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Recepcionista e secretariado

“O homem que caminha para o futuro não pode se deixar influenciar por limites de
conhecimentos. Todos os dias estamos sentados em uma sala de aula, a sala que ministra
a aula da vida”.

“Toda pessoa que queira se sobressair, social ou profissionalmente, precisa ter


consciência que o homem é evolução contínua, intelectual e espiritual” (Olinda Silva).

Objetivos Específicos:
 Interpretar os fatores determinantes das diferenças individuais como preponderantes para
o estudo das relações humanas;
 Explicar os fatores que determinam um relacionamento harmonioso no ambiente social e
profissional.

Objetivos Operacionalizados:
 Distinguir os tipos de variáveis que interferem na determinação das diferenças
individuais;
 Expressar a deificação de personalidade;
 Interpretar a influência das variáveis determinantes das diferenças individuais sobre o
desempenho funcional;
 Expressar a definição ‘comportamento humano;

Paula Gabriella
Recepcionista e secretariado

 Identificar os aspectos que devem ser observados para se estabelecer boas relações
humanas;
 Ter consciência das dificuldades e conflitos em grupos sociais;
 Conhecer o processo da comunicação, percepção e suas regras.

Conceito das Relações Humanas

Onde houver duas pessoas, com certeza teremos um relacionamento. Diante do


crescimento demográfico, mobilidade espacial de indivíduos e de grupos,
multiplicabilidade de aspectos da vida moderna, número elevado de instituições e de grupos
aos quais pertencemos (às vezes até mesmo involuntariamente), contatos rápidos e
superficiais que necessitamos manter com diferentes pessoas de classes sociais, além de
outros fatores, vieram alertar os psicólogos, administradores, educadores e demais
profissionais, quanto à importância do estudo das relações humanas.

Não é surpresa para ninguém que as pessoas diferem umas das outras, não havendo dois
seres iguais no mundo. O homem sempre teve consciência das suas características
individuais, das suas necessidades diferenciadas. Vejamos o exemplo de dois irmãos que
foram gerados por pais de uma única família, tiveram a mesma criação, a mesma educação
social e moral, mas desde pequenos demonstram características diferentes no
comportamento no caráter moral e social.

Então façamos as perguntas: “Por que os indivíduos diferem entre si? Quais são os fatores
que produzem variações comportamentais?”

Essas perguntas estimulam longas discussões. Além de sua importância teórica, o problema
da causa das diferenças individuais tem significado prático de longo alcance em muitos
campos. Entender o que impulsiona o indivíduo para estabelecer seus contatos, bem como
as formas de comportamento adotados em uma ou outra situação são temas que, entre
outros, vãos servir de subsídio para um relacionamento interpessoal rico e produtivo.

Sendo assim, qualquer atividade destinada a melhorar o desenvolvimento das relações entre
as pessoas precisa basear-se na compreensão dos aspectos que influenciam o total
desenvolvimento. Observar com atenção os fatores que caracterizam uma relação
harmoniosa entre as pessoas é saber respeitar cada indivíduo com suas características e
peculiaridades.

Não é fácil aceitar às vezes nem mesmo as nossas próprias atitudes, então precisamos
aprender que, se quisermos nos relacionar adequadamente com outro indivíduo, precisamos
nos relacionar bem primeiro com nós mesmos, vencendo nossos obstáculos internos
(medos, desconfiança, insegurança, etc).

Como lido no início deste texto, “Onde há duas pessoas, há um relacionamento”, e assim
sendo, com certeza estaremos falando em conflitos de crenças, costumes, gostos, educação,

Paula Gabriella
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etc., pois relacionamentos são repletos de ‘surpresas’, que distinguem um indivíduo do


outro.

Se abordarmos as relações humanas num contexto mais profundo, perceberemos que as


nossas começam quando ainda estamos no útero de nossas mães. O primeiro contato, a
primeira sensação de segurança, vem deste íntimo uterino, quando estamos sendo gerados.
Infelizmente não nos lembramos das palavras carinhosas e nem dos afagos, mas essas
primeiras informações nos são registradas no sótão do nosso sub-incosnciente, e desta fase
surgem as nossas primeiras características como indivíduo.

Desenvolvimento Pessoal

Fase uterina

– Armazenamento de informações involuntárias = medos, angústias, afetividades,


Coragem, etc.
– Fase de Conhecimentos Princípio da formação que caracteriza um indivíduo.

Poderíamos falar horas sobre este assunto, “a formação de um indivíduo”, mas o enfoque
principal neste texto é a necessidade de uma comunicação integrada do indivíduo nas
organizações modernas.
As organizações no mundo atual exigem que as pessoas integrem-se para uma evolução
social e profissional; se não há integração de indivíduos, principalmente na comunicação,
não haverá produtividade, ou seja, não haverá eficiência no trabalho e no convívio social
em geral.

Relações Interpessoais, Social e Profissional

“Relações Humanas”. Juntas, estas duas palavras traduzem o significado do convívio social
humano.
Os relacionamentos podem existir por vários motivos.

 Nós podemos nos relacionar com as pessoas profissionalmente ou simplesmente porque


tivemos empatia por ela(s), ou ainda por vários outros motivos. O que devemos avaliar
no momento do relacionamento é o seu propósito, principalmente para que não se tenha
ambivalência nas interpretações.
 No momento, falamos do ponto de vista profissional. Se as pessoas aprendessem a se
relacionar profissionalmente de
forma correta, poderíamos evitar muitos problemas nos locais de trabalho.
 No ambiente de trabalho o que predomina e o que devemos avaliar são as condições
para uma verdadeira harmonia entre o homem e o trabalho, e vice versa.
 Identificando o real motivo e o propósito de um relacionamento, estaremos caminhando
dentro de um processo evolutivo para alcançarmos com êxito um bom relacionamento
com os nossos colegas de trabalho.
 A base concreta para um bom relacionamento é ter percepção dos nossos deveres e
obrigações, e dos limites e regras que fazem a relação social ser harmônica.

Paula Gabriella
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OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS

1) FALE com as pessoas. Não há nada tão agradável e animado quanto uma palavra de
saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de sorrisos amáveis.
2) SORRIA para as pessoas. Lembre-se, que acionamos 72 músculos para franzir a
testa e somente 14 para sorrir.
3) CHAME pelo nome. A música mais suave para muitos, ainda continua sendo o
próprio nome.
4) SEJA amigo e prestativo. Se você quer ter um amigo, seja um amigo.
5) SEJA cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que fizer, faça-o com todo o
prazer.
6) INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Mostre que as coisas da qual gostam e
com as quais se preocupam também têm valor para você, de forma espontânea, sem
precisar se envolver diretamente.
7) SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem
encorajar, dar confiança, e elevar os outros.
8) SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados em qualquer
controvérsia: o seu, o do outro, e o que está certo.
9) PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um
verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.
10) PROCURE apresentar um excelente trabalho. O que realmente vale nessa nossa vida é
aquilo que fazemos para os outros.

PARA REFLETIR

 O homem precisa aprender a conhecer a si mesmo, e ter equilíbrio e percepção


em suas atitudes.

 Respeito, espaço, direitos, deveres, obrigações, valores, são regras que não basta
conhecer, precisamos colocá-las em prática. Assim estaremos entrando na linha
do contínuo crescimento, e então o homem entenderá que ele é o único
responsável por tudo o que lhe acontecer na vida.

 A consciência humana do crescimento necessita ser despertada, e todos nós


temos a capacidade de fazê-la; mas, muitas vezes, por comodidade, preferimos
deixá-la dormir... E então percebemos que dez anos passam muito rápido, e que
mais dez vêm chegando, e enfim continuamos a atribuir as nossas
responsabilidades a outras pessoas e não percebemos que esta continua sendo a
atitude mais fácil e o caminho pior...

Paula Gabriella
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xxConceito De Grupos Sociaisxx

Como visto em “Relações Humanas”:

 Onde houver dois indivíduos em convivência teremos concretizado um


relacionamento.

 Aqui, veremos que, além de um relacionamento, ainda teremos a formação de


um grupo social. E quais são esses grupos, e como eles se formam?

 Um grupo social será formado sempre que se tenha um objetivo comum entre os
indivíduos, caso contrário, ou seja, quando não há objetivo comum, não
poderemos dizer que temos um grupo social, mas sim um agrupamento de
pessoas.

Os grupos sociais existentes são os mais diversos:


– família: pais, filhos, parentes...
– grupos de trabalho
– grupo da cerveja
– grupo do clube de esportes: natação, vôlei, futebol, etc.
– ou simplesmente para conversar...

Os grupos sociais ainda recebem classificações como:

a) Grupo organizado - se um grupo for planejado, ou premeditada a sua formação.


Exemplo: amigos de bairro, time de futebol, família, etc.

b) Grupo involuntário - se um grupo for formado esporadicamente, sem intenção


“de”,
Exemplo: crianças que se reúnem um parque de diversões, pessoas que esperam por uma
condução no “ponto de ônibus”, etc.

Um grupo social ainda poderá sofrer com as individualidades de cada membro,


influenciando-o ainda mais, apesar de suas características básicas, acima vistas, serem
claras.
Pesquisas efetuadas por meios sociológicos, apontam que a formação de um grupo social é
baseada muitas vezes na simpatia, na amizade e até mesmo, em alguns casos, pelo inverso
(antipatia, descaso, desinteresse, etc.). Tal constatação também indica o sucesso ou ao
insucesso do grupo.
Falando mais claramente, o que aproxima as pessoas são as características peculiares de
cada indivíduo, da mesma forma que os afastam também os aproximam.
Exemplo:
Uma pianista gorda pode parecer feia para uma esteticista, mas a mesma senhora pode
parecer bonita e agradável para um pianista, pois gostam da mesma coisa.

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Se pararmos para pensar, chegaremos à conclusão de que esta senhora pode ser bonita para
a esteticista, pois ela pode achar que a senhora lhe será útil naquele momento, e o pianista a
achará feia, pois apesar dela gostar de piano, ele preferiria estar tocando para uma jovem. O
que quero dizer que nestes dois casos acima, apesar dos mesmos coadjuvantes, é que os
motivos que os unem e os que os separam são o interesse, o sentimento e vontade de cada
um, em um dado momento, variável com o tempo!

Os 10 Mandamentos de um Membro de Grupo

1) Respeitar ao próximo como ser humano.


2) Evitar cortar a palavra a quem fala, esperando sua vez.
3) Controlar suas reações agressivas, evitando ser indelicado ou mesmo irônico.
4) Evitar o “pular” por cima de seu superior; quando o fizer dar uma explicação prévia, ou
assim que for possível.
5) Procurar conhecer melhor os membros do seu grupo, afim de compreendê-los e de se
adaptar a personalidade de
cada um.
6) Evitar tomar a responsabilidade atribuída a outro, a não ser a pedido deste ou em caso de
emergência.
7) Procurar a causa das suas antipatias, afim de vencê-las.
8) Estar sempre sorridente.
9) Procurar definir sempre bem as palavras no caso de discussões em grupo, para evitar
mal-entendidos.
10) Ser modesto nas discussões; pensar que talvez o outro tenha razão e, se não, procurar
compreender-lhe os motivos de pensar e agir.

RELAÇÕES HUMANAS

As seis palavras mais importantes:


Admito que o erro é meu
As cinco palavras mais importantes:
Você fez um bom trabalho
As quatro palavras mais importantes:
Qual a sua opinião?
As três palavras mais importantes:
Faça o Favor.
As duas palavras mais importantes:
Muito Obrigado.
A palavra mais importante:
Nós

Paula Gabriella