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MARCAÇÃO DA SOBRANCELHA COM LINHA AI SÓ CONFERE AS MEDIDAS

COM DERMOGRAFO
Marcou o inicio da sobrancelha

1° Depois que eu achei o inicio / ponto alto e o final , ai venho com a linha para fazer a
marcação, depois só conferir as medidas com paquímetro. Fazer o desenho e mostrar para a
cliente aprovar.
2° marcou a espessura da sobrancelha

3° cruza o quadrante e contorno a sobrancelha da cliente esquerda , quando chegar no ponto


alto e subo só um pouquinho

3° faço a mesma coisa com o outro lado direito


4° faço essa marcação juntamente com o final já marcado anteriormente , lembrando que os
lados precisa estar com a mesma medida.

5º eu cruzo a com ao outra marcação que eu fiz

6° depois venho com o lápis para fazer o contorno em cima das linhas que eu fiz, e no côncavo
deve angular corretamente para não ficar quadrado, e o ponto alto também.
Medidas com paquímetro

Observar sempre para não deixar as sobrancelhas muito juntas no início, passo lápis preto no
paquímetro e a medica já fica marcada

1° medida de 2,5 início canal lacrimal

O corpo da sobrancelha tem que ser mais longo que a calda

Ex: se eu for fazer uma sobrancelha que tenha um tamanho de 5cm e 5 seria 3,5 para o copo e
2 para calda

Agora se for uma sobrancelha de uma senhora mais idade com a pálpebra caída eu faço 3 cm
de corpo e 2,5 de calda para não ficar com a sobrancelha muito baixa.
2° essa cliente tem uma sobrancelha de tamanho de 5, 5 então o eu faço do início até o ponto
alto 3,5

3° essa cliente tem 1,5

Se a cliente não tem nada de pelo eu teria que saber onde é o início da sobrancelha dela,
então eu iria medir da início do canal lagrimal até o início da onde começa a sobrancelha dela
poderia ser de 1,5 a 1,7 milímetro

4° para achar a espessura da sobrancelha eu vou pela medida ou do septo nasal ou pelo arco
do cupido geralmente o tamanho seria de 0,5 cm ou 0,6
5° para achar o ponto alto peço para cliente abrir o olho em meio olho e vou achar 2 cm

6° para achar o final da sobrancelha a cliente continua com olho aberto, com medida de 2, 5
A mesma altura é a mesma numeração para a outra

O início também
Micropigmentação de boca
Micropigmentação (Maquiagem Definitiva)
Micropigmentação, Dermopigmentação ou Maquiagem Semidefinitiva (mais conhecida
como Maquiagem Definitiva) é uma técnica para correções de cicatrizes, sobrancelhas, boca
e olhos. Visa corrigir falhas, delinear os olhos, blush, contorno de boca, aumento de lábios...
enfim, pode ajudar a melhorar a autoestima, com trabalhos suaves e naturais. Para isso, é
usado um aparelho chamado demógrafo com agulhas em suas extremidades ( todos os
materiais são descartáveis e dispensados na presença do cliente) onde é injetado o pigmento
na epiderme dando um efeito duradouro de até 2 anos. Não tem perigo de ficar azulado,
avermelhado, esverdeado, cinza ou lilás. Utilizamos os melhores produtos do mercado
internacional, são pigmentos de alta qualidade da marca Mei-cha. Com a avaliação correta da
melanina do cliente. Será feito antes uma avaliação do cliente ( ficha de anamnese) onde, o
objetivo é descobrir possíveis doenças, alergias ou qualquer outro impedimento para o
procedimento.Depois do cliente ser aprovado para o procedimento o mesmo deverá estar
ciente e de acordo com os cuidados e procedimentos a ter que seguir. Após isso, será feito o
desenho (caso de boca, sobrancelha, olho) e com aprovação do cliente iniciará a
micropigmentação.

Sobrancelha - É feita a micropigmentação quando as sobrancelhas são muito falhadas , pêlos


muito claros ou ausência total de pelos. A cor do pigmento varia de acordo com o tom da pele
da cliente, é feito um desenho à lápis e só quando a cliente estiver satisfeita com o resultado é
feita a maquiagem definitiva.Dependendo do caso do cliente pode ser utilizado técnicas: Fio a
fio (para clientes que tem cicatriz, pelos com falhas ou ralos) efeito mais natural e satisfatório
com duração aproximadamente de 1 ano, a compacta ( sombreado tipo Henna, para cliente
que possui pouco pelos ou nada de pelos. duração aproximadamente 2 a 3 anos, ou a técnica
de 6 a 8 meses de duração.

Olhos - Técnica que consiste em delinear entre os cílios na parte superior e inferior, realçando
os olhos e cílios dispensando o uso do delineador. Podendo-se definir a suavidade dos traços.
Duração de 2 a 3 anos.

Lábios - Pode ser feito só o contorno dos lábios ou preenche-los totalmente, para um destaque
sensual e natural através de vários tons de pigmentos. Recomendado também para lábios finos
criando um efeito mais volumoso. Duração aproximadamente 2 a 3 anos.
Despigmentação, Neutralização e Camuflagem - são técnicas utilizadas para correções de
trabalhos indesejados, como cor, espessura, desenho...às vezes dependendo do grau de
correção serão feitas várias sessões podendo ou não atingir 100%. Isso vai depender do tipo
de pigmento que foi usado, o grau de profundidade na pele.

Atenção!!! Ao procurar um profissional Técnico em Micropigmentação, tire todas suas


dúvidas, peça para ver seus trabalhos, veja que tipo de pigmento é utilizado, confira se o local
é adequado para tal procedimento, se todos os matérias são descartáveis ( do uniforme à
ponteira do dermógrafo) se está sempre atualizado com as novidades do mercado, se tem
ficha de anamnese, enfim todo o processo. Mesmo que o local seja lindo, adequado, se o
profissional não tiver experiencia não faça!!! Se o profissional não tiver trabalho para mostrar
não faça!!

Qual a forma correta de se


micropigmentar lábios?

Independente da tendência e moda das cores, o batom será sempre um grande


aliado das mulheres. Se uma mulher encontrar-se em uma situação em que
deverá escolher apenas um item de seu estojo de maquiagem para levar consigo,
provavelmente ele será o eleito! O batom é usado em maquiagens glamorosas
para frequentar eventos luxuosos e também para uma repentina visita ao mercado
em um dia comum.

Por uma questão de vaidade ou para correção de imperfeições causadas pelo


envelhecimento cutâneo, ou acidentes que afetaram a região facial, ou ainda por
alterações genéticas como as fissuras labiopalatais (lábio leporino), a técnica de
micropigmentação é a solução para quem procura um resultado durável,
diminuindo a necessidade do uso diário do batom.

Para entender aspectos importantes, como fixação e permanência do pigmento na


realização da técnica de micropigmentação, é imprescindível o estudo da anatomia
e fisiologia da pele.

Os lábios são estruturas móveis que promovem a abertura da boca para a


obtenção de alimentos, onde começa a digestão, e também tem a função de
proteger contra qualquer corpo estranho ou injúria que possa lhe afetar. Esses
fatos justificam o porque de todo pigmento depositado em sua semimucosa ter sua
fixação comprometida. Por esse motivo o procedimento de micropigmentação
labial é mais delicado e exige cautela em sua aplicação.

Existem técnicas específicas que podem ser aplicadas para realizar a


micropigmentação, cada qual indicada para a obtenção do resultado que deseja.
Nas linhas seguintes, vamos explanar sobre cada uma delas:

 Preenchimento labial: indicado para realçar o lábio natural com cor clara, com sulcos
e flácidos (envelhecidos), e para reconstrução de má formação (lábio leporino) ou com
cicatrizes.
Neste caso pigmentamos a semimucosa, onde a fixação de pigmento fica comprometida
pela anatomia labial.
Podemos utilizar duas técnicas de preenchimento:

1. Lábios hipocrômicos e acrômicos sem sulcos ou flacidez: para o contorno utilizar


agulhas circulares de 1, 2 ou 3 pontas posicionados a 60º e 90º, dependendo da
espessura desejada, e para o preenchimento utilizamos a agulha do tipo pincel, em
movimentos de pintura. Este tipo de agulha promove uma uniformidade no resultado
da pigmentação. (foto 1)

foto 1
2. Lábios envelhecidos ou com cicatrizes: utilizamos agulhas pincel de 5 pontas por
todo o contorno e pelo preenchimento e aparelho posicionado a 60º e 45º,
dependendo da anatomia do lábio. Esta técnica proporciona uma pigmentação natural
e opaca, não marcando as fissuras;
 Reconstrução labial pós-cirúrgica: Em casos de perda tecidual, normalmente causada
por acidentes automobilísticos e queimaduras, que ocasionam a deformação dos lábios.
Assim como em indivíduos que nasceram com fissura labiopalatal que, ao chegar a fase
adulta, tem como resultado uma cicatriz na região do arco do cupido. Nestes casos o
tecido a ser pigmentado é mais espesso, resultado de uma fibrose, onde o pigmento
deve ser depositado com técnica adequada de introdução do produto.
A máquina deve estar posicionada a 90º para garantir maior profundidade de
aplicação, ultrapassando a camada cicatricial. O tom de pigmento deve ser o mais
próximo possível do tom natural dos lábios, proporcionando naturalidade para o
tecido perdido. Utilizar as agulhas sempre circulares de 1, 2 ou 3 pontas para o
contorno e o aparelho em velocidade mais alta do que o usual.

– Iluminador: utilizado para proporcionar um efeito “lifting” em lábios pequenos,


finos e envelhecidos. Para a técnica é necessário o pigmento branco, agulhas de 3
pontas circulares, realizando movimentos de sobreposição. Aplicar somente na
região do arco do cupido e nas laterais da porção inferior, sobre o traçado
previamente realizado. (foto 2)

foto 2 / Não aplicar sobre todo o contorno!

Medidas e posicionamento de Lábios:


foto 3

Proporção entre os lábios superior e inferior: divide-se o lábio em cinco partes


iguais, partindo de três linhas: uma superior, uma mediana e uma inferior. (foto 3)

foto 4

Simetria: os pontos verdes superiores devem estar paralelos aos pontos verdes
inferiores. O ponto verde central assinala o exato centro dos lábios. (foto 4)

Medidas: Arco do cupido com seu centro indicado pela ponta do nariz. Ponto mais
alto do arco indicado pelas narinas.
Contorno & Preenchimento de Lábios

Materiais utilizados:
– Agulha de 3 pontas circular para o contorno e iluminador;

– Ponteira circular;

-Agulha de 5 pontas pincel para preenchimento;

– Ponteira linear;
A micropigmentação labial é um excelente método para realçar e reconstruir o
contorno e/ou preenchimento labial, por um período prolongado e um resultado
natural!
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Maquiagem Definitiva ou Micropigmentação

Vim falar de um assunto super importante, a micropigmentação


A micropigmentação é um técnica que deriva da maquiagem definitiva como era mais
conhecida antes. Consiste na técnica de depositar pigmentos por dentro da pele. é feita
por um profissional e para entender o processo vamos precisar saber um pouquinho
mais sobra a pele:

A pele:
possuí 3 camadas
Epiderme: Camada mais superficial, composta basicamente de
queratinócitos. Não possui vascularização, e está em constante renovação.

Derme: camada mais profunda, onde se encontram os vasos sanguíneos,


linfáticos e diversos tipos de células;

Hipoderme: Camada mais profunda que é composta de adipócitos (células


de gordura) que acolchoam a pele.

A micropigmentação deposita os pigmentos na epiderme. Portanto, ela não


é definitiva, pois a pele vai se renovando e o pigmento vai saindo. A
duração varia de 12 à 18 meses.
Isso é o que difere a micropigmentação da maquiagem definitiva e da
tatuagem, pois ambos os casos colocam os pigmentos na derme, a derme
não se renova, portanto é impossível retirar novamente os pigmentos sem
causar lesão.

Permanência dos Pigmentos

Quando a pele reconhece um corpo estranho (pigmento) na epiderme envia


uma célula para “paralisá-lo” , ela literalmente engole o pigmento e o
prende dentro dela. Esse processo chama-se fagocitose. Após ser
fagocitado o pigmento permanece intacto e paralisado na pele. Os
pigmentos que não são fagocitados são expelidos. Por isso, a
micropigmentação costuma clarear 30 a 50% depois de 10 dias, e é
indicado fazer um retoque em até 30 dias.

Tattoo X micropigmentação
A grande diferença entre uma tatuagem e a micropigmentação é a camada
onde os pigmentos são depositados.

Os pigmentos da tatoo são depositados na Derme, a camada mais profunda,


e por ser uma agressão maior ela causa cicatriz, deixa a pele tatuada
levemente hipertrófica (isso quer dizer em relevo) e em alguns casos até
brilhante, o que para a tatuagem não é problema, pois a ideia é dar destaque
ao desenho.

Já na micropigmentação os pigmentos são depositados na Epiderme,


justamente para não causar cicatriz nem brilho, deixando bem mais suave e
natural que é o objetivo da técnica. A ideia é que fique o mais natural
possível. Outra fato importante é a escolha na cor do pigmento. Os
pigmentos de micropigmentação são diferentes dos pigmentos para tattoo,
são de origem inorgânica geralmente os mesmos usados em corantes de
alimentos. O bom profissional sabe que cada pele também tem sua cor
(melanina) em diversos tons, e quando se usa um pigmento mistura-se ao
tom da pele gerando assim uma 3º cor. É preciso tem um vasto
conhecimento em colorimetria para que não haja erro. Esta é a principal
reclamação que tenho visto.
Nestes dois casos eu fiz as sobrancelhas com o mesmo tom, mudando apenas
a base uma para um tom quente outra para um tom frio, olha a diferença e a
naturalidade dos dois.

Cores Quentes:
Amarelo, vermelho e laranja.

Cores Frias:
Azul, verde e roxo.
Interferência da melanina
A pele da cliente será nosso plano de fundo e o pigmento natural da pele dos
seres humanos tem cores que serão adicionados na hora da escolha da tinta para
pigmentar. No entanto a cor da pele não é definida apenas pela melanina, mas
por um conjunto de fatores e substâncias químicas que juntas nos darão a cor da
pele.

Um desses fatores importantes é a vascularização; em pessoas muito claras os


vasos sanguíneos da superfície podem interferir no fundo de cor dando a
sensação visual ao observador de um subtom levemente frio na pele.
No entanto este fator é o que menos vai interferir no resultado de uma
micropigmentação, mas pode confundir muitos profissionais.

Uma observação importante e que ajuda muito é lembrar que no rosto humano,
se dividirmos ao meio, na horizontal, na altura do nariz, teremos a prevalência de
subtom quente na região superior e de subtom frio na região inferior — vamos
considerar que uma pessoa mesmo tendo subtom frio ainda assim terá uma zona
mais quente que o resto do corpo na região frontal.

Há alguns anos, considerávamos que a melanina era quente e fria, porém,


atualmente este entendimento não é mais aceito no meio acadêmico.

O conceito atual fala em eumelanina para indivídos escuros e feomelanina para


indivíduos claros, hormônios que são dois subtipos da melanina.

A eumelanina possui alto peso molecular e destaca-se por apresentar uma cor que
varia de marrom ao negro.

A feomelanina por sua vez possui coloração vermelha ou amarela.

Existem profissionais que defendem que essas cores interferem no resultado da


cor do pigmento e há outros que que defendem que não há interferência; confesso
que durante mais de quinze anos considerei a cor da pele onde seria feito o
procedimento para eleger a cor da tinta e nunca deu errado; lembre-se que que
fatores como alimentação, bronzeamento solar, medicamentos entre outros
podem prejudicar a avaliação, portanto, ter o pigmento equilibrado em nem
quente e nem frio, começou a ser uma excelente opção.

Somente cuidado para não aprofundar o pigmento na pele porque isso poderá
deixar a cor escura, azulada ou cinza demais, pois quanto maior a profundidade
menor será refletância da luz com consequência na alteração da cor real.

Pigmentos Claros de Base Quente


Se tivermos partes iguais de preto, vermelho e amarelo mais um extra de
amarelo, a cor resultante será um marrom/castanho de fundo amarelado.

Se esse marrom possuir no lugar da porção extra de amarelo, uma porção de


vermelho, ele terá um fundo de cor avermelhado.
O mesmo ocorre se no lugar do vermelho colocarmos o laranja, teremos um
marrom/castanho alaranjado.

Assim dizemos que os casos citados são de pigmentos quentes, ou de base


quente.

Pigmentos Escuros de Base Fria


Se tivermos vermelho e amarelo em partes iguais, mais uma grande quantidade
de preto, teremos como resultado marrom/castanho escuro.

Esse pigmento terá base fria, por causa da predominância da cor escura.

A partir deste momento, quando falarmos da “temperatura”, não nos referimos se


uma pessoa está com 36 graus de temperatura, com febre ou hipotermia, ou se a
cor do frasco de tinta está apresentando calor ou frio fisicamente.

Nos referimos que o subtom da pele ou da tinta é mais próxima a uma cor quente
ou fria.

Sendo assim, fica claro que na colorimetria a “temperatura” das cores é


fundamental, pois o tom de pele também é classificado de acordo com a
“temperatura” das cores de sua tez.

A pele tem uma tonalidade de base, que pode ser azulada, avermelhada,
amarelada, arroxeada, esverdeada, alaranjada etc.

Isto não quer dizer que a pessoa produza melanina quente e fria como foi
ensinado no passado; significa apenas que temos um plano de fundo que é a pele
que devemos observar suas cores predominantes e evitar pigmentos análogos em
relação a cor da pele.

Se quisermos harmonizar o resultado nal de uma micropigmentação numa


determinada pele, teremos que calcular matematicamente o subtom da pele em
relação à “temperatura” do pigmento e não aprofundar o pigmento na pele.

Uma dica importante aos iniciantes é que na dúvida trabalhem com os pigmentos
mais equilibrados, previamente neutralizados — por exemplo, se temos um
pigmento frio e vamos usar em uma pele que apresenta a cor vermelha
acentuadamente, teoricamente poderíamos aplicar esse pigmento diretamente
nessa pele, digo teoricamente; no entanto não é bem assim que funciona, pois
como dito anteriormente temos inúmeros fatores que contribuirão com o
resultado final, e, além disso, o subtom do indivíduo pode não ser su cientemente
relevante para interagir com o pigmento e tornar o resultado em um castanho
neutro bonito.

O pigmento frio pode ser muito frio, causando certo desequilíbrio e resultando
em uma sobrancelha cinza ou fria demais. Nesse caso, se o profissional aquecer o
pigmento (acrescentar uma cor de apoio quente) antes de aplicar na pele e
aprender observar a cor que está preparada, ele poderá decidir se há ou não
necessidade de aquecer mais ou menos, tornando essa tinta o mais “morna”
possível, ou seja, nem quente e nem fria; sendo assim o trabalho já começa
neutralizado. Após o período de recuperação, o profissional poderá avaliar se há
necessidade de algum ajuste, mas é fato que dificilmente esse ajuste será muito
perceptível para a cliente e o profissional não ficará exposto à possibilidade de
uma sobrancelha cinza que não passa despercebida por ninguém.

sobrancelhas azuladas, arroxeadas, avermelhadas, negras, cinzas, alaranjadas,


lábios roxos ou olhos azulados; as cores fantasia são resultados errados de
trabalhos, quando o técnico não tem conhecimento sobre base de pigmento e
temperatura das cores.

Exemplo: Se temos uma sobrancelha que degradou para o azul, então temos uma
cor primária (azul); as cores complementares que faltam no azul é o amarelo e o
vermelho (primárias) = laranja (secundária), ou seja, o laranja vai corrigir a
sobrancelha azul.

Se tivermos uma sobrancelha que degradou para o roxo, na cor roxa temos a
presença do vermelho e do azul (primários); a outra cor primária que está
faltando nessa matemática é o amarelo (primário), que será a cor neutralizadora
do roxo.

Se temos uma sobrancelha vermelha (primária), para neutralizar eu preciso da


soma das outras duas primárias faltantes, que é o azul (primário) e o amarelo
(primário), que somadas dá o verde (secundário) — esse verde neutraliza o
vermelho.

Vale lembrar que a neutralização, quando é feita em pigmentação antiga, essa nos
leva a crer que foi tatuada, então devemos corrigir com cores conhecidas como
modificadores; essa técnica nos oferece uma ilusão de óptica dando a impressão
que a cor que colocamos por cima da cor errada se misturam transformando-se
em marrom, mas na realidade a cor de correção nada mais é que uma “cortina”
que, enganando o olhar, faz de conta que a cor está marrom. As clientes que
fazem correção de cor precisam entender que a cor errada voltará a aparecer
depois de alguns meses, e que então será necessário fazer um novo procedimento
de correção ou neutralização.

Em micropigmentação trabalhamos com os pigmentos prontos chamados de


tintas e existe uma enorme di culdade dos iniciantes em aplicar a colorimetria na
tinta já pronta, pois ali temos, visualmente falando, os marrons/castanhos e não
as cores puras, como azul, verde ou laranja.

O que vemos no frasco é o marrom/castanho pronto e não é fácil entender ou ver


que aquele marrom/castanho possui várias outras cores na sua formação e que
isso fará com que ele ganhe uma temperatura que será quente ou fria. (tirar o
resto do parágrafo).

Por exemplo um marrom com uma porção a mais de azul ou preto será um se
nesse mesmo marrom colocarmos uma porção de amarelo, esse marrom passará a
ser esverdeado, pois azul com amarelo resulta em verde, e assim teremos o verde
como cor de base para o marrom, o que o torna frio.

Da mesma maneira, se tivermos outro marrom/castanho e colocarmos uma


porção a mais de amarelo teremos um marrom/castanho amarelado, resultando
em um marrom-claro de fundo amarelado (quente), e se nesse mesmo marrom
colocarmos um pouco mais de vermelho teremos então um marrom/castanho
alaranjado (quente), ou seja, o laranja será a base dessa cor, e o resultado é um
marrom/castanho quente que chamamos de marrom/castanho de base quente.

Entender essa relação é crucial, pois precisamos ver a cor além da cor que nos é
mostrada no frasco. Precisamos parar de ler a cor seguin- do os nomes dados
pelas marcas de pigmento.

Nós micropigmentadores precisamos nos livrar dessas receitas, e desses nomes.


Para isso temos a necessidade de entender a cor e será o primeiro passo para
ganharmos essa autonomia e liberdade!

Essa é a colorimetria simples aplicada em micropigmentação; as coisas cam um


pouco mais complexas no laboratório na criação de cores, pois as mesmas são
criadas a partir de cores primárias e secundárias mais a cor branca e a cor preta.
Os pesquisadores entendem a necessidade de cada etnia e cada cor é fabricada
respeitando isso. As alterações na hora de usar é aquecer ou esfriar para deixar o
marrom/ castanho o mais neutro possível.

Entendendo isso, fica gostoso e prazeroso trabalhar com uma imensa gama de
cores, sem car preso em conceitos antigos de receita de uso.

MICROPIGMENTAÇÃO DE LÁBIOS: TÉCNICA


ESTÉTICA E PARA VITILIGO

“O vitiligo afeta a autoestima e a micropigmentação ajuda muito” – Rachel Dió


Uma técnica que tem agradado muito as mulheres que querem ter um contorno melhor
dos lábios e que dá a ideia de mais volume é a micropigmentação de lábios. Para quem
tem vitiligo, também é uma ótima opção. O benefício é que com a técnica da
micropigmentação é permitido disfarçar a diferença de tons da pele e, no caso de vitiligo,
na área dos lábios repigmentamos, tanto a área ao redor, como o próprio lábio, devolvendo
o contorno natural do mesmo.

Além do caso em manchas do vitiligo, podemos utilizar a técnica para maquiagem


puramente estética, fazendo o contorno como se faz com o lápis na maquiagem
convencional. Depois é só passar o batom ou o gloss. Ainda podemos iluminar o contorno
dos lábios, o que dará um efeito de destaque, dando ideia de mais volume. A outra técnica
é preencher totalmente como se fosse batom. As cores bem nude ficam perfeitas para o
dia a dia.

Dependendo da extensão da acromia (mancha branca) o procedimento de preenchimento


leva de 1 a 2 horas (no caso de vitiligo).

Vejam as perguntas mais usuais sobre esta técnica de micropigmentação de lábios para
quem tem vitiligo:
1. Qual o nível do vitiligo que dá para fazer a micropigmentação?

Estes casos normalmente estão ligados a problemas emocionais, logo, desde que esteja
sendo controlado com acompanhamento médico, pode ser feito em áreas pequenas. Quem
usa medicamento para a doença deve suspender o seu uso pelo menos 30 dias antes de se
submeter ao procedimento.
2. Além dos lábios, quais outras áreas é possível fazer?

O resultado fica bem natural, porém algumas áreas respondem melhor que outras. Áreas
como juntas de dedos, cotovelo, tornozelo, por exemplo, tendem a não ser tão bons os
resultados quanto em áreas lisas, como braço, pernas ou mesmo rosto, pois estas áreas
possuem maior dificuldade de pigmentação.
Micropigmentação nos lábios de quem tem vitiligo

3. Quais os cuidados que a pessoa deve ter após fazer a micropigmentação?

Não retirar a crosta, que servirá de curativo biológico e manterá a coloração integra
e manter o local sempre hidratado, usando neomicina pomada ou vaselina liquida, até
que as crostas caiam.

4. Quanto tempo deve retornar para fazer a manutenção?

Caso haja necessidade, uma nova repigmentação poderá ser realizada num período de
30 dias.
5. Como é o passo a passo da micropigmentação de vitiligo?

1º Passo: Higienizar bem a área


2º Passo: Anestesiar e ocluir.
3º Passo: Separar os pigmentos do tom da pele e boca, fazendo testes a fim de descobrir
a cor mais parecida com o tom da pele da cliente.
4º Passo: Após esse procedimento, iniciar a micropigmentação. É importante ressaltar
que, embora na maioria dos casos o vitiligo não apresente nenhum aspecto de perigo à
pessoa acometida e nem seja contagioso, é um tipo de doença na pele que causa um
grande impacto na autoestima das pessoas devido à sua característica inestética.

Estrutura óssea da face influencia como


outros nos veem
Pesquisa mostra que, embora percebamos traços de caráter como confiabilidade com
base nas expressões faciais de uma pessoa, nossas percepções de habilidades como força
são influenciadas pela estrutura facial
Jessica Schmerler Cortesia de Jonathan Freeman e Eric Hehman

Selfies, retratos, fotos


de fichas policiais —
fotografias de nós
mesmos atualmente
transmitem mais
[informação] que
quaisquer instantâneos
faziam na era Kodak.

A maioria das pessoas


com inclinação digital
posta e atualiza
constantemente fotos
pessoais em sites
profissionais, de mídia
social e ou de namoro,
como LinkedIn,
Facebook, Match.com e
Tinder.

Para bem ou mal,


outros então tendem a
fazer julgamentos
precipitados sobre a
personalidade ou o
Podemos alterar nossas características faciais de maneiras que nos fazem parecer mais
caráter de alguém com confiáveis, mas não têm a mesma capacidade de parecermos mais competentes. Um
base em um único rosto que lembra a uma expressão feliz, com sobrancelhas arqueadas para cima e uma
retrato. boca com curvatura ascendente, provavelmente será visto como confiável, enquanto
outro, que lembra uma expressão irritada, com sobrancelhas voltadas para baixo,
provavelmente será considerado indigno de confiança. No entanto, avaliações de
Portanto, pode ser uma competência se baseiam na estrutura facial, uma característica que não pode ser
tarefa estressante alterada, em que faces mais largas são interpretadas como mais competente.
selecionar a foto que
transmite a melhor impressão de nós mesmos.

Para aqueles de nós que procuram parecer amigáveis e dignos de confiança aos olhos de
outros, um novo estudo reforça um antigo conselho informal: Faça uma cara feliz.

Uma recém-divulgada série de experimentos realizados por neurocientistas cognitivos da


Universidade de Nova York reforça a relevância de expressões faciais para percepções
subjetivas de características como confiabilidade e simpatia.

Mais importante, a pesquisa também revelou a inesperada descoberta de que percepções de


habilidades como força física não dependem da expressão, mas da estrutura óssea facial.

A primeira experiência da equipe envolveu fotografias de 10 pessoas diferentes, cada uma


delas apresentando cinco expressões faciais distintas. Participantes do estudo avaliaram o
quanto a pessoa em cada foto parecia simpática, digna de confiança ou forte.

Outro grupo, separado, avaliou cada rosto em uma escala emocional que ia de “muito
irritado” a “muito feliz”.

Para evitar resultados indistintos, três especialistas não envolvidos em nenhuma das duas
avaliações anteriores calcularam a proporção facial entre largura e altura para cada face.

Uma análise revelou que, em geral, os participantes classificaram pessoas com uma
expressão feliz como simpáticas e confiáveis, mas não as que tinham expressões severas, de
irritação.

Surpreendentemente, os voluntários não atribuíram aos rostos “valores” de força física com
base em suas expressões, mas classificaram as faces acentuadamente amplas, ou largas,
como sendo de pessoas fortes.
Em uma segunda avaliação, expressão e estrutura facial foram manipuladas em rostos
gerados por computador e os participantes classificaram cada face de acordo com os
mesmos traços considerados no primeiro experimento, com a adição de uma avaliação para
simpatia, agradabilidade.

Mais uma vez, os resultados indicaram que as pessoas associavam uma expressão feliz, mas
não uma irritada, com simpatia, confiabilidade e, nesse caso, calor humano.

Em seguida, os pesquisadores mostraram a dois conjuntos adicionais de voluntários os


mesmos rostos, mas dessa vez com áreas relevantes a expressões faciais ou a largura da
face obscurecidas.

Na primeira variação, para rostos desprovidos de pistas emotivas, os participantes não


podiam mais perceber traços de personalidade, mas ainda podiam identificar força com base
na largura.

Similarmente, para rostos que não apresentavam sinais estruturais, eles não conseguiam
mais notar força, mas ainda podiam perceber traços de personalidade com base em
expressões faciais.

Em uma terceira iteração da pesquisa os participantes tinham de escolher quatro rostos de


um enfileiramento de oito faces com expressões e larguras variáveis, que eles podiam
selecionar como seus assessores financeiros ou como o vencedor de um concurso de
levantamento de peso.

Como seria de se esperar, os voluntários escolheram rostos com expressões mais felizes
como consultores financeiros e selecionaram rostos mais amplos como pertencentes a
campeões de levantamento de peso.

Em uma verificação final, os pesquisadores geraram mais de 100 variações de uma “face-
base” individual ao diversificarem as características faciais.

Os participantes viam duas faces de uma só vez e escolhiam uma delas como sendo
confiável ou muito competente, ou como um bom orientador financeiro ou vencedor de
levantamento de peso.

Utilizando esses resultados, um computador então, criou um rosto mediano para cada uma
dessas quatro categorias. Essas faces foram apresentados a um conjunto separado de
participantes que tinham de escolher qual rosto parecia ser mais confiável ou mais forte.

A maioria dos voluntários considerou as “faces médias” geradas por computador boas
representações de confiabilidade ou força e, de modo geral, julgou o rosto médio do
“consultor financeiro” mais confiável e o do levantador de peso como sendo mais forte.

As conclusões de todas as quatro pesquisas foram divulgadas em 18 de junho na publicação


especializada Personality and Social Psychology Bulletin.

Consideradas juntas, as descobertas sugerem que expressões faciais influenciam


acentuadamente a percepção de características como confiabilidade, simpatia ou calor
humano, mas não capacidade física (força, nesses experimentos).

Inversamente, a estrutura facial influencia a percepção de capacidade física, mas não de


intenções (como simpatia e confiabilidade, nesse exemplo).

Além disso, decisões que envolvem adivinhar as possíveis intenções de uma pessoa, como
escolher a quem você confiaria a gestão de seu dinheiro, são mais fortemente influenciadas
pela expressão facial, enquanto as baseadas em capacidade física, como em quem você
apostaria em um evento desportivo, são mais intensamente influenciadas por estrutura
facial.

Estudos anteriores já haviam mostrado o efeito de pistas faciais no modo como percebemos
e interagimos com outros, mas o novo trabalho também revela como percepções de uma
mesma pessoa podem variar imensamente, dependendo da expressão facial daquela pessoa
em qualquer dado momento.
Essa variabilidade “tem implicações tanto para as pessoas que se apresentam como para as
que percebem (observam) em interações sociais”, resume Jonathan Freeman, um
neurocientista social na Universidade de Nova York e autor sênior do estudo.

Consequentemente, seria bom consideramos o impacto de nossas expressões faciais nas


fotos que postamos on-line.

Paralelamente, em um mundo ideal pessoas que olham nossas fotos nos dariam o benefício
da dúvida e hesitariam em fazer julgamentos espontâneos (apressados) com base em uma
única imagem.

As constatações acima vêm com uma grande advertência: somente rostos masculinos foram
mostrados aos participantes do estudo.

Os pesquisadores optaram por essa abordagem porque estudos anteriores que envolveram a
proporção entre largura e altura facial mostraram que um rosto mais largo frequentemente
é associado a níveis de testosterona mais elevados assim como a maior agressividade e força
em homens.

Estudos de largura e altura facial em mulheres, por outro lado, produziram resultados
mistos. Por essa razão, apresentar uma variedade de rostos masculinos e femininos a
participantes de um estudo teria produzido resultados inconclusivos.

Apesar da relativa falta de evidências sobre como a estrutura facial influencia a percepção de
rostos femininos, houve retratos humorísticos de especulações populares.

De qualquer modo, são necessárias futuras pesquisas para estabelecer definitivamente se


esses padrões de fato existem.

Além disso, os pesquisadores se referem ao termo “habilidade” quando discutem força física
no estudo.

Porém não foram feitas mensurações específicas de percepções de habilidade intelectual ou


habilidade de desempenho em certos cargos empregatícios, por exemplo. Essas
competências são mais abstratas e, portanto, talvez dependam de uma combinação de
diferentes sinais faciais dinâmicos e estáticos, explica Freeman, por isso seria difícil testar
essas relações de maneira decisiva.

Em nossas vidas cotidianas esse e outros estudos deixam claro que, embora possamos
tentar influenciar as percepções que outros têm de nós com fotos em que aparecemos em
trajes elegantes, ou exibindo uma atitude autoconfiante, o fator determinante mais
importante dessa percepção e do consequente comportamento de outros em relação a nós
são nossos rostos.

Então, da próxima vez que você quiser conquistar a confiança de alguém, tente um sorriso e
faça uma cara feliz.

Mas os que esperam ser selecionados para uma partida improvisada de futebol, basquete,
etc. não precisam se preocupar com suas expressões faciais. O melhor que podem fazer é
esperar que tenham um rosto mais largo e depois deixar que sua destreza física fale por si.

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