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Repertório Homeopático Essencial

Aldo Farias Dias


Edição 2003

Sumário

Prefácio da edição 2003..............................................................................................................2


o Autor........................................................................................................................................4
Prefácio da edição do Milênio....................................................................................................5
Introdução..................................................................................................................................7
Os repertórios de sintomas homeopáticos...............................................................................7
A hipótese de Bönninghausen............................................................................................13
Estrutura do repertório de James Tyler Kent.....................................................................15
Semiologia homeopática...........................................................................................................16
O conceito de Totalidade Característica................................................................................17
Sintomas do Humor..................................................................................................................24
Repertório Homeopático Essencial...........................................................................................26
Estrutura...............................................................................................................................26
Fontes da compilação........................................................................................................26
Capítulos e Rubricas..........................................................................................................26
Bibliografia...............................................................................................................................31
Lista de medicamentos..............................................................................................................33
PREFÁCIO DA EDIÇÃO 2003

Este é um Repertório Homeopático Essencial.


Essencial [Do lat. essentiale.]: Indispensável; necessário, importante. S. m. O ponto mais
importante; o fundamental. Dicionário Aurélio.
O Repertório Homeopático Essencial foi desenvolvido até a presente edição com esta idéia
diretriz – permanecer necessário, atualizado e abrangente das três correntes repertoriais.
No Repertório Essencial estão registrados:
 Os fenômenos Mentais, Sensoriais, Funcionais e Lesionais – representados por sua rubrica
generalizante e as demais sub-rubricas individualizantes. Mantém-se assim um equilíbrio
entre a Generalidade e a Especificidade. O grau de especificidade indicando um dos
aspectos da valorização do característico é reconhecido pelo número de medicamentos em
uma determinada rubrica. A especifidade também é dada pela particularização da rubrica.
 As Dores e Sensações estão agrupadas e listadas alfabeticamente em uma única seção que
se inicia com a rubrica generalizante representativa da dor ou sensação e as demais sub-
rubricas com suas localizações e modalidades.
 As modadalides de agravação e melhoria estão representadas em seus três graus de
generalização: referidas ao Sintoma, referidas às Partes e Generalizadas.
 As causalidades estão registradas na rubrica a que pertencem e não agrupadas em
separado como nos repertórios sintéticos.
 Os concomitantes estão representados nas rubricas pertinentes.
 O grau de indicação dos medicamentos está representado por sua pontuação na rubrica.
Na versão digital os medicamentos estão pontuados de 1 a 5. Na edição impressa os
medicamentos com todas as letras em maiúsculo – ex. SULPH tem um valor 4. A primeira
letra maiúscula – ex. Sulph tem valor 3. Todas as letras em minúsculo – ex. sulph tem
valor 2 ou 1. Para distinguir entre 1 ou 2 pontos veja a versão digital, que acompanha o
livro. A pontuação é importante, pois permite aplicar o teste triangular de Hering e é um
dos fatores de valorização dos resultados das repertorizações.
Se você apreender a doutrina que está por detrás da corrente repertorial de Bönninghausen vai
perceber que o número de rubricas do repertório é bem maior do que o que está registrado
quando se utiliza a combinação das partes desmembradas dos sintomas.
O CD que acompanha o livro contém o arquivo Indice curso.pdf com
os links para os arquivos das lições do curso de repertório do diretório Licoes.
A versão digital contém a edição bilíngüe e o programa de repertorização do GEHSH –
HomeoPro, em sua versão restrita, para Windows – compatível com windows 98, millenium e
Windows XP. Para instalar a Versão restrita do HomeoPro execute o programa Instala do
diretório HomeoPro.
Se você é usuário do HomeoPro versão completa, não instale a versão do CD.
O módulo de Clientes, o módulo da Matéria Médica e o campo de concordância do repertório
encontra-se habilitado na versão completa do HomeoPro.
A visualização das rubricas na versão digital pode ser na ordem dos fenômenos como na
edição impressa ou na ordem dos capítulos como nos repertórios sintéticos. As fontes dos
agregados estão disponíveis apenas na versão digital.
Com esta versão restrita você pode realizar as suas repertorizações e imprimir o resultado em
formato de imagem, pressionando a tecla PrintScreen.
o GEHSH foi considerado, certa vez, como o Faroleiro da
Homeopatia. O Faroleiro Não é o Farol, Não é o Navio. Apenas
cuida para que o Farol permaneça cumprindo o seu papel de
orientar seguramente a chegada ao porto.
Esta é a nossa função – aplicar, compartilhar e divulgar o espírito da
Doutrina Homeopática Hahnemanniana.
O Repertório Essencial pode ser um instrumento valioso para o
exercício da clínica homeopática quando utilizado dentro da filosofia
de sua concepção.
Motivação
Em toda a tarefa humana – a motivação é um dos aspectos cruciais para o seu sucesso. “Se o
Senhor não edificar a casa, em vão trabalham seus construtores”. Salmo 127.
Àquele que acredita que possam existir verdades que ele não
conhece e que deseja conhecer, será mostrado um caminho que o
conduza à luz de que necessita.
Quando aquele, que tem sincera benevolência e deseja trabalhar
em benefício de todos, seja considerado pela Providência um
instrumento apto para o cumprimento da Divina Vontade, se lhe
permitirá cumprir sua missão e será conduzido à verdade
eternamente.
É o espírito da Verdade que trata de nos unir a todos, mas o Pai
das Mentiras nos mantém separados e divididos.
Constantine Hering.
Rio de janeiro 10 de abril de 2003.
Aldo Farias Dias
O AUTOR

Aldo Farias Dias nasceu ao meio-dia de 09 de maio de 1949 na


cidade de Piancó, no interior Paraibano. É filho de Teresinha Dias
Farias e Vicente Farias da Silva. Tem duas irmãs – Alda e Adna e
um irmão Alcides que deixou o corpo físico ainda na tenra
infância. Cinco filhos – Henrique, Adriana, Luciana, Ananda e
Samara e um neto – Mateus..., por enquanto!
Praticante de Yoga e Meditação desde a adolescência. Recebeu
inciação em Kriya Yoga por um discípulo direto de Paramahamsa
Yoganda na sede central da SRF em Los Angeles, CA em 1982.
Cursou os cinco primeiros anos na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de
Pernambuco e o internato do sexto ano na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro e no
Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1973.
Concluiu o Curso de Especialização, Residência Médica e Curso de Mestrado em Psiquiatria
no mesmo Instituto nos anos de 1974 a 1976.
Exerceu a clínica psiquiátrica e psicoterapia de orientação existencialista de 1974 a 1983.
Trabalhou na Casa das Palmeiras – para psicóticos crônicos, sob a orientação da Dra. Nise da
Silveira. Frequentava o grupo de estudos Jungianos às quartas-feiras na casa da Dra. Nise.
As primeiras leituras Homeopáticas foram os livros do Dr. Alberto Seabra e Dr. Nilo Cairo,
ainda na adolescência. Sua mãe guiava-se por eles para prescrever para os familiares.
Fez os cursos de Especialização em Homeopatia da Federação Brasileira de Homeopatia, do
Instituto Hahnemanniano do Brasil e do Grupo de Estudos James Tyler Kent.
Em 1982 fundou o Grupo de Estudos Homeopáticos Samuel Hahnemann – GEHSH e foi
coordenador dos Cursos de formação de especialistas em Homeopatia do IHB e do Instituto
de Pos-graduação Carlos Chagas. Lecionou nos cursos da Federação do Dr. Amaro Azevedo.
Editor da Revista do IHB nos períodos de 1985 a 1988. Editor da revista do GEHSH.
Atualmente desenvolve atividades didáticas e de apoio a várias instituições homeopáticas e faz
parte do corpo docente da Fundação de Estudos Médicos Homeopáticos do Paraná. O
GEHSH tem parceria nos cursos de reciclagem e preparatório para a prova de Título de
Especialista em Homeopatia da AMHB com a Associação Médica Homeopática do Estado do
Rio de Janeiro e com a Associação Médica Homeopática de Minas Gerais. Realiza
mensalmente workshops com seminários de Doutrina, Matéria Médica e Clínica homeopática
no Rio de janeiro e em Juiz de Fora – MG.
Publicações pela Editora Cultura Médica – Rio de janeiro

 Manual de Técnica Homeopática. 1996.


 Fundamentos da Homeopatia. 2000.
 Repertório Homeopático Essencial. Edição do Milênio. 2001.
 Homeopatia nos Estados Agudos. 2003.
PREFÁCIO DA EDIÇÃO DO MILÊNIO

Deve-se ter sempre em mente que o uso adequado do Repertório consiste apenas
em sugerir quais os medicamentos a serem considerados para confirmação pelo
estudo da Matéria Médica.
Iniciamos a prática profissional da homeopatia em 1980, utilizando os repertórios de
Boericke, Kent, Boger, Barthel e em 1986, a versão digital do Synthesis no programa Radar.
O Grupo de Estudos Homeopáticos Samuel Hahnemann - GEHSH foi constituído como
entidade jurídica em março de 1982 e filiado ao Instituto Hahnemanniano do Brasil, em maio
de 1988. Havia um sentimento de frustração por não ser possível, naquela época, fazer
alterações no repertório digital.
Em 1990 desenvolvemos um algoritmo de repertorização e começamos a digitar, rubrica por
rubrica, medicamento por medicamento, os principais sintomas do repertório de Kent. Era
tudo “letra a letra”, “número a número”, “Enter a Enter”. O Repertório Essencial, em sua
primeira versão, em 1991, continha um pouco mais de 3.000 rubricas originadas dos capítulos
Mind e Generalities do repertório de Kent. Era o suficiente para a repertorização dos casos
crônicos.
Ampliamos a compilação a partir do repertório de Barthel, mantendo a mesma codificação das
fontes e tendo o cuidado de conferir diretamente nos originais disponíveis em nossa biblioteca,
pois existem erros de compilação, em Barthel, que são reproduzidos nos repertórios sintéticos.
O número de rubricas e agregados do Repertório Essencial dobrou em sua segunda versão. A
programação era simples, desenvolvida para o DOS, em Vulcan, um banco de dados
semelhante ao Dbase. O conteúdo era a prioridade.
A compilação foi acrescida de rubricas e agregado provenientes dos repertórios sintéticos:
Synthesis; Murphy´s repertory; Zandvoort´s the Complete. Os agregados destas fontes
receberam a codificação do repertório e não o das fontes indicadas por eles. (Sy) para o
synthesis. (Rm) para Murphy. (Rz) para Zandvoort.
A partir de 1995 incluimos as rubricas gerais, modalidades das partes, concomitantes e de
localização do repertório de Boger e introduzimos as rubricas generalizantes. O programa foi
re-escrito para a linguagem FoxPro for Windows e foi acrescentado um campo de
concordância para as rubricas.
Centenas de agregados e rubricas originais foram introduzidas a partir dos textos das
Matérias Médicas Puras, semi-puras e clínicas, da Matéria Médica Temática de J. A. Mirilli,
da Concordância de Elias Carlos Zoby.
Em agosto de 1997 foi publicada uma edição em offset pela Fundação de Estudos Médicos
Homeopáticos do Paraná. FEMHPR., com 18.000 rubricas essenciais. Em agosto de 1998
publicou-se uma segunda edição com 20.080 rubricas. A presente edição do millenium,
comemorativa dos 10 anos do Repertório Homeopático Essencial contém 22.700 rubricas.
Agradecemos o apoio da Editora Cultura Médica que editou o Manual de Técnica
Homeopática RJ, 1996, 1998 e os Fundamentos da Homeopatia. RJ, 2000. Aldo Farias Dias.
As rubricas estão dispostas em ordem alfabética, em dois capítulos, Mente e Físico:
 Os sintomas MENTAIS, no capítulo Mente, o mais completo e detalhado dos repertórios
sintéticos atuais.
 Os sintomas FÍSICOS GERAIS foram incluídos em sua totalidade. Os sintomas PARTICULARES
estão representados em suas rubricas principais. As MODALIDADES estão referidas a três
níveis de generalização: ao sintoma, às partes e em geral. As SENSAÇÕES estão
representadas como rubricas generalizantes e suas localizações. Os sintomas de
LOCALIZAÇÃO e os sintomas CONCOMITANTES foram compilados do repertório de Boger.
As DORES estão representadas em seus tipos generalizados. As minúcias particularizantes
das dores e suas extensões não estão representadas. Raramente as encontramos na clínica.
O Repertório Homeopático Essencial tem demonstrado sua aplicabilidade e confiabilidade ao
longo destes anos de uso criterioso. Amplia a possibilidade de encontrar o Simillimum,
utilizando estratégias bem definidas de repertorização, considerando a pontuação dos
medicamentos nas rubricas gerneralizantes e decidindo sempre após confrontação das
indicações repertoriais com a Matéria Médica. Desta forma, os erros e omissões, presentes em
todos os repertórios se tornam sem efeito.
Esta é a nossa retribuição às alegrias e realizações que a Homeopatia nos proporcionou nestes
vinte anos de prática contínua e atividades didáticas.
INTRODUÇÃO

OS REPERTÓRIOS DE SINTOMAS HOMEOPÁTICOS


“All that is not given is lost”. Roger Zandvoort.
“The more that is given, the more you get lost.” Kees Dam.

O Repertório é uma REFERÊNCIA CRUZADA entre os sintomas da Matéria


Médica Homeopática e os medicamentos. Considere-o como um auxiliar para encontrar o
medicamento, seu PERSONAL REMEDY FINDER. Karen B. Allen.
Significado das Rubricas
Você pode usar um dicionário ou os guias de estudo do repertório. Mas a melhor maneira é
identificar os sintomas da Matéria Médica que deram origem à rubrica.
 A MODERN GUIDE TO THE MENTAL RUBRICS OF KENT´S REPERTORY . David Sault,
1990.
 A GUIDE TO KENT´S REPERTORY. Ahmed Currim. HIH, 1996.
 SINTOMAS MENTALES EN HOMEOPATIA. Luis Detinis. 1997.
 REPERTÓRIO PASSO A PASSO. Diretrizes para o uso eficaz. CD comemorativo 20 anos
GEHSH.

Rubricas
 A primeira tarefa para a compreensão de um repertório é reconhecer como estão
dispostas as rubricas e sub-rubricas, pois elas não estão na estrita ordem alfabética.
 No repertório de Kent e nos Sintéticos há a organização em seis níveis de
detalhamento. No repertório do GEHSH a notação parte do fenômeno para a
localização e modalização, na ordem alfabética. Dores são seguidas do tipo de dor, sua
localização e modificações.
 A maioria das rubricas do Livro de Bolso de Bönninghausen consiste apenas de uma
palavra. Ele era realmente um Mestre da Generalização e Síntese.
 A rubrica geral expressa a idéia de vários sintomas análogos. Os detalhes e
modalidades dos sintomas estão anotados nas sub-rubricas, abaixo da rubrica geral.
 Não confundir a Rubrica Geral, isto é a rubrica principal, sem as modalizações, com as
Rubricas do capítulo Generalidades. Estas expressam os Sintomas Gerais, isto é, os
que dizem respeito ao indivíduo como um todo.
Generalização das modalidades
Adotada na primeira edição do repertório de Bönninghausen e no repertório de Boger. O
segundo modelo do repertório de Bönninghausen, o Livro de bolso terapêutico generaliza as
modalidades, desmembrando-as dos sintomas e das partes. As rubricas correspondentes aos
três níveis de generalização estão representadas no repertório do GEHSH.
As modalidades podem estar associadas:
 aos sintomas, individualmente: dor no estômago que melhor. Existem tantas rubricas
quantos sintomas são modificados pela circunstância.
 à localização ou região. Existem tantas rubricas quantos capítulos particulares.
 ao geral: Existe apenas uma rubrica.
Exemplo: “Dor no estômago que melhora pela pressão”, corresponde a três rubricas:
1. DOR_estômago_pressão am.
2. LOCAL_estômago_pressão am.
3. PRESSÃO_am.
Correntes repertoriais

Jahr Bönninghausen Boger Kent


Conceito de repertório
O repertório é um Índice de sintomas, ou de partes deles, agrupados sistematicamente em
rubricas, com os medicamentos que lhes correspondem, valorizados por seu grau
característico de indicação.
Existem várias correntes repertoriais:
1. Bönninghausen: desenvolveu duas estruturas de repertórios. Cyrus Boger mantém a
primeira estrutura. o Therapeutic pocket book apresenta uma concepção única e inovadora.
2. Jahr, Hering, Hempel, Hart, defendiam a idéia de que os sintomas da matéria médica não
deveriam ser desmembrados e sim registrados em sua integridade. Exemplos desta
tendência são: O repertório de Jahr, o índex da enciclopédia de Allen, o repertório de
Knerr, o repertório da cyclopedia de Hughes e o repertório de concordância de Gentry.
3. James Tyler Kent: as disputas entre as duas tendências diminuiram e deram lugar ao
surgimento de nova corrente que culminou na publicação do Repertório de Kent, em 1897.
4. Horst Barthel inicia a tendência dos repertórios sintéticos: compilação heterogênea de
várias fontes repertoriais. Esta inclusão de rubricas de repertórios de estruturas diferentes
apresenta algumas desvantagens.
 Rubricas sinônimas são compiladas como se fossem distintas.
 O sentido das rubricas, muitas vezes tem significado distintos em repertórios
distintos. Ex. Fussy em Pathak não tem o sentido de conscientious, portanto os
agregados da rubrica Fussy em conscientious estão errados.
 Erros de compilação são levadas de um repertório sintético a outro como por
exemplo a rubrica Histeria na lua crescente onde figura sulphur em Barthel,
indicando o repertório de Knerr como fonte. Quando se consulta Knerr e os
guidings symptoms verifica-se que o medicamento correto é Silicea. 23.|| Complains of
pain in throat on swallowing; although there is no indication of any inflammation, the condition of
her throat is the sole thing occupying her mind; believes she has swallowed pins, and asks those
about her whether she has not done so; seeks for hours for lost pins; will take no sewing into her
hand, and carefully examines her food for fear of pins; very indifferent to friends and former
amusements; restlessness; anxiety; vertigo, agg stooping; headache daily, agg mornings; loss of
appetite; constipation; emaciation; entire absence of menses; agg. during increase of moon.
#Hysteria. {sil}
 Os agregados a partir das indicações de Gallavardin são de confiabilidade duvidosa.
 As rubricas provenientes de Gallavardin devem ser entendidas no contexto próprio.
O homeopata deve familiarizar-se e utilizar mais de um repertório. Em determinadas situações
clínicas uma abordagem alternativa será a mais eficaz.
Nenhum repertório é completo. Portanto, é absolutamente fundamental ter os textos da
matéria médica em publicação eletrônica, onde todas as palavras estão indexadas.
Principais Repertórios

Ver “Breve história dos repertórios” Elias Zoby.no CD que acompanha o livro.
 1805: “Fragmenta de viribus...“ é a primeira matéria médica de Hahnemann contendo
informações sobre 27 medicamentos na primeira parte (269 páginas) e um repertório na
segunda parte com 470 páginas.
 1817: “The symptom dictionary”. Hahnemann havia compilado uma quantidade muito
grande de sintomas patogenéticos e havia a necessidade de algum tipo de indexação para
eles. Desenvolveu o primeiro repertório manuscrito, anotando os sintomas e os
medicamentos associados a eles.
 1826: “Descrição sistemática dos efeitos puros dos medicamentos”. (Systematische
Darstelhung der Reinen Arzneiwirkung). Carl Georg Christian Hartlaub. De acordo com
Pierre Schmidt este foi o primeiro repertório impresso. Leipzig 1826, vol I; 536 páginas.
Foram impressos em 6 volumes entre 1826 e 1827.
 1830: “Descrição sistemática dos remédios antipsóricos (Systematische Darstelhung der
Antipsorische Arzneimittel). Georg Adolph Weber. 536 páginas.
 1831: em 1822 Ernst Rückert iniciou a tarefa de alfabetizar o repertório de Hahnemann;
levou oito anos no projeto. O manuscrito final encontra-se no Museu de Hael em Stuttgart.
Foi publicado em 3 volumes, Leipzig, 1831; 1285 páginas. “Apresentação sistemática de
todos os medicamentos homeopáticos”. È mais uma reordenação da Matéria Médica do
que um autêntico repertório, segundo Julian Winston.
 1832: Clemens Maria Bönninghausen, publicou o “REPERTÓRIO DOS ANTIPSÓRICOS ”. Era
o repertório preferido de Hahnemann. A primeira impressão esgotou-se em 6 meses.
Bönninghausen pode ser considerado então o Pai, ou a mãe, se preferir, dos
repertórios. “Systematisch-Alphabetisches der Antipsorischen Arzneien”. Muenster,
1832; 256 páginas. Uma segunda edição foi publicada em 1833. Boger traduziu para o
Inglês em 1900.
 1834: Jahr´s Manual. Georg Heinrich Gottlieb Jahr. Dusseldorf, 1834; 727 páginas. Uma
combinação de matéria médica e repertório.
 1835: Clemens Maria Bönninghausen, publicou o “REPERTÓRIO DOS MEDICAMENTOS QUE
NÃO SÃO ANTIPSÓRICOS ”. Muenster, 1835; 266 páginas. Prefaciado por Hahnemann.
“Systematisch-Alphabetisches der nicht-Antipsorischen Arzneien”. Traduzido por Boger.
em 1900.
 1838: “Repertory to the Manual”. Editado por Constantine Hering. Academic Book Store,
1838; 419 páginas. Hering traduzira o Manual de Jahr para o Inglês. Este é o primeiro
repertório em língua inglesa. Um dos precursores do repertório de Kent.
 1844: “Sintomatologia homeopática”. P.J. Lafitte. Paris, 1842; 974 páginas.
 1846: Bönninghausen publicou o “LIVRO DE BOLSO TERAPÊUTICO ”. Este repertório tem
uma estrutura inovadora e provocou a crítica dos puristas do repertório. A maioria das
críticas mesmo por autores contemporâneos, como Ahmed Currim, são
preconceituosas, injustas e denotam desconhecimento do pensamento de
Bönninghausen. “Therapeutisches Tachenbuch”. De acordo com Julian Winston a data
de publicação é 1846. O prefácio da edição original é datado de Outubro de 1845.
Quando Kent se refere a Bönninghausen, trata-se desta obra e não das anteriores.
 1875: “Analytical therapeutics”. Constantine Hering. Re-editado, em 1881, como
“Analytical repertory of the symptoms of the mind”.
 1905: Cyrus Maxwell Boger publica o repertório conhecido como “BOGER -
BÖNNINGHAUSEN REPERTORY”, atualmente ainda muito usado, principalmente na índia.
Trabalhou sucessivamente em seu aperfeiçoamento até 1935. É superior em
determinadas situações em que os repertórios sintéticos não fornecem a indicação
necessária.
 1897:
1897 James Tyler KENT publica o Repertório que se tornaria o padrão por muitas
décadas. Podemos considerá-lo como a Mãe dos Repertórios Sintéticos.
 1980:
1980 “The Final General Repertory”: Diwan Harish Chand e Pierre Schmidt. Repertório
de Kent corrigido.
 1987:
1987 “Repertorium Generale”. Jost Kunzli. A melhor edição do repertório de Kent.
 1973:
1973 Horst Barthel publica o “SYNTHETIC REPERTORY” em 3 volumes. Outros repertórios
se seguiram a partir do repertório de Barthel.
 1991:
1991 início da compilação do REPERTÓRIO DO GEHSH. Aldo Farias Dias e
colaboradores. Publicado pela Fundação de Estudos Médicos Homeopáticos do Paraná
em 1997, 1998 e pela Editora Cultura Médica em 2001, como “Repertório Homeopático
Essencial” Edição do Milênio. Edição atual – 2003 pela Editora Cultura Médica.
 1992:
1992 “The complete Repertory”. Roger van Zandvoort. Editado em livro em 1995.
 1993:
1993 “The Homeopathic Medical Repertory”. Robin Murphy.
 1993:
1993 “The Synthesis Repertory”. Edited by Frederik Schroyens.
 1995:
1995 “Repertório de Sintomas Homeopáticos”. Ariovaldo Ribeiro Filho.
 1999:
1999 “The Phoenix Repertory”. J.P.S. Bakshi. New Dehli; 2287 páginas em 2 volumes.
 2000:
2000 “The Bönninghausen repertory; therapeutic pocket book method”. Edited by
Georges Dimitriadis. A edição do pocket book que todos deveriam ter.
 2001:
2001 “Repertório Homeopático Essencial”. Aldo Farias Dias. Ed. Cultura Médica, 2001.
 2003:
2003 “Repertório Homeopático Essencial”. Aldo Farias Dias. Ed. Cultura Médica, 2003.
Estruturas dos repertórios
1. Os primeiros repertórios de Bönninghausen apresentam as rubricas nos capítulos, seguidos
das modalidades de cada seção, dos horários e dos concomitantes. Boger mantém esta
estrutura na edição do Boger/ Bönninghausen characteristics and repertory (1905, 1935).
2. A estrutura do Therapeutic pocket book (1847) apresenta uma mudança radical. Os
sintomas são desmembrados em seus elementos constituintes e devem ser reconstruídos
pela combinação de suas partes.
Estrutura dos primeiros repertórios deBönninghausen
Local  Head internal in general
 Forehead; middle of
 Temples; Sides of
 Occiput; Etc.
Sintomas  Aching, undefined pain
 Alive, sensation within
 Blows, shocks, explosions etc.
 Chronic headaches.
 Hydrocephalus
 Inflammation, meningitis etc.
 Jerks in general.
 Occiput, extending to Etc..
Horário  Morning, early
 Afternoon
 Evening
 Night Etc.
Agravação  Air, cold
 Alcoholic liquors.
 Awaking, on Etc.
Melhoria  Cold applications.
 Holds or supports head.
 Pressure. Etc.
Concomitante  Head internal with earache
 Head internal with nausea Etc.
Estrutura do Pocket-BooK de Bönninghausen
1. Mente Humor alternante
Desconfiança
Desespero Etc.
2. Local e lados Cabeça interna
Olhos
Visão
Estômago. Etc.
3. Estados mórbidos e sensações Formas mórbidas
Dores e tipos
Sensações
Exantemas, erupções
Doenças da pele Etc.
4. Sono e sonhos Sonolência
Insônia
Sonhos
5.Circulação e Febre Vasos sanguíneos
Pulso
Calafrio
Febre
Febres compostas
6. Modalidades Horário
Influência corpos celestes
Temperatura.
Pressão Etc.
7. Concordância Aconitum
 Mente: anac., ars., bell., bry...
 Local: arn., ars., bell., bry., canth.,
 Estados mórbidos: arn., ars., asaf..
 Sono e sonhos: anac., ars., bell... Etc
A hipótese de Bönninghausen
No capítulo sobre sintomatologia em The Genius of Homeopathy Stuart Close escreve:
“O famoso Manual Terapêutico de Bönninghausen foi essencialmente planejado para lidar
com tais casos difíceis. A matéria médica contém uma enorme quantidade de sintomas
incompletos. Até a época de Bönninghausen isso constituía um dos principais obstáculos ao
êxito da prescrição homeopática”.
 Bönninghausen primeiro teve a idéia de completar estes sintomas em parte pela
analogia, e em parte pela observação clínica dos efeitos curativos.
 Ele descobriu que muitas, senão todas as modalidades de um caso eram gerais em suas
relações, e não se limitavam necessariamente aos sintomas particulares, nos quais elas
haviam sido observadas primeiramente. A “agravação em um ambiente quente” de
Pulsatilla, por exemplo, podia ter sido primeiramente observada aplicada à uma dor de
cabeça. Bönninghausen assumia que esta modalidade aplicava-se a todos os sintomas -
ao próprio paciente, em outras palavras; e que esta modalidade, uma vez verificada em
relação a qualquer sintoma de Pulsatilla, podia ser utilizada para complementar todos os
outros sintomas de Pulsatilla, os quais, até aquela época, mostravam-se incompletos
com respeito às suas modalidades. A experiência demonstrou que isto era verdade.
 Afora isto, desenvolveu a idéia de que todas as demais combinações de sintomas
poderiam ser assim feitas. Classificando os traços característicos dos medicamentos por
certas inter-relações gerais, de modo a que uma parte pudesse ser utilizada para
complementar a outra, o prescritor sempre podia ser capaz de construir uma totalidade
integrada, mesmo com sintomas aparentemente fragmentários.
 Partindo da idéia básica de que todo sintoma é composto por três elementos:
localização, sensação e modalidade, e que sintomas fragmentários podem ser
complementados por analogia ou pela observação clínica suplementar dos efeitos
curativos de medicamentos similares, Bönninghausen, em seu Manual Terapêutico,
dispõe os elementos de todos os sintomas, segundo esta análise, em sete diferentes
partes ou seções, que, tomadas em conjunto, formam uma totalidade geral: 1)
faculdades morais ou intelectuais. 2) localização ou sede dos sintomas. 3) condições
mórbidas e sensações. 4) sono e sonhos. 5) circulação e febre. 6) modalidades, etiologia
etc.7) Concordâncias. Cada uma dessas seções é subdividida em rubricas contendo os
nomes dos medicamentos ordenados alfabeticamente sob os sintomas a que
correspondem.
 Diz ele dessa classificação:
“ainda que cada seção deva ser considerada um todo completo, jamais perfaz, contudo, mais
que uma parte do sintoma, o qual recebe complementação de uma ou muitas das demais
seções. Em odontalgia, por exemplo, a sede da dor acha-se na segunda, o caráter da dor, na
terceira, o aumento ou a diminuição da dor, em relação a horário, lugar ou circunstância, na
sexta; e aquilo que é necessário como acessório para complementar a descrição do mal e
fundamentar a escolha dos medicamentos deve ser buscado nas diferentes seções.
 Por esse método, como observa o Dr. William Boericke: “em um caso um medicamento
é escolhido que se sabe possuir em sua sintomatologia uma marcante ação: 1) em um
certo local; 2) que corresponda à sensação; e 3) que possua a modalidade; sem que
necessariamente apresente na experimentação o sintoma resultante da combinação”.
Deve-se inferir que uma experimentação mais completa ele estaria presente. Por
exemplo, um paciente com dor rasgante (tearing pain) no quadril esquerdo, aliviada pelo
movimento, intensamente agravada à tarde, poderia receber Lycopodium, não porque
Lycopodium tenha produzido tal sintoma no homem são, mas porque pelo estudo de
seus sintomas como registrados na matéria médica encontramos que ele afeta o quadril
esquerdo (localização), que em várias partes do corpo suas dores são rasgantes
(sensação); e que seus sintomas gerais são aliviados pelo movimento e agravados à tarde
(modalidade)”.
A experiência de quase um século tem confirmado a veracidade da idéia de Bönninghausen e
permitido que, com a utilização de sua obra prima, o Manual Terapêutico, superamos as
imperfeições e limitações de nossa matéria médica. (Tradução de Victor Menescal em Selecta
vol 1 num 1 jan. 93)
A sétima parte, originalmente chamada de enigma trata das relações medicamentosas. (ver
How to use Bönninghausen concordance. Kent. Minor writings.)
Boger reuniu todos os trabalhos de Bönninghausen e elaborou o “Boger -Bönninghausen
repertory”. Apresenta a mesma estrutura do Repertório dos antipsóricos e do Pocket-book,
mas as modalidades estão individualizadas e os concomitantes melhor explicitados. O
repertório de Boger é muito mais abrangente que os repertórios originais de Bönninghausen.
Esta concepção de generalização é duramente criticada por Jahr e depois por Kent e Hering.
No entanto:
“ Podemos considerar Bönninghausen como o fundador da prescrição científica em
Homeopatia. Hering, Kent e outros que se seguiram não foram capazes de apreciar a
profundidade de sua visão e fizeram de tudo para demoli-lo. A solidez de seus fundamentos,
corroborados por Boger e Roberts, fez com que resistisse a estes assaltos. Mesmo assim, em
nossos dias, vemos negligência e incompreensão de nossa parte do método de
Bönninghausen. Deve-se lembrar que uma correta apreciação de Bönninghausen é a chave
para a repertorização que se constitui numa importante evolução técnica da concepção da
imagem do paciente em sua doença.” Dhawale
É claro que existem modalidades das partes que contrariam a modalidade geral, mas parecem
ser mais a exceção do que a regra. As cefaléias de Arsenicum e Phosphorus melhoram por
aplicações frias; as dores das hemorróidas de Nux vomica e Kali carbonicum melhoram por
aplicações frias, embora estes medicamentos sejam muito friorentos de uma maneira geral. Os
sintomas gástricos de Phosphorus melhoram por bebidas frias, embora o paciente em geral
piora pelo frio.
Pode-se utilizar o método de Bönninghausen, em todos os casos, como repertorização
alternativa. Alguns homeopatas reclamam que existem poucos sintomas mentais no Pocket-
book e estranham como ele omitiu uma parte tão importante em seu repertório. Ele fez isto de
propósito, colocando apenas as rubricas mentais que não deixassem dúvidas quanto ao seu
reconhecimento nos pacientes. O estudo dos sintomas mentais deve ser feito diretamente nas
Matérias Médicas. O resultado da repertorização deve ser utilizado como um guia para o
estudo na matéria médica e não para a prescrição rotineira e sem crítica do medicamento com
a maior soma numérica de sintomas e pontos.
Bönninghausen é muito firme na questão de que o repertório não deve ser utilizado para
substituir o estudo diligente da matéria médica ou para indicar o remédio para o médico. È
apenas uma ajuda para a memória. O medicamento a ser prescrito deve ser selecionado após
confirmação pela consulta à matéria médica. Esta recomendação e o sucesso de vários
homeopatas por mais de um século, encerram e rebatem toda a crítica que se fazem ao método
Bönninghausen.
Estrutura do repertório de James Tyler Kent
Rubrica geral Cabeça, Dor - cefaléia em geral
1. Lado -
2. Horário  5h: calc., dios., kali-bi....
 15h: aur. Etc.
3. Modalidades  abrindo os olhos185
 acalorado, por ficar
 constante, contínua. Etc.
4. Estendendo-se  bochecha
 costas, para as costas... Etc.
5. Regiões  Fronte
5.1 lado  direito, lado
5.2 horário  manhã
5.3 modalidade  agachar-se, por
5.4 estendendo  estendendo-se: face para a
5.4 região  meio da. Etc.

6. Tipo da dor  Pressiva


6.1 lado  -
6.2 horário  manhã
6.3 modalidade  escrevendo
6.4 estendendo  estendendo-se para a nuca
6.5 região  Fronte
6.5.1 lado  -
6.5.2 horário  meio-dia
6.5.3 modalidade  tossir, ao
6.5.4 estendendo.  estendendo-se para baixo
SEMIOLOGIA HOMEOPÁTICA

Sintomas - são tudo o que distingue o homem doente de si


mesmo, quando não está doente. Carrol Dunham.

Divisões da Semiologia Homeopática


A semiologia homeopática pode ser dividida em:
 SEMIOLOGIA ELEMENTAR: estudo das palavras e elementos que constituem os sintomas.
 SEMIOLOGIA DINÂMICA: estudo das relações dinâmicas entre os sintomas. Ver capítulo da
Matéria Médica e consulta homeopática.
 SEMIOLOGIA MIASMÁTICA: classificação dos sintomas com o referencial da teoria
miasmática.
 SEMIOLOGIA APLICADA: estudo da toma do caso, valorização dos sintomas na clínica
homeopática e estratégias de seleção do medicamento.
 SEMIOLOGIA EVOLUTIVA: estudo dos parâmetros de observação e avaliação da mobilização
dos sintomas pela prescrição do medicamento homeopático. Descrição do processo de
cura. Descrição do momento e das maneiras de realizar as prescrições posteriores.
Qual o principal guia para a seleção do medicamento?

 Como em uma doença a respeito da qual nada se apresenta a afastar da causa que
manifestamente a ocasione ou a mantenha (causa ocasionalis), não se pode perceber nada
além dos sintomas; é preciso, achando-se na presença de um possível miasma, e em
circunstâncias acessórias (5), que só os sintomas sirvam de guia na escolha dos meios
próprios para a cura. A TOTALIDADE DOS SINTOMAS, ESSE QUADRO DA ESSÊNCIA
INTERNA DA DOENÇA REFLETIDA PARA FORA, ISTO É, A AFECÇÃO DA FORÇA VITAL,
DEVE SER O PRINCIPAL E ÚNICO MEIO PELO QUAL A ENFERMIDADE DÁ A CONHECER
O MEDICAMENTO DE QUE NECESSITA - O ÚNICO MEIO QUE DETERMINA A ESCOLHA DO
MEDICAMENTO MAIS APROPRIADO - em suma, a totalidade dos sintomas deve ser, para o
médico, a principal, a única coisa que ele deve ver em cada caso de doença, e afastar pela
sua arte, a fim de curar a doença e transformá-la em saúde. §7 do Organon, Sexta edição.
O CONCEITO DE TOTALIDADE CARACTERÍSTICA

Hahnemann, Jahr, Bönninghausen, Stuart Close, James Tyler Kent.


O Organon de Hahnemann afirma não ser necessário ater-se a todos os sintomas sem
exceção, mas somente aos sintomas indicadores, ou seja, aos sinais essenciais e
característicos. Mas esta regra, ainda que completa, não diz nada por si só. Quais seriam os
sintomas essenciais e distintivos que forneceriam as indicações precisas e decisivas para
cada caso dado? Jahr.
A Totalidade é o CONJUNTO NUMÉRICO mais a IDÉIA ou arranjo que os une de um modo
particular e dá sua forma característica.
A totalidade dos sintomas significa, em primeiro lugar, a
totalidade de cada sintoma individual. Um único sintoma
é algo mais que um evento isolado; é um evento com sua
história, sua origem, sua sede, seu curso ou direção, e
suas circunstâncias.

 Todo sintoma completo possui 3 elementos essenciais:


1. QUEIXA OU SENSAÇÃO;
2. LOCALIZAÇÃO;
3. MODALIDADE.
 A totalidade dos sintomas eqüivale a todos os sintomas do caso passíveis de serem
arranjados logicamente em um todo harmônico e consistente, que possua um perfil,
coerência e individualidade. Tecnicamente a totalidade é mais (e pode ser menos) que a
simples totalidade numérica dos sintomas. Ela inclui a concomitância ou a forma em que os
sintomas são agrupados. Stuart Close. (The Genius of Homeopathy)
Os três níveis do arranjo da Totalidade
Os sintomas podem ser distribuídos em 3 níveis da totalidade: o nível da PESSOA, o nível do
MIASMA e o nível da DOENÇA. Nos módulos posteriores estudaremos o detalhamento dos
núcleos que compõem os diversos níveis
As 7 Dimensões da totalidade
1. MOSAICO DOS SINTOMAS SINGULARES.
2. ARRANJO HARMÔNICO (GRADE SEMIOLÓGICA). REPRESENTAÇÕES DA TOTALIDADE.
3. CONJUNTOS E NÚCLEOS MIASMÁTICOS.
4. CARACTERÍSTICOS.
5. TEMÁTICA.
6. HISTORICIDADE .
7. COMPREENSÃO.
1 – Os sintomas singulares
Conceito de Totalidade referida ao sintoma
 Sintoma completo é todo sintoma que apresenta, pelo menos, três das quatro partes
constituintes dos sintomas.
Cada sintoma pode ser DESMEMBRADO em suas partes constituintes:
1. o FENÔMENO ou tipo do sintoma: Mental, Dor ou Sensação, Disfunção, Lesão.
2. a LOCALIZAÇÃO: Lateralidade; partes do corpo.
3. as CIRCUNSTÂNCIAS que o modificam: Causalidade, Agravação & melhoria, Horário.
4. eventualmente, o CONCOMITANTE.
2 – Grade semiológica – A idéia que ordena os sintomas na Totalidade Característica

Os sintomas dos medicamentos e da identificados na clínica homeopática podem ser


distribuídos na seguinte grade semiológica. Para repertorizar selecione as rubricas
características levando em consideração a abrangência – representantes de núcleos
sintomáticos distintos e a proporcionalidade – equilíbrio entre o número das rubricas.

Núcleos sintomáticos 4 Transpiração.


A: Fenômenos. B: Localização. 5 Sono.
C: Circunstâncias. D: Concomitantes. 6 Apetite & Sede.
AM Estado mental 7 Desejos & Aversões alimentares.
AM1 Temática do Entendimento 8 Sexualidade.
1 Identidade & Relação consigo. 9 Menstruação.
2 Imaginário & Sonhos. 10 Descargas & sangramentos.
3 Perda & Nostalgia. 11 Calafrio & Febre.
4 Insegurança & Ameaça. 12 Circulação & Pulso.
AM2 Temática da Vontade AP Sintomas Particulares
1 Relação & Sensibilidade. AP1 Dores
2 Desejos & Aversões. Tipo; local; circunstâncias.
3 Caráter & Responsabilidade. AP2 Sensações
4 Atividade & Conduta. Tipo; local; circunstâncias.
AM3 Temática da Memória AP3 Disfunções
1 Temporalidade & Reação. Tipo; local; circunstâncias.
2 Ansiedades & Medos. AP4 Lesões
3 Culpa & Perseguição. Tipo; local; circunstâncias.
4 Sentimentos & Traumas.
B Localização
AM0 Alteração da Função
1 Lateralidade.
1 Vigília. 2 Partes do corpo.
2 Concentração. C Modalidades
3 Pensamento. 1 Causa.
4 Vontade. 2 Agravação.
5 Memória. 3 Melhoria.
6 Humor. 4 Horário.
7 Temperamento. 5 Periodicidade.
AG Sintomas Gerais Físicos D Concomitantes
1 Constituição. Sintomas concomitantes
2 Tônus vital.
3 Sensibilidade: Calorento. Friorento.
Repertório Homeopático Essencial 21
3 – Conjuntos e núcleos miasmáticos
 Identificar os marcadores miasmáticos. (Ver Fundamentos da Homeopatia. Aldo Farias
Dias. Editora Cultura Médica, 2000.)
PSORA SYCOSIS SYPHILIS
ETIOLOGIA
ANTECEDENTES
ESTADO MENTAL

SENSAÇÕES

MODALIDADES

MANIFESTAÇÕES
CLÍNICAS
4 – Característicos
 A conceituação do sintoma característico apresenta dois aspectos:
1. GRAU DE ESPECIFICIDADE : o raro estranho e peculiar. parágrafos 153 e 154 do Organon.
Correspondem às rubricas com poucos medicamentos nos repertórios.
2. GRAU DE INDICAÇÃO: a probabilidade de ocorrência. Pontuação do medicamento nas
rubricas dos repertórios.
“A definição de característico como sendo um “sintoma com único medicamento” é bastante errada.
Este sintoma único ocorrendo entre uma grande coleção de sintomas é muito suspeito. Pelo contrário,
todas os nossos característicos mais comprovados não se encontram nestes sintomas isolados”.
Hering, prefácio Guiding symptoms.
Os sintomas característicos são obtidos:
1. pela experimentação no homem são, com os devidos cuidados; tanto quanto possível
com a mesma preparação, mas em diferentes potências e em diferentes constituições,
durante influências atmosféricas e lugares distintos;
2. organizando os sintomas observados de acordo com o mesmo esquema, permitindo
comparar os efeitos de cada medicamento nos diferentes órgãos, tecidos e funções, com
todas as suas modalidades e combinações;
3. coletando todos os sintomas de um determinado caso – de acordo com os princípios de
Hahnemann para o exame do doente, e de acordo com todas as suas modalidades e
combinações – e comparando-os com os sintomas do medicamento mais similar;
4. observando cuidadosamente tais sintomas que aparecem após o medicamento ter sido
administrado ao doente e comparando-os aos sintomas produzidos no homem são;
5. anotando todos os sintomas que desaparecem no doente, e suas modalidades e
combinações como corroborações dos anteriores ou dicas para observações posteriores;
6. considerando todas as peculiaridades das pessoas, curadas por cada um e mesmo
medicamento, como características distintivas de outras que usaram o mesmo
medicamento sem benefícios, sem produção ou desaparecimento de sintomas;
Em síntese:
 Considerando tudo o que for obtido: na patogenesia1, no doente2, nos sintomas
curados5 e observados6, como mais ou menos provável;
 os característicos são obtidos por ocorrência freqüente, corroborações mútuas e
repetida confirmação. Só aí temos o CARACTERÍSTICO, o fruto maduro da
Matéria Médica.
American Journal of Homeopathic Materia Medica. sept 1867. C. Hering.
22 Aldo Farias Dias
Horst Barthel
Barthel descreve as condições do sintoma característico, baseado nos critérios de Hahnemann,
Allen, Lippe, Nash, Boger e Cowperthwaite. “Characteristics of the Materia Medica”, 1984.
Os característicos podem sem diferenciados no seguinte, ilustrados com 3 exemplos de Phos.
Os sintomas podem ser peculiares:
 em si mesmo, independente de alguma modalidade: desejo de compassividade,
constante movimento das asas do nariz durante a pneumonia, fezes como em forma de
lápis;
 através da modalidade: desejo de trabalhar antes da menstruação, vomitando após
beber mesmo pequenas quantidades, deve segurar o tórax com ambas as mãos
enquanto tosse;
 através da localização: bócio lado direito, dor no quadril direito, joelhos frios à noite.
 através das sensações: sensação de ânus aberto, de carne na laringe, geral de vazio;
 através da extensão: coriza que estende para o tórax, prurido estendendo-se da
bifurcação do seio, dor no cóccix estende para a cabeça durante movimento dos
intestinos;
 através do início, progressão e término: a cefaléia aumenta e diminui com o sol,
hepatite crônica, dor inicia e termina lentamente;
 através dos sintomas contrários: indiferente aos queridos, falta de calor vital e calor
agg. pequenas feridas sangram profusamente;
 através da periodicidade: cefaléia a cada 7 dias, pior no verão, pior no inverno.
 através dos sintomas alternantes: choro alternando com riso, congestão nasal
alternando com fluxo nasal durante a coriza, constipação alternando com diarréia;
 através de seqüências: vômito de sangue seguindo supressão da menstruação,
hemoptise seguindo supressão de hemorróidas, sintomas mudam da direita para
esquerda;
 através de sintomas vicariantes: epistaxe vicariante, sangramento menstrual,
sangramento generalizado;
 através da ausência de sintomas esperados: ausência de sede durante a febre, aumento
do desejo sexual sem ereção, fraqueza causada mesmo pela menor perda de sangue.
5 – Temática
 O estudo das palavras consiste no: Lexicon; Glossário; Thesaurus; Simbolismo.
Lexicon Homeopático
O conjunto das palavras que compõem os sintomas homeopáticos registrados nas matérias
médicas e repertórios constitui o Lexicon Homeopático.
Os significados sugeridos pelo contexto do sintoma, simbolizados ou referenciados, não são
evidenciados pela busca de palavras isoladas. Cada palavra tem um sentido básico, ao que se
somam elementos contextuais lógicos, emotivos, combinatórios, evocativos e associativos,
que acrescentam diversas nuances interpretativas, no significado básico da palavra.
O significado básico da palavra é a sua denotação. Junto com os demais elementos
associativos da palavra constitui a sua conotação. Um índice de palavras deve conter seus
sinônimos, para que a busca dos sintomas que contêm a palavra seja completa.
Glossário homeopático
A Matéria Médica Pura de Hahnemann foi traduzida por Dudgeon, as Doenças Crônicas por
Tafel. A enciclopédia de Allen altera a ordem dos sintomas da Matéria Médica de Hahnemann
e tem tradução distinta. Não há consistência na tradução dos mesmos termos do alemão para
o Inglês. Estude os seguintes exemplos:
1. Niedergeschlagen und freudlos; er wünscht nur, allein seyn zu können, Vormittags. {alum}
 Deprimido e sem alegria; queria apenas ser deixado sozinho.
 Dejected and joyless; he only desires to be left alone, forenoon. [Tafel].
 Depressed and friendless; he wishes only to be left alone, in the forenoon. [Allen].
Repertório Homeopático Essencial 23
 Obs. Em Barthel, figura alumina em Forsaken, friendless, reproduzindo o
erro da tradução de Allen. [Freudlos = joyless e não friendless].
2. Er glaubt der Liebe Anderer verlustig zu seyn, und dieß kränkt ihn bis zu Thränen {aur}
 Imagina que perdeu o amor dos outros e isto o leva até às lágrimas.
 He believes that he has lost the love of others, and this mortifies him even to tears.
[Dudgeon].
 He imagines he has forfeited the affections of others, and this grieves him to tears.
[Tafel].
 He imagines he has lost the affections of his friends; this makes him sad, even unto
tears. [Allen].
3. Trübes Wetter verstimmt sie ungemein. {am-c}
 Tempo nublado a deixa muito mal humorada.
 Cloudy weather makes her excessively ill-humored. [Tafel].
 Cloudy weather makes her very sad. [Allen].
4. Missmüthig und verdriesslich. {mang}
 Mal humorado e taciturno.
 Sad and cross. [Tafel].
 Morose and peevish. [Allen].
 Ill-humored and fretful. [Hering].
5. Erbittertes Gemüth; Unversöhnlichkeit und langer Groll gegen Beleidiger. {mang}
 Humor amargo; irreconciliabilidade e longo ressentimento por quem o ofendeu.
 Embittered humour: he could not forget injustice done to him; he fostered
resentment for a long time. [Dudgeon].
 Embittered humor; irreconcilable and long-continued resentment against those who
injure him. [Tafel].
 Embittered mood, implacable, and for a long time having a grudge against one who
had offended him. [Allen].
Thesaurus homeopático
Uma mesma idéia ou tema está representado por mais de uma palavra e uma mesma palavra
pode significar idéias diferentes. Ao pesquisar uma palavra devemos levar em consideração os
sinônimos e palavras correlatas que constituem o Thesaurus homeopático.
Exemplos:
 abandon abandoned deserted despised friendless forlorn forsaken isolation lonely
lonesome loneliness neglected solitary
 anger angry choleric quarrelsome wrath
 antagonism contradictory contradiction
 anticipation foreboding forebodings
 anxiety anxious anxiousness anxieties anxiously cares apprehension apprehensive
apprehensiviness apprehensiveness anguish despair despairing inquietude nervous
nervousness preoccupation preoccupations preoccupied restless restlessness uneasiness
uneasy worry worries worried
 censorious critical criticism fault rebuke rebukes reproach reproache reproaches
 cheerful cheer cheering cheerfull cheerfully cheerfulness cheerfullness contented
contentment delight gay gayety hilarity hilarious happy happiness joy joyful joyfull
joyfulness joyfullness joyous laugh laughing laughter merry merriness merriment mirth
mirthful pleasure smile smiling
Simbolismo
Algumas vezes a temática do paciente ou de um medicamento pode conduzir à correlação com
determinados símbolos ou mitos. Deve-se, no entanto, ter muito cuidado com esta meta-
compreensão da sintomatologia. Não devemos nos deixar levar pelo fascínio que estes estudos
24 Aldo Farias Dias
podem proporcionar. A compreensão e individualização devem estar baseadas no firme terreno
da fenomenologia.
6 – Historicidade: Escala Cronosintomatológica
Os sintomas podem ser distribuídos de acordo com sua historicidade nos seguintes momentos
da história biopatográfica.
 O PACIENTE DE HOJE: conjuntos dos sintomas atuais.
 A HISTÓRIA DE SUA DOENÇA: sintomas desenvolvidos a partir do inicio da doença atual.
 O FATOR ETIOLÓGICO: circunstâncias desencadeantes e etiológicas.
 A SUSCETIBILIDADE ANTERIOR À DOENÇA: sintomas anteriores à doença atual.
 AS CONSTANTES DA BIOPATOGRAFIA: sintomas que permanecem ao longo da história
 GESTAÇÃO: sintomas da mãe.
 OS ANTECEDENTES FAMILIARES.
7 – Compreensão
A análise da pessoa implica numa compreensão do homem. Para compreender o outro é
necessário que o homeopata conheça-se a si mesmo, pois não pode perceber e entender no
outro o que não percebe e entende em sua própria pessoa.
O Referencial de compreensão
 os elementos semiológicos e a temática da narrativa podem ser associados a um
referencial dinâmico: psicológico, filosófico, simbólico ou metafísico.
O objetivo é compreender o sofrimento básico que move toda a personalidade e determina as
atitudes reativas do indivíduo e condiciona sua enfermidade.
A história biopatográfica é o instrumento para se compreender a pessoa do paciente, sua
temática e dinâmica miasmática. Para avaliar estes aspectos do caso é necessário que o médico
tenha uma boa formação doutrinária do conceito de enfermidade dinâmica. O diagnóstico da
totalidade sintomática pode conduzir ao medicamento por uma boa técnica de repertorização.
Mas só a compreensão do referencial dinâmico permite selecionar o medicamento a nível de
sua dinâmica miasmática e o que é mais importante, como se devem cumprir no plano
miasmático e pessoal as Leis de Cura.
 Características que permitem identificar Quem é esta pessoa: sofrimento, reações
defensivas; ansiedades; culpa; responsabilidade; afetos: o que ama e detesta; planos e
metas; perdas; espiritualidade etc.
 Dinâmica Miasmática: Identificar os temas palavras. Descrever, nas palavras do paciente,
sua angústia existencial, seu sofrimento básico — a Psora. Descrever sua suscetibilidade
— a Psora secundária. (psora reativa). Descrever suas atitudes reativas — a Psora
terciária. (sycosis e syphillis).
Os sintomas devem ser percebidos e valorizados como unidades individuais e desta maneira
podem ser tomados para repertorizar e indicar um remédio para o quadro atual. Mas há uma
dimensão mais profunda da sintomatologia que é a compreensão do sentido e
intencionalidade dos sintomas no contexto da história biopatográfica. A escola de Paschero
enfatiza a história biopatográfica como o plano mais profundo da compreensão do caso
clínico, pois ela engloba todas as etapas anteriores, mas insere a sintomatologia numa dinâmica
de vida. Assim sabemos a origem dos sintomas e para onde devemos ir com o processo de
cura.
 Ver A DESCOBERTA DO SER. CD do Encontro do GEHSH. 2002.
Repertório Homeopático Essencial 25

SINTOMAS DO HUMOR
Núcleo do humor: Tabela sinótica
Estado geral do humor
Abwechselnde [23] Alternating. Variável, alternante.
Angenehme [13] Agreeable; pleasant. Agradável.
Gefühl [47] Feeling; emotion Sentimento, emoção.
Gelassenheit[13] Calmness; composure. Calma, tranquilidade.
Gemüt [210] Nature; disposition Disposição
Laune [72] Mood Humor
Seelenruhe [13] Calmness. Serenidade, paz.
Stimmung [84] Mood Humor
Temperament [1] Temperament, disposition Temperamento.
Unfreundlich [3] Unfriendly. Inamistoso.
Untröstlich [8] Inconsolate Inconsolável, desolado.
Launenhaft: Temperamental. Temperamental
Unberechenbarkeit Capricious. Caprichoso
Veränderliche [4] Changeable. Varíavel, mutável.
Humor ansioso
Ahnung presentiment; premonition pressentimento. [8]
Angst Anxiety ansiedade. [143]
Bange apprehension apreensão. [68]
Beängstigung alarming inquietação, ansiedade. [27]
Befürchten fear temer. [47]
Besorgt preoccupied preocupado. [32]
Desperat despair desespero. [ 4]
Erregung agitation excitação. [11].
Furcht fear medo. [73]
Furchtsam fearful temeroso. [40]
Qual torment, anguish angústia. [4]
Qualvolle angst anguish angústia. [0]
Schreck fright, scare susto [73]
Sorge worry preocupação. [13]
Ungeduld impatient impaciente [27]
Unmuth annoyance mau-humor.[14]
Unrhue disquiet inquieto [98]
Verzweiflung despair desespero [35]
26 Aldo Farias Dias
Humor irritado
Ärgerlich annoyed, angry aborrecido. [272]
Gereiztheit irritability irritabilidade. [31]
Jähzorn anger cólera. [5]
Mißlaunig ill-humored. de mau humor [18]
Mißmütig sullen; morose mau humorado. [21]
Mürrisch [85] grumply, surly, sullen rabugento,resmungão, carrancudo.
Raserei fury fúria. [2]
Reizbarkeit irritability irritabilidade. [7]
übellaunig ill-humoured; ill-tempered; mau humorado. [5]
Verdrießlich morose taciturno, rabugento. [89]
Verstimmt [23] irritate mal-humorado, melindrado.
Wut fury fúria. [40]
Zorn anger cólera. [75]
Humor deprimido
Abscheu loathing repugnância [4]
Apathie apathy apatia [3]
Betrübt gloomy sombrio [13]
Elend misery miséria, sofrimento
Ernst serious sério. [42]
Freudelos joyless sem alegria. [5]
Gleichgültig indifferent indiferença [78]
Hoffnunglos hopeless sem esperança [6]
Hypochondrie hypochondriasis hipocondria [35]
Kummer grief pena [17]
Lebensüberdruss weary of life cansado da vida [2]
Leiden suffering sofrimento [12]
Melancholie melancholy melancolia [35]
Muthlos discouraged desencorajado [35]
Niedergeschlagen despondent abatimento [92]
Schwermüthig melancholy melancólico [13]
Träurig sadness tristeza [165]
Trübsinn gloom sombrio [8]
Untröstlich disconsolate desconsolado [8]
Verzagt [18] despondent desanimado, pusilânime.
Wehmüthiges melancholic / wishful nostalgig nostalgia [16]
Weinen weep chorando [182]
Humor alegre
Freude joy alegria. [9]
Froh cheerful alegre [14]
Heiterkeit mirth contentamento. [79]
Hoffnung hope esperança [5]
Lebhaft vivacious vivacidade. [21]
Vergnügen pleasure prazer
Zufrieden content satisfeito. [26]
Repertório Homeopático Essencial 27

REPERTÓRIO HOMEOPÁTICO ESSENCIAL


O Repertório Homeopático Essencial contém as rubricas essenciais para a prática da
homeopatia e apresenta características estruturais dos repertórios sintéticos, dos repertórios
de Bönninghausen, dos repertórios temáticos e dos repertórios de concordância. Permite,
portanto, repertorizar pelos métodos de Kent e Bönninghausen.
ESTRUTURA
Um estudo estatístico, realizado por Kasparian, demonstrou que as rubricas mais confiáveis do
repertório de Kent são as rubricas mais gerais, contendo medicamentos em diversos graus de
valorização.
Fontes da compilação
Horst Barthel publicou, em 1987, o Synthetic Repertory, em 3 volumes. O volume I contém
os sintomas mentais; o volume II, os sintomas gerais e o volume III, os sintomas do sono,
sonhos e sexualidade. Utilizou 16 fontes para a compilação. Estas adições foram incorporadas
pelos autores dos repertórios sintéticos mantendo a mesma numeração.
 (1) (kt) Kent, J. T.; 2 (he) Knerr,C. B.; (3) (bg) Boger, C.M.; (4) (jh) Jahr, G.H.; (5) (gl)
Gallavardin, JP.; (6) (st) Stauffer, K.; (7) (ps) Schmidt, P.; (8) (bo) Boericke, O. E.; (9) (sp)
Stephenson, J.; (10) (mz) Mezger, J.; (11) (al) Allen, T.F.; (12) (cl) Clarke, J.H.; (13) (wk)
Klunker, W.; (14) (jl) Julian, O. A.; (15) (jk) Kunzli, J.; (16) (ha) Hahnemann.
No Repertório Essencial acrescentam-se as seguintes fontes:
 (bf) Bronfman; (dt) Detinis; (gh) GEHSH; (gm) Gamarra; (lr) Lara de la Rosa; (lm)
Lamothe; (rm) Murphy; (sc) Scholten; (sy) Synthesis; (vh) Vithoulkas; (vj) Vijnovsky; (vm)
Vermeulen; (zv) Zandvoort; (zz) Zizia infobase.

As fontes dos agregados nas rubricas só estão indicadas na versão digital.


Capítulos e Rubricas
 As rubricas estão distribuídas em dois capítulos:
1. MENTE: incluindo os sonhos e sintomas da sexualidade.
2. FÍSICOS: incluindo os sintomas gerais e das partes anatômicas.
Indexação
As rubricas estão indexadas de duas maneiras:
1. Ordem alfabética, a partir do fenômeno, sua localização e modalidade.
2. Ordem anatômica para os fenômenos físicos particulares e gerais e núcleos estruturais
temáticos para os sintomas mentais (na versão digital que acompanha o livro.).

A versão digital permite alternar a ordem do índice e visualizar as rubricas em


Português/Inglês e Inglês/Português.
28 Aldo Farias Dias
Notação das rubricas
 Convenções do registro das rubricas no Repertório Essencial.
 As rubricas estão separadas das subrubricas por “_”.
FENÔMENO_localização_modalidade
INFLAMAÇÃO (GN)
INFLAMAÇÃO_abdome;
INFLAMAÇÃO_amígdalas
INFLAMAÇÃO_amígdalas_tempo frio agg.
INFLAMAÇÃO_etc.
DOR_tipo de dor_localização_modalidade
DOR em geral (GN)
DOR_queimante (GN)
DOR_queimante_laringe
DOR_queimante_laringe_frio agg.
Os CONCOMITANTES estão registrados “_com_”
ABANDONO_com_nostalgia
As CAUSALIDADES, os transtornos por, estão registradas “_por_”
MEDO_por_ilusões
Os elementos desmembrados
 Exemplo.O sintoma nódulos nas cordas vocais, está representado em 3 rubricas:
1. TUMOR_nódulos
2. LOCAL_cordas vocais
3. TUMOR_nódulos_cordas vocais.
Rubricas generalizantes
 As rubricas afins e referências cruzadas estão agrupadas como sub-rubricas de uma
rubrica generalizante (super-rubrica) (GN). Exemplo. A rubrica generalizante GN FUTURO
contém todos os remédios das sub-rubricas: ansiedade pelo futuro, medo do futuro,
indiferença pelo futuro, sonhos de eventos futuros, etc.
 Todos os fenômenos: mentais, sensoriais, funcionais e lesionais, estão representados por
uma rubrica generalizante (GN)com todos os medicamentos das sub-rubricas de localização
e modalizadas individualizantes do fenômeno. Exemplo: a super-rubrica ÚLCERA contém
todos os medicamentos das sub-rubricas de Úlcera com suas localizações, sensações,
modalidades e concomitantes.
Generalização das modalidades
As modalidades dos sintomas físicos estão associadas a três níveis de generalização:
 ao sintoma individual; DOR_olho_crepúsculo agg. 1r;
 ao órgão ou função; LOCAL_olho_crepúsculo agg. 5r.; VISÃO_crepúsculo agg.
 em geral. CREPÙSCULO agg. 45r.
As modalidades do sintomas mentais estão registradas nas rubricas correspondentes e
generalizadas nas rubricas MENTE_modalidade. Generalizante de todas as rubricas mentais
com aquela modalidade.
 ANSIEDADE_crepúsculo agg. 14r.
 TRISTEZA_crepúsculo agg. 6r.
 TACITURNO_crepúsculo agg. 2r.
 Etc._crepúsculo agg.
 = >MENTE_crepúsculo agg. (GN) 37r.
Repertório Homeopático Essencial 29
Texto da concordância

‘A mente começa a generalizar logo que sabe que vários objetos percebidos são diferentes
como indivíduos, embora sejam de algum modo, semelhantes’. Porter.

Uma das funções mais importantes de um repertório é a generalização. Exemplo:


1. Imagina que é deixada por conta própria e permanece sozinha no mundo. {plat}
2. Abandono e nostalgia pela manhã. {carb-an}
3. Triste, solitária e nostálgica. {mag-m}
4. Imagina que perdeu o amor dos outros {aur}.
O repertoriador seleciona uma idéia para formar a rubrica ABANDONO e inclui os quatro
medicamentos. A rubrica dá a idéia comum aos 4 medicamentos, mas apenas o texto original
os individualiza neste aspecto comum.
Conclui-se, portanto, que só conhecemos realmente uma rubrica, quando sabemos porque
cada medicamento está nela. Daí a utilidade do campo de concordância, na estrutura de um
repertório. Os medicamentos que não encontramos concordância provém de agregados
clínicos ou de fontes duvidosas.
No HomeoPro, grande parte das rubricas contém o texto da Matéria Médica, fonte das
inclusões. As concordâncias dos sonhos e de algumas rubricas mentais são da
Concordância de Elias Carlos Zoby.
Rubricas originais
Há centenas de rubricas originais baseadas na Matéria Médica Pura, rubricas gerais temáticas
e sub-rubricas temáticas individualizantes vinculadas ao texto da Matéria Médica pura.
Centenas de agregados de remédios nas rubricas baseados na Matéria Médica Pura e na
promoção criteriosa de remédios da sub-rubrica para a rubrica principal. Registro das
fontes de todos os agregados, de rubricas ou de medicamentos.
Os agregados originais do GEHSH baseiam-se nos textos da Matéria Médica Pura, na
promoção criteriosa de remédios que se encontram nas sub-rubricas e não constam da
rubrica principal, nos agregados dos nosódios baseados em Paschero e Roberts e de
algumas sugestões de Catherine Coulter e, Portraits of homeopathic medicine. Muitos
sintomas físicos foram extraídos de Boericke e Boger. Foram criadas rubricas novas, como
por exemplo, Infeliz, sensibilidade as repreensões, culpa religiosa, abandono como tema
etc. Agregados de rubricas temáticas.
Valorização e pontuação
Na edição impressa a pontuação está indicada pelo tipo de impressão:
 Todas as letras em maiúscula: 4 ou 5 pontos. Ex. ALUM.
 A primeira letra em maiúscula: 3 pontos. Ex. Alum.
 Todas as letras em minúscula: 2 ou 1 ponto. Ex. alum.

Na versão digital a pontuação é utilizada para o resultado da repertorização.


O valor característico apresenta dois sentidos:
1. sentido do raro, estranho e peculiar de cada sintoma, dado pelo número de
medicamentos na rubrica - Grau de especificidade. Rubricas características.
2. sentido da regularidade de produção, reprodução patogenética e confirmação em
curas clínicas deste sintoma por um determinado remédio - Grau de indicação. Desta
forma uma rubrica pode ser comum em si, por conter muitos medicamentos, mas ser
característica para os medicamentos com pontuação 3 ou maior.
30 Aldo Farias Dias
Pontuação dos medicamentos em cinco graus, baseada nos repertórios de
Boger/Bönninghausen
 1 ponto: sintomas patogenéticos sem confirmação clínica e de aparecimento único na
patogenesia. Sintomas da observação clínica ocasional sem confirmações de outros;
 2 pontos: sintomas patogenéticos que se repetem até 10 vezes e/ou que são produzidos
por mais de um experimentador. Sintomas da observação clínica confirmados por mais
de 10 homeopatas de reconhecida experiência clínica;
 3 pontos: sintomas patogenéticos que se repetem mais de 10 vezes e são produzidos por
mais de um experimentador, podendo ou não ter confirmação clínica. Sintomas da
observação clínica confirmados repetidas vezes por mais de 15 homeopatas de
reconhecida experiência clínica;
 4 pontos: todos os critérios acima com uma regularidade superior ou sintomas da
observação clínica de confirmação em mais de 80% dos casos;
 5 pontos: característica de excepcional regularidade patogenética e repetidas
confirmações clínicas.
Rubricas Puras
 MM_. Estas rubricas contém apenas os medicamentos com texto na Matéria Médica.
Depressão, humor deprimido, abatido, triste etc. (rubrica pura generalizante) (GN)
acon agar Alum am.c am.m Ambr anac ant.c arn ARS asar AUR bar.a bar.c bell bry CALC
calc.a cann.s CARB.AN carb.v caust chel chin CIC Clem Cocc coloc Con cupr cycl DIG Dros
euph ferr Graph hell hep Hyos ign iod ip Kali.c kali.n LYC M.aust mag.c mag.m MANG meny
merc mez MUR.AC NAT.C NAT.M NIT.AC Nux.v olnd Op petr PH.AC PHOS PLAT puls
rheum RHUS.T ruta sars SEP sil Spig spong stann STAPH sul.ac SULPH tarax thuj verat
zinc.
Abatimento - Niedergeschlagen - Despondency
acon agar alum am.c ambr ant.c ars AUR bar.c bell bry CALC cann.s carb.an Caust chel
chin coloc Con Dig Dros graph hep hyos iod kali.c lyc m.aust mang merc nat.c nat.m
nit.ac nux.v petr PH.AC PHOS plat rhus.t sars sep sil sul.ac sulph thuj verat zinc
Sem alegria - Freudlos - Joyless
alum bell caust coloc dros ip kali.c lyc mag.m mur.ac nat.m nit.ac sars sulph
Desencorajado - Muthlos - Discouraged
agar anac AUR caust chin cocc Dig dros hep Iod Lyc m.aust nat.m op Petr Ph.ac puls ruta
sep spig stann verat
Sem esperança - Hoffnunglos - Hopeless
arn aur carb.an chin Nat.m nit.ac op
Melancólico - melancholisch- Melancholy
am.m anac ARS asar AUR Calc Carb.an caust cupr euph ferr ign iod lyc nat.c NAT.M nit.ac
op PHOS puls rhus.t ruta sep sil Stann sul.ac sulph verat zinc
Sombrio - Truebsinn- Gloomy
am.m anac ars asar calc carb.an chin Clem Dig graph iod kali.n lyc m.aust meny merc mez
nat.c op Petr ph.ac Plat puls rheum sep spig sulph tarax
Triste - Traurig - Sad
Alum am.c Ambr anac ant.c ARS bar.a bar.c CALC calc.a CARB.AN carb.v caust chel chin
CIC Cocc cycl DIG Dros ferr Graph hell hep Hyos Kali.c LYC M.aust mag.c MANG meny
mez MUR.AC NAT.C NAT.M NIT.AC Nux.v olnd Op petr PH.AC PHOS PLAT puls
RHUS.T ruta sars SEP Spig spong STAPH SULPH zinc.
Repertório Homeopático Essencial 31
Rubricas heterogêneas
 Rubricas heterogêneas, alienígenas: são rubricas incorporadas de outros repertórios. São
quase sempre incompletas e muitas delas são apenas sinônimas de rubricas do Kent. Elas
deveriam ser atualizadas ou incluídas como sub-rubricas de uma rubrica de Kent mais
semelhante. Elas são identificadas pelo número do autor. Deve-se dar atenção especial às
rubricas provenientes de Gallavardin 5, a grande maioria, traços de caráter, incompletas e de
confiabilidade insegura.
Referências cruzadas
 Sempre que possível são evitadas. Os sintomas análogos estão agrupados tematicamente.
Exemplo: CORAJOSO figura como uma rubrica geral e as rubricas análogas: destemido;
audacioso; ousado; sem senso de perigo; figuram como sub-rubricas de Corajoso e não
como referências cruzadas como nos repertórios sintéticos.
Rubricas originais inéditas
 Há dezenas de rubricas originais inéditas no repertório do GEHSH, como as rubricas puras,
as temáticas, as generalizantes, as inéditas, o campo da concordância.
32 Aldo Farias Dias

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34 Aldo Farias Dias

LISTA DE MEDICAMENTOS
AGRO: Agrostema Githago: 20r
AIL: Ailantus Glandulosa: 697r
ALCO: Alcoholus: 277r
ALD: Aldehydum: 2r
ALET: Aletris Farinosa: 175r
ALF: Alfafa: 65r
ALL-C: Allium Cepa: 743r
ALL-S: Allium Sativum: 358r
ALLOX: Alloxanum: 284r
ALN: Alnus Rubra: 47r
ALOE: Aloe Socotrina: 1459r
ALST: Alstonia Constricta: 37r
ALST-S: Alstonia Scholaris: 14r
ALTH: Althaea Officinalis: 3r
ALUM: Alumina: 3900r
Medicamento: Número de Rubricas ALUM-P: Alumina Phosphorica: 878r
ABEL: Abel Moschus: 95r ALUM-SIL: Alumina Silicata: 908r
ABIES-C: Abies Canadensis: 159r ALUMIN: Aluminium Metallicum: 12r
ABIES-N: Abies Nigra: 128r ALUMIN-A: Aluminium Aceticum: 2r
ABR: Abrus Precatorius: 17r ALUMIN-M: Aluminium Muriaticum: 0r
ABROM-A: Abroma augusta: 59r ALUMN: Alumen: 955r
ABROT: Abrotanum: 500r AM-A: Ammonium Aceticum: 16r
ABSIN: Absinthium: 301r AM-BE: Ammonium Benzoicum: 34r
ACAL: Acalypha Indica: 70r AM-BR: Ammonium Bromatum: 203r
ACET-AC: Aceticum Acidum: 629r AM-C: Ammonium Carbonicum: 3093r
ACETAN: Acetanilidum: 55r AM-CAUST: Ammonium Causticum: 148r
ACHY: Achyranthea Calea: 87r AM-I: Ammonium Iodatum: 24r
ACON: Aconitum Napellus: 4512r AM-M: Ammonium Muriaticum: 2053r
ACON-A: Aconitum Aspera: 5r AM-N: Ammonium Nitricum: 14r
ACON-C: Aconitum Cammarum: 73r AM-P: Ammonium Phosphoricum: 41r
ACON-F: Aconitum Ferox: 90r AM-PIC: Ammonium Picricum: 18r
ACON-L: Aconitum Lycoctonum: 95r AM-T: Ammonium Tartaricum: 3r
ACON-S: Aconitum Septentrionale: 5r AM-VAL: Ammonium Valerianicum: 22r
ACONIN: Aconitinum: 60r AM-VAN: Ammonium Vanadinicum: 6r
ACT-SP: Actea Spicata: 335r AMBR: Ambra Grisea: 2278r
ADEL: Adelheid Aqua: 13r AMBRO: Ambrosia Artemisiaefolia: 25r
ADEPS-S: Adeps Suis: 0r AMGD-P: Amygdalus Persica: 18r
ADLU: Adlumia Fungosa: 47r AML-NS: Amylenum Nitrosum: 365r
ADON: Adonis Vernalis: 133r AMMC: Ammoniacum Gummi: 280r
ADONIN: Adonidinum: 5r AMN-L: Amnii Liquor: 10r
ADOX: Adoxa Moschatellina: 1r AMOR-R: Amorphophalus Rivieri: 21r
ADREN: Adrenalinum: 67r AMPE-QU: Ampelopsis Quinquefolia: 17r
AEGL: Aegle Folia: 23r AMPE-TR: Ampelopsis Trifoliata: 0r
AESC: Aesculus Hippocastanum: 1045r AMPH: Amphisbaena Vermicularis: 77r
AESC-G: Aesculus Glabra: 58r AMYG: Amygdalae Amarae Aqua: 177r
AETH: Aethusa Cynapium: 1031r AMYLAM: Amylaminum: 4r
AETHER: Aether: 187r ANAC: Anacardium Occidentali: 2797r
AETHI-A: Aethiops Cynapium: 16r ANAC-OC: Anacardium Orientali: 44r
AETHI-M: Aethiops Mineralis: 8r ANAG: Anagallis Arvensis: 205r
AETHYL-N: Aethylum Nitricum: 7r ANAGY: Anagyris Foetida: 2r
AGAR: Agaricus Muscarius: 3312r ANAN: Anantherum Muricatum: 740r
AGAR-CIT: Agaricus Citrinus: 3r ANDR: Androsace Lactea: 0r
AGAR-CPN: Agaricus Campanulatus: 1r ANE-N: Anemone Nemorosa: 0r
AGAR-CPS: Agaricus Campestris: 5r ANE-R: Anemone Ranunculoides: 0r
AGAR-EM: Agaricus Emeticus: 18r ANEMPS: Anemopsis Californica: 17r
AGAR-PA: Agaricus Pantherinus: 15r ANG: Angustura Vera: 1399r
AGAR-PH: Agaricus Phalloides: 43r ANGE: Angelica Atropurpurea: 6r
AGAR-PR: Agaricus Procerus: 7r ANGE-S: Angelicae Sinensis (radix: 42r
AGAR-SE: Agaricus Semiglobatus: 7r ANGO: Angophora Lanceolata: 12r
AGAR-ST: Agaricus Stercorarius: 14r ANH: Anhalonium Lewinii: 356r
AGAR-V: Agaricus Vernus: 0r ANIL: Anilinum: 29r
AGARIN: Agaricinum: 10r ANIL-S: Anilinum Sulfuricum: 0r
AGAV-A: Agave Americana: 8r ANIS: Anisum Stellatum: 61r
AGAV-T: Agave Tequilana: 37r ANT-AR: Antimonium Arsenicosum: 71r
AGN: Agnus Castus: 1027r ANT-C: Antimonium Crudum: 2590r
AGRA: Agraphis Nutans: 26r ANT-I: Antimonium Iodatum: 26r
AGRE: Agremone Ochrroleuca: 30r ANT-M: Antimonium Muriaticum: 17r
AGRI: Agrimonia Eupatoria: 2r ANT-O: Antimonium Oxydatum: 36r
Repertório Homeopático Essencial 35
ANT-S-AUR: Antimonium Sulphuratum Au: 86r ASTAC: Astacus Fluviatilis: 139r
ANT-T: Antimonium Tartaricum: 2630r ASTER: Asterias Rubens: 566r
ANTH: Anthemis Nobilis: 111r ASTRA-E: Astragalus Excapus: 21r
ANTHO: Anthoxanthum Odoratum: 3r ASTRA-M: Astragalus Menziesii: 7r
ANTHRACI: Anthracinum: 268r ATHA: Athamanta Oreoselinum: 31r
ANTHRACO: Anthracokali: 62r ATRA-R: Atrax Robustus: 22r
ANTIP: Antipyrinum: 76r ATRI: Atriplex Hortensis: 8r
AP-G: Apium Graveolens: 58r ATRO: Atropinum: 572r
AP-V: Apium Virus: 4r AUR: Aurum Metallicum: 3350r
APHIS: Aphis Chenopodii Glauci: 119r AUR-AR: Aurum Arsenicicum: 874r
APIOL: Apiolum: 1r AUR-BR: Aurum Bromatum: 22r
APIS: Apis Mellifica: 3065r AUR-FU: Aurum Fulminans: 4r
APISIN: Apisinum: 16r AUR-I: Aurum Iodatum: 456r
APOC: Apocynum Cannabinum: 610r AUR-M: Aurum Muriaticum: 1048r
APOC-A: Apocynum Androsaemifolium: 45r AUR-M-K: Aurum Muriaticum Kalinatu: 4r
APOM: Apomorphinum Hydrochloric: 48r AUR-M-N: Aurum Muriaticum Natronat: 341r
AQ-CALC: Aqua Calcarea: 0r AUR-S: Aurum Sulphuratum: 785r
AQ-CHL: Aqua Chlorata: 0r AURAN: Aurantii Cortex: 3r
AQ-MAR: Aqua Marina: 198r AVEN: Avena Sativa: 56r
AQ-PET: Aqua Petra: 4r AZA: Azadirachta Indica: 74r
AQ-SIL: Aqua Silicata: 0r BAC: Bacillinum Burnett: 677r
AQUI: Aquilegia Vulgaris: 23r BAC-T: Bacillinum Testium: 9r
ARAG: Aragallus Lamberti: 79r BACH: Bacillus Bach-paterson: 3r
ARAL: Aralia Racemosa: 130r BAD: Badiaga: 356r
ARAL-H: Aralia Hispida: 4r BAJ: Baja: 2r
ARAN: Aranea Diadema: 478r BALS-P: Balsamum Peruvianum: 56r
ARAN-IX: Aranea Ixobola: 188r BALS-T: Balsamum Tolutanum: 0r
ARAN-SC: Aranea Scinencia: 24r BAPT: Baptisia Tinctoria: 1108r
ARANIN: Araninum: 0r BAPT-C: Baptisia Confusa: 7r
ARB: Arbutus Andrachne: 16r BAR-A: Baryta Acetica: 179r
ARBIN: Arbutinum: 0r BAR-C: Baryta Carbonica: 3257r
AREC: Areca Catechu: 6r BAR-I: Baryta Iodata: 470r
AREN: Arenaria Glabra: 1r BAR-M: Baryta Muriatica: 892r
ARG-CY: Argentum Cyanatum: 20r BAR-P: Baryta Phosphorica: 2r
ARG-I: Argentum Iodatum: 7r BAR-S: Baryta Sulphurica: 748r
ARG-M: Argentum Metallicum: 1804r BARB: Barbae Cyprini Ova: 0r
ARG-MUR: Argentum Muriaticum: 6r BAROS: Barosma Crenulatum: 17r
ARG-N: Argentum Nitricum: 3053r BART: Bartfelder Aqua: 60r
ARG-O: Argentum Oxydatum: 6r BELL: Belladona: 6393r
ARG-P: Argentum Phosphoricum: 6r BELL-P: Bellis Perennis: 380r
ARGE: Argemone Mexicana: 37r BEN: Benzinum: 48r
ARIST-CL: Aristolochia Clematitis: 295r BEN-D: Benzinum Dinitricum: 21r
ARIST-CO: Aristolochia Colombiana: 0r BEN-N: Benzinum Nitricum: 53r
ARIST-M: Aristolochia Milhomens: 26r BENZ-AC: Benzoicum Acidum: 691r
ARN: Arnica Montana: 3727r BENZO: Benzoinum: 19r
ARS: Arsenicum Album: 6919r BENZOL: Benzolum: 8r
ARS-BR: Arsenicum Bromatum: 26r BERB: Berberis Vulgaris: 1538r
ARS-H: Arsenicum Hydrogenisatum: 320r BERB-A: Berberis Aquifolium: 53r
ARS-I: Arsenicum Iodatum: 1217r BERBIN: Berberinum: 5r
ARS-MET: Arsenicum Metallicum: 201r BERYL: Beryllium Metallicum: 84r
ARS-N: Arsenicum Nitricum: 3r BETA: Beta Vulgaris: 1r
ARS-S-F: Arsenicum Sulphuratum Fla: 1148r BETIN: Betainum Muriaticum: 0r
ARS-S-R: Arsenicum Sulphuratum Ru: 67r BETO: Betonica Aquatica: 1r
ART-V: Artemisia Vulgaris: 173r BETU: Betula Alba: 0r
ARUM-D: Arum Dracontium: 107r BISM: Bismuthum Subnitricum: 879r
ARUM-DRU: Arum Dracunculus: 4r BISM-MET: Bismuthum Metallicum: 0r
ARUM-I: Arum Italicum: 28r BISM-O: Bismuthum Oxydatum: 17r
ARUM-M: Arum Maculatum: 58r BISM-VAL: Bismuthum Valeriana: 0r
ARUM-T: Arum Triphyllum: 597r BIX: Bixa Orellana: 1r
ARUND: Arundo Mauritanica: 401r BLATTA: Blatta Orientalis: 41r
ARUND-D: Arundo Donax: 1r BLATTA-A: Blatta Americana: 8r
ASAF: Asa Foetida: 1732r BOL-LA: Boletus Laricis: 146r
ASAR: Asarum Europaeum: 1444r BOL-LU: Boletus Luridus: 15r
ASAR-C: Asarum Canadense: 0r BOL-S: Boletus Satanas: 25r
ASC-C: Asclepias Cornuti: 94r BOLD: Boldo: 12r
ASC-I: Asclepias Incarnata: 3r BOMB-CHR: Bombyx Chrysorrhea: 0r
ASC-T: Asclepias Tuberosa: 408r BOMB-PR: Bombyx Processionea: 8r
ASIM: Asimina Triloba: 97r BOND: Bondonneau Aqua: 27r
ASK: Askalabotes Laevigatus: 0r BOR: Borax Veneta: 2231r
ASPAR: Asparagus Officinalis: 257r BOR-AC: Boricum Acidum: 45r
ASPER: Asperula Odorata: 4r BOTH: Bothrops Lanceolatus: 144r
36 Aldo Farias Dias
BOTUL: Botulinum: 6r CARB-AN: Carbo Animalis: 2758r
BOV: Bovista Lycoperdon: 2014r CARB-V: Carbo Vegetabilis: 4517r
BRACH: Brachyglottis Repens: 166r CARBN: Carboneum: 12r
BRAN: Branca Ursina: 15r CARBN-CHL: Carboneum Chloratum: 3r
BRASS: Brassica Napus: 26r CARBN-H: Carboneum Hydrogenisatum: 84r
BROM: Bromium: 1551r CARBN-O: Carboneum Oxygenisatum: 232r
BROS-G: Brosimum gaudichaudii: 346r CARBN-S: Carboneum Sulphuratum: 1793r
BRUC: Brucea Antidysenterica: 75r CARC: Carcinosinum: 1336r
BRUCEL: Brucella Melitensis: 1r CARD-B: Carduus Benedictus: 25r
BRUCIN: Brucinum (brugmansia): 3r CARD-M: Carduus Marianus: 432r
BRY: Bryonia Alba: 4913r CARDAM: Cardamine Pratensis: 0r
BUFO: Bufo Rana: 1545r CARL: Carlsbad Aqua: 430r
BUFO-S: Bufo Sahytiensis: 57r CARU: Carum Carvi: 1r
BUNG: Bungurus Fasciatus: 3r CARY: Carya Alba: 5r
BUNI-O: Bunia Orientalis: 60r CAS-S: Cascara Sagrada: 7r
BUT-AC: Butyricum Acidum: 84r CASC: Cascarilla: 124r
BUTH-A: Buthus Australis: 81r CASS: Cassada: 25r
BUTH-AF: Buthus Afer: 2r CAST: Castoreum Canadense: 500r
BUTH-OC: Buthus Occitanus: 2r CAST-EQ: Castor Equi: 93r
BUX: Buxus Sempervirens: 1r CAST-V: Castanea Vesca: 31r
CAC: Cacao: 6r CASTE: Castella Texana: 32r
CACT: Cactus Grandiflorus: 1217r CATAL: Catalpa Bignonoides: 4r
CADM-BR: Cadmium Bromatum: 19r CATAR: Cataria Nepeta: 6r
CADM-I: Cadmium Iodatum: 3r CAUL: Caulophyllum Thalictroide: 393r
CADM-M: Cadmium Muriaticum: 45r CAUST: Causticum: 4837r
CADM-MET: Cadmium Metallicum: 146r CEAN: Ceanothus Americanus: 106r
CADM-O: Cadmium Oxydatum: 4r CEAN-TR: Ceanothus Thrysiflorus: 2r
CADM-S: Cadmium Sulphuratum: 534r CECR: Cecropia Mexicana: 15r
CAEL: Caela Zacatechichi: 17r CEDR: Cedron: 599r
CAES: Caesium Metallicum: 0r CELT: Celtis Occidentalis: 7r
CAIN: Cainca: 259r CENCH: Cenchris Contortrix: 693r
CAJ: Cajuputum: 174r CENT: Centaurea Tagana: 52r
CAL-REN: Calculis Renalis: 21r CEPH: Cephalanthus Occidentalis: 11r
CALAD: Caladium Seguinum: 1204r CER-OX: Cerium Oxalicum: 12r
CALAG: Calaguala: 0r CERE-B: Cereus Bonplandii: 156r
CALAM: Calamus Aromaticus: 0r CERE-S: Cereus Serpentinus: 67r
CALC: Calcarea Carbonica: 6689r CERV: Cervus Brasilicus: 26r
CALC-A: Calcarea Acetica: 176r CETO: Cetonia Aurata: 0r
CALC-AR: Calcarea Arsenicosa: 517r CETR: Cetraria Islandica: 6r
CALC-BR: Calcarea Bromata: 35r CHAM: Chamomila: 3707r
CALC-CAUS: Calcarea Caustica: 85r CHAMAE: Chamaedrys: 0r
CALC-CHLN: Calcarea Chlorinata: 8r CHAP: Chaparro Amargoso: 35r
CALC-F: Calcarea Fluorica: 771r CHAUL: Chaulmoogra: 1r
CALC-HP: Calcarea Hypophosphorosa: 80r CHEIR: Cheiranthus Cheiri: 10r
CALC-I: Calcarea Iodata: 655r CHEL: Chelidonium Majus: 2574r
CALC-LAC: Calcarea Lactica: 12r CHEL-G: Chelidonium Glaucum: 0r
CALC-M: Calcarea Muriatica: 50r CHELIN: Chelidoninum: 6r
CALC-O-T: Calcarea Ovi Testae: 14r CHELO: Chelone Glabra: 25r
CALC-OX: Calcarea Oxalica: 6r CHEN-A: Chenopodium Anthelminticu: 115r
CALC-P: Calcarea Phosphorica: 2021r CHEN-V: Chenopodium Vulvaria: 30r
CALC-PIC: Calcarea Picrica: 19r CHIM: Chimaphila Umbellata: 269r
CALC-S: Calcarea Sulphurica: 1275r CHIM-M: Chimaphila Maculata: 43r
CALC-SIL: Calcarea Silicata: 1342r CHIN: China Officinalis: 4678r
CALC-ST-S: Calcarea Stibiato Sulphur: 3r CHIN-AR: Chininum Arsenicosum: 946r
CALEN: Calendula Officinalis: 252r CHIN-B: China Boliviana: 130r
CALLI: Calliandra Houstoni: 6r CHIN-M: Chininum Muriaticum: 37r
CALO: Calotropis Gigantea: 45r CHIN-S: Chininum Sulphuricum: 1161r
CALTH: Caltha Palustris: 18r CHIN-VAL: Chininum Valerianicum: 1r
CAMPH: Camphora: 2264r CHINID: Chinidinum: 0r
CAMPH-AC: Camphoricum Acidum: 0r CHION: Chionanthus Virginica: 139r
CAMPH-BR: Camphora Monobromata: 35r CHLF: Chloroformium: 156r
CANCH: Canchalagua: 13r CHLOL: Chloralum Hydratum: 424r
CANN-I: Cannabis Indica: 1464r CHLOR: Chlorum: 478r
CANN-S: Cannabis Sativa: 1653r CHLORAM: Chloramphenicolum: 30r
CANNA: Canna Angustifolia: 7r CHLORPR: Chlorpromazinum: 51r
CANTH: Cantharis Vesicatoria: 2711r CHO: Cholas Terrapina: 0r
CANTHIN: Cantharidum: 1r CHOC: Chocolate: 658r
CAPP: Capparis Coriaccea: 1r CHOL: Cholesterinum: 22r
CAPS: Capsicum Annuum: 2111r CHOLIN: Cholinum: 3r
CAR: Carissa: 0r CHR-AC: Chromicum Acidum: 155r
CARB-AC: Carbolicum Acidum: 1052r CHR-MET: Chromium Metallicum: 0r
Repertório Homeopático Essencial 37
CHR-O: Chromium Oxidatum: 8r CROT-CHLO: Croton Chloratum: 1r
CHR-S: Chromum Sulphuricum: 10r CROT-H: Crotalus Horridus: 1763r
CHRYS-AC: Chrysophanicum Acidum: 4r CROT-T: Croton Tiglium: 1076r
CHRYSAN: Chrysanthemum Leucanthemu: 2r CRYP: Cryptopinum: 4r
CHRYSAR: Chrysarobinum: 9r CUB: Cubeba Officinalis: 492r
CIC: Cicuta Virosa: 1984r CUC-C: Cucurbita Citrullus: 4r
CIC-M: Cicuta Maculata: 17r CUC-P: Cucurbita Pepo: 7r
CICE: Cicer Arietinum: 0r CULX: Culex Musca: 79r
CICH: Cichorium Intybus: 1r CUMIN: Cumarinum: 0r
CIMIC: Cimicifuga Racemosa: 1540r CUND: Cundurango: 180r
CIMX: Cimex Lectularius: 244r CUPH: Cuphea Viscosissima: 15r
CINA: Cina Maritima: 1953r CUPR: Cuprum Metallicum: 2838r
CINCH: Cinchoninum Sulphuricum: 39r CUPR-A: Cuprum Aceticum: 381r
CINE: Cineraria Maritima: 2r CUPR-AM-S: Cuprum Amnoniae Sulphuric: 3r
CINNB: Cinnabaris: 795r CUPR-AR: Cuprum Arsenicosum: 337r
CINNM: Cinnamomum Ceylanicum: 99r CUPR-C: Cuprum Carbonicum: 11r
CIST: Cistus Canadensis: 578r CUPR-CY: Cuprum Cyanatum: 2r
CIT-AC: Citricum Acidum: 9r CUPR-M: Cuprum Muriaticum: 25r
CIT-D: Citrus Decumana: 3r CUPR-N: Cuprum Nitricum: 5r
CIT-L: Citrus Limonum: 31r CUPR-O: Cuprum Oxydatum Nigrum: 22r
CIT-V: Citrus Vulgaris: 91r CUPR-S: Cuprum Sulphuricum: 133r
CLEM: Clematis Erecta: 1696r CUPRE-AU: Cupressus Australis: 10r
CLEM-VIR: Clematis Virginiana: 4r CUPRE-L: Cupressus Lawsoniana: 5r
CLEM-VIT: Clematis Vitalba: 2r CUR: Curare: 676r
CLOTH: Clotho Arictans: 0r CURC: Curcuma Javanensis: 21r
COB: Cobaltum Metallicum: 441r CYCL: Cyclamen Europaeum: 1783r
COB-N: Cobaltum Nitricum: 241r CYD: Cydonia Vulgaris: 0r
COC-C: Coccus Cacti: 1088r CYMIN: Cymarinum: 1r
COCA: Coca: 644r CYN-D: Cynodum Dactyion: 20r
COCAIN: Cocainum Hydrochloricum: 111r CYNA: Cynara Scolymos: 31r
COCC: Cocculus Indicus: 3175r CYNO: Cynoglossum Officinale: 4r
COCC-S: Coccinella Septempunctata: 16r CYPR: Cypripedium Pubescens: 156r
COCH: Cochlearia Armoracia: 148r CYT-L: Cytisus Laburnum: 132r
COCH-O: Cochlearia Officinalis: 1r CYTIN: Cytisinum: 1r
COD: Codeinum: 162r DAM: Damiana: 43r
COFF: Coffea: 1968r DAPH: Daphne Indica: 358r
COFF-T: Coffea Tosta: 137r DAT-A: Datura Arborea: 23r
COFFIN: Coffeinum: 37r DAT-F: Datura Ferox: 5r
COLCH: Colchicum Autumnale: 2208r DAT-M: Datura Metel: 21r
COLCHIN: Colchicinum: 12r DAT-S: Datura Sanguinea: 5r
COLI: Colibacillinum: 21r DATIN: Daturinum: 0r
COLL: Collinsonia Canadensis: 259r DATIS: Datisca Cannabina: 0r
COLOC: Colocynthis: 2152r DEL: Delphinus Amazonica: 3r
COLOCIN: Colocynthinum: 7r DELPHIN: Delphininum: 3r
COLOS: Colostrum: 8r DEMA: Dematium Petraeum: 0r
COM: Comocladia Dentata: 387r DER: Derris Pinnata: 119r
CON: Conium Maculatum: 4307r DES-AC: Desoxyribonucleicum Acid: 81r
CONCH: Conchiolinum: 20r DICHA: Dichapetalum: 50r
CONIN: Coniinum: 45r DICT: Dictammus Albus: 14r
CONIN-BR: Coniinum Bromatum: 2r DIG: Digitalis Purpurea: 2692r
CONV: Convallaria Majalis: 233r DIGIN: Digitalinum: 111r
CONVO-A: Convolvulus Arvensis: 2r DIGOX: Digitoxinum: 22r
CONVO-D: Convolvulus Duartinus: 23r DIOS: Dioscorea Villosa: 716r
CONVO-S: Convolvulus Stans: 44r DIOSM: Diosma Lincaris: 15r
COP: Copaiva Officinalis: 769r DIP: Dipodium Punctatum: 6r
COR-R: Corallium Rubrum: 427r DIPH: Diphtherinum: 51r
CORH: Corallorhiza Odontorhiza: 11r DIPHTOX: Diphtherotoxinum: 4r
CORI-M: Coriaria Myrtifolia: 3r DIRC: Dirca Palustris: 180r
CORI-R: Coriaria Ruscifolia: 52r DITIN: Ditainum: 0r
CORN: Cornus Circinata: 323r DOL: Dolichos Pruriens: 117r
CORN-A: Cornus Alternifolia: 12r DOR: Doryphora Decemlineata: 163r
CORN-F: Cornus Florida: 28r DROS: Drosera: 1847r
CORN-S: Cornus Sericea: 0r DUB: Duboisinum: 33r
CORTICO: Corticotropinum: 193r DUBO-H: Duboisia Hopwoodi: 3r
CORTISO: Cortisonum: 164r DUBO-M: Duboisia Myoporoides: 14r
CORY: Corydalis Formosa: 36r DULC: Dulcamara: 2474r
COT: Cotyledon Umbilicus: 135r DYS: Bacillus Dysenteriae: 221r
COTO: Coto: 0r EAUX: Eaux Bonnes Aqua: 6r
CRAT: Crataegus Oxyacantha: 132r EBERTH: Eberthinum: 4r
CROC: Crocus Sativus: 1760r ECHI: Echinacea Angustifolia: 315r
CROT-C: Crotalus Cascavella: 661r ECHI-P: Echinacea Purpurea: 4r
38 Aldo Farias Dias
ECHIT: Echites Suberecta: 2r FERR-MA: Ferrum Magneticum: 201r
ELAE: Elaeis Guineensis: 32r FERR-O-R: Ferrum Oxydatum Rubrum: 2r
ELAPS: Elaps Corallinus: 972r FERR-P: Ferrum Phosphoricum: 1257r
ELAT: Elaterium Officinarum: 221r FERR-P-H: Ferrum Phosphoricum Hydri: 2r
ELEM: Elemuy Gauteria: 9r FERR-PERN: Ferrum Pernitricum: 0r
EMETIN: Emetinum: 2r FERR-PIC: Ferrum Picricum: 83r
ENTEROC: Enterococcinum: 0r FERR-PROX: Ferrum Protoxalatum: 3r
EOS: Eosinum: 10r FERR-PY: Ferrum Pyrophosphoricum: 5r
EPHE: Ephedra Vulgaris: 1r FERR-R: Ferrum Reductum: 10r
EPIG: Epigea Repens: 34r FERR-S: Ferrum Sulphuricum: 40r
EPIH: Epihysterinum: 1r FERR-T: Ferrum Tartaricum: 8r
EPIL: Epilobium Palustre: 3r FERUL: Ferula Glauca: 30r
EPIPH: Epiphegus Virginiana: 37r FIC: Ficus Religiosa: 17r
EQUIS: Equisetum Hyemale: 162r FIC-V: Ficus Venosa: 3r
EQUIS-A: Equisetum Arvensi: 1r FIL: Filix Mas: 28r
ERAN: Eranthis Hymnalis: 2r FL-AC: Fluoric Acidum: 1802r
ERECH: Erechthites Hieracifolia: 23r FLAV: Flavus: 30r
ERGOT: Ergotinum: 20r FLOR-P: Flor De Piedra: 24r
ERIG: Erigeron Canadense: 262r FOEN: Foeniculum Sativum: 0r
ERIO: Eriodyction Californicum: 45r FOLL: Folliculinum: 192r
EROD: Erodium Cicutarium: 8r FORM: Formica Rufa: 544r
ERY-A: Eryngium Aquaticum: 161r FORM-AC: Formicicum Acidum: 56r
ERY-M: Eryngium Maritinum: 18r FORMAL: Formalinum: 4r
ERYT-J: Erythrophlaeum Judicale: 6r FRAG: Fragaria Vesca: 42r
ERYTH: Erythrinus: 3r FRAM: Framboesinum: 0r
ESCH: Eschscholtzia Californica: 0r FRANC: Franciscea Uniflora: 14r
ESIN: Eserinum: 4r FRANZ: Franzensbad Aqua: 34r
ESP-G: Espeletia Grandiflora: 35r FRAX: Fraxinus Americana: 60r
EUCAL: Eucalyptus Globulus: 205r FUC: Fucus Vesiculosus: 27r
EUCAL-R: Eucalyptus Rostrata: 0r FUCH: Fuchsinum: 4r
EUCAL-T: Eucalytus Tereticortis: 2r FULI: Fuligo Ligni: 17r
EUCOL: Eucalyptolum: 0r GAD: Gadus Morrhua: 44r
EUG: Eugenia Jambos: 280r GAERT: Bacillus Gaertner: 83r
EUON: Euonymus Europaea: 109r GAL-AC: Gallicum Acidum: 98r
EUON-A: Euonymus Atropurpurea: 21r GALA: Galanthus Nivalis: 8r
EUONIN: Euonyminum: 9r GALEG: Galega Officinalis: 1r
EUP-A: Eupatorium Aromaticum: 8r GALEO: Galeopsis Ochroleuca: 0r
EUP-PER: Eupatorium Perfoliatum: 712r GALI: Galium Aparine: 15r
EUP-PUR: Eupatorium Purpureum: 306r GALIN: Galinsoga Parviflora: 10r
EUPH: Euphorbium Officinarum: 1195r GALPH: Galphimia Glauca: 5r
EUPH-A: Euphorbia Amygdaloides: 20r GAMB: Gambogia: 402r
EUPH-C: Euphorbia Corrolata: 20r GAST: Gastein Aqua: 67r
EUPH-CY: Euphorbia Cyparissias: 1r GAUL: Gaultheria Procumbens: 10r
EUPH-HE: Euphorbia Heterodoxa: 1r GELS: Gelsemium Sempervirens: 2340r
EUPH-HY: Euphorbia Hypericifolia: 2r GENIST: Genista Tinctoria: 17r
EUPH-IP: Euphorbia Ipecacuanhae: 1r GENT-C: Gentiana Cruciata: 91r
EUPH-L: Euphorbia Lathyris: 9r GENT-L: Gentiana Lutea: 68r
EUPH-M: Euphorbia Marginata: 0r GENT-Q: Gentiana Quinquefolia: 6r
EUPH-PE: Euphorbia Peplus: 1r GEO: Geoffrova Vermifuca: 0r
EUPH-PI: Euphorbia Pilulifera: 15r GER: Geranium Maculatum: 33r
EUPH-PO: Euphorbia Polycarpa: 0r GERIN: Geraninum: 0r
EUPH-PR: Euphorbia Prostata: 0r GET: Gettysburg Aqua: 33r
EUPH-RE: Euphorbia Resinifera: 0r GEUM: Geum Rivale: 2r
EUPHR: Euphrasia Officinalis: 1126r GINK-B: Ginkgo Biloba: 71r
EUPI: Eupionum: 385r GINS: Ginseng Quinquefolium: 284r
EYS: Eysenhardtia Polystachia: 10r GLECH: Glechoma Hederacea: 0r
FAB: Fabiana Imbricata: 32r GLON: Glonoinum: 1602r
FAEC: Bacillus Faecalis: 0r GLYC: Glycerinum: 63r
FAGO: Fagopyrum Esculentum: 448r GNAPH: Gnaphalium Polycephalum: 96r
FAGU: Fagus Silvatica: 22r GONOTOX: Gonotoxinum: 1r
FEL: Fel Tauri: 24r GOSS: Gossypium Herbaceum: 140r
FERR: Ferrum Metalicum: 2930r GRAN: Granatum: 319r
FERR-A: Ferrum Aceticum: 54r GRANIT: Granitum: 50r
FERR-AR: Ferrum Arsenenicosum: 753r GRAPH: Graphites: 4246r
FERR-BR: Ferrum Bromatum: 13r GRAT: Gratiola Officinalis: 917r
FERR-C: Ferrum Carbonicum: 13r GRIN: Grindelia Robusta: 143r
FERR-CIT: Ferrum Citricum: 8r GUA: Guaco: 38r
FERR-CY: Ferrum Cyanatum: 10r GUAJ: Guajacum Officinale: 1042r
FERR-I: Ferrum Iodatum: 730r GUAJOL: Guajacolum: 0r
FERR-LAC: Ferrum Lacticum: 3r GUAN: Guano Australis: 4r
FERR-M: Ferrum Muriaticum: 272r GUAR: Guarana: 105r
Repertório Homeopático Essencial 39
GUARE: Guarea Trichiloides: 314r IP: Ipecacuanha: 2392r
GUAT: Guatteria Gaumeri: 74r IPOM: Ipomoea Bona-nox: 74r
GUNP: Gunpowder: 15r IRID: Iridium Metallicum: 88r
GYMNE: Gymnema Silvestre: 13r IRID-M: Iridium Muriaticum: 4r
GYMNO: Gymnocladus Canadensis: 112r IRIS: Iris Versicolor: 803r
HAEM: Haematoxylon Campechianum: 91r IRIS-FA: Iris Factissima: 8r
HALL: Hall Aqua: 15r IRIS-FL: Iris Florentina: 19r
HALO: Haloperidolum: 69r IRIS-FOE: Iris Foetidissima: 51r
HAM: Hamamelis Virginiana: 961r IRIS-G: Iris Germanica: 3r
HARP: Harpagophytum Procumbens: 13r IRIS-PS: Iris Pseudacorus: 4r
HECLA: Hecla Lava: 135r IRIS-T: Iris Tenax: 27r
HED: Hedera Helix: 159r ITU: Itu: 11r
HEDEO: Hedeoma Pulegioides: 26r JAB: Jaborandi: 263r
HEDY: Hedysarum Ildefonsianum: 1r JAC: Jacaranda Gualandai: 86r
HELIA: Helianthus Annuus: 9r JAC-C: Jacaranda Caroba: 108r
HELIN: Heloninum: 8r JAL: Jalapa: 94r
HELIO: Heliotropinum: 12r JASM: Jasminum Officinale: 8r
HELL: Helleborus Niger: 2214r JATR: Jatropha Curcas: 368r
HELL-F: Helleborus Foetidus: 4r JATR-U: Jatropha Urens: 3r
HELL-O: Helleborus Orientalis: 1r JOAN: Joanesia Asoca: 20r
HELL-V: Helleboris Viridis: 7r JUG-C: Juglans Cinerea: 200r
HELM: Helminthochortos: 3r JUG-R: Juglans Regia: 221r
HELO: Heloderma: 149r JUNC-E: Juncus Effusus: 22r
HELON: Helonias Dioica: 494r JUNC-P: Juncus Pilosus: 3r
HELX: Helix Tosta: 0r JUNI: Juniperus Virginiana: 34r
HEP: Hepar Sulphur: 4136r JUNI-C: Juniperus Communis: 33r
HEPAT: Hepatica Triloba: 7r JUST: Justicia Adhatoda: 57r
HERA: Heracleum Sphondylium: 23r KALI-A: Kali Aceticum: 49r
HEUCH: Heuchera Americana: 0r KALI-AR: Kali Arsenicosum: 1311r
HIP-AC: Hippuricum Acidum: 65r KALI-BI: Kali Bichromicum: 2719r
HIPP: Hippomanes: 316r KALI-BIOX: Kali Bioxalicum: 3r
HIPPOZ: Hippozaeninum: 190r KALI-BIT: Kali Bitartaricum: 10r
HIR: Hirudo Medicinalis: 53r KALI-BR: Kali Bromatum: 1262r
HIST: Histaminum Muriaticum: 180r KALI-C: Kali Carbonicum: 4798r
HOIT: Hoitzia Coccinea: 27r KALI-CAUS: Kali Causticum: 3r
HOM: Homarus: 28r KALI-CHL: Kali Chloricum: 727r
HOME: Homeria Collina: 4r KALI-CHLS: Kali Chlorosum: 5r
HUME: Humea Elaps: 0r KALI-CHR: Kali Chromicum: 6r
HURA: Hura Brasiliensis: 592r KALI-CIT: Kali Citricum: 4r
HURA-C: Hura Crepitans: 7r KALI-CY: Kali Cyanatum: 191r
HYDR: Hydrastis Canadensis: 1251r KALI-F: Kali Fluoratum: 13r
HYDR-AC: Hydrocyanicum Acidum: 701r KALI-FCY: Kali Ferrocyanatum: 102r
HYDRANG: Hydrangea Arborescens: 33r KALI-HP: Kali Hypophosphoricum: 11r
HYDRC: Hydrocotyle Asiatica: 222r KALI-I: Kali Iodatum: 1780r
HYDRIN-M: Hydrastinum Muriaticum: 11r KALI-M: Kali Muriaticum: 1075r
HYDRIN-S: Hydrastinum Sulphuricum: 1r KALI-N: Kali Nitricum: 1873r
HYDRO-V: Hydrophylum Virginicum: 0r KALI-OX: Kali Oxalicum: 19r
HYDROBR-A: Hydrobromicum Acidum: 0r KALI-P: Kali Phosphoricum: 1705r
HYDROG: Hydrogenium: 882r KALI-PERM: Kali Permanganatum: 57r
HYDROPH: Hydrophis Cyanocinctus: 42r KALI-PIC: Kali Picricum: 8r
HYOS: Hyoscyamus Niger: 3546r KALI-S: Kali Sulphuricum: 1224r
HYOSIN: Hyosciaminum Bromatum: 62r KALI-S-CH: Kali Sulphuricum Chromic: 2r
HYPER: Hypericum Perforatum: 888r KALI-SAL: Kali Salicylicum: 6r
HYPO: Hypophyllum Sanguineum: 0r KALI-SIL: Kali Silicicum: 904r
HYPOTH: Hypothalamus: 51r KALI-SULA: Kali Sulphuratum: 8r
IBER: Iberis Amara: 169r KALI-SULO: Kali Sulphorosum: 4r
ICHTH: Ichthyolum: 43r KALI-T: Kali Tartaricum: 5r
ICTOD: Ictodes Foetida): 114r KALI-TEL: Kali Telluricum: 4r
IGN: Ignatia Amara: 4260r KALI-X: Kali Xanthogenicum: 3r
ILLE: Illecebrum Verticillatum: 4r KALM: Kalmia Latifolia: 785r
ILX-A: Ilex Aquifolium: 20r KAM: Kamala: 4r
ILX-C: Ilex Casseine: 2r KARA: Karaka: 0r
IMP: Imperatoria Ostruthium: 0r KARW-H: Karwinskia Humboldtiana: 6r
IND: Indium Metallicum: 395r KEROSE: Kerosenum: 2r
INDG: Indigo Tinctoria: 478r KEROSO: Kerosolenum: 33r
INDOL: Indolum: 56r KINO: Kino Australiensis: 8r
INFLU: Influenzinum: 4r KISS: Kissingen Aqua: 89r
INS: Insulinum: 2r KOLA: Kola: 217r
INUL: Inula Helenium: 96r KOU: Kousso: 2r
IOD: Iodium: 2987r KREOS: Kreosotum: 2427r
IODOF: Iodoformium: 169r KRES: Kreslolum: 105r
40 Aldo Farias Dias
KURCH: Kurchi: 13r LYCPS: Lycopus Virginicus: 411r
LAC-AC: Lacticum Acidum: 482r LYCPS-EU: Lycopus Europaeus: 0r
LAC-C: Lac Caninum: 1535r LYSI: Lysimachia Nummularia: 3r
LAC-D: Lac Vaccinum Defloratum: 584r LYSS: Lyssinum: 1362r
LAC-F: Lac Felinum: 97r M-AMBO: Magnetis Poli Ambo: 29r
LAC-V: Lac Vaccinum: 15r M-ARCT: Magnetis Polus Arcticus: 370r
LAC-V-C: Lac Vaccinum Coagulatum: 1r M-AUST: Magnetis Polus Australis: 274r
LAC-V-F: Lac Vaccini Flos: 1r MACRO: Macrotinum: 51r
LACER: Lacerta Agilis: 16r MACROZ: Macrozamia Spiralis: 2r
LACH: Lachesis Mutus: 6301r MAG-BCIT: Magnesia Barocitrica: 2r
LACHN: Lachnanthes Tinctoria: 370r MAG-C: Magnesia Carbonica: 2850r
LACT: Lactuca Virosa: 645r MAG-F: Magnesia Fluorata: 44r
LACT-S: Lactuca Sativa: 0r MAG-I: Magnesia Iodata: 11r
LACTRM: Lactucarium Thridace: 0r MAG-M: Magnesia Muriatica: 2472r
LAM: Lamium Album: 103r MAG-P: Magnesia Phosphorica: 735r
LAP-A: Lapis Albus: 83r MAG-S: Magnesia Sulphurica: 755r
LAPA: Lapathum Acutum: 9r MAG-U: Magnesia Usta: 2r
LAPPA: Lappa Arctium: 66r MAGN-GL: Magnolia Glauca: 9r
LAPS: Lapsana Communis: 4r MAGN-GR: Magnolia Grandiflora: 25r
LAT-H: Latrodectus Hasselti: 4r MALAND: Malandrinum: 80r
LAT-K: Latrodectus Katipo: 17r MALAR: Malaria Officinalis: 26r
LAT-M: Latrodectus Mactans: 175r MALATOX: Malariatoxinum: 0r
LATH: Lathyrus Sativus: 101r MANC: Mancinella: 802r
LAUR: Laurocerasus (laur.): 2116r MAND: Mandragora Officinarum: 299r
LEC: Lecithinum: 161r MANG: Manganum Aceticum: 2099r
LED: Ledum Palustre: 2037r MANG-COLL: Manganum Colloidale: 2r
LEM-M: Lemna Minor: 43r MANG-M: Manganum Muriaticum: 17r
LEON: Leonurus Cardiaca: 4r MANG-O: Manganum Oxydatum: 11r
LEPI: Lepidium Bonariense: 126r MANG-S: Manganum Sulphuricum: 3r
LEPT: Leptandra Virginica: 215r MANGI: Mangifera Indica: 33r
LESP-C: Lespedeza Capitata: 0r MANZ: Manzanita: 2r
LESP-S: Lespedeza Sieboldii: 0r MARR: Marrubium Album: 3r
LEV: Levico Aqua: 1r MATE: Mate: 7r
LEVIST: Levisticum Officinale: 0r MATI: Matico: 4r
LEVO: Levomepromazinum: 74r MATTH: Matthiola Graeca: 2r
LIAT: Liatris Spicata: 21r MEC: Meconium: 6r
LIL-A: Lilium Album: 0r MED: Medorrhinum: 2125r
LIL-S: Lilium Superbum: 42r MEDUS: Medusa: 26r
LIL-T: Lilium Tigrinum: 1334r MEL-C-S: Mel Cum Sale: 8r
LIM: Limulus Cyclops: 39r MELA: Melastama Ackermanni: 4r
LIMX: Limex Alter: 0r MELAL: Melaleuca Hypericifolia: 0r
LINA: Linaria Vulgaris: 23r MELI: Melilotus Officinalis: 289r
LINU-C: Linum Catharticum: 37r MELI-A: Melilotus Alba: 1r
LINU-U: Linum Usitatissimum: 13r MELIS: Melissa Officinalis: 0r
LIP: Lippia Mexicana: 6r MELIT: Melitagrinum: 5r
LIPP: Lippspringe Aqua: 72r MELO: Melolontha Vulgaris: 0r
LITH-BE: Lithium Benzoicum: 4r MENINGOC: Meningococcinum: 6r
LITH-BR: Lithium Bromatum: 5r MENIS: Menispermum Canadense: 52r
LITH-C: Lithium Carbonicum: 483r MENTH: Mentha Piperita: 75r
LITH-LAC: Lithium Lacticum: 2r MENTH-PU: Mentha Pulegium: 14r
LITH-M: Lithium Muriaticum: 6r MENTH-V: Mentha Viridis: 0r
LITH-SAL: Lithium Salicylicum: 3r MENTHO: Mentholum: 1r
LOA: Loasa Tricolor: 0r MENY: Menyanthes Trifoliata: 1135r
LOB: Lobelia Inflata: 712r MEPH: Mephitis Putorius: 527r
LOB-A: Lobelia Acetum: 0r MERC: Mercurius Solubilis: 5917r
LOB-C: Lobelia Cardinalis: 30r MERC-A: Mercurius Aceticus: 29r
LOB-D: Lobelia Dortmanna: 0r MERC-AUR: Mercurius Auratus: 31r
LOB-E: Lobelia Erinus: 4r MERC-BR: Mercurius Bromatus: 13r
LOB-P: Lobelia Purpurascens: 20r MERC-C: Mercurius Corrosivus: 1549r
LOB-S: Lobelia Syphilitica: 57r MERC-CY: Mercurius Cyanatus: 217r
LOBIN: Lobelinum: 0r MERC-D: Mercurius Dulcis: 208r
LOL: Loleum Temulentum: 85r MERC-I-F: Mercurius Iodatus Flavus: 614r
LON-C: Lonicera Caprifolium: 1r MERC-I-R: Mercurius Iodatus Ruber: 541r
LON-P: Lonicera Pericylmenun: 1r MERC-K-I: Mercurius Biniodatus Cum: 4r
LON-X: Lonicera Xylosteum: 15r MERC-METH: Mercurius Methylenus: 19r
LUF-ACT: Luffa Actangula: 1r MERC-NS: Mercurius Nitrosus: 30r
LUF-OP: Luffa Operculata: 15r MERC-P: Mercurius Phosphoricus: 13r
LUP: Lupulus Humulus: 34r MERC-PR-A: Mercurius Praecipitatus A: 6r
LUPIN: Lupulinum: 1r MERC-PR-F: Mercurius Praecipitatus F: 2r
LYC: Lycopodium Clavatum: 6972r MERC-PR-R: Mercurius Praecipitatus R: 34r
LYCPR: Lycopersicum Esculentum: 90r MERC-S-CY: Mercurius Sulphocyanatus: 3r
Repertório Homeopático Essencial 41
MERC-SUL: Mercurius Sulphuricu: 228r NAT-P: Natrum Phosphoricum: 1238r
MERC-TN: Mercurius Tannicus: 2r NAT-S: Natrum Sulphuricum: 1994r
MERL: Mercurialis Perennis: 391r NAT-S-C: Natrum Sulphocarbolicum: 5r
MESP: Mespillus Germanica: 0r NAT-SAL: Natrum Salicylicum: 39r
METH-AE-A: Methylium Aethyloaetherum: 10r NAT-SEL: Natrum Selenicum: 3r
METH-SAL: Methylium Salicylicum: 0r NAT-SIL: Natrum Silicicum: 389r
METHYL: Methylenum Coeruleum: 30r NAT-SIL-F: Natrum Silicofluoricum: 2r
METHYS: Methysergidum: 31r NAT-SUC: Natrum Succinicum: 0r
MEZ: Mezzereum: 2901r NAT-SULA: Natrum Sulphuratum: 1r
MICR: Micromeria Douglasii: 0r NAT-SULO: Natrum Sulphurosum: 1r
MILL: Millefolium: 508r NAT-TAUR: Natrum Taurocholicum: 0r
MIM-H: Mimosa Humilis: 1r NAT-TEL: Natrum Telluricum: 0r
MIM-P: Mimosa Pudica: 27r NECT: Nectandra Amare: 0r
MIT: Mitchella Repens: 105r NECTRIN: Nectrianinum: 3r
MOLY-MET: Molybdaenum Metallicum: 22r NEG: Negundium Americanum: 0r
MOM-B: Momordica Balsamica: 8r NEP: Nepenthes Distillatoria: 75r
MOM-CH: Momordica Charantia: 0r NEPET: Nepeta Cataria: 4r
MONAR: Monarda Didyma: 0r NEUR: Neurinum: 0r
MONI: Monilia Albicans: 4r NICC: Niccolum Metallicum: 809r
MONO: Monotropa Uniflora: 0r NICC-S: Niccolum Sulphuricum: 19r
MONS: Monsonia Ovata: 0r NICOT: Nicotinum: 60r
MORB: Morbillinum: 4r NID: Nidus Edulis: 27r
MORG: Baccilus Morgan: 259r NIG-D: Nigella Damascena: 0r
MORPH: Morphinum: 536r NIG-S: Negella Sativa: 0r
MOSCH: Moschus: 1646r NIT-AC: Nitricum Acidum: 4673r
MUC-U: Mucuna Urens: 0r NIT-M-AC: Nitromuriaticum Acidum: 15r
MUCOR: Mucor Mucedo: 4r NIT-S-D: Nitri Spiritus Dulcis: 119r
MUCOT: Mucotoxinum: 0r NITRO-O: Nitrogenum Oxygenatum: 114r
MUR-AC: Muriaticum Acidum: 2330r NUPH: Nuphar Luteum: 96r
MURU: Murure Leite: 3r NUX-A: Nux Absurda: 0r
MURX: Murex Purpurea: 383r NUX-M: Nux Moschata: 2453r
MUSA: Musa Sapientum: 30r NUX-V: Nux Vomica: 6686r
MUSCIN: Muscarinum: 1r NYCT: Nyctanthes Arbor Tristis: 24r
MUT: Bacillus Mutabilis: 19r NYMPH: Nymphaea Odorata: 7r
MYGAL: Mygale Lasiodora: 184r OCI: Ocimum Canum: 91r
MYOS-A: Myosotis Arvensis: 10r OCI-S: Ocimum Sanctum: 69r
MYOS-S: Myosotis Symphytifolia: 4r OENA: Oenanthe Crocata: 401r
MYRIC: Myrica Cerifera: 374r OENO: Oenothera Biennis: 3r
MYRIS: Myristica Sebifera: 71r OEST: Oestrus Cameli: 2r
MYRRHA: Myrrha: 0r OKOU: Okoubaka Aubrevillei: 16r
MYRT-C: Myrtus Communis: 37r OL-AN: Oleum Animale Aethereum: 715r
MYRT-CH: Myrtus Cheken: 0r OL-CAR: Oleum Caryophyllatum: 1r
MYRT-P: Myrtus Pimenta: 0r OL-J: Oleum Jecoris Aselli: 249r
MYTIL: Mytilus Edulis: 0r OL-MYR: Oleum Myristica: 2r
NABAL: Nabalus Serpentaria: 38r OL-SANT: Oleum Santali: 32r
NAJA: Naja Tripudians: 1147r OL-SUC: Oleum Succinum: 1r
NAPHT: Naphta: 26r OLND: Oleander: 1442r
NAPHTIN: Naphthalinum: 16r ONIS: Oniscus Asellus: 30r
NARC-PO: Narcissus Poeticus: 1r ONON: Ononis Spinosa: 8r
NARC-PS: Narcissus Pseudonarcissus: 3r ONOP: Onopordon Acanthium: 47r
NARCIN: Narceinum: 10r ONOS: Onosmodium Virginianum: 386r
NARCOT: Narcotinum: 34r OP: Opium: 3268r
NARZ: Narzan Aqua: 9r OPER: Operculina Turpenthum: 22r
NAST: Nasturtium Aquaticum: 3r OPL: Oplia Farinosa: 0r
NAT-A: Natrum Aceticum: 38r OPOP: Opopanax Chironium: 0r
NAT-AE-S: Natrum Aethylosulphuricum: 0r OPUN-F: Opuntia Ficus: 1r
NAT-AR: Natrum Arsenicosum: 1168r OPUN-V: Opuntia Vulgaris: 78r
NAT-BE: Natrum Benzoicum: 0r ORCH: Orchitinum: 11r
NAT-BIC: Natrum Bicarbonicum: 1r OREO: Oreodaphne Californica: 8r
NAT-BR: Natrum Bromatum: 21r ORIG: Origanum Majorana: 160r
NAT-C: Natrum Carbonicum: 3814r ORIG-CR: Origanum Creticum: 0r
NAT-CAC: Natrum Cacodylicum: 2r ORIG-V: Origanum Vulgare: 25r
NAT-CH: Natrum Choleinicum: 10r ORNI: Ornithogalum Umbellatum: 49r
NAT-F: Natrum Fluoratum: 44r OSCILLOC: Oscillococcinum: 19r
NAT-HCHLS: Natrum Hypochlorosum: 74r OSM: Osmium Metallicum: 424r
NAT-HSULO: Natrum Hyposulphurosum: 0r OST: Ostrya Virginica: 15r
NAT-I: Natrum Iodatum: 24r OUABIN: Ouabainum: 0r
NAT-LAC: Natrum Lacticum: 2r OV: Ovininum: 43r
NAT-M: Natrum Muriaticum: 6088r OVI-P: Ovi Gallinae Pellicula: 19r
NAT-N: Natrum Nitricum: 95r OX-AC: Oxalicum Acidum: 989r
NAT-NS: Natrum Nitrosum: 4r OXAL: Oxalis Acetosella: 8r
42 Aldo Farias Dias
OXYD: Oxydendron Arboreum: 10r PLAN-MI: Plantago Minor: 0r
OXYG: Oxygenium: 279r PLAT: Platinum Metallicum: 3334r
OXYT: Oxytropis Lamberti: 90r PLAT-M: Platinum Muriaticum: 38r
PAEON: Paeonia Officinalis: 292r PLAT-M-N: Platinum Muriaticum Natr: 6r
PALL: Palladium Metallicum: 572r PLATAN: Platanus Occidentalis: 11r
PALO: Paloondo: 24r PLB: Plumbum Metallicum: 3280r
PANA: Panacea Arvensis: 9r PLB-A: Plumbum Aceticum: 31r
PANN: Panna = Aspidium Panna: 0r PLB-C: Plumbum Carbonicum: 0r
PAPIN: Papaverinum: 2r PLB-CHR: Plumbum Chromicum: 8r
PAR: Paris Quadrifolia: 1292r PLB-I: Plumbum Iodatum: 33r
PARAF: Paraffinum: 37r PLB-N: Plumbum Nitricum: 1r
PARAPH: Paraphenylendiaminum: 4r PLECT: Plectranthus Fruticosus: 86r
PARAT: Paratyphoidinum: 8r PLO-P: Plo-p: 0r
PARATHYR: Parathyreodinum: 11r PLUMBG: Plumbago Litteralis: 33r
PAREIR: Pareira Brava: 122r PLUME: Plumeria Celinus: 0r
PARIET: Parietaria Offinalis: 3r PNEU: Pneumococcinum: 53r
PARO-I: Paronychia Illecebrum: 28r PODO: Podophyllum: 1084r
PAROT: Parotidinum: 4r POLE: Polemonium Coeruleum: 0r
PARTH: Parthenium Hysterophorus: 49r POLL: Pollen: 2r
PASSI: Passiflora Incarnata: 61r POLYG-A: Polygonum Aviculare: 6r
PAST: Pastinaca Sattiva: 30r POLYG-H: Polygonum Hydropiperoid: 108r
PAULL: Paullinia Pinnata: 121r POLYG-M: Polygonum Maritmum: 4r
PECT: Pecten Jacobaeus: 9r POLYG-PE: Polygonum Persicaria: 8r
PED: Pediculus Capitis: 187r POLYG-S: Polygonum Sagitattum: 4r
PEDCLR: Pedicularis Candensis: 0r POLYM: Polymnia Uvedalia: 9r
PELARG: Pelargonium Reniforme: 0r POLYP-P: Polyporus Pinicol: 33r
PELLIN: Pelletierinum: 2r POLYTR: Polythricum Juniperinum: 2r
PEN: Penthorum Sedoides: 40r POP: Populus Tremuloides: 40r
PENIC: Penicillinum: 49r POP-C: Populus Candicans: 42r
PERH: Perhexilinum: 53r POT-A: Potentilla Anserina: 0r
PERI: Periploca Graeca: 2r POT-AU: Potentilla Aurea: 0r
PERS: Persea Americana: 27r POT-E: Potentilla Erecta: 0r
PERT: Pertussinum: 1r POT-R: Potentilla Reptans: 0r
PEST: Pestinum: 0r POT-T: Potentilla Tormentilla: 0r
PETI: Petiveria Tetranda: 87r POTA: Potamogeton Natans: 0r
PETR: Petroleum: 3389r PRIM-F: Primula Farinosa: 0r
PETROS: Petroselinum Sativum: 104r PRIM-O: Primula Obconica: 10r
PH-AC: Phosphoric Acidum: 4011r PRIM-V: Primula Veris: 26r
PHAL: Phallus Impudicus: 7r PRIN: Prinos Verticillatus: 0r
PHASE: Phaseolus Nanus: 36r PROP: Propylaminum: 5r
PHEL: Phellandrium Aquaticum: 516r PROT: Baccilus Proteus: 256r
PHENAC: Phenacetinum: 1r PRUN: Prunus Spinosa: 527r
PHENOB: Phenobarbitalum: 25r PRUN-D: Prunus Domestica: 0r
PHILA: Philadelphus Coronarius: 0r PRUN-M: Prunus Mahaleb: 0r
PHLE: Phleum Pratense: 0r PRUN-P: Prunus Padus: 4r
PHLOR: Phlorizinum: 0r PRUN-V: Prunus Virginiana: 17r
PHOS: Phosphorus: 7483r PRUNE: Prunella Vulgaris: 0r
PHOS-H: Phosphorus Hydrogenatus: 5r PSIL: Psilocybe Caerulescens: 371r
PHOS-PCHL: Phosphorus Pentachloratus: 0r PSOR: Psorinum: 2486r
PHYS: Physostigma Venenosum: 843r PSORAL: Psoralea Bituminosa: 0r
PHYSAL: Physalis Alkekengi: 18r PTEL: Ptelea Trifoliata: 711r
PHYSALA-P: Physalia Pelagica: 1r PULM-A: Pulmo Anaphylacticus: 4r
PHYT: Phytolacca Decandra: 1596r PULM-V: Pulmo Vulpis: 5r
PHYT-B: Phytolacca Berry: 0r PULMON: Pulmonaria Vulgaris: 0r
PIC-AC: Picricum Acidum: 869r PULS: Pulsatilla Pratensis: 6678r
PICRO: Picrotoxinum: 12r PULS-N: Pulsatilla Nuttalina: 98r
PILO: Pilocarpinum: 113r PULX: Pulex Irritans: 47r
PIME: Pimenta Officinalis: 0r PYRAR: Pyrarara: 15r
PIMP: Pimpinella Saxifraga: 22r PYRE-O: Pyrethrum Offinarum: 2r
PIN-C: Pinus Cupressus: 0r PYRE-P: Pyrethrum Parthenium: 14r
PIN-L: Pinus Lambertiana: 2r PYRE-R: Pyrethrum Roseum: 2r
PIN-S: Pinus Silvestris: 54r PYRO-AC: Pyrolignosum Acidum: 0r
PIP-M: Piper Methysticum: 296r PYROG: Pyrogenium: 616r
PIP-N: Piper Nigrum: 108r PYROL: Pyrola Rotundifolia: 0r
PIPE: Piperazinum: 15r PYRUS: Pyrus Americana: 88r
PISC: Piscidea Erythrina: 11r QUAS: Quassia Amara: 59r
PITU: Pituitarium Posterum: 346r QUEB: Quebracho: 17r
PITU-GL: Pituitaria Glandula: 0r QUERC: Quercus E Glandibus: 41r
PITUIN: Pituitrinum: 1r QUILL: Quillaya Saponaria: 11r
PIX: Pix Liquida: 18r RAD: Radium Metallicum: 56r
PLAN: Plantago Major: 596r RAD-BR: Radium Bromatum: 287r
Repertório Homeopático Essencial 43
RAJA-S: Rajania Subsamarata: 56r SANTIN: Santoninum: 148r
RAN-A: Ranunculus Acris: 27r SAPIN: Saponinum: 71r
RAN-B: Ranunculus Bulbosus: 1614r SAPO: Saponaria Officinalis: 23r
RAN-FI: Ranunculus Ficaria: 2r SARCOL-AC: Sarcolacticum Acidum: 62r
RAN-FL: Ranuculus Flammula: 2r SAROTH: Sarothamnus Scoparius: 146r
RAN-G: Ranunculus Glacialis: 6r SARR: Sarracenia Purpurea: 343r
RAN-R: Ranuculus Repens: 5r SARS: Sarsaparilla Officinalis: 2254r
RAN-S: Ranunculus Sceleratus: 821r SASS: Sassafras Officinalis: 0r
RAPH: Raphanus Sativus: 636r SAUR: Saururus Cernuus: 3r
RAPHANI: Raphanistrum Arvense: 3r SAXI: Saxifraga Granulata: 0r
RAT: Ratanhia Peruviana: 532r SCAM: Scammonium: 7r
RAUW: Rauwolfia Serpentina: 199r SCARL: Scarlatinum: 2r
REIN: Reinerz Aqua: 0r SCHIN: Schinus Molle: 2r
RES: Resorcinum: 2r SCIR: Scirrhinum: 37r
RESER: Reserpinum: 45r SCOL: Scolopendra Morsitans: 30r
RHAM-CAL: Rhamnus Californica: 7r SCOLO-V: Scolopendrium Vulgare: 0r
RHAM-CATH: Rhamnus Cathartica: 2r SCOP: Scopolia Carniolica: 3r
RHAM-F: Rhamnus Frangula: 5r SCOPIN: Scopolaminun Bromatum: 2r
RHEUM: Rheum Palmatum: 1052r SCOR: Scorpio Europaeus: 804r
RHOD: Rhododendron Ferrugineum: 1817r SCROPH-M: Scrophularia Marylandica: 0r
RHODI: Rhodium Metallicum: 25r SCROPH-N: Scrophularia Nodosa: 95r
RHODI-O-N: Rhodium Oxydatum Nitricum: 4r SCUT: Scutellaria Laterifolia: 139r
RHUS-A: Rhus Aromatica: 31r SEC: Secale Cornutum: 2360r
RHUS-C: Rhus Cotinus: 3r SED-AC: Sedum Acre: 14r
RHUS-D: Rhus Diversiloba: 16r SED-R: Sedum Repens: 1r
RHUS-G: Rhus Glabra: 32r SED-T: Sedum Telephium: 0r
RHUS-L: Rhus Laurina: 0r SEDI: Sedinha: 7r
RHUS-R: Rhus Radicans: 113r SEL: Selenium Metallicum: 1525r
RHUS-T: Rhus Toxicodendron: 5525r SELI: Selinum Carvifolium: 0r
RHUS-V: Rhus Venenata: 432r SEM-T: Semen Tiglii: 0r
RHUS-VER: Rhus Vernix: 2r SEMP: Sempervivum Tectorum: 24r
RIB-AC: Ribonucleinicum Acidum: 54r SENEC: Senecio Aureus: 549r
RIC: Ricinus Communis: 41r SENEC-J: Senecio Jacobaea: 6r
ROB: Robinia Pseudacacia: 394r SENECIN: Senecinum: 0r
ROS-CA: Rosa Canina: 0r SENEG: Senega: 1418r
ROS-CE: Rosa Centifolia: 0r SENN: Senna: 75r
ROS-D: Rosa Damascena: 5r SEP: Sepia Officinalis: 6537r
ROSM: Rosmarinus Officinalis: 12r SEPTI: Septiceminum: 1r
RUB-T: Rubia Tinctorum: 18r SER-ANG: Serum Anguillae: 23r
RUBU: Rubus Villosus: 0r SERP: Serpentaria Aristolochia: 44r
RUDB-H: Rudbeckia Hirta: 0r SIEG: Siegesbeckia Orientalis: 76r
RUMX: Rumex Crispus: 801r SIL: Silicea Terra: 5827r
RUMX-A: Rumex Acetosa: 11r SIL-MAR: Silica Marina: 8r
RUSS: Russula Foetens: 14r SILPHO: Silphion Cyrenaicum: 0r
RUTA: Ruta Graveolens: 2006r SILPHU: Silphium Lacinatum: 16r
SABAD: Sabadilla: 2316r SIMA: Simaruba Amara: 2r
SABAL: Sabal Serrulata: 222r SIN-A: Sinapis Alba: 82r
SABIN: Sabina: 1794r SIN-N: Sinapis Nigra: 275r
SACCH: Saccharum Officinale: 118r SISY: Sisyrinchium Galaxoides: 2r
SACCH-L: Saccharum Lactis: 20r SIUM: Sium Latifolium: 12r
SACCHIN: Saccharinum: 0r SKAT: Skatolum: 6r
SAL-AC: Salicylicum Acidum: 237r SKOOK: Skookum Chuck Aqua: 27r
SAL-AM: Salix Americana: 0r SLAG: Slag: 8r
SAL-N: Salix Nigra: 26r SOL-A: Solanum Arrebanta: 14r
SAL-P: Salix Purpurea: 6r SOL-C: Solanum Carolinense: 10r
SALAM: Salamandra Maculata: 7r SOL-M: Solanum Mammosum: 31r
SALIN: Salicinum: 8r SOL-N: Solanum Nigrum: 372r
SALOL: Salolum: 0r SOL-O: Solanum Oleraceum: 11r
SALV: Salvia Officinalis: 6r SOL-PS: Solanum Pseudocapsicum: 0r
SALV-SC: Salvia Sclarea: 0r SOL-T: Solanum Tuberosum: 22r
SAMARS: Samarsite: 42r SOL-T-AE: Solanum Tuberosum Aegrota: 281r
SAMB: Sambucus Nigra: 1162r SOLID: Solidago Virgaurea: 100r
SAMB-C: Sambucus Canadensis: 17r SOLIN: Solanium Aceticum: 26r
SAMB-E: Sambucus Ebulus: 3r SOPH: Sophora Japonica: 0r
SANG: Sanguinaria Canadensis: 1562r SPHING: Sphingurus: 76r
SANG-N: Sanguinarinum Nitricum: 34r SPIG: Spigelia Anthelmia: 2664r
SANG-T: Sanguinarinum Tartaricum: 0r SPIG-M: Spigelia Marylandica: 15r
SANGUISO: Sanguisorba Officinalis: 9r SPIL: Spilanthes Oleracea: 0r
SANIC: Sanicula Aqua: 857r SPIR-SULA: Spiritus Sulphuratus: 0r
SANIC-EU: Sanicula Europaea: 0r SPIRA: Spiranthes Autumnalis: 83r
SANTA: Santalum Album: 22r SPIRAE: Spiraea Ulmaria: 75r
44 Aldo Farias Dias
SPONG: Spongia Tosta: 2426r TEUCR-S: Teucrium Scorodonia: 13r
SQUIL: Squilla Maritima: 1399r THAL: Thallium Metallicum: 185r
STACH: Stachys Betonica: 16r THAL-S: Thalium Sulphuricum: 0r
STANN: Stannum Metallicum: 2662r THALA: Thalamus: 51r
STANN-I: Stannum Iodatum: 16r THEA: Thea Chinensis: 368r
STANN-M: Stannum Muriaticum: 2r THEBIN: Thebainum: 0r
STANN-PCH: Stannum Perchloratum: 2r THER: Theridion Curassavicum: 686r
STAPH: Staphisagria: 4015r THEV: Thevetia Nerifolia: 0r
STAPHYCOC: Staphylococcinum: 6r THIOP: Thioproperazinum: 98r
STAPHYTOX: Staphylotoxinum: 0r THIOSIN: Thiosinaminum: 55r
STEL: Stellaria Media: 55r THLAS: Thlaspi Bursa Pastoris: 210r
STICT: Sticta Pulmonaria: 450r THUJ: Thuya Occidentalis: 4614r
STIGM: Stigmata Maydis: 45r THUJ-L: Thuya Lobbii: 22r
STILL: Stillingia Silvatica: 242r THYM-GL: Thymi Glandulae Extractum: 0r
STRAM: Stramonium: 3640r THYMOL: Thymolum: 84r
STREPT-EN: Baccilus Enterococcus: 0r THYMU: Thymus Serpyllum: 12r
STREPTOC: Streptococcinum: 9r THYR: Thyreoidinum: 333r
STRONT: Strontium Metallicum: 145r THYREOTR: Thyreotropinum: 18r
STRONT-BR: Strontium Bromatum: 8r TIL: Tilia Europaea: 417r
STRONT-C: Strontium Carbonicum: 1243r TINAS: Tinaspora Cordifolia: 0r
STRONT-I: Strontium Iodatum: 8r TITAN: Titanium Metallicum: 17r
STRONT-N: Strontium Nitricum: 10r TOL: Toluidinum: 0r
STROPH-H: Strophanthus Hispidus: 117r TONG: Tongo Odorata: 66r
STROPH-S: Strophanthus Sarmentosus: 54r TOR: Torula Cerevisiae: 19r
STRY: Strychninum Purum: 626r TORM: Tormentilla Erecta: 0r
STRY-AR: Strychninum Arsenicosum: 17r TOX-TH: Toxicophloea Thunbergi: 2r
STRY-N: Strychninum Nitricum: 9r TOXI: Toxicophis Pugnax: 16r
STRY-P: Strychninum Phosphoricum: 47r TRACH: Trachinus Draco: 17r
STRY-S: Strychninum Sulphuricum: 6r TRAD: Tradascantia Diuretica: 3r
STRY-VAL: Strychninum Valerianicum: 2r TRIB: Tribulus Terrestris: 26r
STRYCH-G: Strychnos Gaultheriana: 10r TRICH: Trichosanthes Amara: 0r
STRYPH: Stryphnodendron Barbatima: 0r TRIF-P: Trifolium Pratense: 79r
SUCC: Succinum: 18r TRIF-R: Trifolium Repens: 16r
SUCC-AC: Succinicum Acidum: 0r TRIL: Trillium Pendulum: 237r
SUL-AC: Sulphuricum Acidum: 2513r TRIL-C: Trillium Cernuum: 14r
SUL-H: Sulphur Hydrogenisatum: 24r TRINIT: Trinitrotoluenum: 39r
SUL-I: Sulphur Iodatum: 1023r TRIOS: Triosteum Perfoliatum: 44r
SUL-TER: Sulphur Terebenthinatum: 6r TRITIC: Triticum Repens: 20r
SULFA: Sulfanilamidum: 76r TRITO: Trito: 0r
SULFON: Sulfonalum: 41r TROM: Trombidium Muscae Domesti: 194r
SULFONAM: Sulfonamidum: 38r TROP: Tropaeolum Majus: 0r
SULO-AC: Sulphurosum Acidum: 29r TUB: Tuberculinum Bovinum Kent: 1800r
SULPH: Sulphur: 8018r TUB-A: Tuberculinum Avis: 69r
SUMB: Sumbulus Moschatus: 750r TUB-D: Tuberculinum Denys: 2r
SYC: Bacillus Sycoccus: 402r TUB-K: Tuberculinum Koch: 46r
SYM-R: Symphoricarpus Racemosus: 23r TUB-M: Tuberculinum Marmorek: 41r
SYMPH: Symphitum Officinalis: 108r TUB-R: Tuberculinum Residuum: 59r
SYPH: Syphilinum: 1086r TUB-SP: Tuberbulinum Spengler: 2r
SYR: Syringa Vulgaris: 2r TUS-FA: Tussilago Farfara: 0r
SYZYG: Syzygium Jambolanum: 10r TUS-FR: Tussilago Fragans: 15r
TAB: Tabacum: 1651r TUS-P: Tussilago Petasites: 19r
TAM: Tamus Communis: 7r TYPH: Thypha Latifolia: 0r
TAMA: Tamarix Germanica: 29r ULM: Ulmus Campestris: 9r
TANAC: Tanacetum Vulgare: 137r UPA: Upas Tieut: 241r
TANG: Tanghinia Venefifera: 4r UPA-A: Upas Antilaris: 2r
TANN-AC: Tannicum Acidum: 10r UR-AC: Uricum Acidum: 9r
TARAX: Taraxacum Officinale: 1063r URAN: Uranium Metallicum: 114r
TARENT: Tarentula Hispanica: 2035r URAN-N: Uranium Nitricum: 164r
TARENT-C: Tarentula Cubensis: 215r URANOTH: Uranothorium: 0r
TART-AC: Tartaricum Acidum: 22r UREA: Urea Pura: 31r
TAX: Taxus Baccata: 207r UREA-N: Urea Nitrica: 3r
TELA: Tela Aranae: 30r URT-C: Urtica Crenulata: 4r
TELL: Tellurium Metallicum: 554r URT-G: Urtica Gigas: 0r
TELL-AC: Telluricum Acidum: 2r URT-U: Urtica Urens: 329r
TEP: Teplitz Aqua: 205r USN: Usnea Barbata: 10r
TER: Terebinthiniae Oleum: 937r UST: Ustilago Maydis: 520r
TERE-CH: Terebinthina Chlos: 18r UVA: Uva Ursi: 113r
TEREBE: Terebenum: 12r UVAR: Uvaria Triloba: 0r
TET: Tetradymitum: 24r UZA: Uzara: 4r
TETOX: Tetanotoxinum: 4r V-A-B: Vaccin Attenue Bilie: 64r
TEUCR: Teucrium Marum Verum: 1022r VAC: Vaccininum: 93r
Repertório Homeopático Essencial 45
VACC-M: Vaccinium Myrtillus: 0r VIT: Vitex Trifolia: 2r
VALER: Valeriana Officinalis: 1591r VITR: Vitrum Antimonii: 5r
VANAD: Vanadium Metallicum: 57r VOES: Voeslau Aqua: 22r
VANIL: Vanilla Aromatica.: 0r WIES: Wiesbaden Aqua: 101r
VARIO: Variolinum: 163r WILDB: Wildbad Aqua: 42r
VEN-M: Venus Mercenaria: 52r WILDU: Wildungen Aqua: 0r
VERAT: Veratrum Album: 4231r WYE: Wyethia Helenoides: 163r
VERAT-N: Veratrum Nigrum: 4r X-RAY: X-ray: 183r
VERAT-V: Veratrum Viride: 893r XAN: Xantoxylum Fraxineum: 446r
VERB: Verbascum Thapsus: 993r XANRHI: Xanthorrhiza Apifolia: 0r
VERB-N: Verbascum Nigrum: 2r XANRHOE: Xanthorroea Arborea: 0r
VERBE-H: Verbena Urticaefolia: 2r XANTH: Xanthium Spinosum: 48r
VERBE-U: Verbena Urticaefolia: 0r XERO: Xerophyllum: 87r
VERIN: Veratrinum: 14r XIPH: Xiphosura Americana: 0r
VERO-B: Veronica Beccabunga: 0r YOHIM: Yohimbinum: 56r
VERO-O: Veronica Officinalis: 65r YUC: Yucca Filamentosa: 88r
VESI: Vesicaria Communis: 24r ZEA-I: Zea Italica: 12r
VESP: Vespa Crabro: 273r ZINC: Zincum Metallicum: 4116r
VIB: Viburnum Opulus: 336r ZINC-A: Zincum Aceticum: 19r
VIB-OD: Viburnum Oderatissinum: 0r ZINC-AR: Zincum Arsenicosum: 13r
VIB-P: Viburnum Prunifolium: 13r ZINC-BR: Zincum Bromatum: 6r
VIB-T: Viburnum Tinus: 3r ZINC-C: Zincum Carbonicum: 11r
VICHY-G: Vichy Aqua Grande Grille: 21r ZINC-CY: Zincum Cyanatum: 14r
VICHY-H: Vichy Aqua Hopital: 1r ZINC-FCY: Zincum Ferrocyanatum: 5r
VINC: Vinca Minor: 256r ZINC-I: Zincum Iodatum: 51r
VINCE: Vincetoxicum Officinale: 3r ZINC-M: Zincum Muriaticum: 79r
VIOL-O: Viola Odorata: 573r ZINC-O: Zincum Oxydatum: 57r
VIOL-T: Viola Tricolor: 846r ZINC-P: Zincum Phosporicum: 930r
VIP: Vipera Berus: 671r ZINC-PIC: Zincum Picricum: 28r
VIP-A: Vipera Aspis: 53r ZINC-S: Zincum Sulphuricum: 79r
VIP-L-F: Vipera Lachesis Fel: 0r ZINC-VAL: Zincum Valerianicum: 117r
VIP-R: Vipera Redi: 16r ZING: Zingiber Officinale: 443r
VISC: Viscum Album: 430r ZIZ: Zizia Aurea: 219r
VISC-Q: Viscum Quercinum: 0r
Dedicado a Paramahamsa Yogananda!