Você está na página 1de 189

Ácido mandélico: Benefícios,

cuidados e como usar


É um ativo despigmentante que promove o clareamento de manchas ocasionadas
pelo sol, alergias e até pelo atrito causado pelos métodos depilatórios. Também é
eficaz no tratamento de melasma.

O ácido mandélico promove a remoção de células mortas da superfície da pele,


através da descamação, estimulando a renovação celular que dá origem a novas
células saudáveis. O resultado é uma pele lisa, uniforme, com mais firmeza e
elasticidade.

Está presente na composição de diversos produtos cosméticos, em fórmulas de


manipulação e em tratamentos estéticos como o peeling, por exemplo.

Em produtos cosméticos comuns, a concentração de ácido mandélico gira em


torno de 6%. Já em produtos indicados por dermatologistas e feitos em farmácias
de manipulação, a receita costuma ser de 3% de ácido mandélico para renovação
celular, 5% para esfoliar a pele e 10% para rejuvenescimento. Em procedimentos
estéticos, utiliza-se este ativo em concentrações superiores, a partir de 30%.

glicólico ou o retinóico, MANDELICO E SALICILICO

Cuidados após o uso do ácido mandélico


Assim como no uso de outros ácidos AHA, a exposição solar deve ser evitada
após o uso do ácido mandélico. Apesar de ser menos fotossensível, ainda assim,
o sol pode ocasionar manchas ou piorar as já existentes. Portanto, o uso de
protetor solar é imprescindível.

Após uma sessão de ácido mandélico é necessário evitar o uso de maquiagens,


hidratantes e outros produtos com compostos químicos, a fim de evitar alergias e
irritações devido à sensibilidade e vermelhidão da pele.

Seja em cosméticos ou tratamentos estéticos, o ácido mandélico é bastante


eficiente e versátil, trazendo diversos benefícios para a saúde e beleza da pele.
No entanto, é sempre importante contar com a orientação de um profissional
qualificado que possa indicar as concentrações corretas e a frequência de uso,
pois o uso incorreto desse ácido pode ocasionar queimaduras e piorar quadros de
manchas na pele.

Aprenda o procedimento para um peeling com


Podemos dizer sem maiores preocupações que o peeling feito com ácido mandélico é muito
seguro para quem trabalha com ele.

Este tipo de peeling pode ser feito em todas as estações do ano pois não é fotossensível e
pode ser usado em todos os tipos de pele.

Outra vantagem é que sua aplicação é muito simples e os resultados costumam ser
compensadores.

Então fique de olho no passo a passo dos preocedimentos para que na hora que o
profissional capacitado aplica-lo, você estará ciente do mesmo.

1. Antes de qualquer tipo de aplicação de beleza, em primeiro lugar sua pele deve ser
higienizada com sabonete de limpeza.

2. Para fazer a aplicação sua pele deve estar seca e deve ser aplicada a mistura com um
pincel apropriado para o ácido mandélico a 20%.

3. Depois de aplicada a mistura a mesma deve permanecer em sua pele por 2 à 7 minutos.
Mas isso não é regra, o que deve ser observado na verdade é a tolerância e a reação de cada
indivíduo.

4. Após passado este tempo, a aplicação deve ser retirada com água em abudância.

5. Bom, depois que você retirou o ácido de sua pele, procure aplicar uma máscara calmante.

6. Retire a máscara e faça a aplicação do filtro solar.

Bom deve estar preparada para a descamação de sua pele por alguns dias após a aplicação.

É recomendado que a aplicação seja feita 1 vez por semana.

Ácidos para a beleza da sua pele!

Ácidos para a beleza da sua pele!

Você faz algum tratamento com ácidos? Sabe o efeito que eles causam em sua pele?
Dependendo do princípio ativo e da concentração utilizada, os ácidos podem ajudar a
rejuvenescer, eliminar manchas, clarear a pele e combater a produção excessiva de óleo.
A principal função dos ácidos é esfoliar a pele e descamar, como se fosse uma “troca de pele”.
Assim, elimina as células mortas prevenindo cravos e espinhas e combatendo os já existentes.
Os ácidos atuam na derme estimulando a produção de fibras colágenas e elásticas, deixando
uma textura mais firme, suavizando rugas superficiais e, em alguns casos, até eliminando
manchas escuras da pele.

Tipos de ácidos

Fítico: antioxidante e clareador, encontrado nas sementes das plantas e nos grãos de alguns
cereais.

Bórico: tem função antisséptica e aparece nas formulações de loções tônicas e adstringentes.

Fenol: através de um peeling profundo, combate os sinais extremos de envelhecimento. É


dolorido e para a sua aplicação é necessária anestesia local.

Hialurônico: está presente naturalmente em nosso organismo, enrijecendo e amaciando a


pele. A partir dos 30 anos de idade, sua produção cai e a reposição se faz necessária através de
cremes manipulados.

Málico: extraído da maçã, deixa a pele viçosa, clareia manchas e atenua rugas. É encontrado
em cremes industrializados ou manipulados.

Mandélico: esfoliante e clareador ameniza poros abertos e pode ser utilizado em peelings ou
cremes.

Resorcina: usado em cremes ou peelings, é indicado para tratamentos de acne.

Ácido Tricloroacético (ATA): Usado em peelings, retira a camada superficial da pele dando
lugar a uma nova. Tem efeito agressivo, criando uma crosta que permanece por cerca de dez
dias, para depois surgir uma nova, bastante vermelha e sensível. É preciso fugir do sol por três
meses.

Azeláico: ácido responsável para clarear sardas e melasmas (manchas do sol).

Ácidos Mais Utilizados

Ácido Retinóico

Derivado da vitamina A, é considerado o mais eficaz para combater o fotoenvelhecimento e a


acne, conferindo maior firmeza e elasticidade à pele. Seu grande trunfo é tratamento da acne,
do envelhecimento pela ação do sol e de estrias recentes. Utilizando antes dos peelings, afina
e uniformiza a pele, facilitando a penetração da substância escolhida para o procedimento.
É recomendado em peelings no inverno ou em cremes de uso noturno. Inicialmente, deixa a
pele descamada e vermelha e é necessário proteger-se contra o sol usando FPS acima de 15.

Ácido Glicólico

É extraído da cana-de-açúcar e tem grande poder de rejuvenescimento, agindo como


esfoliante químico. Pode ser usado no verão e aparece em cremes ou peelings. Além de seus
poderes hidratantes, promove uma leve esfoliação da camada superficial da pele. Com isso,
facilita sua própria penetração e a de outras substâncias. Também acelera a renovação celular,
deixando a pele mais lisa e uniforme. Trata manchas e cicatrizes de acne, mas sua indicação
principal é o foto-envelhecimento e hidratação do rosto e corpo.

Pode causar irritação em pessoas predispostas, alérgicas ou com pele sensível. O fato de não
reagir com o sol não deve ser usado como pretexto para ir tomar sol. Pela sua ação esfoliante,
a pele se torna mais sensível e fina, suscetível, portanto, a manchas e irritações. Antes de se
expor ao sol, é preciso lavar o rosto, retirar completamente o ácido e passar um protetor solar
acima de FPS15.

Ácido Kójico

O Ácido kójico é uma substância produzida por um cogumelo japonês chamado Koji, que é
usado também na fermentação do arroz.

A vantagem do ácido kójico é que ele não é fotossensível, ou seja, não mancha se a pele é
eventualmente exposta ao sol. Por isso pode ser usado inclusive durante o dia. Além do seu
efeito despigmentante, o ácido kójico também atua como antisséptico, impedindo a
proliferação de fungos e bactérias na pele.

Ele também tem ação antioxidante, ajudando na prevenção do envelhecimento cutâneo e


pode ser usado em formulações junto com ácido glicólico, vitamina C, entre outros ativos. A
principal desvantagem é por ele ser menos potente do que a hidroquinona como clareador, e
por isso os resultados costumam levar mais tempo para aparecer.

Hidroquinona

A hidroquinona é o ingrediente ativo mais prescrito pelos médicos dermatologistas para tratar
manchas na pele. Mas ela não é bem tolerada: várias pessoas tem alergia com esse ácido.
A hidroquinona é bastante eficaz no combate às manchas na pele e continua sendo bastante
prescrito, seja em produtos prontos ou em manipulados.

A hidroquinona age diretamente nos melanócitos, dificultando a reação química de formação


da melanina (responsável pela pigmentação da pele). Isso ao mesmo tempo que degrada as
bolsas que guardam a melanina dentro das células — tendo, portanto, ação dupla.

A ação da hidroquinona é lenta e os resultados costumam começar a aparecer apenas após 2


meses de uso diário do produto. É muito importante manter uma proteção intensa contra o
calor e sol, já que a hidroquinona deixa a pele mais sensível.

Cuidados com os Ácidos

Ácidos para a beleza da sua pele!

Como os ácidos deixam a pele mais fina, ela fica mais vulnerável à ação dos raios ultravioletas
do sol. Portanto, quem está fazendo o tratamento com ácidos é sempre orientado a proteger a
pele do sol constantemente, utilizando filtros solares com alto fator de proteção no seu dia-a-
dia.

Quem não está disposto a evitar o sol (ficar na praia exposto ao sol forte, por exemplo), não
deve fazer estes tratamentos. Querer tratar a pele sem abrir mão de se queimar ao sol é uma
contradição, pois é a radiação solar a principal responsável pelo envelhecimento.

Se as exigências com a proteção solar forem respeitadas, os tratamentos com ácidos não
levam ao envelhecimento, muito pelo contrário.

Meninas, se vocês sofrem com problemas de manchas na pele, protejam-se sempre! Usar
protetor solar diariamente é fundamental!

É interessante também evitar produtos à base de soja que contenham fitoestrógenos — os


hormônios podem agravar o problema.

Como existe uma grande variedade de agentes clareadores, é essencial consultar um médico
dermatologista já que o tratamento é longo e difícil. É fundamental uma avaliação precisa da
sua pele antes de aplicar qualquer produto.
PROTOCOLO – PEELING LIGHT

Tempo de tratamento: 1h10


Indicação: Melasmas, hipercromias pós inflamatórias e rejuvenescimento
Realização: 1x por semana, começando com uma limpeza de pele com
hidratação, seguido de uma sessão do peeling light, intercalando com
hidratação. Pode ser feito rosto, pescoço e colo
Contra indicação: rosácea, acne, peles hipersensíveis e gestantes.

Produtos usados na sessão


1 – Leite de Limpeza
2 – Loção Tônica
4 – Peeling de Ácido Mandélico
5 – Sérum de Ácido Hialurônico
6 – Máscara Nutritiva

Sequência de Aplicação
Passo 1
Limpe a pele com o Leite de Limpeza. Rosto, Pescoço e Colo
Passo 2
Tonifique a pele
Passo 3
Aplique o Peeling de Ácido Mandélico e deixe de 15 a 20 minutos de acordo
com a pele.
Passo 4
Passado o tempo da pausa, remova bem todo o ácido com o algodão
embebido em água não deixando nenhum resquício na pele.
Depois de remover todo o produto, coloque uma quantidade generosa de
Sérum de Ácido Hialurônico nas mãos e faça uma massagem com
movimentos bem delicados e relaxantes para ajudar na permeação dos
ativos.
Passo 5
Aplique a Máscara Nutritiva no rosto e pescoço, e se a cliente quiser tratar
o colo você pode cobrar um valor adicional.
Passo 6
Remova a Máscara Nutritiva e aplique um pouco do Sérum de Ácido
Hialurônico e o Filtro Solar para finalizar

“Geralmente, esse peeling não fica nem muito vermelho e nem


descama. Mas não é regra, pois dependendo da pele pode ficar mais
vermelhinho e descamar sim. O intuito não é promover uma enorme
inflamação e sim, uma renovação celular e o aumento da permeação dos
ativos nutritivos e hidratantes que serão colocados em seguida. Como
minhas clientes não gostam muito de descamar, então esse tem sido um
dos protocolos que eu mais uso em cabine e a pele fica linda!”

Filtros físicos e químicos: saiba o


quanto essa informação importa
no seu protetor solar!
Dermatologista explica a diferença entre filtro físico (inorgânico) e químico
(orgânico) no protetor solar. Bloqueando ou transformando a radiação, os
filtros estão presentes nas formulações e cada um age de uma forma.
De
Negócio Estética
-
15 de fevereiro de 2017
0
752

Partilhar no Facebook

Tweet no Twitter
Geralmente, ao escolher um protetor solar, o consumidor é guiado pelo
número do FPS. Mas na formulação de um fotoprotetor, dois tipos de
filtros podem ser encontrados: os orgânicos (químicos) e os inorgânicos
(físicos). A dermatologista Dra. Claudia Marçal, membro da Sociedade
Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia,
explica as atuações diferentes e, no caso das crianças, a indicação
específica:
Filtros químicos: “Os filtros solares químicos fazem uma defesa filtrando
os raios nocivos, ou seja, há uma transformação química da energia da
radiação ultravioleta e a energia de baixa intensidade que atinge a pele
não traz os malefícios da radiação que é potencialmente cancerígena, e
com isso protege a pele também da queimadura”, explica a Dra. Claudia.
A radiação quando atinge uma pele protegida pelo filtro químico,
acrescenta a médica, é absorvida e sofre um processo de filtração e
acaba sendo não muito agressiva, mas isso depende muito do índice que
é utilizado.
Filtros físicos: De maneira geral, os filtros físicos são partículas derivadas
de metais, ou óxidos metálicos, que atuam através de mecanismos
ópticos, refletindo ou dispersando os raios solares. “Os filtros físicos são
como uma parede de tijolos onde a luz bate e volta. Não tem
absorvência, tem refletância: e com isso há um impedimento de todos
aqueles danos cumulativos dos filtros químicos, que são altamente
instáveis, já que na sudorese, na água do mar, a molécula fica
quimicamente instável e deixa de proteger”, explica. “Os principais
filtros físicos são o óxido de zinco, óxido de ferro e dióxido de titânio. A
vantagem desse tipo de filtro é que são mais estáveis e penetram pouco
na pele, sendo ideais para os pacientes alérgicos e com sensibilidade
cutânea elevada”, conta.
Físico x químico: “Os filtros solares inorgânicos protegem mais contra a
radiação quando ela é potencialmente carcinogênica, principalmente nos
dias mais quentes — como o índice de radiação solar está muito alto.
Nesses dias, essa radiação pode causar queimaduras sérias, às vezes
até de segundo grau, trazendo mutações com o dano cumulativo ao
longo das exposições, que na somatória (com o passar dos anos) pode
se transformar em lesões como as queratoses actínicas e depois os
próprios carcinomas de pele”, conta a dermatologista. “Os raios UVB e
infravermelhos furam o bloqueio dos filtros químicos de alguns produtos
de fotoproteção e causam dano celular que, em consequência, provoca
também flacidez com envelhecimento precoce da pele”, explica.
Inovações: “Com relação ao filtro físico, o dióxido de titânio pode ser
uma molécula natural ou micronizada, porque o dióxido de titânio
quando aplicado natural deixa o rosto branco. E nas novas formulações
com o ativo micronizado, ele fica fluido, quase transparente. Ele pode
ser associado também ao óxido de zinco e ao óxido de ferro, então
temos filtros físicos que formam uma barreira real sobre a pele, fazendo
com que a radiação não seja absorvida, filtrada ou sofra processo de
dispersão e sim de reflexão: ou seja, o raio bate e volta”, explica.
Fórmulas robustas: As novas formulações trazem a combinação de filtros
químicos e físicos para potencializar o efeito fotoprotetor. “Os filtros
solares inorgânicos assim como os químicos devem ser passados quando
a pessoa está em exposição ambiental a cada duas horas, mas se houve
um mergulho no mar ou na piscina, ele deve ser aplicado
imediatamente. Sabemos que a característica do horário é muito
importante, então se o paciente está entre 10 e 18h em exposição solar
aguda, ele deve reaplicar esse filtro com maior generosidade, formando
realmente uma camada filmógena, e com intervalo mais curto de
reaplicação principalmente se ele estiver praticando uma atividade física
e estiver em exposição ambiental, como na praia”, indica. “No caso das
crianças, o melhor é optar sempre por filtros solares adequados com
uma nomenclatura pediátrica, ou para crianças. São indicados produtos
com filtros solares físicos e inorgânicos”, conta. Isso acontece para que
não haja penetração de substâncias químicas na pele.
Afinal, qual FPS? “Os filtros solares hoje, com relação ao novo guideline
mundial, nunca devem ser abaixo de 30. O ideal mesmo para pessoas de
fototipos mais claros são filtros acima de 50 para áreas nobres como
rosto, pescoço, orelha, dorso das mãos e a região do colo”, conta.
“Realmente sabemos que na prática aquilo que está no FPS do frasco
acaba não sendo aplicado como deveria e aquele filtro que está ali não é
o mesmo que está aplicado sobre a pele, porque é aplicado em menor
quantidade e não é reaplicado no momento que deveria ser. Então em
algum momento, a pessoa fica com uma fotoproteção muito pior, o que
pode fazer com que ela sofra queimadura”, finaliza.
Fonte: Dra. Claudia Marçal, Dermatologista da Clínica de Dermatologia
Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira
(AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e
membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing
Medical Education) na Harvard Medical School. Holding
Comunicação/Jornalista responsável: Guilherme Zanette

Peles acneicas podem ter proteção


extra contra o envelhecimento
De
Negócio Estética
-
13 de fevereiro de 2017
0
674

Partilhar no Facebook

Tweet no Twitter

Cientistas do King’s College de Londres descobriram que pessoas que


sofreram ou sofrem com a acne têm maior propensão a ter telômeros
mais longos nos glóbulos brancos, o que garante melhor proteção contra
o envelhecimento.
Os telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de
proteínas e DNA não codificante que formam as extremidades dos
cromossomos, e que os protegem da deterioração durante o processo de
replicação. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural do
cromossoma. Os telômeros gradualmente se quebram e encolhem com o
tempo, eventualmente levando à morte celular, o que é uma etapa
normal do crescimento e envelhecimento humano. Estudos anteriores
mostraram que o comprimento dos telômeros dos glóbulos brancos pode
indicar o envelhecimento biológico e está relacionado com o
comprimento do telômero em outras células do corpo.
O estudo, publicado no final do mês de setembro de 2016, no Jornal de
Dermatologia Investigativa (Journal of Investigative Dermatology),
mediu o comprimento dos telômeros dos glóbulos brancos de 1.205
pares de gêmeos britânicos. Um quarto dos gêmeos afirmaram que já
tinham tido acne em alguma fase da vida.
Com ajustes de idade, peso e altura, as análises estatísticas mostraram
que o comprimento dos telômeros nas peles acneicas era
significativamente maior, tornando os glóbulos brancos mais resistentes
à deterioração da idade. Através de uma outra pesquisa sobre a Acne
Genética, também realizada pelos cientistas do King’s College de
Londres, foi descoberto que um dos genes asociados ao comprimento
dos telômeros também está associado com o surgimento da acne.
Os dermatologistas há muito tempo já sabem que a pele acneica
demoram mais a mostrar os sinais de envelhecimento do que aquelas
que não têm histórico de acne. Sinais de envelhecimento como rugas e
pele mais fina, geralmente, aparecem bem mais tarde em pessoas que
já sofreram com a acne em algum momento da vida. Este fenômeno já
foi atribuido à maior produção de sebo das peles acneicas, mas há
outros fatores envolvidos.
Os pesquisadores também examinaram biópsias de pele pré-existentes
dos pares de gêmeos para tentar identificar genes relacionados à acne.
Foi descoberto que um dos genes, que programa a morte celular, era
menos expressivo nas peles acneicas. É claro que é necessário muito
mais pesquisa e investigação para identificar outros genes que estão
envolvidos no envelhecimento celular e como eles são diferentes nas
peles acneicas.
À frente do estudo, a Dra. Simone Ribeiro, dermatologista do
Departamento de Pesquisa em Gêmeos e Epidemologia Genética no
King’s College, disse: “Por muitos anos os dermatologistas já sabiam que
as peles de pacientes com acne demoravam mais a mostrar os sinais de
envelhecimento do que a pele daquelas pessoas que nunca tiveram acne
em nenhum momento da vida. Embora isso tenha sido observado em
situações clínicas, a causa ainda permanece obscura. Através da
observação das biópsias de pele, nós começamos a entender os genes
envolvidos. Mas é necessário mais trabalho para sabermos ao certo qual
gene pode nos mostrar o caminho para futuras intervenções”, explica
Simone.
A Dra. Veronique Bataille, pesquisadora senior e também dermatologista
do Departamento de Pesquisa em Gêmeos e Epidemologia Genética no
King’s College diz: “Os telômeros mais longos são um dos fatores que
protegem contra o envelhecimento precoce. Uma outra descoberta
importante é o gene p53, que é um protetor do genoma, é é uma
descobereta relevante quando comparamos as expressões genéticas da
pele de gêmeos com acne e da pele dos gêmeos não-acneicos”, finaliza
a médica.
Vamos torcer para que a pesquisa avance e mostre mais resultados
significativos para a Ciência Estética!

ARGILA: A argila apresenta uma estrutura molecular que fornece a capacidade de absorção,
possuindo a capacidade de eliminar toxinas e substâncias nocivas ao organismo. Possui efeitos anti-
sépticos e antimicrobianos e propriedades cicatrizantes e antiinflamatórias. A argila é uma
substância utilizada para tratamento de doenças, desintoxicação e regeneração física, capaz de
eliminar toxinas e impurezas favorecendo a renovação celular.

Benefícios: Melhorar a limpeza, esfoliar a pele, clarear manchas superficiais, acalmar


inflamações ou até mesmo ativar a circulação superficial e melhorar a vitalidade.

Indicações: A argila verde é indicada para peles normais a oleosas, tem ação tonificante,
adstringente e estimulante. A argila verde ainda apresenta propriedades analgésicas e tem sido
utilizada para tratamentos de pele em salões de beleza e clínicas de estética em tratamento de cravos,
espinhas e rugas. A argila branca é indicada para peles mais sensíveis e desidratadas. Possui ação
clareadora e suaviza a pele, deixando com textura lisa. Capaz de gerar um efeito tensor leve, ela
suaviza os poros e tem efeito esfoliante, sem agredir. Ela é ótima para os dias que você dormiu mal
ou para o período pré-menstrual.
CARBOXITERAPIA: É um método não cirúrgico onde o profissional injeta Dióxido de
Carbono(CO2) na pele ou no tecido subcutâneo.

Benefícios: Trata da flacidez da pele, olheiras, estrias recentes ou antigas, gordura localizada e
celulite.

DRENAGEM LINFÁTICA FACIAL:: É uma massagem feita na face, pescoço e


colo. Previne e conserva a beleza cutânea. É um dos melhores cuidados de beleza, já que remove as
células mortas, nutri, hidrata, e tonifica a pele, melhora a circulação sanguínea, e disfarça as rugas.

Indicação:
Eliminar toxinas.
Eliminar retenção de líquido.
Tonificar a pele.
Ativar a circulação.
HIDRATAÇÃO FACIAL ANTIOXIDANTE: é um tratamento de Estética Facial
indicado para peles secas, desidratadas ou envelhecidas, pois auxilia no restabelecimento do
equilíbrio da pele recuperando o brilho e o frescor, deixando-a com textura macia e suave. Após a
limpeza e esfoliação da pele, o aparelho ionizador facilita a absorção dos ativos necessários para a
hidratação facial. Depois, aplica-se uma máscara a base de colágeno e acido hialurônico para
devolver o brilho e maciez da pele.

LIMPEZA DE PELE FACIAL PROFUNDA: Nossa pele contém diversas


impurezas produzidas pelas glândulas sebáceas e que a derme não conseguiu expelir, tais como
espinhas, cravos e miliuns (bolinhas de sebo sob a pele). Caso queira iniciar um tratamento estético
facial indicamos antes realizar uma limpeza de pele. A técnica utilizada baseia-se no biotipo cutâneo,
de acordo com as características individuais. Deve-se observar a ficha de avaliação prévia do cliente
para selecionar os cosméticos adequados e definir a prioridade na limpeza de pele, como extração de
lesões acneicas, por exemplo Na maioria das clínicas, a limpeza de pele dura entre 30 e 60 minutos.
Na CLÍNICA ESSENCELE a limpeza dura 60 a 90 minutos tem 11 passos, dependendo do tipo e
condições da pele. Confira a seguir o que acontece em cada passo.
1. Higienização: aplica-se demaquilante nas áreas dos olhos e da boca (mulheres), sabonete ou loção
de limpeza com movimentos circulares em toda a face, e, em seguida, retirar com algodão e água.
Por meio desse procedimento, são retiradas as sujidades e a oleosidade excessiva da pele.
2. Esfoliação
3. Tonificação
4. Emoliência
5. Peeling ultrassônico
6. Extração: realiza-se a extração manual de cravos, espinhas e milium
7. Peeling de diamante ou cristal
8. Alta freqüência: é utilizada por conta do seu efeito bactericida, descongestionante e cicatrizante.
9. Massagem: A massagem mais indicada após a extração é a drenagem línfatica manual, pois
apresenta efeito descongestionante.
10. Máscara: utiliza-se mácara calmante, descongestionante ou secativa.
11. Finalização: após a retirada da máscara facial, aplica-se o protetor solar
Frequência: depende dos tipos de pele:
Peles com acne: precisa do tratamento uma vez por mês.
pele oleosa: sugerimos uma vez a cada 45 dias e cuidados domésticos para evitar cravos e espinhas.
Peles normais: sugerimos uma limpeza a cada 2 meses ou até com um espaço menor, depende da
estação do ano e dos cuidados domésticos.

LUZ PULSADA: possibilita o tratamento de várias lesões causadas pelo


fotoenvelhecimento, em diversas áreas do corpo como face, dorso das mãos, colo e pescoço. Trata
rugas finas, vasos faciais, rosácea, manchas solares, dano solar crônico, alteração de textura da pele,
olheiras, poiquilodermia (manchas, vasos e envelhecimento do colo e pescoço), depilação e pode ser
utilizada até mesmo para remoção de tatuagens. O que permite que a LIP trate diferentes problemas
é sua amplitude de comprimento de ondas, que atingem diferentes profundidades da pele.

MÁSCARA DE OURO COM DRENAGEM FACIAL:Máscara que hidrata,


preenche e energiza a pele que contém Ouro Quelado, e afins.

Benefícios:Tratamento rejuvenescedor.
Indicado para meia idade ou para peles desvitalizadas com linhas de expressão e rugas.
MESOLIFITING : Microinjecções que se introduzem na derme superficial (de forma
indolor), recorrendo a diversas substâncias, adaptadas a cada paciente, permitindo:
- melhorar a elasticidade ou tonacidade cutânea
- reafirmar a pele
- atenuar algumas rugas
- aumentar a nutrição e revitalização cutânea, lutar contra radicais livres, sendo por isso um óptimo
método quer de tratamento quer de prevenção anti-envelhecimento

Duração: Aplicação semanal, geralmente 10 sessões por ciclo. Podem ocorrer edema,
hiperemia e hematomas no local. As sessões devem ser realizadas por um médico.

As contra-indicações são abrangentes e dependem do histórico médico de cada pessoa.

Benefícios:Tratamento rejuvenescedor.
Indicado para meia idade ou para peles desvitalizadas com linhas de expressão e rugas.

MICROCORRENTES: Hidratações profundas que utilizam recursos da eletroterapia e


alopatas para rejuvenescimento da pele, suavização de linhas de expressão e levantamento da região
facial. O lifting pode ser feito juntamente com a microcorrente ou a isometria, sendo a primeira uma
eletro estimulação que utiliza correntes de baixa freqüência que tem por finalidade aumentar a
captação de oxigênio na pele, o transporte de aminoácidos e a síntese de proteínas. Já a isometria age
como uma ginástica passiva, promovendo uma contração muscular.

Benefícios Revitalização cutânea e celular, melhora a flacidez muscular e a elasticidade da


pele.
Indicações Para peles desvitalizadas, flácidas e danificadas devido exposição prolongada ao
sol.

MINI FACIAL REFRESCANTE : Sessão que inclui os elementos básicos de um


tratamento facial completo: Higienização, Esfoliação, Tonificação, Máscara refrescante

PEELING DE CRISTAL: O método consiste em uma microdermoabrasão superficial,


onde é usada uma ponteira de diamante que desliza sobre a pele promovendo uma esfoliação.O
principal objetivo desse peeling é refazer a superfície da pele, suavizar mancha s de pele, reduzir as
rugas finas e diminuir os poros que estão dilatados. Na primeira sessão já é possível notar
resultados.O tratamento age de maneira suave e progressiva, podendo ser usado em todos os tipos de
pele, inclusive em peles morenas e também bronzeadas.
PEELING DE DIAMANTE: É um tratamento de renovação celular que devolve a
elasticidade, clareia as manchas, diminui a oleosidade da pele, melhora a acne e ainda é e menos
agressivo que alguns peelings químicos. O método consiste em uma microdermoabrasão superficial,
onde é usada uma ponteira de diamante que desliza sobre a pele promovendo uma esfoliação. O
principal objetivo é refazer a superfície da pele, reduzindo as rugas finas e diminuindo os poros que
estão dilatados. O tratamento age de maneira suave e progressiva, pode ser usado em todos os tipos
de pele, inclusive em peles morenas e também bronzeadas.

Indicação:
Reduzir rugas finas.
Diminuir poros dilatados.
Melhorar as manchas.
Estimular a produção de colágeno.

Frequência: Deve ser avaliada pelo profissional.

PEELING ULTRASSÔNICO: A aplicação do peeling se dá por meio de uma corrente


ultrassônica, que ao entrar em contato com a pele promove uma limpeza profunda e elimina as
células mortas, o que promove a renovação celular e também a produção de elastina e colágeno.A
técnica é indolor e não agride tanto a pele tanto quanto outras técnicas. Devido a isto a pele reage
melhor ao tratamento, e potencializa a ação de produtos nutritivos e hidratantes. O peeling
ultrassônico age em etapas: primeiro realiza uma higienização profunda, e depois hidrata a pele. Em
seguida vem a tonificação e a finalização do procedimento, em que o profissional aplica uma
máscara para promover o relaxamento muscular. O resultado é uma pele revitalizada e renovada,
com aparência uniforme e com menos manchas e cicatrizes de acne.
PEELING QUÍMICO: É a aplicação de ácidos na pele da face ou do corpo, por
exemplo, no dorso das mãos. Dependendo do ácido empregado a descamação da pele será bem
superficial ou mais profunda.

Benefícios: O tratamento com peeling químico é ideal para obter o rejuvenescimento da pele e
melhorar rugas finas, cicatrizes de acne, manchas e lesões

Duração: Na maioria dos casos é necessário mais de uma sessão, sendo que na face
recomenda-se pelo menos 4 sessões para um bom resultado. O intervalo entre elas depende da área a
ser tratada e tipo de ácido usado

PREENCHIMENTO COM ÁCIDO HIALURÔNICO: É uma aplicação


injetável de ácido hialurônico na pele para preenchimento de rugas e sulcos, contorno facial,
aumento de volume e hidratação.

Benefícios: O Preenchimento Absorvível é capaz de amenizar rugas e sulcos, além de


restabelecer os volumes perdidos pela idade, proporcionando um aparência mais jovem ao paciente.
Para algumas regiões é empregado anestésico tópico, enquanto que áreas como lábios e sulcos
nasogenianos e infralabiais é utilizado bloqueio anestésico.

Duração: Efeito imediato e duração média de 8 a 14 meses

REJUVENESCIMENTO FACIAL: O rejuvenescimento da face sem cirurgia é um


conjunto de procedimentos que devem ser realizados com freqüência. O médico dermatologista
pontuará suas principais queixas em relação ao envelhecimento do seu rosto e encontrará a melhor
forma de suavizá-las com os tratamentos certos para cada uma delas. Para que haja o
rejuvenescimento efetivo da face esse combinado de tratamentos deve ser levado em conta, já que
cada método é destinado a corrigir um tipo de queixa: rugas dinâmicas ou estáticas,
fotoenvelhecimento (que se apresenta de diversas maneiras), flacidez, bolsas sob os olhos, sardas,
verrugas, etc. Portanto, para se obter uma pele saudável, com aparência jovem, é preciso tratá-la por
inteiro. É preciso lembrar que os tratamentos dermatológicos não são definitivos. Para que seus
efeitos sejam diminuídos é necessário fazer uma manutenção das melhoras alcançadas por meio da
utilização de equipamentos, substâncias, massagens, medicamentos e cremes.

TOXINA BOTULÍNICA : Este procedimento consiste na aplicação da toxina


botulínica do tipo A na musculatura facial para impedir sua contração. Atualmente, empregada em
pescoço e cólo para melhorar o contorno e marcas da pele.

Benefícios: O procedimento é capaz de amenizar rugas de expressão e prevenir formação de


rugas definitivas (estáticas). A Toxina Botulínica também utilizada para diminuir sudorese de axilas,
palmas das mãos e planta dos pés.

Duração: Pode ocorrer formação de edema, hiperemia e hematomas no local. Início do seu
efeito em aproximadamente 72 horas e duração média de 4 a 6 meses.
Nas duas primeiras semanas no tratamento com o ácido a pele vai mesmo se sentir agredida,
pode até ficar queimada – principalmente se você se esquecer de usar o filtro solar todos os dias
e até nos dias nublados – e descamar. Normal! No comecinho você pode alternar as noites
usando ácido e nos dias que não usar, aplicar um hidratante não-oleoso no lugar. O importante
é persistir no tratamento e aguardar os resultados visíveis ainda nos dois primeiros meses.

Você vai começar a aplicar uma pequena camada no seu rosto limpo, meia hora antes de dormir,
porque mesmo debaixo de lâmpadas sua pele pode queimar. Depois que você começa a utilizar,
vai perceber uma vermelhidão nas áreas mais sensíveis. Eu fico bem irritada nas laterais do
queixo e do nariz. E a pele começa com uma descamação bem leve (se você passar a mão, vai
sentir a pele de desfazendo, então evite). Quando chegar a noite e você sentir a pele muito
irritada, passe um hidratante (de preferência o recomendado pelo dermatologista) ao invés de
repetir o ácido e só coloque quando sentir que a pele vai aceitá-lo novamente.

Em alguns sábados e domingos, eu arrisco colocar uma leve camada de Bepantol apenas nas
áreas mais irritadas. Vai ser assim nas duas ou três primeiras semanas… mas depois, sua pele
vai aparecer mais firme e é notável.
Resultado auxiliado por peeling do Ácido Retinóico

Junto com o ácido, é obrigatório o filtro solar de FPS 30, no mínimo. Eu gosto muito do Filtrum,
do Minesol e o da Pharmapele (não confio muito neste último, por ser manipulado e não sofrer
todos os testes das marcas vendidas em larga escala). Eu gostumo usar um sérum-hidratante
com vitamina C que deixa minha pele como seda e ainda alivia qualquer irritação.

Para limpar a pele, costumo usar um sabonete antisséptico líquido ou a minha barrinha de argila
(principalmente nas costas, onde tenho acne). E também borrifo água termal com vitamina C
quando está muito calor, para refrescar.

A maquiagem realmente não fica tão boa nas primeiras semanas do uso do ácido, já que a pele
tende a descamar, quando passamos base, ela aparece bem. Então, quando tenho uma festa,
eu deixo de usar o ácido por uns três dias para poder colocar a base e o pó. Mas no dia-a-dia é
cara lavada mesmo… só uso um rímel para dizer que estou arrumada e o batom.
Sinais
Os sinais variam de acordo com o tipo de acne e incluem:
 Cravos pretos (comedões abertos): aparece quando o sebo e as células mortas
obstruem os poros. Enquanto o poro fica fechado, a superfície permanece aberta. É o
que confere a aparência de “cravos pretos”.
 Cravos Brancos (comedões fechados): o acúmulo de sebo e células mortas, além de
bloquear o poro também bloqueia a entrada do mesmo formando uma película. Esses
cravos são de remoção mais difícil.
.
.
 Espinhas (pápulas e pústulas): além do excesso de óleo que bloqueia os poros, há
também a proliferação da bactéria Propionibacterium que aumenta nesse ambiente
oleoso: sua multiplicação leva à inflamação que faz com que a espinha tenha a
aparência avermelhada, quente, inchada e às vezes com pus.
 Cistos e Nódulos: ocorrem quando a inflamação atinge a pele mais profundamente,
podendo ser dolorosos e formar cicatrizes permanentes. Este é o tipo mais grave de
acne.
.
Diagnóstico
O diagnóstico da acne acontece através de exame clínico feito pelo dermatologista, que
irá analisar as lesões e avaliar qual o grau da infecção. O quadro clínico pode ser dividido
em quatro estágios:
 Acne Grau I: apenas cravos, sem lesões inflamatórias, espinhas ou cistos.
 Acne Grau II: cravos e espinhas pequenas – pequenas lesões inflamadas e pontos
amarelos de pus, também chamados de pústulas.
 Acne Grau III: cravos, espinhas pequenas e cistos – lesões mais profundas e
dolorosas, avermelhadas e bem inflamadas.
 Acne Grau IV: cravos, espinhas pequenas e cistos que se comunicam causando
inflamação mais grave e aspecto desfigurante. Este tipo de acne também é conhecido
como acne conglobata.
.
.
 Acne Grau V: surgimento súbito da acne com lesões graves, como cistos dolorosos
que ulceram deixando grandes cicatrizes, acompanhado de sintomas gerais, como
febre, mal-estar e dor no corpo. É uma forma rara e mais comum no sexo masculino.

.
.
Incidência
As áreas em que a acne se manifesta com maior frequência são: rosto, pescoço, colo,
costas e ombros. Nessas áreas a quantidade de glândulas sebáceas (responsáveis pela
produção de sebo) é maior.

Entre as mulheres, a acne é mais frequente dos 14 aos 17 anos. Entre os homens, pode
chegar um pouco mais tarde, com maior frequência entre os 16 e 19 anos. Na maioria dos
casos, a acne se resolve espontaneamente após a adolescência, mas algumas pessoas
continuam apresentando os sintomas durante a vida adulta, até cerca de 35 anos ou mais,
representando apenas 1% da população masculina e 5% da feminina.

.
Tipos de Acne
– Acne do RÉCEM-NASCIDO

Cerca de 20% dos recém-nascidos desenvolvem acne leve. Isso pode acontecer porque
certos hormônios são passados para eles através da placenta por suas mães pouco antes
do nascimento.

Outra causa de acne em bebês é o estresse do parto que pode fazer o corpo do bebê liberar
hormônios. Recém-nascidos com acne geralmente têm lesões que desaparecem
espontaneamente.

– Acne INFANTIL

Bebês entre três e 16 meses de idade podem desenvolver acne infantil e ela geralmente
desaparece quando a criança chega aos dois anos de idade. As espinhas raramente deixam
cicatrizes.

A acne infantil pode ser causada, em parte, pelos níveis hormonais mais elevados do que
o normal.

– Acne VULGAR

Esta é o tipo mais comum de acne e aparece com mais frequência em adolescentes e
adultos jovens.
– Acne da MULHER ADULTA

.
.
A doença pode surgir nesta fase da vida ou ser resultado da persistência da acne juvenil.
Pode surgir em decorrência de alterações hormonais devidas a disfunções ovarianas,
alterações das glândulas suprarrenais ou um aumento da sensibilidade da pele aos
hormônios androgênicos. As lesões predominam na parte inferior do rosto e abaixo da
mandíbula.
.
Fatores que podem piorar a Acne
 Alterações hormonais fisiológicas (adolescência, período pré-menstrual, gravidez);
 Alterações hormonais patológicas (ovário policístico, hiperandrogenismo e outras);
 Certos medicamentos como os corticoides, lítio e andrógenos (incluindo aqui os
anabolizantes usados por fisiculturistas);
 Fatores dietéticos: ingestão excessiva de produtos lácteos (leite e seus derivados) e
alimentos ricos em carboidratos – como pães, biscoitos, batatas e principalmente
açúcar;
 Fatores emocionais, como estresse;
 Tocar muito no rosto;
 Suor excessivo;
 Deixar o cabelo em contato com a pele, o que pode deixar a pele mais oleosa;
 Trabalho com óleos, graxas ou produtos químicos regularmente;
 Cosméticos ricos em óleo ou inadequados para o tipo de pele;
 Dormir com maquiagem: além da higiene adequada da pele à noite, deve-se remover
a maquiagem antes de dormir).
.
Mitos da acne
Ao contrário do que algumas pessoas pensam, esses fatores têm pouco efeito sobre a acne:
 Alimentos gordurosos e cacau têm pouco ou nenhum efeito sobre o desenvolvimento
ou curso da acne: assim, o chocolate pode piorar a acne apenas pela presença do
açúcar e do leite;
 Acne não é causada pela sujeira. Na verdade, esfregar a pele com muita força, fazer
limpeza exagerada ou usar esponjas pode piorar a acne. Fazer uma simples limpeza
da pele com sabonete adequado para remover o excesso de óleo e células mortas é
tudo o que é necessário;
 A masturbação não provoca a acne: a confusão é feita porque esta ação é mais
frequente entre os adolescentes, e esse grupo é mais propenso à acne, como já
explicado acima;
 Algumas pessoas acreditam que o sol melhora a acne, mas é um engano. Apesar de
haver uma pequena melhora e um “disfarce” da acne quando a pele fica bronzeada ou
levemente avermelhada pela exposição ao sol, nas semanas seguintes o problema
piora, pois há aumento da produção de sebo e da espessura epidérmica, o que
contribui para obstruir os poros.
.
Riscos
Espremer uma pústula (“espinha”) pode parecer algo simples, mas pode ser a porta de
entrada para uma infecção perigosa, principalmente se a lesão estiver na região central
da face, como próximo ao nariz. Se uma bactéria penetrar por esse caminho poderá
causar uma forte infecção, que pode evoluir de forma grave e provocar até a morte.

A infecção bacteriana do tecido subcutâneo, a parte mais profunda da pele, é chamada


de celulite infecciosa, e pode ocorrer em qualquer lugar do corpo. As bactérias
causadoras desse quadro são estreptococos, estafilococos e hemofilos e estão presentes
na nossa pele e em materiais de uso pessoal e rotineiro, como pentes, alicates de unha e
buchas de tomar banho.

Além de uma possível infecção grave, espremer espinhas deixa marcas na pele. Mas é
importante destacar outros fatores relevantes para uma predisposição a manchas e
cicatrizes como: a severidade do quadro de acne, a genética e o fototipo (a cor) da pele.
O tratamento orientado pelo dermatologista é fundamental.

.
Prevenção
Além de evitar os fatores agravantes, a pele oleosa ou acneica necessita de cuidado
redobrado com a higiene e também de tratamento, hidratação e proteção adequados. O
primeiro cuidado básico é lavar a pele com sabonete específico de duas a três vezes ao
dia. O esfoliante pode ser usado em alguns: é necessária a orientação do dermatologista.
Após a limpeza da pele, o hidratante específico para este tipo de pele e o filtro solar oil
control (que faz controle da oleosidade) completam o passo a passo da rotina de cuidados.

.
Tratamentos
Praticamente todos os casos de acne podem ser controlados ou até curados. A acne é uma
doença que precisa ser tratada independentemente da idade da pessoa. O dermatologista
é o profissional indicado para prescrever a terapia mais adequada a cada caso.

É muito perigoso espremer “espinhas”, principalmente, quando estão na região central da


face: nariz, queixo e entre as sobrancelhas: pode levar à cegueira, septicemia ou até à
morte. Outro risco de apertar cravos e espinhas é ferir a pele e causar cicatrizes. Use
produtos adequados e cuide da sua pele com a ajuda de um profissional.

.
.
Na maioria das vezes usa-se produtos tópicos (aplicados sobre a pele) que diminuem a
produção do sebo e controlam a flora bacteriana da pele. Os mais prescritos são os alfa-
hidroxiácidos, o peróxido de benzoíla e os retinóides e seus derivados (o adapaleno,
particularmente).

Além dos produtos de uso tópico, há outras estratégias que podem ser utilizadas pelo
dermatologista para obter resultados mais efetivos:
 Antibióticos orais: ajudam a matar as bactérias e a reduzir as inflamações;
 Pílulas anticoncepcionais e outros medicamentos que regulam os hormônios podem
ser úteis para as mulheres;
 Isotretinoína oral: é a droga capaz de curar a acne e é usada nas formas mais graves e
resistentes ao tratamento ou nos pacientes muito afetados emocionalmente pela
doença;
Outros procedimentos também ajudam no tratamento da acne como:
 Lasers e outras terapias com luz ajudam a melhorar a acne;
 Peelings químicos ajudam no tratamento de cravos, pápulas e manchas;
 “Limpeza de pele” para remoção de cravos e drenagem e extração de pústulas.
Tratar a acne é importante para evitar marcas e cicatrizes no rosto e em outras regiões do
corpo. É importante lembrar que o adolescente já passa por várias mudanças e tem uma
autocrítica exacerbada. Assim, uma pele inflamada e marcada só pode prejudicá-lo do
ponto de vista psicológico e social.

.
Tratamento das cicatrizes de acne
É possível usar certos procedimentos para minimizar as cicatrizes deixadas pela acne:
 Preenchimento facial com ácido hialurônico;
 Peelings químicos (descamação controlada da pele);
 Laser de CO2 fracionado ou tratamentos de radiofrequência;
 Dermoabrasão (esfoliação ou lixamento).
.
Indicações
Este procedimento é usado para tratar sardas, rugas finas, acne, manchas de acne,
cicatrizes superficiais, manchas de sol e também para suavizar o Melasma (“manchas da
gravidez ou de anticoncepcional”). Uma pele opaca e sem vida também se beneficia
bastante deste recurso, pois ele melhora a textura e o brilho.

Pré-peeling
Antes do peeling é interessante fazer um preparo da pele. A dermatologista prescreve os
produtos que deverão ser usados cerca de 15 dias antes para otimizar os resultados do
procedimento. É importante que a pele não esteja bronzeada.

.
Como é feito
No consultório médico, a pele é limpa com um agente para desengordurá-la e uma solução
ácida é aplicada. Esta deverá ficar em contato com a pele por minutos – neste caso ela é
removida no próprio consultório – ou por algumas horas, e neste caso ela será facilmente
removida em casa de acordo com a orientação da médica. A escolha do produto é baseada
no tipo de dano que a pele apresenta e no resultado desejado.

. .
Os peelings químicos superficiais são indolores e levam à descamação cerca de dois dias
após sua realização. A pele pode continuar descamando por mais alguns poucos dias, mas
não impede as atividades cotidianas.

.
Cuidados pós-peeling
Após o peeling é importante hidratar a pele e evitar exposição ao sol, já que a “nova” pele
é delicada e pode manchar.

.
.
O filtro solar deve ser usado várias vezes ao dia para evitar que as manchas reapareçam
ou que surjam novas manchas. A dermatologista indicará os produtos adequados para
cada caso.

Utilidade do peeling químico


- CLAREAMENTO de manchas de acne
- CLAREAMENTO de sardas
- MELHORA NAS cicatrizes
- CLAREAMENTO de melasma
- MELHORAS NAS rugas
- CLAREAMENTO de manchas de sol
- Uniformização da pele, etc.
Sessões de peeling químico recomendadas
Não existe um número de sessões de peeling químico recomendadas, tudo depente da
gravidade das manchas, do tipo de peeling químico aplicado, da profundidade do peeling e
do tempo em que o químico fica em contacto com a pele.
No que se refere à profundidade do peeling químico, lembramos que quanto maior for a
profundidade, melhores serão os resultados obtidos, porém, os cuidados a ter no pós-
peeling e o tempo de repuração também serão maiores.
O que acontece após a aplicação do peeling químico
Dependendo da profundidade e do tipo de peeling químico, o paciente poderá necessitar
de até 7 dias, para ter a pele totalmente recuperada.
Durante esse período de recuperação, a pele vai descamando, como se tivesse uma
queimadura solar. É obrigatório o uso de protector solar com alto factor de protecção
(50+), durante e após o tratamentocom peeling químico, pois, o sol contribui para o
surgimento e agravamento das manchas na pele.
Peelings químicos existentes
Existem inúmeros tipos de peelings químicos no mercado, cada um deles indicado para
um tipo deproblema de pele.
Neste artigo apenas iremos citar os peelings químicos mais conhecidos do mercado, e
prometemos explicar cada um deles num próximo artigo.
Assim sendo, os peelings químicos mais conhecidos são:
- Peeling de ácido glicólico
- Peeling de ácido tricloroacético (blue peel)
- Peeling de fenol tamponado ou modificado
- Peeling de ácido mandélico
- Peeling de ácido salicílico
- Peeling de ácido retinóico
Onde encontrar tratamentos de peeling químico
Os peelings químicos geralmente são efectuados em clínicas de estética ou centros de
estética. É importante escolher as melhores clínicas de estética ou as que sejam da sua
confiança.
Conselhos sobre peeling químico
Antes de tomar a decisão de fazer um peeling químico, procure o máximo de informação
possível sobre o peeling a ser aplicado, os cuidados a ter antes e após aplicação
do peeling, veja testemunhos e acima de tudo, escolha uma clínica de estética de
confiança!

Ácidos usados em tratamento de pele


Ácido azelaico
Esse tipo de ácido é usado para quem tem manchas e/ou acne. Presente em alguns
protocolos de peeling facial, promove a renovação celular através da escamação da pele
facial. Para ter um resultado bom, muitas vezes, é necessário fazer mais de uma aplicação.
Isso varia de acordo com o tipo de pele e necessidades do cliente.

Ácido salicílico
É um dos principais ácidos usados para o tratamento da acne, pois ajuda a diminuir o sebo
da pele. Embora não elimine as espinhas que estão no roto, ele ajuda a impedir que novas
apareçam. Isso acontece porque ele desobstrui os poros, combate as bactérias e até
promove uma pequena esfoliação, ajudando a equilibrar a pele.

Ácido glicólico
Indicado para quem tem rugas leves e quer diminuir as marcas de expressão. O ácido
glicólico pode ser usado tanto na clínica de estética, quanto ser aplicado em casa, com
uma concentração menor. Ele consegue acelerar em até 3 vezes a renovação celular, o
que faz com que a pele fique rejuvenescida e sem marcas de expressão.

Ácido retinóico
Usado principalmente para tratar peles envelhecidas, diminuindo marcas e
rugas. Derivado da vitamina A, é muito eficaz também em tratamentos da pele
fotoenvelhecida, com manchas, aspereza, sardas, rugas finas, hiperpigmentação e
irregularidades na textura. Tudo isso é possível porque esse ácido estimula a produção de
colágeno novo.

As estrias vermelhas, que são as mais recentes, também podem ser tratadas com esse
ácido, porém, é necessário usar um produto com uma concentração maior. Além disso, o
ácido retinóico pode ser aplicado em peles com acne, como complementação de outros
tratamento e procedimentos estéticos, pois normaliza a queratinização dentro dos poros,
que uma das causas da formação da acne. O peeling é usado também para tratar manchas,
como o melasma.

Ácido kójico
Esse é específico para eliminar manchas da pele. Como o princípio ativo não é
fotossensível, é possível tratar com ele e se expor ao sol, sem problema. Com isso, os
cremes podem ser passados também durante o dia, ao contrário de outros produtos que
muitas vezes são só noturnos. Nesse caso, quando o uso é doméstico, a concentração dele
é bem baixa. Os mais concentrados são usados apenas por profissionais. Ele atua inibindo
a ação de bactérias e a produção de melanina e promovendo a renovação celular,
clareando a pele.

Ácido mandélico
Mais usado em peles morenas e com acne, através da realização de peeling. Promove o
rejuvenescimento facial, afinando linhas finas e marcas de expressão. Além disso, clareia
manchas, melhora a textura da pele e trata a acne. Pode ser usado também no verão, pois
em apenas 3 dias após a aplicação do tratamento, já é permitido se expor ao sol.

Princípios ativos para revitalização e


nutrição cutânea
Olá Pessoal, tudo bem ?
Hoje vamos falar um pouco sobre cosmetologia, um dos assuntos que mais amo!

Então, em meio a tantos dermocosméticos disponíveis no mercado, com uma infinidade de


ativos, fica até difícil separar para que serve cada um. É diante disso que faz-se necessário
sempre estudar para saber de onde vem cada ativo e quais suas repercussões na pele.
A revitalização cutânea está diretamente ligada à uma boa hidratação e nutrição do
tecido. A pele é o nosso "Cartão de visita" externo que funciona como indicativo de tudo
que está acontecendo no nosso organismo seja por meio da sua aparência, coloração,
descamação, manchas, etc.
Vários aspectos como hábitos alimentares saudáveis, prática de exercício físico, ingestão
da quantidade correta diária de água, uso de filtro solares, ajudam a manter uma melhoria
na qualidade da nossa pele.
Mas... e se a pele estiver desvitalizada mesmo com esses cuidados? Bom, é aí que entra a
cosmetologia, que tem cada vez mais desenvolvido ativos com a finalidade de nutrir a pele.
Esses ativos são: As vitaminas, as proteínas e os oligoelementos.
Obs: Estamos falando do uso cosmético, não do uso na dieta.
Vitaminas
As vitaminas são micronutrientes que não são produzidos pelo nosso organismo em
quantidades suficientes para suprir nossas necessidades. É por isso que são inseridas na
nossa dieta e também são utilizadas de forma tópica por meio dos dermocosméticos.
As vitaminas podem ser classificadas em dois grandes grupos: Hidrossolúveis e
Lipossolúveis.
Aqui, vou citar apenas as que tem relevância para a dermatofuncional, e as funções que
serão citadas também serão voltadas para a área.

HIDROSSOLÚVEIS

B1 (Tiamina) - Sua carência pode levar a cabelos enfraquecidos e disfunções de


pigmentação.
B2 (Riboflavina) - Envolvida na respiração e processos celulares, acelera o bronzeamento
e atua como antisseborreia.
B5 (Ácido pantotênico) - Ajuda nas disfunções hormonais e fortalece os cabelos.
B6 (Pirodoxina) - Promove estabilidade às moléculas de colágeno e elastina, tem ação
antisseborreia e umectante.
B8 (Vitamina H) - Fortalece os cabelos.
B9 (Ácido fólico) - Metaboliza os aminoácidos, fortalecendo o tecido epitelial.
B15 (Ácido pangâmico) - Antirradicais livres
Vitamina P (Heterosídeos associados a flavonoides) - Aumenta a resistência dos vasos
sanguíneos e tem ação antienvelhecimento.
Vitamina PP (Ácido Nicotínico associado à nicotinamida) - Reduz asperezas da pele.
Vitamina C (Ácido ascórbico) - Indispensável para a síntese de colágeno de boa
qualidade, protege a imunidade, antirradicais livres, antioxidante, além de possuir ação
clareadora.
Tem uma postagem só falando sobre os benefícios da vitamina C tópica, clica aqui para ler!
Obs: Para que o ácido ascórbico se torne lipossolúvel, ele é convertido em seu derivado:
Éster do ácido ascórbico.

LIPOSSOLÚVEIS

Vitamina A - Importante antioxidante. Seu uso é regulamentado por lei, pois o seu uso em
excesso pode alterar o metabolismo da pele, pois ela regula o crescimento e a atividade das
células epiteliais.
Vitamina E (Tocoferol) - Descongestiona a pele, é um forte antioxidante, excelente contra
radicais livres, umectante e fortalece a menbrana celular.
Vitamina F - Trata-se de uma mistura de ácidos graxos, com propriedades emolientes e
hidratantes.
Vitamina H (Biotina) - Regula a oleosidade da pele e dos cabelos, sendo ideal para
tratamento de peles oleosas e acneicas. Muito utilizada em associação com a vitamina B6.
Vitamina D - É sintetizada com a ajuda dos raios solares e é responsável pela assimilação
de cálcio e fósforo.

Proteínas
Colágeno - É sintetizado pelos fibroblastos, em toda parte onde houver tecido conjutivo.
Essa síntese acontece de forma espontânea seja por estímulos físicos, químicos ou
biológicos. É o colágeno quem dá sustentação e elasticidade a pele. Seu uso tópico tem
como objetivo principal a hidratação da pele.
Elastina - É encontrada no tecido conectivo elástico e é responsável pela capacidade que
a pele tem para voltar à sua configuração original após ter sido esticada ou tracionada.
Cosméticos que tem como composição a elastina, têm a mesma finalidade dos compostos
de colágeno.

Oligoelementos
Eliminam o excesso de radicais livres, atuando como catalisadores de reações químicas
diversas, combatem o estresse e ativam o sistema de defesa do organismo. Os principais
oligoelementos utilizados na cosmetologia são:

Zinco - Muito utilizado no tratamento da acne, além de ser útil no tratamento da calvície.
Selênio - Muito útil no combate à caspa e a outras dermatites.
Silício - Importante para os ossos, unhas, pele e tecido conjuntivo e um modo geral.
Também possui ação anti radicais livres.
Cobre - Anticancerígeno, estimula a imunidade e é essencial para a absorção da vitamina
C.
Magnésio - Possui ação desintoxicante e revigorante.

Bom gente, este foi um "Resumão" sobre os tipos e propriedades dos ativos que podem ser
utilizados para combater os efeitos dos radicais livres, atuar contra a acne e na hidratação
da pele, além do controle da oleosidade.

Olheiras: Você sabe classificá-las?


Olá Pessoal, tudo bem com vocês?
Nossa, passei quase um mês sem aparecer aqui né? Pois é, a vida anda uma loucura! Esse
final de semana está rolando o Encontro Norte e Nordeste de Fisioterapia Dermato
Funcional e claro, não estou perdendo nenhum dia!
Mas enfim... hoje no curso com a professora Mariana Negrão, ela abordou um tema muito
legal sobre olheiras e seu tratamento com microagulhamento. E foi daí que surgiu a
inspiração para esta postagem: Porque não fazer um post sobre a classificação dos
diferentes tipos de olheiras?
Nós sabemos da importância de uma boa avaliação para o sucesso dos nossos
tratamentos... Afinal, se não soubermos diferenciar uma olheira por hiperpigmentação
de melanina e uma olheira por déficit de oxigenação naquele local, nunca saberemos
que recurso usar para tratar de fato.
Sendo assim, o intuito do post não é ensinar ninguém a avaliar olheiras (até porque isso
deve ser aprendido e estudado com cautela, e não descrito em um blog), mas sim, mostrar
os diferentes tipos e classificações da patologia.
Achei um artigo muito legal, da Surgical and Cosmetic Dermatology que é de onde tirei
as classificações... Devemos sempre nos basear em evidências! Sem mais, vamos lá!

As olheiras podem se classificar (de acordo com sua etiopatogenia) da seguinte maneira:

1- Hiperpigmentação palpebral, que pode ser:

- Hipercromia idioopática cutânea primária: que é de origem genética, uma desordem


congênita que resulta na deposição de melanina na derme e epiderme.
- Hipercromia secundária a hiperpigmentação pós inflamatória: que é causada por fricção
excessiva da região (geralmente em pessoas alérgicas) ou dermatites em geral.
- Fotossensibilidade causada por medicamentos
- Radiação ultravioleta (UV): que causa atrofia cutânea, estimula os vasos sanguíneos e
escurece a pele.
- Deposição de hemossiderina: Pigmentação por excesso de ferro

2- Vascularização:

As olheiras causadas pelo fator vascular podem se dar por um déficit de aporte de nutrientes
àquela região ou até mesmo por uma diminuição da drenagem linfática fisiológica da face.

3- Alteração no contorno das pálpebras inferiores, que pode ser:

- Flacidez de pele por fotoenvelhecimento, com atrofia da pele devido a perda de colágeno
- Depressão do osso da órbita ocular, com formação de sulcos profundos (que geralmente
só conseguem ser tratadas por médicos, com preenchimento por hidroxiapatita de cálcio)
- Bolsas palpebrais inferiores, que podem ser bolsas de edema e bolsas de gordura (não
tratáveis).

A foto acima é do artigo que falei anteriormente que é muito legal para entender sobre a
etiopatogenia das olheiras. Apesar dele também falar sobre tratamento médico (que não é
nossa área), vale a pena a leitura!

Então gente, muitas vezes os tratamentos não respondem e não dão resultados
porque não sabemos avaliar corretamente aquela pele. Uma lâmpada de wood, por
exemplo, pode ser bastante útil na hora de diferenciar uma olheira por deposição de
melanina na epiderme de uma olheira por hemossiderina, por exemplo.
De uma forma muito geral, possuímos uma infinidade de recursos diferentes para tratar
olheiras, a depender do seu tipo. Podemos citar alguns:

Peelings
Microagulhamento
Ativos descongestionantes e estimuladores da microcirculação
Carboxiterapia
Microcorrentes
Clareadores

Uma olheira por deficiência na vascularização, precisa ser tratada de modo a


descongestionar, estimular a drenagem e a microcirculação daquele local. Já uma olheira
por deposição de pigmento, precisa ser tratada de modo diferente, de forma a tentar parar
o estímulo causador de pigmentação, clarear e hidratar a área... Por isso é tão importante
entender que as olheiras podem surgir por vários mecanismos.

Por hoje é só pessoal, a postagem de hoje foi bem simples, porém de grande utilidade para
todas nós! Espero que tenha sido construtiva, até a próxima!

PREENCHIMENTO DE
OLHEIRAS COM ÁCIDO
HIALURÔNICO
As olheiras provocam um enorme incômodo em seus portadores, dando um aspecto de cansaço e
envelhecimento precoce. Stress, cansaço físico e emocional, genética, alterações hormonais e tensão
pré-menstrual fazem parte da lista de itens que pioram o aspecto dos terríveis círculos escuros.

As olheiras são causadas por um conjunto de fatores, principalmente pela densidade da vascularização
local e pela quantidade de pigmento da pele, a melanina. Além disso, dependendo do formato do rosto
de cada pessoa, podem-se formar sulcos na região periocular, que causam um efeito de sombra e
pioram a aparência das olheiras.

Atualmente, no caso de olheiras com sulcos profundos, vem sendo empregada a técnica de
preenchimento com ácido hialurônico. Essa substância, que é encontrada naturalmente na pele e
auxilia na hidratação e na indução da formação de colágeno, melhora o aspecto de sombra e ajuda a
dar firmeza nesta área tão delicada do rosto.

O que é o ácido hialurônico?

O ácido hialurônico é um composto orgânico constituído de ácido glucurônico e N-acetilglucosamina,


que colabora para a manutenção das fibras de colágeno que dão sustentação à pele. É um líquido
translúcido, claro e solúvel em água.

Quando a pele é jovem, lisa e elástica, possui uma grande quantidade de ácido hialurônico que vai
reduzindo conforme a pele vai envelhecendo, levando a uma perda de hidratação e a elasticidade da
pele. Esse fator contribui para a redução de volume facial, o aparecimento de olheiras, rugas e marcas
de expressão.

O ácido hialurônico é uma substância já bem conhecida pela medicina e está presente em vários
cosméticos modernos com a finalidade de hidratar e restaurar peles danificadas. É uma substância
produzida pelo nosso organismo e que preenche os espaços entre as células corporais garantindo
hidratação, vitalidade e tonicidade.

Produzido de forma sintética em laboratório com fins medicinais e estéticos, o ácido hialurônico pode
ser produzido artificialmente pela fermentação de substratos vegetais realizada por bactérias.

Em sua forma sintética, é utilizada na indústria de cosméticos como ingrediente ativo em cremes
corporais, loções, géis, shampoos, condicionadores de cabelos, creme anti-idade. Contudo, como as
moléculas do ácido hialurônico são grandes, quando é aplicado de forma tópica só é absorvido pela
camada superficial da pele, com efeitos mais restritos.

Indicações do preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

O preenchimento de olheiras com ácido hialurônico é indicados para mulheres e homens adultos nos
casos em que o sulco abaixo dos olhos prejudica a harmonia facial e incomoda o paciente.
Cuidados antes do tratamento de Preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

Alguns cuidados antes do procedimento servem como medida de segurança e garantia de resultados
mais eficazes, além da redução de riscos de complicações:

– Siga corretamente as orientações do dermatologista para o dia da aplicação;

– Evite a ingestão de bebidas alcoólicas e tenha uma boa noite de sono um dia antes de realizar o
preenchimento com ácido hialurônico, pois inchaços locais podem minimizar o sulco real do rosto do
paciente;

Como funciona o preenchimento o preenchimento de olheiras com ácido hialurônico?

O procedimento é realizado no consultório, em local apropriado para procedimentos. Para amenizar o


desconforto do procedimento, pode ser aplicada uma anestesia local tópica ou injetável, de acordo
com cada caso.

O médico primeiramente irá definir a área a ser preenchida. Utilizando uma pequena agulha ou
microcânulas, o ácido é aplicado em cada região em pequenas doses.

O tipo de técnica, densidade do ácido e a quantidade a ser aplicada vai depender da finalidade do
tratamento e serão definidas pelo médico, que respeitará a quantidade necessária somente para corrigir
a falta de volume local, mantendo as características naturais do paciente.

Parte do efeito já é percebido no dia da aplicação, porém há melhora gradual por cerca de dois meses.
No dia da aplicação, pequenos hematomas podem ser formados, que regridem aproximadamente em
uma semana.

Cuidados após o tratamento de preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

Os cuidados após o tratamento são poucos e normalmente os pacientes podem voltar às suas atividades
normais logo após o procedimento:

– Siga corretamente as orientações do seu médico.

– Recomenda-se não massagear a região e evitar exposição solar nas primeiras 24 a 48 horas.

– A prática de exercícios físicos de baixo impacto durante as primeiras 24 horas após o preenchimento
não é desaconselhada, porém são contraindicados exercícios com contato corporal ou que possam
lesionar a região tratada.

– Após a aplicação é normal a região ficar levemente inchada. Compressas com gelo podem ajudar
com o inchaço local, desaparecendo em alguns dias.
– Não há problemas em utilizar maquiagem após a aplicação, porém recomenda-se remover os
resíduos de maquiagem levemente com um demaquilante sem álcool.

– O uso de protetor solar deve ser constante após o tratamento, para evitar manchas pós-inflamatórias.

Efeitos do preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

O preenchimento do volume da área dos olhos com ácido hialurônico traz resultados naturais desde
que seja usado com moderação. Os efeitos do ácido hialurônico na pele tornam-se ainda melhores 30
a 40 dias após a realização do procedimento, quando a pele adquire mais viço e há um efeito lifting
decorrente do poder de atração de água e da hidratação causada pelo produto no local.

Durabilidade do tratamento do preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

O ácido hialurônico é um componente presente de forma natural no corpo humano, solúvel em água e
que será absorvido ao longo do tempo pelo próprio organismo do paciente. Os efeitos do
preenchimento com ácido hialurônico costumam durar em média de 6 a 8 meses, sendo necessária
nova sessão de preenchimento após esse período. Se desejar refazer a aplicação, vai notar que sua pele
já está com uma aparência muito melhor do que antes da primeira aplicação, pois o ácido manteve a
pele hidratada durante todo esse período de durabilidade no organismo.

Contraindicações do preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

O preenchimento com ácido hialurônico é contraindicado nas seguintes situações:

• Portadores de doenças do colágeno em atividade, como o lúpus;


• Gestantes ou em fase de amamentação;
• Pacientes com histórico de alergia aos componentes da medicação a ser aplicada;
• Pacientes que se encontrem com a pele do local a ser tratado inflamada ou ferida.
Discromias Cutâneas: são modificações da cor da pele causadas pelos mais diversos
fatores, entre eles, o excesso de exposição à radiação UV, alterações hormonais, reações
alérgicas, alterações genéticas, acidentes mecânicos (queimaduras), entre outros. As
discromias são classificadas como:

 Hipocromia - pouca pigmentação


 Acromia - ausência de pigmentação
 Hipercromia - excesso de pigmentação

O que são despigmentantes cutâneos? São princípios ativos utilizados em preparações


tópicas industrializadas ou magistrais que interferem diretamente na síntese da produção
de melanina.Os despigmentantes estão disponíveis em várias formas de apresentação
como pomadas, cremes, loções, entre outras.

Aplicação: Estes ativos são empregados nas discromias cutâneas com a finalidade de
clareamento das hipercromias da pele em casos como cloasma ou melasma, efélides ou
sardas e hipercromias pós-inflamatórias como manchas de acne, picadas de inseto,
queimaduras, etc.

Como ocorre a síntese de melanina?


A melanina é um pigmento endógeno, sintetizado pelos melanócitos que são células
especializadas, presentes na camada basal da epiderme, entre os queratinócitos basais.
Os melanócitos juntamente com os queratinócitos e as células de Langerhans formam a
unidade melanocitária, onde ocorre a melanogênese (síntese da melanina). A
melanogênese é controlada pelo hormônio estimulador do melanócito (MSH), além do
estrógeno e progesterona e pela enzima tirosinase.

Fatores que interferem na síntese de melanina:


Fatores genéticos: todos os estágios da melanogênese são controlados pelos genes
responsáveis pela pigmentação. Fatores hormonais: o MSH controla a melanogênese e o
estrógeno e a progesterona provocam a hiperpigmentação do rosto e da epiderme genital.
Ação dos raios UV: Os raios UV-B multiplicam os melanócitos e estimulam a tirosinase,
gerando uma produção aumentada de melanina com presença de eritema. Os raios UV-A
oxidam os precursores da melanina promovendo pigmentação sem eritema.

Principais despigmentantes cutâneos:

 Ácido ascórbico: agente despigmentante atuando na inibição da melanogênese;


possui baixa estabilidade química em formulações de uso tópico.

 Ácido azeláico: inibidor enzimático da tirosinase e antioxidante. Eficaz no tratamento


da hiperpigmentação pós-inflamatória e melasma.

 Ácido glicólico: tem ação descamativa na pele (peeling).

 Ácido Kójico: age inibindo a tirosinase e também os precursores da melanina.

 Ácido retinóico: tem ação descamativa da pele (peeling).

 Hidroquinona: age inibindo a tirosinase e induz modificações na membrana dos


melanócitos acelerando a degradação dos melanossomas, fator que causa a
despigmentação.
 Flavonóides: inibem a tirosinase e são antioxidantes naturais.

Despigmentantes com atividade não divulgada – patenteados: ácido glicirrizínico,


aminotirosina, betaínas, cisteína e triptofano, derivados de ácido benzóico, oligopeptídeos
e proteoglicanas.

A segurança das preparações de uso tópico devem ser criteriosamente avaliadas, pois
todos os compostos químicos apresentam toxicidade em algumas concentrações, devendo
estas serem estudadas e bem definidas buscando minimizar os riscos associados ao uso
destas substâncias.
Ácido Kójico: clareador seguro e suave, diminui a formação de
melanina, com efeito em quatro semanas de uso contínuo. Mesmo
sendo usado durante o dia, o composto não causa fotossensibilização.

Peeling Despigmentante
De
Fernanda Sanches
-
20 de julho de 2015
0
699

Partilhar no Facebook

Tweet no Twitter

O outono e inverno são as estações do ano com clima e temperatura ideais


para realização de alguns procedimentos clareadores e rejuvenescedores
na face e no corpo, em especial os peelings químicos. Peeling é um
tratamento desenvolvido com substâncias ácidas, designados a agir como
esfoliantes químicos, e, dessa maneira promover a remoção da camada
córnea através de descamação, e, conseqüente regeneração e renovação
da pele. São tratamentos que os pacientes devem se expor menos ao sol
a fim de evitar queimaduras ou efeito rebote. Dentre as principais
indicações cosmecêuticas para a aplicação de peelings químicos estão:
fotoenvelhecimento, surgimentos de manchas e desordens pigmentares
como melasmas, manchas pós inflamatórias, manchas senis, sequelas de
acne e outras lesões como cicatrizes pós inflamatórias, e, envelhecimento
cronológico. Com ênfase no tratamento clareador, antes da escolha dos
produtos ideais, é necessário conhecer um pouco como se dá a formação
das manchas da pele. A melanogênese é um processo endógeno
responsável pela síntese bioquímica da melanina que ocorre
continuamente no nosso organismo, também influenciada por fatores
externos. Substâncias como Tirosina, DOPA são fundamentais para que
essa reação aconteça. As hiperpigmentações podem surgir devido a
diversos fatores, como alterações hormonais, exposição ao sol,
inflamações e uso de medicamentos ou produtos inadequados. Dentro as
hipercromias mais comuns destacam-se:

Melasma, que é uma hipermelanose adquirida, caracterizada por máculas


acastanhadas, com contornos irregulares, nas áreas fotoexpostas
especialmente na face, é comum ocorrer durante ou após a gravidez;

Hipercromias pós inflamatórias, que surgem após as dermatoses


inflamatórias, sendo elas: Pós-Acne, Pós-Dermatites, Pós-Queimaduras,
cicatrizes pós ferimentos, Pós-Cirúrgicas, Pós-Depilação; Melanose Solar
ou Manchas Senis. As melanoses solares são hipercromias de coloração
castanho a marrom. Surgem apenas nas áreas que ficam muito expostas
ao sol. Seu surgimento está relacionado com os danos cumulativos do sol
ao longo da vida, ocorrendo mais frequentemente na pele idosa.

Efélides ou Sardas. As efélides ou sardas são hipercromias que ocorrem


principalmente na face, ombros e colo. Seu surgimento esta relacionada
a herança genética e a exposição continua ao sol e tendem a escurecer
mais durante o verão. Como vimos, algumas hipercromias como efélides,
pós inflamatórias e melanoses podem ocorrer no corpo como colo, costas,
braços, pernas e mãos. Por isso, os peelings químicos vão além de tratar
apenas a face, pois o profissional e o cliente final aproveita essa época do
ano para clarear todas as regiões afetadas por hipercromias, escolhendo
produtos com resultados rápidos, seguros e garantidos.

A escolha do tratamento correto deve conter uma associação de moléculas


despigmentantes e normalizadoras da síntese de melanina que atuam no
clareamento de todos os tipos de hipercromias cutâneas com mecanismo
de ação integrado e inteligente que age na prevenção, tratamento,
manutenção, controle da repigmentação cutânea, e, rejuvenescimento.
Assim, atua eficazmente em todas as etapas da formação da hipercromia:
da síntese à deposição da mancha. Abaixo salientamos os principais ativos
para o clareamento da pele:

Ácidos Vulcânicos: Suas partículas com atividade clareadora que atuam


efetivamente no clareamento todas as hipercromias cutâneas.

Retinol: Potente Antioxidante neutralizando a ação de radicais livres;


Promove intensa renovação celular através da diminuição do
espessamento da camada córnea;

Ácido Kójico: Inibidor da melanogênese através da quelação do Íon


Cobre, necessários para atividade da enzima Tirosinase.

Ácido Mandélico: Promove diminuição da coesão entre os corneócitos;


Renovação Celular; Atua no Fotoenvelhecimento, como despigmentante,
inibindo a ação da enzima Tirosinase.

Belides: Atua antes: Inibe a melanogênese. Atua durante: Reduz a


atividade da enzima Tirosinase, e, a formação de radicais livres. Depois:
Diminui a transferência do pigmento formado para a epiderme.

Alfa Arbutin: Clareador cutâneo utilizado no tratamento de diversas


hipercromias. Promove clareamento e homogeneidade da tonalidade
cutânea em todos os tipos de pele.

AA2G (Vitamina C Estabilizada): Previne a pigmentação da pele


causada pela síntese de melanina nos melanócitos. Tem o poder de reduzir
a quantidade de melanina clareando a pele; Libera lentamente a vitamina
C por um período mais prolongado de até 8 dias.
Hexylresorcinol: Agente clareador de amplo espectro e de alta
afetividade. Possui amplo espectro na inibição da melanogênese com
proteção dos danos oxidativos as células.

Ácido Tranexâmico: Diminui a atividade da tirosinase no melanócito,


impedindo a ligação do plasminogênio aos queratinócitos – que reduz os
níveis de prostaglandinas e de ácido araquidónico, que são
mediadores inflamatórios envolvidos em melanogenese.

SWC: É um complexo despigmentante composto por: Uva Ursi: que


compete com a enzima tirosinase, diminuindo sua atividade; Aspergillus
Biofermentado, que quebra o cobre iônico, essencial para a atividade da
enzima tirosinase; Extrato de Grapefruit, rico em ácido cítrico e málico
com ação esfoliante e clareadora; Extrato de Arroz: rico em
oligossacarídeos com função hidratante.

Na verdade, não dispomos de verdadeiros agentes clareadores para a pele. As


substâncias químicas mais comumente usadas no tratamento da hiperpigmentação
são os reais inibidores da tirosinase, que impedem a conversão de tirosina em dopa.
Essas substâncias químicas diminuem a capacidade da pele de elaborar melanina,
criando assim um efeito clareador gradual. Os inibidores da tirosinase de uso mais
comum são a hidroquinona ( de indicação médica, que vem sendo substituída por
outros compostos que se apresentam menos irritantes (é proibida em países como
África do Sul e Tailândia). Outro inconveniente de sua utilização é a instabilidade
química, pois facilmente se oxida; em seu lugar está em uso o arbutin (hidroquinona
estabilizada de origem natural, extraído e plantas como a uva ursina, uva dos montes,
peras,outras); o ácido kójico e ácido azelaico. Abaixo, alguns clareadores mais usados
em cosméticos:

- Ácido ascórbico: agente despigmentante, porém, com estabilidade química


reduzida em formulações de uso tópico. Dá-se preferência de uso ao fosfato de
ascorbil magnésio (VC-PMG), que é um derivado da vitamina C, que apresenta maior
estabilidade química atuando por inibição da melanogênese.

- Ácido azeláico (ácido 1,7-dicarboxílico nítrico nonadícico): a avaliação in vitro


demonstrou que o ácido azeláico é inibidor competitivo das enzimas de óxido-redução
e também um antioxidante. É eficaz no tratamento de hiperpigmentação pós
inflamatória e melasma, devido à sua ação antitirosinase

- Ácido glicólico: extraído da cana-de-açícar,usado como despigmentante por sua


ação de descamação (peeling) em concentrações variáveis e tempo de exposição
conforme a necessidade apresentada.
- Ácido kójico: (5-hidróxi-2-hidroxi-metil-4H-piran-4-ona): obtido através da
fermentação do arroz por um fungo (Aspergillus). Apresenta grande eficácia na
despigmentação porque inibe a ação da tirosinase como quelante de íons e promove a
diminuição da eumelanina e seu monômero precursor. O dipalmitato kójico, que
também inibe a tirosinase.

-Ácido retinóico: de indicação médica, usado como despigmentante por sua ação de
descamação (peeling). Diminui a pigmentação, principalmente o melasma epidérmico.

-Hidroquinona: de indicação médica, é um agente de despigmentação usado


topicamente e de ação imediata porque inibe a atividade da tirosinase e,
secundariamente, de forma mais lenta, induz modificações estruturais nas membranas
das organelas dos melanócitos, acelerando a degradação dos melanossomas. A
hidroquinona-D-glucopiranosídio (Arbutin) apresenta excelente estabilidade química
em formulações com atividade despigmentante. Atua por redução da atividade da
tirosinase.

- Extrato aquoso de leucócitos (Melawhite): é uma solução de peptídios que atua


como inibidor competitivo específico da tirosinase, diminuindo a formação de
melanina.

- Extrato de bétula e amora associado ao ácido kójico: ação despigmentante por


ação inibidora da tirosinase.

- Extrato de uva-ursina (Melableach): extraído da Arctosphylosuva-ursi L. Spreng, que


apresenta ação inibidora da tirosinase e também degrada a melanina existente na
pele, provocando modificações estruturais nas membranas das organelas dos
melanócitos e apresenta efeito cumulativo.

- Flavonóides: são antioxidantes naturais e possuem boa atividade inibidora da


tirosinase por possuírem estrutura fenólica.

- Silicato sintético de alumínio (Antipollon HT): absorve a melanina já formada;


utilizado no tratamento de hiperpigmentação da pele,como melasma.

- Ácido elágico: extraído da romã, morango, uva e nozes.

- Ácido málico: extraído da maçã. Age apenas na camada córnea e melhora a textura
da pele.

- Ácido mandélico: extraído da amêndoa amarga. Pode ser usado em todos os


fototipos de pele, confere maciez e brilho à pele.

- Azeloglicina: é um ácido azelaico complexado, que reduz sua ação citotóxica


podendo ser usado em cosméticos. Além de clareador tem atividade sebostática.

- Extrato de asafetida: inibe a tirosinase, extraída da planta Ferula foetida.

- Extrato de aqua-licorice: clareador, antiinflamatório,ação antimicrobiana a


bacteriostática. Extraída do alcaçuz (Glycyrriza glabra L.).
- Whitessence TM: ativo extraído da semente da jaca com propriedades
despigmentantes.

- Papaína e bromelina: ativos extraídos do mamão papaia e do abacaxi, funcionam


como peelings enzimáticos e conferem maciez à pele.

- Arbussomes: lipossomas com extrato de uva-ursi.

- Melfade: clareador derivado da uva-ursi.

- ácido fítico: extraído de cereais como trigo e aveia.

- biowhite: complexo vegetal clareador que promove inibição da tirosinase.

- melaslow: ativo extraído da tangerina japonesa, pode ser usado com outros
despigmentantes, como o ácido retinóico. Quando presente em cosmético puro a 5% é
liberado para uso em gestantes e lactantes

-algowhite: ativo extraído da alga marron. Bom para peles morenas e negras e para
hiperpigmentação pós inflamatória.

- Belides: extraído da flor de margarida, clareador que também pode ser usado por
gestantes.

- albatin: derivado do ácido amonometilfosfônico.

- Idebenona: substância sintetizada em laboratório com base na co-enzima Q10. Tem


eficácia similar à hidroquinona, sem causar hipersensibilidade.

- Giga White: inibe a tirosinase. È um complexo de extratos de ervas: Malva silvestris,


Melissa officinalis, Alchemilla vulgaris, Veronica officinalis, Primula veris, Mentha
piperita.

- Rucinol: clareador para peles morenas e negras, inibe a tirosinase.

-Niacinamida: diminui a melanogênese por diminuir a tranferência de melanossomos.


Também chamada fator PP ou vitamina B3.

- liquiritin: extraído do alcaçus (Glycyrrhiza glabra). Tem propriedades clareadoras e


antiinflamatórias.

- Amelan: composto por agentes clareadores ( ácido kójico + ácido fítico + arbutin +
retinaldeído + vitamina C) associados com antioxidantes, hidratantes e filtro solar.

- Skin Whitening complex: composto de extrato de uva-ursi, toranja (grapefruit),


farelo de arroz e biofermentado de Aspergillus, promove esfoliação suave e inibe a
tirosinase.

- Emblica: extraído do fruto da planta phyllanthus emblica. Inibidor da melanogênese ,


antioxidante.
AGENTES QUERATOLÍTICOS: Ácido salicílico (betahidróxiácido de 1 a 5%); ácido
glicólico (alfahidróxiácido de 2 a 10%); ácido retinóico (de 0,005 a 0,1%); resorcina (de
2 a 5%); protacid Gama (a 12% caseína do leite com ácido málico, menos irritante);
Protacid SJGL ( a 12% proteína da soja com ácido glicólico).

5 matérias-primas eficazes e seguras


no clareamento da pele
CLEBER BARROS 15 DE SETEMBRO DE 2015 12
COMENTÁRIOSDESENVOLVIMENTO COSMÉTICO


Conheça 5 ativos clareadores alternativos à
hidroquinona
O envelhecimento da pele resulta principalmente em alterações de
firmeza, textura, luminosidade, rugosidade e pigmentação. Destas
características, a presença de manchas hiperpigmentadas é uma das
que mais contribui para a aparência de pele envelhecida.

Estudos mostram [1-2] que manchas podem envelhecer mais que


rugas. Quando pensamos em envelhecimento da pele lembramos
primeiramente das linhas de expressão e ‘pés de galinha’, mas uma
coloração cutânea não uniforme tem mostrado maior contribuição para
a idade da pele. De acordo com pesquisadores do Centro de Pesquisa
e Tecnologia da Chanel, França, as manchas são as que mais
influenciam a percepção de envelhecimento da pele em mulheres
chinesas. [1] Esses pesquisadores observaram que voluntárias
classificaram como mais jovens as imagens de chinesas sem a
presença de manchas em comparação com a ausência de rugas.
Outro estudo [2] também apresentou resultados semelhantes: a
uniformidade da coloração cutânea e a área ao redor dos olhos foram
as características que mais contribuíram para a percepção da idade
em mulheres caucasianas.

A uniformidade da cor da pele desempenha um papel importante na


idade aparente. Além disso, as manchas costumam surgir antes das
rugas, tanto que o uso de ativos clareadores está presente já em
cosméticos 20+.

Não é de hoje que afirmo ser importante que o formulador entenda e


conheça profundamente sobre as matérias-primas. Além disso, é
importante também saber distinguir as que apresentam eficácia e
segurança comprovadas cientificamente.

Parece interessante? Continue lendo

Nesse artigo eu revelo:

 Quais clareadores cutâneos podem causar neoplasias;


 Quais os mecanismos envolvidos na pigmentação da pele;
 Os 5 ativos clareadores alternativos à hidroquinona;
 Como formular cosméticos com múltiplos mecanismos
clareadores.

Clareadores cutâneos podem causar neoplasias

O uso de produtos tópicos para o clareamento de manchas é bastante


comum, mas alguns contêm substâncias potencialmente perigosas
que podem induzir efeitos adversos, como mercúrio, hidroquinona e
corticosteróides. O uso dessas substâncias está associado ao
aparecimento de reações cutâneas, como dermatite de contato
irritativa, e também toxicidade sistêmica. [3] Um relato de caso [4]
mostrou a presença de múltiplas áreas da pele com atrofia, estrias e
eritema em uma mulher que fez uso de cremes clareadores por mais
de 5 anos.

A hidroquinona (inibidora da tirosinase) ainda é o ativo referência de


prescrição médica no clareamento da pele, entretanto, seu uso já é
proibido na Europa e em partes da Ásia em razão de consequências
potenciais a longo prazo, incluindo carcinogênese quando consumido
por via oral. [6] A hidroquinona e seus metabólitos podem causar dano
ao DNA e inibir a apoptose de células em mutação. [11]

Irritação cutânea e o risco de ocronose exógena (escurecimento


negro-azulado da pele) são os principais efeitos adversos após seu
uso. [10] Uso tópico da hidroquinona em longo prazo pode ocasionar a
ocorrência de leucomelanodermias em confete, um transtorno da
pigmentação caracterizado por pontos com ausência total de
melanina. Também foi confirmada a ocorrência de adenoma renal e
leucemia em estudos em animais, indicando sua nefrotoxicidade. [11]

Mecanismos envolvidos na pigmentação da pele

Existem diversos mecanismos envolvidos na pigmentação [12,13] da


pele e diferentes desordens pigmentares podem apresentar melhores
resultados no clareamento cutâneo conforme a ação do ativo
cosmético.

Na pele, os melanócitos produzem continuamente melanossomas –


organelas contendo o pigmento melanina que são transferidas para os
queratinócitos. Nos melanossomas a tirosina é convertida em
melanina (através da enzima tirosinase), o pigmento que dá cor à
pele. Sob estímulos diferentes podem ocorrer hiperpigmentação por
maior produção de melanina (após a exposição solar, por exemplo),
aumento dos melanócitos ~ fator comumente estimulado por
hormônios como o MSH (hormônio estimulante de melanócitos) e o
ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) ~ ou a deposição de uma outra
substância que adiciona cor à pele (deposição de hemossiderina na
dermopatia diabética). [12]

Gravidez ou o uso de hormônios (por exemplo , pílulas


anticoncepcionais orais) podem causar melasma, uma
hiperpigmentação facial localizada. [13] A exposição solar pode causar
manchas senis e contribuir para o aparecimento do melasma, e a
irritação cutânea ou inflamação são responsáveis pelo aparecimento
de hiperpigmantação pós-inflamatória. [12,13]

A causa da hiperpigmentação geralmente está relacionada com a


atividade e a presença de melanócitos. Hiperpigmentação difusa pode
ser causada por medicamentos ou doenças sistêmicas como a
hemocromatose, o hipertireoidismo e a doença de Addison. Nesses
casos, a hiperpigmentação pode ser amenizada pela suspensão dos
medicamentos e pelo tratamento adequado da doença de base. [12]

Manchas escuras na face (também conhecidas como lentigem solar


ou senil) ocorrem devido à distribuição desigual dos melanócitos na
camada basal ocasionada por fotodanos cumulativos, exibindo áreas
de aumento do número de melanócitos e áreas com número reduzido.
A lentigem senil apresenta portanto aumento do número de
melanócitos, já as efélides (sardas) possuem um número normal de
melanócitos, mas um número aumentado de melanossomas. [12]

A hidroquinona clareia a pele por inibir a enzima tirosinase, impedindo


a conversão da Dopa em melanina, mas também ocasiona destruição
de melanócitos além de outros diversos efeitos adversos. O
clareamento da pele pode ser realizado por cosméticos contendo
compostos que agem através do mesmo mecanismo de ação da
hidroquinona (inibição da tirosinase), mas sem causar os efeitos
adversos desta, ou também por outros mecanismo clareadores, como
remoção da melanina ou renovação celular (esfoliação), por exemplo.

5 ativos clareadores alternativos à hidroquinona

1. Alfa-arbutin
Há várias pesquisas de cosméticos para clareamento da pele
alternativos ao uso da hidroquinona, com ativos de eficácia
comparável e melhores perfis de segurança. [6,10] O alfa-arbutin é um
ativo inibidor da tirosinase que possui uma estrutura química
semelhante à hidroquinona, sendo um alfa-glicosídeo desta, mas ele
clareia a pele reduzindo a formação da melanina sem irritar ou ser
citotóxico, e é considerado um clareador seguro e efetivo. [8,9] Um
estudo [9] de avaliação do efeito inibidor do alfa-arbutin sobre a
melanogênese em um modelo de pele humana em cultura
tridimensional comprovou que o alfa-arbutin reduz em 76% a síntese
de melanina e inibe em 60% a atividade da enzima tirosinase. É
portanto uma boa alternativa ao uso da hidroquinona.

2. Vitamina C
Agentes antioxidantes são capazes de inibir as etapas de oxidação
necessárias para a formação da melanina, promovendo clareamento
cutâneo. Embora com mecanismos de ação diferentes, há estudos
que mostram que os antioxidantes podem ser alternativas à
hidroquinona. Um desses estudos [14] comparou o efeito clareador da
vitamina C com a hidroquinona. O protocolo envolveu dezesseis
mulheres com melasma idiopático que aplicaram um creme de ácido
ascórbico a 5% em um lado da face e um creme de hidroquinona a 4%
no outro lado, uma vez ao dia (à noite) durante 16 semanas. Os
resultados mostraram que a vitamina C tópica promoveu um efeito
redutor das manchas de melasma, reduzindo a formação da melanina
(por ação antioxidante). Embora esse efeito subjetivo tenha sido
inferior ao obtido com a hidroquinona (62,5% vs. 93%), as análises
colorimétricas (que medem a intensidade da cor da mancha) não
mostraram diferenças significativas entre os ativos, e os eventos
adversos foram menos frequentes após o uso da vitamina C
(6,2% vs. 68,7%).

3. Alfa-hidroxiácidos: ácido glicólico, ácido málico,


ácido mandélico e ácido lático
Os antioxidantes também podem ser associados aos alfa-
hidroxiácidos (AHA), melhorando sua ação na redução da
hiperpigmentação. Os AHA promovem descamação cutânea que
elimina as células com excesso de melanina e outros produtos de
oxidação, promovendo clareamento ao mesmo tempo que aceleram a
taxa de renovação celular. Um estudo [15] demonstrou que as
manchas hiperpigmentadas nas mãos de mais de 30 voluntárias com
fotodano moderado a severo foram significativamente melhoradas em
4 semanas de tratamento com um creme clareador sem hidroquinona
contendo antioxidantes e AHA, sem eventos adversos relatados.

4. Ácido Elágico
Outro estudo [6] avaliou o efeito do antioxidante ácido elágico
associado a um renovador celular do tipo beta-hidroxiácido, o ácido
salicílico. Uma formulação tópica contendo 0,5% de ácido elágico e
0,1% de ácido salicílico foi comparada a um produto contendo 4% de
hidroquinona. Nesse estudo randomizado cinquenta e quatro
voluntários aplicaram uma das formulações duas vezes por dia
durante 12 semanas, e os resultados foram surpreendentes: a
formulação de ácido elágico e ácido salicílico apresentou eficácia
comparável à hidroquinona pelas avaliações de classificação clínica,
medida física do tamanho da mancha usando análise de imagem e
análise de resposta a questionários. Os pesquisadores concluíram que
esse cosmético apresenta benefício clareador comparável à
hidroquinona [6], sendo mais seguro que esta.
5. Niacinamida
Outra vitamina benéfica para o clareamento cutâneo é a nicotinamida,
também conhecida como niacinamida. Essa vitamina reduz perda de
água transepidérmica (TEWL), melhora a hidratação da camada
córnea, aumenta a síntese de queratina e estimula a síntese de
ceramidas, além de possuir efeitos na redução de rugas, manchas
hiperpigmentares e pele amarelada. Seu mecanismo de ação é a
inibição da transferência da melanina dos melanossomas para as
camadas mais externas da pele, clareando as regiões da epiderme,
resultando em redução de manchas e aumento da luminosidade.

De acordo com um estudo que avaliou o uso de uma loção contendo


niacinamida, pantenol e vitamina E em 246 mulheres adultas (30-60
anos de idade) com hiperpigmentação epidérmica, houve redução
significativa das manchas hiperpigmentadas, melhora da regularidade
da tonalidade cutânea e efeitos positivos na textura da pele após 6
semanas de uso. [7]

Além dos diversos benefícios para a pele, a niacinamida é


considerada um clareador potente que apresenta eficácia comparável
à hidroquinona no clareamento da pele de pacientes com melasma.
Um estudo [15] avaliando vinte e sete pacientes com melasma
demonstrou que a niacinamida a 4% foi tão eficaz no clareamento das
manchas quanto a hidroquinona a 4%, sem diferenças estatísticas nas
medidas colorimétricas. Além disso, a niacinamida reduziu o infiltrado
inflamatório cutâneo e a elastose solar, e apresentou menor incidência
de efeitos adversos quando comparada com a hidroquinona.

Saiba mais sobre os benefícios da niacinamida no artigo: ‘3


excelentes matérias-primas que você tem no laboratório e não
sabe’.

Formulando cosméticos com múltiplos mecanismos clareadores

A compreensão dos mecanismos moleculares envolvidos na


pigmentação resultou no desenvolvimento de uma série de
formulações que utilizam uma abordagem de tratamento multimodal.
[10] Um cosmético contendo ativos que atuem nas diferentes fases da
formação da melanina ou que inibam os diferentes fatores
estimulantes de sua síntese se mostra mais eficaz no clareamento de
hiperpigmentações cutâneas que aqueles formulados com um único
ativo clareador.

Um estudo [10] mostrou que o uso de uma formulação combinada de


agentes clareadores com diferentes mecanismo de ação (anti-
inflamatório, inibidor da tirosinase, antioxidante, inibidor do transporte
de melanosomas e renovador celular) forneceu melhores resultados
na redução da hiperpigmentação induzida por radiação ultravioleta
que um creme contendo 4% de hidroquinona. Nesse estudo áreas
com hiperpigmentação UV-induzida receberam o produto teste ou
creme de hidroquinina a 4% uma vez ao dia durante 4 semanas. Os
resultados mostraram maior redução da melanina (medido pelo teor
de melanina e coloração histológica) bem como maior aumento da
luminosidade após o uso desse produto em comparação com o creme
de hidroquinona. [10]

Para formular um cosmético clareador eficaz é preciso pensar em


associar ativos com diferentes mecanismos de redução da formação
da melanina para se ter, assim, um melhor resultado no clareamento
cutâneo. Combine agentes antioxidantes (como a vitamina C ou o
ácido elágico), inibidores da tirosinase (como o alfa-arbutin), anti-
inflamatórios (como a vitamina E), inibidores do transporte de
melanosomas (como a niacinamida) e renovadores celular (como
AHAs e ácido salicílico) e você terá formulado um cosmético clareador
potente e seguro por ser hidroquinona-free. Não se esqueça que para
um melhor resultado é preciso evitar a exposição solar e usar
fotoprotetores para diminuir o desenvolvimento de hiperpigmentações
adicionais.

Utilize essa matéria como um guia para ficar expert em ativos


dermatológicos e conhecer todas as suas propriedades.
Ácido Alfa lipóico: renova a superfície da pele, aumentando sua
elasticidade, tônus e textura. Diminui a aparência de linhas, rugas,
poros dilatados e cicatrizes.
Ácido Azeláico: bacteriostático e tem ação sobre a tirosinase,
diminuindo a síntese de melanina.
Ácido Bórico: levemente adstringente e antisséptico. Possui
propriedades bacteriostáticas e fungistáticas.
Ácido Glicirrízico: derivado do alcaçuz (Glicirriza glabra). Apresenta
propriedades anti-inflamatórias, antialergênicas e descongestionante.
Ácido Glicólico: alfa-hidroxiácido, é encontrado naturalmente na
cana-de-açúcar. Aplicado sobre a pele provoca vasodilatação, diminui
a espessura e a compactação do estrato córneo, acelera a renovação
celular da epiderme e estimula a síntese de colágeno.
Ácido Hialurônico: substância altamente hidrofílica (afinidade pela
água) encontrada na nossa pele. Possui atividade biológica como
principal glicosaminoglicana da derme, proporcionando visco-
elasticidade a esta camada. Colabora no controle da hidratação da
derme e no tônus da pele, além da prevenção da integridade das
fibras de colágeno.
Ácido Kójico: obtido a partir da fermentação do arroz. É utilizado
desde 1989 no Japão para o tratamento das hiperpigmentações. Tem
efeito inibidor sobre a tirosinase, e consequente diminuição da síntese
de melanina. Além disso, induz a redução da eumelanina em células
hiperpigmentadas. Não provoca irritação e também não é citotóxico.
Ácido Lactobiônico: possui elevada ação antioxidante, hidratante e
rejuvenescedora, vindo a ser excelente opção em produtos “anti-
aging”. O poder cicatrizante do ativo permite sua utilização em
produtos antiacnéico e em peles sensíveis.
Ácido Lático: para a pele tem ação hidratante, umectante, indicado
também para o clareamento e rejuvenescimento da pele.
Ácido Mandélico: trata-se de um alfa-hidróxiácido e cuja molécula é
maior do que a do ácido glicólico tornando sua ação irritante menor.
Possui ação antibacteriana, indicada para acne não cística
inflamatória; suprime a pigmentação, promove o rejuvenescimento da
pele envelhecida pelo sol e melhora a textura da pele. Além disso, tem
sido usado para preparar as peles para o “peeling” a laser.
Ácido Retinóico: esfoliante com ação reestruturante aumenta a
síntese de colágeno, sendo muito utilizado para tratamento
de rejuvenescimento, estrias e manchas. Concentração usual 0,01
a0,05% e em consultórios até 5%.
Ácido Salicílico: possui propriedades queratolíticas. É usado em
aplicações tópicas em tratamento cosmético de hiperqueratinização e
escamação da pele.
Ácido Tranexâmico: estudos recentes apontam uso do Ácido
Tranexâmico no tratamento da melasma. Melasma é uma
hiperpigmentação simétrica caracterizada por manchas irregulares
marrons acinzentadas principalmente no rosto da mulher. Diversos
fatores podem contribuir para o surgimento dessas manchas, um
exemplo é a exposição aos raios ultravioleta (UV) da radiação,
especialmente raios UVA em luz do sol.
Ácido Tricloroacético: em concentrações de até 30% é usado para o
tratamento de cicatrizes da acne e do envelhecimento cutâneo. Em
concentrações maiores é usado no condiloma acuminato, verrugas e
“peelings”.
Ácido Undecilênico: possui ação fungistática de uso tópico.
Acnebiol: ativo antiacne composto por uma associação de ácido
salicílico, oligozinco, silício orgânico e extratos botânicos. Normaliza a
queratogênese, refina a textura da pele e estimula o processo de
cicatrização.
Adenin: é um agente clareador conhecido como o ácido retinóico
do verão, pois não é fotossensível. Recupera eficazmente as peles
fotodanificadas sem causar irritação. É capaz de atrasar e reverter as
mudanças celulares relacionadas à idade, portanto é indicado para
rejuvenescimento (ou prevenção do envelhecimento).
Alantoína: princípio ativo encontrado no confrey, nas sementes de
tabaco, na beterraba, no germe de trigo. Favorece a proliferação
celular, acelerando a regeneração da pele lesada. Proporciona uma
rápida epitelização em zonas lesadas da pele ou submetidas a um
grande desgaste ou a interpéries do tempo. É excelente cicatrizante,
calmante, amaciante sobre tecidos.
Alfa-Bisabolol: anti-inflamatório, cicatrizante e antisséptico suave. É
obtido da destilação direta do óleo de candeia (Vanilos mopsis
erytropapa).
Alfa-Hidróxiácido (AHA): constituem um grupo de substâncias
normalmente encontradas em frutas e alimentos e, por isso, são
conhecidos como ácidos de frutas. São eles, o ácido glicólico, ácido
lático, ácido cítrico, o tartárico, o málico e o mandélico. Os alfa-
hidróxiácidos aumentam a retenção de água da epiderme e em altas
concentrações aumentam o processo de renovação celular. Indicado
como amaciante, hidratante e esfoliante.
Algisium C (Metilsilanol Manuronato): ativo multifuncional. Possui
ação antirradical livre e anti-inflamatória. Previne a glicação das
proteínas. Pode ser usado em tratamentos estéticos faciais e
corporais (restaura a elasticidade, a tonicidade, hidratação e firmeza
da pele.É muito usado também no tratamento da celulite e da gordura
localizada).
Algowhite: é o extrato concentrado da alga marrom Ascophyllum
nodosum com propriedades clareadoras, esfoliantes e protetoras. Age
por três mecanismos: clareando, esfoliando e atua na proteção contra
os radicais livres, deixando a pele mais branca, livre de manchas e
com mais luminosidade.
Alistin: apresenta efeito “anti-aging”. É um pseudopeptídio
biotecnológico com atividade prolongada, considerado um antioxidante
universal que protege moléculas hidrofílicas e lipofílicas, protegendo o
DNA e as proteínas da pele. Possui ação antiglicação: previne a
ligação cruzada (”cross-linking”) das proteínas. Combate à
propagação do estresse oxidativo das moléculas hidrofílicas,
protegendo as enzimas e as proteínas.
Aminoácidos da Seda: proporciona proteção e brilho aos cabelos.
Antipollon HT: despigmentante de ação física, muito seguro e de alta
afinidade pela melanina, capaz de adsorver da pele o excesso deste
pigmento, sem apresentar absolutamente qualquer efeito
sensibilizante ou irritativo, indicado especialmente no início do
tratamento das manchas.
Aquaporine active: promove hidratação profunda da pele através do
aumento das expressões das Aquaporines-3, canais protéicos
responsáveis pela circulação de água entre as células.
Arbutin: um poderoso despigmentante de origem natural com
excelente “performance” comprovada. Ele foi criado para acabar com
os inconvenientes técnicos de um dos mais eficientes
despigmentantes do mercado, a hidroquinona. Além da sua elevada
instabilidade na presença de luz, a hidroquinona também apresenta
caráter lesivo quando em contato com a pele. Arbutin é um derivado
estável da hidroquinona também com ação inibidora sobre a
tirosinase, sem causar irritação e com menor citotoxicidade, sendo
uma alternativa segura para tratamentos de hipercromias. Age
impedindo a produção de melanina no local que é aplicado.
Argireline: é um hexapeptídeo modulador da tensão muscular facial
com atividade redutora de rugas e linhas de expressão, de forma
natural e não invasiva. Alternativa à toxina botulínica e sem injeções,
portanto não é um tratamento invasivo e dolorido. Assim como a
toxina botulínica, Argireline age na terminação nervosa, reduzindo a
liberação de neurotransmissores na junção neuro-muscular, evitando
que o músculo se contraia e assim prevenindo e reduzindo as linhas e
rugas de expressão (causadas por movimentos repetitivos), mas
especificamente as rugas ao redor dos olhos, lábios, nariz e testa. Não
altera a função dos músculos de expressão facial, mantendo a
expressão natural da face, além de deixar a pele elástica e hidratada.
Ascorbosilane C: redutor dos radicais livres. Ação maximizada pela
presença de ácido ascórbico (Vitamina C), regenerador do tecido
cutâneo.
Asebiol: hidrolisado de proteínas, piridoxina, niacinamida, pantenol,
alantoína e biotina. Usado para peles e cabelos mistos e oleosos tem
ação adstringente, reguladora da secreção. Anti-irritante e
antipruriginoso. Não provoca hipersecreção sebácea, nem efeito
rebote.
Auxina tricogena: é um fito complexo de ação tônica sobre o couro
cabeludo. Melhora o trofismo da raiz dos cabelos, exercendo efeito
revitalizante. Sua ação ocorre por meio da normalização das trocas
metabólicas e respiratórias da raiz capilar, assim como a circulação
sanguínea da fase anagênica.
Azeloglicina: ação despigmentante e sebostática, controlando a
produção de sebo, podendo também ser utilizado no tratamento da
acne.
Belides: é o extrato obtido da flor da margarida, produz uma
variedade de efeitos que são utilizados na fitomedicina, entre eles os
efeitos antifúngicos, antimicrobianos, antioxidantes, anticancerígenos
e neuroprotetores. Belides apresenta um forte efeito inibitório da
melanogênese e da Endotelina-1 (peptídeo secretado na pele em
resposta à irradiação ultravioleta) proporcionando atividade
despigmentante. É um produto natural indicado no tratamento de
hiperpigmentações e em peles envelhecidas.
Bioex camomila: complexo de substâncias extraídas da camomila,
destinado ao clareamento dos cabelos, com uso contínuo.
Bioex capilar: indicado no combate a queda capilar, é um complexo
que reúne os principais ativos das seguintes matérias-primas:
Jaborandi, Quina, Capsicum, Pólen, Arnica, Urtiga, Ginseng Brasileiro,
Gema de Ovo e Gérmen de Trigo. É enriquecido com aminoácidos e
mucopolissacarídeo. Estimulante do metabolismo celular e da
circulação periférica.
Biorusol: ativo derivado da rutina extraída de Amsonia
tahernaemontana L., com atividades anti-inflamatória, antiedematosa
e vasoprotetora, capaz de diminuir a permeabilidade vascular da pele
inflamada. É bastante indicado em problemas microcirculatórios, como
couperose e celulite. Além disso, Biorusol II SCA tem capacidade de
suprimir o desenvolvimento do eritema e edema induzidos pelos raios
ultravioletas, além de muito eficaz para a olheira.
Bioskinup contour: tratamento para olheiras, bolsas de edema e
gordura na região periorbital.
Biossulphur: enxofre biodisponível, com atividade superior à do
enxofre comum; regulador da secreção sebácea, age como redutor da
oleosidade, antiacneico, secativo, e também atua na caspa e
seborreia.
Biowhite: é um efetivo despigmentante formulado através de extratos
de plantas.
Bont L´peptide: efeito similar à toxina botulitíca tipo A, para a
diminuição das rugas, de expressão faciais provocadas pela contração
dos músculos durante a fala ou qualquer expressão facial.
Cafeisilane C: indicado como anticelulítico, redutor de medidas,
tratamento de bolsas de gordura ao redor dos olhos e pós-
procedimentos corporais.
Calmaline: promove o alívio na pele, reduzindo rugas finas; melhora
os sinais da pele sensível assim como: redução da sensação de
ressecamento e desconforto após uma indução química.
Ceramide III: as ceramidas são componentes naturais do estrato
córneo, fazendo parte da barreira lipídica. Com a idade e casos de
psoríase e dermatite atópica, a quantidade de ceramidas decresce.
Ceramide III é indicado como coadjuvante no tratamento dessas
enfermidades, no tratamento de peles envelhecidas, no reparo de
peles secas e sensíveis e no tratamento de cabelos danificados.
Coffeeskin: antioxidante global que atua no foto e crono-
envelhecimento. Com efeito antioxidante global, o Coffeskin se
consagra no mercado mundial por ser uma associação de extrato de
café com o bioflavonóide succinil rutina (derivado estável e
hidrossolúvel) e carcinina, que reduz a fragmentação do DNA foto-
induzida. É rico em polifenóis, bioflavonóides e potentes antioxidantes
globais, que normalizam o equilíbrio celular conferindo “proteção
tecnológica avançada” à pele e tratamento intensivo no foto e
cronoenvelhecimento.
Coenzima Q10: é uma substância normalmente produzida pelo nosso
organismo, mas essa produção decresce à medida que a idade
avança. Após os 30 anos a quantidade fabricada é tão pequena que o
nutriente se tornará essencial, pois suas células não obtêm a
quantidade suficiente de Coenzima Q10. É utilizado como
medicamento para melhorar o funcionamento cardíaco e doenças
crônicas relativas ao envelhecimento e em cosméticos previne o
envelhecimento, pois inibe a oxidação dos constituintes lipídicos da
pele, protege a mesma contra o estresse oxidativo, melhora a
hidratação e elasticidade, auxiliando também na diminuição das rugas
e linhas de expressão.
Colágeno Hidrolisado: é rico em aminoácidos essenciais à
manutenção do equilíbrio fisiológico da pele e cabelos, e, portanto, é
indicado como agente de “performance” em condicionamento, maciez
e suavidade nos cabelos, principalmente os cabelos danificados por
processos químicos, como tingimento, descoloração, permanentes, sol
ou poluição em excesso. Age aumentando a resistência dos fios de
cabelo a estas agressões. Para a pele pode atuar como fonte de
aminoácidos, assim como, colaborar no aumento da quantidade de
água promovendo a hidratação da epiderme e auxiliando na
diminuição das rugas finas.
Densiskin: complexo biológico exclusivo. Ajuda a atenuar as linhas e
marcas de expressão por efeito de bioadesão molecular. Estimula a
biosíntese de colágeno e aumenta densidade cutânea.
Composição:
1. a) Biopeptídeo derivado do ácido glutâmico que tem ação mimética,
que favorece os mecanismos de estímulo celular.
2. b) Oligossacrídeo de fructose, um açúcar hidratante e umectante,
formador de um filme bio-protetor. Ajuda a controlar a irritação e
atenuar a inflamação epidérmica.
3. c) Polissacarídeos de fito-plâncton (Porphyridium cruentum) que
conferem efeito de adesão, atenuando sulcos e rugas.
Dióxido de titânio: filtro solar físico.
DHA (dihidroxiacetona): autobronzeador, atua no estrato córneo da
pele. O processo de autobronzeamento ocorre nas camadas mais
externas da epiderme, através da reação de Maillard, responsável
pelo bronzeamento que ocorre entre o grupo amino da queratina da
pele e o grupamento hidroxila da DHA, formando um produto de cor
marrom, conhecido como melanoidina.
DMAE: possui excelente ação firmadora e tensora, a curto e longo
prazo. Nos estudos clínicos efetuados com DMAE, os efeitos
visualizados foram aumento da firmeza da pele, aumento da firmeza
na área dos olhos, melhora do contorno facial e diminuição das rugas
ao redor dos olhos e lábios.
Drieline: Estimulante sistema imunológico e anti-inflamatório. Usado
em cremes e loções.
Dry flo: polímero natural, que proporciona toque suave, seco e
sedoso em cremes e loções devido à sua capacidade de absorver a
oleosidade da formulação.
D- Pantenol: nos cabelos atua, especialmente, como condicionador.
Auxilia na retenção de umidade, espessamento e intumescimento dos
fios, evitando a formação de pontas bipartidas e conferindo facilidade
de penteado. Na pele e nas unhas, quando aplicado topicamente, o
pantenol transforma-se em ácido pantotênico, regenerando as células
epiteliais com rapidez. A deficiência do ácido pantotênico na pele
conduz a cornificação, despigmentação e descamação.
Efaderma: é uma mistura dos três ácidos graxos essenciais: ácidos
linoléico (Ômega 6), linolênico (Ômega 3) e araquidônico, que oferece
nutrição para a pele, favorecendo a função barreira e mantendo a
homeostase cutânea, importante para o reparo e cicatrização do
estrato córneo. É um umectante com alto poder hidratante, capaz de
restaurar a barreira natural da pele e reduzir a desidratação cutânea,
além de reequilibrar a função das glândulas sebáceas.
EGF – Fator de Crescimento Epidermal: reduz e previne linhas e
rugas pela ativação de novas células da pele; devolve uniformidade ao
tom da pele, vitalidade e energia; recupera a aparência jovial da pele;
elimina cicatrizes e manchas da pele.
Elastina: antienvelhecimento e hidratante.
Elastinol: deixa a pele mais firme, elástica e redensificada em curto
espaço de tempo, podendo ser associado a diversos ativos,
promovendo ação “anti-aging” sinérgica e potencializada. Entre as
ações do medicamento, estão uma ação anti-inflamatória nas
camadas mais superficiais da pele e nas camadas mais profundas
regula a síntese da elastina, do colágeno e das glicosaminoglicanas
que são componentes do interstício celular.
Enxofre: secativo, adstringente, bactericida, antisséptico e
desengordurante.
Extrato de Alcachofra: possui propriedades hidratantes, antirradicais
livres e protetora da epiderme.
Extrato de alcaçuz: atua como agente anti-irritante e anti-inflamatório
natural, pois ajuda suavizar e aliviar a pele irritada. Emoliente e
refrescante.
Extrato de alecrim: ação dermopurificante, tonificante, estimulante
celular, antioxidante, protetor de tecidos e ativador da circulação
periférica. Pode ser usado em preparações para o couro cabeludo,
estimulando a circulação e o crescimento capilar. Tem ação anticaspa,
previne a queda e confere brilho aos cabelos.
Extrato de algas marinhas: é composto por vários tipos de algas
que, associadas, potencializam o efeito de emoliência, umectação e
hidratação. Protetora do tecido cutâneo e ativadora do metabolismo,
usada como coadjuvante nos tratamentos cosméticos da celulite. Em
tratamentos cosméticos para cabelos, confere mais brilho e volume.
Extrato de aloe vera: descongestionante, hidratante e cicatrizante.
Especialmente indicado para tratamento de queimaduras, picadas de
inseto e para proteger a pele nas sessões de radioterapia.
Extrato de arnica: Auxilia no tratamento de dores provenientes de
torções e contusões diversas para combater inflamação, auxiliar na
circulação do sangue, e é anti-inflamatório.
Extrato de aveia: confere ação hidratante e nutritiva. Proporciona
uma ação amaciante, suavizante e umectante para pele seca e
fragilizada. Atua ainda como condicionador e restaurador dos cabelos.
Melhora a textura e o volume.
Extrato de barbatimão: tem ação adstringente, antisséptica, anti-
inflamatória. Utilizado em preparações capilares no combate a
oleosidade, caspa e seborreia, em produtos para afecções da pele e
mucosa.
Extrato de bardana: adstringente, emoliente, remineralizante,
suavizante, anti-inflamatória, antisséptica (bactericida e fungicida),
antiacne, anticomedogênico, hidratante. Usado em preparações para
psoríase, pruridos, acne, furunculose, seborreia, ulcerações, picadas
de insetos e para queda de cabelo.
Extrato de calêndula: é utilizado como grande agente cicatrizante,
antisséptico, bacteriostático, calmante, descongestionante e
antissensibilizante. Normalmente estimulante da circulação local. É
adstringente, tonificante, antisséptico e anti-inflamatório.
Extrato de camomila: possui propriedades calmante, fungicida,
cicatrizante, anti-inflamatória e antisséptica.
Extrato de capsicum: rubefaciente, revulsivo, tônico capilar,
antisséptico e estimulante da circulação periférica. Estimulante capilar
na restauração do bulbo piloso, restaurador da pele do corpo e do
rosto.
Extrato de castanha da índia: estimulador da circulação periférica.
Usado em produtos capilares para reduzir a queda capilar e em
produtos anticelulite como estimulante da circulação local. É
adstringente, tonificante, antisséptico e anti-inflamatório.
Extrato de centella asiática: usado em produtos que têm a finalidade
de reduzir a gordura localizada pelo mecanismo de ativação da
circulação periférica, drenando os líquidos.
Extrato de confrei: rico em vitaminas nutre e hidrata a pele e os
cabelos.
Extrato de erva doce: ação refrescante, desodorizante, suavizante,
calmante, antisséptica, antioleosidade e anti-inflamatória.
Extrato de green tea: estimulante, adstringente, antioxidante,
antilipêmico, antibacteriano. Melhora a microcirculação periférica,
normalizando a permeabilidade capilar. Atua também como
antirradicais livres por diminuir os níveis de ferritina e de peróxidos
lipídicos caracterizando um potente efeito antioxidante na pele e no
organismo como um todo.
Extrato de gingko biloba: ação profilática do envelhecimento celular
e tratamento estético pela ação protetora contra radicais livres e pela
inibição da destruição do colágeno.
Extrato de hamamélis: propriedades adstringentes. Usado em
produtos para pele oleosa, acnéica e/ou com poros dilatados.
Extrato de hortelã: antisséptico, tonificante e adstringente.
Extrato de jaborandi: atua na circulação periférica e nutrição do
bulbo capilar. Muito utilizado em produtos para atenuar a queda de
cabelos.
Extrato de melissa: extrato vegetal calmante, usado em tônicos para
peles sensíveis, suavizante e “anti-stress”.
Extrato de própolis: extraído do mel de abelhas. Possui ação
secativa, hidratante, antisséptica, adstringente, cicatrizante,
hemostático, bactericida e fungicida.
Fator ARL: antienvelhecimento indicado para área dos olhos.
Fomblin HC/25: Protege a pele contra frio e calor, suaviza e amacia,
confere espalhabilidade nos cremes, emulsões e géis.
Fomblim HC/R: emoliente protetor.
Glicospheras de vitamina C: nanopartículas adaptadas para
estabilizar a vitamina C pura (L-ácido ascórbico) por muito mais
tempo, assegurando boa absorção e eficácia quando aplicada sobre a
pele. São indicadas como clareadores, para o tratamento e prevenção
da pele fotodanificada, como hidratantes e rejuvenescedoras.
Gluconolactona: apresenta propriedade umectante por atrair e fixar
água. Possui ação antioxidante, por manter a integridade dos
produtos. Atividade anti-inflamatória por reduzir as lesões inflamadas.
Hair active: ativo extraído do tremoço, rico em peptídeos, vitaminas e
oligoelementos, desenvolvido especialmente para estimular e
revitalizar o crescimento capilar, através do aumento da atividade
mitótica e síntese proteica do bulbo capilar, o que aumenta a
densidade do fio de cabelo.
Haloxyl: é usado no tratamento reestruturante e despigmentante dos
tecidos conectivos frágeis do contorno dos olhos. Seu efeito anti-
inflamatório contribui para redução da vasodilatação e da
permeabilidade dos vasos capilares.
Happybelle: é um ingrediente ativo composto por um complexo de
fitoendorfinas do Vitex agnus castus com ciclodextrinas, complexo
este encapsulado em lipossomas. Apresenta as seguintes
propriedades: estimulação da proliferação de fibroblastos; estimulação
da migração de queratinócitos; revitalização; hidratação; suavização
de rugas; calmante para a pele.
Hexatrate: oferece proteção antiperspirante prolongada e segura para
a pele, com ação antisséptica (desodorante) e neutralizante do odor,
com aplicação em peles mais sensíveis, pois tem menor potencial
irritativo quando comparado aos sais de alumínio.
Hexilresorcinol (Synovea® HR): excelente ativo para clareamento de
pele. Age regulando pelo menos cinco diferentes etapas no processo
da melanogênese.
Hidroquinona: É um agente despigmentante usado topicamente. A
despigmentação não é imediata, pois a hidroquinona interfere
principalmente na produção de melanina nova, inibindo a atividade da
tirosinase. Em segundo lugar, mais lentamente, a hidroquinona
provoca mudanças estruturais nas membranas das organelas dos
melanócitos, acelerando a degradação dos melanossomos. O efeito
clareador da hidroquinona aparece geralmente após um mês de uso.
A despigmentação obtida é reversível, bastando para isto a sua
interrupção. Por esta razão, deve-se fazer uso de bloqueadores
solares durante e após o tratamento.
Hidrovital plus: promove sensação de hidratação imediata, aumento
de flexibilidade, maciez e elasticidade, uniformização do relevo
cutâneo e proteção contra os danos do estresse oxidativo e da
radiação UV.
Hidroviton: complexo hidratante com atividade altamente nutritiva,
feito a base de aminoácidos, lactato de sódio, uréia e alcoóis
polivalentes.
Hidroprolisilane C: é um silanol usado em produtos
antienvelhecimento, principalmente por suas propriedades
citoestimulante e regeneradora. Estimula o organismo a intensificar a
produção de colágeno e elastina, induzindo a uma regeneração
tecidual. Normaliza a permeabilidade dos capilares e recupera a
elasticidade da pele.
Hilurlip: feito com partículas micronizadas de ácido hialurônico,
formulado para ser usado como preenchimento das linhas verticais
dos lábios e atua no antienvelhecimento labial, ocasionando
aparência mais jovem e atraente.
Hydrasalinol: é um agente hidratante e reestruturante da pele. Possui
efeito protetor contra as agressões ambientais reduz sinais e melhora
o relevo cutâneo, deixando a pele mais lisa e uniforme.
IDB light: é um cosmecêutico composto pela idebenona veiculada em
Lipossomas PML que através dessa nanotecnologia inibe a síntese de
melanina e apresenta um perfil de tolerância muito superior e não
citotóxica. Sendo assim é considerado um despigmentante que não
sensibiliza a pele a ponto evitar ardência e vermelhidão, somado a um
antioxidante ideal para tratamento “anti-aging”.
IGF Fator de Crescimento Insulínico: Reduz e previne linhas e
rugas, aumenta os níveis de colágeno e elastina da pele, reduz
manchas avermelhadas, possui efeito redutor de gordura facial e
corporal, fortalece os cabelos.
Iris iso: é um extrato hidroglicólico contendo isoflavonas do lírio Iris
florentina. Dentre suas ações, o Iris iso inibe as atividades das
colagenase e elastase, evitando a degradação da matriz extracelular
da pele (colágeno e elastina), reforça a barreira cutânea assegurando
a hidratação, diminui a superfície total e a profundidade das rugas.
Resumidamente, o Iris iso aumenta a hidratação, elasticidade e
atenua as marcas de expressões da pele.
Kinetin: é uma combinação sinérgica de ação “anti-aging” que agrega
em si todos os benefícios do Adenin, ácido alfa lipóico e VC-PMG
(derivado da vitamina C estabilizada). É indicado ao tratamento e
prevenção do crono e foto envelhecimento. Seu uso proporciona uma
redução das rugas e manchas, melhora na aspereza, brilho e
hidratação da pele.
Lactokine Fluid: é um ativo cosmético derivado do leite desenvolvido
especificamente para estimular as funções regenerativas das células
da pele, com forte ação anti-inflamatória e capaz de normalizar as
funções da pele, tornando-a apta a se defender com maior eficiência
contra diversos tipos de agressões.
Liporeductil: apresenta, comprovadamente, quatro efeitos específicos
e benéficos para o quadro da celulite: 1. Prevenção do seu
aparecimento devido à inibição da formação dos adipócitos; 2.
Captura de subprodutos da peroxidação; 3. Ação lipolítica
(proporcionada pelos clássicos extratos anticelulíticos); 4. Ativação da
microcirculação.
LN2 Out: Sistema de Tratamento Dermocosmético Integrado
inovador, formulado para ativar as funções vitais da pele, promover
bem-estar, equilíbrio e prevenir o envelhecimento. Apresenta em sua
constituição, nutrientes essenciais que atuam em sinergia. Eficácia
comprovada na melhora da aparência da pele.
Longevicell: obtido das folhas da murta, Myrtys communis, é rico em
frações de açúcares contendo oligogalacturonanos, retarda o
envelhecimento acelerado da pele por limitar a degeneração tecidual.
Longevicell age de maneira global nos processos de envelhecimento
tratando não somente os seus efeitos, mas também as causas básicas
que desencadeiam o processo.
Longevinol: composto por um “blend” de açúcares, age nos
mecanismos moleculares envolvidos na longevidade tecidual celular,
da face e corpo, de peles maduras e envelhecidas precocemente. É
um regenerador celular que modula a expressão de mediadores de
envelhecimento, cientificamente denominados SIRT-1; estimula a
comunicação celular por proteínas transmembranas, as caveolinas-1;
e limita o processo de envelhecimento do colágeno suavizando assim
rugas e linhas de expressão de maneira altamente eficaz.
Matipure: complexo de microcápsulas carregadas com óleo de nigela
egípicia e semente de abóbora com ação sebo-reguladora, isto é,
purificante e anti-inflamatória. Este complexo absorve o excesso de
óleo e libera os ativos, além de promover o efeito mate, eliminando a
oleosidade da pele e proporcionando uma sensação de frescor e
suavidade.
Matrixyl: atividade antirrugas e estimulante da matriz dérmica.
Utilizado em produtos para pele madura e contorno dos olhos.
Melaslow: extraído a partir da tangerina japonesa, promove
despigmentação e clareamento das manchas senis.
Melscreen coffee: óleo extraído a partir da semente do café. Possui
propriedade lipolítica reduzindo o tecido adiposo. É um produto com
propriedades excepcionais para os cuidados com a pele, atuando
simultaneamente como regenerador da pele, antirrugas, antieritema
(anti-UVB) e como regulador do fluxo de água na pele.
Microesferas de retinol: tecnologia patenteada de liberação
prolongada da vitamina A tópica. Benefícios: renovação celular,
aumento na síntese de colágeno e atividade antioxidante. As
microesponjas aumentam a estabilidade da vitamina A nas
formulações, assegurando a liberação lenta do retinol puro e intacto
na pele.
Microesponjas de ácido salicílico: promove ação queratolítica,
antiacne e antiaging de forma eficaz e segura.
Minoxidil: o(s) mecanismo(s) de ação do minoxidil ainda não é (são)
conhecido(s). Discute-se sobre uma ação direta no epitélio do folículo
ou indireta por vasodilatação ou ambas. É usado em tratamentos de
alopécia (queda dos cabelos).
Nikkol VC-IP: derivado estável da Vitamina C, que se decompõe após
penetração na pele. Usado como despigmentante na síntese de
colágeno e na inibição de peroxidação lipídica. Pode ser usado
durante o dia.
NMF (Fator Natural de Hidratação): é o grupo de substâncias
químicas que compõem a capa córnea e que seriam responsáveis
pela captação da umidade pela epiderme. Elas têm a capacidade de
ligar a água aos tecidos. É um mecanismo de equilíbrio hídrico entre
as camadas profundas da epiderme e o meio ambiente.
Nodema: ativo com propriedades inibidoras sobre a enzima
conversora de angiotensina; exerce efeito antiedematoso e
descongestionante. Ideal para se utilizar ao redor dos olhos.
Nonychosine: complexo fortalecedor de unha. Ativo que age como
repositor, normalizando o crescimento das unhas, prevenindo o
ressecamento, melhorando a resistência e a dureza, além de prevenir
onicomicoses.
Octopirox: agente anticaspa com ação antibacteriana e antifúngica,
que inibe a formação de substâncias irritantes no couro cabeludo.
Óleo de amêndoas: usado externamente para massagens e
formulações cosméticas. Possui ação emoliente e previne a formação
de estrias durante a gravidez.
Óleo de andiroba: na fabricação de sabonetes, velas, cremes
hidratantes e outros cosméticos. Também utilizado como repelente de
insetos, principalmente mosquitos.
Óleo de argan: o óleo de argan é rico em tocoferol, ácido fenólico,
carotenos e ácidos graxos essenciais, como ácido linoleico e ômega 6.
O óleo de argan age contra o ressecamento e o envelhecimento da
pele, aumenta os elementos nutritivos para as células, estimula as
trocas e a oxigenação celular, amacia os cabelos e trata casos de
acne.
Óleo de calêndula: usado para melhorar a textura da pele seca e
rachada. Reduz a inflamação e regeneração de tecidos.O óleo de
calêndula alivia dores e regenera a pele de pacientes acamados, em
pessoas com pele muito sensível ou irritação. Indicado para o
tratamento de eczema, cortes, escoriações, mordidas de insetos e
medusas.
Óleo de copaíba: em uso interno como antisséptico das vias
urinárias, tratamento de cistites, afecções respiratórias (tosse, gripe,
resfriado, bronquite e asma). Carminativo suave, aperiente e
cicatrizante de úlceras no tubo digestivo. Em uso externo auxilia no
tratamento de caspa, dermatite, urticária, psoríase e ulcerações no
couro cabeludo.
Óleo de cravo: indicado para unhas fracas, combate micoses de
unhas, frieiras e manchas brancas nas costas. É antisséptico,
antibiótico, antiviral, antifúngico, anti-inflamatório, antiparasitário e
analgésico.
Óleo de framboesa: indicado como auxílio no tratamento de peles
secas e com descamação, coadjuvante na prevenção de dermatites e
psoríase, coadjuvante no tratamento de ferimentos cutâneos como
úlceras e queimaduras.
Óleo de jojoba: o óleo de jojoba tem ação emoliente, umectante,
cicatrizante, queratoplástica, repositora da oleosidade natural da pele.
Doador de brilho aos cabelos, restaurador, estimulante do crescimento
dos cabelos e no tratamento da caspa. Excelente lubrificante e
emoliente para peles secas, evita a evaporação da umidade da pele
prevenindo o aparecimento de linhas finas e envelhecimento precoce.
Indicado também no tratamento da acne, psoríase e queimaduras da
pele.
Óleo de macadâmia: rico em Vitamina E, é a maior fonte vegetal do
ácido palmitoléico e é rico em ácido oleico. É facilmente absorvido
pela pele lubrificando e mantendo o teor hídrico cutâneo. Nos
cabelos o óleo de macadâmia promove eficaz hidratação e nutrição
aos fios, conferindo-lhes oleosidade natural e fortificando as fibras
capilares da raiz às pontas, restaurando sua vitalidade, sedosidade e
brilho. Forma um filme sobre os fios de cabelo, mantendo-os
hidratados e protegidos de agressões provocadas por tinturas e
alisamentos.
Óleo de maracujá: confere nutrição e hidratação ao tecido cutâneo
aumentando a sedosidade da pele, devolvendo o viço natural da pele.
Promove excelente toque seco
Óleo de melaleuca: ações antisséptica, desinfetante, cicatrizante,
bacteriostática, germicida, antifúngica, imunoestimulante,
expectorante, anticaspa.
Óleo de rosa mosqueta: é das sementes da Rosa Mosqueta, planta
silvestre dos Andes Chilenos, que é extraído seu óleo.
Constituintes: Altas concentrações de betacarotenos e licopenos
(polpa do fruto); altas concentrações de vitaminas A, B1, B2, E e K,
além de minerais como K, Ca, Na, Fe, Mg; altas porcentagens de
ácidos graxos poliinsaturados (44% de linoléico e 36% de
alfalinoléico); ácidos graxos saturados: ácido palmítico (entre 3 e 5%),
ácido palmitoléico (entre 0,1 e 5%), ácido esteárico (entre 1 e 2%);
outros ácidos graxos como láurico, mirístico, araquidônico, gadoléico e
behênico (entre 0 e 1%); ácidos ativos: ácido transretinóico ou
tretinoína natural (entre 0,01 e 0,1%). Os produtos contendo óleo de
Rosa mosqueta podem ser indicados para tratar ativamente
ocorrências da pele, tais como:
 cicatrizes cirúrgicas e quelóides em geral;
 marcas recentes ou antigas de queimaduras, feridas e acne;
 lesões de processos ulcerantes ou alérgicos;
 prevenção e tratamento de estrias;
 rugas, linhas de expressão muito acentuadas e linhas de
envelhecimento;
 pele ressecada ou descamando;
 manchas na pele.
Óleo de urucum: é usado em formulações de bronzeadores, uma vez
que o principal pigmento carotenóide que ele contém, a bixina, serve
como filtro solar para a porção ultravioleta, em exposição demorada
ao sol.
Óleo de uva: o óleo vegetal de semente de uva é finíssimo e com alto
poder de penetração na pele, é ideal para ser usado juntamente com
óleos essenciais em massagens. É leve e quase sem odor. Tonificante
e revitalizante da pele. Previne estrias devido à alta concentração de
alfa tocoferol. Já os ácidos linoleico e palmítico são os responsáveis
pela regeneração e manutenção do tecido cutâneo revitalizando-o.
Pode ser usado diariamente como óleo pós-banho.
Óleo essencial de laranja: extraído da casca da laranja doce, tem
perfume suave e refrescante. Possui ação clareadora e antiacne.
Óleo essencial de lemongrass: natural da Índia, é conhecido
também como Capim-Limão e Capim-Cidreira. Tem o aroma forte do
limão e de grama fresca. É poderoso bactericida e excelente auxiliar
no tratamento de pele, acne e poros dilatados. Alivia enxaquecas.
Ótimo se usado em escalda pés. É também bom repelente de insetos.
Óleo essencial de menta: um dos óleos essenciais mais importantes.
Estimula, refresca, resfria, restaura mente e corpo. Excelente para
refrescar pés e couro cabeludo. Possui também ação analgésica e
bactericida, podendo ser usado em óleos para massagens, xampus e
loções.
Onymirre: atua ativando a circulação sanguínea local e favorecendo a
hidratação da queratina que está se formando na matriz ungueal. Com
isso acelera o crescimento das unhas, tornando-as mais fortes e
flexíveis. Tem ação cicatrizante e antisséptica.
Osilift: forma sobre a pele um filme biológico viscoelástico, coesivo e
contínuo, proporcionando efeito tensor. Também possui efeito
antirrugas com o uso diário e aumenta a resistência da maquiagem na
pele.
Óxido de zinco: é um filtro solar físico, com capacidade de refletir
e/ou absorver a luz UV, formando um filme protetor na pele.
Papaína: é uma enzima extraída do mamão (Carica papaya). Vem
sendo usada associada na forma de curativos, como um acelerador do
processo de cicatrização, muito utilizado em tratamentos de úlceras de
decúbito(escaras).
PCA-Na: agente umectante natural, conhecido por ser abundante na
pele humana, ele ajuda a pele e os cabelos a se manterem com uma
aparência saudável e viçosa. PCA-Na, além de um excelente efeito
hidratante (superior ao da Glicerina), é um produto seguro, que pode
ser usado na pele e em mucosas, o que o torna especialmente
indicado em praticamente qualquer tipo de formulação
dermocosmética. Ele previne o ressecamento da pele mesmo em
condições de baixa umidade.
Peróxido de benzoila: ativo consagrado no tratamento da acne por
ter função bactericida, queratolítica e antiseborréica.
Phycojuvenine: extrato concentrado da alga Laminaria digitata, rico
em polifenóis e polissacarídeos. É um excelente remineralizante e
fortificante, tem propriedades protetoras e funciona como uma reserva
de energia para nossas células.
Phytosphingosine: reduz a irritação da pele causada pela
superexposição à radiação ultravioleta e também a inflamação das
pápulas e pústulas causadas pelos comedões que bloqueiam os
poros. Possui atividade antimicrobiana e anti-inflamatória usado em
eczema tópico e assaduras de bebes. Combate o odor axilar, trata
feridas e micoses.
Portulaca Extract: possui ação analgésica, anti-inflamatória, anti-
irritante, calmante cutâneo e antiedema. O extrato de portulaca é uma
excelente alternativa para condições cutâneas extremas. É utilizado
como coadjuvante dermatocosmético no tratamento de dermatites,
rosácea, pós-peeling, pós-laser, acne, pós-barba e pós-depilação.
Queratina: condicionador altamente retentor de umidade. Melhora o
volume, textura, brilho e maleabilidade dos cabelos. Também pode ser
usado para tratar peles desidratadas e unhas quebradiças.
Radizen A: previne disfunções ou alterações da pele relacionadas ao
envelhecimento (manchas, rugas, asperezas da pele). Também
protege a pele da ação dos raios UV. Pode ser usado também no
tratamento das peles acneicas e oleosas. Rico em vitamina A e E e
bioflavonóides.
Raffermine: fortalecedor das estruturas moleculares da derme,
firmador e tonificador da pele, aumenta a elasticidade dos tecidos.
Estimula a retração dos fibroblastos para organizar as fibras de
colágeno. Protege as fibras de elastina das enzimas que causam a
flacidez.
Renew Zime: é ativo natural que atua na renovação celular. Ele reúne
as propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e emolientes
cientificamente comprovadas da Romã, com as vantagens que
tecnologia enzimática oferece. Ele atua diretamente na renovação
celular, promovendo hidratação imediata, manutenção do equilíbrio
hídrico da pele, estimulando a produção de colágeno e prevençao aos
danos causados pelos raios UV.
Resorcina: é um produto com propriedades antissépticas,
antifúngicas, antipruriginosas, esfoliativas e queratolíticas. Usado em
cremes, pomadas e loções alcoólicas, geralmente associados a outros
princípios ativos, para o tratamento da acne, eczemas,
hiperqueratose, psoríase e seborreia do couro cabeludo.
Salicilato de metila: tem ação analgésica e anti-inflamatória sobre a
pele. Usado topicamente em traumatismos musculares e das
articulações.
Sebonormine: reduz a atividade secretora da glândula sebácea, limita
a excreção do sebo para a superfície da pele e previne a proliferação
bacteriana.
Semente de Abricott: esfoliante suave, que pode ser usado em
sabonetes, cremes de massagens e demais preparações onde a
esfoliação seja necessária.
Sesaflash: é um ativo tensor com efeitos excepcionais, pois além de
provocar uma modificação quase instantânea do relevo da pele,
diminui a percepção das rugas, atuando também como hidratante.
Silicium P: é um silício orgânico tópico que repõe o teor de silício
perdido com o passar dos anos. Ele já está presente na estrutura
dérmica atuando desta forma como reestruturador da estrutura
dérmica. A quantidade de silício diminui com o passar dos anos e
desta forma chega o envelhecimento. O silício está presente na pele,
cabelos, unhas, cartilagens, tendões, ossos, vasos sanguíneos,
válvulas cardíacas e outros. Ele consegue manter a água ligada ao
ácido hialurônico contribuindo de forma muito importante para a
hidratação da pele.
Skin Whitening Complex: é um fito complexo balanceado, que atua
de forma complementar em diferentes etapas do processo de
pigmentação da pele (atividade clareadora e suavizante da pele; ele
atua não apenas sobre o mecanismo de síntese da melanina, mas
também tem a capacidade de descolorir o pigmento que já está
formado na pele). Sua eficácia é comparável à da Hidroquinona.
SNAP 8 solution: peptídeo com ação antirrugas com atividade 30%
maior que a do Argireline. Reduz a profundidade das rugas causadas
pela contração dos músculos da expressão facial, principalmente na
testa e ao redor dos olhos.
Spheron: utilizado em produtos cosméticos para pele oleosa ou
acneica promovendo controle de oleosidade e efeito mate.
Sulfeto de Selênio: agente antibacteriano, antimicótico, antisséptico e
antisseborréico. Indicado no tratamento local de seborreias não
exsudativas do couro cabeludo.
Tacrolimus: indicado em casos de eczema (dermatite atópica)
proporcionando alívio dos sintomas. Pode ser utilizado por adultos e
crianças.
Tensea lift: promove efeito tensor imediato e duradouro. Melhora o
brilho e a textura da pele, além de contribuir na proteção de agressões
diárias.
Tensine: é um agente tensor, rico em ácido glutâmico e prolina.
Forma um filme altamente coesivo sobre a pele, elástico, resistente e
contínuo, capaz de diminuir o número e a profundidade das rugas por
algumas horas, tornando a pele lisa e suave, além de aumentar a
durabilidade da maquiagem. É usado como efeito “lifting”, em cremes,
loções hidratantes, sérum e géis, nas concentrações de 3 a 10%.
TGF-B3: é um fator de crescimento especialmente “anti-aging”, pois
além de induzir à proliferação de fibroblastos e produção de colágeno
e elastina, também induz à proliferação de células epidermais e
consequente renovação celular. Muito eficaz na cura de
ferimentos cutâneos.
TGP-2: derivado do Fator de Crescimento Transformador (TGF).
Possui ação seletiva, proporcionando clareamento efetivo de manchas
cutâneas decorrentes da exposição à luz (UV). Além disso, retarda
simultaneamente o crescimento de pelos. Tem atividade anti-
inflamatória, o que diminui o escurecimento da pele decorrente de
processos inflamatórios e é indicado para tratamento da dermatite
atópica.
Thalapheras de vitamina C: possui ação anti-inflamatória e “anti-
aging” (estimula a síntese de fibras de colágeno e elastina diminuindo
as marcas de expressão e as manchas da pele). Também atua como
foto protetor.
Tinosorb M: filtro solar UVA de alta estabilidade.
Tinosorb S: filtro solar de amplo espectro UVA/UVB (foto estável).
VC-IP: derivado estável da Vitamina C, que se decompõe após
penetração na pele. Usado como despigmentante na síntese de
colágeno e na inibição de peroxidação lipídica. Pode ser usado
durante o dia.
VC-PMG: derivado de vitamina C hidrossolúvel, estável, capaz de
liberar L-ácido ascórbico livre nas camadas internas da pele. O L-
ácido ascórbico previne e trata o envelhecimento atuando através de
três mecanismos: estímulo da síntese de colágeno, ação
despigmentante e antioxidante.
Vegelip: “blend” de lipídios vegetais, altamente emoliente e nutritivo,
rico em ácidos graxos essenciais Ômega 6 e Ômega 9.
VEGF Fator de crescimento vascular: promove angiogênese
(formação de novos vasos sanguíneos), melhorando a nutrição do
folículo capilar e estimulando o crescimento dos cabelos.
Vital ET: exclusivo ativo biofuncional usado na pele e no cabelo, com
propriedades anti-inflamatórias, antieritema e antiacne. É um
complexo estável formado pelo Fosfato de Tocoferol e
Lauriminodipropionato Dissódico, o que otimiza a biodisponibilidade do
Fosfato de Tocoferol que é responsável pela redução significativa da
formação de “sunburm cell” (danos ao DNA e a peroxidação dos
lipídeos).
Vitamina K1: Ajuda ativamente a reparar e fortalecer os vasos
capilares danificados. Pode ser usado no tratamento de “olheiras”.
Zano 10 plus: filtro solar físico indicado para peles sensíveis,
gestantes, lactantes e crianças.

ATIVOS CLAREADORES
Princípios Ativos
- Abacaxi: Possui ação lipolitica.
- Acerola: Hidratante, nutritivo e anti radicais livre.
- Ácido Fitico: Agente clareador.
- Ácido Hialurônico: Regenerador e auxilia na retenção e absorção de água nos espaços
intercelulares.
- Ácido Kojico: Agente clareador.
- Ácido Salicilico: Queratolitico.
- ÁcidoGlicólico: Derivado da cana de açúcar, utilizado em formulações para peeling
químico,discromias, hidratação e rejuvenescimento.
- Adipol: Ação Oxigenante, ativando a circulação.
- Alantoina: Regenerador e Calmante.
- Alcachofra: Ação lipolitica.
- Alecrim: Ativo anti-seborreico, e anti-acneica.
- Alfabizabolol: Anti-Inflamatório e Calmante.
- Alface: Calmante e emoliente.
- Algas Marinhas - Fuccus vesiculosus: Seu altíssimo poder hidratante age sobre a
pele flácida e sem viço.
- Algas Marinhas: Tonificante e hidratante.
- Aloe Vera: Hidratante e regenerador.
- Aminoácidos da Seda: Hidratante e Nutritivo.
- Aqua Liquorice: Função dispigmentante da pele através da atividade anti –tirosinase.
- Arnica: Arnica tem ação adstringente, ativador da circulação
periférica,tonificante,descongestionante, antiinflamatório,estimulante. Usado
paraabsorção de edemas e hematomas .
- Arnica: Ativo estimulante, adstringente e rubefaciente
- Ascorbosilane C: Silício orgânico ligado a Vitamina C. Ação anti
radicais livres e clareador.
- Ativo especial nos processos anti-envelhecimento , prevenção de estrias e
ressecamento cutâneo.
- Aveia: Hidratante e suavizante.
- Azuleno: Anti Inflamatório.
- Bardana: Adstringente e calmante.
- Bétula: Estimulante, anti-seborréico, coadjuvante no tratamento da celulite.
- Bicarbonato de Sódio: Ação Neutralizante.
- Bioex capilar: Complexo de extratos vegetais com o poder de ativar a circulação do
bulbo capilar.
- Bioflavonoides: Ativador da circulação.
- Cacau: Hidratante e nutritivo.
- Cafeína: Xantina que aumenta o metabolismo energético celular, ação lipolitica .
- Cafeisilane C: Silanol com mesma função da cafeína, tendo uma
penetração maior e mais rápida.
- Calêndula: Calendula officinalis: A calêndula é rica em flavonóides,
saponosídeos, e polissacarídeos. Largamente utilizado nos
cuidados da pele irritada e sensível, contra queimaduras de sol, eritema e
vermelhidão devido à suas propriedades: Anti-inflamatórias; Suavizantes;
Hidratantes; Descongestionantes; Purificantes. Apresenta ainda ação antibactericida e
anti-fúngica.
- Calêndula: Cicatrizante e anti-inflamatório.
- Camomila: Calmante e anti-inflamatório.
- Cânfora: Anti- séptico.
- Castanha da Índia: Aesculus hippocastanus L. :: Antiedêmica;
Antiinflamatória; Vasoconstritora; Age contra a insuficiência venosa;
Aumenta a permeabilidade capilar.
- Castanha da Índia: Vaso Construtor, coadjuvante no tratamento da celulite.
- Cavalinha (Equisetun): Adstringente Cicatrizante, Coadjuvante no
tratamento de celulite e gordura localizada .
- Cavalinha: A cavalinha é depurativa e diurética. Contém vitamina C,
ácidos orgânicos flavonóides, saponinas, taninos e silício. Tem
propriedades: desintoxicante, adstringente, cicatrizante, além de auxiliar no
tratamento de rugas, estrias, celulite, flacidez.
- Celulinol: Ativa circulação eliminado as toxinas.
- Cenoura: Hidratante, Nutritivo e estimulante dos melanócitos.
- Centella Asiática : Adelgaçante, Antiirritante, Cicatrizante, Depurativa,
Estimulante da circulação periférica, Estimulante do sistema linfático,
Lipolítica, Redutora da fragilidade dos vasos, Vasodilatadora periférica, Refrescante,
Tonificante.
- Centella: Ativa a micro circulação, tendo o efeito anti-celulite e antiinflamatório.
- Chá Verde: Antioxidante, regenerador, eliminando toxinas da pele.
- Clindamicina: Bactericida
- Coadvelãne: Extrato de algas que confere hidratação profunda da pele.
- Colágeno Hidrolisável Hidrossolúvel é composto por aminoácidos
livres, moléculas pequenas. Está ligado a uma molécula de água, o que
assegura um real efeito hidratante, via mecanismo de retenção de
moléculas de água, promovendo um aumento da turgescência e permitindo
o retardamento na formação das marcas de expressão e rugas e a correção
dos sinais de envelhecimento.
- Colágeno Marinho: Hidratante e Nutritivo.
- Colágeno: O Colágeno é uma proteína básica da estrutura orgânica do
tecido conjuntivo. Sua função é garantir a flexibilidade, tonicidade e a
elasticidade da pele. Possui propriedades que confere a
sustentação e firmeza à pele.
- Confrei: Anti- séptico, cicatrizante e antiacneica
- Cupuaçu: Emoliente, nutritivo e protetor.
- Damasco: Protege a pele realçando o bronzeado. Regenera o tecido
cutâneo, protege a pele das agressões.
- Dióxido de Titâneo: Filtro químico que promove a proteção contra os
raios UVA e UVB.
- D-Pantenol : Vitamina B com efeito revigorante.
- Elastina: Regenera Fibras elástica e da sustentação da pele.
- Erva Doce: Calmante e tonificante
- Erva-Mate: A erva-mate possui óleos essenciais, taminas, lítio e
cafeina. Tem propriedades: diuretica, redutora da tensão e aumenta a
circulação sanguínea.
- Escinia: Princípio ativo da castanha da índia. Excelente efeito pós
cirúrgico, reestruturador e recuperador celular.
- Frutas Tropicais: Queratolitico
- Fucus Visiculosus: Possui ação vasodilatadora atuando na redução de
medidas. Estimulante, Lipolítica, Vasodilatadora, Analgésica, Hidratante.
- Funções: Inibe a formação dos peróxidos lipídicos, ou seja, protege as
membranas celulares da ação dos Radicais Livres .
- Gengibre: Potente ativador do metabolismo, possui funções como o
aumento da circulação nos vasos sanguíneos periféricos, atua de forma
ímpar na celulite e gordura localizada, quando utilizado sob uma fonte de
calor, como a manta térmica ou com massagens manuais, potencializa seus
resultados.
- Ginkgo Biloba: Antiinflamatório, anti-radicais livres, emoliente e
vasoprotetor.
- Ginseng: Ativo fortalecedor e revitalizante.
- Guaraná: Ação estimulante.
- Guaraná: Contém cafeína (ácido málico, sais minerais, fósforo,
potássio). Estimulante metabólico, antilipêmico (lipolítico),
descongestionante, tônico, vaso protetor. Forte ação contra celulite,
gordura localizada e envelhecimento.
- Hamamélis: Ativo adstringente e refrescante.
- Hammamelis - Hammamelis virginiana : É composta por ácidos gálicos,
ácidos graxos, canferol, catecol, eugenol, flobafenos, hamamelitanino,
hamamelose livre, isopreno, mucilagens, oxalato de cálcio, quercetol,
resinas, saponinas, sesquiterpenos isopreno, saponinas, mucilagens,
oxalato de cálcio, flavonóides, hamamelitanino e ésteres
Adstringente, Antiinflamatória, Antioxidante, Descongestionante,
Hemostática, Higienizante, Rejuvenescedora, Tônica e Vasoconstritora..
- Hera - Hedera hélix: Planta originária da Europa, era adorada pelos
filósofos, por seus poderes de desintoxicar o corpo do álcool, hoje é
utilizada para eliminar celulite e gorduras localizadas.
- Hera: Calmante, vasodilatador e elasticizante.
- Hidrolizado de Proteínas: Ativo altamente hidratante.
- Hidroviton: Reproduz o fator normal de hidratação da pele (NMF).
- Hortelã: Adstringente, anti-séptica e refrescante.
- Hortelã: Principais efeitos observado s na utilização do mentol nos
tratamentos corporais: Redutor de medidas; Antiinflamatório; Adelgaçante.
- Irgasan: Anti Bactericida.
- Kiwi: Hidratante, anti-radicais livres.
- Lasiliun C: Possui ação regeneradora , hidratante e anti- inflamatório.
Previne a formação de radicais livres, protegendo a membrana celular.
- Liftilene: Proporciona o efeito tensor. Beleza instantânea.
- Liporeductyl: É um pró-lipossoma desenvolvido a partir de clássicos
extratos de ação anti celulitica, garantido uma efetiva penetração dos ativos
até a camada mais profunda da derme
- Lipossomas: Hidratante e restaurador de pele.
- Macela: Hidratante, suavizante e calmante.
- Malva: Emoliente e calmante.
- Melfade: Agente dispigmentante
- Melissa: Anti -séptico e descongestionante
- Menta: Adstringente, anti- séptica e refrescante.
- Mentol: Agente refrescante e vasoconstritor.
- Metilsilanol: (Methiosilane C): Silício orgânico regenerador.
- Micro Esferas de Jojoba Azuis: Esfoliante Suave
- Morango: Hidratante e nutritivo
- Nicotinato de Metila: Ativador de circulação, é uma fórmula química
desenvolvida especialmente para cosméticos específicos para tratamento
de redução de medidas e celulite. Ele provoca hiperemia na pele, ou seja,
deixa a pele quente e vermelha após sua aplicação. Este efeito avermelhado pode
durar de 10 a 40 minutos.
- NMF: Fatores Naturais de Hidratação.
- Óleo de Abacate: Nutritivo, emoliente e revitalizante.
- Óleo de Amêndoas Doces : O óleo de amêndoas é um hidratante
suavizante nutritivo e um dos mais antigos produtos cosméticos usados
pela humanidade. Rico em Ácido oleico, linoleico e palmítico, tocoferóis,
squaleno e vitaminas, que tomam parte diretamente na regulação da
permeabilidade cutânea e em insaponificáveis (com propriedades
regenerativas). Tonifica e amacia a pele, alivia pruridos, é um excelente
hidratante e emoliente para a pele, além de ser suavizante e nutritivo,
prevenir rugas e restaurar a elasticidade.
Hidratante e emoliente, evitando o ressecamento da pele.
- Óleo de Cereja: Altamente hidratante e suavizante
- Óleo de Damasco: Regenerador, rico em vitamina E.
- Óleo de jojoba: Hidratante e umectante.
- Óleo de Macadamia: Nutre, Hidrata e previne o envelhecimento cutâneo.
- Óleo de Maracujá: Hidratnte, Refrescante, Vasoprotetor e adstringente.
Toque seco.
- Óleo de Nozes: Altamente hidratante e estimulante dos melanócitos.
- Óleo de Pêssego: Hidratante nutritivo e restaurador.
- Óleo de Semente de Uva: Hidratante Rico em vitamina E,
Anti-radicais-livres
- Óleo de Tea Tree: ( Melaleuca) Ação bacteriostática e Fungstatica
- Óleo de Urucum: Hidratante, estimulante dos melanócitos.
- Oligomix: Oligoelementos que combate radicais livres
- Omega : Excelente nutritivo da pele.
- Pentavitam: Possui ação hidratante e umectante, de elevado poder de
proteção.
- Pepino: Adstringente e Anti-séptico.
- Peritionato de Zinco: Ativo anti-caspa, com ação anti-microbiana,
anti-seborréica e anti-fungica .
- Peroxio de Benzoila: Agente secativo e esfoliante.
- Própolis: Ativo com propriedades bactericidas, anti-sépticas esecantes.
- Proteínas do Trigo: Ativo hidratante fortalecedor e estimulante.
- Proteínas Tensoras: Proporcina o efeito firmador e regenerador. Possui
identidade de composição com os tecidos, mantendo a maciez cutânea.
- Queratina: Proteína animal som função nutritiva e fortalecedor.
- Remoduline: Ativo que decongestiona e drena os tecidos. Ação
lipolítica e ativadora da micro circulação.
- Sais de Magnesio: Eliminador de toxinas.
- Salicilato de Metila: Ação rubefaciente.
- Sálvia: Tonificante
- Semente de Apricot: Esfoliante suave.
- Sete Ervas: Ação descongestionante, anti- inflamatória, anti- séptica e
revitalizante.
- Silicone: Formador de Filme, hidratante e amaciante.
- Soja: Normaliza e reforça a estrutura do manto hidro lipídico da pele;
Forma um filme protetor melhorando a permeabilidade cutânea; Melhora o
grau de hidratação, elasticidade, resitência , maciez e aparência da pele.
- Tília: Ação tonificante.
- Unitan: Acelerador de Bronzeamento.
- Uréia: Aumenta a Hidratação, mantendo as moléculas de água na pele.
- Venoxyl: Rico em bioflavonóides ( rutina e quercitina ), escina e
taninos; Atua sobre a micro-circulação superficial aumentando a
permeabilidade e vascularização dos vasos capilares superficiais; Reduz
reações inflamatórias e alérgicas; Possui ação atin-radicais livres; Ativador
do metabolismo celular.
- Vitamina A ( retinol): Substancia que favorece a elasticidade e
desenvolvimento celular.
- Vitamina C: Ativo que reduz a formação de radicais livres, previne o
envelhecimento cutâneo e auxilia no tratamento de manchas.
- Vitamina E: Anti Oxidante estabilizante da vitamina A, ação emoliente
suavizante e anti-envelhecimento.
- Vitamina E: É um dos maiores agentes antioxidante. Sua ação contra o
Radicais Livres é muito eficaz.
- Xantalgosil® C: Forte redução de medidas e celulite. Firmeza,
anti-flacidez e rejuvenescimento da pele do corpo. Estimula a lipólise. Como
age: 25 voluntários com diferentes índices de celulite e adiposidades foram
selecionadas para este estudo. Após a aplicação diária de produto com
Xantaldosil C, 2x ao dia, durante 30 dias, foram medidos os centímetros
reduzidos na cintura, quadris, coxas e joelhos.

Rejuvenescer a pele é possível!

O processo de envelhecimento da pele

Ao passar do tempo, a pele perde a sustentação, sua vascularização torna-se deficiente,


o processo de renovação celular fica mais lento e a atividade dos fibroblastos -
responsáveis pela produção de colágeno e elastina - diminui. Temos dois tipos de
envelhecimento cutâneo: o intrínseco, que é natural, e o extrínseco que é dado pelas
agressões do meio externo como fotoenvelhecimento (causado pelo sol), estresse,
fumo, poluição, etc. Ou seja, hábitos de vida e de consumo interferem diretamente na
qualidade da pele.

Graus de envelhecimento

Segundo Lapiére e Pierard, os graus de envelhecimento da pele são três:

Grau I – Pele sem alteração dermoepidérmica


Peles com bom turgor e viço requerem a manutenção e prevenção. O tratamento ideal
consiste na hidratação intensiva e duradoura acompanhada de proteção contra os
radicais livres.

Grau II – Pele com rugas finas com alterações dermoepidérmicas.

Peles que necessitam de prevenção e atenuação de rugas dinâmicas e estáticas pela


ação dermodescontrátil, preenchedora e estimulante da reprodução celular.

Grau III – Pele com rugas gravitacionais com alteração dermoepidérmica e do


subcutâneo.

Peles em estágio mais avançado de envelhecimento. Requerem um tratamento


intensivo estimulante das funções da pele, propiciando estimulação, revitalização e
incremento da firmeza. O tratamento ideal baseia-se na suplementação de cálcio,
redensificação tecidual, estímulo a síntese da proteína da longevidade e da reprodução
celular.

Tratamento com dermocosméticos da linha Adcos Gradual Complex

Os tratamentos estéticos visam ativar a circulação, estimular a renovação celular e sua


nutrição, estimular a atividade dos fibroblastos, e com a linha Gradual Complex, oferecer
soluções para a recuperação da pele com estímulos adequados a cada necessidade.

Princípios Ativos firmantes:

- Coheliss – estimula os mecanoreceptores, fortalecendo o citoesqueleto celular.


- Complexo Ativador GF – age no estímulo às “células-mãe” epidérmicas e dérmicas.
Com o processo de envelhecimento cutâneo ocorre um déficit de Fatores de
Crescimento endógenos, levando a senescência celular. O incremento desses fatores de
crescimento é fundamental para garantir a vitalidade, síntese e reprodução celular.

- Raffermine – aumenta a produção de fibras e matriz, ação antiprotease.

- Syn tacks – organiza as estruturas responsáveis pela junção dermoepidérmica.

- Concentre coraline – rica em cálcio biodisponível, prevenindo e atenuando a


Dermoporose (déficit de cálcio na pele).

Princípios Ativos Dermodescontráteis:

- Peptídeos dermodescontráteis – bloqueiam a liberação da acetilcolina, mediador


químico responsável pela contração da musculatura, reduzindo a formação e atenuando
as rugas de expressão.

Princípios Ativos Preenchedores:

- Kombuchka – estimula a adipogênese aumentando a densidade do tecido subcutâneo.

- Matrixyl – pentapeptídeo que estimula a reestruturação da matriz dérmica e reduz a


profundidade das rugas de dentro para fora e aumenta a firmeza.

Princípios Ativos Estimulantes da Longevidade:

- Fitohormônios (diosgenina e isoflavonas de soja) – reequilibram a atividade celular.

- Longeviderm – estimula a expressão da proteína da longevidade.

- Oligoelementos – estimulantes metabólicos.

Princípios Ativos Hidratantes:

- Ácido lactobiônico – polihidroxiácido de ação hidratante e antioxidante.

- Ácido hialurônico – captura as moléculas de água, retendo-as junto à pele.


- PCA Na e Aminoácidos – componentes do MNF(Fator Natural de Hidratação) que
mantém a hidratação superficial e são substrato para atividade fibroblástica na síntese
de fibras.

- Glicosaminoglicanas – componente da Matriz extra-celular, incrementa o turgor e


hidratação gerando água ligada.

- Goma Biossacarídica (fucose e ramnose) – hidrata e protege a epiderme, forma filme


protetor.

- Hemostatine – recupera a homeostase da matriz dérmica.

- Hidromanil – forma filme que atenua a perda transepidérmica de água, hidrata


profundamente pela geração de água ligada que regula o gradiente hídrico da pele.

- Pheohydrane – possui alto poder hidratante de longa duração.

Princípios Ativos Estimulantes da Renovação Celular

- Ácido Láctico, Ácido Lactobiônico, Ácido Mandélico, Cristais Micronizados de Óxido de


Alumínio, Extrato de Medicago Sativa, Resorcina – agem para estimular a renovação
celular e recuperar a textura e aparência de uma pele jovem.

Princípios Ativos Antioxidantes

- Rutina – antioxidante, vasoprotetor, aumenta a capacidade circulatória.

- Vitamina E – antioxidante e emoliente.

- Ácido Lactobiônico - polihidróxiácido antioxidante, agente sequestrante de ferro.

Tratamento facial de rejuvenescimento Adcos Gradual Complex – dermocosméticos –


trabalha focando as necessidades de cada pele, cuja idade cronológica não é
necessariamente proporcional ao grau de envelhecimento.

Vinte e um ativos cuidando da pele, vinte e quatro horas por dia.

sábado, 6 de maio de 2017


Atendimento no pós operatório de cirurgia
plástica
Olá, Pessoal!

A postagem de hoje é bastante especial. Depois de fazer o curso de formação no


atendimento em pré e pós operatório de cirurgia plástica estética e reparadora com a
professora Inês Cristina, meu atendimento mudou totalmente. Recomendo MUITO o curso
dela para quem tem interesse na área.
Meu intuito com a postagem de hoje, como sempre digo, não é capacitar ninguém. Mas sim,
nortear vocês para que vocês busquem sempre estudar e se capacitar.
Confesso que essa parte de pós operatório não me atraia muito, a princípio. Hoje em dia, é
uma das minhas paixões quando se trata de fisioterapia dermato funcional.
Trabalhar com pós operatório requer muita sensatez. As pacientes querem resultados
quase que imediatos e muitas vezes os profissionais acabam por não respeitar as fases do
processo de cicatrização e reparo, passando a utilizar recursos indevidos e prejudicando o
resultado final da cirurgia (tudo o que o cirurgião NÃO quer).
Entender como funciona o processo cirúrgico, é essencial para um bom
atendimento. Fiz um resumão sobre as principais cirurgias, clique aqui e leia antes de
terminar a leitura deste post!
Além disso, ter uma boa base fisiológica sobre os processos de inflamação,
cicatrização e reparo, norteia todo o nosso tratamento (livros de fisiologia e patologia
trazem esses temas muito bem).
Bom, sem mais, espero que gostem da leitura!
Antes de mais nada, precisamos deixar fixo na nossa cabeça, quais os objetivos principais
de um atendimento em pós operatório. Isso também serve de diferencial para mostrarmos
aos nossos colegas cirurgiões, as vantagens de eles encaminharem suas pacientes para a
fisioterapia. E acreditem, eles só encaminham quando têm plena certeza que seu trabalho
é bem feito e não vai prejudicar o dele. Em suma, nossos objetivos gerais são:

 Reduzir o quadro álgico


 Diminuir Edema
 Evitar hematomas e equimoses
 Evitar aderências cicatriciais
 Evitar a formação de fibroses
 Prevenir infecções

Vocês já devem imaginar que o nosso recurso principal num atendimento de pós
operatório são nossas próprias mãos. A drenagem linfática manual é um recurso
IMPRESCINDÍVEL. Logo no começo do blog, fiz uma postagem falando sobre drenagem,
que você pode clicar aqui e ler para entender algumas bases (bem básicas mesmo) do
nosso sistema linfático.
Além disso, vale a pena ressaltar que as únicas técnicas de drenagem linfática reconhecidas
pela sociedade brasileira de angiologia e linfologia são: LEDUC, VODDER E FOLDI. Não
percam o tempo de vocês fazendo cursos de outras técnicas, pois vocês não terão respaldo
científico em discussões e debates interprofissionais com os médicos, por exemplo.

Bom, ainda falando de drenagem, ela é o ponto principal para a redução de


edemas. Com a redução de edemas, muitas vezes minimizamos o processo álgico. Além
disso, a estimulação ao sistema linfático também melhora a defesa do nosso organismo,
prevenindo infecções.
Por ser uma forma de mobilização tecidual, também previne formação de aderências e
principalmente de fibroses.
Você deve estar se perguntando: Drenagem é tudo de bom, né? E a resposta é: É SIM.
Uma drenagem bem feita, respeitando a fisiologia correta do sistema linfático é 90% do
nosso tratamento em pós operatório (Sem exageros!).

Mas Sara... E o ultrasom? E o vácuo? E a Radiofrequência? e... e... e??

Temos muito recursos eletrotermofototerápicos à nossa disposição, isto é fato. O que eu


quero que vocês entendam é que, eles são apenas um COMPLEMENTO (nem sempre
necessário) ao nosso trabalho manual. Vou citar alguns recursos que vocês podem estar
unindo ao tratamento de vocês:

 Ultrassom de 3MHZ - Pode ser utilizado para melhorar a cicatrização da cicatriz


cirúrgica, por potencializar a proliferação de fibroblastos e incrementar a angiogênese,
melhorando a vascularização local e extensibilidade dos tecidos ricos em fibras colágenas,
conferindo uma melhor qualidade à aquela pele. NÃO DEVE SER USADO na fase
inflamatória devido ao seu efeito de aumento de permeabilidade das membranas, que já
está aumentada durante a fase inflamatória. Então, deixe para usar o US na fase
proliferativa. Também pode ser utilizado para tratamento de fibroses e aderências (aliado ao
tratamento manual, sempre).

Eu diria que nossas mãos e um ultrassom já estão de bom tamanho para um bom
acompanhamento pós operatório. Mas se você já possui alguns aparelhos e quer saber
de que modo pode usá-los, vamos seguir a lista:

 Microcorrentes - Também é um ótimo recurso para regeneração tecidual na fase


de cicatrização, melhorando o aporte sanguíneo, evitando necroses e prevenindo cicatrizes
hipertróficas, além de ser bactericida e possuir ação analgésica (a depender dos parâmetros
que serão utilizados).
 LED - A associação do LED vermelho com o LED verde também é utilizada com o
intuito de melhorar a nutrição da área, prevenindo necroses. Também age como anti
inflamatório e anti microbiano.

- Eu não recomendaria o uso de vácuoterapia no tratamento de aderências e fibroses,


pelo alto risco de causar deiscências das cicatrizes cirurgicas. Além do mais, a fibrose é
muito bem tratada manualmente e com o auxílio de um US.
- A radiofrequência melhoraria o aporte sanguíneo e traria estímulo aos fibroblastos para
melhorar a qualidade tecidual. Porém, só deve ser usada na fase de remodelação. Além
disso, particularmente, eu só utilizaria a RF em casos de flacidez tardia. Para outros
casos, utilizaria os recursos mais simples que já citei.
- Exercícios respiratórios devem ser trabalhados sempre, desde a fase inflamatória. Após
45 dias, a paciente deve ser orientada à realizar pequenas caminhadas.
- A prescrição de cintas e pad's na maioria das vezes fica por conta do médico. Mas
entender qual melhor indicação para cada tipo de cirurgia é muito importante para
orientarmos a paciente. Além disso, alguns médicos preferem que esta indicação seja
realizada pelo fisioterapeuta, o que vai exigir de nós este conhecimento.
- Dependendo da cirurgia, um trabalho de propriocepção e sensibilidade na área
cirurgiada será necessário (muito comum em cirurgias de mama). Estimulação com
diferentes texturas se torna bastante interessante, além de cinesioterapia para MMSS.

Como vocês podem perceber, a "fisioterapia clássica" não pode ser esquecida nem mesmo
na estética. O uso de alongamentos, flexibilização e fortalecimento também é necessário a
depender do tipo de cirurgia, tempo de pós operatório e estado de saúde do paciente.

Espero que tenham gostado do post, pessoal! Até a próxima!

Sara Neves.
0 Comentários
CATEGORIAS: ABDOMINOPLASTIA, CORRENTES, DERMATO
FUNCIONAL, DRENAGEM
LINFÁTICA,ESTÉTICA, FISIOESTETICA, LED, MICROCORRENTES, PELE, PÓS
OPERATÓRIO, ULTRASSOM

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Terapêutica por Microcorrentes (MENS)


Olá, pessoal!
Plena segunda feira de carnaval e a gente ta como? Isso mesmo, estudando e fazendo
postagem!
Hoje nós vamos conversar um pouco sobre um tema muito legal: As microcorrentes.

Há mais de 100 anos, temos relatos de efeitos terapêuticos de correntes de baixa


intensidade. Fisicamente, as microcorrentes são classificadas como correntes
alternadas de baixa intensidade.
Originalmente, as microcorrentes apresentavam amplitude de até 600µA, cuja carga é
insuficiente para excitar as fibras nervosas sensoriais, o que as classifica como "Low
Intensity Stimulators" - estimuladores de baixa intensidade. Atualmente, os estudos sugerem
que intensidades próximas à 200µA são as mais aceitas e indicadas.

Estudos relatam que as microcorrentes são subsensoriais, ou seja, não são percebidas
pelo paciente. Isto se dá pelo fato de que sua aplicação não produz ativação das fibras
nervosas sensoriais cutâneas.
Esta corrente normaliza a atividade no interior da célula, após ter sofrido algum tipo de lesão.
Daí dá-se o fato de que as microcorrentes são amplamente utilizadas no processo de
reparação de feridas e úlceras.
A adição externa de microcorrente, irá aumentar a produção de ATP (cerca de 300 a 500
%), a síntese de proteínas, a oxigenação, a troca iônica, a absorção de nutrientes, a
eliminação de catabólitos residuais, estimulando assim a drenagem linfática, e ainda
pode neutralizar a polaridade oscilante de células deficientes.
Também existem relatos do uso de microcorrentes no estímulo
à neocolagenogênese, onde já se foi amplamente demonstrado que, no processo de
fechamento das feridas, havia a formação de um denso tecido de colágeno.
Também existem evidências do uso das microcorrentes para reparação de fraturas e
aumento da osteogênese. Seu primeiro relato para este tipo de terapêutica, data de 1970.
Desde aquela época, correntes de baixa amperagem foram utilizadas para induzir
crescimento ósseo, em pacientes com fraturas não consolidadas.
A corrente possui ainda um efeito anti-inflamatório. A resolução do processo inflamatório
está intimamente ligada à efeitos já citados anteriormente: O reestabelecimento da
bioeletricidade tecidual, à sua ação no sistema linfático, à regeneração tecidual e,
consequentemente, obtenção da homeostase. Todos esses efeitos também colaboram para
resolução de edemas e relaxamento muscular, por aumentar a microcirculação.
Além de tudo isso, as microcorrentes também parecem ser bactericidas. Hoje sabemos
que, feridas infectadas, podem ter sua cicatrização comprometida. Estudos relatam que
feridas contaminadas com pseudomonas e/ou proteus, apareceram estéreis após vários
dias de eletroestimulação com microcorrentes.

Sim... mas de que forma estes benefícios podem ser


trazidos para a área da estética?

 Pós Peeling (químico ou mecânico) - Na busca de uma normalização da


camada da pele, após ter passado por um procedimento abrasivo, estimulando sua
regeneração.
 No pós operatório imediato de cirurgia plástica - Para mim, uma das
funções mais úteis das microcorrentes, na área de fisioterapia dermato funcional.
Auxilia na resolução do edema, do hematoma, da dor e da inflamação, além de
acelerar o processo de cicatrização. (Devendo tomar cuidado no seu uso em caso
de P.O de lipoaspiração).
 Em casos de acne - Devido à sua ação anti-inflamatória, bactericida e
cicatrizante
 Prevenção de envelhecimento cutâneo/rugas - Devido aos relatos do
estimulo à neocolagenogênese, as microcorrentes parecem ser bastante úteis e
promovem um linfting facial maravilhoso.
Aplicação:

- Intensidades entre 100 e 200µA, independente do tipo e extensão da lesão, são as amplitudes que
mais respondem em processos cicatriciais, quando comparadas à intensidades mais elevadas. A
intensidade de 200µA é padrão na dermato funcional e é empregada em vários tratamentos,
principalmente em pós operatórios.

- A frequência deverá ser próxima à 5HZ

- Estudos sugerem que o tempo de aplicação deverá girar em torno de 20 minutos. Dependendo do
caso, mais tempo de aplicação será necessário.

Apesar de eletrodos móveis, em "caneta", serem amplamente utilizados na área da estética


(como aqueles da imagem desta postagem); Vários estudos demonstram que o uso de
eletrodos fixos, como os auto adesivos, parecem tornar a terapia mais eficaz, por
proporcionar uma melhor distribuição da corrente terapêutica. As máscaras faciais para
aplicação de correntes, também parecem ser bastante eficazes.

As contra indicações seguem as gerais do uso de correntes e eletroterapia, ressaltando


sempre a contraindicação ABSOLUTA de aplicação sobre o útero gravídico.

Bom, então é isso pessoal! Procurem ler sobre a técnica, para entender mais a fundo as
bases fisiológicas de como tudo acontece!

Microgalvanopuntura no tratamento de
estrias
Olá pessoal, tudo bem?
Como eu amo falar de estria! haha já conversamos um pouco sobre a carboxiterapia e seus
benefícios MARAVILHOSOS no tratamento de estrias, agora chegou a vez de falar um
pouco sobre a microgalvanopuntura, que é a utilização da microcorrente galvânica nos
tratamentos estéticos.
As correntes elétricas têm sido utilizadas desde a criação da Medicina. Os primeiros relatos
do seu uso remetem da Grécia Antiga e Império Romano, para tratamento de cefaléias (dor
de cabeça) e dores em geral.
Já os primeiros relatos do uso de correntes elétricas de baixa intesidade (microcorrentes)
remetem à Medicina Oriental, com o uso da eletroacumputura.
Atualmente, podemos encontrar vários tipos de aparelhos que usam as microcorrentes para
as mais diversas finalidades tais como: tratamento de ulceras de decúbito e pós operatórios.
As microcorrentes são correntes que operam na faixa de microamperes e podem se
apresentar na forma contínua ou alternada, também podem ser chamadas de MENS (micro
electro neuro stimulation).
Hoje, nós vamos se ater aos benefícios da microcorrente galvânica (prometo voltar aqui
mais vezes falando sobre as outras formas de aplicação e tratamento), comumente
chamada de microgalvanopuntura e largamente utilizada no tratamento de estrias e rugas.

OBS: Não podemos confundir microcorrente com microgalvânica, pois a primeira é


uma corrente despolarizada e a segunda é polarizada, apesar das duas emitirem
intensidades medidas em microamperagem.
A corrente utilizada no tratamento de estrias é a monopolar de baixa intensidade, que será
distribuída em dois eletrodos de tamanhos, formas e características totalmente distintos. Os
efeitos desta técnica estão fundamentados na associação da corrente elétrica de
baixa intensidade com uma perfuração cutânea através de uma agulha
especial (AGNE, JONES; 2015).
A agulha utilizada no tratamente é de 3mm (não sendo utilizada a agulha de acunputura!).
A agulha ideal se mantém rígida, facilitando o agulhamento, diferentemente da de
acunputura que é extremamente flexível.

OK... MAS O QUE É A ESTRIA PROPRIAMENTE DITA?

A estria é descrita na literatura como uma atrofia tegumentar adquirida que faz com
que a pele fique menos elástica que uma pele saudável e desprovida de pelos e
glândulas sudoríparas.

A finalidade da microgalvanopuntura é promover uma reação inflamatória localizada (por


meio da introdução das agulhas SUPERFICIALMENTE, entre a epiderme e a derme, na
região das estrias) que desencadeia propriedades de reestruturação tecidual da pele.
A aplicação da agulha deve ser paralela com a pele com uma leve inclinação e deverá ser
num único movimento, rápido e preciso, o que diminui bastante a sensação de dor relatada
pelo paciente.
As reações inflamatórias necessárias para a regeneração da pele aparecem em poucos
minutos após a aplicação, o que pode ser facilmente notado devido à hiperemia e edema
local pós aplicação devido à liberação de substâncias locais responsáveis pela
vasodilatação e aumento da permeabilidade de vasos.
O aparelho mais comumente utilizado para a técnica é o striat, que tem um custo
benefício bastante bom para quem está iniciando na área.

OBSERVAÇÕES:

- Não utilize anestésicos para diminuição da sensação de dor da paciente, pois anestésicos
podem causar vasoconstricção, alterando os resultados do tratamento.
- Resultados satisfatórios em média com 10 sessões.
- Evitar a introdução da agulha com o equipamento desligado
- Pacientes em uso de drogas à base de corticóides e esteróides não poderão realizar o
tratamento com a microgalvanopuntura até que seja realizada a pausa dos medicamentos
(PRINCIPALMENTE ROACUTAN).
- Evitar exposição ao sol durante o tratamento
- Não associar tratamentos abrasivos (ácidos e mecânicos) no decorrer da
microgalvanopuntura.
- Técnica restrita até o fototipo III, peles acima disto deverão utilizar-se de outros
tratamentos, tais como a carboxiterapia.
- Não associar com a carboxiterapia numa mesma sessão!

Hoje eu vim trazer algumas opções de receitas saudáveis que vocês podem reproduzir no dia-a-dia,
pois utilizam ingredientes facilmente encontrados e o modo de preparo também é super simples. Vocês
também podem adaptar as receitas trocando ingredientes pelos que têm em casa ou por outros de sua
preferência.
1. MACARRÃO DE ABOBRINHA:

 Ingredientes:
- 1 abobrinha
- 150g de frango cozido e desfiado

- 2 cl. sopa molho de tomate

 Modo de preparo:
Lave a abobrinha e corte-a em fatias finas com um descascador de batatas. Corte até
chegar nas sementes.
Coloque em uma frigideira todas as fatias de abobrinha com um fio de azeite, sal light,
ervas finas e alho. Refogue com a tampa fechada, mexendo de vez em quando. O refogado
deve durar aproximadamente 2 min.
Em um refratário coloque o frango cozido e desfiado, misturado com o molho de tomate.
Esquente no microondas ou no fogão.
Junte o macarrão “fake” ou macarrão de abobrinha ao molho e está pronto!!!

(Receita de Carla Fuganti)

2. QUICHE FIT:

 Massa:
- 1/2 couve flor cozida
- 2 claras
- 3 colheres de sopa farinha de soja (pode usar a farinha de sua preferência)
- 2 colheres de sopa farelo de aveia
- temperos a gosto (sal light, ervas, alho, etc)

Bata tudo no microprocessador até formar uma massa homogênea. Acrescente 1 colher
chá de fermento em pó e misture bem.
 Recheio:
Pode usar o receio de sua preferência, sugestão:
- 2 ovos + 2 claras (já cozidos)
- 3 colheres de sopa de cottage
- 1 maço de espinafre cozido
- 1/2 brócolis cozido
Modo de preparo:

Misture bem os ingredientes e tempere a gosto.


Coloque uma camada de massa no fundo e na lateral da forma de silicone ou outra forma
untada e depois coloque o recheio acima e leve ao forno 180º por aprox. 30 min.
(Receita de Carla Fuganti)

3. BOLINHO DE MANDIOCA COM FRANGO E GERGELIM:

 Ingredientes:
- 150g de peito de frango
- 250g de mandioca
- ½ cebola
- 70g de gergelim
- sal a gosto

 Modo de preparo:
Cozinhe o frango e a mandioca. Com ajuda de um processador triture o frango. Amasse
a mandioca junto com o frango triturado e acrescente os temperos (ralar a cebola). Faça
bolinhas com a mão e logo após passe as bolinhas no gergelim. Leve ao forno pré-
aquecido por 20 min para dourar. Rende 15 unidades.

(Receita de Larissa Conte)

4. PIZZA LOW CARB:

 Ingredientes:
-1 couve-flor inteira (use também os talos)
-1 ovo
-2 claras
-280 g presunto peru ligt raladinho
-80 g polenghi frescal light (ou queijo cottage)
-12 tomates cereja em rodelas
Manjericão / Orégano

Modo de preparo:
Cozinhe a couve-flor e moa no processador - acrescente um dente de alho se quiser.

Após esfriar, junte 1 ovo e 2 claras e misture.


Leve ao forno em forma de pizza (antiaderente). 25 minutos a 220ºC são suficientes.

Quando firmar / secar, coloque o presunto, o queijo, as rodelas de tomate e as ervas.

Volte ao forno por mais 20´.

(Receita de Lúcia Diniz)

5. BOLO FIT DE BANANA COM NOZES:

 Ingredientes:
-3 bananas nanicas

-2 cl. sopa de adoçante forno e fogão


-2 ovos inteiros
-1 1/2 xic. de farinha de trigo integral/ aveia ou coco (última opção para quem deseja
sem glúten)

-1/2 xic. Nozes picadas

-1 cl. sobremesa óleo de coco (derretido no microondas)


-1 cl. chá essência de baunilha
-1 cl. chá canela
-1 cl. chá fermento
-1 pitada de sal
 Modo de fazer:
Coloque as bananas em uma tigela e amasse bem, misture o adoçante em pó. Com um
batedor, junte a mistura com os ovos, a essência de baunilha e o óleo de coco. Em outro
recipiente misture a farinha, o fermento e o sal. Adicione este último à mistura de bananas
sem bater em excesso. Por último coloque as nozes e despeje a massa numa forma de
silicone ou untada (forma tipo de pão de forma). Leve ao forno 180º pré-aquecido por 45
min. aproximadamente.

(Receita de Carla Fuganti)

6. BRIGADEIRO DE MANDIOCA:

 Ingredientes:
-100g de mandioca cozida e amassada
-50g de chocolate zero açúcar ou cacau em pó
-100ml de leite sem lactose ou extrato de soja
-1 col de sopa de pasta de amendoim
-½ col de gengibre (quantidade a gosto)
 Modo de Preparo:
Leve ao fogo até atingir a consistência de brigadeiro. Em seguida, leve ao refrigerador
para esfriar. Enrole os brigadeiros.

(Receita de Flávia Zonaro)

7. SORVETE DE CHOCOLATE COM BANANA:

 Ingredientes:
– 1 pote de iogurte desnatado sem sabor (congelado)
– 2 bananas congeladas
– 1 colher de sobremesa de mel natural
– 1 col sobremesa de cacau em pó
– nozes

 Modo de fazer:
Corte e deixe as bananas no congelador por uma noite em um saco plástico. Coloque o
iogurte para congelar 2 horas antes do preparo e retire-o do freezer junto com as bananas
5 minutos antes de fazer. Bata a banana no liquidificador no modo pulsar, pare um pouco
e depois volte, sempre olhando como está a consistência. Quando estiver igual sorvete,
pare e acrescente o iogurte. Bata só um pouco no modo normal e pare (é só para misturar
mesmo). Coloque o mel, o cacau em pó e pronto!! Agora é só acrescentar as nozes para
decorar!

(Receita de Yasmin Almeida)

8. TORTA DE PÃO INTEGRAL COM LEGUMES:

 Ingredientes:
- 1 alho poró
- 1 cenoura
- 10 vagens

- ½ abobrinha
- 3 ovos
- Sal e pimenta a gosto
 Modo de Preparo:
Corte 5 fatias de pão integral em cubos não muito pequenos e leve os mesmos ao forno
em temperatura média para ficarem crocantes. Refogue com um pouco de azeite o alho
poró cortado em rodelas fininhas, a cenoura cortada em cubos bem pequenos e as vagens
cortadas em rodelas, no final, e já com o fogo desligado, misture a abobrinha cortada em
cubinhos. Misturar em uma tigela grande: os ovos batidos até dobrarem de volume, os
legumes e os pães assadinhos. Tempere com um pouco de sal e pimenta e, por cima, regue
um fio de azeite. Misture bem até que o pão esteja bem molhado no ovo. Coloque no
forno e temperatura média, por aproximadamente 40min e até que fique mais douradinha
por cima.

(Fonte: Instagram receitasbasicas_fit)

9. CREPIOCA:

 Ingredientes:
- 1 ovo
- 1 col de goma de tapioca
- 1 col de aveia (farinha ou flocos)
Modo de Preparo:
Bata levemente o ovo com o garfo até misturar gema e clara. Acrescente a goma de
tapioca, a aveia e uma pitada de sal.

 Recheio:
Você pode rechear como quiser, gosto de usar frango desfiado, queijo coalho, orégano,
temperos, fica parecendo uma pizza. Também pode transformar em uma crepioca doce
não adicionando o sal e sim uma colher de sobremesa de cacau em pó, recheando co
banana, pasta de amendoim, etc.

10. MOUSSE DE MARACUJÁ:

 Ingredientes:
- 100ml de suco de maracujá concentrado
- 2 potes de iogurte natural desnatado
- 6 col sopa de de leite em pó desnatado
- 4 col sopa de açúcar demerara ou mascavo

 Modo de Preparo:
Bata tudo no liquidificador. Coloque em taças e leve ao refrigerador por no mínimo 3
horas. Se preferir, depois de firme, você pode colocar um pouco de polpa de maracujá
para decorar.

Endermoterapia, Dermotonia e
Vacuoterapia: Diferenças entre as
técnicas
Olá Pessoal, tudo bem com vocês?
Hoje nós vamos tocar num assunto que ainda não conversamos aqui no blog: As terapias
por pressão negativa, suas diferenças, indicações e efeitos fisiológicos.
Pois bem, com a popularização das terapias por pressão negativa, muitos nomes
começaram a surgir no mercado, causando um pouco de confusão quanto a diferença de
utilização de determinadas técnicas. Antes de começar falando sobre cada uma delas,
temos que ter em mente o seguinte: As técnicas utilizam-se de um aparelho de vácuo e de
ventosas, a diferença está no método.
Bom, a ventosaterapia é um método terapêutico milenar que remete aos antigos Egípcios,
sendo descrito no Evers Papyrus, o texto médico mais antigo que se tem conhecimento, de
1.550 a.C. A técnica também foi relatada por diversos outros nomes bastante conhecidos,
tais como Galeno e Hipócrates até ser incorporado na Medicina tradicional Chinesa,
trazendo diversos benefícios para a humanidade.
O tratamento com ventosas baseia-se em acessórios de vidro, plástico ou outro material em
formato de "copo", que utiliza pressão negativa por meio de um aparelho de vácuo, podendo
realizar uma massagem nos tecidos, para aumentar a sua oxigenação e ativar a circulação.
Antes de passar para a próxima parte da postagem, espero que isso esteja bastante claro
para vocês: Tudo se trata, de certa forma, de "ventosaterapia", por utilizar ventosas
para fins terapêuticos. E todas essas técnicas trabalham com pressão negativa por
meio de um aparelho a vácuo. No entanto, o termo ventosaterapia tem sido utilizado
para a técnica que provém da medicina tradicional chinesa que é totalmente diferente
da terapêutica utilizada em dermato, ok?
Dermotonia
Começando por partes, vamos falar primeiro, de forma sucinta, o que é a dermotonia. Ela
consiste em uma técnica que utiliza-se do aparelho de vácuo, aplicado manualmente, para
se obterem efeitos fisiológicos gerais da ventosaterapia, tais como: Favorecer trocas
gasosas, aumentar a mobilidade de líquidos corporais, Aumento do trofismo e melhora do
tônus muscular.
O que torna a técnica particular é que ela vai se basear em uma coisa
chamada "Dermalgia reflexa".
A Dermalgia reflexa foi primariamente descrita por Henri Jarricot, em 1933. Resumidamente,
ela diz quequando ocorre uma perturbação de um órgão interno, de uma articulação,
de um músculo ou de um vaso, irá haver uma modificação no revestimento cutâneo,
as chamadas "Áreas de tensionamento ou de congestionamento" que serão identificadas na
pele por meio da técnica "Palper-Rouler" (Em português, "Palpar e Rolar") que por meio da
palpação da pele, irá identificar essas áreas devido a dor referida pelo paciente.
A partir daí, a técnica de Dermotonia consiste em: Avaliação das áreas tensionadas por
meio da técnica Palper-Rouler, Aplicação do vácuo associado à técnicas de massagem
clássica, massagem reflexa e drenagem linfática de vodder. Resultando em um
descongestionamento dessas áreas e consequentemente redução da dor do paciente.
As ventosas utilizadas são de diversos tamanhos, são leves e podem ser utilizadas nos
modos: Fraco, médio e forte. A utilização de malhas sobre a pele do paciente não se faz
necessário pois precisa-se observar claramente a eliminação das zonas tensionadas.
Diferentemente do uso da ventosaterapia na medicina tradicional chinesa, a dermotonia não
faz uso de cremes ou óleos.
Bom gente, a técnica é complexa e exige estudo. Existem capítulos completos de livros
que falam sobre seu uso, modos de uso e tudo mais. Vale a pena pesquisar e ler a respeito.
Falei de forma sucinta aqui, pois o intuito da postagem é DIFERENCIAR as técnicas e
não detalhá-las a fundo.

Endermoterapia e Vácuoterapia
Sim, são sinônimos. O termo "Vacuoterapia" é mais recente e, particularmente, acho ele
bastante generalista. Prefiro usar Endermoterapia.
A endermoterapia foi descrita nos anos 90 na Europa e só depois chegou ao nosso país.
Trata-se basicamente de uma massagem mecânica estética com o aparelho de
eletrosucção (o vácuo) com ventosas de tamanho maior e que podem ou não conter
rolos motorizados, capazes de realizar uma massagem profunda por meio da sucção,
fazendo uma dobra na pele.
Para a técnica é indicado o uso de malhas, pois oferecem um maior conforto para o paciente,
em virtude de deslizarem melhor.
A endermologia atua mecanicamente nos sistemas venoso e linfático, com a finalidade de
regular o equilíbrio hidrico, a circulação de nutrientes e eliminar as toxinas dos tecidos. A
endermoterapia é comumente utilizada no tratamento do Fibroedema Gelóide
(Celulite), Gordura Localizada, Flacidez, Quebra de fibrose, dentre outras utilizações
em pré e pós operatório.
Seus efeitos fisiológicos também são os efeitos "Gerais" da ventosaterapia que já foram
citados. Merecendo destaque: Melhora do aporte sanguíneo aos tecidos, Aumento da oferta
de O2 e nutrição celular, aumento da eliminação de resíduos tóxicos,
melhora/recuperação/manutenção das funções do sistema linfático, além de estimulação
dos fibroblastos para a produção de colágeno e elastina.

Contra indicações:

Tumores Cutâneaos
Dermatoses
Doenças infecciosas evolutivas
Hipertensão
Hérnia
Doenças Vasculares
Doenças Reumáticas inflamatórias

Cuidados:

Não realizar no primeiro trimestre gestacional


Não estimular sobre os seios carotídeos
Zona umbilical e ignal

Bom pessoal, espero que a postagem tenha sido útil e que tenha ficado claro na cabecinha
de vocês as diferenças básicas entre as técnicas. Logo de início, tanta nomenclatura só
fazia causar confusão na minha cabeça.

Terapia por radiofrequência


Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Finalmente o tão prometido post sobre radiofrequência! Andei postando alguns


antes/depois de resultados com a radiofrequência no instagram do blog, e choveu de gente
falando que gostaria de uma postagem à respeito do tema!
No último ano, tenho trabalhado em cima de uma pesquisa científica, um ensaio clínico
randomizado, justamente sobre a radiofrequência. Li e reli tantas coisas a respeito do tema,
que acabei deixando de falar sobre ele aqui.
Mas como promessa é dívida, aqui estou eu!
A terapia por radiofrequência já é utilizada há mais de 15 anos para fins estéticos, sendo
mais antiga no tratamento de outras patologias (cerca de 90 anos).
Trata-se de uma onda eletromagnética, que se propõe tratar várias afecções da pele, tais
como: Flacidez, FEG (celulite), Fibroses, Lipodistrofia localizada, entre outros.
Mas de que modo essa energia atua no nosso organismo? Quais os efeitos
fisiológicos que justificam seu uso? Falaremos sobre isso no decorrer da postagem!
Antes de mais nada, gostaria de salientar que independente de qual seja o seu aparelho de
radiofrequência (capacitiva ou resistiva), os efeitos fisiológicos serão os mesmos,
decorrentes da produção de calor, ok? Agora vamos lá:

Tipo de Manopla
Basicamente, existem 3 tipos de manoplas: Monopolar, Bipolar e Tripolar.
A manopla monopolar, necessita da utilização de uma placa de retorno, que ficará fora
do local tratado, para gerar um fluxo de corrente entre os dois eletrodos. Ou seja: a placa de
retorno serve apenas para fechar o circuito. Manoplas como esta, geralmente são
capacitivas e o aquecimento tecidual ocorre de forma mais lenta.
As manoplas bipolares são resistivas (dispensam o uso da placa de retorno) e promovem
um aquecimento muito mais rápido, exigindo atenção redobrada do profissional, para evitar
queimaduras.
Quando falamos de manoplas tripolares (ou tetrapolares, hexapolares, octapolares),
temos que ter em mente que só existem dois polos: positivo e negativo. Ou seja, essas
manoplas pegam uma maior área corporal, agilizam o tratamento, porém se comportam
como uma manopla bipolar, fisicamente falando. Resumidamente: aplicador de 3
ponteiras, porém bipolar.
Efeitos Fisiológicos
A passagem da corrente eletromagnética irá gerar agitação de moléculas e íons, nos
nossos tecidos biológicos. Essa agitação, acaba forçando a colisão das moléculas e íons,
gerando calor. Com a elevação da temperatura tecidual, teremos inúmeros efeitos
fisiológicos, tais como: Vasodilatação, que irá gerar uma melhor irrigação sanguínea e
linfática, resultando num maior aporte de oxigênio e outros nutrientes para a área,
aumentando o metabolismo tecidual local, que irá estimular a atividade de respiração
endocelular e expulsão de catabólitos tóxicos.
Além disso, o efeito térmico da radiofrequência, promove realinhamento das fibras
colágenas, sem rompê-las. Por meio da elevação da temperatura, também conseguimos
estimular nossos tão amados fibroblastos, dando origem à produção de um novo colágeno.
Você pode dar uma lida sobre as proteínas de choque térmico, se quiser entender mais a
fundo, molecularmente falando, de que forma este colágeno será estimulado e formado.
Basicamente, o aumento da temperatura irá produzir um estímulo do TGF-beta que, por
sua vez estimula a formação de HSP-47, que é uma proteína que protege o pró colágeno
tipo I, durante sua síntese e secreção. Somente na presença dessa proteína de estresse,
as moléculas de colágeno do tipo I poderão ser organizadas na forma tridimensional correta
de tripla hélice.

Entendido isso, conseguimos visualizar como ele


age em cada patologia, né?
Resumidamente:

- Se temos flacidez, e produzimos um novo colágeno, temos melhora no aspecto daquela


pele.
- Se temos FEG (celulite), a paciente irá apresentar um quadro de fibrose, congestão
circulatória, edema e drenagem linfática comprometida. Ao estimularmos a circulação e
metabolismo local, estaremos melhorando o aspecto daquela pele.
- Se temos uma paciente com a pele desvitalizada e com rugas, estaremos promovendo
rejuvenescimento, não só pela formação de colágeno, como pela sua ação anti oxidante
(eliminando catabólitos).

Mas.... e a gordura localizada?


Os estudos científicos isoladamente à respeito do tema são escassos, ou com metodologias
incertas. Os poucos estudos que existem, justificam o uso do aparelho para provocar dano
aos adipócitos, que são as células do tecido adiposo.
Dessa forma, ao ocasionar o choque entre as moléculas e íons, a radiofrequência
promoveria a termólise dos adipócitos, causando morte celular e diminuição da
lipodistrofia localizada.
Outros estudos experimentais também mostram que a RF é capaz de aumentar a taxa de
apoptosedos adipócitos.
No entanto, mais estudos experimentais são necessários para provar a eficácia da terapia
na gordura localizada.

O que podemos dizer é que a RF é praticamente um padrão ouro para tratamento de


flacidez. Os resultados são bastante expressivos e está muito bem documentado
cientificamente, o estímulo aos fibroblastos.

Níveis de temperatura
Apesar de não existir um consenso na literatura à respeito de que faixa de temperatura
utilizar em cada patologia, algumas parecem dar mais certo.
Para tratamento de fibroses, queremos apenas o efeito de flexibilização, sem produção de
mais colágeno, ou retração tecidual, para não "endurecer" mais a área. Sendo assim,
recomenda-se utilização de temperaturas por volta de 35-36ºC, onde iremos obter uma
diminuição da densidade do colágeno.
Já para flacidez, queremos o estímulo aos fibroblastos, então utilizaremos temperaturas
mais elevadas, entre 39-41ºC, onde iremos obter um aumento da densidade do
colágeno.

Note que existem patologias, como o FEG misto, que apresenta quadro de fibrose e flacidez
associados. Sendo assim, as áreas deverão ser tratadas com diferentes níveis de
temperatura, a depender da necessidade.

Falar de tempo de aplicação fica um pouco difícil, pois depende muito da área de cada
manopla. No geral, o que alguns artigos científicos sugerem, é 5 minutos de aplicação,
após atingir a temperatura ideal, a cada 10cm².

Bom pessoal, espero que a postagem tenha sido útil! Como eu sempre digo, uma postagem
nada mais é que um resumo, e jamais substituirá a leitura de livros e artigos científicos, para
quem se interessa mais afundo a respeito do tema.

Ventosaterapia
Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Desde que eu fiz o curso de ventosaterapia e postei algumas fotos no instagram do blog
(@blogfisioestetica), choveu de gente falando que queria saber um pouco mais sobre a
técnica e pedindo post!
E como o pedido de vocês é uma ordem, aqui estou eu! haha.
A técnica não é especificamente voltada para a estética (apesar de poder ser aliada à alguns
tratamentos), Mas é uma terapia alternativa oriunda da Medicina Tradicional Chinesa que
pode ser mais um diferencial a ser oferecido aos nossos pacientes.
Breve Histórico
Desde os tempos mais primitivos, os povos antigos criavam técnicas terapêuticas para o
manejo das doenças. Algumas dessas técnicas perduram até hoje.
Os relatos dos primeiros indícios do uso da ventosaterapia, remete ao Egito Antigo,
chegando a ser utilizada pelos Índios nas Américas, com o uso de chifres de animais. A
técnica também foi descrita por Hipócrates e Galeno, que contribuíram para as bases
teóricas da técnica.
É na China, com a Medicina Tradicional chinesa, que existe há mais de 3000 anos, que a
técnica ganha respaldo e uma maior aplicabilidade, sendo praticada com bambus, até que
com o passar do tempo, os europeus adaptaram a técnica e criaram as ventosas de vidro.

Mas o que é a ventosaterapia?


Trata-se, basicamente, da utilização de ventosas, que irão promover uma sucção local na
pele do paciente, estimulando a circulação sanguínea e liberando as toxinas do
sangue.
Vocês já devem ter percebido alguns atletas que ficam com marcas "arrocheada"s devido
ao uso das ventosas. Pois bem, quanto mais toxinas o sangue da pessoa possuir, mais
escura será a marca que ficará sobre a pele do paciente. Muitas vezes o que fica é
apenas uma hiperemia local transitória.
Em fisioterapia, utilizamos MUITO as ventosas, não só com o intuito de liberar as toxinas do
sangue, mas também para aproveitar o efeito mecânico que a ventosa nos proporciona.
Ou seja, podemos empregá-las no alívio de pontos de tensão, liberação miofascial,
tensão muscular generalizada, dores, fibroses, aderências cicatriciais, tecidos com
pouca mobilidade e muito mais! Com o aumento da vascularização local, temos uma
melhor nutrição dos músculos, além de aumento do metabolismo para resolução de alguns
quadros inflamatórios (como as tendinites); Além disso, pode ser utilizada com o intuito
relaxante em massagens, um diferencial que o cliente ama.

Tipos de aplicação
As ventosas podem ser aplicadas de forma PONTUAL (geralmente quando há trigger
points) ou por DESLIZAMENTO para alívio de tensões gerais e liberação miofascial.
A aplicação de forma pontual deverá ser até 5 minutos, devendo ser retirado antes disso,
em casos de muitas toxinas no sangue (quando fica bastante roxo em pouco tempo). Já a
forma por deslizamento, deve ser aplicada o tempo que for necessário para liberarmos
aquela área, e isso varia de paciente para paciente e de patologia para patologia.

A pressão que utilizaremos na pistola para criar o vácuo nas ventosas, irá variar de acordo
com as necessidades individuais de cada paciente, podendo variar de 1 à 3 "puxadas".

A técnica dói?
Ao ver a pele de alguns pacientes em tons de roxo, podemos ter a impressão de que a
técnica é extremamente dolorosa. Não é. Há um desconforto, claro, principalmente se o
ponto de tensão do paciente estiver ativo, mas é um desconforto suportável e que
compensa o alivio pós aplicação.

Contra indicações
Micoses, Ferimentos abertos, Psoríase, Dermatites em geral, Infecções, Câncer, TVP, Risco
para embolia, cardiopatas*, Distúrbios de sensibilidade e gestantes*

*Podem realizar com autorização médica.

Material
Existem muitos kits de ventosa no mercado, alguns mais baratos que outros, porém quase
todos importados da china. O que devemos tomar cuidado é que as vezes, ventosas muito
baratas, não possuem a sucção adequada ou são frágeis demais.
Logo Logo o meu kit de ventosas chega (o mesmo que eu aprendi e foi indicado no curso)
e eu posso fazer uma resenha dele para vocês, o que acham?

Bom pessoal, é isso! Acho válido para quem se interessa por terapias alternativas, procurar
fazer um curso!
Por se tratar de vácuo e ventosas, também podemos abordar terapeuticamente a celulite
(FEG) e as estrias. PORÉM exige um trabalho manual muito maior do que quando
utilizamos um aparelho de vácuo como o endermo, mais apropriado para essas
situações!
sexta-feira, 25 de novembro de 2016

4 tratamentos que podem ser realizados


com o aparelho de vácuo
Olá, queridas! Tudo bem?

Hoje eu vim falar sobre um aparelho muito legal, que frequentemente as pessoas
subestimam: O vácuo (também conhecido como endermo).
Além de ser um aparelho com um ótimo CUSTO X BENEFÍCIO, podemos fazer inúmeros
tratamentos com este aparelho para as mais variadas patologias: rugas, flacidez, gordura,
celulite. Hoje eu escolhi apenas 4 tratamentos para mostrar a vocês o quanto este
aparelhinho simples pode nos ser útil:
1- Potencializando a limpeza de pele com extração à
vácuo:
Fonte: Google Imagens

Dá pra tornar a sua limpeza de pele muito mais rica ao realizar a extração de comedões
à vácuo. A caneta extratora é acoplada ao equipamento de vácuo e muitas vezes já é
vendida juntamente com o aparelho. As clientes amam este diferencial por causar menos
dor na hora de extrair os comedões, além de facilitar a vida da profissional que não precisa
perder muito tempo extraindo à mão. A limpeza de pele fica um luxo, a cliente fica
satisfeita, você economiza tempo e o melhor de tudo: Você pode cobrar um preço
diferencial pela limpeza! Vale a pena experimentar! (Lembrando que existem cursos
específicos de limpeza de pele utilizando a técnica e é muito interessante que as
profissionais se capacitem para não machucar a paciente na hora de utilizar o vácuo na
região da face).

2- PUMP UP - Bumbum na nuca!


As ventosas pump são específicas para serem usadas na região de glúteos e são mais um
diferencial que podem ser acopladas ao aparelho de vácuo. A técnica que ficou conhecida
como "Bumbum na nuca" é super procurada pelas clientes e rende resultados maravilhosos.
Porém, a técnica tem que ser realizada com sabedoria! De nada adianta deixar a
paciente 40 minutos no vácuo... Ela vai sair com o bumbum empinadinho da clínica mas, a
longo prazo, vai ficar toda flácida! Por isso, sempre associe o uso das ventosas pump
(numa mesma sessão) com outras técnicas, tais como: Eletroestimulação,
radiofrequência, cosmetologia, etc. E lembrem-se: não deixem a paciente mais do que 10
minutos no vácuo para evitar o efeito rebote da flacidez. Aqui um resultado maravilhoso
de pump up usado da forma correta:

Fonte: Google Imagens

Show, né? As clientes AMAM e voltam para mais sessões, com toda certeza!
3- Peeling de Diamante

Fonte: Google Imagens

O kit das ponteiras de diamante utilizado na realização do peeling também é mais um


acessório que pode ser acoplado ao aparelho. O peeling de diamante é uma técnica
maravilhosa que remove as células mortas, afina a camada córnea, suaviza linhas de
expressão e clareia algumas manchinhas de origem não hormonal. Vou fazer uma
postagem falando exclusivamente sobre a técnica, seus efeitos fisiológicos e indicações.
Como o post é mais para mostrar como o vácuo é multiuso, eu não vou me ater muito falando
sobre.
O tratamento é um dos mais procurados nas clínicas de estética e rende lindos resultados
para as pacientes! Pode ser acoplado na limpeza de pele, em protocolos de
rejuvenescimento, de hidratação facial e até mesmo de manchas. Sem dúvidas, um dos
meus tratamentos preferidos com o vácuo.

4- Massagem modeladora
Fonte: Google Imagens

As ponteiras corporais que já vêm inclusas no aparelho são maravilhosas


para potencializar os resultados da massagem modeladora e garantir aquela cinturinha
fina que as pacientes sempre estão à procura! Economizamos tempo e energia na
realização da massagem e conseguimos efeitos mais que satisfatórios. A paciente reduz
MEDIDAS desde a primeira sessão. Vale ressaltar que, se além de reduzir medidas, você
deseja fazer um tratamento para redução de gordura, devem-se usar outros tratamentos
associados, tais como a Criolipólise e o Ultrassom de alta potência, por exemplo.

Bom gente, é isso! Praticamente todas as marcas de aparelho têm sua versão de aparelho
de vácuo, nos mais variados preços e vantagens. Cabe a você escolher qual se adequa
melhor à sua realidade!
sábado, 30 de julho de 2016

Endermoterapia, Dermotonia e
Vacuoterapia: Diferenças entre as
técnicas
Olá Pessoal, tudo bem com vocês?
Hoje nós vamos tocar num assunto que ainda não conversamos aqui no blog: As terapias
por pressão negativa, suas diferenças, indicações e efeitos fisiológicos.
Pois bem, com a popularização das terapias por pressão negativa, muitos nomes
começaram a surgir no mercado, causando um pouco de confusão quanto a diferença de
utilização de determinadas técnicas. Antes de começar falando sobre cada uma delas,
temos que ter em mente o seguinte: As técnicas utilizam-se de um aparelho de vácuo e de
ventosas, a diferença está no método.
Bom, a ventosaterapia é um método terapêutico milenar que remete aos antigos Egípcios,
sendo descrito no Evers Papyrus, o texto médico mais antigo que se tem conhecimento, de
1.550 a.C. A técnica também foi relatada por diversos outros nomes bastante conhecidos,
tais como Galeno e Hipócrates até ser incorporado na Medicina tradicional Chinesa,
trazendo diversos benefícios para a humanidade.
O tratamento com ventosas baseia-se em acessórios de vidro, plástico ou outro material em
formato de "copo", que utiliza pressão negativa por meio de um aparelho de vácuo, podendo
realizar uma massagem nos tecidos, para aumentar a sua oxigenação e ativar a circulação.
Antes de passar para a próxima parte da postagem, espero que isso esteja bastante claro
para vocês: Tudo se trata, de certa forma, de "ventosaterapia", por utilizar ventosas
para fins terapêuticos. E todas essas técnicas trabalham com pressão negativa por
meio de um aparelho a vácuo. No entanto, o termo ventosaterapia tem sido utilizado
para a técnica que provém da medicina tradicional chinesa que é totalmente diferente
da terapêutica utilizada em dermato, ok?

Dermotonia
Começando por partes, vamos falar primeiro, de forma sucinta, o que é a dermotonia. Ela
consiste em uma técnica que utiliza-se do aparelho de vácuo, aplicado manualmente, para
se obterem efeitos fisiológicos gerais da ventosaterapia, tais como: Favorecer trocas
gasosas, aumentar a mobilidade de líquidos corporais, Aumento do trofismo e melhora do
tônus muscular.
O que torna a técnica particular é que ela vai se basear em uma coisa
chamada "Dermalgia reflexa".
A Dermalgia reflexa foi primariamente descrita por Henri Jarricot, em 1933. Resumidamente,
ela diz quequando ocorre uma perturbação de um órgão interno, de uma articulação,
de um músculo ou de um vaso, irá haver uma modificação no revestimento cutâneo,
as chamadas "Áreas de tensionamento ou de congestionamento" que serão identificadas na
pele por meio da técnica "Palper-Rouler" (Em português, "Palpar e Rolar") que por meio da
palpação da pele, irá identificar essas áreas devido a dor referida pelo paciente.
A partir daí, a técnica de Dermotonia consiste em: Avaliação das áreas tensionadas por
meio da técnica Palper-Rouler, Aplicação do vácuo associado à técnicas de massagem
clássica, massagem reflexa e drenagem linfática de vodder. Resultando em um
descongestionamento dessas áreas e consequentemente redução da dor do paciente.
As ventosas utilizadas são de diversos tamanhos, são leves e podem ser utilizadas nos
modos: Fraco, médio e forte. A utilização de malhas sobre a pele do paciente não se faz
necessário pois precisa-se observar claramente a eliminação das zonas tensionadas.
Diferentemente do uso da ventosaterapia na medicina tradicional chinesa, a dermotonia não
faz uso de cremes ou óleos.
Bom gente, a técnica é complexa e exige estudo. Existem capítulos completos de livros
que falam sobre seu uso, modos de uso e tudo mais. Vale a pena pesquisar e ler a respeito.
Falei de forma sucinta aqui, pois o intuito da postagem é DIFERENCIAR as técnicas e
não detalhá-las a fundo.

Endermoterapia e Vácuoterapia
Sim, são sinônimos. O termo "Vacuoterapia" é mais recente e, particularmente, acho ele
bastante generalista. Prefiro usar Endermoterapia.
A endermoterapia foi descrita nos anos 90 na Europa e só depois chegou ao nosso país.
Trata-se basicamente de uma massagem mecânica estética com o aparelho de
eletrosucção (o vácuo) com ventosas de tamanho maior e que podem ou não conter
rolos motorizados, capazes de realizar uma massagem profunda por meio da sucção,
fazendo uma dobra na pele.
Para a técnica é indicado o uso de malhas, pois oferecem um maior conforto para o paciente,
em virtude de deslizarem melhor.
A endermologia atua mecanicamente nos sistemas venoso e linfático, com a finalidade de
regular o equilíbrio hidrico, a circulação de nutrientes e eliminar as toxinas dos tecidos. A
endermoterapia é comumente utilizada no tratamento do Fibroedema Gelóide
(Celulite), Gordura Localizada, Flacidez, Quebra de fibrose, dentre outras utilizações
em pré e pós operatório.
Seus efeitos fisiológicos também são os efeitos "Gerais" da ventosaterapia que já foram
citados. Merecendo destaque: Melhora do aporte sanguíneo aos tecidos, Aumento da oferta
de O2 e nutrição celular, aumento da eliminação de resíduos tóxicos,
melhora/recuperação/manutenção das funções do sistema linfático, além de estimulação
dos fibroblastos para a produção de colágeno e elastina.

Contra indicações:

Tumores Cutâneaos
Dermatoses
Doenças infecciosas evolutivas
Hipertensão
Hérnia
Doenças Vasculares
Doenças Reumáticas inflamatórias

Cuidados:

Não realizar no primeiro trimestre gestacional


Não estimular sobre os seios carotídeos
Zona umbilical e ignal

Bom pessoal, espero que a postagem tenha sido útil e que tenha ficado claro na cabecinha
de vocês as diferenças básicas entre as técnicas. Logo de início, tanta nomenclatura só
fazia causar confusão na minha cabeça.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016


Entendendo a Criolipólise
Oi meus amores, tudo bem com vocês?

Este é o nosso ÚLTIMO post de 2016! Perguntei no instagram do blog que assunto vocês
gostariam de ver na nossa última postagem do ano e adivinhem? Choveeeeeu de gente
cobrando um post de criolipólise por aqui!
Pois é gente, apesar da técnica já ser plenamente consagrada na prática clínica e
principalmente pela mídia, nós ainda não tínhamos nenhum post falando a respeito!
Gostei da proposta de vocês pedirem crio. Hoje em dia, é uma das técnicas que tem mais
estudos científicos publicados na nossa área (creio que só perde para a quantidade de
estudos de ultrassom). Ao longo da postagem vou fazer questão de trazer referência de
artigos científicos pra vocês!
Nos últimos anos, uma variedade enorme de tratamentos não invasivos para a redução de
gordura localizada surgiram, dentre eles: a radiofrequência, o ultrassom focalizado de alta
potência, o laser de baixa intensidade e a criolipólise. Cada uma dessas técnicas atua de
modo diferente na redução de gordura no nosso organismo. Vamos ao post:

A criolipólise trata-se de uma técnica completamente diferente das outras que já são
conhecidas no mercado a mais tempo. O princípio da tecnologia de baseia na suposição
que os adipócitos são mais suscetíveis à temperaturas muito baixas do que outras
células do nosso organismo.
A aplicação seletiva de baixas temperaturas em áreas específicas encaminharia os
adipócitos para a apoptose, processo de morte celular programada. E é por isso que
os resultados são observados a longo prazo: até 3 meses após a aplicação. Porque
diferentemente de uma injúria direta às células, o processo de morte celular programada
leva um tempo.
Esse processo de morte celular programada se daria ao fato das baixas temperaturas
causarem um dano mitocondrial aos adipócitos. E, como nós ja bem sabemos, sem a
mitocôndria, a célula não sobrevive.
A criolipólise também desencadeia um processo inflamatório, onde irá gerar toda a cascata
da inflamação. Sendo assim, por volta dos 14-30 dias após a aplicação da técnica é que
macrófagos e outras células fagocíticas irão digerir as células de gordura como forma
de resposta natural à qualquer injúria feita ao nosso organismo. E mais uma vez temos
o motivo pelo qual o resultado da aplicação só é visto à longo prazo!

Já existem mais de 60 estudos que comprovam a eficácia da criolipólise, tanto em modelo


animal quanto humano. Os estudos variam quanto à porcentagem de redução de gordura
por sessão, mas alguns chegam a demonstrar resultados de até 40% em uma única
aplicação.
A aplicação é bastante simples, é acoplada uma manopla na região a ser tratada, que
através da sucção por vácuo, direciona a região a ser tratada para dentro da manopla. Em
seguida a temperatura vai decaindo e a sessão dura em torno de 60 minutos.
Ano passado tive a honra de conhecer a Patrícia Froes e, foi justamente num minicurso com
ela, que se debateu bastante a questão dos parâmetros de temperatura. Ela fez questão de
salientar por diversas vezes que, por mais que os aparelhos permitam, nunca devemos
usar temperaturas abaixo de -12 graus, para evitar as complicações por queimaduras!
Diversas áreas do corpo podem ser tratadas, tais como: Abdomen, flancos, costas,
interno de coxas, glúteos, etc; e mais de uma área pode ser tratada numa mesma
sessão.
O intervalo recomendado entre uma sessão e outra é de 90 dias, para que todo aquele
processo que a gente falou, já tenha se dado por completo. Além disso, para aplicar a técnica
no Brasil, necessita-se de um curso de capacitação.

Alguns Estudos:
Esse último estudo (foto acima) é bastante interessante pois comparou a ultracavitação
com a criolipólise. Nos resultados, a redução de gordura localizada de ambas as
técnicas foram semelhantes, sem diferença estatística.
Porque eu fiz questão de trazer isso? Porque nós sabemos que uma máquina de
criolipólise passa dos 70 mil reais (ou aluguel de 1.500 reais para cada 12h com a máquina)
e nem todo mundo tem como investir de cara.
As outras técnicas mais baratas e mais antigas dão resultado? Dão sim!
Então qual a diferença? A diferença está em que a quantidade de gordura que reduz em
uma única sessão de criolipólise, precisamos fazer em média 10 sessões de outra técnica
para conseguir o mesmo resultado. Porém, temos resultados satisfatórios SIM! Não se
desespere se você está entrando agora neste mercado e não tem como oferecer a crio aos
seus pacientes.... existem outros caminhos, ok?

Resultados da Criolipólise:
SIMMMMM, não é mágica! É Criolipólise! Show de bola, né gente? Lembrando, mais uma
vez, que esse resultado pode aparecer até 3 meses após a aplicação, então, paciência!
As contraindicações para a realização da crio são todas aquelas gerais ao uso de
eletrotermofototerapia e a mais importante de todas é alteração de sensibilidade. Jamais
apliquem em um paciente que tenha a sensibilidade alterada ok?

Então é isso gente, espero que vocês tenham gostado! Ainda vou voltar por aqui mais
algumas vezes pra falar de alguns pontos da crio que devem ser abordados! Podem
aguardar!
Se vocês quiserem ler outros posts com técnicas para gordura localizada, nós já falamos
sobre:

Ultrassom Focalizado (Clique Aqui)


Ultrassom de 1 e 3MHZ: Vale a pena investir? (Clique Aqui)
Eletrolipólise (Clique Aqui)
Heccus Turbo (Clique Aqui)

Então é isso, pessoal! Um Feliz 2017 repleto de paz, alegria e realizações pessoais e
profissionais! Obrigada por acompanharem o Blog, Vocês tornaram 2016 um ano super
especial! Desejo muito sucesso a todas vocês! Até ano que vem!
Fica comigo no instagram do blog @blogfisioestetica que tô sempre dando umas diquinhas
e fazendo resenhas de produtos que não posto por aqui! beijossss

Sara Neves.
0 Comentários
CATEGORIAS: BLOG, CRIOLIPÓLISE, DERMATO
FUNCIONAL, ELETROLIPÓLISE, ESTÉTICA,FISIOESTETICA, GORDURA
LOCALIZADA, PELE, ULTRASSOM

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ultrassom focalizado: Tecnologia HIFU


para o tratamento de gordura localizada
Oi Pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje nós vamos conversar sobre uma abordagem terapêutica chamada Ultracavitação
focalizada ou Lipocavitação ou, como a mídia sensacionalista costuma chamar... LIPO
SEM CORTES! haha.
A lipocavitação é uma técnica bastante sedimentada e utilizada para o tratamento de
gordura localizada desde muito antes da chamada "Era da Criolipólise", onde os
profissionais passaram a optar cada vez mais por técnicas "mais na moda" e acabaram
esquecendo de utilizar um recurso mais barato e que nos rende ótimos resultados.
É claro que a crio revirou e revolucionou os protocolos e as abordagens utilizadas para tratar
adiposidade localizada. O que eu quero mostrar é que existem (sempre existiram) outras
alternativas para quem gosta de abordar de diversas formas a mesma patologia. Ou, para
aqueles profissionais que estão começando e ainda não tem recursos ou público
suficiente para arcar com os custos da compra ou aluguel da criolipólise.
Eu sou bastante suspeita para falar do ultrassom focalizado... gosto muito da proposta da
técnica. Além do mais, o ultrassom é um dos recursos mais bem estudado e detalhado
nos estudos científicos que temos na área da dermatofuncional. Sabemos seu efeito a
curto, médio e longo prazo: O que o torna uma técnica bastante segura e com respaldo
científico.

A ultracavitação é uma onda de ultrassom com uma frequência diferenciada seletiva, onde
há uma produção de energia ultrassônica de alta potência, gerando um alto nível de
cavitação instável num determinado ponto ou região.
O fenômeno ultracavitacional se baseia na formação de microbolhas próximas aos
adipócitos. Essas microbolhas serão rompidas (emplodidas) durante o tratamento e,
como estão próximas aos adipócitos, também acabam fragmentando as membranas
das células de gordura e promovendo a liberação do conteúdo da célula.
Existem dois tipos de ultracavitação: A de baixa frequência não focalizada (que não gera
efeito térmico) e a de Alta potência focalizada (HIFU - High intensity focused ultrassound)
que possui efeito térmico e é o tema da nossa postagem.

Como podemos notar na foto acima, o feixe focalizado atinge seletivamente determinadas
áreas e concentra energia em um único ponto, se tornando assim, uma técnica potente e
mais lesiva às células de gordura.

Os principais mecanismos de ação são:

Efeito Mecânico: Cavitação, levando a ruptura da membrana celular dos adipócitos.

Efeito Térmico: Lesão térmica da membrana celular, além de outros efeitos térmicos como
vasodilatação e melhora da microcirculação. Isso aumenta o metabolismo local, que leva a
uma maior redução, não somente de gordura, mas também do aspecto celulítico. Esse efeito
térmico também pode contribuir para regorganização das fibras de colágeno e estímulo a
neocolagenogênese, o que melhora o aspecto da pele e diminui a flacidez.

Efeito Químico: Através da liberação de radicais livres que também causarão danos aos
adipócitos
Estímulo à apoptose dos adipócitos: O dano (ou fragmentação) do DNA celular,
encaminha os adipócitos para a cascata de morte programada.

As contraindicações para o tratamento seguem as contra indicações gerais para o uso de


eletroterapia. Pacientes com o colesterol e triglicerídeos em níveis alterados também não
deverão realizar a terapia.

É importante incetivar a prática de exercício físico durante o tempo de tratamento com


ultrassom focalizado. Uma vez que promovemos a LIPÓLISE com o aparelho, devemos
estimular que essa gordura seja OXIDADA e eliminada de vez, através do exercício
físico. Se isso não for feito, os efeitos da terapia não terão tanta efetividade ou, os efeitos
que forem alcançados, serão perdidos.
Uma simples caminhada após a sessão auxilia esse processo. Colocar o paciente na
plataforma vibratória também pode ser uma opção válida. Enfim, tudo que estimule o
gasto energético, até mesmo uma eletroestimulação associada à contração voluntária.

Imagem: Google Imagens

O tempo de aplicação varia de acordo com o aparelho e as orientações de cada fabricante.


A aplicação se dará por meio de "disparos" em pontos específicos demarcados na pele da
paciente (foto acima).
Antes e depois de sessões com lipocavitação. Fonte: Google imagens

Legal o resultado, né?

Os preços dos aparelhos variam bastante... entre 8.000 e 18.000 em média a depender da
marca, potência e tudo mais. Vale a pena pesquisar sobre! É um aparelho multifuncional na
clínica, podendo ser associado em protocolos de gordura localizada, celulite e flacidez.
Como usar o Ácido Glicólico?

Pode usá-lo durante o dia e no verão pois não é fotossensível. Cada produto tem sua particularidade,
então é muito importante ler o modo de usar do fabricante.

A aplicação deve ser feita na pele limpa e desengordurada. Além de estar seca para melhor absorção.
Em dermocosméticos, a concentração varia de 2 a 10%. Em manipulação, tem diversas
concentrações.

Quando em peeling, pode ter um pH alto, já que será ministrado por um profissional no consultório
ou clínica de estética.

Em todo caso, é preciso usar o protetor solar de FPS alto.

Fórmula do Ácido Glicólico

 Ácido Glicólico – 4%
 Alfa-arbutin – 2%
 Hidroquinona – 2%
 AA2G – 2%
 Alfa bisabolol – 1%

Contraindicação e Efeitos colaterais do Ácido


Glicólico

Contraindicação:

 Durante a gravidez;
 Durante a amamentação;
 Em peles sensíveis;
 Em peles expostas ao sol com frequência;
 Em peles negras;
 Em peles com infecções.

Efeitos colaterais: Quando usado em pessoas com alergia ao ácido ou em concentração muito alta,
pode causa manchas e queimação na pele. Além da formação de bolhas.

A exposição solar sem proteção pode ocasionar:

 Vermelhidão;
 Descamação;
 Surgimento de manchas.

Cuidados com o Ácido Glicólico

Consultar um especialista para saber qual concentração é indicada; pele limpa e seca.

No caso do peeling, não pode ter depilado, esfoliado ou ter feito procedimentos agressivos 2 dias (ou
mais) antes.

Usar protetor solar com FPS 30 ou superior.

Peelings com ácidos na estética


De
Isabel Piatti
-
23 de janeiro de 2015
0
2256

Partilhar no Facebook

Tweet no Twitter

A renovação epitelial é uma ação natural do organismo, mas também é


possível acelerar esse processo. Essa é a função do peeling, promover a
esfoliação, proporcionando um grau profundo de limpeza, visto que
retira a camada superficial da epiderme deixando sua aparência mais
lisa e homogênea. Para tal procedimento, é possível contar com o auxílio
de cosméticos que vão atuar por mecanismo físico/mecânico, enzimático
ou químico. Este último consiste na aplicação de agentes com poder
queratolítico, que levam à microdescamação e consequente regeneração
dos tecidos.
Um exemplo são os ácidos, cujo objetivo é preparar e/ou afinar a pele
para os protocolos estéticos, aumentando a permeabilidade e eficiência
dos ativos cosméticos que serão aplicados na sequência. Podem ser
associados ao tratamento de várias alterações inestéticas, como acne e
suas sequelas, xerose, queratose seborreica e actínica, discromias,
rugas, envelhecimento precoce, fotoenvelhecimento e cicatrizes
superficiais.

Na estética, os ácidos vão atuar basicamente nas primeiras camadas da


epiderme e não devem atingir a epiderme viável e a derme, cuja
profundidade só pode ser tratada por profissionais especializados. Já em
cosméticos, é comum a presença dos alfa-hidroxiácidos – AHA (glicólico,
mandélico, cítrico, málico, tartárico e o lático) e beta-hidroxiácidos
(ácido salicílico). Estudos também mostram que os AHA são os
compostos com maior eficácia para diminuir o espessamento da camada
córnea. Além da esfoliação, modulam a secreção de citoquinas pelos
queratinócitos, aumentam a proliferação epidermal e, por ação direta
nos fibroblastos, aumentam a síntese de colágeno, elastina e
glicosaminoglicanas.
O ácido glicólico, derivado da cana-de-açúcar, possui cadeia molecular
pequena e faz com que penetre mais facilmente pele, porém é
contraindicado para os fototipos IV, V e VI e gestantes, já que, nessas
pessoas, pode potencializar o aparecimento de manchas. No caso do
ácido mandélico, o diferencial é a indicação para fototipos altos, inclusive
em gestantes, e uso em qualquer época do ano. O ácido em questão é
derivado da hidrólise do extrato de amêndoas amargas e tem sido
estudado por seus usos nos tratamentos de problemas comuns de pele,
como: fotoenvelhecimento, pigmentação irregular e acne. Sua diferença
com relação ao ácido glicólico está no tamanho da molécula, ou seja, a
do mandélico é maior. Dessa forma, causará menos irritação à pele.

O profissional deve estar atento à concentração dos ativos, sendo que o


máximo permitido pela Anvisa no caso dos AHA’s industrializados é de
10% e pH mínimo de 3,5, garantindo assim um respaldo legal, além de
enaltecer o profissionalismo na área de saúde estética. O ácido salicílico,
com dosagem permitida de até 2% em cosméticos, além de
propriedades semelhantes às dos AHA, apresenta também função
antimicrobiana, ação bacteriostática e fungicida. Alguns ativos
consagrados em dermatologia, como o ácido retinoico e o fenol, por
exemplo, são proibidos em cosméticos. Outro ponto importante é
observar o tamanho da embalagem e o rendimento do produto, para
determinar a relação custo-benefício.
A frequência de aplicação e o tempo de exposição variam de acordo com
o grau da alteração inestética e a sensibilidade da pele, devendo o
profissional estar sempre atento às reações, resposta ao tratamento e
aos resultados conseguidos após cada aplicação. O cliente deve evitar a
exposição aos raios ultravioletas e reforçar o uso de protetor solar no dia
a dia.

Alguns princípios ativos usados na prevenção e tratamento do


envelhecimento cutâneo
-AHA’s (alfa-hidróxi-ácidos): ácido glicólico (derivado da cana-de-açúcar); ácido
mandélico (derivado da amêndoa amarga); ácido ascórbico (derivado de frutas
cítricas); ácido láctico (leite); ácido málico (maçã); ácido tatárico (uva).

- BHA’s (betahidróxiácidos): ácido salicílico, polihidróxiácidos.

- Betaglucan : ativa sistema imune cutâneo.

- Raffermine: firmador, hidrolisado da flor da soja

- isoflavona: hormônio vegetal, extraído da soja. Na pele, inibe a ação de enzimas


que dificultam a produção de colágeno, contribui para combater flacidez e rugas.

- argireline: dermodescontrátil. Efeito tensor.

- calmiskin: derivado da hortelã estimula produção de beta-endorfinas.

- coenzima Q10 (ubiquinona): parte da membrana interna da mitocôndria, protege o


DNA dos danos solares.

- extrato de shitake: aumenta renovação celular e síntese de colágeno

- dmae (dimetilaminoetanol): precursor da acetilcolina, neurotransmissor responsável


pela contração muscular, efeito tensor

- matrixyl: pentapeptídeo com função anti-rugas, usado como alternativa à vitamina C

- Polipeptídeo 153: estimula os reservatórios de “stem cells”, células com potencial


para se diferenciar das demais e se preservam das ações danosas do ambiente.

- pycnogenol: extrato da casca do pinheiro marinho (Pinus pinaster), contém


flavonóides, ácido cafeico e firúlico, cinqüenta vezes mais potente que a vitamina E.

- seplift DPHP: lipoaminoácido atenuante de rugas, hidratante e firmador.

- resveratrol: polifenol da uva com alto poder anti-oxidante, encontrado na pele da uva
vermelha. Tem propriedades anti agregação plaquetária e redutora de triglicerídeos.

- ceramidas: mimetiza a barreira lipídica da pele.

- Vitamina A e carotenóides: o beta-caroteno é precursor da vitamina A. Um de seus


derivados, o ácido retinóico (tretinoína) é proibido em cosméticos, mas a forma retinol
ou palmitato de retinila é permitido e confere aparência lisa e macia à pele.

- Vitamina C: antioxidante, utilizada na forma hidrossolúvel (ácido ascórbico) ou


lipossolúvel (palmitato de ascorbila).

- Vitamina E: alfa-tocoferol, protege as membranas celulares da oxidação.

- Glutation: neutraliza o peróxido de hidrogênio. Ação anti-oxidante.

- Oligoelementos: todos.

- Coffee-skin: protege o colágeno e incrementa sua formação. Extraído do café.


-Extrato de chá-verde: ativa a microcirculação. Umectante e despigmentante.

- Condroitina sulfato: presente nos tecidos cartilaginosos onde se encontram o ácido


hialurônico e o colágeno. Tem função hidratante e melhora elasticidade cutânea.

-Extrato de Ginkgo biloba: anti-RL, antiinflamatório e emoliente. Tem capacidade de


atrair o radical hidroxila (OH) e o superóxido (O2), devido alta porcentagem de
flavonóides em sua composição. Favorece a biossíntese de colágeno e elastina.

-Coffeeberry: contém vários polifenóis flavonóides: o ácido clorogênico, principal


componente fenólico do café, altamente anti-oxidante; o ácido ferúlico que é anti-RL e
reduz o eritema causado pelos raios UVB; o ácido quínico que neutraliza radicais livres
e é adstringente e a proantocianina condensada que estabiliza duas proteínas vitais da
pele: colágeno e elastina.

-Idebenona: poderoso anti-oxidante e clareador derivado da co-enzima Q10. Também


é regenerador.

-Flavonóides: todos, são potentes anti-radicais livres. São exemplos, o chá verde,
Ginkgo biloba, uva, soja, oliva, etc.

- neurocosméticos: neuroxyl e endorphin- propiciam maciez e revitalização

O tratamento é associado a microcorrentes, procedimento tradicional na estética. A microcorrente,


ou MENS (Micro Electro Neuro Stmulation), é uma eletroestimulação que utiliza correntes em baixa
intensidade, em microampères e pode apresentar corrente contínua ou alternada. Onde seus efeitos
terapêuticos relacionam-se ao aumento do metabolismo celular, estímulo do processo de reparo e
regeneração tecidual, normalização do pH local e aumento da síntese de colágeno e elastina.
Apresenta também propriedades antiedematosa e cicatrizante. Um ótimo aliado, para melhorar o
fluxo sanguíneo na região.
O protocolo para olheiras Adélia Mendonça promove o rejuvenescimento e a revitalização cutânea,
melhorando a flacidez, a elasticidade, a viscosidade e o brilho da pele.
Simplificando as técnicas de estimulação com aparelho de
microcorrentes Ryometer-RTS

Devido às dificuldades em escolher os parâmetros de estimulação (Modulação,


Polaridade, Frequência, Intensidade e Tempo) foi feita um resumo simplificado
de como utilizar o aparelho RYOMETER-RTS:

Modulação: utiliza-se Denso-Dispersa (alternância de alta frequência para sedação e


baixa frequência para tonificação) para as dores agudas e “Burst”(frequência
interrompida) para dores crônicas. A Modulação Contínua é pouco utilizada.
Polaridade: a positiva é colocada na parte central do corpo (cabeça e área central do
corpo), enquanto a negativa é dirigida para as extremidades (Becker e Selden, 1985).

Figura 1.- O corpo humano e sua polaridade ( Becker e Selden, 1985).

Porém, segundo Starwynn (2002), 10% dos pacientes apresentam polaridade invertida.
Por isso esses 10% necessitam de serem tratados com a inversão da polaridade.

Na prática diária para facilitar o trabalho utilize o aparelho RYOMETER-


RTS ajustado em Bipolar.

Frequências: as baixas (2 e 5 Hz) ativam o sistema endorfinérgico produzindo efeito


anal-gésico difuso, de início lento, porém duradouro e reversível pela naloxona. As
frequências altas (80 e 100 Hz) ativam as monoaminas (serotonina e adrenalina),
produzindo um efeito analgésico segmentar, de início rápido, de curta duração e não
reversível pela naloxona.
Intensidade: varia de 10 a 600µA no aparelho RYOMETER- RTS. Se a técnica é
invasiva, com inserção de agulha, a intensidade de estimulação deve ser em torno de
50µA, 75µA ou 100µA.
Se a técnica não é invasiva, sem inserção de agulha, com utilização de eletrodos adesivos
ou eletrodos canetas , a intensidade de corrente deve ser maior em torno de 200µA ou
400µA.
Tempo: depende da cronicidade da patologia.Varia de alguns segundos a 60 minutos.
Lesões agudas podem ser tratadas com sessões diárias ou em dias alternados e as
crônicas em duas ou uma sessões semanais.

TÉCNICAS DE ESTIMULAÇÃO COM O APARELHO DE MICROCORRENTE


RYOMETER-RTS

1.Técnica de estimulação local (técnica não invasiva e invasiva).

Figura2.-Dor no tendão do calcâneo causada pelo traumatismo.


Estimulação local utilizando eletrodo adesivo.
(Alívio total com duas sessões).

(A) (B)
(C)

Figura 3.-Dor e hematoma no hálux causada pelo traumatismo.


(A - antes do tratamento; B – tratamento e C – após o tratamento). (Alívio total com 4
sessões).
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Denso-Dispersa se a dor é aguda e Burst se a dor é crônica.
b)Polaridade: Bipolar.
c)Frequência: 2,5Hz e 100Hz se a dor é aguda e 1,5Hz, 2,5Hz, 5Hz ou 10Hz se a dor é
crônica.
d)Intensidade: 200µA ou 400µA se a técnica é não invasiva.
e)Tempo: varia de 15 a 20 minutos.

Figura 4.-Dor no pescoço – Torcicolo.


Estimulação local com eletrodo conectado à agulha (técnica invasiva).

(As agulhas estão inseridas nos “pontos-gatilho” do músculo levantador da escápula).


(Alívio total com uma sessão).
Figura 5.-Ombro doloroso – tendinopatia.
(Microcorrente como tratamento complementar).
Estimulação local com eletrodos conectados às agulhas (técnica invasiva).
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Denso-Dispersa para dor aguda e Burst para dor crônica.
b)Polaridade: Bipolar.
c)Frequência:2,5Hz e 100Hz para dor aguda e 1,5Hz, 2,5Hz, 5Hz ou 10Hz para dor
crônica.
d)Intensidade: 75µA ou 100µA se a técnica é invasiva.
e)Tempo: varia de 15 a 20 minutos.

2.Técnica de estimulação micro-macro.

Figura 6.- Ombro doloroso – Alívio com uma sessão.

Estimulação micro-macro (técnica mista – invasiva e não invasiva).


Um eletrodo conectado na agulha inserida no ombro e eletrodo caneta estimulando os
pontos do ombro no microssistema auricular.

Figura 7.- Ombro doloroso.


Estimulação micro-macro (técnica não invasiva).
Um eletrodo com “cotonete” na extremidade estimulando os pontos sensíveis do ombro e
outro eletrodo “caneta” estimulando os pontos do ombro no microssistema auricular.
Parâmetros de estimulação
a)Modulação: Denso-Dispersa para dor aguda e Burst para dor crônica.
b)Polaridade: Bipolar ou negativa no microssistema e positiva no macrossistema.
c)Frequência: 2,5Hz e 100Hz para dor aguda e 2,5Hz, 5Hz ou 10Hz para dor crônica.
d)Intensidade: Variável de acordo com a sensibilidade individual. 25µA a 75µA para a
técnica invasiva e 50µA a 100µA para técnica não invasiva. Como a superfície da orelha
é muito sensível a intensidade de corrente deve ser baixa como na técnica invasiva.
e)Tempo: 30 segundos por ponto ou aumentar o tempo de acordo com a necessidade.

3.Técnica de estimulação micro-micro (microssistema YNSA e auricular de Nogier).

Figura 8.- Lombociatalgia – Hérnia discal lombar.


Estimulação micro-micro (técnica não invasiva).
Um eletrodo vermelho com “cotonete” na extremidade estimulando o ponto básico D de
YNSA e outro eletrodo preto estimulando os pontos do microssistema auricular.
(Tratamento complementar).

4.Técnica de estimulação cercando o “dragão”.

Figura 9. – Ferida cirúrgica.


A) Estimulação cercando o “dragão” (técnica não invasiva).
Eletrodos adesivos em torno da ferida cirúrgica com dificuldade de cicatrização.
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Burst.
b)Polaridade: Bipolar.
c)Frequência: 10Hz.
d)Intensidade: 100µA a 200µA ( de acordo com a tolerância individual).
e)Tempo: 15 a 20 minutos.

B) Estimulação cercando o “dragão” (técnica não invasiva).


Tratamento: uma sessão por semana e o resultado após 28 dias.
Figura 10.- Dor no joelho – após cirurgia por artroscopia.
Estimulação cercando o “dragão” (técnica não invasiva).
(Tratamento complementar).
Figura 11. - Dor no joelho - após a cirurgia do joelho.
Estimulação cercando o “dragão” (técnica invasiva).
(Tratamento complementar)
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Denso-Dispersa para dor aguda e Burst para dor crônica.
b)Polaridade: Bipolar
c)Frequência: 2,5Hz e 100Hz para dor aguda e 2,5Hz, 5Hz ou 10Hz para dor crônica.
d)Intensidade: 75µA ou 100µA (de acordo com a tolerância individual).
e)Tempo: 15 a 20 minutos.

5.Técnica de estimulação oposta e cruzada (Circuito de grandes meridianos).


(A) (B)
Figura 12. - Dor na face medial do joelho direito
Estimulação oposta e cruzada (técnica invasiva).
Um eletrodo é conectado no cotovelo esquerdo e outro no joelho direito.
(Tratamento de dor crônica na face medial do joelho direito com o cotovelo esquerdo).
(Alívio total após duas sessãoes).
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Burst ou Contínua.
b)Polaridade: Bipolar, ou positiva no cotovelo e negativa no joelho.
c)Frequência: 5Hz ou 10Hz.
d)Intensidade: 75µA ou 100µA.
e)Tempo: 15 a 20 minutos.
Figura 13. – Dor na quadril esquerdo (coxoartrose).

(A) (B)

Estimulação oposta e cruzada (técnica invasiva).


Um eletrodo é conectado na agulha inserida no quadril e outro no ombro oposto.
(Tratamento complementar de dor na articulação coxo-femural – coxoartrose).

6.Técnica de estimulação combinando dermátomos com pontos distais.


(A)
Figura 14. - Dor lombar aguda (Hérnia discal em L5-S1).
Dois eletrodos positivos estimulando os pontos Huato Jiaji de L4-L5 e L5-S1.

(B)
E outros dois negativos estimulando os pontos B-40 e B-60.

Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Denso-Dispersa para dor aguda.
b)Polaridade: Positiva nos pontos (Huato Jiaji) e negativa nos pontos B-40 e B-60 ou
Bipolar.
c)Frequência: 2,5Hz e 100Hz para dor aguda.
d)Intensidade: 75µA ou 100µA (técnica invasiva).
e)Tempo: 15 a 20 minutos.
7.Técnica de estimulação craniana externa.
Figura 15. - Ansiedade e Insônia.

Eletrodos adesivos colocados nos lóbulos da orelha esquerda e direita.

Figura 16. - Insônia

Eletrodos adesivos colocados nos pontos extra An Mian esquerdo e direito.


Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Burst ou Contínua.
b)Polaridade: Bipolar.
c)Frequência: 1,5Hz ou 2,5Hz.
d)Intensidade: 200µA ou 400µA (técnica não invasiva).
e)Tempo: 30 minutos a 60 minutos.

8.Técnica de estimulação Shu-Mo


Figura 17. - Gastrite
Eletrodos negativos conectados nos pontos B-21 e positivo no ponto VC-12.
Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Denso-Dispersa para dor aguda e Burst para dor crônica.
b)Polaridade: Negativa para os pontos Shu e positiva para pontos Mo ou Bipolar,
c)Frequência: 2,5Hz e 100Hz para dor aguda e 10 Hz para dor crônica.
d)Intensidade: 75µA ou 100µA de acordo com a tolerância individual.
e) Tempo: 10 minutos a 20 minutos ou depende do alívio da dor.

9.Técnica de estimulação especial para “ronco”.

Figura 18. – “Ronco”

Eletrodo vermelho no ponto Extra 21 MP-C (Shanglingquan) e preto no VC-23.


Parâmetros de estimulação:
a)Modulação: Burst ou Contínua.
b)Polaridade: Bipolar.
c)Frequência: 5Hz.
d)Intensidade: 100µA.
e)Tempo: 30 minutos.

Nota: Nos casos de dúvidas sobre a polaridade utilize o Bipolar. Quanto à intensidade
utilize a corrente
na faixa tolerável ou subsensorial, pois o limiar de dor ou sensibilidade varia de
pessoa para pessoa. O
tempo de duração da estimulação elétrica com o aparelho
de microcorrente RYOMETER-RTS depende de alívio
dos sintomas. Os valores numéricos de tempo apresentados acima são
estimativas ou valores médios ou
aproximados que podem ser ajustados para mais ou para menos. O mesmo acontece
com as frequências.
Existem frequências específicas para cada órgão ou vísceras, bem como para tecido
ósseo, muscular, etc.,
mas no momento vamos utilizar frequências bem baixas e mais altas. É necessário
realizar mais pesquisas
sobre os valores ideais de todos os parâmetros, pois o sucesso do tratamento depende
desses valores.
Nenhuma técnica, por si só, é suficiente para aliviar todos os sintomas. O ideal é
associar várias técnicas.
A microcorrente é eficaz quando bem empregada. Não deve ser utilizada como
técnica principal, mas sim,
como complementar da Acupuntura Sistêmica.

Olheiras
Publicado em julho 10, 2011por alicefisio
As olheiras representam uma queixa comum, principalmente por conta de
maldormidas, cansaço, tabagismo, alergias e no período menstrual. E ao
contrário do que se imaginava, elas têm tratamento. Mas antes é importante
entender o que causa as olheiras.

Exsitem 2 tipos principais de olheiras:

1) De origem vascular: Normalmente têm tom esverdeado ou arroxeado. Um


teste simples é deslizar o dedo indicado no sentido de dentro para fora com
certa pressão e observar se a olheira clareia. Se ela clarear, é porque se trata de
uma congestão nos vasos do local. Isso significa que ainda não há, ou há em
pequena quantidade, depósito de pigmento na pele, o que a torna de mais fácil
tratamento. Esse tipo de olheiras pode ser acompanhado da presença de bolsas
perioculares, que representam um inchaço na região.

2) De origem genética: São aquelas que se apresentam mais amarronzadas ou


acinzentadas, às vezes com manchas pequenas mais escuras no meio. Quando
feito o teste citado anteriormente, a olheira permanece escura, ou clareia pouco.
Isso significa que já existe pigmentação de hemossiderina, resultado do
extravasamento das hemáceas do vaso, e a hemoglobina é convertida em
hemossiderina e se deposita na pele. Esse extravasamento de hemáceas ocorre
proque os vasos estão fracos, e isso é uma característica genética (assim como a
tendência para varizes). Se esta for a causa, o tratamento é mais difícil, mas
pode amenizar bastante.

Tratamentos para olheiras:

1) Peeling com ácido tioglicólico: esse ácido é a junção do glicólico, bastante


conhecido em estética por suas propriedades de clareamento, antirrugas e
antiacne, com o enxofre, que é o elemento fundamental para clarear manchas
causadas por hemossiderina. Por conta do enxofre, no entanto, o cheiro é um
pouco desagradável.

2) Microcorrentes: a microcorrente é um estímulo elétrico de baixa intensidade,


quase imperceptível, que visa normalizar o fluxo elétrico das células e têm
propriedades antiedematosa e cicatrizante. Um ótimo aliado, portanto, para
melhorar o fluxo sanguíneo na região.

3) Drenagem linfática manual: A drenagem linfática facial tem por objetivo


reduzir os inchaços, estimular a circulação linfática local, promovendo melhora
na oxigenação tecidual e retirada das toxinas e outros “lixos” celulares, sendo
uma terapia complementar no tratamento de olheiras. O paciente também é
orientado a realizar movimentos de drenagem na região para fazer em casa
enquanto aplica o protetor solar, por exemplo, ou algum cosmético específico
para olheiras.

4) Esfoliação e hidratação: A pele da área dos olhos é mais fina e delicada e


muitas vezes está desidratada, provocando acentuação de linhas de expressão e
aspecto envelhecido. A esfoliação com esfoliante delicado e hidratação com
produtos específicos para área dos olhos que contenham antioxidantes podem
amenizar esse aspecto, deixando a pele com mais viço e favorecendo a ação de
outros tratamentos.

5) Cosméticos específicos para olheiras: Alguns princípios ativos como a geléia


real, extrato de ginkgo, nodema, coffeskin, vitamina C, vitamina E, geléia real e
extrato de camomila são bastante indicados para este caso. A vitamina K foi
bastante indicada em fórmulas de manipulação, mas desde o ano passado seu
uso em formulações cosméticas foi proibido devido à alta incidência de
dermatites de contato. Vale lembrar que a orientação de um profissional é
imprescindível para adequar o tipo de cosmético à sua pele e ao tipo de olheira
presente.

6) Receitas caseiras: receitinhas caseiras, como aplicação de rodelas de pepino


geladas, ou compressas de chá de camomila gelado costumam amenizar o
aspecto das olheiras pois provocam vasoconstricção por conta da temperatura
mais fria e no caso da camomila, por exemplo, também possui substâncias
anticongestionantes.
A INFLUÊNCIA DO COLÁGENO E ELASTINA NO
ENVELHECIMENTO CUTÂNEO
Edileuza de Freitas M. de Mendonça¹

Auxiliadora Kenia de Oliveira Alves²

¹Orientadora desta pesquisa: Doutora em Ciência da Educação.

²Acadêmica:Pós Graduanda em Estética Capilar, Facial e Corpora Habilitação Clínica e


Docência.

RESUMO: o envelhecimento cutâneo é o envelhecimento da pele que envolvevários fatores


e transformações que agem na pele desde a desidratação até marcas de expressão ou
rugas. O tecido cutâneo com o avanço da idade vai perdendo a força e a elasticidade das
fibras, manifestações que surgem em consequência da perca do colágeno e elastina, que
são componentes fundamentais do tecido conjuntivo. É um processo incessante que resulta
de fatores intrínseco e extrínseco. Nesta fase as pessoas, sofrem redução de autoestima,
uma vez que a pele é referenciada como reflexo do corpo. À medida que envelhecemos os
fibroblastos diminui sua produção de proteínas, trazendo á pele uma aparência indesejável.
Os radicais livres em excesso são os principais estimuladores no envelhecimento precoce,
e por isso os antioxidantes, substâncias redutoras da oxigenação são de grande
importância, uma vez que sintetiza a produção de radicais livres. Nesta pesquisa também
foi citado parágrafos significativos sobre a glicação, que é um processo que influencia
bastante nas mudanças das estruturas de sustentação da pele pela glicose, cujo mecanismo
contribui para o antecipado envelhecimento. O método aplicado neste trabalho é de revisão
bibliográfica qualitativa, explorativa, onde as buscas são em bancos de dados nacionais,
livros e outros. Esse trabalho tem como objetivo analisar a influência do colágeno e elastina
no envelhecimento cutâneo, a fim de compreender melhor os seus processos fisiológicos
para conscientizar a população de que através dos conhecimentos poderão alcançar um
envelhecer agradável e com mais entusiasmo.

Palavras chave: colágeno. Elastina. Envelhecimento cutâneo.

1 INTRODUÇÃO

Ao longo dos anos os estudiosos pesquisam uma forma de compreender o envelhecimento


cutâneo. Com o passar dos anos, surgem às mudanças que o tempo traz, conforme o modo
de vida que cada pessoa escolhe. Desde que nascemos inicia-se o envelhecimento, e
depende de cada um para que o mesmo ocorra de forma normal, ou acelerada.

Segundo Bento (2015) a pele é o órgão que protege todo o corpo, pela característica de
interagir entre o organismo e o meio externo, executa atividades de proteção, sensibilidades
e equilíbrio corporal. A exposição contínua da pele às substâncias causadoras de oxidação
endógenas e ambientais são os que geram o estresse oxidativo, sendo apontado como o
principal meio do envelhecimento cutâneo.

De acordo com Vieira (2007) o envelhecimento cutâneo abrange vários fatores e teorias que
procuram explicar radicais livres, envelhecimento intrínseco e extrínseco.

Este estudo tem a relevância de mostrar para sociedade a necessidade de conhecer a


influência do colágeno e elastina no envelhecimento cutâneo, explicar sobre a síntese
dessas proteínas no organismo para o desempenho no combate ao envelhecimento.

O impacto causado nas pessoas em fase de envelhecimento traz uma maior redução da
autoestima, uma vez que surgem as linhas de expressões, rugas, flacidez, pele sem brilho
e desidratada e muitas vezes aspecto amarelado que trazem preocupação e desconforto
para as mesmas. (SANTOS, 2012).

Segundo Pujo (2011) é de fundamental importância os antioxidantes na prevenção do


envelhecimento, entre os quais estão as Vitaminas C e E, cujas funções principais são de
neutralizarem os radicais livres. Estas vitaminas fazem ligações com o colágeno reforçando
o tecido elástico da pele. Outra forma de prevenir é ingerir muita água e aplicar aos
procedimentos estéticos.
Essas observações obtidas nas pesquisas contribuirão para reflexão e conscientização dos
leitores que buscam inovações e pretendem envelhecer com qualidade de vida.

Esta pesquisa buscou compreender os processos fisiológicos do envelhecimento cutâneo e


ainda analisar as atividades do colágeno e elastina, descrevendo sua produção por meio
dos fibroblastos estudando quais as estratégias disponíveis para retardar o envelhecimento
cutâneo.

O presente trabalho objetivou analisar através de pesquisas bibliográficas, a influência do


colágeno e elastina no envelhecimento cutâneo, visando ampliar as discussões acerca do
tema contribuindo para futuras realizações na área.

Segundo Azulay (2013) a pele humana, apresenta 15% do seu peso do corpo e é um órgão
que cobre e define o organismo, defendendo e atuando com o ambiente externo. Sua força
e elasticidade estabelecem a sua maleabilidade. E de maneira fundamental e dinamismo
este órgão revela modificações estáveis, sendo suprido de enorme competência que renova
e repara um nível definido e impermeável.

Este autor relata as características da pele de uma maneira simples, esclarecendo que a
mesma possui qualidades específicas e importantes para nosso corpo.

Segundo Pandolfo (2010), a pele é também o reflexo corporal, pois responde quando a
pessoa está exausta, com alimentação irregular, alto nível de estresse. Por esta razão,
quando a pele não recebe devidos cuidados, um dos resultados é o envelhecimento
precoce.

Para Ribeiro (2010) a derme é a camada da pele que possui elasticidade e está desligada
pela membrana basal funcional e estrutural, sendo formada por um tipo de gel que preserva
proteínas da matriz extracelular, como o colágeno e a elastina, pois rugas e flacidez são
reações do envelhecimento na derme. O autor explica sobre a segunda camada da pele e
suas funções.

Conforme Piazza (2011) o envelhecimento é esperado e ocorre desde o momento em que


nascemos, mas só depois dos 30 anos de idade faz-se mais visível este desenvolvimento,
pois é neste tempo que o organismo vai reduzindo a competência das células de realizar ou
prover energia o bastante para o corpo, pois cada pessoa envelhecerá conforme o modo de
vida que escolheu. O autor ressalva que nesta fase as células mais comuns do tecido
conjuntivo que são os fibroblastos, cuja função é produzir colágeno e elastina, vão perdendo
suas atividades e se tornam desorganizadas prejudicando a síntese destas
proteínas. Quando o autor fala sobre idade e sinais do envelhecimento, ele mostra que o
tempo modifica as ações do organismo, mas que depende da maneira a qual a pessoa vive.

Envelhecimento Intrínseco
Nas palavras de Rebello (2010) o envelhecimento intrínseco pode ser qualificado como algo
natural que com o passar dos tempos deixa o corpo como um todo fraco em suas atividades
habituais, e com isto as pessoas ficam expostas aos distúrbios. A autora aqui citada explica
o envelhecimento de dentro para fora.

Envelhecimento extrínseco

O envelhecimento extrínseco é causado principalmente pela exposição do corpo ao sol, pois


a ação acumulada pela radiação ultravioleta traz consequências maléficas sobre a pele. Este
envelhecimento inicia-se aos 25 anos, e é o principal responsável pelo envelhecimento
cutâneo, pois sua ação é durável, e traz muitos sinais desagradáveis à pele, como flacidez
e rugas. (GOMES, 2009). Este autor esclareceu sobre este tipo de envelhecimento,
elementos causadores e suas consequências.

Colágeno

Prestes (2013) afirma que o colágeno é uma proteína formada por fibras numerosas no
organismo animal, apresenta cerca de 30% na proteína do corpo, tem atividades
importantes no corpo humano como de preservar as células fortes e ligadas. Uma
observação feita pelo autor é que essa proteína age especificamente em cada órgão,
exemplo: nos tendões as fibras se encontram enlaçadas formando camadas dobráveis na
pele. Geralmente, esta proteína comporta em torno de 12% de prolina, 30% de glicina,
11% de alanina, 10% de hidroxiprolina, 1% de hidroxilisina e outros aminoácidos em
menores números.

Nos dias atuais, o colágeno é aproveitado para nomear uma família de pelo menos 27
proteínas de formas distintas de que se encontram no tecido conjuntivo em grande parte do
corpo, como nos tendões, cartilagens, ossos, veias, pele, e músculos. Existem muitos tipos
de colágenos, porém podem ser observados os seguintes tipos: I, III, IV, V, VI XII e XIV,
sendo que o I e III se relacionam mais com a pele e ainda se encontra em quantidades
maiores. (PRESTES, 2013).

O colágeno tem uma relação muito forte com o envelhecimento cutâneo, pois tem uma
elasticidade elevada contribuindo assim com a pele. Desta forma a perda do colágeno pelo
organismo é predominante no envelhecimento cutâneo, pois o corpo perde 1% desta
proteína ao ano. (GONÇALVES, G. R. et al., 2015; AZULAY, 2013; MACIEL & OLIVEIRA,
2011).

È classificado em estriado (fibroso), (formador de rede), microfibrilar (filamentoso) e


associado ás fibrilas. A unidade básica do colágeno é o tropocolágeno que é formado por
três cadeias de polipeptídeos que se entrelaçam em formato helicoidal formando uma
molécula linear com 180nm de comprimento, 1,4 a 1,5nm de largura e massa molar de
360.000Da. (PRESTES, 2013, p.65).
Elastina

É a proteína que responsabiliza pela elasticidade e suavidade da pele. Na pele envelhecida,


a elastina é dividida, espessa, e indissolúvel, constituída também pelos aminoácidos: glicina,
valina, alanina e prolina, que são gerados pelos fibroblastos. A pele sem elasticidade,
quando se faz uma prega no orbicular dos olhos, demora mais para a mesma voltar ao
normal. É a união do colágeno e elastina que reconhece a potência e extensibilidade, isto é
uma pele quando esticada, pois quando solta ela volta ao seu aspecto original. (PUJOL,
2011).

A ausência de fibras reticulares, de colágeno e de elastina que são suportes que


responsabilizam pela flexibilidade e equilíbrio e preservação da pele, expõe a pele a um
estado flácido e com vincos, os quais são particularidades inesperadas do momento de
envelhecer. (MACIEL & OLIVEIRA, 2011).

Segundo Araújo (2015) existe um autocontrole entre a síntese e a destruição dos elementos
que compõem a matriz extracelular¹ (MEC) na pele que envelheceu. A desagregação do
colágeno da MEC na derme modifica o equilíbrio homeostático do colágeno, por incentivar
na atividade das células que produzem colágenos que se submeteu aos prejuízos, causados
pelos elementos que se relacionam com os desgastes do corpo.

As fibras colágenas que não sofreram danos são numerosas e ordenadas na pele jovem de
20 a 30 anos. Em divergência a pele que sofreu envelhecimento, maior que 80 anos as fibras
de colágeno são reduzidas aos fragmentos e fora de ordem (ARAÚJO, 2015).

As rugas são determinadas como vincos ou dobras relativas á pele que se destaca
progressivamente pela declinação da ligação dermoepidermica. As mesmas surgem mais
frequentemente nas regiões como: terço médio da face, nasal, orbital, mento, bucal, cervical
e malar (BRAGATO; FORNAZARI; DEON,2013). As rugas aparecem por causa da perca da
flexibilidade, resultado da redução das fibras elásticas, e do enrijecimento do colágeno e da
redução das atividades do tecido conjuntivo, ausência de oxigênio nos tecidos, estimulando
á desidratação em excesso da pele. (TESTON; NARDINO; PIVATO, 2010).

Classificação das rugas.

As rugas superficiais e profundas são as classificadas de maneira clínica, sendo que as


superficiais são aquelas que somem com o alongamento diferenciando das profundas, que
tem modificações quando a pele é estendida. (KEDE; SABATOVICH, 2009).

Conforme Bagatin (2009), os telômeros 2-5 são pares de bases repetidas de DNA (ácido
desoxirribonucleico), que ocorre de forma natural nas partes finais dos cromossomos, que
não se replicam nas mitoses e sofrem encurtamentos, e assim o envelhecimento cutâneo
acontece com a ruptura dos mesmos, veja na (figura 6).

Radicais livres

Hirata (2004), afirma que o conceito de Denham Barman no ano de 1956 diz que o
envelhecimento são consequências da perda provocadas por radicais livres, referenciou-se
na análise de que a irradiação em seres vivos induzia criação de radicais livres, os mesmos
reduziam os anos de vida desses seres e geravam modificações parecidas ao
envelhecimento. Assim o autor relata que sem pressa, o processo de prejuízos das células
que não são reversíveis faz chegar ao envelhecimento, e por conta dos radicais livres o
organismo envelhece mais rápido.

Radicais livres são substâncias nocivas que tem número ímpar de elétrons, em sua camada
final de energia, por isso inclina-se em unir a outras moléculas para preparar ou deixar firme
esta última camada. Ao se preocupar em ficarem firmes, esses tiram elétrons de outras
células, prejudicando-as. (HIRATA, 2004).

Deste modo, os radicais livres oxigenam quase todas as células em volta e ao desempenhar
essa atividade, as células que sofreram ataques se transformam em recentes radicais livres,
que se direcionam a agredir recentes células, modificando seu modo de funcionar.
(CANCELA, 2007).

O acúmulo de radicais livres no organismo humano é defendido por antioxidantes que são
formados pelo corpo ou consumidos pela dieta. No momento em que acontece um
desequilíbrio no meio da formação de radicais livres e sistema de proteção antioxidante,
aparece o conhecido estresse oxidativo. (OLIVEIRA. et al. 2011).

Para Botto (2015) os principais estimuladores do envelhecimento cutâneo são os radicais


livres, os quais são produzidos no interior das células através da exposição aos raios
ultravioleta, estresse, fumo e poluição, considera-se que estes radicais incentivam um
estresse oxidativo nas células que por sua vez causa perda do colágeno e também o
excesso de elastina, cuja proteína forma uma fibra mais espessa, pois a mesma é uma
particularidade do fotoenvelhecimento da pele,

Estresse oxidativo
Para Pereira (2013) o estresse oxidativo é uma passagem normal do organismo que produz
radical livre (ROS), mas que, quando está em desequilíbrio e dentro da competência
antioxidante do organismo, é anulada espontaneamente decorrente a proteção das células.
O autor revela que os radicais livres perde sua força quando os antioxidantes entram em
ação.

Conforme Pandolfo (2010, p.18), também é uma grave vilã para o envelhecimento, pois
através das pesquisas a respeito da glicação das proteínas, observou-se que todas as
moléculas de glicose podem existir de forma circular ou linear e quanto mais houver
consumo de açúcar e amido, mais glicose terá no sangue. O açúcar que adere a proteína
torna as células rígidas e sem função, principalmente as de colágenos. A maneira de
preparar os alimentos também influencia no acúmulo do processo de glicação, pois quando
o alimento é frito, dourado, queimado, escurecido, sob altas temperaturas e calor seco,
ocorre um aumento da fabricação das AGES exógenas.

Glicação

Ruiz (2011) declara que a transformação do suporte de proteção da pele pela glicose é
chamada de glicação. Uma maneira fácil de entender esse processo é porque os açúcares
que são ingeridos em excesso são conduzidos pelo sangue e alojam nas células de
colágenos e elastina, estimulando o enrijecimento e quebra nas fibras, ficam desorganizadas
originando a caramelização.

De acordo com Bento (2015) a glicação é também um retorno provocado por ações de uma
enzima que acontece no meio das proteínas e glicose, fabricando produtos que finalizam a
glicação avançada. Com o envelhecimento estes produtos se juntam e auxiliam na
velocidade do processo do envelhecimento da pele causado pela exposição solar
adiantando a morte celular programada.

Antioxidantes

Antioxidantes são substâncias que prorrogam e impedem de forma significante a oxidação,


por isto um meio confiável de impedir a formação de radicais livres, é aplicar o uso de
vitaminas como A, C, E, pois as mesmas combatem os efeitos destes radicais impedindo os
de qualquer ação. Porém só isto não resolve se não agregar outros hábitos como: uso de
cosméticos, evitar exposição excessiva ao sol, usar protetor solar diariamente, dormir bem,
ter equilíbrio na alimentação, ingerir muita água, praticar exercícios físicos com prudência e
outros. (SANTOS, 2013).

Conforme Lorencini, et al. (2014 ) Os suplementos alimentares que contém antioxidantes


são indispensáveis, na prevenção do estresse oxidativo e danos no DNA, pois com o avanço
da idade as células da epiderme sofrem redução de sua competência antioxidante.
Conforme Ganceviciene, et al. (2012),outros antioxidantes de grande valor nutricional, que
paralisam os radicais livres e retardam o envelhecimento cutâneo são os carotenóides, e
oligoelementos/micronutrientes como: cobre selénio, zinco, e outros existentes que também
diminuem as concentrações de peróxido, ferro com o propósito de produzir menos ROS por
meio do metabolismo de lipídios, ácidos gordos e colesterol. Estes autores alertam aos
leitores que existem muitos antioxidantes e que são importantes para o retardamento do
envelhecimento.

Efeitos da vitamina c na síntese de colágeno e elastina

A vitamina C desempenha diversas atividades no organismo, tem ação maior como fator
antienvelhecimento atuando como antioxidante por permanecer de forma direta unida a
produção de colágeno, atuando como um cofator na hidroxilação da prolina e lisil-
hidroxilase, enzimas que se responsabiliza por equilibrar e criar ligação entre fibras de
colágeno. A ingestão correta da vitamina é de suma importância, pois sua ação é de prevenir
a quantidade excessiva de radicais livres no organismo, auxiliando assim no combate ao
envelhecimento prematuro dos tecidos, além de estar de maneira direta unida a síntese do
colágeno, que atribui elasticidade à pele. (DRAELOS, et al.; 2009). Os autores relatam sobre
a importância desses antioxidantes e ainda afirmam existirem outros.

2 METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica qualitativa, explorativa, onde foram


selecionados artigos científicos que abordam conceitos sobre colágeno, elastina e
envelhecimento cutâneo.

Assim, durante os estudos foi enfocada a relação entre esses tópicos no levantamento. O
período desta pesquisa ocorreu desde o mês de outubro de 2015 á janeiro de 2016, tendo
como palavras chaves: envelhecimento cutâneo colágeno e elastina.

Desta forma utilizaram-se artigos científicos encontrados em bancos de dados virtuais


como: Lilacs, Scielo, Google Acadêmico, livros, jornais, revistas e outros.

3 DISCUSSÃO

Os autores que relataram sobre a pele e suas características enfatizando as opiniões


semelhantes foram cinco sendo eles: Pandolfo (2010), Ribeiro (2010), Santos, (2012).
Azulay (2013); Bento (2015);

No envelhecimento cutâneo os autores que tiveram afinidade sobre o assunto foram: Vieira
(2007); Bagatin (2009); Gomes (2009); Rebello (2010); Piazza (2011). Sobre teorias dos
radicais livres, e estresse oxidativo os quatro autores relataram de formas idênticas: Hirata,
et al., (2004); Cancela (2007); Oliveira, et al., (2011); Pereira (2011) e Botto (2015).
Os autores que se referiram sobre rugas, e concordaram com a mesma classificação foram
eles: Kede&Sabatovich, (2009); (Teston; Nardino; Pivato 2010).

Sobre glicação os autores que relataram foram: Pandolfo (2010); Ruiz (2011) e Bento
(2015), concordam que é uma mudança do suporte de sustentação da pele pela glicose e
causam prejuízos ás fibras e ás células. Sobre esse assunto concordam três autores.

Maciel & Oliveira (2011); Prestes (2013); Araújo (2015); Gonçalves et al.,(2015);
interpretaram os estudos do colágeno de forma semelhantes.

As citações feitas por Draeloset al. (2009); Pujo (2011); Ganceviciene et al., (2012); Bragato
(2013) e Lorencine et al.,(2014), sustentam que os antioxidantes são os elementos que
retardam o envelhecimento e que o ácido ascórbico, conhecido como Vitamina C é um
antioxidante eficaz. Portanto foram 27 autores citados.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante este estudo foi possível analisar através das pesquisas bibliográficas os processos
fisiológicos do envelhecimento cutâneo e a influência do colágeno e a elastina sobre o
mesmo. O envelhecer acontece na vida de todas as pessoas, não tendo como fugir, o melhor
é se adequar aos bons hábitos.

Segundo os artigos estudados essas duas proteínas são de total importância uma vez que
sua produção aumenta com a junção de alimentos antioxidantes na dieta, pois estes
combatem os radicais livres no envelhecimento cutâneo.

Além desses, á prática de exercícios físicos, horas adequadas de sono, ingestão de muita
água, evitando excesso de sol, usando protetor solar diariamente, dedicando à alimentação
saudável e aos suplementos de colágeno e elastina, e sem esquecer-se dos cosméticos e
tratamentos estéticos, pois todas estas coisas associadas fazem toda á diferença e pode
retardar o envelhecimento, aumentando a autoestima e proporcionando uma vida melhor.

5 AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus, pois se não fosse por Ele nada eu teria conquistado. Ao meu esposo
Natalino Alves, que me suportou e apoiou em todos os momentos de estresse, a minha Irmã
Luzia Divina de Oliveira que com carinho e orações esteve ao meu lado, a minha orientadora
Edileuza de Freitas Miranda que me orientou com muita dedicação, minha colega Coracy
Torquato que comigo trocou informações. E jamais me esqueceria de agradecer as
professoras Luciana Lara e Lorena Caleman, por acreditarem em mim e tirarem as minhas
dúvidas. Obrigada e que Deus abençoe a todos!

COMO TRATAR O ENVELHECIMENTO


CUTÂNEO
Escrito Por: Lilian Sanpei | abr 10, 2017 | Corporal, Estética, Facial |

Por Lilian Sanpei


ENVELHECIMENTO
A pele e o maior órgão do corpo humano, e que mais reflete os efeitos da passagem do tempo e
fatores ambientais.

O envelhecimento cutâneo é um processo progressivo e deterioração morfológica e funcional da


pele.
Fisiologicamente, o envelhecimento está associado à perda de tecido fibroso, à taxa mais lenta de
renovação celular, e à redução da rede vascular e glandular. A função de barreira que mantém
a hidratação celular também fica prejudicada.
Com o tempo as células vão perdendo sua capacidade de se replicar. Este fenômeno é causado por
danos no DNAdecorrentes da radiação UV, deterioração relacionada à idade. Conforme as células
vão perdendo a velocidade ao se replicar, começam a aparecer os sinais de envelhecimento.
Com o avançar da idade vão ocorrendo alterações orgânicas como menor funcionalidade
do DNA e RNA, com diminuição da diferenciação celular, da síntese
de proteínas, hemoglobina e andrógeno, diminuição da contração muscular e redução da
bioeletricidade celular, fatores que conduzem ao envelhecimento da pele.
FATORES EXTRÍNSECOS E INTRÍNSECOS NO
ENVELHECIMENTO
Existem características Morfológicas e histológicas que diferenciam o envelhecimento
ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO OU CRONOLÓGICO
É influenciado por fatores cronológicos, fototipo de pele, funcionamento endócrino, genética,
fatores imunitários e vasculares.
Com o avançar da idade vão ocorrendo alterações orgânicas como menor funcionalidade
do DNA e RNA, com diminuição da diferenciação celular, da síntese
de proteínas, hemoglobina e andrógenos, diminuição da contração muscular e redução da
bioeletricidade celular, fatores que conduzem ao envelhecimento da pele.
Na epiderme verifica-se uma diminuição do número de células por camada, com aumento da
permeabilidade da mesma. Ao nível da derme, decorrente de um desequilíbrio entre
formação/degradação, ocorre degeneração de elementos celulares e extracelulares, como diminuição
da diferenciação de fibroblastos, diminuição da produção de fibras de colagênio e elastina bem
como de glicoproteínas e proteoglicanos.
As alterações orgânicas referidas levam a diminuição da atividade ganglionar, diminuição das trocas
metabólicas por achatamento das papilas dermo-epidérmicas com endurecimento dos capilares e
fibras de colagênio. A pele torna-se fina, seca e enrugada.
ENVELHECIMENTO EXTRÍNSECO OU
FOTOENVELHECIMENTO
Associado a fatores como exposição solar, tabaco, stress, poluição, condições climáticas, hábitos
alimentares e de sono, desordens emocionais e uso incorreto de cosméticos/medicamentos conduzem
a um agravamento acentuado do envelhecimento biológico, devido ao efeito tóxico dos radicais
livres, que desestabilizam as moléculas do organismo, implicando alteração da atividade celular,
com consequências nefastas como mutações e necroses.
As células, as proteínas bem como os componentes extracelulares como o ácido hialurónico da
pele são frequentemente alvo da ação dos radicais livres, sofrendo a alterações morfológicas da pele
como rugas profundas, manchas senis, queratoses actínicas, ou até mesmo a cancro da pele.

Com as alterações encontradas na pele fotodanificada, a pele torna-se mais fina, seca e há um
aumento de rugas, desordens pigmentares aparecem, a pele perde a firmeza e suas propriedades
mecânicas. Há menos colágeno nas fibras elásticas, resultando na diminuição da elasticidade na
pele.
Os fibroblastos e os queratinócitos se reproduzem mais lentamente e a função de barreira da pele é
diminuída e o sistema de defesa da pele é menos eficiente, pois há uma redução significativa das
células Langerhans.

Os genes predeterminam a velocidade do envelhecimento de uma espécie porque contêm a


informação sobre quanto tempo viverão as células. À medida que vamos envelhecendo, verificam-se
alterações bioquímicas, histológicas e fisiológicas que comprometem a integridade da pele,
acentuando-se a partir de determinada idade, com a entrada na Menopausa e Andropausa.
A genética e o estilo de vida de cada indivíduo influência as funções fisiológicas normais da pele.
Se for uma rotina de má alimentação, consumo exagerado de açúcar, falta do consumo
de água, tabagismo, privação do sono e dentre outros, podem acelerar o envelhecimento de forma
rápida .
A radiação ultravioleta (UV),isoladamente, é o maior fator responsável pelo envelhecimento
cutâneo.
COMO COMBATER O ENVELHECIMENTO CUTÂNEO?
ANTIOXIDANTES
No combate aos radicais livres
Os antioxidantes são moléculas com cargas positivas que se combinam com os radicais livres,de
carga negativa, tornando-os inofensivos. Logo essas substâncias teriam a capacidade de anular a
ação desses radicais, daí o nome antioxidantes.

Alguns Ativos Antioxidantes mais utilizados:


Ácido Hialurônico: substância altamente hidrofílica (afinidade pela água) encontrada na nossa pele.
Possui atividade biológica como principal glicosaminoglicana da derme, proporcionando visco-
elasticidade a esta camada. Colabora no controle da hidratação da derme e no tônus da pele, além da
prevenção da integridade das fibras de colágeno.
Vitamina C: apresenta um potente efeito anti-radicais livres e é um cofator para a hidroxilação da
prolina e lisina, reações essenciais à síntese de colagênio. Apresenta efeitos despigmentante por
redução das reservas de melanina oxidada e inibição da melanogênese.
Ácido Alfa Lipóico: renova a superfície da pele, aumentando sua elasticidade, tônus e textura.
Diminui a aparência de linhas, rugas, poros dilatados e cicatrizes.
Ascorbosilane C: redutor dos radicais livres. Ação maximizada pela presença de ácido ascórbico
(Vitamina C), regenerador do tecido cutâneo.
Ferúlico: Poderoso antioxidante, capaz de inibir a formação de melanina, além de neutralizar
os radicais livres gerados pelo sol, poluição ambiental, cigarros e estresse.
Vitamina E (tocoferol): é mais importante anti-oxidante lipossolúvel. A nível cutâneo apresenta
efeitos na prevenção doenvelhecimento, na regeneração e hidratação. Apresenta ainda efeitos
vasodilatador, anticoagulante e anti-inflamatório. Aumenta ainda a atividade da Vitamina A.
Argireline: é um hexapeptídeo modulador da tensão muscular facial com atividade redutora
de rugas e linhas de expressão, de forma natural e não invasiva. Argireline age na terminação
nervosa, reduzindo a liberação de neurotransmissores na junção neuro-muscular, evitando que o
músculo se contraia e assim prevenindo e reduzindo as linhas e rugas de expressão (causadas por
movimentos repetitivos), mas especificamente as rugas ao redor dos olhos, lábios, nariz e testa. Não
altera a função dos músculos de expressão facial, mantendo a expressão natural da face, além de
deixar a pele elástica e hidratada.
Coffeeskin: antioxidante global que atua no foto e crono-envelhecimento. Com
efeito antioxidante global, o Coffeskin se consagra no mercado mundial por ser uma associação de
extrato de café com o bioflavonóide succinil rutina (derivado estável e hidrossolúvel) e carcinina,
que reduz a fragmentação do DNA foto-induzida. É rico em polifenóis, bioflavonóides e potentes
antioxidantes globais, que normalizam o equilíbrio celular conferindo “proteção tecnológica
avançada” à pele e tratamento intensivo no foto e cronoenvelhecimento.
Alistin: apresenta efeito “anti-aging“. É um pseudopeptídio biotecnológico com atividade
prolongada, considerado um antioxidante universal que protege moléculas hidrofílicas e lipofílicas,
protegendo o DNA e as proteínas da pele. Possui ação antiglicação: previne a ligação cruzada
(”cross-linking”) das proteínas. Combate à propagação do estresse oxidativo das moléculas
hidrofílicas, protegendo as enzimas e as proteínas.
EXSY-ARL: Pseudodipeptídeo com ação antipoluição, antiglicante e efeito detox. Combate o
estresse oxidativo inicial, eliminando a formação de radicais livres e aldeídos tóxicos, protegendo a
membrana celular e, consequentemente, impedindo as ligações cruzadas nas proteínas (cross-
linking). Desta maneira mantém-se a integridade das fibras colágenas melhorando o sistema de
defesa da pele e aumentando a capacidade regeneradora das membranas celulares. A sua propriedade
quelante de metais de transição evita a toxicidade do ferro.
EXTRATO DE CHÁ VERDE (CAMELLIA SINENSIS)
Rico em polifenóis, que possuem ação antioxidante e antirra-dicais livres. Seus constituintes
contribuem ainda para minimizar a degradação de fibras colágenas, pela inibição de metalopro-
teinases, e promover proteção ao DNA celular.
Resveratrol
É um polifenol importante encontrado em uvas, nozes, frutas e vinhos. Estudos in vitro e in vivo
comprovam que quando aplicado topicamente o resveratrol inibe o estresse oxidativo induzido
por UVB. Embora possua até 17 vezes mais atividade antioxidante que a idebenona, as
propriedades antienvelhecimento do resveratrol vão muito além dessa ação e incluem redução da
expressão da enzima tirosinase (reduzindo a hiperpigmentação), bloqueio de metaloproteinases e
colagenases (preservando o conteúdo de colágeno e matriz extracelular) e ativação de sirtuínas
(aumentando a longevidade celular). O resveratrol aumenta a atividade da enzima SIRT1, que atua
na regulação da transcrição de genes relacionados aoantienvelhecimento, apoptose e resistência ao
estresse, e por isso ele é conhecido como um imortalizador celular.
ALGUNS TRATAMENTOS NO COMBATE AO ENVELHECIMENTO E NAS DISFUNÇÕES
CUTÂNEAS
Confira algumas opção de tratamentos que ajudam na jovialidade e recuperação da pele:

A luz pulsada no fotorejuvenescimento


O tratamento provoca o espessamento da camada de fibras colágenas, o que deixa a pele mais
túrgida, melhora a flacideze promove a reorganização das fibras já existentes. Além disso, a pele do
rosto fica com coloração mais uniforme, eliminando manchas e diminuindo tamanho dos poros. E
mais: os vasinhos, manchas e olheiras podem ser removidos ou suavizados pela luz.
Fototerapia é definida como uma modalidade terapêutica que se utiliza de luz, um tratamento
através de luz ou por radiação dentro do espectro solar – isso também inclui os raios ultravioletas.
Pode ser aplicado raios de luz na pele para o tratamento de rugas, vasos, rosácea, acne, manchas,
tratamentos decalvície, remoção dos pelos, cicatrização, estrias entre outros. A fototerapia utiliza-
se de diferentes tipos de equipamentos: desde laser, luz intensa pulsada (LIP) e diodo emissor de
luz (LED). A potência dos aparelhos e a eficiência dos mesmos, variam, de acordo com o
comprimento das ondas, a penetração das mesmas e o calor produzido.
Peeling: Os peelings químicos com ácido glicólico, ácido retinóico, ácido mandélico e outros,
oferecem um tratamento não invasivo para ajudar a renovar a superfície cutânea. Após a aplicação,
há renovação da camada superficial da pele trazendo brilho radiante e minimizando a visibilidade
das linhas finas e de manchas. Embora peelings químicos sejam utilizados principalmente na face,
eles também podem ser usados para melhorar a pele no pescoço, colo, mãos e braços.
Peeling de Diamante
O Peeling de Diamante é um tratamento de renovação celular realizado através
da microdermoabrasão da pele onde é usada uma caneta a vácuo com ponteira de diamante que
desliza sobre a pele promovendo uma esfoliação superficial.
Indicado especialmente para peles fotoenvelhecidas, poros dilatados, irregularidades cutâneas,
manchas leves, cicatrizes de acne, flacidez e auxilia no rejuvenescimento facial.
Recupera a maciez e uniformidade da pele;

Deixa a pele renovada, sem asperezas, auxilia na redução de rugas e linhas de expressão e estimula
a produção de colágeno e elastina, prevenindo a flacidez facial.
Radiofrequência
Equipamento não invasivo, simples e rápido. O aparelho trabalha com a elevação da temperatura
interna do tecido. Promove o aumento da circulação sanguínea. São emitidas ondas eletromagnéticas
através de um aparelho moderno que aquece a derme, promovendo a contração das fibras de
colágeno e estimulando sua produção. A radiofrequência gera energia e calor sobre a derme,
enquanto que a superfície da pele (epiderme) se mantém resfriada e protegida.
A radiofrequência permite a correção de sinais de envelhecimento. Pode ser utilizado isoladamente
ou associado a outros tratamentos e produtos com o objetivo de tratar a flacidez da
pele facial, rugas periorbitais e frontais , flacidez da pele do pescoço, elevação das sobrancelhas,
etc.

Açúcar prejudica produção de


colágeno e envelhece a pele
18 JUN2014
13h01





 0
 COMENTÁRIOS

Quando o assunto é açúcar, a primeira coisa que vem à cabeça de muita gente
são os quilinhos a mais na balança. Afinal, todo mundo sabe que ele contribui
bastante para o aumento de peso. O que é pouco divulgado, no entanto, são os
seus efeitos nada benéficos para a pele. Isso porque, segundo um estudo
realizado pela Universidade de Leiden, da Holanda, em parceira com o Instituto
de pesquisas Unilever, do Reino Unido, o elemento acelera o processo de
envelhecimento cutâneo, tornando mais rápido o aparecimento de rugas e
flacidez.

SAIBA MAIS

Tratamentos mantêm região do colo com aparência jovial


Antioxidante, leite de amêndoas evita envelhecimento da pele


Aprenda dez truques simples para deixar sua pele mais jovem
Apesar de ser constantemente relacionado ao aumento de peso, o açúcar
em excesso acelera o processo de envelhecimento cutâneo, tornando
mais rápido o aparecimento de rugas e da flacidez
Foto: Shutterstock

Publicado na revista New Scientist , o levantamento comprovou que quanto


maior a dose de glicose concentrada no sangue maior a dificuldade de manter
a cútis jovem. Quem entende do assunto afirma que essa relação acontece
porque o excesso de açúcar que não é metabolizado pelo organismo se junta
com proteínas, causando um enrijecimento nas fibras dérmicas. “Devido a isso,
a pele fica opaca, amarelada e sem viço, tornando-se mais suscetível ao
aparecimento das rugas”, afirma Vivilaine Campelo, dermatologista do Instituto
da Pelle, do Rio de Janeiro.

Para a realização da pesquisa, foram selecionados e fotografados 569


voluntários com idades semelhantes. Outras 60 pessoas foram convocadas
para analisar as imagens. Os que foram caracterizados como mais velhos
tinham mais glicose no sangue.

Essa elevação no nível de açúcar apontada pelo estudo causa a famosa


glicação, que é a soma de proteínas e carboidratos simples, como pães e
massas brancas, no organismo. Esse processo, por sua vez, dá origem a
produtos de glicação avançada ou AGEs ( Advanced Glycation End
Products ), também responsáveis pelo dano das células e do colágeno. “Os
AGEs têm receptores específicos na derme, por isso, as proteínas mais
propensas à glicação são justamente as mesmas que mantêm a pele jovem”,
explica a especialista.

Para quem já está pensando em cortar as guloseimas de vez da dieta, há uma


boa notícia. De acordo com a médica, o processo de glicação é algo que
acontece de forma gradual ao longo da vida para a maioria das pessoas com
níveis normais de glicose. “No entanto, o ideal é ter uma alimentação saudável
e evitar os excessos desde cedo. Afinal, quando se é mais jovem, o corpo tem
mais recursos para afastar os danos e produzir mais colágeno. Já quando se
chega a certa idade, esses subprodutos começam a se acumular”, explica.

Por isso, para manter a cútis saudável e jovem por mais tempo, alimentos com
alto índice glicêmico, como trigo (trocar o pão branco por pão integral), arroz
branco (trocar pelo integral), massas, batata, sucos de caixinha (optar pela
fruta) e doces devem ser evitados ao máximo no dia a dia.

Envelhecimento Cutâneo

Envelhecer é natural e deve ser um processo sem traumas e com cuidados adequados. No
início do século passado, a longevidade do homem era bem menor: a média de vida era
cerca de 50 anos. Hoje, um número maior de pessoas chega à terceira idade, atingindo 80 a
90 anos com certa facilidade. Ao mesmo tempo em que cresce a expectativa de vida,
valoriza-se cada vez mais a juventude, o jovem e o belo são cultuados como ideal e as
pessoas sofrem muito em decorrência do envelhecimento.

Segundo a Dra. Denise Steiner, o envelhecimento é caracterizado pelo desgaste dos vários
setores do organismo, gerando alterações no seu funcionamento. “Muitas teorias tentam
explicar o mecanismo do envelhecimento, mas nenhuma delas compreende
satisfatoriamente a gênese completa do processo. A longevidade maior de certas raças e
mesmo de certas famílias corrobora a idéia da influência genética em relação ao
envelhecimento. Os genes podem codificar a mensagem para o início do processo do
"envelhecimento", informa, completando que as informações genéticas, com o tempo, talvez
fiquem inadequadas, propiciando defeitos incompatíveis com o funcionamento celular
perfeito.

Segundo a dermatologista, os radicais livres também participam da gênese do processo,


originando reações químicas, principalmente a oxidação. Estas reações desencadeiam
processos nocivos ao organismo e são influenciadas por radiações, doenças, fumo, estresse.
Além disso, as alterações hormonais, a falência ou deficiência do sistema endócrino
participam das alterações próprias do envelhecimento.

O sistema imunológico, responsável pelo processamento das defesas do organismo, também


desgasta-se com o passar do tempo. As funções imunológicas, principalmente aquelas
ligadas à imunidade celular, tornam-se eficientes, propiciando ao idoso maior número de
processo infecciosos, inflamatórios e carcinogenicos.
Fotoenvelhecimento
A pele, como maior órgão do corpo humano, também apresenta sinais de envelhecimento, os
quais tornam-se evidentes devido à sua característica de envoltório protetor.

O envelhecimento cutâneo pode ser dividido em envelhecimento intrínseco e


fotoenvelhecimento. O primeiro representa aquele comum aos órgãos e o segundo mais
intenso e evidente, é o que ocorre devido aos danos causados pela radiação ultra-violeta.

"O envelhecimento causado pela idade é mais suave, lento e gradual, causando danos
estéticos muito pequenos. Já o fotoenvelhecimento é mais danoso e agressivo à superfície da
pele, sendo responsável por modificações como rugas, engrossamento, manchas e o próprio
câncer de pele", afirma Dra. Denise.

Segundo ela, o fotoenvelhecimento não é intensificação do envelhecimento cronológico, mas


tem características próprias muito diferentes do envelhecimento comum. Sendo assim, a
pele vai apresentar características diferentes em áreas expostas e não expostas. Além disso,
o Sol passa a ser o principal fator em relação ao fotoenvelhecimento.

" O espectro eletromagnético da luz tem vários tipos de radiação com diferentes tipos de
comprimento de onda. As radiações apresentam diferentes penetrações e respostas
relacionadas ao seu comprimento de onda e ao local onde será absorvida. Os fótons que
carregam esta energia são absorvidos por moléculas da pele que a transformam em calor.
Neste processo, dependendo da radiação e da energia, pode haver um dano importante no
DNA celular", explica a dermatologista.

As ondas mais importantes relacionadas ao fotoenvelhecimento são aquelas chamadas de


radiação ultra-violeta. As radiações com comprimento de onda menor que 200nm não
ultrapassam a camada de ozônio e em geral não atingem a pele. As radiações ultra-violeta B
e ultra-violeta A são aquelas mais relacionadas aos danos causados à pele e também as mais
conhecidas e estudadas. A luz visível e a radiação infravermelha também causam prejuízos à
pele e suas ações vêm sendo muito pesquisadas nos últimos anos. Várias referências
demonstram que essa parte do espectro pode potencializar os efeitos maléficos da radiação
ultra-violeta B e A.

“Resumidamente podemos afirmar que a radiação ultra-violeta B causa danos agudos à cútis
tais como: avermelhamento e queimaduras e danos crônicos como câncer de pele e
envelhecimento. Essa radiação penetra superficialmente e está principalmente entre as 10 e
15 horas do dia”, declara a Dra. Denise, explicando que a radiação ultra-violeta A penetra.
mais profundamente na pele atingindo a derme causando menos eritema e queimadura. “No
entanto, devido a sua maior penetração, é responsável pelo envelhecimento e também pelo
câncer de pele. Ela está presente durante todo o dia”.

Outra alteração marcante causada pelo Sol é a diminuição das células de Langerhans,
responsáveis pela resistência imunológica da pele.

Gênese do envelhecimento cutâneo


O processo de envelhecimento do organismo está relacionado com a perda da capacidade
funcional e de reserva, mudança da resposta celular aos estímulos; perda da capacidade de
reparação e predisposição do organismo à doença. As células humanas têm capacidade finita
de reprodução, entrando, então, no processo chamado senescência. A idade é paralela a
senescência celular e tem o mesmo controle genético. Existem exceções como células
germinativas, stem cells (totipotentes) e células cancerosas que se reproduzem sem parar,
influenciadas por mecanismos desconhecidos.

O telômero é a porção terminal do cromossomo eucariótico e o protege da degradação.


Segundo a Dra. Denise, com a idade, o telômero torna-se mais curto em todas as células,
menos naquelas germinativas e cancerosas. Estas têm maior quantidade de telomerase, que
é uma transcriptase reversa com capacidade de replicar o telômero. A telomerase expressa-
se nas células germinativas e cancerosas evitando o desaparecimento do telômero e
conseqüentemente o desgaste e senescência das células.
A oxidação ocorre constantemente no organismo humano causando dano, principalmente, ao
DNA celular. Ela aumenta com a idade e nas células senescentes. Quanto mais oxidação,
menor grau de reparação, maior número de mutações, maior deterioração celular e maior
formação de tumores.

“No envelhecimento do organismo há queda dos hormônios de uma maneira geral. Ocorre a
andropausa, com diminuição dos andrógenos, a menopausa, menor quantidade de
estrógenos, e também a chamada somatopausa, que é o rebaixamento do nível do hormônio
do crescimento, produzido durante o sono pela glândula pituitária em grande quantidade na
puberdade”, explica a dermatologista, completando que sua diminuição provoca perda da
massa magra e aumento do depósito de gordura. “Homens de mais de 60 anos, quando
tratados com hormônio do crescimento aumentam a massa muscular, perdem excesso de
gordura e aumentam o tônus da pele. A reposição do hormônio do crescimento vem sendo
cogitada em certas situações específicas”, ressalta.

Existem diferenças marcantes entre o envelhecimento intrínseco e o fotoenvelhecimento que


são coerentes com as alterações bioquímicas e moleculares. No envelhecimento pela idade, a
textura da pele é lisa, homogênea e suave com atrofia da epiderme e derme, menor número
de manchas e discreta formação de rugas. No fotoenvelhecimento a superfície da cutis é
áspera, nodular, espessada, com inúmeras manchas e rugas profundas e demarcadas.
Histologicamente, a atrofia e retificação da epiderme no envelhecimento cronológico
contrasta com a acantoso da pele actínica. Os queratinócitos são normais na primeira e
displásicos na pele fotoexposta. Os melanócitos estão diminuídos conforme a idade, mas
aumentam em número e distribuem irregularmente o pigmento na pele lesada pela luz
ultravioleta. A pele envelhecida tem menor quantidade de elastina e colágeno e
vascularização normal. Na pele actínica aparece a zona de GRENZ (faixa eosinofílica
cicatricial). As fibras de cólágeno têm maior desorganização e as elásticas transformam-se
em massas amorfas (elastose), enquanto os vasos têm parede duplicada e enfiltrado
linfohistiocitário ao seu redor, caracterizando a heliodermatite.

Tratamento
De acordo com a Dra. Denise, o tratamento do envelhecimento cutâneo passa pela
observação dos fatores envolvidos no seu desenvolvimento, como envelhecimento
cronológico, fotoenvelhecimento, flacidez, linhas de expressão.

"Na prevenção do fotoenvelhecimento o filtro solar de amplo espectro, utilizado a longo


prazo, diminui o número de manchas, rugas leves e previne o aparecimento de queratoses e
câncer de pele .Sabe-se hoje que seu uso precoce e continuado evita o dano cumulativo e
previne o envelhecimento actínico", informa a dermatologista, dizendo que a tretinoína
continua sendo o tratamento tópico mais conhecido e embasado para o fotoenvelhecimento,
agindo nas diversas camadas da pele.

"A tretinoína ou ácido retinóico promove uma compactação da camada córnea, a proliferação
da camada espinhosa, uma diminuição da atipia celular e normalização do número e da
atividade dos melanócitos. Atua também na derme promovendo o aumento do colágeno tipo
VII, angiogênese, aumento a síntese de colágeno e diminuição da massa elastótica", declara.

Muitos princípios ativos vêm sendo empregados para diminuir os efeitos do tempo na pele.
As vitaminas antioxidantes, como a vitamina C e a vitamina E, são benéficas tanto por via
sistêmica como tópica e além do efeito antioxidante apresentam ação fotoprotetora discreta,
que, somada aos benefícios dos filtros solares, melhora também a formação de colágenos.
"Outra classe de princípios ativos muito úteis no tratamento do envelhecimento da pele é a
dos fitoestrógenos. Normalmente utiliza-se a isoflavona e o extrato glicólico de soja que
ajudam a suprir a falta de hormônio feminino na pele. Estas formulações agem melhorando a
hidratação e a elasticidade da pele, pelo seu efeito hidratante, anti-oxidante e renovador
celular", adianta a especialista.

Ele diz ainda que o cobre, oligoelemento essencial para o organismo, também vem sendo
empregado no combate ao envelhecimento. Age estimulando a atividade dos fibroblastos e a
produção de colágenos, confere maior firmeza a elasticidade à pele, suavizando as rugas.
Segundo a Dra. Denise, o dimetilaminoetanol (DMAE ou deanol) é uma droga que
recentemente vem sendo muito utilizada no tratamento da flacidez cutânea. "Os trabalhos
apresentados pela indústria famacêutica responsável pela comercialização do produto
parecem promissores. Entretanto, ainda é necessária uma análise mais prolongada da
droga", ressalva, explica que o DMAE age otimizando a liberação de acetilcolina, melhorando,
assim, a concentração muscular."Sabe-se que promove melhora na hidratação e turgor da
pele, conferindo-lhe maior firmeza, suavizando as rugas. Todos estes princípios ativos
citados são utilizados, para o tratamento tópico, sob a forma de géis, cremes e loções. No
entanto, há outras alternativas mais invasivas e muito efetivas no tratamento do
envelhecimento".

Os peelings químicos são capazes de remover parte da pele, de acordo com a profundidade
com que são realizados, promovendo uma renovação e regeneração da pele. Quanto mais
profundo for o peeling, mais efetivo contra o fotoenvelhecimento. Para a Dra. Denise, em
casos de rugas profundas e elastose solar, os peelings profundos, como o fenol e o
resurfacing com laser de CO2, são mais indicados. A recuperação no tratamento com esse
peelings é mais demorada, porém são os mais profundos os que garantem um
rejuvenescimento cutâneo marcante e duradouro.

Outra opção muito utilizada para correção de sulcos é o preenchimento cutâneo, no qual são
utilizados diversos preenchedores, principalmente à base de ácido hialurônico.

"A toxina botulínica tipo A vem sendo utilizada para tratamento estético há
aproximadamente 10 anos. Essa toxina atua por meio da paralisação de feixes musculares
específicos, causando a atenuação das rugas de expressão.

Seu efeito inicia-se 48 horas após a aplicação e, no máximo em 15 dias. A duração dos
efeitos benéficos é de 4 a 6 meses", declara a dermatologista, citando que depois desse
período, os músculos reassumem os seus movimentos originais. "Apesar de certa polêmica
que envolve tal técnica, quando efetuada por profissionais habilitados, tem pouco percentual
de complicações e bons resultados".

Segundo a Dra. Denise, não se pode esquecer das várias técnicas de cirurgia plástica, como
o lifting e a blefaroplastia, capazes de atenuar rugas e eliminar sobras de pele e flacidez.
"Tratar o envelhecimento é um desafio, porém, a cada dia, torna-se mais presente no dia-a-
dia do dermatologista, conclui.

Envelhecimento cutâneo
 3



 3

Envelhecimento cutâneo: por que ocorre? Como evitar?


O conceito de beleza atualmente em vigor e procurado pela grande maioria das
pessoas é o da pele jovem, sem manchas ou rugas. Entretanto, com o avanço da
idade, a pele começa a sofrer alterações que modificarão seu aspecto
gradativamente, caracterizando o envelhecimento cutâneo.
Mas por que com a idade a pele transforma-se dando origem ao surgimento de
manchas, rugas e ao aspecto de pele "sem viço" ? O motivo de tal transformação
são as alterações decorrentes do envelhecimento intrínseco e extrínseco da pele.
Envelhecimento intrínseco
O envelhecimento intrínseco é decorrente do desgaste natural do organismo,
causado pelo passar dos anos, sem a interferência de agentes externos e equivale
ao envelhecimento de todos os órgãos, inclusive a pele.
A aparência da pele que sofreu envelhecimento intrínseco é a da pele que foi
pouco exposta ao sol, como a face interna dos braços, próximo à axila. É uma pele
fina, com pouca elasticidade, mais flácida e apresentando finas rugas, porém sem
manchas ou alterações da sua superfície.[/p]
Envelhecimento extrínseco
O envelhecimento extrínseco, ou fotoenvelhecimento, é aquele decorrente do
efeito da radiação ultra-violeta do sol sobre a pele durante toda a vida.
O sol, que propicia momentos de lazer e que dá o bronzeado que aprendemos a
considerar como modelo de saúde e beleza, é também o principal responsável
pelo envelhecimento cutâneo, pois é a sua ação acumulativa sobre a pele que faz
surgirem os sinais da pele envelhecida.
A pele fotoenvelhecida tem como características a perda da elasticidade, manchas
escuras ou claras, rugas finas e profundas e a alteração da superfície da pele, que
pode se apresentar mais áspera, ressecada e descamativa.
Além disso surgem as ceratoses solares, lesões que atingem a camada mais
superficial da pele formando "crostas" e que, eventualmente, podem transformar-
se em um câncer da pele.
Efeito do sol sobre o envelhecimento cutâneo e o câncer da pele
Durante toda a vida e, principalmente na infância e na adolescência, as exposições
repetidas ao sol exercem efeito sobre a pele de forma acumulativa. O dano
causado só se manifestará com o passar dos anos. Mesmo naqueles que não
frequentam praias, o efeito da exposição diária da pele ao sol vai aparecer no
futuro, trazendo todas as características da pele "fotoenvelhecida".
Enquanto somos jovens, a pele possui mecanismos que corrigem o dano solar,
não permitindo o surgimento das alterações causadas pelo sol. No entanto, o
efeito se acumula e mais tarde os mecanismos de defesa não conseguem mais
reverter o mal causado à pele. É quando os sinais do envelhecimento começam a
aparecer.
Além de causar o envelhecimento cutâneo, as queimaduras solares repetidas e
frequentes deixam a pele mais predisposta ao surgimento do câncer,
especialmente em indivíduos de pele clara (fototipos I e II). A radiação ultravioleta
do sol, além de alterar o código genético das células, inibe mecanismos de defesa
que nos protegem contra o câncer da pele.
Algumas das características do envelhecimento cutâneo, como as "casquinhas" e
"asperezas" que aparecem com a idade, são lesões que podem vir a se
transformar futuramente em um câncer da pele e devem ser tratadas.
Como prevenir o fotoenvelhecimento?
A principal forma de prevenir o envelhecimento da pele é a proteção solar, que
deve ser iniciada na infância. A responsabilidade da proteção da pele das crianças
é dos pais, que devem também estimular fortemente os adolescentes a se
protegerem. A educação desde cedo cria o hábito saudável da proteção solar, que
deve continuar por toda a vida, prevenindo o envelhecimento cutâneo e o
surgimento do câncer da pele.
Tomando-se certos cuidados, os efeitos danosos do sol podem ser atenuados.
Veja como proteger sua pele da radiação solar:
-use protetores solares sempre que sair ao sol, com FPS 15 ou maior, nas áreas
de pele não protegidas pelas roupas e que mais envelhecem, como a face,
pescoço, colo, braços e mãos.
-para o dia a dia, dê preferência aos filtros solares "oil free" que são mais
agradáveis de se usar pois não deixam a pele gordurosa.
-use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a
15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e
sempre reaplicando-o após mergulhar ou transpiração excessiva.
-a duração da ação de um filtro solar é de cerca de 2 horas. Após este período
deve ser reaplicado.
-use chapéu e guarda-sol quando for à praia. Ainda assim, use o filtro solar pois
parte da radiação ultra-violeta reflete-se na areia atingindo a sua pele.
-evite o sol no período entre 10 e 15 horas.
Estas recomendações são especialmente importantes para as pessoas de pele
clara, as quais devem evitar qualquer tipo de exposição ao sol sem proteção.
Como melhorar a pele fotoenvelhecida?
Para aquelas pessoas que já sofreram a ação do sol e apresentam os sinais do
envelhecimento cutâneo, além da proteção solar, o uso de algumas substâncias na
forma de cremes, loções ou géis, podem a médio ou longo prazo reverter alguns
dos efeitos do fotoenvelhecimento.
Produtos contendo ácido retinóico, adapaleno, ácido glicólico ou outros
alfahidroxiácidos são utilizados para melhorar o aspecto da pele envelhecida,
aumentando sua hidratação, corrigindo alterações de superfície, atenuando as
manchas e melhorando a sua elasticidade.
Os melhores resultados são obtidos com os produtos a base de ácido retinóico.
Esta substância atua na pele estimulando a renovação celular de sua camada
mais externa (epiderme) e reestruturando o colágeno e as fibras elásticas de sua
camada média (derme).
O efeito a longo prazo, é o de uma pele com superfície mais viçosa, lisa e
hidratada, clareamento das manchas, atenuação das rugas finas e melhora da
elasticidade. A pele adquire o aspecto de "rejuvenescida".
Tratamento deve ser orientado[/n]
No entanto, estas substâncias devem ser utilizadas com cautela, pois podem
acarretar efeitos colaterais se usadas de forma errada. Antes de iniciar um
tratamento, deve ser feita uma avaliação da pele por um profissional capacitado
para indicar o tipo de produto e a concentração mais apropriada para cada pessoa,
de acordo com o seu tipo de pele e grau de comprometimento.
Os melhores resultados são obtidos após cerca de 1 ano e meio de tratamento,
apesar de sinais de melhora já poderem ser percebidos desde os primeiros meses.
O tratamento deve ser mantido ao longo dos anos para a permanência dos
resultados, pois os efeitos do dano solar acumulado durante a vida continuarão a
ser exercidos e a interrupção do tratamento permitirá que voltem a se manifestar.

Acupuntura estética

Acupuntura é um método da medicina tradicional chinesa que estimula pontos


cutâneos através de agulhas. Esse método é utilizado para relaxamento dos
músculos, evitar doenças e até tratá-las.

Porém, a acupuntura pode ser usada para fins estéticos também. Acupuntura
estética consiste no melhoramento de tônus, ativação da circulação sanguínea,
diminuição de rugas, promove emagrecimento e muito mais.
O método é basicamente o mesmo na acupuntura tradicional, os pontos de energia
do corpo que não estão alinhados, são estimulados com agulhas.
Sua aplicação na estética é para combater as mudanças provocadas pelo tempo
como gordura localizada, flacidez, estrias, hidrolipodistrofia ginoide (celulite) e
rugas (rejuvenescimento facial), manchas, olheiras, acne, calvície, melhorar a
queda de cabelo, entre outros problemas.
Acupuntura estética facial

No caso de rugas profundas, o tratamento de acupuntura tem como objetivo


harmonizar a pele dando maior vitalidade, maior firmeza, fortalece a musculatura,
preenche sulcos e melhora a qualidade da pele realçando sua beleza, deixando-a
mais bonita.
Manchas Acne Rugas (Rejuvenescimento)

Não elimina rugas profundas, nem excesso de pele, mas é visível a melhora de
qualidade da pele.
Cirurgia plástica

As agulhas promovem uma melhor circulação local e ajudam na regeneração dos


tecidos acelerando a recuperação de pacientes
Acupuntura estética corporal

A acupuntura estética corporal é mais eficaz no combate à gordura localizada do


que no emagrecimento. É muito importante como complemento do tratamento no
emagrecimento, ajudando a eliminar a gordura localizada firmando e auxiliando na
tonicidade e textura da pele, reduzindo as medidas e um pouco do excesso, se
tornando um grande auxiliar para quem deseja perder peso.
Estrias

Conseguimos resultados excelentes mas associados com outras técnicas


A Acupuntura estética se diferencia de outros tratamentos de beleza, porque
considera o paciente como um todo, já que os problemas estéticos normalmente
tem ligação com algum desequilíbrio nos órgãos internos e com isso os resultados
são aparentes.
Contra Indicação

- Câncer
- Pessoas que façam uso de anticoagulantes
- Marcapasso – principalmente quando se trata de eletroacupuntura
- Gestantes
Tempo de Tratamento

Facial – geralmente 6 sessões


Corporal – 10 a 15 sessões
Eficácia no Tratamento

Apesar de ser uma técnica muito eficaz, há variações nos resultados de cada
paciente , uns respondem melhor que outros, mas em geral todos atingem um grau
de satisfação.

Acupuntura estética

 15


 1
 1

Acupuntura é um método da medicina tradicional chinesa que estimula pontos


cutâneos através de agulhas. Esse método é utilizado para relaxamento dos
músculos, evitar doenças e até tratá-las.

Porém, a acupuntura pode ser usada para fins estéticos também. Acupuntura
estética consiste no melhoramento de tônus, ativação da circulação sanguínea,
diminuição de rugas, promove emagrecimento e muito mais.
O método é basicamente o mesmo na acupuntura tradicional, os pontos de energia
do corpo que não estão alinhados, são estimulados com agulhas.
Sua aplicação na estética é para combater as mudanças provocadas pelo tempo
como gordura localizada, flacidez, estrias, hidrolipodistrofia ginoide (celulite) e
rugas (rejuvenescimento facial), manchas, olheiras, acne, calvície, melhorar a
queda de cabelo, entre outros problemas.
Acupuntura estética facial

No caso de rugas profundas, o tratamento de acupuntura tem como objetivo


harmonizar a pele dando maior vitalidade, maior firmeza, fortalece a musculatura,
preenche sulcos e melhora a qualidade da pele realçando sua beleza, deixando-a
mais bonita.
Manchas Acne Rugas (Rejuvenescimento)

Não elimina rugas profundas, nem excesso de pele, mas é visível a melhora de
qualidade da pele.
Cirurgia plástica

As agulhas promovem uma melhor circulação local e ajudam na regeneração dos


tecidos acelerando a recuperação de pacientes
Acupuntura estética corporal

A acupuntura estética corporal é mais eficaz no combate à gordura localizada do


que no emagrecimento. É muito importante como complemento do tratamento no
emagrecimento, ajudando a eliminar a gordura localizada firmando e auxiliando na
tonicidade e textura da pele, reduzindo as medidas e um pouco do excesso, se
tornando um grande auxiliar para quem deseja perder peso.
Estrias

Conseguimos resultados excelentes mas associados com outras técnicas


A Acupuntura estética se diferencia de outros tratamentos de beleza, porque
considera o paciente como um todo, já que os problemas estéticos normalmente
tem ligação com algum desequilíbrio nos órgãos internos e com isso os resultados
são aparentes.
Contra Indicação
- Câncer
- Pessoas que façam uso de anticoagulantes
- Marcapasso – principalmente quando se trata de eletroacupuntura
- Gestantes
Tempo de Tratamento

Facial – geralmente 6 sessões


Corporal – 10 a 15 sessões
Eficácia no Tratamento

Apesar de ser uma técnica muito eficaz, há variações nos resultados de cada
paciente , uns respondem melhor que outros, mas em geral todos atingem um grau
de satisfação.
A Microcorrente, conhecida também como MNES (Micro Electro Neuro Stmulation),
trata-se de uma corrente galvânica pulsada que utiliza parâmetros de baixa freqüência
e intensidade na faixa dos microampéres. O plano de atuação da microcorrente é
profundo, podendo atingir nível muscular, e apresenta-se com imediata atuação no
plano cutâneo e subcutâneo. O modo normal de aplicação da microcorrente ocorre em
níveis incapazes de ativar as fibras nervosas sensoriais subcutâneas, tendo como
resultado a ausência da sensação de formigamento tão conhecida nos tratamentos
eletroterapêuticos (BORGES e SANTOS, 2006).

A MENS é amplamente utilizada na estética devido à sua capacidade de ativar o


metabolismo celular e tecidual, melhorar o tônus tecidual e muscular, aumentar a
produção das fibras colágenas pelos fibroblastos, melhorar a circulação sanguínea a
linfática, acelerar a reparação tecidual.

A Microcorrente é capaz de acelerar a síntese do trifosfato de adenosina (ATP), sendo


esta, responsável pela síntese protéica e regeneração tecidual devido a sua
participação em todos os processos energéticos da célula. A aplicação pode ser feita
com eletrodos de borracha condutiva (aplicação passiva) , ou com eletrodos em forma
caneta (aplicação ativa). O tempo de aplicação vai depender do objetivo do tratamento.
Ela pode ser aplicada em todo o corpo e também no rosto.

Efeitos fisiológicos
– Restabelecimento da bioeletricidade dos tecidos: Uma lesão afeta o potencial
elétrico das células do tecido lesado, fazendo com que a resistência elétrica aumente
se comparada aos locais próximos à lesão. As membranas tornam-se menos
permeáveis ao fluxo de íons e mais isoladas eletricamente. O fluxo elétrico intrínseco
é forçado a levar o caminho de menor resistência, evitando a lesão pela circulação
sangüínea ao redor dela. O decréscimo do fluxo elétrico na região lesionada diminui a
capacitância celular, gerando processo inflamatório. A microcorrente atua
restabelecendo a bioeletricidade do tecido lesado, acelerando o processo de
cicatrização (BORGES e SANTOS, 2006; WATSON, 2003);
– Incremento da síntese de ATP: em uma lesão ocorre impedância elétrica, causando
redução no suprimento sangüíneo, de oxigênio e nutrientes para o tecido. A circulação
reduzida causa um acúmulo de resíduos metabólicos, resultando em hipóxia local,
isquemia e metabólitos nocivos que causam dor. Esses eventos são sinais de que a
produção de ATP está reduzida. Cheng e colaboradores, em 1982, (apud SILVA,
2006), demonstraram o aumento da concentração de ATP celular em cerca de três a
cinco vezes na faixa de 50uA a 1000uA, sendo que com correntes entre 100uA e 500uA
o efeito foi similar e excedendo-se os 1000uA, os valores retornavam aos níveis
normais, sem eletroestimulação.
– Transporte ativo de aminoácidos: o transporte ativo é o meio de transporte das
moléculas de aminoácidos para o interior da célula, pois essas são demasiadamente
grandes para sofrerem difusão através das membranas celulares. Este mecanismo
depende da energia liberada pelas moléculas de ATP (GUYTON e HALL, 1996). O
estudo de Cheng e colaboradores em 1982 (apud SILVA, 2006), mostra que o
transporte ativo de aminoácidos aumentou de 30 a 40% com a utilização de
microcorrente com intensidade entre 100uA e 500uA.
– Síntese de proteínas: o incremento na produção e ATP oferece a energia
necessária para elevar a síntese de proteína e aumentar o transporte dos íons, fazendo
com que ocorra o desenvolvimento tecidual (BORGES e SANTOS, 2006). Conforme
Cheng e colaboradores (apud SILVA, 2006), o aumento na síntese protéica iniciou -se
com aplicação de microcorrente na intensidade de 10uA e atingiu o nível máximo com
100uA.
– Drenagem linfática: a terapia por microcorrente aumenta a mobilização de
proteínas para o sistema linfático (MERCOLA e KIRSCH, 1995).

Efeitos terapêuticos
– Analgesia: existem alguns mecanismos que podem, possivelmente, ser afetados
após a exposição a um campo elétrico. Estes são: a liberação de encefalinas,
principalmente as endorfinas; a internalização da substância P; a teoria de controle da
comporta da dor e a ativação dos receptores de diferentes opióides (ALLEN et al.,
1999; NAM et al., 1995; SEEGERS et al., 2002; SLUKA et al, 1998);
– Aceleração do processo de reparação tecidual: alguns estudos relatam
aceleração no processo de proliferação dos fibroblastos, maior concentração de fibras
colágenas e

intensa neovascularização (ALVAREZ et al., 1983; SANTOS et al., 2004; SILVA, 2006);

– Aumento da osteogênese: Estudo de caso relatado por Borges e Santos (2006)


observou fechamento parcial do foco de fratura e intensa calcificação utilizando
tratamento eletroterapêutico por cerca de 30 dias ininterruptos, com aproximadamente
6 horas diárias, empregando corrente contínua com inversão de polaridade, 1000Hz
de freqüência e intensidade de 60A;
– Antiinflamatório: diminuição significante dos sinais inflamatórios, como retração da
lesão, desenvolvimento precoce da crosta, diminuição do edema e ausência de
exsudato inflamatório (SILVA, 2006).

– Ação bactericida: a cicatrização de feridas pode ser impedida pela infecção. A


estimulação elétrica com microcorrente utilizando o pólo negativo possui ação
bactericida. Snyder-Mackler (2001) relata que alguns estudos foram feitos com feridas
contaminadas por Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa. Eles aparecem
estéreis após vários dias de eletroestimulação com microcorrente.
– Redução de edemas: a microcorrente aumenta a absorção do líquido intersticial,
favorecendo a redução de edemas (MERCOLA e KIRSCH, 1995; SNYDER-MACKLER,
2001);
– Relaxamento muscular: o espasmo muscular pós-trauma pode provocar deficiência
de fluxo sangüíneo com conseqüente hipóxia e acúmulo de metabólitos nocivos,
levando a redução de ATP. Como já foi relatada, a microcorrente incrementando a
síntese de ATP, pode auxiliar a cura nestes casos (BORGES e SANTOS, 2006).
ELETROTERAPIA NA ESTÉTICA
FACIAL: MICROCORRENTES
Publicado em 12 de April de 2009 por Rita Maria Inácio

RITA MARIA INÁCIO: Técnica em estética Facial e Corporal-SENAC

Artigo Simples

Eletroterapia na estética facial: Microcorrentes


A microcorrente pode ser definida como um tipo de eletroestimulação que
utiliza correntes com parâmetros de intensidade na faixa dos microampéres, de
baixa freqüência, podendo apresentar correntes contínuas ou alternadas.
Também é chamada de MENS (Micro Electro Neuro Stimulation).
O objetivo da técnica é promover a revitalização cutânea, melhorando a
flacidez muscular, elasticidade, a viscosidade e o brilho da pele, que ocorre
devido à formação de um campo bioelétrico natural, que promove revitalização
celular.
A polaridade dos tecidos não-excitáveis tem sido documentada nas últimas
décadas. Todas as funções e atividades do corpo envolvem de alguma forma a
eletricidade. Segundo Okuno (2006, apud Borges, 2006), o conhecimento dos
fenômenos elétricos é importante para uma melhor compreensão dos
complexos processos físicos e químicos que caracterizam a vida.
O conhecimento da bioeletricidade celular é fundamental na compreensão de
diversos fenômenos que envolvem a eletroterapia. Sabe-se que existe um
sistema de comunicação denominado sinalização. Um sinal é uma informação
codificada, que não pode ser liberada do sinal se não existir um meio de
reconhecer o formato e a leitura do código. Segundo Charman (2006, apud
Borges, 2006), a hipótese relativa aos vários aspectos da bioeletricidade é que
as células podem receber, decodificar e agir sobre sinais elétricos, magnéticos
e acústicos. Esta bioeletricidade é a base em que se apóiam as várias teorias
do sinal elétrico ou magnético interagindo entre as células.
Quando a atividade elétrica endógena do organismo é considerada, é
pertinente a hipótese de que as estimulações elétricas ou eletromagnéticas,
quando aplicadas externamente ao corpo, possam desencadear alterações em
nível celular que intensificam o processo de cicatrização.
De acordo com Robinson e Snyder-Mackler (2001, apud Borges, 2006), o
modo normal de aplicação dos aparelhos de micrecorrentes ocorre em níveis
que não se consegue ativar as fibras nervosas sensoriais subcutâneas, e o
resultado disto é o cliente não sentir o formigamento que a corrente galvânica
favorece.
O plano de atuação das microcorrentes é profundo, podendo atingir um nível
muscular, e apresenta-se com imediata atuação no plano cutâneo e
subcutâneo.

Efeitos Fisiológicos:
Restabelecimento da bioeletricidadetecidual: pesquisas mostraram que um
trauma afetaria o potencial elétrico das células do tecido lesionado. Inicialmente
o loca atingido teria uma resistência maior do que os tecidos próximos à lesão
da corrente. A aplicação das microcorrentes em um local lesionado pode
aumentar o fluxo da corrente endógena. Isto permite à área traumatizada
recuperar sua capacidade, ocorrendo um processo de cura.
Síntese de ATP: noventa por cento do total de ATP, utilizados nos trabalhos
celulares são transformados durante o metabolismo da glicose, com a energia
liberada pela oxidação subseqüente dos átomos de hidrogênio liberados
durante a glicólise.
Toda energia acumulada será armazenada nas mitocôndrias, também
denominadas "poços de energia" celular, e definidas como uma organela
intracelular composta de várias membranas, sendo responsável por todas as
reações do metabolismo aeróbico que utiliza esta forma de combustível. Dentro
desta estrutura celular, existe uma combinação de várias enzimas especiais
que transportam os íons de hidrogênio liberados pela degradação metabólica
da glicose e gordura. Estes íons fluem através da membrana celular, dando
origem à Adenosina Trifosfato (ATP), principal fonte de energia química.
A microcorrente atua diretamente no organismo, aumentando a síntese de ATP
e eleva o seu aumento em até 500%.
Aumento do transporte de membranas: em virtude do aumento da produção
de ATP ocorre a intensificaçaodo transporte ativo através da membrana
Transporte ativo de aminoácidos: segundo Guyton (2001, apud Borges,
2006), as moléculas de praticamente todos os aminoácidos são
demasiadamente grandes para sofrerem difusão através das membranas
celulares. Então, o único meio de transporte significativo desta substância para
o interior da célula é através do transporte ativo. Este mecanismo de transporte
ativo depende diretamente da energia liberada pelas moléculas de ATP, e o
aumento de ATP disponível para a célula aumenta o transporte de aminoácidos
e, conseqüentemente, aumenta a síntese de proteínas.
Ação no Sistema Linfático: uma pequena quantidade de proteínas
plasmáticas vaza continuamente através dos poros capilares para o líquido
intersticial ( entre os tecidos). Se não forem devolvidas ao líquido circulante, a
pressão coloidosmótica do plasma cairá a volumes demasiadamente baixos, o
que fará que se perca grande parte do volume sanguíneo para os espaços
intersticiais. Uma importante função do sistema linfático é a de devolver as
proteínas plasmáticas do líquido intersticial à circulação do sangue.
Ocasionalmente, ocorrem anormalidades no mecanismo das trocas líquidas
nos capilares que resultam em edema, caracterizado pela passagem excessiva
de líquido para fora do plasma e para o líquido intersticial, com a conseqüente
tumefação dos tecidos. Entre as várias causas desse fenômeno está o bloqueio
do sistema linfático, que impede o retorno da proteína, do interstício para o
plasma, fazendo que a concentraçãode proteínas plasmáticas caia a volumes
muito baixos, enquanto a concentração de proteína no líquido intersticial
aumenta muito. Estes dois fenômenos, isolados ou em conjunto, produzem a
transudação excessiva de líquido para os tecidos.
A microcorrente aumenta a mobilização de proteínas para o sistema linfático,
pois quando são aplicadas em tecidos traumatizados, as proteínas carregadas
são postas em movimento, e sua migração para o interior dos tubos linfáticos
tornam-se acelerada. A pressão osmótica dos canais linfáticos é aumentada,
absorvendo o fluído do espaço intersticial.
O método utilizado pela microcorrente é totalmente indolor e não invasivo, onde
a aplicação é feita através de massagem agradável e relaxante, com canetas e
cotonetes em suas pontas, funcionando em três etapas: na primeira promove o
aumento do metabolismo, liberando íons de cálcio que deflagram o incremento
no transporte de membranas, aumentando a circulação arterial, venosa e
linfática, maior reabsorção de líquidos estagnados no interstício e eliminação
de toxinas, aumentando a produção de ATP e transporte de aminoácidos.
Na segunda etapa realiza pinçamento dos sulcos, vincos e da musculatura,
visando o encurvamento muscular com restabelecimento da tonicidade facial.
Na terceira etapa o objetivo é introduzir com auxílio da miocrocorrente um
produto ionizável (técnica que facilita a penetração de substâncias ativas dos
cosméticos através da pele).

Indicações:

_ Cicatrizes;

_ Pós-operatórios;

_ Rejuvenescimento;

_ Flacidez tissular;

_ Recuperação de queimaduras;

Contra indicações:

_ Cardíacos portadores de marca-passo ou cardiopatias congestivas;

_ Uso de prótese metálica;

_ Portadores de neoplasia;

_ Patologias circulatórias tipo flebite, trombose;

_ Renais crônicos;

_ Gestantes em qualquer idade gestacional;

_ Processos inflamatórios e infecciosos;

_ Sobre a pele anestésica ( sem sensibilidade);


_ Epilepsia ou patologias neurológicas que contra indiquem aplicação de
corrente elétrica.

Referências:
BORGES, Fábio dos Santos. Modalidades terapêuticas nas Disfunções
Estéticas. São Paulo: Editora Phorte, 2006.
FLOREIRA JARDIM

Microcorrentes X Reparo Tecidual


Para melhor entendermos as aplicações das microcorrentes no reparo tecidual vamos
definir primeiramente o que são microcorrentes, o que ocorre durante a fase de reparo
e qual a importância dessa corrente para a fisioterapia.

Mas afinal, o que são microcorrentes?

É um tipo de modalidade terapêutica que utiliza uma corrente elétrica semelhante às


produzidos pelo corpo durante o processo de cicatrização tecidual, sendo uma corrente
direta, modulada, com a inversão de polos, apresentando amplitudes baixas que não
provocam uma contração muscular.

O principal objetivo das microcorrentes é o auxilio no processo cicatricial. Como isso


ocorre?

As microcorrentes são capazes de produzir uma resposta biológica em tecidos como


músculos, ossos e pele, o que resulta em efeitos locais. As células são como microbaterias
elétricas, e como tal, necessitam estar em plena harmonia para funcionar corretamente.
As células lesadas apresentam distúrbios relacionados a sua capacidade elétrica, gerando
uma perturbação em sua função, que acaba por comprometer o tecido. As microcorrentes
atuam diminuindo esta perturbação, resultando em um reparo tecidual mais rápido e uma
melhora na função do tecido acometido.
As microcorrentes trabalham a nível celular a fim de compensar a diminuição da
corrente bioelétrica disponível para o tecido lesado, aumentando a capacidade do corpo
de transportar nutrientes para a célula, bem como auxiliar na eliminação dos resíduos
metabólicos da área afetada. A figura 1 ilustra de maneira didática esta resposta biológica
em uma lesão cutânea.
Fonte: DE PAULA, Ana Cláudia Rezende Araújo. 2016

As microcorrentes podem ser aplicadas em diversos tratamentos, com variadas


finalidades, entre eles estão:

As microcorrentes promovem:
· Aumento do fluxo sanguíneo local, acelerando o processo de reparo e regeneração
tecidual;
· Normalização do pH local, aumento da síntese de proteínas como o colágeno e elastina.
· Aumentam a destruição de bactérias em tecidos moles infectados.

As microcorrentes não apresentam perigos, devido à baixa intensidade que produzem,


sendo então incapazes de estimular inervações sensoriais e motoras, podendo ser
utilizadas em diferentes pacientes, de crianças até idosos. Entretanto, apesar de apresentar
benefícios, a utilização das microcorrentes não é muito ampla. Poucos fisioterapeutas
empregam a técnica para cicatrização de feridas. Atualmente sua maior utilização ocorre
na área estética, com o objetivo de prevenção do envelhecimento cutâneo e o tratamento
de estrias.

A imagem a seguir (figura2) mostra o pé de um indivíduo que foi submetido ao


tratamento com microcorrentes para auxiliar a cicatrização de uma ferida cutânea.

Fonte: AGNE, Eu sei eletroterapia - 2011, p. 109.


Microcorrente

ESTETICA
28/12/2012
A microcorrente pode ser definida como um tipo de estimulação que utiliza correntes
com parâmetros de intensidade na faixa de baixa frequência, podendo apresentar
correntes contínuas e alternadas. Também é chamada de MENS (Micro Electro Neuro
Stimulation). O modo normal de aplicação do aparelho de microcorrentes ocorre em
níveis incapazes de ativar as fibras nervosas sensoriais subcutâneas (estimulação
subliminar) e, como resultado, os pacientes não têm nenhuma percepção da sensação de
formigamento tão comumente associada aos procedimentos eletroterapêuticos.

Esta forma de estimulação elétrica tende a ser aplicada em nível subsensorial ou


sensorial muito baixo, com uma corrente que opera a menos de 1000 microampéres, ou
seja, abaixo da faixa dos miliampères (1miliampères = 1000 microampéres).

Ao contrário das outras modalidades eletroterapêuticas, a característica que distingue a


microcorrente é que ela não visa à excitação de nervos periféricos. Por ter características
subsensoriais, não causa desconforto ao paciente. A microcorrente trabalha com a
menor quantidade da corrente elétrica mensurável, e isso é compatível com o campo
eletromagnético do corpo.
De acordo com o modelo do aparelho fabricado, os controles de intensidade
normalmente permitem um ajuste de amplitude em torno de 10 a 900 microampéres. Os
controles de frequência geralmente permitem ajustes de 0,5 a 9000Hz ( ou em até
1000Hz).

Os planos de atuação das microcorrentes são profundos, podendo-se atingir um nível


muscular, e apresenta-se com imediata atuação no plano cutâneo e subcutâneo.

Os resultados desse tipo de estimulação são animadores no controle da dor, na


cicatrização de feridas e no controle de edemas. A cicatrização de uma ferida é mediada
em parte por sinais elétricos, sendo que os tecidos vivos possuem potenciais elétricos
que regulam o processo de reparo. Outros fatores além da estimulação elétrica podem
concorrer para o reparo adequado de feridas crônicas, como prevenção e eliminação de
infecções, a oxigenação adequada dos tecidos, o debridamento e, por fim, o bem estar
sistêmico.

Os efeitos da corrente em tecidos infectados são atribuídos ao retardo do crescimento


das bactérias, que juntamente com os mecanismos de defesa naturais, incrementam o
poder de destruição de bactérias, além da abertura de leitos capilares que permitem que
as defesas do organismo entrem em ação.

A utilização de microcorrentes é segura e efetiva em ulceração de peles, porém pouco


efetivas em lesões induzidas cirurgicamente. Quanto a sua ação no edema observam-se
alterações no mecanismo de enchimento capilar no tecido acometido por estase venosa,
com uma resultante redução do mesmo.

Efeitos Terapêuticos

Analgesia
A microcorrente pode criar ou mudar o fluxo da corrente direta constante dos tecidos
neurais que podem, de algum modo, influenciar a transmissão de estímulos dolorosos.
Pode também tornar a membrana celular do nervo mais receptivo para os
neurotransmissores que irá bloquear a transmissão.

A microcorrente é vista como uma corrente fisiológica, homeostásica e normalizadora


das funções orgânicas. Portanto, quando um indivíduo apresenta um quadro doloroso,
podemos estar diante de uma disfunção responsável por algum tipo de estimulação
nociceptiva. A microcorrente aplicada sobre estruturas acometidas de dor tem a
propriedade de normalizar a fisiologia alterada na área álgica, promovendo a
homeostase; assim, a possível cura e reversão do quadro de dor, ou seja, como resposta
à utilização das microcorrentes e em consequência do restabelecimento da
bioeletricidade tecidual, o SNC responderia com uma mensagem de diminuição do
quadro álgico.

A corrente contínua, no pólo negativo, retarda o crescimento das bactérias, onde com a
associação dos mecanismos de defesa normais aumenta a destruição dos
microorganismos infecciosos. O efeito bactericida das microcorrentes com corrente
contínuas ocorre no pólo negativo, e no pólo positivo ocorre uma exacerbação da
reepitelização induzida. A excitação elétrica de uma ferida é capaz de multiplicar as
células do tecido conjuntivo, elevar a concentração de receptores de fatores de
crescimento que aumenta a formação de colágenos.

A reversão de polaridade na aplicação de microcorrente parece reiniciar os processos de


reparo de feridas. Coagulação sanguínea e trombose ocorrem embaixo do ânodo, mas
não embaixo do cátodo. Quando a polaridade é invertida o ânodo é capaz de tornar a
formação do coágulo embaixo do ânodo mais solúvel.

O efeito da reparação tecidual pela microcorrente é extremamente útil no pós-operatório


de cirurgias plásticas, onde se objetiva a rápida resolução do edema, da equimose, da
inflamação e da dor, ocorrendo assim a inibição da metaloproteinase que favorece a
formação da fibrose e aderência tecidual, e principalmente com intuito de estimular o
processo de cicatrização.

Neste caso, se recomenda o emprego da microcorrente imediatamente, podendo ser


aplicada 24 horas após a cirurgia sem que exista qualquer risco de tração ou
contaminação da lesão.

Antiinflamatório
A resolução do processo inflamatório está associada ao restabelecimento da
bioeletricidade tecidual, à ação no sistema linfático, à regeneração tecidual e à obtenção
da homeostase, através do processo de cura. Este efeito antiinflamatório também vem
em decorrência do aumento da circulação local; concomitantemente, há uma elevação
da defesa orgânica através da fagocitose pela ação de macrófagos e anticorpos.

Bactericidas
A cicatrização da ferida também pode ser impedida pela infecção. A estimulação
elétrica usando o condutor negativo de um gerador de corrente contínua foi considerada
como sendo bacteriostática e retardadora do crescimento dos microorganismos gram-
negativos e gram-positivos.

Em um processo de cicatrização, o pólo negativo de uma corrente direta deve ser


colocado sobre a ferida, por sua ação bactericida. Quando a ferida deixar de ser
infectada, inverte-se a polaridade do eletrodo sobre a mesma, para que o pólo positivo
possa fazer a promoção do reparo. Feridas contaminadas com Pseudomonas e/ou
Proteus aparecem estéreis após vários dias de elétricas estimulações com
microcorrentes.

Edema/Inchaço
Com a ação da microcorrente no sistema linfático, aumentando a absorção do liquido
intersticial, podem ocorrer respostas positivas na resolução de edemas.

Relaxamento Muscular
O espasmo muscular pós-traumático pode provocar deficiência de fluxos sanguíneos,
resultando em hipóxia local, acumulação de metabólicos nocivos e dor, conduzindo à
redução das sínteses de ATP. A utilização da microcorrente ao restabelecer a síntese de
ATP, pode desenvolver a cura, nestes casos.
ELETROLIFTING
Escrito Por: Mundo Estética | abr 21, 2015 | Corporal, Estética, Facial |

COMO FUNCIONA
O eletrolifting utiliza-se da corrente contínua que é a corrente galvânica, porém sua intensidade é
reduzida para microampères (µA), seu eletrodo com ou sem a agulha (eletrodo ativo) sempre será
conectado ao polo negativo.
Assim o eletrodo passivo (geralmente uma placa de metal coberta por uma esponja ou um
bastonete), ficará em contato constante com o cliente, fechando o campo elétrico.
Os efeitos da corrente galvânica na pele causam uma lesão no tecido, hiperemia (vermelhidão),
edema local (inchaço) e uma maior sensibilidade à dor.
Já os efeitos fisiológicos agem pela ação da corrente sobre os nervos vasomotores, causando maior
vascularização e consequentemente uma hiperemia local.

Esta inflamação local e controlada, produz um tecido fibroso que preenche os espaços das rugas,
estrias, cicatrizes de acne, etc. Tudo isso por conta de estímulo aos fibroblastos em conjunto com a
resposta de reparação da lesão que é efetuada pelo corpo.
Explicando melhor…
O eletrolifting causa uma lesão controlada no organismo, onde este diante de qualquer lesão tem o
instinto de reparar os tecidos que foram lesionados, sendo assim os fibroblastos entre outras células,
são ativadas para substituir o tecido lesado por um novo tecido reparado.
CORRENTE CONTÍNUA
Na corrente contínua os elétrons só se direcionam para um
sentido e constantemente, não há oscilações de polaridade, onde o profissional é quem seleciona a
polaridade do tratamento (seja positivo + ou negativo -) e essa polaridade se mantém durante todo o
tempo determinado.

ELETRODOS

PARA QUEM POSSO INDICAR?


Para pessoas que queiram melhorar/atenuar, linhas de expressão, cicatrizes de acne, (não
inflamatória) e estrias.
CONTRAINDICAÇÕES
Pessoas com problemas cardíacos, com distúrbio de sensibilidade, portadoras de marca-passo
cardíaco, propensas a queloide, com neoplasias, varizes, feridas, inflamações ou lesões no local da
aplicação, vitiligo, psoríase, próteses metálicas no local da aplicação, hipertensas ou hipotensas
descompensadas, diabéticos descompensados, se expor ao sol após realizar a técnica.

TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
•Punturação;
•Xevron;
•Escarificação;
•Escarificação modificada.
TEMPO
Varia de acordo com a área à ser tratada. Esta técnica pode ser aplicada 1 vez por semana, ou a cada
15 dias, o importante é que não haja processo inflamatório na área a ser tratada para realizar
novamente a técnica.

INTENSIDADE
A intensidade varia de acordo com cada autor, pode-se seguir:

– Rugas finas 70µA


– Rugas profundas 150µA
– Estrias 150 a 200µA

SUGESTÃO DE APLICAÇÃO

– Higienizar a pele
– Esfoliar com esfoliante físico
– Tonificar com loção antisséptica
– Colocar a placa de silicone com gel, ou a placa de metal com esponja molhada, ( conforme
indicação do fabricante do aparelho adquirido) na polaridade positiva próxima a região tratada, sob a
escápula se for no rosto por exemplo ou pedir para o cliente segurar o bastonete de metal (varia de
acordo com o tipo de aparelho que o profissional utiliza e serve para fechar a corrente entre os pólos)
– Aplicar álcool a 70% na região do tratamento
– Realização da técnica escolhida
– Finalizar com protetor solar
Lembre-se: você como profissional deve ser apto e capacitado antes de manusear qualquer tipo de
aparelho ou de efetuar qualquer procedimento e ser formado na área. Ao adquirir o aparelho,
indicamos que faça também o curso disponibilizado pela empresa.