Você está na página 1de 24

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL POLIVALENTE DE AMERICANA

CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA

COMPONENTE CURRICULAR: ANÁLISE E PROJETO DE


SISTEMAS I

PROFESSORA: LILIAN APARECIDA BERTINI

CLASSES: ID2 E I2

AMERICANA – S. P.
SUMÁRIO

I – ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS..................................................3


I.1. FERRAMENTAS DE MODELAGEM DE DADOS.....................................................3
I.1.1. DER – Diagrama de Entidade e Relacionamento................................3
I.1.2. CHAVES...............................................................................................4
I.1.3. TIPOS DE RELACIONAMENTOS ( CARDINALIDADE).....................4
I.2. EXEMPLO.................................................................................................................5
I.2.1 – DER – Diagrama de Entidade e Relacionamento..............................5
I.2.2 – DED – Diagrama de Estrutura de Dados...........................................6
I.2.3 – DD – Dicionário de Dados..................................................................6
I.3. EXERCÍCIOS.............................................................................................................7
II - A IMPORTÂNCIA DE UM CICLO DE VIDA.................................................9
II.1 - ENGENHARIA DE SISTEMAS DE SOFTWARE....................................................9
II.2 - TIPOS DE CICLO DE VIDA...................................................................................11
II.3 - DEFINIÇÃO DOS REQUISITOS...........................................................................12
II.3.1 ROTEIRO PARA ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS..................12
II.4 - CRIAÇÃO DE LAY-OUTS......................................................................................15
III - PROJETO...................................................................................................18
III.1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES.........................................................................18
IV - ESTUDO DE CASO....................................................................................19
ESTUDO DE CASO 1- RESTAURANTE......................................................................19
ESTUDO DE CASO 2- ADMINISTRADORA DE IMÓVEIS..........................................20
ESTUDO DE CASO 3- SUPERMERCADO.................................................................21
ESTUDO DE CASO 4 - LOCADORA DE FILMES.......................................................22
ESTUDO DE CASO 5 - DISTRIBUIDORA DE FILMES...............................................23
V - BIBLIOGRAFIA...........................................................................................24
I – ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS

É um conjunto de técnicas, normas e procedimentos que são adotados pelos


desenvolvedores de sistemas para auxiliar no desenvolvimento de um projeto.

Exemplos:

D.F.D. (Diagrama de Fluxo de Dados), Português Estruturado, D.D. (Dicionário de


Dados), etc...

I.1. FERRAMENTAS DE MODELAGEM DE DADOS

I.1.1. DER – DIAGRAMA DE ENTIDADE E RELACIONAMENTO

Exemplo: Arquivo de Clientes

ENDEREÇO
3 CODIGO NOME RUA CIDADE ESTADO
002 XXXX XXXX KKK KK 1
2 004 KKKK IIIII IIIII OO
005 JJJJJ EEEE UUUU TT

1- Esquema 2- Instância 3- Atributos

Cliente ENTIDADES = arquivos

RELACIONAMENTOS = ligação entre os arquivos

CODIGO ATRIBUTOS = campos

INSTÂNCIA = informações armazenadas no banco de dados ( registros)

ESQUEMA = projeto de banco de dados

I.1.2. CHAVES
PRIMÁRIA – principal atributo de identificação de entidades.

SECUNDÁRIA – toda chave candidata que não é primária.

ESTRANGEIRA – é a chave primária de uma entidade que passa para a outra


para fazer a relação entre duas entidades.

COMPOSTA – é a chave de duas entidades para compor a chave de uma


entidade associativa.

I.1.3. TIPOS DE RELACIONAMENTOS ( CARDINALIDADE)

 UM PARA UM ( 1X1)

1 1
CHEFE
Deded DEPTO
1 1

PRONT COD PRON COD


T

Passar a chave de uma para outra.

 UM PARA MUITOS (1XN) ou MUITOS PARA UM ( NX1)

1 N
CURSO
Deded ALUNO
1 1

COD RA COD

Passar a chave primária de curso como estrangeira em aluno.

 MUITOS PARA MUITOS (N X N)

1 N
ALUNO
Deded DISCIPLINA
( 1
N ALU_DIS
RA COD

RA COD

Relacionamento transforma-se em “Entidade Associativa”, cuja chave “primária”


é formada pelas chaves primárias das entidades que formaram o
relacionamento denominado de chave composta.

I.2. EXEMPLO

Monte o DER, DED e DD com as entidades: cliente, pedido e produtos

I.2.1 – DER – DIAGRAMA DE ENTIDADE E RELACIONAMENTO

1 N
CLIENTE PEDIDO
1 1
CODPED
1 N D
CODCL CODCL
I I
PEDPRO

N 1

PRODUTOS
CODPR
O

I.2.2 – DED – DIAGRAMA DE ESTRUTURA DE DADOS


CLIENTE

CHAVE
CODCLI NOMECLI ENDCLI

PEDIDO

CHAVE
CODPED CODCLI * DATAPED

PRODUTO

CHAVE
CODPRO DESPRO PREPRO

PEDPRO

CHAVES
CODPED CODPRO QUANTPED TOTPED

* Chave Estrangeira

I.2.3 – DD – DICIONÁRIO DE DADOS

ARQUIVO: CLIENTE

CAMPO DESCRIÇÃO TIPO TAMANHO CHAVE


CODCLI CÓD. IDENT. DO CLIENTE N 4 PRIMÁRIA
NOMECLI NOME DO CLIENTE C 15 SECUNDÁRIA
RUACLI IDENT.DO END.(NOME E Nº) C 20
CIDCLI NOME DA CIDADE C 15

ARQUIVO: PRODUTOS

CAMPO DESCRIÇÃO TIPO TAMANHO CHAVE


CODPRO CÓD. IDENT. DO PRODUTO N 4 PRIMÁRIA
DESPRO DESCR. DO TIPO DE PROD. C 10
PREPRO PREÇO UNITÁRIO DO PROD. N 5/2

ARQUIVO: PEDIDO
CAMPO DESCRIÇÃO TIPO TAMANHO CHAVE
CODPED Nº IDENT. DO PEDIDO N 4 PRIMÁRIA
CODCLI CÓD. CLI. FEZ PEDIDO N 4 ESTRANG.
DATAPED DATA LANÇAMENTO PED. D 8

ARQUIVO: PEDPRO

CAMPO DESCRIÇÃO TIPO TAMANHO CHAVE


CODPED Nº IDENT. DO PEDIDO N 4 COMPOSTA
CODPRO CÓD. PROD. NO PEDIDO N 4 COMPOSTA
QUANTPED QUANT. CADA PROD. PED. N 4
TOTPED VALOR TOT. CADA PROD. N 7/2
PED.

I.3. EXERCÍCIOS

1- Desenvolva um DER que represente a seguinte situação:

1.1. De uma empresa de linhas aéreas:

“A empresa de linhas aéreas XYZ possui três importantes recursos: vôos,


pilotos e tripulantes. Os pilotos e os tripulantes tem suas respectivas bases
domésticas, para as quais retornam após um vôo para o qual tenham sido
designados. Um vôo deve ter pelo menos um piloto ou mais e um ou mais
tripulantes escalados para um vôo.”

1.2. De uma Editora:

“A Editora ABC trabalha com diversos autores que escrevem os livros que ela
publica. Alguns autores escreveram apenas um livro, enquanto outros já
escreveram muitos. A ABC também trabalha com múltiplas impressoras; cada
livro, portanto é impresso por apenas uma impressora; mas um editor da ABC
trabalha com vários autores ao mesmo tempo, editando e produzindo os
projetos.”

1.3. De uma empresa de Consultoria


“Cada representante de vendas trabalha com diversos clientes e tem acesso a
diversos consultores da empresa. Um contrato de consultoria com um cliente
pode envolver vários consultores diferentes. Durante a vigência do contrato, o
representante de vendas não é envolvido e os consultores tratam diretamente
com o cliente”.

1.4. De uma escola

“Um professor pode dar aulas a diversas classes, desde que esteja qualificado
para ensinar a matéria. Cada classe deve ter um professor, mas pode ser
freqüentada por vários alunos. No início de cada semestre as classes são
designadas para as salas”.

2. Construa o DER, DED e DD para uma companhia de seguros de


automóveis, com um conjunto de clientes em que cada um possui um certo
número de carros. Cada carro tem um número de acidentes registrados
associados a ele.

3. Construa o DER, DED e DD para um hospital com um conjunto de pacientes


e um conjunto de médicos. Um registro de diversos testes realizados é
associado a cada paciente.

4. Construa o DER, DED e DD para o departamento de alunos de uma


universidade. O departamento mantém um conjunto de classes, incluindo como
atributos código da classe, nome do professor, tempo (horário de aula) e lugar
da sala. Para cada conjunto de estudantes são registrados código e nome.
Considere que um aluno freqüenta várias classes e uma classe possui muitos
alunos.

II - A IMPORTÂNCIA DE UM CICLO DE VIDA


Para sermos eficientes em nossos projetos, precisamos de algo além das
ferramentas de modelagem existentes; precisamos de métodos (projetos).

Uma metodologia é um conjunto de conceitos, normas e regras destinadas a


orientar um processo de trabalho. Está baseada num sequência de atividades
para gerar produtos predeterminados e de formato padronizado, englobando
diversas técnicas. Sua ênfase é sobre atividades, etapas, recursos, prazos sob
a ótica do controle gerencial.

As metodologias de desenvolvimento de sistemas apresentam características


adicionais:-

 são baseadas no ciclo de vida;

 engloba técnicas de modelagem como D.E.R- diagramas de entidade-


relacionamento, análise estruturada, etc;

 apresentam uma estrutura funcional sob a qual um projeto pode ser


dividido em fases, atividades e etapas.

II.1 - ENGENHARIA DE SISTEMAS DE SOFTWARE

É preciso uma estratégia para melhorar a qualidade dos produtos de software


desenvolvidos quanto a produtividade do pessoal envolvido; estes são os
objetivos da ENGENHARIA DE SOFTWARE; MAS o software em geral é parte
de um sistema, que engloba também o hardware, as pessoas e os
procedimentos, havendo uma necessidade de uma extensão da Engenharia de
Software que dê maior ênfase a:-

 Engenharia de Sistemas;

 Identificação de requisitos;

 Interação com o usuário;

 e que amplie os aspectos de gerenciamento da Engenharia de Software;


Sendo assim, os objetivos da Engenharia de Sistemas visa organizar os
procedimentos a serem utilizados para desenvolver o sistema.

Em suma:-

ENGENHARIA DE SISTEMAS DE SOFTWARE


______________| |_________________
| |
Assegurar que o software desenvolvido Assegurar que o projeto do software está
está correto. (verificar as etapas utilizadas correto. (está construindo um Software
no desenvolvimento). que faz parte do resto do Sistema).

Um modelo de ciclo de vida do software visa responder as questões:-

1º- O que deve ser feito a seguir ?

2º- Por quanto tempo deveria continuar a fazê-lo ?

Estas perguntas surgiram porque o software não correspondia às necessidades


do usuário e a necessidade de uma fase de testes e de planejar como realizar
estes testes desde cedo no desenvolvimento.

Para selecionar o modelo mais adequado para o desenvolvimento do sistema,


deve-se levar em conta vários fatores:-

 a maioria dos ciclos derivam do modelo Cascata;

 qualquer modelo que seja adotado permite:-

- utilizar técnicas/métodos que permitam estabelecer os requisitos do


sistema e desenvolvê-lo de forma a satisfazer esses requisitos;

- e identificar as áreas problemáticas no sistema;

 escolha do modelo adequado:-

- a natureza do projeto (tamanho, complexidade)

projeto pequeno, médio :- cascata

projeto grande :- espiral


- a equipe que vai desenvolver o projeto;

- o cliente/usuário a quem se destina o projeto;

- o ambiente disponível;

II.2 - TIPOS DE CICLO DE VIDA

Por que utilizar os modelos de ciclo de vida ?

 reduzem a complexidade do que deve ser entendido;

 são (ou devem ser) mais baratos de construir e modificar que o sistema
real;

 facilitam a descrição do sistema - mais fácil determinar os problemas


(erros) e eliminá-los logo no começo do projeto.

MODELO CASCATA

Cada fase tem uma série de atividades e gera um produto:-

Requisitos do Sistema:- definição do sistema (Plano preliminar do projeto) é


definido as pessoas que irão trabalhar no sistema, o tempo de entrega e
definição das tarefas para cada pessoa; e a viabilidade que é definida entre
Analista e Usuário.

Requisitos do Software:- documento de requisitos do software; pode ser


adotada uma norma item V.7.4.

Projeto Preliminar:- definição da estrutura de dados, arquitetura lógica do


sistema ou projeto lógico.

Projeto Detalhado:- define a arquitetura de cada componente (ou módulo), a


interface entre esses módulos, formato dos dados. É definida a linguagem de
programação a ser utilizada e o documento do projeto detalhado é entregue
aos programadores para implementar o sistema.
Codificação e Depuração:- cada módulo é codificado, realizam-se testes
independentes para cada módulo.

Testes e Pré-operação:- integração dos componentes para assegurar que


todos realizam as funções especificadas.

Pré- operação:- determina se o sistema oferece serviços requeridos pelo


usuário.

Nesta fase o sistema passa por um controle pelas pessoas que estão
desenvolvendo para saber se não fugiu do que foi pedido pelo usuário, apesar
do usuário estar testando ele não se encontra totalmente para uso dele.

Operação e Manutenção:- o sistema é instalado, testado e usado no ambiente


do usuário.

II.3 - DEFINIÇÃO DOS REQUISITOS

II.3.1 ROTEIRO PARA ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS

I. Introdução

I.1 - Objetivo

 propósito da especificação;

 usuários previstos para especificação;

I.2 - Escopo

 nome do produto a ser construído;

 o que o software produto fará ( e se necessário o que não fará);

 objetivos do produto e benefícios relevantes.

II. Descrição Geral


II.1 - Projeto com relação a outros sistemas

Neste item deve ser informado se o software:-

 é independente ou

 é componente de um outro sistema;

II.2 - Funções do Software

 sumário das funções a serem realizadas pelo software;

II.3 - Características dos usuários

 características gerais dos usuários do sistema, tais como; nível de


escolaridade, experiência, formação técnica e outras.

III. Requisitos de Interfaces Externas

III.1 - Interfaces com o usuário

 formato das telas;

 “lay-out” e conteúdo das páginas de relatórios e menus apresentados no


vídeo;

III.2 - Interfaces de Hardware

 características de cada interface entre o software e os componentes de


hardware, podendo incluir informações tais como:- equipamentos a
serem utilizados, protocolos utilizados, etc.

III.3 - Interfaces de Software

Este parágrafo deve especificar o uso de outros produtos de software, tais


como:- sistema de gerenciamento de banco de dados, pacote de rotinas
matemáticas, etc.
Para cada produto, informar:-

 nome;

 versão;

 preço.

IV. Requisitos de desempenho

IV.1 - Requisitos numéricos estáticos

 número de terminais suportados;

 número de usuários simultâneos suportados;

 “lay-out” de arquivos.

V. Atributos

V.1 - Segurança

Este parágrafo especifica os fatores que protegerão o software contra o


acesso, modificações, destruição acidental ou intencional. Requisitos
específicos nessa área podem incluir a necessidade de:-

 utilizar técnicas de criptografia;

 utilizar senhas de acesso;

 utilizar backups;

 outros.

V.2 - Confiabilidade/ disponibilidade

Este parágrafo especifica os fatores que garantem um nível definido de


confiabilidade / disponibilidade para o sistema , o que inclue mecanismos de:-

 detecção de erros; testes de validação dos dados de entrada, outros.


V.3 - Facilidade de manutenção

Requisitos que asseguram a existência de condições para que o software


possua manutenção eficaz.

VI - Outros Requisitos

VI.1 - Operações

 funções normais e especiais requeridas pelo usuário; um exemplo são


as operações de “backup” e recuperação.

VI.2 - Adaptação ao meio ambiente operacional

 características relacionadas com o local ou missão, que devem ser


modificadas para adaptar o software a uma determinada instalação.

II.4 - CRIAÇÃO DE LAY-OUTS

Todos os lay-outs do sistema devem ser padronizados pelo Analista de


Sistemas junto com o Usuário, que serão entregues aos programadores.

Para os lay-outs de relatório, formulários e telas; definir os seguintes campos


embaixo de cada lay-out criado:-

Finalidade:- qual a função do relatório, formulário ou tela.

Periodicidade:- impressão será:- mensal, trimestral, semanal, anual.

Distribuição:- a pessoa que vai utilizar, gerente, subgerente, outros.

Conteúdo dos campos:- significado dos campos.


1- RELATÓRIOS

SISTEMA DE FATURAMENTO PG:01

RELAÇÃO DE CLIENTES DD/MM/AA

CLIENTE ENDEREÇO DATA

x---------------------x x---------------------------------------x 99/99/99


x---------------------------------------x

x---------------------x x---------------------------------------x 99/99/99


x---------------------------------------x

x---------------------x x---------------------------------------x 99/99/99

2- FORMULÁRIOS

AVISO DE COBRANÇA

NOME:-
ENDEREÇO:-
VENCIMENTO:- VALOR:-
CONTRATO:-

Solicitamos suas providências quanto ao débito descrito.

___/___/___ ________________
Data Gerência
3 - ARQUIVOS

SISTEMA DE FATURAMENTO

COD. ARQ. NOME DO ARQUIVO CHAVE


FTM01 CLIENTES CODCLI
CAMPO DESCRIÇÃO FORM. TAM.
Codcli codigo cliente N. 4
Nomcli nome cliente A 30
Endcli endereço cliente A 40
Sitven situação venda N. 1
1 = ativo
2 = inativo

4 – TELAS
III - PROJETO

III.1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES

O projeto será criado em grupo e cada grupo deverá definir um nome a este.

O ciclo de vida a ser adotado será o cascata, visto em sala de aula.

1ª fase

Criar uma ata (carta) composta por:

 O nome da empresa que irá desenvolver o projeto(fictício), o nome e


função dos componentes da equipe, responsáveis pelo desenvolvimento
do projeto,prazo de entrega, metodologias adotadas.

 Cronograma de previsão e de trabalho.

2ª fase

 Roteiro da página 12

3ª fase

 Adotar as ferramentas DER, DED e DD

4ª fase

 Lay-out das telas e relatórios

 Definição da linguagem a ser adotada: Access

5ª fase

 Codificação

6ª fase - Testes e validação


IV - ESTUDO DE CASO

ESTUDO DE CASO 1- RESTAURANTE

Um restaurante necessita automatizar algumas de suas atividades. Desta


forma, solicitou um sistema para controlar o pedido de encomendas feitas pelo
cliente através do telefone.

Toda encomenda feita pelo cliente, naturalmente, possui um número para


identificá-la. Ao fazer uma encomenda, o cliente informa seu nome, endereço,
telefone e os pratos que deseja com as respectivas quantidades. Por exemplo,
a encomenda 123 do cliente Pedro é constituída de 3 saladas mistas e 2
frangos grelhados simples. Cada prato possui o preço unitário.

O sistema deve registrar para cada encomenda, o nome do cliente, o endereço,


o telefone e os pratos pedidos com as respectivas quantidades e preços, e o
valor total da encomenda.

Modelar o banco de dados com as ferramentas DER, DED e DD.


ESTUDO DE CASO 2- ADMINISTRADORA DE IMÓVEIS

A administradora trabalha tanto com administração de condomínios, quanto


com a administração de aluguéis.

Uma entrevista com o gerente da administradora resultou nas seguintes


informações:

a) A administradora administra condomínios formados por unidades


condominiais;

b) Cada unidade condominial (apartamento) é de propriedade de uma ou


mais pessoas. Uma pessoa pode ter diversas unidades;

c) Cada unidade pode estar alugada para no máximo uma pessoa


(inquilino). Uma pessoa pode alugar diversas unidades.

Modelar o banco de dados com as ferramentas DER, DED e DD.


ESTUDO DE CASO 3- SUPERMERCADO

Um supermercado trabalha com a comercialização de diversas mercadorias.


Estas mercadorias estão divididas em seções para facilitar o controle de custos
e estoque da empresa. Uma mercadoria é fornecida por um único fornecedor e
este fornecedor fornece várias mercadorias. Quando o fornecedor entrega as
mercadorias para o supermercado, ele envia juntamente com estes um ou mais
relatórios de remessa, contendo a discriminação e a quantidade de todas as
mercadorias enviadas.

Cada seção de mercadoria possui um funcionário responsável e este pertence


somente a uma seção.

As seguintes informações estão envolvidas:

Código da mercadoria, nome da mercadoria, unidade de medida da


mercadoria, preço da mercadoria, código da seção, nome da seção, código do
fornecedor, nome do fornecedor, endereço, número do relatório de remessa,
data, quantidade de mercadoria enviada, código e nome do funcionário
responsável.

Modelar o banco de dados com as ferramentas DER, DED e DD.


ESTUDO DE CASO 4 - LOCADORA DE FILMES

Projetar um banco de dados (DER, DED e DD) para controlar a locação de


filmes de uma locadora. Para isso, o gerente da locadora descreveu a seguinte
situação:

 A locadora possui muitos sócios cujos atributos são código-sócio, nome,


endereço, bairro, fone. Os sócios fazem uma ou mais locações por dia, e
essa locação tem como atributos data-locação e quantidade-diárias.
Pode-se ter muitos exemplares dos filmes, e um exemplar está
disponível para muitas locações;

 A locadora possui muitos exemplares de um determinado filme, cujos


atributos são código-filme, nome, gênero, e para os exemplares dos
filmes os atributos são número-fita, tipo-VHS-DVD, data-compra.

Portanto o gerente necessita de um sistema para controlar as locações


diárias dos exemplares alugados durante o expediente pelos sócios da
locadora bem como o controle de filmes.
ESTUDO DE CASO 5 - DISTRIBUIDORA DE FILMES

Projetar um modelo de dados (DER, DED e DD) que atenda às necessidades


de controle dos cinemas e filmes de uma determinada empresa de distribuidora
de filmes.

 A empresa possui vários cinemas em diversas localidades;

 Cada cinema possui uma identificação única código-cinema, nome-


fantasia, endereço, incluindo rua, avenida, bairro, município, estado e
capacidade de lotação;

 Os cinemas apresentam os mais diversos filmes durante a sua


existência. Cada apresentação de filme tem uma data de inicio e uma
data de fim de exibição, que corresponde ao último dia do filme em
cartaz;

 Um filme pode estar sendo exibido simultaneamente em vários cinemas


de diversas localidades;

 Cada filme é registrado com um título original, e se for estrangeiro,


possuíra também o título em português, o gênero, sua duração, sua
impropriedade, seu país de origem e o seu diretor.

 Os atores de um filme podem, obviamente, atuar em diversos filmes. Em


cada filme o ator representa um papel ou personagem. Um ator tem as
seguintes características: nome, nacionalidade, sexo e idade.
V - BIBLIOGRAFIA

- MANUAL DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS


ESTRUTURADOS;MAKRON BOOKS; DAVID BELLIN E SUSAN
SUCHMAN.

- ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS; CHRIS GANE E TRISH


SARSON

- ANÁLISE ESTRUTURADA MODERNA; EDWARD YOURDON

- PROJETO ESTRUTURADO DE SISTEMAS; MEILIR PAGE-JONES

- PROJETO ESTRUTURADO DE SISTEMAS; STEVENS

- ANÁLISE E PROJETO DE INFORMAÇÕES – UMA ABORDAGEM


ESTRUTURADA; WILLIAM S. DAVIS.

- ENGENHARIA DE INFORMAÇÃO – METODOLOGIA E TÉCNICA; W.


HIGA

- MODELAGEM DE DADOS – PETER CHEN; MAKRON BOOKS

- SISTEMA DE BANDO DE DADOS ; HENRY KORTH E ABRAHAM


SILBERCHETZ; MAKRON BOOKS.

- BANCO DE DADOS – VALDEMAR W. SETZER