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1 – Introdução

DOE e Análises Laboratoriais


NT Desenvolvimento Gerencial

www.ntdg.com.br
Agenda
• Ao final do treinamento, os participantes entenderão:

- Entender os impactos do sistema de medição em um experimento e


em um processo;

- Entender e saber aplicar testes de hipóteses na prática, assim com


interpretar seu significado.

- Definir e conduzir experimentos dentro de seus processos


envolvendo múltiplos fatores;

- Interpretar os resultados de um experimento, traduzindo a teoria


para a prática e com isto otimizando o processo estudado;
Agenda

Quarta-Feira Quinta-Feira Sexta-Feira


08:00 Revisão (Termino Teste
Abertura
08:30 Hipótese)
09:00 DOE
09:30 Introdução e MSA DOE
10:00
10:30 COFFEE BREAK
11:00 Introdução e MSA
11:30 DOE DOE
Teste de Hipótese
12:00
12:30
ALMOÇO
13:00
13:30
14:00
Teste de Hipótese DOE DOE
14:30
15:00
15:30 COFFEE BREAK
16:00
16:30
17:00 Teste de Hipótese DOE DOE
17:30
18:00
Análise do Sistema de
Medição
DOE e Análises Laboratoriais
NT Desenvolvimento Gerencial

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Avaliação do Sistema de Medição
O Processo de Medição

• Toda informação colhida sobre o comportamento de um processo


deve passar primeiro por um sistema sensorial

Entradas Processo Saídas


Documentos
(Exemplo)

m
Entradas Processo Saídas
LIE T LSE

Observações
Medições SISTEMA DE MEDIÇÃO
Dados
Avaliação do Sistema de Medição
O Processo de Medição

Em outras palavras, precisamos submeter a saída do


primeiro processo a um segundo processo

Entradas Processo Saídas Entradas Processo Saídas

Processo Avaliado Sistema de Medição


“Processo de Medição

Quais tipos de questões resultarão de um LIE T LSE

sistema de medição fraco em um processo?

SISTEMA DE MEDIÇÃO
Avaliação do Sistema de Medição
O Processo de Medição

A variação total das medições podem vir de duas fontes: o processo e o


próprio sistema de medição:

σ2total  σ2measurement-system  σ2process

Se a variação de processo estiver confundida com a do sistema de


medição...

• Podemos tentar ajustar o processo quando não é necessário


• A capabilidade do processo será reportada com níveis mais baixos do
que realmente são
• Os esforços de melhoria podem ser nulos ao se coletar dados que não
representam a realidade do processo,
Avaliação do Sistema de Medição
Origens Possíveis de Variação

Entradas Processo Saídas Entradas Processo Saídas

Variação do
processo
observada

Variação do
Variação Real do
Processo de
processo
Medição

Variação do Variação do Variação devido “Outras” Origens


Variação dentro Variação devido
processo a longo processo a curto ao dispositivo de - Ambientais
da amostra ao operador
prazo prazo Medição - etc.

Repetibilidade Calibração Estabilidade Linearidade

Para se chegar à variabilidade real do processo, a variação devido ao sistema de


medição deve ser identificada primeiro e devidamente separada daquela do processo
Avaliação do Sistema de Medição
O Processo de Medição

Um sistema de medição não revelará espontaneamente o tipo de


distorção, inexatidão ou imprecisão que está transmitindo aos nossos
dados. Precisamos forçá-lo ativamente a revelar seus efeitos ocultos. Por
esta razão é crucial sempre avaliar a confiabilidade deste sistema.

Cuidado! O Sistema de medição pode ocultar ou criar ilusões sobre o processo!


Avaliação do Sistema de Medição
O Processo de Medição

O Sistema de Medição irá transmitir variações aos nossos dados.

Variabilidade do Variabilidade da Variabilidade Total


Produto Medição (Variabilidade
(Sistema de Medição) Observada)
(Variabilidade Real)

 2
+  2
=  Observed
2
Actual(Part) Meas.System (Total)

Cuidado! O Sistema de medição pode ocultar ou criar ilusões sobre o processo!


Avaliação do Sistema de Medição
Quando Realizar?

 Antes dos dados serem coletados

 Quando aplicável, antes de um estudo de capabilidade

 Quando um indicador crítico não é capaz

 Quando o sistema de medição é suspeito de ser fonte de variação


significativa

 Quando há mudanças significativas no sistema de medição

 Em preparação de estudos envolvendo Delineamento de


Experimentos (DOE)

 Como critério de aceitação de um novo sistema de medição


Avaliação do Sistema de Medição
Definição Operacional

 É um conceito muito importante que auxilia no direcionamento da


equipe em qual deve ser o foco da medição, bem como nas
características desta medição: quando, como e quem medir.

 É uma descrição detalhada sobre o critério utilizado para as


medições (quê), da metodologia de coleta de dados (como), para
a quantidade de dados para coletar (quanto) e para quem é
responsável pela coleta das informações (quem)

 Procura garantir uniformidade do entendimento do objeto ou


processo analisado para todos aqueles que estão ou irão realizar a
medição.

 Descreve o escopo da medição (o quê está ou não incluso na


medição)
Avaliação do Sistema de Medição
Definição Operacional
Exemplos

 Mau Exemplo: Tamanho do Braço de alguém

 Bom Exemplo: Distância linear medida entre o ombro, trecho do


inicio do úmero, até o ponto mais extremo do cotovelo, medido
com uma fita métrica encostando a fita em ambos os pontos
referidos dos operadores dos equipamentos X.

Procure sempre deixar muito claro que o se está medindo


para não gerar nenhum tipo de dúvidas
Avaliação do Sistema de Medição
Tipos de Análises

Avaliação da Acurácia, Repetibilidade e


Saídas Reprodutibilidade

Ensaios Não
Dados Destrutivos
Contínuos Gage R&R
Ensaios
Sistema de Destrutivos
Medição

Dados Teste
Discretos Kappa

Entradas Avaliação da Conformidade, Repetibilidade e


Reprodutibilidade
Avaliação do Sistema de Medição
Tipos de Análises
Métodos

Materiais  Por sistema de medição entendemos


tudo o que está envolvido entre a
Analistas
grandeza a ser mensurada e o resultado
Sistema de Medição

(Operadores)
final gerado neste processo, assim
Calibração incluindo método, mão de obra e
sistemas.
Cálculos

Coleta dos dados

Armazenamento
dos dados

Aparelho

Softwares

Outros
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R
Existem dois conceitos fundamentais ao se falar se sistema de medição:

 Acuracidade: descreve a diferença entre os valores mensurados e a


grandeza real analisado. Sua avaliação está muito ligada a calibração
do equipamento e comparação com corpos de prova padrão.

 Precisão: descreve a variação observada quando mede-se a mesma


peça repetidas vezes com o mesmo equipamento, ou seja, quantas
vezes o resultado se repete.

 Nos sistemas de medição pode-se observar ambas as ambos os


conceitos conforme o diagrama abaixo:

*
* *
* * *
*
* * * * *
* * * **
* * * **
* *
*
* *
* * * **
* * * **

NÃO ACURADO OU PRECISO PRECISO MAS NÃO ACURADO ACURADO MAS NÃO PRECISO ACURADO E PRECISO
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Precisão
 Dentro do conceito de precisão, possuímos dois itens chave:

 Repetibilidade: é a variação devido ao equipamento. Esta variação


é observada quando o mesmo operador mede a mesma amostra
diversas vezes utilizando o mesmo equipamento.

 Reprodutibilidade: é a variação do sistema de medição (operador +


método de medição). Esta variação é observada quando diferentes
operadores medem as mesmas amostras usando o mesmo
equipamento.

 SM
2
  Repro
2
  Repe
2
 SM   Repro
2
  Repe
2
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Indicadores para Avaliação da precisão

GRR (Gauge Repeatability & %P/T (Precisão sobre a Tolerância)


Reproducibility)
(% GR&R: fração total da variação (% P/T: fração da tolerância devido à
devido ao sistema de medição) variação do sistema de medição)

6   MS 6   MS
GRR  x100 % %P / T  x100 %
6   Total USL  LSL

Utilizado para avaliar o impacto do


Utilizado para avaliar o impacto do
sistema de medição quando se possui a
sistema de medição, quando não se
tolerância, este parâmetro é prioritário
possui a tolerância para o processo.
ao GRR.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Precisão

 Discriminação: capacidade do sistema de medição de detectar e


indicar mesmo pequenas mudanças na característica medida.

Má Discriminação Boa Discriminação

Universo das Universo das


amostras amostras

1 2 3 4 5 1 2 3 4 5

Capacidade ruim para diferenciar uma Capacidade boa para diferenciar uma
peça das outras. peça das outras
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Análise de Reprodutibilidade e Repetibilidade & Discriminação:

Lembrete:

GAGE R&R Study Var e % P/T< ou = a 10% : sistema de medição aceitável


GAGE R&R Study Var e % P/T entre 10% e 30% : sistema de medição pode ser
aceitável, dependendo da criticidade do processo
GAGE R&R Study Var e % P/T > ou = a 30% : sistema de medição recusado
Número de Categorias > ou = a 4 : sistema de medição aceitável
Número de Categorias < 4 : sistema de medição não aceitável

(lembrando: número de categorias está associado à capacidade de resolução/


discriminação do sistema de medição – quanto maior o valor, melhor o sistema de medição
(este é capaz de medir com maior clareza diferentes tipos de peças))
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R
Características Típicas para Ensaios Não-Destrutivos para Avaliação da
Precisão do Sistema de Medição:

• Utilização de 10 corpos de provas para a avaliação (chamadas


comumente de “peça”)

• As avaliações são realizadas por 3 analistas (chamados de


“operadores”)

• Cada operador avalia 3 vezes a mesma peça

• As avaliações devem ser aleatórias

• As peças devem possuir uma codificação de tal forma que os


operadores não sejam capazes de identificá-las

• Devem ser analisados aspectos ambientais e condições de operação,


afim de se isolar quaisquer efeitos externos aos dos ensaios

• Selecione peças que representam a população a ser mensurada


Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Com fazer esta análise no Minitab?

Abra o arquivo chamado “GageRR.MTW”. As informações colocadas neste


arquivo referem-se ao estudo de um sistema de medição.

OPERADOR

PEÇA
AVALIADA

VALORES
MEDIDOS

O minitab trabalha sempre


com os dados empilhados,
como um “formato de
banco de dados”.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

DEVE-SE INFORMAR A TOLERÂNCIA


COLOCADA NO ESTUDO (DIFERENÇA
ENTRE OS LIMITES SUPERIOR E INFERIOR =
USL – LSL) – É OPCIONAL DENTRO DOS
ESTUDOS, MAS SE USADO FORNECE UMA
ESTIMATIVA DA FAIXA DE VALORES
ESTUDADA, AUMENTANDO A PRECISÃO
DOS RESULTADOS

A tolerância é um valor fornecido pela engenharia de produto ou processo, e


normalmente ditado pelos clientes – assim sempre que possível é interessante
informar e mensurar este valor.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

GRR %P/T

 Este gráfico mostra %R&R, cada componente (Repetibilidade &


Reprodutibilidade) separadamente e a variação peça-a-peça – é um dos
principais indicadores da qualidade do sistema de medição
 O ideal é obter as menores barras de Gage R&R possíveis – É neste gráfico
que são avaliados os indicadores de Gage R&R (O Minitab também traz o
analítico na Session).
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R
*UCL E LCL baseados na amplitude média geral dos dados inseridos

Dicas:
 O ideal é observar os pontos dentro dos limites de controle, ou seja,
demonstrando que existe consistência das avaliações dos operadores, pois os
resultados se repetem
 Questione a repetibilidade se o gráfico possuir vários pontos fora dos limites de
controle
 Se a amplitude para um operador está fora de controle e para os outros não,
pode-se suspeitar do método de trabalho, principalmente pra este operador.
No caso das amplitudes de todos os operadores estiverem fora de controle, o
sistema de medição é sensível às técnicas aplicadas.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Dicas:
 O ideal é observar as médias caindo nas regiões fora do limite de controle,
consistentemente para todos os operadores, e todos operadores com formatos
similares – isto indica que a fonte de variação são as peças não os operadores.
 Suspeite se a média de resultados para cada operador é diferente, a
reprodutibilidade – provavelmente há um problema de padronização.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R
Cada ponto claro
representa uma
medição, os pontos
com uma cortados no
médio é a média das
medições – Quanto
maior a dispersão menor
a reprodutibilidade e
repetibilidade (em
pontos isolados
representam problemas
para medir aquela
peça)
Dicas:
 Mostra a variação dos valores para cada peça estudada, assim demonstrando
problemas com as peças em especifico.
 Espera-se observar uma mínima dispersão dos círculos para cada peça, o que
irá indicar baixa influência do sistema de medição na grandeza medida, mas
espera-se também que as peças sejam diferentes uma das outras (maior
variação entre as peças).
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Dicas:
 Mostra interações (caso existam) entre as peças e os operadores
 Não há nenhuma interação quando as linhas dos operadores forem paralelas
quando analisadas peça-a-peça.
 Se houver algum tipo de cruzamento de linhas (como destacado), há
evidências de efeitos de interação.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Gráfico Geral

% R&R DO SISTEMA AVALIA AS


DE MEDIÇÃO LEITURAS DE
TODAS AS
PEÇAS
AVALIÇÃO DA
AMPLITUDE DAS
MEDIDAS POR CADA AVALIA AS
OPERADOR LEITURAS PARA
(REPETIBILIDADE ) CADA UM DOS
OPERADORES

AVALIÇÃO DA
VARIAÇÃO DA AVALIA A
MÉDIA DAS MEDIDAS INTERAÇÃO
POR OPERADOR PEÇA VS.
(REPRODUTIBILIDADE) OPERADOR

Discriminação do Meio de Medição – 50% ou mais dos pontos deve


ficar for a dos limites (número de categorias maior ou iigual a 4 )
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios Não destrutivos
Gage R&R

Resultado análitico
%R&R
(valor não tolerável -
acima de 30%)

%P/T
(valor não tolerável
- acima de 30%)

COMO O SISTEMA DE MEDIÇÃO FOI


REPROVADO, CABE AGORA IDENTIFICAR
A FONTE DO PROBLEMA E CORRIGI-LA
PARA ENTÃO SE FAZER NOVO TESTE.

Valor aceitável
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios destrutivos
Gage R&R

Para ensaios destrutivos os conceitos permanecem os mesmo, porém como não


é possível repetir as medições, será tomado como premissa, que amostras dentro
do mesmo lote (ou similar) são iguais – para isto é crucial fazer um trabalho de
homogeneização das amostras, caso contrário as conclusões podem ser
equivocadas.
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios destrutivos
Gage R&R

Abra o arquivo “Gage RR Destrutivo.MTW”. Avalie o % de contribuição neste caso


em que ocorre a destruição dos corpos de prova.

As análises e regras do gráfico abaixo são as mesmas do gráfico para


ensaios não-destrutivos. Observe somente que, devido a premissa de
que as amostras utilizadas são idênticas (quando retiradas de um
mesmo lote) – e quando na verdade não são – o valor da repetibilidade
acaba sendo mais alto (e muitas vezes o problema não está no
equipamento, e sim é a variação das mesmas amostras que ocasiona
tal fenômeno).
Avaliação do Sistema de Medição
Ensaios destrutivos
Gage R&R

O analítico novamente reflete a


realidade visualizada no gráfico
anterior
Avaliação do Sistema de Medição
Avaliação de um caso Kinross

Dentro das empresas a avaliação do sistema de medição tem uma aplicabilidade


muito grande, como por exemplo na análise química, assim um teste de Gage R&R
para o laboratório avaliaria a precisão destas medições.
Abra o arquivo “Dados Compilados - Intralaboratorial.xlsx” e avalie a
confiabilidade dos sistema de medição.

Sequenciador Amostra Data Turno Resultados Au(g/t)


1
2
SF 67
G311-3
17/06/2013
17/06/2013
ADM
ADM
0,836
0,251
Considere:
3 SE 68 17/06/2013 ADM 0,551
4 OXC 109 17/06/2013 ADM 0,178 • O Resultado da coluna “Resultados Au(g/t)“
5 OXC 102 17/06/2013 ADM 0,190
6
7
OXE 101
G911-5
17/06/2013
17/06/2013
ADM
ADM
0,569
0,185 • Cada turno um operador
8 SF 30 17/06/2013 ADM 0,819
9 G310-3 17/06/2013 ADM 0,050
10 G911-6 17/06/2013 ADM 0,150
11 SL61 17/06/2013 ADM 6,209
12 G303-8 17/06/2013 ADM 0,248
13 SG 66 17/06/2013 ADM 1,096
14 SH 65 17/06/2013 ADM 1,315
15 G307-3 17/06/2013 ADM 0,221
16 OXQ 90 17/06/2013 ADM 24,492
17 SP 59 17/06/2013 ADM 18,457
18 G308-7 17/06/2013 ADM 0,259
1 SE 68 17/06/2013 ADM 0,609
2 OXC 102 17/06/2013 ADM 0,208
3 OXE 101 17/06/2013 ADM 0,607
4 SH 65 17/06/2013 ADM 1,395
Avaliação do Sistema de Medição
Avaliação de um caso Kinross
Gage R&R (Nested) for Resultados Au(g/t)
Reported by :
Gage name: Tolerance:
Date of study : Misc:

Components of Variation Resultados Au(g/t) By Amostra ( Turno )


100 % Contribution
% Study Var 20
Percent

10
50
0
Amostra
-8-3-7- 3- 3- 5- 6020901906 8306766656159- 8- 3-7-3-3-5- 6020901906830676 6656159-8-3- 7- 3- 3-5-602090 1906830676665615 9-8-3-7-3-3- 5- 602090190683 06766656159- 8- 3- 7-3-3-5-6020 9019068306766656159
0 3070810111111111Q EFF GH SLP 0307081 01111111 11QE FFGHSLP 0307081011111 1111Q EF FG HSLP 030 70810111111111Q EF FGHSLP 030708101 11111111Q EF F GHSLP
G3G3G 3G3G3GO9GO9XCXOCXOEX SSSSS SG3G3G3G3G3GO9GO9XOCXCXOEXS SSSS SG 3G3G3G3G3G9GO9XOCXO CXOEX SSSS S SG3G3G3G 3G3GO9GO9XOCXCXOEX SSSSS SG3G3G3G3G3G9GOO9XOCXCXOEX SSS SS S
0
Gage R&R Repeat Reprod Part-to-Part Turno A M B C D
AD

R Chart by Turno
A ADM B C D
Resultados Au(g/t) by Turno
2
Sample Range

20
1
10
UCL=0,513
_
R=0,157 0
0 LCL=0
A ADM B C D
Turno
Xbar Chart by Turno
A ADM B C D
Sample Mean

Escreva abaixo os
20

10
_

seus comentários:
_
UCL=3,56
X=3,26
LCL=2,97
0
Avaliação do Sistema de Medição
Avaliação de um caso Kinross

Avaliação:

Qual é o veredito final?


Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
Exercício Prático 01: Catapulta

• Imagine o seguinte processo colocado na sequência – ele é conhecido


como “exercício da catapulta”.

• Basicamente, o objetivo da catapulta é atingir um certo alvo colocado


a qualquer distância em relação a sua base – desta forma, encontrar os
parâmetros que otimizam este lançamento é fundamental para este
processo.

• Dividam-se em equipes. Cada equipe deverá ter o líder de projeto que


será responsável por emitir o relatório final da atividade.

• Neste relatório, deve-se conter o plano de coleta de informações do


processo.

• Depois de preparado o plano de coleta de dados, realize a coleta das


informações. As diretrizes e dicas de como ordenar os dados no Minitab
podem ser observadas na próxima página.
Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
1. Abra um novo arquivo em Minitab

2. Um turno de catapulta constitui-se de 5 tiros (a cada


turno troca-se os elásticos)

3. O processo será executado durante 6 dias (2 turnos por


dia)

4. Deve-se variar o ângulo de lançamento (tiro 1:130,0; tiro


2: 140,0; tiro 3 : 150,0; tiro 4 : 160,0; tiro 5: 170,0 )

5. A cada turno troca-se de operador (após 3 dias voltam


os mesmos operadores em ordem inversa)

6. As 4 balas são trocadas aleatoriamente (ver página


seguinte para geração de números aleatórios em
Minitab)

7. Deve ser medida a distância do lançamento

8. Salve o arquivo como ‘Excatapulta.mtw’


Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
Podemos utilizar o Minitab para construir a tabela de geração dos dados a serem
coletados:
1- Digite os nomes das colunas que serão utilizadas no exercício:

2- Inserir as informações referentes à variável “elástico”:


Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
Podemos utilizar o Minitab para construir a tabela de geração dos dados a serem
coletados:
3- Inserir as informações referentes à variável “ângulo”:

4- Inserir as informações referentes à variável “operador”


Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
Podemos utilizar o Minitab para construir a tabela de geração dos dados a serem
coletados:
5- Inserir as informações referentes à variável “bala”
Lembrando que deve-se seguir uma ordem aleatória:
Avaliação do Sistema de Medição
Exercício
Basta agora desenvolver a coleta de dados, levando-se em conta as discussões
de como se obter os dados, procedimentos experimentais e entendimento do
processo. Anote os resultados na coluna adequada. Não se esqueça de salvar o
arquivo!