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Abordagens dos Processos de Ensino e de Aprendizagem

Este texto é uma adaptação de uma série de outros (baseados em livros, pesquisas na internet,
depoimentos, etc) utilizados durante o meu curso de Licenciatura. Portanto, este texto não é
trabalho original e muito menos de minha autoria, assim, não o utilizem como referência
bibliográfica. Entretanto, ao final do texto estão indicados alguns livros para aprofundamento
e então serem referenciados em futuros estudos.

Paula C. G. Manoel Crnkovic

Como preparar uma aula? Quais posturas, abordagens, métodos utilizar? E quanto ao
planejamento? Mais ainda, que sociedade é esta que nos cobra conhecimentos e habilidades
diferenciadas para trabalhar a educação? O que se espera de nós, professores, neste cenário de
novas tecnologias?

Devemos conhecê-las e utilizá-las ou somente nosso conhecimento didático é suficiente


para atender às necessidades de aprendizagem de nossos alunos?

Assistiremos em aula a um vídeo de 3 minutos abordando o tema “Tecnologia ou


Metodologia”, para refletirmos sobre o que nos espera.

Abordagens pedagógicas
A adoção de determinada abordagem pelo professor não se dá de forma aleatória, não é
uma simples escolha. As diferentes abordagens de ensino estão cada qual ligada a conceitos e
escolhas mais profundas, que se relacionam a ideologias, visão de mundo e visão de educação,
por exemplo.

Quando trabalhamos com alunos dos cursos de práticas pedagógicas, procuramos


organizar as disciplinas de forma que o futuro professor possa organizar um corpo de idéias que
justifiquem e dêem subsídios à sua prática pedagógica. A partir destas idéias, cada professor vai
filtrar e escolher sua prática baseado em suas próprias vivências, ideologias e crenças.

Por este motivo é importante que se conheçam diferentes abordagens ou linhas


pedagógicas usualmente utilizadas no ensino brasileiro, as quais servirão de diretrizes à ação
docente, uma vez que a utilização e elaboração de cada professor serão individuais e
intransferíveis, e trarão em si as escolhas pessoais, humanas, sócio-político e ideológicas.
Vejamos então cada uma das abordagens do processo de ensino e aprendizagem, em seus
aspectos mais fundamentais.

Abordagem Tradicional: A abordagem Tradicional apresenta como característica uma


concepção e uma prática educacional, com ênfase à transmissão de conteúdos de forma
sistematizada pelo professor e reprodução dos mesmos pelos alunos. A didática tradicional
poderia ser resumida em "dar a lição" e "tomar a lição". Sendo assim, as avaliações passam a ter
um fim sem si mesmas, mantendo-se o mesmo ritual: avalia-se conforme o que o aluno pode
“reproduzir” acerca do que lhe foi “transmitido”. As notas obtidas funcionam , na escola e na
sociedade , como níveis de aquisição do patrimônio cultural.

Podemos concluir, em relação à abordagem tradicional que a escola é o local da


apropriação do conhecimento, por meio da transmissão de conteúdos pelo professor, que detêm
todo o saber, e confrontação com modelos e demonstrações. O indivíduo nada mais é do que um
ser passivo, um receptáculo de conhecimentos escolhidos e elaborados por outros para que ele se
aproprie. Nesta escola os alunos têm apenas a função de receber, memorizar e reproduzir com a
máxima exatidão possível, os ensinamentos transmitidos pelo professor.

Abordagem Comportamentalista: Na concepção comportamentalista o desenvolvimento e a


aprendizagem são entendidos como transformações resultantes das interações ocorridas entre o
comportamento apresentado e os acontecimentos do ambiente.

Esta abordagem vê o homem como uma consequência das influências ou forças


existentes no meio ambiente, sendo que suas ações são resultado das condições do meio, que
uma vez estabelecido, pode antecipar os resultados. O ser humano não depende apenas de si
mesmo, mas principalmente daqueles que o ensinaram a construí–lo.

Ao analisarmos o processo ensino aprendizagem nesta abordagem percebemos que


ensinar consiste em saber usar o condicionamento e o reforço para manter o conhecimento,
sendo papel de o professor assegurar a aquisição do comportamento necessário. Estes
comportamentos serão instalados e mantidos por condicionamento e reforçadores arbitrários
(elogios, notas, prestígio, castigos) e associados a reforçadores mais remotos e generalizados
(status, profissão, diploma).

Podemos entender, portanto que a abordagem comportamentalista consiste na aquisição


de determinados comportamentos pelos alunos, que os levarão à aprendizagem. A aprendizagem
garante-se pelo programa estabelecido e pela aquisição de comportamentos desejáveis, instalados
e mantidos por condicionantes e reforçadores arbitrários, sejam positivos ou negativos.
Abordagem Humanista:Na abordagem humanista privilegia-se a vida emocional e psicológica
do individuo, sua orientação e o desenvolvimento de uma visão de si orientada para uma
realidade individual e grupal. O homem é considerado como uma pessoa situada no mundo. É
único e relaciona-se consigo mesmo e com as pessoas em seu redor, realizando constantes
descobertas em sua vida. Deste modo, constrói seu próprio mundo exterior, partindo de suas
experiências.

A atitude básica presente nesta abordagem é a de confiança e de respeito ao aluno. A


aprendizagem tem a qualidade de um envolvimento pessoal. O aluno é considerado em sua
sensibilidade e sob o aspecto cognitivo é incluído de fato na aprendizagem.

O aprender, o compreender vem de dentro do aluno, ainda que o primeiro impulso


venha de fora: do professor. Podemos dizer que nesta abordagem a aprendizagem é
significativa e penetrante, uma vez que ela provoca modificações no comportamento e nas
atitudes dos alunos. Não existe, portanto, em relação à avaliação, qualquer padronização de
produtos de aprendizagem e competências do professor, sendo muito utilizada a auto-avaliação,
pois tanto os alunos quanto os professores têm a responsabilidade de definir os critérios para
avaliar se seus objetivos estão sendo atingidos. O próprio aluno sabe se está ou não satisfazendo
suas necessidades, se está aprendendo o que antes ignorava.

A atitude básica presente nesta abordagem é a de confiança e de respeito ao aluno. A


aprendizagem tem a qualidade de um envolvimento pessoal. O aluno é considerado em sua
sensibilidade e sob o aspecto cognitivo é incluído de fato na aprendizagem. O aprender, o
compreender vem de dentro do aluno, ainda que o primeiro impulso venha de fora, do professor.
Podemos dizer que nesta abordagem a aprendizagem é significativa e penetrante, uma vez que
ela provoca modificações no comportamento e nas atitudes dos alunos. Não existe, portanto, em
relação à avaliação, qualquer padronização de produtos de aprendizagem e competências do
professor, sendo muito utilizada a auto-avaliação, pois tanto os alunos quanto os professores têm
a responsabilidade de definir os critérios para avaliar se seus objetivos estão sendo atingidos. O
próprio aluno sabe se está ou não satisfazendo suas necessidades, se está aprendendo o que antes
ignorava.

Abordagem Cognitivista: A Abordagem Cognitivista preocupa-se com a maneira como se dá a


aprendizagem e utilizá-la pede que se estude a aprendizagem como um produto do ambiente, das
pessoas ou de fatores que são externas aos alunos. É, portanto, uma abordagem
predominantemente interacionista, na medida em que privilegia a capacidade que o aluno tem
de integrar informações e processá-las.

O importante nesta abordagem é a maneira como acontece a organização do


conhecimento, o processamento das informações e os comportamentos que dizem respeito às
tomadas de decisões.
Neste processo de interação e formação do conhecimento, esta abordagem encontra
respaldo na teoria de Jean Piaget, que consiste no estudo do desenvolvimento mental do ser
humano, no campo do pensamento, da linguagem e da afetividade.

Priorizam-se as atividades do sujeito, considerando-o inserido numa situação social.

Abordagem Construtivista: No construtivismo o aluno está sempre criando algo novo, num
processo permanente de evolução e criatividade. Aqui o ato de aprender depende do aluno e o
objetivo da educação é liberar sua capacidade tanto intelectual quanto emocional, desenvolvendo
características como a autodescoberta e a autodeterminação, na busca do conhecimento e da
aprendizagem.

Nesta abordagem são oferecidas aos alunos algumas situações de desafios à sua
percepção, análise e raciocínio, assim como jogos, leituras, visitas, excursões, trabalho em grupo,
arte, oficinas, teatro, etc. Assim, novas aprendizagens são assimiladas por uma estrutura já
existente, que provoca uma reestruturação do conhecimento.

Na Abordagem Construtivista há uma grande preocupação com a aprendizagem e com a


participação do aluno nesta aprendizagem, elaborando seu próprio conhecimento, valorizando o
ensaio e o erro e reinventando o mundo que o cerca com novos conhecimentos.

Abordagem Sócio-Cultural: nesta abordagem busca-se a superação da relação entre opressor e


oprimido e as situações de ensino-aprendizagem devem contribuir para esta superação , por meio
de algumas condições como nos mostra Masetto (1986,p.44):

a) Solidarizar-se com o oprimido, o que implica assumir a sua situação;

b) Transformar radicalmente a situação objetiva geradora de opressão.

As obras mais relacionadas a esta abordagem, por se referirem ao aspecto político-social


mais significativo no contexto brasileiro, são as escritas por Paulo Freire,

Segundo Paulo Freire, “Só ensina quem aprende e


quem aprende, ensina”.
(assista ao video: https://www.youtube.com/watch?v=Ul90heSRYfE)

A abordagem sócio-cultural trabalha com a educação problematizadora, cujo objetivo é o


desenvolvimento da consciência crítica e libertadora, como forma de superar as contradições da
educação tradicional. Entende que por meio da reflexão o aluno torna-se sujeito da educação,
podendo assim refletir sobre sua realidade e transformá-la.

A educação é, portanto, um descobrimento constante da realidade, num esforço para que os


alunos possam, criticamente, perceberem-se como participantes do mundo e como se inserem
neste mundo. Neste processo é preciso que os alunos assumam desde o início o papel de sujeitos
cidadãos.

Neste sentido, a educação é um ato de conhecimento da realidade que se dará através da


consciência crítica, que não é um produto acabado e sim um processo contínuo. Este processo de
ensino-aprendizagem constitui-se na troca de experiências que procura transformar a situação
concreta que gera a opressão.

Professores e alunos relacionam-se de forma horizontal, não há imposição e o diálogo é


desenvolvido por meio da cooperação, da união, da solução conjunta dos problemas. Alunos e
professor participam juntos do processo.

Ao assumirmos a Didática como uma reflexão sistemática sobre o processo de ensino-


aprendizagem, na busca de melhores soluções para os problemas que enfrentamos em nossa
prática pedagógica, é preciso que possamos refletir profundamente sobre cada uma das
abordagens aqui apresentadas, para que possamos escolher aquela que julgamos mais próxima de
nossos pensamentos, ideologias, práticas e posicionamento sócio-político e cultural.

Nesse sentido, é preciso que nos coloquemos numa postura constante de reflexão-ação,
partindo do compromisso com a transformação social e individual de nossos alunos, buscando
alternativas pedagógicas que tornem o ensino mais eficiente, a partir das teorias e concepções de
ensino-aprendizagem já desenvolvidas, ou ainda, criando novas alternativas de trabalho a
partir de nossas próprias experiências e concepções.

O Saber e o Saber-Fazer dos professores


Ao discutirmos as necessidades pedagógicas dos professores, na construção de uma
educação de qualidade e uma aprendizagem mais significativa para seus alunos, pudemos
perceber a importância da didática no trabalho docente.

As concepções que guiarão este trabalho para que seja realizado de forma eficiente,
deverão ter início na formação inicial do professor.

A formação profissional do professor deve, portanto,deve obedecer a um processo


pedagógico, intencional e organizado, que lhe permita preparar-se teórico, científico e
tecnicamente para desenvolver seu trabalho.
Para realizar o exercício da docência, o professor necessita de múltiplos saberes, não
somente relacionados aos conteúdos ou técnicas e métodos, mas saberes relacionados aos alunos
e à educação como um todo. Nesse sentido, é importante que o saber e o saber fazer dos
professores estejam articulados com as novas exigências educacionais deste século, que visam
preparar os alunos para uma sociedade cognitiva, onde o conhecimento será a base das
competências do futuro.

A esse respeito, Delors (1998) nos proporciona


uma visão da maneira como o professor deve
organizar seu trabalho educacional, tomando
por base quatroaprendizagens fundamentais, as
quais devem constituir-se
em pilares do conhecimento de cada pessoa.

Assim sendo, apresentam-se os quatro eixos da educação em nossa sociedade:

a. Aprender a conhecer: indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que


verdadeiramente liberta da ignorância. Caracteriza-se pelo exercício da atenção, da
memória e do pensamento, supondo-se antes de tudo que o aluno deve aprender a
aprender.
b. Aprender a fazer: mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na
busca de acertar. Conceito ligado à prática e à formação profissional, porém não deve ser
considerado simplesmente transmissão de práticas rotineiras ou desenvolvimento de habilidade
para executar determinada tarefa material. É importante que o aluno possa adquirir qualidades
tais como capacidade de comunicação, de trabalhar em equipe, de administrar e resolver
conflitos.
c. Aprender a viver juntos: traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos
e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento. Desenvolver nos alunos
uma cultura de paz, em oposição à violência na qual vivemos.
d. Aprender a ser: muito importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de
viver. O ser humano é formado por um todo: espírito, corpo, mente, sentimento,
inteligência, responsabilidades, etc. A educação deve auxiliar os alunos a desenvolverem
todas as partes deste todo.
Ao citarmos a importância da didática no trabalho docente, entendemos que o saber e o
saber fazer do professor também devem estar alicerçados nos pilares do conhecimento,
proporcionando um processo de ensino-aprendizagem que não se preocupe tão somente com a
assimilação de conteúdos, mas, principalmente, com o desenvolvimento do pensamento, da
comunicação, da pesquisa, do raciocínio lógico, da elaboração de sínteses, de teorias, da
independência e autonomia, tornando alunos e professores, sujeitos competentes socialmente.
Esta educação, ao fundamentar-se nos quatro pilares sugeridos por Delors, pede dos
professores a adoção de procedimentos didáticos diferenciados, que possam estar de acordo com
o que se espera, conforme cita Rodrigues (2008):
è Relacionar o tema com a experiência do estudante e de outros personagens do contexto
social;
è Desenvolver a pedagogia da pergunta
è Proporcionar uma relação dialógica com o estudante;
è Envolver o estudante num processo que conduz a resultados, conclusões ou
compromissos com a prática
è Oferecer um processo de auto-aprendizagem e co-responsabilidade no processo de
aprendizagem;
è Utilizar o jogo pedagógico com o princípio de construir o texto.

Professor na era digital

O que se espera dos professores, é a utilização das tecnologias para tornar a escola um
espaço inserido no mundo, onde haja aprendizagem contextualizada às exigências de nossos
alunos e da realidade social que se apresenta.

É necessário, portanto, que se reflita sobre a necessidade dos professores se atualizarem


e saberem utilizar as novas tecnologias como recursos pedagógicos, que possibilitarão a
construção do conhecimento e favoreçam a aprendizagem.
Com o advento da Internet e a introdução de diferentes multimeios na educação, os
professores devem repensar suas formas de ensinar e aprender, pois o contexto educacional deve
ser comunicacional, interativo e vivencial.
Como educação é acima de tudo comunicação, ela depende da interação com as pessoas,
não só através da fala, das atitudes ou dinâmicas, mas também da utilização de multimeios como
veículos de comunicação.
Como o professor pode estabelecer um trabalho de qualidade, desenvolvendo este
trabalho pautado numa didática que realmente o auxilie a atingir seus objetivos educacionais,
utilizando-se das tecnologias à sua disposição? Estarão os professores preparados para abdicar
de suas posições de detentores do conhecimento e do saber, dividindo este posto com outros
meios, educando para e com a tecnologia?
A era digital provocou uma transformação no perfil de nossos alunos, que não querem
mais aulas expositivas simples, praticamente exigem recursos visuais modernos, mais
sofisticados, que mostrem na sala de aula o dinamismo que a realidade oferece. Com isto o
professor tem que se preparar para utilizar todos esses recursos da melhor forma. Mas é
importante que entenda que não pode se prender somente aos recursos, eles são importantes, mas
não serão nada sem a criatividade, improvisação, sensibilidade, humildade e domínio de si
e do conteúdo.
Se o professor deve estimular seus alunos a pensar, refletir, criticar, tornarem-se cidadãos
formadores de suas próprias opiniões, as tecnologias poderão favorecer esse trabalho do docente.
Os homens têm necessidade constante de aprender ao longo da vida e a informação está
na base do conhecimento, que gera reflexão e crítica. Podemos verificar que a imprensa, o rádio,
a televisão, o cinema e o teatro, e todas as demais formas de comunicação audiovisual podem ser
utilizadas para fazer o cidadão pensar, crítica e realisticamente sobre a nossa realidade.

Podemos perceber que a era digital nos trouxe uma nova pedagogia, que estabelece um
novo papel ao professor, que passa a orientar e acompanhar o trabalho do aluno, auxiliando-o a
construir o conhecimento.
Por este motivo, é preciso que o professor cumpra seu papel de educador, que ensina, mas
que ao ensinar também aprende. Para Kenski (2001), o professor tem algumas ações específicas
que o tornam participante da educação de seus alunos:

1) O professor é agente de memória: a ele compete a manutenção da memória social, a


transmissão da cultura, a realização de interações e intercâmbios que favoreçam o
acesso dos alunos aos equipamentos e tecnologias que favoreçam a aprendizagem;

2) O professor é agente de valores: influencia os comportamentos e atitudes dos alunos,


estimulando a criação da identidade individual e a sociabilidade entre alunos;

3) O professor é agente das inovações: auxilia os alunos a compreenderem, utilizarem,


aplicarem e avaliarem as inovações que se incorporam à cultura escolar.

O professor da era digital é então “um professor


competente, que corresponde às necessidades de ensino
do momento, é um profissional necessário”.
(Kenski,2001,p.105).

Referências
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: As abordagens do processo. São
Paulo:EPU, 1986
MASETTO, Marcos Tarciso. Didática: a aula como centro. 4. Ed. São Paulo:FTD, 1997.
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CASTRO, Amélia Domingues; CARVALHO, Anna Maria Pessoa, orgs. Ensinar a
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didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2001.
Cap. 6. p.107-124
CUNHA, Emmanuel Ribeiro. Os Saberes Docentes ou Saberes Dos Professores.
Revista Cocar, v. 1, p. 31-39, 2007. Disponível em
http://www.nead.unama.br/prof/admprofessor/file_producao.asp?codigo=17
DELORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez; Brasília,
DF: MEC UNESCO, 1998. “Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre
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LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1993. Coleção magistério – 2º grau.
Série formação do professor
RODRIGUES, Zuleide Blanco. Pensando na qualidade da educação, a partir do
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em http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/pensandoaqualidade.htm.
CHAVES, Eduardo O.C. Educação e Tecnologia: da fala de Sócrates à multimídia de
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KENSKI, Vani Moreira. O Papel do Professor na Sociedade Digital. In CASTRO, Amélia
Domingues; CARVALHO, Anna Maria Pessoa, orgs. Ensinar a Ensinar: didática para a
escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. Cap. 5. p.95-
106
LIMA, Adriana Luzia. Educar para a Tecnologia ou Educar com a Tecnologia? 2005.
Disponível em
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/ler.php?modulo=18&texto=1016
NASCIMENTO, Julia C.P. TIC’s – a difícil inclusão no processo educacional. 2007.
Disponível em
http://www.alvoradaplus.com.br/Docs/revista_eletronica/edicao_3/Artigo_julia.pdf.