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Versão 2010

Julho 2010

Copyright © ATIR Engineering Software Ltd. & SAE


MANUAL STRAP

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O programa foi escrito por um time de engenheiros e programadores
altamente qualificados e foi testado extensivamente. Não obstante, os
autores do software não assumem responsabilidade pela validade dos
resultados obtida nos programas ou pela precisão desta documentação.

O usuário deve verificar os resultados!


Os autores lembram ao usuário, que o programa deve ser usado como uma
ferramenta para auxílio na análise estrutural, mas que o julgamento de
engenharia e a interpretação dos resultados do usuário é o árbitro final no
desenvolvimento de um modelo estrutural econômico e seguro.

Special thanks to:


All the people who contributed to this document, the programmers, secretaries, STRAP dealers and users.

Last not least, we want to thank EC Software who wrote the help tool called HELP & MANUAL that was used to
create this document.
Índice 3

ÍNDICE
Parte I Geral 15
1 Opções
...................................................................................................................................
Gerais 15
1.1 Caixas de..........................................................................................................................................................
Diálogo 15
1.2 Passo .......................................................................................................................................................... 17
1.3 Menu Lateral .......................................................................................................................................................... 18
1.4 Help .......................................................................................................................................................... 18
1.5 Menus de..........................................................................................................................................................
Atalho (botão-direito do mouse) 18
1.6 Opções de ..........................................................................................................................................................
Saidas Tabeladas 20
1.7 Formato ..........................................................................................................................................................
Exponencial 20
1.8 Formato ..........................................................................................................................................................
de Listas 20
2 Opções
...................................................................................................................................
de Seleção 21
2.1 Seleção Padrão ..........................................................................................................................................................
de Nós 21
2.2 Seleção Padrão ..........................................................................................................................................................
de Barras 24
2.3 Seleção Padrão ..........................................................................................................................................................
de Elementos 28
2.4 Seleção Padrão ..........................................................................................................................................................
de Paredes 31
3 Opções
...................................................................................................................................
- Barras de Ferramentas 35
3.1 Rotação -..........................................................................................................................................................
Dinâmica 35
3.2 Exibir Informações
.......................................................................................................................................................... 36
3.3 Isométrica .......................................................................................................................................................... 36
4 Menu
...................................................................................................................................
Superior 37
4.1 Editar .......................................................................................................................................................... 38
4.2 Zoom .......................................................................................................................................................... 40
4.3 Rotacionar .......................................................................................................................................................... 45
4.4 Visualizar .......................................................................................................................................................... 46
4.5 Desenho.......................................................................................................................................................... 59
4.6 Remover.......................................................................................................................................................... 69
5 Opções
...................................................................................................................................
de Impressão 73
5.1 Imprimir ..........................................................................................................................................................
Desenho 73
5.2 Imprimir ..........................................................................................................................................................
Desenho - Renderizado 75
5.3 Imprimir ..........................................................................................................................................................
Tabelas 76
5.4 Copiar Desenho
..........................................................................................................................................................
para Area de Transf. 77
5.5 Criar Arquivo
..........................................................................................................................................................
DXF 78
5.6 Ordem de ..........................................................................................................................................................
Impressão 79
5.7 STRAP.INI..........................................................................................................................................................
- print options 79

Parte II Menu Principal 82


1 Tela
...................................................................................................................................
Inicial do STRAP 82
1.1 Começar..........................................................................................................................................................
um Novo Modelo 83
1.2 Editar um..........................................................................................................................................................
modelo existente 84
2 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 85
2.1 Imprimir.......................................................................................................................................................... 85
2.2 Deletar modelos
.......................................................................................................................................................... 86
2.3 Copiar para
..........................................................................................................................................................
outro diretório 87
2.4 Copiar de..........................................................................................................................................................
outro diretório 88
2.5 Fazer uma..........................................................................................................................................................
cópia do modelo 89
2.6 Mudar de..........................................................................................................................................................
diretório 90
2.7 Compactar..........................................................................................................................................................
modelos (ZIP) 90
2.8 Descompactar
..........................................................................................................................................................
modelos (unZIP) 91
2.9 Exibir os..........................................................................................................................................................
arquivos do modelo 92
2.10 Adicionar..........................................................................................................................................................
um modelo a lista 92

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


4 MANUAL STRAP

2.11 Recuperar ..........................................................................................................................................................


a geometria do modelo 94
2.12 Localizar..........................................................................................................................................................
modelo 94
3 Calcular
................................................................................................................................... 96
4 Configurações
................................................................................................................................... 97
4.1 Cores .......................................................................................................................................................... 97
4.2 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de impressão 100
4.3 Diversos .......................................................................................................................................................... 105
4.4 Barras ..........................................................................................................................................................
de ferramentas 114
5 Utilidades
................................................................................................................................... 117
5.1 Combinar ..........................................................................................................................................................
resultados de 2 projetos 117
5.2 Converter ..........................................................................................................................................................
arquivo STAAD 118
5.3 Adicionar ..........................................................................................................................................................
novas opções 119
6 DXF
................................................................................................................................... 120
6.1 Converter
..........................................................................................................................................................
arquivo Metafile em DXF 120
6.2 Exportar..........................................................................................................................................................
modelo para DXF 120
6.3 Importar..........................................................................................................................................................
modelo a partir de um DXF 121

Parte III Geometria 127


1 Geometria
...................................................................................................................................
- Menu Preliminar 127
1.1 Assistente ..........................................................................................................................................................
de Modelagem 128
1.2 Linhas de ..........................................................................................................................................................
Eixo 136
2 Geometria
...................................................................................................................................
- Menu Principal 139
3 Nós
................................................................................................................................... 140
3.1 Nós - Definir.......................................................................................................................................................... 140
3.2 Linha de..........................................................................................................................................................
Nós Equidistantes 146
3.3 Linha de..........................................................................................................................................................
Nós não Equidistantes 148
3.4 Nós - Grelha .......................................................................................................................................................... 149
3.5 Equações .......................................................................................................................................................... 152
3.6 Nós - Mover .......................................................................................................................................................... 156
3.7 Nós - Deletar.......................................................................................................................................................... 160
3.8 Nós - Renumerar
.......................................................................................................................................................... 161
3.9 Nós - Sistemas
..........................................................................................................................................................
de Coordenadas 163
3.10 Nós - Unificar.......................................................................................................................................................... 165
4 Apoios
...................................................................................................................................
(Indeslocáveis) 167
4.1 Definir Apoios
.......................................................................................................................................................... 167
4.2 Apoios ..........................................................................................................................................................
Rotacionados 168
4.3 Ligações ..........................................................................................................................................................
Rígidas 170
5 Barras
................................................................................................................................... 176
5.1 Definir Barras
.......................................................................................................................................................... 177
5.2 Grelha de ..........................................................................................................................................................
Barras 180
5.3 Barras -..........................................................................................................................................................
Bracing 182
5.4 Pilares .......................................................................................................................................................... 183
5.5 Deletar .......................................................................................................................................................... 185
5.6 Barras -..........................................................................................................................................................
Propriedades 185
5.7 Vínculos .......................................................................................................................................................... 206
5.8 Offsets .......................................................................................................................................................... 208
5.9 Renumerar .......................................................................................................................................................... 211
5.10 Quebrar..........................................................................................................................................................
barras 214
5.11 Eixos Locais .......................................................................................................................................................... 215
5.12 Estágios.......................................................................................................................................................... 218
6 Elementos
................................................................................................................................... 219
6.1 Triangular
.......................................................................................................................................................... 220
6.2 Quadrilátero
.......................................................................................................................................................... 221
6.3 Grelha Plana
.......................................................................................................................................................... 222
6.4 Superfície
..........................................................................................................................................................
3D 225
SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Índice 5

6.5 Malha .......................................................................................................................................................... 226


6.6 Deletar ..........................................................................................................................................................
Elementos 241
6.7 Renumerar .......................................................................................................................................................... 242
6.8 Propriedades .......................................................................................................................................................... 244
6.9 Eixos Locais .......................................................................................................................................................... 248
6.10 Vínculos .......................................................................................................................................................... 248
6.11 Offsets .......................................................................................................................................................... 250
6.12 Estágios.......................................................................................................................................................... 250
7 Molas
................................................................................................................................... 251
7.1 Definir/Revisar
.......................................................................................................................................................... 251
7.2 Exibir Valor .......................................................................................................................................................... 253
7.3 Unidirecional.......................................................................................................................................................... 253
7.4 Área/Linha .......................................................................................................................................................... 254
8 Cópia
...................................................................................................................................
- Geometria 257
8.1 Cópia por ..........................................................................................................................................................
Translação 257
8.2 Cópia por ..........................................................................................................................................................
Rotação 259
8.3 Cópia Espelhada
.......................................................................................................................................................... 262
8.4 Opções ..........................................................................................................................................................
Gerais 263
9 Sólidos
................................................................................................................................... 266
9.1 Extrusão .......................................................................................................................................................... 267
9.2 Rotação.......................................................................................................................................................... 268
9.3 Renumerar .......................................................................................................................................................... 270
9.4 Material.......................................................................................................................................................... 271
9.5 Individual .......................................................................................................................................................... 272
10 Paredes
................................................................................................................................... 274
10.1 Geral .......................................................................................................................................................... 274
10.2 Parede/Linha .......................................................................................................................................................... 276
10.3 Seção .......................................................................................................................................................... 277
10.4 Rotacionar .......................................................................................................................................................... 285
10.5 Renumerar .......................................................................................................................................................... 286
10.6 Conexões ..........................................................................................................................................................
Rígidas 286
10.7 Exemplos .......................................................................................................................................................... 288
11 Submodelo
................................................................................................................................... 292
11.1 Geral .......................................................................................................................................................... 294
11.2 Criar um ..........................................................................................................................................................
Submodelo 296
11.3 Pontos ..........................................................................................................................................................
de Conexão 297
11.4 Adicionar ..........................................................................................................................................................
ao Modelo Principal 300
12 Estágios
................................................................................................................................... 304
13 Geometria
...................................................................................................................................
- Menu Arquivo 306
14 Geometria
...................................................................................................................................
- Saídas 308
14.1 Coordenadas
..........................................................................................................................................................
dos Nós 308
14.2 Apoios .......................................................................................................................................................... 309
14.3 Propriedades
.......................................................................................................................................................... 309
14.4 Barras .......................................................................................................................................................... 310
14.5 Elementos.......................................................................................................................................................... 311
14.6 Molas .......................................................................................................................................................... 312
14.7 Materiais.......................................................................................................................................................... 312
14.8 Offsets .......................................................................................................................................................... 312
14.9 Condições..........................................................................................................................................................
de Extremidade 313
14.10 Sist. de ..........................................................................................................................................................
Coord. Locais de Apoios 313
14.11 Diafragmas
..........................................................................................................................................................
Rígidos 313
14.12 Elementos..........................................................................................................................................................
Sólidos 314
14.13 Paredes.......................................................................................................................................................... 314
14.14 Paredes..........................................................................................................................................................
- Seções 314
14.15 Sub-modelo
..........................................................................................................................................................
- Conexões 315
14.16 Pesos .......................................................................................................................................................... 316
SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
6 MANUAL STRAP

14.17 Formato..........................................................................................................................................................
das Saídas 317
14.18 Imprimir..........................................................................................................................................................
Tabelas 318

Parte IV Cargas 321


1 Menu
...................................................................................................................................
Principal 321
2 Definir
...................................................................................................................................
carregamento 322
3 Editar
...................................................................................................................................
carregamento 324
4 Deletar
...................................................................................................................................
carregamentos 325
5 Cargas
...................................................................................................................................
Nodais 326
5.1 Definir .......................................................................................................................................................... 326
5.2 Editar .......................................................................................................................................................... 328
5.3 Deletar .......................................................................................................................................................... 329
5.4 Peso Próprio .......................................................................................................................................................... 330
6 Carga
...................................................................................................................................
nas Barras 332
6.1 Definir .......................................................................................................................................................... 332
6.2 Deletar .......................................................................................................................................................... 350
6.3 Editar .......................................................................................................................................................... 351
7 Carga
...................................................................................................................................
nos Elementos Planos 352
7.1 Definir .......................................................................................................................................................... 352
8 Recalque
...................................................................................................................................
de Apoio 361
9 Carga
...................................................................................................................................
Combinada 362
10 Cargas
...................................................................................................................................
Globais 364
10.1 Definir .......................................................................................................................................................... 364
10.2 Delete .......................................................................................................................................................... 371
10.3 Exibir .......................................................................................................................................................... 372
10.4 PATTERN.DAT .......................................................................................................................................................... 372
11 Carga
...................................................................................................................................
nos Elementos Sólidos 374
11.1 Definir .......................................................................................................................................................... 374
12 Cópia
...................................................................................................................................
de Cargas 376
13 Desativar
................................................................................................................................... 379
14 Cargas
...................................................................................................................................
Móveis 380
15 Arranjo
...................................................................................................................................
de cargas 382
15.1 CHESS.DAT .......................................................................................................................................................... 383
16 P-Delta
................................................................................................................................... 385
16.1 P-Delta ..........................................................................................................................................................
- Método de Cálculo 385
17 Cargas
...................................................................................................................................
de Vento 387
17.1 Geral .......................................................................................................................................................... 388
17.2 Definir .......................................................................................................................................................... 389
17.3 Parâmetros .......................................................................................................................................................... 391
17.4 WINDUSER.DAT .......................................................................................................................................................... 391
17.5 Normas..........................................................................................................................................................
de Vento 392
18 Cópia
...................................................................................................................................
de Carregamentos 417
19 Sway
................................................................................................................................... 419
20 Submodelos
................................................................................................................................... 421
21 Arquivo
................................................................................................................................... 422
22 Visualizar
................................................................................................................................... 424
23 Desenho
................................................................................................................................... 426
24 Saídas
................................................................................................................................... 427
25 Solução
................................................................................................................................... 430

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Índice 7

25.1 Método ..........................................................................................................................................................


de Solução 432
25.2 Singularidade
.......................................................................................................................................................... 433
25.3 Problemas
..........................................................................................................................................................
Gerais 433
25.4 Referências
.......................................................................................................................................................... 434

Parte V Resultados 436


1 Resultados
................................................................................................................................... 436
2 Opções
................................................................................................................................... 438
2.1 Formato..........................................................................................................................................................
das saídas 440
2.2 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de Flambagem de Barras 440
2.3 Sistema..........................................................................................................................................................
de Coordenadas dos Elementos Planos 444
2.4 BS8007 ..........................................................................................................................................................
- Parâmetros por elemento 448
2.5 BS8007 ..........................................................................................................................................................
- Exibir parâmetros 449
3 Combinações
................................................................................................................................... 451
3.1 Geral .......................................................................................................................................................... 451
3.2 Definir /..........................................................................................................................................................
revisar 452
3.3 Grupos.......................................................................................................................................................... 454
3.4 Biblioteca .......................................................................................................................................................... 456
3.5 Visualizar .......................................................................................................................................................... 457
3.6 Desativar ..........................................................................................................................................................
todas 458
3.7 Desativar ..........................................................................................................................................................
selecionadas 458
3.8 Opções.......................................................................................................................................................... 458
4 Lajes
...................................................................................................................................
- Flechas 460
4.1 Cálculo ..........................................................................................................................................................
das flechas 460
4.2 Exibir/Imprimir
..........................................................................................................................................................
flechas 462
5 Puncionamento
................................................................................................................................... 465
5.1 Geral .......................................................................................................................................................... 465
5.2 Selecionar ..........................................................................................................................................................
nós com pilares 466
5.3 Exibir/Editar.......................................................................................................................................................... 468
5.4 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
Padrões 471
5.5 Parâmetros .......................................................................................................................................................... 472
5.6 Resultados ..........................................................................................................................................................
Gráficos de Puncionamento 474
5.7 Resultados ..........................................................................................................................................................
Tabelados 474
6 Redução
...................................................................................................................................
de Momentos 476
6.1 Momento ..........................................................................................................................................................
médios 477
6.2 Redução..........................................................................................................................................................
de momentos 478
6.3 Redução..........................................................................................................................................................
de momentos - dimensões 478
6.4 Tabela de ..........................................................................................................................................................
momentos - tabela 480
7 Norma
...................................................................................................................................
BS8007 481
7.1 BS8007 ..........................................................................................................................................................
- Geral 481
7.2 BS8007 ..........................................................................................................................................................
- Opções de resultados 482
7.3 BS8007 ..........................................................................................................................................................
- resultados detalhados 485
8 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 488
8.1 Fundações .......................................................................................................................................................... 489
8.2 Como dimensionar
..........................................................................................................................................................
fundações 490
9 Visualizar
................................................................................................................................... 491
10 Resultados
...................................................................................................................................
Tabelados 493
10.1 Geral .......................................................................................................................................................... 496
10.2 Barras .......................................................................................................................................................... 497
10.3 Elementos
..........................................................................................................................................................
2D/3D 501
10.4 Nós .......................................................................................................................................................... 505
10.5 Elementos
..........................................................................................................................................................
de Parede 507
10.6 Armadura
..........................................................................................................................................................
de Lajes 508
10.7 Tabelas..........................................................................................................................................................
- convenção de sinais 511
10.8 Botão Direito
..........................................................................................................................................................
do Mouse 514
SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
8 MANUAL STRAP

11 Resultados
...................................................................................................................................
Gráficos 517
11.1 Barras .......................................................................................................................................................... 517
11.2 Elementos ..........................................................................................................................................................
2D/3D 519
11.3 Deformações .......................................................................................................................................................... 529
11.4 Reações.......................................................................................................................................................... 530
11.5 Valor escrito ..........................................................................................................................................................
ao lado das barras 531
11.6 BS8007 .......................................................................................................................................................... 532
11.7 Paredes.......................................................................................................................................................... 534
11.8 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
Gerais 536
12 Resultado
...................................................................................................................................
detalhado de barras 538
13 Equações
...................................................................................................................................
Wood & Armer 540

Parte VI Análise Dinâmica 544


1 Pesos
...................................................................................................................................
Nodais 545
1.1 Adicionar .......................................................................................................................................................... 545
1.2 Editar .......................................................................................................................................................... 547
1.3 Peso Próprio .......................................................................................................................................................... 547
1.4 Deletar .......................................................................................................................................................... 548
1.5 Carregamentos..........................................................................................................................................................
estáticos 548
1.6 Modos .......................................................................................................................................................... 549
2 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 551
2.1 Cálculo ..........................................................................................................................................................
dos Modos de Vibração 551
3 Menu
...................................................................................................................................
Visualizar 554
4 Menu
...................................................................................................................................
Saídas 555
5 Submodelo
................................................................................................................................... 556
6 Análise
...................................................................................................................................
dinâmica - Resultados 557
6.1 Geral .......................................................................................................................................................... 557
6.2 Procedimento .......................................................................................................................................................... 558
6.3 Método ..........................................................................................................................................................
para Combinação dos Modos de Vibração 559
6.4 Editar arquivo
..........................................................................................................................................................
espectral 560
6.5 Parâmetros .......................................................................................................................................................... 564
6.6 Deslocamentos..........................................................................................................................................................
entre pavimentos 588
6.7 Pavimentos ..........................................................................................................................................................
flexíveis 590
6.8 Atualizar..........................................................................................................................................................
arquivos de resultados 591
7 Resultados
...................................................................................................................................
tabelados 594
7.1 Fequências ..........................................................................................................................................................
Naturais 595
7.2 Modos de ..........................................................................................................................................................
vibração 595
7.3 Análise ..........................................................................................................................................................
sísmica 596
7.4 Resultados ..........................................................................................................................................................
modais 596
8 Resultados
...................................................................................................................................
gráficos 597
9 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 599
10 Vibrações
...................................................................................................................................
Forçadas (Time History) 600
10.1 Geral .......................................................................................................................................................... 600
10.2 Procedimento
.......................................................................................................................................................... 601
10.3 Definir/Editar
..........................................................................................................................................................
um carregamento 602
10.4 Saídas .......................................................................................................................................................... 608
10.5 Amortecimento
.......................................................................................................................................................... 611
10.6 Atualizar..........................................................................................................................................................
arquivos de resultados 612
10.7 Combinações
.......................................................................................................................................................... 613
10.8 Tabela de
..........................................................................................................................................................
tempo 614

Parte VII Módulo de Estruturas Metálicas 619


1 Geral
................................................................................................................................... 621

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Índice 9

1.1 Tabelas..........................................................................................................................................................
de Perfis 622
1.2 Iniciando ..........................................................................................................................................................
no Módulo de Metálica 623
1.3 Normas..........................................................................................................................................................
de Cálculo 624
2 Tabela
...................................................................................................................................
de Perfis 626
2.1 Definir/editar
..........................................................................................................................................................
um novo Grupo de seções 626
2.2 Definir um ..........................................................................................................................................................
Grupo de Seções Compostas 627
2.3 Definir Seções
..........................................................................................................................................................
Especiais 630
2.4 Substituir ..........................................................................................................................................................
a tabela de perfis 632
2.5 Perfis Soldados/Laminados
.......................................................................................................................................................... 632
3 Parâmetros
...................................................................................................................................
Padrões 634
3.1 Geral .......................................................................................................................................................... 634
3.2 Tipo de ..........................................................................................................................................................
Aço 636
3.3 Norma de ..........................................................................................................................................................
Cálculo 637
3.4 Deslocabilidade
.......................................................................................................................................................... 637
3.5 Chapa dobrada.......................................................................................................................................................... 639
3.6 Viga Mista .......................................................................................................................................................... 640
3.7 Viga Mista ..........................................................................................................................................................
- adicional 642
3.8 Pilar Misto .......................................................................................................................................................... 643
3.9 Seções ..........................................................................................................................................................
Compostas 644
4 Dimensionamento
...................................................................................................................................
/ Verificação 646
5 Barras
...................................................................................................................................
Idênticas 648
6 Orientação
...................................................................................................................................
das Seções 650
7 Parâmetros
................................................................................................................................... 653
7.1 Geral .......................................................................................................................................................... 653
7.2 Tipo de ..........................................................................................................................................................
Aço 654
7.3 Comprimento ..........................................................................................................................................................
Efetivo 654
7.4 Ignorar .......................................................................................................................................................... 656
7.5 Cargas ..........................................................................................................................................................
desestabilizantes 657
7.6 Viga Mista .......................................................................................................................................................... 658
7.7 Viga Mista ..........................................................................................................................................................
- Adicional 659
7.8 Pilar Misto .......................................................................................................................................................... 660
7.9 Seções ..........................................................................................................................................................
Compostas 661
7.10 Torção .......................................................................................................................................................... 661
8 Travamentos
................................................................................................................................... 663
9 Condições
...................................................................................................................................
de Extremidade 667
9.1 NBR8800, ..........................................................................................................................................................
AISC, AASHTO, CSA 667
9.2 BS5950,..........................................................................................................................................................
IS800-07 667
9.3 Eurocode ..........................................................................................................................................................
3 669
9.4 IS:800 - ..........................................................................................................................................................
84 669
10 Barras
...................................................................................................................................
Combinadas 671
11 Submodelo
................................................................................................................................... 674
12 Calcular
................................................................................................................................... 676
12.1 Joists .......................................................................................................................................................... 677
13 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 679
14 Menu
...................................................................................................................................
Visualizar 681
14.1 Desenho..........................................................................................................................................................
Básico de Projeto - Parâmetros 682
15 Menu
...................................................................................................................................
Desenho 684
16 Menu
...................................................................................................................................
Resultados 686
16.1 Resultado
..........................................................................................................................................................
Sumários 686
16.2 Resultados
..........................................................................................................................................................
Detalhados 687
16.3 Resumo..........................................................................................................................................................
de Aço 689
16.4 Exibir seções
..........................................................................................................................................................
selecionadas 690
16.5 Capacidade
..........................................................................................................................................................
de trabalho 690

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


10 MANUAL STRAP

17 Tabelas
...................................................................................................................................
de Dados 692
17.1 Parâmetros .......................................................................................................................................................... 692
17.2 Travamentos .......................................................................................................................................................... 694
17.3 Seções ..........................................................................................................................................................
Especiais 694
17.4 Seções ..........................................................................................................................................................
Mistas 694
17.5 Torção .......................................................................................................................................................... 695
17.6 Informações ..........................................................................................................................................................
de barra selecionada 696
18 Cargas
................................................................................................................................... 697
19 Sway
................................................................................................................................... 700
19.1 Geral .......................................................................................................................................................... 701
19.2 Parâmetros .......................................................................................................................................................... 703
20 Exemplo
................................................................................................................................... 706
21 Torção
...................................................................................................................................
- Geral 709

Parte VIII Módulo de Concreto - Principal 712


1 Geral
................................................................................................................................... 714
2 Sismo-
...................................................................................................................................
Geral 715
3 Considerações
...................................................................................................................................
de Dimensionamento - Manual 718
4 Procedimento
...................................................................................................................................
de Dimensionamento 719
5 Iniciando
...................................................................................................................................
a Utilização do Módulo de Concreto 721
5.1 Procedimento ..........................................................................................................................................................
de Dimensionamento - Sismo 722
6 Padrões
................................................................................................................................... 723
6.1 Padrões..........................................................................................................................................................
- Vigas 723
6.2 Padrões..........................................................................................................................................................
- Pilares 733
6.3 Padrões..........................................................................................................................................................
- Paredes 740
6.4 Padrões..........................................................................................................................................................
- Lajes 743
7 Definir
...................................................................................................................................
Vigas/Pilares/Lajes 754
7.1 Definir/Exibir
..........................................................................................................................................................
vigas 754
7.2 Definir/Exibir
..........................................................................................................................................................
Pilares 758
7.3 Editar Suportes
.......................................................................................................................................................... 761
7.4 Editar Propriedades
.......................................................................................................................................................... 762
7.5 Definir Lajes.......................................................................................................................................................... 762
8 Propriedades
................................................................................................................................... 768
8.1 Definir /..........................................................................................................................................................
Editar 768
8.2 Seções ..........................................................................................................................................................
Sólidas 769
9 Parâmetros
................................................................................................................................... 776
9.1 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de Vigas 776
9.2 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de Pilares 780
9.3 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de Lajes 784
9.4 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
de Paredes 788
10 Computar
................................................................................................................................... 790
11 Vigas
...................................................................................................................................
idênticas 792
12 Pilares
...................................................................................................................................
idênticos 793
12.1 Tramos ..........................................................................................................................................................
Idênticos 794
12.2 Pilares ..........................................................................................................................................................
Idênticos 795
13 Detalhamento
...................................................................................................................................
de Pilares 797
13.1 Tabelas.......................................................................................................................................................... 797
13.2 Desenho .......................................................................................................................................................... 801
14 Detalhamento
...................................................................................................................................
- Lajes 806
14.1 Detalhamento
..........................................................................................................................................................
de Lajes - Geral 806
14.2 Editar .......................................................................................................................................................... 808

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Índice 11

15 Parâmetros
...................................................................................................................................
- Det. de Pilar 825
16 Submodelo
................................................................................................................................... 829
17 Resultados
................................................................................................................................... 831
17.1 Resultado ..........................................................................................................................................................
Sumário 831
17.2 Resultado ..........................................................................................................................................................
Detalhado 833
17.3 Resultado ..........................................................................................................................................................
Sumário - Pilar - Estendido 850
17.4 Especificar ..........................................................................................................................................................
Armadura 851
17.5 Criar Arquivo ..........................................................................................................................................................
- BEAMD 854
18 Menu
...................................................................................................................................
- Arquivo 856
18.1 Configurações .......................................................................................................................................................... 857
19 Menu
...................................................................................................................................
- Desenho 865
19.1 Cotas e..........................................................................................................................................................
Elevações 865
20 Menu
...................................................................................................................................
- Visualizar 869
20.1 Desenho..........................................................................................................................................................
Básico de Projeto 869
21 Menu
...................................................................................................................................
- Informações Gráficas 872
22 Menu
...................................................................................................................................
- Tabela 874
22.1 Parâmetros
..........................................................................................................................................................
de Dimensionamento 874
22.2 Deformações
.......................................................................................................................................................... 876
22.3 Resumo..........................................................................................................................................................
de peso das armaduras das vigas 876
22.4 Armaduras
.......................................................................................................................................................... 876
22.5 Sismo .......................................................................................................................................................... 877
22.6 Cortante
.......................................................................................................................................................... 877

Parte IX Módulo de Pontes 879


1 Geral
................................................................................................................................... 880
1.1 Divisões..........................................................................................................................................................
- Geral 881
1.2 Tabela de ..........................................................................................................................................................
fatores de carga 881
1.3 Arquivos ..........................................................................................................................................................
do Módulo de Pontes 882
2 Como
...................................................................................................................................
utilizar o Módulo de Pontes 884
3 Faixas
................................................................................................................................... 886
3.1 Definir .......................................................................................................................................................... 886
3.2 Editar .......................................................................................................................................................... 888
3.3 Deletar .......................................................................................................................................................... 890
4 Veículos
................................................................................................................................... 892
4.1 Definir .......................................................................................................................................................... 892
4.2 Editar .......................................................................................................................................................... 895
4.3 Deletar .......................................................................................................................................................... 895
4.4 Vehicles.dat .......................................................................................................................................................... 896
5 Carga
...................................................................................................................................
das Faixas 898
5.1 Definir .......................................................................................................................................................... 898
5.2 Editar/Deletar
.......................................................................................................................................................... 900
5.3 Exemplo..........................................................................................................................................................
do Módulo de Pontes 900
6 Carregamentos
................................................................................................................................... 902
6.1 Definir .......................................................................................................................................................... 902
6.2 Editar/Deletar
.......................................................................................................................................................... 904
6.3 Desativar .......................................................................................................................................................... 904
7 Opções
................................................................................................................................... 905
7.1 Método ..........................................................................................................................................................
de distribuição das cargas 905
7.2 Parâmetros ..........................................................................................................................................................
das linhas de Influência 906
8 Saídas
................................................................................................................................... 908
9 Resultados
................................................................................................................................... 910
9.1 Geral .......................................................................................................................................................... 910

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


12 MANUAL STRAP

9.2 Linhas de ..........................................................................................................................................................


influência 911
9.3 Cargas ..........................................................................................................................................................
aplicadas 912
9.4 Atualizar..........................................................................................................................................................
arquivos de resultados do STRAP 914
10 Menu
...................................................................................................................................
Arquivo 917
11 Normas
................................................................................................................................... 918
11.1 BD 37/88.......................................................................................................................................................... 918
11.2 South Africa
..........................................................................................................................................................
TMH7 918

Parte X Protendido 921


1 Main
...................................................................................................................................
menu 921
2 General
................................................................................................................................... 922
2.1 How to ..........................................................................................................................................................
use the program 923
2.2 How to ..........................................................................................................................................................
define cables 924
2.3 Configuration..........................................................................................................................................................
changes / Composite 925
2.4 Segment..........................................................................................................................................................
selection option 926
3 Define
................................................................................................................................... 928
3.1 New beam ..........................................................................................................................................................
/ slab 928
3.2 Revise .......................................................................................................................................................... 929
3.3 Delete .......................................................................................................................................................... 930
4 Design
................................................................................................................................... 931
4.1 Define cable .......................................................................................................................................................... 931
4.2 Cable geometry
.......................................................................................................................................................... 933
4.3 Losses.......................................................................................................................................................... 937
4.4 Design -..........................................................................................................................................................
by span 942
4.5 Design ..........................................................................................................................................................
- properties 943
5 Copy
................................................................................................................................... 944
6 Default
...................................................................................................................................
parameters 946
6.1 General.......................................................................................................................................................... 946
6.2 Reinforcement.......................................................................................................................................................... 947
6.3 Creep/shrinkage
.......................................................................................................................................................... 948
6.4 Cable losses .......................................................................................................................................................... 950
6.5 Steel type .......................................................................................................................................................... 952
6.6 Strand types .......................................................................................................................................................... 953
6.7 Time steps .......................................................................................................................................................... 954
6.8 Composite .......................................................................................................................................................... 954
7 Restraints
................................................................................................................................... 956
8 Sections
................................................................................................................................... 957
9 Stages
................................................................................................................................... 958
9.1 Stages .......................................................................................................................................................... 958
9.2 Load table .......................................................................................................................................................... 958
10 Solve
................................................................................................................................... 961
11 Screen
...................................................................................................................................
/ print - tables 962
11.1 Stage table .......................................................................................................................................................... 962
11.2 Stresses .......................................................................................................................................................... 963
11.3 Losses.......................................................................................................................................................... 963
11.4 Ultimate..........................................................................................................................................................
/ cracking moments 964
11.5 Shear .......................................................................................................................................................... 965
11.6 Deflections .......................................................................................................................................................... 966
11.7 Additional ..........................................................................................................................................................
moments - Creep 966
11.8 Additional ..........................................................................................................................................................
moments - Change 967
12 Design
...................................................................................................................................
assumptions 969

Parte XI Apêndice 971


SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Índice 13

1 Geral
................................................................................................................................... 971
1.1 Iniciando ..........................................................................................................................................................
o uso do STRAP 971
1.2 Sistemas ..........................................................................................................................................................
de coordenadas 975
1.3 Formato..........................................................................................................................................................
exponencial 982
1.4 Formato..........................................................................................................................................................
de listas 982
1.5 Regra da ..........................................................................................................................................................
mão direita 982
1.6 Modo Batch .......................................................................................................................................................... 983
1.7 Modo comando .......................................................................................................................................................... 986
1.8 GEOINnnn.DAT .......................................................................................................................................................... 989
2 Geometria
................................................................................................................................... 991
2.1 Assistente ..........................................................................................................................................................
de Modelagem 991
2.2 Assistente ..........................................................................................................................................................
- Adicionar novos modelos 1007
2.3 Nós - Equações
.......................................................................................................................................................... 1017
3 ...................................................................................................................................
Carregamentos 1024
3.1 Cargas..........................................................................................................................................................
Globais - Método de Aplicação 1024
4 ...................................................................................................................................
Resultados 1028
4.1 BCF.DAT .......................................................................................................................................................... 1028
5 ...................................................................................................................................
Diversos 1030
5.1 Instruções
..........................................................................................................................................................
de instalação 1030
5.2 Manual..........................................................................................................................................................
do STRAP 1031
5.3 Generalidades
.......................................................................................................................................................... 1031

Índice remissivo 1032

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Parte

I
Geral
Geral 15

1 Geral

1.1 Opções Gerais


Caixas de Diálogo 15 - um panorama das caixas de diálogo do Windows.
Menu de Atalho 18 - clique com o botão direito do mouse.
Menu Lateral 18 - menu de botões localizados à direita da janela.
Help 18 - apresenta as opções do Help
Passo 17 - menu com a valor do "passo" do movimento do cursor e das setas do teclado.
Seleção Padrão de Nós 21 - menu padrão para a seleção dos nós do modelo.
Seleção Padrão de Barras/Elementos/Paredes 24 - menu padrão para a seleção dos elementos finitos do
modelo.

1.1.1 Caixas de Diálogo


STRAP utiliza as caixas de diálogo do Windows para interagir com o usuário. Muitas destas caixas de
diálogo contém várias opções com diferentes tipos de informações. Depois que toda a caixa tiver sido
configurada, o usuário deve clicar em um "Botão de Comando" para voltar ao programa .

As caixas de diálogo também são utilizadas para exibir informações, avisos ou mensagens de erro.

A figura a seguir mostra como exemplo uma caixa de diálogo típica do "Windows" que é utilizada pelo
STRAP.

Por exemplo:

Caixa de Seleção
As Check boxes (caixas de seleção) representam as opções que podem ser ativadas ou desativadas.

Quando uma Check box está ativada, a caixa é exibida com um tick: . Em nosso exemplo, os diagramas
de resultados ficariam hachurados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


16 MANUAL STRAP

Para alterar a opção de ativada para desativada (ou vice-versa), basta clicar naCheck box.

Botão de Comando
Os Botões de Comando iniciam uma ação imediata. Na caixa de diálogo acima:

OK Exibe os resultados gráficos de acordo com as opções configuradas na


janela.
Cancela (fecha) a janela; todas as opções na janela retornam aos seus
Cancelar valores iniciais (sem considerar as alterações
feitas).
.
Lista de Opções
As Caixas de Listagens exibem as opções possíveis. Clicando na seta a direita da caixa, aparece as opções
existentes. Clique em uma delas para selecioná-la.

Por exemplo, a caixa "Tipo de resultado" é exibida da seguinte forma:

Quando a seta é pressionada, aparecem as demais opções possíveis:

A opção atual fica realçada.

Botão de Rádio
Os Botões de Rádio representam uma lista de opções, onde somente uma delas pode estar ativa por vez.
Em nosso exemplo, podemos visualizar os resultados de carregamentos, ou combinações, ou envoltórias;
mas nunca mais de 1 opção de uma só vez.

A opção selecionada permanece com um ponto preto por dentro do círculo: . Em nosso exemplo, o
programa irá exibir os resultados de um carregamento.

Para selecionar uma outra opção, basta clicar no Botão de Rádio referente a opção desejada.

Caixa de Texto
Uma Caixa de Texto é um retângulo, onde se podem digitar informações: números, letras, etc.

Na caixa de diálogo acima, o número de linhas de contorno é definida em uma Caixa de Texto .

Para alterar o valor de uma Caixa de Texto:


· Clique o mouse dentro da Caixa de Texto.
· Edite o texto dentro da caixa.

Note as seguintes convenções adotadas pelo STRAP:


Formato Exponencial 20

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 17

Formato de Texto 20

1.1.2 Passo
Passo é a distância mínima em que o cursor pode se movimentar na tela seja movimentado pelo mouse ou
pelas setas do teclado. O Passo utilizado é mostrado no canto inferior direito da tela.

Existem 3 formas de alterar o Passo:


· Mover o cursor na caixa de texto Passo. Digitar o novo valor.
· Pressionar a tecla para aumentar o Passo ou para diminuir.

· Clicar nos botões para aumentar ou diminuir o Passo.

Quando se está definindo os nós, é mostrada a opção Grelha:


Grid
Clique no botão ara visualizar uma grelha de pontos na tela; estes pontos estarão espaçados pelo
valor do Passo nas duas direções. O cursor pulará de ponto a ponto quando o mouse foi movido ou as setas
forem pressionadas.
· Para visualizar esta Grelha de pontos sempre que a opção de definição de nós for selecionada, vide
Configurações - Diversos 105
· A Grelha é automaticamente atualizada sempre que o valor do Passo for alterado.
· Se o valor do Passo for muito pequeno em relação às dimensões da tela, a Grelha de pontos ficará muito
densa, prejudicando a visualização. Nestes casos o programa exibirá os pontos espaçados por um
múltiplo do valor definido para o Passo, ou seja, serão necessários vários cliques nas setas para o cursor
mudar de um ponto para outro.
· Quando estiverem sendo utilizadas as coordenadas cilíndricas, aparecerá uma Grelha cilíndrica (note que
o mouse só poderá ser utilizado no sistema de coordenadas cilíndricas quando a Grelha estiver sendo
visualizada).
· Quando o plano de trabalho não for paralelo a tela e a Grelhanão estiver sendo visualizada, a
movimentação do mouse, movimentará o cursor paralelamente ao plano de trabalho; caso a Grelha estiver
sendo visualizada, o cursor se movimentará horizontalmente/verticalmente na tela.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


18 MANUAL STRAP

1.1.3 Menu Lateral

Na lateral direita da tela, temos o Menu


Lateral com os principais comandos do
STRAP.

Na parte inferior do menu temos os botões


com os menus principais; e na parte
superior temos os botões de comandos do
menu selecionado.

Por exemplo:

O menu "Cópia" encontra-se selecionado na


parte inferior do menu lateral, enquanto que
na parte superior temos os comandos do
menu "Cópia", como cópia por translação,
rotação e espelhada.

1.1.4 Help
Selecione a opção Ajuda do menu superior a qualquer momento para visualizar o manual do STRAP no
formato de Help padrão do "Windows", onde o usuário pode selecionar qualquer parte do manual
selecionando as opções de Índice e Conteúdo.

O programa também possui um Help Contexto Sensitivo, ou seja, basta o usuário pressionar a tecla
F1 para que apareça o tópico da ajuda do comando ou caixa de diálogo que ele estiver
manipulando.

1.1.5 Menus de Atalho (botão-direito do mouse)


O Shortcut Menu é um menu que aparece quando é clicado o botão da direita do mouse. O Shortcut Menu
depende do objeto (nó/barra/elemento) que foi clicado e do módulo em que o usuário se encontra:
· Módulo de Geometria:
Clicando com o botão da direita do mouse em nós, barras ou elementos, aparecerão opções para
manipular os nós/barras/elementos. Por exemplo, clique com o botão da direita próximo ao nó 15, o
seguinte menu irá aparecer.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 19

Se o botão-direito do mouse esta fora dos limites do modelo, o seguinte menu é exibido:
· Propriedades do Modelo:
Peso das barras/elementos/paredes visualizados:
O Centro-de-Gravidade das partes exibidas do modelo:
ú Modelo Principal visualizado: o peso total e o centro-de-gravidade são
visualizados para todo o modelo (incluindo todos os submodelos)
ú Submodelo visualizado: o peso total e o centro-de-gravidade para
submodelo selecionado.
O cálculo do peso/centro-de-gravidade inclui apenas os
nós/barras/elementos/paredes com todos os nós exibidos na tela.
· Módulo de Carregamentos:
O Shortcut Menu irá exibir opções para definição de cargas, etc.
· Módulo de Resultados:
O Shortcut Menu irá exibir opções de resultados tabelados para o nó/barra/elemento que foi clicado. Por
exemplo, para o elemento 14, temos:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


20 MANUAL STRAP

1.1.6 Opções de Saidas Tabeladas


As seguintes opções são exibidas em todas as saídas tabeladas:

Localizar
Defina o número do nós/barras/elemento; o número digitado é exibido
na parte superior da tabela.

Imprimir
Para maiores detalhes ver item: Impressão de Tabelas 76

Copiar
Copia a tabela exibida na tela para o 'clipboard'; a tabela pode ser colada nos programas Word, Notepad ou
Excel.

1.1.7 Formato Exponencial


Valores decimais também podem ser digitados exponencialmente. Por exemplo:
· 510 pode ser digitado como 5.1E2 ou 5.1E+2
· 0.0037 pode ser digitado como .37E-2 ou 3.7E-3
Não deixe nenhum espaço em branco entre os números e a letra E.

1.1.8 Formato de Listas


Uma série de números de nós, barras ou elementos podem ser digitados na forma de "lista", onde as
palavras TO e BY podem ser usadas a fim de simplificar a lista.

Exemplos de listas:
1 9 17 20
1 3 TO 6 12 15 18 TO 30
3 TO 11 BY 2 20 TO 24 34

O último exemplo é o equivalente a digitar:


3 5 7 9 11 20 21 22 23 24 34
Uma lista pode conter até 50 itens, onde " 1 TO 6 " corresponde a 1 item.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 21

1.2 Opções de Seleção


Seleção Padrão de Nós 21
Seleção Padrão de Barras 24
Seleção Padrão de Elementos 28

Seleção Padrão de Paredes 31

1.2.1 Seleção Padrão de Nós


Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de nós. A caixa abaixo é a caixa padrão para efetuar esta
seleção.

Selecionar Nós - Individualmente


Selecione os nós individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada nó desejado. Quando o
cursor for se aproximando de um nó, aparecerá um pequeno quadrado ( ). Clicando com o mouse, o nó que
estiver realçado por este quadrado será selecionado.

O número do nó que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior da tela:

Pode-se também digitar o número dos nós desejados diretamente na caixa.

Quando todos os nós desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o mouse
novamente no último nó selecionado.
Pode acontecer de mais de um nó estarem na mesma localização na tela (não quer dizer, necessariamente,
que os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de um edifício, todos os
nós de uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso, aparecerá uma caixa de
diálogo contendo a lista dos nós que estão nesta mesma localização na tela; selecione um dos nós
mostrados na lista.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


22 MANUAL STRAP

Selecionar Nós - Janela


Defina uma janela retangular na tela, clicando com o cursor (botão esquerdo do mouse) na posição de
seus vértices opostos. O programa identifica automaticamente todos os nós que estão dentro deste
polígono.
Caso mais de um nó ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro da janela, o programa
selecionará todos os nós nesta localização.

Selecionar Nós - Polígono


Defina um polígono clicando com o na posição de seus vértices na tela. O programa identifica
automaticamente todos os nós que estão dentro deste polígono.

Notas:
· Devem ser definidos no mínimo três vértices.
· O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
· Pressione a tecla [Esc] ou de um clique no botão direito do mouse (as duas ações têm o mesmo efeito)
para cancelar a definição do último vértice.
· Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice sem mover o .
· Caso mais de um nó ocupar a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todos os nós nesta localização.

Exemplo: Selecione os nós 1,2,4,5 e 7 ; 1,2,4,7,8 e 9


1,2,4,5,7 : 1,2,4,7,8,9:

Selecionar Nós - Por Níveis


Com esta opção, pode-se rapidamente selecionar todos os nós de determinados níveis.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 23

· O programa mostra a janela acima listando todos os níveis que contém algum nó (A). Estes níveis estão
são em relação ao eixo de altura (B).
· Selecione os níveis desejados clicando diretamente na lista (A), ou
· ara selecionar rapidamente intervalos regulares, utilize as caixas de texto inferiores (D), especificando o
Selecionar
nível inicial, final e incremento e clique no botão (E) para realçar os níveis ou no botão
Remover
(E) para remover a seleção.
OK
· Após ter selecionado todos os níveis desejados, clique em o programa identifica automaticamente
todos os nós nos níveis selecionados.

Nota:
· Serão selecionados todos os nós distantes de uma distância igual a especificada na caixa Tolerância (C).

Selecionar Todos os Nós


Todos os nós do modelo serão selecionados.
Notas:
· Os nós que não estão sendo visualizados por estarem fora da janela de Zoom atual serão selecionados.
· Os nós que não estão sendo visualizados por terem sido ocultados pelas opções do menu Remover (seja
por estarem conectados a barras/elementos removidos ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do
plano selecionado) não serão selecionados.

Seleções Anteriores
O programa apresentará uma lista das últimas seleções de nós (até 5). Os nós das seleções anteriores
estarão marcados com um pequeno quadrado ( ) e este comando continuará se a opção Múltipla seleção
estiver selecionada.
Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


24 MANUAL STRAP

Selecionar Nós - Múltipla Seleção


Selecione o checkbox ( ) caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição.
Após cada seleção, a seguinte janela aparecerá:
- Volta para o programa sem selecionar mais nós.
Volta para a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir
-
outra janela, polígono, etc, para selecionar mais nós.

Volta para a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir


-
outra janela, polígono, etc, para remover nós da seleção.

Selecionar Somente Nós com Apoios


somente nós com apoios serão selecionados (não inclui nós com molas e diafragmas rígidos).

Selecionar Nós - Submodelos (apenas no módulo de resultados)


Esta opção está disponível apenas no Módulo de Resultados quando o modelo principal é visualizado:
O programa permite a seleção dos nós do modelo principal e dos submodelos.
Somente serão selecionados os nós definidos no modelo principal.

1.2.2 Seleção Padrão de Barras


Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de barras ou elementos. A caixa abaixo é a caixa padrão
para efetuar esta seleção.

Quando selecionar uma barra/elemento, a barra/elemento próximo ao cursor estará sinalizada com um
pequeno retângulo . O número de barra é sempre exibido do lado esquerdo superior da Caixa de Diálogo.
O usuário também pode digitar o numero da barra/elemento a ser selecionado.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 25

Selecionar Barras - Individualmente


Selecione as barras/elementos individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada elemento
desejado. Quando o cursor for se aproximando de uma barra/elemento, aparecerá um pequeno quadrado ( ).
Clicando com o mouse, a barra/elemento que estiver realçada por este quadrado será selecionada.

O número da barra/elemento que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior
da tela:

Pode-se também digitar o número das barras/elementos desejadas diretamente na caixa.

Quando todos os elementos desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o mouse
novamente no último elemento selecionado.

Pode acontecer de mais de uma barra/elemento estarem na mesma localização na tela (não quer dizer,
necessariamente, que os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de
um edifício, todas as barras de uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso,
aparecerá uma caixa de diálogo contendo a lista das barras que estão nesta mesma localização na tela;
neste caso selecione uma das barras ou elementos mostradas na lista.

Selecionar Barras - Janela


Defina uma janela retangular clicando com o cursor na posição de seus vértices opostos na tela. O
programa identifica automaticamente todas as barras/elementos que estão dentro deste retângulo,
distinguindo também as(os) que tenham um ou mais nós de incidência dentro deste polígono (para maiores

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


26 MANUAL STRAP

detalhes ver item: Selecionar Barras/Elementos com um/mais nós 26 ).

Caso mais de uma barra/elemento ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono,
o programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.

Selecionar Barras - Polígono


Defina um polígono clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente
todas as barras/elementos que estão dentro deste polígono, distinguindo também as(os) que tenham um ou
mais nós de incidência dentro deste polígono (para maiores detalhes ver item: Selecionar Barras/Elementos
com um/mais nós 26 ).

Notas:
· Devem ser definidos no mínimo três vértices.
· O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
· Pressione a tecla [Esc] ou de um clique no botão direito do mouse (as duas ações têm o mesmo efeito)
para cancelar a definição do último vértice.
· Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice sem mover o .
· Caso mais de uma barra/elemento ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do
polígono, o programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.

Selecionar Todas as Barras


Todos as barras/elementos do modelo serão selecionadas.

Notas:
· As barras/elementos que não estão sendo visualizados por estarem fora da janela de Zoom atual serão
selecionadas.
· As barras/elementos que não estão sendo visualizados por terem sido ocultados pelas opções do menu
Remover (seja por terem sido removidos ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do plano
selecionado) não serão selecionados.

Seleções Anteriores
O programa apresentará uma lista das últimas seleções de barras (até 5). As barras das seleções
anteriores estarão marcadas com um pequeno quadrado ( ) e este comando continuará se a opção Múltipla
seleção estiver selecionada.
Por exemplo:

Selecionar Barras com:


· Um nó na janela/polígono:
Todas as barras/elementos com pelo menos um nó na janela/polígono serão selecionadas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 27

· Todos os nós na janela/polígono:


Serão selecionados somente as barras/elementos com todos os nós na janela/polígono.

Exemplos:

Todos os nós: Um nó:


Apenas a barra 5 é todas as barras/elementos selecionados.
selecionada.

Selecionar Barras - Paralelas a uma


Para barras, o usuário pode impor a restrição na seleção para selecionar apenas as barras paralelas a uma
barra especificada. Esta opção permite ao usuário utilizar qualquer uma das seleções por janela, polígono,
etc, juntamente com a opção de somente barras paralelas a uma.

Selecionar Barras - Múltipla Seleção


Selecione o checkbox caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição. Após
cada seleção, a seguinte janela aparecerá:
Selecione:
- Volta para o programa sem selecionar mais barras.
Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra
-
janela, polígono, etc, para selecionar mais barras.

Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra


-
janela, polígono, etc, para remover barras da seleção.

Selecionar Barras - Por Propriedades


Esta opção filtra a seleção de barras/elementos pelas propriedades. Deixando esta opção ativa, aparecerá a
seguinte caixa de diálogo, onde clicando com o mouse na linha de cada número de propriedade, as palavras
SIM e NÃO vão se alternando.

SIM: Barras/elementos que tenham estas propriedades serão


selecionados.
NÃO: Barras/elementos que tenham estas propriedades NÃO
serão selecionados.

Nota:
· As barras/elementos fictícios podem ser selecionados.

Selecionar Barras - Submodelos (apenas resultados)


Esta opção está disponível apenas no Módulo de Resultados quando o modelo principal é visualizado:
O programa permite a seleção das barras do modelo principal e dos submodelos.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


28 MANUAL STRAP

Somente serão selecionadas as barras definidas no modelo principal.

1.2.3 Seleção Padrão de Elementos


Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de barras ou elementos. A caixa abaixo é a caixa padrão
para efetuar esta seleção.

Quando selecionar uma barra/elemento, a barra/elemento próximo ao cursor estará sinalizada com um
pequeno retângulo . O número de barra é sempre exibido do lado esquerdo superior da Caixa de Diálogo.
O usuário também pode digitar o numero da barra/elemento a ser selecionado.

Selecionar Elementos - Individualmente


Selecione as barras/elementos individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada elemento
desejado. Quando o cursor for se aproximando de uma barra/elemento, aparecerá um pequeno quadrado ( ).
Clicando com o mouse, a barra/elemento que estiver realçada por este quadrado será selecionada.

O número da barra/elemento que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior
da tela:

Pode-se também digitar o número das barras/elementos desejadas diretamente na caixa.

Quando todos os elementos desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o mouse
novamente no último elemento selecionado.

Pode acontecer de mais de uma barra/elemento estarem na mesma localização na tela (não quer dizer,
necessariamente, que os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de
um edifício, todas as barras de uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso,

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 29

aparecerá uma caixa de diálogo contendo a lista das barras que estão nesta mesma localização na tela;
neste caso selecione uma das barras ou elementos mostradas na lista.

Selecionar Elementos - Janela


Defina uma janela retangular clicando com o cursor na posição de seus vértices opostos na tela. O
programa identifica automaticamente todas as barras/elementos que estão dentro deste retângulo,
distinguindo também as(os) que tenham um ou mais nós de incidência dentro deste polígono (para maiores
detalhes ver item: Selecionar Barras/Elementos com um/mais nó 26 ).

Caso mais de uma barra/elemento ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono,
o programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.

Selecionar Elementos - Polígono


Defina um polígono clicando na posição de seus vértices na tela. O programa identifica automaticamente
todas as barras/elementos que estão dentro deste polígono, distinguindo também as(os) que tenham um ou
mais nós de incidência dentro deste polígono (para maiores detalhes ver item: Selecionar Barras/Elementos
com um/mais nós 26 ).

Notas:
· Devem ser definidos no mínimo três vértices.
· O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
· Pressione a tecla [Esc] ou de um clique no botão direito do mouse (as duas ações têm o mesmo efeito)
para cancelar a definição do último vértice.
· Para finalizar o polígono, dê um duplo clique no último vértice sem mover o .
· Caso mais de uma barra/elemento ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do
polígono, o programa selecionará todas as barras/elementos nesta localização.

Selecionar Malhas
Selecionar todos os elementos de uma mesma malha, ou seja, criados pelo mesmo comando de Malha
(Menu lateral de Elementos). Mova o cursor sobre a malha desejada, selecionando qualquer nó
pertencente a malha.

Notas:
· Todos os elementos pertencentes a malha selecionada serão selecionados.
· Quando o usuário estiver selecionando um nó, todas as malhas serão representadas por uma linha grossa
em seu perímetro, para facilitar a seleção.
· Quando for selecionado um nó pertencente a mais de uma malha, uma das malhas ficará realçada com
pequenos blips , e aparecerá uma janela onde o usuário pode escolher se deseja selecionar a malha
realçada ou outra malha.

Selecionar Todos os Elementos


Todos as barras/elementos do modelo serão selecionadas.

Notas:
· As barras/elementos que não estão sendo visualizados por estarem fora da janela de Zoom atual serão
selecionadas.
· As barras/elementos que não estão sendo visualizados por terem sido ocultados pelas opções do menu

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


30 MANUAL STRAP

Remover (seja por terem sido removidos ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do plano
selecionado) não serão selecionados.

Seleções Anteriores
O programa apresentará uma lista das últimas seleções de elementos plano (até 5). Os elementos das
seleções anteriores estarão marcados com um pequeno quadrado ( ) e este comando continuará se a
opção Múltipla seleção estiver selecionada.
Por exemplo:

Selecionar Elementos com:


· Um nó na janela/polígono:
Todas as barras/elementos com pelo menos um nó na janela/polígono serão selecionadas.
· Todos os nós na janela/polígono:
Serão selecionados somente as barras/elementos com todos os nós na janela/polígono.

Exemplos:

Elementos Selecionados:
Todos os Nós: nenhum elemento Todos os Nós: elementos 1 e 2
Um nó: todos os elementos Um nó: todos os elementos

Selecionar Elementos - Mesmo Plano


Esta opção só é válida para elementos finitos planos; caso este check box estiver selecionado, serão
selecionados somente os elementos que pertencerem ao mesmo plano que um elemento indicado pelo
usuário. Por exemplo: para definir um piso de determinado nível do modelo.

Selecionar Elementos - Paralelos a um


Para elementos, o usuário pode impor a restrição na seleção para selecionar apenas os elementos paralelos
a um elementos especificado. Esta opção permite ao usuário utilizar qualquer uma das seleções por janela,
polígono, etc, juntamente com a opção de somente elementos paralelos a um.

Selecionar Elementos - Múltipla Seleção

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 31

Selecione o checkbox caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição. Após
cada seleção, a seguinte janela aparecerá:
Selecione:
- Volta para o programa sem selecionar mais barras.
Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra
-
janela, polígono, etc, para selecionar mais barras.

Volta a caixa padrão de seleção, onde pode-se definir outra


-
janela, polígono, etc, para remover barras da seleção.

Selecionar Barras - Por Propriedades


Esta opção filtra a seleção de barras/elementos pelas propriedades. Deixando esta opção ativa, aparecerá a
seguinte caixa de diálogo, onde clicando com o mouse na linha de cada número de propriedade, as palavras
SIM e NÃO vão se alternando.

SIM: Barras/elementos que tenham estas propriedades serão


selecionados.
NÃO: Barras/elementos que tenham estas propriedades NÃO
serão selecionados.
Nota:
· As barras/elementos fictícios podem ser selecionados.

Selecionar Elementos - Submodelos (apenas resultados)


Esta opção está disponível apenas no Módulo de Resultados quando o modelo principal é visualizado:
O programa permite a seleção dos elementos do modelo principal e dos submodelos.
Somente serão selecionados os elementos definidos no modelo principal.

1.2.4 Seleção Padrão de Paredes


Diversos comandos do STRAP exigem a seleção de paredes. A caixa abaixo é a caixa padrão para efetuar
esta seleção. A seleção de paredes é semelhante a seleção de barras. Cada seção entre os níveis, é
considerado uma parede independente e pode ser selecionada. Por exemplo:

Quando selecionar uma parede, a parede mais próxima ao cursor estará sinalizada com um pequeno
retângulo . O número da parede é sempre exibido do lado esquerdo superior da Caixa de Diálogo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


32 MANUAL STRAP

Selecionar Paredes - Individualmente


Selecione as paredes individualmente (um por um) clicando com o mouse sobre cada elemento desejado.
Quando o cursor for se aproximando de uma parede, aparecerá um pequeno quadrado ( ). Clicando com o
mouse, a parede que estiver realçada por este quadrado será selecionada.

O número da parede que estiver realçado aparecerá na Caixa de Diálogo localizada na parte inferior da tela:

Pode-se também digitar o número das paredes desejadas diretamente na caixa.

Quando todos os elementos desejados estiverem selecionados, pressione o botão ou clique o mouse
novamente no último elemento selecionado.

Pode acontecer de mais de uma parede estarem na mesma localização na tela (não quer dizer,
necessariamente, que os nós ocupem o mesmo lugar no espaço), por exemplo, em uma vista superior de
um edifício, todas as paredes de uma carreira de pilar estarão na mesma localização na tela. Neste caso,
aparecerá uma caixa de diálogo contendo a lista das paredes que estão nesta mesma localização na tela;
neste caso selecione uma das paredes mostradas na lista.

Selecionar Paredes - Janela


Defina uma janela retangular clicando com o mouse na posição de seus vértices opostos na tela. O
programa identifica automaticamente todas as paredes que estão dentro deste retângulo, distinguindo
também as que tenham um ou dois nós de incidência dentro deste polígono (veja Selecionar Paredes com:
um ou dois nós) 33 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 33

Caso mais de uma parede ocupe a mesma localização na tela, e elas estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todas as paredes nesta localização.

Selecionar Paredes - Polígono


Defina um polígono clicando com o cursor na posição de seus vértices na tela. O programa identifica
automaticamente todas as paredes que estão dentro deste polígono, distinguindo também as que tenham
um ou dois nós de incidência dentro deste polígono (veja Selecionar Paredes com: um ou dois nós) 33 .

Notas:
· Devem ser definidos no mínimo três vértices.
· O programa automaticamente conecta o último vértice com o primeiro.
· Pressione a tecla [Esc] para cancelar a definição do último vértice.
· Para finalizar o polígono, dê um duplo clique com o botão esquerdo do mouse no último vértice.
· Caso mais de uma parede ocupe a mesma localização na tela, e eles estiverem dentro do polígono, o
programa selecionará todas as paredes nesta localização.

Selecionar Todas as Paredes


Todas as paredes do modelo serão selecionadas.

Notas:
· As paredes que não estão sendo visualizadas por estarem fora da janela de Zoom atual serão
selecionadas.
· As paredes que não estão sendo visualizadas por terem sido ocultadas pelas opções do menu Remover
(seja por terem sido removidas ou estarem fora do intervalo de coordenadas ou do plano selecionado)não
serão selecionadas.

Seleções Anteriores
O programa apresentará uma lista das últimas seleções de paredes (até 5). As paredes das seleções
anteriores estarão marcadas com um pequeno quadrado ( ), e este comando continuará se a opção
Múltipla seleção estiver selecionada.
Por exemplo:

Selecionar Paredes com:


· Um nó na janela/polígono:
Todas as paredes com pelo menos um nó na janela/polígono serão selecionadas.
· Todos os nós na janela/polígono:
Serão selecionados somente as paredes com todos os nós na janela/polígono.
Note que, para esta opção, o programa considera como nó, somente os 'nós de referência' utilizados para
criar a parede:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


34 MANUAL STRAP

Exemplo:

Selecionar Paredes - Múltipla Seleção


Selecione o checkbox caso deseje definir mais de uma janela, polígono, etc na mesma definição. Após
cada seleção, a seguinte janela aparecerá:
Selecione:
Finalizar seleção: encerra a seleção sem selecionar mais
paredes.
Selecionar mais elementos: volta para o menu padrão de
seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono, etc, para
selecionar mais paredes.
Remover elementos da seleção: volta para o menu padrão de
seleção, onde pode-se definir outra janela, polígono, etc, para
remover paredes da seleção.

Selecionar Paredes - Por Seção


Esta opção filtra a seleção de paredes pela seção transversal. Deixando esta opção ativa, aparecerá a
seguinte caixa de diálogo, onde clicando com o mouse na linha de cada número de propriedade, as palavras
SIM e NÃO vão se alternando.

SIM: Paredes que tenham estas propriedades serão selecionados.


NÃO: Paredes que tenham estas propriedades NÃO serão selecionados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 35

1.3 Opções - Barras de Ferramentas


Diversas opções existentes no menu lateral e no menu superior podem também ser selecionadas pela "barra
de ferramentas". Esta barra tem como finalidade criar um rápido atalho dos comandos mais utilizados. Esta
opção pode ser utilizada nos módulos de geometria, resultados, metálica e concreto.

· Para o cursor sobre em ícone da barra de ferramentas. Após alguns segundos, aparecerá uma descrição
sobre o ícone, por exemplo:

· Para acionar o comando, basta clicar no ícone com o mouse.

Algumas opções estão disponíveis apenas no Módulo de Geometria:


Rotação - Dinâmica 35

Vista Isométrica 36

Exibir Informações 36

Nota:
· O usuário pode criar, deletar e/ou personalizar as barras existentes. Para maiores informações ver item:
Configurações - Barras de Ferramentas 114 .

1.3.1 Rotação - Dinâmica


Rotação - Dinâmica
Selecionar uma das opções do menu lateral e clicar nas opções com o botão esquerdo
do mouse:
Eixos X, Y

Eixo Z

Rotação - Plano Global


Selecionar um dos 03 planos globais do modelo X1-X2, X1-X3 ou X2-X3.

Rotação - Isométrica
Clicar numa das opções para rotacionar o modelo em uma das três vistas isométricas
pré-definidas pelo programa.

Os ângulos de rotação de cada vista são definidos, e podem ser alterados na opção de
Configurações - Diversos - Isométrica

Rotação - 90º (+/-)

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


36 MANUAL STRAP

Clicar em uma das opções para rotacionar TODOS os eixos a cada 90 graus.

Nota:
· Para rotacionar um modelo definindo o angulo de rotação específico, entre outros parâmetros, selecionar a
opção de Rotação 45 .

1.3.2 Exibir Informações


Exibe várias informações sobre o nó, barra ou elemento selecionado:
· Especifique se deseja visualizar informações de nós, barras ou elementos na caixa exibida no canto
direito superior da tela:

· Selecione o nó/barra/elemento/parede que deseja visualizar as informações com o e clique com o


mouse.
· As seguintes informações serão exibidas:
Nós: Coordenadas, apoios, molas, barras e elementos conectados e distância entre o nó
selecionado anteriormente.
Se o Sistema de Coordenadas Cilíndricas estiver ativo, as coordenadas visualizadas são
relativas a este sistema de coordenadas.
Barras: Comprimento, nós de incidência, nó JC, número e nome da propriedade, material, vínculos
(articulações) e offsets.
Elementos: Área, nós de incidência, espessura, material, articulações.
Paredes: Número da seção, nós de definição, área, volume, altura, material, centro-de-gravidade,
ângulo, nº de segmentos.
Sólidos: Nós de incidência, volume e material.
Submodelos: Somente os nós de conexão podem ser selecionados. O programa exibe as seguintes
informações: nó correspondente ao modelo principal, a distância entre os nós de conexão
e o nó do modelo principal, nome da instância, tipo de conexão.

1.3.3 Isométrica
Clique neste botão para rotacionar o modelo em uma das três vistas globais pré-definidas pelo programa.
Os ângulos de rotação de cada vista são definidos, e podem ser alterados na opção de Configurações -
Diversos - Isométrica.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 37

1.4 Menu Superior


O programa STRAP analisa modelos estruturais constituídos de elementos de barras e elementos finitos
conectados por nós.

O programa interage com o usuário através de caixas de diálogo padrão do "Windows". Por padrão, o
programa exibe todo modelo projetado no plano global X1-X2. Para facilitar a modelagem, visualização de
resultados e verificação da estrutura, é normalmente necessário que o usuário utilize os recursos de zoom,
de rotação do modelo no espaço, isolar planos, visualizar numerações, etc. Estas opções, assim como
outras que auxiliarão o usuário na modelagem, estão contidas nas seções mostradas abaixo.

Caixas de Diálogo 15 - resumo sobre as convenções padrões das caixas de diálogo do "Windows".
Shortcut menus 18 (Botão esquerdo do mouse)
Menu Lateral 18 - descrição do menu principal
Ajuda 18 - resumo sobre a opção Ajuda (Help)
Passo 17 - opção utilizada em vários comandos
Seleção Padrão de Nós 21
Seleção Padrão de Barras/Elementos/Paredes 24

Opções do menu superior:

Zoom
· Comandos de Zoom (por janela, Zoom In/Out, Zoom total, etc).
· Comandos de vistas (salvar, renomear e reordenar)
· Número de janela a serem exibidas na tela
· Alterar dimensões da tela

Editar
· Copiar comandos ou desenhos para a área de transferência
· Colar comandos da área de transferência
· Comandos Desfazer/Refazer
· Alterar nome e tipo do modelo e unidades de entrada (somente geometria)
· Verificar barras e elementos finitos (somente geometria)

Rotação e Rotação Dinâmica


· Rotacionar o modelo no espaço
· Selecionar um plano de vista

Visualizar (os comandos de visualização podem ser ligados ou desligados)


· Numeração de nós/barras/elementos e propriedades
· Eixos locais, apoios, molas, renderização, vínculos, informações de nós/barras/elementos, etc.
· Configuração de cargas (somente nos carregamentos)

Desenho
· Desenhar cotas, linhas de eixo e marcas de elevação
· Desenhar as seções transversais de barras perpendiculares ao plano

Remover
· Remover(ocultar)/restaurar a marca dos nós e barras/elementos selecionados

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


38 MANUAL STRAP

· Limitar visualização a um plano


· Limitar visualização a um intervalo de coordenadas

A técnica de criação deste modelo computacional é explicada com mais detalhes em Iniciando o Uso do
STRAP 971 .

1.4.1 Editar

Os 2 últimos comandos aparecem somente na Geometria.

Copiar Comandos
Utilize esta opção para copiar os comandos do STRAP na área de transferência (Clipboard):
· Aumente a Caixa de Comandos (parte inferior da tela) arrastando a moldura da caixa com o Mouse.
· Mova o cursor para a primeira linha de comando do bloco; pressione o botão do mouse e não solte.
· Selecione todas as linhas de comando que deseja copiar (clique na primeira linha desejada e arraste o
mouse até a última).
· Selecione a opção Copiar comandos do menu Editar; os comandos selecionados serão copiados para a
área de transferência do Windows.

Estes comando copiados podem ser colados em qualquer editor de textos do Windows (Bloco de Notas,
WordPad, etc).

Colar Comandos
Cola comandos de qualquer arquivo texto e/ou ASCII podem ser colados via"Área de Transferência" do
Windows. Para maiores detalhes ver item: Modo Comando - Colar um Comando 988 .

Copiar Desenho
Copia o que esta sendo visualizado na "Área de Transferência" do Windows em formato "Metafile". Para
maiores detalhes ver item: Copiar a tela para a área de transferência 77 .

Desfazer
Clicando na opção Desfazer na barra de menu, o usuário automaticamente cancela a última definição; a tela
é imediatamente redesenhada.

Nota:
· Desfazer pode ser acionado repetidamente, mas somente serão cancelados comandos do módulo
corrente.

Refazer
Clicando na opção Refazer do menu Editar, o usuário automaticamente cancela o último comando
Desfazer executado; A tela é imediatamente redesenhada.

Notas:
· Refazer tem que ser acionado imediatamente após o Desfazer
· Refazer pode ser acionado repetidamente após uma série consecutiva de Desfazer.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 39

Nome/Unid./Tipo de Modelo (apenas no Módulo de Geometria)


Para maiores informações ver item: Assistente de Modelagem 127 .

Verificar Barras/Elementos(planos e sólidos)/Submodelos (apenas no Módulo de


Geometria)
Esta opção verifica a consistência do modelo. O programa verifica os seguintes pontos:

Elementos Finitos de Barra:


· 2 ou mais barras definidas com os mesmos nós de incidência
· Barras com comprimento igual a zero
· Barras com propriedade indefinida
· Barras conectadas a nós indefinidos

Elementos Finitos Planos:


· 2 ou mais elementos definidos com os mesmos nós de incidência
· Elementos com área igual a zero
· Elementos não planares
· Elementos com propriedade indefinida
· Elementos conectados a nós indefinidos

Elementos Finitos Sólidos:


· Elementos com volume igual a zero
· Nós de incidência definidos em uma ordem correta
· Elementos conectados a nós indefinidos

Submodelos:
· 2 instâncias de submodelo adicionadas ao modelo principal numa mesma localização.

Serão exibidas mensagens de aviso a medida que os problemas forem sendo encontrados, podendo ser
impressas. Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


40 MANUAL STRAP

1.4.2 Zoom

1.4.2.1 Zoom - Opções

Zoom - Window
Crie uma janela de zoom retangular clicando em dois vértices opostos da janela; o programa irá redesenhar a
tela automaticamente.

Zoom - Mover para o Centro


Clique em algum ponto da tela. Este ponto será deslocado para o centro da tela. O programa
automaticamente redesenha a tela.

Zoom - Total [F3]


Mostra o modelo inteiro na tela, de acordo com os parâmetros de visualização configurados. O usuário pode
pressionar o atalho [F3] .

Zoom - In/Out [Ctrl][+/-]


Com esta opção pode-se alterar a escala da janela de zoom, conservando a localização do centro da tela. A
escala da janela é alterada clicando em uma das porcentagens (de 0 a 100%). Note que esta porcentagem é
a razão entre a mudança de escala e a escala final.

Equivalem ao zoom in e out os comandos [Ctrl] [+] e [Ctrl] [-] respectivamente.

Por exemplo, para reduzir a escala pela metade, selecione 100%.

Zoom - Esticar
Utilize esta opção para esticar (deformar) o modelo para que ele ocupe a tela inteira. Apesar do modelo ficar
deformado, esta opção pode ser útil para facilitar a verificação de numerações, etc.

Zoom - Dimensões da Tela


Digite os limites máximos e mínimos de visualização da tela. Os valores digitados estão relacionados com
as coordenadas globais do modelo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 41

Zoom - Prévio
Para voltar a janela de zoom anterior.

Notas:
· Pode-se clicar sucessivamente no comando que o programa vai exibindo os 'zooms' anteriores. O
programa armazena os 20 'zooms' anteriores.
· Os 'zooms' armazenados incluem os modificados pelos comandos "Zoom" e "Mover para o centro".
· A janela será mostrada com os parâmetros ATUAIS de Numeração (nós, barras, etc), Rotação e
Elementos Removidos; Só serão restaurados os limites da tela.
1.4.2.2 Vista - Opções

Salvar a Vista Atual


Utilize esta opção para salvar a vista atual do modelo, incluindo:
· Zoom, Rotação, Numerações (nós, barras, etc), Barras/elementos removidos, etc.
· Localização de linhas de seções para resultados de elementos finitos

OK
· Basta digitar um nome para a vista e clicar em
Substituir uma vista
· Para substituir uma vista já gravada pela vista atual, clique em e selecione a vista que
deseja substituir.

Notas:
· Podem ser armazenadas até 500 vistas por modelo.
· As vistas salvas no Módulo de Resultados, que estejam exibindo algum tipo de resultado, sempre que
forem acessadas exibirão o resultado com qual a vista foi salva. Por exemplo: salve uma vista visualizando
um mapa de contorno; o mesmo mapa de contorno será exibido sempre que a vista for selecionada no
Módulo de Resultados.

Selecionar uma Vista


Selecione uma das vistas gravadas. O modelo será redesenhado automaticamente

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


42 MANUAL STRAP

Note que o programa já grava uma Vista Padrão, com o modelo sendo visualizado no plano X1-X2, com Zoom
Total, sem nenhuma numeração e com a marca dos nós aparecendo.

Deletar/Renomear/Reordenar Vistas
Nesta opção pode-se fazer o gerenciamento da lista de vistas do modelo:

· Deletar vista
Selecione uma "vista" da lista; e esta vista será deletada da Lista de vistas.

· Renomear uma vista


Selecione uma "vista"da lista; digite o novo nome da vista. Pressione o botão OK
· Reordenar as vistas
Altera a ordem das vistas na Lista de vistas:
ú Clique na vista que se deseja mover; clique nos botões Subir ou Descer para alterar a posição da vista
selecionada.
ú Quando finalizar o reordenamento, clique em Fechar.

ú Repetir para as demais linhas.

1.4.2.3 Zoom - Dinâmico

Visualizar uma região menor (parte do modelo) com um Zoom sem alternar a exibição atual da tela; a porção

especificada é exibida numa nova janela. Mova o cursor para a localização que deseja visualizar. Por
exemplo:
· Módulos de Geometria e Carregamentos:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 43

· Módulo de Resultados:
ú Elementos:

ú Barras:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


44 MANUAL STRAP

1.4.2.4 Zoom - Número de Janelas

A tela pode ser dividida em 2, 3 ou 4 janelas, onde cada uma pode mostrar uma vista diferente do mesmo
modelo.

· O modelo é definido em qualquer uma das janelas; esta janela é denominada "janela ativa". Um duplo
clique na janela e esta se tornará a janela ativa.
· Cada janela pode ter parâmetros de visualização diferentes (ângulo de rotação, zoom, barras removidas,
numeração ativada ou não, etc).
· Todas as janela são atualizadas simultaneamente a definição do modelo.
· O tamanho das janelas podem ser modificadas pelo usuário, arrastando suas molduras.
· A janela ativa pode ser alterada durante um comando. Por exemplo, quando se está criando uma barra,
os nós de incidência podem ser tomados de diferentes janelas.
· Nos resultados gráficos, o resultado selecionado será exibido somente na janela ativa. Desta forma,
alterando a janela ativa e pedindo diferentes resultados, pode-se obter um resultado diferente em cada
janela, por exemplo: gráfico de momentos fletores em uma janela e cortante em outra, etc.

Por exemplo: 3 janelas

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 45

1.4.3 Rotacionar

Rotação por Passos


O modelo pode ser rotacionado em passos em torno de qualquer um dos eixos da tela:
X, Y ou Z.

Cada vez que um dos botões acima é pressionado, o modelo é rotacionado pelo valor
visualizado na parte inferior da caixa de rotação (passo padrão de 10º) em relação a
posição atual. O passo pode ser alterado no Menu de Rotação.

Plano da Tela
Selecione o plano inicial de visualização: X1-X2 , X2-X3 ou X3-X1. O plano padrão é o
X1-X2.

Note que o primeiro eixo do par será o eixo horizontal na tela (caso os ângulo X, Y e Z
sejam 0º )

Ângulo de Rotação do Modelo (em torno dos eixos X/Y/Z)


Pode-se digitar diretamente na caixa de texto os ângulos em relação aos eixos X, Y e Z
que deseja rotacionar o modelo. Ângulos positivos são medidos no sentido anti-horário
a partir da direção positiva do eixo.
Note que a rotação é em torno dos eixos do Plano da Tela:
· Se a vista exibida é o plano X1-X2, o eixo X refere-se ao eixo X1, e o eixo Y refere-se
ao eixo X2, e o eixo Z refere-se ao eixo X3. Se a vista atual for alterada para X2-X3, o
eixo X refere-se ao eixo X2, etc.
· Os ângulos digitados sempre se referem a vista do plano não rotacionado e não ao
modelo rotacionado.
· Note que os ângulos X, Y e Z são os eixos da tela e não os eixos globais do modelo,
portanto, qualquer que seja a rotação do modelo no espaço, os eixos X, Y e Z
sempre estarão da seguinte forma:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


46 MANUAL STRAP

Nota:
· Para acessar a opção de Rotação - Dinâmica 35 clique na opção de na barra de atalhos.

1.4.4 Visualizar

Para maiores informações ver item: Visualizar - Cargas 55

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 47

1.4.4.1 Opções de Visualização

Visualizar - Numeração de Nó/Barra/Elemento


Para visualizar na tela a numeração dos nós/barras/elementos e paredes:
· Selecione a opção desejada e clique o cursor do mouse sobre ela; a opção selecionada aparecerá
marcada com um: e os números dos nós/barras/elementos serão mostrados na tela. Os elementos de
paredes serão visualizados juntamente com os elementos na opção Visualizar->Numero dos
elementos com a nomenclatura: w1, w2, wn.
· Para remover a numeração da tela, basta clicar novamente sobre a opção.
Submodelos:
Por padrão a numeração de nós/barras/elementos não são exibidas quando o modelo principal é visualizado.
Existem 02 métodos de exibição para exibir a numeração do submodelo quando o modelo principal é
visualizado:
· Visualizar o submodelo, exibir a numeração, e salvar a vista. Quando selecionar o modelo principal,
acesse o menu superior na opção Arquivo e clique na opção de Instâncias do Submodelo; selecione o
submodelo da lista e a vista salvada dentro da coluna de Visualizar.
· Visualizar o submodelo, exibir a numeração. Retornar ao Modelo Principal, selecionar no menu superior na
opção Arquivo e clique na opção de Instâncias do Submodelo; selecione o submodelo da lista e a vista
atual dentro da coluna de Visualizar.

Visualizar - Propriedades
As propriedades de barras e elementos finitos podem ser visualizadas graficamente de três formas
diferentes:
· Número das : o número da propriedades é escrito próximo da barra/elemento.
propriedades
· Propriedades por : cada barra/elemento é desenhado com a cor representativa de sua propriedade.
cores
· Propriedades por : o nome da propriedade é escrito próximo da barra/elemento.
nome
Exemplos:
· barras - tabela de : VS250x28
perfis
· barras - dimensões : 30/65
· barras - A, I,... : O número do grupo é escrito próximo da barra
· elementos : O número da propriedade é escrito próximo do elemento.

Visualizar - Molas
Selecione esta opção para exibir na tela a localização das molas e/ou as constantes de mola.

Existem 3 opções:
· exibir somente o símbolo
· exibir somente o símbolo com a direção, ex. S2
· exibir a direção e o valor para as direções selecionadas (sem símbolo), ex. S2=155
Por padrão o programa só exibe a localização das molas. Caso queira visualizar também as constantes de
molas, selecione o menu Molas-Parâmetros e selecione as direções.

Visualizar - Condições de Extremidade


para exibir a simbologia de vinculações entre as barras/elementos. Por exemplo, será desenhado um
pequeno círculo nas extremidades articuladas das barras.

Visualizar - Offsets
Exibe uma linha grossa nas extremidades das barras onde foram definidos Offsets.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


48 MANUAL STRAP

Visualizar - Orientação das Seções


Selecione esta opção para ser exibida uma representação esquemática da forma e orientação da seção
transversal das barras em relação aos eixos de maior/menor inércia.

Por exemplo:
Barras: Elementos Planos:

Laje nervurada em 2 direções:

Notas:
· quando a barra encontra-se paralela ao plano da tela, o programa STRAP representa a seção transversal
como rebatida de 90° em relação a um eixo perpendicular à barra e paralelo ao plano da tela.
· em uma vista em perspectiva a seção transversal é mostrada como um corte transversal à barra sem
rebatimento.
· utilize a opção de Renderização para dirimir quaisquer dúvidas quanto a posição da seção transversal.

Visualizar - Eixos Locais


Exibi os eixos locais de barras e elementos finitos.

Selecione os eixos locais que serão visualizados. Note que os eixos x2 e x3 nunca poderão ser visualizados
simultaneamente.

As seguintes convenções são utilizadas para a representação dos eixos locais:


Elementos de Barras - eixos x2 ou x3:
· Ângulo entre o eixo local e o plano da tela < 45º:
A seta que representa o eixo local será desenhada com linhas cheias e será projetada para o plano da tela.
· Ângulo entre o eixo local e o plano da tela > 45º:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 49

A seta será desenhada com linhas tracejadas. Se a seta estiver "entrando" na barra, o eixo local está
"entrando" na tela, se ela estiver "saindo" da barra, o eixo estará "saindo" da tela.

Elementos Finitos Planos:


O programa somente exibe os eixos locais x1 e x3, nunca o x2:
· x1 sempre pertence ao plano do elemento. A seta é mostrada indo do JA em direção ao JB.
· x2 não é exibido. Ele sempre pertence ao plano da tela e é perpendicular ao eixo local x1, saindo do nó
JA e apontando para os demais nós do elemento.
· x3 é sempre perpendicular ao elemento. Se o eixo apontar para fora da tela, será representado como um
"o" desenhado no centro do elemento; se o eixo apontar para dentro da tela, será representado como um
"x".

Visualizar - Contorno das Malhas


Exibe uma linha grossa ao longo do perímetro de todas as malhas de elementos finitos planos que
foram geradas pelo comando Malha existente no Menu Lateral de Elementos.

Visualizar - Apoios
Os apoios (restrições) serão exibidos esquematicamente através de símbolos, como os exemplos mostrados
abaixo. Os apoios serão desenhados na tela sobrepondo as demais linhas. Note que X4, X5 e X6 são os
graus de liberdade rotacionais em torno de X1, X2 e X3, respectivamente.

Apoios selecionados:
Selecione o(s) tipo(s) de apoio(s) que deseja visualizar. Somente serão exibidos na janela os tipos de apoios
que foram definidos no modelo.

Visualizar - Sistema de Coord. de Apoios Local


Exibir os eixos locais de nós associados a apoios (indeslocáveis) e/ou molas (apoios deslocáveis)

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


50 MANUAL STRAP

rotacionados(as). Por exemplo:

Visualizar - Diafragmas Rígidos


Exibe os grupos de nós que estão conectados pelos "Diafragmas Rígidos". Selecione o tipo de "Diafragma
rígido" que deseja visualizar (como foi definidos no menu lateral Apoios):

O programa exibirá um código "Rnnn" junto aos nós que estão conectados pelos "Diafragmas rígidos", onde
"nnn" é o menor número de nó que foi conectado pelo "Diafragma rígido".

Todos os nós que estiverem com o mesmo código estão conectados entre si, mas não estão conectados
com nós que contenham outro código.

Nota: Somente serão exibidos os "Diafragmas rígidos" que foram aplicados no plano ou direção selecionado,
por exemplo, caso o usuário selecione a opção Todas as direções, só serão exibidos os diafragmas que
foram conectados rigidamente em todos as direções

1.4.4.2 Desenho DXF

Com estas opções podemos carregar um desenho DXF e colocá-lo com "pano de fundo" no modelo. As
linhas do desenho DXF NÃO serão adicionadas ao modelo, mas suas extremidades poderão ser usadas para
a criação de nós.

Carregar um desenho DXF


Se mais de um desenho DXF foi carregado, o programa exibirá os desenhos já utilizados e perguntará qual
deseja carregar (importar). Selecione o desenho DXF da lista ou procure outro arquivo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 51

Exibir o DXF
O desenho DXF já carregado pode ser ocultado/visualizado temporariamente por esta opção.
1.4.4.2.1 Parâmetros do DXF

Os parâmetros para a visualização do DXF como 'pano de fundo' podem ser alterados a qualquer instante.

Unidades do Desenho DXF


O desenho DXF será convertido para a unidade de comprimento do modelo. Escolha uma das seguintes
opções:
DXF em:
Selecionar uma das unidades da lista.
1 unidade STRAP = x unidades do DXF
Especifique a relação entre as unidades (as dimensões do DXF serão divididas pelo valor especificado
aqui). Por exemplo: se a estrutura está sendo modelada em metros no STRAP, e o DXF está em

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


52 MANUAL STRAP

milímetro, entre com o número 1000.

Orientação/Origem do Desenho DXF


Especifique:
· A localização do ponto de coordenadas (0,0,0) do DXF no modelo STRAP, ou clique no botão
Selecionar...
para escolher um nó existente como origem do desenho DXF.
· Orientação do desenho DXF:
ú selecione os eixos Globais do STRAP para serem paralelos aos eixos X e Y do DXF. Note que os eixos
do DXF podem ser invertidos, selecionando as opções -X1, -X2 ou -X3 como eixos Globais.
Selecionar...
ú clique no botão e escolha 3 nós do modelo STRAP (já devem existir): os 2 primeiros nós
definem a direção do eixo X do DXF e o terceiro define a orientação do eixo Y do desenho DXF.

Utilizar cores do Desenho DXF


exibe as linhas DXF com as mesmas cores como do desenho DXF
exibe todas as linhas DXF com as cores definidas na opção de Configurações - Cores - Geral 97

Exibir Textos - DXF


Exibe no modelo o Texto do desenho DXF. O texto será ignorado quando os Nós forem definidos.

Exibir o Layer - DXF


Marque como SIM os layers que deseja visualizar como "pano de fundo".

1.4.4.3 Renderização

A opção de renderização possibilita ao usuário ver o modelo com as formas reais, em perspectiva, com
efeitos de sombras e luzes. A renderização é ideal para verificação do modelo, assim como em
apresentações.

O modelo renderizado é mostrado de acordo com os parâmetros configurados na opção Parâmetros de


renderização. Os valores padrões representados foram escolhidos após extensivos testes e forneceram
bons resultados em diversos tipos de estruturas. O usuário pode alterar estes valores a qualquer momento e
restaurar os valores padrões clicando no botão Restaurar padrões

Nota:
· No Módulo de Metálica, as vigas mistas assimétricas (perfil I com mesas diferentes) serão renderizadas
com o flange maior no lado oposto da laje de concreto, respeitando a posição utilizada no
dimensionamento do perfil. Já para os perfis I assimétricos sem laje colaborante, a renderização na
metálica não mostra, obrigatoriamente a posição que o perfil está sendo dimensionado. Utilize as opções
Maior/Menor existente na Metálica para orientar corretamente estes perfis.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 53

Renderização - Perspectiva
O Fator de perspectiva define a distância entre o observador e o modelo. A distância é inversamente
proporcional ao fator, ou seja quando o fator aumenta o observador esta mais próximo do modelo.
Exibe o modelo com o fator de perspectiva especificado.
Exibe o modelo sem perspectiva, ou seja o observador esta a uma distância infinita (fator = 0) do
modelo.

Renderização - Cores
Defina a cor básica para cada tipo de elemento ou grupos de propriedades.

Selecionar
Selecione o tipo de elemento que deseja alterar a cor; clique no botão (Selecionar cor) e
escolha uma cor ou especifique os fatores RGB (vermelho, verde e azul) entre 0 e 255.

Notas:
Podem ser definidas cores para cada número de propriedade, que será válida para todas as barras e
elementos finitos que pertençam a esta propriedade.
· As cores definidas para as propriedades só serão utilizadas se uma das opções Número das
propriedades, Propriedades por cores ou Propriedades por nome do menu Visualizar estiver
selecionada ( ).
· Caso nenhuma destas opções estiver selecionada, serão utilizadas as cores definidas para Barras e
Elementos na renderização de todas as barras e elementos, respectivamente.
· A opacidade (inverso de transparência) pode ser definida para todas as cores, em que opacidade = 1
indica um objeto totalmente opaco, ou seja, transparência zero, enquanto que uma opacidade = 0 indica
um objeto totalmente transparente. Definir o grau de opacidade dos elementos permite que o usuário
visualize as barras através da vista. Como por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


54 MANUAL STRAP

Renderização - Luzes
Podem ser definidas até 6 fontes de luz diferentes. Todas as fontes "utilizadas" iluminarão o modelo
simultaneamente.

Selecione uma fonte luminosa da lista e especifique seus parâmetros:


Não utilizar
A fonte de luz não será aplicada ao modelo.
Sistema de coordenadas do modelo
A fonte luminosa será rotacionada acompanhando o modelo. A origem do sistema é definida como: X=0
em X1 min, Y=0
em X2 min, Z=0 em X3min.
Sistema de coordenadas da tela
A fonte luminosa permanecerá na mesma posição independente do ângulo de rotação do modelo no
espaço. A origem
do sistema é definida como: X=0 e Y=0 no centro da tela; Z=0 atrás do modelo.
X/Y/Z = define as coordenadas da fonte luminosa.
Luz distante A fonte luminosa está no infinito, ao longo do vetor definido por X/Y/Z=. (relevante somente
para biblioteca 3DR)

Renderização - Fator (luz ambiente, difusa, etc)


As cores exibidas pelo programa na estrutura renderizada são um produto da cor básica definida para cada
tipo de elemento ou propriedade modificados por fatores que definem a forma com que a luz é refletida na
superfície da barra/elemento. Por exemplo, considere uma cúpula construída de um único material e cor
uniforme, onde incide uma luz que é gerada por uma fonte pontual. Para uma pessoa que vê a cúpula
lateralmente à fonte luminosa, perceberá que próximo a fonte de luz a cúpula estará mais clara, isto é, a
cúpula na verdade não parecerá ter um cor uniforme.

Existem quatro fatores que alteraram as cores básicas definidas:


Opacidade Fator que define o grau de opacidade e transparência: 1.0 = totalmente opaco, 0.0 = totalmente
transparente.
Ambiente Fator que proporciona uma iluminação constante, independendo da localização das fontes
luminosas. Se a luz
ambiente for a única a incidir na estrutura, então todas as superfícies terão a mesma cor.
Difusa Fator que é uma função do ângulo entre o ponto de luz e a superfície em que a luz incide.
Especular Parâmetro que define as propriedades de reflexão da superfície. Aumentar o valor faz a
superfície parecer mais
brilhante.
Brilho Semelhante a " Especular "; diminuir o valor faz a superfície parecer mais brilhante.

Renderização - Elementos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 55

Renderização - Contorno

Renderização - Restaurar Padrões


Restaura todos os valores padrões para todas as opções deste menu.

1.4.4.4 Cargas

Nesta opção o usuário pode configurar o tamanho das setas que representam cada tipo de carga ou
ocultá-las:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


56 MANUAL STRAP

· o tamanho das setas é proporcional à magnitude da carga em relação ao valor máximo de cada tipo de
carga.
· o tamanho mínimo das setas é configurado para todos os tipos de carga.

Cargas de barras:
O programa organiza as cargas na tela da seguinte maneira:
· Todas as cargas são mostradas separadamente.
· Todas as cargas são mostradas na ordem de definição.
· Cargas concentradas são exibidas por cima das demais.
· O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.
· Cargas são sempre exibidas na parte esquerda/superior da barra; caso o sinal da carga seja trocado, a
direção da seta também será invertida (Figura a).
· Cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas cheias; cargas atuando no plano perpendicular
ao plano da tela são exibidas com linhas tracejadas, onde se a seta estiver saindo da barra a carga está
"saindo" da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando" na tela (Figura b).

· Caso o ângulo entre o plano da carga e o plano da tela for menor que 45°, as cargas serão exibidas como
se estivessem atuando no plano da tela, isto é, com linhas cheias. Caso este ângulo seja maior que 45°,
elas serão exibidas com linhas tracejadas.
· As convenções (cores) das cargas distribuídas ou concentradas são as mesmas.
· As cargas Globais/Locais sempre são representadas apontando na própria direção da carga (exceto
quando a carga estiver perpendicular a tela, quando será exibida segundo a convenção explicada acima).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 57

Cargas Globais Projetadas são exibidas como cargas globais, com a letra P sendo exibida junto da carga
para uma diferenciação visual.

Nota:
· A visualização de cargas de barras em modelos rotacionados em relação a tela pode ser confusa. É
recomendável, se possível, que sejam visualizadas somente as cargas em barras que estiverem paralelas
ao plano da tela.

Cargas nodais:
· É exibida na tela o somatório das cargas aplicadas no nó.
· O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.
· Cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas cheias; cargas atuando no plano perpendicular
ao plano da tela são exibidas a 45º e com linhas tracejadas, onde se a seta estiver saindo da barra a
carga está "saindo" da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando" na tela. Esta
convenção pode ficar confusa em pórticos espaciais

Exemplos:

Cargas de elementos:
· A carga por área aplicada representada na tela como uma carga linear passando pelo centro do elemento.
· O tamanho da seta é proporcional a magnitude da carga.

Exemplos:

· Diferente das barras, as cargas atuando no plano da tela são mostradas com linhas tracejadas; cargas
atuando no plano perpendicular ao plano da tela são exibidas com linhas cheias, onde se a seta estiver
saindo da barra a carga está "saindo" da tela, se a seta estiver entrado na barra, a carga está "entrando"
na tela.
· Caso o ângulo entre o plano da carga e o plano da tela for menor que 45°, as cargas serão exibidas como
se estivessem atuando no plano da tela, isto é, com linhas tracejadas. Caso este ângulo seja maior que
45°, elas serão exibidas com linhas cheias.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


58 MANUAL STRAP

1.4.4.5 Instâncias dos Submodelos

Instâncias de submodelos podem ser adicionadas e removidas da visualização do modelo Principal:

· clique e selecione a linha da instância do submodelo.


· clique em na coluna Visualizar e selecione uma das opções abaixo:
Sim - visualizar a instância (sem a numeração).
Não - remover a instância da visualização.
Vista Atual - visualizar a instância com as mesmas opções de visualização (por exemplo: a
numeração) especificada para o submodelo.
Vista: ,,, - o programa adiciona ao final da lista todas as vistas salvas quando o submodelo foi
exibido; selecione uma - a instância é exibida com as mesmas opções de visualização
(por exemplo: a numeração) especificada para o submodelo.

Exibir todas
· clique em para alterar a opção para Sim para todas as instâncias.
Vista atual para todas
· clique em para alterar a opção para que a Vista Atual seja aplicada a todas as
instâncias.
Remover todas
· clique em para alterar a opção para Não para todas as instâncias.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 59

1.4.5 Desenho

1.4.5.1 Cotas e Elevações

Adicione uma cota ou uma elevação (e.g. ) ao desenho:


· estilo da flecha, do texto e o número de casas decimais podem ser especificados. Para maiores
informações ver item: Cotas e Elevações - Parâmetros 61
· as cotas definidas nesta opção podem ser salvas quando se grava uma vista na opção Vistas.

Cotas e Elevações - Definir


Selecione uma das seguintes opções:
Paralelo a X1/X2/X3
· Selecione uma destas opções para desenhar cotas paralelas a qualquer um dos eixos globais.
Definir
· Clique em
· Selecione os nós que deseja cotar utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós e mova o cursor até
a posição da linha de cota.
· Clique na posição que deseja desenhar a cota.
Definido por 2 nós:
· A cota será desenhada paralelamente a linha que liga os dois nós selecionados. Para selecionar os
nós da cota siga uma das seguintes opções:
Definir
· Clique em
· Selecione os nós a serem cotados pela seleção padrão de nós
· Selecione os nós que deseja cotar utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós e mova o cursor até

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


60 MANUAL STRAP

a posição da linha de cota.


· Clique na posição que deseja desenhar a cota.

Cotas e Elevações - Cota de Ângulo


Exibir o ângulo entre duas linhas. As linhas de cota são definidas pela seleção dos nós: o primeiro nó é o
vértice do ângulo, e em seguida o usuário deve selecionar cada uma das direções das linhas que desejar
cotar.

Existem dois tipos de ângulos que podem ser definidos para cada seleção de nós. O usuário deve
especificar a localização da linha de cota. Por exemplo:

Note que o ponto de seleção da localização da cota define o ângulo que se deseja cotar. No exemplo acima
corresponde a 74º ou 306º.

Cotas e Elevações - Elevação


Desenha as elevações ao longo de qualquer um dos eixos globais nos níveis selecionados. Por exemplo:

· Selecione o eixo de altura do modelo e especifique a elevação na coordenada 0,0


daquele eixo.
Definir
· Clique em
· Com a Seleção Padrão de Nós 21 marque os nós dos níveis em que deseja uma
marca de elevação.
· Clique na posição (perpendicular ao eixo de altura) em que deseja desenhar a marca
de elevação.

Note que as dimensões das marcas e do texto da elevação podem ser editadas pela
opção Cotas e Elevações - Parâmetros 61 .

Cotas e Elevações - Mover / Deletar


Para Mover/deletar uma cota ou elevação do modelo:
· Selecione a cotas ou elevação e clique com o mouse
· Para "Mover", mova o para a nova localização e clique com o mouse.

Cotas e Elevações - Visualizar


Todas as cotas e elevações definidas num modelo podem ser temporariamente deletadas de sua
visualização

Cotas e Elevações - Parâmetros


Para maiores informações ver item: Cotas e Elevações - Parâmetros 61

Nota:
· Se o modelo for rotacionado ou estiver selecionado num outro plano as cotas e elevações serão
apagadas. Para salvar as cotas e elevações grave a vista selecionada em Vistas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 61

1.4.5.1.1 Parâmetros

Especifique os parâmetros na definição de cotas e elevações. Note que, fazendo alterações nestes
parâmetros também estaremos modificando todas as cotas/elevações já existentes.

Parâmetros - Cotas

Notas:
· "tamanho da seta" é editada apenas para as opções de impressão e não podem ser alteradas na tela.
· "tamanho da seta" das cotas afetam todas os tipos de extensões.

Parâmetros - Textos
· Arredondar para:
Arredondar todas as dimensões das cotas e elevações ao valor especificado nesta opção.
· Casas Decimais
Especificar o número de casas decimais. Note que este numero de casas decimais sempre será exibido,
mesmo que a opção Arredondar Para precisar de mais dígitos.

Parâmetros - Marca das Cotas


Selecione um dos seguintes tipos de marcas:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


62 MANUAL STRAP

Parâmetros - Elevações
Especifique os parâmetros da elevação:

Parâmetros - Tamanho do Texto na Tela


Selecione o método de visualização do texto das cotas na tela:

Usar um tamanho de fonte fixo na tela


Escrever o texto das cotas na tela com o mesmo tamanho dos demais textos (numeração das barras,
etc.).
Escalar o texto
Desenhar o texto graficamente de acordo com a escala especificada aqui.

Notas:
· o texto das cotas é mostrado "fora de escala" se a opção Desenho básico de projeto estiver
selecionado; do contrário ele é mostrado usando-se uma fonte fixa.
· quando a opção "Escalar o texto" for utilizada, teremos uma visualização prévia da saída impressa, onde o
texto é sempre impresso com o Tamanho especificado na caixa de diálogo. Note que o texto não é
exibido com o tamanho especificado porque o desenho em escala está 'espremido' na tela.
· o texto só será impresso com o tamanho especificado aqui se a escala indicada aqui for a mesma
utilizada na hora da impressão. Se estas escalas forem diferentes, este tamanho será modificado de
acordo com a razão entre as escalas. Por exemplo: uma escala de 1:50 especificada nos Parâmetros do
Desenho Básico de Projeto 682 , mas uma escala de 1:100 especificada na impressão: o tamanho dos
textos/setas serão impressos com metade (50/100) do tamanho especificado aqui.

1.4.5.2 Linhas de Eixo

Com esta opção o programa pode desenhar "Linhas de Eixos" no modelo. Por exemplo:

· Fazem parte do mesmo " Grupo de Linhas de Eixo" todas as linhas que foram criadas pelo mesmo
comando Definir.
· As Linhas de Eixo só podem ser definidas no Módulo da Geometria (para a estrutura inteira)
· As Linhas de Eixo podem ser adicionadas à vista corrente na Geometria, Cargas, e nos módulos de
Metálicas e Concreto; o programa exibe somente a linhas de eixo relevantes à vista, isto é, linhas de eixo
de partes removidas da visualização não serão exibidas'.
· As Linhas de Eixos podem ser salvas através de uma 'Vista'.
· As linhas de eixos serão removidas da tela se o modelo for rotacionado ou se for selecionado outro plano
de visualização do modelo.
· Submodelos: As Linhas de Eixo podem ser definidas apenas para os nós do modelo principal. As Linhas
de Eixo podem ser adicionadas para a visualização no submodelo (de acordo com a localização da
primeira instância do submodelo).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 63

Linhas de Eixo - Definir um grupo de linhas de eixo


Para maiores informações ver item: Definir uma Linha de Eixo 64

Linhas de Eixo - Nomes Padrão


O programa associa nomes padrão às linhas de eixo criadas, mas estes nomes podem ser editados a
qualquer momento pelo usuário.

Selecione números (1,2,3,4 ...) ou letras maiúsculas (A,B,C, ....). Por padrão o programa associa os nomes
em ordem crescente.

Linhas de Eixo - Mover nome das linhas/ Deletar uma linha de eixo
· Selecione um Grupo de Linhas de Eixo (que foram criadas no mesmo comando Definir); um pequeno
blip aparecerá no meio das marcas de eixo do grupo selecionado.
· Em Mover, após selecionar o grupo de linhas de eixo, mova o para a nova localização das marcas de
eixo e clique o mouse. Note que a posição do indica a face da moldura da marca de eixo e não o
centro.

Cuidado: Se houver apenas um Grupo de Linhas de Eixo definido na tela e for selecionada a opção Deletar
grupo de linhas, o programa deletará automaticamente todas as linhas de eixo da tela, sem pedir
confirmação.

Linhas de Eixo - Adic./Remover linhas de eixo


Linhas de Eixo - Revisar nome das linhas
Para maiores informações ver item: Adicionar/Remover Linhas de Eixo 66

Linhas de Eixo - Deletar uma linha de eixo


Com esta opção o usuário pode deletar uma única linha de eixo (não o grupo todo):

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


64 MANUAL STRAP

· Selecione um Grupo de Linhas de Eixo (que foram criadas no mesmo comando Definir); um pequeno
blip aparecerá no meio das marcas de eixo do grupo selecionado.
· O programa mostra a lista de Eixos existentes neste grupo. Selecione o eixo que deseja deletar e clique
OK
em .

1.4.5.2.1 Definir Linha de Eixo

Defina um Grupo de Linhas de Eixo. As linhas de eixo podem ser paralelas a um eixo global ou a uma
linha definida por 2 nós.

Nota: Fazem parte do mesmo " Grupo de Linhas de Eixo" todas as linhas que foram criadas pelo mesmo
comando Definir.

Para definir as Linhas de Eixo, deve-se:


· Especificar os Linhas de Eixo - Parâmetros 65
· Especificar a opção de Nomes (letras ou números).
· Selecione o plano das Linhas de Eixo (X1-X2 ou X1-X3). Note que ao revisar o plano, as Linhas de Eixo
definidas serão apagadas.
Definir
· Selecionar a direção e clicar no botão . Note que a linha de eixo será desenhada perpendicular a
direção indicada e não paralela.
· Selecione os nós por onde deseja passar as linhas de eixo utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .
· Mova o cursor para a posição que deseja desenhar a marca de eixo e clique o mouse.
Note que a posição do indica a face da moldura da marca de eixo e não o centro da marca.

· Revise ou remova os nomes dos eixos, inverta a ordem caso necessário. Note que estas opções não
afetam o número de Linhas de Eixo na lista.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 65

Clique no nome da linha de eixo (coluna da direita) e digite um novo nome, ou selecione uma das seguintes
opções:

Inserir nome

Para inserir um nome na linha em que estiver o cursor. Os nomes seguintes (abaixo deste) serão
"empurrados" para baixo. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Inserir nome; digite o novo
nome (por exemplo: 2A) na célula vazia. A lista agora seria: 1,2, 2A, 3,4 (o nome 5 iria sumir
automaticamente).

Remover nome

Para remover o nome da linha que estiver realçada; Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "puxados"
para cima. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Remover nome; A lista acima agora seria
1,2, 4, 5, 6 (o nome 3 seria removido e o 6 automaticamente criado pelo programa).

Inverter ordem

Para inverter a ordem dos nomes. A lista mostrada acima ficaria como 5, 4, 3, 2, 1 se esta opção fosse
selecionada.

1.4.5.2.2 Parâmetros

Especifique os parâmetros na definição de cotas e elevações. Note que, fazendo alterações nestes
parâmetros também estaremos modificando todas as cotas/elevações já existentes.

Parâmetros - Moldura
Selecione um dos seguintes tipos de molduras:

Parâmetros - Extensões das Linhas de Eixo


As Linhas de Eixo serão desenhadas da sua marca até o Nó específico selecionado, e serão estendidas
além do Nó de acordo com uma dimensão especificada aqui. Se mais do que um Nó for selecionado, todas
as Linhas serão desenhadas com o mesmo comprimento (igual a maior linha).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


66 MANUAL STRAP

Por exemplo:

Parâmetros - Tamanho do Texto


Selecione o método de visualização do texto das linhas de eixo na tela:
Usar um tamanho de fonte fixo na tela
Escrever o texto das linhas de eixo na tela com o mesmo tamanho dos demais textos (numeração de
barras, nós, etc).
Escalar o texto
Desenhar o texto na tela, de acordo com a escala especificada aqui. Com esta opção temos uma
visualização de como será a impressão, pois o texto será impresso com o Tamanho especificado nesta
janela. Note que o texto não será atualizado e exibido com o Tamanho especificado, porque a escala de
desenho é 'reduzida' na tela.

Nota:
· Este item não é visualizado no Módulo de Metálica.

Notas:

· Os textos das linhas de eixo só serão mostradas 'em escala' se a opção Desenho básico de projeto
estiver selecionada (menu Visualizar); caso contrário será utilizada uma fonte fixa para a visualização
destes textos na tela.
· Todos os tamanhos (de textos, marcas, etc) especificados aqui somente serão impressos com este
tamanho se a escala selecionada para impressão for a mesma que a selecionada na opção Parâmetros
do Desenho Básico de Projeto 682 ; Se estas escalas forem diferentes, estes tamanhos serão modificados
de acordo com a razão entre as escalas.
· Por exemplo: Foi especificada a escala de 1:50 nos Parâmetros do Desenho Básico de Projeto, mas na
hora da impressão o usuário especificou a escala como 1:100, os textos, marcas, etc serão impressos
com metade (50/100) do tamanho especificado aqui.

1.4.5.2.3 Adicionar/Deletar Linhas

Adiciona ou remove linhas de eixos, podendo revisar o nome das linhas:

· Selecionar mais nós - Selecione os nós (ainda não selecionados) que deseja desenhar uma
linha de eixo.
· Remover nós da seleção - Selecione os nós (realçados) que deseja retirar a linha de eixo.
· Finalizar - Simplesmente continua (para revisar os nomes)
Revisa os nomes nas linhas de eixo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 67

Clique no nome da linha de eixo (coluna da direita) e digite um novo nome, ou selecione uma das seguintes
opções:

Inserir nome

Para inserir um nome na linha em que estiver o cursor. Os nomes seguintes (abaixo deste) serão
"empurrados" para baixo. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Inserir nome; digite o novo
nome (por exemplo: 2A) na célula vazia. A lista agora seria: 1,2, 2A, 3,4 (o nome 5 iria sumir
automaticamente).

Remover nome

Para remover o nome da linha que estiver realçada; Os nomes seguintes (abaixo deste) serão "puxados"
para cima. Por exemplo, clique na linha do nó 21 e clique em Remover nome; A lista acima agora seria
1,2, 4, 5, 6 (o nome 3 seria removido e o 6 automaticamente criado pelo programa).

Inverter ordem

Para inverter a ordem dos nomes. A lista mostrada acima ficaria como 5, 4, 3, 2, 1 se esta opção fosse
selecionada.

1.4.5.3 Visualizar Linhas de Eixo

Adiciona as Linhas de Eixo (definidas na Geometria) à vista corrente:


· o programa não exibe a linhas de eixo que não são relevantes à vista corrente, isto é, linhas em partes do
modelo que foram "removidas" e não aparecem.
· grupo de linhas ou linhas de eixo individuais podem ser restauradas/ocultadas na vista corrente; grupo de
linhas de eixo podem ser realocadas (as linhas de eixo e suas posições como definidas na geometria não
são afetadas).
· as linhas de eixo são gravadas quando a "Vista" é criada.
· se a vista corrente é uma "Vista" existente, então a Vista deve ser gravada novamente de modo a manter
as mudanças nas Linhas de Eixo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


68 MANUAL STRAP

Mover a Marca das Linhas de Eixo


Ocultar um grupo de Linhas
· Selecione um Grupo de Linhas de Eixo (que foram criadas no mesmo comando Definir); um pequeno
blip aparecerá no meio das marcas de eixo do grupo selecionado.
· Em Mover, após selecionar o grupo de linhas de eixo, mova o para a nova localização das marcas de
eixo e clique o mouse. Note que a posição do indica a face da moldura da marca de eixo e não o
centro da marca.

Restaurar/Ocultar Linhas de Eixo


Linhas de Eixo individuais podem ser ocultadas na tela e depois restauradas:
· mova o cursor para o grupo de linhas de eixo e clique com o mouse; o programa exibirá uma lista das
linhas de eixo do grupo:

· mova o cursor para a linha apropriada e clique com o mouse para escolher a visualização para Sim/Não.

Restaurar Todos os Grupos de Linhas de Eixo Ocultas


Restaura todas as linhas de eixo que foram removidas da vista corrente usando a opção 'Remover' nesta
caixa de diálogo.

Nota:
· se a visualização corrente é uma 'Vista', então a Vista deverá ser gravada novamente de modo a guardar
as modificações nas Linhas de Eixo.

Visualizar/Não Visualizar Linhas de Eixo


Visualizar Linhas de Eixo

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 69

Selecione esta opção para exibir as Linhas de Eixo (definidas na Geometria), então selecione as outras
opções neste menu para modificá-las (remover linhas ou grupo de linhas; mover).
Não visualizar Linhas de Eixo
Remove as Linhas de Eixo da tela. As linhas poderão ser restauradas a qualquer tempo (qualquer
modificação deve ser salva em uma 'Vista' para ser mantida).

1.4.5.4 Desenhar Seções de Barras Perpendiculares ao Plano

Desenhar a seção transversal de barras perpendiculares ao plano selecionado. Por exemplo:

1.4.5.5 Desenhar Paredes

Desenhar a seção transversal das paredes perpendiculares ao plano selecionado. Por exemplo:

1.4.6 Remover
Para melhorar a visualização de uma parte específica do modelo, os nós, barras e/ou elementos poder ser
removidos (ocultados), permanecendo na tela somente esta parte específica do modelo. Note que com estas
opções não estamos deletando (apagando) nem criando nenhum nó, barra ou elemento; estão somente os
exibindo e ocultando da tela.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


70 MANUAL STRAP

Remover marca dos Nós


Por padrão, o STRAP exibe na tela a marca dos nós. Para remover a marca dos nós da tela, deixe esta
opção ativada

Notas:
· Remover a marca dos nós não quer dizer que o nó esteja sendo deletado. Estamos apenas removendo-os
da tela para visualizar melhor o modelo.
· Para deletar os nós que não estejam conectados a barras/elementos, deixar esta opção desabilitada e
clicar na opção Del existente no menu de Nós do Módulo de Geometria.

Limitar visualização por Coordenadas


Esta opção habilita a definição de "fatias" do modelo. Em estruturas espaciais, use esta opção para
visualizar planos individuais.
Limite as coordenadas mínimas/máximas para cada eixo global para definir o campo de visualização do
modelo:
Exemplo:
No modelo apresentado abaixo, a visualização inicial para o
plano X1-X2 apresentará uma sobreposição de resultados
dos planos X3 = 0 e X3 = 5. Para ver os resultados
somente das barras do plano X3 = 5.0, defina o Limite
inferior para X3 = 4.9

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 71

Limitar visualização por um Plano


Defina uma plano em qualquer direção pela seleção de 3 nós. Somente os nós/barras/elementos que
estiverem neste plano serão exibidos. Note que este plano de visualização pode se transformar em uma
'fatia', pois o usuário pode definir uma 'tolerância', onde todos os nós/barras/elementos que estiverem até
esta tolerância do plano selecionado serão exibidos.

Esta opção é melhor explicada por um


exemplo:
· Para o modelo abaixo, visualize
somente o plano contido em X3 = 0.0.
Selecione os nós 1, 2 e 3.

O programa exibirá somente o plano selecionado. Caso seja selecionada novamente a opção de Limitar
visualização por um plano, o programa irá exibir um menu semelhante a este:
· Cancelar seleção do plano
O programa cancela a seleção do plano e volta a exibir o modelo que estava
sendo exibido antes da limitação pelo plano.

· Revisar seleção do plano


O programa mostra o modelo que estava sendo exibido antes da limitação
para que o usuário possa selecionar outros 3 nós definindo assim
outro plano de visualização.

· Mudar tolerância
O programa define como padrão uma tolerância de 0.01. Todos os
nós/barras/elementos que estiverem a uma distância menor ou igual a esta
'tolerância' serão visualizados. Utilize esta opção para alterar a tolerância.

Adicionar Todas as barras/elementos/paredes/sólidos


Restaurar todas as barras, elementos e paredes removidas da tela.

Visualização por Níveis


Para maiores informações ver item: Selecionar Nós - por Níveis 22 .

Remover barras/elementos/paredes/sólidos selecionados


Selecione as barras/elementos/paredes que deseja remover da tela utilizando a seleção padrão de
barras/elementos/paredes.

Exibir somente barras selecionadas


Exibir somente elementos/paredes/sólidos selecionados
Selecione as barras/elementos/paredes utilizando a opção padrão de seleção de barras/elementos/paredes;
Permanecerão sendo exibidas na tela somente as barras/elementos/paredes selecionados.

Restaurar barras/elementos/paredes/sólidos selecionados


Restaurar algumas barras/elementos/paredes removidos anteriormente.

Esta opção é semelhante a Adicionar todas barras/elementos/paredes, porém, aqui o usuário pode
escolher quais barras/elementos/paredes quer restaurar.

O programa redesenha o modelo mostrando somente as barras/elementos/paredes que foram removidos.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


72 MANUAL STRAP

Então o usuário seleciona as barras/elementos/paredes que deseja restaurar utilizando a seleção padrão de
barras/elementos/paredes.

Remover Barras paralelas a uma


Selecione uma barra. TODAS as barras paralelas a esta serão removidas da tela (inclusive a barra
selecionada).

Remover/Adicionar instâncias
Veja em Visualizar - instâncias dos submodelos 58 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 73

1.5 Opções de Impressão


Selecione uma das seguintes opções:
Imprimir Desenho 73
Imprimir Desenho - Renderizado 75
Imprimir Tabelas 76
Copiar Desenho 77
Ordem de Impressão 79
Arquivo de Configurações STRAP.INI - Opções de Configurações 79

1.5.1 Imprimir Desenho


Utilize esta opção para imprimir a tela atual do STRAP. A figura será impressa exatamente com as mesmas
configurações que está aparecendo na tela, por exemplo: se a numeração das barras estiver aparecendo, na
impressão também aparecerá, e assim por diante.

A figura pode ser impressa diretamente para uma impressora, para um arquivo de impressão, para um
arquivo Metafile ou enviada pra o Editor Gráfico doSTRAP. Em qualquer destas opções, sempre serão
impressas uma moldura e um cabeçalho.

Se a estrutura estiver na forma "renderizada", ver maiores informações no item: Imprimir Desenho -
Renderizado 75 .

Enviar para:
Selecione a impressora ou plotter que deseja utilizar; ainda pode-se enviar a impressão para um arquivo
Metafile ou delimitado (veja as notas abaixo).

Serão mostradas as impressoras e/ou plotters que estiverem instaladas na opção " Impressoras" do "Painel
de Controle" do Windows

Notas:
· Impressão de desenhos: Para criar um arquivo DXF, selecione Metafile, clique em OK. Escolha um dos
dois formatos (Windows Metafile-WMF ou Enhanced Metafile -EMF), clique em Salvar. Feche o

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


74 MANUAL STRAP

modelo (indo para a Tela Inicial do STRAP) e selecione a opção Arquivo>Converter Metafile para DXF.
· Impressão de tabelas: Para criar um arquivo delimitado (arquivo cujas informações estão separadas por
um caracter delimitador e não por espaços), que é ideal para ser aberto por planilhas eletrônicas (por
exemplo: Excel), selecione a opção Arquivo delimitado. Para especificar o caracter delimitador, vide
STRAP.INI.

Arquivos Delimitados customizados podem ser gerados usando-se o utilitário STBatch.

Configurações
Configurações gerais da impressora, como:
· Tamanho do papel
· Resolução gráfica
· etc

Título
Digite o título do desenho; este título será impresso no cabeçalho do desenho.

Tamanho do Texto
Especifique o tamanho do texto em milímetros. Este tamanho será utilizado para todos os textos do
desenho, como: numeração de nós/barras/elementos, valores de cargas e resultados, etc.

Margem Esquerda
Especifique a largura da margem esquerda do papel. O programa recalcula automaticamente a escala padrão
ou o número de páginas necessárias, sempre que um novo valor de margem for digitado.

O programa adotará o valor aqui especificado como padrão para as demais impressões.

Dimensões do Desenho
Especifique a escala de impressão. Por padrão o programa ajusta a escala de modo que o desenho caiba
exatamente em uma página (baseado no tamanho do papel que está selecionado nas Configurações).

Existem 2 métodos de alterar a escala do desenho:


· Especificar a escala desejada;
· Especificar o percentual da folha (tanto da altura quanto na largura) a ser utilizada. Note que o programa
sempre respeita a razão entre a altura e a largura do desenho, portanto, basta alterar uma das duas
porcentagens.

Se a escala desejada for maior que a definida como padrão pelo programa, o desenho será impresso em
várias páginas; o programa avisará a quantidade de páginas necessárias ao lado da escala especificada.

Ajustar Moldura ao Desenho


Especifique se deseja ajustar a moldura ao desenho ou mantê-la na página inteira:

Opções de Impressão
Imprimir agora
Para imprimir imediatamente o desenho atual.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 75

Imprimir para arquivo


Para enviar o desenho a um arquivo de impressão (não é necessário marcar esta opção de o Metafile
estiver selecionado na caixa Enviar para:). O programa perguntará o nome e o diretório que deseja
salvar o arquivo. Note que estes arquivosnão poderão ser editados pelo Editor gráfico do STRAP.

Enviar para o Editor Gráfico


Para salvar o desenho que poderá ser editado pelo Editor Gráfico 82 do STRAP. Note que estes
desenhos só poderão ser editados e impressos pelo Editor Gráfico do STRAP, não sendo possível
abrí-los com outro programa.

OK
Configure toda a janela e clique no botão para iniciar a impressão.

1.5.2 Imprimir Desenho - Renderizado


Utilize esta opção para imprimir a estrutura renderizada diretamente para a impressora (ou plotter) ou para
um arquivo de impressão. O desenho será impresso com uma moldura e um cabeçalho.

Largura / Altura
Selecione a altura e largura do desenho impresso. Note que o Windows irá distorcer a imagem, caso não
sejam mantidas as proporções originais.
Selecione uma das seguintes opções:
Tam. Especifique a dimensão (em milímetros) que o desenho será impresso.
Inteira O desenho será enquadrado exatamente em uma página.
Enquadrar O programa calcula automaticamente a dimensão necessária para manter a proporção
conteúdo original do desenho, para que não haja distorções do desenho.
Nota:
· Para alterar o tamanho mantendo a proporção original do desenho, selecione a altura ou a largura como
Enquadrar conteúdo, para que o programa calcule esta dimensão de acordo com a outra.

Imprimir para Arquivo


Para criar um arquivo DXF, selecione Metafile, clique em OK. Escolha um dos dois formatos ( Windows
Metafile-WMF ou Enhanced Meta files -EMF), clique em Salvar.
Feche o modelo (indo para a Tela Inicial do STRAP) e selecione a opção Arquivo>Converter Metafile para
DXF.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


76 MANUAL STRAP

Nota:
· Para todas as outras opções, ver item Imprimir Desenho 73 .

1.5.3 Imprimir Tabelas


Quando for requisitada a impressão de alguma tabela, a seguinte janela irá aparecer.

Enviar para:
Selecione a impressora ou plotter que deseja utilizar; ainda pode-se enviar a impressão para um arquivo
Metafile ou delimitado (veja as notas abaixo). Serão mostradas as impressoras e/ou plotters que estiverem
instaladas na opção "Impressoras" do "Painel de Controle" do Windows
Note:
· Para criar um arquivo delimitado (arquivo cujas informações estão separadas por um caracter delimitador e
não por espaços), que é ideal para ser aberto por planilhas eletrônicas (por exemplo: Excel), selecione a
opção Arquivo delimitado. Para especificar o caracter delimitador, vide STRAP.INI 79 .
· Arquivos Delimitados customizados podem ser gerados usando-se o utilitário STBatch.

Estilo de Impressão
A formatação das saídas tabeladas do STRAP pode ser especificada pelo usuário.

Será exibida uma lista contendo os Estilos definidos no menu Configurações - Estilo de Impressão; cada
estilo contém informações de fontes, margens, linhas e espaçamentos que serão usados nas impressões
das tabela. Selecione um dos estilos de impressão para configurar a impressão da tabela atual.

Nota: Estilo "Rascunho" imprime todos os textos na fonte Courier 10, sem nenhuma linha vertical nem
horizontal. Este estilo não pode ser editado pelo usuário.

Configurações
Configurações gerais da impressora, como:
· Tamanho do papel
· Resolução gráfica
· etc

Cabeçalho
Defina as informações que serão impressas no cabeçalho de todas as páginas impressas:
· Nº da 1ª pág.: A numeração das páginas será consecutiva, a partir do número aqui definido

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 77

· Data: O formato que será impressa a data é o definido no "Painel de Controle" do Windows
· Preparado por: nome do autor do projeto
· Subtítulo: título secundário

Imprimir para Arquivo


Para gravar um arquivo com a formatação da impressora escolhida.

O programa STRAP possui um tipo de impressão, que é para arquivo delimitado, ou seja, todos os dados
são gravados em arquivo texto e estão separados por um delimitador. Este tipo de arquivo é próprio para
planilhas como o Excel.

Sugestão:
Se quiser gravar apenas como um simples arquivo texto, instale uma impressora para gravação de arquivo
texto para o Windows: Iniciar>Configurações>Impressoras>Adicionar impressora>Porta:
File>Fabricante:Generic>Impressora: Generic / Text Only.

Imprimir como Arquivo .RTF


As tabelas podem ser salvas no formato RTF (Rich Text Format), podendo ser exportadas para qualquer
editor de textos que reconheça este formato (por exemplo: Word for Windows)

Especifique o nome e o diretório que deseja salvar o arquivo. A extensão padrão é .RTF

Nota:
· o logotipo da empresa pode ser impresso no topo de cada página. Veja: Configuração - Parâmetros de
Impressão 100

1.5.4 Copiar Desenho para Area de Transf.


Utilize esta opção para copiar o conteúdo (desenho) atual da tela para a "Área de transferência" do Windows.
A figura copiada será idêntica a que seria gerada pela opção Imprimir Desenho 73 , incluindo a moldura e o
cabeçalho. O arquivo é transferido para a Área de transferência do Windows em um dos dois formatos padrão
de "Metafile".

Copiar - Formato Metafile


Selecione um dos dois formatos possíveis de arquivos Metafile:
Metafile
Formato WMF

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


78 MANUAL STRAP

Enhanced Metafile
Formato EMF
Caso seja possível, selecione o Enhanced Metafile. Pode ser que seu editor gráfico ou editor de texto só
reconheça um dos formatos.

Digite a escala do desenho, o título e o tamanho dos textos. Escolha também o formato de Metafile;
Sempre que puder, dê preferência para o Enhanced Metafile

OK
Clique no botão para copiar a tela para a área de transferência.

A figura pode ser colada em qualquer programa gráfico ou editor de textos que suportem arquivos Metafile;
Basta entrar em algum destes programas e acionar a opção Colar (ou equivalente).

1.5.5 Criar Arquivo DXF


Use esta opção para criar um arquivo DXF do desenho exibido na tela do STRAP. O desenho terá uma
moldura e um cabeçalho.

Nome
Entre com o nome do desenho a ser colocado no topo do desenho.

Tamanho do Texto
Especifique o tamanho do texto em mm. O tamanho é utilizada em todas as informações do desenho como
numeração de nós, elementos finitos, cargas, resultados, etc.

Escala
Especifique a escala do desenho. A escala inicialmente apresentada é aquela em que o desenho fica com o
maior tamanho possível em uma página, de acordo com o tamanho do papel e a orientação.

Nota:
· se o valor da escala for tal que o desenho ultrapasse o tamanho do papel, o programa exibirá o número de
OK
páginas nas quais o desenho será impresso (um aviso será exibido quando o botão for clicado).
· o programa sempre cria o desenho em centímetros, isto é, um item de 2 metros desenhado em uma
escala de 1:50 terá um comprimento de 4 cm no desenho DXF.

Papel

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geral 79

Selecione o tamanho do papel de uma lista e especifique a orientação (Retrato ou Paisagem). Clique em
Adicionar
para definir um novo tamanho de papel.

1.5.6 Ordem de Impressão


Com esta opção, o usuário pode organizar a impressão de tabela se inserir os desenhos salvos no Editor
Gráfico entre as impressões. Todas as tabelas a serem impressas ficam selecionadas na lista da direita
(Lista de Impressão); todos os desenhos salvos no Editor Gráfico ficam na lista da esquerda (Lista de
Desenhos).

Para inserir desenhos na Lista de Impressão:


· Caso seja necessário, altere o tamanho do desenho digitando um "Fator" na coluna apropriada; a largura e
altura do desenho serão alteradas proporcionalmente.
· Clique no desenho desejado para realçá-lo.

· Clique na linha da Lista de Impressão onde deseja inserir o desenho; clique no botão .
· Repita o procedimento para todos os desenhos que deseja inserir na lista de impressão.

Para alterar a ordem da lista de impressão:


· Clique em uma tabela/desenho na Lista de Impressão para realçá-la(o). Clique nos botões

para mover a tabela/desenho para baixo ou para cima respectivamente.

Para remover um desenho da Lista de Impressão:

· Clique no desenho na Lista de Impressão que deseja remover. Clique no botão para remover
o desenho da Lista de Impressão.

OK
Quando a janela já estiver configurada adequadamente, clique no botão para iniciar a impressão.

1.5.7 STRAP.INI - print options


Os valores padrões do STRAP são inicialmente armazenados no arquivo STRAP.INI, localizado no diretório
do programa. Note que só existe 1 único arquivo STRAP.INI para todos os usuários.

Quando um usuário revisa um parâmetro de Configuração, o programa escreve este novo valor no "Registro"
do Windows. Cada usuário possui uma seção separada no Registro do Windows, possibilitando que cada

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


80 MANUAL STRAP

usuário tenha sua própria Configuração. Note que o programa de instalação do STRAP não escreve nenhum
valor padrão no "Registro".

O programa primeiro procura por valores padrões no Registro, caso não os encontre (ou seja, o usuário não
revisou as Configurações iniciais) ele adota como padrões os valores encontrados no arquivo STRAP.INI.

Os seguintes valores não podem ser revisados pela opção de Configurações 97 do programa. Para alterá-las
é preciso editar o arquivo STRAP.INI utilizando qualquer editor de textos do Windows (por exemplo: Bloco de
notas, etc):

[MISC]
SectionUnit= Unidade padrão par a definição das seções (dimensões, propriedades geométricas)
Digite: mm, cm, meter, inch, feet
GeoLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha do esquema unifilar
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa
linha tracejada)
DispLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha da deformada
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa
linha tracejada)
DiagramLineType= Resultados gráficos - Tipo de linha dos diagramas de resultados
Digite: SOLID ou DASHED (onde SOLID significa linha cheia e DASHED significa
linha tracejada)
Delimiter= Caracter delimitador, quando uma saída tabelada é impressa para um "arquivo
delimitado".
Digite: Número do caracter ASCII, por exemplo. "," (vírgula) = 44
DelimiterTitle= Imprimir ou não cabeçalhos quando uma saída tabelada é impressa para um "arquivo
delimitado".
Digite: TRUE ou FALSE (Onde TRUE significa que os cabeçalhos serão impressos e
FALSE significa que não serão impressos)

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Parte

II
Menu Principal
82 MANUAL STRAP

2 Menu Principal

2.1 Tela Inicial do STRAP


Quando o programa STRAP é executado, é mostrada a Tela Inicial do STRAP, que consiste na lista de
modelos existentes no diretório atual:
· O diretório atual é mostrado na linha de título da tela.
· A lista de modelos pode ser ordenada por nome, número ou data em que foi modificado ou calculado.
· Ao selecionar um modelo, o programa mostra na parte inferior da tela a última vista visualizada do modelo
e algumas informações sobre o modelo em questão, como número de nós, de barras, etc.
· Clique em uma das opções na barra de menu ou nos ícones de atalho para acessar a opção desejada,
sempre em relação ao modelo selecionado (realçado).
· Para selecionar mais de um modelo, utilize as teclas Ctrl ou Shift ou abra uma janela arrastando o mouse
sobre os modelos que deseja selecionar.

Para maiores informações ver itens abaixo:


Definir um novo modelo 83
Revisar/Reprocessar um modelo existente 84
Gerenciamento de Arquivos/Modelos 85
Utilidades 117
Importação/Exportação de arquivo .DXF 120
Configurações 97

Ícones Informativos
Ao lado do nome de cada modelo é exibido um pequeno ícone que indica o atual estágio do modelo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 83

Ordenar Modelos
A lista dos modelos pode ser ordenada de forma crescente ou decrescente por qualquer uma das colunas da
tabela:
· Nome do modelo
· Data da última modificação
· Data em que o modelo foi calculado
· Número do modelo
Para ordenar a lista de acordo com uma destas colunas, basta clicar no topo da coluna em questão; um
aparecerá nesta coluna, indicando que a lista está sendo ordenada por esta coluna, caso queira inverter a
ordem, clique novamente no topo da coluna, para alterando a figura para .

Número do Modelo
O programa armazena as informações de cada modelo em uma série de arquivos. Todos os arquivos de um
modelo específico possuem no nome um número referente a este modelo. Este número é associado ao
modelo pelo próprio programa quando ele é criado.

Por exemplo, se na lista de modelos, o modelo possui o número "017" (o número do modelo é exibido no
canto direito de cada linha da lista), os arquivos deste modelo serão:
· GEOM017.DAT (geometria)
· STAT017.DAT (carregamentos)
· RESLT017.DAT (resultados)
· etc.
Note que o gerenciamento dos arquivos é feito diretamente pelo STRAP, sendo este número mostrado
simplesmente como informação ao usuário.

Notas
Clique na caixa que aparece ao lado da imagem do modelo (canto inferior direito) e digite qualquer texto;
estas informações possibilitam o projetista a registrar informações importantes, encontrar revisões, manter
uma "lista de tarefas", etc.
Notas:
· O comprimento do texto é ilimitado, mas somente os primeiros 512 caracteres poderão ser impressos.
· O texto é impresso em baixo do logotipo de programa sempre que a geometria é impressa.

Atenção:
· Se a lista de modelos for corrompida, esta pode ser recuperada utilizando a opção Arquivo - Utilidades
- Recriar Lista de Modelos 117 .
· O STBatch pode ser utilizado para processar modelos STRAP externamente ao programa, ou para gerar
arquivos ASCII com informações da geometria, carregamentos e/ou resultados em um formato
especificado pelo usuário.

2.1.1 Começar um Novo Modelo


· Selecione a opção Arquivo > Novo modelo no menu suspenso

ou - clique no ícone na barra de ferramentas.

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84 MANUAL STRAP

· Defina o nome do modelo:

O programa mostrará a primeira tela de configuração da Geometria 127 .

2.1.2 Editar um modelo existente


Para editar um modelo existente na lista, siga as seguintes instruções:
Para revisar a geometria:
· Dê um duplo clique no modelo desejado ou selecione o modelo com um clique simples e clique na opção
Geometria na barra de menu ou o ícone da geometria na barra de ferramentas.
Para acessar diretamente qualquer parte do modelo (cargas, resultados, pós-processadores, etc):
· Selecione o modelo desejado; o modelo ficará realçado.
· Selecione uma das seguintes opções existentes na barra de menu ou um dos ícones da barra de
ferramentas (somente ficarão ativos os módulos relevantes para o modelo selecionado):

Notas:
· Clique no ícone se desejar alterar o diretório de trabalho.
· Se o modelo está em outro diretório, mas você não se lembra qual é o diretório, clique no ícone (
Localizar 94 ) e digite o título (ou parte) do modelo.

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Menu Principal 85

2.2 Menu Arquivo


O gerenciamento dos modelos (copiar, mover)
SEMPRE deve ser feito utilizando as opções contidas
nesta seção, e NUNCA usando o "Windows Explorer"
ou qualquer outro gerenciador de pastas e arquivos.

Últimos diretórios
São exibidos aqui os 5 últimos diretórios acessados. Clique em um dos diretórios acessá-lo rapidamente.

2.2.1 Imprimir
Utilize esta opção para imprimir diretamente da tela inicial as informações de entrada de dados e/ou
resultados do modelo selecionado na lista de modelos.
· Especifique as tabelas que deseja imprimir configurando as abas Geometria, Cargas,
Resultados-Geral/Nós/Barras/Elem..
· Configure as unidades que deseja que saia os resultados na aba Resultados-Unid..
· Caso deseje, o usuário pode imprimir as informações somente de alguns nós/barras/elementos,
especificando a(s) vista(s) desejadas na aba Vistas.
· As tabelas que serão impressas são exibidas na aba GERAL.
· Clique OK para iniciar a impressão.
OK
Clique para iniciar a impressão.

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86 MANUAL STRAP

Se a opção Imprimir para arquivo for selecionada, o programa criará arquivos separados para a
geometria, cargas e resultados. Entre com o nome dos arquivos na janela abaixo::

2.2.2 Deletar modelos


Com esta opção pode-se deletar modelos completos ou somente alguns arquivos dos mesmos (por exemplo,
cargas, resultados, etc):

· Primeiramente selecione os modelos que deseja deletar. Para selecionar mais de um modelo, utilize as
teclas Control (Ctrl) ou Shift.
· Caso tenha selecionado mais de um modelo o programa exibirá a seguinte janela:

Deletar os modelos um por um


O programa exibirá a janela abaixo para cada modelo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 87

Deletar todos os modelos sem perguntar


O programa exibirá a janela abaixo somente uma vez e utilizará esta configuração para todos os
modelos copiados.
· Selecione os arquivos (geometria, cargas, resultados, etc) que deseja deletar:

· Todos os arquivos marcados com um serão deletados.


Deletar
· Clique o botão .

Notas:
· serão mostrados somente os arquivos existentes no modelo.
· se o arquivo de geometria for deletado, todo o modelo será deletado.
· se o arquivo de cargas for deletado, todos os arquivos de resultados e pós processadores serão
deletados.
· quando tiverem sido criados modelos com detalhamento do BEAMD, os arquivos também podem ser
deletados:

Para deletar um modelo existente em outro diretório, disco rígido ou pen drive:
· selecione em Mudar de diretório e escolha o local desejado.
· proceda da mesma forma explicada acima.

2.2.3 Copiar para outro diretório


Utilize esta opção para copiar os modelos selecionados para outro diretório ou local de armazenamento:

· Primeiramente selecione os modelos que deseja copiar. Para selecionar mais de um modelo, utilize as
teclas Control (Ctrl) ou Shift.
· Caso tenha selecionado mais de um modelo o programa exibirá a seguinte janela:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


88 MANUAL STRAP

Copiar os modelos um por um


O programa exibirá a janela abaixo para cada modelo.
Copiar todos os modelos sem perguntar
O programa exibirá a janela abaixo somente uma vez e utilizará esta configuração para todos os
modelos copiados.
· Selecione os arquivos a serem copiados:

Procurar
· Clique no botão e encontre o diretório desejado, ou na seta para escolher um diretório
recentemente acessado.
· Caso deseje, altere o Título (opcional).
· Ative ou desative os arquivos que deseja copiar (geometria, cargas, resultados, etc). Serão copiados todos
arquivos que estiverem marcados com um .
Copiar
· Clique para iniciar a cópia.

Notas:
· Quando a cópia é feita para um disquete, o programa verifica o espaço livre disponível. Caso não exista o
espaço necessário para a cópia, o programa exibirá uma mensagem com o número necessário de
disquetes adicionais e avisará quando deve-se trocar de disquete. Todos os disquetes devem estar
formatados antes de começar a cópia do modelo.
· Para fazer uma cópia do modelo no mesmo diretório, veja Fazer uma cópia do modelo 89 .

2.2.4 Copiar de outro diretório


Utilize esta opção para trazer modelos existentes em outro diretório, ou em um disquete, CD-ROM, pen
drive, etc.:

Procurar
· Clique no botão e encontre o diretório desejado, ou na seta para escolher um diretório
recentemente acessado;
Selecione o modelo
· Clique para aparecer a lista dos modelos contidos neste diretório selecionado.

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Menu Principal 89

Copiar
· Selecione os modelos que deseja copiar e clique em .

Para selecionar mais de um modelo utilize as teclas Control (Ctrl) ou Shift.

· Ative ou desative os arquivos que deseja copiar (geometria, cargas, resultados, etc). Serão copiados todos
arquivos que estiverem marcados com um .
Copiar
· Clique para iniciar a cópia.

Notas:
· Quando a cópia é feita para um disquete, o programa verifica o espaço livre disponível. Caso não exista o
espaço necessário para a cópia, o programa exibirá uma mensagem com o número necessário de
disquetes adicionais e avisará quando deve-se trocar de disquete. Todos os disquetes devem estar
formatados antes de começar a cópia do modelo.
· Para fazer uma cópia do modelo no mesmo diretório, veja Fazer uma cópia do modelo 89 .

2.2.5 Fazer uma cópia do modelo


Com esta opção, pode-se fazer uma cópia dos modelos selecionados no mesmo diretório:

· Primeiramente selecione os modelos que deseja copiar. Para selecionar mais de um modelo, utilize as
teclas Control (Ctrl) ou Shift.
· Se desejar, altere o Título (opcional).
· O programa exibirá a janela acima para cada um dos modelos a serem copiados. Ative ou desative os
arquivos que deseja copiar (geometria, cargas, resultados, etc). Serão copiados todos arquivos que
estiverem marcados com um .
Copiar
· Clique no botão para iniciar a cópia.

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90 MANUAL STRAP

2.2.6 Mudar de diretório


O diretório de trabalho corrente é exibido no topo da tela.

Procurar
· Basta digitar o nome do diretório ou clicar no botão e selecionar o diretório desejado.
Procurar
· Para criar um diretório novo, clique no botão e depois no ícone ("Criar novo diretório").

Notas
· Os últimos 5 diretórios acessados são mostrados na parte inferior do menu Arquivo 85 ; para ir a um
destes diretórios, basta clicar na opção.
· Note que um disquete (A:, etc.) pode ser especificado como diretório de trabalho, porém um drive de
CD-ROM não pode, pois o programa não teria como gravar informações no CD-ROM.

CUIDADO: Nunca especifique um diretório que tenha o arquivo ZZMODEL.DIR ou outros arquivos de modelos
(GEOM, GEOIN, STAT, etc) com o atributo de somente leitura ativado. Mude o atributo dos arquivos,
retirando a opção de somente leitura, e só depois disto altere o diretório (pasta) de trabalho do STRAP.

2.2.7 Compactar modelos (ZIP)


Os arquivos de um ou mais modelos podem ser compactados num único arquivo com formato ZIP, e também
podem ser adicionados a um arquivo de modelos compactados existente.
Para compactar modelos em um arquivo ZIP:
· Selecione o modelo ou modelos a serem compactados. Para selecionar mais de um modelo utilize as
teclas Ctrl ou Shift.
· Defina o nome do arquivo ZIP ou selecionar um existente e especifique os arquivos do modelo para
compactar (geometria, carregamentos, etc):

· Se o arquivo ZIP já existir, o usuário deve selecionar uma das opções:

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Menu Principal 91

Onde:
Adicionar o modelo neste arquivo ZIP
Os modelos selecionados são adicionados ao arquivo.
Substituir este arquivo ZIP
O arquivo existente é apagado e um novo é criado com os modelos selecionados.
Escolher outro nome para o arquivo
Cancelar a opção e definir um nome diferente para o arquivo antes de continuar.

2.2.8 Descompactar modelos (unZIP)


Os modelos podem ser extraídos de arquivos ZIP; note que os arquivos ZIP não precisam ser criados pelo
programa STRAP, mas tem que conter o arquivo ZZMODEL.DIR.
Para extrair modelos de um arquivo ZIP:
· Selecione o arquivo ZIP
· Clique e selecione um ou mais modelos da lista:

Copiar
· Clique em
· Selecionar os arquivos (módulos) para descompactar:

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92 MANUAL STRAP

Continuar
· Clique em

2.2.9 Exibir os arquivos do modelo


O programa automaticamente cria e nomeia arquivos relacionados a cada modelo.
Com esta opção o usuário pode visualizar todos os arquivos existentes do modelo selecionado na lista de
modelos.
Por exemplo:

2.2.10 Adicionar um modelo a lista


A lista de modelos é gerenciada pelo programa e mostra todos os modelos existentes no diretório corrente,
sejam os criados diretamente pelo STRAP neste diretório, seja os trazidos de outros diretórios através dos
comandos "Copiar para" e "Copiar de".

Note que a lista de modelos é armazenada no arquivo ZZMODEL.DIR; este arquivo é encontrado em todos os
diretórios em que existam modelos do STRAP.

Os modelos que forem copiados manualmente (por exemplo: via Windows Explorer) para o diretório corrente
não serão mostrados na lista de modelos, pois o arquivo ZZMODEL.DIR não pode ser editado diretamente

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 93

pelo usuário. Porém o usuário pode necessitar adicionar um modelo a lista.

Esta situação pode ocorrer de várias maneiras. Por exemplo:


· O usuário define o modelo através de um arquivo ASCII da geometria 983 e um arquivo ASCII de cargas 984 .
· O arquivo GEOMnnn.DAT foi corrompido e o usuário deseja criar o modelo através do arquivo ASCII
GEOINnnn.DAT 989 (uma lista de comandos da geometria criada pelo programa enquanto o usuário define
o modelo).
· Os arquivos do modelo estão disponíveis (por exemplo em um disco de backup) mas o arquivo
ZZMODEL.DIR não existe ou está corrompido; os comandos "Copiar para" e "Copiar de" não encontrará os
modelos.

Use esta opção para adicionar modelos à lista.

Nome dos arquivos


Digite o nome do arquivo de geometria e de cargas (opcional).

Notas:
· Caso o arquivo desejado não esteja no diretório corrente, deve-se digitar todo o caminho (por exemplo:
c:\strap\obra1\geom001.dat).
· Clique no botão para visualizar uma lista dos arquivos existentes no diretório corrente.

Formato do arquivo de geometria


O arquivo de geometria pode ter um dos seguintes formatos:
ASCII (Modo comando do STRAP)
Caso o usuário tenha criado um arquivo ASCII da geometria através do Modo comando doSTRAP (Ver Modo
comando - Geometria 983 para mais detalhes sobre o formato do arquivo ASCII).

Formato interno do STRAP


O arquivo de geometria foi criado pelo STRAP (geomxxx.dat), com formato binário. Este tipo de arquivo não
pode ter sido editado pelo usuário.

Notas:
· Os arquivos podem ter qualquer nome.
· Os arquivos de geometria devem começar com os comandos REPLACE ou ADD (ver Modo comando -
Geometria 983 ).
· Os arquivos de cargas devem começar com o comando ASCII (ver Modo Comando - Carregamentos 984 )

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94 MANUAL STRAP

2.2.11 Recuperar a geometria do modelo


A geometria do modelo é armazenada em um arquivo binário chamado GEOMnnn.DAT, (onde "nnn" indica o
número do modelo). Entretanto, o STRAP também cria um arquivo ASCII para cada modelo, chamado
GEOINnnn.DAT que contém todo o histórico de comandos dados para a geração da geometria.

Se o arquivo GEOMnnn.DAT for corrompido o programa pode ser capaz de recriá-lo a partir do arquivo
GEOINnnn.DAT.

AVISO: Sempre faça um backup do modelo antes de utilizar esta opção.

2.2.12 Localizar modelo


Utilize esta opção para localizar um modelo no HD, pen drive, etc, através de uma palavra ou frase existente
no título do modelo:

Alterar diretório ...


· Clique em para localizar o volume que deseja pesquisar:
ú Se selecionar o C:, o programa procurará em todo o disco C.
ú Se selecionar o diretórios C:\MODELOS_STRAP, por exemplo, o programa procurará no diretório
MODELOS_STRAP e em todos os seus subdiretórios.
· Digite uma palavra ou frase na caixa Título contém.
ú O programa não diferencia letras maiúsculas de minúsculas, mas faz distinção entre letras acentuadas
ou não.
ú Se digitar mais de uma palavra (separadas por espaços), o programa mostra os títulos que contém
todas as palavras (independente de estarem consecutivas).
ú Se a caixa Título contém ficar vazia o programa mostrará todos os modelos do diretório de pesquisa.
Localizar
· Clique em para iniciar a pesquisa.
· Para abrir um modelo da lista, basta dar um clique duplo no modelo ou deixá-lo realçado e clicar em
Selecionar
; o programa mudará o diretório de trabalho para o diretório do modelo escolhido, e este já
ficará realçado.

Nota:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 95

· Quando acessar a opção de Localizar modelo novamente, o programa mostrará automaticamente a última
pesquisa realizada.
· Esta opção pode ser acessada através do ícone ou pelo menu Arquivo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


96 MANUAL STRAP

2.3 Calcular
Existem 3 opções disponíveis:

· Calcular modelo atual:


Inicia o processamento do modelo selecionado (realçado).
· Calcular vários modelos:
Executa o processamento de vários modelos em sequência:
ú Selecione os modelos que serão calculados (serão exibidos somente os modelos que possuírem
geometria e carregamentos):

ú Se desejar salvar a matriz de rigidez para todos os modelos selecione a opção Salvar matriz de
rigidez.
OK
ú Clique o botão para iniciar os processamentos.
· Calcular Modos de Vibração
Calcula os modos de vibração para o modelo realçado (esta opção só fica ativa quando houverem forças
nodais definidas no modelo realçado).

Notas:
· As mensagens de erro de todos os modelos serão escritos em um único arquivo.
· Veja Solução 430 para uma explicação detalhada sobre o método de resolução.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 97

2.4 Configurações
Utilize esta opção para configurar os valores padrões (default) de vários parâmetros, como: cores, unidades,
materiais, formatos de impressão, etc.

Veja também STRAP.INI / Registro 79 .

2.4.1 Cores
Nesta janela configura-se as cores padrões para:
· Elementos gráficos 97 , como, barras, elementos, eixos, cargas, diagramas, etc.
· Textos 97 associados aos gráficos
· Fundo da tela de modelagem 98
· Mapas de contorno 98
· Taxas de trabalho 98 para o módulo de metálica

Geral
Linhas e textos em geral:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


98 MANUAL STRAP

Para alterar a cor da entidade, basta:


· Selecionar a entidade desejada.
· Selecionar a nova cor na paleta de cores.

Fundo:
Para alterar a cor do fundo, deve-se:
Fundo
· Clicar no botão .
OK
· Selecionar a cor desejada (cores básicas ou customizadas) e clicar o botão .

Mapa de contorno:
Para editar as cores do mapa de contorno:
Cores - mapa de contorno
· Clique no botão .
· O programa exibirá um lista de cores
correspondentes aos valores positivos,
negativos e o valor zero:

· Clique na cor que se deseja revisar e


selecione uma nova cor básica como
explicado acima em Fundo 98 .

Taxas de trabalho - Módulo de Metálica

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 99

Nesta seção pode-se configurar os


códigos de cores para a
visualização da opção Exibir
capacidades de trabalho no menu
Resultados do pós-processador de
Metálica:

Selecione o intervalo que deseja


alterar a cor e clique em uma das
cores na paleta de cores.

Nota:
· Os limites dos intervalos não
podem ser configurados aqui,
porém podem ser alterados
diretamente no Módulo de
Metálica.

Diversos
· Janela de seleção refere-se a janela retangular ou poligonal usada para seleção de barras, elementos, nós,
etc.
· Para todas as opções, veja Geral 97 .

Pontes
Ver Geral 97 .

Cargas Globais

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


100 MANUAL STRAP

Especifique o tipo e cor das hachuras


utilizadas nas cargas globais:

O programa divide as cargas globais


existentes dentro de um mesmo
carregamento em função de seu valor:
· Se existirem até 5 cargas globais
diferentes, a configuração do Tipo 1 será
usada para a carga com maior valor e
assim sucessivamente.
· Se existirem mais de 5 cargas globais
diferentes, o programa dividirá em grupos
e utilizará o Tipo 1 para o grupo com
valores maiores e o Tipo 5 para o grupo
com menores valores.

Defina o tipo especificando:


· Ângulo e espaçamento das linhas.
· Cor das linhas.
· Hachura paralela ou cruzada.

2.4.2 Parâmetros de impressão


A formatação dos parâmetros de impressão podem ser definidos pelo usuário para saídas gráficas e
tabeladas.

Estilos de impressão (tabelas)


O formato de impressão das saídas tabeladas do STRAP pode ser configurado pelo usuário.

Nesta opção pode-se definir uma série de "estilos de impressão"; Cada estilo contém informações de fontes,
margens, linhas e espaçamentos que serão utilizados na impressão das saídas tabelas. Quando for feita
uma impressão de uma tabela em qualquer módulo (geometria, cargas, resultados, pós-processadores,...)
do STRAP, o usuário pode selecionar um dos estilos configurados, fazendo a tabela ser impressa no formato
definido por aquele estilo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 101

Nota:
· O estilo "Rascunho" imprime todas as informações na fonte Courier 10 cpi sem nenhuma linha vertical nem
horizontal. Este estilo não pode ser editado nem apagado.
Os itens configuráveis em cada estilo são:

· Impressora:
Selecione uma impressão padrão para o estilo de impressão. A impressora poderá ser trocada no momento
da impressão da tabela.

· Itens:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


102 MANUAL STRAP

Impressão de desenhos
Especifique os valores padrões para as opções "Imprimir Desenho":

· Textos e margens dos desenhos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 103

Nota:
ú As margens são relativas a máxima área de impressão disponível de sua impressora (ou seja,
margens podem estar presentes mesmo quando forem configuradas com zero no menu acima). Vide
manual de sua impressora.

· Desenho - Tipos de linhas


Configure os tipos de linhas para os gráficos dos resultados:
ú Tipos de Linha Contínua ou Tracejada .
ú Desative a opção Usar cores na impressão de desenhos para imprimir em branco e preto (sem
cores).
ú Selecione Escrever a hora no desenho para que a hora atual seja impressa no cabeçalho.

Espessura de textos e linhas


Especifique a espessura das linhas associadas a cada elemento gráfico.
Notas:
· As espessuras devem ser especificadas em milímetros.
· As espessuras configuradas como zero serão desenhas com um ponto (dot) de espessura, por exemplo,
em uma impressora com resolução de 300dpi (dots per inch), a linha será desenha com 1/300 polegadas.
· As espessuras configuradas para as entidades da geometria também serão usadas para a impressão nos
módulos de cargas e resultados.

Setas
Especifique as opções de Setas para cargas e texto:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


104 MANUAL STRAP

Os parâmetros de "Setas de textos" são usados na opção Editor Gráfico.

Logo da empresa
Imprimir o logo da empresa na parte superior de todas as saídas tabeladas (opção indisponível para
Impressão de Desenhos e Editor Gráfico).

· O logo deve estar na formatação (.BMP) e não pode ser removido do caminho especificado.
· Definir as dimensões horizontal e vertical do logo:
Manter a proporção horizontal/vertical: O programa distorce a imagem se as dimensões definidas
não forem proporcionais a dimensão do bitmap.
Manter a proporção horizontal/vertical: O programa mantém as proporções do desenho utilizando
apenas uma das dimensões definidas nesta opção.
· Definir a distância da margem esquerda; o valor da margem esquerda especificado no estilo de impressão.

Para maiores informações ver item Estilos de impressão 101 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 105

2.4.3 Diversos

Unidades
Configure as unidades para todos os modelos novos (os modelos existentes não serão alterados por esta
opção).
Para alterar modelos existentes é necessário mudar as unidades na geometria do próprio modelo.

As unidades de visualização dos resultados podem ser diferentes das de modelagem.


Estas unidades também podem ser revisadas em cada modelo no módulo de resultados, sendo que estas só
serão válidas para o modelo em questão.

2.4.3.1 Materiais

O programa pode armazenar as propriedades de até 10 materiais padrões diferentes. 4 destes materiais são
"Materiais do usuário". Estes materiais aparecerão na definição da geometria, na caixa de seleção referente
aos materiais das propriedades de barras e elementos.
As propriedades de todos os 10 materiais podem ser editadas.
As propriedades são:
· Módulo de elasticidade
· Coeficiente de Poisson
· Densidade
· Coeficiente de expansão térmica (1/°Celsius ou 1/°Fahrenheit)
Unidades:
· Especifique as unidades utilizadas para o Módulo de Elasticidade e a densidade do material.
· O coeficiente de expansão térmica pode ser definido em qualquer unidade. Entretanto, os carregamentos
de temperatura aplicados nos modelos devem estar de acordo com a unidade aqui configurada.
Para revisar as propriedades dos materiais padrões, basta digitar diretamente o novo valor desejado.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


106 MANUAL STRAP

Notas:
· O nome do material tem que ter no máximo 4 caracteres
· As propriedades podem ser definidas no formato exponencial
· O usuário pode acrescentar materiais em cada modelo, porém estes materiais só serão válidos para
aquele modelo em particular.
· Editar os materiais não afetará os materiais em modelos já existentes.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 107

2.4.3.2 Diversos

Vistas isométricas
A vista isométrica só é válida em modelos espaciais. Especifique os ângulos de rotação no espaço da vista
isométrica padrão. A vista isométrica será exibida quando for clicado o ícone ou na barra de
ferramentas.

Defina os ângulos assumindo que o plano de trabalho é o plano X1-X2. Caso o modelo esteja em outro plano
global, o programa rotacionará o modelo em ângulos equivalentes.

Mostrar grid ao definir nós


Na definição de nós:
Um Grid de orientação é exibido automaticamente toda vez que uma opção de definição de nós for
selecionada.
O Grid não é exibido automaticamente.

Mostrar result. maior que uma % do máximo:


Nos resultados gráficos o programa pode ocultar parte dos valores afim de facilitar a visualização do
resultado. Especifique uma fração do resultado máximo; os resultados menores que esta fração não serão
exibidos.
Exemplo:
Momento fletor máximo = 12 kN.m; % especificada = 50% : Serão mostrados na tela somente os valores
maiores que 6 kN.m.

Multi usuário

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


108 MANUAL STRAP

· Um usuário pode rodar mais de uma janela do programa STRAP (abrir mais de um modelo)
simultaneamente .
· Todos os parâmetros de configuração serão armazenados no "Registro" do computador, por usuário.
· O usuário só poderá utilizar uma janela do programa STRAP.
· Todos os parâmetros de configuração serão armazenados no arquivo STRAP.INI (um arquivo por
instalação)
Para revisar os parâmetros de configuração para todos os usuários (que ainda não revisaram estes
parâmetros) quando suporte de Multi-usuário está ativo:
· Desative esta opção para
· Revise os parâmetros de configuração desejados; estes parâmetros serão armazenados no arquivo
STRAP.INI
· Ative novamente a opção
Veja mais em STRAP.INI / Registro.

Fazer back up da matriz de rigidez


O programa faz automaticamente um back up da matriz de rigidez já resolvida. Este back up consiste numa
cópia no HD feito a cada intervalo de tempo especificado aqui pelo usuário. Se a solução for interrompida
pelo usuário, ou ocorra uma queda de eletricidade, falha de hardware, etc. o cálculo da matriz de rigidez
pode ser retomado a partir do último back up executado.

Salvar matriz com dupla precisão


Selecione a opção para salvar a matriz de rigidez com dupla precisão.
Notas:
· Precisão simples é a opção padrão e recomendada.
· Os arquivos com dupla precisão são consideravelmente maiores que os com precisão simples.
· Salvar a matriz com dupla precisão somente é recomendável quando tem-se elementos espessos
apoiados sobre molas. Para estes modelos, os resultados das reações podem ficar imprecisos se
tratados com precisão simples; todos os outros resultados estão precisos com simples precisão.

Máxima memória temporária alocada


Especifique a quantidade de memória locada para o programa STRAP de acordo com a memória disponível
em seu computador. Geralmente, aumentado a memória alocada, o processamento será mais rápido.
Configure a máxima memória temporária alocada = (memória disponível - 32).
Por exemplo, se seu computador possui 128 mb de memória RAM, aloque 96 mb.
Entretanto, a alocação ótima de memória, varia de acordo com os programas residentes.
Nota:
· Esta opção é irrelevante para os Windows XP, Vista e superiores.

Salvar último diretório de trabalho


Esta opção determina o diretório de trabalho do STRAP, ao iniciá-lo:
O programa abrirá no último diretório utilizado pelo usuário.
O programa sempre abrirá no diretório do programa.

Diretório de cópia padrão


Especifique o diretório padrão para cópias de modelos STRAP. Este diretório será utilizado como "default"
para os comandos Copiar para e Copiar de.

Arquivos delimitados
· Caractere delimitador
Arquivos delimitados são arquivos textos no formato ASCII onde os valores numéricos são separados por um
caractere chamado de "caractere delimitador".

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 109

O caractere delimitador padrão é o ponto-e-vírgula (caracter ASCII 59). Um caractere diferente pode ser
especificado, entrando com seu número ASCII.
· Títulos
Ative a opção para adicionar o título da tabela no arquivo delimitado.

Saídas / impressão
· Idioma das saídas
Os textos das saídas gráficas e tabeladas, em todos os módulos, serão exibidos e impressos no idioma
configurado nesta seção.
· Imprimir a hora no cabeçalho
Deixe esta opção habilitada caso deseje que a hora seja impressa no cabeçalho das saídas tabeladas.

Resultado para elementos finitos


Selecione o tipo de resultado padrão para os elementos finitos planos.

Salvar a geometria do modelo a cada 'n' minutos


O programa automaticamente salva a geometria do modelo com o intervalo configurado nesta opção.
· O programa salva o arquivo GEOMnnn.DAT (arquivo da geometria do modelo); Se houver uma queda de luz
ou falha de hardware/software, quando o usuário abrir novamente o modelo, o programa entrará
automaticamente na última geometria salva.
· O programa também cria automaticamente um arquivo GEOMnnn.BAK com a geometria inicial, cada vez
que o usuário entra no modelo. Para restaurar esta geometria, basta renomear este arquivo para
GEOMnnn.DAT, apagando o arquivo GEOM existente, antes de entrar no modelo; o arquivo
GEOMnnn.BAK é refeito toda a vez que o usuário entra na geometria do modelo.

2.4.3.3 Adicional

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


110 MANUAL STRAP

Eixo de altura padrão


Em algumas situações pergunta-se ao usuário - qual é o eixo de altura do modelo; o
programa assume que os pilares são paralelos ao eixo de altura e as vigas e lajes
perpendiculares ao eixo de altura.

Especificar o eixo de altura padrão para todos os modelos espaciais.

Unidades padrão para os desenhos DXF


Especificar a unidade padrão para os desenhos DXF abertos pela opção do menu superior da geometria -
Visualizar > Desenho DXF > Carregar um desenho DXF,

Plano de trabalho padrão para a geometria


Selecione o plano de trabalho padrão para modelos espaciais:
· Especificar o plano de trabalho para a opção de definição de Nós da geometria.
· Os modelos espaciais gerados pelo Assistente de Modelagem serão criados no plano aqui especificado.
Note que todos os modelos planos são sempre definidos no plano X1-X2.

d' padrão
Especifique a distância (d') da face da peça de concreto armado até o CG da armadura. Este valor é utilizado
no módulo de resultados mas não no módulo de concreto.

2.4.3.4 Renderização

A opção de renderização permite ver o modelo em perspectiva, com a forma real de barras e elementos, e
com a remoção de linhas ocultas e mostrando os efeitos de sombra e brilho causados pela fonte de luz.

Esta opção permite ao usuário configurar os parâmetros de renderização, com os quais os modelos serão
renderizados.

O modelo renderizado respeitará estes padrões configurados na opção Parâmetros de renderização 52 . Os


valores padrões desta seção foram selecionados após exaustivos testes, onde apresentaram bons
resultados para vários tipos de modelos. Estes valores padrões podem ser restaurados a qualquer momento
Restaurar padrões
clicando em .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 111

Biblioteca de renderização
STRAP utiliza bibliotecas de renderização de terceiros para exibir a forma real da estrutura.
Selecione uma das duas bibliotecas disponíveis:
· OpenGL
Esta biblioteca renderiza de uma forma mais realista, com alta resolução, e suporta todas as placas. Esta
é a opção padrão.
· 3DR (Intel):
Placas mais novas e avançadas podem não fornecem suporte para esta biblioteca.
Nota:
· Esta opção está disponível somente nas configurações.
2.4.3.5 Cotas e elevações

Especifique os parâmetros padrões para o desenho das Linhas de Cotas e de Elevações em todos os
módulos do STRAP.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


112 MANUAL STRAP

Extensões

Notas:
· "tamanho da seta" é editada apenas para as opções de impressão e não podem ser alteradas na tela.
· "tamanho da seta" das cotas afetam todas os tipos de extensões.

Texto
· Arredondar para
Arredonda todas as cotas e elevações pelo valor especificado nesta opção.
· Casas decimais
Deve-se definir o número de casas decimais após a vírgula. Note que o nº de casas decimais sempre será
visualizado mesmo que o valor de Arredondar para requeira mais casas decimais.

Marca
Selecione um dos seguintes tipos de marcas:

Elevação
Especifique os parâmetros da elevação:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 113

Linhas de Eixos
Especifique os parâmetros para as linhas de eixos:
· Tamanho:
Entre com o tamanho padrão de texto de acordo com as unidades exibidas.

· Tipos de Molduras:

· Extensões
As linhas de eixo são desenhadas do local especificado pelo usuário até os nós selecionados, e são
estendidas além da posição destes nós de acordo com uma medida aqui especificada. Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


114 MANUAL STRAP

2.4.3.6 Fatores das normas

Defina os seguintes fatores utilizados nas normas européias:

BS8110:
· Fator de segurança do aço (Steel safety factor) = gs

Eurocode 3:
· Fator de segurança geral (General safety factor) = gMo , gM1
· Fator de segurança para tração (Axial tension safety factor) = gM2
· LTB - b - veja em 6.3.2.3, eq. 6.57
· LTB - lLT,0 - veja em 6.3.2.3, eq. 6.57
· National Annex - Selecione Anexo UK para dimensionar de acordo com BSI - "UK National Annex to EC3"
Eurocode 2:
· Fator de segurança do concreto (Concrete safety factor) = gc (2.4.2.4)
· Fator de segurança do aço (Steel safety factor) = gs (2.4.2.4)
· Fatores de segurança para cargas acidentais (Accidental loads safety factor) = gs,gc (2.4.2.4)
· Alpha-cc = a cc (3.1.6)
· CRdc/fator de segurança (CRdc/Safety factor): CRd,c= (factor)/gc (6.2.2)
· Fator Vmin (Vmin factor): vmin = (factor) k^3/2 fck^1/2 (6.2.2)
· Redistribuição:
ú k 1, k3 (5.5)
ú k 2: factor = value/[1.25(0.6+0.0014/ecu2)] (5.5)
ú k 4: factor = value/[1.25(0.6+0.0014/ecu2)] (5.5)

2.4.4 Barras de ferramentas


A barra de ferramentas é exibida nos módulos de definição da geometria e carregamentos. Estas barras
agilizam a modelagem, executando comandos com um simples click do mouse. Abaixo está um exemplo de

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 115

barras de ferramentas do STRAP:

Nesta seção pode-se customizar a barra de ferramentas.


· Estão disponíveis diferentes Barras de Ferramentas para a Geometria, Cargas, Resultados, Metálicas e
Concreto.
· Pode-se definir até 10 Barras de Ferramentas diferentes (são instalados com o programa 7 barras
padrões). O programa automaticamente exibe as barras de ferramentas nº 1 e 2 Clicando nos ícones
existentes no final da barra, serão exibidos as barras seguintes ou anteriores.
· Pode-se alterar o número de barras de ferramentas que se deseja visualizar, mudando o valor em Exibir
barras simultaneamente.

Para alterar uma barra de ferramentas ou adicionar uma nova barra:


Alterar uma barra Adicionar uma barra
· Clique nos botões ou .
· Selecione uma barra da lista (Barra n.º 1 até Barra n.º 10).
· O programa exibirá todos os ícones disponíveis em uma grande caixa de diálogo no centro da tela e
também exibirá os ícones atuais da barra selecionada no topo da tela.

· para adicionar um ícone: clique no ícone em questão na caixa de diálogo da esquerda e depois no botão

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


116 MANUAL STRAP

Adicionar ->
.
· para remover um ícone: clique no ícone em questão na caixa de diálogo da direita e depois no botão
Remover ->
.
· para mudar a ordem dos ícones, clique no ícone da lista da direita, e depois clique no botão
Mover para cima Mover para baixo
ou ou arraste o ícone com o botão esquerdo do mouse pressionado até
a posição desejada.
Redefinir
· clique no botão para restaurar a barra de ferramentas ao seu padrão.
Fechar
· Clique no botão para finalizar.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 117

2.5 Utilidades
Escolha uma das seguintes opções:

Recriar a lista de modelos


Utilize esta opção quando a lista de modelos estiver corrompida.
· A lista de modelos é armazenada no arquivo ZZMODEL.DIR (cada diretório de trabalho possui um arquivo
ZZMODEL.DIR diferente).
· Esta opção vasculha o diretório de trabalho atual para encontrar todos os arquivos de modelos do STRAP
(GEOMnnn.DAT, STATnnn.DAT, etc) e refaz a lista de modelos.

Converter modelo STAAD para o STRAP


Ver Importação de arquivos STAAD 118 .

Exportar para STAAD


Gerar os arquivos de geometria do STAAD a partir do modelo STRAP.

Exportar para programas de detalhamento de estruturas metálicas


Cria um arquivo de detalhamento estrutural em um dos seguintes formatos:
· STRUCAD
· SDNF
Notas:
· O programa grava a geometria do modelo e os resultados das extremidades das barras nos arquivos. O
Perfil gravado no arquivo é o perfil atual da seção dageometria do STRAP; seções alteradas no Módulo de
Metálicas devem ser transferidas para a geometria utilizando-se a opção Fechar e Atualizar a
Geometria no menu Arquivo do Módulo de Metálica.
· A direção da altura deve ser X3 para os arquivos STRUCAD e XSTEEL.

Notas:
· O usuário pode inserir novas opções 119 neste menu Utilidades. Esta opção nova pode ter sido criada
pelo STBatch do STRAP, ou ser acessar qualquer outro programa do Windows.
· O STBatch pode ser utilizado para processar modelos STRAP externamente ao programa, ou para gerar
arquivos ASCII com informações da geometria, carregamentos e/ou resultados em um formato
especificado pelo usuário.

2.5.1 Combinar resultados de 2 projetos


Utilize esta opção para combinar resultados de dois ou mais modelos.
Esta opção é extremamente útil em modelos que tenham mudanças de geometria para os diversos
carregamentos, como estruturas pré-moldadas, por exemplo, onde a geometria sofre alterações de
propriedades das barras, vinculações, etc. Neste caso o usuário pode rodar modelos diferentes, cada um

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


118 MANUAL STRAP

com seus carregamentos específicos e depois combiná-los para verificar os resultados em um único modelo.

** Esta é uma opção antiga. A opção de Estágios 304 fornece o mesmo resultado com uma eficiência
muito maior !!! **
Notas:
· Não é necessário que o número de nós, barras e elementos sejam iguais em todos os modelos, porém o
nó, barra ou elemento que estiver no mesmo local deve ser o mesmo em todos os modelos.
· O programa combina, internamente, três arquivos: RESLTnnn.DAT, FORCEnnn.DAT, STATnnn.DAT .
Ao combinar o arquivo STATnnn.DAT, o programa cria os comandos de cargas no modelo combinado. Se,
por acaso, for processar este modelo novamente, deve-se lembrar de apagar os carregamentos
desnecessários (o programa só cria estes arquivos de carregamentos, pois são necessários aos pós
processadores).

Para combinar os modelos:


· Primeiro selecione o maior dos modelos que deseja combinar (se os modelos forem diferentes, é
necessário que o modelo principal seja o maior dentre eles).
· Selecione Utilidades no menu superior.
· Selecione Combinar resultados de 2 projetos.
· O programa mostra a lista de modelos já calculados; selecione o modelo que deseja adicionar os
resultados ao modelo atual.
· Repita o processo caso precise adicionar mais modelos.
Nota:
· Somente o modelo inicial é alterado, os demais permanecerão intactos.

2.5.2 Converter arquivo STAAD


Esta opção faz a conversão de um modelo STAAD para o formato do STRAP. São convertidos os comandos
de geometria, carregamentos e combinações.
· Selecione a opção Arquivo>Utilidades>Converter modelo STAAD para STRAP na tela inicial (lista de
modelos) do STRAP.
· Selecione o modelo STAAD e clique em Abrir.

Notas:
· O programa criará os arquivos STRAP: GEOMnnn.DAT, STATnnn.DAT, e COMBnnn.DAT.
· Os comandos STAAD que contiverem erros de sintaxe não serão convertidos. As mensagens de erro
serão escritas na tela e listadas no arquivo ASCII ERRS.LST.
· O programa não verifica se toda a geometria foi definida (por exemplo: se os apoios foram definidos).

Comandos não convertidos pelo STRAP:


Opções do STAAD não disponíveis no STRAP:
· Elementos com espessura variável;
· Articulação parcial na extremidade das barras e liberação de esforço cortante nas extremidades das
barras.
· CABOS
· MESTRE/ESCRAVO
· CARREGAMENTO DE VENTO
· CARREGAMENTO DE PROTENSÃO
· Carga parcial ou linear em um único elemento finito.

Opções STAAD que estão nos módulos de resultados/pós-processadores do STRAP:


· Todos os comandos de DIMENSIONAMENTO (DESIGN).
· Todos os comandos relativos às impressões.
· Todos os comandos relativos a análise modal.
· UBC LOAD - gerado pela Análise de Resposta Sísmica.
· Todos os comandos DRAW.
· Todos os comandos relativos às opções de resolução.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 119

Comandos não transferidos:


· Comando SEPARATOR - deve ser usado ";" .
· Comando MESH com 8 vértices.
· Comando A UNITS pode não ser definido em um carregamento.
· Comando SUBST será ignorado.
· Comandos de PERFORM ROTATION serão ignorados.
· As seguintes seções serão ignoradas:
ú Seções das tabelas dos usuários;
ú Seções em tabelas de perfis que não sejam a tabela Americana;
ú Seções ][ , COMPOSITE, seções com laje, TUBE
· Cargas de barras com offset (excentricidade) do centro de cisalhamento: a carga será aplicada, mas o
momento adicional em virtude da excentricidade será ignorado.
· Comandos AREA e FLOOR serão ignorados.
· Comandos STRAIN serão ignorados.
· Comandos FIXED END serão ignorados.
· Comandos SET Z UP serão ignorados.

2.5.3 Adicionar novas opções


O usuário pode inserir novas opções ao menu Utilidades na Tela Inicial do STRAP, para isso deve-se editar o
arquivo Strap.ini:
· Abra o arquivo STRAP.INI existente no diretório do programa (utilizando um editor de textos, por exemplo:
bloco de notas).
· Dentro do arquivo, já existe uma seção chamada [UTILITIES] .
· Deve-se editar esta seção, alterando a linha NumMenus=n , onde n = o número de opções a serem
adicionadas.
· Para cada menu que queira inserir, deve-se adicionar as seguintes linhas:
Namen=menu_text
Commandn=target_command
Note que pode-se dar o caminho inteiro do arquivo, mas o diretório padrão é o próprio diretório do
programa STRAP.

Exemplo:
Adicionar 3 comandos ao menu:
· O primeiro roda o arquivo STBatch STAAD.dat no diretório do programa; o nome do menu será "Gerar
arquivo para STAAD".
· O segundo roda o arquivo STBatch batch1.dat no diretório do programa; o nome do menu será "Gerar
Relatorio de Dados".
· O terceiro inicia o programa abcxyz.exe no diretório D:\abc; o nome do menu será "Meu Aplicativo".
Adicionar as seguintes linhas ao
arquivo STRAP.INI:
[UTILITIES]
NumMenus=3
Name1=Gerar aquivo para
STAAD
Command1=stbatch STAAD.dat
Name2=Gerar Relatorio de
Dados
Command2=stbatch batch1.dat
Name3=Meu Aplicativo
Command3=d:\abc\abcxyz.exe

O menu Utilidades será exibido


como:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


120 MANUAL STRAP

2.6 DXF
Permite criar, substituir e converter um modelo do STRAP para arquivo .DXF, ou converter um Metafile para
DXF.

Se o ícone for clicado:

2.6.1 Converter arquivo Metafile em DXF


Utilize esta opção para criar um arquivo DXF 2D de qualquer tela (vistas, gráficos de esforços, barras
numeradas, etc) do STRAP.

O arquivo metafile é criado selecionando a opção Imprimir Desenho e selecionando, na caixa Enviar para:
Metafile. Clique no botão OK e o programa exibirá uma janela onde o usuário deve escolher o diretório onde
quer gravar o arquivo Metafile e nomear o mesmo. O usuário ainda pode escolher uma das duas extensões
possíveis: WMF ou EMF.

Depois de gerado o Metafile, utilize esta opção para converte-lo em um arquivo DXF.

** Esta é uma opção antiga e está caindo em desuso. Recomendamos o uso do Editor Gráfico para
gerar arquivos DXF **

2.6.2 Exportar modelo para DXF


Esta opção converte toda a geometria de um modelo STRAP em um desenho tri-dimensional DXF (formato
ASCII).

Esta opção é diferente da existente no Editor Gráfico, onde o STRAP converterá somente uma imagem em
2D.

Clique sobre o modelo que deseja converter em DXF e selecione esta opção, indicando o nome e diretório do
arquivo DXF.

Notas:
· Modelos planos no STRAP gerarão desenhos DXF 2D

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 121

· Modelos espaciais gerarão desenhos DXF 3D.


· As barras no modelo STRAP serão convertidas como linhas ( LINES ) no desenho DXF; os elementos
finitos (planos e sólidos) serão convertidos como "3DFACE".
· Cada propriedade no modelo STRAP é convertida em uma layer diferente e com uma cor diferente no
desenho DXF.
· Barras e elementos fictícios são desenhados em um layer diferente dos demais.
· Os seguintes objetos não serão transferidos ao desenho DXF: Cotas, seções, materiais, textos
(numerações, nomes, etc).

2.6.3 Importar modelo a partir de um DXF


Com esta opção pode-se converter um desenho DXF em modelo geométrico doSTRAP.
O programa identifica todas as linhas ( LINES ) e comandos MESH, os convertendo em barras ou elementos.
Veja - Converter DXF - Geral 124

Selecione os layers que deseja importar:


Cada linha dentro de uma layer pode ser:
· Ignoradas;
· Importadas como elementos de barra;
· Importadas como elementos planos.

Clique, selecionando uma layer e depois escolha


Barras Elementos Não usar
, ou .

Notas:
· Se entidades 3DFACE, polygon mesh ou polygon face forem convertidas para barras, o programa as
explode e gera barras a partir dos vértices visíveis.
· Quando uma layer está Congelada (Freeze) ou Desligada (turned Off) no AutoCAD, o programa usa a
opção Não utilizar como padrão.

Especifique as unidades de comprimento do desenho DXF e do modelo STRAP e associe as cores


ou layers do desenho DXF às propriedades do STRAP.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


122 MANUAL STRAP

Unidades
Especifique a unidade de comprimento em que foram feitos o desenho DXF e a unidade de comprimento que
deseja modelar no STRAP.
O programa fará a conversão das dimensões da unidade do desenho DXF para a unidade de modelagem no
STRAP.

Nota:
· É importante indicar a unidade de comprimento correta no desenho DXF. Por exemplo: se o desenho DXF
foi definido em metros, mas o usuário especificou erradamente Centímetro, uma dimensão de 5 metros
no desenho DXF será convertida para 5 centímetros no modelo STRAP.

Associar às propriedades do STRAP


Mesma para todos os elementos
Todas as barras/elementos serão criadas com a propriedade nº 1.
De acordo com as layers do desenho DXF
As linhas em layers diferentes no desenho DXF podem ter propriedades diferentes no modelo STRAP:
· Selecione uma ou mais layers na lista mostrada.
· Digite o número da propriedade que será
atribuída às barras que estiverem no(s) layer(s)
assinalado(s) no desenho DXF.
· Clique no botão Associar propriedade às
layers selecionadas.

O número da propriedade escrito ao lado do layer é


atualizado automaticamente pelo programa.

Estas propriedades podem ser editadas


normalmente pelo usuário no Módulo de Geometria.

De acordo com as cores do desenho DXF


As linhas com cores diferentes no desenho DXF podem ter propriedades diferentes no modelo STRAP:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 123

· Selecione uma ou mais cores na lista mostrada.


· Digite o número da propriedade que será
atribuída às barras que tiverem as cores
assinaladas no desenho DXF.
· Clique no botão Associar propriedade às
cores selecionadas.

O número da propriedade escrito ao lado da cor é


atualizado automaticamente pelo programa.

Note que estas propriedades valeram para todas as


layers do desenho, ou seja, as barras e elementos
que estiverem com uma mesma cor (mesmo em
layers diferentes) terão a mesma propriedades no
modelo STRAP.

Estas propriedades podem ser editadas


normalmente pelo usuário no Módulo de Geometria.

Criar nós nas interseções de linhas


O programa procura por pontos de intersecção de quaisquer 2 entidades do desenho DXF em todas as
layers.
O STRAP cria nós nos pontos de intersecção de linhas. Nas layers de elementos finitos, os 3DFACES
serão explodidos em linhas.
O STRAP não criará nós nas interseções de linhas, somente nas extremidades.

Veja os exemplos abaixo:


Layers de barras:
A Figura (a) mostra o desenho DXF, onde a
linha 1-2 intersecciona a linha 3-4.
Se a opção de intersecção estiver:
O nó 5 não será criado e o programa irá
gerar somente as barras 1-2 e 3-4.
O programa criará um nó no ponto 2,
gerando as barras: 1-5, 2-5, 3-5 e 4-5.
Layers de elementos finitos planos:
Exemplo 1:
A Figura (a) mostra o desenho DXF, onde
existem 6
linhas, sendo que a linha 1-2 intersecciona a
linha 3-4.
Se a opção de intersecção estiver:
O programa criará um nó na intersecção,
gerando 4 elementos triangulares como
mostrado na Figura (c).
O programa só criará 4 nós, gerando os 4
elementos triangulares como mostrado na
Figura (b).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


124 MANUAL STRAP

Exemplo 2:
A Figura (a) mostra o desenho DXF composto
de 3
linhas (2-4, 3-5, 4-5) e um 3DFACE (1-2-3-4).
Se a opção de intersecção estiver:
O programa irá explodir o 3DFACE, gerando
linhas, as quais, junto com as linhas já
existentes formarão os 3 elementos
triangulares mostrados na Figura (c).
O programa criará somente um elemento
quadrilátero, como mostrado na Figura (b),
ignorando as linhas existentes, pois o
STRAP não usará o 3DFACE para fechar
as linhas gerando elementos.
2.6.3.1 Importar DXF - Geral

Com esta opção pode-se converter um desenho DXF em modelo geométrico doSTRAP.

O programa identifica todas as linhas ( LINES ) e comandos MESH, os convertendo em barras ou elementos.

Notas:
· Cada layer do desenho DXF pode ser especificado contendo barra ou elemento plano 121 .
· As propriedades do modelo STRAP podem ser geradas de acordo com as Layer ou com as Cores das
linhas do desenho DXF.

O programa identifica as barras e elementos da seguinte forma:


· Para as Layers que forem definidas como Barras:
ú Cada linha (Line) do desenho DXF é convertida em uma barra no modeloSTRAP.
ú Cada elemento de malha (3DFACE) é explodido em uma série de linhas, que são convertidas em
barras.
· Para as Layers que forem definidas como Elementos:
ú As áreas definidas por 3 ou quatro linhas criarão elementos triangulares ou quadriláteros.
ú Cada elemento 3DFACE ou superfície de uma malha (mesh) irá gerar um único elemento triangular
ou quadrilátero do STRAP.
O programa também pode identificar as intersecções entre linhas, entre elementos e entre linhas e
elementos.

Notas:
· Desenhos DXF 3D criarão modelos de Pórtico Espacial no STRAP; desenhos DXF 2D (com todas as
coordenadas Z = 0) criarão modelos de Pórtico Plano no STRAP.
· O programa define os eixos locais de acordo com os padrões do STRAP, identificando o início e fim da
barra para a orientação do eixo local x1; sempre verifique os eixos locais adotados pelo programa.
· O programa cria elementos quadriláteros sempre que possível; elementos quadriláteros não planares
serão divididos em 2 elementos triangulares.
· Cada elemento "3DFACE", "polygon mesh" ou "polyface mesh surface" gerará um único elemento finito
plano do STRAP.
· As Linhas duplas (double lines) serão tratadas como linhas simples.
· Elementos côncavos definidos por linhas, 3DFACE, polygon mesh ou polyface mesh serão ignorados.
· O STRAP aceita somente elementos finitos planos de 3 ou 4 vértices. Serão criados nós em todos os
pontos de intersecção, mesmo que não sejam criados os elementos, por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Menu Principal 125

· Capacidade do programa:
ú O programa não gera modelos maiores que a capacidade do STRAP (verifique a capacidade de sua
licença do STRAP).
ú O programa não gera modelos a partir de desenhos DXF que excedam os seguintes limites:
Número máximo de extremidades de linhas = 32.000
Número máximo de linhas = 32.000
Número máximo de blocos = 600
Número máximo de extremidades de linhas em todos os blocos = 16.000
Número máximo de linhas em todos os blocos = 16.000
Número máximo de vértices em qualquer polyface mesh = 600
Note que se duas linhas tiverem uma extremidade em comum, somente uma extremidade de linha será
contada na consideração dos limites acima.
ú O programa não gera modelos a partir de desenhos DXF com coordenadas maiores que 1000 metros
(a fim de evitar erros de arredondamento); o programa emitirá uma mensagem de erro e será
fechado. Para importar este desenho, mova-o para a coordenada (0,0) no seu programa de desenho
(AutoCad, etc).
· O programa reconhece os seguintes comandos e tipos de entidades do AUTOCAD:
LINE (ou 3DLINE em versões antigas do AUTOCAD)
TRACE (transforma em uma linha central)
3DFACE
POLYLINE (2D e 3D)
polygon mesh
polyface mesh
blocks (somente os elementos acima serão convertidos)
· O programa ignora as seguintes entidades do AUTOCAD: circle, arc, text, dimension lines, solids and
hatching.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Parte

III
Geometria
Geometria 127

3 Geometria
3.1 Geometria - Menu Preliminar
A janela abaixo aparecerá sempre que um modelo novo for criado; Aqui efetuam-se as primeiras
configurações do modelo, como: unidades de entrada, título do modelo(pode ser revisado), tipo de modelo
(grelha, treliça, pórtico plano ou espacial).

Existem dois métodos de geração de um novo modelo no STRAP:


Clicando neste botão, o usuário pode selecionar uma das estruturas parametrizadas existentes
no Assistente de Modelagem do STRAP. Pode-se definir a geometria, os carregamentos e
combinações com a indicação de alguns dados numéricos. O modelo gerado pelo assistente
pode ser alterado utilizando os comandos do STRAP.

Cria linhas de eixos ortogonais e nós nos cruzamentos destes que servem de base para a
geração do modelo. Somente nós são definidos nesta opção.

O programa vai diretamente para a tela principal da geometria, onde o modelo estrutural e as
cargas serão construídos pelo usuário a partir do zero utilizando os comandos do STRAP.

Unidades
Nestas opções são configuradas as unidades de comprimento e força que serão utilizadas na modelagem e
carregamento da estrutura.
Independente das unidades configuradas nestes quadros, o usuário poderá, sem afetar em nada na
modelagem, utilizar outras unidades nas seguintes ocasiões:
· As propriedades (seções transversais de barras e espessuras de elementos) e materiais podem ser
definidos em unidades diferentes das configuradas aqui.
· Os resultados podem ser visualizados em qualquer outra unidade especificada pelo usuário.

Selecione:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


128 MANUAL STRAP

Notas:
· Caso as unidades de entradas de dados forem alteradas para um modelo existente, o programa não fará a
conversão dos carregamentos já modelados. Ele poderá fazer a conversão somente dos valores de
comprimento utilizados na geometria. Neste caso o programa emitirá um aviso perguntando ao usuário se
deve fazer a conversão ou não. (materiais e propriedades são sempre convertidos automaticamente).
· O programa sempre utiliza as unidades padrões para calcular a escala de impressão do desenho.
· Se a unidade padrão de comprimento for assumida como Pés, o programa assumirá automaticamente a
Polegada como unidade padrão de definição de materiais e propriedades, e Kip/pol² para os resultados
de tensões

Nome do Modelo
Caso deseje, altere o nome do modelo. Note que o nome do modelo pode ser alterado a qualquer momento
pela opção Editar>Nome/Unid./Tipo do modelo existente na geometria.

Tipo do Modelo
Apesar do STRAP resolver modelos tri-dimensionais, esta opção lhe permite especificar modelos
bi-dimensionais ou treliças. O programa automaticamente restringirá os graus-de-liberdade que não são
permitidos para o modelo em questão, permitirá somente a aplicação de cargas nas direções pertinentes,
etc. Além de processar o modelo mais rápido, pois não necessita resolver os graus de liberdade não
permitidos.

Selecione um dos seguintes tipos de modelos:


Pórtico · Modelo bi-dimensional, onde as cargas atuam no plano do modelo.
Plano · Elementos finitos de estado plano de tensões.
Grelha · Modelo bi-dimensional, onde as cargas atuam perpendicularmente ao plano do modelo.
Plana · Elementos finitos de flexão de placa.
Pórtico · Modelo geral tri-dimensional.
Espacial · Elementos finitos combinados de estado plano de tensão e flexão.
Treliça · Modelo de treliça tri-dimensional; todas as barras são assumidas como bi-rotuladas. Não
podem ser definidos elementos finitos.

Exibir Largura/Altura da Tela


Entre com as dimensões que deseja abrir a tela inicial do STRAP. Note que estas dimensões podem ser
alteradas a qualquer momento.

3.1.1 Assistente de Modelagem


O Assistente de Modelagem consiste em uma biblioteca de modelos parametrizados, como: pórticos planos,
grelhas, vários tipos de treliças, reservatórios, etc. A geometria e carregamentos básicos destes modelos
podem ser criados apenas definindo alguns parâmetros como: número de vãos, pé direito típico, etc. A
geometria e carregamentos criados no Assistente de Modelagem são levadas aos módulos regulares do
STRAP, onde podem ser alteradas ou completadas.

O Assistente automaticamente atribui propriedades e define apoios (que podem ser alterados pelo usuário no

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 129

módulo de Geometria do STRAP).

Após serem digitados todos os parâmetros, o Assistente exibe a estrutura na tela, onde, na parte inferior
existirão algumas opções para revisar parâmetros (número de vãos, etc) e dimensões. Note que nesta
etapa, somente serão revisados parâmetros e dimensões, mas não a forma básica da estrutura. Ao
definir um modelo pelo Assistente de Modelagem as linhas de cotas são automaticamente incorporadas ao
modelo.

Veja um exemplo 129 de definição de um modelo utilizando o Assistente de Modelagem, ou clique em:
Pórtico Plano 133
Grelha 134
Pórtico Espacial 134

Treliça 136

Para ler sobre como incluir um modelo parametrizado no Assistente, ver o tópico: Assistente - Adicionar
novos modelos 1007

3.1.1.1 Exemplo

Geometria
A geometria do modelo é criada pela definição de alguns parâmetros. Por exemplo, os nós e barras do
Pórtico Plano é definido especificando quatro parâmetros: Número de vãos, número de pisos, vão típico e
pé direito típico.

OK
Digite os parâmetros nos campos correspondentes e clique no botão .

O programa cria o modelo de acordo com os parâmetros digitados (após clicar em OK, aparecerão caixas
onde o usuário pode especificar as propriedades de vigas e colunas e carregamentos permanentes e
acidentais), exibe-os na tela e permite revisões 131 da geometria via a caixa de dialogo localizada na parte
inferior da tela.

Nota:
· o programa cria os modelos no plano global X1-X2. Para criar o modelo no plano X1-X3, selecione este
plano no menu Configurações - Diversos - Adicional na tela de entrada do STRAP (onde aparece a lista
de modelos).

Propriedades
A janela seguinte somente aparecerá caso os comandos de propriedades estiverem inclusos no arquivo de
comandos do assistente para o modelo selecionado. Um menu diferente é exibido na definição das
propriedades no módulo de geometria (apresentando mais opções de definição de propriedades).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


130 MANUAL STRAP

Pular - Não definir a propriedade para o grupo de barras/elementos referentes a janela


Pular todas - Não definir a propriedade de nenhum grupo de barras/elementos remanescente; pular
direto para a definição das cargas.

Carregamentos
Os menus abaixo somente aparecerão caso os comandos de cargas tenham sido introduzidos no arquivo de
comandos para o modelo selecionado.

Nestes menus o usuário pode definir vários valores de cargas e fatores de combinações. O programa irá
gerar uma série de carregamentos baseados nestes valores (estas cargas poderão ser vistas e revisadas no
módulo de Cargas do STRAP). Por exemplo, no modelo do Pórtico Plano, temos o seguinte menu:

Cargas Permanente/Acidental - Carga uniforme por unidade de comprimento (nas unidades padrões
especificados)
Fator de Peso Próprio - Digite '0' caso não queira aplicar o peso próprio na estrutura.
Pular - Não definir cargas no caso de carga atual.
Pular todas - Não definir nenhuma carga no modelo.

Após esta caixa, serão exibidas 2 outras semelhantes:


Título da Caixa de Dados Requeridos
Diálogo
Carregamento de Vento na coluna esquerda
vento uniforme:
Vento na coluna direita
Combinações: Fatores para:
- Carga Permanente + Carga Acidental (CP + SC)

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 131

- Carga Permanente + Carga Acidental + Vento (CP + SC + Vento)


- Carga Permanente + Vento (CP + Vento)
O programa irá criar os seguintes 09 carregamentos:
Carregamento Descrição
1 - CP - Carga Permanente CP x 1.0
2 - SC - Sobrecarga SC x 1.0
3 - Vento Vento x 1.0
4 - CP + SC CP x fator máx. + SC x fator - em todos os vãos
- CP x fator máx. + SC x fator
- CP x fator mín.
5 - CP + SC(cargas alternadas) Similar a combinação 4
6 - CP + SC CP x fator máx. + SC x fator- todos os vãos
7 - CP + SC + VENTO Cargas x 2º conjunto de fatores (acima)
8 - CP + VENTO - 1 CP x 1.0 + VENTO x fator
9 - CP + VENTO - 2 CP x fator máximo + VENTO x fator

Os carregamentos podem ser definidos no Assistente para os seguintes modelos:


Pórtico plano 1000 Pórtico treliçado 994
Vierendeel 1007 Treliça triangular 1004
Tesoura Cross diagonal truss 993
Tesoura com colunas 1006 Tesoura Warren (a) 996
Tesoura triangular 1003 Tesoura Warren (b) 996
Tesoura de banzos retos Tesoura Howe 998
1000
Tesoura trapezoidal 1005 CViga contínua 992

Vide Carregamentos 321 para obter mais informações sobre a definição dos carregamentos.

3.1.1.2 Editar Dimensões

O Assistente cria o modelo de acordo com os parâmetros indicados pelo usuário. O modelo é desenhado na
tela, e o programa ainda permite ao usuário revisar as dimensões e alguns parâmetros, manipulando com a
Caixa de Diálogo que aparece na parte inferior da tela:

Nº de vãos/pisos
Selecione esta opção para alterar os parâmetros exibidos na linha inferior. O cursor salta para a parte inferior
OK
da tela. Quando o Botão for selecionado, o modelo será redesenhado de acordo com os novos
parâmetros alterados.

Dimensões
Utilize esta opção para revisar as dimensões cotadas no modelo. Mova o cursor ara próximo da dimensão
que deseja revisar. Esta dimensão ficará realçada por um pequeno blip ; clique com o mouse e digite a
nova dimensão.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


132 MANUAL STRAP

· Para revisar somente a dimensão selecionada, clique na primeira opção. Caso deseje alterar todas as
dimensões que sejam iguais a selecionada e estejam na mesma linha de cota que ela, clique na segunda
opção.
· Caso deseje revisar outra dimensão, clique nela e prossiga da mesma forma. Caso não queira mais
revisar, pressione a tecla [Esc] ou clique no botão direito do mouse, então o programa redesenhará o
modelo com as novas dimensões.
As dimensões em cinza não podem ser revisadas, são apenas informativas.

Cancelar
Sair do Assistente de Modelagem sem salvar o modelo e retornar ao menu preliminar.

OK
Para entrar no Módulo de Geometria regular do STRAP, onde pode-se definir os nós, barras, elementos,
apoios, etc.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 133

3.1.1.3 Exemplos de Pórtico Plano

Para maiores detalhes ver Apêndice

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


134 MANUAL STRAP

3.1.1.4 Exemplos de Grelha

Para maiores detalhes ver Apêndice


3.1.1.5 Exemplos de Pórtico Espacial

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 135

Para maiores detalhes ver Apêndice

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


136 MANUAL STRAP

3.1.1.6 Exemplos de Treliças

Para maiores detalhes ver Apêndice

3.1.2 Linhas de Eixo


Cria linhas de eixos paralelas aos eixos globais que servem de base para o novo modelo estrutural.
· o programa cria uma grelha de nós no plano perpendicular ao eixo de altura.
· barras e elementos planos não são criados nesta opção; Pilares podem ser definidos mais tarde usando
os nós usando a opção Barras - Pilares 183 e as vigas e lajes dos pisos podem ser definidas com os
vários comandos da geometria.
· linhas de eixo definidas aqui podem ser revisadas na Geometria com a opção Linhas de Eixos 62 .

Definir linhas de eixo em ambas as direções:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 137

Especifique os parâmetros para cada direção, por exemplo:

As linhas de eixo são adicionadas à tabela; a seguinte caixa de diálogo apresenta as linhas criadas para os
parâmetros acima. Para modificar as linhas selecione uma das seguintes opções:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


138 MANUAL STRAP

OK
Clique em quando a definição dos eixos estiver completa. O programa criará as linhas de eixo e os
nós nas interseções destas, e depois entrará no módulo de definição da Geometria do STRAP.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 139

3.2 Geometria - Menu Principal


O programa exibe a tela de definição da geometria do modelo. O menu principal de comandos para a
definição da geometria (nós, barras, elementos, apoios, etc) é exibido no lado direito da tela.

Definição dos nós 140 , incluindo:


· definição dos nós pelas coordenadas.
· definição dos nós por equações (onde os nós já podem ser conectados por barras
ou elementos finitos).
· mover nós (e as barras/elementos conectados a eles).
· alterar o sistema de coordenadas do modelo (cartesiano ou cilíndrico).

Definição de apoios e diafragmas rígidos.

Definição de elementos de barra 176 , incluindo:


· definição da barra (entre dois nós).
· propriedades
· materiais
· vínculos (articulações)
· offsets rígidos (excentricidades)
· orientação dos eixos locais

Definição de elementos finitos planos 219 quadriláteros e triangulares, incluindo:


· definição dos elementos
· propriedades
· materiais (incluindo materiais ortotrópicos)

Definição de apoios elásticos (molas 167 ).

Definição de elementos sólidos 266 , incluindo:


· definição dos elementos sólidos por extrusão ou rotação de elementos planos,
podendo ter de 4 a 8 vértices.
· materiais
Nota: o módulo de Pontes não resolverá modelos que contenham elementos
sólidos.

Definição de elementos de Parede 274 e sua localização.

Faz cópias 257 de uma parte selecionada do modelo, incluindo nós,


barras/elementos, propriedades e vínculos. As cópias podem ser geradas por
translação, rotação ou espelhada.

Para adicionar um submodelo 292 , que pode ser uma cópia de parte do modelo
principal, ou criado pelo usuário, ou um modelo existente. Utilize esta opção para
estruturas repetitivas, como pisos típicos, para reduzir a entrada de carregamentos
e o tempo de processamento da matriz de rigidez.

Definir oEstágios 304 'estágio' de construção. Propriedades e apoios podem ser


definidos em cada estágio e barras/elementos podem ser removidos/restaurados.

Barra de menu superior:

Notas:
· Veja também o tópico Modo Comando para detalhes de geração da geometria via comandos de teclado

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


140 MANUAL STRAP

3.3 Nós
Através do menu NÓS, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir os nós, deletá-los,
movimentá-los, renumerá-los, unificá-los e definir o sistema de coordenadas globais para a definição dos
próximos nós.

Quando o ícone nó for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes opções:

Definição de Nós 140 um a um, por suas coordenadas.

Definição de uma série de nós 146 ao longo de uma linha, com espaçamento constante
entre eles. Quando esta opção for utilizada no Sistema de coordenadas cilíndrico, os
nós serão dispostos ao longo de um arco.
Definição de uma série de nós ao longo de uma linha, com espaçamento variável 148
entre eles. Quando esta opção for utilizada no Sistema de coordenadas cilíndrico, os
nós serão dispostos ao longo de um arco.
Definição de uma grelha 149 de nós. O programa pedirá para o usuário definir uma linha
de 'base' e uma de 'altura' (semelhante às 2 opções de Linha acima) pela
especificação de 3 vértices. Quando esta opção for utilizada no Sistema de
coordenadas cilíndrico, este comando criará arcos paralelos ou concêntricos.
Definição de nós através de equações 152 , como: parábola, esfera, cilindro, etc. Esta
equação pode ser escolhida dentre as já existentes na Lista de Equações do
programa ou uma outra definida pelo usuário. Esta opção ainda permite que o usuário
conecte os nós gerados por barras ou elementos planos.
Esta opção permite mover 156 os nós selecionados por translação e/ou rotação para
uma nova localização ou alterar o espaçamento de uma linha ou grelha de nós
existente.
Deletar 160 os nós selecionados. Só poderão ser deletados os nós que não estiverem
conectados a barras ou a elementos.

Atribuir uma nova numeração 161 aos nós selecionados.

Seleção do Sistema de Coordenadas 163 para a definição dos nós:


· Plano Cartesiano: podendo ser paralelo a um plano global ou definido arbitrariamente
no espaço.
· Sistema de Coordenadas Cilíndrico.
O programa procura nós que estejam as mesmas coordenadas. Estes nós são
deletados, exceto um, onde o modelo será unificado 165 nesta localização.

3.3.1 Nós - Definir


Com esta opção o usuário pode criar nós (um a um) em qualquer coordenada no modelo.

A Caixa de Diálogo padrão para definição de Nó é:

Dicas:
Para finalizar a definição dos nós, pode-se utilizar uma das seguintes opções:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 141

· Clicar em Finalizar;
· Pressionar a tecla [ESC] (este recurso só é válido se estiver definindo os nós com o movimento do cursor
na tela),
· Clicar com o botão direito do Mouse, quando estiver sobre a janela principal (onde o modelo aparece
desenhado),
· ou clicar com o cursor do mouse na mesma localização do último nó definido. Caso esteja locando os nós
com o mouse se movimentando na tela, basta clicar novamente na mesma localização do último nó
(dando um duplo clique para definir o nó e acabar a definição). Caso esteja digitando as coordenadas
diretamente na caixa de diálogo, basta pressionar a tecla [Enter] (ou clicar no botão OK) sem modificar as
coordenadas do último nó definido.

Modelo Plano:
Existem 2 métodos de geração dos Nós:
· Mover o cursor com o mouse na tela e clicar quando este estiver na localização correta (caso seja
necessário, pode-se ajustar o Passo 17 para facilitar a localização correta do nó).
· Mover o cursor para a caixa de texto X1= e digite o valor da coordenada, ou diretamente o valor da

coordenada X1. Também pode-se clicar nas setas de cada coordenada do nó para ajustar o valor.
Repita o procedimento para a coordenada X2, e em seguida clique no botão OK.

Para alternar entre os dois métodos de locação dos nós no modelo (movendo o mouse ou digitando
diretamente as coordenadas), pode-se pressionar a tecla [F6] ( tem o mesmo efeito de clicar no botão Tela)

Modelo Espacial
A coordenada X3 deve ser definida através da Caixa de Diálogo:

· Mova o cursor para a caixa de texto da coordenada X3, e digite o valor desta ou clique no botão para
aumentar ou diminuir o seu valor, de acordo com o Passo 17 .

Note que se você mantiver pressionado o botão esquerdo do mouse até que o cursor esteja na caixa de
diálogo, então as coordenadas X1 e X2 serão as mesmas da última posição do cursor do mouse quando o
botão esquerdo deste foi clicado.

· Defina as coordenadas X1, X2 como explicado no Modelo Plano.

Note que o cursor pode movimentar-se em qualquer plano no espaço, designado como Plano de trabalho.
Por padrão o programa seleciona o plano Global X1-X2 como plano de trabalho. Mas o usuário pode
especificar como plano de trabalho qualquer plano Global ou um plano definido no espaço por 3 nós.

Ver também:
Opções Adicionais 142
Sistema de Coordenadas Cilíndricas 163

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


142 MANUAL STRAP

3.3.1.1 Opções Adicionais

Coordenadas (mesmo que 01 nó existente)


· Especifica que uma ou mais coordenada global é idêntica a respectiva coordenada de um nó existente:

· Selecione as coordenadas globais marcando suas caixas de seleção .


· Clique no botão ou pressione a tecla [F8] no teclado.
· Selecione um nó existente; Mova o cursor para as
proximidades do nó, quando este estiver realçado, clique o
mouse; ou digite o número do nó diretamente na caixa de
diálogo e pressione [Enter].

Intersecção
Intersecção por nós

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 143

Utilizando o cursor , Defina duas linhas, selecionando os nós inicial e final de


cada uma; será criado um novo nó na intersecção destas duas linhas.

Por exemplo, criar um nó no centro do quadro ao lado:

Selecione nesta ordem os nós 5 e 16 (primeira linha) e 6 e 15 (segunda linha)


Intersecção por coordenadas
Semelhante a opção acima, mas deve-se definir as duas linhas indicando as coordenadas iniciais e
finais.

Centro da Linha
Cria um nó no meio de uma linha imaginária que conecta os dois nós existentes.
· selecione o nó inicial e final da linha.

Perpendicular
Com esta opção pode-se definir um nó (seja criar um nó, definir o início/final de uma linha de nós, especificar
a nova localização de um nó de referência, etc):
· Por um offset (distância) dada a partir de um nó (sendo esta distância dada sobre uma linha perpendicular
a uma outra definida pelo usuário). (Esta distância pode ser especificada diretamente ou relacionada com
a intersecção com outra linha ou arco).
· Pela intersecção entre uma linha (definida por 2 nós) e a linha perpendicular a esta que passa por um nó
selecionado pelo usuário.
· Pela intersecção entre uma linha (definida por 2 nós) e as linhas perpendiculares a esta que passam por
nós selecionados pelo usuário

a uma linha
Selecione os nós 1 e 2 (nesta ordem); o novo nó será criado na linha imaginária perpendicular a linha 1-2,
passando pelo nó 1, de acordo com uma das seguintes opções:

Distante da linha

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


144 MANUAL STRAP

· Especifique uma distância entre o nó a ser criado e o nó 1. Note que valores positivos cria o nó do lado
esquerdo para um observador que esteja no nó1 olhando para o nó 2 (no exemplo acima, o valor seria
negativo).
· Especifique outra linha (selecionando mais 2 nós); o novo nó será criado na intersecção entre as duas
linhas (no exemplo acima, selecionaríamos os nós 3 e 4 ).
· Especifique um arco (selecionando 3 nós pertencentes ao arco); o novo nó será criado na intersecção
entre a linha e o arco.
A um nó
Selecione os nós 1, 2 e 3 (nesta ordem); o novo nó é criado na perpendicular entre o nó 3 e a linha
imaginária entre os nós 1 e 2.
Nós
selecione os nós 1 e 2, então selecione uma série de nós usando a opção de seleção padrão de nós 21 ;
os novos nós serão criados na perpendicular destes nós sobre a linha que une os nós 1 e 2.

Eixos (intersecção)
Define um Nó na intersecção de quaisquer 2 linhas de eixo. Por exemplo:

Note que esta opção não estará disponível quando um DXF de fundo estiver sendo exibido.

DXF
Esta opção só é mostrada quando algum desenho DXF tiver sido carregado como "pano de fundo".
O programa só permite a criação de nós com a utilização das extremidades de linhas do DXF.
As extremidades das linhas do DXF não serão selecionada com um .

Adicionar Barras
O programa define automaticamente uma barra entre os nós que forem sido definidos. O número da barra e
o número da propriedade podem ser especificados aqui; quando definir uma linha ou grelha de nós o
programa gerará uma linha ou grelha de barras.
Nota:
· para uma linha/grelha - o número da barra especificado é assumido com o nº da primeira barra gerada; as
demais barras são geradas com numeração consecutiva (se existir uma barra com o mesmo número o
programa utilizará o próximo número disponível).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 145

3.3.1.2 Opções Adicionais - Mais

Intersecção de uma linha e um plano


· Selecionar quaisquer 3 nós que definam um plano.
· Selecionar quaisquer 2 nós que definam uma linha.
Os 5 nós não podem pertencer ao mesmo plano.

Selecionar nós adicionais


Selecione uma série de nós; o programa criará nós na intersecção do plano e das linhas
que forem paralelas à linha original, mas passando através dos nós adicionais. Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


146 MANUAL STRAP

Intersecção entre uma linha e um cilindro


O novo nó é criando pela intersecção entre um cilindro e
uma linha:
· Selecionar quaisquer 3 nós que definem um círculo do
cilindro (o programa assume que o cilindro se estende
infinitamente em ambas as direções).
· Selecionar quaisquer 2 nós que definam uma linha.
Nota:
· Existem 2 pontos de intersecção; o novo nó será criado
pelo ponto mais próximo do nó de extremidade da linha.

Selecionar nós adicionais


Selecione uma série de nós; o programa criará nós na intersecção do cilindro e das linhas que forem
paralelas à linha original, mas passando através dos nós adicionais.

Coordenadas de 3 nós existentes


Selecionar os 3 nós:
· O 1º nó: coordenada X1 existente = coordenada X1 do novo nó.
· O 2º nó: coordenada X2 existente = coordenada X2 do novo nó.
· O 3º nó: coordenada X3 existente = coordenada X3 do novo nó.

3.3.2 Linha de Nós Equidistantes


Com esta opção, pode-se facilmente criar uma linha de nós, onde o espaçamento entre eles é sempre o
mesmo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 147

Para definir a linha:


· Defina a localização do nó inicial da linha (como explicado em Nó 140 ).
· Defina a localização do nó final da linha, clicando na localização com o mouse, ou digitando coordenadas
na seguinte caixa de diálogo:

onde:
X1,X2,X3 = Coordenadas globais.
dX1, dX2, dX3 = Distâncias em relação ao nó inicial da linha.
Mova o até que os valores das coordenadas desejadas sejam exibidas ou digite os valores das
coordenadas nas caixas de texto.
· Especifique o número de segmentos da linha. Para 'n' nós (incluindo os nós de extremidade), existem
sempre 'n-1' segmentos.

Exemplo:

· Mova o para: X1 = 0.0 X2 = 0.0 clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas na
caixa de diálogo na parte inferior da tela e clique em OK)
· Mova o para: X1 = 6.0 X2 = 0.0 clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e
clique em OK)
· Especifique 4 segmentos

Opções adicionais:
Opções Adicionais 142 (Definir as mesmas coordenadas que um nó existente ; Definir um nó na intersecção
de 2 linhas).
Definir um arco 147 (Sistema de coordenadas cilíndrico).

3.3.2.1 Arco de Nós Equidistantes

Com esta opção define-se nós igualmente espaçados ao longo de um arco:


· Especifique o Sistema de Coordenadas como Cilíndrico, como explicado em Sistema - Cilíndrico 163 .
· Selecione os nós iniciais e finais como explicado em Linha - Eqüidistante 146 , exceto pela Caixa de
Diálogo que será:

Notas:
ú O movimento do mouse é relativo ao sistema cilíndrico. O movimento vertical do mouse, altera o valor
do raio, enquanto o movimento horizontal altera o ângulo.
ú Pode-se digitar na Caixa de Diálogo, tanto as coordenadas cilíndricas, quanto as coordenadas globais
(X1,X2,X3) dos nós.
· Digite o número de segmentos que será dividido o arco.
· Define a direção do arco em torno do Eixo de Altura do sistema cilíndrico:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


148 MANUAL STRAP

Exemplo:

· Defina o nó inicial como: R = 1.0 Ang = -60.0 H = 0.25.


· Defina o nó final como: R = 1.8 Ang = 35.0 H = 0.75.
· Especifique 3 segmentos.
· Selecione Anti-horário.

3.3.3 Linha de Nós não Equidistantes


Utilize esta opção para definir uma linha de nós onde o espaçamento entre eles não é constante.
· Defina a localização dos nós inicial e final da linha, como explicado em Linha - Equidistante 146 .
· Indique a localização dos nós intermediários ao longo da linha movendo o cursor ( ) e clicando como
mouse, ou digitando valores na caixa de diálogo da parte inferior da tela e clicando em OK:
A caixa de diálogo que aparecerá na parte inferior da tela é a seguinte:

onde:
dD = Distância em relação ao último nó definido na linha medida ao longo da linha.
dX1,dX2,d = Distância em relação ao último nó definido na linha, tomando por base as
X3 coordenadas globais.
D = Distância desde o nó inicial da linha medida ao longo da linha.
Note que somente dX1, dX2 ou dX3 (o eixo que estiver mais próximo da linha) e não dD obedecerá oPasso
17 indicado pelo usuário, este artifício é muito conveniente quando é somente conhecida a projeção dos

espaçamentos no eixo global.

Dicas:
· Na maioria dos casos é mais conveniente digitar os espaçamentos diretamente na caixa de diálogo.
· Para finalizar a definição dos nós intermediários, pode-se clicar com o mouse fora da linha, ou seja, depois
da localização do nó final.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 149

· Mova o para a localização do Nó 1 e clique o mouse.


· Mova o para a localização do Nó 4, ou digite: dX1 = 8.0, dX2 = 2.0
e clique no botão OK.
· Mova o ao longo da linha até que a caixa fique com dX1 = 3.0 e
clique o mouse (ou digite diretamente o valor); o Nó 2 foi criado.
· Mova o ao longo da linha até que a caixa fique com dX1 = 2.5 e
clique o mouse (ou digite diretamente o valor); o Nó 3 foi criado.
· Mova o para fora da linha e clique o mouse ou clique em Fechar
Ver também:
Opções Adicionais 142 (Definir nas mesmas coordenadas que um nó existente ; Definir um nó na intersecção
de 2 linhas)
Definir um arco 149 (Sistema de coordenadas cilíndrico)

3.3.3.1 Arco de Nós não Equidistantes

· Especifique o Sistema de Coordenadas como Cilíndrico, como explicado em Sistema - Cilíndrico 163 .
· Selecione os nós inicial e final como explicado em Linha - Geral 148 .
· Defina os nós intermediários como explicado em Linha -Geral 148 , exceto pela Caixa de Diálogo:

onde:
R, Ang, H = Localização do em relação a origem do sistema cilíndrico.
dR, dAn, dH = Distância entre o e o último nó definido no arco.
Exemplo: Definir o arco 1-9:

· Defina o nó inicial:
mova o para: R = 5.0 Ang = 180.0 ; clique o mouse ou
digite os valores diretamente na caixa de diálogo.
· Defina o nó final:
mova o para: R = 5.0 Ang = 0.0 ; clique o mouse ou
digite os valores diretamente na caixa de diálogo.
· selecione Horário

O cursor irá mover-se ao longo do arco:


· Defina os nós intermediários:
Nó 2 - Mova o para: R = 5.0 Ang = 150.0; clique o mouse ou digite os valores diretamente na caixa de
diálogo.
· Defina igualmente aos nós 3 a 8.

3.3.4 Nós - Grelha


Com esta opção pode-se facilmente definir uma grelha de nós, pela simples definição dos:
· Nós da "linha de base" da grelha;
· Nós da "linha de altura" da grelha.
O programa assume que o último nó da linha de base da grelha coincide com o primeiro nó da linha de
altura. Partindo disto, basta a definição de 3 nós para termos a forma geral da grelha.
A distribuição dos nós ao longo tanto da linha de base como a de altura, pode ser feita por 3 métodos:
· Igualmente espaçados: o usuário indica o número de segmentos em que a linha será dividida
(semelhante a Linha - equid 146 .)

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


150 MANUAL STRAP

· Desigualmente espaçados: o usuário indica as distâncias entre os segmentos da linha (melhor


explicado em Linha - não equid. 148 )
· Uma linha de nós existentes: a distribuição dos nós já está definida por uma linha de nós existente.

Exemplo:

Linha de base:
· especifique Igualmente espaçados
· mova o para: X2 = clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas na caixa de diálogo
X1 = 0.0 ; 0.0 ; na parte inferior da tela e clique em OK)
· mova o para: X2 = clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)
X1 = 16.0; 0.0 ;
· especifique 4 segmentos

Linha de altura:
· especifique Desigualmente espaçados
· mova o para: X1 = 16.0 X2 = 12.0 ;clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e
clique em OK)
· mova o para: dX2 = 3.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)
· mova o para: dX2 = 3.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)
· mova o para: dX2 = 4.0 ; clique o botão esquerdo do mouse (ou digite as coordenadas e clique em OK)

Ver também:
Opções Adicionais 142
Arcos Paralelos(Grelha) - Sistema de Coordenadas Cilíndricas 150

3.3.4.1 Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Quando o usuário estiver trabalhando no Sistema de Coordenadas Cilíndricas, a opçãoGrelha irá gerar uma
série de arcos paralelos; estes arcos podem estar no mesmo plano ou em planos paralelos (modelos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 151

espaciais). Esta opção é melhor explicada com exemplos:


Exemplo (a):

Linha de Base:
· especifique Igualmente espaçados
· mova o para: = 4.0 Ang = 180.0; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa
R
de diálogo.
· mova o para: R = 4.0 Ang = 0.0; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa
de diálogo.
· especifique nove segmentos
· selecione sentido Horário

Linha de Altura:
· especifique Desigualmente espaçados
· mova o para: R = 1.0 Ang = 0.0; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente na caixa
de diálogo.
· move ao longo da linha para:
· R = 3.0 Ang = 0.
· R = 1.5 Ang = 0 .
etc.

Exemplo (b):

Linha de Base:
· especifique Igualmente espaçados
· mova o para: = 3.2
R Ang = 180.0 H = 5.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente
na caixa de diálogo.
· mova o para: R = 3.2 Ang = 0.0 H = 5.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente
na caixa de diálogo.
· especifique 4 segmentos
· selecione sentido Horário
Linha de Altura:
· especifique Desigualmente espaçados
· mova o para: R = 3.2 Ang = 0.0 H = 0.0 ; clique o mouse, ou digite as coordenadas diretamente

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


152 MANUAL STRAP

na caixa de diálogo.
· especifique 3 segmentos

3.3.5 Equações
Esta opção permite ao usuário criar nós arranjados no espaço em qualquer forma (seja ao longo de uma
linha ou uma superfície) que possa ser expressa através de uma equação. As equações podem representar
formas planas (como: círculo, elipses, parábolas, etc) ou formas tridimensionais mais complexas (como:
esferas, cilindros, cones, etc). O usuário também pode pedir para programa conectar esses nós criados
com barras ou elementos finitos.
O usuário pode definir qualquer equação ou utilizar uma das equações existente na Lista de Equações do
programa.

As equações são definidas em função de constantes e variáveis; após selecionar a equação que deseja
utilizar o usuário deve fornecer ao programa os valores dessas constantes e variáveis.

O usuário ainda pode definir:


· A localização do ponto de referência.
· A numeração do primeiro nó formado pela equação.
· Se desejar conectar os nós criados com barras ou elementos finitos (a opção de gerar elementos só será
permitida em equações compatíveis).
Clique nas opções onde o cursor aparece como para obter mais detalhes do tópico:

A janela acima será exibida mostrando a lista de equações do programa:


· selecione qualquer outra equação para mais detalhes sobre seus parâmetros. Note que somente Linha -
Elipse 153 contem uma explicação dos menus.
· selecione "Usar equação definida" para uma explicação de como definir uma nova equação.

As equações são definidas em função de constantes e variáveis; após selecionar a equação que deseja
utilizar o usuário deve fornecer ao programa os valores dessas constantes e variáveis.
· Constantes: A, B, C, D, E, R
Normalmente representam dimensões (altura, raio, etc).
· Variáveis: U, V
Representam valores que variam, gerando os nós, dentro de um intervalo especificado para U e V.

Por exemplo, um meia-elipse é definida pela equação x²/A² + y²/B² = 1:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 153

É necessário fornecer ao programa os seguintes valores:


A - 0.5 * largura da elipse
B - 0.5 * altura da elipse
U - Variação do intervalo de 0.0 to 1.0 especificando o ângulo formado entre o eixo horizontal e qualquer
ponto da elipse, onde 0.0 representa 0° e 1. representa 180°.
Para definir, por exemplo, uma elipse de 45° a 135°, basta especificar U de 0.25 (45/180) até 0.75
(135/180).
Para definir uma elipse completa, especifique U de 0.0 a 2.0 (360/180).

Segmentos: Número de segmentos (espaços entre nós) que terão cada intervalo definido da variável U.
3.3.5.1 Linha - Elipse

Para exemplificar o comando de geração de nós de equações, a equação da elipse é explicada com
detalhes:

A forma geral de uma elipse é:

O programa pergunta as dimensões constantes A e B:

e o número de segmentos por intervalo U:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


154 MANUAL STRAP

U - Em referência a figura acima, a variável U representa o ângulo entre o eixo horizontal e cada
ponto da elipse, sendo que U de 0 a 1 representa metade de uma elipse completa (180º).
Por exemplo: para gerar uma elipse que começa no ângulo de 30º e termina no ângulo de
225º, basta definir U com "Valor inicial" = 0.1667 (30/180) e "Valor final" = 1.25 (225/180).
Segmento - Indica o número de espaços entre os nós da elipse. Por exemplo, no exemplo acima foram
especificados 12 segmentos, ou seja, esta elipse contém 13 nós (incluindo os nós inicial e
final).
Outro - Este botão serve para continuar especificando um número de segmentos diferentes em um
intervalo outro intervalo de U, o qual irá começar no final deste intervalo. Para o exemplo acima
poderíamos continuar definindo uma elipse que de 30º a 225º teria 12 segmentos (o que já foi
mostrado até agora) e de 225º até 360º teria mais 10 segmentos. Para isto, basta configurar
a janela como mostrado acima, clicar no botão Outro intervalo e especificar o Valor final =
2 (360/180) e Nº de segmentos = 10 . Para equações mais complexas, esta opção pode ser
utilizada para variar a densidade da malha de elementos finitos.

No quadro abaixo o usuário especifica o número do primeiro nó que será gerado e define a coordenada do
ponto de referência (No desenho acima o ponto de referência é o localizado na coordenada <0,0> ). Note
que a elipse é sempre gerada paralelamente ao plano global X1-X2.

Para finalizar, o usuário pode definir se deseja que o programa conecte os nós com barras (ou elementos,
para determinadas equações)

Selecione Finalizar caso queira criar somente os nós da elipse e Cancelar caso queira abortar a
construção da elipse.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 155

3.3.5.2 Equação definida pelo usuário

Com esta opção o usuário pode definir sua própria equação e salvá-la na lista de equações do programa.
Todas as equações devem ser definidas em termos das constantes A,B, .. , R e das variáveis U e V. Em
todas as fórmulas, os intervalos: U variando de 0 até 1 e V variando de 0 até 1; representa a forma completa
definida pela equação.
Por exemplo: Definir um círculo completo paralelo ao plano X1, X2. As equações que definem qualquer ponto
pertencente a um círculo são:

Assuma que U representa o ângulo q orientado no sentido anti-horário a partir do eixo X1 e podendo variar de
0 a 2p radianos. (Todos os ângulos são indicados em radianos). Então, U = 0. representa 0 radianos e U =
1.0 representa 2p radianos = 360°, logo, a equação que representa estes pontos é: R*cos(2p*U) =
R*cos(6.283185*U).
Na janela abaixo, devemos escrever as equações que definem X1, X2 e X3:

Digite: R*cos(6.283185*U)
e igualmente em X2. Digite: R*sin(6.283185*U)
Para X3: Simplesmente Pressione [Enter].

A equação pode ser adicionada a lista de equações (gravada no arquivo ASCII: FORM.DAT) clicando no
botão Salvar equação:

Defina o título que será exibido na lista de equações e a pergunta que aparecerá quando forem definidas as
constantes da equação:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


156 MANUAL STRAP

Por exemplo:
· defina o título da equação como Círculo.
· defina a pergunta para os parâmetros como Raio do círculo. Caso não seja digitado nada, o programa
exibirá a pergunta padrão: "Digite um valor".
· Defina a pergunta da variável U como:U = 0. até 1. gera um círculo completo (360º) ".

A equação agora está completa. Agora o programa começará a perguntar pelos valores e gerar os nós, como
explicado na equação da Elipse 153 .

3.3.6 Nós - Mover


Utilize esta opção para mover nós de sua localização atual para uma nova.

As barras e/ou elementos que estiver conectados a estes nós acompanharão o movimento do nós, ou seja,
caso queira mover uma barra/elemento, basta movimentar todos os nós de incidência da barra/elemento.
Caso somente um nó de uma barra (por exemplo) for movimentado, esta barra irá se deformar em relação a
barra original.
Clique nas opções onde o cursor aparece como para obter mais detalhes do tópico:

IMPORTANTE:
· Sub-modelos: Se todos os nós do modelo principal nos pontos de ligação do sub-modelo são movidos
igualmente, o programa move todos os nós do modelo de acordo com o especificado; senão o programa
não move o sub-modelo e criar diafragmas rígidos entre o ponto de ligação e a nova localização do nó de
ligação no modelo principal. Ver maiores informações em to Sub-modelo - Adicionar ao principal 300 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 157

3.3.6.1 Mover - Individual

Selecione os nós que deseja mover com a caixa padrão de Seleção de Nós 21 .
· Mover um nó: Após selecionar o nó desejado, mova o para a nova localização e clique com o mouse
(ou digite as coordenadas diretamente na caixa de diálogo).
· Mover vários nós: Após finalizar a seleção de nós, selecione um nó de referência e sua nova localização;
todos os nós selecionados serão movidos pela mesma dimensão e ângulo no espaço.
Se o sistema de coordenadas for o Cilíndrico, os valores do raio, ângulo ou altura podem ser revisados para
os nos selecionados (relativo com a origem do sistema cilíndrico).

Exemplo:
Para o pórtico abaixo, aumentar a largura do 1º vão (entre os nós 1 e 2) para 5.0 m.

· selecione (por exemplo: por uma janela) todos os nós excetuando os nós pertencentes a linha 1-21.
· selecione o nó 2 como nó de referência.
· Mova o para a coordenada X1 = 5.0 e dX1 = 1.0
· clique com o mouse, ou digite um dos parâmetros (X1 ou dX1) na caixa de diálogo e clique em OK

Note que caso fosse selecionado somente os nós da linha 2-22, a distância entre os nós da linha 1-21 para a
linha 2-22 seria revisada para 5.0m, mas a distância entre as linhas 2-22 e 3-23 seria alterada para 3.0m.

Opções Adicionais:
· definir o ponto de referência na intersecção de linhas definidas por nós existentes ou coordenadas
· selecionar os pontos de extremidade das linhas de um desenho DXF
· usando a mesma coordenada (X1, X2 e/ou X3) de um nó existente:
Exemplo: selecione um nó de referência (um dos nós a serem movidos). Marque somente a coordenada
X3 no menu OPÇÕES ADICIONAIS, e clique no nó de referência (vermelho).
Certifique-se que as coordenadas relativas dX1 e dX2 estejam iguais a zero. Tecle [ENTER].
Pressionando a tecla [ F8] (ou clicando no respectivo botão da caixa OPÇÕES
ADICIONAIS), pode-se capturar uma ou mais coordenadas de um nó existente para servir
como orientação da nova localização do nó de referência:

Ver maiores informações - Opções Adicionais 142 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


158 MANUAL STRAP

3.3.6.2 Mover por rotação

Com esta opção pode-se rotacionar e transladar os nós selecionados.


A rotação e translação destes nós são definidas pelas novas localizações dos nós de referência; a nova
localização de cada nó de referência pode ser definida por outro nó existente ou por coordenadas. Os nós
de referência formam um plano e a rotação e translação deste plano são aplicadas a todos os nós
selecionados.

Existem 4 formas disponíveis: 2 delas mantêm a forma original da geometria copiada e as outras 2 esticam
ou encolhem o bloco copiado proporcionalmente, de acordo com as novas distâncias entre os nós de
referência:

Esta opção é melhor explicada por exemplos:

Exemplo 1:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 159

Rotacionar todos os nós do plano 1-2-3 para o plano 1-2-3'; onde "n" é qualquer no plano 1-2-3, mas fora da
linha 1-2, que é paralela ao eixo Global X2.
· A. Rotacionar o plano 1-2-3 para o plano 1-2-3" (sem alterar suas dimensões):
ú selecione a opção Selecionar 2 nós e o eixo Global = X2
ú selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
ú selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3' )
O plano é rotacionado em torno de X2 para o plano 1-2-3', mas como o plano não é esticado ou
encurtado, o nó 3 irá para a posição 3" e não 3', ou seja, o plano na verdade é rotacionado para 1-2-3".
· B. Rotacionar o plano 1-2-3 para o plano 1-2-3', alterando suas dimensões originais:
ú selecione a opção Selecionar 3 nós de referência
ú selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
ú selecione o nó 2 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
ú selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3')
O plano é rotacionado em torno de X2 para o plano 1-2-3' e é esticado, ou seja o nó 3 vai realmente para a
posição 3' e não 3" como no exemplo anterior.

Exemplo 2:
Rotacionar a base do pórtico espacial 1-2-3 para 1'-2'-3' e aumentar a altura de 4 para 4'
· selecione a opção Selecionar 4 nós
· selecione o nó 1 e sua nova localização (mesma localização - este nó não vai se mover)
· selecione o nó 2 e sua nova localização (localização do nó 2' )
· selecione o nó 3 e sua nova localização (localização do nó 3' )
(o programa irá esticar/encurtar a base do pórtico se as distâncias 1'-2', 2'-3' não forem iguais a 1-2, 2-3)
· selecione o nó 4 e sua nova localização (localização do nó 4' )
Note que todas as distâncias intermediárias na altura do pórtico serão 'esticadas' proporcionalmente.

3.3.6.3 Mover/Revisar espaçamento de Grelha de nós

Similar a Mover - Revisar o espaçamento de uma linha de nós 160 .


Especifique os 3 nós que definam as linhas de base e altura da grelha, respectivamente (sendo que o último
nó da linha de base é tomado como o primeiro da linha de altura).

O programa exibirá a caixa de diálogo mostrando os espaçamentos atuais entre os nós; altere o valor do
espaçamento, caso seja necessário.

Note que o programa irá ignorar os nós que não estejam no alinhamento dos nós das linhas de base e altura.
Ou seja, na grelha abaixo:

Os nós 17 e 18 não serão movimentados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


160 MANUAL STRAP

3.3.6.4 Mover/Revisar espaçamento de Linha de nós

Esta opção permite ao usuário alterar o espaçamento de todos os nós ao longo de uma linha em um
comando.

Exemplo:
Revisar o espaçamento de 4 x 1.5m. para 1.6, 1.5, 1.2 e 1.7.

Selecione os nós inicial (1) e final (5) da linha.

O programa realçará os nós 1 e 2 e mostrará a distância entre eles na Caixa de Diálogo:

O programa identifica que existem outros espaçamentos idênticos a este e pergunta se deseja alterar
somente este espaçamento ou todos os idênticos:

Para o exemplo atual, selecione a primeira opção e revise cada espaçamento individualmente.

3.3.6.5 Alterar somente uma coordenada

Revisa somente uma coordenada dos Nós selecionados:


· selecione os Nós usando a opção de Seleção Padrão de Nós 21
· selecione a coordenada global (X1/X2/X3) e especifique o valor.

3.3.7 Nós - Deletar


Com esta opção o usuário pode deletar (apagar) nós dos modelos. Só poderão ser apagados nós que não
estiverem conectados nem a barras nem a elementos.

Para fazer a seleção dos nós, utilize a caixa de Seleção Padrão de Nós 21 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 161

Nota:
· Os nós que não estiverem conectados a barras nem a elementos serão ignorados pelo programa; estes
nós podem ser deletados do modelo, mas isso não é absolutamente necessário.

3.3.8 Nós - Renumerar


Utilize esta opção para renumerar nós existentes:

Renumerar nós individualmente


Selecione os nós utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .
Note que a ordem de seleção é importante, pois, os nós serão renumerados de acordo com a ordem
que forem selecionados:

Digite a nova numeração do primeiro nó. A renumeração será feita seqüencialmente; caso exista um número
que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados entre os nós.
Exemplo:
· selecione os nós 41, 42 e 43 (nesta ordem se forem selecionados com a opção Individual da caixa de
seleção).
· especifique 75 como numeração do primeiro nó.
· os nós serão renumerados para 75,76 e 77 respectivamente.
· se, por exemplo, já existir um nó com o número 76, ele será automaticamente renumerado para 42.

Renumerar grelha de nós


Semelhante à opção de Renumerar - Linha de Nós 162 ;

O usuário deve definir a grelha de nós a ser renumerada, selecionando o nó inicial e final da linha de base e
final da linha de altura (nós dos vértices da grelha) e então informar o novo número do primeiro nó a ser

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


162 MANUAL STRAP

renumerado (nó inicial da linha de base).

Renumerar linha de nós


Utilize esta opção para renumerar todos os nós de uma linha:
· Selecione o primeiro e o último nó da linha.
· Digite o novo número do primeiro nó da linha; os demais nós serão renumerados seqüencialmente; caso
exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados entre
os nós.

Renumerar arco de nós


Utilize esta opção para renumerar todos os nós pertencentes a um arco:
· Selecione os nós inicial e final do arco.
· Selecione qualquer outro nó pertencente ao arco.
· Digite a nova numeração do primeiro nó do arco.
O programa vai identificar todos os nós definidos no arco e renumerá-los sequencialmente.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados
pelo nó do arco e pelo outro nó.

Renumerar em relação a um plano


Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em
mais de um plano. Note que os plano não precisam ser paralelos entre si.
· Selecione os nós que deseja renumerar (utilizando a janela Seleção Padrão de Nós 21 ).
· Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção
de 3 nós (deste que não estejam em linha).
· Especifique a nova numeração do primeiro nó.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:


· Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó
define o eixo x2r; o eixo x3 r é determinado pela regra da mão direita.
· O programa renumera os nós seqüencialmente, de acordo com a coordenada x3r, começando pelos nós
do plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam nós dos dois lados do plano de renumeração o programa
renumera primeiro todos os nós de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r) e depois os nós do
outro lado.
· Para os nós que tiverem a mesma coordenada x3r, o programa renumera de acordo com a coordenada x2r
, começando pela que tiver o menor valor.
· Para os nós que tiverem as mesmas coordenadas x3 r e x2 r, o programa renumera de acordo com a
coordenada x1r, começando pela tiver o menor valor.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro nó, o programa irá trocar os números usados
entre os nós.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos
perpendiculares ao eixo global X1
· Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
· Especifique como 1 o novo número do primeiro nó.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 163

· Os nós no plano x1r -x2r são renumerados primeiro (1-6); os nós de baixo tem valores menores de x2r,
logo são numerados primeiros (1-2); dentre estes dois nós, o da esquerda possui valor menor de x1r, por
isso ele fica com o número 1.
· Após este, os demais planos são renumerados ( 7-12) e (13-18), obedecendo a mesma ordem.

3.3.9 Nós - Sistemas de Coordenadas


Por padrão, o se movimenta no plano X1-X2 (mesmo quando o modelo está rotacionado no espaço) e as
coordenadas de nós são definidas em relação a este Sistema de Coordenadas Cartesiano Global.

Esta opção permite ao usuário definir coordenadas em relação a outro sistema.

Pode ser definido como Sistema de coordenadas um outro Sistema Cartesiano ou um Sistema cilíndrico,
onde:
· O irá se movimentar ao longo do plano do Sistema Cartesiano (denominado "Plano de trabalho") ou ao
longo do arco do Sistema Cilíndrico.
· As coordenadas dos nós serão definidas em relação aos eixos deste novo sistema.

Existem duas opções possíveis:


· Plano de Trabalho 165
Definir o plano de trabalho por um dos três planos globais ou por um plano formado por 3 nós no modelo.
· Sistema Cilíndrico 163
Definir um Sistema de Coordenadas Cilíndrico. O cursor movimentará com a definição de um ângulo, raio e
altura em relação a uma origem arbitrada pelo usuário.

3.3.9.1 Sistema de Coordenadas Cilíndricas

As coordenadas dos nós também podem ser definidas em relação a um Sistema de Coordenadas Cilíndrico

No Sistema de Coordenadas Cilíndrico, as coordenadas utilizadas para a locação dos nós são:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


164 MANUAL STRAP

· Raio (R) ao invés de X1


· Ângulo (Ang) ao invés de X2
· Altura (H) ao invés de X3.

Para cancelar o Sistema Cilíndrico, basta definir um Plano de Trabalho 163 .

O sistema de coordenadas cilíndrico possui um eixo de Altura, que é um eixo central, não cilíndrico que deve
ser paralelo a um dos eixos Globais. Este eixo pode ser locado em qualquer ponto no espaço.

Configurando a janela abaixo, o usuário irá posicionar o eixo de Altura do Sistema.

A locação da origem depende da opção utilizada na definição do eixo de altura:


Eixo de Altura Sistema de Origem
· Paralelo ao Eixo Global: de acordo com a opção selecionada no menu
· Definido por 2 nós: no primeiro Nó selecionado
· Perpendicular a um no centro do círculo
círculo:
Por exemplo, caso o eixo X3 for escolhido como "Eixo de Altura" e arbitrarmos a origem do sistema em
algum ponto no espaço, o sistema de coordenadas cilíndrico será:

Além da opção Nó (a qual gera os nós um a um), as opções Linha equid., Linha não equid. e Grelha
também podem ser utilizadas no sistema de coordenadas cilíndrico.
Para ver mais detalhes destas opções:
Linha Equid. - definir um arco 147
Linha Não Equid. - definir um arco 149
Grelha - Sistema de Coordenadas Cilíndrico 150

Nota:
· Selecione uma das opções de Plano de Trabalho 165 (X1-X2, etc) para cancelar a opção de Sistema de
Coordenadas Cilíndricas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 165

3.3.9.2 Sistema - Plano de Trabalho

O Plano de Trabalho é um plano no espaço por onde o é movimentado. Por padrão, o plano de trabalho é
o plano global X1-X2.

Pode ser definido como plano de trabalho qualquer um dos 3 planos globais assim como um plano arbitrado
(selecionando 3 nós) definidos no espaço:

Caso o plano de trabalho seja um plano arbitrário não paralelo a algum plano global, as coordenadas
mostradas na caixa de diálogo inferior quando se estiver definindo nós serão "U, V e W", onde:

A origem do sistema está localizada no primeiro nó selecionado para a definição do plano de trabalho.
· U é o eixo que começa no primeiro nó e segue em direção ao segundo.
O valor de U é revisado movimentando-se o mouse horizontalmente.
· V é o eixo perpendicular ao eixo U e aponta na direção do terceiro nó.
O valor de V é revisado movimentando-se o mouse verticalmente.
· W é o eixo perpendicular ao plano U-V. O sentido positivo é determinado pela regra da mão direita 982 .
· O valor de W é revisado diretamente na caixa de diálogo inferior.

Notas:
· O plano de trabalho só tem efeito para a definição de nós.
· O programa automaticamente altera o plano de trabalho quando este for perpendicular (ou praticamente
perpendicular) ao plano da tela.

Exemplo:
Utilize o plano de trabalho para definir o nó 41 no telhado abaixo. É conhecida a localização do nó em
relação ao plano do telhado (como mostrado na figura), mas não em relação aos eixos globais.
· defina um Plano de trabalho Definido por 3 nós.
· selecione os nós 10, 20 e 30 nesta ordem para criar o plano de
trabalho U-V-W.
· selecione a opção nó; mova o até que U = 5.0 e V = 3.0 sejam
mostrados na Caixa de Diálogo inferior (note que o se
movimenta ao longo do plano de trabalho).

3.3.10 Nós - Unificar


Em certos casos, pode ser conveniente criar 2 Nós em uma mesma localização. Também não é incomum
isto acontecer em modelos onde foram criados planos separadamente pelos comandos Grelha e Equações.
Apesar destes 2 ou mais Nós terem a mesma localização no espaço, eles não estão conectados
fisicamente entre si.

O comando Unificar procura, em todo o modelo, por nós que tenham as mesmas coordenadas. Caso localize
estes nós, o programa automaticamente conecta todas as barras/elementos conectados a eles ao nó de
menor numeração (ou seja, revisa o nó JA, JB, JC ou JD do elemento). Os demais nós são deletados do
modelo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


166 MANUAL STRAP

· Especifique a "tolerância", nós separados por uma distância menor que este valor serão considerandos
como idênticos.
· Selecione:
Unificar todos os nós
o programa verificará o modelo inteiro.
Unificar somente os nós selecionados
selecione os nós usando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .; o programa verificará somente estes
nós.

Exemplo:
As duas grelhas abaixo foram definidas de uma maneira que existem dois nós em todas as localizações ao
longo da linha em comum.
Os nós de extremidades das barras 53, 55, 84 e 86 (por exemplo) são os seguintes:
Antes do comando Após o comando
UNIFICAR: UNIFICAR:

Barra JA JB Barra JA JB

53 63 64 53 63 64

55 73 74 55 73 74

84 97 98 84 64 98

86 107 108 86 74 108

Antes da unificação:
· As barras 53 - 84 não estavam conectadas entre si.
· As barras 55 - 86 não estavam conectadas entre si.
Após a unificação:
· As barras foram conectadas.
· Os nós 77, 87, 97 e 107 foram deletados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 167

3.4 Apoios (Indeslocáveis)


Através do menu APOIOS, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir apoios indeslocáveis,
restringindo qualquer grau de liberdade (seja de translação ou rotação), e associar estes apoios a nós
selecionados.

Geralmente os nós são definidos em relação aos eixos globais, mas o usuário pode, através da opção de
apoio rotacionado, definir um apoio restringindo um grau de liberdade em relação a qualquer eixo arbitrado
no espaço.

O usuário também pode conectar nós rigidamente (em uma direção, em um plano ou em todas as direções)
através da opção de Ligações Rígidas.

Quando o ícone apoio for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes
opções:

Define Apoios Engastados 167 aplicados aos nós do modelo,onde todos os graus de
liberdade de translação e rotação relevantes ao tipo de modelo serão restringidas.
Define Apoios Engastados 167 aplicados aos nós do modelo,onde todos os graus de
liberdade de translação relevantes ao tipo de modelo serão restringidos.
Define outro tipo de apoio 167 , onde o usuário define quais graus de liberdade estão
restringidos e quais estão livres para transladar e rotacionar.
Definição de um Sistema de Coordenadas Local 168 de apoio (um sistema de
coordenadas para apoios que não estejam paralelos aos eixos globais). Nesta opção o
usuário também associa estes Sistemas Locais aos nós selecionados. O Sistema de
Coordenadas Local também pode ser associados para os apoios elásticos (Molas).
Define Ligações Rígidas 170 entre um grupo de nós (Nó mestre - Nó escravo). Estas
ligações podem ser rígidas em uma direção, em um plano ou em todas as direções.
Este recurso é muito útil para a definição de Diafragmas Rígidos, para simular a rigidez
de uma laje de piso.

Deletar apoios em nós selecionados, utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .

3.4.1 Definir Apoios


Selecione um dos tipos de apoios:
· Articul - Todos os graus de liberdade de translação relevantes são restringidos.
ado
· Engast - Todos os graus de liberdade de translação e rotação relevantes são restringidos.
ado
· Outro - Qualquer outra combinação de restrição aos graus de liberdade.
Os graus de liberdade relevantes para cada tipo de modelo são:
Translação Rotação em torno de:
Pórticos Planos X1, X2 X3
Grelhas X3 X1, X2
Pórticos Espaciais X1, X2, X3 X1, X2, X3

Caso seja selecionada a opção Outro, é necessário especificar o(s) grau(s) de liberdade que serão
restringidos.
Por exemplo, com a configuração abaixo os graus de liberdade de translação X2 e X3 estão restringidos, os
demais estão livres:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


168 MANUAL STRAP

Selecione os nós que deseja aplicar os apoios definidos com a janela de Seleção Padrão de Nós 21 .

3.4.2 Apoios Rotacionados


Geralmente os apoios são definidos em relação aos eixos globais, porém, eles podem ser definidos em
relação a qualquer sistema de coordenadas arbitrado no espaço.

· Este sistema de coordenadas arbitrado é chamado de Sistema de Coordenadas 'local' de Apoio, podendo
ser cartesiano ou radial. Podem ser definidos até 63 sistemas locais diferentes.
· Os sistemas locais são definidos e associados aos nós em opções diferentes:

ATENÇÃO:
· Apesar do apoio (ou mola) ser definido restringindo um grau de liberdade segundo um eixo local, as
reações de apoio fornecidas pelo programa no Módulo de Resultados são sempre relacionadas aos eixos
Globais. No exemplo acima, para saber a reação de apoio na direção do eixo local x2 devemos fazer a
composição (soma vetorial) das reações globais X1 e X2, fornecidas pelo programa.

Definir
A lista de sistemas de eixos locais é exibida, o usuário deve selecionar um dos sistemas existentes, ou
selecionar a opção Indefinido para definir um novo sistema.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 169

O sistema de coordenadas de apoio pode ser Cartesiano ou Cilíndrico:

· Cartesiano:
Um sistema local de apoio é definido
por 3 nós: JA, JB e JC, onde:
ú O eixo local x1 pertence a linha
JA - JB apontando na direção do
nó JB.
ú O eixo local x2 é perpendicular
ao x1 e aponta na direção do nó
JC.
ú O eixo local x3 é determinado
pela regra da mão direita.
No exemplo, os nós 1 e 2 definem o
eixo local x1, enquanto ambos 3 ou 4
podem ser selecionados para definir
o eixo local x2.

Atenção:
Os apoios (indeslocáveis ou
elásticos) que forem definidos
segundo um sistema de eixos local,
por default terão as
reações de apoio fornecidas segundo
o Sistema de Eixos
Global, porém o programa fornece
uma opção de obtermos
as reações segundo o Sistema de

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


170 MANUAL STRAP

Eixos Local.

· Cilíndrico:
O sistema é definido identificando-se apenas o eixo
central; Quando os nós são atribuídos ao sistema, o eixo
x1 é perpendicular a linha que liga o nó ao seu eixo.
Por exemplo:

O eixo central pode ser qualquer um dos eixos globais (X1, X2 e X3), ou pode ser definido por 2 nós
existentes.

Atribuir
· O programa exibe a lista dos sistemas locais; selecione um deles.
· Selecione os nós que o sistema local selecionado será atribuido utilizando a opção de Seleção Padrão de
Nós 21 .

Cancelar
"cancelando" o sistema local de apoio não apaga o apoio, apenas re-atribui o apoio ao sistema de
coordenadas globais.
· Selecione os nós utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .

Deletar um sistema de eixos locais


Clique na linha da lista onde está o sistema de eixos local que deseja deletar; o sistema local será deletado
automaticamente.

Todos os apoios (indeslocáveis) e molas (apoios deslocáveis) associados a este sistema serão convertidos
em relação aos eixos globais.

3.4.3 Ligações Rígidas


Esta opção permite ao usuário conectar nós rigidamente, onde todos os deslocamentos, na direção em que
os nós foram conectados rigidamente, serão os mesmos (esta opção também é conhecida como Nó mestre
- Nó escravo). A utilização destas ligações rígidas pode aproximar o comportamento estrutural do modelo
com o real, além de poder reduzir de modo significativo o tamanho da matriz de rigidez da estrutura,
reduzindo o tempo de processamento do modelo.

Um dos exemplos típicos de aplicação de Ligações Rígidas, é a definição de um Diafragma Rígido em


pisos de pórticos espaciais (edificações). Pode-se ligar rigidamente, no plano global paralelo ao plano do
piso, todos os nós de um determinado piso. Deste modo é possível simular o efeito de travamento da laje
sem ter que modelá-la com elementos finitos planos, o que consumiria um bom tempo de processamento do
modelo.

Notas:
· O programa arbitra automaticamente o nó de numeração mais baixa dentre os que estão conectados
rigidamente entre si como o Nó Mestre, os demais são assumidos como Nós Escravos.
· TODOS os apoios definidos nos Nós Escravos serão automaticamente transferidos para o Nó Mestre.
Este procedimento modifica as condições de contorno da estrutura, acarretando em resultados não
previstos. Este assunto é melhor explicado com exemplos mostrados no tópico Apoios em Nós Escravos
173 .

· De forma semelhante, TODAS as molas definidas nos Nós Escravos terão suas constantes de mola
SOMADAS no Nó Mestre. Modificando as condições de contorno do modelo.
· Submodelos: se as ligações rígidas são definidas em todos os nós ligados aos pontos de conexão de uma
instância (submodelo) com o modelo principal, o programa pergunta se o usuário quer definir as mesmas
ligações rígidas para todos os nós do submodelo.

Podem ser definidos 3 tipos de Ligações Rígidas: em todas as direções, em um plano ou em uma direção.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 171

Rigidez em todas as direções


Os nós selecionados serão conectados rigidamente em todos os graus de liberdade, ou seja, formarão um
bloco tri-dimensional rígido.
Para qualquer par de nós A e B, temos:
dB = dA + qA XA-B
onde: dA = deslocamento de A na direção do eixo global.
dB = deslocamento de B na direção deste eixo global.
qA = rotação de A em torno deste eixo global.
XA-B = a distância entre A e B na projeção deste eixo global.

Rigidez em um plano
Os nós selecionados terão um movimento de corpo rígido em um plano selecionado, mantendo a forma
original. Por exemplo:

Para qualquer par de nós A e B localizados no plano:


dB = dA + qA XA-B
onde: dA = o deslocamento de A
dB = o deslocamento de B
qA = a rotação de A
XA-B = a distância entre A e B
Note que o deslocamento perpendicular ao plano de cada nó pode ser diferente.
Esta opção é muito útil para a simulação de lajes em edifícios, criando um diafragma rígido no plano da laje,
sem ter que modelar a laje em elementos finitos, o que sempre eleva muito o número de graus de liberdade
da estrutura, elevando o tempo de processamento.
Esta opção também é particularmente importante na análise de sismos, onde se pode criar modelos de
múltiplos andares com relativamente poucos graus de liberdade.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


172 MANUAL STRAP

Rigidez em uma única direção


Os nós selecionados terão o mesmo deslocamento na direção global especificada.

Remover
Deletar as Ligações Rígidas (em todas as direções) dos nós selecionados.

Então selecione os nós a serem conectados rigidamente, especificando o tipo de ligação rígida:

Todos os nós selecionados


Todos os nós selecionados serão inclusos em uma única ligação rígida, ou seja, todos os nós serão
conectados rigidamente entre si.

Selecionar os nós com a mesma coordenada


Somente os nós que tiverem uma mesma coordenada específica serão inclusos num mesmo grupo de
Ligações Rígidas. Por exemplo, os 9 nós mostrados abaixo são selecionados para a aplicação de ligações
rígidas:

A criação de ligações rígidas depende da opção selecionada:

Note que a numeração dos grupos é relacionada com o nó de menor numeração pertencente ao grupo; ou
seja, os nós identificados com R1 estão ligados rigidamente entre si, mas não estão conectados
rigidamente com os nós identificados com R2.

Selecionar nós com as mesmas 02 coordenadas (X1 e X2, X2 e X3, X3 e X1)


Cria Ligações Rígidas entre os nós, em planos paralelos. Por exemplo, para criar as seguintes ligações
rígidas:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 173

· selecione Selecionar nós com as mesmas coordenadas X1 e X2


· selecionar todos os 8 nós
O programa divide os nós em 4 grupos de ligações rígidas como mostrado acima; os nós de cada grupo têm
idênticas coordenadas X1 e X2.

Tolerância
Apenas os nós selecionados com variação relevante definida em relação a coordenada do nó mestre serão
incluídos no grupo de ligações rígidas.
· Especificar o valor da tolerância de em relação a coordenada do nó mestre.

3.4.3.1 Apoios em nós escravos

TODOS os apoios definidos nos Nós Escravos serão automaticamente transferidos para o Nó Mestre (nó de
menor numeração entre os conectados entre si). Os seguintes exemplos vão ilustrar como este
procedimento pode afetar o modelo e levarmos a resultados inesperados.

Exemplo 1:
Figura (a): O quadro simplificado mostrado na Figura (a) possui um único apoio no vértice inferior esquerdo e
pode ser rotacionado em torno deste apoio.
Figura (b): Considere que os 4 nós deste quadro foram conectados com um Diafragma Rígido e que o Nó
Mestre está na posição mostrada na Figura (b): o modelo terá o comportamento esperado.
Figura (c): Entretanto, caso o Nó Mestre fosse o nó superior esquerdo, como indicado na Figura(c), o apoio
seria automaticamente transferido para este nó, nos fornecendo um comportamento errado da estrutura.

Exemplo 2:
Figura (a): O quadro abaixo possui dois nós apoiados, portanto ele não pode ser rotacionado.
Figura (b): Caso os 4 nós forem ligados com um Diafragma Rígido, o apoio do Nó Escravo será transferido
ao Nó Mestre, possibilitando a rotação do quadro!

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


174 MANUAL STRAP

O apoio do canto inferior esquerdo deve estar restringido na rotação em torno de X3 (X6) para prevenir a
rotação.

3.4.3.2 Ligação rígida linear

Conecta nós escravos a dois nós mestres; o deslocamento/rotação do nó escravo é a média dos
deslocamentos de 2 nós mestres, proporcionalmente às distâncias entre estes nós:

Selecione os nós escravos usando a opção padrão de


seleção de nós.

Selecione 2 ou mais nós mestres:

Selecionar 2 nós mestres


Todos os nós escravos são associados aos 2 nós
selecionados.

Selecionar vários nós


Cada um dos nós escravos selecionados é
associado a 2 nós mestres próximos:

Exemplo:
Uma laje definida como um submodelo está conectada a uma parede (laje definida com elementos planos e
parede definida com elementos de parede); o número de pontos de conexão deve ser um mínimo de modo a
reduzir o tempo de cálculo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 175

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


176 MANUAL STRAP

3.5 Barras
O usuário pode definir elementos de barra, especificando:
· Localização : Definindo seus nós de incidência.
· Propriedades : Definida por Constantes (A,I), dimensões, uma tabela de perfis, etc.
· Material : Atribuindo um material existente ou definindo um novo material.
· Eixos Locais : Especificando a direção dos eixos locais x1/x2/x3.
· Orientação : Especificando a orientação dos eixos de maior/menor inércia (em relação aos eixos
locais)
· Vínculos : Liberando a transmissão de esforços nas extremidades das barras.
· Offsets : Definindo um segmento infinitamente rígido nas extremidades das barras.

· Define 177 uma barra por vez, indicando ao programa seus nós de incidência.
· Define uma linha de barras, indicando ao programa os nós inicial e final da linha. O
programa localiza automaticamente os nós existentes ao longo desta linha e os
conecta com barras.
· Define uma sequência contínua de barras, onde o nó final de uma barra é o nó inicial
da próxima barra a ser criada.
Definição de uma grelha 180 de barras. A grelha é definida indicando ao programa os
nós inicial e final das linhas de base e altura da grelha, sendo que o último nó da linha
de base é o primeiro da linha de altura. O programa identifica todos os intermediários e
os conecta com barras. Note que é necessário que todos os nós da grelha já estejam
criados e que estes formem uma grelha regular.
Definição automática de uma série de barras 182 , onde todos os nós iniciais estão
dispostos sobre uma linha e os nós finais em outra linha. Este comando é muito útil
para a geração de diagonais (contraventos), etc.

Deleta 185 barras selecionadas.

Definir e atribui as propriedades 185 de uma seção transversal (incluindo o material da


seção) às barras selecionadas.
Liberação de esforços 206 nas extremidades das barras (articulações, furos oblongos).
Também se pode configurar barras para trabalharem somente a tração ou a
compressão, para simular tirantes ou escoras, por exemplo.

Define e atribui offsets 208 rígidos nas extremidades das barras.

Renumera 211 barras existentes.

Divide 214 uma barra existente em 'n' barras, caso existam nós intermediários
localizados ao logo do comprimento da barra.

Alterar a direção dos eixos locais 215 das barras.

As seguintes opções estarão disponíveis quando um estagio construtivo, além do Modelo Completo for
definido:
Definir/selecionar um Estágio 304 construtivo. Propriedades e apoios diferentes podem
ser definidos para cada estágio, e barras/elementos podem ser
desativados/restaurados.

'Desativar' barras num determinado estágio.

Restaurar barras num determinado estágio.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 177

3.5.1 Definir Barras


Definir:
· Uma Barra única 177
· Uma Linha de barras 178
· Um Arco de barras 178
· Uma Sequencia de barras 179 contínuas.
A opção de definição de barras é selecionada pelas opções do quadro abaixo, localizado no canto superior
direito da tela:

Todas as barras são automaticamente atribuídas com:


· O nº da barra e a Prop. são visualizadas na caixa de diálogo; para revisar estes números mova o para
a caixa, clique com o mouse e digite o novo número. (o número da propriedade pode ser selecionada

utilizando-se a opção .
· os Eixos Locais Padrão 977 definidos pelo programa.

3.5.1.1 Barra única

Com esta opção o usuário cria uma barra de cada vez, indicando ao programa os nós inicial e final
respectivamente. A barra criada é automaticamente associada com:
· O Número da Barra mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela.
· A Propriedade também mostrada na caixa de diálogo.
· os Eixos Locais Padrão 977 definidos pelo programa.

Exemplo: Criar uma barra entre os nós 21 e 32.

· selecione Definir

· mova o para as proximidades do nó 21 até que o mesmo fique realçado com um blip e Nó = 21
aparece na caixa de diálogo; clique com o mouse.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


178 MANUAL STRAP

· mova o para as proximidades do nó 32 até que o mesmo fique realçado com um blip e Nó = 32
aparece na caixa de diálogo. Note que o programa desenha uma barra a partir do nó 21 ao nó realçado.
duplo clique com o mouse.
· O nº da barra e a Prop. são visualizadas na caixa de diálogo; para revisar estes números mova o para
a caixa, clique com o mouse e digite o novo número. (o número da propriedade pode ser selecionada

utilizando-se a opção) .

Nota:
· Selecionar Quebrar nos nós intermediários para definir uma única barra com nós intermediários.

3.5.1.2 Linha de Barras

Para definir uma linha contínua de barras.


Todas as barras criadas são automaticamente associadas com:
· O nº da barra e a Prop. são visualizadas na caixa de diálogo; para revisar estes números mova o para
a caixa, clique com o mouse e digite o novo número. (o número da propriedade pode ser selecionada

utilizando-se a opção) .
· os Eixos Locais Padrão 977 definidos pelo programa.

Exemplo: Definir as barras de 50 a 52 -

· Marque a opção Linha reta (padrão) no canto superior direito da tela.


· Especifique Barra No. = 50 na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
· mova o para as proximidades do nó 10 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· mova o para as proximidades do nó 12 até que o mesmo fique realçado com um blip ; duplo clique
com o mouse.
· O programa identifica todos os nós intermediários entre os dois selecionados: nós 11 e 39, criando as
barras 50, 51 e 52; o nó 21 não está na linha 10-12, então será ignorado pelo programa.

Nota:
· Se a opção Quebrar nos nós intermediários, estiver desabilitada apenas uma barra será criada entre
os nós 10-12.

3.5.1.3 Arco de Barras

Utilize esta opção para definir uma linha de barras ao longo de um arco; Selecione os nós inicial e final do
arco (como na opção de Linha de Barras 178 ) e mais um nó adicional ao longo do arco.
Exemplo:
Definir as barras de 26 a 31:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 179

· Marque as seguintes opções no menu superior localizado no canto direito superior da tela:
Quebrar nos nós intermediários
Em arco
· Marque Barra nº = 26 na caixa de diálogo localizada no canto inferior da tela.
· mova o para as proximidades do nó 37 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· mova o para as proximidades do nó 43 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· mova o para as proximidades de qualquer nó entre o 38 e o 42 para identificar a localização do arco.
Quando o nó ficar realçado com um blip ; duplo clique com o mouse.

3.5.1.4 Sequência de Barras

Definir uma sequência contínua de barras com um mesmo comando, onde o nó inicial de uma barra é o nó
final da barra anterior.
· Clique no nó inicial da primeira barra da sequência; clique no nó final desta primeira barra; e então
continue clicando nos nós finais das próximas barras da sequência.

Todas as barras criadas são automaticamente associadas com:


· A primeira barra será associada ao número que estiver sendo exibido no campo Nº Barra exibido na caixa
de diálogo inferior. As próximas barras serão numeradas consecutivamente a partir da primeira.
· A Prop. são visualizadas na caixa de diálogo; para revisar estes números mova o para a caixa, clique
com o mouse e digite o novo número. (o número da propriedade pode ser selecionada utilizando-se a

opção) .
· os Eixos Locais Padrão 977 definidos pelo programa.

Exemplo:
Definir as barras 41 a 49.

· Marque as seguintes opções no menu superior localizado no canto direito superior da tela:
Quebrar nos nós intermediários
Sequencia com a barra anterior
· Marque Barra nº = 41 na caixa de diálogo localizada no canto inferior da tela.
· selecione o nó inicial e final da primeira linha de barras:
mova o para as proximidades do nó 24 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· selecione o nó inicial e final da primeira linha de barras:
mova o para as proximidades do nó 27 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· selecione o nó inicial e final da segunda linha de barras:
mova o para as proximidades do nó 56 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.
· selecione o nó inicial e final da terceira linha de barras:
mova o para as proximidades do nó 91 até que o mesmo fique realçado com um blip ; clique com o
mouse.

Nota:
· Se a opção Quebrar nos nós intermediários, apenas as 03 próximas barras serão criadas:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


180 MANUAL STRAP

3.5.2 Grelha de Barras


Utilize esta opção para criar uma grelha de barras, definindo a linha de 'base' e de 'altura' da grelha, conforme
segue:
· selecione o nó inicial da linha de 'base'.
· selecione o nó final da linha de 'base' (que também será o nó inicial da linha de 'altura').
· selecione o nó final da linha de 'altura'.
O programa procura automaticamente por nós intermediários existentes e cria a grelha de barras conectando
estes nós.

Nota:
· Todos os nós devem ser definidos antes que esta opção seja selecionada;esta opção não cria nós.

3.5.2.1 Grelha de barras - Linha reta

Defina uma linha de base reta selecionando 02 nós e o eixo de altura; o programa identifica todos os nós da
grelha e criar as barras.

Exemplo:

· selecione os nós 1 e 4 para definir a linha de base da grelha


· selecione o nó 16 para definir a linha de altura da grelha (4-16)
A grelha será criada conforme segue:
· O programa identifica os nós 2 e 3 na linha de base 1-4 e os nós 8 e 12 na linha de altura 4-16.
· Todos os nós estão dispostos em uma grelha de linhas paralelas às linhas de base e altura, exceto os nós
33 e 34. O nó 27 pertence a linha 13-16 e isto é suficiente para inclui-lo na grelha.
· note que foram geradas as barras 11 e 12.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 181

3.5.2.2 Grelha de barras - Arco

Utilize esta opção para definir facilmente:


· Uma série de arcos concêntricos pertencentes a um mesmo plano, ou,
· Uma série de arcos paralelos onde seus centros estão sobre um mesmo eixo.

Primeiro defina o arco de base como explicado em Linha - Arco de barras; depois selecione um terceiro nó
para a definição da linha de altura (raio do último arco da grelha), sendo que:

Primeiro defina o arco de base como explicado Linha - Arco de Barras 178 ; depois selecione um terceiro nó
para a definição da linha de altura (raio do último arco da grelha), sendo que:
· se este terceiro nó pertencer ao mesmo plano que o arco de base, serão criados uma série de arcos
concêntricos pertencentes ao mesmo plano. ( Exemplo 'a' abaixo)
· se este terceiro nó não pertencer ao mesmo plano do arco de base, serão criados uma série de arcos
paralelos com centros sobre um mesmo eixo. (Exemplo 'b' abaixo).

O terceiro nó deve estar no plano formado pelo eixo central e o raio até o nó final do arco de base O raio
entre o eixo central e o terceiro nó não precisa ser igual ao raio do arco de base. Isto é melhor ilustrado
pelo exemplo (b).

Exemplo (a):
· Selecione o nó 11 como o nó inicial do arco de base.
· Selecione o nó 17 como o nó final da linha de base.
· Selecione o um dos nós entre 12 e 16 para completar a definição do arco de base.
· Selecione o nó 37 como o nó final da linha de altura da grelha.

As barras 1 a 32 serão criadas.

Exemplo (b):
· Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco de base.
· Selecione o nó 5 como o nó final do arco de base.
· Selecione um dos nós: 2, 3 ou 4 para completar a definição do arco de base.
· Selecione o nó 15 como o nó final da linha de altura da grelha.

As barras 1 a 22 serão criadas.

3.5.2.3 Grelha de barras - sequência

Com esta opção pode-se definir uma grelha de barras, onde a linha de base consiste em uma sequência de
linhas conectadas entre si (cada linha contendo vários nós). Estas linhas não precisam ser paralelas entre
si.
A linha de base é definida como explicado em Linha - Sequência de Barras 179 . Após definir a sequência de
linhas de base, selecione um terceiro nó para definir a linha de altura da grelha.

Exemplo:
Definir as barras de 41 a 87:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


182 MANUAL STRAP

· Selecione o nó 24 como o nó inicial da primeira linha de barras na linha de base.


· Selecione o nó 27 como o nó final da primeira linha (que também será o nó inicial da segunda linha).
· Selecione o nó 56 como o nó final da segunda linha (que também será o nó inicial da terceira linha).
· Selecione o nó 91 como o nó final da terceira linha.
· Clique novamente [Enter] sem mexer o mouse no nó 91 para finalizar a seleção da linha de base.
· Selecione o nó 156 para definir a linha de altura da grelha.

As barras de 41 a 87 são criadas automaticamente.

3.5.3 Barras - Bracing


Utilize esta opção para gerar, com um só comando, uma série de barras onde os nós iniciais estão ao longo
de uma linha e os finais ao longo de outra. Esta opção é extremamente eficaz para definirmos os
contraventos diagonais de uma torre, etc. Por exemplo:

Defina todas as barras 'bracing' definindo apenas a primeira e última barra; o programa procura
automaticamente pelos nós intermediários nas linhas que conectam os dois nós iniciais e os dois nós finais.

Esta opção é melhor explicada por um exemplo: Defina todas as barras diagonais do desenho acima, com
apenas um comando, definido as barras 51, 52 e 53.

O programa pergunta (na linha de frases existente na parte inferior da tela):


Selecione o nó inicial da primeira barra na linha: selecione o nó 10
Selecione o nó inicial da última barra na linha: selecione o nó 12
Selecione o nó final da primeira barra na linha: selecione o nó 38
Selecione o nó final da última barra na linha: selecione o nó 40

O programa procura por nós intermediários ao longo das linha 10-12 e 38-40, e identifica os nós 11, 62 e 39.
Se o nó 62 não existisse, o programa iria gerar as 3 barras imediatamente. Porém, como existe um nó a
mais em uma linha que na outra, o programa exibe a seguinte janela:

· Seleção manual:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 183

Selecione os nós que não serão conectados por barras, utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .
· Seleção automática:
O programa seleciona os nós intermediários que serão conectados por barras tentando fazê-las o mais
paralelas o possível das primeira e última barra. No exemplo acima, o programa vai escolher o nó 39
para conectar uma barra e não o 62.

Opções adicionais disponíveis:

A utilização destas opções é melhor explicada por um exemplo: Na figura abaixo, as diagonais de 21 a 25
(praticamente paralelas) são conectadas de 2 em 2 nós na linha que define os banzos superior e inferior.
Além disso, o banzo superior não é uma linha reta.

Para definir as diagonais de 21 a 25:

a. Identificar a linha com os nós iniciais das barras = Banzo inferior


· Marque a opção Selecionar de 2 em 2 nós da linha com um
· Selecione o nó 10 como nó inicial da primeira barra.
· Selecione o nó 18 como nó inicial da última barra.

b. Identificar a linha com os nós finais das barras = Banzo superior


· Marque a opção Selecionar uma cadeia de linhas de nós com um
· Selecione o nó 22 como o nó final da primeira barra.
· Selecione o nó 26 como o nó final da última barra da primeira linha.
· Selecione o nó 30 como o nó final da última barra da segunda linha.
· Clique novamente no nó 30 para finalizar a definição.

De maneira semelhante, pode-se definir as diagonais de 26 a 30.

3.5.4 Pilares
Cria pilares em vários níveis a partir dos nós selecionados. O programa cria nós e barras em cada um dos
níveis.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


184 MANUAL STRAP

· Especifique o número de níveis e a distância entre eles (a elevação de qualquer nível poderá ser revisada
na próxima tela):

· Modifica a lista de níveis - revisa/deleta as elevações selecionadas ou adiciona mais níveis à lista:

· selecione os nós da base usando a Seleção Padrão de Nós 21 . Note que qualquer nó na extensão do eixo
do pilar pode ser selecionado.

· na próxima vez que o comando for selecionado no modelo, o programa irá


diretamente para o segundo menu (definição dos pilares) e exibirá a mesma lista de níveis.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 185

3.5.5 Deletar
Selecionar as barras que deseja deletar utilizando a opção de Seleção Padrão de Barras 24 .

Note que após deletar as barras o programa permite que os nós que não estão mais conectados ao modelo
sejam deletados ao mesmo tempo ; selecione Sim, deletar no menu lateral.

3.5.6 Barras - Propriedades


Todas as barras devem estar associadas a alguma propriedade, mesmo que esta propriedade ainda não
tenha sido definida. Quando uma barra é criada o programa sempre atribui a ela uma propriedade, seja a
propriedade padrão do programa ou uma escolhida pelo usuário através da caixa de diálogos na parte inferior
da tela. O usuário pode a qualquer momento mudar o número da propriedade que está atribuída para a barra
ou revisá-la.

A janela mostrada abaixo mostra as propriedades do modelo, com seu número, descrição, orientação da
seção, material e características geométricas da seção transversal. Na coluna descrição aparecerá escrito:
Nome da seção: quando já estiver definida (Ex.: VS 250x31)
Indefinida: quando já tiver sido atribuída a alguma barra, mas ainda não foi definida.
Não usada: quando não tiver sido nem definida e nem foi atribuída a nenhuma barra.
Prop. de elemento: quando tiver sido definida como uma propriedade de elementos finitos planos.

Notas:
· Pode-se atribuir uma propriedade a uma barra mesmo que as propriedades da seção ainda não estejam
definidas.
· As propriedades podem ser definidas diretamente, escolhendo um perfil de uma tabela de perfis
(Brasileira, Americana, Européia, etc), entrando com as dimensões de formas parametrizadas pelo
programa (seção retangular, circular, etc), trazendo uma seção construída no Módulo de Seções -
CROSEC, etc. Para mais detalhes Clique na figura abaixo sobre o botão Definir/Revisar.
· Pode-se definir seções mistas (viga e pilar misto).
· Pode-se definir seções variáveis (lineares).
· Pode-se definir uma barra como Fictícia. Barras fictícias não entram na matriz de rigidez do modelo, ou
seja, não participam do esquema estrutural. Estas barras são úteis para, por exemplo, definir uma carga
linear atuando numa placa composta somente de elementos finitos. Para mais detalhes clique na figura
abaixo sobre a aba Opções Adicionais
· Cada propriedade sempre está associada a um único material. STRAP possui 10 materiais permanentes.
As características destes materiais por ser revisadas na opção Arquivo>Configurações 97 existente na
Tela Inicial do STRAP. Porém podem ser criados materiais temporários em cada modelo. Estes materiais
são os (Materiais definidos pelo usuário 205 ). Para maiores detalhes clique na aba Opções Adicionais na
figura abaixo.
· Cada propriedade também inclui uma determinada orientação dos eixos x/y da seção em relação aos
eixos locais das barras.
· uma nova propriedade não pode ser definida quando um estágio, não sendo oModelo Principal, é o
selecionado; propriedades existentes podem ser atribuídas a qualquer barra ativa.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


186 MANUAL STRAP

Revisar as Propriedades do Modelo Principal e dos Sub-modelos


Se o modelo atual contém sub-modelos, estes podem ter suas próprias tabelas diferentes da tabela do
modelo principal (Para maiores detalhes ver item Sub-modelo - novo 296 ).
A lista de propriedades exibidas na caixa de dialogo correspondem ao atual sub-modelo/modelo principal
selecionado.
Selecione uma das seguintes opções:
Todas as revisões da lista de propriedades selecionada é aplicada ao modelo principal e a todos os
sub-modelos. Por exemplo: a lista acima pertence a um sub-modelo e você edita a propriedade de nº 2
para seção por dimensões de 50x40 com esta opção selecionada ; neste caso a propriedade nº 2 do
modelo principal também será alterada para 50x40.
Qualquer revisão na tabela é aplicada apenas ao sub-modelo/modelo principal selecionado.

Dica: Para revisar uma propriedade existente basta dar um duplo clique na propriedade desejada e, sem
mover o mouse, ir clicando até chegar no ponto que quer revisar. Não movimentando o mouse, o programa
captura a última configuração utilizada naquela propriedade.

3.5.6.1 Propriedades - Definir

· Selecione a propriedade que deseja definir / revisar e clique no botão Definir/Revisar ou dê um duplo clique
na propriedade desejada.
· Selecione o método de definição da propriedade:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 187

· Para "Tabela de Perfis"; selecione uma das seguintes tabelas de perfis:


Britânica - UB, UC, etc
Européia - IPE, HEA, etc
Americana - W, M, etc
Brasileira - Tabela de perfis que permite a inclusão de perfis criados pelo usuário. Para maiores
(usuário) informações ver Utilidades - Criar/Editar uma tabela de perfis 117 .

3.5.6.1.1 Parâmetros Gerais

Os seguintes parâmetros são comuns a todos os tipos de seções:


Unidades
Especifique as propriedades de acordo com as unidades exibidas nesta caixa, independente da unidade
utilizada para as coordenadas dos nós; o programa faz as conversões das unidades automaticamente. Estas
unidades podem ser alteradas em cada seção, sem alterar as unidades da modelagem.
Os números também podem ser definidos em Formato Exponencial 20 .

Material
Escolha um dos materiais existentes na lista de materiais para associá-lo a seção transversal. - Esta lista
contém todos os Materiais Permanentes do Programa 206 e os Materiais definidos pelo usuário 205 em cada
modelo.

SF2 / SF3
SF2, SF3 são os fatores de forma da seção em torno dos eixos locais da barra x2 e x3, respectivamente,
para que seja levada em conta as deformações devido às tensões de cisalhamento provocadas pela força
cortante.
· SF2 é o fator associado a I2, V3 e M2, ou seja, SF2 é o fator que influi nas deformações provocadas pela
força cortante V3 na direção do eixo local x3.
· SF3 é o fator associado a I3, V2 e M3, ou seja, SF3 é o fator que influi nas deformações provocadas pela
força cortante V2 na direção do eixo local x2.

Alguns fatores recomendados são:


· seção retangular cheia - 0.85
· seção tubular vazada - 0.53
· seção circular cheia - 0.89
· seção retangular vazada - 0.44

Aviso: Os fatores de forma do programa STRAP são inversamente proporcionais às deformações por
cisalhamento, apesar disto, para desprezarmos estas deformações devidas a ação das forças cortantes
podemos colocar um valor igual a zero nos fatores de forma, que o programa STRAP anulará a deformação
por cisalhamento, o que equivale a colocarmos um valor muito grande em SF2/SF3, por exemplo, 10E6 .

H2 / H3 / E2 / E3 / Perímetro

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


188 MANUAL STRAP

H2 = Dimensão máxima paralela ao eixo local x2 (usado para


carregamentos de vento).
H3 = Dimensão máxima paralela ao eixo local x3 (usado para
carregamentos de vento).
E2 = Dimensão máxima entre o C.G. e o perímetro, paralela ao eixo x2
(atualmente este parâmetro não é usado).
E3 = Dimensão máxima entre o C.G. e o perímetro, paralela ao eixo x3
(atualmente este parâmetro não é usado).
Âng = Ângulo entre o eixo x2 e o eixo principal de maior inércia (u); positivo
ulo = anti-horário. Unidade em graus
decimais. Exemplo: 30 graus e 30 minutos é 30,5 graus.

3.5.6.1.2 Seções Mistas

As seções Mistas podem ser definidas a partir de seções definidas pela Tabela de perfis, por dimensões ou
por Propriedades (A, I, etc). Dependendo do tipo de seção que formará a Seção Mista, existem vários tipos
de configurações:
· retangula : para seções tipo I e [ . Para seções do tipo [ , a laje pode estar em torno do eixo de maior
r ou menor
inércia (Veja abaixo)
· genérica : para todos os tipos de seções, exceto para tubos e caixas.
· preenchi : para tubos e caixas e podem ser definidos por qualquer material.
da/envolt
a
Os seguintes dados devem ser fornecidos pelo usuário:

Para seções [ , a laje retangular pode ser definida em torno do eixo de maior ou menor
inércia
Note que, para a mesa em torno do eixo de menor inércia não é possível definir um
descolamento D entre o perfil e a laje.
Notas:
· I2 está associado a D3; I3 está associado a D2
· A área e os momentos de inércia exibidos na tabela de propriedades do menu Saídas são decorrentes da
seção mista.
· Para calcular as propriedades da seção mista (Área e momentos de inércia - em ambas as direções) o
programa a transforma em uma seção homogenizada pela relação n = Et/Eb.
· O programa calcula o Momento Torçor J da seguinte forma:
- Mesa retangular: J = Jmesa + Jbarra
- Mesa genérica: J = Jbarra (mesa é ignorada)
- Seção caixão: J = máx (Jtop, J para tubos retangulares)

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 189

3.5.6.1.3 Definidos por A, I, etc. - constantes

onde:
A = área da seção transversal
I2 / I3 = momento de Inércia em torno dos eixos locais x2 e x3, respectivamente.
J = momento de Inércia Torsional.

Notas:
· todos os outros parâmetros são explicados em Parâmetros - Gerais 187 .
· seções mistas (laje colaborante de concreto) podem ser definidas; para maiores detalhes ver item
Propriedades - Seções Mistas 188 .

3.5.6.1.4 Tabela de Perfis

O programa possui 4 tabelas de perfis: Americana, Européia, Britânica e Brasileira (Tabela do usuário) que
são armazenados pelo programa:
· Antes de clicar no botão Tab. Perfis, selecione a tabela que contém o perfil desejado na lista da parte
inferior da janela.
· Selecione o tipo de perfil ( I ,W, L, VS, etc.)
· Selecione um dos perfis existentes para este tipo.
· Defina o tipo de material e a orientação da seção.

Selecione um seguintes tipos de perfis para uma explicação mais detalhada:


· Todas as seções 189 , exceto
· Cantoneiras Simples 190
· Seções criadas pelo Módulo de Seções - CROSEC 191
· Joists 191

Notas:
· Todos os outros parâmetros são explicados em Parâmetros - Gerais 187 .
· Seções mistas (laje colaborante de concreto) podem ser definidas; para maiores detalhes ver item
Propriedades - Seções Mistas 188 .

Todas as Seções

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


190 MANUAL STRAP

ATENÇÃO:
Sempre verifique o material que está sendo aplicado ao perfil. É muito comum o usuário se enganar e aplicar
um material diferente do desejado ao perfil.

Direção dos Eixo x e y:


O perfil pode ser alinhado de forma que seu eixo de maior inércia resista ou a M2 ou a M3:

Cantoneiras Simples

Orientação da Seção:
Esta opção pode ser selecionada por todas as seções, seja definida por propriedades ou L definidas por
dimensões. Para a análise estrutural a orientação da seção não importa, pois não altera a matriz de rigidez
do modelo. A orientação da seção é relevante para o Módulo de Metálica no dimensionamento das
peças. A orientação da seção pode ser visualizada pelo menu superior em Visualizar -> Orientação da
seção, ou pela renderização do modelo.

Notas:
· A orientação da seção selecionada aqui será a padrão para esta propriedade. A orientação de cada barra
individualmente pode ser alterada pela opção Eixos Locais - Localização do flange 215 .
· Esta opção só é válida para Modelos Espaciais.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 191

Eixo de Maior Inércia:


Ver no item Todas as Seções 189 .

Utilizar os Eixos Principais:


Para seções duplamente não simétricas:

Quando os eixos principais de uma seção não estão alinhados com os eixos locais (geométricos), por
exemplo em cantoneiras, pode-se fazer uma análise mais refinada desta seção, considerando as
propriedades da seção em relação aos eixos principais (Iu, Iv, etc) ao invés das propriedades em relação aos
eixos locais (Ix, Iy, etc).

Quando for especificada a opção de análise pelos eixos principais, caso uma carga
seja aplicada na barra em uma das direções locais, irá ocasionar a deformação na
seção nos dois eixos locais. Internamente o programa divide a carga em
componentes segundo os eixos principais. Note que os resultados serão exibidos
em relação aos eixos locais.

Notas:
· Esta opção pode ser especificada para todas as seções não simétricas da tabela de perfis, para as
seções definidas por propriedades (A, I, etc) e para as seções tipo L feitas por dimensões.
· Esta opção só é válida para Modelos Espaciais.

Módulo de Seções - CROSEC

Eixo de Maior Inércia:


Ver no item Todas as Seções 189 .

Orientação da Seção:
Ver no item Cantoneiras Simples 189 (eixos principais).

Joists
Este tipo de perfil só existe na tabela Americana :
· K-Joist
· KCS
· LH/DLH

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


192 MANUAL STRAP

Como especificado pelo Steel Joist Institute (1994)

Notas:
· os perfis Joists não podem ser considerados como viga mista.
· quando um perfil do tipo Joist é atribuido a uma barra, o programa automaticamente articula suas duas
extremidades (liberando os momentos fletores e torçor). Porém este procedimento de articular a barra só
é executado pelo programa se o usuário sair do Módulo de Geometria ou Salvar o modelo.
· a área do perfil Joist mostrada na tabela de propriedades somente é utilizada para a aplicação do Peso
Próprio da barra. Na matriz de rigidez a área é assumida como zero, portanto, o Joist não pode transmitir
esforço axial.
· o Módulo de Metálica pode verificar e dimensionar os perfis Joists da mesma maneira que as demais
seções da tabela de perfis. Vide Módulo de Metálica - Joists 677 para mais detalhes do dimensionamento
destes perfis.

3.5.6.1.5 Definidos por dimensões

O usuário especifica as dimensões, material e orientação da seção.


· Todas as Seções

· Seção L

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 193

Nota:
· A orientação da seção selecionada aqui será a padrão para esta propriedade. A orientação de cada barra
individualmente pode ser alterada pela opção Eixos Locais - Localização da mesa 215 .

Dimensões
Defina as dimensões nas unidades selecionadas, conforme segue: (as unidades podem ser alteradas na
definição de cada propriedade).

Eixos de Maior/Menor Inércia


Utilize esta opção para trocar os eixos de maior/menor inércia da seção, ou seja, rotacionar a seção de 90°,
alinhando-os aos momentos resistentes M2 e M3. Por exemplo: o eixo de maior inércia esta alinhado ao
eixo local x2 ou x3 (relembre que o eixo "maior" não é necessariamente o eixo com maior momento de
inércia - Para maiores detalhes ver item dimensões 193 ).
Defina o eixo de maior inércia com o respectivo eixo local x2; o usuário deve especificar entre:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


194 MANUAL STRAP

A orientação da seção é visualizada mais facilmente selecionado-se a Orientação da Seção no menu


superior Visualizar 46 .

Orientação da seção - L
Esta opção pode ser selecionada por todas as seções, seja definida por propriedades ou L definidas por
dimensões. Para a análise estrutural a orientação da seção não importa, pois não altera a matriz de rigidez
do modelo. A orientação da seção é relevante para o Módulo de Metálica de Concreto no
dimensionamento das peças. A orientação da seção pode ser visualizada pelo menu superior em
Visualizar > Orientação da seção, ou pela renderização do modelo.
· Esta opção só é válida para Modelos Espaciais.
Nota:
· A orientação da seção selecionada aqui será a padrão para esta propriedade. A orientação de cada barra
individualmente pode ser alterada pela opção Eixos Locais - Localização do flange 215 .

Utilizar os eixos principais


Para seções duplamente não simétricas:
Quando os eixos principais de uma seção não estão alinhados com os eixos locais (geométricos), por
exemplo em cantoneiras, pode-se fazer uma análise mais refinada desta seção, considerando as
propriedades da seção em relação aos eixos principais (Iu, Iv, etc) ao invés das propriedades em relação aos
eixos locais (Ix, Iy, etc).

Quando for especificada a opção de análise pelos eixos principais, caso uma carga
seja aplicada na barra em uma das direções locais, irá ocasionar a deformação na
seção nos dois eixos locais. Internamente o programa divide a carga em
componentes segundo os eixos principais. Note que os resultados serão exibidos
em relação aos eixos locais.

3.5.6.1.6 Seção Variável

Um seção variável é criada pela definição das seções do início e do fim da barra (caso elas ainda não
existam) por uma dos métodos usuais: Propriedades, 189 Tabela de Perfis 189 ou por Dimensões 192 .

Para definir uma seção variável:


· Defina as seções do início e do fim da barra (caso elas ainda não existam) por uma dos métodos usuais:
Propriedades, 189 Tabela de Perfis 189 ou por Dimensões 192 .
· Selecione uma propriedade que esteja indefinida e clique no botão Definir/revisar. Clique no ícone

· Configure o quadro abaixo selecionando a seção do início da barra na janela superior e a seção do final da
janela inferior:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 195

· Defina a altura da seção no início e no fim da barra. Por padrão o programa exibe as alturas de acordo com
as seções definidas para o início e o final da barra.

Notas:
· O programa assume uma variação linear da seção ao longo da barra:

O programa assume que a variação de A (área) e I (momento de inércia) são:

onde:
a,b = expoentes que satisfazem:

· O Módulo de Metálica só irá "verificar" as seções variáveis definidas por dimensões, ou seja, as seções
variáveis geradas a partir de seções vindas da tabela de perfis não serão verificadas pelo Módulo de

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


196 MANUAL STRAP

Metálica, e mesmo as geradas a partir de seções definidas por dimensões não poderão ser
dimensionadas, somente verificadas.
· As Seções Variáveis podem ser atribuídas para barras individualmente ou para uma linha de barras. Para
maiores informações ver item Atribuir - Propriedades 202 .
· Para a barra mostrada na figura abaixo, devem ser definidas 2 seções variáveis diferentes para as barras 1
e 3, sendo trocadas as seções do início e do fim da barra.

· Estes valores de alturas são utilizados pelo programa para o cálculo dos coeficientes "a" e "b". Caso a
seção não varie a altura, mas sim a largura, deve-se entrar com os valores de largura nesta janela.

3.5.6.1.7 Cabo

Com esta opção o usuário pode definir uma barra como um elemento de cabo. A solução é aproximada em
relação a análise não linear que é requerida para a solução completa. Existem algumas simplificações
adotadas:
· A rigidez do elemento é calculada através de uma Força de Tração Inicial, ou seja, o programa não
recalcula a rigidez da barra devido à mudança da tração axial devido às cargas aplicadas.
· A deformação do cabo devido a força axial é linear.
· O efeito de cargas transversal a barra é ignorado para a deformação do cabo (momentos, cortantes, etc.
que resultem destas cargas são calculados como em barras regulares).

Note que o programa sempre aplica o peso próprio no cabo na projeção do comprimento na direção global
X2. Logo, elementos de cabo só devem ser definidos em modelos em que o eixo de altura seja o X2.

O programa calcula a rigidez do cabo pela equação:

onde:
w = Peso Próprio da barra (veja a nota abaixo)
E = Módulo de Elasticidade
L = Comprimento da barra
A = Área da seção transversal
F = Força de Tração Inicial da barra
A rigidez do cabo é sempre menor que a rigidez axial de uma barra regular = EA/L. Esta redução da rigidez
implica que a tração aplicada ao cabo (pela ação do pórtico) serve a dois propósitos:
· Redução da catenária do cabo
· Alongamento elástico do cabo

Se a força de tração inicial é alta, significa que o cabo está muito esticado com uma pequena catenária,
então, é necessária somente uma pequena força para esticar o cabo. É obvio que quanto maior for a Força
de Tração Inicial ( F), mais a rigidez do cabo se aproxima da rigidez de uma barra regular, ou seja k=EA/L.
A rigidez diminui com a diminuição de F, resultando em deformações maiores.

Defina as características do cabo na janela abaixo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 197

onde:
A = Área da seção transversal do cabo
F = Especifique a Força de Tração Inicial do cabo (definida nas unidades de força configuradas neste
modelo)
Notas:
· O programa sempre aplica o peso próprio no comprimento projetado do cabo na direção global X2.
· O programa não considera automaticamente que uma barra com propriedade de cabo trabalhe somente a
tração. No caso da barra ficar sujeita a forças de compressão, deve-se especificar uma condição de
vínculo de modo que a barra trabalhe somente a tração.
· A força de tração inicial não é aplicada como uma força; esta força só é utilizada para o cálculo da rigidez
efetiva da peça. Para indicar uma força de protensão no cabo, o usuário pode aplicar um carregamento
externo à barra.
· Para F = 0, o programa assume K = EA/L (rigidez da barra regular).
3.5.6.1.8 Seções Compostas

Selecione o tipo de seção composta desejada:

· Seção Típica

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


198 MANUAL STRAP

· Cantoneira Dupla

· Cantoneira + U

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 199

· Viga Castelada/Celular

· o programa usa o momento de inércia na região do furo para calcular a rigidez da barra utilizada na
análise.
· o programa usa uma área média na análise.
· a dimensão dr é um valor mínimo; o programa para a adição de furos antes desta dimensão ser atingida.
· vigas celulares: o programa aceita somente valores de ds e d1 que sejam possíveis:

O programa calcula a nova altura da seção baseada em um corte de 8 mm.

· Viga Celular Soldada


O programa criar estas seções como perfis soldados:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


200 MANUAL STRAP

· Seções Compostas de Chapa Dobrada


Se 2 seções forem definidas com um espaçamento igual a zero entre elas, o programa assume que a
seção não é fechada quando for calcular as propriedades desta, ou seja, o momento de inércia à torção, J,
é calculado como SJi das seções individuais. Se o valor exato de J é requerido, use o Módulo de seções
CROSEC para criar a seção.

Selecionar a seção
Especificar a seção:
· selecionar de uma tabela de perfis
· se necessário, especificar as dimensões. Por exemplo: espaçamento entre as seções (cantoneira dupla
com 10mm de espaçamento entre elas).
· se necessário, especificar informação adicional., Por exemplo: direção do eixo de maior inércia para
cantoneiras duplas com abas desiguais, etc.

Eixo de maior/menor inércia


Especifique a orientação da seção (eixo de maior/menor inércia) relativo aos eixos locais da barra.

Utilizar os eixos principais


Para seções duplamente não simétricas:
Quando os eixos principais de uma seção não estão alinhados com os eixos locais (geométricos), por
exemplo em cantoneiras, pode-se fazer uma análise mais refinada desta seção, considerando as
propriedades da seção em relação aos eixos principais (Iu, Iv, etc) ao invés das propriedades em relação aos
eixos locais (Ix, Iy, etc).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 201

Quando for especificada a opção de análise pelos eixos principais, caso uma carga
seja aplicada na barra em uma das direções locais, irá ocasionar a deformação na
seção nos dois eixos locais. Internamente o programa divide a carga em
componentes segundo os eixos principais. Note que os resultados serão exibidos
em relação aos eixos locais.

3.5.6.1.9 Propriedades - Colar

Pode-se copiar seções do 'clipboard' para a lista de propriedades do STRAP. Para copiar uma seção para o
clipboard:
Copiar
· Visualize a lista de propriedades do modelo e clique em
ou:
· Entre no Módulo de Seções pela opção Arquivo>Modulo de seções - CROSEC 82 existente no Módulo
de Geometria (ou acesse o CROSEC pela tela inicial do STRAP).
· Criar uma Seção Sólida:
ú Selecionar Módulo de Seções - CROSEC no menu superior em Arquivo.
ú Criar uma seção sólida.
ú Selecionar a opção Saídas>Copiar para a área de transferência.
ú Feche o CROSEC pela opção Arquivo>Sair (ou pressione Alt-Tab para alternar entre o CROSEC e o
Módulo de Geometria)

Para colar as seções:


· clique e selecione uma seção da lista de propriedades.
Definir/Revisar
· clique

· clique no ícone .

Notas:
· O programa traz as características da seção calculadas pelo CROSEC (I,A, etc). Note que a forma da
seção também é trazida e, caso o modelo seja renderizado o programa renderiza a seção com sua forma
correta.
Copiar
· Se mais de uma seção for copiada para o clipboard (utilizando a opção )-

Copiar somente a primeira


A primeira propriedade da seção é colada sobre a propriedade selecionada.
Copiar todas as propriedades de acordo ...
Os números das propriedades são mantidos; por exemplo, se as propriedades 7, 9, 10 forem copiadas
ao clipboard de outro modelo, elas são copiadas com a mesma numeração de propriedade ao modelo
atual.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


202 MANUAL STRAP

Colar a partir da propriedade selecionada


A primeira propriedade da seção é colada sobre a propriedade selecionada e as outras propriedades
são coladas nas propriedades seguintes ou propriedades vazias (Não usadas). Por exemplo: Se as
propriedades 7, 9, 10 forem copiadas ao clipboard de outro modelo e a propriedades nº 5 for
selecionada no modelo atual, as seguintes opções estarão disponíveis:

· Substituir as propriedades existentes


As propriedades são coladas nas propriedades 5,6,7.
· Procurar por números...
A primeira propriedade da seção é colada sobre a propriedade nº 5 e as demais nas primeiras 02
seções Não usada na lista de propriedades.

3.5.6.2 Atribuir

Atribua a propriedade(s) definida(s):


· Selecione a propriedade que deseja atribuir às barras e clique no botão Atribuir.
· Selecione as barras que deseja atribuir a propriedade utilizando a opção de Seleção Padrão de Barras 24 .
Note que as propriedades que estiverem como -Indefinidas- já foram atribuídas a alguma barra, mas ainda
não foram definidas.

Para propriedades definidas como seções variáveis:

Atribuir seção às barras individualmente


Selecione as barras que deseja atribuir esta propriedade utilizando a opção de Seleção Padrão de Barras
24 .

Atribuir seção a uma linha de barras


Selecione os nós inicial e final de uma linha de barras. O programa irá criar uma propriedade para cada
barra ao longo da linha de barras, calculando as alturas do início e fim de cada barra proporcional a
distância ao longo da linha.
Note que além das propriedades variáveis que o programa cria e atribui automaticamente nesta opção,
também são criadas as propriedades inicial e final de cada barra, a partir das quais o programa cria as
propriedades variáveis.

Notas:
· Se as propriedades do início/final da linha de barras forem definidas por Dimensões de um mesmo tipo
(I, U, L, etc), todas as propriedades serão definidas pelo mesmo tipo de seção (todas as dimensões
podem ser variáveis).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 203

· Se as propriedades do início/final da linha de barras for uma seção tipo I definida por Dimensões e a
outra propriedades do início/final for definida por um perfil I de uma das tabelas de perfis, todas as
novas propriedades serão definidas como seções do tipo I definidas por Dimensões (todas as
dimensões podem ser variáveis)
· Para todos os demais casos, as novas propriedades serão definidas por Propriedades (A, I , etc).

Por exemplo, uma barra variável com altura de 100 no início e 60 no final é atribuída a linha de barras
abaixo:

O programa cria 5 novas propriedades, sendo 2 não variáveis (com alturas de 88 e 68) e 3 variáveis. As 3
propriedades variáveis são automaticamente atribuídas às barras pelo programa.

3.5.6.3 Copiar

Copiar seções selecionadas, ou copiar todas as seções. As seções depois podem ser coladas no modelo
atual ou num novo modelo.

Copiar seções selecionadas


· Clicar e selecionar as propriedades, depois clicar na opção
Copiar todas
· Para copiar toda a tabela para clipboard, clicar na opção

Definir/Revisar
Para colar as seções dentro de um modelo, selecionar Propriedades de Barras na opção

,e então clicar em .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


204 MANUAL STRAP

3.5.6.4 Opções Adicionais

Definir/Revisar o material do usuário


Para maiores detalhes ver item Material definido pelo usuário 205 .

Trocar o Eixo de maior/menor inércia


Utilize esta opção para trocar os eixos de maior/menor inércia da seção, ou seja, rotacionar a seção de 90°.
Selecione as barras que deseja rotacionar a seção utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 .
Notas:
· Se forem selecionadas todas as barras associadas a uma propriedade específica, o programa
automaticamente revisa esta propriedade, rotacionando-a de 90º.
· Se forem selecionadas apenas algumas barras associadas a uma propriedade específica, o programa cria
uma nova propriedade, semelhante a associada às barras, porém rotacionada de 90º e automaticamente
associa esta nova propriedade às barras selecionadas.

Definir Barras Fictícias

O usuário pode definir uma barra como "Fictícia". As barras fictícias podem ser carregadas, porém não
alteram a rigidez do modelo (não entram na matriz de rigidez do modelo) e não vai aparecer nos resultados
gráficos nem tabelados.

As cargas de barras (incluindo cargas globais) que forem definidas em uma barra fictícia, serão aplicadas da
mesma forma que em uma barra regular.

Por exemplo, utilize uma Barra Fictícia para definir uma carga linear em um modelo que consiste
exclusivamente de elementos finitos:

· Crie as barras onde deseja aplicar a carga linear.


· Especifique estas barras como fictícias. Para selecionar as barras utilize a Seleção Padrão de Barras 24 .
· Aplique a carga desejada nas barras.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 205

Notas:
· As barras fictícias devem ser conectadas ao MODELO nas DUAS EXTREMIDADES, ou seja, as barras
fictícias não devem ser barras em balanço, nem devem ter uma extremidade ligada exclusivamente a outra
barra fictícia; as cargas aplicadas nas barras fictícias são encaminhadas para os nós de incidência da
barra e inseridas no modelo. Caso esta extremidade esteja em balanço ou conectada simplesmente a
outra barra fictícia, esta parcela da carga será perdida (ignorada) pelo programa.
· Caso seja selecionada a opção Visualizar > Número das propriedades, as barras fictícias aparecerão
indicadas pela letra "D" (Dummy).

3.5.6.4.1 Material definido pelo usuário

Com esta opção o usuário pode definir um material que só será válido para o modelo atual. Para criar um
Materiais Permanentes do Programa 206 , que seja válido em todos os modelos, selecione a opção
Configurações 97 na tela inicial do STRAP.

Definir:
· o nome do material; este nome será visualizado quando um material for selecionado na definição das
propriedades. Digitar o nome de um material existente para editar suas propriedades.
· As demais características do material devem estar de acordo com as unidades mostradas na parte
superior da janela. Note que os números também podem ser definidos em Formato Exponencial 20 .
Propriedade Descrição Unidades
Módulo de Elasticidade E força/comprimento2
Coeficiente de Poisson u -
Densidade g força/comprimento3
Coef. de dilatação térmica a 1/°C ou 1/°F *
Módulo de Elasticidade Transversal G força/comprimento2

* O Coeficiente de Dilatação Térmica pode ser definido em qualquer uma das duas unidades, independente
da unidade mostrada na parte superior da janela. Entretanto o valor da diferença de temperatura aplicada
nos carregamentos (seja axial ou gradiente) deve estar de acordo com esta unidade.
Notas:
· Caso o Módulo de elasticidade transversal ( G ) seja definido igual a 0 (zero), o programa calculará o valor
de G com a seguinte equação:

Deletar
· para deletar um material da tabela, clique e selecione a linha deste na lista e clique no botão .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


206 MANUAL STRAP

3.5.6.5 Materiais do programa

Podem ser armazenados no programa até 10 materiais padrões, sendo:


· 6 materiais pré-definidos (steel, conc, etc.)
· 4 materiais definidos pelo usuário.

As propriedades (módulo de elasticidade, Coef. de Poisson, Densidade e Coef. de dilatação térmica) destes
10 materiais podem ser definidos ou editados na Tela Inicial (Lista de Modelos) conforme segue:
· Selecione Configurações 97
· Selecione a opção Materiais

3.5.7 Vínculos
Por padrão o STRAP considera uma ligação de pórtico (com transmissão de todos os esforços relevantes)
entre as barras. Com esta opção é possível liberar esforços nas extremidades das barras a fim de simular
ligações articuladas, furos oblongos, etc.
· Além de permitir liberar qualquer um dos esforços relevantes, o programa ainda permite ao usuário atribuir
que uma barra trabalha somente a tração ou a compressão, ideal para simular tirantes e escoras,
respectivamente. Veja a nota de Cuidado abaixo.
· Também pode-se definir ligações semi-rígidas entre as barras.

Momento/Cortante
Liberar M2 - Liberar o momento fletor em torno do eixo local x2 (em 1 ou 2 extremidades)
Liberar M3 - Liberar o momento fletor em torno do eixo local x3 (em 1 ou 2 extremidades)
Liberar torção - Liberar o momento torsor (sempre nas 2 extremidades)
Liberar V2 - Liberar a força cortante no eixo local x2 (em 1 ou 2 extremidades)
Liberar V3 - Liberar a força cortante no eixo local x3 (em 1 ou 2 extremidades)
Notas:
· Lembre-se que uma viga bi-engastada que seja articulada nas duas extremidades irá trabalhar como uma
viga bi-articulada.
· O gráfico de deformações de barras com liberações de força cortante serão exibidos incorretamente.

Força Axial

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 207

Sem liberação
Opção padrão; a barra transmite normalmente o esforço axial
Liberar força axial
A barra não transmite esforço axial.
Trabalhar só a tração / compressão
A barra trabalha a tração; ideal para modelar tirantes. A barra trabalha a compressão; ideal para modelar
escoras.
Notas:
· As barras configuradas como trabalhando só a tração ou compressão são elementos não lineares; os
modelos que contiverem estes elementos necessitam de interações para chegar a solução.
· As regras de superposição de efeitos não são validas para elementos não lineares. Logo, as
combinações em modelos que contenham barras que trabalhem só a tração ou compressão devem ser
definidas no Módulo de Carregamento (Carga Combinada), antes do modelo ser calculado e nunca após o
cálculo.
· A matriz de rigidez será calculada separadamente para cada carregamento.
· A rigidez a momento é independente da rigidez axial.

Liberar esforços
Nas 2 extremidades
Selecionar barras utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 . O é exibido no centro das barras
selecionadas, e estas terão os esforços liberados em suas 2 extremidades.
Em 1 extremidade
As barras devem ser selecionadas individualmente. Aproxime o cursor da extremidade da barra que
deseja liberar o(s) esforço(s) até que esta seja realçada com um pequeno ; clique o mouse para
selecionar a extremidade.
Na extremidade inicial/final
Selecionar barras utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 . A marca de seleção é mostrada no centro
da barra; somente a extremidade especificada será liberada.
Nota:
· Torção e Força axial são sempre liberadas nas 02 extremidades.

Remover liberações
Remover todas as liberações das barras selecionadas (as caixas de seleção não são relevantes para esta
opção).

Ligação Semi-rígida
Defina uma ligação semi-rígida na extremidade da barra, especificando uma constante de mola rotacional.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


208 MANUAL STRAP

O momento que será aplicado neste


nó será proporcional a rigidez atribuída
a ligação e varia de zero até o
momento obtido por uma ligação
totalmente engastada.

Como nas articulações totais, as


ligações semi-rígidas podem ser
definidas separadamente para os
momentos M2 e M3 (momentos em
torno dos eixos locais x2 e x3,
respectivamente) e para cada
extremidade da barra:

Atenção:
· Quando um perfil do tipo Joist é atribuído a uma barra, o programa automaticamente articula suas duas
extremidades (liberando os momentos fletores e torçor). Porém este procedimento de articular a barra só
é executado pelo programa se o usuário sair do Módulo de Geometria ou Salvar o modelo.
· Cada um dos graus de liberdade de um nó deve possuir algum elemento que lhe confira rigidez ou algum
apoio que restrinja sua translação ou rotação. Caso algum grau de liberdade não possua uma rigidez ou
restrição vinculada, durante o processamento do modelo serão emitidos avisos de "RIGIDEZ ZERO 433 ", e
o programa aplicará uma restrição (apoio) a este grau de liberdade para poder continuar o processamento.
· Ao atribuir uma barra trabalhando somente a tração ou compressão, você está fazendo uma análise do
tipo não linear, onde a superposição dos efeitos não é válida.

3.5.8 Offsets
Normalmente o modelo computacional é definido por um modelo unifilar onde as barras são modeladas na
posição da linha de centro das peças (vigas, colunas,..). Em certos casos, esta suposição pode nos levar a
resultados imprecisos.

Por exemplo, imagine um pórtico composto de 2 pilares com 100cm de largura, distantes entre si de 5
metros (de face a face de pilar). Modelando estes pilares pela linha de centro e conectando-os por uma viga,
teremos uma viga de 6 metros! Para estes casos podemos colocar um Offset nesta viga de 50cm nas duas
extremidades, fazendo a viga ter os corretos 5 metros.

O programa assume que a barra é infinitamente rígida no comprimento do Offset. O comprimento da barra
é medido a partir do final do Offset e o programa adiciona os momentos que resultam da excentricidade entre
a extremidade desta nova barra e o nó.

A localização de JA e JB são deslocadas para o final do Offsets. Isto pode provocar uma alteração na
direção do sistema de coordenadas local da barra. Estas alterações serão consideradas em todos os
módulos do programa:
· Os eixos locais exibidos graficamente ou em tabelas serão os eixos locais modificados.
· A localização das cargas aplicadas nas barras serão medidas a partir do novo JA.
· A carga total aplicada numa barra (por um carregamento uniforme) é igual ao valor da carga distribuída
multiplicado pelo comprimento modificado da barra.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 209

· Todos os resultados de barras serão mostrados em relação os eixos locais modificados.

A definição dos Offsets é similar à das Propriedades. Utilize esta opção para definir/revisar os offsets, e
associá-los às barras, ou deletar os offsets existentes, conforme segue:

Nota:
· Quando forem definidos "Estágios", offsets diferentes em x1 não podem ser definidos nas barras
carregadas; o programa usa o comprimento total da barra do "Modelo Completo" para calcular os
diagramas dos momentos fletores para todas as combinações (os momentos de extremidade estão
sempre corretos).

3.5.8.1 Definir/Revisar um grupo de offset

O programa mostra uma tabela com uma lista dos Offsets existentes. Selecione o Offset que deseja criar ou
revisar, clicando na respectiva linha:

O programa exibira a janela abaixo, onde o usuário configura o sistema de coordenadas em que definirá o
Offset e suas dimensões:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


210 MANUAL STRAP

Definir Offset no:


Sistema local da barra
As dimensões são definidas em relação ao sistema de eixos locais da barra.
Sistema de coordenadas global
As dimensões são definidas em relação ao sistema de eixos globais do modelo.

Offset no início e final da barra


O comprimento dos Offsets são medidos a partir dos nós JA e JB da barra:
Offset no início: Comprimento do offset começando no nó JA
Offset no final: Comprimento do offset começando no nó JB

Quando o Offset for atribuído a um elemento de barra, o programa assumirá que seus nós de incidência JA,
JB estão localizados não mais na localização dos nós onde a barra foi gerada, mas sim no final dos Offsets.
O exemplo (b) abaixo, mostra como essa mudança de posição dos nós de incidência podem alterar a
direção dos eixos locais da barra. Estas alterações serão consideradas pelo programa em todos os
Módulos:
· Os eixos locais mostrados graficamente ou em tabelas são os eixos modificados (pelo Offset).
· As cargas aplicadas em barras serão medidas a partir do novo JA.
· A força resultante de uma carga distribuída aplicada a uma barra é, igual a carga multiplicada pelo
comprimento modificado pelo offset.
· Todos os resultados de barras serão relativos aos novos eixos locais.

Nota:
· Quando forem definidos "Estágios", offsets diferentes em x1 não podem ser definidos nas barras
carregadas; o programa usa o comprimento total da barra do "Modelo Completo" para calcular os
diagramas dos momentos fletores para todas as combinações (os momentos de extremidade estão
sempre corretos).

No exemplo (c) são utilizados offsets para modelar uma viga mista. Quando as barras e elementos finitos
são definidos, eles estão num mesmo plano, -Figura (c-ii)-, sendo modelados pela linha de eixo das barras e
elementos -Figura (c-iii)-, não sendo consideradas as características geométricas otimizadas pela mesa
colaborante estar afastada do centro de gravidade da viga mista. O modelo pode ser corrigido impondo
offsets às barras com uma distância do centro da viga metálica até o C.G. da mesa colaborante. Cuidado:
Este modelo é similar a um Vierendeel, onde os offsets formam as barras verticais (Figura c-iv), ou seja, a
deformação obtida por um modelo como este é semelhante a obtida por um modelo de viga mista, mas os
esforços não, pois o momento fletor irá diminuir, aparecendo forças axiais nas barras (note que este modelo
tem que ser definido como pórtico espacial para especificar os offsets na direção global que estiver fora do
plano da mesa).

Exemplos:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 211

Definir:
(a) Barras 75, 76:
Selecione Sistema local da barra
Offset no início: X1 = 0.35 Offset no final: X1 = -0.50
(b) Barras 23, 24:
Selecione Sistema de coord. global
Offset no final: X2 = -0.20
(c) Todas as barras:
Selecione Sistema de coord. global
Offset no início: X3 = dist. entre o CG do perfil e o da mesa ; Offset no final: X3 = dist. entre o CG
do perfil e o da mesa

3.5.8.2 Associar um grupo de offfset

Selecione o Offset que deseja associar às barras; selecione as barras desejadas pela Seleção Padrão de
Barras 24 .

Note que se pode associar offset indicados como Indefinidos às barras e defini-los posteriormente.

3.5.9 Renumerar
Utilize esta opção para renumerar barras existentes:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


212 MANUAL STRAP

Renumerar barras individualmente


Selecione uma ou mais barras utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 .

Note que a ordem que estas barras são selecionadas é importante; elas serão renumeradas na ordem que
forem selecionadas.

Entre com o novo número da primeira barra a ser renumerada; as demais barras serão renumeradas
seqüencialmente. Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá
associar o número original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números
entre as duas barras.

Exemplo:
· Selecione as barras 41, 42 e 43 (nesta ordem).
· Especifique 75 como o novo número da barra 41.
· As barras serão renumeradas para 75, 76 e 77 respectivamente.
· Se a barra 76 já existir, ela será renumerada para 42 (o programa irá trocar seus números).

Renumerar uma grelha de barras


Semelhante a Linha de Barras 213 .
Selecione 3 nós definindo respectivamente os nós inicial e final da linha de base da grelha e final da linha de
altura. Depois indique a numeração da primeira barra da linha de base; as demais barras serão renumeradas
seqüencialmente.

Todas as barras com os dois nós de incidência dentro do paralelogramo definido pelos 3 nós selecionados
serão renumeradas, na seguinte ordem:
a. Primeiramente todas as barras paralelas a linha de base;
b. Depois todas as barras paralelas a linha de altura;
c. Por fim, as barras restantes.

Para o seguinte exemplo, a renumeração ficaria assim:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 213

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o
número original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as
duas barras.

Renumerar uma linha de barras


Utilize esta opção para renumerar todas as barras pertencentes a uma linha:
· Selecione o nó inicial e final da linha;
· Digite o novo número da primeira barra da linha.

O programa identifica todas as barras na linha e as renumera seqüencialmente. Caso o programa utilize
algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número original da barra
renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.

Renumerar um arco de barras


Utilize esta opção para renumerar todas as barras pertencentes a um arco:
· Selecione os nós de definição do início e do final do arco.
· Selecione um terceiro nó que pertença ao arco.
· Digite o novo número da primeira barra do arco.

O programa identifica todas as barras no arco e as renumera seqüencialmente. Caso o programa utilize
algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá associar o número original da barra
renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números entre as duas barras.

Renumerar em relação a um plano


Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em
mais de um plano. Note que os planos não precisam ser paralelos entre si.
· Selecione as barras que deseja renumerar utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 .
· Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção
de 3 nós (deste que não estejam em linha).
· Especifique a nova numeração da primeira barra.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:


· Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó
define o eixo x2r ; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
· O programa irá renumerar as barras seqüencialmente, de acordo com a coordenada x3r , começando pelas
barras do plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam barras dos dois lados do plano de renumeração
o programa irá renumerar primeiro todas as barras de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r)
e depois as barras do outro lado.
· Para as barras que tiverem a mesma coordenada x3r , o programa irá renumerar de acordo com a
coordenada x2r , começando pela tiver o menor valor.
· Para os barras que tiverem as mesmas coordenadas x1r e x2r , o programa irá renumerar de acordo com a
coordenada x1r , começando pela que tiver o menor valor.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outra barra, o programa irá trocar os números usados
entre as barras. Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra barra, ele irá
associar o número original da barra renumerada a esta outra barra, ou seja, o programa irá trocar os números
entre as duas barras.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


214 MANUAL STRAP

Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos
perpendiculares ao eixo global X1
· Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
· Especifique como 1 o novo número da primeira barra.

· As barras no plano x1r -x2r são renumerados primeiro (1-6);


· As barras horizontais são perpendiculares ao eixo x2r, então são selecionadas primeiro. A barra 1 tem a
coordenada x2r menor, então é renumerada primeiro. De modo semelhante, a barra 3 será a primeira barra
a ser renumerada entre as barras verticais.
· Após este, os demais planos são renumerados (7-12) e (13-18), obedecendo a mesma ordem.
· Por fim, são renumeradas as barras perpendiculares ao plano x1r -x2r .(19-26).

Barras diagonais serão renumeradas de acordo com o mesmo algoritmo.

3.5.10 Quebrar barras


Utilize esta opção para dividir uma barra em duas ou mais barras, quebrando a barra original onde existirem
nós ao longo da barra.

Selecione se deseja quebrar somente as barras selecionadas ou se deseja que o programa procure por todo
o modelo por barras com nós intermediários para serem quebradas:

· A primeira barra gerada por esta divisão será associadas ao número da barra original; As demais serão
numeradas a partir do Barra nº.
· Todas as barras serão associadas a mesma propriedade que a barra original. Caso tenham sido definidas
articulações (ou qualquer liberação de esforços), estas articulações permanecerão nos mesmos nós após
a quebra da barra, por exemplo:

Todas as barras com nós intermediários


Barras selecionadas com nós intermediários
Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 215

· barra 31 estava conectada aos nós 20 e 23, sendo que os nós 21 e 22 estavam localizados ao longo da
barra, mas não estavam conectados a ela.
· Após a quebra, a barra 31 está conectada aos nós 20 e 21 e foram criadas as barras 57 e 58. Note que as
articulações permaneceram nos mesmos locais de antes da quebra da barra.

Aviso: Caso tenham sido definidas cargas na barra 31 do exemplo acima, após a quebra, todas estas
cargas foram transferidas para a nova barra 31, ou seja, as barras 57 e 58 estão completamente sem cargas.

Barras selecionadas que se interseccionam


Selecione as barras que se interseccionam:

Nota:
· se as barras originais tiverem cargas previamente definidas, depois de quebradas as barras, estas cargas
serão aplicadas somente às barras que ficarem com a numeração das barras originais.

3.5.11 Eixos Locais


O programa sempre associa a cada barra um sistema de coordenadas local padrão (x1,x2,x3) ; os eixos
geométricos da seção estão sempre alinhados aos eixos locais x2/x3.
Em certos casos a seção está inclinada em
relação aos eixos locais padrões; nestes
casos os eixos locais podem ser
rotacionados. Por exemplo:
Utilize esta opção para alinhar os eixos
locais em alguma direção (diferente da
padrão). Os eixos x2/x3 podem ser alinhados
paralelos a um plano definido. O eixo x2
ainda pode ser direcionado a um nó
específico do modelo. Ou ainda pode-se
definir diretamente o Ângulo Beta.
O eixo x1 pode ter seu sentido invertido.

Observação: Independente de como forem rotacionados os eixos locais, eles serão sempre
perpendiculares entre si, e o eixo local x1 será sempre o eixo longitudinal da barra, apontando do nó JA para
o JB.
A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção
Visualizar > Orientação das seções.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


216 MANUAL STRAP

Definir o eixo local por um plano


Os eixos locais x2 ou x3 podem ser definidos como paralelos a qualquer plano no modelo:

Utilize uma das opções acima para definir o plano e selecione as barras que deseja alterar os eixos locais,
utilizando a opção de Seleção Padrão de Barras 24 .

Definir o eixo local por um nó (JC)


Selecione um nó existente; o eixo local x2 das barras selecionadas irão apontar em direção deste nó.

Retornar aos eixos locais padrões


Restaurar o sistema de eixos locais padrão para as barras selecionadas.

Inverter o sentido do eixo local x1


O eixo local x1 é sempre paralelo ao eixo da barra. Selecione esta opção para inverter o sentido do eixo local
x1.

Definir o Ângulo Beta


Rotacionar a seção da barra em torno de seu eixo, especificando o ângulo Beta. As convenções são
explicadas na caixa de diálogo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 217

Para mais detalhes sobre a orientação dos eixos locais, veja o tópico Eixos locais de barras 977 .

Definir a localização do flange


Esta opção permite ao usuário orientar perfeitamente as seções não simétricas em relação aos eixos locais.
Apesar desta orientação não influenciar no cálculo matricial do modelo, agora podemos renderizar a estrutura
com o perfil voltado para o lado correto. Esta configuração definida na geometria já será considerada como
padrão (default) no Módulo de Metálica.

Para todas as demais seções não simétricas, esta opção define a localização do centro de cisalhamento em
relação ao centro de gravidade da seção.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


218 MANUAL STRAP

A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção
Visualizar => Orientação das seções.

Inverter a localização do flange


Inverter a localização atual do flange em torno de ambos os eixos locais.
A localização do flange pode ser facilmente visualizada na renderização do modelo ou pela opção
Visualizar => Orientação das seções.

3.5.12 Estágios
As barras podem ser desativadas (removidas), ou restauradas do estágio atual:
· Selecionar as barras utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 .

Notas:
· barras desativadas não são visualizadas.
· novas barras não podem ser definidas num estágio que não seja o do Modelo Completo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 219

3.6 Elementos
Defina Elementos Finitos Planos Quadriláteros e/ou Triangulares, especificando:
· Localização : especificando os nós de incidência.
· Propriedades : definindo espessura do elemento.
· Material : elementos podem ser isotrópicos ou ortotrópicos.
· Eixos locais : especificando a direção do eixo local x3.
Quando o ícone Elementos é selecionado no Menu Principal do Módulo de Geometria, as seguintes opções
estão disponíveis:

· Definição de elementos triangulares 220 um a um, identificando seus nós de


incidência.
· Definição de uma sequência de elementos triangulares, onde basta definir os 3 nós
do primeiro elemento e o terceiro nó dos demais. O programa assume os dois
últimos nós de incidência (JB e JC) do elemento anterior como os primeiros nós de
incidência (JA e JB) do novo elemento.
· Definição de elementos quadriláteros 221 um a um, identificando seus nós de
incidência.
· Definição de uma sequência de elementos quadriláteros, onde basta definir os 4 nós
do primeiro elemento e os terceiro e quarto nós dos demais. O programa assume os
dois últimos nós de incidência (JC e JD) do elemento anterior como os primeiros
nós de incidência (JA e JB) do novo elemento.
Define uma grelha 222 paralelograma de elementos planos através de 3 nós do vértice,
os quais definem uma linha "base" e uma linha "de altura". O programa
automaticamente procura por nós intermediários e cria uma grelha de elementos
planos.
Define elementos planos em uma superfície 225 .
Defina uma linha de base e uma linha de altura (ambas podem ser sequências não
retas de nós). O programa copia a linha de base ao longo da linha de altura,
conectando os nós com elementos planos. Por exemplo, se a linha de base for um
semi-círculo e a linha de altura for uma linha reta perpendicular a este semi-círculo, o
programa irá gerar metade de um cilindro. Com esta opção pode-se facilmente gerar
grelhas de elementos planos.
Um poderoso comando de geração automática de malha 226 . O usuário orienta a
geração da malha, especificando seu contorno, o tamanho dos elementos, o tipo de
malha, etc.

Deleta 241 elementos selecionados.

Renumera 242 elementos planos já existentes.

Define e associa propriedades 244 aos elementos finitos planos (incluindo o material).

Altera a direção do eixo local x3 248 . O eixo local x3 é sempre perpendicular ao


elemento; com esta opção o usuário pode inverter a orientação associada pelo
programa. Esta opção é extremamente útil em reservatórios.

Definição de articulações 248 nos lados dos elementos finitos.

Define offsets 250 perpendiculares ao elemento plano.

As seguintes opções estarão disponíveis quando um estagio construtivo, além do Modelo Completo for
definido:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


220 MANUAL STRAP

Definir/selecionar um estágio 304 construtivo. Propriedades e apoios diferentes podem


ser definidos para cada estágio, e barras/elementos podem ser
desativados/restaurados.

Desativa elementos planos num determinado estágio.

Restaura elementos num determinado estágio.

Notas:
· Os modelos podem conter diversos tipos de elementos finitos ao mesmo tempo: barras, planos, sólidos,
paredes.
· Note que os elementos finitos planos não conseguem transmitir momentos em torno de um eixo
perpendicular ao próprio elemento (eixo local x3). Como exemplo, podemos observar a parede abaixo da
Figura (a); caso as vigas sejam modeladas como elementos de barra como mostrado na Figura (b), estas
vigas estão trabalhando como vigas bi-apoiadas, pois os elementos não conseguem transmitir o momento
fletor. Para engastarmos as vigas na parede, temos que estende-las para dentro da parede como na
Figura (c).

3.6.1 Triangular
Com esta opção pode-se definir uma sequência (linha) de elementos triangulares, onde os nós finais (JB e
JC) de um elemento são os nós iniciais (JA e JB) do próximo elemento.

Definir um Único Elemento


Indique os três nós de incidência do elemento; o elemento será desenhado na tela automaticamente.
· Número configurado no campo Elem nº. mostrado na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
· Propriedade configurada no campo Propriedades na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
· Eixos Locais Padrão 978 do programa.
Ver item Elemento Quadrilátero 221 para ver um exemplo similar.

Definir uma Sequência de Elementos Triangulares


Com esta opção pode-se definir uma sequência (linha) de elementos triangulares, onde os nós finais (JB e
JC) de um elemento são os nós iniciais (JA e JB) do próximo elemento.
· Selecione a seguinte opção no menu
· Primeiro defina os 3 nós de incidência do primeiro elemento da sequência; o programa utiliza 02 nós do
elemento criado anteriormente para completar o triângulo.
· depois defina o terceiro nó do próximo elemento, e assim por diante.

Todos os elementos são automaticamente associados a:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 221

· Propriedade configurada no campo Prop da caixa de diálogo da parte inferior da tela.


· Aos Eixos Locais Padrão 978 do programa
· O primeiro elemento é associado ao Elem nº. mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela; os
demais são numerados consecutivamente.

Exemplo:
Defina os elementos 32, 33 e 34 utilizando a opção de Sequência de Triângulos.

· Defina o elemento 32 selecionando os nós 61, 62 e 81 (nesta ordem).


· Defina o elemento 33 selecionando somente o nó 86; o programa automaticamente seleciona os nós 62 e
81 como os outros nós do elemento (Figura b).
· Defina o elemento 34 selecionando somente o nó 63. Clique novamente no nó 63 para finalizar a definição
da sequência.

3.6.2 Quadrilátero
Defina um único elemento quadrilátero, ou uma sequência de quadriláteros, onde qualquer um dos dois
elementos criados na sequência tem dois nós em comum.

Definir um Único Elemento


Indique os quatro nós de incidência do elemento; o elemento será desenhado na tela automaticamente.
· número configurado no campo Elem nº. mostrado na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
· propriedade configurada no campo Propriedades na caixa de diálogo na parte inferior da tela.
· eixos Locais Padrão 978 do programa.

Exemplo:

· Selecione o comando .

· mova o cursor para as proximidades no nó 31, quando ele estiver realçado com um blip e Nó = 31
estiver aparecendo na caixa de diálogo, clique com o mouse.
· de modo semelhante, selecione os nós 32, 47 e 46.
· o elemento criado é associado ao Elem. nº. e Prop mostrados na Caixa de Diálogo (estes parâmetros

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


222 MANUAL STRAP

podem ser alterados, movendo o cursor até o campo desejado e alterando para um novo número). Uma

propriedade já definida pode ser selecionada clicado em .

Nota:
· os 4 nós selecionados devem ser co-planares. Se eles não forem, internamente o programa divide o
quadrilátero em 2 triângulos e verifica o ângulo a entre eles:

ú se a > 0.5°, o programa exibe um aviso, mas cria o elemento quadrilátero "deformado" (precisão
reduzida).
ú se a > 3.0°, o programa exibe um aviso, mas não cria o elemento quadrilátero.

Definir uma Sequência de Elementos Quadriláteros


Com esta opção pode-se definir uma sequência (linha) de elementos quadriláteros, onde os nós finais (JC e
JD) de um elemento são os nós iniciais (JA e JB) do próximo elemento.
Primeiro defina os 4 nós de incidência do primeiro elemento da sequência, depois defina o terceiro e quarto
nós do próximo elemento, e assim por diante. O programa só aceitará nós que formarem quadriláteros
convexos e coplanares.
Ver item Sequência de Triângulos 220 para ver um exemplo similar.

Todos os elementos são automaticamente associados a:


· propriedade configurada no campo Prop da caixa de diálogo da parte inferior da tela.
· aos Eixos Locais Padrão 978 do programa
· o primeiro elemento é associado ao Elem nº. mostrado na caixa de diálogo da parte inferior da tela; os
demais são numerados consecutivamente.

3.6.3 Grelha Plana


Utilize esta opção para criar uma grelha de barras conectando uma grelha de nós já existente. O usuário
deve informar a linha de 'base' e de 'altura' da grelha, selecionando consecutivamente: O nó inicial da linha de
'base', o nó final da linha de 'base' (que também será o nó inicial da linha de 'altura') e o nó final da linha de
'altura'.
· Esta opção não gera novos nós, apenas utiliza os nós já existentes.
· O programa procura automaticamente por nós intermediários somente nas linhas de base e altura.
· Somente os nós que pertençam a linhas paralelas a linha de base e estejam no mesmo alinhamento que
algum nó da linha de altura serão utilizados para gerar os elementos. Todos os demais nós serão
ignorados.
· O programa cria elementos quadrangulares, a menos que nós intermediários forcem a geração de
elementos triangulares.

Existem 03 opções disponíveis para definição da linha de base:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 223

Linha reta
Exemplo:

Os nós 1, 4 e 28 foram selecionados como os nós de referência da grelha (inicial e final das linhas de base e
altura):
· O programa identifica os nós 12 e 20 existentes na linha de altura ( 4-28 ).
· Excetuando os nós 66, 67 e 68, os demais pertencem a linhas paralelas a linha de base que passam
pelos nós 12, 20 e 28 (da linha de altura).
· O nó 38 também pertence a uma destas linhas ( 25-28 ), portanto ele será incluído na grelha.
· O programa cria a grelha de elementos utilizando somente estes nós identificados.

No exemplo acima também podemos ver a diferença entre as malhas geradas pelos comandos Grelha e
Malha ; A malha da Figura (b) foi gerada pelo comando Malha, sendo que foi informado para o programa
utilizar somente os nós existentes, não criando nenhum nó adicional.

· No comando de Malha, o programa utilizará todos os nós existentes. Existirão inúmeros arranjos
diferentes possíveis para a malha; o programa escolherá o arranjo onde os elementos tenham a forma
mais retangular o possível.
· no comando Malha é mais útil em casos onde o arranjo dos nos não é regular. Por exemplo: ao redor de
aberturas que geralmente requerem um maior número de elementos (maior refinamento da malha) devido a
concentração de tensões.

Arco
Com esta opção pode-se facilmente definir:
· Uma série de arcos concêntricos pertencentes a um mesmo plano (Figura a).
· Uma série de arcos paralelos onde seus centros estão sobre um mesmo eixo, formando uma casca
(Figura b).

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


224 MANUAL STRAP

Primeiro defina o arco de base, depois selecione um terceiro nó para a definição da linha de altura (raio do
último arco da grelha), sendo que:
· se este terceiro nó pertencer ao mesmo plano que o arco de base, serão criados uma série de arcos
concêntricos pertencentes ao mesmo plano. (Figura a)
· se este terceiro nó não pertencer ao mesmo plano do arco de base, serão criados uma série de arcos
paralelos com centros sobre um mesmo eixo. (Figura b).

O terceiro nó deve estar no plano formado pelo eixo central e o raio até o nó final do arco de base O raio
entre o eixo central e o terceiro nó não precisa ser igual ao raio do arco de base. Isto é melhor ilustrado
pelo exemplo (b).
Exemplo (a):
· Selecione o nó 11 como o nó inicial do arco de base.
· Selecione o nó 17 como o nó final da linha de base.
· Selecione o um dos nós entre 12 e 16 para completar a definição do arco de base.
· Selecione o nó 37 como o nó final da linha de altura da grelha.
Exemplo (b):
· Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco de base.
· Selecione o nó 5 como o nó final do arco de base.
· Selecione um dos nós: 2, 3 ou 4 para completar a definição do arco de base.
· Selecione o nó 15 como o nó final da linha de altura da grelha.

Cadeia de linhas
Com esta opção pode-se o definir uma grelha de elementos, onde a linha de base consiste em uma
sequência de linhas conectadas entre si (cada linha contendo vários nós). Estas linhas não precisam ser
paralelas entre si:

· A linha de base é definida como explicado em Sequência de Elementos Quadriláteros 222 ; o nó final de
cada linha será o inicial da próxima linha.
· A definição estará completa ao selecionar o terceiro nó para definir a linha de altura da grelha.

Exemplo:
Definir os elementos de 41 a 58:

· Selecione o nó 24 como o nó inicial da primeira linha de barras.


· Selecione o nó 27 como o nó final da primeira linha (que também será o nó inicial da segunda linha).
· Selecione o nó 56 como o nó final da segunda linha (que também será o nó inicial da terceira linha).
· Selecione o nó 91 como o nó final da terceira linha.
· Clique novamente no nó 91 para finalizar a seleção da linha de base.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 225

· Pressione [Enter] sem mexer o de lugar para completar a definição da linha de base.
· Selecione o nó 156 para definir a linha de altura da grelha.

Os elementos de 41 a 58 são criados automaticamente.

3.6.4 Superfície 3D
Semelhante a opção de grelha, a superfície 3D é gerada a partir de suas linhas de contorno, mas na
superfície o programa cria os nós internos automaticamente (na grelha todos os nós devem ser criados antes
de utilizar o comando). Na opção de grelha, as linhas de base e altura devem ser linhas retas; já na
superfície estas linhas podem ser uma sequência (não reta) de nós.

Caso geral:

O programa copia a 1ª linha de altura ao longo das linhas de base, interpolando as coordenadas e criando os
nós intermediários.
· As duas linhas de base devem ter o mesmo número de nós; assim como as duas linhas de altura
também devem ter o mesmo número de nós.
(porém as linhas de base não precisam ter o mesmo número de nós que as linhas de altura).
· O programa cria automaticamente elementos retangulares quando o 4 nós de incidência forem coplanares,
caso contrário serão criados 2 elementos triangulares.

Em alguns casos, não será necessário definir 2 linhas de base e 2 linhas de altura, por isso o programa
disponibiliza 3 opções distintas:

Definir:
1 linha de base e 1 linha de altura
O programa toma a 2ª linha de base idêntica a 1ª; da mesma forma que as duas linhas de altura também
são iguais. Por exemplo: se a linha de base for um semi-círculo
e a linha de altura for uma linha reta, o programa irá gerar metade de um cilindro.
2 linhas de base e 1 linha de altura
O programa admite que as duas linhas de altura são idênticas. Por exemplo: se as linhas de base forem

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


226 MANUAL STRAP

semi-círculos de raios diferentes e a linha de altura for uma


linha reta, o programa irá gerar um tronco cone.
2 linhas de base e 2 linhas de altura
Este é o caso geral descrito no início do item.

Exemplo:
Criar o seguinte modelo espacial, utilizando o comando de Superfície:

Os pórticos (A) e (B) são duas 'linhas de base' e a linha (2)-(3) é a 'linha de altura'.
· Primeiramente defina os nós do pórtico (A) utilizando os comandos normais de geração de nós.
· Defina também os nós do pórtico (B); note que o pórtico (B) deve ter o mesmo número de nós que o
pórtico (A).
· Antes de utilizar o comando de Superfície, defina os nós ao longo da linha (2)-(3) (linha de altura).

· Selecione a opção .
· Escolha a opção Uma superfície 3D selecionando nós ao longo de 2, 3 ou 4 linhas.
· Agora escolha a opção 2 linhas de base e 1 de altura.
· "Selecione o nó inicial da linha de base": Clique no nó (1)
· "Selecione o próximo nó da linha ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós do Pórtico (A)
na sequência; quando chegar ao último nó (2) dê um clique duplo para finalizar a seleção.
· "Selecione o nó inicial da linha de altura (uma das extremidades da linha de base)": Clique no nó
(2) novamente.
· "Selecione o próximo nó da linha de altura ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós da
linha (2)-(3) na sequência; quando chegar no nó (3), dê um clique duplo para finalizar.
· "Selecione o próximo nó da linha de base ou clique em [Finalizar]": Clique em todos os nós do
Pórtico (B) na sequência; quando chegar ao nó (4), dê um clique duplo para finalizar o comando.

O programa criar o seguinte modelo (foram desenhados apenas alguns elementos na figura, para uma melhor
visualização):

3.6.5 Malha
Esta opção é um poderoso gerador automático de malha, sendo uma versão mais completa do que
Superfície - Grelha 222 . Esta opção, ao contrário da opção de Grelha, gera tanto os elementos quanto os nós
dentro de uma área definida pelo usuário.

A área da malha é especificada pela definição de seu perímetro com a seleção de nós existentes. Este
perímetro pode ter qualquer forma (desde que seus vértices sejam coplanares), podendo ser constituído de
linhas retas ou arcos. Ainda pode-se definir 'Furos' nesta malha.

Para se definir o tamanho dos elementos existem 2 alternativas:


· Geração dos elementos onde o usuário indica os tamanhos típicos e mínimo dos elementos. Neste caso
o programa irá gerar novos nós se necessário .
· Geração automática, onde o programa simplesmente conecta os nós existentes, semelhante a opção de
Grelha.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 227

Para especificar o arranjo e a forma da malha, o usuário pode escolher um dos seguintes tipos de malha:
Retangul O programa tentará gerar o maior número possível de elementos retangulares.
ar:
Esconsa: O programa irá gerar elementos quadriláteros com forma de paralelogramos paralelos às direções
definidas pelo usuário.
Circular: O programa irá gerar arcos paralelos de elementos e tentará manter um tamanho uniforme nos
elementos.

Nota:
· Os 4 nós selecionados devem ser co-planares. Se eles não forem, internamente o programa divide o
quadrilátero em 2 triângulos e verifica o ângulo a entre eles:

ú se a > 0.3°, o programa exibe um aviso, e cria dois elementos triangulares.

3.6.5.1 Opções de geração

Gerar Nós
O programa cria automaticamente os elementos com um tamanho especificado pelo usuário, gerando novos
nós, se for necessário.
· o contorno da malha pode consistir tanto de linhas retas como por arcos.
· a forma da malha pode ser especificada como ortogonal, esconsa ou circular.
· podem ser definidos furos na área de definição da malha.
· os elementos gerados serão apropriadamente conectados aos elementos de borda.
· a malha será ajustada para incluir os nós existentes no perímetro (contorno) da malha.
· as malhas existentes dentro da área do contorno são automaticamente apagadas.

O programa desenha primeiramente uma grelha que servirá de base para a geração da malha final. Esta
grelha básica pode ser alterada pelo usuário (alterando o número de espaçamentos da grelha ou movendo
suas linhas). Quando o usuário aceita a grelha básica o programa gera a malha utilizando elementos
quadriláteros e triangulares.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


228 MANUAL STRAP

Esta opção é melhor explicada por exemplos:


Exemplo 1 237 : Uma laje típica de concreto com um furo; gerada com uma malha ortogonal.
Exemplo 2 240 : Uma placa em arco com um furo; gerada com uma malha circular.

Utilizar somente nós existentes


Defina o contorno da malha utilizando nós existentes, semelhante a opção de Gerar Nós 227 . O programa
gera a malha somente conectando os nós existentes, não criando nenhum nó adicional.
· todos os nós (selecionados e utilizados) devem pertencer ao mesmo plano.
· todos os nós internos ao contorno especificado serão utilizados.

Exemplo:

O contorno foi criado selecionando os nós 1-4-28-25-1. (todos os nós já existiam antes de gerar a malha).

Utilizar projeção 3D dos nós existentes


Esta opção só esta disponível em modelos espaciais, e é similar a opção Utilizar somente nós existentes 228
.
Esta opção só esta disponível em modelos espaciais, e é similar a opção Usar somente nós existentes.
· Defina o contorno da malha com nós existentes como explicado na opção Gerar Nós 227 . O programa cria
os elementos conectando-os somente aos nós existentes, sem criar nenhum nó adicional. Todos os nós
existentes visualizados serão utilizados.
· O programa projeta todos os nós visualizados em um dos planos globais e conecta os nós adjacentes;
utilize as opções do menu "Remover" para não visualizar os nós não desejados temporariamente.

Selecione o plano global em que vão ser projetados os nós:

Note que o modelo não precisa ser rotacionado para o plano selecionado.

Por exemplo, na cobertura em casca mostrada abaixo, deve-se primeiro ter todos os nós que serão
utilizados na geração da casca.
Para gerar corretamente este modelo, o telhado deve ser projetado no plano X1-X3, onde todos os nós são
visualizados. O programa conecta com elementos os nós adjacentes (olhado a projeção no plano escolhido

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 229

- X1-X3):

Nota:
· A geração dos elementos pode estar incorreta se mais de um plano estiver sendo mostrado
simultaneamente. O modelo seguinte (a) é projetado em um plano global como mostrado na Figura (b) e
os elementos são gerados entre os nós adjacentes (olhando o modelo nesta projeção. O programa cria
então a malha erradamente, como mostrada na Figura (c). Estas malhas deveriam ser geradas
separadamente, uma por vez.

3.6.5.2 Tipo de Malha

Existem 3 alternativas disponíveis para especificar a forma e o arranjo dos elementos da malha:
· Ortogo O programa irá gerar o maior número possível de elementos retangulares. A grelha de elementos
nal: pode ser rotacionada
em qualquer ângulo; elementos triangulares podem ser gerados ao longo do perímetro da malha,
do contorno de furos ou
próximos de nós existentes no interior da malha.
· Escons O programa vai criar elementos quadriláteros de lados paralelos às direções definidas pelo usuário
a: como sendo a linha
de base e altura da grelha.
· Circula O programa gera arcos paralelos de elementos e tenta manter a uniformidade no tamanho dos
r: elementos. O programa
gera nós em arcos; quanto maior o raio destes arcos, maior será o número de nós gerados no
arco, afim de manter
uma uniformidade no espaçamento entre os nós do arco e entre os arcos.

Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


230 MANUAL STRAP

3.6.5.3 Definir a Malha

Para definir uma malha:


· Defina o contorno 230 da malha.
· Defina os parâmetros 231 da malha.
· Revisar o espaçamento das linhas da malha, ou mover as linhas 235 (horizontal/vertical) da malha.

Por exemplo ver os seguintes exemplos:


Exemplo 1 237 : Uma laje típica de concreto com um furo; gerada com uma malha ortogonal.
Exemplo 2 240 : Uma placa em arco com um furo; gerada com uma malha circular.

3.6.5.3.1 Contorno da Malha

A área da malha de elementos é especificada pela definição de seu contorno. O contorno consiste de linhas
retas e/ou arcos definidos entre nós existentes. Também podem ser definidos furos (aberturas) na malha.
· Defina cada segmento do contorno selecionando o tipo de segmento pelo menu existente no canto
superior direito da tela:

Note que a opção Arco pode ser utilizada mesmo em malhas do tipo Ortogonal ou
Esconsa; da mesma forma que a opção Reta pode ser especificada em malhas do
tipo Circular.

· Selecione os nós inicial e final de cada segmento pela opção padrão de Seleção de Nós. Continue
definindo segmentos até que o último nó de um segmento seja o primeiro nó do primeiro segmento.

· Defina o contorno das aberturas (furos) ou finalize a definição do contorno:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 231

Selecione:
ú Finalizar definição do contorno
Selecione esta opção caso já tenha finalizado toda a definição da malha e dos furos (aberturas), caso
existam.
ú Definir o contorno de um furo
Defina o contorno de uma abertura na malha utilizando os mesmos métodos utilizados na definição do
contorno da malha. Selecione a opção de Finalizar definição do contorno quando todos os furos forem
definidos.

3.6.5.3.2 Parâmetros da Malha

O programa irá gerar os elementos de acordo com os parâmetros configurados pelo usuário nesta janela.

OK
Especifique os parâmetros e clique no botão para continuar; de acordo com estes parâmetros, o
programa irá mostrar uma grelha que servirá de base para a geração da malha de elementos (esta grelha
ainda não é a malha final). Esta grelha de base ainda pode ser alterada pelo usuário utilizando as opções
que irão aparecer na caixa de diálogo da parte inferior da tela ou retornando a esta tela e modificando os
parâmetros.

Espaçamento da Malha
Especifique o valor padrão adotado para o tamanho dos lados dos elementos. Por exemplo, se para nosso
exemplo, acharmos que são adequados elementos de 1.0 x 1.0, especifique o espaçamento na direção X
e direção Y como 1.00.

Tamanho do menor lado do Elemento


Configure aqui o tamanho mínimo que um lado de qualquer elemento gerado pode ter. Esta opção é muito
importante para prevenir elementos distorcidos, com um lado muito menor que o outro. Aconselha-se que a
relação entre lados seja maior que 1:2, ou seja, se foi especificado que o espaçamento da grelha é de 2, é
recomendável que o valor do menor lado de um elemento seja de no mínimo 1.

Alinhar a Grelha com os nós existentes


O programa modificará o espaçamento da grelha de base para que suas linhas passem pelos nós
existentes, porém a distância entre as linhas nunca será menor que a especificada como o menor

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


232 MANUAL STRAP

tamanho de lado de elemento.


O programa manterá o espaçamento especificado e as linhas da grelha de base não passarão
necessariamente pelo nós existentes. Os nós existentes podem ser
utilizados como vértices de elementos, mas serão criados elementos de forma irregular.
Esta opção é melhor explicada pelos exemplos Exemplo 1 237 e Exemplo 2 240 .

Ignorar os nós existentes


Os nós existentes dentro do contorno especificado podem ser conectados aos elementos gerados ou
podem ser ignorados pelo programa, ou seja, só serão utilizados os nós criados pelo comando Malha. Note
que todos os nós existentes no contorno serão sempre utilizados, independente da opção especificada.
Todos os nós existentes na área definida serão conectados aos elementos.
Todos os nós existentes na área serão ignorados.
A importância desta opção será ilustrada no exemplo abaixo.

Quebrar e alinhar com as barras existentes


Selecione uma das seguintes opções:
Ignorar as barras existentes ao criar a malha.
Alinhar os elementos gerados com as barras existentes e quebrá-las de acordo com os nós dos
elementos.

Exemplo:
As barras existentes na área da malha são representadas na Figura (a):

A Figura (b) mostra a malha gerada com a opção não selecionada. Não é criada nenhuma barra
adicional. As barras existentes estão conectadas aos elementos
somente nas extremidades das barras. Note que o programa ignora as barras diagonais e não as
conecta com elementos.
A Figura (c) mostra a malha gerada com a opção selecionada. Todas as barras são quebradas nos nós
dos elementos. As barras estão conectadas aos elementos em
cada nó de cada barra criada. Note que os elementos estão alinhados e conectados as barras
diagonais.

Alinhar os elementos da periferia com os nós adjacentes


Por padrão o programa conecta os novos elementos gerados pelo comando Malha com os elementos
adjacentes ao contorno da malha. É recomendável que a opção de Alinhar os elementos da periferia
com os adjacentes esteja ativa .

Para exemplificar a importância desta opção, temos abaixo uma Malha 2 que foi gerada adjacente a Malha
1. Note que a Malha 2 é mais refinada que a Malha 1

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 233

Deixando a opção desativada ( ), o programa gera nós que não estão conectados a Malha 1.

Para refinarmos a Malha 1 e conectarmos todos os nós da periferia das malhas adjacentes, podemos:

Esta opção deve estar selecionada apenas quando editar uma malha existente. Por exemplo, refinar a
Malha 1 da figura acima para a mesma densidade da Malha 2:
· Editar a Malha 1; edite os parâmetros de dimensões e altere a opção para com o intuito de evitar a
definição de elementos triangulares.

· Depois podemos editar a Malha 2 deixando a opção ativada ( ), para conectarmos todos os elementos
entre as duas malhas.

Propriedade n.º
Especifique o número da propriedade a ser atribuída aos elementos planos.

Ângulo da Grelha
A grelha que serve de base para a geração da malha é desenhada em relação sua linha de base. A linha de
base da grelha pode ser definida de duas formas:
· Digitar diretamente o valor do ângulo na caixa de texto; este ângulo é medido do seguinte modo:
Modelos planos - A partir do eixo global X1, em sentido anti-horário.
Modelos - A partir da projeção do eixo global X1 no plano da malha. Se o plano da malha for
espaciais perpendicular ao eixo global X1, o ângulo será medido a partir do eixo global X2. Sempre
medido no sentido anti-horário.
O ângulo da grelha é sempre medido no sentido anti-horário.

Ângulo da grelha =
· clicar o botão e selecionar 2 nós que definem uma linha paralela a linha de base da
grelha.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


234 MANUAL STRAP

· Os nós 1-2-3-4 definem o contorno.


· Os nós 5, 6, 7, 8 são definidos dentro da área de
contorno da malha.

Alinhar a Grelha com os nós existentes


Ignorar os nós existentes

Alinhar a Grelha com os nós existentes


Ignorar os nós existentes

ou

Alinhar a Grelha com os nós existentes


Ignorar os nós existentes

3.6.5.3.2.1 Parâmetros da Malha - Circular

O programa irá criar uma malha preliminar que servirá de base para a geração da malha final de elementos
de acordo com os parâmetros especificados pelo usuário.

OK
Configure o quadro acima e clique no botão para continuar; o programa mostrará a malha preliminar
de acordo com os parâmetros aqui configurados.

Espaçamento da malha no raio


Especifique o espaçamento entre os arcos concêntricos. Este também é o valor padrão adotado para o
tamanho dos lados dos elementos; o lado de um elemento gerado nunca será maior que 150% do valor
especificado aqui.

Por exemplo, se para nosso exemplo, acharmos que são adequados elementos de 0.5 x 0.5, especifique o
espaçamento como 0.5.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 235

Tamanho do menor lado do elemento


Configure aqui o tamanho mínimo que um lado de qualquer elemento gerado pode ter. Esta opção é muito
importante para prevenir elementos distorcidos, com um lado muito menor que o outro. Aconselha-se que a
relação entre lados seja maior que 1:2, ou seja, se foi especificado que o espaçamento da grelha é de 2, é
recomendável que o valor do menor lado de um elemento seja de no mínimo 1.

Ignorar nós existentes


Os nós existentes dentro do contorno especificado podem ser conectados aos elementos gerados ou
podem ser ignorados pelo programa, ou seja, só serão utilizados os nós criados pelo comando Malha. Note
que todos os nós existentes no contorno serão sempre utilizados, independente da opção especificada.
Todos os nós existentes na área definida serão conectados aos elementos.
Todos os nós existentes na área serão ignorados.

Quebrar e alinhar com barras existentes


Para maiores detalhes ver item: Parâmetros da Malha - Quebrar e alinhar com as barras existentes 232 .

Alinhar os elementos de periferia com nós existentes


Para maiores detalhes ver item: Parâmetros da Malha - Alinhar a Grelha com os nós existentes 232 .

Para um exemplo detalhado, vide:


Exemplo 2 240 : Uma placa em arco com um furo; gerada com uma malha circular.

3.6.5.3.3 Malha - Mover Linhas

As linhas da grelha que servirá de base para a geração da malha podem ser modificadas:
· Movendo uma linha vertical/horizontal.
· Revisando o número de espaçamentos entre 2 linhas (não precisam ser adjacentes), ou seja, adicionando
ou deletando linhas nestas áreas específicas.
· Movendo toda a grelha por uma distância especificada.

Para uma malha do tipo Ortogonal:

Para uma malha do tipo Circular:

OK
Clique no botão para criar a malha final depois de ter feito todas as correções necessárias na
grelha.

Mover Linhas (horizontais/verticais)


Com esta opção pode-se mover uma linha da localização atual. Selecione a linha (da grelha básica) e
especifique a nova localização com uma das duas opções disponíveis:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


236 MANUAL STRAP

Mover a linha para um nó: selecione um nó existente; a linha passará pela localização deste nó.
Mover a linha por uma distância de: entre o valor que a linha deve transladar.

Revisar o Espaçamento
Utilize esta opção para adicionar novas linhas a grelha de base da malha. Selecione 2 linhas paralelas (não é
necessário que sejam adjacentes) e defina o novo número de espaçamentos entre elas:

Note que os espaçamentos gerados entre as linhas serão sempre iguais.

Por exemplo ver os seguintes exemplos:


Exemplo 1 237 : Uma laje típica de concreto com um furo; gerada com uma malha ortogonal.
Exemplo 2 240 : Uma placa em arco com um furo; gerada com uma malha circular.

3.6.5.4 Malha - Editar

Com esta opção pode-se editar o tipo de malha, os parâmetros, etc, de uma malha existente, ou seja,
pode-se redefinir qualquer estágio do processo de definição de uma malha já existente.

· Selecione a malha selecionando qualquer nó dentro do contorno. Se o nó pertence a 02 ou mais malhas:

· Edite a malha:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 237

Notas:
· Somente as malhas geradas pelo comando Malha existente no Menu Elementos podem ser editadas.
· O contorno da malha não pode ser editado.

Mover/Adicionar linhas de grade


Para maiores informações ver item: Malha - Definir - Mover Linhas 235

Editar parâmetros
Para maiores informações ver item: Malha - Definir - Parâmetros 231

Alterar o tipo de malha


Para maiores informações ver item: Tipo de Malha 229

Deletar malha
Selecione uma das seguintes opções:

Deletar ... todos os elementos da malha serão deletados, assim como a entidade malha.
Manter ... nenhum elemento será deletado, mas a entidade malha será apagada.

3.6.5.5 Malha - Exemplo 1

Criar um modelo de elementos finitos de dimensões aproximadas de 1.0x1.0 para a laje mostrada abaixo na
Figura (a).

· Primeiro defina os nós de referência para indicar ao programa o contorno da malha (laje) e o contorno do
furo Figura (b).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


238 MANUAL STRAP

· Selecione a opção Malha, escolha tipo de malha retangular e defina o contorno da malha:
Mova o mouse selecionando os nós 2, 3, 8, 20, 17 e 5, como mostrado na Figura (c).
· Defina o furo:

Selecione:
ú Definir o contorno de um furo e selecione os 4 nós que definem o furo, como mostrado na Figura (c);
depois selecione:
ú Finalizar definição da malha quando o menu acima for visualizado novamente.

O programa irá exibir a seguinte janela mostrando vários parâmetros, configure os parâmetros
apropriadamente:

O programa mostra uma grelha básica, note que esta grelha ainda não é a malha final de elementos finitos.
Esta grelha é gerada de acordo com os parâmetros configurados na janela anterior e servirá de base para a
malha final. Existem duas grelhas possíveis, dependendo se a opção Alinhar grelha com os nós
existentes, tiver sido selecionada ou não:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 239

Na parte inferior da tela aparece a caixa de diálogo onde o usuário pode alterar a grelha de base atual:

OK
Depois de fazer as correções (caso seja necessário), selecione o botão para criar a malha final.
O programa mostra agora a malha final e pergunta se está OK.

As malhas criadas para cada uma das variações mostradas acima são:

O usuário pode desejar uma outra variação de malha, que seja semelhante a malha mostarda na Figura (iv),
porém com uma linha base da malha passando pelos nós 5,6,7,8, como na Figura (v). Para isto deve-se
utilizar as opções "Mover linha" e "Alterar espaçamento". O programa irá gerar os elementos como mostrado
na Figura (vi).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


240 MANUAL STRAP

3.6.5.6 Malha - Exemplo 2

Defina um modelo para a laje em arco mostrada abaixo com elementos de aproximadamente 0.5 x 0.5.

· Primeiro defina os nós de referência para a definição dos contornos da malha e do furo (1 a 10), como
mostrado na Figura (b) .
· Selecione a opção Malha e comece a definir o contorno:
· Especifique o tipo de malha como Circular:

· Defina a linha 1-2-3 especificando-a como um arco. Para isto selecione a opção Arco no menu existente
no canto superior direito da tela:

Selecione o nó 1 como o nó inicial do arco; o nó 3 como o final do arco; e o nó 2 como um nó intermediário


(terceiro nó) do arco. O desenhará o arco 1-2-3.
· Note que o menu muda automaticamente para Linha (padrão); Continue a definição do contorno
selecionando o nó 10.
· Defina o arco 8-9-10 (semelhante ao arco 1-2-3) e depois selecione o nó 1 para fechar o contorno da
malha.
· O programa exibirá a janela abaixo onde podemos a abertura da malha:

Selecione:
ú Definir o contorno de um furo e selecione os 4 nós de definição do furo (4-5-6-7) como mostrado na
figura (b).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 241

ú Finalizar definição do contorno quando o menu acima aparecer novamente.

· Selecione 3 nós de um arco da malha, por exemplo, nós 8, 9 e 10 (ou 1, 2 e 3) para o programa poder
calcular o centro dos arcos paralelos que comporão a malha de elementos finitos.
· Especifique os parâmetros da malha circular como:

· O programa exibirá primeiramente a grelha básica (circular) que irá gerar a malha (Figura a):

Os arcos da grelha de base podem ser realocados (pela opção Mover um arco) ou ainda pode-se alterar
o espaçamento entre 2 arcos (pela opção Alterar espaçamento dos arcos ):

ú Mover um arco
Selecione um arco e movimente-o pela definição de uma distância ou por um nó existente.
ú Alterar espaçamento dos arcos
Selecione 2 arcos (não precisam ser adjacentes) e redefina o número de espaçamentos entre eles; o
programa dividirá a distância entre os arcos selecionados em
espaçamentos iguais.
ú OK
Para gerar os elementos finitos com a grelha de base mostrada na tela. A malha será criada como
mostrado na Figura (b) acima.

3.6.6 Deletar Elementos


Selecione os elementos que deseja deletar com a Seleção Padrão de Elementos 28 .
Note que os nós de elementos que foram deletados continuam no modelo. Para deletar os nós juntamente

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


242 MANUAL STRAP

com os elementos deletados, selecionar a opção Sim, deletar no menu lateral.

3.6.7 Renumerar
Utilize esta opção para renumerar elementos existentes:

Renumerar elementos individualmente


Selecione um ou mais elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos 28 . Note que a ordem que
estes elementos são selecionados é importante; eles serão renumerados na ordem que forem selecionados.

Entre com o novo número do primeiro elemento a ser renumerado; os demais elementos serão renumerados
seqüencialmente:

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o
número original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números
entre os dois elementos.

Exemplo:
· Selecione os elementos 41, 42 e 43 (nesta ordem).
· Especifique 75 como o novo número do elemento 41
· Os elementos serão renumerados para 75,76 e 77 respectivamente
· Se o elemento 76 já existir, ele será renumerado para 42 (o programa irá trocar seus números).

Renumerar uma grelha de elementos


Selecione 3 nós definindo respectivamente os nós inicial e final da linha de base da grelha e final da linha de
altura. Todos os elementos com todos os nós de incidência dentro do paralelogramo definido pelos 3 nós

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 243

selecionados serão renumerados.

Digite a numeração do primeiro elemento da linha de base (conto inferior esquerdo):

Os demais elementos serão renumerados seqüencialmente.


Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o
número original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números
entre os dois elementos.

Renumerar em relação a um plano


Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em
mais de um plano. Note que os plano não precisam ser paralelos entre si.
· Selecione os elementos que deseja renumerar utilizando a Seleção Padrão de Elementos 28 .
· Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção
de 3 nós (deste que não estejam em linha).
· Especifique a nova numeração do primeiro elemento.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:


· Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó
define o eixo x2r; o eixo x3 r é determinado pela regra da mão direita.
· O programa renumerará os elementos seqüencialmente, de acordo com o ângulo entre seus planos e o
plano de renumeração. Caso existam elementos dos dois lados do plano de renumeração o programa
renumerará primeiro todos os elementos de um lado (que estiver na direção positiva do eixo x3r) e depois
os elementos do outro lado.
· Para elementos que pertençam a um mesmo plano, o programa renumerará primeiro os elementos com
coordenadas de seu centro de menores valores.

Caso exista um número que já esteja sendo usado por outro elemento, o programa irá trocar os números
usados entre os elementos.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos
perpendiculares ao eixo global X1:
· Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta
ordem) para definir o plano de
renumeração.
· Especifique como 1 o novo número da
primeiro elemento.
· Os elementos no plano x1r-x2r são
renumerados primeiro (1-2).
· Em seguida são renumerados os
elementos pertencentes aos planos
paralelos ao plano de renumeração (
x1-x2) (3-4) e (5-6).
· Por último são renumerados os

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


244 MANUAL STRAP

elementos perpendiculares ao plano


x1-x2 (7-10).

3.6.8 Propriedades
O elementos finitos planos podem tanto ser uma placa com espessura uniforme ou uma dos seguintes
seções:

O usuário define cada propriedade de elementos por:


· Espessura dos elementos.
· Material; podendo ser isotrópico (padrão) ou ortotrópicos.

Os elementos ainda podem ser definidos como "Elementos Fictícios" (rigidez zero).

Cada elemento pode ser associado a uma propriedade diferente. Quando um elemento é criado, ele é
automaticamente associado a propriedade padrão atual, mostrada no campo Prop da caixa de diálogo da
parte inferior da tela. A propriedade associada ao elemento pode ser alterada a qualquer momento.

Note que podemos associar aos elementos propriedades que ainda não foram definidas.

Definir/Revisar
Para maiores detalhes ver item: Propriedades dos Elementos - Definir 245

Adicional
Define lajes nervuradas (uma ou duas nervuras), lajes com furos retangulares/redondos/elípticos, alveolares.
Veja mais em Propriedade de Elementos Planos - Adicional 246 .

Atribuir
· Selecione uma propriedade clicando uma vez sobre ela (ficará realçada).
· Clique no botão Atribuir e selecione os elementos desejados pela opção de Seleção Padrão de

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 245

Elementos 28 .
Nota:
· As propriedades marcadas como Indefinida são propriedades que já foram atribuídas a elementos mas
ainda precisam ser definidas.

Deletar
· Selecione uma das propriedades da lista (clicando uma vez sobre ela para que fique realçada).
Deletar
· Clique no botão .

Elementos Fictícios
O usuário pode definir um elemento como "Fictício". Elementos fictícios podem ser carregados, mas,
semelhante às barras fictícias, eles não alteram a rigidez da estrutura e não aparecerão nos gráficos e
tabelas de resultados.

Por exemplo, utilize um elemento fictício para definir uma carga por área em um modelo que consiste
exclusivamente de barras.

Selecione os elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos 28 .

Notas:
· Elementos fictícios DEVEM estar conectados ao MODELO em TODOS os vértices, ou seja, elementos
fictícios não devem estar em balanço os conectados somente a outros elementos fictícios; as cargas
associadas a vértices que não estejam conectados ao modelo serão perdidas pelo programa.
· Caso a opção Número das propriedades existentes no menu Visualizar 46 , for selecionada, os
elementos fictícios serão associados a letra "D" (Dummy).

Materiais
Para maiores detalhes ver item: Materiais do Usuário 205 .

Editar o Modelo Principal e Todas as Propriedades dos Sub-modelos


Para maiores detalhes ver item: Propriedades das Barras 186 .

3.6.8.1 Definir/Revisar

· Selecione uma das propriedades e clique no botão Definir/Revisar, ou dê um duplo clique na propriedade
desejada.
Define/revise
· Clique no botão .
· Defina a propriedade dos elementos:

Unidade, Material

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


246 MANUAL STRAP

Para maiores detalhes ver item: Propriedades das Barras - Geral 187

Espessura
Especifique a espessura dos elementos nas unidades exibidas na caixa Unid. Note que a espessura é
simétrica em torno do eixo central do elemento; O usuário pode deslocar o centro do elemento utilizando a
opção de Offsets 250 .

Ortotrópico
Com esta opção o usuário pode definir um material ortotrópico: marque a opção . Ortotrópico na caixa de
diálogo; a opção Direção Y irá aparecer:

Defina o material da direção Y, onde:


· 'X' se refere a direção paralela ao eixolocal x1 do elemento.
· 'Y' se refere a direção paralela ao eixo local x2 do elemento.

Aviso: É muito importante verificar a uniformidade da direção dos eixos locais x1 e x2 nos elementos
ortotrópicos.

O módulo de elasticidade transversal (G) e o coeficiente de Poisson ( n ) são calculados da seguinte forma:
· Material Isotrópico:
· Material Ortotrópico:

ú flexão:

ú estado plano de
deformação (plain
strain)

onde:
E1 = maior módulo de elasticidade longitudinal
E2 = menor módulo de elasticidade longitudinal
n 12 = coeficiente de Poisson do material com E1

i.e., programa ignora n do material com E2.

3.6.8.2 Adicional

Cria um elemento plano que representa uma laje nervurada em uma ou duas direções, ou laje com furos
retangulares/redondos/elípticos, ou alveolar. Note que o programa somente cria um elemento plano com

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 247

rigidez equivalente e não verifica onde estes elementos "se encaixam" dimensionalmente no modelo.

Selecione o tipo de seção:

e entre com as dimensões.

Por exemplo, uma laje nervurada em uma direção:

onde:
· todas as dimensões requeridas são mostradas no esquema
· "direção" refere-se ao eixo local do elemento plano.

Unidades, Material
Veja em Propriedades de Barra - Geral 187

Notas:
· as nervuras/furos são sempre paralelas a um dos eixos locais do elemento plano (x1, x2). Tome cuidado
ao definir as direções das nervuras e os eixos locais dos elementos planos.
· para lajes nervuradas em uma direção, a rigidez na direção perpendicular às nervuras é a rigidez da laje de
espessura Th.
· para lajes com furos, a rigidez na direção perpendicular aos furos é a rigidez das mesas superior e inferior
rigidamente conectadas pela alma sem rigidez.
· o programa somente cria um elemento com rigidez equivalente, e não verificando se estes elementos
"cabem" dimensionalmente no modelo. Para definir uma simples nervura, a dimensão perpendicular ao
elemento deve ser igual a b2+d (veja a caixa de diálogo acima para laje alveolar).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


248 MANUAL STRAP

3.6.9 Eixos Locais


Utilize esta opção para alterar (inverter) a direção do eixo local x3 do(s) elemento(s). O eixo local x3 é
sempre perpendicular ao plano do elemento.

Como foi explicado em Sistemas de Coordenadas 975 , o programa tenta uniformizar a direção do eixo local
x3 a fim de evitar confusões na interpretação dos resultados. O programa tenta então, fazer o eixo x3 de um
plano de elementos apontar na mesma direção.

No exemplo abaixo onde os eixos padrões atribuídos pelo programa não são adequados.
A figura mostra um cilindro onde seu eixo central é paralelo ao
eixo global X3.
Por padrão, os eixos +x3 apontam na direção positiva do eixo
global X2, deixando, para este modelo, metade dos elementos
com o eixo +x3 apontando para o centro do cilindro e metade
apontando para fora do cilindro. Esta configuração não é
aconselhável. O melhor seria deixar todos os eixos +x3
apontando para fora ou para dentro do cilindro, o que facilita o
carregamento da estrutura e a interpretação dos resultados.

Selecione os elementos que deseja alterar a direção do eixo local x3 com a opção de Seleção Padrão de
Elementos 28 .

Especifique a nova direção do eixo local x3 por uma das seguintes opções:

Por um Nó
O sentido positivo do eixo local x3 apontará para a direção de um nó selecionado. Este nó não pode
pertencer ao plano dos elementos, pois o eixo local x3 nunca pertence ao plano do elemento, ele sempre é
perpendicular ao elemento.

No exemplo acima, selecione o nó 1; todos os eixos locais x3 dos elementos apontarão nesta direção.

Pelos Eixos Globais (X1,X2,X3)


O sentido positivo do eixo local x3 apontará na direção geral do sentido positivo do eixo global selecionado.
O eixo local x3 não pode pertencer ao plano do elemento, ele sempre é perpendicular ao plano do elemento.

3.6.10 Vínculos
Defina os vértices que devem ser articulados. Esta opção é similar a opção de liberação de momentos
fletores para barras

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 249

Exemplo:
· defina uma ligação entre 2 lajes pré-fabricadas; a ligação entre elas transfere as forças cortantes, mas não
os momentos fletores.

Único Elemento
· Mova o para as proximidades do elemento que deseja articular; quando ele estiver realçado por um
clique o mouse para selecioná-lo.
· Selecione os dois nós deste elemento que definem o lado que deseja articular.
Quando a opção Visualizar => Vínculos estiver ativa, aparecerão dois pequenos círculos nos nós que foram
articulados nos elementos.

Linha de Elementos
· Mova o para as proximidades do primeiro elemento da linha que deseja articular; quando ele estiver
realçado por um clique o mouse para selecioná-lo.
· Selecione os dois nós deste elemento que definem o lado que deseja articular.
· Mova o para as proximidades do último elemento da linha que deseja articular; quando ele estiver
realçado por um clique o mouse para selecioná-lo.
Quando a opção Visualizar =>Vínculos estiver ativa, aparecerão dois pequenos círculos nos nós que foram
articulados nos elementos.

Elementos Selecionados
Aplica ou remove articulações dos lados dos elementos selecionados:
· selecione os elementos planos usando o opção padrão de Seleção de Elementos 28 .
· selecione os lados a serem articulados:

Dois pequenos círculos são desenhados nas extremidades dos lados articulados.

Deletar
Selecione os elementos que deseja deletar as articulações utilizando a Seleção Padrão de Elementos 28 .
Serão deletadas todas as articulações dos elementos selecionados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


250 MANUAL STRAP

Notas:
· Serão liberados os momentos que atuam em torno do lado selecionado e não do vértice. No exemplo
abaixo temos um elemento triangular, cujo vértice está ligado ao lado selecionado. Este elemento não
possui articulações, uma vez que estas são definidas nos lados dos elementos 2D. Veja:

· Os nós articulados ainda irão transferir os esforços cortantes; Os elementos articulados terão resultados
menos precisos que os elementos sem articulações; Para compensar esta menor precisão, pode-se
refinar mais a malha ao longo da linha de articulações.

3.6.11 Offsets
Elementos planos podem ser deslocados (offset) em uma direção perpendicular aos seus planos. Esta
opção pode ser usada para definir um desnível (rebaixo) ou mudanças na espessura das placas em que
estas ficam niveladas em uma de suas faces. A figura da caixa de diálogo mostra um exemplo:

Notas:
· Um valor positivo de offset move o elemento plano na direção do eixo local +x3.
· O unidade a ser usada no offset é a mesma utilizada nas coordenadas dos nós.

3.6.12 Estágios
Os elementos podem ser desativados (removidos), ou restaurados do estágio atual:
· Selecionar os elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos 28 .

Notas:
· elementos desativados não são visualizados.
· novos elementos não podem ser definidos num estágio que não seja o do Modelo Completo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 251

3.7 Molas
Definição de apoios elásticos - translacionais e/ou rotacionais - nos nós selecionados.

Para um Apoio Elástico (Mola) ser definido em uma determinada direção em um nó, este nó não pode
conter um apoio rígido (indeslocável) na mesma direção.

Define / revisa 251 molas, as quais podem ser definidas em relação aos eixos Globais
(padrão) ou Locais (Vide Nota abaixo).

Deleta molas selecionadas, utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .

Exibe valor 253 de todas as constantes de mola associadas a um determinado nó.

Define molas translacionais unidirecionais 253 , ou seja, que atuam em apenas um


sentido do eixo selecionado. Está é uma análise não linear, e portanto, os efeitos da
superposição de esforços não é válida.
Definição de uma constante de mola por área/comprimento 254 , onde o programa
calcula automaticamente a área/comprimento de influência de cada nó e aplica a
respectiva constante de mola.

Notas:

· Para alterar uma constante de mola já definida, clique em , selecione o nó desejado e


entre com o novo valor da constante.
· Para definir uma constante de mola translacional em relação a uma direção não paralela a direção global,
deve-se associar um sistema de apoios local ao nó, como explicado em Molas - eixo local 252 . Não
defina os componentes globais de molas utilizando S·sin(q) e S·cos(q).

3.7.1 Definir/Revisar
Defina as constantes de mola e selecione os nós que deseja aplicá-las:

Direções
S1 Constante de mola de translação na unidades: força / comprimento
= direção global X1.
S2 Constante de mola de translação na
= direção global X2.
S3 Constante de mola de translação na
= direção global X3.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


252 MANUAL STRAP

rot1 Constante de mola rotacional em unidades: momento / radianos


= torno da direção global X1.
rot2 Constante de mola rotacional em
= torno da direção global X2.
rot3 Constante de mola rotacional em
= torno da direção global X3.
Nota:
· Para definir molas em relação a uma direção não global (local), vide Molas - eixo local 252 .

Valor Zero
Selecione uma das opções:
O programa irá ignorar todos os valores zero no menu, não alterando as constantes de mola já
existentes nos nós selecionados.
O programa irá aplicar o valor da constante de mola = 0. nas direções especificadas com o valor zero
nos nós selecionados.

Exemplo:
· Um nó já está definido com uma constante de mola de valor S1=3250, e deseja-se adicionar a constante
S2=1000 ao mesmo nó:

· Entre com os valores na caixa de diálogo. As constantes de molas neste nó serão:


S1=3250 e S2=1000; ou
S1=0 e S2=1000 (este é o correto!)
Nota:
· Para para atribuir um valor igual a zero em uma direção específica, entre com um valor negativo nesta
direção.

Exemplo:
Configure o quadro acima com:S2 = 1000 e rot3
= 520
e selecione os nós 1 e 7 utilizando a opção
padrão de Seleção Padrão de Nós 21 .

3.7.1.1 Eixo Local

As molas, por padrão, são definidas em relação aos eixos Globais do modelo.
Para definir molas em relação a qualquer outro sistema local (x1-x2), deve-se:
· Definir um sistema local de apoio, utilizando a opção Apoios Rotacionados 168 (Definir um sistema de
coordenadas local de apoios) existente no menu de APOIOS.
· Associar um sistema local de apoio ao nó que deseja atribuir a mola, também pela opção Apoios
Rotacionados 168 (Associar apoios ao sistema de apoios locais )
· Definir as constantes de mola utilizando as opções Definir ou Área/Linha do menu de MOLAS,
assumindo que S1, S2, ..., rot3 não estão mais em relação aos eixos globais e sim em relação ao
sistema local de

Notas:
· As constantes de molas podem ser associadas aos nós antes dos sistemas locais terem sido definidos e

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 253

associados aos nós, ou seja, a ordem não importa.


· Sistemas locais de apoio podem ser atribuídos a molas unidirecionais.
· Sistemas locais de apoio serão aplicados as molas utilizando a opção de Área/Linha.
· As tabelas e gráficos contendo informações de molas exibidas no Módulo de Geometria mostrarão uma
nota informando os nós que estão associados a sistemas de eixos locais de apoio.
· Deve-se sempre utilizar este método para definir molas em relação a eixos não paralelos aos eixos
globais; não utilize as constantes de mola decompostas nos eixos globais usando S·sin( q) e
S·cos(q).

3.7.2 Exibir Valor


Selecione um nó que possua apoios elásticos (molas); o programa exibirá uma caixa de diálogo na parte
inferior da tela, mostrando as constantes de molas associadas a este nó. Note que todos os nós que tiverem
exatamente as mesmas constantes de molas também serão realçados automaticamente.
Por exemplo:

Note que não pode-se editar as constantes de mola neste quadro; para alterar as constantes, selecione a
opção Definir 251 , selecione o nó e digite os novos valores.

3.7.3 Unidirecional
Com esta opção pode-se definir molas que atuam em um só sentido (positivo ou negativo) em relação a um
eixo selecionado. A rigidez da mola será assumida como zero caso ela esteja trabalhando no sentido
oposto.

Notas
· Molas unidirecionais são elementos não lineares e necessitam de interações para chegarmos a solução
final. Estas interações podem aumentar o tempo de processamento consideravelmente.
· Por serem elementos não lineares, as regras de superposição de efeitos não são válidas. Então, as
combinações em modelos que contenham molas unidirecionais devem ser definidas no Módulo de
Carregamentos (utilizando o recurso de carga "Combinada") antes de processar o modelo e nunca depois.

Selecione o sentido de atuação da mola em cada direção:

onde:
· indica o sentido de atuação da força (não reação) na mola, ou se preferir, o sentido do deslocamento
do nó com a mola.
· bidirecional é o valor padrão e indica uma mola normal (2 sentidos).

Exemplo:
A fundação da figura abaixo está sujeita a forças de tração (arrancamento) em uma combinação específica.
Nestes casos a fundação perde o contato com o solo. Para simular este comportamento deve-se dizer ao
programa que estas molas só trabalham no sentido -X3.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


254 MANUAL STRAP

3.7.4 Área/Linha
Nesta opção o programa calcula automaticamente a constante de mola em nós ao longo de uma linha ou
pertencentes a uma área, baseando-se em um Coeficiente de solo fornecido pelo usuário. Esta opção é
muito útil para a análise de vigas ou placas sobre base elástica.
Linha: O usuário seleciona uma linha de nós; o programa calcula a distância entre os nós adjacentes,
multiplica esta distância pelo Coeficiente de solo e aplica a
constante de mola em cada nó da linha. Esta opção é muito útil para análise de vigas sobre base
elástica.
Área: O usuário seleciona um grupo de elementos; o programa calcula a área de influência de cada nó
conectado aos elementos, multiplicada este valor pelo coeficiente do solo e aplica a constante de
mola em cada nó. Esta opção é muito útil para análise de placas sobre base elástica, por exemplo:
radiers.
Dica: Em modelos constituídos exclusivamente de barras (por exemplo: uma grelha de barras
simulando uma laje) pode-se utilizar Elementos Fictícios para aplicar o coeficiente de solo sobre
uma área. Também pode-se criar os elementos (com qualquer propriedade), aplicar esta opção de
molas por área e depois deletar os elementos; as molas permanecerão nos nós.

Coeficiente de Solo
Entre com o coeficiente de solo de acordo com uma das seguintes opções (de acordo com as unidades de
comprimento e peso configuradas para o modelo):
Área com elementos
Entre com o valor em unidades de Força/Comprimento³; o programa irá multiplicar o coeficiente pela área
de influência de cada nó, aplicando a constante de mola (em Força/Comprimento) em cada nó.
Linha de nós
Entre com o valor em unidades de Força/Comprimento²; o programa irá multiplicar o coeficiente pela
distância entre dois nós adjacentes, aplicando a constante de mola (em Força/Comprimento) em cada
nó.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 255

Área
O coeficiente de mola é calculado da seguinte forma:
· O usuário seleciona os elementos utilizando a opção de Seleção Padrão de Barras 24 .
· O programa identifica todos os nós conectados aos elementos.
· O programa calcula a área de influência de cada nó, multiplica pelo coeficiente de solo especificado e
aplica as constantes de mola calculadas para cada nó.

Por exemplo, para um coeficiente de solo = 100 (F/C**3);.foram selecionados os seguintes 8 elementos:
Nós 2, 4, 5, 13, 16: Área = 0.5 x 0.5 = 0.25
Constante de mola = 0.25 x 100 = 25 F/L
Nós 3,8,9,12,14,15: Área = 1.0 x 0.5 = 0.50
Constante de mola = 0.50 x 100 = 50
Nó 6: Área = 3 x 0.25 = 0.75
Constante de mola = 0.75 x 100 = 75
Nós 7, 10, 11: Área = 1.0 x 1.0 = 1.00
Constante de mola = 1.00 x 100 = 100

Linha de Nós
Os coeficientes de mola são calculados da seguinte forma:
· O usuário seleciona os nós de início e fim da linha utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .
· O programa identifica todos os nós intermediários da linha.
· Calcula o comprimento de influência de cada nó, multiplica pelo coeficiente de solo e aplica as constantes
de mola para cada nó.

Por exemplo, para um coeficiente de solo =


100, na linha selecionada abaixo, temos:
Coeficiente de mola nos nós 1 e 4 = 5 x 100 =
500
Coeficiente de mola nos nós 2 e 3 = 11 x 100 =
1100
Arco de Nós
Calcula os coeficientes elásticos (molas) ao longo de um arco de nós. Note que para definir apoios elásticos
radiais, os nós relevantes devem ter um sistema de eixo local de apoio.
Os coeficientes elásticos são calculados com segue:
· o usuário seleciona os nós inicial, final e intermediário do arco
· o programa identifica todos os nós intermediários no arco
· o programa calcula a largura efetiva associada a cada nó, multiplicando-o pelo coeficiente do solo e
obtendo o valor do apoio elástico de cada nó.
Por exemplo, coeficiente do solo = 100

Mola nos Nós intermediários = 1.0991 x 100 = 109.91


Mola nos Nós extremos = 1.0991/2 x 100 = 54.96

Direção da Mola
Selecione uma direção Global.

Substituir/Adicionar Molas

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


256 MANUAL STRAP

Selecione uma das seguintes opções:


Substituir as molas existentes
O programa irá apagar as constantes de molas atuais na direção global selecionada nos nós
selecionados e substituí-las pelas constantes calculadas.
Adicionar
O programa irá adicionar o valor calculado das constantes de molas ao valor atual nos nós
selecionados.

Selecione os nós utilizando as opções de Seleção Padrão de Nós 21 ou Seleção Padrão de Barras 24 ;o
programa irá calcular os coeficientes de mola e definir as molas nos nós relevantes.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 257

3.8 Cópia - Geometria


A opção de Cópia é extremamente útil, facilitando e agilizando a modelagem da geometria. Com esta opção
o usuário pode copiar partes do modelo (ou ele inteiro), sendo copiados não só os nós como as barras e
elementos conectados a eles, e suas características como: propriedades, articulações, direção dos eixos
locais.

Cópia por Translação 257 : os nós/barras/elementos são copiados para planos paralelos
aos originais. A localização da cópia é definida por uma distância da localização
original.
Copia por Rotação 259 : os nós/barras/elementos são copiados e rotacionados em
relação aos originais. O programa pode esticar ou encolher as dimensões do bloco
copiado, mas sempre mantendo o mesmo layout de nós/elementos.
Cópia Espelhada 262 : os nós/barras/elementos são espelhados em relação a um eixo
de simetria.

Notas:
· Pode-se definir mais de uma cópia do bloco original em um único comando (exceto na opção de Cópia
espelhada).
· O programa não irá criar um novo nó na localização de um já existente, mas usará o existente para a
criação de barras/elementos do novo bloco.
· O programa não irá criar uma barra/elemento nova(o) na mesma posição de um(a) já existente, incluindo
paredes.
· As barras/elementos copiados serão associados a mesma propriedade das barras/elementos originais.
· Vínculos entre barras/elementos serão automaticamente copiados.
· Apoios e Molas podem ser copiados, no entanto o usuário pode optar por copiar ou não.
· Eixos locais de barra ( Cópia Rotacional e Cópia Espelhada): o programa tenta rotacionar os eixos
locais de acordo com a rotação da cópia. Por exemplo: uma barra cujo eixo local x2 está apontando para
o centro de um círculo é copiada n vezes, radialmente em torno do círculo: os eixos locais de todas as
barras copiadas irão apontar para o centro do círculo.
· Eixos locais de elementos: os sistemas locais de coordenadas dos elementos são copiados junto com os
respectivos elementos, fazendo que os eixos locais das cópias apontarem o mais próximo possível dos
elementos originais.

O bloco que será copiado é definido pela seleção de nós, utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 ;
as barras/elementos que tiverem todos seus nós copiados serão também copiados:
· A localização da cópia é definida pela nova localização do(s) nó(s) de referência (podendo ser definida por
um nó existente ou por coordenadas).
· Os dois blocos (original e cópia) podem ter linhas de nós muito próximos ou comuns; o programa irá
perguntar ao usuário se deve Unificar 165 ou não os nós próximos, conectando-os.
· O usuário pode instruir ao programa para conectar com barras o bloco original e as cópias.
· Caso a distância relativa entre os nós de referência do bloco original e da cópia forem alteradas, as
barras/elementos terão suas dimensões alteradas proporcionalmente. A localização da cópia pode ser
definida tanto por rotação quanto por translação.

Para todas as opções, selecione os nos que definem o bloco que deseja copiar.

3.8.1 Cópia por Translação


Com esta opção, o usuário pode criar cópias de todo ou parte do modelo:
· O bloco a ser copiado é definido selecionando os nós a serem copiados, através da caixa padrão de
Seleção Padrão de Nós 21 . As barras/elementos que tiverem todos seus nós selecionados também serão
copiados. Será necessário informar ao programa a distância entre a cópia e o bloco original; para isto o
usuário seleciona um nó de referência e sua nova localização.
· Podem ser geradas mais de uma cópia de um mesmo bloco original em um só comando. A distância entre
as cópias será a mesma que a distância entre o bloco original e a primeira cópia.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


258 MANUAL STRAP

Exemplo:
Gerar o plano 5-6-7-8 na posição (X3 = -5.0) copiando o plano 1-2-3-4 (X3 = 0):

· Defina o bloco a ser copiado, selecionando os nós 1, 2, 3 e 4 utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .
· Selecione o nó 1 como o nó de referência.
· O programa exibe a caixa de diálogo abaixo, onde o usuário define se a nova localização do nó de
referência será definida através de um nó existente ou por uma coordenada:

Por coordenadas
· Selecione e mova o cursor para a coordenada

X1 = 0.0 , X2 = 0.0 , X3 = -5.0, ou digite as coordenadas na caixa de diálogo da parte inferior da tela e
clique com o mouse no botão OK. Note que ao invés da coordenada, podemos digitar a diferença de
coordenadas (dX1, dX2 e dX3).
· Selecione o número de cópias, o incremento na numeração de nós/barras/elementos e se deseja conectar
as cópias com barras. Clique em OK. O programa cria automaticamente o plano 5-6-7-8.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 259

Notas:
· A opção Conectar cópias com barras estiver selecionada , serão geradas as barras 1-5, 2-6, 3-7, 4-8.
· Os nós com apoios 1 e 4 serão copiados para os nós 5 e 8 se a opção de Copiar apoios estiver
selecionada .

3.8.2 Cópia por Rotação


Com esta opção o usuário pode copiar rotacionando um bloco selecionado. O bloco a ser copiado é definido
selecionando os nós através da opção de Seleção Padrão de Nós 21 . As barras/elementos que tiverem
todos os seus nós selecionados também serão copiados.

A rotação e translação destes nós são definidas pelas novas localizações dos nós de referência; a nova
localização de cada nó de referência pode ser definida por outro nó existente ou por coordenadas. Os nós de
referência formam um plano e a rotação e translação deste plano são aplicadas a todos os nós
selecionados.

Existem 4 formas disponíveis: 2 delas mantêm a forma original da geometria copiada e as outras 2 esticam
ou encolhem o bloco copiado proporcionalmente, de acordo com as novas distâncias entre os nós de
referência:

· Mesmo que o programa 'estique' ou 'encolha' a cópia, ele nunca vai distorcer a mesma, ou seja, a cópia
será esticada/encolhida por um mesmo fator que dependerá da nova distância entre os nós de referência.
· O bloco pode ser copiado mais de uma vez em um mesmo comando; a distâncias entre uma cópia e a
próxima é a mesma que entre a 1ª cópia e o bloco original.

Esta opção é melhor explicada por exemplos 260 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


260 MANUAL STRAP

3.8.2.1 Exemplos

Criar o seguinte modelo:

· Crie o pórtico 1-2-3-4 utilizado o Assistente de Modelagem, ou defina os nós/barras utilizando as opções
de definição do Módulo de Geometria.
· Copie por rotação o pórtico 1-2-3-4 para formar o pórtico 3-4-5-6:
ú Selecione todos os nós utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .
ú Selecionar 3 nós de referência. (gerar cópias deformadas).
ú Defina os três nós de referência e suas novas localizações:

Nó de Nº: Opção: Selecionar/Definir:


Ref. :
Primei Em um nó existente
1 ao nó 3
ro
Segun Em um nó existente
2 ao nó 4
do
Tercei Por coordenadas
3 para as coordenadas (5, 0, -8.0)
ro
Note que a distância do primeiro para o terceiro nó de referência é alterada de 5.0 do pórtico original
(1-2-3-4) para 8.0 no pórtico copiado (3-4-5-6); todas as dimensões nesta direção são alteradas
proporcionalmente. A distância perpendicular permanece inalterada no pórtico copiado, e todas as
dimensões verticais permanecem as mesmas.

ú Defina o número de cópias e o incremento de numeração dos nós/barras:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 261

O programa criar um nó na nova localização do nó 1. Entretanto, o programa verifica se já existe um nó nesta


localização, se não encontra, cria um novo nó na posição, e caso encontre um nó na mesma posição não
cria um novo. Este recurso faz com que ao utilizar o comando de cópia, o programa não crie
nós/barras/elementos em duplicidade. Similarmente para as barras, que não são criadas em duplicidade na
linha 3-4.

· Crie os dois planos remanescentes:


ú Selecione todos os nós em ambos os pórticos utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .
ú Selecionar 3 nós de referência. (Gerar cópias idênticas).
ú Defina os três nós de referência e suas novas localizações:
Nó de Ref. Nº: Opção: Selecionar/Definir:
Primeiro 3 Em um nó existente ao nó 5

Segundo 4 Em um nó existente ao nó 6

Terceiro 5 Em um nó existente ao nó 1

ú Selecione o Numero de Cópias = 1

Crie o pórtico menor no lado direito a partir do pórtico do Exemplos 1:

Defina o plano 1-3-5 como os nós de referência e o nó 2 como o nó de referência na direção perpendicular:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


262 MANUAL STRAP

· Selecione todos os nós utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .


· Selecionar 4 nós de referência. (gerar cópias deformadas).
ú Defina os quatro nós de referência e suas novas localizações:

Nó de Ref. Nº: Opção: Selecionar/Definir:


Primeiro 1 Em um nó existente ao nó 1'

Segundo 3 Em um nó existente ao nó 3'

Terceiro 5 Em um nó existente ao nó 5'

Quarto 2 Em um nó existente ao nó 2'

· Defina o número de cópias e o incremento de numeração dos nós/barras:

3.8.3 Cópia Espelhada


Com esta opção, o usuário pode criar uma cópia espelhada de um bloco selecionado em torno de um eixo
de simetria.
· O usuário seleciona um nó de referência e sua nova localização. O programa liga as posições original e
nova deste nó de referência com uma linha imaginária; do ponto médio desta linha traça outra
perpendicular a esta, criando o plano de simetria.
· Todos os nós selecionados (e as respectivas barras/elementos que tenham todos seus nós selecionados)
serão copiados para o outro lado deste plano, criando uma cópia espelhada do bloco original.
· O nó de referência não pode pertencer ao plano de simetria.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 263

Criar uma cópia espelhada do pórtico 1-2-3-4-5, sendo que o eixo de simetria passa pelo nó 5:
· Defina o bloco a ser copiado utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 ; selecionando os nós de 1 a
5.
· Selecione o nó 2 como o nó de referência.
· Selecione a localização do nó 7 como a nova localização.
· A janela abaixo irá aparecer. Nela pode-se configurar o incremento na numeração de nós e barras e se
deseja ou não conectar a cópia com barras. Note que o número de cópias não pode ser alterado, pois
nesta opção só pode ser criada 1 cópia espelhada.

3.8.4 Opções Gerais


Nº de Cópias
Especifique o número de cópias que deseja gerar; a distância entre a primeira cópia e o bloco original será a
mesma que entre a segunda e primeira cópias e assim sucessivamente.
Note que devemos configurar o número de cópias não se contando o bloco original. Por exemplo: para ter
um total de 4 pórticos planos a partir de 1, devemos gerar 3 cópias do pórtico original.

Numeração de Nós
Por padrão a caixa de incremento na numeração dos nós fica vazia.
· Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número do
primeiro nó gerado na cópia, sendo os demais nós numerados consecutivamente.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


264 MANUAL STRAP

· Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração dos nós copiados. Por
exemplo: se for especificado o valor 100, a cópia do nó de número 23 terá o número 123.

Incremento da Numeração de Barras/Elementos


O campo do incremento da numeração de barras/elementos por padrão fica vazio:
· Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número da
primeira barra/elemento gerada na cópia, sendo as demais numeradas consecutivamente.
· Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração das barras/elementos
copiados. Por exemplo: se for especificado o valor 100, a cópia da barra de número 23 terá o número 123.

Copiar Apoios
O programa copia todos os apoios dos nós selecionados para as novas localizações.

Copiar Molas
O programa copia todas as molas dos nós selecionados para as novas localizações.

Copiar diafragmas rígidos


O programa copia diafragmas rígidos (ligações rígidas) para as novas localizações somente se os nós
mestres e os nós escravos (ambos) forem selecionados.

Conectar com Barras


O programa irá criar barras conectando cada nó do bloco original com sua respectiva cópia. Especifique
o número
da propriedade que deseja atribuir a estas barras.
Não será criada nenhuma barra adicional.

Não copiar barras/elementos 2D/paredes/sólidos selecionados


Selecione as barras, elementos 2D, paredes e/ou elementos sólidos que não deverão ser copiados, usando
a opção padrão de seleção.

Nó de Referência
Defina a nova localização do nó de referência, escolhendo uma das duas opções:
· Por um nó existente.
· Por coordenadas (quando não existir um nó na localização que deseja copiar o nó de referência).

Unificar Nós
O programa gerou nós muito próximo (< 10cm) de nós já existentes.

Selecione uma das seguintes opções:


Unificar

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 265

O programa não irá criar novos nós e irá conectar as novas barras/elementos nos nós já existentes.
Nunca unificar
O programa irá gerar novos nós e conectará as novas barras/elementos a estes nós.
Unificar com uma distância
Especifique a tolerância para que os nós sejam unificados (inicialmente de 0.05 unidades). O programa
irá unificar todos os nós distantes entre si de um valor menor que a distância aqui especificada.

Note que esta opção só é válida para a cópia atual. As demais cópias, caso seja necessário, terão de ser
re-configuradas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


266 MANUAL STRAP

3.9 Sólidos
Com estas opções o usuário pode gerar, deletar, renumerar e atribuir material aos Elementos Finitos
Sólidos. Os elementos sólidos são elementos de tensão onde sua espessura é definida pela distância entre
os nós de incidência. O usuário poderá obter resultados de tensões e tensões principais em seus vértices.

Os elementos sólidos podem ser gerados das seguintes formas:


· individualmente, especificando-se os nós dos vértices;
· a partir de elementos planos (quadriláteros e triangulares) por extrusão ou rotação. Estes elementos
planos que foram usados para gerar os sólidos podem ser deletados após a criação dos sólidos.

Os elementos sólidos podem ter 4,5,6,7 ou 8 nós de incidência:

Notas:
· A numeração dos elementos sólidos é independente dos elementos planos e barras, ou seja, um elemento
sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.
· O módulo de Pontes não pode resolver modelos que contenham Elementos Sólidos.

Definição dos elementos sólidos pela extrusão 267 dos elementos planos existentes.
Veja a Figura acima para os tipos de elementos sólidos que podem ser gerados.
Definição dos elementos sólidos pelo rotação 268 dos elementos planos existentes.
Veja a Figura acima para os tipos de elementos sólidos que podem ser gerados.
Deletar os elementos sólidos selecionados; Selecione os elementos sólidos utilizando
a opção de Seleção Padrão de Elementos.

Renumera 270 os elementos sólidos selecionados.

Atribuir um material 271 aos elementos sólidos selecionados ou definir um material


como padrão.

Definir um único 272 elemento sólido, especificando os nós de incidência.

As seguintes opções estarão disponíveis quando um estagio construtivo, além do Modelo Completo for
definido:
Definir/selecionar um estágio construtivo. Propriedades e apoios diferentes podem ser
definidos para cada estágio, e barras/elementos podem ser desativados/restaurados.
'Desativar' elementos sólidos num determinado estágio.
· Selecione os elementos sólidos utilizando a opção de Seleção Padrão de
Elementos 24 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 267

Notas:
· os sólidos desativados não serão exibidos.
· não se pode criar novos sólidos num estágio qualquer, apenas no estágio do
Modelo Completo.

Restaurar elementos sólidos num determinado estágio.

3.9.1 Extrusão
Com este comando, pode-se criar elementos sólidos através da "extrusão" de elementos planos
(quadriláteros e/ou triangulares) existentes. O usuário seleciona os elementos planos que servirão de base
para gerar os elementos sólidos e um nó definindo o final da "extrusão". A distância entre o os elementos
planos e este nó de referência será dividido em n partes iguais (o usuário indica em quantas partes), criando
as n camadas de elementos sólidos.

Note que o programa irá gerar automaticamente todos os nós necessários para a criação dos sólidos. Por
exemplo:

Para definir os elementos sólidos:


· Defina uma base elementos finitos planos (caso eles ainda não existam).
· Selecione os elementos planos que servirão de base para a criação dos elementos sólidos utilizando a
opção padrão de Seleção de Elementos.
· Selecione um nó já existente que serve de referência para o fim da extrusão.
· O programa exibirá a seguinte janela, onde o usuário pode configurar diversos parâmetros:

Numero de Camadas
Defina o número de camadas de Elementos Sólidos a serem geradas entre a base de elementos planos e o
nó de referência do final da extrusão.

Numeração do Primeiro Sólido

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


268 MANUAL STRAP

Especifique o número do primeiro sólido gerado. Os demais sólidos serão numerados seqüencialmente. Note
que a numeração dos elementos sólidos é totalmente independente da utilizada nas barras ou elementos
planos, ou seja, um sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.

Deletar Elementos Planos


Deletar automaticamente os elementos planos que foram utilizados para a geração dos sólidos.
Não deletar os elementos planos

Numeração de Nós
Por padrão a caixa de incremento na numeração dos nós fica vazia.
· Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número do
primeiro nó gerado na cópia, sendo os demais nós numerados consecutivamente.
· Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração dos nós copiados. Por
exemplo: se for especificado o valor 100, a cópia do nó de número 23 terá o número 123.

3.9.2 Rotação
Com esta opção pode-se gerar elementos sólidos através da "Rotação" de elementos planos.
Para gerar os Elementos Sólidos a partir da Rotação de elementos planos, deve-se:
· Definir os elementos planos que servirão de base para a rotação (caso eles ainda não existam).
· Selecionar os elementos planos que servirão de base para a rotação, através da Seleção Padrão de
Elementos.
· Definir o eixo de rotação, selecionando dois nós existentes (n1 e n2 na figura abaixo).
· Selecionar um nó de referência (pertencente ao plano dos elementos de base) e sua nova localização.
Exemplo:

O programa exibirá então a janela abaixo, onde o usuário deve definir: o sentido da rotação (horário ou
anti-horário) e o número de camadas de sólidos a serem geradas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 269

Nº de Camadas de Elementos
Defina o número de camadas de Elementos Sólidos a serem geradas entre a base de elementos planos e o
nó de referência do final da rotação.

Nº do Primeiro Sólido Gerado


Especifique o número do primeiro sólido gerado. Os demais sólidos serão numerados seqüencialmente. Note
que a numeração dos elementos sólidos é totalmente independente da utilizada nas barras ou elementos
planos, ou seja, um sólido pode ter a mesma numeração que um elemento plano ou uma barra.

Deletar Elementos Planos


Deletar automaticamente os elementos planos que foram utilizados para a geração dos sólidos.
Não deletar os elementos planos

Sentido da Rotação
O usuário indica ao programa se deseja gerar os elementos sólidos rotacionando os elementos planos no
sentido Horário ou Anti-Horário.

O sentido é determinado a partir do eixo de rotação (definido por 2 nós: n1 e n2) de acordo com a seguinte
regra:

Numeração de Nós
Por padrão a caixa de incremento na numeração dos nós fica vazia.
· Se este valor não for especificado o programa vai utilizar o primeiro número disponível como o número do
primeiro nó gerado na cópia, sendo os demais nós numerados consecutivamente.
· Se for especificado algum valor, o programa adicionará este valor a numeração dos nós copiados. Por
exemplo: se for especificado o valor 100, a cópia do nó de número 23 terá o número 123.

Notas:
· O nó n1 não precisa ser um nó de incidência de algum elemento plano de base.
· Se as distâncias R1 e R2 forem iguais, todos os sólidos gerados serão semelhantes, ou seja, d1=d2.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


270 MANUAL STRAP

Caso contrário, d1/d2=R1/R2 e as dimensões Rn e dn em qualquer nó serão proporcionais a fn/f.

3.9.3 Renumerar
Com esta opção o usuário pode renumerar os Elementos Sólidos existentes.

Renumerar Elementos Individualmente


Para renumerar os elementos selecionados:
· Selecione um ou mais elementos utilizando a Seleção Padrão de Elementos. Note que a ordem que estes
elementos são selecionadas é importante; eles serão renumerados na ordem que forem selecionados.
· Entre com o novo número do primeiro elemento a ser renumerado; os demais elementos serão
renumerados seqüencialmente.

Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outro elemento, ele irá associar o
número original do elemento renumerado a este outro elemento, ou seja, o programa irá trocar os números
entre os dois elementos.

Exemplo:
· Selecione os elementos 41, 42 e 43 (nesta ordem).
· Especifique 75 como o novo número do elemento 41
· Os elementos serão renumerados para 75,76 e 77 respectivamente
· Se o elemento 76 já existir, ele será renumerado para 42 (o programa trocará seus números).

Renumerar em relação a um Plano


Esta opção é recomendada para a renumeração de modelos inteiros ou partes do modelo que consistam em
mais de um plano. Note que os planos não precisam ser paralelos entre si.
· Selecione os elementos que deseja renumerar (utilizando a janela padrão de Seleção de Elementos).
· Defina um plano que especifica a ordem de renumeração a ser adotada; este plano é definido pela seleção
de 3 nós (deste que não estejam em linha).
· Especifique a nova numeração do primeiro elemento.

A ordem da renumeração é determinada pelos seguintes critérios:


· Os primeiros 2 nós selecionados para definir o plano definem o eixo x1r (ver figura abaixo); o terceiro nó
define o eixo x2r; o eixo x3r é determinado pela regra da mão direita.
· O programa calcula a coordenada do centro de cada elemento e renumera os elementos de acordo com
estas coordenadas.
· O programa renumerará os elementos seqüencialmente, de acordo com a coordenada x3r de seu centro,
começando pelos elementos do plano de renumeração (x3r = 0). Caso existam elementos dos dois lados
do plano de renumeração o programa renumerará primeiro todos os elementos de um lado (que estiver na

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 271

direção positiva do eixo x3r) e depois os elementos do outro lado.


· Para os elementos que tiverem seus centros com a mesma coordenada x3r, o programa renumerará de
acordo com a coordenada x2r, começando pela que tiver o menor valor.
· Para os elementos que tiverem seus centros com as mesmas coordenadas x3 r e x2r, o programa
renumerará de acordo com a coordenada x1r, começando pela que tiver o menor valor.
Todos os elementos selecionados são numerados seqüencialmente. Caso exista um número que já esteja
sendo usado por outro sólido, o programa irá trocar os números usados entre os sólidos.

Exemplo:
Renumerar o seguinte pórtico espacial, sendo que a renumeração deve começar pelos planos
perpendiculares ao eixo global X1
· Selecione os nós n1, n2 e n3 (nesta ordem) para definir o plano de renumeração.
· Especifique como 1 o novo número da primeiro elemento sólido.

· Os elementos no plano x1r-x2r são renumerados primeiro (1-4); entre eles, os elementos de baixo são os
que possuem as coordenadas x2r de seus centros com menores valores (1-2); entre eles o elemento da
esquerda é o que possui a coordenada x1r de menor valor.
· Em seguida são renumerados os sólidos dos planos paralelos (5-8) na mesma ordem explicada acima.

Nota:
· A numeração dos Elementos Sólidos é independente da numeração de barras e elementos planos, ou
seja, pode-se ter um elemento sólido com a mesma numeração que uma barra ou elemento plano.

3.9.4 Material
Nesta opção o usuário pode especificar um padrão (que será automaticamente associado aos novos
elementos sólidos criados), atribuir um material para sólidos já existentes ou definir um material do usuário.

Atribuir Material aos Sólidos


Para atribuir um material a elementos sólidos já existentes, basta:
· Selecionar um material existente na lista de materiais.
· Selecionar os elementos sólidos que deseja atribuir este material, utilizando a opção padrão de Seleção

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


272 MANUAL STRAP

de Sólidos.

Nota: Quando for selecionada a opção Visualizar => Número das Propriedades (ou ícone ), o número
do material (mostrado em Saídas => Materiais) será indicado no centro de cada elemento, precedido da
letra ' M ', por exemplo: um sólido que esteja associado ao material 1 (da lista de materiais), terá a indicação
'M1' na tela.

Definir um Material do Usuário


Para maiores detalhes ver item: Barras - Material do Usuário 205 .

Material Padrão
Selecione o material padrão. Este material será automaticamente associado a todos os novos elementos
Atribuir material aos sólidos
sólidos criados. Para associar um material a um sólido já existente clique no botão .

3.9.5 Individual
Definir um único elemento sólido selecionando os nós de incidência existentes:

· Sólido com 8 nós


Definir os Nós de 1 a 4 (plano inferior), e Nós de 5 a 8 (plano superior).
O nó 5 deve corresponder ao nós 1, etc.
· Sólido com 6 nós
Definir os Nós de 1 a 3 (plano inferior), e Nós de 4 a 6 (plano superior).
O nó 4 deve corresponder ao nós 1, etc.
· Sólido com 4 nós
Definir os Nós de 1 a 3 (na base da pirâmide).
O nó 4 define o ápice da pirâmide (fora do plano da base).

Notas:
· A ordem de seleção dos nós (em qualquer plano) não é importante.
· o programa verifica se os nós que formam o plano com 4 nós, estão todos no mesmo plano.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 273

· Para definir um elemento sólido com 7 nós, selecione 8 nós, onde um dos nós do plano superior é o
mesmo do plano inferior.
· Para definir um elemento sólido com 5 nós, selecione 6 nós, onde um dos nós do plano superior é o
mesmo do plano inferior.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


274 MANUAL STRAP

3.10 Paredes
Através do menu PAREDE, existente no Módulo de Geometria, o usuário pode definir as paredes, deletá-las,
renumerá-las, e definir suas seções transversais. Para mais explicações sobre o elemento de parede, veja
Paredes - Geral 274 :

Quando o ícone parede for selecionado no Menu Principal da geometria, o programa exibirá as seguintes
opções:

Define de um elemento de parede 276 conectando dois nós de referência.

Define uma linha de paredes 276 , indicando ao programa os nós inicial e final da linha.
O programa localiza automaticamente os nós existentes ao longo desta linha e os
conecta com os elementos de parede.
Define e associa às paredes suas seções transversais 277 (paredes e vigas) e
materiais.
Deleta as paredes selecionadas; selecione as paredes utilizando a opção de Seleção
Padrão de Paredes 31 .
Rotaciona 285 as paredes selecionadas em torno de seus "pontos de referência" (as
paredes continuarão conectadas aos mesmos nós).

Renumera 286 paredes existentes.

Criar conexões rígidas 286 (diafragmas rígidos) entre os nós das paredes e dos pisos.

As seguintes opções estarão disponíveis quando um estágio construtivo, além do Modelo Completo for
definido:
Definir/selecionar estágios 304 construtivos. Propriedades e apoios diferentes podem
ser definidos para cada estágio, e barras/elementos podem ser
desativados/restaurados.
'Desativar' os elementos de parede num determinado estágio.
· Selecione as paredes utilizando a opção de Seleção Padrão de Paredes 31 .
Notas:
· As paredes desativadas não serão exibidas.
· Não pode-se criar novas paredes num estágio qualquer, apenas no estágio do
Modelo Completo.

Restaurar os elementos de parede num determinado estágio.

3.10.1 Geral
O elemento de Parede do STRAP possibilita a rápida definição de paredes que se estendem ao longo da
altura de edifícios de múltiplos andares (como caixas de elevadores e de escadas).
· O usuário define a seção transversal da parede e os nós de referência que a parede será conectada; o
programa automaticamente cria os demais nós e os conecta com elementos e barras.
· Cada seção de parede pode consistir de vários segmentos (elementos e barras), por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 275

· O número de segmentos é ilimitado, e seu arranjo e orientação são totalmente definidos pelo usuário;
cada segmento pode ter uma largura diferente, as vigas podem ter alturas diferentes. Por exemplo:

· Cada parede possui um "ponto de referência" (sempre no final de um dos segmentos). É neste ponto que
a parede é conectada ao modelo.
· Quando a parede é conectada ao modelo, o programa gera uma série de elementos retangulares e barras
(formando os segmentos) e cria todos os nós adicionais necessários.

Exemplo: A seguinte parede foi definida e conectada ao modelo:

Agora observe na figura abaixo que cada barra inserida como segmento na seção transversal gera na verdade
3 barras no modelo: 1 barra no lugar da viga propriamente dita e mais uma em cada extremidade desta para
transferir os momentos dos elementos para a viga (lembre-se que elementos não podem transmitir
momentos em torno de seu eixo local x3!). Veja a figura abaixo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


276 MANUAL STRAP

Notas:
· O programa cria um único elemento entre os
nós ao longo do eixo de altura da parede.
Normalmente isto nos leva a um elemento por
pavimento. Os testes tem mostrado que os
resultados obtidos por esta aproximação são
suficientemente precisos para edifícios de
múltiplos andares usuais (veja o Manual de
Verificação do STRAP). Caso deseje melhor a
precisão, pode-se definir nós intermediários
entre os pavimentos, obrigando o programa a
quebrar a parede em mais segmentos. Note
que quanto maior o número de nós do modelo,
maior o tempo de processamento.

· Os segmentos de parede são conectados ao


resto do modelo por seus nós, entretanto
podem existir nós do piso que não coincidem
com os nós da parede, mas estão fisicamente
dentro da parede. O programa pode procurar
estes nós automaticamente e conectá-los
utilizando o recurso de Diafragmas Rígidos 170
do STRAP.

· Para facilitar a definição das seções


transversais muito complicadas, pode-se
separar uma parede em duas. Por exemplo:
Defina a Parede 1 e a Parede 2
separadamente. Conecte a parede 1 utilizando
o ponto B como "ponto de referência"
conectado no nó 'x'. Agora conecte a parede 2
utilizando o ponto C como "ponto de referência"
e o conecte também no nó 'x'.

· Os resultados dos elementos de parede serão mostrados como resultados de barras: força axial,
momentos e cortantes gerados para cada segmento.

3.10.2 Parede/Linha
Defina a parede da mesma forma que se define uma barra, ou seja, selecionando seu nó inicial e final
(sempre em relação ao "ponto de referência" da parede). Existem duas formas possíveis:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 277

Selecione o nó inicial e final da parede; o programa cria somente uma parede


conectando estes 2 nós.
Selecione o nó inicial e final de uma linha de nós; o programa identifica
automaticamente os nós intermediários nesta linha e cria uma série de paredes
conectadas entre si.
Para ambas as opções, a seção da Parede a ser anexada é especificada na caixa de diálogo da parte
inferior da tela:

· digite o número em Seção = , ou

· clique em e selecione a seção da tabela.

Exemplo:

3.10.3 Seção
Defina/edite a seção de parede ou atribua uma seção de parede existente a uma parede já definida:
Clique e selecione a seção e selecione uma das seguintes opções:

3.10.3.1 Editar Seção

Defina a seção da parede especificando seus segmentos e vigas (caso possua).


· Cada segmento pode ter uma largura diferente e cada viga pode ter uma altura diferente.
· Os segmentos devem estar conectados entre si; as vigas tem que estar conectada nos segmentos em

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


278 MANUAL STRAP

suas duas extremidades, ou seja, não pode estar em balanço.


· As extremidades dos segmentos podem ser definidas por coordenadas, na extremidade de outro
segmento ou em qualquer ponto ao longo de outro segmento.
Veja os Exemplo 288 de paredes para uma explicação mais detalhada, ou:

Nome
O programa sugere um nome padrão para a parede. Caso deseje, altere este nome.

Material
Selecione o material da parede. Podem ser utilizados tanto materiais padrões como materiais do usuário
criados pelas opções de barras/elementos.

Propriedades do Segmento Atual


As propriedades da seção podem ser
editadas a qualquer instante, sendo:
· Segmento de parede - Largura
· Segmento de viga - Largura e altura

Segmento termina em:


Cada novo segmento é definido especificando sua extremidade final:
· Pela distância da sua extremidade inicial (DX, DY);
· Pela extremidade de outro segmento já existente;
· Em qualquer ponto ao longo de outro segmento já existente.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 279

Para maiores detalhes acesse o link de exemplos 288 .

Segmento inicia em:


O início de um novo segmento pode ser definido:
· Pelo final do segmento anterior (padrão);
· Pela extremidade de outro segmento já existente;
· Em qualquer ponto ao longo de outro segmento já existente.
Para maiores detalhes acesse o link de exemplos 288 .

Deletar
Utilize esta opção para deletar alguns segmentos da parede. Note que só podem ser deletados segmentos
que não quebram a continuidade da parede. Por exemplo:

Mova o para as proximidades do segmento desejado até que este fique realçado com um , então clique o
mouse para selecionar o segmento.

Editar Segmento
Para editar as dimensões de um segmento:
· Mova o para as proximidades do segmento desejado até que este fique realçado com um , então clique
o mouse para selecionar o segmento.
· O programa mostra as informações referentes a este segmento selecionado, por exemplo:

· Se o segmento fizer parte de uma figura fechada, pode-se mover a extremidade final, a extremidade inicial
ou ambas as extremidades:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


280 MANUAL STRAP

Vértice de Referência
Para definirmos uma parede no modelo, especificamos seus nós inicial e final. O "Ponto de Referência" da
parede é o ponto que será conectado ao modelo através dos nós inicial e final.

O usuário pode mover o ponto de referência para qualquer extremidade de um segmento; mova o para as
proximidades do ponto onde deseja locar o ponto de referência até que este fique realçado por um e clique
o mouse.

Para maiores detalhes acesse o link de exemplos 288 .

Desfazer
Clique neste botão para desfazer a última ação, por exemplo, deletar o último segmento definido ou restaurar
o último segmento deletado, etc.

Segmentos Colineares
O programa exibe os resultados separadamente para cada segmento da parede. Em alguns casos, temos
que definir segmentos colineares separados. Com esta opção podemos juntar estes segmentos colineares
ou voltar a separá-los. Por exemplo os segmentos (a)-(b) e (c)-(d) na parede abaixo:

Selecionar:
Combinar todos seg. colineares - O programa identifica todos os segmentos colineares e os combina
automaticamente.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 281

Separar todos seg. colineares - O programa identifica todos os segmentos colineares combinados e os
separa.
Combinar 2 segmentos - Selecione 2 segmentos colineares adjacentes; eles serão combinados.

Separar um elementos - Selecione um segmento que esteja combinado; este segmentos será
separado.

Notas:
· 'Resultados dos segmentos' - combinados ou separados - são indicados entre os sinais <--------------->
· As vigas não podem ser combinadas.

Adicionar Seção
Colar uma seção de parede existente na seção atual:
· O ponto de referência adotado será anexado a marca de localização atual da seção; Utilizar a opção
Mover a marca para para selecionar uma localização diferente da marca.
· Selecionar uma outra seção de parede existente:

Adicionar
clicar em

3.10.3.2 Atribuir Seção

Para atribuir uma seção transversal (definida ou não) a uma parede já definida:
· Clique na seção desejada.
Atribuir
· Clique em
· Selecione as paredes utilizando a opção de Seleção Padrão de Paredes 31

3.10.3.3 Deletar Seção

Para deletar uma seção transversal de parede:


· Clique na seção desejada.
Deletar
· Clique em
Se a seção foi adicionada(atribuída) ao modelo, o programa pede pela confirmação se o usuário realmente
quer deletar a seção; a parede será deletada do modelo e da lista de propriedades.

3.10.3.4 Importar DXF

Importa seções de parede de desenhos DXF:

O programa identifica linhas paralelas nos layers selecionados e assume que elas formam paredes.
· as paredes não podem ser fechadas;
· a maior linha deve ser paralela em uma sequência de linhas ou ela será ignorada;
· o comprimento é determinado pela maior linha do par se a diferença de comprimento for menor que
1metro; caso contrário será determinado pela linha menor.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


282 MANUAL STRAP

Exemplo:

O programa também verifica se há linhas paralelas abaixo ou acima de outros pares. Por exemplo, os dois
pares de linhas de linhas paralelas seguintes criam 3 segmentos de parede:

Nota:
· todas as seções de paredes selecionadas ou seções selecionadas no desenho DXF podem ser
importadas simultaneamente.

Para importar as seções:


· selecione o arquivo;
· selecione os layers para importar e especifique as unidades e o fator de escala do desenho DXF

O programa exibe somente as seções de paredes que forem identificadas nos layers selecionados, por
exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 283

Selecione uma das seguinte opções:


Exibe todas as outras linhas em todos os layers como linhas de fundo.

Converte linhas de fundo em seções de parede ou restaura seções de paredes deletadas. Adiciona
automaticamente as linhas de fundo à tela.
Deleta linhas selecionadas (converte em linhas de fundo). Se as linhas individuais em uma sequência
forem deletadas, o programa recria as seções das linhas remanescentes de acordo com as regras
acima.
Transfere seções selecionadas para o menu de seções de parede. Cada seção individual selecionada é
transferida para o menu de seções de paredes como seções individuais.

Para todas as opções acima, selecione uma ou várias linhas (similar à opção seleção padrão de barras 24 ):

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


284 MANUAL STRAP

Por exemplo, deletar a seção da direita:


· clique em
· crie uma janela em volta da seção
O programa exibe a seção remanescente:

Para importa a seção:


· clique em
Selecionar todas as linhas
· se há mais de uma seção e deseja importar todas, clique no botão para
selecionar todas elas (o menu de seleção não é exibido se existir apenas uma seção).

O programa exibe todas as seções selecionadas (neste caso - uma) no menu de seções de parede:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 285

Notas:
· se mais de uma seção for selecionada, elas serão inseridas consecutivamente na tabela (no exemplo
acima - n.º 7,8,9...).
· se há uma seção existente em qualquer local na lista que o programa pergunta se deve sobrescrever. Se o
Não
botão for selecionado, a seção não será acrescentada à lista.

3.10.4 Rotacionar
As paredes são conectadas ao modelo pelos "pontos de referência" de acordo com a Orientação Padrão das
Seções 285 . Utilize uma das opções abaixo para alterar a orientação da parede:

· A rotação é sempre em relação a orientação padrão, e não a orientação atual.


· O sentido anti-horário é o sentido positivo.
· A parede pode ser rotacionada e espelhada ao mesmo tempo.
Definir...
· Selecionar a opção para definir o ângulo de rotação por 02 nós. A ordem de seleção dos nós é
importante.
Por exemplo:

Eixos Padrões

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


286 MANUAL STRAP

Nota:
· O sentido positivo do eixo sempre aponta para o sentido positivo do eixo Global mais próximo.

3.10.5 Renumerar
Selecione uma ou mais paredes utilizando a opção de Seleção Padrão de Elementos 31 .
Note que a ordem que estas paredes são selecionadas é importante; elas serão renumeradas na ordem que
forem selecionadas.

Entre com o novo número da primeira parede a ser renumerada; as demais paredes serão renumeradas
seqüencialmente. Caso o programa utilize algum número que já esteja sendo utilizado por outra parede, ele
irá associar o número original da parede renumerada a esta outra parede, ou seja, o programa irá trocar os
números entre as duas parede.

Exemplo:
· Selecione as paredes 41, 42 e 43 (nesta ordem).
· Especifique 75 como o novo número da parede 41
· As paredes serão renumeradas para 75, 76 e 77 respectivamente.
· Se a parede 76 já existir, ela será renumerada para 42 (o programa irá trocar seus números).

3.10.6 Conexões Rígidas


As paredes são conectadas ao modelo somente por seus nós de extremidade (o programa cria nós nas
extremidades de cada segmento). Entretanto podem existir nós que estão entre as extremidades do
segmento, mas que não estejam conectados a parede).
Esta opção procura automaticamente estes nós e os conecta a parede criando diafragmas rígidos 170 em
relação ao nó mais próximo do canto da parede. A conexão é do tipo " Rígida em uma direção 171 " (no plano
da parede) em X1, X2 e X3.

As paredes são conectadas ao modelo somente por seus nós de extremidade.


Entretanto podem existir nós do piso, que fisicamente se encontram dentro da parede, mas não coincidem
com os nós de extremidade da parede.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 287

Selecione as opções:

Note que as conexões são "fixas" por padrão nos nós que estão conectados à parede. Se a conexão entre
a parede e a laje é articulada, liberações devem ser definidos para todas as bordas da laje conectadas aos
lados da parede.

Notas:
· Resultados podem apresentar assimetria em modelos simétricos, onde há um número impar de nós nas
lajes. Por exemplo, uma parede geometricamente simétrica e uma laje, que apresentam 3 nós
intermediários na Parede:

O nó central é rigidamente conectado a qualquer um dos nós de extremidade, isto é, 2 nós são ligados a um
nó de extremidade e 1 nó é ligado à outra extremidade; deste modo temos uma assimetria.
· As paredes apresentarão concentração de momentos nos nós de extremidade. Isto pode ser evitado
dividindo o segmentos da parede em várias partes.
· Se a ligação entre a parede e a laje é articulada, deverão ser definidos vínculos em todos os elementos
planos conectados as extremidades da parede.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


288 MANUAL STRAP

3.10.7 Exemplos
· Exemplo 1 288

· Exemplo 2 290

3.10.7.1 Exemplo 1

Defina a seguinte seção:

Note que todas as dimensões são externas.

O programa assume que o ponto inicial do primeiro segmento está locado em ponto arbitrado de coordenada
(0,0) e que este é o ponto de referência:
· Especifique:
· Defina o segmento 's1':

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 289

· Defina o segmento 's2':

· Defina o segmento 's3' como uma viga de comprimento DX = 100:


Defina como uma viga de ligação:

· Por último defina o segmento 's4' como uma Parede com DX = 100
· A seção é mostrada como:

Desfazer
Se algum dos segmentos estiver incorreto, clique no botão do menu e redefina-o.

· Mover o ponto de referência para a quina na parede:


Vértice de referência
Clique no botão , mova o para as proximidades da extremidade desejada até que
esta fique realçada com um e clique o mouse.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


290 MANUAL STRAP

3.10.7.2 Exemplo 2

Definir a seguinte seção transversal da parede:

· Defina os segmentos s1 a s7 como explicado no Exemplo 1 288 .

· Feche a seção:

Mova o para as proximidades do vértice inicial da seção até que o mesmo fique realçado por um e clique
o mouse.

· Agora insira o segmento central:

Mova o para as proximidades do segmento 's1' até que o mesmo fique realçado por um e clique o
mouse.

· Especifique a localização do vértice inicial deste segmento central no segmento 's1':

· Agora especifique o vértice final:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 291

Mova o para as proximidades do segmento 's5' até que o mesmo fique realçado por um e clique o
mouse.

· Especifique Distância do ponto inicial = 30

Selecione entre:
Distância a partir do início do segmento atual = 30 (opção padrão)
Novo segmento é perpendicular ao início do segmento atual
Novo segmento é perpendicular ao final do segmento atual
A seção será mostrada na janela:

Desfazer
Se algum dos segmentos estiver incorreto, clique no botão do menu e redefina-o.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


292 MANUAL STRAP

3.11 Submodelo
Um submodelo é um modelo criado em uma área de trabalho temporária.

· Todas as opções da geometria estão disponíveis na definição de um submodelo.


· Um submodelo pode ser adicionado ao modelo principal diversas vezes (através de'instâncias') em
qualquer posição e angulo. Existem duas opções disponíveis:
ú O submodelo é adicionado como um submodelo (instância). Por exemplo: o modelo completo com
todos os estágios - geometria, cargas, resultados, etc. - consistindo num 'Modelo Principal' e/ou um ou
mais 'submodelos'.
Note que cada submodelo/instância pode ser definido com um número máximo de
nós/barras/elementos (32.000), entretanto o tamanho do modelo combinado (modelo principal +
submodelo) é ilimitado. (Para maiores detalhes ver item: notas 295 ).
ú O submodelo é adicionado ao modelo principal (como parte a ser adicionada ao modelo principal).

Para maiores detalhes ver item: Submodelos - Geral 294 .

Para definir/editar submodelos siga os três passos abaixo:


Novo submodelo
· Criar submodelo 296 - selecione
Editar um submodelo
· Editar um submodelo - clique selecionando um submodelo da lista e clique em .
Selecione o submodelo que deseja editar na lista abaixo localizada no canto inferior direito da tela:

· Adicionar submodelo 300 como uma instância ao modelo principal - clique e selecione um submodelo da

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 293

Adicionar um submodelo
lista pela opção

Exibir Modelo Principal


Voltar a exibir o modelo principal na tela. Selecione o modelo principal na lista abaixo localizada no canto
inferior direito da tela:

Gerenciar Instâncias

Para alterar o nome da instância:


· clique no nome que deseja editar a coluna do lado esquerdo da tela (conforme exibido na figura acima)
· digite o novo nome
Para gerenciar a lista de instâncias:
· clique e selecione a linha que deseja mover
Subir Descer
· clique em ou

Deletar uma instância


Deletar as instâncias de um submodelo do modelo principal; o submodelo em si não é deletado.
· Clique na instância (as) desejada(as).
Deletar
· clique

Deletar um submodelo
Deletar todas os submodelos e suas instâncias.

Se a opções de deletar for selecionada em outro estágio diferente do 'Modelo Principal', toda a instância do
submodelo será apagada do Estágio; barras/elementos, etc podem não ser removidos do estágio.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


294 MANUAL STRAP

Clique na linha desejada para que o programa atribua na colunaRemover o status de Remover.

3.11.1 Geral
O que são submodelos:
Um submodelo é um modelo criado em uma área de trabalho temporária.
· Um submodelo pode ser adicionado ao modelo principal diversas vezes (através de'instâncias') em
qualquer posição e ângulo. Existem duas opções disponíveis:
· O submodelo é adicionado como um submodelo (instância). Por exemplo: o modelo completo com todos
os estágios - geometria, cargas, resultados, etc. - consistindo num 'Modelo Principal' e/ou um ou mais
'submodelos'. O submodelo é armazenado pelo programa e pode ser editado posteriormente.
· O submodelo é adicionado ao modelo principal (como parte a ser adicionada ao modelo principal). O
submodelo não é armazenado pelo programa, portanto não pode ser editado posteriormente.

Quando utilizar submodelos:


É recomendado o uso de submodelos quando uma ou algumas partes da estrutura são repetitivas, como por
exemplo um piso típico de um edifício:
· cada piso típico é definido como um submodelo.
· cada inclusão do piso típico será adicionada ao modelo como uma instância.

Vantagens:
Caso os submodelos sejam adicionados como submodelos/instâncias:
· Note que cada submodelo/instância pode ser definido com um número máximo de nós/barras/elementos
(32.000), entretanto o tamanho do modelo combinado (modelo principal + submodelo) é ilimitado. (Para
maiores detalhes ver item: notas 295 ).
· O tempo de processamento de um modelo definido por submodelos/instâncias é reduzido
significativamente. Por exemplo: as lajes de grandes edifícios podem ser mais refinadas sem um
significativo aumento do tempo de processamento.
· Ao revisar a geometria do submodelo (como a de um piso típico) o programa automaticamente revisa a
geometria de todas as instâncias.
· As cargas podem ser definidas no submodelo (que será aplicada em todas as instâncias ), ou numa
instância selecionada. Se aplicada ao submodelo, qualquer mudança nas cargas será realizada em todas
as instâncias.
· A numeração de nós/barras/elementos é independente em cada submodelo. Toda a numeração começa
no 1 em cada submodelo; numeração alta de nós/barras/elementos são evitadas.
· Cada submodelo tem sua própria lista de propriedades (que pode ser idêntica ao modelo principal). Para
maiores detalhes ver item: Novo/Criar - Submodelo 296 .
· Cada submodelo/instância podem ser exibidas separadamente na tela sem a necessidade de se criar
vistas especificas para isto.
Note que o submodelo é conectado ao modelo principal apenas nos pontos de conexão 297 . Estes pontos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 295

são definidos no submodelo semelhante a definição de apoios indeslocáveis. Qualquer grau-de-liberdade


(X1,X2...X6) pode ser restringido ou não.

Como utilizar submodelos:


O procedimento recomendado para utilização em grandes edifícios:
· Defina todos os pilares e paredes no modelo principal.
· Defina o(s) piso (s) típico (s) em um nível do modelo principal (isto garante que as dimensões do
submodelo estão corretas).
Novo submodelo
· Crie submodelos: selecione a opção: selecione Utilizar parte do modelo e selecione
todos os nós deste piso típico. O programa identifica automaticamente os nós em comum do submodelo
e do modelo principal e já cria os pontos de conexão do submodelo ao modelo principal.
· Caso necessário, modifique o tipo de conexão (por padrão as conexões são restringidas em todos os
graus de liberdade).
· Adicione o piso típico ao modelo principal em cada um dos níveis desejados; cada nível será representado
por uma instância de um mesmo submodelo (típico do piso).

· Repita o procedimento caso existam mais de um piso típico.

Restrições de uso:
· Todas as opções do Módulo de Geometria estão disponíveis na definição de um submodelo, com
exceção de:
ú Apoios e Molas; todos os apoios e molas devem ser definidos no modelo principal.
ú Barras trabalhando só a compressão/tração.
ú Remover barras/elementos em um estágio de um submodelo; entretanto toda(s) a(s) instância(s) podem
ser removidas ou adicionadas num determinado estágio.
· O Módulo de Concreto não identifica pilares e paredes do submodelo. Pilares e paredes devem ser
definidos no modelo principal.
· Os seguintes Módulos não podem utilizar submodelos: Módulo de Pontes, Ligações Metálicas, Protendido
e Dinâmica(Time-History).

Visualização:
· O modelo principal e os submodelos podem ser exibidos na tela:
ú Revisões na Geometria e Cargas do submodelo podem ser definidas apenas quando o submodelo for
visualizado.
ú Resultados dos submodelos podem ser visualizados mesmo quando o modelo principal for exibido.
· As saídas tabeladas da Geometria lista apenas as informações de cada submodelo separadamente, caso
estiver selecionado o modelo principal todas as informações estarão disponíveis.
· Opções de Propriedades do Modelo do 'botão-direito do mouse' no Módulo de Carregamentos:
ú Com o Modelo Principal visualizado: a somatória dos carregamentos e centro de gravidade serão de todo
o modelo, incluindo todos os submodelos.
ú Com o Submodelo visualizado: somatória dos carregamentos e centro de gravidade serão do submodelo
selecionado.
· Visualizar numeração de nós/barras/elementos: para maiores detalhes ver item: Visualizar numeração de
nós/barras/elementos 47 .

Capacidade:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


296 MANUAL STRAP

· A capacidade ilimitada esta disponível apenas aos pacotes com capacidade de 32.000 nós.
· Os pacotes com menor capacidade de nós (por exemplo: 1.000 e 2.500 nós) podem definir submodelos,
mas o total de nós para o modelo combinado (modelo principal + submodelo) não pode exceder a
capacidade de nós do pacote.

3.11.2 Criar um Submodelo


Existem diversos métodos para criação de submodelos:

Para todas as opções:


· Defina o Nome do Submodelo
OK
· Selecione uma das opções de definição de submodelo e clique em
· O programa mostra o submodelo na tela; edite o submodelo utilizando as opções padrão de geometria.
Adicionar submodelo
· Conecte o submodelo ao Modelo Principal coma opção .
Notas:
· cada submodelo tem sua própria tabela de propriedades; note que é criado de acordo com a maneira
selecionada.
· A opção de Copiar Cargas aparecerá nas opções de cópia de modelo e submodelo existente.

A partir do Modelo Atual


Selecionando parte do modelo
Selecione parte do modelo utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 ;
· Apenas as barras/elementos com todos os nós de extremidade selecionados serão incluídos no
submodelo.
· Nós que tenham barras/elementos/paredes não selecionados conectados são automaticamente
designados como nós de conexão.
· O programa automaticamente transforma a parte selecionada do modelo a uma instância do
Submodelo (mesmo que esteja definida como parte do modelo principal).
· Toda a tabela de propriedades é copiada para a tabela de propriedades do novo submodelo.
· O opção de Copiar Cargas não está disponível nesta opção.
Utilizando a cópia de um submodelo já existente
Selecionar um submodelo da lista.
· Toda a tabela de propriedades é copiada para a tabela de propriedades do novo submodelo.
· A opção de Copiar Cargas para copiar as cargas definidas no outro submodelo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 297

A partir de Outro Modelo


Procurar o diretório que deseja selecionar o modelo; clique selecionando o nome do modelo da lista e clique
OK
em .
· Se o modelo também contém submodelos, o usuário deve selecionar tanto o modelo principal quanto os
submodelos.
· A tabela de propriedades do modelo principal/submodelo é copiada para a tabela de propriedades do novo
submodelo.
· A opção de Copiar Cargas para copiar as cargas definidas no outro submodelo.

Definir o Submodelo
A partir do "Assistente de Modelagem"
Criar o submodelo a partir das opções do Assistente de Modelagem.
· A tabela de propriedades definida no Assistente de Modelagem é copiada para a tabela de
propriedades do novo submodelo.
· Selecione Definir Cargas no Assistente de Modelagem.
· Selecione o plano trabalho para a definição do modelo do Assistente de Modelagem - X1-X2 ou
Adicionar
X1-X3. A opção adiciona os submodelos no Modelo Principal por padrão no mesmo plano
Adicionar rotacionando
de trabalho (A opção não rotaciona as cargas).
Modelando desde o início
O programa exibe uma área de trabalho vazia; defina os submodelos utilizado as opções de definição
padrão do Módulo de Geometria.
· A tabela de propriedades do modelo principal é copiada para a tabela de propriedades do novo
submodelo.

Notas:
· Os submodelos devem ser definidos no mesmos planos do modelo principal. (para evitar rotacionar os
submodelos quando adicionados aos modelo principal).
· Note que o submodelo é conectado ao modelo principal apenas nos pontos de conexão 297 . Estes pontos
de conexão são nós do submodelo que são conectados ao modelo principal. Estes pontos são definidos
no submodelo semelhante a definição de apoios indeslocáveis. Qualquer grau-de-liberdade (X1,X2...X6)

pode ser restringido ou não. Clique na opção do menu principal quando estiver
editando o submodelo.

3.11.3 Pontos de Conexão


O submodelo é conectado ao modelo principal através de nós comuns chamados de Pontos de Conexão.
Utilize esta opção para definir a localização e tipos de conexão entre o submodelo e o modelo principal.

Os pontos de conexão podem ser selecionados pelo usuário ou automaticamente pelo programa:

Definida pelo usuário:


Esta opção é similar a opção de definição de Apoios Indeslocáveis:
· Especifique o tipo de conexão (engastado, articulado, outro).
· Selecione os nós utilizando a opção de Seleção Padrão de Nós 21 .

Automática:
Este opção está disponível somente se o submodelo já foi posicionado no modelo principal .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


298 MANUAL STRAP

Clique no ícone :

· Especifique a direção da altura


· Especifique a tolerância na direção da altura
e o plano perpendicular; o programa procura
todos os nós do modelo principal e verifica
no submodelo os nós que se encontram
dentro desta tolerância:

O nó do submodelo próximo ao nó do
modelo principal a uma distância abaixo da
tolerância é definido como um ponto de
conexão.

· Especifique o tipo de conexão do ponto


(para todos os nós selecionados).

Procurar pontos de conexão em todos os submodelos:


Pontos de conexão serão definidos automaticamente para todos os submodelos no modelo
Pontos de conexão serão criados somente no submodelo atual

Notas:
· Se o submodelo for definido utilizando a opção Selecionar parte do modelo, os nós que tenham
barras/elementos/paredes não selecionados conectados são automaticamente designados como nós de
conexão (por exemplo: pilares perpendiculares a um plano de piso selecionado).
· Utilizar submodelos com a conexão articulada ao modelo principal é uma maneira simples de conectar
elementos aos pilares sem transferir momentos (veja a nota abaixo).
· Cada ponto de conexão do submodelo deve estar alinhado a um nó existente no modelo principal. O
programa verifica se isto é válido para cada instância. Em casos onde os pontos de conexão não estão
alinhados a um nó, o programa cria um diafragma rígido 170 entre o ponto de conexão e o nó mais próximo
no modelo principal.

Podem ser definidos diafragmas rígidos 170 nesta opção:


· Os diafragmas rígidos são definidos entre os nós do submodelo.
· Se dois pontos de conexão são conectados a um diafragma rígido, o programa cria automaticamente os
mesmos diafragmas entre os nós correspondentes no modelo principal e submodelo, quando o submodelo
for conectado.

Exemplo:

· Selecione , ou (e selecione os
graus-de-liberdade que deseja restringir).
· Selecione os nós nas localizações correspondentes aos pilares do modelo principal utilizado a opção de

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 299

Seleção Padrão de Nós 21 .

Nota:
· Se o piso típico do submodelo tem um diafragma rígido e os pontos de conexões são articulados, o
programa adiciona automaticamente apoios de rotação em torno do eixo perpendicular do plano do
diafragma nos pontos de conexão (quando a geometria foi salva):

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


300 MANUAL STRAP

3.11.4 Adicionar ao Modelo Principal


O submodelo é adicionado ao modelo principal utilizando um método similar a opção de "Cópia" do Módulo
de Geometria:
· Um ou três nós de referência são definidos no submodelo e seus nós correspondentes na localização do
modelo principal. O programa então conecta o submodelo no modelo principal a posição do nó de
referência; o modelo pode ser rotacionado caso forem selecionados três nós de referência.
· O submodelo é adicionado como um submodelo (instância). Por exemplo: o modelo completo com todos
os estágios - geometria, cargas, resultados, etc. - consistindo num 'Modelo Principal' e/ou um ou mais
'submodelos' ou como barras/elementos individuais (como parte a ser adicionada ao modelo principal).
Para maiores informações ver item: Submodelo - Geral 294 .
Notas:
· Esta opção copia todo o submodelo, incluindo apoios, offsets, diafragmas rígidos, molas, etc.
· As cargas podem ser copiadas se o submodelo foi criado pelas opções "modelo existente" e adicionado
como "barras/elementos individuais"

Infinitas instâncias podem ser adicionadas ao mesmo tempo, cada uma numa localização diferente:
· Especificar o Número de Cópias
· Se selecionar a opção Adicionar como submodelo, defina o Nome da Instância

Adicionar como Submodelo


Adicionar
·
Selecione um nó de referência no submodelo e a localização deste nó no modelo principal; o submodelo é
adicionado ao modelo principal na localização do nó de referência.
ú O submodelo não é deformado (esticado ou espremido).
ú O submodelo é adicionado no mesmo plano no modelo principal, que foi definido no submodelo. Por
exemplo:

ú O programa pergunta pela localização do nó de referência no modelo principal para cada uma das
copias que forem adicionadas.

Adicionar rotacionando
·
Selecione os três nós de referência e suas correspondentes localizações no modelo principal; o
submodelo é adicionado ao modelo principal na localização definida pelos três nós de referência.
ú o submodelo não é deformado (esticado ou espremido).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 301

ú Por exemplo: O nó 1 do submodelo (pórtico em


preto) é inserido no "nó 1" do modelo principal
(pórtico em vermelho). Os nós 2 e 3 são utilizados
apenas para determinar as direções; a linha dos
nós 1-2 é alinhada com a linha 1'-2' e todo o
submodelo é posicionado no plano formado por
1'-2'-3'.
ú O programa pergunta pela localização do nó de referência no modelo principal para cada uma das
copias que forem adicionadas.
Nota:
· Cada ponto de conexão do submodelo deve estar alinhado a um nó existente no modelo principal. O
programa verifica se isto é válido para cada instância. Em casos onde os pontos de conexão não estão
alinhados a um nó, o programa cria um diafragma rígido 170 entre o ponto de conexão e o nó mais próximo
no modelo principal. Por exemplo:

Adicionar como nos/barras/elementos


Adicionar
·
Similar a opção de acima de "Adicionar como Submodelo"

Adicionar rotacionando
·
A cópia é gerada a partir da definição de três nós de referência:
ú Como os três nós podem ser posicionados em qualquer localização no espaço, esta opção permite que
o bloco copiado possa ser rotacionado em relação a sua posição original.
ú Se as distâncias entre os nós do submodelo e seu respectivos nós do modelo principal (1 e 1', 2 e 2', 3
e 3') não são as mesmas, o programa realiza a cópia deformando a estrutura ao posicionar o
submodelo no modelo principal. As peças paralelas serão deformadas pelo mesmo fator.

Notas:
· O programa não cria um novo nó na mesma localização de um nó existente; os apoios dos nós existentes
serão a somatória dos apoios anteriores do nó existente e os apoios dos nós dos submodelos.
· O programa não cria novas barras/elementos na mesma posição das barras/elementos existentes.
· Os apoios e molas definidos nos eixos globais (X1, X2,...X6) no submodelo serão orientados na posição
'mais parecida possível' com as direções globais do modelo principal. Apoios definidos de acordo com o
sistema de eixos locais serão rotacionados para a mesma orientação relativa ao submodelo.

Para criar um submodelo a partir de um "modelo existente":

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


302 MANUAL STRAP

Para cada carregamento do submodelo, clique na coluna direita, abra a lista, e selecione:
· o nome de um carregamento existente no Modelo Principal - as cargas serão adicionadas ao
carregamento.
· "Copiar como um novo carregamento" - para criar um novo carregamento no Modelo Principal.
· "Não copiar este carregamento" - para descartar este carregamento, o qual não será copiado para o
Modelo Principal.

Nota:
· Serão copiadas somente as cargas: nodais, de barras, de elementos 2D/3D e cargas globais.
· Recalques de apoio não serão copiados.
· Cargas que foram adicionadas ao carregamento atual usando cargas "Combinadas" não serão copiadas.
· Cargas em Elementos Planos geradas com o comando "Linear" não serão copiadas.
· O submodelo que for rotacionado, e cujas cargas nodais não ficarem paralelas a um eixo global, estas
cargas nodais serão decomposta nos eixos globais. Por exemplo:

· Cargas Globais definidas em uma direção global serão aplicadas na direção global mais próxima após a
rotação. Cargas Globais aplicadas perpendicularmente ao plano permanecerão perpendiculares ao plano.

Exemplo de utilização do recurso SUBMODELO:

Criar o modelo mostrado na Figura (a) a partir do submodelo mostrado na Figura (b).
Suponha que já tenhamos criados os nós 1 a 4 e 11 a 14 no modelo principal e também o plano 1-2-7-8 no
submodelo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 303

Criar o plano 1-2-11-12 a partir do submodelo:


· Defina os 3 nós de referência no submodelo:
1º nó de referência: 1
2º nó de referência: 2
3º nó de referência: 8
· Defina a nova localização dos 3 nós no modelo principal:
1º nó de referência: 1
2º nó de referência: 2
3º nó de referência: 12
Criar o plano 2-3-13-12 a partir do submodelo:
· Defina os 3 nós de referência no submodelo da mesma forma que o
explicado acima.
· Defina a nova localização dos 3 nós no modelo principal:
1º nó de referência: 2
2º nó de referência: 3
3º nó de referência: 13
Notas:
· Na geração do segundo plano (2-3-13-12), a distância entre o 1º e 2º nós
de referência é alterada de 7.0 no submodelo para 5.0 no modelo principal;
todas as dimensões nesta direção são revisadas proporcionalmente.
· Como a distância entre o 2º e 3º nós de referência são as mesmas no
submodelo e no modelo principal, todas as distâncias verticais (paralelas a
X2) permaneceram constantes.
· O programa poderia ter criado um nó na nova localização do nó 2 (por
exemplo), entretanto, ele verifica que já existe um nó na mesma
localização e, além de não criar um nó novo, ele conecta todas as
barras/elementos ao nó existente. O mesmo procedimento é utilizado em
barra e elementos, por exemplo, ao criar o segundo plano, já existiam
barras na linha 2-12, o programa detecta estas barras e não cria novas na
mesma localização.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


304 MANUAL STRAP

3.12 Estágios
Definir os 'estágios' de construção do modelo:
· o estágio padrão é o Modelo completo; representando a estrutura final e contém todos os elementos
(barras/elementos), suas propriedades e os apoios/molas relativos ao estágio final da construção.
· todos os outros estágios representam uma fase intermediária durante a construção, em que barras e
elementos podem ser removidos ou restaurados (mas não podem ser criados), diferentes tipos de
propriedades e apoios podem ser definidos, e apenas algumas cargas estejam sendo aplicadas no
modelo. Os sub-modelos podem ser retirados apenas do modelo completo (barras, elementos, etc. não
podem ser removidos de um sub-modelo de um Estágio).

O programa trata cada estágio como um modelo separado e calcula os resultados baseado no estágio da
geometria e as cargas que estão sendo aplicadas.

Os estágios são definidos e ativados nesta opção; barras/elementos, propriedades, apoios, etc são
aplicados e removidos dos estágios nas várias geometrias e cargas aplicadas.

Estágios - Editar
Editar
Selecionar um dos estágios listados. Clicar e selecionar o estagio na linha relevante e clicar em ;o
programa exibe o estágio atual no canto superior esquerdo da tela:

e apenas as opções relevantes estão disponíveis. Apenas as opções de Remover, Restaurar (Adicionar)
e Propriedades estarão disponíveis para alteração.

Estágios - Adicionar
Adicionar um novo estágio:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 305

· Definir o nome do novo estágio.


· Um novo estágio pode ser baseado em qualquer outro estagio existente, ou no modelo completo, em que
será criado com a mesma geometria do estágio selecionado.
Notas:
· Se o estágio selecionado como base não é o Modelo completo e sua última revisão, os outros estágios
baseados nele não podem ser editados.
· Se o Modelo completo for editado (por exemplo: adicionar elementos), as revisões serão realizadas em
todos os estágios do modelo.

Estágios - Deletar
Deletar
Clicar e selecionar a linha relevante e clicar em .

Estágios - Subir/Descer
Subir Descer
Clicar em ou para re arranjar a lista de estágios.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


306 MANUAL STRAP

3.13 Geometria - Menu Arquivo

Salvar
Salvar a geometria do modelo atual e continuar. Note que o Módulo de Geometria pode ser configurado para
salvar automaticamente de acordo a um intervalo de tempo. Para maiores informações, acesse o menu
Configurações - Diversos 109 .

Carregamentos
Salvar a geometria e definir os Carregamentos.

Fechar (Tela inicial)


Salvar a geometria e retornar a Tela Inicial doSTRAP (lista de modelos).

Resultados
Salvar a geometria e ir para o Módulo de Resultados.

Calcular
Calcular o modelo e acessar o Módulo de Resultados.

Análise Dinâmica
Salvar a geometria e ir para o Módulo de Dinâmica.

Módulo de Seções - CROSEC


Criar uma seção utilizando o Módulo de Seções - CROSEC 82 . A seção pode ser copiada para a Tabela de
Propriedades como uma propriedade definida por propriedades (A,I,J, etc).

Módulo de Metálica
Salvar a geometria e ir para o Módulo de Metálica.

Módulo de Concreto
Salvar a geometria e ir para o Módulo de Concreto.

Módulo de Pontes
Salvar a geometria e ir para o Módulo de Pontes.

Sair sem salvar


SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Geometria 307

Sair SEM SALVAR as alterações da geometria. Note que apenas as modificações realizadas após o ultimo
comando de salvar, ou na entrada no módulo serão descartados.

Sair e salvar
Salvar a geometria e sair do STRAP.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


308 MANUAL STRAP

3.14 Geometria - Saídas

3.14.1 Coordenadas dos Nós

onde:
X1, X2, X3 = coordenadas globais do modelo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 309

3.14.2 Apoios

onde:
0 = liberado.
1 = restringido.

Restrições Relevantes:
· pórtico plano : X1,X2,X6
· grelha: X3,X4,X5
· pórtico espacial : X1 a X6

Notas:
· Sendo X1, X2 e X3 os graus de liberdade de translação nas direções globais e X4, X5 e X6 os graus de
liberdade de rotação em torno de X1, X2 e X3, respectivamente.
· Quando a saída de apoios é selecionada num sub-modelo, a tabela mostra as restrições dos pontos de
ligação do sub-modelo.

3.14.3 Propriedades

As propriedades estão sempre em relação aos eixos locais, onde:


A = área da seção transversal.
I2,I3 = momento de inércia em torno dos eixos locais x2,x3.
J = momento de inércia torsional.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


310 MANUAL STRAP

SF2,SF3 = fatores de forma em para os eixos locais x2,x3.


Material = número do material associado à propriedade (veja tabela de materiais).
h2,h3 = dimensões máximas paralelas aos eixos x2,x3.
e2,e3 = distâncias máximas entre o C.G. da seção e seu perímetro (excentricidade máxima), paralela
a x2,x3.

Notas:
· Todas as propriedades são mostradas na unidade que foi definida primeira propriedade. A unidade é
exibida acima da tabela.
· Quando a saída de propriedades é selecionada num submodelo, a tabela mostra a lista de Propriedades
do submodelo selecionado.

3.14.4 Barras

onde:
· JA = Nó inicial
· JB = Nó final
· JC = Nó JC nó/ou
BETA = ângulo BETA (para maiores informações ver item: Manual do Modo Comando)
· Liberações = Vínculos em JA,JB (ver também em Saídas - Condições de Extremidade 313 )
As 6 colunas são:
A = Força Axial:
vazio ou n = não liberado.
y = força axial liberada.
t = barra trabalhando só a tração.
c = barra trabalhando só a compressão.
J = Momento Torsor (duas extremidades):
vazio ou n = não liberado.
y = Momento torsor liberado.
MVMV = Momento Fletor e Cortante em JA e JB, respectivamente:
vazio ou n = não liberado.
y = liberado nas direções locais x2 e x3.
2 = liberado somente na direção local x2.
3 = liberado somente na direção local x3.
S = ligação semi-rígidas.
· Compr. = Comprimento da barra
· Prop. nº = Número da propriedade associada a barra ou barra Fictícia (ver tabela de Propriedades). se

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 311

o numero tem os sinais de +/-, eles indicam a localização do centro de cortante de seções
assimétricas:

· Mat. nº = Número do material associado a barra (ver Tabela de Materiais).


· Cossenos = Cossenos dos ângulos entre o eixo local x2 e os globais X1,X2,X3, respectivamente.
diretores
· Offset nº = Número do grupo de OFFSET associado a barra (ver tabela de Offsets).

Nota:
· Quando a saída de barras é selecionada num sub-modelo, a tabela mostra a Lista de Barras do
sub-modelo selecionado.

3.14.5 Elementos

onde:
JA,JB,JC,JD = 4 nós de incidência do elemento, na ordem de definição.
Área = área da superfície do elemento.
esp. = espessura do elemento.
mat = material associado ao elemento (ver tabela de materiais).
artic. = articulação no lado do elemento, onde 'y' (yes)
indica que o lado está articulado e vazio ou 'n'
indica
que o lado não está articulado. A primeira letra
representa o primeiro lado (entre os nós JA e
JB). as
outra letras representam os demais lados do
elemento, começando em JB e seguindo no
sentido
anti-horário, conforme a figura abaixo.
offset = distância perpendicular ao plano do elemento. Um valor positivo aponta para a direção de
+x3.

Nota:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


312 MANUAL STRAP

· Quando a saída de elementos é selecionada num sub-modelo, a tabela mostra a Lista de Elementos do
sub-modelo selecionado.

3.14.6 Molas

onde:
S1-S6 = Constantes de mola nas direções X1-X6, respectivamente.
U+/U- = Indica se a mola está trabalhando só no sentido negativo do eixo (U-) ou positivo (U+). Caso
nenhuma das duas opções apareça, a mola está trabalhando nos dois sentidos. (Veja o tópico
de Molas Unidirecionais para uma explicação detalhada deste tipo de mola).

3.14.7 Materiais

Onde todos os valores são mostrados de acordo com as unidades de modelagem (mostradas acima da
tabela).

3.14.8 Offsets

onde:
No. = Número do Offset.
Sistema = Sistema no qual foi definido o Offset: GLOBAL ou LOCAL
OFFSET = Distância entre o nó JA/JB até o final do Offset (medida no respectivo Sistema que foi definido
em JA/JB o Offset).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 313

3.14.9 Condições de Extremidade


Exibe as informações dos vínculos (articulações, liberações de cortante, axial, etc):

São mostradas informações das duas extremidades das barras (JA, JB), onde:
"Livre" : indica que o esforço está liberado nesta extremidade (articulado).
Axial : Tração = barra trabalhando somente a tração
Compr. = barra trabalhando somente a compressão
M2,M3 : S = " indica ligação semi-rígida.

3.14.10 Sist. de Coord. Locais de Apoios

onde:
· Sistema nº = Número do sistema local.
· JA, JB, JC = Nós de definição do sistema de coordenadas local de apoio.

3.14.11 Diafragmas Rígidos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


314 MANUAL STRAP

3.14.12 Elementos Sólidos

onde:
JA, ... ,JH = os 8 nós de incidência possíveis do elemento sólido. Note que podem ser definidos elementos
sólidos de 4 a 8 nós.
Volume = Volume do sólido.
Mat = Material associado ao sólidos (ver tabela de materiais).

Nota:
· Quando a saída de elementos sólidos é selecionada num sub-modelo, a tabela mostra a Lista de
Elementos Sólidos do sub-modelo selecionado.

3.14.13 Paredes
Exibe as informações dos segmentos das paredes:

Nº = número do segmento.
JA,JB = nós inicial e final do segmento (quando definido).
Seção = número da seção e seu nome (se não for igual ao padrão)
Ang = ângulo de rotação em relação Orientação Padrão. F indica que a seção foi espelhada (
flipped ).
Compr. = comprimento do segmento da parede (JA-JB).
Volume = área da parede * Comprimento (não incluindo as vigas definidas na seção transversal das
paredes).

3.14.14 Paredes - Seções


Exibe a seção transversal, dimensões e propriedades geométricas de todas as paredes já definidas (na
unidade utilizada na modelagem):

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 315

Nº = número da seção da parede.


Nome = nome da seção da parede (se for diferente do nome padrão).
Área = área da seção transversal da parede.
Ix,Iy = momentos de inércia (em torno do centro de gravidade da seção).
C.G = distância entre o centro de gravidade e o ponto de referência (marcado com um * na figura).
Mat = material do elemento parede.

Nota:
· o formato para o desenho da seção (dimensões, espessura de linha, parâmetros do texto) podem ser
especificados no menu saídas em Formato das Saídas 317 .

3.14.15 Sub-modelo - Conexões

Para cada instância do sub-modelo uma lista de pontos de conexão é exibida com as seguintes
informações:
· O número do nó do ponto de conexão no sub-modelo.
· O número do nó do ponto de conexão no modelo principal que esta conectado.
· Tipo de conexão: Todos (X1 a X6 restringidos), Articulado (X1 a X3 restringidos) ou a lista de grau-de-
liberdade restringidos.
· A distância entre o nó do sub-modelo e o nó do modelo principal. Se o valor não for zero, os nós são

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


316 MANUAL STRAP

sempre conectados por um diafragma rígido.

3.14.16 Pesos
Exibe uma tabela com as seguintes informações:.
· área da seção, peso e comprimento de cada barra.
· resumo do peso e comprimento de cada propriedade de barra.
· resumo do peso e área de cada propriedade de elemento plano.
· resumo do peso e comprimento de cada seção de parede.
· peso e volume de cada parede individual.
· peso de todos os elementos para cada tipo de material.

Selecione os itens a serem exibidos na tabela:

Nota: elementos sólidos não são mostrados.

Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 317

3.14.17 Formato das Saídas


Especifique:
· o número de casas decimais a ser exibidas nas saídas tabeladas para cada um dos itens.
· o formato das saídas das seções das paredes 314 .
· o tamanho das seções das barras e símbolos dos apoios apresentados no desenho (o tamanho dos
apoios somente se aplica a opção impressa).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


318 MANUAL STRAP

3.14.18 Imprimir Tabelas


Imprimir as tabelas selecionadas da geometria para o modelo inteiro ou partes do modelo (que estejam
aparecendo na tela):

Selecionar Tabela
As tabelas selecionadas serão impressas.

Selecionar nós/barras/elementos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Geometria 319

Somente modelo atual


imprime todas as informações do submodelo atual (ou modelo principal), até os nós, barras, e
elementos não exibidos na tela.
Somente elementos visualizados na tela (submodelo atual)
imprime apenas as informações de nós/barras/elementos exibidos na tela.
Modelo principal e todos os submodelos
imprime as informações do modelo principal e todos os submodelos.

Incluir desenhos enviados ao Editor Gráfico


Incluir desenhos enviados ao Editor Gráfico
Adicionar os desenhos salvos no Editor Gráfico do STRAP.
O programa permite que o usuário insira os desenhos entre qualquer uma das tabelas; para maiores detalhes
ver item: Ordem de Impressão 79 .

Nota:
· Tabelas podem ser escritas em arquivo texto (ASCII) em um formato definido pelo usuário usando o
utilitário STBatch.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Parte

IV
Cargas
Cargas 321

4 Cargas

4.1 Menu Principal


· O programa pode resolver modelos que contenham vários carregamentos. Cada carregamento pode conter
cargas nodais, cargas em barras, pressões nos elementos, recalques de apoio, cargas de temperatura e
cargas globais.
· As cargas definidas são mostradas graficamente, sobrepondo-se à geometria.
· Cada carregamento pode ser associado a um estágio diferente da geometria.
· São mostradas na tela todas as cargas existentes no Carregamento que esteja sendo definido/editado.

Começar a definir um novo 322 carregamento.

Editar 324 um carregamento já existente.

Deletar 325 completamente os carregamentos selecionados.

Desativar 379 carregamentos selecionados. Estes carregamentos não serão


deletados; eles somente são serão resolvidos pelo programa.
Carga Móvel 380 : O programa cria automaticamente uma série de carregamentos a
partir de um carregamento específico. As Cargas Globais existentes nestes
carregamentos vão estar defasadas por um incremento constante definido pelo
usuário.
O programa gera automaticamente uma série de carregamentos diferentes alternando
arranjos 382 com cargas permanentes e acidentais nos diversos vãos da estrutura.
Cada arranjo destes é salvo como um carregamento diferente.

Cálculo do efeito de segunda ordem (P-Delta 385 ) na estrutura.

Definição de cargas de vento 388 segundo diversas normas.

Cópia 417 de um carregamento inteiro.

Definição dos nós onde o usuário irá arbitrar um valor de Sway/Drift 419 no Módulo de
Metálica.
Exibe uma instância existente já definida e permite aplicar a carga nesta instância
específica. Note que o usuário pode definir se deseja aplicar a carga somente na
instância selecionada ou se deseja aplicar em outras instâncias do mesmo
submodelo, agilizando a aplicação das cargas.
No Menu Superior temos as seguintes opções:

Veja também:
· Manual do Modo Comando para detalhes de definição de cargas digitando comandos.
· Exibir cargas 55 para detalhes sobre convenções na exibição de cargas na tela.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


322 MANUAL STRAP

4.2 Definir carregamento


Digite o título do carregamento e associe ao estágio desejado (caso tenha definido estágios construtivos na
geometria):

Cargas Nodais 326


· Cargas nodais são forças e momentos concentrados aplicados nos nós da estrutura. Por padrão estas
cargas definidas em relação ao sistema de coordenadas globais do modelo, mas o usuário pode criar um
sistema de coordenadas arbitrário para aplicação destas cargas.
· O peso próprio pode ser definido como carga nodal, o programa irá calcular a reação de uma carga de
peso próprio uniforme de cada barra/elemento e a aplicará como carga concentrada nos nós da
barra/elemento.
Cargas nas Barras 332
· Podem ser aplicadas cargas de peso próprio, uniforme, com variação linear, de temperatura ou cargas
concentradas em qualquer ponto ao longo do comprimento da barra.(entre o nó final e inicial da barra).
· As cargas nas barras podem ser definidas em relação aos eixos locais (de cada barra) ou globais do
modelo.
Cargas nos Elementos Planos 352
· As pressões nos elementos são aplicadas em toda a área da superfície dos elementos quadriláteros e

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 323

triangulares.
· A carga pode ser aplicada em qualquer direção dos eixos locais (elemento) ou globais (modelo); Em todos
os casos, o total de carga aplicada é a pressão multiplicada pela área da superfície do elemento.
Recalque de Apoio 361
· Pode-se impor recalques (deslocamentos) em qualquer direção, incluindo rotações.
· Só podemos impor deslocamentos nas direções restringidas do nó, ou seja, na direção que contenha um
apoio externo ou mola.
Carga Combinada 362
· Utilize esta opção para combinar carregamentos existentes, criando novos carregamentos; os
carregamentos existentes podem ser multiplicados por um fator.
· As combinações também podem ser definidas após o cálculo estático do modelo, no Módulo de
Resultados. É altamente recomendável que as combinações sejam feitas após o cálculo do
modelo (Módulo de Resultados), ao invés de fazê-las com esta opção de Carga Combinada, pois
além de poder editar as combinações sem ter que processar novamente o modelo, existem itens que
ficam mais fáceis de serem configurados nos Pós-Processadores, por exemplo: configuração da
deformação admissível (pois os pós-processadores adotam que as deformações que são geradas a partir
de carregamentos provenientes de cargas de serviço); configuração das cargas das vigas mistas no
Módulo de Metálica (perfil metálico, viga mista de curta ou longa duração); etc.
· Entretanto, existem alguns casos onde é necessário que as combinações sejam definidas ainda no
Módulo de Carregamentos com esta opção de Carga Combinada: Modelos que contenham barras
trabalhando somente a tração/compressão, molas trabalhando em um só sentido ou modelos em que
foram aplicados o efeito P-Delta são modelos que contém análises não lineares, onde as regras de
superposição dos efeitos não são válidas. Nestes casos as combinações DEVEM ser definidas ainda no
Módulo de Carregamentos com a opção de Carga Combinada (lembre-se de desativar os carregamentos
básicos que serviram para gerar os carregamentos combinados).
· Esta opção também pode ser utilizada para inserir um carregamento existente dentro de outro.
Cargas Globais 364
· A localização da carga pode ser definida em relação ao sistema de coordenadas global. O programa
localiza os nós e elementos no contorno das "cargas globais" e as converte em cargas nodais ou cargas
nos elementos equivalente, de acordo com o requisitado pelo usuário.
· Esta opção é muito útil para pontes, monovias, etc, pois a carga global pode ser "movida" pelo comando
de Cargas Móveis do STRAP.
· As cargas Globais podem ser armazenadas no arquivo Pattern.dat e ser utilizadas em vários modelos
diferentes.
Cargas nos Sólidos 374
Podem ser cargas de temperatura e peso próprio nos elementos sólidos. Todas as demais cargas (pressão,
carga linear, cargas concentradas , etc). devem ser definidas em barras ou elementos planos (fictícios ou
reais) definidos paralelamente à superfície do elemento sólido. Também pode-se criar Cargas Globais
aplicadas nos nós dos elementos sólidos.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


324 MANUAL STRAP

4.3 Editar carregamento


Permite editar ou visualizar carregamentos já definidos e/ou mudar um estágio atribuído a um determinado
carregamento.
O programa mostra a lista de carregamentos existentes:

· Para alterar o Estágio de um carregamento - clique na linha do carregamento, em seguida no botão


para abrir a lista e selecione um estágio.
· Para Editar o carregamento: selecione movendo o cursor até a respectiva célula; dê um duplo clique ou
clique uma vez na célula e depois no botão Editar.
· Neste momento, já estamos dentro do carregamento selecionado. Selecione o tipo de carga que deseja
editar (Barra, Nodal, etc.)

· Clique no ícone
· E prossiga como foi explicado no tópico Definir carregamento 322

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 325

4.4 Deletar carregamentos


O programa mostra a lista com todos os carregamentos já definidos:

· Selecione os carregamentos que deseja deletar clicando sobre os nomes (para selecionar mais de um
carregamento, pressione a tecla Control enquanto clica nos carregamentos ou abra uma janela movendo o
mouse com o botão da esquerda pressionado).
Deletar
· Clique no botão .
OK
· O programa exibirá uma janela de confirmação: Clique em para deletar o carregamento atual, em
OK para todos
para deletar todos os carregamentos selecionados (sem o programa perguntar) ou em
Cancelar
para voltar a confirmação o carregamento anterior.

Nota: Esta opção apagará totalmente os carregamentos selecionados. A opção 'Desfazer' não trará de volta
os carregamentos deletados.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


326 MANUAL STRAP

4.5 Cargas Nodais


· Cargas nodais são forças e momentos concentrados aplicados nos nós da estrutura. Por padrão estas
cargas definidas em relação ao sistema de coordenadas globais do modelo, mas o usuário pode criar um
sistema de coordenadas arbitrário para aplicação destas cargas.

4.5.1 Definir
Definir as cargas nodais - forças e momentos.

· Digite os valores das cargas; note que podem ser definidas cargas em mais de uma direção global no
mesmo comando.
Sistemas de coordenadas
· As cargas são definidas por padrão em relação ao eixo global; clicar em para
definir cargas em relação a um sistema de coordenadas definido por 3 nós.
· Selecione o(s) nó(s) que deseja aplicar as cargas definidas utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .

Forças / Momentos
Na figura abaixo estão as convenções de forças e momentos nodais:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 327

Sistema de Coordenadas
As cargas nodais podem ser definidas em relação a qualquer sistema local U,V,W definido por 3 nós:

· U é o eixo ao longo dos nós 1 e 2 e aponta para a direção do nó 2.


· V é o eixo formado pelo plano 1-2-3, perpendicular aos nós 1-2 e aponta para a direção genérica do nó 3.
· W é definido pela regra da mão direita.

· Definir os valores da carga; note que as cargas podem ser definidas ao mesmo tempo em mais de uma
direção local. O programa exibe os componentes globais das cargas na parte inferior da caixa de diálogo.
· Selecionar os nós que em que as cargas serão aplicadas utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .

Nota:
· As cargas nodais são sempre visualizadas com suas componentes globais.

Submodelos

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


328 MANUAL STRAP

Esta opção só aparecerá quando for visualizado um submodelo com mais de uma instância.

Clique em uma linha para alterar o status de Sim para Não.

Nota:
· As cargas aplicadas no submodelo respeitarão os eixos Globais do Modelo Principal e não do
submodelo. Por exemplo:

As cargas que forem aplicadas nos eixos locais de cargas não serão rotacionadas;

Dica: Se quiser evitar a rotação da carga, crie um Sistema de Coordenadas de Cargas Local paralelo ao
eixo Global do submodelo, usando a opção Sistema definido por 3 nós, conforme descrito acima.

4.5.2 Editar
Selecione um nó que tenha a carga nodal que deseja editar utilizando a seleção simples de nó .
· Caso o nó selecionado tenha mais de uma carga aplicada, o programa exibirá uma janela contendo a lista
das cargas aplicadas neste nó; escolha a carga que deseja editar. Por exemplo, a janela abaixo mostra
um nó com 3 cargas aplicadas:

Selecione uma das cargas.


· O programa mostra a carga selecionada; edite os valores.
· Caso a carga selecionada tenha sido aplicada a mais de um nó em um mesmo comando, o programa irá
realçar todos estes nós com um e exibirá a janela abaixo, onde o usuário deve escolher:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 329

ú Editar a carga somente no nó selecionado


Somente a carga no nó selecionado será editada.
ú Editar a carga em todos os nós realçados
A carga selecionada será editada em todos os nós que estiverem realçados com um .
ú Remover nós da seleção. Revisar os demais
Utilizar a Seleção Padrão de Nós para REMOVER os nós já selecionados. Os demais serão editados.

Nota:
· As cargas que foram adicionadas pela opção de Carga Combinada 362 não podem ser corrigidas; o
carregamento original deve ser revisado.

4.5.3 Deletar
Escolha deletar todas as cargas em nós selecionados ou uma determinada carga selecionada:

· Para ambos os casos, selecione o nó que deseja deletar a carga utilizando a seleção simples de nó .
Deletar uma carga selecionada
· Caso o usuário tenha especificado , o programa irá exibir uma lista com
todas as cargas que foram aplicadas ao nó; selecione uma das cargas. A janela abaixo mostra um nó com
3 cargas aplicadas:

· Se a carga selecionada tiver sido aplicada a outros nós com o mesmo comando, o programa realçará
todos os nós em que esta carga foi aplicada e exibirá a janela abaixo, onde o usuário deve escolher uma
das opções:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


330 MANUAL STRAP

ú Deletar a carga somente no nó selecionado


Será deletada somente a carga do nó selecionado
ú Deletar a carga em todos os nós realçados
Todos os nós que estão realçados com um terão a carga selecionada deletada.

Nota:
· As cargas que foram adicionadas pela opção de Carga Combinada 362 não podem ser corrigidas; o
carregamento original deve ser revisado.

4.5.4 Peso Próprio


O programa calcula as reações da carga uniforme de peso próprio em cada elemento e as aplica como
cargas concentradas nos nós de incidência dos elementos:

Exemplos:
· Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):

· Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:

Notas:
· O peso próprio é automaticamente calculado e aplicado em todos os elementos do modelo.
· O peso próprio também pode ser aplicado como Cargas de barras 343 ; podendo ser aplicado somente nas
barras selecionadas.
· O peso próprio aplicado nos nós não será mostrado graficamente na tela; é exibida uma linha na parte
inferior da tela:"Peso próprio nos nós..."; esta frase também é impressa.
· Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo
usuário). Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.
· Caso o modelo contenha barras onde o usuário arbitrou uma área muito grande (a fim de simular uma barra
de grande rigidez, por exemplo), lembre-se que o programa irá atribuir a estas barras uma carga de peso
próprio proporcional a sua área, podendo resultar numa carga que não corresponde a realidade. Caso seja
necessário, defina um material com densidade igual a zero para estas barras ou aplique o peso próprio

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 331

como carga nas barras e não o aplique nestas barras.


· Caso o peso próprio aplicado nos nós seja definido mais de uma vez no mesmo carregamento, somente a
última definição será utilizada pelo programa, ou seja, o programa não vai sobrepor os comandos de peso
próprio nos nós.
· Para deletar a carga de peso próprio aplicado nos nós, coloque todos os fatores iguais a zero.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


332 MANUAL STRAP

4.6 Carga nas Barras


As cargas aplicadas nas barras podem ser definidas paralelas aos eixos globais do modelo ou eixos locais
das barras.

Nota:
· Não defina cargas com componentes axiais (por exemplo: temperatura axial, protensão, cargas aplicadas
em eixos globais em barras inclinadas, etc) em barras que foram definidas para trabalharem somente a
tração/compressão, o programa sempre irá aplicar estas cargas ao modelo, mesmo que elas estejam
desativas para o carregamento em questão.

4.6.1 Definir

Uniforme 333

Carga uniforme distribuída ao longo detodo o comprimento da(s) barra(s).

Linear 336

Carga distribuída variando linearmente ao longo da(s) barra(s) (ou trechos da barra) ou carga
uniforme distribuída aplicada somente em parte da(s) barra(s).

Concentratada 338

Carga concentrada (força ou momento) aplicada em qualquer ponto ao longo do comprimento da(s)
barra(s).

Linear em linha 340

Carga distribuída variando linearmente ao longo de uma linha de barras.

Temperatura 342

Carga de temperatura axial (expansão/contração) ou gradiente de temperatura ao longo da


altura/largura da seção.

Peso Próprio 343

Aplicar o Peso Próprio nas barras como uma carga uniforme.

Protensão 345

Força de Protensão aplicada na(s) barra(s). Pode ser uma força aplicada ao longo de uma reta ou
parábola (pela definição de força e excentricidades).

Alongamento/Encurtamento 348

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 333

Aplicar um alongamento ou encurtamento da barra, gerando uma força axial de tração ou


compressão na mesma.

Superfície 349

Carga por área aplicada no perímetro da seção. É aplicada uma carga uniforme ao longo de todo o
comprimento da(s) barra(s).

4.6.1.1 Uniforme

Com esta opção, pode-se aplicar cargas uniformes ao longo de todo o comprimento da(s) barra(s)
selecionada(s):
Primeiramente selecione as barras que deseja aplicar a carga uniforme e depois configure a janela abaixo,
definindo o valor da carga, direção e tipo.

Direção
Forças Uniformes, Concentradas e Lineares: Selecione o eixo local/global de aplicação das cargas:

FX1 - Paralelo a X1 ou x1- Relevante para modelos de Pórtico Plano e Espacial.


FX2 - Paralelo a X2 ou x2- Relevante para todos os tipos de modelos (planos e espaciais).
FX3 - Paralelo a X3 ou x2- Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.

Momentos: Selecione o eixo onde as cargas serão aplicadas em torno de:

MX1 - Em torno de X1 ou x1 - Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.


MX2 - Em torno de X2 ou x2 - Relevante para modelos de Grelha e Pórtico Espacial.
MX3 - Em torno de X3 ou x2 - Relevante para modelos de Pórtico Plano e Espacial.

Tipo

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


334 MANUAL STRAP

Local : A carga é aplicada paralela a


um eixo local da barra.
Global: A carga é aplicada paralela a
um eixo global.
Global projetada: A carga é paralela a um eixo
global, mas só é aplicada na
projeção do eixo global
especificado (opção só válida
para cargas uniformes e
lineares).

Carga =
Digite o valor da carga de acordo com as unidades de força e comprimento que estiver modelando a
estrutura.
Lembre-se que os valores positivos das cargas aplicadas estarão no sentido positivo do eixo local/global
especificado.
Nos exemplo acima, todas as cargas deveriam estar com valores negativos.

Inverter sentido
O sentido de aplicação da carga é mostrado graficamente nesta janela; clique no botão Inverter sentido
para alterar o sinal da carga.

Aplicar cargas em barras paralelas


Quando são aplicadas cargas na direção de eixos locais das barras, o programa verifica se o eixo local
relevante das barras apontam para o mesmo sentido (para as barras paralelas). Caso não estejam no
mesmo sentido, o usuário pode instruir o programa a aplicar todas as cargas no mesmo sentido.

A importância desta opção é melhor explicada pelos próximos exemplos:


· Exemplo 1:
As barras paralelas 1 e 3 na Figura (a) foram selecionadas para terem uma carga de -5.0 aplicada no eixo
local x2.
Note, porém, que o eixo local x2 das barras 1 e 3 apontam em sentidos opostos. A caixa de diálogo mostra
somente a direção da barra 1.
Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
A cargas são aplicadas no mesmo sentido, independente do sentido do eixo local x2, como
mostrado na Figura (b).
Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
As cargas são aplicadas em sentidos opostos, de acordo com os eixos locais x2, como
mostrado na Figura (c).

· Exemplo 2:
As barras 8 e 14 estão em lados opostos da superfície de um cilindro. O eixo local x2 das duas barras
estão apontando para fora do cilindro, ou seja, em sentidos opostos. A caixa de direção só é mostrada para
a barra 8, pois elas são paralelas.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 335

Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido


A cargas são aplicadas no mesmo sentido, independente do sentido do eixo local x2, como
mostrado na Figura (b).
Aplicar cargas em barras paralelas no mesmo sentido
As cargas são aplicadas em sentidos opostos (ambas para fora do cilindro), de acordo com os
eixos locais x2, como mostrado na Figura (c). Neste caso esta é a opção mais frequente.

Aplicar como carga nodal


Em alguns casos é conveniente definir cargas lineares (ou concentradas) em barras, mas estas não geram
flexão na barra, ou seja, entram na barra como cargas concentradas em seus nós. Por exemplo:

O programa calcula as reações que a carga distribuída (ou concentrada) na barra criaria nos nós de
incidência da mesma, então aplica diretamente esta força como ação nos nós, ou seja, esta carga não
irá gerar flexão nem cortante na barra.

Submodelos
Esta opção só aparecerá quando for visualizado um submodelo com mais de uma instância.

Clique em uma linha para alterar o status de Sim para Não.


Nota:
· As cargas aplicadas no submodelo respeitarão os eixos Globais do Modelo Principal e não do
submodelo. Por exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


336 MANUAL STRAP

As cargas que forem aplicadas nos eixos locais não serão rotacionadas.

Cargas em eixos locais - Confirmação


A barra é desenhada na janela com a mesma orientação que está na tela.

Sempre que forem aplicadas cargas no eixo local de barras que não tenham este eixo paralelo entre si, o
programa irá exibir a janela mostrada abaixo.

Esta janela aparecerá para cada grupo de barras que tenham os eixos x2/x3 paralelos, ou seja, caso todas
as barras tenham o eixo relevante paralelos entre si, esta janela não vai aparecer (pois o usuário já a
configurou quando definiu a carga). Caso tenha alguma(s) barra(s) com os eixos não paralelos, ela
aparecerá.

Note que o sentido positivo do eixo não é importante aqui, mas sim na opção Aplicar cargas em barras
paralelas no mesmo sentido 334 .

Selecione uma das opções:


OK - Aplicar a carga como mostrado na figura
Cancelar - Não aplicar a carga neste grupo de barras
Inverter sentido da carga - Inverter o sentido da carga para este grupo de barras
Inverter Início/Final - Espelhar a carga definida neste grupo de barras
Pular confirmação - Aplicar a carga em todas as barras sem pedir a confirmação

4.6.1.2 Linear

Utilize esta opção para aplicar cargas distribuídas variando uniformemente ou carga uniformes em uma parte
da(s) barra(s).
· Cada trecho da carga é definido por 'segmentos'.
· Pode-se gerar mais de um segmento de carga por barra.
· Cada segmento é definindo especificando-se a localização do início do segmento, seu comprimento e o
valor das cargas no início e no final do segmento.
Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar as cargas utilizando a Seleção padrão de barras
24 . Depois configure o quadro abaixo, indicando os parâmetros da carga, a direção, tipo, etc.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 337

Direção / Tipo / Carga =


Ver Carga Uniforme 333 .

Início:
Para o primeiro segmento de carga do comando, a Distância é medida a partir do nó inicial da barra; para os
demais segmentos de carga, a Distância é sempre medida a partir do final do segmento anterior.

Final:
Por padrão o programa assume que a carga se estende por todo o comprimento da barra, ou seja, por
padrão o campo Comprim. mostra a distância entre o começo da carga e o final da barra. O usuário pode
alterar diretamente este comprimento padrão.

Aplicar em barras paralelas


Ver Carga Uniforme 333 .

Aplicar como carga nodal


Ver Carga Uniforme 333 .

Submodelos
Ver Carga Uniforme - Aplicar a submodelos 335 .

Após configurar o quadro para cada segmento, selecione uma das opções:

OK Para finalizar o comando e aplicar o(s) segmento(s) de carga configurado(s).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


338 MANUAL STRAP

Adic. um segmento Para adicionar mais um segmento de carga na mesma barra; a distância (ou fração) de
um segmento é sempre medida a partir do final do
segmento anterior.

Exemplos:

Para obter os carregamentos acima devemos configurar a janela com os seguintes parâmetros: (os valores
padrões estão sublinhados na tabela)

4.6.1.3 Concentrada

Com esta opção pode-se aplicar forças ou momentos concentrados ao longo do comprimento da barra, ou
seja, não é necessário criar um nó somente para aplicar uma carga concentrada numa barra.
Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga utilizando a Seleção Padrão de Elementos
24 . Depois, configure a janela abaixo, especificando o valor, tipo, direção e localização da carga:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 339

Valores positivos da Carga correspondem à aplicação da carga no sentido do eixo em que está sendo
aplicada, assim como valores negativos correspondem a cargas aplicadas no sentido oposto ao eixo.

Defina a distância entre o ponto de aplicação da carga e o nó inicial da barra digitando a distância ou uma
fração da barra.

Distância / fração
A localização da carga ao longo da barra pode ser definida por uma distância absoluta (na unidade de
comprimento do modelo) ou por uma fração do comprimento da barra.
· Para a primeira carga do comando, a distância é medida a partir do nó inicial (JA).
· Para as próximas cargas (no mesmo comando), a distância é medida a partir da carga anterior.

Demais opções
Ver Carga Uniforme - Definir 333 .

Após configurar a janela, escolha:


OK Para finalizar o comando e aplicar a(s) carga(s) definidas.

Adic. carga pontual Para adicionar outra carga concentrada no mesmo comando; a partir da segunda
carga, a distância (ou fração) definida é medida a partir da carga pontual anterior.
Podem ser definidas até 6 cargas concentradas num mesmo comando (a primeira + 5
cargas); Caso haja mais de 6 cargas concentradas na barra, deve-se definir outra
carga concentrada.

Exemplos:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


340 MANUAL STRAP

4.6.1.4 Linear em linha

Esta opção é semelhante a "Linear", mas o usuário pode definir uma carga variando ao longo de uma linha
de barras.

Selecionar a primeira barra de cada linha; ...


Selecione somente a primeira barra de cada linha; o programa identifica automaticamente as próximas
barras que estiverem em linha.
Selecionar todas as barras da linha; ...
Selecione todas as barras de uma sequência de barras. Note que esta sequência não precisa estar
formando uma linha reta.
Selecionar um arco de barras; ...
Selecione as barras inicial e final de um arco de barras; o programa identifica automaticamente as barras
intermediárias neste arco.
A linha de barras é tratada como uma barra única e os segmentos de cargas aplicadas são definidas da

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 341

mesma maneira que na opção "Linear".


Exemplo:

Para definir a carga acima:


· Selecione a barra 37 (primeira barra da linha); selecionar ou não a barra 38 não difere no comando.
· O programa automaticamente identifica as próximas barras, ou seja as barras 37 e 38 estão em linha.
Note que se tivesse selecionado a barra 38 ao invés da 37, o programa não identificaria a barra 37 na
linha, neste caso, carregaria somente a 38.
· A janela para definição da carga é mostrada com o comprimento da linha de barras:

· Defina o primeiro segmento de carga de 0.0 a 3.2 com carga = -7.0


Adic. um segmento
· Clique no botão
· Defina o segundo segmento de carga de 0.0 a 6.3 com carga = -7.0 no início e -19.0 no final .
OK
· Clique no botão

Notas:
· O sentido dos eixos locais x1 das barras é importante. O programa não reconhece duas barras com
eixos locais x1 em sentidos contrários como estando em linha, ou seja, não pode-se aplicar esta opção
em casos como este.
· As barras são consideradas em linha quando o ângulo entre os seus eixos locais x1 é menor que 5º.
· O programa internamente divide a "Carga Linear em uma Linha" em "Cargas Lineares" individuais para
cada barra, ou seja, para editar a carga no exemplo acima, deve-se editar separadamente as cargas nas
barras 37 e 38, ou deletar a carga nas duas barras e refazer a carga linear em Linha.
· A Carga em Linha pode ser definida para até 80 barras em um só comando (para definir a carga em mais
de 80 barras em linha, use dois ou mais comando de Carga Linear em Linha).

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


342 MANUAL STRAP

4.6.1.5 Temperatura

As cargas de temperatura sempre são definidas em relação aos eixos locais das barras.

Para definir um carregamento de temperatura:


· Primeiramente, selecione a(s) barra(s) onde deseja aplicar a carga de temperatura utilizando a Seleção
Padrão de Barras 24 .
· Depois configure a janela abaixo, especificando o valor da mudança de temperatura, o tipo e direção.

Tipo

Selecione:
Axial - Variação de temperatura na direção do eixo local x1 (axial a barra), contraindo ou
expandindo a barra, aplicando uma força axial a barra em seus nós de incidência
Gradiente - Variação de temperatura na direção do eixo local x2 ou x3, gerando um gradiente de
temperatura ao longo da altura/largura da seção, resultado numa curvatura na barra,
similarmente a uma flexão.
Nota:
· Não defina cargas de temperatura em barras que só trabalhem a tração ou compressão, pois o programa

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 343

sempre aplicará a carga ao modelo, mesmo nas barras que estejam desativadas para o carregamento em
questão.

Variação de temperatura
Entre com a variação de temperatura, observando as convenções de sinais.
O programa multiplica esta diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material da seção, logo, a
mudança de temperatura e o coeficiente térmico devem estar definidos na mesma unidade: em graus Celsius
(°C) ou graus Fahrenheit (°F).

Altura da barra
A altura da seção é necessária para o cálculo do efeito de gradiente de temperatura na barra. A altura deve
ser definida mesmo que a seção tenha sido definida por dimensões.
Para barras de seções variáveis:
· Axial: o programa leva em conta a variação da seção ao calcular as forças nodais aplicadas.
· Gradiente:

Varia: O programa assume que a altura definida aqui é referente aoinício da barra e varia esta altura
linearmente, com uma relação hr/hl, calculada a partir das dimensões das seções definidas nas
Propriedades de Barras.
ConstanO programa assume que a altura definida é constante ao longo do comprimento da barra.
te:

Submodelos
Ver Cargas Nodais - Aplicar em submodelos 327 .

Exemplos:
· Aplicar uma expansão de temperatura de 30°C:
Selecio Axial
ne:
Enter: Variação de temperatura = 30
· Aplicar um gradiente de temperatura de 25°C na altura de uma seção de 0.50 m de altura, sendo 5°C na
face +x3 e 30°C na face -x3.
Select: X3 gradiente
Enter: Variação de temperatura = 25 Altura da barra = 0.5

4.6.1.6 Peso Próprio

Com esta opção, pode-se aplicar o peso próprio nas barras como uma carga distribuída. O programa
multiplica a área da seção transversal de cada barra pela densidade do material atribuído àquela seção e
pelo fator de peso próprio definido pelo usuário na janela abaixo.

Notas:
· O peso próprio pode ser aplicado na direção de qualquer um dos eixos GLOBAIS. Verifique se a
direção de aplicação do Peso Próprio está correta.
· O peso próprio pode ser aplicado em todas as barras, algumas barras ou simplesmente não aplicado.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


344 MANUAL STRAP

Selecione as barras que deseja aplicar o peso próprio utilizando a Seleção Padrão de Barras.
· Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo
usuário). Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.
· Caso o modelo contenha barras onde o usuário arbitrou uma área muito grande (a fim de simular uma barra
de grande rigidez, por exemplo), e o peso próprio tenha sido aplicado nestas barras; lembre-se que o
programa irá atribuir a estas barras uma carga de peso próprio proporcional a sua área, podendo resultar
numa carga que não corresponde a realidade. Caso seja necessário, defina um material com densidade
igual a zero para estas barras ou não aplique o peso próprio nelas.
· Em barras de seção variável o programa atribui uma carga uniforme distribuída equivalente a uma área
média, calculada de acordo com a expressão contida no tópico Seção Variável do manual.
· Ao definir o peso próprio em barras que só trabalham a tração/compressão que estejam inclinadas.(ou
seja, terão uma componente axial aplicada), lembre-se que o programa irá aplicar a carga ao modelo,
mesmo que estas barras não estejam ativas para este carregamento.
· O Peso-Próprio dos elementos é aplicado separadamente ao das barras como uma Carga de Elementos.

Para aplicar a carga de peso próprio na estrutura:


· Primeiramente selecione as barras que deseja aplicar o Peso-Próprio utilizando a Seleção Padrão de
Barras 24 .
· Configure a janela abaixo, especificando o fator de peso-próprio e a direção.

Direção
Selecione uma das direções GLOBAIS:

Peso Próprio da mesa colaborante


Quando o modelo contiver Vigas Mistas o programa exibirá esta opção, onde o usuário pode escolher se
deseja ou não aplicar o peso próprio referente a mesa colaborante nas barras:
Aplica o peso próprio das barras mais o da mesa colaborante.
Aplica somente o peso próprio da barra.

Fator

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 345

O programa multiplica a área da seção transversal pela densidade do material e pelo Fator aqui especificado.
O sinal representa o sentido de aplicação da carga. Sinal negativo indica que a carga será aplicada no
sentido oposto ao sentido do eixo especificado.

Submodelos
Ver Cargas Nodais - Aplicar em submodelos 327 .

Exemplos:
· Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Direção = X2 Fator = -1.00
· Aplicar majorando de 15% o peso próprio (para simular o peso de conexões, por exemplo) na direção
vertical (admitindo que o eixo X3 seja o eixo de altura do modelo):
Direção = X3 Fator = -1.15
· Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Direção = X1 Fator = 0.10

4.6.1.7 Protensão

Com esta opção pode-se definir uma força de Protensão nas barras, especificando a força e as
excentricidades nos pontos inicial, final (não necessariamente início e fim da barra) e no ponto médio (entre
os pontos inicial e final), simulando um cabo parabólico. Internamente o programa aplica forças e momentos
(decorrentes das excentricidades) nos nós da(s) barra(s).

Notas:
· Podem ser aplicadas várias forças de protensão na mesma barra.
· Pode-se definir a força de protensão em uma barra ou em uma linha de barras.
· Submodelos: As cargas de protensão podem ser aplicadas em mais de uma instância do submodelo.
Veja Cargas Nodais - Aplicar em submodelos 327 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


346 MANUAL STRAP

4.6.1.7.1 Barras individualmente

· Selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga utilizando a Seleção Padrão de Barras.
· Defina os dados da protensão:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 347

Força
Entre com o valor da força de protensão na unidade de força do modelo.
O valor da força de protensão DEVE ser positivo.

Excentricidade
Entre com os valores das excentricidades na unidade de comprimento utilizada na modelagem:
· Primeiramente entre com os valores do Início e Final; o programa assume que o cabo é reto e preenche
automaticamente o valor do Meio. Se o cabo for parabólico o usuário deve entrar com o valor no Meio do
vão.
· A excentricidade é medida a partir do centro de gravidade da seção.
· Excentricidade positiva é medida no sentido positivo do eixo local; no exemplo acima teríamos, início =
positivo, meio = negativo, e final = negativo.
Selecione o eixo local da excentricidade: x2 ou x3.

Distância
O comprimento total da barra ou da linha de barras selecionada é mostrado na linha de título da janela.
Entre com a distância entre o início da barra (ou linha de barras) e o início da protensão e a distância entre o
final da barra (ou linha de barras) e o final da protensão.

4.6.1.7.2 Linha - Intervalo único

· Seleção de barras:
Selecionar a primeira barra de cada linha; ...
Selecione somente a primeira barra de cada linha; o programa identifica automaticamente as
próximas barras que estiverem em linha (barras conectadas ao nó JB).
Selecionar todas as barras da linha; ...
Selecione todas as barras de uma sequência de barras. Note que esta sequência não precisa
estar formando uma linha reta.
Selecionar um arco de barras; ...
Selecione as barras inicial e final de um arco de barras; o programa identifica automaticamente as
barras intermediárias neste arco.
Configure a janela abaixo com a força de protensão e as excentricidades; ver Protensão - Barras
individualmente 346 .

Nota:
· Para a opção "Linha de barras", pode-se definir uma linha de até 80 barras com um único comando (para
definir a força de protensão em mais de 80 barras, utilize dois ou mais comandos).

4.6.1.7.3 Linha - Vários intervalos

Defina vários intervalos de protensão na linha de barras selecionadas:


· a força de protensão pode ser diferente em cada intervalo.
· a trajetória do cabo pode ser definida com diferentes parábolas em cada intervalo.
Exemplo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


348 MANUAL STRAP

Entre com os seguinte valores:

Notas:
· Os pontos de início e fim não precisam coincidir com as extremidades das barras.
· O programa calcula um valor padrão para a excentricidade-central que cria uma parábola com a mesma
curvatura do intervalo anterior; o valor da exc. central pode ser revisada pelo usuário, mas isto introduzirá
uma "dobra" na trajetória do cabo.
Inserir ponto
· Para inserir um novo ponto, selecione a linha seguinte e clique .
Deletar ponto
· Para deletar um ponto, selecione a linha e clique .

4.6.1.8 Alongamento

O programa aplica internamente na barra, uma força axial correspondente ao encurtamento ou alongamento
da mesma.
· Selecione as barras que deseja aplicar a carga utilizando a Seleção Padrão de Barras 24 .
· Especifique o quanto a barra está alongada ou encurtada (na unidade de comprimento utilizada na
modelagem).
· Submodelos: As cargas de alongamento podem ser aplicadas em mais de uma instância ao mesmo
tempo. Ver Cargas Nodais - Aplicar a submodelos 327 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 349

Observações:
- A carga aplicada é semelhante a carga aplicada na temperatura axial.
- A unidade do Alongamento ou Encurtamento é a mesma utilizada na Geometria do modelo.
- Pode ser definido um alongamento/encurtamento com 5 casas decimais.

4.6.1.9 Superfície

Defina uma carga por área aplicada na superfície do perfil. O programa multiplica o valor definido na carga
por unidade de área pelo perímetro da seção transversal e aplica a carga resultado como uma carga por
unidade de comprimento ao longo de todo a barra.
· Primeiramente, selecione a(s) barra(s) que deseja aplicar a carga, utilizando a Seleção Padrão de Barras
24 .

· Na janela abaixo, especifique o valor da carga de superfície e a direção.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


350 MANUAL STRAP

Submodelos
Ver Cargas Nodais - Aplicar a submodelos 327 .

Nota:
· O valor do "Perímetro" da seção não era definido em modelos feitos nas versões 9.00 ou anteriores. Para
estes modelos o STRAP adota o Perímetro=0, ou seja, todas as cargas de superfície aplicadas
nestas barras ficarão com zero. Para corrigir este parâmetro, basta redefinir a propriedade, fazendo o
programa computar o perímetro da seção. (Clique aqui para uma explicação mais detalhada)

4.6.2 Deletar
O programa exibe o seguinte menu onde o usuário escolhe se deseja deletar todas as cargas nas
barras/elementos selecionados ou deletar somente uma carga selecionada:

Selecione o elemento que deseja apagar a carga com a Seleção de Elementos 24 .


· Se for especificada a opção Deletar uma carga selecionada, deve-se primeiro selecionar alguma
barra/elemento que contenha a carga desejada (clicando sobre a barra/elemento); o programa exibe então
uma lista com as cargas aplicadas na barra/elemento selecionado. Por exemplo, uma barra com duas
cargas distribuídas, peso próprio, uma carga concentrada e carga de temperatura aplicada:

· Clique sobre a carga que deseja deletar. Se esta carga tiver sido aplicada em outras barras/elementos
pelo mesmo comando, o usuário ainda pode definir se deseja deletar a carga somente da barra
selecionada ou de todas as realçadas (as barras realçadas são as que têm a carga definida no mesmo
comando que a barra selecionada pelo usuário):

ú Deletar as cargas somente na barra selecionada


Será deletada somente a carga da barra/elemento selecionado.
ú Deletar a carga em todas as barras/elem. realçados
A carga selecionada será deletada de todas as barras/elementos realçados com um .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 351

Nota:
· As cargas que foram aplicadas pela opção Carga Combinada não podem ser deletadas; Deve-se editar o
carregamento original.

4.6.3 Editar
· Selecione uma barra/elemento que contém a carga que deseja editar, usando a seleção simples de
elemento .
· Se foram definidas mais de uma carga na barra/elemento selecionado, o programa exibirá uma lista das
cargas definidas, onde deve-se escolher uma das cargas para se editar. Por exemplo, uma barra com
duas cargas distribuídas, entre outras:

Selecione a carga que deseja editar clicando sobre ela.


· Aqui o programa mostrará a janela referente a carga escolhida; edite esta carga e clique no botão OK.
· Caso a carga selecionada tenha sido aplicada a mais de uma barra/elemento com o mesmo comando, o
programa irá realçar estas barras/elementos com um ; e exibir a janela abaixo, onde o usuário pode
escolher editar a carga em todas, algumas ou só na barra/elemento escolhida:

ú Editar somente a carga na barra selecionada


Somente a carga na barra/elemento selecionado será editada, as demais permanecerão como estão.
ú Editar a carga em todas as barras realçadas
A carga será editada em todas as barras/elementos que estiverem realçados com um . (todas as
barras/elementos que tiveram a carga selecionada definida no mesmo comando).
ú Remover barras da seleção. Revisar as demais
Utilize a seleção padrão de barras/elementos para escolher as barras/elementos que ficarão SEM a
marca de objeto selecionado (não serão editadas)..As demais serão editadas.

Nota:
· As cargas que foram inseridas no carregamento pelo comando de Carga Combinada não podem ser
editadas; deve-se editar o carregamento original.

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352 MANUAL STRAP

4.7 Carga nos Elementos Planos

4.7.1 Definir

Uniforme 352

Pressão uniforme na face dos elementos.

Linear 353

Pressão variando linearmente aplicada a um grupo de elementos. Ideal para aplicar pressão de
água em reservatório, pressão de solo, etc.

Temperatura 355

Mudança de temperatura expandindo/contraindo o elemento no plano do elemento ou fletindo o


elemento por um gradiente de temperatura.

Bilinear 356

Pressão variando linearmente em duas direções. Ideal para aplicar por exemplo pressão de solo
em um muro onde a altura do solo é variável.

Peso Próprio 358

Aplicar o peso próprio como uma pressão uniforme distribuída nos elementos selecionados.

4.7.1.1 Uniforme

Utilize esta opção para aplicar uma pressão uniforme na face do elemento.
A pressão pode ser aplicada tanto paralela a um eixo global do modelo quanto paralela a um eixo local do
elemento.
· Primeiramente selecione o(s) elemento(s) que deseja aplicar a pressão uniforme utilizando a Seleção
Padrão de Elementos 24 .
· Então configure a janela abaixo, indicando a direção, tipo e valor da pressão.

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Cargas 353

Direção
Local : A carga é aplicada paralela a um eixo local do elemento.
Global : A carga é aplicada paralela a um eixo Global.
Global projetada : A carga é paralela a um eixo global, mas só é aplicada na projeção da área do
elemento no eixo global especificado.

A figura abaixo ilustra os tipos de cargas Global, Global projetada e Local.

Carga
· Digite o valor da carga de acordo com as unidades de força e comprimento que estiver modelando a
estrutura.
· Lembre-se que para valores positivos, as cargas serão aplicadas no sentido positivo do eixo local/global
especificado.
· A carga total aplicada é o resultado da carga especificada multiplicada pela área dos elementos
selecionados(para todas as direções), ou pela área projetada dos elementos para as cargas aplicadas na
direção "Global projetada".

Submodelos
Ver Cargas Nodais - Aplicar em submodelos 327 .

4.7.1.2 Linear

Utilize esta opção para aplicar um diagrama de pressões que varia linearmente segundo uma direção. Veja
mais em Pressão Bilinear 356 .
Esta opção é extremamente útil para definirmos cargas de água em um reservatório ou uma pressão de solo
numa parede diafragma, por exemplo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


354 MANUAL STRAP

O programa calcula a pressão média que seria aplicada em cada elemento e aplica uma pressão uniforme
em toda a face do elemento.

Configure a janela abaixo indicando as direções de variação e aplicação da carga e as coordenadas e valores
do início e do final do diagrama de pressões:

Carga varia linearmente na direção


A pressão aplicada pode variar linearmente em qualquer das direções globais do modelo.
Note que esta opção define a direção em que a pressão varia e não a direção em que a carga é aplicada.

Aplicar carga no elemento na direção


A carga pode ser aplicada em qualquer direção local ou global, ou seja, perpendicular ou paralela à superfície
do elemento (local), ou horizontalmente ou verticalmente ao modelo (global).

Nível (Coord)
Defina as coordenadas globais do início e do final do diagrama de pressões.

Pressão
Defina o valor da pressão no início e no final do diagrama de pressões.

Submodelos
Ver Cargas Uniformes - Aplicar em submodelos 335 .

Exemplos:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 355

Selecione todos os elementos da parede do tanque.

Selecione os elementos de 25 a 80.

Note que a carga também poderia ser definida como variando na direção X1 com da
coordenada 0.0 até 5.2.

4.7.1.3 Temperatura

Aplique uma variação de temperatura nos elementos finitos planos.


Configure a janela abaixo definindo o tipo de carga e o valor da mudança de temperatura:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


356 MANUAL STRAP

Tipo da Carga
Selecione:
Contração/Expansão
A mudança de temperatura causa uma contração ou expansão do elemento em seu próprio plano.
Gradiente de Temperatura
Gera um gradiente de temperatura ao longo da espessura do elemento, resultado numa curvatura do
elemento, similar a uma flexão. Entre com a temperatura na face +x3 do elemento menos a temperatura
na face -x3.

Variação de temperatura
Entre com a variação de temperatura, observando as convenções de sinais.

O programa multiplica esta diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material da seção, logo, a
mudança de temperatura e o coeficiente térmico devem estar definidos na mesma unidade: em graus Celsius
(°C) ou graus Fahrenheit (°F).

Submodelos
Ver Carga Uniforme - Aplicar em submodelos 335 .

Exemplos:
· Expansão/contração:
Os elementos selecionados são uniformemente aquecidos de 27 °C.
Entre: Mudança de temperatura = 27
· Gradiente de temperatura:
Os elementos selecionados tem uma diferença de temperatura entre as faces superior e inferior. A face
inferior (-x3) está a uma temperatura de 18°C e a superior (+x3) está a uma temperatura de -15°C.
Mudança de temperatura = (-15ºC) - (18ºC) = -33ºC:
Entre: Mudança de temperatura = -33

Nota:
· Em elementos ortotrópicos, as cargas de temperaturas são aplicadas utilizando Ex, ax na direção x1 e
Ey, ay na direção perpendicular.

4.7.1.4 Bilinear

Utilize esta opção para aplicar uma pressão variando linearmente em duas direções. Ideal para aplicar por
exemplo pressão de solo em um muro onde a altura do solo é variável.(veja também a opção para aplicar
pressão variando em uma direção 353 )
O programa calcula a pressão média que seria aplicada em cada elemento e aplica uma pressão uniforme
em toda a face do elemento.

Defina os seguintes parâmetros:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 357

Carga varia linearmente nas


A pressão pode variar em qualquer direção em um dos planos Globais.

Note que esta opção define a direção que a carga varia e não a direção em que ela é aplicada.

Aplicar carga na
A carga pode ser aplicada em qualquer direção local ou global, ou seja, perpendicular ou paralela à superfície
do elemento (local), ou horizontalmente ou verticalmente ao modelo (global).

Pressões
Defina os valores das pressões e suas coordenadas.

O diagrama de pressões deve ser coplanar, ou seja, basta especificarmos os valores de pressão em três
pontos que o programa faz uma interpolação para aplicar a carga nos demais pontos da malha.

Notas:
· As linhas AB e AC devem ser perpendiculares entre si.
· O ponto A deve ser o vértice da sequência C-A-B

Submodelos
Ver Carga Uniforme - Aplicar em submodelos 335 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


358 MANUAL STRAP

Exemplo:

· Selecione Direções Globais X2 e X3


· Defina os 3 pontos e seus correspondentes valores:

· Selecione os elementos 25 a 80.

4.7.1.5 Peso Próprio

Com esta opção pode-se aplicar o peso próprio nos elementos como uma pressão uniforme distribuída por
todo o elemento. O programa multiplica a espessura no elemento pela densidade do material atribuído e
pelo fator de peso próprio definido pelo usuário na janela abaixo.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 359

Direção
Selecione uma das direções GLOBAIS para a aplicação do Peso Próprio.

Fator
O peso-próprio é calculado pela multiplicação da espessura do elemento pela densidade do material. Este
valor é multiplicado também pelo Fator aqui especificado.
O sinal representa o sentido de aplicação da carga. Sinal negativo indica que a carga será aplicada no
sentido oposto ao sentido do eixo especificado.

Se o material é definido pelo usuário, verifica se a densidade foi definida (um aviso será exibido).

Submodelos
Ver Carga Uniforme - Aplicar em submodelos 335 .

Notas:
· O peso próprio pode ser aplicado na direção de qualquer um dos eixos GLOBAIS. Verifique se a
direção de aplicação do Peso Próprio está correta.
· O peso próprio pode ser aplicado em todos os elementos, alguns elementos ou simplesmente não
aplicado. Selecione os elementos que deseja aplicar o peso próprio utilizando a Seleção Padrão de
Elementos 24 .
· Verifique a densidade do material utilizado (principalmente se este é um material definido pelo
usuário). Verifique o valor da densidade e se esta foi entrada nas unidades corretas.
· O peso próprio também pode ser aplicado como carga nodal 330 .

Exemplos:
· Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Global X2
Fator de peso próprio = -1.00

· Aplicar majorando de 15% o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X3 seja o eixo de altura
do modelo):
Global X3
Fator de peso próprio = -1.15
· Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Global X1
Fator de peso próprio = 0.1

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360 MANUAL STRAP

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 361

4.8 Recalque de Apoio


Com esta opção o usuário pode definir deslocamentos impostos aos nós que contém apoios. Estes
deslocamentos podem ser definidos em qualquer direção Global, incluindo rotações.
Note que o nó deve estar restringido na mesma direção (grau de liberdade) que o deslocamento imposto.

· dx1, dx2, dx3 = Translação imposta na direção global X1, X2 e X3 respectivamente.


· rx1, rx2, rx3 = Rotação imposta em torno dos eixos globais X1, X2 e X3 respectivamente
(radianos).

Convenção de sinais:

Exemplo:
· Em uma estrutura que está sendo modelada em metros, impor um deslocamento inicial em X2 de 2.00
mm e uma rotação inicial em torno do eixo X3 de 0.04 radianos.
Especifique: dx2 = - 0.002 rx3 = 0.040
Selecione os nós que deseja aplicar os deslocamentos impostos utilizando a Seleção Padrão de Nós 21 .
Somente os nós que contenham restrições poderão ser selecionados.

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362 MANUAL STRAP

4.9 Carga Combinada


Utilize esta opção para:
· Definir um carregamento como a combinação de carregamentos já existentes.
· Adicionar um carregamento já existente no carregamento atual, adicionado-o a outras cargas.
Todos os carregamentos adicionados podem ser multiplicados por um fator.

Combinação Regular
Selecione os carregamentos e os fatores multiplicativos. Todas as cargas existentes nos carregamentos
selecionadas serão adicionadas a Carga Combinada.

Combinação nas barras selecionadas


Selecione os carregamentos, defina os fatores multiplicativos e selecione as barras desejadas. Somente as
cargas aplicadas nas barras selecionadas serão adicionadas a Carga Combinada, ou seja, não serão
adicionadas cargas nodais, de elementos, globais, etc. ou cargas em barras não selecionadas.

Escolha uma das opções acima.

O programa exibirá a janela abaixo, onde o usuário seleciona os carregamentos e define os fatores
multiplicativos:

· Mova o até a célula deseja na coluna "Fator" e clique o mouse.


· Digite o fator multiplicativo. Este fator pode ser um número maior que 1 (majorando o carregamento),
menor que 1 (minorando o carregamento) ou igual a 1 (simplesmente adicionando o carregamento a
combinação).
OK
· Configure o quadro inteiro e clique em para finalizar o comando.

No exemplo acima estamos criando um carregamento com 1.4 * Peso Próprio + 1.5 *Sobrecarga.

Notas:
· As combinações também podem ser definidas após o cálculo estático do modelo, no Módulo de
Resultados. É altamente recomendável que as combinações sejam feitas após o cálculo do
modelo (Módulo de Resultados), ao invés de fazê-las com esta opção de Carga Combinada, pois
além de poder editar as combinações sem ter que processar novamente o modelo, existem itens que
ficam mais fáceis de serem configurados nos Pós-Processadores, por exemplo: configuração da
deformação admissível (pois os pós-processadores adotam que as deformações que são geradas a partir

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 363

de carregamentos provenientes de cargas de serviço); configuração das cargas das vigas mistas no
Módulo de Metálica (perfil metálico, viga mista de curta ou longa duração); etc.
· Entretanto, existem alguns casos onde é necessário que as combinações sejam definidas ainda no
Módulo de Carregamentos com esta opção de Carga Combinada: Modelos que contenham barras
trabalhando somente a tração/compressão, molas trabalhando em um só sentido ou modelos em que
foram aplicados o efeito P-Delta são modelos que contém análises não lineares, onde as regras de
superposição dos efeitos não são válidas. Nestes casos as combinações DEVEM ser definidas ainda no
Módulo de Carregamentos com a opção de Carga Combinada (lembre-se de desativar os carregamentos
básicos que serviram para gerar os carregamentos combinados).
· Se o carregamento básico (usado para gerar a carga combinada) for editada, a Carga Combinada também
é alterada automaticamente pelo programa.
· Em contra ponto, as cargas que foram trazidas de outros carregamentos pela opção de Carga Combinada
não podem ser editadas diretamente; deve-se editar o carregamento original onde foram criadas.
· Não pode-se incluir no carregamento atual um outro carregamento que já tenha alguma Carga Combinada.

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


364 MANUAL STRAP

4.10 Cargas Globais


As Cargas Globais são cargas que o usuário pode locar em qualquer lugar no espaço e especificar se ela
deve ser aplicada nos nós, barras ou elementos finitos.

O programa as converte em cargas nodais, de barras ou de elementos equivalentes e as aplica nos


nós/barras/elementos que estiverem circundando a "carga global". Em alguns casos, as cargas globais que
estiverem alocadas fora dos limites do modelo podem ser ignoradas pelo programa. Recomenda-se
fortemente que o usuário leia o Método de Aplicação das Cargas Globais antes de usar este
poderoso recurso.
Esta opção é extremamente útil em modelos de pontes onde é necessário a aplicação de cargas de trem
tipos (até porque somente as cargas globais podem ser movimentadas pela opção "Carga Móvel"). Também
é muito útil para aplicar a carga de uma laje em uma grelha de barras, quando a laje não está modelada em
elementos finitos.
Note que as Cargas Globais podem ser aplicadas em qualquer plano, inclusive planos que não sejam
paralelos a nenhum plano global.

4.10.1 Definir
Defina a Carga Global:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 365

Carga
Determine o valor da Carga / Área ou da Carga Pontual que será aplicada; valores positivos definem cargas
aplicadas no sentido positivo do eixo.

Tipo
Ver :
Carga Pontual 367
Carga Linear 368
Carga por Área 368
Trem Tipo 370

Direção da Carga
As Cargas Globais podem ser aplicadas tanto na direção dos eixos global e perpendicular a superfície de um
plano qualquer.

· Para as cargas aplicadas na direção de um eixo Global, temos que valores positivos geram cargas
aplicadas no sentido positivo do eixo selecionado.
· Para as cargas aplicadas perpendiculares a um plano, a convenção de sinais é determinada pelo sentido
de rotação que o contorno é definido:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


366 MANUAL STRAP

O programa calcula as componentes segundo os eixos globais da carga total aplicada e mostra em um
janela semelhante a mostrada abaixo. Sempre verifique os VALORES que estão sendo mostrados
assim como os SINAIS (sentido) das componentes globais.:

Aplicar em
As Cargas Globais podem ser aplicadas nos Nós, nas Barras ou nos Elementos Finitos. Veja abaixo o
método de aplicação de cargas para os três casos:
Nós O programa converte a Carga Global em cargas nodais. Veja mais detalhes no tópico Método de
Aplicação .
Barras O programa converte a Carga Global em cargas de barras; parte da carga que esteja fora dos
limites do modelo poderão ser aplicadas como cargas nodais em alguns casos pelo programa.
Veja mais detalhes no tópico Método de Aplicação .
O programa converte a Carga Global em pressão nos elementos adjacentes; a carga que estiver
Elementos fora dos limites do modelo será ignorada pelo programa. Veja mais detalhes no tópico Método
de Aplicação .
Notas:
· Por padrão as Cargas Globais quando aplicadas em Barras ou Elementos são distribuídas em todas as
barras/elementos adjacentes. Para aplicar a Carga Global somente em algumas barras/elementos utilize
a opção Aplicar a carga somente nas barras/elem. selecionados . Esta opção é muito útil, por
exemplo, para aplicarmos nas vigas as cargas provenientes de lajes armadas em uma só direção.
· Lembre-se que as Cargas Globais (assim como qualquer outra carga) aplicadas a barras definidas como
fictícias que não estejam conectadas ao modelo (ou seja, conectadas somente a outras barras fictícias)
não serão aplicadas ao modelo.

Tolerância
As Cargas Globais são aplicadas somente nos nós/barras/elementos que pertençam ao plano da carga ou
estejam a uma distância menor ou igual ao valor da Tolerância.
Por padrão o programa configura a tolerância como 0.01 para permitir o mínimo de imprecisão na definição
do contorno.
Exemplo:
A Carga Global abaixo (contorno azul) pode ser aplicado ao dois planos, configurando-se corretamente a
Tolerância:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 367

Aplicar a carga somente nas barras e elementos selecionados


As Cargas Globais - pontuais, área ou trem tipo - podem ser aplicadas somente nas barras e elementos
selecionados.
· selecione as barras e elementos usando a opção Seleção Padrão 24 .
· para o método de aplicação da carga nas barra e elementos selecionados, veja Método de Aplicação.

Fator
Especifique um fator multiplicativo. A carga aplicada será a carga configurada do Trem tipo multiplicada por
este fator.

Ângulo
Ângulo de Rotação da Carga Global. Quando a Carga Global é definida, ela pode ser rotacionada em torno do
ponto (0,0). Os ângulos positivos são medidos no sentido anti-horário (regra da mão direita).

Aplicar momentos devido a distância


Esta opção só é válida quando estamos aplicando a Carga Global nos Nós:
O programa aplicará forças e momentos aos nós, como explicado em Método de Aplicação .
O programa aplicará somente forças nos nós.

Submodelos
Ver Cargas Nodais - Aplicar a submodelos 327 .

4.10.1.1 Carga Pontual

A Carga Global Pontual pode ser locada no modelo definindo um nó existente ou uma coordenada global;
selecione uma das duas opções no menu existente no canto superior direto da tela:

Por nós
Selecione o nó clicando com o mouse sobre ele, ou digite diretamente o número do nó na caixa abaixo.

Por coordenadas
Especifique a coordenada global no plano global perpendicular a direção da carga:

Para ver um exemplo de aplicação de Cargas Globais Pontuais, veja o tópico Cargas Globais por Área 368 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


368 MANUAL STRAP

4.10.1.2 Carga Linear

As cargas globais lineares são definidas através da seleção de 2 pontos no plano. A carga pode ser definida
como uma carga linear (carga por unidade de comprimento) ou como uma carga de área aplicada em uma
largura (carga por área):

As 2 extremidades da carga linear podem ser definidas por Nós ou por Coordenadas; selecione o método no
menu lateral:
Por nós
Passe o mouse por cima do nó desejado até que este fique realçado e clique o
mouse; ou digite o número do nó diretamente na caixa abaixo:

Por coordenadas
Especifique a coordenada global do vértice:

Cargas Lineares são convertidas pelo programa em uma série de cargas globais pontuais
, e estas
cargas pontuais são aplicadas no modelo como explicado em Método de aplicação.

Assim, uma carga linear "por área" e uma carga de área idêntica aplicada nas barras é aplicado de modo
diferente nas barras circunvizinhas:

Notas:
· os nós/coordenadas devem estar no mesmo plano, não necessariamente paralelos a um plano global.
· a carga pode ser aplicada em qualquer direção global ou perpendicular a uma superfície de um plano. Veja
em Cargas Globais - Direção 365 para saber a convenção de sinais quando a carga for aplicada
perpendicularmente a uma superfície de um plano.

4.10.1.3 Carga por Área

As cargas Globais por Área são aplicadas na área de polígono definido por um contorno contido num plano (
não necessariamente um plano global). Os vértices deste contorno podem ser definidos por nós existentes
ou por coordenadas (pode-se definir alguns vértices do contorno por nós e outros por coordenadas). Escolha
o método de locação do vértice do contorno na janela que aparece no canto superior direito da tela:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 369

Pode-se utilizar uma opção diferente para cada vértice da área.


Por nós
Passe o mouse por cima do nó desejado até que este fique realçado e clique o mouse; ou digite o
número do nó diretamente na caixa abaixo:

Por coordenadas
Especifique a coordenada global do vértice:

OK
Para finalizar, dê um duplo clique no último vértice ou clique em .

Notas:
· Os vértices do contorno (nó ou coordenada) tem de estar no mesmo plano, mas não é necessário que
seja um plano global.
· A carga global por área pode ser aplicada na direção de qualquer um dos eixos globais ou perpendicular ao
plano do contorno. Veja as convenções de sinais adotadas para as cargas aplicadas perpendiculares ao
contorno em Carga Global - Direção 365 .
· Para as Cargas globais aplicadas nas barras é necessário notar que existem imprecisões no algoritmo. O
programa calcula o total de carga aplicado pelo usuário e o total computado pelo programa. Se a
discrepância for maior que 3%, o programa emitirá uma janela de aviso. Sempre verifique a causa desta
diferença indicada pelo programa.
Esta situação pode surgir nos casos seguintes:
ú Duas barras que não se interseccionam em um nó. Se o "nível" não for definido em um modelo
espacial, isto é suficiente para que a projeção das duas barras se interseccionem (Figura A).
ú Duas barras com segmentos comuns em suas projeções (Figura B).

Em raros casos o algoritmo pode falhar quando as Cargas Globais são aplicadas em modelos extremamente
complicados.

Exemplo:
Aplicar uma das 2 Cargas Globais Pontuais e uma por Área como mostrado na figura abaixo:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


370 MANUAL STRAP

· Especifique:
Carga Pontual
Global X3
Carga = -10.7
· Mova o até a coordenada X=9.75 , Y=3.2 e clique o mouse (ou digite as coordenadas diretamente na
caixa da parte inferior na tela).
· Repita todo o procedimento acima, com as coordenadas X=9.75 , Y=4.9
· Agora especifique:
Carga por Área
Global X3
Carga = -0.88
· Mova o até a coordenada X=5.5 , Y=3.2 e clique o mouse (ou digite as coordenadas diretamente na
caixa da parte inferior na tela).
· Repita o procedimento da linha de cima para as coordenadas X=8.25/Y=3.2, X=8.25/Y=4.9, X=5.5/Y=4.9
· Clique no botão da direita do mouse e escolha a opção Finalizar ou click novamente no primeiro nó de
definição do contorno.

4.10.1.4 Trem Tipo

Os Trens Tipo podem ser armazenados em arquivo no formato ASCII chamadoPATTERN.DAT 372 (o qual
pode ser editado pelo usuário utilizando qualquer editor de textos como o bloco de notas, WordPad, etc).
Os trens tipos que estiverem armazenados neste arquivo podem ser aplicados diretamente ao modelo como
Cargas Globais.
O programa exibe uma janela com a lista de todos os Trens tipo existentes no arquivo PATTERN.DAT. Por
exemplo:

Selecione um dos trens tipo e coloque a origem do trem tipo (coordenada zero arbitrada) no modelo em um
nó existente ou em uma coordenada global do modelo:

Notas:
· Cada Trem tipo é definido no plano X-Y e as cargas são referenciadas por uma coordenada zero arbitrária.
Para locar o trem tipo no modelo, o usuário referencia esta coordenada zero arbitrária a um nó ou a uma
coordenada global do modelo.
Em modelos espaciais, quando o trem tipo é aplicado a um plano paralelo ao:
ú Plano Global X1-X2: X corresponde a X1, Y corresponde a X2

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 371

ú Plano Global X2-X3: X corresponde a X2, Y corresponde a X3


ú Plano Global X1-X3: X corresponde a X1, Y corresponde a X3
· Pode-se aplicar vários trens tipos em um mesmo carregamento.

Exemplo:
Aplicar um Trem tipo em uma grelha de elementos como na figura abaixo:

Especifique:
Direção da carga = X3
Ângulo = 90º
Fator = 1.4
Selecione as coordenadas : X1 =2.5 , X2=0.71

4.10.2 Delete
Delete uma, várias ou todas as Cargas Globais:

Selecione:
Individual
·
Mova o cursor para a carga para que ela fique selecionada e clique no botão esquerdo do mouse.
Janela
·
Para cargas de área o programa mostra um em cada vértice da área; selecione uma das opções da
parte inferior do menu:
Um vértice na - a carga será apagada se qualquer um dos vértices estiver na janela
janela
Todos os vértices - todos os vértices devem estar dentro da janela para apagar a carga

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


372 MANUAL STRAP

na janela
Todas as Cargas Globais
·
Todas as Cargas Globais do carregamento serão apagadas.

4.10.3 Exibir
Exibe as informações de qualquer carga global existente:
· mova o cursor adjacente à carga, e assim que ela esteja marcada clique com o mouse.

Exemplo:

4.10.4 PATTERN.DAT
Os Trens Tipo podem ser armazenados em arquivo no formato ASCII chamado PATTERN.DAT (o qual pode
ser editado pelo usuário utilizando qualquer editor de textos como o bloco de notas, WordPad, etc). Os
trens tipos que estiverem armazenados neste arquivo podem ser aplicados diretamente ao modelo como
Cargas Globais.
· Já existe um arquivo PATTERN.DAT padrão, onde estão armazenados diversos trens tipo (TB45, TB36,
etc). Este arquivo está no diretório onde está instalado o programa STRAP. O usuário pode editá-lo
inserindo, deletando ou alterando os trens tipos existentes. O usuário pode também substituir por
completo o arquivo PATTERN.DAT por outro.
· O usuário pode criar um arquivo PATTERN.DAT e colocar no diretório de trabalho do modelo (não é o
diretório onde está instalado o STRAP, mas sim onde está o modelo que esteja trabalhando). Este
arquivo é semelhante ao que está no diretório do STRAP, porém somente os modelos que estão neste
diretório poderão enxergá-lo (inserir os trens tipo existentes nele).

Em resumo: Primeiramente o programa procura pelo arquivo PATTERN.DAT no diretório de trabalho (do
modelo); caso encontre, o programa utiliza os trens tipo que estão armazenados nele. Caso não encontre
ele vai procurar no diretório onde está instalado o programa e aí utiliza os trens tipo que estão armazenados
neste PATTERN.DAT padrão.

Os comandos existentes no arquivo devem estar no formato padrão explicado no Manual do Modo Comando.

O programa exibe a lista de Trens Tipo existentes no arquivo PATTERN.DAT. O usuário escolhe o trem tipo
desejado e loca-o no modelo. A Carga Global de Trem Tipo segue o mesmo método de aplicação que as
demais. Para mais informações, veja o tópico Método de Aplicação) .

O formato do arquivo PATTERN.DAT é:

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 373

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


374 MANUAL STRAP

4.11 Carga nos Elementos Sólidos


Podem ser definidas as cargas de Peso Próprio e Temperatura nos elementos sólidos.

Para definir qualquer tipo de carga na superfície do sólido (pressão uniforme, carga concentrada, etc),
deve-se definir barras e/ou elementos fictícios conectados aos nós dos elementos sólidos e aplicar as cargas
nestas barras/elementos fictícios.

4.11.1 Definir
Selecione o tipo de carga:
Peso Próprio 374

Temperatura 375

Peso Próprio
Com esta opção pode-se aplicar a carga de Peso Próprio nos elementos sólidos; estas cargas serão
aplicadas como Cargas Nodais 330 .

· Direção:
O peso próprio pode ser aplicado em qualquer direção global .
· Fator:
O programa multiplica o volume do elemento sólido pela densidade do material atribuído a ele e pelo fator
multiplicativo definido nesta janela; este valor é dividido igualmente por todos os nós do elemento, mesmo
que o elemento não seja simétrico.
Exemplos:
· Aplicar o peso próprio na direção vertical (admitindo que o eixo X2 seja o eixo de altura do modelo):
Global X2

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


Cargas 375

Fator = 1.00
· Aplicar 10% do peso próprio como carga horizontal em X1:
Global X1
Fator = 0.1

Temperatura
Com esta opção, o usuário estará aplicando uma tensão uniforme nos elementos em todas as direções.
Esta tensão é igual a Ea(DT)/(1-2m)

Entre com a diferença de temperatura. Clique em OK e selecione os elementos.


O programa multiplica esta diferença de temperatura pelo coeficiente térmico do material da seção, logo, a
mudança de temperatura e o coeficiente térmico devem estar definidos na mesma unidade: em graus Celsius
(°C) ou graus Fahrenheit (°F).

Nota:
· Selecione os elementos usando a Seleção Padrão de Elementos 24 .

SAE - SISTEMAS DE ANÁLISE ESTRUTURAL


376 MANUAL STRAP

4.12 Cópia de Cargas


Esta opção permite ao usuário copiar as cargas existentes em uma parte do modelo para outras.
Semelhante a "Cópia" existente no Módulo de Geometria, pode-se copiar as cargas por translação, rotação
ou espelhá-las.
Para copiar cargas:

· Selecione: , , ou
· Configure a janela abaixo com o número de cópias, os tipos de