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TRISTÃO DE ATAÍDE: UMA IDÉIA E UM IDEAL DE POESIA

Annita Costa Malufe

pequeno preâmbulo

É difícil falar sobre Tristão de Ataíde, o famoso pseudônimo de Alceu Amoroso Lima, sem se

referir à sua conversão ao catolicismo em 1928. A partir daí, ele, que tinha sido um dos grandes

críticos literários do modernismo brasileiro nos anos 20, foi cada vez mais generalizando seus

estudos em uma espécie de anseio totalizador do conhecimento, bem típico de quem busca

ardorosamente a Verdade, com “V” maiúsculo.

“(...) o que me preocupava, em 1927, não era a natureza da crítica e sim a natureza da

verdade. E como sempre fui arrastado (...) por uma verdadeira obsessão de plenitude, de

abarcar todos os planos do conhecimento na busca das causas finais e da razão de ser das

coisas, nem a crítica nem a filosofia me retiveram”. [1]

Como vemos na divisão didática realizada por Gilberto Mendonça Teles, em sua introdução aos

textos estéticos de Alceu, os títulos do crítico dividem-se nas mais variadas áreas: literatura,

filosofia, religião, sociologia, economia, política e tradução. De 23 livros publicados por Tristão,

apenas 5 são dedicados a assuntos literários, salienta João Luiz Lafetá, o que demonstraria o

pequeno papel que a literatura acabou ocupando no total de sua obra. Para Lafetá, não se

pode dizer que Tristão tenha sido predominantemente um crítico literário a partir dos anos 30

como o foi nos anos anteriores – estes sim, anos áureos da influência de Tristão nos meios

literários, tendo participado dos grandes combates estéticos do modernismo.

Sua opção religiosa, no entanto, não me parece justificar o descarte de suas tantas idéias

desenvolvidas nos textos críticos; tampouco que passemos a ler seus textos sempre à luz do

catolicismo e da moral religiosa, buscando demonstrar o quanto de fato Alceu era um católico

fervoroso. Este foi, em parte, o caminho escolhido por Mário de Andrade em seu artigo

nos Aspectos da Literatura Brasileira, no qual vemos o tema “Tristão de Ataíde” servindo-lhe

apenas como pretexto para falar da religiosidade, ou não-religiosidade, do povo brasileiro. O

que, para mim, parece desviar um pouco do tema literário.


De fato, ao lermos uma opinião de Alceu, é preciso estar atento, não ignorar sua opção

ideológica. O que aliás, era explicitado por ele mesmo, que fazia questão de deixar bem claro

de onde ele falava, qual era sua perspectiva de olhar a realidade. Este era um de seus

princípios críticos, uma vez que ele condenava de antemão aquilo que denominava

“metafísicas implícitas”: a idéia de que muitas vezes o crítico esconde seus preceitos éticos,

morais, o lugar de onde fala, até por não ter consciência de que é sempre a partir de algum

lugar que se fala, que se olha para realidade. Ou seja, a ignorância de que, ao voltarmos nosso

olhar para o real, inevitavelmente um crivo estará atuando.

Podemos ter como pano de fundo a idéia de Mário: “Está claro que sob o ponto de vista

literário, toda crítica dotada de doutrina religiosa ou política é falsa, ou pelo menos imperfeita.

Pragmaticamente exata mas tendenciosa”. [2] E então, guardadas as devidas precauções,

partir para um exame mais textual e concreto dos textos, buscando entender a concepção de

literatura e crítica de Tristão de Ataíde.

Para tanto, escolhi alguns artigos de jornal sobre livros de poesia escritos nos anos 20,

anteriores à sua conversão ao catolicismo – mas nos quais já se nota a presença da moral

religiosa, muitas vezes sob a roupagem de uma filosofia cristã, como é o caso do pensamento

de São Tomás de Aquino, que tanto o influenciou. E outros pertencentes a um livro posterior de

Alceu, o Poesia Brasileira Contemporânea, publicado em 1945 (também presente na coletânea

organizada por Gilberto Mendonça Teles). Minha preocupação, para além de explicitar o

conceito de crítica do autor, foi a de tentar mapear qual concepção de poesia estaria operando
por baixo de suas reflexões críticas, buscando ampliar as discussões que já foram realizadas

em sala de aula.

poesia e compreensão

Bem à moda dos românticos alemães, para Tristão de Ataíde, a arte – e sua expressão máxima

seria a poesia – aproximaria o homem de Deus, da Verdade, do Absoluto. A poesia, assim

como a filosofia e a religião têm como origem e meta a relação com a verdade oculta das

coisas. Desse modo, com uma visão predominantemente idealista, Tristão parece ressoar com

a filosofia do Romantismo, que nos deixou frutos a colher até a modernidade. Segundo

Benedito Nunes, a visão romântica extrapola a filosofia do Romantismo, e implica em uma

“concepção do mundo preponderantemente idealista e metafísica, percorrida por um afã de


totalidade e de unidade (...)”. [3] A filosofia do Romantismo propriamente dita seria, para Nunes,

o conjunto dos sistemas idealistas pós-kantianos indo até a hermenêutica (ou teologia

sentimental) [4] de Schleiermacher.

Não sei ao certo se Tristão teve contato com o pensamento de Schleiermacher (1768-1834) ou

de seu discípulo Wilhelm Dilthey (1833-1911), historiador e filósofo que representou uma

espécie de transição da hermenêutica de Schleiermacher para a moderna, mas o fato é que

encontramos aí idéias muito próximas às de Tristão, como por exemplo o conceito

de compreensão. A partir de Schleiermacher a hermenêutica, enquanto disciplina de

interpretação dos textos, deixa de ser uma questão teológica ou filológica para se tornar um

problema de compreensão. A compreensão se faz necessária toda vez que nos deparamos

com algo estranho, e assim ela é estendida a todas as coisas do mundo, a todas as nossas

relações com as pessoas. Ao conversar, esforçamo-nos por compreender nosso interlocutor,

colocamo-nos em seu lugar, tentamos entender seu ponto de vista, fazemos o esforço de

adivinhá-lo em suas intenções.

“A poesia é um modo de compreensão e de expressão”, diz-nos Tristão de Ataíde, “É uma

atitude em face do universo e uma modalidade de tradução dessa atitude”. [5] O poeta como o

cientista, o filósofo ou o místico, é um perscrutador da essência das coisas – sendo, ainda, o

mais livre e completo dentre todos estes exploradores dos mistérios ocultos. O poeta possui

uma compreensão privilegiada da existência, e é com isto que nos presenteia em seus

poemas. Vemos em Dilthey o mesmo alinhamento que nos propõe Tristão: a filosofia, a poesia
e a religião como três atitudes do espírito, atividades humanas que teriam como objetivo a

compreensão do mundo, da vida. Assim como no Romantismo Alemão, Dilthey coloca o

problema da união do conhecimento poético e a filosofia, perguntando-se se afinal os poetas

não procurariam no fundo chegar à filosofia ou se seria o contrário, a filosofia que no fundo

procuraria atingir a poesia. [6]

Em uma ocasião anterior, havia dito Tristão:

“Há poetas que sabem pensar, há os que sabem dizer, há os que sabem sentir. Poeta de

verdade é aquele cujo pensamento agudo recebe da sensibilidade a emoção para convertê-la

em idéia que vai ser vazada numa forma nobre. O ciclo da poesia é uma cadeia de três elos –

sensibilidade, pensamento, expressão”. [7]


Vemos que é como se o poeta derramasse seu conteúdo contemplativo e sensível em uma

fôrma. E será o pensamento racional, a compreensão, a mediar este processo. Ou seja, não se

trata para Tristão de uma simples transposição da emoção para o papel: para virar poesia, a

sensibilidade do poeta é tratada pelo pensamento. “A poesia não é sentimento puro, estado

afetivo direto e imediato”, [8] seu caráter essencial é o de ser uma transposição da natureza ao

estado da Arte. A compreensão aparece assim como uma elaboração intelectual do sentimento

inicial. Compreende-se o mundo para então expressá-lo poeticamente.

Duas atitudes do poeta, então: 1) ele compreende, contempla, poetiza e 2) ele expressa,

exprime em palavras, verseja. A poesia é uma forma de expressão que valoriza a palavra, mais

do que a prosa, antes a forma do que o conteúdo: a poesia é aquela modalidade de escrita que

se preocupa com o “como” exprimir, mais do que com o “o que” está sendo expresso.

Ao crítico, cabe uma tarefa de criação semelhante à do escritor, no entanto, a realidade a ser

perscrutada é aquela antes criada pelo poeta. Há que se aplicar a compreensão ao mundo do

poema e de seu criador, assim como o poeta expressou em seus versos uma compreensão

sua de algo do mundo real. O crítico é colocado ao lado do crente, do poeta e do filósofo,

pertencendo também a este conjunto de atitudes do espírito que visam suspeitar das

superfícies e penetrar “no âmago das coisas”. [9] É preciso ao crítico: “Saber compreender,

saber abrir-se ao real, ao real na sua infinita complexidade (...)”, [10] é o que nos diz Tristão.

E no que implica esta largueza e abertura de espírito que o crítico deve ter para compreender

as obras? Este seria um ponto importante para Tristão, que acredita que o crítico deve procurar
ver tudo ao redor, e não apenas a obra isoladamente. É preciso que o crítico leve em

consideração o conjunto das obras e da existência, nunca perdendo de vista que a obra

estudada é sempre parte de um todo maior, por exemplo: a obra pertence ao todo de uma

escola literária, esta escola pertence ao todo de uma determinada literatura, que pertence ao

todo das literaturas, ou ao todo de uma língua, que por sua vez é parte do todo de uma cultura,

de uma história... e assim se vai ao infinito. Não devemos esquecer: “E é pelo valor individual

dos poetas e universal da poesia que se julgam os poemas e se justificam todas as escolas

poéticas”, [11] diz.

Esta importância do todo e das partes está em Schleiermacher, no que ele chamou de método

comparativo, a segunda etapa indispensável no trabalho de interpretação. O método

desenvolvido por ele consiste em dois procedimentos: por um lado, o divinatório – aquele em

que o intérprete penetra na disposição interior do escritor – por outro, o comparativo – este que
implica na comparação deste processo individual do escritor com o todo da língua. Método

dialético, levando-se sempre em conta o geral e o particular, o todo e a parte.

O método divinatório de Schleiermacher já aponta para o início da idéia de empatia, que será

mais tarde bastante importante em Dilthey – e, como vemos, parece ir ganhando relevância

explícita na crítica de Tristão. O divinatório tem mesmo algo a ver com adivinhação: consiste

em que, no esforço de compreensão, o intérprete busca descobrir a intenção, a verdade do

autor, colocando-se como que “dentro” dele, de sua disposição: “a mais alta completude da

interpretação consistiria em compreender um autor melhor do que ele de si mesmo pode dar

conta (...)”. [12]

Em Dilthey, a questão da empatia ganha os seguintes contornos: para compreender um texto é

preciso haver uma identificação afetiva do crítico com o autor investigado. O crítico, o

historiador (e aqui no caso a preocupação mais específica de Dilthey é com a história) precisa

postar-se na época de seu objeto, entender-lhe o contexto, colocar-se em seu lugar. Em sua

busca por um método específico às ciências do espírito (é o primeiro a separar as ciências

naturais das ciências humanas e do espírito), como se vê em El Mundo Histórico, ele define

que compreender é diferente de explicar, sendo a compreensão dependente da empatia,

irrealizável sem esta.

Algo semelhante a isto, Tristão afirma que cada vez mais sente a necessidade de ter empatia

com os livros estudados, colocando-se entre os críticos que seguem a “lei das

afinidades”, [13] seguindo obras que têm consonância consigo. No entanto, independente desta
afirmação mais simplória e explícita, é fácil sentir nos seus textos críticos a atuação de uma

certa empatia, ou antipatia, pelos livros e autores estudados. O que muitas vezes aparece

expresso enquanto uma tentativa de entender a predisposição do espírito do poeta. Não que

haja uma busca direta por intenções do autor, como proposto diretamente por Schleiermacher,

mas o que ocorre sim é uma tentativa de colocar-se no lugar do poeta, buscando motivações,

disposições d’alma, visões de mundo implícitas no poema.

Basta ver o artigo sobre o poeta Olavo Bilac, [14] em que Tristão faz uma análise textual de

alguns poemas, buscando traçar o percurso emocional de Bilac expresso em sua poesia. É

assim que ele fala que o poeta era um homem reservado, casto, prudente, para falar do pudor

de alguns versos; fala de sua tendência à candura, de uma emoção natural, íntima e tranqüila.;

fala de uma tristeza altiva “que não chega a martirizá-lo nem a amargar-lhe o espírito”, enfim,

busca-lhe o temperamento. E o mesmo pode ser visto no artigo sobre Augusto dos
Anjos, [15] que parece irritá-lo por seu “pessimismo” diante do homem e da vida. Vê o poeta

contaminado por um “instinto literário decadente”, um anarquista, dono de um espírito negador,

audacioso. Critica-lhe a obsessão pela morte, pela podridão e a doença, dando-lhe como causa

a alma sofredora e infeliz do poeta. Augusto dos Anjos não foi para ele o poeta extraordinário

que tantos acham, nem apenas um extravagante, mas sim um poeta verdadeiro mas que

falhou “em sua ascensão”, não soube crer em Deus, na esperança, na vida.

Simpatizando ou não com o poeta, a tentativa de Tristão parecia ser esta de se colocar ao lado,

como numa conversa, tentando entender o temperamento daquele que escreveu. Com seu

crivo moralista? Sem dúvida. Havia um valor supremo que guiava as impressões de Tristão

sobre os poemas e poetas, que era aquele de um idealismo supremo que o levou à religião.

Para ganhar pontos positivos com Tristão, era preciso que o poema apontasse para uma

crença nos valores absolutos e divinos, e mesmo para uma crença no homem enquanto obra

de Deus; era preciso que soasse como feito por uma alma não somente pura e bem

intencionada, mas também um tanto crente no mundo e no destino. Não que ele não

reconhecesse o valor literário de autores que não se enquadrassem nesta sua grade moral,

mas certamente eram atributos que pesavam em sua avaliação e aos quais notamos muitas

referências ao longo de seus escritos. O fato é que a identificação afetiva de que falava acima,

acerca de Dilthey, me parece ter estas implicações nas análises críticas de Tristão.

poesia e totalidade

Toda verdadeira obra de arte é, para Tristão de Ataíde, uma “síntese poderosa e

final”, [16] resultante da matéria do instinto modelada pelo artista. O poeta une elementos

dispersos da natureza, do mundo e os sintetiza no poema. O poema é assim uma totalidade

unificada e harmoniosa, uma síntese que aspira à perfeição – embora nunca possa atingi-la

efetivamente:

“A poesia, quer traduza uma recordação, quer uma impressão, quer um pressentimento, tenda

ou não para o lirismo, exprime sempre um desejo de perfeição. Ela corrige a realidade, ainda

quando dócil a ela. E sendo a arte uma forma de conhecimento que redunda na formação de

imagens, é este o campo próprio da poesia, e portanto eminentemente ideal”. [17]


Haveria por trás de cada poema sempre um ideal de Poesia, ou uma Poesia ideal, uma Idéia

de Poesia transcendente, à qual o poeta almejaria alcançar. Um modelo original perfeito, do

qual os poemas da terra são apenas meras cópias – algumas mal, outras bem feitas, é certo,

mas sempre cópias. Como se todo poema fosse formado por uma falta fundante e contivesse

em si este desejo de totalidade jamais realizável. Concepção um tanto idealista, para não dizer

platônica. Algo do que encontramos na filosofia do Romantismo, para falar em termos gerais: “A

reconquista da unidade, do infinito sempre distante, determina a nostalgia romântica”. [18]

Apesar desta incompletude insolúvel, o poeta deve buscar ascender, criando uma realidade

que supera nosso mundo, diz Tristão: “A realidade criada pelo artista deve ser superior à

própria realidade comum sempre mesquinha e fragmentada”. [19] O lirismo seria para ele,

portanto, o “enriquecimento da realidade pelo poder da fantasia criadora”. [20] E “ai” do poeta

que ousasse, como por exemplo Augusto dos Anjos, não fornecer um real melhor, mais rico

ainda que doloroso, mais nobre ainda que triste.

Claro que, no limite, as críticas idealistas de Tristão só poderiam culminar no ponto em que

poesia e religião obrigatoriamente se tocam. Assim como no Romantismo, a arte aparece como

um lugar privilegiado de contato com o Absoluto, seja ele Deus, seja o Universo, seja a

Natureza. Acredito que o importante é contextualizar a posição “católica” de Tristão neste

contexto filosófico mais amplo, chamando atenção para o mérito deste crítico que residiu em

encarar esta sua ideologia de forma explícita e declarada. Isto porque, muitas vezes de fato as

tais “metafísicas implícitas” atuam sorrateiramente em um texto de crítica, sem que nem
mesmo seu autor tenha disto consciência.

ps...

Seria possível, e bem interessante, realizar um trabalho que procure maiores nuances desta

relação entre o pensamento de Tristão de Ataíde e a filosofia do Romantismo – mostrando,

inclusive, sintonias claras entre suas idéias e as dos irmãos Schlegel ou Goethe, Shelling,

Novalis – visando as implicações destas influências para a leitura crítica. Aqui, dei apenas

rápidas pinceladas, um tanto gerais, concentrando meus apontamentos em Schleiermacher,

pensador que acompanhou de perto os irmãos Schlegel e todo o movimento Romântico, e seu

discípulo Dilthey. Por hora, nos limites de um pequeno artigo, no entanto, seria impossível

entrarmos nestes complexos meandros. Fica aqui uma idéia!


BIBLIOGRAFIA

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Gilberto Mendonça Teles. Rio de Janeiro:Educam/Paulinas, 2001.


[1] Lima, Alceu Amoroso, Estudos Literários, vol.I, p.34.

[2] Andrade, Mário de, Aspectos da Literatura Brasileira, p.15.

[3] Nunes, Benedito, “A visão romântica”, O Romantismo, p.53.

[4] Idem, p.52.

[5] Lima, Alceu Amoroso, “Poesia Brasileira contemporânea”, O Pensamento Estético de Alceu
Amoroso Lima, vol.I, p.483.

[6] Dilthey, Vida Y Poesía, prólogo.

[7] Lima, Alceu Amoroso, Estudos Literários, vol.I, p.70.

[8] Idem, p.224.

[9] Lima, Alceu Amoroso, “Em face da obra”, O Crítico Literário, p.18.

[10] Idem, ibidem (grifo do autor).

[11] Lima, Alceu Amoroso, Estudos Literários, vol.I, p.225.

[12] Schleiermacher, Hermenêutica..., p.43.

[13] Lima, Alceu Amoroso, “Em face da obra”, O Crítico Literário, p.41.

[14] Lima, Alceu Amoroso, Estudos Literários, vol.I, pp.101-110.

[15] Idem, pp.174-178.

[16] Idem, p.197.

[17] Idem, p.183.

[18] Bornheim, Gerd, Aspectos Filosóficos do Romantismo, p.54.

[19] Lima, Alceu Amoroso, Estudos Literários, vol.I, p.128.

[20] Lima, Alceu Amoroso, O Pensamento Estético de Alceu Amoroso Lima, vol.I, p.526.