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ESCOLA PROFESSOR RAIMUNDO FERNANDES DE OLIVEIRA


Est. 1869 Imbé, 17 de Janeiro de 2018 Price 6d

CULTURA: PRODUTO HISTÓRICO SOCIAL


O homem se produz a Registros fotográficos Tem validade de
partir de um ambiente são partes de memória acordo com a
socialmente eternizadas, são a importância da
determinado (BERGER; forma de manter nossa mensagem que trazem
LUCKMANN, 2006, p. estada neste plano, sob o olhar de quem as
71) assim como nossas vê. O silêncio da
Fundamentais para a escritas, são o legado contracultura é o
constituição da para o mundo. Nem silêncio à subversão
identidade, os todo registro é da memória oficial. A
universos simbólicos comprovante de tentativa de se
criam o pertencimento memória, pois como já ausentar das marcas
ao ordenar a história, visto em Moran das narrativas é o
estabelecendo uma (2002) a memória que silêncio da
memória quanto ao é fonte de verdades contracultura, é a
passado e um quadro pode estar sujeita a forma utilizada para
de referência para erros e ilusões, pois expressar seu
projeções do futuro. acaba sendo seletiva. posicionamento diante
do mundo.
E.M.E.F. Professor Raimundo
Fernandes de Oliveira

“Um silêncio que não é passividade, mas resistência. Esta


resistência não se dá, no entanto, como uma oposição à
cultura, mas sim como uma incompatibilidade completa e
absoluta aos seus paradigmas.”
RAFAEL, R. D.; RIBEIRO, Luis A
Reescrita de O Fotógrafo – Manoel de Barros - –
Manoel de Barros, em “Ensaios fotográficos”. Rio
de Janeiro: Editora Record, 2000.

A escola
Difícil fotografar a escola.
Entretanto tentei. Eu conto:
Férias, o silêncio tomava conta, quase
nunca era assim.
Não se ouvia um barulho, nenhuma
criança gritava.
Eu estava entrando na biblioteca.
Eram quase três da tarde.
Biblioteca vazia, muitas vozes gritando, nenhuma sendo ouvida.
Preparei meu celular.
O objetivo era explorar
Parte da história recuperar.
Fotografei o professor.
Aquele que arriscou e investiu em
educação.
Quando não se tinha nada, nem mesmo
ilusão
Tinha um cheiro de saudade, histórias e
memórias.

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Fotografei os projetos, sonhos de
um novo cidadão
Vi uma logo que não era nova,
identificação .
Eu achava que conhecia.
A história da escola.
Fotografei o mosaico.
Mistura de vidas, personagens desencontrados de grande valia.
A rua, o vento, o ar.
Falta ainda muita coisa neste lugar.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO
Mas me vi. GRANDE DO SUL - UFRGS
CURSO DE PEDAGOGIA –
Ali estava eu a fazer parte LICENCIATURA
do coração de uma escola. Lucinéia Elizabeth Happeck
ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE: UMA
Que bate num ritmo diferente. ABORDAGEM SOCIOCULTURAL E
Do sorriso, do agito, das vozes de todos ANTROPOLÓGICA
Professoras: Cláudia e Silvana
o silêncio não combina com o lugar
Quando as crianças estiverem
Aí sim eu quero voltar.
GRATIDÃO!

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