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Errado Correto Justificativa

Para mim fazer. Para eu fazer. Antes de verbo, a expressão “mim” não deve ser
utilizada. No entanto, é adequada no final de frases,
como, por exemplo, em “traga este relatório para mim”.

Entre eu e você. Entre mim e você. Pronomes como “eu” e “tu”, não devem ser
empregados depois de preposição (entre). O correto é
falar “entre mim e você”, “entre mim e ti”.

Ano que vem, ele vai Ano que vem, ele vai assistir Assistir, no sentido de presenciar, sempre exige “a”. (Ir
assistir o espetáculo ao espetáculo de Natal. ao cinema, ir ao evento).
de Natal.

Há dez anos atrás. Há dez anos. “Há” a “atrás” indicam passado na fase. Escolha
apenas uma das expressões.

Entrar para dentro/Sair Entrar/Sair/Descer. Vícios de linguagem como esses são considerados
para fora/Descer lá pleonasmos. Apenas as primeiras expressões são
embaixo. suficientes.

Preferia ir do que ficar. Preferia ir a ficar. Prefere-se sempre alguma coisa a outra.

Seu atraso implicará Seu atraso implicará punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor.
em punição. “Promoção implica responsabilidade”.

O plural de cidadão é cidadãos. Outros erros comuns


Todos somos Todos somos cidadãos. são quanto ao plural de: caracter, junior e sênior.
cidadões. Lembre-se da forma correta: “caracteres”, “juniores” e
“seniores”.

Eram seis horas e o Eram seis horas e o O verbo “trazer”, assim como “chegar” não é
documento não havia documento não havia abundante, ou seja, não apresenta mais de uma forma
chego. chegado. de particípio.

O documento onde O documento em que/no qual “Onde” se refere apenas a lugar. “O local onde marquei
você encontra as você encontra as informações a reunião é este”.
informações é este. é este.

A medida em que a A medida que a notícia se Nesse caso, a expressão “em que” deve ser utilizada
notícia se espalhava... espalhava... quando se pretende dar a ideia de “tendo em vista
que”.
O número de brasileiros com acesso à internet já chega a 77,8 milhões, segundo pesquisa recente do Ibope.
Isto é quase metade da população brasileira.
O dado é positivo, mas é preciso cuidar para que a linguagem informal da web não invada o ambiente
profissional.
Confira alguns cuidados básicos:
1. Evite abreviações. Elas podem dificultar o entendimento. Evite expressões como ‘pq’ (porque), ‘vc’ (você), eh
(é) ou siglas nã especificadas. O que é óbvio ou usual para você, pode ser novidade para os outros.
2. Cuide com a estética. Grandes blocos de texto diminuem a atenção do leitor. Procure dividir as ideias em
pequenos parágrafos e, para dar mais leveza visual, separe-os. Considere ainda abordar apenas um assunto
por mensagem.
3. Verifique a ortografia. Crie o hábito de revisar o conteúdo antes de enviá-lo, mesmo que a mensagem seja
para colegas próximos.
4. Envie o arquivo “anexo”. A palavra “anexo” indica que algo está junto, ligado e, neste caso, concorda com
o substantivo que o acompanha. (Exemplos: O documento está anexo. As cópias estão anexas. Envio carta
anexa). Portanto, o mais correto é dizer “segue anexo” ao invés de escrever “segue em anexo”.
5. Não use caixa alta. Esse recurso indica exaltação ou impaciência. Para dar destaque a alguma palavra,
deixe-a em negrito ou sublinhada.
6. Mantenha a discrição. Não use o e-mail profissional para enviar emails que não sejam corporativos.
7. Seja cordial. Independente da situação, despeça-se com “obrigado” ou “atenciosamente”.

Expressão Porque está errada? Como é correto?


Fazem dez dias Quando a palavra “fazer” exprime tempo, é Faz dez dias.
impessoal e, portanto, não varia.
Faz dois meses.

Fazia cinco décadas.

Existe muitas Existir, bastar, faltar, soltar e restar são verbos Ainda existem muitas ações cíveis.
expectativas regulares. Para estarem corretos, precisam
concordar com as expressões que seguem a Bastariam dois colaboradores.
frase.
Sobrou recurso, mas faltou ideia.

Haviam muitas pessoas A expressão “havia” é invariável e nunca deve Havia indícios suficientes de que ela
ser empregada no plural. agiu de forma inadequada com o
cliente.

Havia muitos colaboradores em


Cancun.

Deve haver casos iguais a este.

Cheguei meio dia e Como a palavra “hora” está implícita, o correto é Cheguei meio dia e meia para
meio que se diga “cheguei meio dia e meia” (hora). almoçar com meu cliente.
Além disso, horas
Agora são meio dia e as demais palavras que definem tempo Agora é meio dia.
variam. Já a palavra “zero” é sempre singular.
Já é 10 horas Já são 10 horas. Já é uma hora.

Os termômetros Zero grau. Zero hora.


marcaram zero
graus

A dedicação dos Palavras próximas ao verbo não podem A dedicação dos RMs serve de
gerentes servem de influenciar a concordância. exemplo.
exemplo

Medidas econômicas- Em adjetivos compostos, só o último elemento Medidas econômico-financeiras.


financeiras varia. Acordos político-partidários.

Vende-se prédios O verbo (vende-se), nesse caso, deve Vendem-se terrenos.


concordar com o sujeito (prédios).
Alugam-se casas.
No entanto, se houver preposição antes do
verbo, ele Fazem-se consertos.
fica invariável.
Precisa-se de balconistas.
Recorre-se a todos.
Abertura e tranquilidade: Entusiasmo: Defesa e Alerta, avaliação e
nervosismo: suspeita:
Aproximar-se da pessoa Pequenos sorrisos;
que fala; Corpo rígido, com Colocar as mãos sobre as
Manter o corpo firme braços ou pernas coxas;
Descruzar pernas e braços; e ereto; cruzados, lábios
retraídos ou punhos Manter corpo relaxado, mas
Inclinar-se para frente; Mãos abertas, fechados; o rosto em alerta;

Manter as mãos abertas; Braços estendidos; Contato visual Ficar em pé com as mãos na
reduzido; cintura e os pés levemente
Ter serenidade na Olhar fixo e alerta; separados;
expressão e olhar fixo nos Cobrir a boca, puxar o
olhos de quem fala. Voz modulada, com lóbulo da orelha, Cabeça levemente inclinada
variação de tom e contorcer mãos ou para o lado;
energia. lábios;
Manter as mãos em frente
Manter-se para trás na ao queixo ou bochechas.
cadeira e brincar com
objetos.

Contrariedade ou Frustração, Rejeição, dúvida: Confiança, autoridade ou


insatisfação: indiferença: arrogância:
Coçar nariz e olhos;
Corpo rígido, punhos Mãos apertadas; Jogar-se para trás na
cerrados, lábios fechados Franzir o cenho; cadeira com as mãos atrás
com força, contato visual Respiração curta, da cabeça;
continuado e pupilas mas controlada; Limpar a garganta
dilatadas; repetidas vezes. Manter o peito estufado e a
Apoiar a cabeça cabeça com o queixo
Cenho franzido, respiração com as mãos ou levantado;
rápida; bater os pés no Manter o contato visual
chão; firme, sem piscar e ter,
Erguer constantemente as permanentemente, um leve
sobrancelhas e esfregar as Relaxar demais a sorriso no rosto.
mãos. postura e aparentar
olhos sonolentos.

Suspirar
repetidamente.

Envolva-se!
Esta notícia foi sugerida pela colaboradora Rachiel Coser, da agência Jaguariuna (SP). Faça como ela e
envie a sua! Na próxima quarta-feira, você confere mais Dicas de Comunicação. Acompanhe!
Segredos do bom humor
A estratégia é uma excelente opção para cativar o público, mas exige moderação e cautela para não causar
antipatia. Reinaldo Polito, especialista em oratória e professor da Universidade de São Paulo (USP) lembra que,
em média, uma pessoa perde o foco de atenção a cada seis minutos.

“Nosso pensamento é quatro vezes mais rápido do que as palavras e, por isso, na medida certa, o humor pode
facilitar a relação com os ouvintes e torná-los mais receptivos aos seus argumentos, principalmente quando eles
começam a ficar dispersos”, diz. Alguns cuidados, entretanto, precisam ser tomados:

1. Não escolha o início da apresentação para piadas. Se a reação da plateia não for boa, sua autoconfiança
pode ficar comprometida.

2. Cuidado para não exagerar na graça e ofender com comentários.

3. Se você é pouco espirituoso, não se sinta na obrigação de fazer uso do humor.

Power Point: erros e acertos


Essa ferramenta pode fazer com que sua apresentação seja um sucesso. Para facilitar o entendimento do
conteúdo apresentado, siga algumas orientações:

4. Use frases curtas nos slides, evite inserir grandes blocos de textos e não escreva todas as informações que
for expor.

5. Se um dado não for essencial, deixe-o de lado.

6. Evite utilizar imagens, cores, fontes ou recursos visuais e auditivos em excesso. Negritos, itálicos e
sublinhados também devem ser evitados. Eles cansam o público e não costumam funcionar bem a distância.

7. Uma apresentação enxuta oferece a oportunidade de maior interação com a audiência. Cuide com o número
de slides!

8. Revise a ortografia e, se necessário, peça ajuda.

9. Domine as informações. Evite consultar materiais de apoio o tempo todo.

10. Sobretudo, nunca leia os slides.

Agora, mão na massa e boa apresentação! E fique ligado, pois na próxima quarta-feira, traremos novas Dicas
de Comunicação para você!

Exemplos de uso

1 - Quando nomes no plural regidos pela preposição “a” forem determinados/especificados.


Ex: A presença dos colaboradores às palestras era fundamental.

2 - Antes de palavras que subentendam o gênero feminino, especialmente “moda” e “maneira”.


Ex gênero: Voltou à casa dos pais. Fez uma visita à sede do HSBC em Londres.
Ex moda e maneira: Bife à parmegiana, estilo à Machado de Assis. O tempo corria à medida em que ele falava.

3 - Diante de distâncias determinadas.


Ex: O navio estava à distância de 500 metros do cais.

4 - Entre horários.
Ex: Poderei acompanhar a transmissão do programa das 8h às 10h.

5 - Diante de “aquele”, “aqueles”, “aquilo”, “aquela’ e “aquelas”.


Ex: Referiu-se àquilo. Foi àquele encontro.
Não utilize!

1 - Antes de pronomes relativos “que”, “quem” e “cujo(a)”.


Ex: A quem você se referia?

2 - Junto a nomes no plural, principalmente masculinos.


Ex: Os colaboradores concorreram a prêmios.

3 - Antes de palavras masculinas.


Ex: Pagamento a prazo. Vestir-se a caráter. Andar a pé.

4 - Antes de distâncias indeterminadas.


Ex: Observei o fato a distância.

5 - Entre palavras repetidas.


Ex: Dia a dia, passo a passo, frente a frente.

6 - Antes de nome de cidade. No entanto, neste caso, a crase deve ser usada quando se atribui uma qualidade.
Ex: Chegou a Brasília. Rumo a Barcelona.
Ex qualidade: Iremos à Roma dos Césares.

7 - Antes de verbo.
Ex: Passou a ver. Começou a fazer. Pôs-se a falar.

8 - Antes de palavras como esta e essa.


Ex: Cheguei a esta conclusão. Dediquei o livro a essa moça.

9 - Antes de pronome de tratamento.


Ex: Escreverei a Vossa Excelência. Recomendamos a Vossa Senhoria.

Gerúndio: uso certo e errado


O gerúndio é uma polêmica constante na Língua Portuguesa. Esta figura de linguagem indica uma ação em
andamento e para identificá-la bastam as terminações "ando", "endo" e "indo", utilizadas em palavras como:
trabalhando, atendendo, transferindo.

Quando usado incorretamente, o gerúndio se torna um vício de linguagem. Prova disso é a intolerância com
frases como “vou estar passando o recado” ou “estarei atendendo a solicitação”.

Quando o gerúndio está correto?


A estrutura “estar + gerúndio” é correta quando comunica a ideia de uma ação que ocorre ao mesmo tempo
em que outra, por exemplo:
• Vou estar trabalhando na hora da reunião;
• Quando você chegar à agência, estarei almoçando;
• Enquanto eu estava em reunião, ela estava telefonando para o cliente.

Quando verbos indicam ação ou progresso duradouro e contínuo, o gerúndio também se aplica:
• Amanhã vai estar chovendo;
• Hoje vou estar trabalhando o dia todo.

Armadilhas do gerúndio
O uso indiscriminado do gerúndio é chamado de endorreia e acontece quando queremos comunicar uma ação
específica, pontual, em que a duração não é a preocupação dominante como, por exemplo:

• Vou estar estudando a proposta de crédito;


• Vou estar tranferindo a ligação;
• Vou estar procurando em meus arquivos;
• Não pude estar comparecendo ao kick off;
• Vou estar fazendo a ligação em breve.

De acordo com o linguista Sírio Possenti, da Universidade de Campinas (Unicamp), ao adotar o gerúndio numa
construção inadequada, “a pessoa finge indicar uma ação futura com precisão, quando na verdade não o faz”,
explica.

Lembre-se dessas orientações e fique ligado: na próxima quarta-feira traremos novas Dicas de Comunicação.

Com informações das revistas Língua Portuguesa, Escola e do jornal Folha de S. Paulo.
Clichês e vícios de linguagem: armadilhas da comunicação
Você já deve ter ouvido, lido ou até usado expressões como “fechar com chave de ouro” ou “meter os pés pelas
mãos”. Esses clichês estão sedimentados em nossa mente, mas não contribuem para a qualidade da
comunicação.

Segundo o escritor Humberto Werneck, clichês são atalhos para chegar logo ao ponto principal. “Em vez de
pensarmos em uma maneira nova de dizer alguma coisa, falamos do modo como todo mundo está acostumado
a ouvir”, comenta ele no livro O Pai dos Burros, que reúne frases feitas que um dia já foram novidades.

Confira algumas das expressões mais usadas, reflita, e encontre formas alternativas de expressar as
mesmas ideias:

Vícios de linguagem
Tão prejudiciais para a comunicação quanto os clichês podem ser os chamados vícios de linguagem. São
palavras ou orações que pecam pelo descuido com a forma ou a gramática. Elas podem ser:

• Pleonasmos - Quando há repetição desnecessária de uma informação. (Ex: Entrar para dentro, sair para fora,
subir para cima, surpresa inesperada, outra alternativa, destaque a mais)

• Barbarismos - É o desvio da norma culta. Veja exemplos:

Aumentando a atenção, sua comunicação se tornará mais eficiente, criativa e particular. Diferencie-se e fique
ligado: na próxima semana traremos novas Dicas de Comunicação!
Dicas de Comunicação: Aprenda a escrever um e-mail formal e eficaz
Para escrever um e-mail profissional não basta apenas reunir todas as informações que você precisa transmitir.
O português deve ser impecável, abreviações não são bem-vindas, pontos de exclamação raramente são
usados e é preciso ter muito cuidado com a linguagem.

Mas como ser simpático e formal ao mesmo tempo? Algumas dicas podem ajudar:

1. Evite escrever palavras inteiras em caixa alta (maiúscula). Em ambientes online, caixa alta remete à gritos
e isso pode ser interpretado como grosseria.

2. Um ponto de interrogação é suficiente. Ao fazer uma pergunta por e-mail, lembre-se que um ponto de
interrogação é suficiente para expressar sua dúvida. Exagerar nesse tipo de pontuação passa a ideia de
ansiedade e irritabilidade.

3. Prefira encerrar seus e-mails com “atenciosamente” e “cordialmente” do que com “beijos” ou “abraços”.

4. Exagerar na formalidade também pode ser um erro. Evite utilizar pronomes de tratamento como “Vossa
Excelência” - a não ser que o cargo do seu destinatário exija.

5. Exigir que a pessoa responda seu e-mail num determinado tempo não é recomendado. Quando for cobrar
posicionamentos, cuide com a linguagem. Explique os motivos da urgência.

6. Frases curtas, clareza e objetividade. Essas características são essenciais no ambiente profissional e
podem tornar sua comunicação mais eficaz. Além disso, você diminui chances de cometer deslizes.

7. Bom senso é fundamental. Coloque-se no lugar da pessoa que receberá seu e-mail e analise tudo o que
você escreveu sob a ótica profissional. Verifique se você utilizou uma linguagem adequada, assegure-se da
clareza das ideias e revise o português.

Gostou do assunto e quer mais dicas de comunicação? Relembre as duas primeiras notícias desta série. Na
primeira, mostramos como você pode tornar sua aproximação com pessoas mais qualificada, e na segunda
falamos sobre concordância verbal e nominal.

Eu concordo. E tu, concordas?


A Língua Portuguesa é rica e gramaticalmente complexa. Usar o idioma adequadamente e de maneira
profissional chega a ser um desafio. E quando se trata da concordância entre as palavras, a dúvida impera.
Algumas vezes é preciso pensar duas vezes antes de falar ou escrever.

O que é concordância?
A concordância garante a harmonia entre o verbo e o sujeito da frase e ela pode ser verbal ou nominal.

Na concordância nominal, adjetivos, pronomes, artigos e numerais concordam em gênero e número -


masculino, feminino, singular ou plural - com o substantivo. Exemplos:

• Coordenadora e gerente conversam na sala de reuniões;


• Foram apresentadas todas as estratégias;
• Aquisição e retenção são grandes desafios.

Na concordância verbal, o verbo concorda com o sujeito em número e


pessoa. O que isso significa? Simples, se o sujeito está no singular, o verbo também deve estar, como nos
exemplos abaixo:
• Aumentou aos poucos a confiança dos clientes;
• Colaboradores que tinham reunião à tarde saíram de casa na hora do almoço;
• Preocupam-me, nestes dias de inquietação política, os desdobramentos da crise.
Sabendo disso, não tem erro. É só se concentrar quando for escrever - ou falar - que os erros não mais
aparecerão.

Semana passada, iniciamos a série de notícias com Dicas de Comunicação. Acesse e relembre: quem tem
conteúdo se destaca!
Dicas de Comunicação: quem tem conteúdo se destaca!

30/11/11 - Equipe de Notícias HSBC


A partir de hoje, você acompanha a última série de notícias do ano aqui na intranet. Depois das dicas para gerir
suas finanças pessoais, o momento é de aprender métodos e técnicas para uma comunicação mais eficiente.

Aproveite a oportunidade e comece o ano novo aplicando essas sugestões, melhorando as relações com sua
rede de contatos e aprimorando seu marketing pessoal.

Hoje, você fica sabendo como tornar sua aproximação com as outras pessoas mais interessante e qualificada.
Acompanhe:

1. Sua participação em uma conversa deve ser equilibrada. Procure não ser detalhista demais, evasivo em
excesso ou falar mais do que o necessário. Tente fazer com que sua contribuição agregue informações
relevantes.

2. Cuide com a forma. Por mais interessante que uma informação seja, ela precisa ser comunicada de modo
eficiente. Ordene as ideias antes de falar, seja claro e saiba aonde você pretende chegar com a argumentação.

3. Tenha o que dizer. Um repertório de informações significativo pode ser obtido por meio da leitura de livros,
do cinema, do teatro, de sites e de revistas especializadas, por exemplo.

4. Saiba ouvir. Em geral, as pessoas gostam de falar e se esquecem de ouvir. Ficam tão centradas no que têm
a dizer que não percebem o que está sendo dito pelo outro. Segundo o consultor de empresas Reinaldo Polito,
“a observação é a melhor forma de manter um bom diálogo”.

5. Não conte vantagem. A arrogância pode ter efeito destruidor em conversas. Cuide com respostas que
ofendam ou indiquem preconceito e superioridade. Diante de um tema polêmico, procure se informar e defender
argumentos concretos. Lembre-se de que cada um tem um ponto de vista. Portanto, respeite a opinião dos
demais.

6. Não atropele a conversa. Um diálogo rende bons frutos se nos detivermos em um tema por mais tempo, em
vez de mudarmos de assunto a cada minuto.

7. Se estiver em uma roda de conversa e o ambiente for invadido por um silêncio incômodo, tome a iniciativa,
mas não se apresse em contar histórias pessoais. Comece o diálogo com perguntas pertinentes sobre os
outros.

8. Adapte o vocabulário. Com colegas de trabalho, use uma linguagem mais corporativa, com amigos, mais
informal, entre acadêmicos, mais conceitual. Evite pleonasmos (encarar de frente, conviver junto), gerundismo e
erros de concordância.

9. Discorde sem constranger. Elogie um ponto menor da argumentação do outro antes de entrar com uma
discordância.

10. Não repita argumentos sem ter a certeza de que eles são verídicos. “Achismos” podem prejudicar a
credibilidade.