacional de Ouvidorias
seguiram sem a metodologia e os índices apurados (V, item 70, TC 041.424/2012-3) e indicador de atendimentos realizados (item
71, idem)
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Ouvidoria Geral do SUS - DOGES 75162

Síntese da Providência Adotada


Indicador de resolutividade – metodologia: fórmula aritmética, IR=(100.∑QCrij(apj+bpi))/(∑apj+bpi)(QCrij+Qcpij) sendo
considerado: IR (%)= índice de resolutividade; QCrij=quantidade de manifestações resolvidas de uma classificação “i” e de uma
prioridade “j”; “Cpij=quantidade de manifestações pendentes de uma classificação “i” e de uma prioridade “j”; apj=peso da
prioridade “j”; bpi= peso da classificação “i”; i = {denuncia (0,3333) solicitação (0,3333), reclamação (0,1111), informação
(0,1111), sugestão (0,0556), elogio (0,0556)}; j = {urgente (0,5217), alta (0,2609), média (0,1304), baixa (0,0870)}

Índice: previsão de apresentação a partir do 2° semestre de 2014.

Indicador de qualidade do Sistema Nacional de Ouvidorias – metodologia: da construção de um indicador composto por meio de
indicadores simples. Cada indicador simples será especificado por meio de uma ficha técnica contendo minimamente:
conceituação, descrição, interpretação, método de cálculo, fonte dos dados, parâmetro e pontuação (de zero a dez).

Índice: três – Estrutura, Processos e Resultado. Que guardam seus conjuntos de descrições de cada ação, seguido do conceito.

Indicador de atendimentos realizados – metodologia: de acesso público, seja por telefone – Disque Saúde 136, pelo Site do
Ministério da Saúde ou por Carta.

Índice: das entradas/solicitações de informação – URA, com informações disponíveis por 24 horas por dia, atendendo 99% das
solicitações; digitando ‘9’ o atendente orientará o cidadão quando este não encontrar a informação no acesso eletrônico, podendo
gerar um protocolo de processo, sendo direcionando ao ente, órgão ou autoridade responsável para a solução da demanda.

Síntese dos Resultados Obtidos


Atualmente o Doges está aplicando o questionário para a construção dos indicadores em 1.090 (um mil e noventa) secretarias de
saúde.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor
A previsão que os indicadores estejam finalizados até o final de 2014, dependendo disso para termos os “índices apurados” após
consolidação do processo destes indicadores.

Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Deliberações do TCU
Deliberações Expedidas pelo TCU
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida
Ofício n°
TC
06 Acórdão 789/2014 1.8.2.2 0099/2014/2014/TCU/SecexSaud
041.424/2012-3
e, de 29/04/2014.
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa 74932
Descrição da Deliberação
1.8.2.2 – unidade jurisdicionada apresentou informações incompletas no que tange às providências adotadas para
atender a deliberações exaradas em acórdãos do TCU a que a unidade jurisdicionada se vincula, ou as justificativas
para o seu não cumprimento, em desacordo ao anexo Único da Portaria – TCU 123/2011 e ao anexo II da DN TCU
108/2010;

Falha na divulgação dos critérios de seleção das propostas de convênios apresentadas à Unidade; utilização de
consultores de organismo internacional na emissão de pareceres de convênios, tendo em vista ser a autoridade
responsável pelo aspecto técnico dos documentos que viabilizam as transferências de recursos relacionados à Ação de
“Ampliação de Gestão Participativa de Controle Social e de Educação em Saúde” – 8705, do Programa de “Gestão da
Política Pública da Saúde” – 0016. (I, item 39, ‘a’ e ‘b’, do TC 041.424/2012-3)
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
93
Departamento de Apoio a Gestão Participativa - DAGEP 89702
Síntese da Providência Adotada
As falhas foram sanadas, houve a contratação de servidores concursados responsáveis pelo monitoramento dos
indicadores físicos e financeiros bem como emissão de pareceres.
Síntese dos Resultados Obtidos
A contratação dos concursados propiciou um melhor monitoramento.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
-

8.1.2 Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício

O Quadro A.8.1.2 abaixo tem por objetivo identificar a situação das deliberações do TCU
que permanecem pendentes de atendimento no exercício. Remete às justificativas para o não
atendimento às deliberações do TCU e possui a mesma estrutura informacional contemplada no
Quadro A.8.1.1 descrito anteriormente, com exceção dos campos Síntese da Providência Adotada e
Síntese dos Resultados Obtidos que são substituídos pelo campo Justificativa para o seu não
Cumprimento, que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da
deliberação expedida pelo Tribunal.

Quadro A.8.1.2 – Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento no exercício

Unidade Jurisdicionada

Denominação Completa Código SIORG


Ministério da Saúde 304

Deliberações do TCU

Deliberações Expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida


Ofício 2133/2014-TCU/SECEX-
07 TC 007.681/2014-3 2403/2014 1.8.1 RE
SP
Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Código SIORG

Secretaria de Gestão Estratégica Participativa 74932

Descrição da Deliberação
Encaminha cópia da denúncia e instrução contra supostas irregularidades cometidas pelo Conselho Municipal de Saúde
de Taiaçu/SP para adoção de providências que forem cabíveis.

Justificativa Apresentada pelo seu não Cumprimento

Setor Responsável pela Implementação Código SIORG

Conselho Nacional de Saúde 306

Justificativa para o seu não Cumprimento:


A deliberação foi encaminhada ao Conselho Nacional de Saúde para acompanhamento da questão junto ao Conselho
Municipal de Saúde. Por não ter finalizado ainda a ação, o Conselho Nacional de Saúde ainda não retornou os
resultados obtidos.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor

94
8.2 Tratamento de Recomendações do Órgão de Controle Interno (OCI)

Objetivo Específico: Conhecer as providências adotadas pelas UJ para dar tratamento às


recomendações feitas pelo órgão de controle interno- OCI a que a unidade jurisdicionada se vincula.

Estrutura de Informação: A informação está estruturada em dois demonstrativos. O primeiro


relacionado com as recomendações do OCI atendidas pela UJ no exercício de referência do relatório
de gestão, independentemente do exercício em que originaram, enquanto o segundo refere-se às
recomendações que permaneceram pendentes de atendimento até o final do exercício de referência
do relatório de gestão, igualmente independentemente do exercício em que originaram.

Abrangência: Órgãos e entidades da Administração Pública Federal, bem como as paraestatais, que
tenham sido objeto, no exercício de referência, de deliberações do OCI.

8.2.1 Recomendações do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício

O Quadro A.8.2.1 abaixo contém as informações sobre as providências adotadas pelos


órgãos e entidades jurisdicionados para atender às recomendações expedidas pelo OCI que as
fiscaliza, estando estruturadas em dois blocos de informação: Unidade Jurisdicionada e
Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares, quais sejam:
Recomendações Expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e
Providências Adotadas, que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para
dar cumprimento à recomendação.

Quadro A.8.2.1 – Relatório de cumprimento das recomendações do órgão de controle interno


Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Recomendações do OCI
Recomendações Expedidas pelo OCI
Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida
Ofício nº 33790-
08 201203769 e 201108814 -
DSSAU/DS/SFC/CGU-PR
Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa 74932

Descrição da Recomendação
Encaminha as Notas Técnicas nº 2712 e 2713 – DSSAU/DS/SFC/CGU-PR sobre o monitoramento dos Planos de
Providências Permanentes da SGEP e do DATASUS, atualizados em função dos trabalhos de Auditoria de
Acompanhamento da Gestão 2014, e solicita esclarecimentos atualizados acerca dos itens pendentes.
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Informática do SUS 2393
Síntese da Providência Adotada
A demanda foi direcionada ao Departamento de Informática do SUS que realizou levantamentos de dados a fim de
oferecer esclarecimentos fáticos e técnicos acerca dos itens pendentes.
Síntese dos Resultados Obtidos
Foi encaminhado à Controladoria-Geral da União documento, atualizado até fevereiro de 2015, com respostas
sistematizadas pertinentes a cada um dos tópicos ainda objeto de monitoramento.

95
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor

8.2.2 Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício

O Quadro A.8.2.2 abaixo remete às justificativas para o não atendimento às recomendações


do OCI e possui a mesma estrutura informacional contemplada no Quadro A.8.2.1 descrito
anteriormente, com exceção dos campos Síntese da Providência Adotada e Síntese dos Resultados
Obtidos que são substituídos pelo campo Justificativa para o seu não Cumprimento, que
compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da recomendação expedida
pelo OCI.

Quadro A.8.2.2 – Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exercício
Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa Código SIORG
Ministério da Saúde 304
Recomendações do OCI
Recomendações Expedidas pelo OCI
Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida
Ofício nº 25366-
09 37054/2012 2.2.1.1
DSSAU/DS/SFC/CGU-PR
Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Código SIORG
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa 74932

Descrição da Recomendação
Solicita informações atualizadas acerca das providências adotadas para o saneamento da questão relativa a não
elaboração do Plano Municipal de Saúde e do Plano Anual de Saúde, bem como a intempestividade na apresentação do
Relatório de Avaliação de Gestão do município de Ilha Solteira/SP.
Providências Adotadas
Setor Responsável pela Implementação Código SIORG
Departamento de Articulação Interfederativa 116421
Justificativa para o seu não Cumprimento
O DAI notificou o gestor municipal de saúde para atendimento da demanda e monitora a questão, porém não houve
ainda atualização no sentido de saneamento da questão.
Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo
Gestor
Os entes federados são autônomos, cabendo ao gestor federal apenas dar diretrizes e orientações, bem como o repasse
de verbas e o monitoramento dos programas e planos pactuados. Não há o que possa ser feito no sentido de intervenção
e determinação ao município de alguma ação, podemos apenas notifica-lo e acompanhar o cumprimento da
determinação exarada pela CGU.

8.3 Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n° 8.730/93

Objetivo Específico: Obter informações quantitativas e qualitativas sobre o acompanhamento, pela


SGEP das obrigações referentes à entrega da declaração de bens e rendas (DBR) por autoridades,
servidores e empregados públicos relacionados no art. 1° da Lei nº 8.730/93.

Quadro A.8.3 – Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da Secretaria de Gestão


Estratégica e Participativa (DF) e Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde (SECNS) –
exercício 2014
Detentores de Cargos Situação em relação às Momento da Ocorrência da Obrigação de

96
e Funções obrigados a exigências da Lei nº 8.730/93 Entregar a DBR
entregar a DBR
Posse ou Início Final do
Final do
do exercício de exercício da
exercício
Função ou Função ou
financeiro
Cargo Cargo
Autoridades Obrigados a entregar a DBR - - -
Entregaram a DBR - - -
(Incisos I a VI do art. - -
Não cumpriram a obrigação -
1º da Lei nº 8.730/93)
Obrigados a entregar a DBR - - -
Cargos Eletivos Entregaram a DBR - - -
Não cumpriram a obrigação - - -
Funções Obrigados a entregar a DBR 25 15 131
Comissionadas Entregaram a DBR 25 15 131
0
(Cargo, Emprego,
Não cumpriram a obrigação 0 0
Função de Confiança
ou em comissão)
Fonte: Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas/SAA/SE-MS
Obs.: Os quantitativos incluem DAS/FCT/FG

8.3.2 Situação do Cumprimento das Obrigações

Os servidores são obrigados a entregar o Formulário de Autorização de Acesso à Declaração


de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física, conforme determina a Lei n.º 8730/93. No
ato de posse, a entrega é requisito essencial para sua efetivação.

As informações das entregas são armazenadas em banco de dados do programa EXCEL.

Os Formulários de Autorização de Acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de


Renda da Pessoa Física são recebidos em papel e arquivados na pasta de assentamentos funcionais
dos servidores.

8.4 Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário

Informamos que nesta Secretaria não houve caso de dano ao erário no ano de 2014.

8.5 Alimentação SIASG e SICONV

Segue abaixo a Declaração de Inserção e Atualização de Dados no SIASG e SICONV,


preenchida com os dados do gestor responsável com atribuição de atualizar os dados nos
respectivos sistemas, traduzindo-se a declaração apresentada como veracidade da situação corrente
dos sistemas especificados.

97
Quadro A.8.5 – Modelo de declaração de inserção e atualização de dados no SIASG e SICONV

98
9. CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO”.

As informações sobre a contratação de consultores (pessoas físicas), na modalidade


“Produto”, no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais serão
demonstradas neste Relatório de Gestão por intermédio de demonstrativo específico contendo
informações sobre os organismos cooperantes, os projetos de cooperação técnica realizados com
tais organismos e os diversos contratos celebrados com consultores, associados a cada projeto, no
Anexo V.

99
10. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Analisando o conjunto das ações desenvolvidas pela SGEP em 2014 observa-se que muito
se avançou, mas ainda existem desafios para atingir as metas previstas no PPA 2012-2015, tais
como: ampliar a participação social; fortalecer a articulação interfederativa e a governança regional;
revisar os instrumentos de planejamento; desenvolver ações que promovam maior equidade no
Sistema; dar maior transparência à gestão pública; melhorar a eficiência dos gastos e garantir
financiamento adequado.
Considerando que o ano de 2015 é o período de elaboração do PPA para o quadriênio 2016-
2019, onde serão definidas as metas para os próximos quatro anos, entendemos que seja oportuno
realizar um amplo processo de discussão e pactuação desses pontos citados. Nesse sentido, a
realização da 15ª Conferência Nacional de Saúde se constituirá num espaço democrático, de
fortalecimento da participação social e de articulação entre gestores, trabalhadores e sociedade civil
para garantir o acesso com qualidade e equidade à saúde.

De acordo,

ANDRÉ LUÍS BONIFÁCIO DE CARVALHO


Secretário de Gestão Estratégica e Participativa

KÁTIA MARIA BARRETO SOUTO


Secretária de Gestão Estratégica e Participativa - Substituta

100
ANEXOS

ANEXO I – Proposta de qualificação dos indicadores para a SGEP

101
Parâmetro /
Unidade
Área da Meta PPA 2012- Fonte de Coleta Classificação
OE ES R Indicador do resultado extraído do e-car Proposta de qualificação da redação do indicador Nota sobre o Indicador Memória de Cálculo de Finalidade Limitações
SGEP 2015 / de Dados do Indicador
medida
Referência
Número de ações de controle interno (auditorias, Aferir o quantitativo de ações de controle
Número de ações de controle interno e
Percentual de ações de controle interno realizadas Meta PPA 2012- fiscalizações e visitas técnicas) realizadas com interno (auditorias, fiscalizações e visitas
DENASUS OE 09 01 01 auditorias com foco nos contratos de ação % SisaudSUS Não há. Execução
com predominância nas marcas de Governo. 2015: 4.000 predominância nas marcas de Governo sobre o total técnicas) realizadas com predominância
pública realizadas. (PNS/PPA)
da meta prevista no PPA 2012-2015 x 100. nas marcas de governo.
Número de profissionais que atuam em áreas
estratégicas em Metodologia de Identificação e
DAGEP OE 02 18 03 Número Excelência
Combate ao Racismo e ao Sexismo Institucional
capacitados. (PPA)
Número de pessoas capacitadas para o Número de pessoas capacitadas para o controle
Proporção de pessoas (conselheiros, lideranças de
controle social e gestão participativa no SUS social e gestão participativa no SUS (conselheiros, Aferir o quantitativo de pessoas
movimentos sociais, ACS, ACE, educadores populares Meta PPA 2012-
DAGEP OE 09 02 01 (conselheiros, lideranças de movimentos lideranças de movimentos sociais, ACS, ACE, % DAGEP/SGEP capacitadas para o controle social e Não há. Execução
e gestores) capacitadas para o controle social e 2015: 50.000
sociais, ACS, ACE, educadores populares e educadores populares e gestores) sobre o total da gestão participativa no SUS.
gestão participativa no SUS.
gestores) capacitadas. (PNS/PPA) meta prevista no PPA 2012-2015 x 100.
Número de encontros nacionais realizadas com a
Aferir o quantitativo de encontros
Proporção de encontros nacionais realizados com população LGBT, Campo e Floresta, População Negra,
Número de encontros nacionais realizados. Meta PPA 2012- nacionais realizados com foco na
DAGEP OE 09 02 03 foco na disseminação das políticas de promoção da População em Situação de Rua, Ciganos e Gestores % DAGEP/SGEP Não há. Execução
(PNS/PPA) 2015: 6 disseminação das políticas de promoção
equidade em saúde do SUS. do SUS sobre o total da meta prevista no PPA 2012-
da equidade em saúde do SUS.
2015 x 100.
Número estimado de participantes mobilizados em Aferir a estimativa de pessoas
Proporção estimada de pessoas mobilizados na Dificuldade de aferir com precisão
Meta PPA 2012- temáticas de Gestão Participativa, Controle Social, mobilizadas em temáticas de Gestão
DAGEP OE 09 02 03 Indicador Número de participantes em eventos. temáticas de Gestão Participativa, Controle Social, % DAGEP/SGEP o quantitativo de pessoas Execução
2015: 80.000 Promoção da Equidade e Educação Popular sobre o Participativa, Controle Social, Promoção
Promoção da Equidade e Educação Popular. mobilizadas.
total da meta prevista no PPA 2012-2015 x 100. da Equidade e Educação Popular.

Número de seminários regionalizados sobre a saúde


da população quilombolas, com participação de Aferir a quantidade de seminários
Proporção de seminários regionalizados sobre a Meta PPA 2012-
DAGEP gestores, profissionais de saúde e lideranças das % DAGEP/SGEP regionalizados sobre a saúde da Não há. Execução
saúde da população quilombolas. 2015: 6
comunidades sobre o total da meta prevista no PPA população quilombolas realizados.
2012-2015 x 100.
Número de Comitês Temáticos de Promoção da Aferir a quantidade de Comitês Temáticos
Proporção de Comitês Temáticos de Promoção da
Meta PNS 2012- Equidade para Populações Vulneráveis implantados de Promoção da Equidade para
DAGEP Equidade para Populações Vulneráveis implantados % DAGEP/SGEP Não há. Execução
2015: 30 nos estados sobre o total da meta prevista no PNS Populações Vulneráveis implantados nos
nos estados
2012-2015 x 100. estados.
Meta PPA 2012- Não afere os processos
Aferir a oficialização dos acordos (COAP)
2015: 80% do desenvolvidos com foco na
Número de regiões de saúde com COAP assinado Contratos entre os entes federados frente à gestão
DAI OE 09 01 01 Nº de COAP assinados (PNS/PPA) Percentual de Regiões de Saúde com o COAP assinado. COAP: Contrato Organizativo de Ação Pública número de % implementação do COAP. Execução
sobre o total das regiões de saúde existentes x 100. assinados compartilhada do SUS, em cada região de
regiões de saúde Não reflete a diversidade operativa
saúde.
que atualmente é dos entes federados.
Número de ouvidorias/ano com implantação O apoio através do fornecimento do
Defini-se a forma de apoio como o fornecimento do
Percentual anual de ouvidorias apoiada com foco na Meta PNS 2012- apoiada através do fornecimento e capacitação do Aferir a quantidade de apoios realizados OuvidorSUS e a capacitação para
sistema OuvidorSUS e a consequente capacitação de % DOGES/SGEP Execução
sua implantação. 2015: 125/ano Sistema OuvidorSUS sobre o total da meta prevista com foco na implantação de ouvidorias. operá-lo não garante a sua
técnicos para operá-lo.
Número de ouvidorias/ano informatizadas e no PNS 2012-2015 x 100. implantação de fato.
DOGES OE 10 04 02
com implantação apoiada. (PNS/PPA) Número de ouvidorias/ano com implantação
Percentual anual de ouvidorias implantadas com o Meta e-Car 2012- apoiada através do fornecimento e capacitação do Aferir a efetetividade dos apoios dados
% DOGES/SGEP Não há. Efetividade
apoio do DOGES 2015: 125/ano Sistema OuvidorSUS sobre o total da meta prevista com foco na implanações de ouvdorias.
no PNS 2012-2015 x 100.
1. Os dados para a realização da pesquisa são
Aferir a quantidade de questionários de
oriundas dos registros das AIH (Autorização de
Percentual de questionários de pesquisa aplicados, Meta PPA 2012- Número de questionários aplicados sobre o total da pesquisa aplicados, com foco na Rede
DOGES OE 10 04 01 Nº de questionários aplicados (PPA) Internação Hospitalar). % DOGES/SGEP Não há. Execução
com foco na Rede Cegonha. 2015: 400.000 meta prevista no PPA 2012-2015 x 100. Cegonha sobre o total da meta prevista no
2. São considerados os formulários efetivamente
PPA 2012-2015 x 100.
aplicados e não todos os contatos realizados.

Utiliza-se os registros oriundos das AIH e APAC Meta PPA 2012- Aferir a quantidade de Cartas SUS
Número de cartas enviadas sobre o total da meta Sistema
DOGES OE 10 04 05 Nº de cartas enviadas (PPA) Percentual anual de Cartas SUS enviadas. (Autorização de Procedimento de Alta 2015: % enviadas sobre o total da meta prevista Não há. Execução
prevista no PPA 2012-2015 x 100. OuvidorSUS
Complexidade). 10.000.000/ano no PPA 2012-2015 x 100.

Meta do e-car:
Entende-se "atendimento humano" o atendimento Sistema de
igual ou inferior Aferir o tempo médio de espera do
Tempo médio de espera do Cidadão pelo atendimento realizado pelo teleatendente, após o usuário acessar Tempo médio de espera do usuário pelo atendimento atendimento do Não mede a qualidade do
DOGES OE 10 04 04 Tempo médio de espera a média de segundo usuário pelo atendimento pessoal no Excelência
humano no Disque Saúde 136. as opções do atendimento eletrônico. É, portanto, pessoal no Disque Saúde 136, medido pelo sistema. Disque Saúde atendimento.
tempo obtida Disque Saúde 136.
usado para diferenciá-lo do atendimento eletrônico. 136.
anteriormente.

102
ANEXO II – Declaração do Contador

103
ANEXO III – Atividades desenvolvidas pelas Unidades Desconcentradas do Sistema Nacional
de Auditoria

Principais Atividades das Unidades Desconcentradas 2014

SEAUD/DIAUD Atividade/Finalidade Resultado

Auditoria realizada no Distrito


Sanitário Especial Indígena- Devolução de recursos por parte da empresa prestadora do
DSEI Cuiabá/MT-Verificar a serviço no valor de R$ 526.900,86 quanto ao:
execução dos Contratos nº 14, − Descumprimento das recomendações contidas na Nota de
21, 23, 24 e 29/2013 de Auditoria nº 01/2013 da CGU, em 19/04/2013;
prestação de veículos com − Irregularidades no Contrato nº 95/2009 e Recolhimento do
motoristas e o 95/2009 de INSS inferior a 11%.
contratação de motoristas.
SEAUD/AC
−Equipe reduzida de profissionais para atender as demandas no
Centro de Atenção Psicossocial-CAPS; Uso de drogas e álcool
na parte externa do CAPS; Falta de segurança que ameaçam a
Auditoria realizada no Centro
integridade física e moral dos profissionais que trabalham no
de Atenção Psicossocial AD-
CAPS; Furto de materiais e equipamentos do Centro de
Município Rio Branco.
Atenção Psicossocial-CAPS; Abertura de Procedimento
Administrativo nº 1.10.000.000.391/2013-93 por parte do
Ministério Público Federal no Acre.
As Visitas Técnicas em Oncologia a AGU formalizou processo
na Justiça Federal cobrando melhoria no atendimento
Visita Técnica
oncológico na Cidade de Maceió mais precisamente na Santa
casa de Misericórdia de Maceió.
SEAUD/AL
As ações sobre a Atenção Básica atendeu a solicitação do
Ministério Público Estadual que formalizou visita à Secretaria
Auditorias - Atenção Básica
Municipal de Saúde de Maceió exigindo uma melhoria na
assistência básica dos Alagoanos.
Os profissionais médicos citados na denúncia não prestaram
Auditoria - Apurar denúncia de
serviços no município de Japurá no período auditado. As
indícios de irregularidades na
inconformidades constatadas apontam necessidade de
Estratégia de Saúde da Família
devolução ao Fundo Nacional de Saúde no valor de R$
e outros
691.200,00.
Foi possível perceber alguns aspectos importantes como: as
consequências da precarização dos trabalhadores na unidade de
SEAUD/AM saúde que vem interferindo na possibilidade de instalação de
Auditoria - Realizar auditoria
comissões; na identificação do nome e número dos
nas Maternidade Cidade Nova
profissionais; no acompanhamento de capacitações o
D. Nazira Daou e Alvorada na
atendimento de gestantes de risco habitual, necessita que o
Gestão Estadual da Rede
acolhimento, assistência às gestantes e puérperas, bem como ao
Cegonha
recém-nascido, seja melhorado com o cumprimento da
legislação da Rede Cegonha. Descontinuidade dos repasses
financeiros da Gestão para as Unidades.
Ao participar como palestrante houve troca de
conhecimento/experiência em temas relacionados à auditoria
Cooperação Técnica n.º 1328
no SUS representando o DENASUS. Esta atividade
SEAUD/AP Palestra no Ministério Público
proporcionou subsídios para a execução do projeto "O
Estadual.
Ministério Público na Defesa do Acesso e da Qualidade da
Atenção Básica".
Apresentação de trabalhos realizados pela equipe do SEAUD-
BA:
I Seminário Estadual de
1-Processo de Trabalho da Auditoria;
SEAUD/BA Auditoria do SUS
2-Cooperação Técnica na Visão dos 3 Componentes;
3- Apresentação do Programa Farmácia Popular do Brasil
Combate à Corrupção- Evento Participação no evento interagindo com o público para

104
do Ministério Público Federal- esclarecimentos sobre a missão do DENASUS.
MPF
Conhecimento dos resultados do 2º Ciclo de Aval. Externa do
Sessão Ampliada do Fórum do
PMAQ-AB e estratégias de monitoramento das correções, bem
Ministério Público
como proposição de sugestões para o processo de avaliação.
1) Saúde da Mulher: Realizadas
cinco atividades de controle O conhecimento da dimensão da ação para gestantes e crianças;
(Auditoria e Visita Técnica) nas unidades auditadas com estruturas e equipamentos
maternidades publicas da compatíveis com o preconizado para a Rede Cegonha
capital (gestão Federal, apresentando deficiências na organização de processos de
Estadual e Municipal - Capital) trabalho, para garantia das pactuações relacionadas ao acesso
que aderiram à Rede Cegonha, com qualidade e melhoria dos indicadores. Recomendações
para verificação das ações editadas para os respectivos gestores.
pactuadas
SEAUD/CE Resultados: A importância do TAS para o fortalecimento
do SUS e das relações interfederaivas no combate ao mau uso
dos recursos, visando a eficiência dos gastos públicos na
Termo de Ajuste Sanitário -
efetivação do processos de devolução dos recursos utilizados
TAS - 14 auditorias realizadas
fora do objeto da ação; os 14 TAS dos municípios, pactuados
para verificar as pactuações de
por meio de Planos de Trabalho, acompanhados e verificados
devolução de recursos ao Fundo
pelo SEAUD em 2014, apresentaram deficiências na sua
Municipal de Saúde.
execução no que se refere ao cumprimento de prazos e á
conclusão de licitações, atribuindo-se o fato à mudança de
gestores municipais, entre outros fatores.

Auditar a empresa Drogaria Recomendações ao Auditado e Proposição de Devolução de


Central LTDA ME recursos ao Fundo Nacional de Saúde.
SEAUD/ES
Acentuada deficiência na implantação do rede cegonha no
Verificar o atendimento à
município com emissão de recomendações ao auditado pela
gestante.
equipe de auditoria .
16 auditorias realizadas para
Na avaliação do Programa Farmácia Popular do Brasil foram
verificar a aplicação de recursos
encontradas situações que contrariam a PT/MS nº 971 de
federais repassados pelo
15/05/2012, cujo valor total proposto para devolução foi de
Sistema Único de Saúde-SUS
R$2.754.961,38 (Dois milhões, setecentos e cinquenta e quatro
ao Programa Farmácia Popular
SEAUD/GO mil, novecentos e sessenta e um reais e trinta e oito centavos) e
do Brasil no valor total de
no Controle, Avaliação e Auditoria foi detectado a não
R$3.953.179,65 (Três milhões,
utilização de recursos repassados no valor de R$331.832,89
novecentos e cinquenta e três
(Trezentos e trinta e um mil, oitocentos e trinta e dois reais e
mil, cento e setenta e nove reais
oitenta e nove centavos).
e sessenta e cinco centavos)
Auditoria no Programa de Atenção Básica, realizada na
Secretaria Municipal de Timbiras, em que foram verificadas
Auditoria - Atenção Básica
não conformidades gerando ressarcimento no valor de R$
4.324.109,40
Auditoria na cidade de Alto Alegre do Pindaré, para avaliar a
aplicação dos recursos do piso de Atenção Básica - PAB Fixo e
Auditoria - Atenção Básica Variável (Estratégia Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes
SEAUD/MA
Comunitários de Saúde) e a Assistência Farmacêutica Básica.
A ação teve o ressarcimento de R$ 2.828.170,81.
Cooperação Técnica de treinamento em serviço no SISAUD-
SUS, Sistema de Auditoria do DENASUS/MS para
Cooperação Técnica componentes do SNA municipal em 14 municípios de Geral
Plena ou de Governabilidade dos Prestadores -
FORTALECIMENTO DO SNA
Auditoria (Tratamento em Atividade programada de forma integrada com o Componente
Oncologia) de Treinamento em Municipal do SNA de Minas Gerais com a participação de 3
SEAUD/MG
serviço para atender solicitação servidores do SEAUD/MG, 3 servidores médicos do
da SES/MG Componente Municipal do SNA.

105
Cooperação Técnica - Treinamento e Implantação do SISAUD/SUS para os
Treinamento e Implantação do municípios de Lagoa Santa, Vespasiano, Três Marias e
SISAUD/SUS. Janaúba.
Auditoria (Tratamento em Atividade programada de forma integrada com o Componente
Oncologia) de Treinamento em Estadual do SNA de Mato Grosso do Sul com a participação
serviço para atender solicitação de 2 servidores do SEAUD/MS, 2 do SEAUD/RS e 3 do
da SES/MS. Componente Estadual do SNA.
SEAUD/MS
Treinamento e Implantação do SISAUD/SUS para os
Cooperação Técnica -
municípios de Costa Rica, Chapadão do Sul, Campo Grande
Treinamento e Implantação do
(SESAU e SES), Nova Andradina, São Gabriel do Oeste,
SISAUD/SUS.
Paranaíba, Ji-Paraná (SES) e São Paulo (SES).
Foram realizadas 09 auditorias na Atenção Básica para a Saúde
Indígena por solicitação do TCU e Ministério Público Federal
no total de valor auditado de R$ 3.749.600,00, resultando em
Auditoria na Atenção Básica
valores a serem ressarcidos de R$ 774.284,34. Ficaram
para a Saúde Indígena
evidenciadas nessas auditorias a falta do profissional médico,
depois equacionada pelo Programa Mais Médicos, a falta de
medicamentos e estrutura física das unidades.
SEAUD/MT
Verificou-se nessas auditorias que embora na grande maioria
estejam localizadas em locais adequados, carecem de espaço
físico adequado, viaturas com equipamentos necessários,
Auditoria no SAMU uniformes e treinamento. Evidenciou-se ainda a falta de repasse
de recursos financeiros por parte do Fundo Estadual de Saúde,
o que vêm prejudicando as ações no sentido de atendimento
adequado aos usuários.
Integrando grupo de trabalho
para elaboração das atribuições Delimitação do campo de atuação dos supervisores técnicos
dos Supervisores do DENASUS nos processos de trabalho do DENASUS.
SEAUD/PA dos estados
Participação na elaboração de
proposta do curso básico na Impressão do manual do curso
área de recursos do SUS
Auditoria realizada no Instituto
Pagamento indevido por internação hospitalar inexistente, no
de Psiquiatria da Paraíba Ltda. -
período de dezembro de 2008 a abril de 2013, resultando a
Apurar indícios de
devolução de recursos financeiros no montante de R$
irregularidades no recebimento
726.448,92.
de AIH.
Hospital Napoleão Laureano - Pacientes com câncer de mama
e próstata só receberam o primeiro tratamento depois de 60
dias da confirmação diagnóstica. Hospital. São Vicente de
Paulo - a assistência integral em cuidados paliativos de seus
doentes com prognóstico reservado, acometidos por neoplasias
malignas em estágio irreversível; Rotina de Funcionamento
escrita do Serviço de Oncologia Cirúrgica e ao prontuário
único, com todas as informações necessárias ao seu conteúdo.
Fundação Assistencial da Paraíba - No período auditado, a
SEAUD/PB Auditoria realizada no Hospital
média do intervalo de tempo entre a confirmação do
Napoleão Laureano, Hospital
diagnóstico do câncer de mama, de próstata, da tireoide e do
São Vicente de Paulo e na
colo do útero e o inicio do tratamento estava bem acima dos 60
Fundação Assistencial da
dias estabelecidos em Lei; a fila de espera dos pacientes para o
Paraíba - Avaliar o tratamento
tratamento no Serviço de Radioterapia impossibilita a
oncológico.
continuidade e a integralidade da atenção oncológica necessária
para a remissão da enfermidade; alguns serviços de diagnose
obrigatórios para as Unidades de Assistência em Alta
Complexidade Oncológica, ou não existem no próprio
ambiente hospitalar ou existem fora do ambiente hospitalar
sem a devida regulação do fluxo para os usuários do SUS; não
oferece assistência integral em cuidados paliativos aos
pacientes portadores de neoplasias malignas em estágio
irreversível.
106
Auditoria realizada nas
Devolução de recursos financeiros no montante de R$
Secretarias Municipais de
913.491,59 em decorrência de falta de apresentação de
SEAUD/PE Saúde de Alagoa Grande Areia
documentos de despesas e utilização indevida de recursos
e Queimadas – Avaliar as ações
financeiros.
da Atenção Básica
Capacitação sobre o
financiamento, execução
orçamentária e financeira,
controle social e institucional
do Sistema Único de Saúde para
os técnicos do SNA Estadual e
Federal, além de Técnicos que O evento atingiu seus objetivos, ao tempo em que destacamos a
executam os recursos importância da realização e promoção de ações dessa
financeiros vinculados às ações natureza para o fortalecimento do SNA e melhoria da
inerentes às Redes Temáticas qualificação dos profissionais que atuam no Sistema Nacional
(rede cegonha, de Auditoria do SUS.
urgência/emergência,
psicossocial e outras), da
Secretaria de Estado da Saúde.
O evento foi promovido pela
Secretaria Estadual de Saúde do
Acre.
Constatou-se que a demanda espontânea da clientela atendida
na Instituição, está estrangulada
por: 1) Superlotação de pacientes em todos os setores do
Auditoria no Hospital de
Hospital, principalmente nas áreas de
Urgência de Teresina Professor
Urgência/Emergência; 2) Elevada taxa de mortalidade na
Zenon Rocha/HUT/Teresina/PI,
instituição, com destaque das ocorridas na Sala Amarela da
CNPJ nº 17.577.205/0008-03. A
unidade de Urgência/Emergência e de pacientes críticos
referida auditoria teve por
internados na Sala de Recuperação
objetivo atender demanda
Pós-Anestésica; 3) Falta de recursos humanos em número
interna do Ministério da Saúde,
suficiente e tecnicamente capacitados para atender, de
através de solicitação específica
forma segura e dentro dos padrões éticos e legais à alta
de ação oriunda da Secretaria de
SEAUD/PI demanda de pacientes; 4) Internação e manutenção de
Atenção à Saúde/SAS/MS,
pacientes em quadro crítico, que demandam cuidados
especificamente do
intensivos e assistência ventilatória mecânica contínua, na área
Departamento de Atenção
amarela da Emergência, sem o devido
Hospitalar e de
monitoramento e acompanhamento por equipe multidisciplinar
Urgência/DAHU daquela
prevista nas normas do Ministério da
Secretaria. O HUT é o único
Saúde; 5) Segurança, efetividade e humanização do
hospital terciário de urgência
atendimento prestado aos pacientes comprometidas
que atende Teresina, todo o
pela superlotação em todas as unidades; 6) Inobservância dos
Estado do Piauí, parte do
preceitos éticos do exercício profissional por parte da equipe
Maranhão (região leste), parte
técnica que atua
do Pará e do Ceará, totalizando
no setor de Urgência/Emergência da entidade, decorrentes da
em torno de 4.000.000 (quatro
superlotação de pacientes; 7) Atuação da Comissão de Controle
milhões de habitantes). As
de Infecção Hospitalar em desacordo com a normatização
principais demandas por
vigente no Ministério da Saúde; 8) Há falta de manutenção, de
atendimento são: agravos de
conservação e de suprimento de materiais médico-hospitalares
natureza clínica,
imprescindíveis às exigências técnicas do atendimento
cardiovasculares,
proposto. O quadro presenciado pela equipe agrava-se diante
traumatológicas, neurocirúrgico
da desorganização e omissão de atuação do SISAUD/SUS
e vascular. O acesso da
Relatório Gestor Estadual por:
população se dá por demanda
1) Inoperância e inexistência da Central de Regulação de
espontânea, SAMU 192,
Leitos, abrangendo internações e altas
transferências de Unidades
na UTI e leitos de retaguarda para pacientes já estabilizados na
Básicas além de outros Prontos
Urgência; 2) Inexistência de rede organizada de atenção à
Socorros da capital e pacientes
saúde no Estado, visando desafogar a demanda por
oriundos de outros serviços do
atendimento de pacientes que são enviados para o Hospital; 3)
estado e de estados vizinhos.
Vigência de prática em recusar internação/transferência de
pacientes, por outros hospitais da Capital, sem que tenham
passado por atendimento prévio no setor de
107
Urgência/Emergência do Hospital de Urgência de Teresina
Professor Zenon Rocha, mesmo que seu quadro clínico, do
ponto de vista técnico, já não se caracterize como urgência.
Auditoria realizada no Hospital
Federal de Bonsucesso, com
sede na cidade do Rio de
Janeiro, para atender demanda
interna do Ministério da Saúde,
tendo como demandante o
Ministro da Saúde. A referida Devolução ao Fundo Nacional de Saúde do montante de R$
ação teve como finalidade 9.173.651,97, com acréscimos legais, pela prática sobre preço
complementar a auditoria do na execução de serviços e compra de insumos, bem como pelo
DESASUS nº 13051, com foco pagamento de serviços não executados.
no cumprimento das
recomendações registradas no
anexo V do Relatório Especial
nº 001900.010.2250/2011-45 da
Controladoria Geral da União-
CGU.
Realização de capacitação de 19
profissionais das Regionais de
Realização das atividades de forma integrada entre as 12
Saúde da SESA/PR e das
equipes responsáveis pelas auditorias nos 22 Unacon/Cacon do
Secretarias Municipais de
Estado do Paraná; padronização dos processos de trabalho;
Saúde, nas ferramentas
alimentação dos bancos de dados de forma descentralizada e
FORMSUS e ACCESS, em
acompanhamento do andamento dos trabalhos em tempo real
06/11/2014, para avaliação da
pelo grupo condutor ( SEAUD/PR e SESA/PR).
Tempestividade da Assistência
Oncológica.
SEAUD/PR Participação nas atividades
promovidas pelo Ministério
Público do Estado do Paraná
junto aos Conselheiros e Participação ativa junto com o Ministério Público no processo
Diretoria da Sociedade de avaliação dos problemas estruturais do Hospital Evangélico,
Evangélica Beneficente, para importante prestador de serviços ao SUS, que resultou na sua
posicionamento e intervenção.
encaminhamentos referentes ao
Hospital Universitário
Evangélico de Curitiba.
Resultados:I) Participação de cinco servidores da DIAUD/RJ
(que atuaram nas auditorias da Rede Cegonha) no workshop
sobre Mortalidade Materna, promovido pelo GT
Saúde/PFDC/MPF com o apoio técnico da Fiocruz e área
Técnica de Saúde da Mulher/DAPES/SAS/MS. Ao não
atingirmos as metas do milênio no que diz respeito a redução
Auditoria - Saúde da Mulher: da mortalidade materna, o governo federal elegeu como
Foram realizadas nove prioridade executar ações que promovam a redução da
atividades de controle em mortalidade materna nos diversos órgãos, incluindo MPF.
secretarias de saúde, Nesse evento foram identificados os principais pontos a serem
maternidades próprias ou avaliados para a melhoria dos serviços de saúde voltados às
DIAUD/RJ
conveniadas ao SUS que gestantes, promovendo discussões sobre as experiências
aderiram à Rede Cegonha. positivas e identificando eventuais ações passíveis de serem
Elaboração de Relatório adotadas pelo Ministério Público, que elegeu como foco
Consolidado da ação da Rede principal a formação do Fórum Perinatal e a regulação. II)
Cegonha do Rio de Janeiro. Participação No GT CRIADO pelo MPF com participação do
MPE, DGH/SAS/MS; SAS/SES/RJ, SMS/RJ (capital) e
DIAUD/RJ, para criação do Fórum Perinatal do Rio de Janeiro
com foco na regulação tanto de leitos, quanto de pré-natal, no
que tange ao risco habitual e referência para alto risco. Já
aconteceram duas reuniões neste final de ano e estão previstas
mais duas para o próximo ano até a formação do Fórum.

108
Auditoria - Saúde não tem
preço - A DIAUD/RJ realizou
A DIAUD/RJ pode capacitar grande parte dos seus técnicos,
10 auditorias Programa
incluindo os de nível intermediário com a nova ferramenta,
Farmácia Popular do Brasil
podendo planejar e programar mais auditorias de FPB para o
(FPB), a saber: auditoria nº
ano de 2015, contribuindo assim para a eliminação do passivo
14433, 14451, 14458, 14704,
da DIAUD/SP.
14705, 14706, 14792, 14893,
14996 e 14997.
Foram realizadas 03 auditorias integradas, programadas no
SISAUD/SUS do órgão SEA/SESAP/RN de nº 36, 37, e 38,
Componente Estadual do SNA no RN, com o objetivo de
Cooperação Técnica na execução destas atividades desde a fase
analítica até a elaboração do Relatório Consolidado Final.
Auditorias Integradas
SEAUD/RN Além da troca de experiência e do ensino-aprendizagem em
SEA/SESAP/RN 36, 37 e 38
serviço realizado junto aos auditores do SNA Estadual, houve a
proposição de devolução ao Fundo Municipal de Saúde de
Alexandria de R$ 275.204,00, e ao Fundo Estadual de Saúde
do RN de R$ 307.997,00, devido à irregularidades na cobrança
de procedimentos de Facoemulsificação (Catarata).
Dispensação de medicamentos para pessoas falecidas; Não
comprovação das aquisições (não apresentação das notas
Auditorias no Programa Saúde
fiscais); Devolução de recursos na ordem de R$ 148.733,28 -
não tem preço/Farmácia
Auditoria 14.488; R$ 3.873,78 - Auditoria 14.474; R$ 303,68
Popular
- Auditoria 14.627; R$ 15.980,61 - Auditoria 14.725; R$
SEAUD/RO 188.343,00 - Auditoria 14.727.
Inexistência de estrutura física para equipe do PSF; Não
Auditoria em PSF cumprimento de carga horária dos profissionais médicos e
enfermeiros. Devolução no valor R$ 221.030,00
Auditoria 13366/ Apurar Realizado Auditoria atendendo a denúncia de um senador
SEAUD/RR possível irreg na Construção de possíveis irregularidade em obra. Resultado: Proposição de
UBS de S.J. da Baliza Devolução, no valor de R$ 132.701,88.
Auditoria nº 14336 em
A situação de desassistência vigente e instalada no Estado
Teresina/PI para verificar os
exige medidas imediatas e efetivas, por parte dos três níveis de
serviços de Urgência e
gestão da saúde, visando coibir o quadro de caos instalado. É
Emergência nos hospitais
inadmissível, do ponto de vista técnico, a alta taxa de
PROFESSOR ZENON
mortalidade como relatado numa instituição que foi criada e
ROCHA, DIRCEU
destina-se a cuidar e recuperar vidas, direito garantido a todo
ARCOVERDE e HOSPITAL
cidadão brasileiro na Constituição Federal de 1988.
GETULIO VARGAS.
Foram realizadas despesas com a contratação de profissionais
SEAUD/RS
Auditoria nº 14844 em Santo odontólogos sem observação às normas estabelecidas
Ângelo/RS para verificar para licitações e contratos no serviço público, tendo o Fundo
irregularidades nas emissões de Municipal de Saúde efetuado pagamentos a dezoito
faturas relativas aos serviços profissionais odontólogos no exercício de 2012, a partir da
odontológicos prestados pelas identificação dos mesmos no Cadastro Nacional de
equipes de Saúde Bucal, Estabelecimentos de Saúde (CNES), que totalizam a
custeadas pelo SUS no proposição de devolução ao Fundo Nacional de Saúde no valor
município de Santo Ângelo/RS total de R$ 431.189,61 (quatrocentos e trinta e um mil, cento e
oitenta e nove reais e sessenta e um centavos).
Atividade: Auditoria no Resultado: A denúncia foi procedente, ocorrendo cobrança de
Hospital São José de procedimentos com recursos federais, no atendimento aos
Urubici/Finalidade: Realizar usuários do Sistema Único de Saúde, no valor de R$
atividade de controle no 108.204,61 (cento e oito mil, duzentos e quatro reais e sessenta
Hospital São Jose, no município e um centavos) cuja recomendação ao Diretor do Hospital foi
SEAUD/SC de Urubici, a fim de apurar para devolução do referido montante ao Fundo Estadual de
denúncias/irregularidades Saúde. Além disso, concluiu-se que a Direção do Hospital,
referentes a cobranças indevidas corpo clínico e funcionários desconheciam as normas
de AIH e procedimentos referentes ao Sistema de Informação Hospitalar e
ambulatoriais no Sistema Único Ambulatorial, bem como os contratos firmados com a
de Saúde. Secretaria Estadual de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde

109
não estavam sendo cumpridos na sua integralidade.
Atividade: Cooperação
Técnica/Finalidade: Realizar
visitas técnicas nos municípios
do estado de Santa Catarina que
receberam o kit auditoria e que Resultado: As visitas técnicas realizadas possibilitaram realizar
informaram no SISPACTO que um diagnóstico por amostragem no Estado de Santa Catarina
tem o Serviço de Auditoria referente á estruturação dos componentes municipais de
implantado em seu município auditoria. Foram realizadas 32 (trinta e duas) visitas técnicas.
num total de 48 (quarenta e Destas visitas, 01 (um) município tem o componente
oito) municípios. Visa obter devidamente estruturado e utiliza o SISAUD/SUS; 09 (nove)
informações relativas à municípios tem o serviço estruturado e manifestaram interesse
implantação e ou estruturação em implantar o SISAUD; 11 (onze) não tem o componente
do SNA; levantar as estruturado; 11 (onze) tem o serviço estruturado, mas não
necessidades e dificuldades para manifestaram interesse no SISAUD.
a implantação e ou
implementação do componente
e de operacionalização do
SISAUD/SUS.
Auditorias realizadas em 10 municípios sergipanos,
considerados prioritários pelo SEAUD, onde foram avaliadas a
Gestão e as ações de saúde na Atenção Básica, especificamente
a Estratégia de Saúde da Família (ESF), Saúde Bucal,
Assistência Farmacêutica Básica, Vigilância em Saúde, bem
como a aplicação dos recursos relativos aos Blocos de
Financiamento. Verificou-se maior acesso da população ao
atendimento médico nos municípios cadastrados nos
Programas Mais Médicos e PROVAB (Programa de
Valorização do Profissional da Atenção Básica), embora ainda
Avaliar as Ações Estratégicas existindo demanda reprimida em alguns municípios. Foram
de Saúde na Atenção Básica constatadas irregularidades e foram feitas recomendações para
adequação da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde,
dispensação regular dos medicamentos básicos e essenciais,
disponibilização de equipamentos e materiais para os
profissionais, investigação dos óbitos e redução da taxa de
SEAUD/SE
mortalidade infantil, redução do Índice de Infestação Predial –
IIP pelo mosquito Aedes Aegypti, utilização correta dos
Recursos Federais dentro dos Blocos (Atenção Básica,
Assistência Farmacêutica e Vigilância em Saúde) com
contrapartida dos municípios, alimentação e atualização regular
dos Sistemas de Informações do SUS.
Auditorias realizadas em 11 municípios sergipanos,
considerados prioritários pelo SEAUD/SE, com a finalidade de
verificar o cumprimento do art.º 4º da Lei nº 8.142/90, quanto à
elaboração do Plano Municipal de Saúde, Relatório de Gestão,
Verificar o Cumprimento do
Plano de Carreira Cargos e Salários (PCCS), criação do Fundo
Art. 4º da Lei nº 8.142 de
Municipal de Saúde, a contrapartida de recursos financeiros
28/12/90
para a saúde e a atuação do Conselho Municipal de Saúde.
Foram constatadas irregularidades e foram feitas
recomendações para o fortalecimento dos Conselhos
Municipais de Saúde a da Gestão do SUS nos municípios.
Foram 08 atividades já realizadas com a SES/DRS/SP para
treinamento, cadastro implantação do SISAUD nos municípios
Cooperação Técnica - Apoio à designados pelas Regionais encerradas. 01 atividade
DIAUD/SP implementação do componente envolvendo a DRS de Ribeirão Preto em andamento, e os
do SNA seguintes municípios: Ribeirão Preto, Altinópolis, Batatais,
Cajuru, Jardinópolis, Jaboticabal, monte Alto, S. Simão,
Sertãozinho

110
Foram realizadas 47 auditorias, em diversas cidades, resultando
Auditoria - Farmácia Popular em:
do Brasil Valor auditado R$ 3.862.238,32
Valor Devolução R$ 1.897.248,31
A atividade de Cooperação Técnica, realizada através de
oficina, objetivou: a) sensibilizar os Gestores dos Municípios
de referência das 8 (oito) Regiões de Saúde do Estado quanto à
Cooperação Técnica - I Oficina
importância e necessidade da implantação e estruturação dos
de Estruturação dos
Componentes Municipais de Auditoria;
Componentes do SNA nas
b) Orientar os participantes acerca dos procedimentos para
Regiões de Saúde e do COAP
estruturação do Componente Municipal de Auditoria;
no Estado de Tocantins.
c) Apresentar o Sistema de Auditoria do SUS – SISAUD/SUS;
d) Discutir a forma de pactuação e instrumentalização das
ações de auditoria no COAP.
A atividade de Auditoria constatou falhas substanciais no
planejamento das aquisições de medicamentos, materiais e
SEAUD/TO
insumos que visavam o abastecimento dos 19 (dezenove)
Auditoria - Atividade nº 14954 Hospitais Estaduais o que ocasionou danos ao erário com
- Auditar a Secretaria de Estado medicamentos vencidos e inservíveis. Restou constatada a
da Saúde de Tocantins quanto à falha nos controles do Estoque Regulador bem como dos
aplicação dos recursos Federais estoques das farmácias descentralizadas dos Hospitais
e Estaduais, em atendimento à Estaduais. Também foram identificados pagamentos de
solicitação do Senado Federal, plantões extras, a diversas categorias profissionais, sem que
Ministério Público Federal e estes tivessem cumprido sua carga horária ordinária. Ainda na
Estadual e Defensoria Pública. fase de verificação in loco foi possível evitar um dano ao erário
de R$ 596.973,24 (quinhentos e noventa e seis mil novecentos
e setenta e três reais e vinte e quatro centavos) com o
pagamento indevido de plantões extras.

111
ANEXO IV – Comissões de Assessoria ao Plenário do CNS

As comissões do Conselho Nacional de Saúde – CNS – estão constituídas pela Lei nº


8.080/90, com a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. Com o
objetivo de assessorar o pleno do CNS, fornecem subsídios de discussão para deliberar sobre a
formulação da estratégia e controle da execução de políticas públicas de saúde.:

Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP): aprovar, por meio do Pleno do CNS,
proposta de realização de eventos, representação em Congressos/Seminários, alteração de
resoluções, aprovação de recomendações/moções, criação de grupos de trabalho, indicação de
coordenações e coordenações adjuntas, processo eleitoral, substituição de membros do pleno, dentre
outros; emitir Notas Técnicas acerca dos projetos de pesquisa; autorizar abertura/fechamento de
CEPs. (Obs.: Resoluções CNS/CONEP nºs 196/96, 240/97, 340/04, 346/05, 347/05, 370/07, 404/08,
421/09, 441/11 e 446/11).

Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH): tratar de todas as questões que envolvem
a Política de Recursos Humanos, quando solicitadas pelo CNS; elaborar as Notas Técnicas sobre
abertura, reconhecimento e renovação dos cursos de Medicina, Odontologia e Psicologia; tratar dos
processos da CIRH, apenas com a Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Saúde, podendo
receber qualquer autoridade para tratar destes. (Obs.: Resoluções CNS/CIRH n.ºs 225/97, 332/03,
350/05, 388/07, 429/09, 430/09, 431/09, 435/10 e 450/11).

Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição – CIAN: A Comissão Intersetorial de


Alimentação e Nutrição – CIAN é uma das comissões do Conselho Nacional de Saúde previstas
na Lei nº 8.080/90, e tem como objetivo integrar a Política de Alimentação e Nutrição em
observância aos princípios do Sistema Único de Saúde – SUS, à Política Nacional de Saúde.

A finalidade precípua da comissão é controlar e avaliar a operacionalização das diretrizes e


prioridades da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, bem como contribuir para a promoção
de mecanismos para a consolidação do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional -
SISVAN, além de acompanhar a implementação e controle do Programa Bolsa-Família no país. Foi
instituída pela Resolução nº 011, de 31 de outubro de 1991 e reestruturada pela Resolução nº 373,
de 14 de Junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Ciência e Tecnologia – CICT: A Comissão Intersetorial de Ciência e


Tecnologia – CICT é uma das comissões do Conselho Nacional de Saúde previstas na Lei nº
8.080 e tem como finalidade articular o Sistema Único de Saúde, com as instituições responsáveis
pela formação dos cientistas e pela produção do conhecimento científico, as agências
governamentais responsáveis pelo financiamento da pesquisa, o setor produtivo de tecnologias e
insumos para a saúde, e, os representantes da sociedade civil, para a formulação das diretrizes e
princípios da política nacional de ciência e tecnologia em saúde, visando a definição de prioridades
e estabelecimento de mecanismos de avaliação e controle social a serem propostos ao Plenário do
Conselho Nacional de Saúde, órgão responsável pela formulação da política nacional de saúde e
pelo controle social no SUS. Foi instituída pela Resolução n.º 011, de 31 de outubro de 1991 e
reestruturada pela Resolução n.º 386, de 14 de Junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Comunicação e Informação em Saúde – CICIS: A CICIS, criada


pela resolução 277 de 07/05/1998 e reativada pela resolução 349 de 05 de maio de 2005, tem por
objetivo assessorar o Conselho Nacional de Saúde em temas que buscam a democratização da
comunicação e informação, em todos os aspectos, bem como a interlocução permanente entre os
conselhos municipais e estaduais de saúde para o fortalecimento do controle social e do SUS.
112
Dentre as atribuições da CICIS destaca-se: a busca pelo aperfeiçoamento da capacidade de
comunicação e informação, coordenação, gestão e operacionalização de políticas e ações públicas
dirigidas à qualidade de saúde e vida da população, mediante a compatibilização das bases de dados
de comunicação e de informação sobre os fatores condicionantes e determinantes da saúde e a
garantia do acesso dos conselhos de saúde às informações necessárias à sua atuação.
Uma das estratégias utilizadas para o fortalecimento tem sido as oficinas e seminários regionais e
nacionais ouvindo e orientando os conselhos de saúde na formação de CICIS para que seja formada
uma rede de comunicação e informação em saúde através da formação dos conselheiros pelo PID-
Programa de Inclusão Digital do CNS.

Manter fóruns entre os conselhos, com base no planejamento do Conselho e nas propostas da 12ª e
13ª Conferências de Saúde sobre o tema em questão; avaliar e discutir as propostas da equipe de
comunicação da secretaria executiva do CNS; desenvolver trabalho articulado com DATASUS e
ASCOM/MS, conforme plano de trabalho 2008/2009 aprovado pelo pleno do CNS.

Comissão Intersetorial de Eliminação Da Hanseníase – CIEH: No Conselho Nacional de Saúde


a hanseníase foi à primeira doença a ter uma comissão específica. É uma endemia de relevância
para a saúde pública e apresenta, de acordo com seu perfil epidemiológico, a necessidade de
articulação das ações de promoção e prevenção de incapacidades. Dados estatísticos da doença a
colocam em primeiro lugar em coeficiente de prevalência.

No ano de 1998, em sua 73ª Reunião Ordinária, o Plenário do Conselho Nacional de Saúde,
preocupado com a situação assistencial e asilar, diversa e desconhecida no país, dos antigos
hospitais colônias de hanseníase e com as pessoas residentes nos antigos hospitais colônias, frutos
de uma política de isolamento compulsório que persistiu erradamente durante muitos anos, aprovou
a Resolução n.º 270 de 05 de fevereiro de 1998. A referida Resolução foi editada com o intuito de
compor uma comissão para executar um diagnóstico dos antigos hospitais colônia de hanseníase e
propor uma solução permanente para o financiamento destas unidades.

Em 24 de outubro de 1989 foi editada a Lei nº 7.853, regulamentada em dezembro de 1999


pelo Decreto nº 3.298, que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora
de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências.

O Conselho Nacional de Saúde, na 24ª Reunião Extraordinária, , realizada nos dias 24 e 25 de abril
de 2003 aprovou a criação da Comissão Intersetorial de Eliminação da Hanseníase com o objetivo
de assessorar o Plenário do CNS na articulação e na formulação da política. A CIEH – Comissão
Intersetorial de Eliminação da Hanseníase teve sua reestruturação aprovada na 174ª Reunião
Ordinária do CNS e publicada através da Resolução nº 375 de 14 de junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS – CIEPCSS:

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) instituiu, em 1999, um Grupo de Trabalho para tratar do
tema Capacitação de Conselheiros. Com base nas propostas do grupo, o CNS construiu o
documento “Diretrizes Nacionais para Capacitação de Conselheiros de Saúde”. Em 2005, houve
atualização desse documento com título “Diretrizes Nacionais para o Processo de Educação
Permanente no Controle Social no SUS”. O novo documento, além da formação de conselheiros de
saúde, prevê iniciativas relacionadas às políticas e estratégias de formação permanente, à
comunicação e informação em saúde para os cidadãos brasileiros. A partir das Diretrizes Nacionais,
foram realizadas oficinas regionais para a construção da Política Nacional de Educação Permanente
para o Controle Social no SUS, aprovada através da Resolução CNS nº 363, de 11 de agosto de

113
2006. O objetivo dessa Política é promover iniciativas de educação para o controle social que não
estejam restritas aos conselhos; e que, portanto, envolvem toda a população nas melhorias do SUS.

O Grupo de Trabalho transformou-se em Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o


Controle Social no SUS - CIEPCSS, por meio da Resolução CNS nº 374, de 14 de junho de 2007.
Possui 10 (dez) titulares e os respectivos suplentes, mais o coordenador e o coordenador adjunto
que, em atenção regimental, são conselheiros nacionais.

A CIEPCSS tem a missão de assessorar o Conselho Nacional de Saúde no acompanhamento da


Política de Educação Permanente para o Controle Social no SUS. Dentre as suas atribuições está o
acompanhamento da implementação da política em âmbito nacional, a formação de multiplicadores
e formadores para o fortalecimento do controle social e a articulação de uma rede nacional de
educação permanente para o controle social.

Anualmente, a CIEPCSS apresenta ao CNS o calendário das reuniões e o plano de trabalho, com
base no Planejamento do Conselho Nacional de Saúde, nas propostas da Conferência Nacional de
Saúde e na Política de Educação Permanente para o Controle Social no SUS.

Comissão Intersetorial para Acompanhamento das Políticas em DST/AIDS – CIADAIDS:

A Resolução CNS nº 323, de 08 de maio de 2003, aprovou o Grupo de Trabalho


“Acompanhamento das Políticas de DST e AIDS”. Depois, considerando a relevância das políticas
de DST e AIDS para a saúde pública e a necessidade do Conselho Nacional de Saúde acompanhar a
execução, foi instituída, via Resolução CNS 382, de 14 de junho de 2007, a Comissão Intersetorial
para Acompanhamento das Políticas em DST/AIDS - CIADAIDS. Tem caráter consultivo e de
assessoramento ao plenário do CNS. É composta de 10 (dez) titulares e seus respectivos suplentes,
mais o coordenador e o coordenador adjunto que, por exigência regimental, são conselheiros
nacionais. Dentre as suas atribuições destacam-se a formulação do calendário das reuniões e plano
de trabalho, a realização de estudos e debates, acompanhamento da elaboração e implantação das
políticas de DST. Os resultados das reuniões se transformam em propostas e recomendações que
são encaminhadas para apreciação do plenário da CNS.

Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento: A Comissão Intersetorial de Orçamento


e Financiamento tem por finalidade subsidiar o Conselho Nacional de Saúde nas atividades
específicas de promotor e apoiador do processo de Controle Social pelos Conselhos de Saúde das
demais esferas do poder, em especial, na disseminação das atividades relativas à questão
orçamentária e financeira. Acompanhar o processo de execução orçamentária e financeira do
Ministério da Saúde no contexto da Seguridade Social no âmbito do Orçamento Geral da União-
OGU. Colaborar na formulação de diretrizes para o processo de Planejamento e Avaliação do SUS.
Reestruturada pela Resolução CNS n.º 379 de 14 de junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST: Segundo a Lei nº 8.080/90, art.6,§3.º,


entende-se por saúde do trabalhador um conjunto de atividades que se destina, através das ações de
vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores,
assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e
agravos advindos das condições de trabalho.

A Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador - CIST está prevista na Lei nº 8.080, de 19 de


setembro de 1990, tendo como atribuições: Elaboração de Normas Técnicas e estabelecimento de
padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador (art.15, VI); Participar da formulação
e na implementação das políticas relativas às condições e aos ambientes de trabalho (art.16,II,d);
114
Participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e dos ambientes
de trabalho (art.16,V).

A CIST foi instituída pela Resolução CNS nº 011, de 31 de outubro de 1991. Posteriormente, houve
a reestruturação em sua composição por meio da Resolução CNS nº 185, de 08 de maio de 1996, e
da Resolução CNS nº 296, de 02 de setembro de 1999. Atualmente, a sua composição está definida
na Resolução CNS nº 387, de 14 de junho de 2007. São 17 membros titulares e seus respectivos
suplentes, mais o coordenador e coordenador-adjunto, que são conselheiros nacionais. Esta
composição inclui a articulação intersetorial necessária para o acompanhamento das ações em
Saúde do Trabalhador.

A CIST tem como objetivo assessorar o Conselho Nacional de Saúde – CNS no acompanhamento
dos temas relativos à saúde do trabalhador.

Anualmente, apresenta ao CNS o plano de trabalho e o calendário de reuniões, com base no


planejamento do CNS, nas propostas das Conferências Nacionais de Saúde, nas Conferências
Nacionais de Saúde do Trabalhador e na Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador.

Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST: Segundo a Lei nº 8.080/90, art.6,§3.º,


entende-se por saúde do trabalhador um conjunto de atividades que se destina, através das ações de
vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores,
assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e
agravos advindos das condições de trabalho.

A Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador - CIST está prevista na Lei nº 8.080, de 19 de


setembro de 1990, tendo como atribuições: Elaboração de Normas Técnicas e estabelecimento de
padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador (art.15, VI); Participar da formulação
e na implementação das políticas relativas às condições e aos ambientes de trabalho (art.16,II,d);
Participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e dos ambientes
de trabalho (art.16,V).

A CIST foi instituída pela Resolução CNS nº 011, de 31 de outubro de 1991. Posteriormente, houve
a reestruturação em sua composição por meio da Resolução CNS nº 185, de 08 de maio de 1996, e
da Resolução CNS nº 296, de 02 de setembro de 1999. Atualmente, a sua composição está definida
na Resolução CNS nº 387, de 14 de junho de 2007. São 17 membros titulares e seus respectivos
suplentes, mais o coordenador e coordenador-adjunto, que são conselheiros nacionais. Esta
composição inclui a articulação intersetorial necessária para o acompanhamento das ações em
Saúde do Trabalhador.

A CIST tem como objetivo assessorar o Conselho Nacional de Saúde – CNS no acompanhamento
dos temas relativos à saúde do trabalhador.

Anualmente, apresenta ao CNS o plano de trabalho e o calendário de reuniões, com base no


planejamento do CNS, nas propostas das Conferências Nacionais de Saúde, nas Conferências
Nacionais de Saúde do Trabalhador e na Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador.

Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente – CISAMA: A Comissão Intersetorial


de Saneamento e Meio Ambiente – CISAMA atenta para a relevância do preceito de que a saúde
tem fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento
básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e
serviços essenciais.
115
A Comissão tem a importância de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja
execução envolve áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Compete
também a essa comissão oferecer subsídios às diversas instâncias de formulação de políticas
econômicas e sociais correlatas ao tema de construir medidas que visem à eliminação/minimização
dos impactos negativos à saúde.

A Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente – CISAMA foi reestruturada, com o


objetivo de assessorar o Pleno do CNS, no acompanhamento permanente das políticas e programas
relativos aos fatores determinantes e condicionantes a saúde, por Meio da Resolução nº 376, de 14
de junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Saúde Mental – CISM: Constituídas pela Lei nº 8.080/90, as


Comissões Intersetoriais Permanentes do Plenário do Conselho Nacional de Saúde – CNS têm a
finalidade de articular políticas e programas de interesse para saúde, cujas execuções envolvam
áreas não integralmente compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. De acordo
com a Resolução CNS nº 291, de 6 de maio de 1999, que aprova o Regimento Interno do CNS,
compete ao Conselho a criação, coordenação e supervisão das Comissões Intersetoriais, integradas
pelos ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil. As
comissões possuem atribuições de natureza consultiva e de assessoramento e têm como clientela
exclusiva o Plenário do Conselho Nacional de Saúde, que lhes encomenda objetivos, planos de
trabalho e produtos e que poderá delegar-lhes a faculdade para trabalhar com outras entidades. A
constituição e funcionamento de cada Comissão são estabelecidos em resolução específica. No caso
das Comissões Intersetoriais Permanentes, a composição prevê no máximo nove conselheiros e um
coordenador, obrigatoriamente Conselheiro, com direito a voz e voto. Tanto os membros como o
coordenador devem ser indicados pelo Conselho Pleno, já o coordenador-adjunto pode ser
escolhido pela própria Comissão. A Comissão Intersetorial de Saúde Mental – CISM foi instituída
em 1999, pela Resolução CNS nº 298, de 2 de dezembro de 1999, para acompanhar a política de
saúde mental em âmbito nacional e fornecer subsídios efetivos ao Conselho Nacional de Saúde na
temática de saúde mental. A estruturação e composição atual da CISM estão dispostas na Resolução
CNS Nº 377, de 14 de junho de 2007. As ações da CISM buscam garantir a continuidade da
reorientação do Modelo de Atenção em Saúde Mental (desinstitucionalização) e da reforma
psiquiátrica. Incluem, entre outras, o acompanhamento da implementação da Lei nº10.216/2001,
que dispõe sobre a proteção e o direito das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona
o modelo assistencial em saúde mental.

Comissão Intersetorial de Saúde Indígena – CISI: A Comissão Intersetorial de Saúde Indígena -


CISI foi instituída pela Resolução CNS nº 011, de 31 de outubro de 1991. Atualmente a sua
composição está definida na Resolução CNS nº 380, de 14 de junho de 2007. Esta composição
inclui a diversidade regional das populações indígenas, instituições de pesquisa, ensino e extensão e
segmentos do controle social. São 11 (onze) titulares e os respectivos suplentes, mais o coordenador
e coordenador adjunto que, por força regimental, são conselheiros nacionais. A CISI tem a missão
de assessorar o Conselho Nacional de Saúde no acompanhamento da saúde dos povos indígenas por
meio da articulação intersetorial com governos e com a sociedade civil organizada. Dentre as
atribuições da CISI ressaltam-se a realização de estudos e debates, produção de conhecimentos para
a melhoria da qualidade de vida das populações indígenas, que se transformam em propostas e
recomendações ao plenário do CNS. Anualmente, apresenta ao CNS o calendário das reuniões e o
plano de trabalho, com base no Planejamento do Conselho Nacional de Saúde, nas propostas da
Conferência Nacional de Saúde, na Conferência Nacional de Saúde Indígena e na Política Nacional
de Saúde Indígena. Desde agosto de 1999, com a aprovação da Lei Arouca nº 9.836, de 23 de
setembro de 1999, o território da saúde indígena está organizado no país na forma de 34 Distritos
Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), e seus conselhos de saúde.

116
Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher –CISMU: A Comissão Intersetorial de Saúde da
Mulher – CISMU foi instituída em 1993, pela Resolução CNS nº 039, de 4 de fevereiro de 1993.
Sua estruturação e composição atual estão dispostas na Resolução CNS Nº 383, de 14 de junho de
2007. Os principais objetivos da CISMU são: subsidiar o Conselho Nacional de Saúde na avaliação
das condições de saúde da mulher, e nas questões específicas da saúde das mulheres em sua
interface com as demais políticas de saúde; apoiar a mobilização dos Conselhos Estaduais e
Municipais de Saúde na constituição de Comissões Intersetoriais de Saúde da Mulher no âmbito
destes conselhos; fortalecer o controle social sobre as ações de saúde para as mulheres propostas
pelo gestor federal e desenvolvidas pelas três esferas de governo, no âmbito do Sistema Único de
Saúde - SUS, e garantir uma política de saúde para as mulheres que respeite os direitos humanos,
direitos sexuais, direitos reprodutivos e sua autonomia como cidadãs.

Comissão Intersetorial da Saúde do Idoso – CISID: A Comissão Intersetorial de Saúde do Idoso


- CISID foi instituída pela Resolução CNS nº 378, de 14 de junho de 2007. É composta por 10 (dez)
titulares e seus respectivos suplentes, mais o coordenador e coordenador-adjunto que são
conselheiros nacionais.

A CISID tem como objetivo assessorar o Conselho Nacional de Saúde em assuntos relacionados à
saúde do idoso.

A CISID realiza estudos e debates, propõe oficinas e seminários e acompanha a implementação da


Política Nacional de Saúde do Idoso e do Estatuto do Idoso. O Plano de Trabalho e o Calendário de
Reuniões da Comissão são aprovados, anualmente, pelo Conselho Nacional de Saúde.

Comissão Intersetorial de Saúde Suplementar – CISS: O Conselho Nacional de Saúde considera


que a regulação do segmento de saúde suplementar deve estar subordinado aos princípios do SUS e
deve nortear-se pelos mesmos marcos de relevância pública e organização do modelo assistencial e
que o controle das ações e dos serviços de saúde, público ou privado, deve ser exercido pelos entes
que integram o SUS, de acordo com a competência constitucional e legal atribuída a cada um
deles(Art 197 C.F.). Baseado nessa afirmação, no ano de 2003, o pleno do CNS instituiu a
Comissão de Saúde Suplementar - CSS por meio da Resolução CNS nº 329 de 4 de dezembro de
2003. Em 2007, na 175ª Reunião Ordinária do CNS foi aprovada a Resolução nº 389 de 12 de julho
de 2007 e publicada no DOU de 30 de janeiro de 2008 que reestrutura a Comissão e altera o seu
nome para Comissão Intersetorial de Saúde Suplementar – CISS.

A CPSS tem como atribuição, subsidiar a atuação do CNS nas discussões sobre o aperfeiçoamento
da legislação e revisão do espaço institucional da regulamentação da Saúde Suplementar bem como
sua inclusão na Política Nacional de Saúde.

Comissão Intersetorial de Trauma e Violência – CIPTV: Primeiramente foi constituído um


Grupo de Trabalho por meio da Resolução CNS nº 309, de 08 de março de 2001, que tinha por
objetivo acompanhar a implementação da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por
Acidentes e Violência e propor ao CNS ações de informação e mobilização dos Conselhos de
Saúde, entidades e instituições da sociedade, com vistas a elevação do tratamento dessa questão ao
primeiro nível de prioridade das Políticas Públicas de Saúde.

A Comissão Intersetorial de Trauma e Violência - CITV foi instituída pela Resolução CNS nº 313,
de 09 de agosto de 2001. Atualmente a sua composição está definida na Resolução CNS nº 381, de
14 de junho de 2007. São 10 (dez) membros titulares e seus respectivos suplentes, mais o
coordenador e coordenador adjunto que são conselheiros nacionais.

117
A CIPTV tem o objetivo de assessorar o Conselho Nacional de Saúde em temas referentes ao
trauma e a violência por meio da articulação intersetorial com governos e com a sociedade civil
organizada.
Dentre as atribuições da CIPTV ressaltam-se a realização de estudos e debates sobre a violência e as
chamadas “causas externas”, que provocam o trauma, buscando a superação da violência urbana
que será alcançada através de um trabalho conjunto entre o Estado e a sociedade civil. Anualmente,
apresenta ao CNS o plano de trabalho e o calendário de reuniões, elaborados com base no
Planejamento do CNS e nas propostas das Conferências Nacionais de Saúde.

Comissão Intersetorial de Saúde da Pessoa com Deficiência – CISPD: Criada inicialmente como
um Grupo de Trabalho, através da Resolução CNS nº 209, de 05 de dezembro de 1996, para estudar
a Política de Saúde da Pessoa Portadora de Deficiência, no sentido de elaborar uma proposta
visando o fortalecimento de uma política pública na respectiva área. Posteriormente, em abril de
2003, através da Resolução CNS nº 321 foi transformada na Comissão Intersetorial de Saúde da
Pessoa Portadora de Deficiência, integrada por outros Ministérios e representantes das áreas de
deficiência sensorial, física e mental, com o objetivo de assessorar o Plenário do CNS na articulação
e formulação da política.Atualmente, denominada Comissão Intersetorial de Saúde da Pessoa com
Deficiência e vem trabalhando para realização de um Mutirão Nacional de Dispensação de Órteses
e Próteses para atender a demanda reprimida emergencial e outras atribuições constantes na
Resolução CNS nº 355, de 15 de setembro de 2005.

Comissão Intersetorial de Pessoas com Patologias – CIPP: Criada pela Resolução nº 394, de 14
de junho de 2007, a CIPP exerce suas funções em fornecer subsídios efetivos ao Conselho Nacional
de Saúde na temática das pessoas com patologias; Acompanhar e monitorar a implementação das
Políticas Públicas relacionadas às pessoas com Patologias no sentido de garantir regularidade da
oferta de recursos e programas para o controle do quadro de morbimortalidade dessa população, a
liberação de recursos públicos tendo os protocolos clínicos como parâmetro inicial e a dispensação
de medicamentos de uso contínuo e tratamentos excepcionais; Contribuir com os demais colegiados
do controle social no monitoramento das ações e recursos destinados a essa população.

Comissão Intersetorial de Práticas Integrativas e Complementares no SUS – CIPICSUS: As


Práticas Integrativas e Complementares compreendem o universo de abordagens denominado pela
OMS de Medicina Tradicional e Complementar/Alternativa - MT/MCA;

A CIPICSUS tem como finalidade sistematizar o assessoramento e a qualificação do Conselho


Nacional de Saúde garantindo bom desempenho na formulação e proposição de estratégias no que
tange as práticas integrativas e complementares, tornando disponíveis opções preventivas e
terapêuticas aos usuários do SUS e, por conseguinte, aumentando o acesso.

Instituída pela Resolução CNS n.º 371 de 14 de junho de 2007.

Comissão Intersetorial de Saúde da População Negra: Criada pela Resolução nº 395, de 22 de


fevereiro de 2008, a CISPN exerce suas funções em fornecer subsídios efetivos ao Conselho
Nacional de Saúde na temática da população negra; Acompanhar a implementação da Política
Nacional de Saúde Integral da População Negra/PNSIPN; Contribuir com os demais colegiados do
controle social no monitoramento das ações e recursos destinados a essa população

Comissão Intersetorial de Saúde da População de Lésbicas, Gays,


Bissexuais, Travestis e Transexuais – CISPLGBTT: A Comissão Intersetorial de Saúde da
População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – CISPLGBTT - é uma das
comissões do Conselho Nacional de Saúde previstas na Lei nº 8.080 e tem como objetivos
118
principais garantir um dos princípios estruturantes do SUS: a equidade. Implica na adoção de
medidas de ação afirmativa para a população de LGBT no cumprimento de seu direito à saúde,
entendendo que a discriminação e a violência contra as pessoas LGBT determinam forma específica
de adoecimento e morte. Foi instituída pela Resolução n.º 410, de 12 de fevereiro de 2009.

Comissão Intersetorial de Vigilância Sanitária e Farmacoepidemiologia – CIVSF: A Comissão


Intersetorial de Vigilância Sanitária e Farmacoepidemiologia – CIVSF foi instituída pela Resolução
CNS nº. 011, de 31 de outubro de 1991. Atualmente sua composição foi reestruturada e aprovada
pela Resolução CNS nº 385, de 14 de junho de 2007 e está composta por representantes de órgãos
governamentais de âmbito nacional e entidades civis relacionadas às suas temáticas. Possui 10
membros titulares e os respectivos suplentes, mais um coordenador e um coordenador adjunto, que
são conselheiros nacionais. A CIVSF tem por finalidade promover a articulação e a
intercomplementariedade de políticas, programas e ações, no que concerne ao interesse da saúde,
cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito específico do sistema Único da Saúde –
SUS. As ações de Vigilância Sanitária e Farmacoepidemiologia são fundamentais para a execução
do objetivo geral do Plano Nacional de Saúde em promover o cumprimento do direito
constitucional à saúde, visando à redução do risco de agravos e o acesso universal e igualitário às
ações para a sua promoção, proteção e recuperação, assegurando a eqüidade na atenção.

Comissão Intersetorial de Assistência Farmacêutica – CIAF: A Comissão Intersetorial de


Assistência Farmacêutica foi criada pelo Conselho Nacional de Saúde em sua 194ª Reunião
Ordinária, de 11 e 12 de setembro de 2008. Tem como finalidade propor e acompanhar as ações
relacionadas aos produtos e serviços de Assistência Farmacêutica, com ênfase as questões inerentes
à distribuição, à dispensação e ao uso racional de medicamentos na perspectiva da promoção da
saúde, visando garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção
do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais.

Comissão Intersetorial de Saúde Bucal – CISB: A Comissão Intersetorial de Saúde Bucal foi
criada pela Resolução nº 406, de 12 de setembro de 2008, e tem como objetivo assessorar o Pleno
do Conselho Nacional de Saúde em assuntos relacionados a saúde bucal. Além disso, cabe à
Comissão acompanhar a execução da Política Nacional de Saúde Bucal; monitorar a organização
da atenção em saúde bucal em todos os níveis de atenção, acompanhar as deliberações das
Conferências Nacionais de Saúde Bucal e contribuir com os demais colegiados do controle social
no monitoramento das ações e recursos destinados a população.

Comissão Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem:

Em 2009, por meio da Resolução CNS nº 415 de 16 de abril de 2009, foi instituída Comissão
Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem. Como prevê o
Regimento do Conselho Nacional de Saúde (CNS), esta Comissão tem como atribuição assessorar o
Plenário do CNS. Destaca-se o caráter intersetorial da Comissão e a transversalidade das ações de
saúde infanto-juvenis com a implementação das Diretrizes Nacionais de Atenção à Saúde de
Adolescentes e Jovens, como também às ações relacionadas à saúde Integral da criança e do recém-
nascido, o incentivo ao aleitamento materno, a vigilância da saúde infantil, o enfrentamento da
violência contra a criança e promoção da Cultura de Paz, e o caráter prioritário da infância na
agenda dos Conselhos de Saúde. Esta comissão está relacionada com o compromisso do Brasil em
relação aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, o Pacto de Redução da Mortalidade Materna
e Neonatal, o Pacto pela Saúde, a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes
e Violência, a Política Nacional para a Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador
Adolescente. O título da comissão foi alterado pela Resolução nº 435 de 12/08/2010 para Comissão
Intersetorial de Atenção Integral à Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem (CIASAJ).

119
ANEXO V – Consultores contratados, no exercício de 2014, na modalidade produto

TC’s OPAS 39º, 44º e 68º

Quadro: Consultores Contratados na Modalidade “Produto” no Âmbito dos Projetos de


Cooperação Técnica com Organismos Internacionais

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-americana da Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
Qualificação da Gestão Descentralizada do Sistema Único de Saúde (SUS). TC 39

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300865.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa por meio da realização de estudos jurídicos e elaboração de documentos sobre atos, modalidades e
instrumentos adotados na gestão interfederativa e participativa do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
30/07/2013 28/02/2014 32.000,00 13.000,00 13.000,00 32.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Estudo contendo análise do Repositório de Leis Federais que tenham em seu
14/08/2013 10.000,00
texto abrangência à Saúde Pública
Documento técnico contendo perfil das ações de auditoria com abrangência do
06/11/2013 9.000,00
estado do CE.
Estudo contendo análise dos fundos de Saúde sob a ótica da LC 141/12 28/02/2014 13.000,00
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ADRIANO CANDIDO DE CASTRO CPF: 784.417.903-10
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300869.001
Objetivo da Consultoria: Elaborar proposta de estudos, análise e diagnósticos do desempenho institucional do
Projeto Cartão Nacional de Saúde (CARTÃO SUS) para apoio aos municípios participantes. Elaborar relatórios de
avaliação da gestão do processo de execução do Projeto Cartão Nacional de Saúde (CARTÃO SUS), e propor os
ajustes que se fizerem necessários, com foco na função planejamento e das demais unidades gestoras de projetos
cooperação técnica.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
28/06/2013 23/05/2014 75.900,00 41.745,00 41.745,00 75.900,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo relatório sintético sobre as necessidades de 15/07/2013 15.180,00
120
atualização de informações sobre os processos e métodos de cadastramento, com
foco no Cartão Nacional de Saúde.
Documento técnico contendo estudo e avaliação de novas estratégias de
treinamento e sensibilização de gestores e técnicos para uso das informações 04/09/2013 7.590,00
geradas pelo Cartão Nacional de Saúde.
Relatório técnico sobre a atual necessidade de estados e municípios para a
13/11/2013 11.385,00
consolidação efetiva da utilização do Cartão Nacional de Saúde.
Documento técnico contendo proposta de individualização de procedimentos
09/01/2014 13.662,00
referentes à utilização do cadastro visando melhorias dos serviços de saúde.
Documento técnico contendo propostas de revisão dos procedimentos de
17/03/2014 9.108,00
cadastramento visando à execução do Projeto Cartão SUS.
Documento técnico contendo estudo e avaliação das portarias publicadas que
normatizam o Cartão Nacional de Saúde e suas implicações nas novas situações 23/05/2014 18.975,00
propostas para o mesmo.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: CID ROBERTO BERTOZZO PIMENTEL CPF: 390.097.008-44
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300330.001
Objetivo da Consultoria: Assessoria técnica subsidiando a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa - SGEP
no Desenvolvimento das Ações para o Fortalecimento das iniciativas da Visão Estratégica de e-Saúde e do Registro
Eletrônico de Saúde do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
27/03/2013 26/02/2014 50.112,00 15.033,00 0 28.064,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico contendo a descrição inicial do ambiente de colaboração
eletrônica a ser utilizado pelo projeto de construção da “Visão Estratégica de e- 16/04/2013 11.027,00
Saúde para o Brasil”
Documento Técnico descrevendo o conteúdo e as rotinas de manutenção e
04/07/2013 7.516,00
expansão do ambiente de colaboração eletrônica.
Documento Técnico com a avaliação da utilização do ambiente de colaboração
eletrônica utilizado pelo projeto de construção da “Visão Estratégica de e-Saúde 23/09/2013 9.521,00
para o Brasil”
Documento Técnico contendo a descrição do ambiente de colaboração eletrônica
ser utilizado pelo projeto de construção do “Plano de Ação Estratégica de e- 18/12/2013 7.015,00
Saúde para o Brasil”
Documento Técnico com a avaliação da utilização do ambiente de colaboração
eletrônica utilizado pelo projeto de construção do “Plano de Ação Estratégica de 26/02/2014 15.033,00
e-Saúde para o Brasil”
Consultor Contratado
Nome do Consultor: DAIANE APARECIDA MACIEL CPF: 195.541.168-96
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: O referido contrato foi cancelado após a entrega
do 3º produto. Portanto, os produtos 4 e 5 não foram entregues e consequentemente não foram pagos.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300363.001

121
Objetivo da Consultoria: Consultoria especializada para realização de estudos analíticos e propositivos com o
objetivo de subsidiar a adoção de processos de governança e gestão de serviços de TI no DATASUS, tendo como
base as recomendações do Control Objectives for Information and Related Technology (COBIT) em sua 5ª. Versão e
do Information Technology Infraestrucutre Library (ITIL), e ainda para proposição das melhorias necessárias à
otimização de procedimentos de gestão de serviços de TI, em alinhamento ao objetivo do DATASUS de prover a
criação de mecanismos que auxiliem a universalização dos serviços do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/11/2013 22/08/2014 79.200,00 61.248,00 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo avaliação acerca da Maturidade dos Processos de
Gerenciamento de Serviços identificando os níveis de maturidade dos processos
04/12/2013 17.952,00
atuais de gerenciamento de serviços dos processos do modelo ITIL V3, de
acordo com a escala definida no framework.
Documento técnico contendo análise a partir dos níveis de maturidade
encontrados no mapa de riscos para TI e Negócio e os riscos aos quais a TI e a
Organização estão expostos, produzindo a partir da maturidade da primeira
18/02/2014 12.240,00
avaliação e utilizando os modelos COBIT4.1 e 5.0 onde necessário, cabendo
uma avaliação da matriz indicando quais os riscos de TI e os consequentes riscos
dos negócios decorrentes.
Documento técnico contendo resultado da análise sobre parâmetros para
priorização de Processos de Gerenciamento de Serviços, conforme discussão e
priorização dos gestores, considerando dentre os processos COBIT Versão 5.0 28/04/2014 15.504,00
aqueles que devem ser implementados de maneira alinhada com os objetivos da
organização e da área responsável.
Documento técnico parâmetros para priorização sobre critérios de soluções
automatizadas para Gerenciamento de Serviços identificando as principais
ferramentas de gerenciamento de serviços aplicáveis à estrutura da organização,
as sugestões de critérios para adoção de ferramentas e o estabelecimento de
02/06/2014 11.424,00
parâmetros para avaliação de ferramental de suporte ao gerenciamento de
serviços de forma a auxiliar o Ministério da Saúde na indicação de parâmetros de
funcionalidade e qualidade a serem exigidos na contratação de ferramenta de
gerenciamento de serviços.
Documento técnico contendo informações, critérios e orientações de
acompanhamento e avaliação das atividades em fase de implementação sobre o
grau de aderência em relação ao acórdão mais atual de Governança de
Tecnologia da Informação do TCU, nº 2.585/2012, propondo mecanismos para
22/08/2014 22.080,00
aumentar esta aderência contendo lista priorizada de acórdão aplicáveis à área de
Tecnologia da Informação do Ministério e estudos para planejamento e
priorização de ações a serem implementadas no escopo da Coordenação Geral de
Infraestrutura do DATASUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: DANIEL COSTA ANDRADE CPF: 810.922.021-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: Contrato foi cancelado.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301827.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão do Departamento de Articulação
Interfederativa por meio da elaboração de documentos descritivos e analíticos sobre ações, modalidades e
instrumentos adotados no processo de qualificação da gestão compartilhada do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício

122
16/12/2013 15/10/2014 60.000,00 45.000,00 45.000,00 60.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise das demandas encaminhadas pela
Controladoria Geral da União (CGU), como parte do Programa de Fiscalização a
31/12/2013 15.000,00
partir de Sorteios Públicos – 34ª, 35ª e 36ª etapas – Programa Gestão Municipal
da Saúde.
Documento técnico contendo análise das demandas encaminhadas pela
Controladoria Geral da União (CGU), como parte do Programa de Fiscalização a 08/04/2014 9.000,00
partir de Sorteios Públicos – 37ª etapa – Programa Gestão Municipal da Saúde.
Documento técnico analítico sobre a estratégia Aprimoramento das relações
interfederativa, mediante cooperação, gestão compartilhada e contratualização 23/07/2014 12.000,00
do Planejamento Estratégico de MS 2013.
Documento técnico contendo mapeamento das parcerias estabelecidas, no ano de
2013 e 1º Semestre de 2014, por meio de convênios ou outros instrumentos, com 15/10/2014 24.000,00
identificação de suas metas e análise dos resultados a alcançar.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: DORA TOME DE OLIVEIRA CPF: 033.116.191-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301857.001
Objetivo da Consultoria: Disponibilizar uma série compatibilizada das populações municipais, para o período de
2000 a 2013, possibilitando a construção de uma série de indicadores comparável para o período supracitado para a
construção dos Indicadores e Dados Básicos – IDB da Rede Interagencial de Informação para a Saúde (Ripsa).
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
10/12/2013 10/09/2014 50.000,00 50.000,00 50.000,00 50.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo relatório com a avaliação das metodologias disponíveis
para o cálculo de estimativas populacionais para pequenas áreas desagregadas,
16/01/2013 11.000,00
por sexo e idade, e definição da melhor técnica para incorporar as alterações na
divisão político-administrativa municipal.
Documento técnico contendo análise das estimativas do total da população
residente para os 5570 municípios brasileiros, para o período de 2000 a 2013,
21/03/2014 7.500,00
compatibilizados, obedecendo a estrutura administrativa atual (a última vigente)
– em meio magnético.
Documento técnico contendo análise das estimativas do total da população
residente para os municípios brasileiros, por sexo e idade, para o período de
06/05/2014 9.500,00
2000 a 2013, compatibilizadas, obedecendo a estrutura administrativa atual (a
última vigente) - em meio magnético.
Documento técnico contendo análise das estimativas da população residente para
os municípios brasileiros, obedecendo a estrutura administrativa vigente a cada 30/07/2014 8.000,00
ano estimado – em meio magnético.
Documento técnico contendo descrição da metodologia aplicada na
determinação das projeções e das estimativas das populações dos municípios, 10/09/2014 14.000,00
por sexo e idade – em papel e mimo magnético.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: EDUARDO SANTIAGO ROSSETI CPF: 069.490.786-33
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

123
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300867.001
Objetivo da Consultoria: Realização de estudos voltados a facilitar a consecução dos Termos de Cooperação
Interfederativa voltados à implantação da estratégia do e-SUS Atenção Básica e sua coerência com os processos de
desenvolvimento do Cartão Nacional de Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
03/07/2013 30/05/2014 86.000,00 34.400,00 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório técnico contendo análise situacional do e-SUS Atenção Básica nos
18/07/2013 21.500,00
estados com termo de cooperação publicados até maio/2013.
Documento técnico contendo análise dos avanços e entraves dos Termos de
Cooperação elaborados para implantação da estratégia e-SUS Atenção Básica e 02/09/2013 12.900,00
coerência temporal com o Cartão Nacional de Saúde.
Documento técnico contendo análise dos cenários do funcionamento do e-SUS
Atenção Básica nos municípios que compõem os estados com termo de 20/12/2013 17.200,00
cooperação publicados até Setembro/2013.
Relatório técnico contendo avaliação da efetividade da utilização do Cartão
Nacional de Saúde e da estratégia e-SUS AB em Unidades Básicas de Saúde do 30/05/2014 34.400,00
Estado de Goiás.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ELIAS RASSI NETO CPF: 154.544.011-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: Contrato foi cancelado.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300759.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos especializados em cooperação internacional para o
aprimoramento da gestão estratégica e participativa do SUS e a aproximação com outros sistemas de saúde.
Sistematização de informações nacionais e internacionais sobre Regionalização, Governança Ouvidoria e
Participação, em saúde, visando disseminação para parceiros estratégicos. Elaboração e relatoria de projetos de
eventos de caráter internacional. Realização de pesquisas de prospecção de parceiros com instâncias similares à
SGEP em países latino- americanos.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/06/2013 16/05/2015 54.000,00 21.600,00 21.600,00 54.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo sistematização de experiências inovadoras em Ouvidoria e
Gestão Participativa do Ministério da Saúde do Brasil e de países participantes
dos Ciclos de Debates do Laboratório de Inovação em Sistemas e Serviços de 01/07/2013 13.500,00
Saúde – Eixo: Ouvidoria e Gestão Participativa, visando disseminação no Portal
da Inovação na Gestão do SUS.
Documento contendo projeto de Fórum Internacional para a II Mostra Nacional
07/10/2013 8.100,00
de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS (II EXPOGEP).
Documento contendo sistematização de experiências inovadoras e,
Regionalização e Governança do Ministério da Saúde do Brasil e de países 18/12/2013 10.800,00
participantes dos Ciclos de Debates do Laboratório de Inovação em Sistemas e
124
Serviços de Saúde – Eixo: Regionalizado e Governança, visando o portal da
Inovação na Gestão do SUS.
Documento contendo levantamento de informações sobre mecanismos
institucionais de participação social na América Latina, apontando parceiros
16/05/2013 21.600,00
internacionais para a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do
Ministério da Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: FERNANDA NATASHA BRAVO CRUZ CPF: 337.029.448-69
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301675.001
Objetivo da Consultoria: Assessorar a Divisão de Fomento e Comunicação – DIFOC, na elaboração de um novo
plano de comunicação no âmbito do DATASUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/11/2013 17/10/2014 79.200,00 61.776,00 61.776,00 79.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta para gestão da comunicação do
DATASUS – Departamento de Informática do SUS através de solução
04/12/2013 17.424,00
diferenciada para Gestão, Monitoramento, Atendimento, Marketing e Métricas
em Mídias Sociais (Facebook, Instagram, Google Plus e Twitter).
Documento técnico com uma proposta de planejamento de cobertura fotográfica
e tratamento das imagens dos eventos estratégicos do DATASUS sobre
tecnologia e gestão da informação: compartilhando experiências e consolidação 03/02/2014 10.880,00
do Portal Web do DATASUS – Departamento de Informática do SUS como
ferramenta de comunicação institucional ativa do departamento.
Documento técnico contendo uma proposta de releases informativos sobre
atualização de sistemas desenvolvidos pelo DATASUS – Departamento de
Informática do SUS para a área da saúde pública e enviados para veículos de 28/05/2014 15.048,00
comunicação com periodicidade mensal, durante 12 meses, visando ampliar a
comunicação quanto aos benefícios dos sistemas de saúde junto à sociedade.
Documento técnico contendo proposta do mapeamento das capacidades internas
das frentes de trabalho para a Divisão de Fomento e Comunicação – DIFOC, no
DATASUS, com interação da área na consolidação de Um Plano de
Comunicação Integrada do departamento. Analisar criticamente o atual cenário
das ações e estrutura da Divisão de Fomento e Comunicação – DIFOC, seu
alinhamento com a Estratégia do departamento, a fim de subsidiar a equipe
gestora na definição dos objetivos de comunicação para o DATASUS, incluindo 06/08/2014 12.088,00
as ações, projetos e programas executados pelo DATASUS – Departamento de
Informática do SUS. Mapear capacidades internas da Divisão de Fomento e
Comunicação do DATASUS, no que se refere às frentes de trabalho (estrutura,
equipe, budget, para os veículos on e off-line, processos de comunicação) e
propor a interação com os gestores internos e parceiros na implantação do Plano
de Comunicação Integrada do DATASUS.
Documento técnico contendo proposta de plano para realização de oficinas de
comunicação / mobilização voltadas para capacitação/mobilização de gestores do
DATASUS – Departamento de Informática do SUS que desenvolvam trabalhos 17/10/2014 23.760,00
centrados em eventos, ações de treinamentos, capacitações, congressos e
seminários nacionais/regionais.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: GERSON FOGOLIN FILHO CPF: 074.478.548-08
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

125
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300667.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para apoiar o processo de normatização técnica,
gerenciamento de projetos, monitoramento da execução e desenvolvimento de relatórios de acompanhamento das
ações estratégicas da secretaria de gestão estratégica e participativa do ministério da saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
23/05/2013 21/02/2014 57.600,00 17.260,00 0 21.312,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo manual técnico do escritório de gerenciamento de projetos
07/06/2013 12.672,00
da secretaria de gestão estratégica e participativa do Ministério da Saúde.
Documento contendo proposta de metodologia de vídeo-acompanhamento do
13/08/2013 8.640,00
programa SOS Emergência do Ministério da Saúde.
Documento contendo relatório de implantação do sistema de cadastramento de
usuários do SUS (CADSUS) no período de 01 de março de 2012 a 01 de março 29/10/2013 10.944,00
de 2013.
Documento contendo diagnóstico dos projetos prioritários da secretaria de gestão
estratégica e participativa do ministério da saúde na metodologia de
gerenciamento de projetos PMBOK (Project Management Body of Knowlodge), 09/12/2013 8.064,00
tendo por base o Plano Plurianual – PPA, do período 2012-2015 (Lei 12.593 de
18 de janeiro de 2012) e o planejamento estratégico do Ministério da Saúde.
Documento contendo relatório de implantação do sistema E-SUS Hospitalar nos
hospitais que compõem o programa SOS Emergência do Ministério da Saúde no 21/02/2014 17.280,00
período de 01 de março de 2012 a 01 de março de 2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: GUSTAVUS MAGNI TABOSA SALES CPF: 635.310.623-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: Contrato cancelado após a entrega do 2º produto.
Portanto, os produtos 3, 4 e 5 não foram entregues e consequentemente não foram pagos.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400211.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para apoiar o processo de normatização técnica,
gerenciamento de projetos, monitoramento da execução e desenvolvimento de relatórios de acompanhamento das
ações estratégicas da secretaria de gestão estratégica e participativa do ministério da saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
14/04/2014 03/09/2014 36.288,00 36.288,00 36.288,00 36.288,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo relatório de implantação do sistema de cadastramento de
usuários do SUS (CADSUS) no período de 01 de março de 2012 a 01 de 29/04/2014 10.944,00
março de 2013.
Documento contendo diagnóstico dos projetos prioritários da secretaria de
gestão estratégica e participativa do ministério da saúde na metodologia de
09/07/2014 8.064,00
gerenciamento de projetos PMBOK (Project Management Body of
Knowledge).
Documento contendo relatório de implantação do sistema E-SUS Hospitalar 03/09/2014 17.280,00
126
nos hospitais que compõem o programa S.O.S. Emergências do Ministério da
Saúde no período de 01 de março de 2012 a 01 de março de 2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: GUSTAVUS MAGNI TABOSA SALES CPF: 635.310.623-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300555.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão, por meio da elaboração de documentos
descritivos e analíticos sobre ações, modalidades e instrumentos adotados, no processo de apoio à gestão
interfederativa e compartilhada do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/05/2014 31/01/2014 66.000,00 26.400,00 26.400,00 66.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo síntese das discussões/encaminhamentos do
Comitê Gestor do Decreto 7.508/2011, que regulamenta aspectos da Lei 21/05/2013 16.500,00
8,080/1990, ocorridas no ano de 2011.
Documento técnico contendo sistematização das normas vinculadas à Portaria
204/2007, que trata do financiamento e transferências de recursos para as 09/07/2013 9.900,00
ações e serviços de saúdes no âmbito do SUS.
Documento técnico contendo proposta de conteúdos básicos para material de
divulgação dos temas: Contrato Organizativo de Ação Pública (COAP), Mapa 26/11/2013 13.200,00
da Saúde e Sistema de Apoio ao Relatório de Gestão (Sargus).
Documento técnico contendo síntese das discussões/encaminhamentos do
Comitê Gestor do Decreto 7.508/2011, que regulamenta aspectos da Lei 31/01/2014 26.400,00
8.080/1990, ocorridas no ano de 2012.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: IRIS LANE DA SILVA ALVES CPF: 875.849.301-82
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300658.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa por meio da realização de estudos jurídicos e elaboração de documentos sobre atos, modalidades e
instrumentos adotados na gestão interfederativa e participativa do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
28/05/2013 25/04/2014 110.000,00 48.400,00 48.400,00 110.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo estudos para subsidiar o Ministério da Saúde na elaboração
de proposta de metodologia para definição do rateio dos recursos para os entes 12/06/2013 24.200,00
federativos, conforme dispõe o artigo 17 da Lei 141/2012.
Relatório final do acompanhamento sobre as discussões da proposta de definição
26/09/2013 16.500,00
do rateio nos termos do artigo 17 da Lei 141/2012, ocorridas no Ministério da

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Saúde, nas reuniões da CIT ou entre os entes federativos das três esferas do
governo.
Documento técnico contendo estudos jurídicos e minuta de decreto sobre a
possibilidade jurídica de a União definir, mediante decreto, o Sistema Nacional 04/11/2013 20.900,00
de Ouvidoria do SUS, obrigatório para todos os entes federativos.
Proposta de projeto de capacitação em direito sanitário para trabalhadores do 10/01/2014
SUS, com a indicação de material de conteúdo técnico e jurídico, em especial 15.400,00
com a indicação do arcabouço jurídico do SUS.
Documento técnico contendo a sistematização do resultado das reuniões do
Ministério da Saúde com estados e municípios com a finalidade de discutir o
25/04/2014 33.000,00
Contrato Organizativo da Ação Pública (COAP), sua compreensão e construção
na região de saúde ou discussão de termos aditivos anuais.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: LENIR DOS SANTOS CPF: 404.097.248-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301858.001
Objetivo da Consultoria: Elaborar documentos, relatórios descritivos e analíticos sobre ações, modalidades e
instrumentos adotados pelo Departamento de Articulação Interfederativa com vistas à subsidiar o processo de
qualificação da gestão compartilhada do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
27/12/2013 20/10/2014 72.800,00 72.800,00 72.800,00 72.800,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo proposta de aprimoramento do Sistema de
Apoio à Construção do Relatório de Gestão do SUS – SARGUS, com base na 20/01/2014 18.200,00
Portaria GM/MS 2.135/2013 e na integração do módulo quadrimestral.
Documento técnico contendo informações referentes ao Módulo
Quadrimestral do Sistema de Apoio à Elaboração do Relatório de Gestão
02/04/2014 10.920,00
SargSUS para cooperar com os gestores do SUS na elaboração dos Relatórios
Quadrimestrais exigidos pela Lei Complementar 141/2012.
Documento técnico contendo atualização do Manual do Usuário do Sistema
de Apoio à Elaboração do Relatório de Gestão SargSUS versão 3.0, em
função da publicação da Lei Complementar 141/2012 e Portaria GM/ MS 11/07/2014 14.560,00
1231/2013, de modo a reorientar os gestores do SUS para a correta
alimentação do sistema.
Documento técnico contendo análise dos processos de elaboração e
apreciação do Relatório de Gestão 2012 e 2013 dos Municípios e Estados por
parte dos respectivos Conselhos de Saúde e tendo como base o desenho de 20/10/2014 29.120,00
regiões de saúde nos estados e suas respectivas Comissões Intergestores
Regionais.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: LIVIO OLIVEIRA ADELINO DE LIMA CPF: 450.646.444-34
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

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Código do Contrato: BR/CNT/1301073.002
Objetivo da Consultoria: Realizar levantamento, seleção, compilação e atualização das normas relativas aos
assuntos de competência do Ministério da Saúde disponibilizadas no Sistema de Legislação da Saúde (Saúde Legis),

128
com o objetivo de aperfeiçoar a pesquisa e o acesso às informações, de modo a garantir transparência e facilitar a
atuação de gestores, técnicos e trabalhadores do Sistema único de Saúde - SUS.

A prestação dos serviços abrangerá o quantitativo de 4.200 normas expedidas pelo Ministério da Saúde no período de
outubro de 2012 a outubro de 2013 e deverá ser entregue em cinco produtos, cada um contendo um conjunto de atos
normativos.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
21/08/2013 20/06/2014 51.480,00 32.432,00 32.432,00 51.480,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no
âmbito do Bloco de Investimentos no Sistema Único de Saúde, com destaque 05/09/2013 11.325,00
ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no
âmbito da Incorporação de Tecnologia no Sistema Único de Saúde, com 27/11/2013 7.723,00
destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no
âmbito do Componente Básico, Estratégico e Especializado da Assistência 06/01/2014 9.781,00
Farmacêutica, com destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no
âmbito da Política Oncológica do Sistema Único de Saúde, com destaque ao 17/03/2014 7.207,00
que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no
âmbito do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica – 20/06/2014 15.444,00
Provab, com destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: LUCIANA DOS ANJOS PEREIRA CPF: 708.736.661-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

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Código do Contrato: BR/CNT/1301479.001
Objetivo da Consultoria: Realizar o mapeamento do gerenciamento dos processos de trabalho do DATASUS,
analisando possíveis inconsistências e propondo melhorias.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
24/10/2013 23/09/2014 88.800,00 69.264,00 69.264,00 88.800,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo proposta de fluxo de revisão do Plano Diretor
11/11/2013 19.536,00
de Tecnologia da Informação – PDTI do Ministério da Saúde.
Documento técnico contendo proposta de organização do arquivo digital do
13/02/2014 13.320,00
DATASUS
Documento técnico contendo proposta de fluxo de trabalho para
05/05/2014 16.872,00
acompanhamento das auditorias e monitoramento dos Órgãos de controle
Documento técnico contendo proposta de sistematização do monitoramento
16/07/2014 12.432,00
dos indicadores de desempenho estabelecidos no PDTI
Documento Técnico contendo diagnóstico do Sistema de Gestão da
23/09/2014 26.640,00
Qualidade – SGQ do DATASUS
Consultor Contratado
129
Nome do Consultor: LUIZ ANTONIO LIMA CPF: 284.819.500-25
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

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Código do Contrato: BR/CNT/1301199.001
Objetivo da Consultoria: Elaborar proposta de estudos, análise e diagnósticos do desempenho institucional do
Projeto Cartão Nacional de Saúde (CARTÃO SUS) para apoio aos estados e municípios participantes.

Elaborar relatórios de avaliação da gestão do processo de execução do Projeto Cartão Nacional de Saúde (CARTÃO
SUS), e propor os ajustes que se fizerem necessários, com foco na função planejamento e das demais unidades
gestoras de projetos cooperação técnica;

Elaborar relatórios específicos referentes às necessidades de melhoria e aperfeiçoamento do Cartão Nacional de


Saúde (CARTÃO SUS), bem como a avaliação da execução do projeto nos municípios participantes do Projeto
Piloto.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
16/09/2013 15/08/2014 79.200,00 49.896,00 49.896,00 79.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo proposta de documento para diagnóstico do
desempenho institucional do Projeto Cartão Nacional de Saúde (CARTÃO 30/09/2013 17.424,00
SUS) nos municípios integrantes do Projeto Inicial.
Documento técnico contendo propostas de melhoria no modelo de gestão, no
planejamento e da execução do projeto de revitalização do Cartão Nacional 10/12/2013 11.880,00
de Saúde.
Documento técnico contendo consolidação, identificação e análise dos
principais resultados a serem alcançados, tendo como foco as metas
03/03/2014 15.048,00
definidas em projeto de cooperação técnica referente ao projeto de
revitalização do Cartão Nacional de Saúde.
Documento técnico contendo propostas de aperfeiçoamento das ferramentas
06/06/2014 13.088,00
de monitoramento e avaliação da execução do projeto Cartão SUS.
Documento técnico contendo relatório sintético sobre a execução de projeto
15/08/2014 21.760,00
de cooperação técnica, com foco no Cartão Nacional de Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: MARCOS ANTONIO CORREA CPF: 192.288.996-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301458.001
Objetivo da Consultoria: Realizar levantamento das alterações na legislação, produzidas no âmbito do Ministério
da Saúde no período de outubro de 2012 a outubro de 2013, a partir do banco de dados disponível no Sistema de
Legislação da Saúde (Saúde Legis), visando maximizar a gestão compartilhada do Sistema Único de Saúde e a
integração entre os entes administrativos, destacando mudanças normativas que interferem na condução das políticas
de saúde nas esferas estadual e municipal, de modo a orientar a atuação de gestores, técnicos e trabalhadores do
Sistema único de Saúde - SUS.

Deverá ser entregue em cinco produtos, cada um contendo um conjunto de atos normativos, divididos por temas, a
partir dos principais blocos de financiamento do Sistema Único de Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Início Término Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
130
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
22/10/2013 29/09/2014 51.480,00 40.154,00 40.154,00 51.480,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
07/11/2013 11.326,00
Atenção Básica, com destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, com 13/01/2014 7.722,00
destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
30/04/2014 9.781,00
Vigilância em Saúde, com destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
Assistência Farmacêutica, com destaque ao que foi alterado e o que está em 02/06/2014 6.207,00
vigência.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
22/09/2014 16.444,00
Gestão do SUS, com destaque ao que foi alterado e o que está em vigência.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: MARIA AMANDA PEREIRA PAIVA CPF: 014.728.421-03
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/ CNT/1301739.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar a produção do conhecimento na área de Gestão Estratégica e Participativa no
âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS, na conformidade do Plano Nacional de Saúde (PNS)-2012-2015 e com
foco na promoção do acesso com qualidade às ações e serviços de saúde e no fortalecimento do Sistema Único de
Saúde (SUS), orientará a gestão no setor.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
11/12/2013 30/09/2014 69.408,00 69.408,00 69.408,00 69.408,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo sistematização do texto: Health professionals for a
new century tranforming education to strenghthen health systems in a
interdependente world Julio Frenk*, Lincoln Chen*, Zulfiqar A Bhutta, Jordan
Cohen, Nigel Crisp, Timothy Evans, Harvey Fineberg, Patrícia Gacia, Yang Ke,
Patrick Kelley, Barry Kistnasamy, AfafMeleis, David Naylor, Ariel Pablos-
Mendez, Srinath Reddy, Susan Scrimshaw, Jaime Sepulveda, David Serwadda,
Huda Zurayk Profissionais em saúde para um novo século: transformando a 13/01/2014 17.352,00
educação para o fortalecimento dos sistemas de saúde em um mundo
interdependente Julio Frenk*, Linicoln Chen*, Zulfiqar A Bhutta, Jordan Cohen,
Nigel Crisp, Tomothy Evans, Harvey Fineberg, Patricia Garcia, Yang Ke,
Patrick Kelley, Barry Kistnasamy, AfafMeleis, David Naylor, Ariel Pablors-
Mendez, Srinath Reddy, Susan Scrimshaw, Jaime Spulveda, David Serwadda,
Huda Zurayk.
Documento técnico contendo sistematização do texto: Is Evidence-Based
Government Possible? By Philip Davies PhD, Government Chief Social
Researcher´s Office, Pime Minister´s Strategy Unit Cabinet Office, London –
03/03/2014 10.411,00
SW1A2WH – England É possível um Governo com base em evidência? –
Escritório do Gabinete – Unidade Estratégica do Primeiro Ministro, Londres,
Inglaterra.
Documento técnico contendo sistematização do texto: Evaluation, Knowledge 23/06/2014 13.882,00
131
Management, Best Practices, and High Quality Lessons Learned – MICHAEL
QUINN PATTON – Source: American Journal of Evaluation. Avaliação, Gestão
do Conhecimento, Melhores Práticas, e Lições Aprendidas de Alta Qualidade –
MICHAEL QUINN PATTON – Fonte: American Journal of Evaluation 2001;
22; 329
Documento técnico contend sistematização do texto: English NHS Embarks on
Controversial and Risky Market-Style Reforms in Health Care Martin Roland,
D.M., and Rebecca Rosen, M.D. – The new England journal of medicine – O 30/09/2014 27.763,00
Serviço Nacional de Saúde Inglês (NHS) embarca em Reformas Arriscadas, M.
D. – health policy report – The new England jounal of medicine.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: MARIA DO CARMO GOMES KELL CPF: 229.049.216-72
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301656.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos especializados à Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa no desenvolvimento de ações para o fortalecimento das iniciativas de e-Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
16/12/2013 15/07/2014 44.664,00 29.032,00 29.032,00 44.664,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo a descrição da aplicação colaborativa da Estratégia
31/12/2013 15.632,00
e-Saúde na Amazônia.
Documento técnico contendo a guia metodológica para implementação da
25/04/2014 11.167,00
Estratégia e-Saúde para a Amazônia.
Documento técnico contendo diretrizes para a formação de recursos humanos em
e-Saúde na Região Amazônica para o desenvolvimento de programas regionais
15/07/2014 17.865,00
de formação de gestores e trabalhadores da saúde baseados no uso intensivo da
teleducação.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: RUBENS MARTINS PEREIRA CPF: 227.047.106-78
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301343.001
Objetivo da Consultoria: Modelagem dos módulos de aditamento e de monitoramento e avaliação do Sistema de
Informações do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (SISCOAP), compreendendo etapas de:
levantamento das regras de negócio, especificação dos requisitos do sistema, validação dos protótipos e homologação
do sistema.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
02/10/2013 01/09/2014 67.100,00 42.273,00 42.273,00 67.100,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo a crítica da primeira versão do Sistema de 18/10/2013 14.762,00

132
Informações do Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde – SISCOAP.
Documento técnico contendo o manual do usuário do Sistema de Informações do
Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde – SISCOAP, nas três esferas do 12/12/2013 10.065,00
SUS: federal, estadual e municipal.
Relatório descritivo das ações desenvolvidas no âmbito do Ministério da Saúde
para a implementação do Sistema de Informações do Contrato Organizativo da 07/03/2014 12.749,00
Ação Pública de Saúde – SISCOAP nos estados.
Documento técnico contendo a especificação dos requisitos para o programa de
treinamento dos técnicos do MS, dos estados e municípios para a implementação 13/06/2014 9.394,00
do SISCOAP.
Documento técnico contendo a análise e avaliação da implantação da primeira
01/09/2014 20.130,00
versão SISCOAP.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: WILMA MIRANDA TOME MACHADO CPF: 490.625.651-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-americana da Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
Apoio à Implementação da Política de Gestão Estratégica e Participativa do Sistema Único
TC 44
de Saúde (SUS).
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1301062.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde, em especial da saúde da população negra.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
22/08/2013 21/07/2014 67.200,00 40.320,00 40.320,00 67.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta elaboração do Guia para Intervenção com
06/09/2013 16.800,00
a Comunidade Cigana nos Serviços de Saúde.
Documento Técnico contendo relatório do Seminário Nacional de Religiões
14/11/2013 10.080,00
Afro-brasileiras e Saúde.
Documento técnico contendo análise da atuação do Ministério da Saúde no
08/04/2014 13.440,00
acampamento cigano em Brasília de 20 a 24 de maio de 2013.
Documento técnico contendo análise de atuação do Ministério da Saúde na I
Semana dos povos Romani (Ciganos), ocorrida em Apareceida de Goiânia/GO 21/07/2014 26.880,00
no período de 25 a 27 de Abril de 2014.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ALVARO BEZERRA PINHEIRO NETO CPF: 242.209.223-34
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400812.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde, em especial da saúde da população negra e povos tradicionais.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
27/08/2014 23/07/2015 67.200,00 13.440,00 13.440,00 13.440,00

133
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento Técnico contendo relatório do II Seminário Nacional de Homens
de Axé São Luiz do Maranhão – Renafro Saúde Rede Nacional de Religiões 11/09/2014 16.800,00
Afro-brasileiras e Saúde.
Documento técnico contendo Relatoria da participação do Ministério da
Saúde em eventos para os Povos Tradicionais de Etnia Romani (Ciganos) em 03/12/2014 10.080,00
2014.
Documento Técnico contendo Relatoria do DIDARÁ em Porto Alegre /RS,
15/04/2014 13.440,00
em outubro de 2014.
Documento técnico contendo Relatório das atividades desenvolvidas pelo MS
23/07/2014 26.880,00
em relação às Comunidades Tradicionais de Matriz Africana em 2014.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ALVARO BEZERRA PINHEIRO NETO CPF: 242.209.223-34
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401403.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão gestora no apoio à organização da rede
interfederativa por meio do acompanhamento dos acordos entre os entes federativos firmados nos Contratos
Organizativos da Ação Pública –COAP.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 23/01/2015 12.000,00 0 0 12.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo análise da implementação dos Contratos
Organizativos da Ação Pública - COAP, firmados nas quatro regiões de saúde 23/01/2015 12.000,00
do estado do Mato Grosso do Sul.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ANA CRISTINA CARVALHO CURVINA CPF: 386.473.541-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300223.001
Objetivo da Consultoria: Elaboração e desenvolvimento de ferramentas de apoio à implementação de políticas de
promoção de equidade em Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/03/2013 03/02/2014 74.880,00 29.952,00 29.952,00 74.880,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo análise da importância da formação dos Comitês de
19/03/2013 18.720,00
Saúde LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) os estados

134
para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral LGBT.
Documento contendo análise das temáticas e abordagens, no tema da saúde
integral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais - LGBT, para
10/07/2013 11.232,00
Curso de Formação de Lideranças LGBT: A Política Nacional de Saúde
Integral da População de LGBT e o Controle Social.
Documento contendo relatório técnico de revisão da Portaria que regulamenta
21/11/2013 14.976,00
o Processo Transexualizador.
Documento contendo análise da representação LGBT no Conselho Nacional
de Saúde e sua atuação para a implemetação da Política Nacional de Saúde 03/02/2014 29.952,00
Integral LGBT.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ANA GABRIELA NASCIMENTO SENA CPF: 835.597.441-72
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/14001108.001
Objetivo da Consultoria: Elaboração e desenvolvimento de ferramentas de apoio à implementação de políticas de
promoção de equidade em Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
10/03/2014 05/02/2015 74.880,00 44.928,00 44.928,00 74.880,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo análise dos resultados do I Seminário Nacional de
27/03/2014 18.720,00
Saúde LGBT para subsidiar ações prioritárias para a saúde de LGBT em 2014.
Documento contendo análise da elaboração de Projeto de Pesquisa sobre o
01/07/2014 11.232,00
acesso e a qualidade da atenção integral à saúde da população LGBT no SUS.
Documento contendo análise da nova Portaria que regulamenta o Processo
14/11/2014 14.976,00
Transexualizador no SUS e os avanços para travestis e transexuais no SUS.
Documento contendo avaliação do Comitê Técnico de Saúde Integral LGBT
para a implementação do Plano Operativo da Política Nacional de Saúde 05/02/2015 29.952,00
Integral LGBT, de 2011 a 2014.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ANA GABRIELA NASCIMENTO SENA CPF: 835.597.441-72
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301208.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar ações e estratégias de comunicação visando
a promoção da equidade em saúde, considerando a participação social e as políticas de promoção de equidade, bem
como o fortalecimento da gestão participativa e do controle social em saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/09/2013 15/08/2014 79.430,00 49.956,00 49.956,00 79.430,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta para o desenvolvimento de campanha de 03/10/2013 17.474,00

135
divulgação e mídia das políticas de promoção de equidade em Saúde.
Documento técnico contendo proposta de projeto para reestruturação do
processo de produção editorial para o Departamento de Apoio à Gestão
18/12/2013 12.000,00
Participativa, com a definição de seu fluxo de trabalho e conceitualização das
etapas envolvidas.
Documento técnico contendo Planejamento de Comunicação para o
07/03/2014 15.091,00
Departamento de Apoio à Gestão Participativa para o ano de 2014.
Documento técnico apresentando o resultado final do projeto de reestruturação
das páginas do Departamento de Apoio à Gestão Participativa no Portal do 26/05/2014 11.120,00
Ministério da Saúde.
Documento técnico apresentando análise do processo de comunicação como
instrumento para o processo de mobilização social e para implementação das 15/08/2014 23.745,00
políticas de promoção da equidade em saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ANTONIO SERGIO DE FREITAS FERREIRA CPF: 485.206.320-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401246.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar ações e estratégias de comunicação visando
a promoção da equidade em saúde, considerando a participação social e as políticas de promoção de equidade, bem
como o fortalecimento da gestão participativa e do controle social em saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
03/11/2014 29/09/2015 94.016,00 20.684,00 20.684,00 20.684,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo orientações sobre a estrutura necessária para o
desenvolvimento de produtos editoriais do Departamento de Apoio à Gestão 18/11/2014 20.684,00
Participativa.
Documento técnico apresentando proposta de projeto editorial e gráfico para a
22/01/2015 15.043,00
produção de coleção de publicações destinadas aos movimentos sociais.
Documento técnico apresentando proposta de projeto para a produção de
10/04/2015 17.863,00
informativo eletrônico do Departamento de Apoio à Gestão Participativa.
Documento técnico contendo Planejamento de Comunicação para o
01/06/2015 12.221,00
Departamento de Apoio à Gestão Participativa para o ano de 2015.
Documento técnico apresentando a construção histórica do processo de
29/09/2015 28.205,00
implementação da Política Nacional de Educação Popular em Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: ANTONIO SERGIO DE FREITAS FERREIRA CPF: 485.206.320-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301166.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de análise e estudo da resolutividade da Ouvidoria. Realizando a
sistematização e elaboração de documentos para publicação, com foco no acompanhamento e monitoramento das
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da ouvidoria, para qualificar a efetivação de pesquisas e
avaliações técnicas buscando auxiliar os processos de acompanhamento e tratamento das manifestações registradas
pelo Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Início Término Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o

136
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/09/2013 11/08/2014 60.000,00 18.000,00 18.000,00 60.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico contendo proposta de plano operacional padrão para a
execução da Pesquisa da Rede Cegonha realizada pelos colaboradores do Disque 27/09/2013 15.000,00
Saúde 136, com foco na qualificação dos processos de trabalho.
Documento Técnico contendo proposta de roteiro de acompanhamento das
manifestações acolhidas pelo Disque Saúde 136 para subsidiar a análise da 06/12/2013 9.000,00
resolutividade das demandas encaminhadas aos três níveis de gestão do SUS.
Documento contendo proposta de roteiro para monitoramento das manifestações
acolhidas pelo Disque Saúde 136 com intuito de qualificar o trabalho do
tratamento de demandas, desenvolvido pela Área Técnica de Análise e
18/04/2014 12.000,00
Tratamento de Demanda – AATD, da Coordenação Geral de Pesquisa e
Processamento de Demandas – CGPEP, do Departamento de Ouvidoria Geral do
SUS - DOGES.
Documento contendo proposta de reestruturação da Área de Análise e
Tratamento de Demanda - AATD, da Coordenação Geral de Pesquisa e
11/08/2014 24.000,00
Processamento de Demandas – CGPEP, do Departamento de Ouvidoria Geral do
SUS - DOGES, visando o aprimoramento os processos de trabalho.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: CÁRITA GABRIELLA DE CARVALHO PAULINO CPF: 022.242.231-96
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401166.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos que visem os processos de trabalho na Ouvidoria-Geral
dos SUS, acompanhamento de fluxo quanto à utilização das pesquisas e consequente aprimoramento que subsidie os
colaboradores às pesquisas hora citadas. Acentua-se ainda ao consultor em comento a elaboração, nestes casos
especificamente, de documentos tangíveis, uma, à reestruturação e atualização do conteúdo monitorada pela
Ouvidoria-Geral do SUS, e, dois, na mesma ótica, a abordagem específica quanto à população carcerária. Neste
último caso, também se aporta auxiliar o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, do Ministério da
Saúde, quanto a suas ações e trabalhos junto ao Sistema Penitenciário.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
14/11/2014 29/09/2015 67.200,00 23.520,00 23.520,00 23.520,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta de normatização dos processos de trabalho
para utilização do Sistema de Pesquisa da Ouvidoria-Geral do SUS – SPO, visando
18/11/2014 23.520,00
subsidiar os colaboradores que executam pesquisas para o Departamento de
Ouvidoria-Geral do SUS.
Documento técnico contendo proposta para reestruturação e atualização do
conteúdo sobre o tema Tuberculose do Banco de Informações Técnicas em Saúde
01/04/2015 16.800,00
do Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS, para qualificar o atendimento ao
cidadão prestado pelo Disque Saúde 136.
Documento técnico contendo manifestações acolhidas pela Ouvidoria-Geral do
SUS em 2013 provenientes da população do Sistema Penitenciário, para subsidiar
29/09/2015 26.880,00
as ações de saúde do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas –
DAPES/SAS/MS.
Consultor Contratado
137
Nome do Consultor: CÁRITA GABRIELLA DE CARVALHO PAULINO CPF: 022.242.231-96
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400115.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para realização a analise e estudo da resolutividade da
Ouvidoria, para a sistematização e elaboração de documentos para publicação, avaliando as informações
disseminadas junto aos profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria Geral do SUS, bem como analisar as
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da ouvidoria, visando a realização de pesquisas e estudos
técnicos para subsidiar os processo de acompanhamento e tratamento das manifestações registradas no Departamento
de Ouvidoria Geral do SUS - DOGES.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/03/2014 31/12/2014 63.408,00 63.408,00 63.408,00 63.408,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo mapeamento dos processos de trabalho para
captação e tratamento de manifestações das Ouvidorias do SUS para construção 21/03/2014 13.951,00
da III versão do Sistema OuvidorSUS
Documento contendo análise quantitativa dos cadastros do nível II de acesso ao
Sistema OuvidorSUS e sua correlação com o número de manifestações
27/05/2014 10.145,00
cadastradas e encerradas pelo DOGES – Departamento de Ouvidoria Geral do
SUS – durante o ano de 2012
Documento técnico contendo proposta de construção do Guia para orientações e
07/07/2014 12.047,00
condutas no comunicado de erros na operação do Sistema OuvidorSUS
Documento contendo análise qualitativa das manifestações cadastradas pelas
10/10/2014 8.243,00
Ouvidorias dos Hospitais Federais
Documento contendo análise quantitativa e qualitativa dos comunicados de erros
do Sistema OuvidorSUS em 2012 e seu impacto nas mudanças efetivadas na 31/12/2014 19.022,00
aplicação
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Carlos Eduardo Cordeiro da Cunha CPF: 836.233.021-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401406.001
Objetivo da Consultoria: Realização de estudos voltados ao aprimoramento do gerenciamento de projetos no
âmbito do DATASUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 10/11/2015 76.800,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise sobre a aderência da Metodologia de
02/01/2015 15.360,00
Gerenciamento de Projetos – MGP com relação ao PMBOK 5º edição.
Estudo técnico sobre os benefícios advindos da utilização do EPM/Sharepoint
27/03/2015 9.984,00
como ferramenta de gerenciamento de projetos no âmbito do DATASUS.

138
Documento técnico contendo estudo sobre as informações relativas ao
gerenciamento de projetos de desenvolvimento de sistemas conduzidos pela
25/05/2015 12.288,00
CDESI na ferramenta EPM/Sharepoint em comparação aos artefatos definidos na
MGP.
Documento técnico contendo estudo sobre as informações relativas ao
gerenciamento de projetos de desenvolvimento de sistemas conduzidos pela
15/07/2015 7.680,00
CDESS na ferramenta EPM/Sharepoint em comparação aos artefatos definidos
na MGP.
Documento Técnico contendo análise dos avanços dos projetos de
desenvolvimento de sistemas iniciados no biênio 2013-2014, demandados pela 04/09/2015 10.752,00
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa – SGEP.
Documento Técnico contendo análise dos avanços dos projetos de
desenvolvimento de sistemas iniciados no biênio 2013-214, demandados pela 10/11/2015 20.736,00
Secretaria Executiva – SE.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Cinthia Vedana Tofanello CPF: 853.086.841-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300224.002
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/03/2013 03/02/2013 73.320,00 17.596,00 17.596,00 73.320,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo o levantamento e análise da paridade dos usuários
nos Conselhos de Saúde, das Regiões Norte e Nordeste, em cumprimento ao 19/03/2013 18.330,00
disposto na Lei nº 8142/90.
Documento técnico contendo o relatório das Oficinas de Educação Permanente
para o Controle Social no SUS realizadas pelo Conselho Nacional de Saúde e
08/07/2013 10.998,00
Departamento de Apoio à Gestão Participativa no SUS, no segundo semestre de
2012.
Documento técnico contendo o levantamento e análise da paridade dos usuários
nos Conselhos de Saúde, da Região Sul, em cumprimento ao disposto na Lei nº 09/09/2013 15.397,00
8.142/90.
Documento técnico contendo temáticas para elaboração de material instrucional
13/11/2013 10.999,00
para conselheiros de saúde sobre a atual legislação do SUS.
Documento técnico contendo relatório sobre a oficina estadual compartilhada:
uma agenda de efetivação da promoção da equidade e fortalecimento da
03/02/2014 17.596,00
participação e do controle social do SUS, realizada no primeiro semestre de
2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Claudia Spinola Leal Costa CPF: 286.118.611-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400118.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde.

139
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/03/2014 06/02/2015 73.320,00 51.324,00 51.324,00 51.324,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo o relatório da 2ª Oficina de Trabalho para a
construção do Plano Nacional de Educação Permanente para o Controle Social 02/04/2014 16.132,00
no SUS.
Documento técnico contendo análise da plenária de saúde da região Centro-
20/06/2014 11.998,00
Oeste no 2º semestre de 2013
Documento técnico contendo o relatório do Seminário sobre o processo da XV
15/09/2014 13.930,00
Conferência Nacional de Saúde
Documento técnico contendo material instrucional referente à minissérie “Saúde
09/12/2014 9.264,00
em Cena” do Curso Nacional de Qualificação de Conselhos de Saúde
Documento técnico contendo a análise do processo de organização e efetivação
06/02/2015 21.996,00
do Plano Nacional de Educação Permanente para o Controle Social no SUS
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Claudia Spinola Leal Costa CPF: 286.118.611-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: Contrato cancelado após a entrega do 4º produto.
Portanto, o 5º produto não foi entregue e consequentemente não foi pago.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300325.002
Objetivo da Consultoria: Elaboração e desenvolvimento de ferramentas de apoio à implementação de políticas de
promoção de equidade em Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
26/03/2013 25/02/2015 62.280,00 18.684,00 18.684,00 62.280,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento de análise política e estratégica da Campanha Igualdade Racial É Pra
Valer no SUS, realizada de acordo com a Política Nacional de Saúde Integral da 10/04/2013 13.701,00
População Negra - PNSIPN.
Documento analítico com sistematização final do II Plano Operativo (2013-2016)
27/06/2013 9.342,00
da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.
Documento contendo levantamento da representação da sociedade civil do
movimento negro nos conselhos estaduais de saúde, com vistas ao fortalecimento 18/09/2013 11.833,00
da participação social nos conselhos de saúde.
Documento contendo mapeamento dos Comitês Técnicos Estaduais de Saúde da
População Negra instituídas, no âmbito das Secretarias Estaduais de Saúde, de 06/12/2013 8.720,00
acordo com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra – PNSIPN.
Documento contendo levantamento de ações e atividades realizadas, no ano de
2013, referente à saúde quilombola de acordo com a Política Nacional de Saúde 25/02/2014 18.684,00
Integral da População Negra.

Consultor Contratado
Nome do Consultor: Daniela Marques das Mercês Silva CPF: 841.939.211-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

140
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1400163.001
Objetivo da Consultoria: Elaboração e desenvolvimento de ferramentas de apoio à implementação de políticas de
promoção de equidade em Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
26/03/2014 24/02/2015 68.508,00 50.400,00 50.400,00 50.400,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento analítico com sistematização final do I Seminário de Gestores e
Gestoras para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da 09/04/2014 15.840,00
População Negra – PNSIPN
Documento contendo descrição e análise das atividades, vinculadas a Política
Nacional de Saúde Integral da População Negra, realizadas na II Mostra Nacional 13/06/2014 9.200,00
de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS – EXPOGEP
Documento técnico de sistematização do módulo multiprofissional da “Política
18/09/2014 13.680,00
Nacional de Saúde Integral da População Negra no ponto de cuidado”
Documento contendo histórico e apresentação da nova unidade de gerenciamento
10/12/2014 11.680,00
da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra
Documento contendo proposta de reestruturação do Comitê Técnico de Saúde da
População Negra, de acordo com a Política Nacional de Saúde Integral da 24/02/2015 18.108,00
População Negra
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Daniela Marques das Mercês Silva CPF: 841.939.211-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300265.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos subsidiar práticas participativas nos processos de
planejamento e gestão do Departamento de Apoio a Gestão participativa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
21/03/2013 11/02/2014 66.360,00 19.908,00 19.908,00 66.360,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise dos Planos Estaduais de Saúde dos Estados
das Regiões Sul e Sudeste que contemplaram em seus Planos Plurianuais (2008- 05/04/2013 14.600,00
2012) ações de Gestão Participativa e Políticas de Equidade.
Documento técnico contendo análise dos Planos Estaduais de Saúde dos Estados
das Regiões Centro Oeste que contemplaram em seus Planos Plurianuais (2008- 10/06/2013 9.954,00
2012) ações de Gestão Participativa e Políticas de Equidade.
Documento técnico contendo análise dos Planos Estaduais de Saúde dos Estados
da Região Norte que contemplaram em seus Planos Plurianuais (2008-2012) ações 02/09/2013 12.608,00
de Gestão Participativa e Políticas de Equidade
Documento técnico contendo análise dos Planos Estaduais de Saúde dos Estados
das Regiões Nordeste que contemplaram em seus Planos Plurianuais (2008-2012) 06/12/2013 9.290,00
ações de Gestão Participativa e Políticas de Equidade.
Documento técnico contendo acompanhamento e monitoramento da Implantação 11/02/2014 19.908,00
141
dos Comitês de Promoção de Equidade no Brasil 2012.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Denize Alencar Cândido Lentini CPF: 161.886.402-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400119.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos subsidiar práticas participativas nos processos de
planejamento e gestão do Departamento de Apoio a Gestão participativa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
13/03/2014 06/02/2015 72.000,00 50.400,00 50.400,00 50.400,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise e levantamento situacional dos convênios
celebrados pelo Departamento de Gestão Participativa/SGEP/MS, nos Estados 28/03/2014 15.840,00
do Brasil, no período de 2004 a 2010
Documento técnico contendo análise e levantamento situacional dos convênios
celebrados pelo Departamento de Gestão Participativa/SGEP/MS, nos Estados
das Regiões Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) e Centro Oeste 20/06/2014 9.800,00
(Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), no período de
2011 a 2013
Documento técnico contendo análise e levantamento situacional dos convênios
celebrados pelo Departamento de Gestão Participativa/SGEP/MS nos Estados da
15/09/2014 13.680,00
Região Norte (Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Tocantins, Roraima e Rondônia),
no período de 2011 a 2013
Documento técnico contendo análise e levantamento situacional dos convênios
celebrados pelo Departamento de Gestão Participativa/SGEP/MS nos Estados da
01/12/2014 11.080,00
Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí
Rio Grande do Norte e Sergipe), no período de 2011 a 2013
Documento técnico contendo análise e levantamento situacional dos convênios
celebrados pelo Departamento de Gestão Participativa/SGEP/MS, nos Estados
06/02/2015 21.600,00
Região da Sudeste (Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais), no
período de 2011 a 2013
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Denize Alencar Cândido Lentini CPF: 161.886.402-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301068.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de analise e estudo da resolutividade da Ouvidoria, para a
sistematização e elaboração de documentos, avaliando as informações disseminadas junto aos profissionais e usuários
dos serviços prestados pela Ouvidoria geral do SUS Informação, bem como avaliar o resultado das ações
desenvolvidas pelo Departamento de Ouvidora Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
22/0/2013 21/07/2014 66.360,00 51.456,00 51.456,00 66.360,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados

142
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta para o fluxo do Processo de
Acompanhamento e Gestão de Contratos Administrativos no âmbito do 06/09/2013 15.360,00
Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Documento Técnico contendo análise do impacto financeiro e administrativo em
razão da implantação e implementação do Disque Saúde 136 no Departamento
11/11/2013 9.984,00
de ouvidoria Geral do SUS – DOGES/SGEP/MS, com foco no alcance das metas
do Plano Plurianual - PPA.
Documento Técnico contendo a análise dos resultados das ações de Ouvidoria
Ativa realizadas no primeiro semestre de 2013 relativas ao envio da CartaSUS 20/01/2014 12.288,00
como instrumento de gestão do SUS.
Documento Técnico contendo a Análise do impacto no orçamento do
Departamento de Ouvidoria Geral do SUS referente ás despesas para a
07/03/2014 7.680,00
implantação e Apoio de Ouvidorias em Saúde nos estados brasileiros no
primeiro semestre de 2013.
Documento Técnico contendo estudo comparativo do quantitativo e tipologia das
demandas registradas no Departamento de Ouvidoria Geral do SUS pelo portal 13/05/2014 9.216,00
da Saúde na internet por meio do Formulário WEB em 2013.
Documento Técnico contendo análise do perfil dos usuários que solicitaram
informações sobre, Aids e Doenças Sexualmente Transmissíveis ao Ministério 21/07/2014 22.272,00
da Saúde pelo do Disque Saúde 136 no primeiro semestre de 2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Ebidemes José dos Santos Neto CPF: 578.252.111-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400742.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de analise e estudo da
resolutividade da Ouvidoria, para a sistematização e elaboração de documentos, avaliando as informações
disseminadas junto aos profissionais e usuários dos serviços prestados pela Ouvidoria geral do SUS Informação,
bem como avaliar o resultado das ações desenvolvidas pelo Departamento de Ouvidora Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/08/2014 15/07/2015 76.800,00 25.344,00 25.344,00 25.344,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico contendo análise das manifestações registradas por meio da
Central de Atendimento do Disque Saúde 136 e Formulário WEB relativos à 03/09/2014 15.360,00
Dengue na região norte durante o ano de 2013.
Documento Técnico contendo análise comparativa do perfil dos usuários que
buscaram informações por meio da Ouvidoria do SUS, originários da região Sul 07/11/2014 9.984,00
e Sudeste no primeiro semestre de 2014.
Documento Técnico contendo análise dos resultados alcançados referente ao
desenvolvimento das ações de Ouvidoria Ativa: envio da Carta SUS e Pesquisa
da Rede Cegonha no primeiro semestre de 2014, visando subsidiar adequações 16/01/2015 12.288,00
no planejamento das atividades como parte do planejamento da Ouvidoria Geral
do SUS.
Documento técnico contendo relatório analítico das solicitações de
medicamentos para tratamento de Hepatites Virais recebidas pelo Ministério da 17/03/2015 7.941,00
Saúde no primeiro semestre de 2014.
Documento técnico contendo análise das manifestações recebidas por meio dos
canais de entrada do Ministério da Saúde sobre a Gestão do Sistema Único de 25/05/2015 9.216,00
Saúde.

143
Documento Técnico contendo proposta de capacitação em gestão e
acompanhamento de contratos no âmbito do Departamento de Ouvidoria Geral 15/07/2015 22.011,00
do SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Ebidemes José dos Santos Neto CPF: 578.252.111-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301661.001
Objetivo da Consultoria: Análise e reestruturação dos processos, implantação das sistemáticas e padrões de
trabalho identificados na árvore de processos e macro fluxo, descritos em procedimentos e/ou instruções de trabalho,
com seus devidos fluxogramas, formação de uma equipe de auditores de processos no âmbito do Departamento de
Ouvidoria Geral do SUS - DOGES, da Coordenação Geral de Pesquisa e Processamento de Demandas – CGPEP e da
Coordenação Geral do Sistema Nacional de Ouvidorias - CGSNO.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/11/2013 29/08/2014 69.200,00 53.976,00 53.976,00 69.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo diagnóstico Inicial e avaliação dos processos de
04/12/2013 15.224,00
gestão da Ouvidoria Geral do SUS.
Documento técnico contendo a definição da árvore de processos e macro fluxo
12/02/2013 10.380,00
do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS – DOGES.
Documento técnico contendo descrição de procedimentos e/ou instruções de
trabalho e modelagem de processos do Departamento de Ouvidoria Geral do 23/04/2014 13.148,00
SUS – DOGES.
Documento técnico contendo curso de capacitação, com 24 horas, em Auditoria
de Processos, Registro de Não conformidade, Ação Corretiva e Preventiva, com 09/06/2014 9.688,00
o programa/ conteúdo das aulas e forma de avaliação.
Documento técnico contendo relatório final de avaliação dos processos de gestão
29/08/2014 20.760,00
do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS - DOGES
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Eduardo Henrique Melo de Oliveira CPF: 505.494.801-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301152.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa do SUS por meio da análise de instrumentos adotados no processo de gestão do SUS com vistas ao
fortalecimento do Sistema Nacional de Auditoria.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/09/2013 05/08/2014 49.500,00 29.700,00 29.700,00 49.500,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
“Relatório contendo avaliação das ações sob administração do DENASUS no
23/09/2013 12.375,00
PPA 2012/2015– Plano Plurianual, na gestão de recursos e no cumprimento de

144
metas e resultados até o 1º semestre de 2013”.
“Relatório dos processos de planejamento e operacionalização financeira do
DENASUS da Secretaria da Gestão Estratégica e Participativa, incluindo as
09/12/2013 7.425,00
metodologias adotadas na elaboração do Planejamento e no gerenciamento dos
recursos durante o exercício de 2013.”
Relatório descritivo contendo o acompanhamento, monitoramento e avaliação
incluindo as metodologias adotadas das ações de responsabilidade do
14/04/2014 9.900,00
DENASUS durante os dois primeiros quadrimestres de 2013 (JAN/ABR e
MAI/AGO).
“Agenda de Trabalho planejada para o exercício de 2014 a ser executado pelo
DENASUS, com foco na garantia do fortalecimento do Sistema nacional de
05/08/2014 19.800,00
Auditoria (SNA), nas Regiões de Saúde, referente aos Contratos Organizativos
de Ações Públicas dos estados do Ceará e Mato Grosso do Sul.”
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Elizângela de Carvalho CPF: 822.700.904-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400823.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos especializados para subsidiar o processo de tomada de
decisão da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do SUS por meio da análise de instrumentos de controle
adotados no processo de gestão do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
03/11/2014 29/09/2015 66.000,00 24.660,00 24.660,00 24.660,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise das demandas dos órgãos de
regulamentação externa encaminhadas à Secretaria de Gestão Estratégica e
18/11/2014 14.520,00
Participativa – SGEP/MS, nos períodos de 2011 a 2012, e seus
encaminhamentos de acordo com a competência de cada área.
Documento técnico contendo análise das demandas dos órgãos de
regulamentação externa encaminhadas à Secretaria de Gestão Estratégica e
22/01/2015 10.140,00
Participativa – SGEP/MS, no 1º semestre de 2013, e seus encaminhamentos de
acordo com a competência de cada área.
Documento técnico contendo análise das demandas dos órgãos de
regulamentação externa encaminhadas à Secretaria de Gestão Estratégica e
10/04/2015 12.540,00
Participativa – SEGEP/MS, no 2º semestre de 2013, e seus encaminhamentos de
acordo com a competência de cada área.
Documento técnico contendo análise das demandas dos órgãos de
regulamentação externa encaminhadas à Secretaria de Gestão Estratégica e
01/06/2015 9.000,00
Participativa – SEGEP/MS, no 1º semestre de 2014, e seus encaminhamentos de
acordo com a competência de cada área.
Documento técnico contendo análise das demandas dos órgãos de
regulamentação externa encaminhadas à Secretaria de Gestão Estratégica e
29/09/2015 19.800,00
Participativa – SEGEP/MS, no 2º semestre de 2014, e seus encaminhamentos de
acordo com a competência de cada área.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Elizângela de Carvalho CPF: 822.700.904-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


145
Código do Contrato: BR/CNT/1300256.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias para o fortalecimento da gestão
participativa, do controle social e de promoção da equidade em saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
08/03/2013 07/02/2014 73.320,00 21.996,00 21.996,00 73.320,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento analítico sobre a importância dos comitês de equidade em saúde para
implementação da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo 25/03/2013 16.130,00
e da Floresta.
Documento técnico sobre o processo de implantação do plano de saneamento
rural e a articulação com a Política Nacional de Saúde das Populações do Campo 14/06/2013 11.000,00
e da Floresta.
Documento técnico contendo levantamento bibliográfico e indicações
20/09/2013 13.930,00
metodológicas para o curso de formação de lideranças do campo e da floresta.
Documento contendo a metodologia e temáticas que orientem a exposição sobre
16/12/2013 10.264,00
a saúde das populações do campo e da floresta e a equidade.
Documento contendo análise sobre o Plano Nacional de Desenvolvimento
Sustentável do Brasil Rural, com foco na saúde das populações do campo e da 07/02/2014 21.996,00
floresta.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Fátima Cristina Cunha Maia Silva CPF: 245.804.731-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400129.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias para o fortalecimento da gestão
participativa, do controle social e de promoção da equidade em saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/03/2014 18/02/2015 73.320,00 51.324,00 51.324,00 73.320,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório técnico sobre o II Encontro Nacional de Saúde das Populações do
04/04/2014 16.130,00
Campo, da Floresta e das Águas.
Documento contendo análise sobre a interface da Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde da Mulher e a Política Nacional de Saúde Integral das
10/06/2014 10.998,00
Populações do Campo, da Floresta e das Águas, com foco na saúde da mulher do
campo, floresta e águas.
Relatório técnico sobre o curso de formação das lideranças dos movimentos
08/08/2014 13.931,00
sociais do campo, da floresta e das águas.
Documento contendo análise sobre a estratégia de formação dos Comitês de
Equidade em Saúde do Campo, Floresta e Águas nos Estados ES, RJ, PI, RN, RS
15/12/2014 10.265,00
e SE, para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral das
Populações do Campo, da Floresta e das Águas.
Relatório técnico sobre o projeto – Fortalecendo a Saúde e Segurança Alimentar
das Famílias Extrativistas das unidades de conservação de uso sustentável na 18/02/2015 21.996,00
Amazônia Legal.
Consultor Contratado
146
Nome do Consultor: Fátima Cristina Cunha Maia Silva CPF: 245.804.731-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300573.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar a analise e estudo da resolutividade da
Ouvidoria, visando a sistematização e elaboração de documentos para publicação, avaliando as informações
disseminadas junto aos profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria Geral do SUS, bem como analisar as
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da ouvidoria, visando a realização de pesquisas e estudos
técnicos para subsidiar os processo de acompanhamento e tratamento das manifestações registradas no Departamento
de Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/05/2013 14/04/2014 76.800,00 46.080,00 46.080,00 76.800,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo análise dos dados da pesquisa de satisfação e avaliação junto
à população do campo, para subsidiar a gestão do Sistema Único de Saúde – SUS
31/05/2013 19.200,00
nas ações que visam aprimorar o acesso deste segmento populacional aos serviços
de saúde.
Documento contendo análise da pesquisa da Rede Cegonha sobre as maternidades
prioritárias em relação a morte materna, para subsidiar a área técnica de Saúde da
10/09/2013 11.520,00
Mulher – DAPES/SAS/MS na garantia da vinculação da gestante à unidade de
referência para assistência ao parto.
Documento contendo análise dos dados de um ano da pesquisa da Rede Cegonha
com o objetivo avaliar e qualificar o instrumento utilizado nas entrevistas para 24/01/2014 15.360,00
subsidiar as ações da área técnica de Saúde da Mulher – DAPES/SAS/MS.
Documento contendo análise dos dados da pesquisa de satisfação sobre a
internação e cuidado pós-alta recebidos por pacientes acometidos por Acidente
14/04/2014 30.720,00
Vascular Cerebral (AVC) e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) para subsidiar o
Departamento de Atenção Básica - DAB/SAS/MS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Flávia Silvério de Souza Sobrinho CPF: 889.795.201-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400456.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar a análise e estudo de pesquisas que visem subsidiar os projetos e programas de
Estado, sobretudo, a Rede Cegonha, em suas múltiplas frentes setoriais aos usuários, a saber, com destaque neste o
acompanhamento das parturientes, os homens em participação no momento do parto, e as adolescentes e jovens,
público de peculiar atenção do Programa. Não obstante, dentre as elaborações que margeiam diagnóstico junto aos
profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria Geral do SUS, a saúde da mulher e os instrumentos que fazem
interface analítica deste Órgão e a Secretaria de Política para as Mulheres. Assim sendo, o objetivo será analisar as
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da ouvidoria, neste caso, a partir das pesquisas as quais se
aportarão neste Termo e que servirão para subsidiar os processos de acompanhamento e tratamento das
manifestações registradas no Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/06/2014 15/04/2014 76.760,00 30.720,00 30.720,00 30.720,00
Insumos Externos
Honorários
147
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo análise da pesquisa itinerante “Ouvir a Mulher: Um Novo
Significado à Participação para subsidiar ações da União Brasileira de Mulheres –
01/07/2014 19.200,00
UBM”, Coordenação-Geral da Saúde das Mulheres – DAPES (Departamento de
Ações Programáticas e Estratégicas em Saúde) SAS/MS.
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa Rede Cegonha junto às
408 maternidades participantes do Programa Rede Cegonha, com recorte
09/10/2014 11.520,00
específico da faixa etária de 10 a 19 anos, para subsidiar ações da Coordenação-
Geral de Saúde dos Adolescentes e Jovens – DAPES/SAS/MS.
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa Rede Cegonha junto às
408 maternidades participantes do Programa Rede Cegonha, observando a
participação dos homens como acompanhantes no momento do parto, para 23/01/2015 15.320,00
subsidiar ações da Coordenação de Atenção à Saúde do Homem– DAET
(Departamento de Atenção Especializada e Temática) SAS/MS.
Documento contendo análise dos requisitos para o desenvolvimento do Sistema de
Pesquisa da Ouvidoria – SPO pelo o Departamento de informática –
15/04/2015 30.720,00
DATASUS/SGPE/MS com o objetivo de subsidiar a implantação da ferramenta
informatizada no ativo do Disque Saúde 136.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Flávia Silvério de Souza Sobrinho CPF: 889.795.201-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300468.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o Desenvolvimento de projetos
estratégicos por meio de parcerias com representantes das três esferas de governo, movimentos sociais, conselhos de
saúde e ouvidorias locais, visando qualificar os atores da área da saúde para o desenvolvimento de ações de
Ouvidoria Ativa e gestão participativa com o monitoramento e avaliação do acesso aos serviços de saúde ofertados
aos cidadãos usuários do SUS tendo como foco o fortalecimento da participação popular.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/04/2013 17/03/2014 48.384,00 20.789,00 6.819,00 34.414,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo Proposta de atualização da cartilha “Ouvidoria Geral do SUS
– um espaço de cidadania”. Tendo por objetivo contribuir para que cidadãos,
03/05/2013 12.096,00
profissionais e gestores do SUS compartilhem conhecimento sobre a forma de
atuação da Ouvidoria.
Documento Técnico contendo Análise das atividades desenvolvidas pela
Ouvidoria Geral do SUS a partir do projeto “Escuta Itinerante – acesso dos povos
do campo e floresta ao Sistema Único de Saúde”, Como parte de Projeto firmado 20/09/2013 7.259,00
entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – CONTAG e a
Ouvidoria Geral do SUS.
Documento Técnico contendo os relatórios das Caravanas de ouvidorias e
Participação Social, realizadas nos Estados do Mato Grosso e Rio Grande do Sul 31/10/2013 8.240,00
no ano de 2013.
Documento contendo proposta de banco de informações sobre Saúde Indígena no
âmbito do Sistema Único de Saúde, com intuito de fortalecer a ação de
09/01/2014 6.819,00
disseminação de informações da Ouvidoria e ampliar o Banco de Informações
Técnicas em Saúde do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Análise técnica dos resultados obtidos nas atividades desenvolvidas em 2013 pelo
17/03/2014 13.970,00
Departamento de Ouvidoria Geral do SUS em parceria com organizações da

148
sociedade civil, a partir de projetos de Apoio Financeiro.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Gabriela Maciel dos Reis CPF: 016.997.386-70
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: O contrato cancelado após a entrega do 4º produto.
Portanto, o 5º produto não foi entregue e consequentemente não foi pago.

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401368.001
Objetivo da Consultoria: Assessorar a Divisão de Fomento e Comunicação – DIFOC, na modernização dos
mecanismos de comunicação utilizados no âmbito do DATASUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
02/12/2014 28/10/2015 79.200,00 16.200,00 16.200,00 16.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico contendo proposta para desenvolvimento de dispositivo para
comunicação bidirecional (chat online) no Portal Web do DATASUS –
17/12/2014 16.200,00
Departamento de Informática do SUS com seção de perguntas e respostas dos
usuários e visitantes do portal.
Documento técnico contendo proposta de Manual com Metodologia de Pesquisa
sobre Processos de Comunicação para o DATASUS – Departamento de 10/03/2015 14.000,00
Informática do SUS com os Estados e municípios.
Documento Técnico contendo uma proposta de Planejamento Estratégico de
Comunicação para Cobertura de Eventos internos e externos com participação 12/05/2015 12.000,00
direta do DATASUS – Departamento de Informática do SUS.
Documento Técnico com proposta de Capacitação da equipe de gestores de
coordenação e regionais do DATASUS – Departamento de Informática do SUS na
implementação do Plano de Comunicação junto a ferramenta de relacionamento
15/07/2015 17.000,00
corporativo do Ministério da Saúde - REDE CORPSUS em ambiente colaborativo
de interação e comunicação para grupos de trabalho, projetos, divulgação de
notícias, eventos e agendas.
Documento Técnico contendo uma proposta de Portfólio contendo sistematização
dos serviços desenvolvidos na área de Comunicação Visual, com a atualização de
canais de comunicação - produção de layouts de peças gráficas, criação de banners 28/10/2015 20.000,00
e peças eletrônicas para aplicação junto ao Portal do DATASUS – Departamento
de Informática do SUS, REDE CORPSUS e canais internos de comunicação.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Gerson Fogolin Filho CPF: 074.478.548-08
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301480.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de sistematização e elaboração
de documentos para publicação, avaliando as informações disseminadas junto aos profissionais da Gestão da
Informação da Ouvidoria Geral do SUS, bem como analisar as manifestações recebidas por meio dos canais de
entrada da ouvidoria, visando a realização de pesquisas e estudos técnicos para auxiliar os processo de
acompanhamento e tratamento das manifestações registradas no Sistema OuvidorSUS do Departamento de
Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício

149
24/10/2013 23/09/2014 63.408,00 47.556,00 47.556,00 63.408,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise do impacto do atendimento presencial
12/11/2013 15.852,00
realizado pela Ouvidoria Geral do SUS aos usuários do Sistema Único de Saúde.
Documento técnico contendo requisitos de ferramenta para envio de correio
eletrônico, por meio do Sistema OuvidorSUS, com objetivo de disseminar 19/02/2014 9.512,00
informações aos usuários da Ouvidoria Geral do SUS.
Documento técnico contendo análise de requisitos e regras do Sistema
10/06/2014 12.681,00
OuvidorSUS, para otimização de encaminhamento de manifestações.
Documento técnico contendo os impactos da modernização das ferramentas e
relatórios do gerenciados de tele atendimento e unidade de resposta audível da 23/09/2014 25.363,00
Ouvidora Geral do SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Guilherme Otavio Figueiredo Grilli CPF: 895.657.461-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401137.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos visando subsidiar a analise e estudo da resolutividade da
Ouvidoria, para a sistematização e elaboração de documentos, avaliando as informações disseminadas junto aos
profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria Geral do SUS, bem como analisar as manifestações recebidas
por meio dos canais de entrada da ouvidoria, tendendo a realização de pesquisas e estudos técnicos com foco no
processo de acompanhamento e tratamento das manifestações registradas no Departamento de Ouvidoria Geral do
SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
23/10/2014 18/09/2015 67.200,00 14.000,00 14.000,00 14.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo tutorial de utilização e gerenciamento do Banco de
Informações Técnicas em Saúde do Sistema OuvidorSUS a ser disponibilizado 07/11/2014 14.000,00
aos componentes do Sistema Nacional de Ouvidorias do SUS.
Documento técnico contendo tutorial de utilização da ferramenta de Business
Intelligence do Sistema OuvidorSUS a ser disponibilizado aos componentes do 09/01/2015 7.200,00
Sistema Nacional de Ouvidorias do SUS.
Documento técnico contendo análise das denúncias, reclamações e sugestões
registradas por meio do Disque Saúde 136 relativas ao Programa Farmácia 16/03/2015 10.000,00
Popular do Brasil no ano de 2014.
Documento técnico contendo diagnóstico do acesso ao nível II do Sistema
20/05/2015 8.000,00
OuvidorSUS pelas Secretarias de Saúde e áreas técnicas do Ministério da Saúde.
Documento técnico contendo análise das solicitações protocoladas por meio do
formulário web e informações disseminadas na Ouvidoria Geral do SUS 13/07/2015 11.000,00
relativas à saúde da mulher no ano de 2014.
Documento técnico contendo análise do perfil dos usuários que procuraram a
18/09/2015 17.000,00
Ouvidoria Geral do SUS para obter informações sobre câncer no ano de 2014.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Guilherme Otavio Figueiredo Grilli CPF: 895.657.461-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1401430.001
150
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos do Departamento de
Apoio a Gestão Participativa – DAGEP/SGEP/MS no processo específico de participação popular e saúde,
promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social. Realizar análise dos processos e metodologias que
envolvem a elaboração do projeto de construção de Escola de Participação Popular e Saúde, tais como por meio da
realização do seminário nacional de formulação e criação, seminários regionais de construção e análise metodológica
das universidades populares de movimentos sociais.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 10/11/2015 72.600,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo a matriz e os conceitos do projeto de Escola de
02/01/2015 18.150,00
Participação Popular e Saúde.
Documento técnico contendo análise dos resultados do seminário de
24/04/2015 10.890,00
formulação e criação da Escola de Participação Popular e Saúde.
Documento técnico contendo analise dos seminários regionais de construção
13/08/2015 14.520,00
da Escola de Participação Popular e Saúde.
Documento técnico contendo análise da metodologia das Universidades
Populares de Movimentos Sociais - UPMS e da adoção do quesito geracional 10/11/2015 29.040,00
na implantação da Escola de Participação Popular e Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Jannayna Martins Sales CPF: 706.495.101-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301061.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos especializados para proceder ao levantamento,
tratamento (tabulação) e análises estatísticas de dados obtidos por meio das CARTAS SUS enviadas aos usuários do
Sistema Único de Saúde - SUS que foram submetidos à internação hospitalar (AIH) ou a atendimento ambulatorial
com procedimentos de alta complexidade (APAC) e respostas obtidas por meio das devoluções dos CARTÕES
RESPOSTAS, telefone 136 e por acesso á internet, especificamente relacionados com as denúncias, com o nível de
satisfação e com as reclamações e sugestões dadas pelos cidadãos usuários referentes aos procedimentos
administrativos, médicos, hospitalares por munícipios, estados, unidades hospitalares e tipos de procedimentos.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/11/2013 20/05/2014 42.000,00 42.000,00 42.000,00 42.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório referente ao levantamento dos dados relativos às denúncias registradas
na Coordenação Geral de Pesquisa e Processamento de Demandas com a
finalidade de verificar a consistência e de organizar a base de dados obtidos por
meio da CARTA SUS e de outras informações secundárias como: manifestações
15/01/2014 14.700,00
de denúncia protocoladas na própria Ouvidoria, municípios por estado
conveniados com o Sistema SUS, unidades hospitalares públicas e privadas, por
município e estado, população por município/estado, além de análise descritiva
das cobranças indevidas.
Relatório com análises estatísticas exploratórias e descritivas que discorram
sobre o fluxo do processo das cartas geradas de AIH e APAC com informações
18/03/2014 10.500,00
sobre entrega, respostas, canais utilizados para responder; características dos
respondentes e do atendimento dado ao usuário, como idade, região, estado e
151
município em que ocorrem os atendimentos SUS, datas e períodos do
atendimento, motivos e valores pagos; cruzamento dos dados e estatísticas
referentes às denúncias, níveis de satisfação com instalações físicas das unidades
de saúde, com profissionais de saúde, com o modo como foi tratado e
recomendação da unidade hospitalar. Neste sentido seguem as etapas de análise:
a) Desenho do fluxo do processo CARTA SUS; b) Caracterização dos
usuários/pacientes respondentes; c) Cruzamento com a base BI no que tange as
denúncias.
Relatório contendo metodologia, resultados, interpretação e critérios que
qualificam as unidades hospitalares credenciadas ao SUS por meio da elaboração
de um Índice de Qualidade a partir dos dados gerados pelo CARTÃO
RESPOSTA da CARTA SUS, relacionando as estatísticas geradas com
20/05/2014 16.800,00
características das unidades como: região atendida, corpo técnico, quantidade de
denúncias (cobrança indevida, dados divergentes, faturamentos, entre outros),
níveis de satisfação do usuário com médicos, unidades hospitalares e,
reclamações e sugestões.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: José Antônio Rodrigues do Nascimento CPF: 222.976.771-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401146.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa por meio da realização de estudos jurídicos e elaboração de documentos sobre atos, modalidades e
instrumentos adotados na gestão estratégica e participativa do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
28/10/2014 25/09/2015 120.000,00 26.400,00 26.400,00 26.400,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo proposta de estruturação e funcionamento da
12/11/2014 26.400,00
Comissão Corregedora Tripartite do Sistema Nacional de Auditoria (SNA).
Documento técnico contendo proposta de politica nacional do Sistema de
Ouvidorias do SUS, a partir de projeto de lei que tramita no Congresso Nacional 05/01/2015 18.000,00
e demais documentos do Ministério da Saúde.
Documento técnico contendo proposta comentada de regulamentação do
disposto no art. 17 da LC 141/2012 que dispõe sobre critério de rateio e 20/04/2015 22.800,00
metodologia de cálculo dos recursos da União para estados e municípios.
Documento técnico contendo proposta de projeto de lei que disponha sobre nova
forma jurídica de atuação dos entes federativos na região de saúde, a partir do 30/07/2015 16.800,00
Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde, conforme Decreto 7.508/2011.
Documento técnico contendo proposta de atuação do Ministério da Saúde e
demais entes federativos, no tocante à judicialização da saúde com a finalidade
25/09/2015 36.000,00
de diminuir a sua incidência, apresentando formas de apoio ao Poder Judiciário,
Ministério Público e defensorias públicas.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Lenir dos Santos CPF: 404.097.248-15
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400139.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
152
saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
20/03/2014 13/02/2015 74.880,00 44.928,00 44.928,00 44.928,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório técnico sobre a abordagem ao tema Promoção da Equidade em Saúde e
Redes temáticas, no Seminário O apoio integrado à gestão interfederativa do 04/04/2014 18.720,00
SUS, ocorrido durante a II EXPOGEP/2014.
Documento técnico sobre o processo de descentralização do Qualiconselhos no
22/07/2014 11.232,00
DF e seu Plano de Educação Permanente para o Controle Social no SUS.
Documento contendo análise sobre as principais contribuições metodológicas da
“II Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário” 17/11/2014 14.976,00
para a XV Conferência Nacional de Saúde.
Documento contendo avaliação sobre a incorporação da temática Equidade nas
discussões dos Conselhos Estaduais de Saúde dos estados do RN, SE, PI, PE e 13/02/2015 29.952,00
RS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Leticia Toledo do Amaral CPF: 573.578.461-72
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300894.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde, em especial da saúde da população negra.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/04/2013 03/06/2014 69.408,00 43.728,00 43.728,00 69.408,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico avaliativo sobre o “Seminário de Enfrentamento a Violência
da Juventude Quilombola e da Juventude dos povos Tradicionais de Matriz 19/07/2013 15.269,00
Africana”, realizado em União dos Palmares/AL.
Documento Técnico contendo avaliação das ações do Ministério da Saúde
contidas no Relatório de Execução do Plano Juventude Viva – Enfretamento á
25/10/2013 10.411,00
violência contra a juventude negra de acordo com as diretrizes apresentadas no
Fórum de Direito e Cidadania da Presidência da República.
Documento técnico com proposta de Revista Painel de Indicadores sobre a saúde
da juventude negra seguindo as ações previstas pelo Ministério da Saúde
03/01/2014 13.187,00
segundo o Plano Juventude Viva – Enfrentamento à mortalidade contra a
juventude negra.
Documento contendo mapeamento da sociedade civil, instâncias governamentais
em âmbito federal, estadual e municipal para a realização de ações estratégicas
07/04/2014 9.719,00
nos estados e municípios prioritários da expansão do plano Juventude Viva -
Plano de enfrentamento à mortalidade contra a juventude negra.
Documento contendo proposta de Seminário para expansão do Plano Juventude
Viva – Enfrentamento à Juventude Negra a ser realizados nos estados prioritários
03/06/2014 20.822,00
de acordo com a demanda construída entre Ministério da Saúde e Secretaria
Nacional de Juventude.
Consultor Contratado
153
Nome do Consultor: Lia Maria dos Santos CPF: 886.613.341-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400731.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar estratégias de promoção da equidade em
saúde, em especial da saúde da população negra.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
13/08/2014 10/07/2015 69.408,00 27.763,00 27.763,00 27.763,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico contendo proposta de publicação sobre Mortalidade
28/08/2014 17.352,00
Materna das Mulheres Negras.
Documento Técnico para Subsidiar a elaboração da Campanha de Enfrentamento
03/11/2014 10.411,00
ao Racismo Institucional no SUS.
Relatório Técnico com para a construção do Grupo de Trabalho para
19/03/2015 13.881,00
institucionalizar o reconhecimento de práticas afro-brasileiras em saúde.
Documento analítico sobre os encaminhamentos do Grupo de Trabalho Alyne
10/07/2015 27.764,00
Pimentel – para o enfrentamento á mortalidade materna das mulheres negras.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Lia Maria dos Santos CPF: 886.613.341-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400251.001
Objetivo da Consultoria: Prestar serviços que contribuam com o objeto do Termo de Cooperação e Assistência
Técnica - Qualificação da Gestão Descentralizada do SUS, e estejam relacionados com os processos de apoio técnico
entre os três níveis de gestores do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
14/11/2014 09/10/2015 77.532,00 19.383,00 19.383,00 19.383,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo atualização do Manual do Usuário do Sistema de
Apoio à Elaboração do Relatório de Gestão Sargsus versão 4.0, de modo a 01/12/2014 19.383,00
reorientar os gestores do SUS para a correta alimentação do sistema.
Documento técnico contendo proposta de estrutura do Plano de Saúde e de
adequação no Sistema de Apoio à Elaboração do Relatório de Gestão - 02/12/2015 11.630,00
SARGSUS.
Documento técnico contendo proposta de estrutura da Programação Anual de
Saúde e de adequação no Sistema de Apoio à Elaboração do Relatório de Gestão 13/04/2015 15.506,00
- SARGSUS.
Documento técnico contendo análise dos processos de elaboração e apreciação
do Relatório de Gestão, Plano de Saúde e Programação Anual de Saúde dos 09/10/2015 31.013,00
Municípios e Estados, no período 2011-2014.
Consultor Contratado

154
Nome do Consultor: Lívio Oliveira Adelino de Lima CPF: 450.646.444-34
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/14000807.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos com vistas que visem a avaliação da Pesquisa da Rede
Cegonha, assim como a de Aleitamento Materno com vistas a subsidiar ações governamentais, especialmente as que
estejam aportadas pelo Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/08/2014 10/07/2015 59.000,00 12.980,00 12.980,00 12.980,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo estudo avaliativo da Pesquisa da Rede Cegonha com o
recorte das 32 maternidades com maior índice de mortalidade materna e infantil
referente ao 2º semestre 2013 para subsidiar ações da Coordenação-Geral da 12/11/2014 12.980,00
Criança e Aleitamento Materno, Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas – DAPES.
Documento contendo descrição sobre a introdução alimentar na Pesquisa Piloto
sobre Aleitamento Materno e Alimentação Infantil de crianças que nasceram
pelo SUS no Distrito Federal para contribuir com informação para
07/01/2015 9.440,00
fortalecimento das ações da Coordenação-Geral da Criança e Aleitamento
Materno, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas – DAPES e
Secretaria de Saúde do Distrito Federal.
Documento contendo diagnostico do perfil e avaliação do pré-natal, parto e pós-
parto das mulheres jovens que tiveram parto pelo Sistema Único de Saúde-SUS
através da Pesquisa Rede Cegonha para subsidiar elaboração de programas e 02/03/2015 11.210,00
projetos para mulheres da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria Geral
da Presidência.
Documento contendo a consolidação da Pesquisa Aleitamento Materno e
Alimentação Infantil em crianças de até dois anos que nasceram pelo SUS em
Recife-PE para subsidiar ações da Coordenação-Geral da Criança e Aleitamento 20/05/2015 7.670,00
Materno do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas – DAPES e
Secretaria Municipal de Recife-PE.
Documento contendo estudo analítico sobre o nível de satisfação das mulheres
negras e pardas em relação as outras raças nos serviços de pré-natal, parto e
puerpério no Sistema Único de Saúde-SUS através da Pesquisa Rede Cegonha 28/08/2015 17.700,00
para orientar ações do Departamento de apoio à Gestão Participativa – DAGEP e
movimentos de mulheres negras.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Luciana Camila dos Santos Brandão CPF: 708.736.661-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/14000707.001
Objetivo da Consultoria: Realizar levantamento e análise dos atos normativos publicados no âmbito do Ministério
da Saúde no período de julho de 2013 a julho de 2014, a partir do banco de dados disponível no Sistema de
Legislação da Saúde (Saúde Legis), realizando as alterações necessárias e suas respectivas atualizações com o fim de
promover o acesso à correta informação sobre o Sistema Único de Saúde. Deverá ser entregue em cinco produtos,
cada um contendo um conjunto de atos normativos, divididos por temas, a partir dos principais blocos de
financiamento do Sistema Único de Saúde.
Período de Vigência Remuneração
155
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/08/2014 10/07/2014 51.480,00 19.048,00 19.048,00 19.048,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Mais Médicos, com destaque ao que está em vigência e o que foi 01/09/2014 11.326,00
alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Melhor em Casa, com destaque ao está em vigência e o que 09/12/2014 7.722,00
alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Farmácia Popular, com destaque ao está em vigência e o que 23/05/2014 9.781,00
alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Controle ao Tabagismo, com destaque ao está em vigência e o que 18/05/2015 7.207,00
alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Saúde da Família, com destaque ao está em vigência e o que 10/07/2015 15.444,00
alterado.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Luciana dos Anjos Pereira Xavier Mendonça CPF: 708.736.661-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401431.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos com o objetivo de fazer um levantamento histórico e
documental sobre o desenvolvimento dos controles de procedimentos e processos e a criação do Sistema Nacional de
Auditoria do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 11/11/2015 30.000,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico com o conteúdo histórico e documental que busca resgatar,
através da evolução histórica da implantação dos processos de auditoria no
Brasil, o desenvolvimento dos controles de procedimentos e processos que
02/01/2015 12.000,00
embasaram a criação da legislação voltada para os Controles e Auditoria nos
serviços de saúde pública e fundamentaram a criação do Sistema Nacional de
Auditoria do SUS - SNA.
Documento técnico abordando a evolução histórica do desenvolvimento dos
mecanismos de controle em Saúde Pública no Brasil desde momentos que são
vistos como uma pré-auditoria nos processos e procedimentos médicos e 11/06/2015 18.000,00
hospitalares, a implantação de um sistema de auditoria no Sistema Único de
Saúde-SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Lucio Soley Lomonaco CPF: 000.145.081-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

156
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1401429.001
Objetivo da Consultoria: Realizar e analisar o monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da Informação -
PDTI, analisando possíveis inconsistências e propondo melhorias.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 10/11/2015 88.800,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório Analítico do Monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da
Informação (PDTI) – Quarto bimestre 2014 - Relatório contendo as seguintes
02/01/2015 19.536,00
informações: Projeto/ação, indicadores e metas, responsável, situação atual,
pontos críticos e encaminhamentos.
Relatório Analítico do Monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da
Informação (PDTI) – Consolidado de 2014 - Relatório contendo as seguintes
24/04/2015 14.208,00
informações: Projeto/ação, indicadores e metas, responsável, situação atual,
pontos críticos e encaminhamentos.
Analítico do Monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da Informação
(PDTI) – primeiro bimestre de 2015 - Relatório contendo as seguintes
07/07/2015 16.872,00
informações: Projeto/ação, indicadores e metas, responsável, situação atual,
pontos críticos e encaminhamentos.
Analítico do Monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da Informação
(PDTI) – segundo bimestre de 2015 - Relatório contendo as seguintes
18/09/2015 11.544,00
informações: Projeto/ação, indicadores e metas, responsável, situação atual,
pontos críticos e encaminhamentos.
Analítico do Monitoramento do Plano Diretor de Tecnologia da Informação
(PDTI) – terceiro bimestre de 2015 - Relatório contendo as seguintes
10/11/2015 26.640,00
informações: Projeto/ação, indicadores e metas, responsável, situação atual,
pontos críticos e encaminhamentos.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Luiz Antônio Lima CPF: 284.819.500-25
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400013.001
Objetivo da Consultoria: Prestar serviços de consultoria técnica especializada que contribuam para o
desenvolvimento, e aprimoramento de regras e mecanismos de alocação dos recursos financeiros do Ministério da
Saúde para estados e municípios, atendendo ao que dispõe o art. 17 da LC 141.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
30/09/2014 25/06/2015 75.000,00 25.000,00 25.000,00 25.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo critérios e metodologia de cálculo para rateio dos
recursos da União para estados, evidenciando o eixo necessidades de saúde,
15/10/2014 25.000,00
medido pelas dimensões socioeconômica, demográfica, geográfica e
epidemiológica.
Documento técnico contendo simulações para rateio dos recursos financeiros
federais para estados, respeitando o eixo necessidades de saúde segundo os 02/02/2015 22.000,00
critérios do artigo 19 da Lei 141/2012 .
157
Documento técnico contendo critérios e metodologia de cálculo para rateio dos
recursos federais para estados, com base no eixo redes de atenção, incluindo a 25/06/2015 28.000,00
capacidade de oferta e produção de ações e serviços de saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Marcel Guedes Leite CPF: 040.824.428-39
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400109.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar a organização, avaliação e o
monitoramento dos processos de gestão da informação tendo como objeto, a realização de analise e estudo da
resolutividade da Ouvidoria para a sistematização e elaboração de documentos para publicação, avaliando as
informações disseminadas junto aos profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria, bem como analisar as
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada, visando a realização de pesquisas e estudos técnicos.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/03/2014 30/01/2015 63.408,00 38.045,00 38.045,00 38.045,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo as manifestações vocalizadas e o perfil dos usuários do
Sistema Único de Saúde que recorreram à Ouvidoria Geral do SUS em 2013 21/03/2014 15.852,00
para acesso aos servidores de saúde.
Documento contendo as manifestações recebidas na Ouvidoria Geral do SUS
pautadas no tema Tabagismo, com o intuito de subsidiar o Programa Nacional de 01/07/2014 9.512,00
Controle do Tabagismo – INCA.
Documento contendo relatório das ligações e dos atendimentos eletrônicos
contabilizados no Disque Saúde 136 em 2013, para monitoramento do serviço 14/11/2014 12.681,00
prestado por este canal da Ouvidora-geral do SUS.
Documento contendo manual de orientações para a disseminação de informações
em saúde com o intuito de qualificar o atendimento prestado pelos atendentes do 30/01/2015 25.363,00
Disque Saúde 136.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Marcio Andre Paysan de Jesus CPF: 832.867.301-06
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301065.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar os processos de gestão planejada e
estratégica dos recursos disponibilizados aos departamentos da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
22/08/2013 21/07/2014 74.400,00 46.872,00 46.872,00 74.400,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise da execução da ação Ouvidoria Nacional de
Saúde do Sistema Único de Saúde, no exercício de 2012, sob a ótica do 06/09/2013 16.368,00
financiamento.

158
Documento técnico contendo análise da execução da ação Auditoria do Sistema
19/11/2013 11.160,00
Único de Saúde, no exercício de 2012, sob a ótica do financiamento.
Documento técnico contendo análise da execução da ação Aprimoramento da
Articulação e Cooperação Interfederativa e da Gestão Compartilhada do SUS, no 03/02/2014 14.136,00
exercício de 2012, sob a ótica do financiamento.
Documento técnico contendo análise da execução das ações de fortalecimento do
Sistema Nacional de Informações em Saúde, no exercício de 2012, sob a ótica do 14/04/2014 10.416,00
financiamento.
Documento técnico contendo análise da execução das ações de fortalecimento da
Política de Gestão Participativa, no exercício de 2012, sob a ótica do 21/07/2014 22.320,00
financiamento.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Marco André Pimentel Jacobina CPF: 621.765.011-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400705.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar os processos de gestão planejada e
estratégica dos recursos disponibilizados aos departamentos da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
07/08/2013 02/07/2015 80.000,00 29.600,00 29.600,00 29.600,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise da execução orçamentária da estratégia
Aprimoramento das Relações Interfederativa mediante Cooperação, Gestão
22/08/2014 17.600,00
Compartilhada e Contratualização, do Planejamento Estratégico do Ministério da
Saúde 2013.
Documento técnico contendo análise da execução orçamentária da estratégia
Implementação interfederativa da Ouvidoria Ativa como instrumento de gestão,
14/11/2014 12.000,00
com ampliação e fortalecimento do Sistema Nacional de Ouvidoria, do
Planejamento Estratégico do MS 2013.
Documento técnico contendo análise da execução orçamentária da estratégia
Realização de ações de controle na gestão do SUS, com foco em resultados,
18/02/2015 15.000,00
tendo como referência o COAP e a Garantia de Acesso, do Planejamento
Estratégico do MS 2013.
Documento técnico contendo análise da execução orçamentária da estratégia
Ampliação da Participação Social para o Fortalecimento do SUS, do 11/05/2015 11.400,00
Planejamento Estratégico do MS 2013.
Documento técnico contendo análise da execução orçamentária da estratégia
Consolidação das Políticas de Promoção da Equidade em Saúde, do 02/07/2015 24.000,00
Planejamento Estratégico do MS 2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Marco André Pimentel Jacobina CPF: 621.765.011-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401164.001
Objetivo da Consultoria: Realizar levantamento e análise dos atos normativos publicados no âmbito do Ministério
da Saúde no período de julho de 2013 a julho de 2014, a partir do banco de dados disponível no Sistema de
Legislação da Saúde (Saúde Legis), realizando as alterações necessárias e suas respectivas atualizações com ênfase

159
ao que foi alterado e o que está em vigência. Deverá ser entregue em cinco produtos, cada um contendo um conjunto
de atos normativos, divididos por temas, a partir dos principais blocos de financiamento do Sistema Único de Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
30/10/2014 25/09/2015 69.200,00 11.000,00 11.000,00 11.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Academia da Saúde, com destaque ao que está em vigência e o que 14/11/2014 11.000,00
foi alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
Atenção a Saúde da Pessoa com Deficiência no SUS, com destaque ao que está 20/02/2015 8.400,00
em vigência e o que foi alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Agentes Comunitários de Saúde, com destaque ao que está em 10/04/2015 10.200,00
vigência e o que foi alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito
do Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama, com destaque ao que 18/06/2015 7.300,00
está em vigência e o foi alterado.
Relatório com os respectivos textos dos atos normativos publicados no âmbito da
Vigilância Alimentar e Nutricional, com destaque ao que está em vigência e o foi 25/06/2015 14.580,00
alterado.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria Amanda Paiva CPF: 014.728.421-03
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1301219.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos especializados em cooperação internacional para o
aprimoramento da gestão estratégica e participativa do SUS e a aproximação com outros sistemas de saúde.
Sistematização de informações nacionais e internacionais sobre Regionalização, Governança Ouvidoria e
Participação, em saúde, visando disseminação para parceiros estratégicos. Elaboração e relatoria de projetos de
eventos de caráter internacional. Realização de pesquisas de prospecção de parceiros com instâncias similares à
SGEP em países latino- americanos.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/09/2013 18/08/2014 48.384,00 36.288,00 36.288,00 29.031,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo sistematização de experiências inovadoras em
Regionalização e Governança da Saúde dos países participantes dos Ciclos de
Debates do “Laboratório de Inovação em Gestão do Sistema de Saúde – Eixo: 04/10/2013 12.096,00
Regionalização e Governança”, visando disseminação no Portal da Inovação na
Gestão do SUS.
Documento contendo descrição e análise do processo de regionalização de saúde
27/01/2014 7.259,00
da França e Canadá.
Documento contendo descrição e análise do processo de regionalização de saúde
07/04/2014 9.676,00
da Espanha e Portugal.
Documento técnico contendo relatório da Oficina de Pesquisa em Governança e
18/08/2014 19.353,00
Regionalização em saúde.
160
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria Camila Gabriele Moura CPF: 666.384.293-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401404.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar a produção do conhecimento na área de gestão estratégica e participativa no
âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 10/11/2015 69.408,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo sistematização – do idioma Português para o
idioma Inglês – do texto Painel de Indicadores do SUS nº 8 – Temático 02/01/2015 17.352,00
Regionalização da Saúde.
Documento técnico contendo sistematização – do idioma Português para o
idioma Espanhol – do texto Painel de Indicadores do SUS nº 8 – Temático 15/04/2015 10.411,00
Regionalização da Saúde.
Documento técnico contendo sistematização – do idioma Português para o
idioma Inglês – do texto Painel de Indicadores do SUS nº 9 – Temático Gestão 21/08/2015 13.882,00
do Trabalho em Saúde.
Documento técnico contendo sistematização – do idioma Português para o
idioma Espanhol – do texto Painel de Indicadores do SUS nº 9 – Temático 10/11/2015 27.763,00
Gestão do Trabalho em Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria do Carmo Gomes Kell CPF: 229.049.216-72
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300220.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviços técnicos para subsidiar ações de educação popular e mobilização
social em saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/03/2013 03/02/2014 73.320,00 21.996,00 21.996,00 73.320,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo a análise crítica da Oficina de Capacitação de
19/03/2013 15.132,00
Lideranças da População em Situação de Rua.
Documento técnico contendo a sistematização do Planejamento das Ações de
Saúde para o ano de 2013 do Projeto O Ministério da Saúde Adverte: O Circo 06/06/2013 11.998,00
faz bem a saúde - Receba o circo de braços abertos.
Documento técnico contendo o acompanhamento da implantação dos Comitês
Técnicos de Saúde da População em Situação de Rua nos estados da BA, PR, 23/09/2013 13.930,00
RS e MG.
Documento contendo relatório técnico da Oficina O Ministério da Saúde 12/12/2013 10.264,00

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Adverte: O Circo faz bem a saúde - Receba o circo de braços abertos, no
estado de SP.
Documento técnico contendo elementos para a elaboração da Campanha
03/02/2014 21.996,00
Saúde na Rua: Um direito humano.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria de Fátima Marques CPF: 601.400.117-49
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400114.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar e propor melhorias ao processo de
Capacitação permanente no âmbito da Ouvidoria Geral do SUS no que diz respeito à produção de manuais e roteiros
para teleatendimento em saúde e projetos para produção de material didático.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/03/2014 16/01/2015 81.600,00 57.120,00 57.120,00 57.120,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo proposta de Manual de Tratamento de Demandas, a ser
21/03/2014 17.952,00
utilizado na capacitação dos operadores do atendimento Receptivo Nível II.
Documento contendo proposta de capacitação em disseminação de
informações em Saúde, buscando melhorias nos processos de atendimento do 05/05/2014 12.240,00
Disque Saúde 136.
Documento contendo proposta de manual de monitoramento de ligações dos
atendimentos realizados pelos operadores do Receptivo Nível I, com vistas à 30/07/2014 15.504,00
melhoria de qualidade nos serviços prestados pelo Disque Saúde 136.
Documento contendo proposta de adequação dos conteúdos atualmente
utilizados nos processos de capacitação, por meio de roteirização e preparação 10/10/2014 11.424,00
para produção de materiais audiovisual e multimidiáticos.
Documento contendo proposta de mecanismos que garantam a seleção de
colaboradores com as qualificações desejadas para o Disque Saúde 136, com
16/01/2015 24.480,00
vistas ao aprimoramento dos serviços prestados pela Central de
Teleatendimento.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Marilia Greidinger Carvalho CPF: 005.863.591-25
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400924.001
Objetivo da Consultoria: Sistematizar contribuições de sete comitês de gestão de indicadores (CGI) da Rede
Interagencial de Informação para a Saúde (RIPSA), além de outras informações sobre conteúdos e metodologias
trabalhadas na Rede, na perspectiva de uniformizar o entendimento geral sobre a temática, fortalecer os processos de
disponibilização de informações e potencializar a tomada de decisões na gestão do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/09/2014 13/08/2015 86.400,00 31.968,00 31.968,00 31.968,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Descrição Data prevista Valor

162
de entrega
Documento técnico contendo a sistematização de critérios e metodologia para a
compatibilização do conteúdo e formato das fichas de qualificação dos 20/10/2014 19.008,00
indicadores da RIPSA.
Documento técnico contendo a atualização do Capítulo “Fontes de dados”, no
que diz respeito aos sistemas de informação do Ministério da Saúde, visando sua
01/12/2014 12.960,00
publicação na 3ª edição do livro intitulado “Indicadores básicos para a Saúde no
Brasil: conceitos e aplicações”.
Documento técnico contendo a atualização do Capítulo “Fontes de dados”, no
que diz respeito à censos e pesquisas operadas pelo IBGE, visando sua
06/02/2015 16.416,00
publicação na 3ª edição do livro intitulado “Indicadores básicos para a Saúde no
Brasil: conceitos e aplicações”.
Documento técnico contendo a atualização do Capítulo “Fontes de dados”, no
que diz respeito à outros sistemas de informação de entidades públicas, visando
10/04/2015 13.096,00
sua publicação na 3ª edição do livro intitulado “Indicadores básicos para a Saúde
no Brasil: conceitos e aplicações”.
Identificação de tópicos de metodologia, especialmente estatística, que
necessitam ser aprofundados para explicar diferenças de dados entre as fontes 13/08/2015 24.920,00
utilizadas para produzir um indicador.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Mauricio Gomes Pereira CPF: 004.876.431-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300333.002
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para consolidar o processo e desenvolver relatórios
analisando as informações disseminadas e manifestações protocoladas junto aos profissionais da Gestão da
Informação da Ouvidoria Geral do SUS
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
27/03/2013 26/02/2014 73.976,00 20.713,00 20.713,00 73.976,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo análise dos registros do Programa Saúde da Mulher do
Ministério da Saúde, no período de janeiro a dezembro de 2012, oriundos da 11/04/2013 22.192,00
Ouvidoria Geral do SUS.
Documento contendo análise do acolhimento das manifestações na Ouvidoria
Geral do SUS, no período de janeiro a dezembro de 2012, no Sistema 17/09/2013 18.124,00
OuvidorSUS oriundas do Gabinete do Ministro da Saúde.
Documento contendo análise dos registros do Programa Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) do Ministério da Saúde, no período de janeiro a junho de 04/11/2013 12.947,00
2013, oriundos da Ouvidoria Geral do SUS.
Documento contendo análise das disseminações do Programa Saúde do Homem
26/02/2014 20.713,00
do Ministério da Saúde, oriundas da Ouvidora Geral do SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Patrícia Vieira Lucas CPF: 048.370.136-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401822.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar demandas relacionadas à administração Rede está a Biblioteca Virtual em Saúde

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Rede Interagencial de Informação para a Saúde (RIPSA), na perspectiva do fortalecimento dos processos de
disponibilização das informações produzidas pela RIPSA, potencializando e orientando o planejamento e a tomada
de decisão dos gestores do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/09/2014 13/08/2015 75.000,00 15.000,00 15.000,00 15.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo os critérios de seleção de dados, documentos e
literatura para a Base de dados da BVS RIPSA, bem como elaboração de 20/10/2014 15.000,00
fluxogramas de operação das fontes de informação da BVS RIPSA.
Documento técnico contendo as atividades de migração do Portal da BVS
RIPSA para o gerenciador de conteúdos CMS WordPress utilizando o plugin
01/12/2015 8.500,00
BVS (Módulo de extensão que utiliza as metodologias da Biblioteca Virtual em
Saúde) desenvolvido pela BIREME/OPAS.
Documento técnico contendo o manual de operação e administração do novo
06/02/2015 12.000,00
portal da BVS RIPSA.
Documento técnico contendo as atividades de atualização do Portal de Fichas de
10/04/2015 7.600,00
Qualificação referentes aos indicadores de dados básicos
Documento técnico contendo relato do processo de elaboração/atualização dos
portais da BVS RIPSA dos estados com o gerenciador de conteúdos CMS
WordPress utilizando o plugin BVS (Módulo de extensão que utiliza as 15/06/2015 10.150,00
metodologias da Biblioteca Virtual em Saúde) desenvolvido pela
BIREME/OPAS.
Documento técnico contento proposta sobre a reestruturação e atualização do
13/08/2015 21.750,00
Diretório de Participantes da RIPSA.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Rejane da Cruz Soares Carvalho CPF: 646.498.221-49
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300574.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de Capacitação permanente e
elaborar metodologias de capacitação tendo como foco escutas de gestores, trabalhadores, conselheiros e lideranças
de movimentos sociais, ampliando a participação e o fortalecimento da gestão estratégica do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/05/2013 14/04/2014 67.200,00 20.160,00 20.160,00 67.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo proposta de conteúdo e metodologia para o Curso
31/05/2013 14.784,00
Tecendo a Rede do Sistema Nacional de Ouvidoria do SUS em 2013.
Documento contendo proposta de roteiro de implantação de ouvidoria e
atualização do roteiro de implantação de ouvidoria com o sistema 22/07/2013 10.080,00
informatizado OUVIDORSUS.
Documento contendo proposta de implantação de Ouvidorias do SUS em
10/10/2013 12.768,00
Distritos Sanitário Especial Indígena.
Documento contendo proposta de revisão do Guia de Orientações Básicas
02/12/2013 9.408,00
para Implantação de Ouvidorias do SUS.
Documento contendo resultado do número de Ouvidorias municipais 14/04/2014 20.160,00
164
Implantadas no Brasil, após o curso tecendo a rede do sistema nacional de
ouvidorias do SUS, realizado em 2013.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Renata Carvalho Lustosa CPF: 802.987.961-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400497.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de capacitação permanente e
elaborar metodologias de capacitação tendo como foco escutas de gestores, trabalhadores, conselheiros e lideranças
de movimentos sociais, ampliando a participação e o fortalecimento da gestão estratégica do SUS, bem como o a
relação com as ouvidorias em todos os estados brasileiros (diagnóstico situacional) a fim de prover apoio sistemático
e descentralizado, e em consonância com o Sistema Nacional de Ouvidorias (SNO).
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
16/06/2014 12/05/2015 49.200,00 32.928,00 32.928,00 32.928,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo proposta de tutorial da capacitação do Sistema
01/07/2014 13.440,00
OuvidorSUS com Tipificação para 2014.
Documento contendo panorama dos diagnósticos situacionais das ouvidorias dos
05/09/2014 8.736,00
estados da Região Norte e da Região Centro-Oeste.
Documento contendo panorama dos diagnósticos situacionais das ouvidorias dos
13/11/2014 10.752,00
estados da Região Nordeste.
Documento contendo panorama dos diagnósticos situacionais das ouvidorias dos
20/01/2015 6.720,00
estados da Região Sudeste e da Região Sul.
Documento contendo proposta de trabalho para os apoiadores descentralizados
10/03/2015 7.740,00
do SNO.
Documento contendo o Índice Nacional de Qualidade das Ouvidorias do SUS. 12/05/2015 1.812,00
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Renata Carvalho Lustosa CPF: 802.987.961-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400216.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de comunicação integrada da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa por meio da realização de estudos e planejamentos para a comunicação interna e externa, utilizando as
ferramentas da publicidade e da propaganda.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
11/11/2014 07/10/2015 54.000,00 14.000,00 14.000,00 14.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico com estratégias para a realização de campanhas de
valorização, divulgação e disseminação das políticas de promoção da equidade
26/11/2014 14.000,00
para as populações negra, LGBT, em situação de rua, do campo, floresta e águas,
e cigana, além da educação popular em saúde, com ações de promoção dessas

165
políticas no âmbito do SUS e entre a população em geral.
Documento contendo estudo e proposição de ações de fortalecimento da
Comunicação Interna da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do
16/04/2015 9.750,00
Ministério da Saúde (SGEP/MS), com ações pautadas em instrumentos da
publicidade e da propaganda.
Documento técnico contendo avaliação das demandas de informação solicitadas
por meio do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), parte integrante da Lei de
31/08/2015 12.250,00
Acesso à Informação (LAI), com foco no feedback deste acesso e no que ele
pode ser útil à formulação de estratégias de comunicação interna e externa.
Reformulação da presença online da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS), considerando como
fundamental a unificação da linguagem adotada pela secretaria na internet, de 07/10/2015 18.000,00
modo a contribuir com a formatação de uma identidade online da Gestão
Estratégica e Participativa.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Roberta Cristina Gomes Camelo Ferreira CPF: 053.727.724-25
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

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Código do Contrato: BR/CNT/1300893.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços profissionais para realizar o projeto editorial e gráfico, incluindo
a edição de textos, com copidesque e revisão, e projeto gráfico-visual envolvendo conceituação, desenvolvimento,
direção de arte, criação, diagramação, arte-finalização, para as publicações que compõem o planejamento editorial do
Departamento de Auditoria do SUS – DENASUS do ano de 2013, abaixo citadas: i) Manual de orientações sobre
proposição de devolução de recursos; ii) Orientações técnicas sobre auditoria; iii) Cartilha “conversando sobre
auditoria no SUS” iv) História da auditoria no SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/07/2013 03/01/2014 45.385,00 18.154,00 18.154,00 45.385,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo Manual de orientações sobre proposição de devolução de
19/07/2013 11.347,00
recursos no SUS.
Cartilha com a temática "conversando sobre auditoria no SUS. 02/09/2013 6.807,00
Documento técnico contendo a História da Auditoria no SUS. 01/11/2013 9.077,00
Orientações técnicas sobre o processo de trabalho de ações de controle da
03/01/2014 18.154,00
auditora do SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Rosa Maria Ramos dos Reis CPF: 350.093.497-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400116.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para realização a analise e estudo da resolutividade da
Ouvidoria, para a sistematização e elaboração de documentos para publicação, avaliando as informações
disseminadas junto aos profissionais da Gestão da Informação da Ouvidoria Geral do SUS, bem como analisar as
manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da ouvidoria, visando a realização de pesquisas e estudos
técnicos para subsidiar os processo de acompanhamento e tratamento das manifestações registradas no Departamento
de Ouvidoria Geral do SUS - DOGES.
Período de Vigência Remuneração
Início Término Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o

166
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/03/2014 02/02/2015 48.384,00 48.384,00 33.869,00 48.384,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo relatório dos dados do acompanhamento da pesquisa para
fechamento das demandas registradas no Sistema OuvidorSUS no período de
21/03/2014 10.645,00
2006 a 2009, para aumentar os índices de resolubilidade do Departamento de
Ouvidora-geral do SUS – DOGES.
Documento contendo análise das demandas acolhidas pelo Disque Saúde 136,
referente aos principais problemas com os usuários que tenham utilizado o
Programa “Aqui Tem Farmácia Popular” no primeiro semestre de 2012 para 26/06/2014 7.257,00
identificar os maiores problemas e qualificar o processo de trabalho da
Coordenação do programa Farmácia Popular do Brasil.
Documento contendo proposta de roteiro para a capacitação dos operadores nível
II do Disque Saúde 136 no tratamento de demandas, desenvolvido pela Área de
15/09/2014 9.193,00
Análise e Tratamento de Demanda – AATD / CGPEP / DOGES, visando o
aprimoramento do processo de trabalho.
Documento contendo análise do grau de resolubilidade das demandas recebidas
por meio de carta pela Ouvidora-geral do SUS, para subsidiar o Departamento de 10/11/2014 6.774,00
Ouvidoria Geral do SUS - DOGES quanto à efetividade desse canal de entrada
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa de satisfação com
usuários que tenham utilizado o SUS nos últimos 12 meses nos serviços de
02/02/2015 14.515,00
Atenção Básica, Odontológica, Urgência e emergência para subsidiar o
Departamento de Atenção Básica - DAB.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Rosana Barros Dantas Carvalho CPF: 715.474.951-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401402.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de tomada de decisão gestora da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa por meio da realização instrumental de tecnologia da informação subsidiando também um processo de
planejamento e avaliação para a comunicação interna e externa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 23/01/2015 12.000,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico com orientação à construção de uma proposta para análise
de dados e informações da secretaria de Gestão Participativa – SGEP,
incluindo a análise de dados preliminares que subsidie a tomada de decisão 23/01/2015 12.000,00
gestora no departamento de auditoria do SUS e fortaleça a atuação do Sistema
Nacional de Auditoria.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Sandro Haruyuki Terabe CPF: 524.176.621-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”

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Código do Contrato: BR/CNT/1300326.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de Implantação e
implementação da Ouvidoria Ativa no âmbito da Ouvidoria Geral do SUS, no que diz respeito à elaboração de
documentos técnicos, projetos e análises de dados oriundos das ações de Ouvidoria Ativa.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
26/03/2013 25/02/2014 67.200,00 26.880,00 26.880,00 67.200,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contendo proposta de tipificação da CartaSUS para categorização
das manifestações recebidas e registradas na Ouvidoria Geral do SUS 10/04/2013 16.800,00
referentes a essa ação.
Documento contendo análise das manifestações de cobranças feitas por
prestadoras do SUS a cidadãos usuários do Sistema Público de Saúde, 03/07/2013 10.080,00
identificadas por meio da CartaSUS, durante o ano de 2012.
Documento contendo projeto de implantação de Sistema Informatizado para
14/11/2013 13.440,00
leitura e tratamento dos cartões resposta da CartaSUS.
Documento contendo análise dos motivos de devolução da CartaSUS por
25/02/2014 26.880,00
meio da Devolução Eletrônica (CEDO), no ano de 2012.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Silvia Vasconcelos do Prado Arruda CPF: 008.474.261-57
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400222.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de implantação e
implementação da Ouvidoria Ativa no âmbito da Ouvidora-geral do SUS, no que diz respeito à elaboração de
documentos técnicos, projetos e análises de dados oriundos das citadas ações. Tendo como foco o aprimoramento
específico do projeto Carta SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
04/04/2014 02/03/2015 67.200,00 37.912,00 37.912,00 37.912,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo proposta de roteiro do atendimento telefônico
realizado pelos atendentes do Disque Saúde 136, nas ligações referentes à 22/04/2014 13.440,00
Carta SUS.
Documento técnico contendo projeto de capacitação de grupo específico de
atendentes do Disque Saúde 136, para análise e tratamento de denúncias da 10/07/2014 7.000,00
Carta SUS
Documento técnico contendo análise dos prestadores que foram mais bem
avaliados quanto aos atendimentos realizados pelo SUS sob a ótica do
22/09/2014 10.752,00
cidadão, representada através da pesquisa de satisfação da Carta SUS durante
os anos de 2012 e 2013.
Documento técnico contendo análise dos resultados da ação Carta SUS a
partir das manifestações geradas no Disque Saúde 136 e nos anos de 2012 e 27/11/2014 6.720,00
2013.
Documento técnico contendo proposta de relatório analítico da ação Carta
SUS durante os anos de 2012 e 2013 envolvendo aspectos de envio da carta, 15/01/2015 9.800,00
devolução dos cartões resposta e demandas protocoladas na Ouvidora-geral
168
do SUS para subsidiar melhorias na ação e transparecer os dados para os
gestores do SUS.
Documento técnico contendo proposta de atualização do tema Carta SUS no
Banco de Informações Técnicas em Saúde – BITS, do módulo Gestão de
02/03/2015 19.488,00
Conteúdo do Sistema OuvidorSUS, para subsidiar a disseminação de
informações pelos atendentes do Disque Saúde 136.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Silvia Vasconcelos do Prado Arruda CPF: 008.474.261-57
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/14000957.001
Objetivo da Consultoria: Assessorar o Núcleo Técnico do Cartão Nacional de Saúde na formulação das propostas
de ações para os próximos anos do Projeto Cartão Nacional de Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/09/2014 17/08/2015 88.900,00 24.250,00 24.250,00 24.250,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento Técnico-conceitual contendo as bases teóricas e legais para
definição dos níveis e modalidades de permissão do conhecimento dos dados e 03/10/2014 14.900,00
informações sobre os pacientes incluídos no RES e no Portal do Cidadão.
Documento Técnico contendo as definições para os níveis e modalidades de
permissão do conhecimento dos dados e informações sobre os pacientes 11/12/2014 9.350,00
incluídos no RES e no Portal do Cidadão.
Documento técnico contendo proposta de estruturação para o Livro de Projeto e
texto referente a unificação, catalogação e classificação dos documentos do
Projeto Cartão, organizando-os em um plano estruturado e coerente com as ações 06/02/2015 11.100,00
já realizadas, das que estão em execução até o final de 2014 e das perspectivas e
propostas de ações para os próximos quatro anos (Etapa 1 – 1998 a 2006).
Documento técnico contendo proposta de estruturação para o Livro de Projeto e
texto referente a unificação, catalogação e classificação dos documentos do
Projeto Cartão, organizando-os em um plano estruturado e coerente com as ações 13/04/2015 15.800,00
já realizadas, das que estão em execução até o final de 2014 e das perspectivas e
propostas de ações para os próximos quatro anos (Etapa 2 – 2006 a 2010).
Documento técnico contendo proposta de estruturação para o Livro de Projeto e
texto referente a unificação, catalogação e classificação dos documentos do
15/06/2015 12.500,00
Projeto Cartão, organizando-os em um plano estruturado e coerente das ações
que estão em execução até o final de 2014.(Etapa 3 – 2010 a 2014).
Documento técnico contendo perspectivas e propostas de ações para os próximos
quatro anos do Projeto Cartão e sua utilidade e utilização no Sistema de Saúde 17/08/2015 25.250,00
Brasileiro. (Etapa 4 – 2014 a 2018).
Consultor Contratado
Nome do Consultor: SYLVAIN NAHUM LEVY CPF: 059.671.391-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300802.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de Capacitação permanente e
elaborar metodologias de capacitação tendo como foco escutas de gestores, trabalhadores, conselheiros e lideranças
de movimentos sociais, ampliando a participação e o fortalecimento da gestão estratégica do SUS.

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Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
14/06/2013 13/05/2014 63.600,00 27.984,00 27.984,00 63.600,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo proposta de conteúdo técnico para a capacitação
introdutória em pesquisa, para subsidiar o trabalho realizado pela Central de
01/07/2013 13.992,00
Pesquisa e Acolhimento Humanizado de Manifestações – 136 do Departamento
de Ouvidoria Geral do SUS.
Documento contendo análise dos dados da pesquisa da Rede Cegonha para
identificar nas 27 capitais Brasileiras quais as maternidades com maior tempo de
12/09/2013 9.540,00
espera no atendimento às mulheres gestantes para subsidiar ações da área técnica
da Saúde da Mulher – DAPES/SAS/MS junto a esses estabelecimentos.
Documento contendo proposta educação permanente dos teleatendentes do ativo
da Central de Pesquisa e Acolhimento Humanizado de Manifestações – 136, para
05/11/2013 12.084,00
qualificar a execução das entrevistas temáticas realizadas pelo Departamento de
Ouvidoria Geral do SUS.
Documento contendo análise de uma amostra representativa dos contatos
realizados pela Central de Pesquisa e Acolhimento Humanizado de
Manifestações – 136 para qualificar a abordagem dos teleatendentes quando as 18/02/2014 8.904,00
entrevistadas da pesquisa Rede Cegonha informar que sofrem agressão física
durante o parto.
Documento contendo roteiro de avaliação para supervisores e monitores que
atuam no ativo da Central de Pesquisa e Acolhimento Humanizado de
13/05/2014 19.080,00
Manifestações – 136, para auxiliar na avalição e qualificação dos teleatendentes
que realizam as pesquisas.

Consultor Contratado
Nome do Consultor: TAINAH DUMONT TEIXEIRA CPF: 871.456.341-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400638.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos no sentido de ampliar a participação da sociedade,
sobretudo, fortalecendo e otimizando a gestão a partir das sugestões oriundas do controle social aplicado na
Ouvidora-geral. O contrato servirá também ao aprimoramento da Política Nacional de Assistência Farmacêutica,
partindo-se da impressão e manifestação do usuário, ou seja, a partir do cidadão subsidiar aprimoramentos. Além
disso, o intuito da contratação é diagnosticar o tratamento das demandas recebidas na Ouvidora-geral sempre
primando pela evolução sistêmica dos canais de acesso à Ouvidoria do SUS. Não obstante, a contratação terá enfoque
específico na compreensão dos dados referentes à Pesquisa de Satisfação das mulheres atendidas para o tratamento de
câncer do colo do útero. Dessa forma, prover nesse contrato documentos que acentuem a melhoria dos serviços
ofertados à população.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
23/07/2014 18/06/2015 63.600,00 25.440,00 25.440,00 25.440,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise descritiva das manifestações classificadas
como solicitação relacionadas à Assistência Farmacêutica, acolhidas pela 07/08/2014 15.900,00
Ouvidoria Geral do SUS em 2013, com objetivo de subsidiar a Política Nacional
170
de Assistência Farmacêutica.
Documento técnico contendo o diagnóstico do monitoramento das demandas
tratadas pela Ouvidora-geral do SUS no primeiro trimestre de 2014, tendo como
10/11/2014 9.540,00
foco principal a identificação inconsistências no tratamento, buscando o
aprimoramento do processo de trabalho.
Documento técnico contendo análise qualitativa do atendimento prestado pela
Ouvidoria Geral do SUS por meio do atendimento telefônico, no segundo
16/02/2015 12.720,00
trimestre de 2014, com objetivo de subsidiar estudos para a melhoria do serviço
ofertado ao cidadão.
Documento técnico contendo análise descritiva da Pesquisa de Satisfação com as
mulheres que realizaram tratamento de câncer do colo do útero pelo sistema 18/06/2015 25.440,00
público de saúde desenvolvida pelo Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: TAINAH DUMONT TEIXEIRA CPF: 871.456.341-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400659.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de análise e monitoramento
das manifestações recebidas por meio dos canais de entrada da Ouvidoria, visando qualificar o atendimento prestado
pelo Disque Saúde 136 durante a realização da Copa do Mundo em 2014, por meio da tradução do roteiro padrão
disponibilizado pela Ouvidoria - Geral do SUS, visando subsidiar a elaboração de relatório dos serviços prestados no
referido período.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
28/07/2014 23/09/2014 10.568,00 10.568,00 10.568,00 10.568,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico contendo análise quantitativa e qualitativa do atendimento
em inglês, realizado por tele atendentes do Disque Saúde 136 durante o período
da Copa do Mundo de 2014, realizada por meio de monitoramento do
23/09/2014 10.568,00
atendimento a partir da tradução do roteiro padrão disponibilizado pela
Ouvidoria- Geral do SUS, visando subsidiar a elaboração de relatório dos
serviços prestados no referido período.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: TENILLE DE MORAES LOLI CPF: 709.551.151-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400117.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos especializados para estudo e definição de modelo
jurídico-institucional adequado para a gestão dos Contratos Organizativos de Ação Pública da Saúde (COAP) e
elaboração de modelos conceituais de Cartas de Serviços dos departamentos da Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa do Ministério da Saúde.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/04/2014 12/03/2015 75.000,00 52.500,00 52.500,00 75.000,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados

171
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento técnico com proposta de orientação para a estruturação de Consórcios
Públicos em Saúde, a luz da legislação em vigor no âmbito do Sistema Único de 27/03/2014 16.500,00
Saúde.
Documento técnico contendo guia de orientação para elaboração de Carta de
09/06/2014 11.250,00
Serviços pelas Ouvidorias do Sistema Único de Saúde (SUS).
Documento técnico contendo minutas de Cartas de Serviços do Departamento
11/09/2014 14.250,00
Nacional de Auditoria do SUS e do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS.
Documento técnico contendo minutas de Cartas de Serviços do Departamento de
18/12/2014 10.500,00
Articulação Interfederativa e do Departamento de Apoio à Gestão Participativa.
Documento técnico contendo minutas de Cartas de Serviços do Departamento de
05/02/2015 22.500,00
Informática do SUS e da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Valeria Alpino Bigonha Salgado CPF: 006.792.346-16
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1401401.001
Objetivo da Consultoria: Subsidiar o processo de Educação Permanente desenvolvido pelo DAI/SGEP como um
potente instrumento de aperfeiçoamento do Apoiador e, consequentemente, da Estratégia do Apoio Integrado nos
territórios.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
12/12/2014 23/01/2015 12.000,00 0 0 0
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento técnico contendo relatório do Processo de Educação Permanente
23/01/2015 12.000,00
para os apoiadores descentralizados desenvolvido nos anos de 2013 e 2014.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Vaneide Margotti Marcon CPF: 288.621.989-49
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1300228.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de Gestão da Informação no
que diz respeito à elaboração de relatórios, projetos e análise de dados de pesquisas realizadas pelo Departamento de
Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
05/03/2013 04/02/2014 64.771,00 18.434,00 18.434,00 64.771,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Documento contento análise dos resultados das pesquisas sobre a elaboração
do Índice Nacional de Qualidade das Ouvidorias dos SUS- OuveSUS- para
20/03/2013 14.249,00
subsidiar e qualificar as ações do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS
no processo de descentralização das Ouvidorias.

172
Documento contento análise dos dados semestrais da pesquisa da Rede
Cegonha sobre as mulheres que peregrinaram para garantir o direito ao parto
11/06/2013 9.715,00
no Sistema Único de Saúde, com a finalidade de subsidiar o Comitê de
Mobilização do Programa Rede Cegonha.
Documento contendo análise da pesquisa da Rede Cegonha sobre as
maternidades prioritárias em relação à morte materna para subsidiar a Área
02/09/2013 12.306,00
Técnica de Saúde da Mulher - DAPES/SAS/MS na garantia do direito ao
acompanhante no momento do parto.
Documento contendo projeto de pesquisa de satisfação sobre a internação e
cuidado pós-alta recebidos por pacientes acometidos por Acidente Vascular
16/12/2013 10.067,00
Cerebral (AVC) e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) para subsidiar o
Departamento de Atenção Básica - DAB/SAS/MS.
Documento contendo análise dos principais problemas relatados pelos
usuários do Sistema Único de Saúde - SUS, nas Ouvidorias do SUS,
04/02/2014 18.434,00
referentes à Estratégia de Saúde da Família, para subsidiar o PMAQ-
Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade Atenção Básica.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Vaneuza Nascimento Santos Andrade CPF: 006.792.346-16
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”


Código do Contrato: BR/CNT/1400261.001
Objetivo da Consultoria: Contratação de serviços técnicos para subsidiar o processo de Gestão da Informação no
que diz respeito à elaboração de relatórios, projetos e análise de dados de pesquisas realizadas pelo Departamento de
Ouvidoria Geral do SUS.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
15/04/2014 12/03/2015 64.771,00 36.555,00 36.555,00 36.555,00
Insumos Externos
Honorários
Produtos Contratados
Data prevista
Descrição Valor
de entrega
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa do Programa Rede
Cegonha, junto às 101 maternidades participantes do Programa nas regiões norte
e sul, para subsidiar o acompanhamento e monitoramento realizado pelo Comitê
de Mobilização do referido Programa e os respectivos apoiadores regionais da 30/04/2014 14.249,00
Área Técnica de Saúde da Mulher - DAPES/SAS/MS - Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas em Saúde/Secretaria de Atenção à Saúde/Ministério
da Saúde.
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa do Programa Rede
Cegonha, junto às 139 maternidades participantes do Programa na região
nordeste, para subsidiar o acompanhamento e a implementação realizado pelo 02/07/2014 10.000,00
Comitê de Mobilização do referido Programa e os respectivos apoiadores
regionais da Área Técnica de Saúde da Mulher - DAPES/SAS/MS
Documento contendo análise da percepção dos cuidadores de pacientes
acometidos por Acidente Vascular Cerebral - AVC e Infarto Agudo do
Miocárdio – IAM, com base nos resultados de um ano de pesquisa, para 20/10/2014 12.306,00
subsidiar o Departamento de Atenção Especializada e Temática -
DAET/SAS/MS
Documento contendo análise dos resultados da pesquisa do Programa Rede
Cegonha, junto às 129 maternidades participantes do Programa na região
sudeste, para subsidiar o acompanhamento e a implementação realizado pelo 08/01/2015 8.782,00
Comitê de Mobilização do referido Programa e os respectivos apoiadores
regionais da Área Técnica de Saúde da Mulher - DAPES/SAS/MS
Documento contendo análise da pesquisa do Programa Rede Cegonha junto às
11/03/2015 19.434,00
mulheres que relataram falecimento do bebê, para subsidiar a Área Técnica de

173
Saúde da Criança – DAPES/SAS/MS na redução da mortalidade infantil
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Vaneuza Nascimento Santos Andrade CPF: 006.792.346-16
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

TC 68º.

Consultores Contratados na Modalidade “Produto” no Âmbito dos Valores em R$


Projetos de Cooperação Técnica com Organismos Internacionais 1,00
Identificação da Organização Internacional Cooperante
Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato:BR/CNT/1400055.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Comunicação Social do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
28/03/2014 09/02/2015 72.200.00 45.500.00 45.500.00 45.000.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 1 Documento técnico contendo análise e
acompanhamento da agenda de trabalho aprovado na Jornada das 15.800.00
Comissões do Conselho Nacional de Saúde; 14/04/2014
Produto 2 – - Documento técnico contendo proposta de
02/07/2014 10.100.00
Avaliação de mídia sobre Saúde no período de dois meses
Produto 3 – Documento técnico contendo avaliação das etapas
preparatórias da 4ª Conferência Nacional Saúde do Trabalhador e 23/09/2014 19.600.00
Trabalhadora (processo de preparação);
Produto 4 – Documento técnico contendo avaliação dos debates
no CNS sobre a 15ª Conferência Nacional de Saúde (processo de 09/02/2015 26.700.00
construção)
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Lidia Maia da Silva CPF: 351.873.601-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1330940.001

174
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para analisar e subsidiar produtos sobre a saúde no contexto
legislativo do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do
Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
16/07/2013 13/06/2014 72.600.00 43.560.00 43.560.00 43.560.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01-Documento técnico contendo analise critica sobre a
saúde da mulher no contexto do processo legislativo, para
01/08/2013 18.150.00
subsidiar o processo de avaliação do Conselho Nacional de
Saúde

Produto 02- documento técnico contendo analise critica sobre a


saúde da pessoa com deficiência no contexto legislativo, para 28/11/2013 10.890.00
subsidiar o processo de avaliação do Conselho Nacional de Saúde.

Produto 03- documento técnico contendo analise critica sobre a


saúde mental no contexto do processo legislativo, para subsidiar 19/03/2014 14.520.00
o processo de avaliação do Conselho Nacional de Saúde.

Produto 04- Documento técnico contendo analise critica sobre as


diretrizes da 14º Conferencia Nacional de Saúde no contexto do
13/06/2014 29.040.00
processo legislativo , para subsidiar o processo de avaliação do
Conselho Nacional de Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Alessandra Giseli Matias CPF: 635.392.501-82
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Valores em R$ 1,00
Identificação da Organização Internacional Cooperante
Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300938.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos na área da saúde, ligadas
a enfermagem do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento
do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/07/2013 16/06/2014 61.600.00 36.960.00 36.960.00 36.960.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega

175
Produto 01-Documento técnico contendo levantamento dos
Conselhos Estaduais de Saúde que instituem a Comissão
01/08/2013 15,400.00
Intersetorial de Alimentação e Nutrição e Comissão
Interestadual da Pessoa Com Deficiência

Produto 02- Documento Técnico contendo a descrição da politica


nacional de saúde integral da pessoa com deficiência e as 14/11/2013 9.240.00
perspectivas das ações da integralidade das ações em saúde.

Produto 03-Documento técnico contendo levantamento da


participação do controle social em saúde das representações
07/03/2014 12.320.00
sociais na atuação das temáticas: direito a alimentação a pessoa
com deficiência

Produto 04- Documento técnico contendo a politica de


16/06/2014 24.640.00
alimentação e nutrição e a intersetorialidade

Consultor Contratado
Nome do Consultor: Eveni Meireles Costa dos Santos CPF: 720.391.671-53
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.
Valores em R$ 1,00
Identificação da Organização Internacional Cooperante
Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT1400127.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico de acordo o marco lógico e plano de trabalho do Conselho
Nacional de Saúde que preveem promoção, aperfeiçoamento e difusão das atividades do CNS, especificamente para
apoiar a implementação do Planejamento do período 2013 – 2015, bem como na sua estratégia de cumprimento de
metas e seu monitoramento.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
13/03/2014 31/12/2014 72.200.00 72.200.00 72.200.00 72.200.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 1 – Documento técnico contendo a análise crítica das
propostas contidas nos planos de trabalho das comissões do
28/03/2014 19.300.00
Conselho Nacional de Saúde para preparação da XV Conferência
Nacional de Saúde.
Produto 2 - Documento técnico contendo a análise crítica sobre o
desenvolvimento das atividades do planejamento estratégico do
Conselho Nacional de Saúde durante o primeiro semestre de 06/06/2014 15.800.00
2014;

Produto 3 – Documento técnico contendo a análise crítica sobre


17/10/2014 10.400.00
os debates das reuniões do Conselho Nacional de Saúde

Produto 4 – Documento técnico de análise crítica sobre as


deliberações do Conselho Nacional de Saúde para o ano de 2014 31/12/2014 26.700.00
(moções, recomendações e resoluções
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Giselli Maia Dourado CPF: 906.271.481-15
176
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1400299.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos jurídicos do Conselho
Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
07/05/2014 27/03/2015 55.100.00 38.000.00 38.000.00 38.000.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 1 – Documento Técnico contendo diagnóstico e análise
das necessidades de formação dos membros da Assessoria
22/05/2014 10.900.00
Técnica do Conselho Nacional de Saúde, bem como das
demandas e insuficiências apresentadas pelo grupo

Produto 2 – Documento Técnico contendo levantamento


atualizado de referências bibliográficas nas áreas do direito à
saúde, participação social e legislação para o controle social no 14/08/2014 14.500.00
SUS para formação dos assessores técnicos do Conselho Nacional
de Saúde

Produto 3 – Documento Técnico contendo análise quantitativa das


irregularidades no controle social dos Municípios constatadas
08/12/2014 12.600.00
entre o 34º e o 38º sorteios de auditoria da Controladoria Geral da
União.

Produto 4 – Documento Técnico contendo análise jurídica acerca


da aproximação das ações do Conselho Nacional de Saúde e do
31/03/2015 17.100.00
Ministério Público Federal, com fulcro nas esferas de
competência legais respectivas
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Fredson Oliveira Carneiro CPF: 033.254.485-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1400234.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria
Administrativa do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento
do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Início Término Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
177
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/04/2014 30/12/2014 61.600.00 61.600.00 61.600.00 61.600.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 1 Documento técnico contendo analise da Politica
Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) e o Beneficio na 12/05/2014 20.900.00
Atenção a Saúde.
Produto 2 – - Documento técnico contendo relatório de analise
das Politicas Publicas de Segurança alimentar e o uso de 18/08/2014 17.100.00
Agrotóxicos
Produto 3 – Documento técnico contendo analise do Plano
Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência- Viver Sem 30/12/2014 23.600.00
Limite.
Consultor Contratado

Nome do Consultor: Patrícia Vieira Lucas CPF: 048.370.136-00

Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento


relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1301784.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Comunicação Social do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
06/12/2013 05/11/2014 61.000.00 61.000.00 61.000.00 61.000.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01 Documento técnico contendo proposta de inserção
do Conselho Nacional de Saúde na rede social fotográfica 13/01/2014 15.250.00
Instagram
Produto 02- Documento Técnico contendo proposta de vídeo
viral quinzenal para o canal you tube do Conselho Nacional de 01/04/2014 9.150.00
Saúde.
Produto 03-Documento técnico contendo proposta de manual de
identificação visual para logomarca do Conselho Nacional de 07/07/2014 12.200.00
Saúde
Produto 04- Documento técnico contendo proposta de agenda
2015 comemorativa para os 25 anos do SUS E 15º Conferencia 05/11/2014 24.400.00
Nacional de Saúde
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Rafael Bicalho Rezende CPF: 023.269.391-90
178
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300941-001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria Jurídica do
Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/07/2013 13/06/2014 72.600.00 43.560.00 43.560.00 43.560.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega

Produto 01- Documento técnico contendo estudo sobre a natureza


01/08/2013 18.150.00
jurídica das resoluções do Conselho Nacional de Saúde

Produto02- Documento técnico contendo analise jurídica sobre


possíveis conflitos existentes entre a resolução 407/08,
28/11/2013 10.890.00
regimento interno do CNS E O DECRETO 5.839/06 que dispõe
sobre a organização, atribuições e processo eleitoral do CNS

Produto 03- Documento técnico contendo analise quantitativa


das denuncias oferecidas ao CNS, com proposta de fluxo de 19/03/2014 14.520.00
encaminhamento das denuncias
Produto 04- Documento técnico contendo analise jurídica sobre
13/06/2014 29.040.00
o Controle Social em Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Roberta Andrade Cestari CPF: 221.894.068-03
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1301504.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Comunicação Social do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
25/10/2013 24/09/2014 61.000.00 45.750.00 45.750.00 45.750.00
179
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega

Produto 01- Documento Técnico contendo composição


jornalística da revista nº 05/2013 do Conselho Nacional de 11/11/2013 15.250.00
Saúde. Sobre a 5ºConferencia Nacional de Saúde Indígena.

Produto 02- Documento Técnico contendo o texto da publicação


sobre o planejamento estratégico do CNS para os anos de 2013 a 10/02/2014 9.150.00
2015.
Produto 03- Documento técnico contendo pesquisa e texto sobre
o Histórico do CNS para o painel de entrada do Conselho 08/05/2014 12.200.00
Nacional de Saúde

Produto 04- Documento técnico contendo o texto de um mini


manual de redação para o site do Conselho Nacional de Saúde 24/09/2014 24.400.00
com o intuito de padronizar os textos da pagina da web

Consultor Contratado
Nome do Consultor: Ayana Carneiro Gomes Figueiredo CPF: 726.350.961-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300942.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos de arquivo de
documentos especiais do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
13/007/2013 13/06/2014 61.600.00 36.960.00 36.960.00 36.960.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo levantamento
situacional da documentação arquivados nas áreas de trabalho 01/08/2013 15.400.00
da Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Saúde-SECNS

Produto 02- Documento técnico contendo proposta para


construção de um instrumento de pesquisa para o acervo 28/11/2013 9.240.00
documental do Conselho Nacional de Saúde-CNS
Produto 03- Documento técnico contendo guia de fundos dos
documentos permanentes transferidos ao arquivo central
19/03/2014 12.320.00
(Arquivo intermediário) do Ministério da Saúde, referente ao
Conselho Nacional de Saúde

180
Produto 04- Documento Técnico contendo guia de fundos dos
13/06/2014 24.640.00
documentos permanentes de posse de arquivo setorial do CNS.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Agda Cristina Santos Bernardes CPF: 839.698.371-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde... TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato:BR/CNT/1300937.002
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar, apoiar e produzir documentos técnicos do
Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/07/2013 16/06/2014 72.600.00 43.240.00 43.240.00 43.240.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01Documento técnico contendo a analise critica sobre a
eleição do Conselho Nacional de Saúde, inclusive da Presidência 01/08/2013 18.150.00
da mesa Diretora do CNS para o triênio 2013-2015
Produto 02- Documento técnico contendo a analise critica sobre o
planejamento do Conselho Nacional de Saúde para o triênio 2013 14/11/2013 10.890.00
a 2015
Produto 03- Documento técnico contendo a analise critica sobre
o regulamento e o regimento interno da 5º conferencia nacional 07/03/2014 14.520.00
de saúde indígena e debate do decreto presidencial 7508

Produto 04- Documento técnico de analise critica sobre os


debates das reuniões do Conselho Nacional de Saúde no período 16/06/2014 29.040.00
de janeiro a novembro de 2013
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Denise de Paula Cardoso CPF:828.651.241-34
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato:

Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento


relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato:BR/CNT/1300934.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos das comissões de saúde
do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle

181
Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
17/07/2013 16/06/2014 61.600.00 36.960.00 36.960.00 36.960.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01-Documento técnico contendo o levantamento dos
01/08/2013 15.400.00
Conselhos de Saúde da População Negra –(CISPN) e similares

Produto 02- Documento técnico contendo a politica nacional de


saúde integrada população negra (PNSIPN) e a integralidade das 13/11/2013 9.240.00
ações de saúde.
Produto 03- Documento técnico contendo o levantamento e a
sistematização de informações sobre os movimentos sociais e ou
07/03/2014 12.320.00
entidades que desenvolvem atividades para o enfrentamento da
eliminação da hanseníase no Brasil
Produto 04- Documento técnico contendo a situação da
hanseníase no Brasil e as perspectivas da integralidade das ações 16/06/2014 24.640.00
de saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Eliane Almeida da Silva CPF: 164.139.984-91
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato:BR/CNT/1300939.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos de Apoio jurídico do
Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
16/07/2013 13/06/2014 72.600.00 43.560.00 43.560.00 43.560.00
Insumos Externos

Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo a analise critica sobre a
participação dos movimentos sociais e sindicais no controle social 01/08/2013 18.150.00
em saúde.
Produto 02- Documento técnico contendo a analise critica sobre a
participação dos movimentos sociais junto ao CNS – perfil dos 28/11/2013 10.890.00
últimos 5 anos

182
Produto 03- Documento técnico contendo a analise critica sobre a
representação dos movimentos sindicais urbanos e rural do 19/03/2014 14.520.00
Conselho Nacional de Saúde e nos conselhos estaduais

Produto 04- Documento técnico de analise critica sobre a


representação dos movimentos populares (CONAN,COBAP) no 13/06/2014 29.040.00
Conselho Nacional de Saúde e nos Conselhos Estaduais
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Luiz Gonzaga de Araujo CPF: 113.335.454-87
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300954.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Recursos Humanos do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/07/2013 18/06/2014 72.600.00 43.560.00 43.560.00 43.560.00
Insumos Externos
Diárias e Passagem
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega

Produto 01- Relatório quantitativo, qualitativo e conclusivo dos


pareceres sobre abertura , reconhecimento e renovação de
reconhecimento de cursos na área de saúde, especialidades 05/08/2013 18.150.00
psicológicas, medicina e odontologia, emitidos pelo Conselho
Nacional de Saúde, nos meses de março a maio de 2013

Produto 02- Relatório quantitativo, qualitativo e conclusivo dos


pareceres sobre a abertura, reconhecimento e renovação de
reconhecimento de cursos na área de saúde especialidades 13/11/2013 10.890.00
psicológicas, medicina e odontologia emitidos pelo Conselho
Nacional de Saúde nos meses de Junho, Julho e Agosto de 2013

Produto 03- Relatório quantitativo, qualitativo e conclusivo dos


pareceres sobre a abertura reconhecimento e renovação de
reconhecimento de cursos na área de saúde, especialidades
26/02/2014 14.520.00
psicológicas, medicina e odontologia, emitidos pelo Conselho
Nacional de Saúde, nos meses Setembro, Outubro Novembro de
2013

183
Produto 04 Relatório quantitativo , qualitativo e conclusivo dos
pareceres sobre a abertura reconhecimento e renovação de
reconhecimento de cursos na área de saúde, especialidades
18/06/2014 29.040.00
psicológicas, medicina e odontologia, emitidos pelo Conselho
Nacional de Saúde, nos meses Dezembro 2013, Janeiro e
Fevereiro de 2014

Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria Carolina Pereira Rodrigues CPF: 180.676.988-30
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1301478.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria na
formação da educação permanente do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção,
disseminação e fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
24/10/2013 23/05/2014 61.000.00 39.650.00 39.650.00 39.650.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo revisão bibliográfica
referente ao tema controle social no SUS no período de 2004 a 11/11/2013 21.350.00
2010
Produto 02- Documento técnico contendo informações
sistematizadas sobre o controle social no âmbito de atuação do 20/02/2014 15.250.00
Conselho Distrital de Saúde.
Produto 03- Documento técnico contendo a proposta de
capacitação , na perspectiva da educação permanente, para o 23/05/2014 24.400.00
Conselho Distrital de Saúde.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Maria Deuzuita de Sá Leitão Fontoura Silva CPF: 325.911.444-00
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato:BR/CNT1301459.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Comunicação Social do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração

184
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
23/10/2013 22/08/2014 60.500.00 45.375.00 45.375.00 45.375.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo relatório sobre
levantamento de estrutura de comunicação dos conselhos
07/11/2013 15.125.00
estaduais de saúde e de entidades que compõem o conselho
nacional de saúde.
Produto 02- Documento técnico contendo relatório das oficinas
de comunicação realizadas com conselheiros estaduais de saúde,
14/02/2014 9.075.00
assessores de comunicação dos conselhos de saúde e entidades
nacionais do conselho nacional de saúde.
Produto 03-Documento técnico contendo conteúdo jornalístico
da revista nº 06 do conselho nacional de saúde, sobre a campanha 08/05/2014 12.100.00
permanente em defesa do SUS-(saúde+10).
Produto 04- Documento técnico contendo conteúdo de vídeo
22/08/2014 24.200.00
documentário sobre a 5º conferencia nacional de saúde indígena.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Natalia Pereira Pires CPF: 007.799.721-20
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300950.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Recursos Humanos do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/07/2013 17/06/2014 61.600.00 36.960.00 36.960.00 36.960.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Relatório técnico contendo, no marco dos 25 anos do
SUS , levantamento quantitativo e qualitativo das resoluções e
02/08/2013 15.400.00
recomendações do regimento interno do conselho nacional de saúde
relativas aos recursos humanos.

Produto 02- - Relatório técnico contendo, no marco dos 25 anos


do SUS , levantamento quantitativo e qualitativo das propostas
14/11/2013 9.240.00
aprovadas nas 8º 9º e 10º conferencia nacional de saúde relativas
ao tema dos recursos humanos em saúde.

185
Produto 03 Produto 02- - Relatório técnico contendo, no marco
dos 25 anos do SUS , levantamento quantitativo e qualitativo das
21/02/2014 12.320.00
propostas aprovadas nas 11º 12º 13ºe 14º conferencias nacionais
de saúde relativas ao tema dos recursos humanos em saúde.

Produto 04- Relatório técnico contendo, no marco dos 25 anos do


SUS , levantamento quantitativo e qualitativo das propostas
17/06/2014 24.640.00
aprovadas nas conferencias nacionais de gestão do trabalho e da
educação na saúde e na conferencia nacional de recursos humanos.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Natalia Isis Leite Soares CPF: 019.052.913-02
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300935.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria
Administrativa do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento
do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
19/07/2013 18/06/2014 61.600.00 36.960.00 36.960.00 36.960.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 03- Documento técnico contendo o relatório qualitativo
sobre o plano anual de saúde(PAS) em relação ao plano nacional 07/03/2014 12.320.00
de saúde(PNS)
Produto 04- Documento técnico contendo estudo e analise critica
18/06/2014 24.640.00
sobre o relatório de gestão de 2012
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Lizandra Nunes Coelho Conte CPF: 620.334.091-04
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1301240.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar os trabalhos da Assessoria de
Comunicação Social do Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e
fortalecimento do Controle Social.
Período de Vigência Remuneração
186
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
23/09/2013 22/08/2014 61.000.00 45.750.00 45.750.00 45.750.00
Insumos Externos
Não se aplica
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo levantamento de
propostas de saúde do trabalhador aprovados na 13º e 14º 08/10/2013 15.250.00
conferencia nacional de saúde.

Produto 02- Documento técnico contendo levantamento de


propostas de saúde do trabalhador aprovados na 3º Conferencia 03/01/2014 9.150.00
Nacional de saúde do trabalhador.

Produto 03- Documento técnico contendo analise da participação


dos movimentos de trabalhadores urbanos e rurais n CIST nos 30/04/2014 12.200.00
últimos 03 anos.
Produto 04- Documento técnico contendo analise da organização
22/08/2014 24.400.00
e preparação da 4º conferencia nacional de saúde do trabalhador.
Consultor Contratado
Nome do Consultor: Wagner de Almeida Muniz CPF: 704.298.551-68
Observações sobre a Execução Físico/Financeira do Contrato: contribuição na produção de conhecimento
relacionado à Participação Social.

Identificação da Organização Internacional Cooperante


Nome da Organização Sigla
Organização Pan-Americana de Saúde OPAS
Identificação do(s) Projeto(s) de Cooperação Técnica
Título do Projeto Código
... Fortalecimento Institucional do Conselho Nacional de Saúde TC 68
Informações sobre os Contratos de Consultoria na Modalidade “Produto”
Código do Contrato: BR/CNT/1300948.001
Objetivo da Consultoria: Prestação de serviço técnico para subsidiar e apoiar na área de finanças publicas do
Conselho Nacional de Saúde no processo específico de promoção, disseminação e fortalecimento do Controle Social
Período de Vigência Remuneração
Total Previsto Total Previsto Total pago no Total pago até o
Início Término
no Contrato no Exercício Exercício Final do Exercício
18/07/2013 17/06/2014 81.400.00 51.282.00 51.282.00 51.282.00
Insumos Externos
Diarias e Passagens
Produtos Contratados
Data prevista de
Descrição Valor
entrega
Produto 01- Documento técnico contendo analise das diretrizes
para a definição de prioridades em ações e serviços