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Instrumentais e Planejamento

SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS

SCFV
SUMÁRIO

INSTRUMENTAIS PARA O PLANEJAMENTO- PASSO A PASSO________________________


MODELO PARECER (PÚBLICO PRIORITÁRIO E NÃO PRIORITÁRIO)_____________________
FICHA DE INSERÇÃO/INSCRIÇÃO DO USUÁRIO NO SCFV ____________________________
FORMULÁRIO DE DESLIGAMENTO ______________________________________________
RELATÓRIO DIÁRIO DE CAMPO ORIENTADOR SOCIAL/FACILITADOR __________________
PLANEJAMENTO ORIENTADOR SOCIAL E TÉCNICO DE REFERÊNCIA ___________________
PLANEJAMENTO SCFV FAIXA ETÁRIA – 0 A 06 ANOS _______________________________
PLANEJAMENTO SCFV FAIXA ETÁRIA – 06 A 15 ANOS______________________________
PLANEJAMENTO SCFV FAIXA ETÁRIA – 15 A 17 ANOS ______________________________
PLANEJAMENTO SCFV FAIXA ETÁRIA – IDOSOS ___________________________________
Fluxo para inserção no SCFV

Inserção no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Referenciamento da família

Parecer técnico

Encaminhamento para o SCFV

Inserção do Usuário no SCFV

Cópias de documentos do Usuário

Abertura de Prontuário

Obs.: Todos os usuários do SCFV devem ser referenciados ao CRAS, e, portanto,


inscritas no CADÚnico. Assim sendo, será necessária uma programação junto a
Coordenação do CRAS para que os Técnicos possam atender a esta demanda.
PLANEJAMENTO PASSO A PASSO

O Planejamento do SCFV é realizado em duas etapas.

Planejamento Anual:

Será realizado um planejamento anual de acordo com cada faixa etária do Serviço,
contendo as atividades que serão ofertadas durante todo o ano. Este planejamento
deve ser acoplado ao planejamento anual do CRAS.

Obs.: Apresentar o documento a Gestão do SUAS e ao Conselho Municipal de


Assistência Social (CMAS), para deliberação, no mês de janeiro de cada ano,
devidamente encadernado.

Planejamento Quinzenal/Mensal:

Os planejamentos podem ser mensais, quinzenais e/ou semanais. Deverão ser


realizados, necessariamente, com a presença da Coordenação do SCFV, da Pedagoga
(se houver), dos Técnicos de Referência responsáveis por cada faixa etária, dos
Orientadores Sociais e dos Facilitadores (se houver).

Obs.: Os planejamentos serão realizados de acordo com horários especificados pelo


Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), separados por faixa etária. Nestes
dias não haverá oferta de grupos do SCFV. Pois, os servidores deverão permanecer no
CRAS, durante o horário de trabalho, destinando suas ações somente ao
planejamento.
(Inserir Logo do Serviço)

MODELOS DE PARECER TÉCNICO

Parecer Técnico - público prioritário

(Resolução 01 de 21 de fevereiro de 2013)

Foi realizado visita domiciliar a senhora XXXX, mãe e responsável familiar da criança
XXXX, nascida em XX/XX/XXX, XX anos, a fim de averiguar indícios de
negligência/violência.

A respeito, uma definição que oferece parâmetros operacionais importantes sobre a


negligência é a proposta por Lacharité et al. (2005, p. 20):

“Uma carência significativa ou mesmo uma ausência de respostas


às necessidades de uma criança, reconhecidas como fundamentais
sobre a base de conhecimentos científicos atuais, ou, na ausência
destes, de consenso, pautado em valores sociais adotados pela
coletividade da qual faz parte”.

Isso posto, poder-se-ia considerar que a negligência se configura quando os pais,


geralmente de um modo crônico, não têm vontade/disposição ou capacidades
psicológicas requeridas para cuidar da criança e, dessa forma, acabam respondendo
inadequadamente às necessidades de seus filhos e não demandam ou não conseguem
aproveitar da ajuda de outras pessoas que poderiam/deveriam ajudar.

Em se tratando de Violência, segundo a Organização mundial da Saúde (2002) é


considerada violência:

“Uso intencional de força física ou do poder (real ou em ameaça),


contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma
comunidade que resulte ou possa resultar em lesão, morte, dano
psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação”.

Assim sendo, ao verificar a denuncia, constatou-se que o adolescente em tela


encontra-se em situação de negligência familiar e, que, portanto, declara-se que a
família será acompanhada pelo Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a
Famílias e Indivíduos (PAEF) e a criança encaminhada para inserção no Serviço de
Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) como situação prioritária.

Município, _____ de ___________________ de _________.

Assinatura do Técnico de Referência __________________.


(Inserir Logo do Serviço)

MODELO PARECER

Parecer Técnico público não prioritário

A Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (Resolução CNAS nº 109/2009),


preconiza que o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) consiste
no trabalho social com famílias, de caráter continuado, com a finalidade de fortalecer a
função protetiva das famílias, prevenir a ruptura dos seus vínculos, promover seu
acesso a direitos e o usufruto deles e contribuir na melhoria de sua qualidade de vida.

Isso posto, com vistas ao cumprimento do PAIF pelo Centro de Referência de


Assistência Social (CRAS) foi realizado atendimento a família da senhora XXXXXX,
responsável familiar da criança XXXXXXX nascida em XX/XX/XXXX de XXX anos.
Constatou-se assim, a necessidade da inserção dessa família nesse Serviço, por meio
de ATENDIMENTO E/OU ACOMPANHAMENTO, considerando a situação de
vulnerabilidade social, de cunho material (econômico) que se encontra, atualmente.

Importante elucidar que no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a


vulnerabilidade social representa a conjugação de fatores, envolvendo as
características do território, as fragilidades dos sujeitos ou carências das famílias,
grupos ou indivíduos e, ainda, as deficiências na oferta e acesso a políticas públicas.

Consta ainda, que a fim de complementar o trabalho social com famílias realizado pelo
PAIF no município, há o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV),
que também compõe a proteção social básica, com vistas a prevenir a ocorrência de
situações de risco social e fortalecer os vínculos familiares e comunitários.

Nesse sentido, considera-se de extrema importância a inserção da criança XXXX no


supracitado Serviço e, por sua vez, a senhora XXXXXXX compromete-se em garantir a
participação assídua de seu(a) filho(a) nas atividades em grupo do SCFV.

Município, _____ de ___________________ de _________

Assinatura do Técnico de Referência __________________.


FORMULÁRIO DE ENCAMINHAMENTO PARAO SCFV

De: CRAS ( ) CREAS ( )

Para: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SCFV

Faixa etária indicada: ( ) 0 a 6 ( ) 7 a 14 ( ) 15 a 17 ( ) idosos ( ) intergeracional

Nome do Usuário:

NIS Usuário: Data de Nascimento:

Responsável Familiar:

NIS RF: CPF RF:

Endereço:

Contato:

Família: ( ) Atendida ( ) Acompanhada

Família e/ou membros da família beneficiária de:

( ) Programa Bolsa Família ( ) Benefício de Prestação Continuada

COMPOSIÇÃO DA FAMÍLIA:

Nome Data de Parentesco Escolaridad Turno SCFV


Nasc. e e/ou
trabalho

SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE E/OU RISCO QUE MOTIVAM O INGRESSO NO SCFV:

Trabalho Infantil

Qual modalidade?

Em Situação de Isolamento

Vivência de Violência e/ou negligência

Fora da escola ou com defasagem escolar superior a 2 anos

Em cumprimento de MSE em meio aberto


Egressos de medidas socioeducativas

Situação de abuso e/ou exploração sexual

Com medidas de proteção do ECA

Crianças e Adolescentes em situação de rua

Vulnerabilidade que diz respeito as pessoas com deficiência

Outras

Quais?

Breve Histórico da Situação:


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Parecer Técnico:
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Acordos firmados com a família/usuário para o ingresso no SCFV:

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Técnico de Referência responsável pelo encaminhamento:

Registro Profissional:

XXXXXX, XX de XXXXXX de 20XX

Assinatura e carimbo do técnico de referência:

(Inserir Logo do Serviço)

FICHA DE INSERÇÃO DO USUÁRIO NO SCFV


FICHA DE INSERÇÃO DO USUÁRIO NO SCFV

Nome do Usuário: NIS do Usuário

Nome do RF: NIS do RF:

Data da Inserção no SCFV: Desligamento:

Nome do Grupo: Faixa Etária:

Orientador Social:

Técnico de Referência:

Quadro de informações referentes à saúde do usuário

Sofre de alguma doença:

( ) Hipertensão ( ) Dermatológico ( ) Verminose ( ) Oftalmológica ( ) artrose

( ) Artrite ( ) Câncer ( ) Ortopédico ( ) Problemas de Coluna ( ) Depressão ( ) Diabetes

( ) Doenças Mentais ( ) Neurológicos ( ) Cardiológicos ( ) Outras Qual?

_________________________________________________________________

Faz uso de Medicação: ( ) Sim ( ) Não Se sim, qual(is)?

Pessoa com deficiência: ( ) Sim ( ) Não

Tipo de deficiência? ( ) física, ( ) visual, ( ) auditiva,( ) mental, ( ) múltipla, ( ) outra Qual?

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Tem cuidador (responsável)? ( ) Sim ( ) Não

Tipo de Vinculo:__________________________________________________________

Nome:__________________________________________________________________

Recebe acompanhamento médico? ( ) Sim ( ) Não

Se sim, qual (is)?__________________________________________________________

Atividades de vida diária:

( ) Independente ( ) Parcialmente dependente ( ) Totalmente dependente

No Caso de pessoa idosa, conta com uma pessoa para realizar as atividades domésticas?

( ) Sim ( ) Não Se sim, quem?________________________________________________


Alergia a algum medicamento? ( ) Sim ( ) Não Se sim, quais?_____________________

Assinatura do usuário ou responsável:

Assinatura do responsável pela inserção no SCFV:

Ficha de Evolução do Usuário

Procedimentos / Encaminhamentos / Observações:

Data: _____/______/_________

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Assinatura e carimbo do Técnico: _________________________

Procedimentos / Encaminhamentos / Observações:

Data: _____/______/_________

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Assinatura e carimbo do Técnico: ________________________

Procedimentos / Encaminhamentos / Observações:

Data: _____/______/_________

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Assinatura e carimbo do Técnico: _______________________

FORMULÁRIO DE DESLIGAMENTO

FORMULÁRIO DE DESLIGAMENTO DE USUÁRIOS DO SCFV

Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) XXXXXX

Nome Usuário: NIS do usuário:

Responsável Legal: NIS do RF:

Grupo de referência:
Faixa etária: ( ) 0 a 6 anos ( ) 7 a 14 anos ( ) 15 a 17 ( ) idosos

Data da inserção no SCFV:

Motivo da inserção no SCFV:

Motivo do desligamento:

( ) Mudança de Município

( ) Falecimento: Certidão de Obito ( ) sim ( ) não

( ) Solicitação de Desvinculação por parte do usuário e/ou responsável

( ) Fora das Faixas Etárias atendidas pelo município

( ) Duplicidade de Cadastro

( ) Avaliação da equipe técnica com a participação dos usuários

( ) Alteração de Grupo

( ) Outro motivo que não seja o exposto no SISC: _____________________________________________

Parecer Técnico:

Data do desligamento:

Assinatura do Técnico de Referência:

Diário de Campo

Do Coordenador

Faz-se necessário que o Coordenador se disponha de um “Diário de Campo”


explicitando data, horário de trabalho e as ações diárias realizadas - descritas em
tópico ou texto.
Obs.: Tal instrumental deverá permanecer no CRAS durante cinco (5) anos, como
registro do SCFV.

Dos Técnicos de Referência

Os Técnicos de Referência do SCFV lotados nos equipamentos de CRAS também


devem dispor de um “Diário de Campo” especificamente para a faixa etária de que é
referência. Este deve conter toda e qualquer ação realizada nos grupos, como:
encaminhamentos, acompanhamentos, planejamentos, eventos, festividades, entre
outros.

Dos Facilitadores (opcional)

Deve conter informações a serem registradas diariamente, conforme instrumental


infracitado.

Dos Orientadores Sociais


Os Orientadores Sociais devem registrar, diariamente, as ações realizadas pelos
Grupos no SCFV – observações de cada encontro - além de elencar suas atividades
desenvolvidas como, por exemplo, os planejamentos e busca ativa.

OBS: A cada quinze (15) dias, o “Diário de Campo” deve ser lido, assinado e
carimbado pelo Técnico de Referência correspondente ao Serviço.

A seguir, o instrumental que irá nortear as impressões dos Orientadores Sociais.

REGISTRO DIÁRIO DO ORIENTADOR SOCIAL

Data:

Nome do Grupo:
Encontro:

Faixa Etária: ( ) 0 a 6 ( ) 7 a 14 ( ) 15 a 17 ( ) idosos

Orientador Social:

Técnico de Referência:

Número de Participantes do dia:

Objetivo:

Metodologia utilizada:

Síntese das Situações trabalhadas:

Facilidades:

Dificuldades:

Participação:

Encaminhamentos:

Observações:

Assinatura do Técnico e/ou do Orientador Social

(Inserir Logo do Serviço)


REGISTRO DIÁRIO DO ORIENTADOR SOCIAL

(Inserir Logo do Serviço)


REGISTRO DIÁRIO DO FACILITADOR

REGISTRO DIÁRIO DO FACILITADOR

Data:
Nome do Grupo:

Encontro:

Faixa Etária: ( ) 0 a 6 ( ) 7 a 14 ( ) 15 a 17 ( ) idosos

Facilitador:

Atividades desenvolvidas:

Relato de experiência:

Observações:

Assinatura do Facilitador:

Assinatura do Orientador Social:

PLANEJAMENTO DIÁRIO
ORIENTADOR SOCIAL E TÉCNICO DE REFERÊNCIA
(Inserir Logo do Serviço)

PLANEJAMENTO DIÁRIO DO SCFV

Identificação do CRAS:
Nome do Grupo:

Faixa etária: ( ) 0 a 6 ( ) 7 a 14 ( ) 15 a 17 ( ) idosos

Local de funcionamento:

Número de participantes:

Orientador Social:

Facilitador:

Técnico de Referência:

Encontro Nº:

Tema/Eixo:

Dia da semana:

Horário de início: Horário de término:

ATIVIDADES

1º encontro da semana: Data:

2º encontro da semana: Data:

3º encontro da semana: Data:

4º encontro da semana: Data:

5º encontro da semana: Data:

Objetivo:

Descrição do Planejamento

1º Encontro:

2º Encontro:

3º Encontro:

4º Encontro:

5º Encontro

Observações:

Assinatura do Técnico de Referencia:

Assinatura do Orientador Social:

Assinatura do Facilitador Social:


Relatório mensal

Coordenador do SCFV

Realizar mensalmente um relatório descritivo e quantitativo, informando as atividades,


planejamentos e observações de todo o SCFV, além do registro das participações dos
usuários, em cada grupo. Este relatório deverá ser entregue todo dia 30 de cada mês à
Coordenação do CRAS, destinando uma cópia à Gestão do SUAS.

Técnicos de Referência
Realizar mensalmente um relatório específico dos grupos do SCFV os quais este é a
referência, informando o número de famílias acompanhadas, número de encontros de
supervisão e planejamento com os orientadores sociais, além do registro das
participações dos usuários nos grupos. Esse relatório deve ser entregue até o dia 25 de
cada mês ao Coordenador do SCFV.

Orientadores Sociais e Facilitadores

Realizar mensalmente um relatório quantitativo contendo as informações condensadas


do “Diário de Campo”, contendo o registro das participações dos usuários nos grupos
Esse relatório deverá ser entregue até o dia 22 de cada mês ao técnico de referência
responsável por sua supervisão.
“Não há saber, nem saber menos
Há saberes diferentes”.

Paulo Freire