Você está na página 1de 33

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

FEELT – FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA

SEMINÁRIO:

FONTES ÓTICAS

Aluno: Lucas Eduardo Ribeiro


Paulo Vitor Costa Lima
Introdução
Estudaremos :
Os feixes gerados pelas fontes de luz transportam a
informação.
Para colocar os dados na fibra é através da modulação de
corrente de entrada
Bandas de energia
•A teoria da banda fornece uma simples explicação da operação de
semicondutores emissores (e detectores).
LEDs
LED é uma junção formado por semicondutores diferentes, ele faz
com que a região ativa tenha um maior índice de refraçãodo que os
materiais de cada lado,formando um guia de ondas óptico.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs

A potência óptica gerada por um LED é linearmente proporcional à


corrente aplicada.
A abertura numérica limitada da fibra reduz significativamente a
potência acoplada.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs

•A modulação digital está ilustrada na figura abaixo, o diodo é


modulado por uma fonte de corrente, que simplesmente liga ou
desliga o LED.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs

•A modulação analógica necessita de uma polarização de corrente


continua para manter a corrente total na direção para a frente em
todos os momentos.
CARACTERISTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs

•Emissores de superfície irradiam no que é chamado de padrão


Lambertiano, ilustrado na figura .
•Onde a potência diminui proporcionalmente à cos θ, onde θ é o
ângulo entre a direção de visão e a normal à superfície. A largura do
feixe de meia potência é de 120 ° para um emissor Lambertiano.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LEDs

•Emissores de borda concentram mais a sua radiação. O feixe é


Lambertiano no plano paralelo ao plano de junção, mas diverge de
forma mais lenta no plano perpendicular.
•LEDs são muito confiáveis ​e de longa duração se operado dentro da
potência, tensão, corrente, e limites de temperatura especificados
Laser
•Embora o díodo de laser semicondutor é o laser mais comum para as
comunicações de fibra, vários outros lasers serão mencionados: o laser
de gás (que operam na região visível do espectro), o Nd: laser de YAG
(Neodímio ítrio-alumínio-granada), que opera no infravermelho, e o
laser de fibra.
Laser
•O laser de gás, principalmente emissor de laser de hélio-néon, é
utilizado para testar fibras ópticas e outros dispositivos de fibras óticas.
Em um teste simples um feixe de laser HeNe é acoplado a uma fibra
nua para detectar uma ruptura ou fissura.
•O Nd: laser YAG é um dispositivo de estado sólido, com comprimento
de onda de 1,06 µm. Nd: YAG não é candidato para comunicações de
fibra ótica.
Características comum entre os
laser
•Bombeamento limiar : A potência de entrada de um laser deve estar
acima de um nível de limiar para que o dispositivo emita.
•Espectro de saída : A potência de saída do laser não é de uma
frequência única, mas estende-se por uma gama de frequências.
•Padrão de radiação :A gama de ângulos sobre os quais o laser emite
luz depende do tamanho da área de emissão e dos modos de oscilação
no interior do laser.
DIODOS LASER
•A maioria dos diodos laser são emissores de borda. Quando
polarizado diretamente, as cargas são injetadas na camada ativa, onde
a recombinação ocorre, causando a emissão espontânea de fótons.
•Se a densidade de corrente é suficientemente elevada, então um
grande número de cargas injetadas estão disponíveis para
recombinação estimulada, o ganho óptico será grande. O limiar de
corrente é atingido quando o ganho é grande o suficiente para
compensar as perdas do diodo.
DIODOS LASER
•A luz não está totalmente confinada na camada ativa porque um
campo Nevanescente se estende além dos limites da total reflexão.
•Diodos irradiando um espectro contendo diversos modos
longitudinais geralmente têm campos compostas de vários modos
transversais.
•Lasers de apenas um modo transversal casam de forma mais eficiente
em fibras monomodo do que lasers multimodo, porque a fonte e os
padrões do modo da fibra são quase idênticos.
•O ângulo dos raios do laser pode ser ajustado através da colocação de
uma lente entre o laser e a fibra.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

A potência ótica de saída versus corrente de entrada de um diodo


laser
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

•Diodos laser são mais sensíveis à temperatura do que os LEDs.


•Com uma corrente constante, a potência de saída de um diodo de
laser irá diminuir se a temperatura subir.
•Para superar este problema podemos resfriar o diodo
termoeletricamente ou mudar a corrente de polarização para
compensar o limiar alterado.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

•É possível notar que para uma corrente constante, quanto menor a


temperatura maior será a energia óptica de saída.
CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

•A corrente de excitação é apenas um pouco acima do limiar, sendo


que os diodos laser produzem espectros multimodos, conforme a
figura:

CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

•O espectro de um laser de um único modo longitudinal é


representado abaixo, dessa forma pode-se notar que a sua largura de
linha é muito menor do que a de um laser multimodo, isso irá
minimizar a dispersão material na fibra, justamente pela largura de
banda estreita.

CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DOS LASER

•Diodos laser não irradiam simetricamente. A luz proveniente do diodo


laser está contida dentro de uma região muito menor angular, isso faz
com que o aclopamento de uma fibra seja mais fácil e mais eficiente.

REQUISITOS PARA CONSTRUÇÃO DE DIODOS LASER

•Hermeticamente vedado em todas as derivações. Isso inclui as


ligações elétricas e a fibra.
•Posicionamento preciso do chip laser para ajudar no alinhamento com
a fibra.
•Colocar um fotodetector para controlar a energia emitida a partir da
face traseira do laser.
•Para o funcionamento em temperaturas elevadas, o diodo pode ser
montado em um refrigerador termoelétrico construído no interior da
embalagem.

DIODO LASER

•Um diodo laser montado com monitor de potência é esboçado abaixo.


O fotodetector mede a potência irradiada a partir da face traseira do
emissor.


DIODO LASER DE REALIMENTAÇÃO DISTRIBUÍDA

•Esse tipo de laser tem uma cavidade ondulada gravada internamente


logo acima da região ativa que forma uma grade óptica que,
seletivamente, reflete a luz de acordo com seu comprimento de onda.
•O comprimento de onda de funcionamento é determinado a partir da
lei de Bragg;


AMPLIFICADORES ÓTICOS

•Para sistemas digitais um regenerador pode ser colocado no trajeto


para reformular e amplificar os impulsos.
•Por meio da detecção do sinal óptico, assim determina-se a presença
de uns e zeros e se reconstrói o sinal óptico original modulando uma
fonte de luz.


AMPLIFICADORES ÓTICOS

•A conversão de um sinal óptico analógico para a forma elétrica para


amplificar e retransmitir é caro, isso nos leva a escolher por um
amplificador totalmente óptico.
•Amplificadores de potência irão permitir a extensão de links limitados
em potência.


AMPLIFICADORES ÓTICOS

•Feixe de sinal e feixe de bombeamento viajam juntos através da fibra,


o feixe do sinal aumenta continuamente em força enquanto esgota a
potência da bomba.
•O multiplexador de comprimento de onda remove quaisquer fótons
bombeados não absorvidos pela fibra dopada de modo que eles não
atingem o receptor e interfira na detecção do sinal.


AMPLIFICADORES ÓTICOS

•O comprimento ótimo depende da quantidade de energia de


bombeamento disponível.
•Teoria sobre a figura de ruído;


LASER DA FIBRA

•Como amplificadores de fibras estão disponíveis e um laser consiste


num amplificador com realimentação, um laser de fibra é possível,
como mostrado abaixo:


LASER DA FIBRA

•Fonte da bomba: Diodo laser


•M1: espelho pelo qual a saída do diodo laser passa para a fibra
dopada ativa.
•Comprimento de onda da bomba λP
•Comprimento de onda do laser λL


DIODO VCSEL

•Emite a partir de sua superfície.


•Padrão de feixe circular, o mesmo que o da fibra, isso facilita o
aclopamento.


CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DE FONTES DE LUZ