Você está na página 1de 13
aww aw a aa a eee FEDERAGAO ESPiRITA BRASILEIRA ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA is PROGRAMA FUNDAMENTAL, Médulo XIII; Lei de Destruicao e Lei de Conservacaio Objetive Geral: Possibilitar entendimento das leis de destuigao e de conservagio. ALLAN KARDEC CODIFICADOR DO ESPIRITISMO ROTEIRO 3 Conceituar instinto, instinto de conservacao e inteligéncia. + Explicar a diferenga existente entre instinto e inteligéncia. OBJETIVOS ESPECIFICOS CONTEUDO BASICO O instinto & a forga cculta que solicita os seres orgénicos @ atos esponiéneos © involuntarios, tendo em vista a conservagao deles. Allan Kardec: A Génese. Cap. III, item 11 +O instinto de conservacao diz, especificamente, respeito @ sobrevivencia e a perpetuagao das espécies. £ umaleida naturezae todos (...) os seres vivos 0 possuem, qualquer que seja 0 grau de sua inteligéncia. Nuns, 6 puramente maquinal, raciocinado em outros. Allan Kardec: O Livro dos Espiritos, questao 702. + Aiinteligéncia se revela por atos voluntérios, refleticos, premeditados, combinados, de acordo com a oportunidad das circunsténcias. Allan Kardec: A Génese. Cap. ll, tem 12. + Nos atos instintivos n&o hé refiexéo, nem combinagéo, nem premeditagao. E assim que a planta procura 0 ar, se volta para a luz, dirige suas raizos para a éguae para a ferra nutriente; que a flor se abre se fecha altemativamente, coniorme se Ine faz necesséria (...). & pelo instinto que os animals so avisados do que thes convsm ou prejudica; que buscam, conforme a estacéo, os climas propicios (..}; que 0s Sex0s se aproximam; que a mée choca os filhos e que estes procuram 0 seio materno. No homem, s6 em comego de vida o instinto domina com exclusividede; 6 por instinto que a crianga faz os primeiros movimentos, que toma alimento, que grita para exprimir as suas necessidades, que imita 0 som da voz, que tenta falar e andar. No proprio. adulto, certos atos séo instintivos, tais coro os movimentos espontaneos para evitar um risco, para fugir a um perigo, para manter o equillbrio do corpo (...). Alan Kardec: A Génese. Cap. Il, item 11 + Ainteligéncia é (...) incontestaveimente um atributo exclusivo da alma. (...) O instinto 6 guia seguro, que nunca se engana; a inteligéncia, pelo simples fato de ser livre, esté, por vezes, sujeita a errar. Ao ato instintivo falta o carater do ato inteligente; revela, eniretanto, uma causa inteligente, essencialmente apta a prever (...). Allan Kardec: A Génese. Cap. Ill, tem 12 103 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL - MODULO XIII ~ ROTEIRO 3 SUBSIDIOS A compreenso dos conceitos instinto, instinto de conservagao e inteligéncia nos reporta, necessariamente, ao processo de evolucao dos seres vivos, Para o Espiritismo a evolugao biolégica e espiritual representa um processo natural e continuo, decorrente da lei do progresso. Neste sentido, os ensinamentos espiritas estao além dos atuais conhecimentos cientificos, os quais, por nao considerarem: a sobrevivéncia do Espirito, focalizam seus estudos nos processos biologicos e fisiol6gicos. Em relagao a evolugao dos seres vivos ha, entretanto, uma significativa concordancia entre o pensamento espirita e o pensamento cientifico. Os seguintes esclarecimentos de Allan Kardec, anunciados na Revista Espirita de 1868, sao, em esséncia, os mesmos que a Ciéncia divulga atualmente: a escala dos seres 6 continua; antes de sero que o somos, passamos por todos os graus desta escala, que esto abaixo de nés, ° continuaremos a subir os que estao acima. Antes quo nosso cérebro fosse réptl, foi peixe, © foi peixe antes de ser mamifero. (18) Hoje 6 um fato cientificamente demonstrado que a vida organica nem sempre existiu na Terra, e que al teve um comeco; a geologia permite seguir 0 seu desenvolvimento gradual. Os primeiros seres do reino vegetal e do reino animal que entéo apareceram, se devem ter formado sem procriacéo, e pertencer as classes inferiores, como o constatam as observagées geolégicas. A medida que os elementos dispersos se reuniram, as primeiras combinagbes formaram corpos exclusivamente inorganicos, isto é, pedras, éguas e minerais de toda sorte. Quando esses mesmos elementos se modificaram pela agao do fluido vital — que no é 0 principio inteligente — formaram corpos dotados de vitalidade, de uma organizag&o constante e regular, cada um na sua espécie. Ora, assim como a cristalizagdo da ‘matéria bruta no ocorre senéo quando uma causa acidental vem opor-se ao arranjo simétrico das moléculas, os corpos organizados se formam desde que circunstancias favoraveis de temperatura, umidade, repouso ou movimento, © uma espécie de fermentacao permitam que as moléculas da matéria, vivificadas pelo fluido vital, se reunam. (19) E importante destacar, neste ponto, que a Ciéncia nao aceita a idéia do fluido vital, na forma como o Espiritismo ensina Existem também outras concordancias entre o Espiritismo e a Ciéncia, especialmente no que diz respeito 4 biodiversidade dos seres existentes no Planeta Allan Kardec nos esclarece desta forma: Os seres néio procriados formam, pois, 0 primeiro escaléo dos seres orgénicos (...). Quanto s espécies que se propagam por procriagao", uma opiniao que no 6 nova (...), 6 que os primeiros tipos de cada espécie so 0 produto de uma modificagao da espécie imediatamente inferior. Assim estabeleceu-se uma cadeia ininterrupta, desde o musgo ¢ o liquen até o carvalho, e depois 0 zoofita, 0 verme de terra e 0 acaro até o homem. Sem dtivida entre 0 verme de terra e 0 homem, se se considerarem apenas os dois pontos extremos, ha uma diferenca que parece um abismo; mas quando se aproximam todos os elos |__intermediarios. encontra-se uma filagéo sem solugao de continuidade. (19) aude Sem proctiagion: importante nlp consider 10 significado desta expresso como sendo uma referéncia a0 conccito de geraglo espontinea. C vives evolutivamente primitives (microbies e alguns vegetais) se repreduzem de forma assexuada (sem tametas) ou vegetativa. Nos seressuperires (plantas evoluidas e animais) a reprodugho é sewuadha, Assim, «sem procriagion reprodugfo assexuada, eproctiaylo» ~ reprodugio sexuada, 105 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL - MODULO XIII ~ ROTEIRO 3 CONT. 1 Foi assim que, resumidamente, em certo momento da caminhada evolutiva surgitam o instinto, o instinto de conservagao e a inteligéncia nos seres vivos do Planeta. E nessa encruzilhada evolutiva que percebemos as grandes divergéncias existentes, ainda, entre a Ciéncia — que considera a evolugao coro um processo de natureza exclusivamente biolégica, ou fisica — e 0 Espiritismo que ensina que a evolugao ocorre nos dois planos da vida: no espiritual e no fisico, resultante da ago do principio inteligente: (veja 0 médulo Vil deste Programa Fundamental) Num esforgo de sintese, 0 Espirito Andre Luiz nos apresenta um panorama geral da evolucao, esclarecendo como e quando 0 instinto e a inteligéncia surgiram. O principio inteligente afastou-se (...) do leito oceanico, atingiu a superficie das aguas proteforas, moveu-se em diregao a lama das margens, debaleu-se no charco, chegou 4 terra firme, experimentou na fioresta copioso material de formas representativas, ergueu-se do solo, contemplou os céus e, depois de longos milénios, durante os quais aprendeu a procriar, alimentar-se, escolher, lembrar e senti;conquistou a inteligéncia... Vigjou de simples impulso para a iritabilidade, da initabilidade para a sensagao, da sensagéio para o instinto, do instinto para a raz0. Nessa penosa romagem, it milénios decorreram sobre nés. (22) 4. Instinto ‘A Doutrina Espirita nos ensina que 0 (...) instinto 6 a forga oculta que soficita os seres orgénicos a atos esponténeos @ involuntérios, tendo em vista a conservagao deles. Nos aios instintivos no hé reflexo, nem combinagdo, nem premeditagao. E assim que a plania procura 0 ar, se volta para a luz, dirige suas raizes para a agua e paraa terra nutriente; que a flor se abre e fecha alternativamente, conforme se Ihe faz necessario; que as plantas trepadeiras se enroscam em tomo daquilo que Ihes serve de apoio, ou se lhe agarram com as gavinhas. E pelo instinfo que os animais sao avisados do que Ihes convém ou prejudica; que buscam, conforme a estagao, os climas propicios; que constroem, sem ensino prévio, com mais ou menos arte, segundo as ‘espécies, leitos macios © abrigos para as suas prog6nies, armadilhas para apanhar a presa de que se nutrem; que manejam destramente as armas ofensivas e defensivas de que S40 providos; que as sexos se aproximam; que a mae choca os flhos e que estes procuram 0 seio mateo. No homem, sé em comego da vida o instinto domina com exclusividade; é por instinfo que a crianga faz os primeiros movimenitos, que toma o alimento, que grita pare exprimir as suas necessidades, que imila 0 som da voz, que tenta falare ander. No proprio adulto, certos atos so instintivos, tais como os movimentos esponténeos para evitar um risco, para fugir a um perigo, para manter 0 equillbrio do corpo; tais ainda o piscar des pélpebras para moderar o brilho da luz, 0 abrirmaquinal da boca para respirar, etc. (4) As intimeras e repetidas experiéncias vivenciadas pelo principio inteligente, em sua longa ascensao na escala evolutiva, ocorrida nos dois planos da vida, favoreceram @ aquisicdo de automatismos biolégicos, nevessdrios a expressao do instinto e da inteligéncia, Estes autometismos manifestam-se de forma precisa, no momento apropriado, independentemente das interferéncias da razéo. E assim que o bebé apresenta, desde o nascimento, intimeros reflexos instintivos, tais como: sucedo, batimento de palpebras, movimento ritmico e coordenado dos membros inferiores 106 awa a aaa aa aaa PROGRAMA FUNDAMENTAL - MODULO XIII - ROTEIRO 3 - CONT. 2 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA superiores, choro ete. Sendo assim, 0 (... instinto é inato, atua 4 revelia da instrugéo, inexperiente invariavelmente, e néo realiza progresso algum. E em tudo a antitese da inteligSncia. Tanto mais notéveis séo os fenémenos do instinto, quanto mais se afirmam inteiramente involuntérios. (20) 2. Instinto de Conservagao Oinstinto de conservacao é uma lei da Natureza, e diz respeito a sobrevivéncia © a perpetuagdo das espécies. Todos os seres vivos 0 possuem, qualquer que seja © grau de sua inteligéncia. Nuns, é puremente maquinal, raciocinado em outros. (16) O instinto de conservagao existe nos animais e na espécie humana, porque (...) todos t8m que concorrer para cumprimento dos designios da Providéncia. Por Isso foi que Deus hes ceu a necessidade de viver. Acresce que a vida é necessaria ao aperfeigoamento dos seres. Eles 0 sentem instintivamente, sem disso se aperceberem. (17) ‘As manifestacdes primitivas do instinto de conservagao sdo encontradas nos animais ¢ no homem, principalmente quando este se encontra nas primeiras encamagées. Essa é a forma que Deus determina para garantir a sobravivéncia e a perpetuacao das espécies. Nas fases primarias, 0 instinto de conservagZo apresenta uma caracteristica peculiar: 0 temor da morte. O medo da morte é tao marcante nos animais e no homem pouco espiritualizado que, ante uma ameaca iminente de risco de vida, eles reagem com agressividade, ferocidade mesmo, tentando defender a sua existéncia. No homem 0 (...) femor da morte decorre, portanto, da nogéo insuficiente da vida futura, embora denote também a necessidade do viver € 0 receio da destruicéo total; igualmente o estimula secreto anseio pola sobrevivéncia da alma, velado ainda pela incerteza. Esse temor decresce, 4 proporeao que a certeza aumenta, e desaparece quando esta é completa. Eis aio lado providencial da questéo. Ao homem néo suficientemente esclarecido, cuja razao mal pudesse suportar a perspectiva muito positiva e sedutora de um futuro melhor, prudente seria no o deslumbrar com tal idéia, desde que por ela pudesse negligencier o presente, necessério eo seu adiantamento material e intelectu Outra caracteristica importante do instinto de conservagao diz reg atendimento das necessidades fisiolgicas: Nos seres inferiores da criagao, naqueles a quem ainda falta 0 senso moral, em os quais a inteligéncia ainda ndo substituiu 0 instinto, a luta nao pode ter por mbvel sendo a satisfagao de uma necessidade material. Ora, uma das mais imperiosas dessas necessidades 6 a da alimentagao. Eles, pois, lutam unicamente para viver, isto é, pera fazer ou defender uma presa, visto que nenhum mével mais elevado os poderia estimular. E nesse primeiro periodo que a alma se elabora e ensaia para a vida. (8) O temor da morte @ 0 suprimento das necessidades fisiclégicas representa, portanto, (...) um efeito da sabedona da Providéncia e uma conseqliéncia do instinto de conservagéo comum a todos os viventes. Ele 6 necessario enquanto n&o se esta suficientemente esclarecido sobre as condigées da vida futura, como contrapeso a fendéncia que, sem esse freio, nos levaria a deixar prematuramente a vida e a negligenciaro trabalho terreno que deve servirao nosso proprio adiantemento. Assim 107 PROGRAMA FUNDAMENTAL — MODULO XIII — ROTEIRO 3— CONT. 3 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPiRITA. 6 que, nos povos primitives, ofuturo é uma vaga intuigéo, mais tarde tomada simples esperangae, finalmente, uma certeza apenas atenuada por secreto apego é vide corporal. (1) No Espirito atrasado a vida material prevalece sobre a espiritual. Avegando-se as aparéncias, o homem nao distingue a vida além do corpo, esteja embora na alma a vida real; aniquilado aquele, tudo se Ihe afigura perdido, desesperador. (2) 3, Inteligéncia A inteligéncia se revela por atos voluntérios, refletidos, premeditados, combinados, de acordo com a oportunidade das circunstancias. (5) Os Espiritos Superiores nos esclarecem: A infeligéncia 6 um atributo essencial do espinto. (9) Sabemos, no entanto, que a inteligancia nao é um atributo exclusive da espécie humana. Os animais também possuem inteligéncia, a despeito de ser uma inteligéncia rudimentar. Endossando essa afirmativa, os Espiritos Orientadores afirmam: Ainteligéncia é uma faculdade especial, peculiara algumas classes de seres organics e que thes dé, como pensamento, a vontade de atuar, a consciéncia de que existe e de que constituem uma individualidade cada um, assim como os meios de estabelecerem relagdes com 0 mundo exterior ¢ de proverem as suas necessidades. (10) Entretanto, existe uma grande diferenga entre a inteligéncia animal o a inteligéncia humana. Os (...) animais s6 possuem a intoligéncia da vida material. ‘No homem, a inteligéncia proporciona a vida moral. (15) Na verdade, é impossivel negar que, (...) além de passuiremo instinto, alguns animais praticam atos combinados, que denunciam vontade de operar em determinado sentido € de acordo com as circunstancias. Hd, pois, neles, uma espécie de inteligéncia, mas cujo exercicio quase que se circunscreve a utilizagao dos meios de satisfazerem ds suas necessidades fisicas e de proverem a conservagéo propria. (..) O desenvolvimento intelectual de alguns, que se mostram suscetiveis de certa educagio, desenvolvimento, alias, quo ndo pode ultrapassar acanhados limites, 6 devido & aco do homem sobre uma natureza maledvel, porquanto ndo hé af progresso que Ihe seja proprio. (14) O ser humano é um animal dotado de razao ou inteligéncia, isto é, possui a faculdade de conhecer, compreender, raciocinar e aprender. No entanto, observamos que nos Espiritos imperfeitos, a (...)infeligéncia pode achar-se neles eliada amaldade ‘ou d malicia; seja, porém, qual foro grau que fenham alcangado de desenvolvimento intelectual, suas idéias so pouco elevadas e mais ou menos abjetos seus sentimentos. (11) Nos bons Espiritos ha predominancia (...) do Espirito sobre a matéria. (...) Suas qualidades e poderes para o bem estéo em relagao com o grau de adiantamento que hajam alcancado; uns tém a ciéncia, outros a sabedoria € a bondade. Os mais agiantados reuinem o saber as qualidades morais. (12) Nos Espiritos puros, néo ha nenhuma influéncia da materia sobre eles Possuem superioridade intelectual e moral absoluta, com relacao aos Espiritos de ‘outras ordens. (13) 4. Instinto ¢ inteligéncia Todo ato maquinal 6 instintivo; 0 ato que denota refiexéo, combinagao, deli- 108 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRIT, PROGRAMA FUNDAMENTAL ~ MODULO XIII ~ ROTEIRO 3- CONT. 4 beragao ¢ inteligente. Um é livre, 0 outro no o é. O instinto é guia seguro, que nunca se engana; a inteligéncia, pelo simples fato de ser livre, esté, por vezes, sujeita a errar. Ao ato instintivo falta o carater do ato inteligente; revela, entretanto, uma causa inteligente, essencialmente apia a prever. (5) E (..) freqiiente o instinto e a inteligéncia se revelarem simultaneamente no mesmo ato. No caminhar, por exemplo, 0 movimento das petnas 6 instintivo; 0 homem pée maquinalmente um pé a frente do.outro, sem nisso pensar, quando, porém, ele quer acelerar ou demorar 0 passo, levantar 0 pé ou desviar-se de um tropego, ha cdiculo, combinagéo; ele age com deliberado propésito. A impulséo involuntéria do movimento 6 0 ato instintivo; a calculada diregdo do movimento é o ato inteligente. O animal camivoro é impelido pelo instinto a se alimentar de carne, mas as precaugées que toma e que variam conforme as circunsténcias, para segurar apresa, a sua previdéncia das eventualidades sao atos da inteligéncia. (6) Oinstinto 6 guia seguro, sempre bom. Pode, ao cabo de certo tempo, tomnar- se indi, porém nunca prejudicial. Enfraquece-se pela predomindncia da inteligéncia. As paixGes, nas primeiras idades da alma, tém de comum com o instinto 0 serem as criaturas solicitadas por uma forga igualmente inconsciente. (7) Em sintese, podemos afirmar: (...) 0s sentimentos so 0s instintos elevados aaltura do progresso feito. Em sua origem, o homem sé tem instintos; quando mais avangado @ corrompido, s6 tem sensagdes; quando instrufdo e depurado, tem sentimentos (...). (3) O instinto e a inteligéncia pouco a pouco se transformam em conhecimento @ responsabilidade e semelhante renovacao outorga ao ser mais avangados equipamentos de manifestag4o... (21) De sorte que (...) uma inteligncia profunda significa um imenso acervo de lutas planetérias. Atingida essa posigao, se 0 homem guarda consigo uma expressao idéntica de progresso espiritual, pelo sentimento, entao estard apto a elevar-se a novas esteras do Infinito, para a conquista do sua porieigao. (23) 109 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPiRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL- MODULO XII - ROTEIRO 3— CONT. 5 Referéncia Bibliografica F) 1. KARDEC, Allan. O Céu ¢ 0 Inferno. Tradugao de Manuel Justiniano Quintdo, 54. ed Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. II, tem 2, p. 20 2. Item 4, p. 21-22. of . 0 Evangelho segundo o Espiritismo. Tradugao de Guillon Ribeiro. 123. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. XI, item 8, p. 186. 4 AGénese. Tradugao de Guillon Ribeiro. 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Cap. Ill item 11, p. 74-75. Item 12, p. 75. Item 13, p. 76-77 Item 18, p. 80, item 24, p, 83. O.Livro dos Espiritos. Tradugao de Guillon Ribeiro. 84. ed, Rio de Janeiro: FEB, 2003, questo 24, p. 59. cans] 10. Questo 71, p. 78. " Questao 101, p89. 12, Questéo 107, p. 92-93. 13. Questo 112, p. 94. 14 Questo 593, p, 294. 18. - Questéio 604-a, p. 298. 16. Questao 702, p. 337. 17. Questao 703, p. 337. 18. Revista Espirita. Tradugéo de Evandro Noleto Bezerra. Poesias traduzidas por Inaldo Lacerda Lima Rio de Janeiro: FEB, 2005. Assunto «Conferéncias», ano décimo primeiro, 1868, N° 6, més de junho. 19, Assunto: «A Geragao Espontanea e a Génesen, ano décimo primeiro, 1868. N°7, més de julho, 20. FLAMMARION, Camille. Deus na Natureza. Tradugao de Manuel Justiniano Quintéo. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987. Tomo IV, cap. II (Plano da Natureza. Instinto ¢ inteligéncia), p. 351-352. 21. XAVIER, Francisco Candido. Entre a Terra © 0 Céu. Pelo Espirito André Luiz 21. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Cap. XXI (Conversago edificante), p. 172. 22. . No Mundo Maior. Pelo Espirito André Luiz. 1° edigao especial, Rio de Janeiro: FEB, 2003. Cap. 4 (Estudando o cérebro), p, 58-59. 23. © Consolador. Pelo Espirito Emmanuel. 24, ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003, questao 117, p. 78. no ” # ry ") ™ 7) = FEDERAGAO ESPIRITA BRASILEIRA ; ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL Médulo XH: Lei de Destruicio e Lei de Conservacio Objetivo Geral: Possibilitar entendimento das leis de ALLAN KARDEC destuigho ¢ de conservagio. copiricabon bo TSPIRITISMO ROTEIRO 4 O necessario e o supérfluo + Estabelecer uma relacdo entre o necessério e o supérfluo A vida humana + Fazer uma reflexéo a respeito do texto de Mateus, 6:25-26 33, correlacionando-o com a busca do necessdirio a harmonia espiritual. OBJETIVOS ESPECIFICOS CONTEUDO BASICO + Deus proveu a Natureza de todos os recursos para garantir a sobrevivéncia dos seres vivos no Planeta, Nao fora possivel que Deus criasse para 0 homem a necessidade de viver, sem the dar os meios de consegui-lo. Essa a razo por que faz que a Terra produza de modo a proporcionar 0 necessario aos que a habitam, visto que SO 0 necessério é util. O supérfiuo nunca 0 é. Allan Kardec: O Livro dos Espiritos, questao 704. + Aterra produzina sempre o necessério, se com 0 necessario soubesse o homem contentar-se. Se o que ela produz néo Ihe basta a todas as necessidades, 6 que ele emprega no supérfiuo 0 que poderia ser aplicado no necessério. (...) Em verdade vos digo, impravidente nao 6 a Natureza, 6 0 homem, que néo sabe regrar 0 seu viver. Allan Kardec: O Livro dos Espiritos, questéo 705. + A Terra produziré o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando 9s homens souberem administrar, segundo as leis de justiga, de caridade e de amor ao prximo, os bens que ela da. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo. Cap. XXV, item 8. ‘Nao vos preocupeis com a vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem com 0 vosso corpo quanto ao que havois de vestir. Nao 6 a vida mais do que o alimento 2 0 corpo mais do que a roupe? (...) Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus € a sua justica @ todas essas coisas vos serdo acrescentadas, Mateus, 6:25-26 e 33. A Biblia de Jerusalém. ui 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 3 2 2 2 2 2 2 2 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL MODULO XIII ~ ROTEIRO 4 SUBSIDIOS A natureza dual do homem — corpo e espinto — impde-the a necessidade de sustentago da vida no seu duplo aspecto. Acontece que a maiaria dos habitantes desde Planeta preacupa-se somente com a materialidade da vida, relegando e negligenciando, porignorancia ou indiferenca, os interesses espintuais. Entretanto, o Criador dotou todos os seres vivos, particularmente 0 homem, dos instintos e da inteligéncia apropriados & conservagao da vida, facuitando-lhes os meios para tanto. (9) Tudo 0 que 0 homem necesita para manutengéo da vida encontra-se na Terra. E admirdvel a previdéncia e a sabedoria aivina, manifestada na Natureze, para o atendimento de todas as necessidades do homem, primitivo ou civilizado, em qualquer época. De um lado, todos os recursos naturais, ao alcance da criatura, na atmosfera, no solo, nas aguas e nas entranhas da Terra; de outro, a necessidade do esforgo, do trabalho, da aplicagao da inteligéncia, da luta contra os elementos, para fruigao dos meios de manuteneéo. (10) E importante que o ser humano aprenda a estabelecer um limite entre o supérfluo e o necessario, evitando, na medida do possivel, os apelos da sociedade de consumo. Sabemos, entretanto, que nao é facil a definicao precisa deste limite, porque 0 processo civilizatorio (...) criou necessidades que 0 selvagem desconhece (...). Tudo 6 relativo, cabendo a razao regrar as coisas. A Civilizacao desenvolve 0 senso moral 8, a0 mesmo tempo, 0 sentimento de caridade, que leva os homens a se prestarem mutuo apoio. Os que vivem a custa das privagées dos outros exploram, em seu proveito, os beneficios da Civilizagéo. Desta tm apenas o verniz, como muitos ha que da religiéo s6 tém a mascara. (3) Compreendemos que ¢ (...) natural 0 desejo do bem-estar. Deus s6 protbe 0 abuso, por ser contrario 4 conservagéo. Ele ndo condena a procura do bem-estar, desde que nao seja conseguido é custa de outrem e néo venha a diminuir-vos nem as forgas fisicas, nem as forgas morais. (4) Neste sentido, sempre ha mérito quando se aprende a abrir mo do supérfiuo, porque isso (...) desprende da matéria o homem e Ihe eleva a alma. Meritério é resistir & fentagao que arrasta ao excesso ou a0 goz0 das coisas intiteis; 6 0 homem tirar do que Ihe 6 necessario para dar aos que carecem do bastante. (5) ‘Segundo 0 Espirito Bezerra de Menezes, 0 mundo (...) esta repleto de ouro. Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos coffes. Mas 0 ouro nao resolve o problema da miséria, O mundo esta repleto de espago. Espaco nos continentes. Espacgo nas cidades. Espago nos campos. Mas 0 espaco nao resolve o problema da cobica. O mundo esta repleto de cultura. Cultura no ensino. Cultura na técnica. Cuttura na opiniéo. Mas cultura da inteligéncia ndo resolve o problema do egofsmo. O mundo estd repleto de teorias. Teorias na ciéncia. Teorias nas escolas filosoficas. Teorias nas religides. Mas as teorias ndo resolvem o problema do desespero. O mundo esté repleto de organizagdes. Organizagdes administrativas. Organizagdes econémicas. Organizagées sociais. Mas as organizagées néo resolvem o problema do crime. (11) Qual seria, pois, a solugao para esse estado de coisas? Bezerra nos dé, evidentemente, a resposta correta: Para extinguir a chaga da ignoréncia, que acalenta 2 miséria; pare dissipar a sombra da cobiga, que gera a ilusao; para exterminar 0 ‘monstro do egoismo, que promove a guerra; para anularo verme do desespero, que UDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPIRIT: PROGRAMA FUNDAMENTAL - MODULO XIII ~ ROTEIRO 4~ CONT. 1 promove a loucura, © para remover 0 charco do crime, que carreia o inforttinio, o nico remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no corago humano. (12) Ainda dentro desse contexto do que é supérfiuo e do que & necessario a nossa existéncia, fazem-nos eco as seguintes ponderag6es de um Espirito Protetor, qual, em mensagem citada no ano de 1861, j dizia: Quando considero a brevidade da vida, dolorosamente me impressiona a incessante preocupagao de que é para vos objeto o bem-estar material, ao passo que tao pouca importancia dais ao vosso aperfeigoamento moral, a que pouco ou nenhum tempo consagrais e que, no entanto, 6 0 que importa para a eternidade. Dir-se-ia, diante da atividade que desenvolveis, tratar-se de uma questo do mais alto interesse para a Humanidade, quando nao se trata, na maioria dos casos, sendo de vos pordes em conaigdes de satisfazer a necessidades exageradas, 4 vaidade, ou de vos entregardes a excessos. Que de penas, de amofinagées, de tormentos cada um se impde; que de noites de insénia, para aumentar haveres muitas vezes mais que suficientes! Por cimulo de cegueira, freqtientemente se encontram pessoas, escravizadas a penosos trabalhos pelo amor imodorado da riqueza @ dos gozos que ela proporciona, a se vangloriarem de viver uma existéncia dita de sacrificio e de mérito — como se trabalhassem para os outros e néo para si mesmas! Insensatos! Credes, entao, realmente, que vos seréo levados em conta os cuidados @ os esforgos que despendeis movidos pelo egoismo, pela cupidez ou pelo orgulho, enquanto negligenciais do vosso futuro, bem como dos deveres que a solidariedade frateria impée a todos os que gozam das vantagens da vida social? Unicamente no vosso corpo haveis pensado; seu bem-estar, seus prazeres foram o objato exclusivo da vossa solicitude egoistica. Por ele, que morre, desprezasies 0 vosso Espirito, que viveré sempre. Por isso mesmo, esse senhor to amimadso e acariciado se tornou 0 vosso tirano; ele manda sobre o vosso Espirito, que se Ihe constituiu escravo. Seria essa a finalidade da existéncia que Deus vos outorgou? (1) ‘Aprendendo a estabelecer um limite entre 0 necessdrio e 0 supérfluo, nao devemos temer o futuro, imaginando que iremos passar privagdes. Os Espiritos ‘Superiores nos afirmam que a Terra (...) produziré o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justica, de caridade e de amor ao proximo, os bens que ela dé. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as provincias de um mesmo império, 0 momentaneo supérfluo de um supriré a momenténea insuficiéncia do outro; cada um teré 0 necessério. O rico, enldo, considerar-se-4 como um que possui grande quantidade de sementes; se as espalhar, elas produziréo pelo céntuplo para si © para os outros; se, entretanto, comer sozinho as sementes, se as desperdicar e deixar se perca 0 excedente do que haja comido, nada produzirdo, nao havera o bastante para todos, Se as amontoar no seu celeiro, os vermes a devorarao. Dal o haver Jesus dito: N4o acumuleis tesouros na Terra, pois que sd0 pereciveis; acumulai-os no céu, onde so etemos. Em outros termos: ndo ligueis aos bens materiais mais importéncia do que aos espirituais e sabei sacrificar os primeiros aos segundos. (2) Considerando a importancia da nossa felicidade espiritual, algo devemos fazer para educar os nossos impulsos consumistas, refreando 0 desejo de posse e de acumulo de haveres. E necessario confiar mais na Providéncia Divina, aceitando a 114 PROGRAMA FUNDAMENTAL MODULO XIII ~ ROTEIRO 4~ CONT. 2 orientagao segura de Jesus: Por isso vos digo: Néo vos preocupsis com a vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem com o vosso corpo, quarito ao que haveis de vestir. Néo 6 a vida mais do que o alimento e 0 corpo mais do que a roupa? Olhai as aves do céu: nao semeiam, nem colhem, nem ajuntam em celeiros. E, no entanto, vosso Pai celeste as alimenta. Ora, ndo valeis vos mais do que elas? Quem centre vés, com as suas preocupagées, pode acrescentar um cévado’ aduragéo da sua vida? E com a roupa, por que andais preocupados? Aprendei dos lirios do campo, como crescem, e néo trabalham e nem fiam. E, no entanto, eu vos asseguro que nem Saloméo, em toda a sua gloria, se vestiu como um deles, Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje e amanhd seré lancada ao forno, néo faré ela muito mais por vés, homens fracos na f6? Por isso, néio andeis preocupados, dizendo: Que iremos comer? Ou, que iremos beber? Ou, que iremos vestir? De fato, 840 0s gentios que esto & procura de tudo isso: 0 vosso Pai celeste sabe que tendes necessidade de todas as coisas. Buscai, em primeiro lugar, 0 Reino de Deus e a sua justica, e todas estas coisas vos serdo acrescentadas. Nao vos preocupeis, portanto, com o dia de aman, pois o dia de amanhé se preocuparé consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal. (6) Analisando essas orientagdes de Jesus, entendemos que um dos grandes problemas do serhumano, no que diz respeito & preocupacao como acumulo de bens, @ a inseguranga. A origem da inseguranca est no fato de superestimamos nossas necessidadles essenciais. Pensamos demasiado em nds mesmos @ vivemos to angustiados, tao tensos, to preocupados com pequenos problemas, a fermentarem em nossa mente por lhes darmos excessiva atengao, que nao temos tempo para parar e pensar: em Deus, que alimenta 4 saciedade a ave humilde e veste de boleza incomparavel a erva do campo, esta 0 nosso apoio decisivo, nossa bénedo, mais auténtica, nosso futuro mais promissor, nossa felicidade verdadeira. Poder-so-ia argumentar. se tudo esperarmes co Criacor, estaremos condenados a indolencia, causa geratnz de problemas mais sérios que a prépria inseguranga. Trata-se de um engano. O que Jesus pretende que no guardemos temores em nosso coraeso, vendo om Deus a nossa previdéncia, o nosso apoio, a fim de que vivamos em paz. Ao recomendar que busquemos, acima de tudo, o Reino de Deus, ande todos os nossos anseios sergo realizados, estava longe de convidar-nos 4 inércia. Sendo o Reino um estado de consciéncia, uma espécie de limpar e pér em ordem a casa mental, 6 evidente que nao se trata de tarefa para 0 indolente, porquanto exige férrea disciplina interior, ingente trabaiho de auto-renovagéo, exaustiva lute contra nossas tendéncias inferiores. (7) Para viver a mensagem evangélica é preciso aproveitar a béngao do tempo, valorizando as oportunidades que chegam. A cada dia, explica 0 Mestre, bastam seus males. Quem se preocupa muito com 0 futuro, compromete o presente. Hoje 6 a nossa oportunidade mais auténtica de aprender e trabalhar, servire edificar. (8) ‘Apresentamcs, a seguir, algumas mecidas que nos sao sugeridas pelo Espirito André Luiz. Sao medidas que podem nos servirde rote¥o para auxilar a educagao da nossa ansia vado: antiga medida de comprimeno, fora de uso, igual a 66 centimetres. 115 PROGRAMA FUNDAMENTAL ~ MODULO XIII ~ ROTEIRO 4— CONT. 3 de consumo e de aciimulo de bens, de forma a investir com mais seguranga no nosso crescimento espiritual: ‘Nao converte 0 préprio lar em museu. Utensilio intitil em casa sera utilidade na casa alhoia. O desapego comega das pequeninas coisas, € 0 objeto conservado, sem aplicagdo no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador. A verdadeira morte comega na estagnagdo. Quem faz circular os empréstimos de Deus, renova o proprio caminho. Transfigure os apetrechos, que Ihe sejam initteis, em foreas vivas do bem. Retire da despensa os géneros alimenticios, que descansam esquecidos, para a distribuicéo fraterna aos companheiros de estémago alormeniado. Reviste 0 quarda-roupa, libertando os cabides des vestes que vooé no usa, conduzindo-as aos viajores desnudos da estrada. Estenda os pares de sapatos, que Ihe sobram, aos pés descalgos que transitam em derredor. Elimine do mobiliério as pegas excedentes, aumentando a elegria das habitagdes menos felizes. Revolva os guardados em gavetas ou pordes, dando aplicagdo aos objetos parados de seu uso pessoal. Transforme em patriménio alheio os livros empoeirados que vocé néo consulta, enderecando-os ao leitor sem recursos. Examine a bolsa, dando Um pouco mais que os simples compromissos da fraternidade, mostrando gratidao pelos acréscimos da Divina Misericordia (...). Previna-se hoje contra o remorso amanhi. O excesso de nossa vida cria a necessidade do semelhante. (13) 116 ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPiRITA. —_ 3 3 = iy ib! ab! Wo Aah wl Aww ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPiRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL ~ MODULO XIII ~ ROTEIRO 4 CONT. 4 Referéncia Bibliografica 1. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradugao de Guillon Ribeiro, 123. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. XVI, item 12, p. 263-264 Cap. XXY, item 8, p. 359. . O Livro dos Espiritos. Traducao de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003, questo 717, p. 342 4 Questao 719, p. 342-343. 5 . Questo 720-a, p. 343, 6. BIBLIA. Portugués. A Biblia de Jerusalém. Tradugao de Estevao Bettencourt et al. Sao Paulo: Edigdes Paulinas, 1984, (Mateus, 6:25-24), p. 33. 7. SIMONETTI, Richard. A voz do Monte. 7. ed. Rio de Janeiro; FEB, 2003. Item: A distancia do reino, p. 151-152. 8 p. 152 9. SOUZA, Juvanir Borges de. Tempo de Transieo. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Cap. 5 (Necessério e supérfiuo), p. 50. 10. p. 50-51 11. XAVIER, Francisco Candido & VIEIRA, Waldo. O Espirito da Verdade, Por diversos Espiritos. 14. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Cap. 1 (Problemas do mundo —mensagem do Espirito Bezerra de Menezes), p. 15-16. 12. p. 16 13. Cap. 2 (Excesso e vocé ~ mensagem do Espirito André Luiz), p. 17-18. 17