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PROPOSTA DE MELHORIA NO TREVO SECUNDÁRIO DE

FREDERICO WESTPHALEN/RS – SAÍDA PARA ERS-150


Proposal for improvement in the secondary clamp of Frederico Westphalen / RS - exit for ERS-150

FERNANDO PIAIA¹*,RAFAEL BROC²

¹Graduando em Engenharia Civil, Universidade Regional Integrada, Campus Frederico Westphalen/RS.


²Graduando em Engenharia Civil, Universidade Regional Integrada, Campus Frederico Westphalen/RS.
*piaiaprojeto@gmail.com.

Resumo: Com o desenvolvimento das cidades ocorrendo explicitamente em um âmbito global, vem à tona a importância de
políticas voltadas ao planejamento que supram as necessidades atuais e futuras da população. Em uma análise local do município
de Frederico Westphalen-RS, observou-se o aumento populacional da última década incidindo em paralelo ao crescimento da
frota veicular, tornando perceptíveis os problemas urbanos de infraestrutura, tal como os relacionados ao trânsito. Este trabalho
teve enfoque na melhoria do trevo de acesso secundário, saída para a Rodovia ERS-150, Cemitério Municipal, Seminário e
garagem de máquinas pesadas da Prefeitura Municipal. A análise referida possui o intuito de averiguar melhorias a serem
implantadas para maior segurança do trevo, por se tratar de um local com históricos de acidentes, frequente tráfego de máquinas
pesadas, veículos em alta velocidade e acesso para a construção de 2 loteamentos.

Palavras-chave: Trevo de acesso, Frederico Westphalen, ERS-150, acidentes.

Abstract: With the development of cities occurring explicitly at a global level, the importance of planning policies that meet the
current and future needs of the population comes to light. In a local analysis of the municipality of Frederico Westphalen-RS, the
population increase of the last decade was observed, parallel to the growth of the vehicular fleet, making visible the urban
problems of infrastructure, such as those related to traffic. This work focused on the improvement of secondary access clover,
exit for the Highway ERS-150, Municipal Cemetery, Seminary and garage of heavy machinery of the City Hall. The
aforementioned analysis intends to investigate improvements to be implemented for greater security of the clover, because it is a
place with historical accidents, frequent traffic of heavy machinery, vehicles at high speed and access for the construction of 2
lots.

Key words: Clover access, Frederico Westphalen, ERS-150, accidents.

1 INTRODUÇÃO
2 REFERENCIAL TEÓRICO
A infraestrutura econômica, social e urbana e o
processo de desenvolvimento de uma região ou país As características geométricas das rodovias são
possuem elevado grau de correlação. De acordo com o determinadas pelas Normas de Projetos Rodoviários
IPEA (2010) a disponibilidade de infraestrutura no (DAER – RS) as quais fixam exigências a serem
território constitui um indicador das suas condições de obedecidas para que as rodovias apresentem condições de
desenvolvimento. Dentro deste contexto, suprir uma região segurança satisfatórias para determinadas velocidades
ou município de infraestrutura adequada através de diretrizes.
investimentos planejados é vital para a melhora de Em cruzamentos rodoviários, deve haver ao longo da
indicadores sociais e econômicos. rodovia uma eficiente visibilidade, de modo a permitir aos
Em muitos casos, mesmo existindo infraestrutura motoristas avistarem-se mutuamente em tempo de evitar
instalada, a mesma apresenta-se insuficiente ou depreciada, uma colisão.
vindo a agravar certas situações ao invés de proporcionar No caso de a visibilidade não ser adequada, deve-se
segurança aos motoristas. fazer um controle e redução da velocidade dos veículos que
O local de estudo, na sua época de construção atendia a transitam pela via, em função da distância de visibilidade
demanda de tráfego local, mas com a instalação de novas disponível.
empresas e principalmente chegada de novas universidades
no município, houve aumento do tráfego, tudo isso somado
aos incentivos públicos à aquisição de todos os tipos de 2.1 Sinalização
veículos veio a sobrecarregar o trânsito, não apenas no
local, mas em grande parcela do território nacional, fato A sinalização permanente, composta por placas, painéis,
que provocou a demanda por maiores investimentos em marcas no pavimento e elementos auxiliares, constitui-se
infraestrutura local, o que não ocorreu na maioria dos num sistema de dispositivos fixos de controle de tráfego
casos. que, por sua simples presença no ambiente operacional de
uma via, regulam, advertem e orientam os seus usuários.
De modo geral, a sinalização deve conquistar a atenção e a
confiança do usuário, permitindo-lhe ainda um tempo de
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reação adequado. de modo a facilitar ainda mais sua identificação. Os Sinais


de Regulamentação utilizam predominantemente a forma
circular, a cor branca em seu fundo e a cor vermelha em
2.1.1 Sinalização Vertical sua borda. Os Sinais de Advertência têm a forma quadrada,
com posicionamento definido por diagonal na vertical, e
A sinalização viária estabelecida através de fundo na cor amarela. Os Sinais de Indicação são
comunicação visual por meio de placas, painéis ou predominantemente retangulares, com posicionamento do
dispositivos auxiliares, situados na posição vertical, lado maior na horizontal e fundo na cor verde. Os Sinais
implantados à margem da via ou suspensos sobre ela, tem Educativos são predominantemente retangulares, com
como finalidade: a regulamentação do uso da via, a posicionamento do lado maior na horizontal e fundo na cor
advertência para situações potencialmente perigosas ou branca.
problemáticas do ponto de vista operacional, o
fornecimento de indicações, orientações e informações aos
usuários, além do fornecimento de mensagens educativas. 2.1.2 Sinalização horizontal
No Manual de Sinalização Rodoviária (DNIT, 1999)
consta que para que a sinalização vertical seja efetiva,
devem ser considerados os seguintes fatores para os seus A Sinalização Horizontal é estabelecida por meio de
dispositivos: marcações ou de dispositivos auxiliares implantados no
● Posicionamento dentro do campo visual do pavimento e tem como finalidades básicas:
usuário; ● Canalizar os fluxos de tráfego;
● Legibilidade das mensagens e símbolos; ● Suplementar a sinalização vertical, principalmente
● Mensagens simples e claras; de regulamentação e de advertência;
● Padronização. ● Em alguns casos, servir como meio de
regulamentação (proibição), o que não seria eficaz
Os Sinais devem estar corretamente posicionados por intermédio de outro dispositivo.
dentro do campo visual do usuário, ter formas e cores
padronizadas, símbolos e mensagens simples e claras, além Apesar de sua durabilidade ser comprometida pela ação
de letras com tamanho e espaçamento adequados à das condições climáticas e do desgaste provocado pelo
velocidade de percurso, de modo a facilitar sua percepção, tráfego, a Sinalização Horizontal tem a vantagem
assegurando uma boa legibilidade e, por consequência, compensatória de transmitir informações ou advertências
uma rápida compreensão de suas mensagens por parte dos aos motoristas sem que estes desviem sua atenção da
usuários. Suas cores devem ser mantidas inalteradas tanto rodovia. Outro aspecto de extrema importância a ser
de dia quanto à noite, mediante iluminação ou ressaltado é a função orientadora da Sinalização Horizontal
refletorização. para o tráfego noturno, fornecendo aos usuários a
A diferenciação visual entre as categorias é efetuada a delimitação das faixas de rolamento, sem as quais torna-se
partir de padronização própria de formas e cores, que difícil visualizar o próprio corpo estradal.
favorece um ganho no tempo necessário para distinguir um As marcações são constituídas por conjuntos de linhas
dispositivo e absorver a sua mensagem, implicando (longitudinais, transversais ou diagonais), contínuas ou não,
portanto num menor tempo de reação por parte do usuário. símbolos e legendas de diversos tipos pintados no
Visando esta padronização de cores, os diferentes pavimento, ou a ele aplicados por processo a quente ou a
sinais são identificados de acordo com sua categoria frio. Elas devem ser vistas tanto de dia quanto à noite, neste
funcional por meio de cinco cores da escala cromática. caso, através de refletorização. As suas cores básicas são o
branco e o amarelo, sendo esta última cor utilizada sempre
que separe fluxos ou pistas com sentidos opostos de
Tabela 1. Sinalização e sua respectiva cor. tráfego.
As linhas longitudinais têm a função de definir os limites
Função Cor da pista de rolamento, a de orientar a trajetória dos
veículos, ordenando-os por faixas de tráfego, e ainda a de
Sinais de regulamentação Vermelho regulamentar as possíveis manobras laterais, tanto para
mudança de faixa (quando existir mais de uma por sentido),
Sinais de advertência Amarelo
como para a utilização temporária de uma faixa com
Sinais de indicação Verde sentido oposto de tráfego, nas manobras de ultrapassagem.
De acordo com sua função, as Linhas Longitudinais
Sinais de serviços Azul classificam-se em:
auxiliares Linhas demarcadoras de faixas de tráfego;
● Linhas de proibição de ultrapassagem;
Sinais de educação Branco ● Linhas de proibição de mudança de faixa;
● Linhas de borda de pista;
● Linhas de canalização.
Complementando a padronização de cores, os
diferentes sinais são dotados também de formas próprias,
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As linhas Transversais têm a função de complementar


os sinais de regulamentação relacionados com a redução de
velocidade ou parada dos veículos. De acordo com sua
função, as Linhas Transversais classificam-se em:
● Linhas de Retenção;
● Linhas de Dê a Preferência;
● Linhas de Estímulo à Redução de Velocidade.

2.1.3 Interseções

As interseções são as áreas onde duas ou mais vias se


cruzam ou se unificam. Neste local existem dispositivos
destinados a ordenar os diversos movimentos do tráfego.
No Manual de Projeto de Interseções (Dnit) os movimentos
de tráfego são classificados em: movimentos de
cruzamento; movimentos convergentes; movimentos
divergentes; e movimentos de entrelaçamento. Estes Figura 2: Tipos de conflito.
movimentos podem ser observados na Figura 01. Fonte: Manual de projeto de interseções - Dnit.

As interseções podem ser classificadas em duas


categorias: Em nível e interconexão (desnível).

2.1.4 Princípio da canalização

A canalização numa interseção em nível representa a


separação ou regulamentação dos movimentos de tráfego
conflitantes (Figura 03). O princípio da canalização tem
como objetivo garantir a segurança e a operação do tráfego
na rodovia.

Figura 1: Tipos básicos de movimentos.


Fonte: Manual de projeto de interseções – Dnit.

Nos locais onde ocorrem os movimentos de tráfego,


surgem pontos de conflito. Os tipos de conflito que se Figura 3: Canalização sendo utilizada para organizar o
desenvolvem em interseções são: conflitos de trânsito numa interseção.
convergência, conflitos de divergência e conflitos de Fonte: João Fortini Albano.
cruzamento (Figura 02).
Para atingir esses objetivos, o projetista pode utilizar
alguns instrumentos, como ilhas de tráfego, canteiros
separadores, faixas de tráfego, etc.
A canalização deve ser utilizada sempre que possível para
reduzir e separar áreas de conflito, controlar a velocidade
do fluxo, proporcionar refúgio aos veículos que vão cruzar
ou convergir, evitar movimentos proibidos e também criar
espaços para sinalizações.
O processo de canalização empregado deve facilitar e
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ajudar o esquema de controle de tráfego selecionado para trajetória a ser seguida pelos veículos seja natural e
operação da interseção. O posicionamento e o projeto de cômoda;
faixas exclusivas deve ser compatível com a sinalização ou ● Deve ser evitado no projeto um número excessivo de
paradas obrigatórias previstas. O posicionamento das ilhas, ilhas, que ao invés de orientar cria um conjunto
canteiros separadores e retornos, devem ser acompanhados confuso de aberturas, deixando indeciso o motorista
de sinalização de placas ou marcas em locais bem visíveis que delas se aproxima;
para os usuários. ● As ilhas devem ser visíveis para os usuários e,
As ilhas, além de atender a outras funções, são locais muitas vezes, acompanhadas de sinalização
apropriados para colocar sinais de parada obrigatória ou de refletorizada e iluminação para uma segura operação
indicação de tráfego preferencial. O uso de ilhas desta noturna;
maneira fornece a colocação dos sinais dentro do cone de
visão do motorista.
3 ESTUDO DE CASO
2.1.5 Ilhas
3.1 Caracterização da área
Ilhas (Figura 04) são áreas bem definidas, situadas
entre faixas de tráfego e destinadas a controlar o O trevo objeto do estudo de caso está instalado na ERS
movimento dos veículos e/ou servir de refúgio para 150 e fica no município de Frederico Westphalen. Ele dá
pedestres. A introdução de ilhas nas interseções visa acesso ao bairro Fátima através da Rua Vicente Dutra e
principalmente minimizar os conflitos, melhorar a fluidez e fica próximo ao Cemitério municipal.
aumentar a segurança do tráfego. A rodovia ERS 150 é de grande importância para os
moradores dos municípios de Vicente Dutra e Caiçara. Ela
é utilizada para escoar a produção desses municípios, e
também para conduzir os habitantes a universidades,
centros de saúde maiores e diversos pontos de comércio.
A rodovia também dá acesso a BR 386, distante
aproximadamente 02 km do trevo estudado.
A Rua Vicente Dutra é de grande importância no
município, pois a partir dela se tem acesso à Avenida Luís
Milani, que corta toda a cidade passando por diversos
pontos importantes. A via é muito utilizada por usuários
que visam se deslocar ao Hospital Divina Providência, a
Universidade Regional Integrada ou até mesmo ao Centro
e outros bairros da cidade.

3.2 Problemática

Por tratar-se de uma das principais vias de acesso da


zona rural para a urbana no município e pela proximidade
Figura 4: Tipos gerais de ilhas. da garagem da prefeitura municipal (figura 5), a mesma
Fonte: Manual de Projeto de Interseções – Dnit. possui grande aporte de máquinas pesadas, tornando o
trânsito lento e elevando o risco de acidentes.
Ainda que, muitas vezes, desempenham
simultaneamente várias funções, elas podem ser agrupadas
em três classes funcionais:
● Ilhas Canalizadoras: destinam-se ao controle e
orientação dos movimentos de tráfego, usualmente
dos que realizam manobras de conversão.
● Ilhas Divisórias: destinam-se a separar correntes
de veículos de mesmo ou de sentidos opostos.
● Ilhas de Refúgio: destinam-se ao uso e proteção
dos pedestres e ciclistas.
Com objetivo de alcançar alguns dos propósitos, ao se
projetar ilhas de tráfego devem ser consideradas as
seguintes diretrizes:
● As ilhas não devem ser localizadas em lombadas,
Figura 5: Garagem da Prefeitura Municipal.
trechos com curvas de pequeno raio e outros locais de
Fonte: O autor.
visibilidade restrita, para que elas não se transformem em
A área apresenta longo histórico de acidentes (Figura
um elemento inesperado na via, afetando a segurança;
6), envolvendo veículos pesados e em horários de maior
● As ilhas devem ser projetadas de maneira que a
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tráfego de máquinas e caminhões, inclusive com vítimas 3.3 Medidas propostas


fatais. A visibilidade é baixa e a sinalização precária,
tornando necessários estudos e projetos de melhoria afim Primeiramente a velocidade máxima no trecho de
de diminuir o risco. Estão sendo construídos 2 novos influência do local deve ser limitada, objetivando reduzir as
loteamentos nos arredores, implicando em maior tráfego de proporções de possíveis sinistros, a instalação de lombadas
máquinas e o Seminário da Mitra Diocesana é próximo. eletrônicas em ambos os sentidos apresentaria resultados
expressivos.
A construção de uma pista complementar entre o trevo
e a garagem removeria as máquinas pesadas da pista,
reduzindo a lentidão e os riscos.
Ainda deve ser melhorada a sinalização horizontal e
vertical, alertando quanto aos riscos e favorecendo a
identificação das faixas para que não ocorram manobras
bruscas de veículos. A sinalização horizontal faz-se
essencial em dias de condição climática adversa, onde o
risco é maior. Deve ser realizada manutenção periódica das
ilhas, como corte da grama e pintura.
O acesso ao loteamento deve ser inserido no trevo
(Figura 8), reduzindo o risco, principalmente aos veículos
que acessam o mesmo da rodovia, vindo no sentido Caiçara
- Frederico. Com a inserção do acesso no trevo será
possível contornar o trevo para com segurança antes de
realizar a conversão.

Figura 6: Acidente ocorrido na área de estudo.


Fonte: Jornal O Alto Uruguai.

As condições de visibilidade noturnas e em dias


chuvosos e de neblina são precárias, além da falta de
manutenção das ilhas (Figura 7). Fatos que agravam ainda
mais a situação, diminuindo a segurança e identificação da
pista e obstáculos em tais situações.

Figura 8: Local para a adequação do acesso ao loteamento.


Fonte: O autor.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho.tratou-se de um estudo preliminar


das atuais condições do local, servindo como base de
estudos mais aprofundados no futuro, os quais verificarão a
viabilidade técnica e econômica da implantação das
medidas propostas. É uma área de risco que concentra
elevado número de acidentes quando comparado à outras
áreas no município e não recebe a devida atenção por parte
Figura 7: Atual situação das ilhas. das entidades competentes. A implantação das medidas
Fonte: O autor. propostas reduziria significativamente os riscos e
consequentemente os acidentes, principalmente pela
Um dos loteamentos em construção possui acesso em área urbanização que vem ocorrendo nos arredores.
de grande risco (Figura 5), tanto para os veículos que
acessam o loteamento quanto para os veículos da rodovia e
trevo. REFERÊNCIAS
aula.
ALBANO, João Fortini. Noções sobre interseções. UFRGS - Notas de
Broc et al, Proposta de melhoria no trevo secundário de Frederico Westphalen/Rs – saída para ERS-150

BRASIL. DAER -RS. Normas de projetos rodoviários - Vol. 1 - Porto


Alegre, 1991.
BRASIL. DNER. Manual de sinalização rodoviária. - 2 ed. - Rio de
Janeiro, 1998.
BRASIL. DNIT. Diretrizes básicas para estudos e projetos rodoviários:
escopos básicos / instruções de serviço. - 3. ed. - Rio de Janeiro, 2006.
BRASIL. DNIT. Manual de projeto de interseções. 2.ed. - Rio de
Janeiro, 2005.
IPEA. Infraestrutura Social e Urbana no Brasil: subsídios para uma
agenda de pesquisa e formulação de políticas públicas. Projeto
Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro Infraestrutura Social e
Urbana no Brasil, 2010.