Você está na página 1de 99

P

Propostas de Resolução Maria Augusta Ferreira Neves


António Leite | António Pinto Silva

Exercícios de
MATEMÁTICA 9.° ano

onlin
e

Como utilizar este ficheiro e localizar rapidamente a resolução pretendida?

• Verifique se na Barra de Ferramentas


deste documento existe a “caixa de pes-
quisa” do seu Adobe Reader.

Se tal não suceder, active-a, clicando com


o botão direito do rato e seleccionando a
opção pretendida.

• Na “caixa de pesquisa” (Find), digite


Pág., com o “P” maiúsculo e sem esquecer
o ponto final, seguido de um espaço e do
número de página onde se encontra o
exercício ou problema do qual pretende
conhecer a resolução.

• Depois de validar a informação,


teclando em Enter, surgirá no ecrã a
página do documento PDF com todas as
resoluções dos exercícios da página selec-
cionada do livro.

Dependendo da sua extensão, a resolução


CEXM9 © Porto Editora

poderá estar na coluna ou até na página


seguinte do PDF.

1
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 1
Opção D
1. Pág. 31
Dos 25 alunos da turma há quatro que não praticam nenhum des-
Como a moeda não tem memória (o resultado de um lançamento
tes dois desportos.
não depende de lançamentos anteriormente efectuados) no lança-
mento seguinte (11.°) há dois acontecimentos possíveis: “sair face A percentagem de alunos que não pratica nenhum destes dois des-
europeia” e “sair face nacional”. Como a moeda é equilibrada, 4
portos é = 0,16 = 16% 0 20% .
estes acontecimentos são equiprováveis sendo, portanto, as 25
1 A afirmação (D) é falsa
respectivas probabilidades iguais a .
2 Resposta: (B) .
Conclui-se então que a probabilidade de sair face europeia é igual à
probabilidade de sair face nacional. 4. Temos que: 15 + 24 + 19 + 30 = 88 .
Resposta: (C) . O grupo de danças de salão é constituído por 88 pessoas das
quais 24 são homens com idade superior a vinte anos.
2. Como a máquina B não tem qualquer bola amarela então a afirma-
Número de casos favoráveis: 24
ção (A) é falsa.
Número de casos possíveis: 88
Em cada uma das máquinas há igual número de bolas de cada cor 24 3
pelo que os acontecimentos em causa são equiprováveis. P= = .
88 11
Temos assim: A probabilidade de escolher, ao acaso, um elemento do grupo e este
• Máquina A 3
ser um homem com idade superior a vinte anos é .
1 11
P (azul) = P (verde) = P (amarela) =
3 Resposta: (B) .
• Máquina B
1 5. Podemos considerar que o cubo é composto por três “camadas” de
P (azul) = P (verde) = P (vermelha) =
3 9 cubinhos, sobrepostas verticalmente.
• Máquina C
1
P (azul) = P (verde) = P (amarela) = P (vermelha) =
4
Logo, pode concluir-se que a probabilidade de tirar uma bola ver-
melha da máquina B é maior do que a probabilidade de tirar uma
1 1
bola vermelha da máquina C 1>
3 4
. 2
Resposta: (D) .

3. Opção A Pág. 32
Por observação do diagrama de Venn, ficámos a saber que da
A primeira camada tem 4 cubinhos com 2 faces pintadas.
turma do 9.° A:
• 8 alunos só praticam natação;
• 10 alunos só praticam futebol;
• 3 alunos praticam ambos os desportos;
• 4 não praticam nenhum destes dois desportos.
Desta forma, temos que: 8 + 10 + 3 + 4 = 25 0 28 .
A turma não tem 28 alunos.
A afirmação (A) é falsa.
Opção B
A segunda camada tem 4 cubinhos com 2 faces pintadas.
Os alunos que praticam natação ou futebol são aqueles que ou só prati-
cam futebol, ou só praticam natação ou praticam ambos os desportos.
Número de casos favoráveis: 8 + 3 + 10 = 21 " número de alunos
que praticam natação ou futebol.
Número de casos possíveis: 25 " número de alunos da turma.
21
P= = 0,84 = 84%
25
A afirmação (B) é verdadeira.

Opção C
Os alunos que praticam natação e não praticam futebol são aqueles A terceira camada tem 4 cubinhos com 2 faces pintadas.
que só praticam natação. Número de casos favoráveis: 4 + 4 + 4 = 12
Dos 25 alunos da turma apenas oito só praticam natação. Número de casos possíveis: 27
12 4
Número de casos favoráveis: 8 P= =
CEXM9 © Porto Editora

27 9
Número de casos possíveis: 25
A probabilidade de escolher, ao acaso, um cubinho e este ter apenas
8 4
P= = 0,32 = 32% 0 44% . duas faces pintadas é .
25 9
A afirmação (C) é falsa. Resposta: (C) .

2
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

6. Seja x o número de bolas pretas existentes no saco. Número de casos possíveis: 12


Como a probabilidade de tirar, ao acaso, uma bola preta do saco é 3 1
P= =
1 x 1 12 4
então: =
3 9 3 1 1
A probabilidade de sair número par e face nacional é 0 .
Número de casos favoráveis de “tirar bola preta”: x 4 3
A afirmação (B) é falsa.
Número de casos possíveis: 9
9*1 Opção C
Logo, x = = 3 . Desta forma, temos que 9 – 3 = 6 .
3
No saco há 3 bolas pretas e 6 bolas brancas. Número de casos favoráveis: 9 " 1N , 3N , 5N , 1E , 2E ,
3E , 4E , 5E e 6E .
Outro processo de resolução
Número de casos possíveis: 12
A probabilidade de, ao acaso, tirar do saco uma bola branca é
9 3
1 2
1 – = , ou seja,
2
das bolas são brancas. P= =
3 3 3 12 4
3
2 18 A probabilidade de sair número ímpar ou face europeia é .
Assim, temos que *9= =6. 4
3 3 A afirmação (C) é verdadeira.
No saco há 6 bolas brancas.
Opção D
Resposta: (C) .
Número de casos favoráveis: 3 " 2N , 3N e 5N
Número de casos possíveis: 12
7. Temos que 12 + 9 + 6 + 3 = 30 e 30 – 3 = 27 . Pág. 33
3 1
Na prateleira encontram-se 30 iogurtes dos quais 27 não têm P= =
12 4
sabor de pêssego. 1 2
A probabilidade de sair número primo e face nacional é 0 .
Número de casos favoráveis: 27 4 5
Número de casos possíveis: 30 A afirmação (D) é falsa.
27 9 Resposta: (C) .
P= = = 0,9 = 90%
30 10
A probabilidade do iogurte escolhido não ser de pêssego é 90% .
1. Pág. 34
Resposta: (D) . Os números não têm memória. É igualmente provável ganhar com
uma aposta ou com outra.
8. Número de casos favoráveis: 1 " bilhete comprado pela Rita
Resposta: O Pedro tem igual probabilidade de ganhar com cada um
Número de casos possíveis: 200 " bilhetes feitos e vendidos
das apostas apresentadas.
1
P= = 0,005 = 0,5%
200 2.
A probabilidade da Rita ganhar o prémio é 0,5% .
2.1 Caixa A
Resposta: (B) . Número de casos favoráveis: 3
Número de casos possíveis: 4
9. Seja x o número de bilhetes comprados pela Ana dos 200 bilhe-
tes feitos e vendidos. 3
P=
1 4
Como a probabilidade da Ana ganhar o prémio é , temos:
10 Caixa B
Número de casos favoráveis: x
Número de casos favoráveis: 1
Número de casos possíveis: 200
x 1 Número de casos possíveis: 4
= 1
200 10 P=
1 4
Logo, x = 200 * = 20 .
10 3 1
>
A Ana comprou 20 bilhetes. 4 4

Outro processo de resolução Resposta: O Pedro deve escolher a caixa A .


1
A Ana comprou dos 200 bilhetes. 2.2 Caixa A
10
1 200 Número de casos favoráveis: 1
200 * = = 20 .
10 10 Número de casos possíveis: 3
A Ana comprou 20 bilhetes. 1
P = ) 0,33
Resposta: (D) . 3
Caixa B
10. Opção A Número de casos favoráveis: 4
Por observação da tabela verifica-se que o número de casos possí- Número de casos possíveis: 13
veis é 12 e não 10 . 4
P= ) 0,31
CEXM9 © Porto Editora

13
A afirmação (A) é falsa.
1 4
>
Opção B 3 13
Número de casos favoráveis: 3 " 2N , 4N e 6N Resposta: O Pedro deve escolher a caixa A .

3
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

2.3 Caixa A 4.
Número de casos favoráveis: 3 4.1 A roda tem oito sectores dois dos quais com o número 5 .
Número de casos possíveis: 7 Número de casos favoráveis: 2
3 Número de casos possíveis: 8
P=
7 2 1
P= =
8 4
Caixa B 1
Resposta: A probabilidade de ter saído o número 5 é .
4
Número de casos favoráveis: 6
4.2 Nos 8 sectores são múltiplos de 5 e não de 2 os números 5 e 15 .
Número de casos possíveis: 14
Número de casos favoráveis: 2 + 1 = 3
6 3
P= = Número de casos possíveis: 8
14 7
3
Resposta: É indiferente a escolha da caixa já que é igualmente pro- P=
8
vável tirar bola azul da caixa A ou da caixa B . Resposta: A probabilidade de ter saído um número múltiplo de 5 e
3
2.4 Caixa A não múltiplo de 2 é .
8
Número de casos favoráveis: 2 5.
Número de casos possíveis: 6 5.1 O saco contém 10 bolas das quais são verdes , e .
1 Número de casos favoráveis: 3
P= ) 0,33
3 Número de casos possíveis: 10
Caixa B 3
P=
10
Número de casos favoráveis: 4 3
Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola verde é .
Número de casos possíveis: 11 10

4 5.2 A única bola com número par e primo é


P= ) 0,36 .
11 Número de casos favoráveis: 1
1 4 Número de casos possíveis: 10
<
3 11 1
P=
Resposta: O Pedro deve escolher a caixa B . 10
Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com número par e
1
primo é .
10
3. Pág. 35
3.1 Temos que 5 + 8 + 3 + 7 + 3 + 2 = 28 . 5.3 Dos 10 números os divisores de 6 são:
6 6 6 6
A caixa contém 28 lápis dos quais três são castanhos. 1 1 1 = 62 , 2 1 2 = 32 , 3 1 3 = 22 e 6 1 6 = 12
Número de casos favoráveis: 3
Número de casos favoráveis: 4
Número de casos possíveis: 28
Número de casos possíveis: 10
3
P= 4 2
28 P= =
10 5
Resposta: A probabilidade do Alexandre tirar da caixa um lápis Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com número divisor
3 2
castanho é . de 6 é .
28 5
3.2 A caixa contém 28 lápis dos quais oito são verdes e três são azuis. 5.4 Nas 10 bolas não são azuis nem têm números ímpares as bolas
Número de casos favoráveis: 8 + 3 = 11 com os números 4 , 6 e 10 .
Número de casos possíveis: 28 Número de casos favoráveis: 3
11 Número de casos possíveis: 10
P=
28 3
P=
Resposta: A probabilidade do Alexandre tirar da caixa um lápis 10
11 Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola não azul e sem ter
verde ou um lápis azul é . 3
28 número ímpar é .
10
3.3 Tirar um lápis que nem é castanho nem azul é o mesmo que tirar
5.5 Nas 10 bolas aparecem os quadrados perfeitos
um lápis amarelo, ou verde, ou encarnado ou magenta.
1 (12 = 1) , 4 (22 = 4) e 9 (32 = 9)
Número de casos favoráveis: 5 + 8 + 7 + 2 = 22
Número de casos favoráveis: 3
Número de casos possíveis: 28
Número de casos possíveis: 10
22 11
CEXM9 © Porto Editora

P= = 3
28 14 P=
10
Resposta: A probabilidade do Alexandre tirar da caixa um lápis de Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com um número
11 3
cor nem castanho nem azul é . que seja quadrado perfeito é .
14 10

4
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

5.6 Nas 10 bolas têm número par ou cor azul as bolas com números 6.2 Vamos calcular as probabilidades da Inês e do João ganharem a
2 , 3 , 4 , 6 , 8 e 10 . bicicleta.
Número de casos favoráveis: 6 Inês
Número de casos possíveis: 10 A Inês comprou 4 dos 300 bilhetes vendidos.
6 3 Número de casos favoráveis: 4
P= =
10 5 Número de casos possíveis: 300
4
Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com número par P (Inês ganhar) =
3 300
ou cor azul é . João
5
O João comprou 3 dos 300 bilhetes vendidos
5.7 Trata-se de um acontecimento impossível pois o saco não contém Número de casos favoráveis: 3
qualquer bola com número maior do que 15 . Número de casos possíveis: 300
Logo, P = 0 . 3
P (João ganhar) =
Outro processo de resolução 300
Resposta: A Inês tem maior probabilidade de ganhar a bicicleta
Número de casos favoráveis: 0
4 3
porque > .
Número de casos possíveis: 10 300 300
0 Outro processo de resolução
P= =0
10 Como a Inês e o João participam no mesmo sorteio, a Inês tem maior
Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com número probabilidade de ganhar porque comprou mais bilhetes que o João.
maior do que 15 é 0 . 6.3 Não. A Joana e o João compraram o mesmo número de bilhetes para
5.8 Trata-se de um acontecimento certo pois todas as bolas contidas no o sorteio e, por isso, têm igual probabilidade de ganhar a bicicleta.
saco têm número inferior a 15 . Outro processo
A Joana comprou 3 dos 300 bilhetes vendidos.
Logo, P = 1
Número de casos favoráveis: 3
Outro processo de resolução Número de casos possíveis: 300
Número de casos favoráveis: 10 3
P (Joana ganhar) =
Número de casos possíveis: 10 300
Como vimos em 6.2
10
P= =1 3
10 P (João ganhar) =
300
Resposta: A probabilidade de ter saído uma bola com número infe- Resposta: Não concordo com a Joana porque ambos têm igual pro-
rior a 15 é 1 . babilidade de ganhar a bicicleta.

6. Pág. 36 7.
6.1 a) A Inês ganha a bicicleta se o número premiado for 10 , 12 , 7.1 Nos 10 cartões aparecem os números primos 17 , 19 e 23 . Logo:
14 ou 16 . Número de casos favoráveis: 3
Número de casos favoráveis: 4 Número de casos possíveis: 10
Foram feitos e vendidos 300 bilhetes. 3
P=
Número de casos possíveis: 300 10
4 1 Resposta: A probabilidade do número do cartão que saiu ser um
P= = 3
300 75 número primo é .
1 10
Resposta: A probabilidade da Inês ganhar a bicicleta é .
75 7.2 Dos 10 cartões, têm algarismos 1 os números 15 , 16 , 17 , 18 ,
b) O João não ganha a bicicleta se o bilhete premiado for qualquer 19 e 21 .
um dos 300 bilhetes vendidos com excepção dos números 1 , Número de casos favoráveis: 6
2 e 3. Número de casos possíveis: 10
Número de casos favoráveis: 300 – 3 = 297 6 3
P= =
Número de casos possíveis: 300 10 5

297 99 Resposta: A probabilidade do número do cartão que saiu ter um


P= = 3
300 100 algarismo igual a 1 é .
5
Outro processo de resolução 60
Se considerarmos o acontecimento
7.3 Dos 10 cartões, são divisores de 60 os números 15
60 15
=4 e 1 2
A : “O João ganha a bicicleta”
20 1
20
=3 . 2
então, o acontecimento contrário de A é Número de casos favoráveis: 2
A
∑ : “O João não ganha a bicicleta.” Número de casos possíveis: 10
CEXM9 © Porto Editora

2 1
Como P (A)∑ = 1 – P (A) P= =
10 5
3 1 99
∑ =1–
então P (A) =1– = . Resposta: A probabilidade do número do cartão que saiu ser um
300 100 100
99 1
Resposta: A probabilidade do João não ganhar a bicicleta é . divisor de 60 é .
100 5

5
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

7.4 Dos 10 cartões, são múltiplos de 6 os números 18 (6 * 3 = 18) e 8.2 Por observação do diagrama de Venn verifica-se que dos 25 casais
24 (6 * 4 = 24). há 12 que têm apenas um cão.
Número de casos favoráveis: 2
Número de casos possíveis: 10
2 1
P= =
10 5

Resposta: A probabilidade do número do cartão que saiu ser um


1
múltiplo de 6 é .
5

7.5 Dos 10 cartões, são múltiplos de 2 e não são múltiplos de 5 os Número de casos favoráveis: 12
números 16 , 18 , 22 e 24 . Número de casos possíveis: 25
Número de casos favoráveis: 4 12
P=
Número de casos possíveis: 10 25
12
4 2 Resposta: A probabilidade de um casal ter apenas um cão é .
P= = 25
10 5

Resposta: A probabilidade do número do cartão que saiu ser múltiplo 9.


2 9.1 A palavra OTORRINOLARINGOLOGISTA é constituída por 22
de 2 e não ser múltiplo de 5 é .
5 letras, repetindo-se a letra “O” 5 vezes.

7.6 Vamos começar por calcular a soma dos algarismos. Número de casos favoráveis: 5
Número de casos possíveis: 22 OTORRINOLARINGOLOGISTA
5
P=
22
5
Resposta: A probabilidade do cartão que saiu ter a letra “O” é .
22
9.2 Nas 22 letras da palavra OTORRINOLARINGOLOGISTA a
letra A repete-se 2 vezes e a letra I 3 vezes.
Dos 10 resultados obtidos, são múltiplos de 3 :
Número de casos favoráveis: 2 + 3 = 5
• 3 (3 * 1 = 3)
Número de casos possíveis: 22 OTORRINOLARINGOLOGISTA
• 6 (3 * 2 = 6) 5
P=
• 9 (3 * 3 = 9) 22
Número de casos favoráveis: 4 Outro processo de resolução
Número de casos possíveis: 10 Como “sair letra A” e “sair letra I” são acontecimentos disjuntos,
4 2 P (sair letra A ∂ sair letra I) = P (sair letra A) + P (sair letra I) =
P= =
10 5 2 3 5
= + = .
22 22 22
Resposta: A probabilidade da soma dos algarismos do número do
2 Resposta: A probabilidade do cartão que saiu ter a letra A ou a
cartão que saiu ser múltiplo de 3 é .
5 5
letra I é .
22
8. Pág. 37
9.3 Nas 22 letras da palavra OTORRINOLARINGOLOGISTA há
8.1 Para ajudar na resolução do exercício, vamos construir um dia- 12 consoantes.
grama de Venn.
Número de casos favoráveis: 12
Seja: Número de casos possíveis: 22 OTORRINOLARINGOLOGISTA
C = {casais que têm um cão} 12 6
P= =
G = {casais que têm um gato} 22 11
Resposta: A probabilidade do cartão que saiu ter uma letra que é
6
consoante é .
11
9.4 A palavra “NARIZ” é constituída pelas letras A , I , N , R e Z .
Na palavra “OTORRINOLARINGOLOGISTA” a letra “A” apa-
rece 2 vezes, a letra “I” aparece 3 vezes, a letra “N” aparece 2
vezes, a letra “R” aparece 3 vezes e a letra “Z” não aparece.
Número de casos favoráveis: 2 + 3 + 2 + 3 = 10
16 + 13 = 29
Número de casos possíveis: 22 OTORRINOLARINGOLOGISTA
Os 25 casais têm um cão, ou um gato ou um cão e um gato.
CEXM9 © Porto Editora

10 5
P= =
29 – 25 = 4 22 11
Há 4 casais que têm um cão e um gato. Resposta: A probabilidade do cartão que saiu ter uma letra da
5
Resposta: Há 4 casais que têm um cão e um gato. palavra “NARIZ” é .
11

6
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

10. b) Número de casos favoráveis: 10


10.1 a) Os resultados obtidos pelo João podem ser representados na Número de casos possíveis: 80
tabela seguinte: 10 1
P (andebol) = = = 0,125 = 12,5%
Desporto favorito N.° de alunos 80 8
Motocrosse 20
Desporto favorito N.° de alunos
Futebol 40
Motocrosse 20
Andebol 10
Futebol 40
Outros 10
Andebol 10
Total 80
Outros 10
Número de casos favoráveis: 20
Total 80
Número de casos possíveis: 80
20 1 A escala utilizada tem como sub-unidade 0,1 ou 10% .
P= =
80 4
0,125 = 0,1 + 0,025
Resposta: A probabilidade do desporto favorito ser moto- 0,1
crosse é
1
.
0,025 é a quarta parte de 0,1 14 2
= 0,025
4 Resposta:
b) Consultemos a tabela da alínea 10.1 a).
Desporto favorito N.° de alunos
Motocrosse 20
Futebol 40
Andebol 10
Outros 10 11. Pág. 38
Total 80 Para resolver este problema vamos construir uma tabela de dupla
entrada.
Número de casos favoráveis: 40 + 10 = 50
Número de casos possíveis: 80
50 5
P= =
80 8
Resposta: A probabilidade do colega do João ter como desporto
5
favorito futebol ou outros é .
8
Outro processo de resolução
Como os acontecimentos:
A : Ter como desporto favorito “futebol”.
B : Ter como desporto favorito “Outros”.
são disjuntos então
40 10 50 5
P (A ∂ B) = P (A) + P (B) = + = =
80 80 80 8
Resposta: A probabilidade do colega do João ter como desporto Os dois números escolhidos são diferentes e, por isso, não apare-
5
favorito futebol ou outros é . cem na tabela os produtos de 1 * 1 , 2 * 2 , 3 * 3 , 4 * 4 , 5 * 5 ,
8
6 * 6 e 10 * 10 .
10.2 a) Desporto favorito N.° de alunos
• Acontecimento “sair produto 30”
Motocrosse 20
Número de casos favoráveis: 4
Futebol 40 Número de casos possíveis: 30
Andebol 10 4
P=
Outros 10 30
• Acontecimento “sair produto 60”
Total 80
Número de casos favoráveis: 2
Número de casos favoráveis: 40 Número de casos possíveis: 30
Número de casos possíveis: 80 2
40 1 P=
P (futebol) = = = 0,5 = 50% 30
80 2 4 2
Resposta: Como > então é mais provável obter produto
A probabilidade de ter como desporto favorito futebol loca- 30 30
liza-se exactamente no meio da escala. 30 que produto 60 .
Resposta:
Outro processo de resolução
CEXM9 © Porto Editora

Na tabela, o produto “30” aparece quatro vezes e o produto


“60” aparece apenas duas vezes.
Resposta: Como é possível obter produto 30 mais vezes que pro-
duto 60 então é mais provável obter produto 30 que produto 60 .

7
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

1 3
12. Logo, - e não podem ser o valor da probabilidade em
3 2
12.1 Homens Mulheres questão porque não são valores maiores ou iguais a zero e meno-
22222| 22222|
| |
res ou iguais a um.
12 + 36 + 20 + 42 = 110
1 3
Resposta: O ginásio tem 110 clientes. 1- 3 <0 e 2
>1 2
12.2 a) Dos 110 clientes do ginásio 20 são mulheres menores de 18 Por outro lado, sabemos que o Pedro em mais de metade dos dias
anos e 42 são mulheres com 18 anos ou mais. em que joga com o Rui, esse jogo de computador, perde, ou seja,
1
P(A) > .
Menores de 18 anos 2
18 anos ou mais
1
Logo, não pode ser o valor da probabilidade em questão porque
Homens 12 36 3
1 1
Mulheres 20 42 < .
3 2
4 1 4
Número de casos favoráveis: 20 + 42 = 62 O valor correcto é porque < <1.
7 2 7
Número de casos possíveis: 110 1 1
Resposta: Não podem ser resposta à questão colocada – , e
3 3 3
62 31 .
P= = 2
110 55

Resposta: A probabilidade do membro seleccionado ser mulher


14. Pág. 39
31
é . 14.1 A data de aniversário não tem memória, ou seja, a data de aniver-
55
sário do Pedro não depende da data de aniversário da Maria.
b) Nos 110 clientes do ginásio há 12 homens e 20 mulheres
Assim, se o Pedro fizer anos no 1.° dia dos 31 dias do mês de
menores de 18 anos.
Março, vem:
Menores de 18 anos
18 anos ou mais

Homens 12 36

Mulheres 20 42

Número de casos favoráveis: 12 + 20 = 32


Número de casos possíveis: 110

32 16
P= =
110 55
Número de casos favoráveis: 1
16
Resposta: A probabilidade de ser menor de 18 anos é .
55 Número de casos possíveis: 31

c) Nos 110 clientes do ginásio há 36 homens com 18 anos ou 1


P=
mais. 31

Resposta: A probabilidade do Pedro fazer anos no primeiro dia do


Menores de 18 anos
1
18 anos ou mais mês de Março é .
31
Homens 12 36
14.2 A mediana é igual ao valor central ou à média dos dois valores
Mulheres 20 42 centrais quando a sequência de valores tiver um número ímpar ou
um número par de elementos, respectivamente.
Número de casos favoráveis: 36
Como a mediana é 4 o valor central é 4 já que de acordo com a
Número de casos possíveis: 110 sequência dada não é possível obter este valor como média de
36 18 outros dois valores.
P= =
110 55 1, 1, 1, 1, 2, 2, 2, 2, 2, 3, 3, 3, 4, 5, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?
twwwwwwwuwwwwwwwv # twwwwwwuwwwwwwv
Resposta: A probabilidade de ser homem com 18 anos ou 12 valor central 12
18
mais é . Há 12 elementos à esquerda e à direita de 4 .
55
12 + 1 + 12 = 25
13. Seja A o acontecimento ”O Pedro perde com o Rui um determi-
Resposta: Para a festa de aniversário da Maria foram convidadas
CEXM9 © Porto Editora

nado jogo de computador”.


25 pessoas.
Por definição 0 ≤ P(A) ≤ 1 .

8
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

14.3 Para contar o número de casos favoráveis e o número de casos 15.2 a) A tabela é constituída por 36 elementos.
possíveis vamos construir um diagrama de árvore. Repara que para chegar a este valor não era necessário contar
Designando a face Europeia por E e a face Nacional por N , os elementos da tabela. Bastava multiplicar o número de resul-
temos: tados do dado branco pelo número de resultados do dado
preto: 6 * 6 = 36 .
Por outro lado, verifica-se que na tabela aparecem 18 núme-
ros negativos.

* –3 –2 –1 0 1 2

1 –3 –2 –1 0 1 2

2 –6 –4 –2 0 2 4

3 –9 –6 –3 0 3 6

4 – 12 –8 –4 0 4 8

5 – 15 – 10 –5 0 5 10

6 – 18 – 12 –6 0 6 12

André Assim,
Número de casos favoráveis: 1 Número de casos favoráveis: 18
Número de casos possíveis: 4 Número de casos possíveis: 36
1 18 1
P= P= =
4 36 2
1 1
A probabilidade do André vir a entregar a prenda à Maria é . Resposta: A probabilidade do produto obtido ser negativo é .
4 2

Carlos b) Na tabela, dos 36 elementos, 6 são zeros.

Número de casos favoráveis: 2 * –3 –2 –1 0 1 2

Número de casos possíveis: 4 1 –3 –2 –1 0 1 2

2 1 2 –6 –4 –2 0 2 4
P= =
4 2 3 –9 –6 –3 0 3 6
1 4 – 12 –8 –4 0 4 8
A probabilidade do Carlos vir a entregar a prenda à Maria é .
2
5 – 15 – 10 –5 0 5 10
Bruno
6 – 18 – 12 –6 0 6 12
Número de casos favoráveis: 1
Número de casos possíveis: 4 Número de casos favoráveis: 6

1 Número de casos possíveis: 36


P=
4 6 1
P= =
1 36 6
A probabilidade do Bruno vir a entregar a prenda à Maria é .
4 1
Resposta: A probabilidade do produto obtido ser zero é .
6
Resposta: O Carlos é quem tem maior probabilidade de vir a
1 1 c) Na tabela, dos 36 elementos há 18 elementos maiores que – 1 .
entregar a prenda à Maria. 1>
2 4 2 * –3 –2 –1 0 1 2
1
O André e o Bruno têm igual probabilidade de o fazer P =14
. 2 1 –3 –2 –1 0 1 2

2 –6 –4 –2 0 2 4

3 –9 –6 –3 0 3 6
15. Pág. 40
4 – 12 –8 –4 0 4 8
15.1 Resposta:
5 – 15 – 10 –5 0 5 10
* –3 –2 –1 0 1 2
6 – 18 – 12 –6 0 6 12
1 –3 –2 –1 0 1 2

2 –6 –4 –2 0 2 4 Número de casos favoráveis: 18

3 –9 –6 –3 0 3 6
Número de casos possíveis: 36
18 1
4 – 12 –8 –4 0 4 8 P= =
CEXM9 © Porto Editora

36 2
5 – 15 – 10 –5 0 5 10
Resposta: A probabilidade do produto obtido ser um número
6 – 18 – 12 –6 0 6 12 1
maior do que - 1 é .
2

9
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

16. Para calcular a probabilidade pedida, vamos recorrer a um dia- 17.2 a) + 1 2 3 4 5 6 7 8


grama de árvore.
1 2 3 4 5 6 7 8 9

2 3 4 5 6 7 8 9 10

3 4 5 6 7 8 9 10 11

4 5 6 7 8 9 10 11 12

5 6 7 8 9 10 11 12 13

6 7 8 9 10 11 12 13 14

7 8 9 10 11 12 13 14 15

Designando por B a parte branca dos alvos e por C a parte 8 9 10 11 12 13 14 15 16


colorida dos alvos, temos:

b) A tabela é constituída por 64 elementos (8 * 8) . Destes, 36


são superiores a 8 .

+ 1 2 3 4 5 6 7 8

1 2 3 4 5 6 7 8 9

2 3 4 5 6 7 8 9 10

3 4 5 6 7 8 9 10 11

4 5 6 7 8 9 10 11 12

5 6 7 8 9 10 11 12 13

6 7 8 9 10 11 12 13 14
Escreve-se as Escreve-se as Multiplicam-se as
probabilidades probabilidades probabilidades de 7 8 9 10 11 12 13 14 15
relativas ao relativas ao acordo com as
1.° alvo. 2.° alvo. sequências dos ramos. 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Nota: A soma de todas as probabilidades obtidas deve ser igual a 1 . Número de casos favoráveis: 36
3 5 3 5 16
+ + + = =1 Número de casos possíveis: 64
16 16 16 16 16
36 9
Quando o Pedro acerta na parte branca de um alvo e na parte colo- P= =
64 16
rida de outro alvo verificam-se os acontecimentos (B , C) e (C , B) .
9
3 5 8 1 Resposta: A probabilidade da soma ser superior a 8 é .
Logo, P = + = = . 16
16 16 16 2
c) Dos 64 elementos da tabela, 32 são ímpares.
Resposta: A probabilidade do Pedro acertar com uma seta na
parte branca de um alvo e com outra na parte colorida de outro + 1 2 3 4 5 6 7 8
1
alvo é .
2 1 2 3 4 5 6 7 8 9

2 3 4 5 6 7 8 9 10
17. Pág. 41 3 4 5 6 7 8 9 10 11
17.1 a) O octaedro tem 8 faces e somente uma 4 5 6 7 8 9 10 11 12
com o número 5 .
5 6 7 8 9 10 11 12 13
Número de casos favoráveis: 1
6 7 8 9 10 11 12 13 14
Número de casos possíveis: 8
7 8 9 10 11 12 13 14 15
1
P=
8 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Resposta: A probabilidade da face voltada para cima ter o


1 Número de casos favoráveis: 32
número 5 é .
8 Número de casos possíveis: 64
b) Nas oito faces, são números múltiplos de três: 3 e 6
32 1
(3 * 1 = 3 e 3 * 2 = 6) . P= =
64 2
Número de casos favoráveis: 2
Número de casos possíveis: 8 Repara que ao verificares que metade dos elementos são ímpa-
1
2 1 res podíamos concluir imediatamente que P = .
P= =
CEXM9 © Porto Editora

2
8 4
1
Resposta: A probabilidade da soma ser um número ímpar é .
Resposta: A probabilidade da face voltada para cima ter um 2
1
número múltiplo de 3 é .
4

10
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

d) Dos 64 elementos da tabela 5 são iguais a 12 . c) Os números primos que aparecem nas 6 faces são 2 , 3 e 5 .
1, 2 , 3 , 4, 5 , 6
+ 1 2 3 4 5 6 7 8
Tendo em conta que os acontecimentos “sair 2”, “sair 3” e “sair 5”
1 2 3 4 5 6 7 8 9
são disjuntos, dois a dois, então, P(sair 2 ou sair 3 ou sair 5)
2 3 4 5 6 7 8 9 10 = P(sair 2) + P(sair 3) + P(sair 5) = 0,1 + 0,2 + 0,2 = 0,5 = 50% .
3 4 5 6 7 8 9 10 11 Resposta: A probabilidade de sair face com um número primo é
4 5 6 7 8 9 10 11 12 50% .

5 6 7 8 9 10 11 12 13 d) Nas 6 faces do dado aparecem os seguintes números menores


6 7 8 9 10 11 12 13 14 que 4 : 1 , 2 e 3

7 8 9 10 11 12 13 14 15 1 , 2 , 3 , 4, 5, 6

8 9 10 11 12 13 14 15 16 Tal como na alínea anterior, os acontecimentos “sair 1”, “sair


2” e “sair 3” são disjuntos, dois a dois, pelo que
Número de casos favoráveis: 5 P (sair 1 ou sair 2 ou sair 3) = P(sair 1) + P(sair 2) + P(sair 3) =
Número de casos possíveis: 64 = 0,1 + 0,1 + 0,2 = 0,4 = 40% .

5 Resposta: A probabilidade de sair face com um número menor


P= que 4 é 40% .
64
5
Resposta: A probabilidade da soma ser 12 é . 1.2 Trata-se de uma experiência composta em que cada acontecimento
64
consiste em lançar um dado duas vezes. Como podemos inferir, os
17.3 Para resolver o problema vamos construir uma tabela de dupla acontecimentos não têm memórias, ou seja, o segundo lançamento
entrada. não depende do primeiro lançamento.
Sai a face com o número 5 duas vezes quando no 1.º lançamento
* 1 2 3 4 5 6 7 8
sai a face com o número 5 e no 2.° lançamento sai, também, a
1 1 2 3 4 5 6 7 8 face com o número 5 .
2 2 4 6 8 10 12 14 16

3 3 6 9 12 15 18 21 24

4 4 8 12 16 20 24 28 32

5 5 10 15 20 25 30 35 40

6 6 12 18 24 30 36 42 48

7 7 14 21 28 35 42 49 56 Probabilidade de sair duas vezes a face com o número 5 é:


8 8 16 24 32 40 48 56 64 P = 0,2 * 0,2 = 0,04 = 4% .
Resposta: A probabilidade de sair duas vezes a face com o número
Número de casos possíveis: 2
5 é 4% .
Número de casos favoráveis: 64
1.3 Como vimos na alínea anterior, os acontecimentos não têm memória.
2 1
P= = Trata-se de uma experiência composta cujos acontecimentos são
64 32
(1 , 4) ou (4 , 1) .
1
Resposta: A probabilidade do produto ser 30 é .
32

1. Pág. 42
Acontecimentos elementares

1.1 a) Como o espaço de resultados é S = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e P(S) = 1 ,


então a soma das probabilidades de todos os acontecimentos
elementares de S é 1 :
P(1) + P(2) + P(3) + P(4) + P(5) + P(6) = 1
Probabilidade de sair face com o número 1 seguida de sair a face
0,1 + 0,1 + 0,2 + 0,27 + 0,2 + P(6) = 1
com o número 4 é:
P(6) = 1 – 0,87
P = 0,1 * 0,27 = 0,027 .
P(6) = 0,13
Probabilidade de sair a face com o número 4 seguida de sair a face
Resposta: A probabilidade de sair a face com o número 6 é com o número 1 é:
P = 0,27 * 0,1 = 0,027 .
CEXM9 © Porto Editora

0,13 ou 13% .
Logo, P = 0,027 + 0,027 = 0,054 = 5,4% .
b) Resposta: É a face com o número 4 porque o valor da probabi-
lidade correspondente é o maior que aparece na tabela das pro- Resposta: A probabilidade de sair a face com o número 1 e a face
babilidades (0,27 > 0,2 > 0,13 > 0,1) . com o número 4 é 5,4% .

11
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

2. Pela definição de probabilidade, 0 ≤ P(A) ≤ 1 . 4.


Como o acontecimento não é impossível então P(A) 0 0 . 4.1 A tabela representa todos os acontecimentos elementares duma
experiência aleatória.
Por outro lado, como o acontecimento não é certo P(A) 0 1 .
Sejam os acontecimentos:
Logo, 0 < P(A) < 1 .
A : Sair bola verde.
Resposta: (B) .
B : Sair bola azul.
C : Sair bola amarela.
3. Pág. 43
Então, P(A) + P(B) + P(C) = 1 .
3.1 Consultando a tabela da Ana, nos 100 lançamentos a bola azul
saiu 46 vezes. Logo, 0,1 + 0,7 + P(C) = 1
46 P(C) = 1 – 0,8
fr (azul) = = 46% .
100
P(C) = 0,2
Resposta: No caso da Ana, a saída de bola azul tem frequência Resposta:
relativa 46% .
Verde Azul Amarela
3.2 A descrição correcta é aquela cujas frequências relativas de sair 0,1 0,7 0,2
bolas azul, verde ou amarela sejam iguais ou aproximadamente
iguais às frequências relativas obtidas a partir dos valores regista-
dos nas tabelas pela Ana, pelo Rui e pela Inês. Determinemos a fre-
4.2 Seja x o número total de bolas que há na caixa.
quência relativa de sair bola azul correspondente à experiência de 42
Como P(tirar bola azul) = 0,7 então = 0,7 , sendo:
x
cada um dos três amigos.
• Número de casos favoráveis: 42
Frequência relativa
• Número de casos possíveis: x
46 42
Ana –––– = 46%
100 Logo, x = = 60
0,7
40
Rui –––– = 40% No total, na caixa há 60 bolas das quais 0,1 (10%) são verdes.
100

42 Repetindo o procedimento,
Inês –––– = 42%
100
P(tirar bola verde) = 0,1
y
Se calcularmos a probabilidade de “sair bola azul” nas diferentes então = 0,1 , sendo:
60
opções é muito provável que o valor da opção correcta esteja com-
preendida entre 40% e 46% , ou próximo deste intervalo. • Número de casos favoráveis: y
• Número de casos possíveis: 60
Opção A
Logo, y = 60 * 0,1 = 6
Número de casos favoráveis: 46
Número de casos possíveis: 46 + 70 + 21 = 137 Resposta: Na caixa há 6 bolas verdes.
46
P(azul) = ) 0,34 = 34% Outro processo de resolução
137
“Sair bola azul” “Sair bola verde”
Opção B
0,7 = 70% 0,1 = 10%
Número de casos favoráveis: 33
No saco há 42 bolas azuis correspondentes a 70% do número
Número de casos possíveis: 33 + 33 + 33 = 99
total de bolas.
33
P(azul) = ) 0,33 = 33% N.° bolas %
99
42 –––––– 70
Opção C x –––––– 10
Número de casos favoráveis: 13 42 * 10
x= =6
Número de casos possíveis: 13 + 10 + 7 = 30 70
P(azul) ) 0,43 = 43% Logo, no saco há 6 bolas verdes.

Opção D
5. Pág. 44
Número de casos favoráveis: 15
5.1 Resposta:
Número de casos possíveis: 15 + 15 + 18 = 48
+ 1 2 3 4
15
P (azul) = ) 0,31 = 31%
48 4 5 6 7 8
CEXM9 © Porto Editora

Resposta: A descrição que melhor se adequa à situação existente é 5 6 7 8 9


a (C) porque é a única cuja probabilidade de sair bola azul está 6 7 8 9 10
entre 42% e 46% , o que não acontece com as restantes, cujos
7 8 9 10 11
valores estão distantes do intervalo em causa.

12
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

5.2 Dos 16 elementos da tabela 4 são iguais a 8 . 7. Pág. 45


Número de casos favoráveis: 4
7.1 Resposta: De acordo com a noção frequencista de probabilidade
Número de casos possíveis: 16
(Lei dos grandes números), a frequência relativa de um aconteci-
+ 1 2 3 4 mento tende a aproximar-se da respectiva probabilidade à medida
que o número de repetições da experiência aumenta.
4 5 6 7 8

5 6 7 8 9 Os resultados da tabela que nos dão maior rigor no cálculo da pro-


babilidade de sair uma determinada cor no lançamento do tetrae-
6 7 8 9 10
dro são os resultados da Adriana uma vez que esta lançou o tetrae-
7 8 9 10 11 dro mais vezes que qualquer um dos outros.

4 1
P= = 7.2
16 4 Cor Frequência absoluta Frequência relativa
1
Resposta: A probabilidade de obter soma 8 é . 101
4 Azul 101 ––––– = 0,404 = 40,4%
250
5.3 Dos 16 elementos da tabela só 1 é superior a 10 .
Número de casos favoráveis: 1 77
Verde 77 ––––– = 0,308 = 30,8%
250
Número de casos possíveis: 16
42
Amarela 42 ––––– = 0,168 = 16,8%
+ 1 2 3 4 250
4 5 6 7 8 30
Vermelha 30 ––––– = 0,12 = 12%
250
5 6 7 8 9

6 7 8 9 10 Total 250 100%

7 8 9 10 11

1
P=
16
1
Resposta: A probabilidade de sair soma superior a 10 é .
16
5.4 Como os acontecimentos não têm memória então o número
saído na segunda roda não depende do número saído na primeira
roda.
Dos 4 números da roda, são superiores a 5 os números 6 e 7 .
Número de casos favoráveis: 2
4, 5, 6 , 7
Número de casos possíveis: 4
2 1 7.3 Para que o dado fosse perfeito os acontecimentos “sair azul”, “sair
P= =
4 2 verde”, “sair amarelo” e “sair vermelho” teriam que ser equiprová-
1 veis, ou seja,
Resposta: A probabilidade pedida é .
2
fr(azul) ) fr(verde) ) fr(amarela) ) fr(vermelha) ) 25% .
6. Sabendo que as 8 secções correspondem a 100% , temos
Resposta: Face aos resultados obtidos nas alíneas 7.1 e 7.2 pode-
Secção % mos concluir que o dado é viciado.
8 –––––– 100
8 * 48 7.4 Tendo em conta as alíneas 7.1 e 7.2,
A : sair azul AZ –––––– 48 " AZ = = 3,84 ) 4
100 P(sair cor amarela) ) fr(sair cor amarela) = 16,8% .
8 * 42 Resposta: A probabilidade de sair cor amarela é 16,8% , aproxi-
B : sair verde VD –––––– 42 " VD = = 3,36 ) 3
100 madamente.
8 * 10
C : sair amarelo AM –––––– 10 " AM = = 0,8 ) 1
100
8. Pág. 46
Outro processo de resolução 8.1
Das 8 secções:
• 48% são azuis: 8 * 48% = 3,84 ) 4
• 42% são verdes: 8 * 42% = 3,36 ) 3
• 10% são amarelas: 8 * 10% = 0,8 ) 1
8.2 Das 21 bolas que a caixa contém 11 são azuis.
Resposta: Há quatro secções de cor azul,
três secções de cor verde e uma secção de Número de casos favoráveis: 11
cor amarela. Número de casos possíveis: 21
CEXM9 © Porto Editora

11
P=
21
11
Resposta: A probabilidade da Ana tirar uma bola azul é .
21

13
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 1

1
8.3 A probabilidade de retirar uma bola azul é quando a caixa con- Outro processo de resolução
2
tiver igual número de bolas azuis e bolas vermelhas, sendo tal pos- Como a probabilidade de um bilhete ter prémio é 20% então
sível quando na caixa houver um número par de bolas. x 20
=
Como o número de bolas na caixa é múltiplo de 3 , as caixas 500 100
pedidas contêm:
Sendo,
Número de casos favoráveis: x " número de bilhetes com prémio
Número de casos possíveis: 500 " número de bilhetes vendidos
3 1 6 1 9 1 12 1 15 1
p= = p= = p= = p= = p= = 500 * 20
6 2 12 2 18 2 24 2 30 2 Logo, x = = 100 .
100
1
Resposta: A probabilidade de retirar uma bola azul é quando a
2 10.3 Neste caso, os acontecimentos têm memória, isto é, a saída de
caixa, no total, tem 6 , 12 , 18 , 24 ou 30 bolas.
prémio na segunda rifa depende do resultado da primeira rifa.

9. Pág. 47
Como a probabilidade que o Vítor tem de ganhar a calculadora
gráfica é 20% então o Vítor comprou 20% dos 120 bilhetes
vendidos.
120 * 20% = 24
Resposta: O Vítor comprou 24 bilhetes.

Outro processo de resolução


Para a segunda rifa, dos 499 bilhetes disponíveis 99 têm prémio.
Como a probabilidade do Vítor ganhar a calculadora gráfica é 20%
x 20 Número de casos favoráveis: 99
então, = , sendo
120 100 Número de casos possíveis: 499
99
Número de casos favoráveis: x P= ) 0,1984 = 19,84% < 20% .
499
Número de casos possíveis: 120
120 * 20 Resposta: Na segunda rifa, a probabilidade de ganhar um prémio
Logo, x = = 24 . é menor do que ganhar um prémio na primeira rifa, sabendo que
100
esta tinha prémio.
10.
11. Sabe-se que:
10.1 Seja A o acontecimento “comprar a 1.ª rifa e sair prémio”.
P (António ganhar) = 2P (Bernardo ganhar)
A probabilidade pedida é P(A)
∑ , sendo
e P (Carlos ganhar) = 3P (António ganhar)
∑ = 1 – P(A) ou P(A) = 100% – P(A) .
P(A)
Considerando P (Bernardo ganhar) = x , temos que:
∑ = 100% – 20% = 80% .
Assim, P(A)
P (António ganhar) = 2x e, por conseguinte
Resposta: A probabilidade da professora comprar a primeira rifa
P (Carlos ganhar) = 3 * 2x = 6x = 6P (Bernardo ganhar)
e esta não ter prémio é 80% .
Logo, a probabilidade do Carlos ganhar o computador é seis
10.2 Como a probabilidade de um bilhete ter prémio é 20% então vezes maior do que a probabilidade do Bernardo o ganhar.
20% dos 500 bilhetes vendidos têm prémio.
Resposta: (D) .
500 * 20% = 100
Resposta: Há 100 rifas com prémio.
CEXM9 © Porto Editora

14
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 2
1. Pág. 63 4. Pág. 64
Vamos substituir os pares ordenados (a , b) na equação. Se obti- Para desenhar uma recta é suficiente conhecer dois dos seus pontos,
vermos uma igualdade numérica verdadeira, o par ordenado é solu- cujas coordenadas são pares ordenados soluções da equação dada.
ção da equação. Vamos começar por resolver a equação em ordem a x ou em
ordem a y e determinar duas soluções.
Valor lógico da
Opção a b a - 2b = - 5 afirmação Conclusão Resolução em ordem a x .
(verdadeira ou falsa)
x-y 3
-1-2*3=-5 (– 1 , 3) não = x=3+y y (x , y)
A -1 3 -1-6=-5 Afirmação falsa é solução da 2 2
-7=-5 equação § x-y=3 x=3+0=3 y=0 (3 , 0)
1 - 2 * (- 3) = - 5 (1 , – 3) não § x=3+y x=3+2=5 y=2 (5 , 2)
B 1 -3 1+6=-5 Afirmação falsa é solução da
7=-5 equação Representação gráfica
-3-2*1=-5 (- 3 , 1) é
Afirmação
C -3 1 -3-2=-5 solução da
verdadeira
-5=-5 equação
3-2*1=-5 (3 , 1) não é
D 3 1 3-2=-5 Afirmação falsa solução da
1=-5 equação

Resposta: (C) .

2. Representando por x o “peso”, em gramas, de cada laranja e por


y o “peso”, em gramas, de cada pêra, temos:

x x y 80 x
g Ou
Resolução em ordem a y .
x-y 3
= x y=-3+x (x , y)
2 2
§ –y=3-x 0 y = - 3 + 0 = - 3 (0 , - 3)
x + x + y = 80 + x
§ y=-3+x 3 y=-3+3=0 (3 , 0)
2x + y = 80 + x
Representação gráfica
Resposta: (C) .

3. Para determinar soluções de uma equação do 1.° grau com duas


incógnitas é conveniente resolvê-la em ordem a uma das incógnitas.
Vamos resolver a equação em ordem a y .
2x + y = 8 + x
§ y = 8 + x - 2x
§ y=8-x

Sabendo que x e y são números inteiros positivos, temos:


x y=8-x
x=1 y=8-1=7 " (1 , 7) Resposta: (B) .
x=2 y=8-2=6 " (2 , 6)
x=3 y=8-3=5 " (3 , 5) Outro processo de resolução
x=4 y=8-4=4 " (4 , 4)
A partir das representações gráficas obter as coordenadas de dois
x=5 y=8-5=3 " (5 , 3)
pontos e, de seguida, verificar se o pares ordenados obtidos são
x=6 y=8-6=2 " (6 , 2)
ambos soluções da equação dada.
x=7 y=8-7=1 " (7 , 1)
x=8 y=8-8=0 " número inteiro não positivo Opção A
x=9 y=8-9=-1 " número inteiro não positivo
x-y 3
Coordenadas =
Sendo x e y números inteiros positivos, são soluções da equação 2 2
os pares ordenados (x , y) :
(3 , 0) 3 - 0 3 3 3 Afirmação verdadeira
= ; =
CEXM9 © Porto Editora

(1 , 7) ; (2 , 6) ; (3 , 5) ; (4 , 4) ; (5 , 3) ; (6 , 2) e (7 , 1) . 2 2 2 2 (3 , 0) é solução da equação
Quando x e y são números inteiros positivos a equação tem 0-3 3 3 3 Afirmação falsa
(0 , 3) = ; - =
exactamente sete soluções. 2 2 2 2 (0 , 3) não é solução da equação

Resposta: (D) . A recta não representa a equação dada.

15
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

Opção B No sistema, substituindo x por 3 e y por 1 , temos:


6*3+5*1=a 18 + 5 = a 23 = a
Coordenadas
x-y 3
2
=
2
5- 4 * 3 + 1 = b § 5- 12 + 1 = b § 5- 11 = b
(3 , 0) (3 , 0) é solução da equação (ver quadro da opção A )
Resposta: (A) .

(0 , - 3) 0 - (- 3) 3 3 3 Afirmação verdadeira 1. Pág. 65


= ; - =
2 2 2 2 (0 , - 3) é solução da equação
1.1 Como se trata de uma balança em equilíbrio, o “peso” nos pratos
A recta representa a equação dada. da balança é igual.
Assim,
Opção C
x+x+y=5+x
x-y 3
Coordenadas = 2x + y = 5 + x
2 2
Resposta: Por exemplo, a equação 2x + y = 5 + x representa a
(- 3 , 0) -3-0 3 3 3 Afirmação falsa
= ; - = situação descrita.
2 2 2 2 (- 3 , 0) não é solução da equação

(0 , 3)
0-3 3 3 3 Afirmação falsa
= ; - =
1.2 Para determinarmos x temos que na equação 2x + y = 5 + x subs-
2 2 2 2 (0 , 3) não é solução da equação tituir y por 1 .
A recta não representa a equação dada 2x + 1 = 5 + x
2x - x = 5 - 1
Opção D x=4
x-y 3 Resposta: x = 4 quando y = 1 .
Coordenadas =
2 2
1.3 Para determinarmos y temos que na equação 2x + y = 5 + x subs-
(2 , 0) 2-0 3 3 Afirmação falsa
= ; 1= tituir x por 2 .
2 2 2 (2 , 0) não é solução da equação
(0 , - 3)
2* 2 +y=5+ 2
(0 , - 3) É solução da equação (ver quadro da opção B ) 4+y=7
y=7-4
A recta não representa a equação dada. y=3
Resposta: (B) . Resposta: Quando x = 2 , y = 3 .

5. A solução do sistema é o par ordenado (x , y) que é simultanea- 1.4 Para facilitar a resolução desta questão, vamos resolver a equação
mente solução das duas equações. em ordem a y :
Assim, vamos substituir os pares ordenados (x , y) nas equações 2x + y = 5 + x
do sistema. § y = 5 + x - 2x
Se obtivermos duas igualdades numéricas para ambas as equações, § y=5-x
o par ordenado é solução do sistema.
Agora vamos obter os pares ordenados (x , y) em que x e y
2x + y = 9 representam números inteiros positivos.
Opção x y 5
3x + 5y = 17
verificar se (x , y) é solução do sistema
x y=5-x

2 *3+3 =9 6+3=9 9=9 Afirmação verdadeira x=1 y = 5 - 1 = 4 " (1 , 4)


5
3 * 3 + 5 * 3 = 17
§ 5
9 + 15 = 17
§ 5
24 = 17 Afirmação falsa
x=2 y = 5 - 2 = 3 " (2 , 3)
A 3 3 x=3 y = 5 - 3 = 2 " (3 , 2)
(3 , 3) não é solução do sistema porque não é solução da x=4 y = 5 - 4 = 1 " (4 , 1)
segunda equação. x=5 y = 5 - 5 = 0 " número inteiro não positivo
x=6 y = 5 - 6 = - 1 " número inteiro não positivo
2 * 4 + 1= 9 8+1=9 9=9
53 * 4 + 5 * 1= 17 § 512 + 5 = 17 § 517 = 17 Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira
Resposta: Sendo x e y números inteiros positivos, são soluções
B 4 1
(4 , 1) é solução do sistema porque é simultaneamente solu- da equação os pares ordenados (x , y) :
ção das duas equações.
(1 , 4) ; (2 , 3) ; (3 , 2) e (4 , 1) .
2 *1+7=9 2+7=9 9=9
5
3 * 1 + 5 * 7= 17
§ 5
3 + 35 = 17
§ 5
38 = 17
Afirmação verdadeira
Afirmação falsa
2.
C 1 7
(1 , 7) não é solução do sistema porque não é solução da 2.1 a) Num dos pratos da balança temos 580 gramas.
segunda equação. No outro prato da balança temos 5 laranjas e 3 maçãs.
2 Temos então que:

5
2* +3=9 4 13
+3=9 =9

D
2
3
3
2
3 * + 5 * 3 = 17
3
§ 3
5
2 +15= 17
§ 3
5
17 = 17
Afirmação falsa
Afirmação verdadeira
580 = 5 * 80 + 3 * 60
| | | |" “peso” de uma maçã
| | |" 3 maçãs
3
2 | |" “peso” de uma laranja
1 3 , 32 não é solução do sistema porque não é solução da |" 5 laranjas
primeira equação.
Ou seja, 580 g = 580 g "
CEXM9 © Porto Editora

A balança está em equilíbrio.


Resposta: (B) . Em ambos os pratos da balança está um peso de 580 gramas.
6. Como o par ordenado (x , y) = (3 , 1) é solução do sistema dado Resposta: cada laranja pode “pesar” 80 g e cada maçã “pesar”
então é simultaneamente solução das duas equações. 60 g .

16
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

b) Tendo em conta o processo de resolução na alínea a), Uma representação gráfica da recta é:
580 = 5 * 71 + 3 * 75
| | | |" “peso” de uma maçã
| | |" 3 maçãs
| |" “peso” de uma laranja
|" 5 laranjas

Ou seja,
580 g = 580 g " A balança está em equilíbrio.

Em ambos os pratos da balança está um peso de 580 gramas.


Resposta: Cada laranja pode “pesar” 71 g e cada maçã “pesar”
75 g .

c) Resolvendo de forma análoga, temos:


580 = 5 * 83 + 3 * 55
580 = 580 " A balança está em equilíbrio.

Resposta: Cada laranja pode “pesar” 83 g e cada maçã “pesar”


55 g .

d) 580 = 5 * 90 + 3 * 50
580 g 0 600 g " Assim, a balança não estaria em equilíbrio.
Resposta: Não é possível porque a balança não estaria em equi-
líbrio (o primeiro prato teria de ter mais 20 gramas).
Resposta: Como todos os pontos da recta são soluções da equação
2.2 Sabemos que 5 laranjas e 3 maçãs “pesam” 580 gramas. e como a recta tem uma infinidade de pontos, então a equação tem
Assim, uma infinidade de soluções.
3 * 45 = 135 " “peso” de 3 maçãs
580 - 135 = 445 " “peso” de 5 laranjas
445 : 5 = 89 " “peso” de uma laranja 3. Pág. 66

Resposta: Cada laranja pesa 89 g . 1 x+y


3.1 =1-
3 (3) 3
2.3 § 1=3-x-y § Lembra-te que -
x+y x y
=- -
3 3 3
§ y=3-x-1 §
500 x x y
g 80 y
§ y=2-x
g x x x y

Resposta: A equação resolvida em ordem a y é y = 2 - x .

3.2 Para desenhar uma recta é suficiente conhecer dois dos seus pon-
tos.
Resposta: Por exemplo: 580 = 5x + 3y .
x y=2-x (x , y)
2.4 Comecemos por resolver a equação em ordem a y : x=0 y=2-0=2 (0 , 2)
5x + 3y = 580
x=2 y=2-2=0 (2 , 0)
§ 3y = 580 - 5x

580 5x A recta contém, por exemplo, os pontos de coordenadas


§ y= - " Equação resolvida em ordem a y .
3 3 (x , y) = (0 , 2) e (x , y) = (2 , 0) .

A representação gráfica da equação é uma recta. Resposta: A equação dada representa-se por:
Para a “desenhar” é suficiente conhecer dois dos seus pontos cujas
coordenadas são pares ordenados soluções da equação. Assim
temos:

580 5x
x y= - Solução da equação
3 3
580 5 * 50 580 - 250
x = 50 y= - = = 110 (50 , 110)
3 3 3
580 5 * 80 580 - 400
CEXM9 © Porto Editora

x = 80 y= - = = 60 (80 , 60)
3 3 3

A recta pedida contém os pontos de coordenadas (x , y) = (50 , 110)


e (x , y) = (80 , 60) , por exemplo.

17
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

3.3 a) Substituindo na equação y = 2 - x , x por - 2 , por exemplo, O par ordenado (x , y) = (1 , 1) é solução da equação dada,
temos: como se pode confirmar na representação gráfica acima.
y = 2 - (-2) Resposta: Uma solução que tem x e y como valores positivos
y=2+2 é, por exemplo, (x , y) = (1 , 1) .
y=4
Logo, quando x = - 2 , y = 4 . 3.4 Por exemplo, a equação y = x tem só em comum com a equação
y = 2 - x a solução (x , y) = (1 , 1) , como se pode ver no quadro
ou na representação gráfica em baixo.

Outros exemplos: y = 3x - 2 ; y = - x + 2 ; etc.

x y=x y=-x+2

x=1 y=1 y=-1+2=1

O par ordenado (x , y) = (- 2 , 4) é solução da equação dada,


como se pode confirmar na representação gráfica acima.
Resposta: Uma solução que tem x como valor negativo é, por
exemplo, (x , y) = (- 2 , 4) .
b) Substituindo na equação y = 2 - x , y por - 3 , por exemplo,
temos:
-3 = 2 - x
x=2+3
x=5
Logo, quando y = - 3 , x = 5 .

Resposta: Por exemplo, a equação y = x tem só em comum com a


equação dada a solução (x , y) = (1 , 1) .

4.
4.1 Como já vimos, para definir uma recta bastam dois pontos.

No entanto, por um ponto passam uma infinidade de rectas.

O par ordenado (x , y) = (5 , - 3) é solução da equação dada,


como se pode confirmar na representação gráfica acima.
Resposta: Uma solução em que y tem valor negativo é, por
exemplo, (x , y) = (5 , - 3) .

c) x y=2-x (x , y)
x=0 y=2-1=1 (1 , 1)
x = 0,5 y = 2 - 0,5 = 1,5 (0,5 ; - 1)
… …

Logo, há uma infinidade de rectas que passam pelo o ponto de coorde-


nadas (x , y) = (2 , 3) , denominado feixe de rectas.
CEXM9 © Porto Editora

18
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

4.2 Sabemos que, por exemplo, que 6. Pág. 67


2+3=5 6.1 Sabemos que cada galinha tem duas patas e cada coelho tem quatro
Substituindo 2 por x e 3 por y , temos: patas.
x+y=5 Vamos, por exemplo, usar uma tabela para representar os dados do
problema.
Por outro lado, x + y = 5 § y = 5 - x .
Número Número de patas
Como já temos o ponto de coordenadas (x , y) = (2 , 3) , basta
determinar as coordenadas de outro ponto. Galinhas x 2x

x y=5-x (x , y) Coelhos y 4y

x=4 y=5-4=1 (4 , 1) Do enunciado do problema, deduz-se que: 2x + 4y = 140


Resposta: Uma equação que traduz a situação descrita é 2x + 4y = 140 .
A recta também passa pelo ponto de coordenadas (x , y) = (4 , 1) .
Resposta: y = 5 - x é um exemplo de uma equação de uma recta 6.2 Para resolver esta questão é necessário obter três soluções da
que passa pelo ponto de coordenadas (x , y) = (2 , 3) . equação 2x + 4y = 140 , tais que x e y são números inteiros
A respectiva representação gráfica é: positivos.
Assim, vamos começar por resolver a equação em ordem a y .
2x + 4y = 140 § 4y = 140 - 2x
140 2x
§ y= -
4 4
x
§ y = 35 -
2

Esta equação tem uma infinidade de soluções, mas tendo em conta


o enunciado do problema, apenas nos interessam as soluções for-
madas por números inteiros positivos.
Assim, tem-se:
x
x y = 35 - Solução do problema
2

1 Não é solução porque y = 34,5 não é


1 y = 35 - = 34,5
2 número inteiro.
2 (2 , 34) " Na quinta há 2 galinhas e
2 y = 35 - = 34
2 34 coelhos.
5. 10 (10 , 30) " Na quinta há 10 galinhas
10 y = 35 - = 30
2 e 30 coelhos.
5.1 O terreno inicial tem a forma de um rectângulo.
2(x + 2) + 2y = 2x + 4 + 2y 40 (40 , 15) " Na quinta há 40 galinhas
40 y = 35 - = 15
2 e 15 coelhos.
O terreno inicial tem perímetro p = 2x + 2y + 4
O terreno ao lado tem a forma de um polígono. O seu perímetro é Resposta: Na quinta poderá haver, por exemplo, 2 galinhas e 34
igual à soma das medidas dos comprimentos dos seus lados. coelhos, 10 galinhas e 30 coelhos ou 40 galinhas e 15 coelhos.

7.
7.1 No sistema, vamos substituir x por 2 e y por 3 .
x+y=5 2+3=5 5=5 Afirmação verdadeira
52x + 3y = 14 ; 52 * 2 + 3 * 3 = 14 § 513 = 14 Afirmação falsa

Resposta: Como o par ordenado (2 , 3) é solução da primeira equação


mas não é solução da segunda equação então não é solução do sistema.
7.2 O problema tem uma infinidade de soluções.
Vamos determinar soluções da segunda equação e, posteriormente,
Repara que, no “lado direito” do terreno, a soma dos comprimen- averiguar se são soluções da primeira equação.
tos dos segmentos de recta “verticais” é x + 2 e, na “parte de 2x + 3y = 14 § 3y = 14 - 2x
cima” do terreno, a soma dos comprimentos dos segmentos de
14 2x
recta horizontais é y . § y= -
3 3
O perímetro do terreno ao lado é igual ao perímetro do rectângulo.
Logo, p = 2x + 2y + 4 . 14 2x
x+y=5
x y= -
3 3
Resposta: Não. O perímetro do terreno inicial é igual ao perímetro
14 2 * 7
do terreno representado na figura ao lado. 7 y= - =0 7 + 0 = 5 § 7 = 5 " Afirmação falsa
3 3
5.2 Como o perímetro do terreno ao lado é 600 metros, então: (7 , 0) é solução da (7 , 0) não é solução da primeira equa-
CEXM9 © Porto Editora

2x + 2y + 4 = 600 § segunda equação ção

§ 2y = 600 - 4 - 2x § 2y = 596 - 2x § Resposta: Por exemplo, o par ordenado (x , y) = (7 , 0) não é


§ y = 298 - x solução do sistema porque apesar de ser solução da segunda equa-
Resposta: Uma equação pedida é, por exemplo, y = 298 - x . ção não é solução da primeira equação.

19
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

7.3 Para averiguar se o par ordenado (x , y) = (1 , 4) é solução do 8.6 Usando o método de substituição, tem-se:
sistema vamos substituir x por 1 e y por 4 . 3s + t = 0 3*1+t=0 t = -3
x + y =5 1+ 4 =5 5=5 Afirmação verdadeira
5s - 1 = 0 § 5s = 1 § 5s = 1
52x + 3y = 14
; 5 2 * 1 + 3 * 4 = 14
§
14 = 14 5 Afirmação verdadeira Verificação
Resposta: Como o par ordenado (x , y) = (1 , 4) é solução da pri- 3s + t = 0 3 * 1 + (- 3) = 0 0=0 Afirmação verdadeira

meira e segunda equações então é solução do sistema.


5s-1=0
; 51 - 1 = 0 § 50 = 0 Afirmação verdadeira

Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (s , t) = (1 , - 3) .


8.
8.1 Vamos resolver o sistema através do método de substituição. 9.
y=6-x x=6-x x+x=6 x=3
x=2 x=2 x=2 x=2 9.1 5y = x § 5y = x § 5y = x § 5y = 3
5x+y=3
§
2+y=3
§
y=3-2
§ 5
y=1 5 5 Verificação gráfica
Verificação Nota: O par ordenado escreve- y=6-x y=x
-se pela ordem alfabé-
x=2 2=2 Afirmação verdadeira tica das suas incógnitas
x y x y
5x+y=3
; 5
2+1=3 Afirmação verdadeira a não ser que haja indi-
cação em contrário.
0 6 0 0
6 0 2 2
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (2 , 1) .

8.2 Usando o método de substituição, tem-se:


a=3 a=3 a=3 a=3
52a + b = 5 § 52 * 3 + b = 5 § 5b = 5 - 6 § 5b = - 1
Verificação
a=3 3=3 3=3 Afirmação verdadeira
52a + b = 5 ; 52 * 3 + (- 1) = 5 § 56 - 1 = 5 Afirmação verdadeira

Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (a , b) = (3 , - 1) .

8.3 Usando o método de substituição, tem-se:


a+b=5 a + 2a = 5 3a = 5
52a = b § 5b = 2a § 5b = 2a §
5 5 5
a= a= a=
§
5 3

b = 2a
§
5 b=2*
3
5
3
§
5 b=
3
10
3
Resposta: O ponto de coordenadas (x , y) = (3 , 3) é o ponto de inter-
secção das duas rectas. Logo (x , y) = (3 , 3) é a solução do sistema.
Verificação
y = 2x y = 2x y = 2x
5 10
+ =5
15
=5 9.2 5y = 10 - 3x § 52x = 10 - 3x § 52x + 3x = 10 §
5 5
Afirmação verdadeira
a+b=5 3 3 3
52a = b ;
5 10
§
10 10 y = 2x y=2*2 y=4
2* =
3 3 3
=
3
Afirmação verdadeira § 55x = 10 § 5x = 2 § 5x = 2
5 10 Verificação gráfica
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (a , b) = 13 , 3 2 . y = 2x y = 10 - 3x
x y x y
8.4 Usando o método de substituição, tem-se:
5 0 0 2 4
y=
5y = 5 - x
5x = y
Verificação
§
5y = 5 - y
5x = y §
5y + y = 5
5x = y §
6y = 5
5x = y §
5
x=
6
5
6
1 2 3 1

5 5 25 25
5* =5- =

5 5
Afirmação verdadeira
5y = 5 - x 6 6 6 6
5x=y
;
5 5
§
5 5
= = Afirmação verdadeira
6 6 6 6
5 5
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (x , y) = 16 , 62 .
8.5 Usando o método de substituição, tem-se:
x=0
2x = 0
5x + 2y = 3 § 50 + 2y = 3 §
x=0
5 y=
3
2
Verificação
CEXM9 © Porto Editora

2*0=0
2x = 0
5x + 2y = 3 ; 5 3
0+2* =3
2
§
0=0
3=3 5
Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira

Resposta: O ponto de coordenadas (x , y) = (2 , 4) é o ponto de inter-


3
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (x , y) = 0 , 1 2 2. secção das duas rectas. Logo, (x , y) = (2 , 4) é a solução do sistema.

20
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

10. Pág. 68
y + x =-2 y =-2- x y = -2- x
9.3 52x + y = - 5 § 5y = - 5 - 2x § 5- 2 - x = - 5 - 2x § 10.1 A equação 0x = 5 não tem qualquer solução pois o produto de
zero por qualquer número é zero e nunca 5 . Logo, a equação é
y = -2- x y = - 2 - (- 3) y =-2+3 y=1
§ 5 - x + 2x = - 5 + 2
§ 5
x = -3
§5x = -3
§ 5
x = -3
impossível.
x+y=1
Verificação gráfica 50x = 5 " Equação impossível (não tem qualquer solução).
y=-2-x y = - 5 - 2x
Resposta: O sistema é impossível (porque a segunda equação é
x y x y
impossível).
0 -2 0 -5
1 -3 -1 -3 10.2 A equação 0x = 0 tem uma infinidade soluções porque o pro-
duto de zero por qualquer número é sempre zero.
0x = 0
Assim, 5x + y = 1 § x + y = 1 ,
ou seja, o sistema reduz-se a uma equação e, portanto tem uma
infinidade de soluções.
Resposta: O sistema é possível e indeterminado porque tem uma
infinidade de soluções.

11.
11.1 Um sistema impossível é representado graficamente por duas rec-
tas estritamente paralelas.
y=-x+1
Resposta: 5
y=-x+3
é um sistema impossível.

11.2 Um sistema possível e indeterminado é representado graficamente


por duas rectas coincidentes (uma única recta).
y = x -1
Resposta: O ponto de coordenadas (x , y) = (- 3 , 1) é o ponto de Resposta: Por exemplo: 5
y = x -1
é um sistema possível e inde-
intersecção das duas rectas. Logo, (x , y) = (- 3 , 1) é a solução terminado.
do sistema.
11.3 Um sistema possível e determinado é representado graficamente
2x = 6 x =3 x =3 x =3 por duas rectas concorrentes (intersectam-se num ponto).
9.4
5 1
x + y =5
2
§ 1
5
3+ y = 5
2
§ 1
2
y =5 - 35§ 1
2
y =2
§
x =3
y=4 5 5 Resposta: Por exemplo:
minado.
y = - x +3
5
y = x -1
é um sistema possível e deter-

Verificação gráfica 12. Seja a a expressão correspondente a .


1
x=3 x+ y = 5 § y = 10 - 2x Simplificando o sistema, temos:
2
x+y=1
x
3
3
y
0
2
x
3
5
y
4
0
5
x + y =1
3x + 3y = a
§
5
x+y=
a
3
Assim:
Repara que, na equação x = 3 , x é sempre igual 3 e y pode a
• Se =1 § a=3
tomar qualquer valor. 3
O sistema é possível e indeterminado.
x+y=1
5x+y=1
§ x+y=1

a
• Se 01 § a03
3
O sistema é impossível.
x+y=1
5x+y01
não pode ser simultaneamente igual a 1 e diferente
de 1 .

12.1 Tendo em conta as considerações anteriores, o sistema dado é


possível e determinado se no lugar de colocarmos x , por
exemplo.
Assim, temos o sistema:
x+y =1 y = 1- x y = 1- x y =-2
53x + 3y = x § 53x + 3(1- x) = x § 53x + 3 - 3x = x § 5x = 3
CEXM9 © Porto Editora

Sistema possível e determinado.


Resposta: O ponto de coordenadas (x , y) = (3 , 4) é o ponto de
intersecção das duas rectas. Logo, (x , y) = (3 , 4) é a solução do Resposta: O sistema é possível e determinado se, por exemplo,
sistema. substituirmos por x .

21
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

x
12.2 Resposta: Tendo em conta as considerações anteriores, o sistema 13.3 Seja a fracção , tal que:
y
dado é impossível se, por exemplo, substituirmos por 1 (ou
x = numerador ; y = denominador; y 0 0 e y 0 - 1 .
outro número diferente de 3 ).
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
12.3 Resposta: Tendo em conta as considerações anteriores, o sistema
é possível e indeterminado se substituirmos por 3 . A fracção é igual a um quando se soma uma unidade ao
numerador.
13. 3
13.1 Sejam x e y os números pedidos. x+1
=1
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: y

A soma dos dois números é 37 " x + y = 37


(admitindo 1
que x é o A fracção é igual a quando se soma uma unidade ao denominador.
maior 2
A diferença dos dois números é 13 " x - y = 13 número
dos dois) 3
O enunciado do problema é traduzido pelo sistema: x 1
=
y+1 2
x + y = 37
5x - y = 13 O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
x+1
y = (y)
Resolvendo o sistema, vem 1
x + y = 37
5x - y = 13 § 5x = 13 + y
13 + y + y = 37
§
2y = 24
5x = 13 + y § 5 x
=
y+1 2
(2)
1
(y +1)

y = 12 y = 12
§ 5 x = 13 + 12
§ 5
x = 25 Resolvendo o sistema, vem (nota que y 0 - 1 e y 0 0 ) :
x +1 = y y = x +1
Verificação 52x = y + 1 § 52x = x + 1 + 1 §
x + y = 37 25 + 12 = 37 Afirmação verdadeira
y = x +1 y = 2 +1 y=3
5x - y = 13 ; 525 - 12 = 13 Afirmação verdadeira 52x - x = 2 § 5x = 2 § 5x = 2
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (25 , 12) . Verificação
Resposta: Os números pedidos são 12 e 25 . x +1 2 +1 3
=1 =1 =1

5 5
Afirmação verdadeira

13.2 Sejam, x e y os números pedidos.


Assim,
5 y
x
=
y +1 2
1
;
3
2
=
3 +1 2
1
§
3
2 1
=
4 2
Afirmação verdadeira

2x " dobro de um número Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (2 , 3) .


3y " triplo de outro número 2
Resposta: A fracção pedida é .
4x " quádruplo do primeiro número 3

De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: 13.4 Sejam x e y os números pedidos.
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
O dobro de um número mais o triplo de outro é 12 " 2x + 3y = 12
A soma dos números é 130 " x + y = 130
O segundo mais o quádruplo do primeiro é 14 " y + 4x = 14
Um número excede o outro em 15 unidades " y = x + 15
O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
Admitindo que y
2x + 3y = 12 é o maior número.
5y + 4x = 14 O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
x + y = 130
Resolvendo o sistema, vem: 5y = x + 15
2x + 3(14 - 4x) = 12 2x + 42 - 12x = 12
5y = 14 - 4x § 5y = 14 - 4x § Resolvendo o sistema, vem:
x + x + 15 = 130 2x = 130 - 15 2x = 115
-10x = 12 - 42
5y = 14 - 4x 5y = x + 15 § 5y = x + 15 § 5y = x + 15 §
115
x=

5
- 30 2 x = 57,5
x=
§ § 5
5 - 10
y = 14 - 4x
§
x=3
5
y = 14 - 4 * 3
§
x=3
y=2 5 y=
115
2
+ 15
y = 72,5

Verificação:
Verificação
x + y = 130 57,5 + 72,5 = 130 130 = 130
2x + 3y = 12 2 * 3 + 3 * 2 = 12 12 = 12
5y + 4x = 14 52 + 4 * 3 = 14 514 = 14
Afirmação verdadeira
5y = x + 15 ; 572,5 = 57,5 + 15 § 572,5 = 72,5
CEXM9 © Porto Editora

; § Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (3 , 2) . Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (57,5 ; 72,5) .
Resposta: Os números pedidos são 2 e 3 . Resposta: Os números pedidos são 57,5 e 72,5 .

22
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

14. Pág. 69 14.3 De acordo com a informação dada, sabemos que:


14.1. a) Como o triângulo é equilátero então as medidas dos compri- • O ângulo de vértice E tem menos 10° de amplitude que o
mentos dos lados são iguais. ângulo de vértice D " x = y - 10
Assim, temos: x + 6 = y + 3 = 3x
• A soma das amplitudes dos ângulos internos
Ou seja:
é 180° " x + y + 2y - 10 = 180
x + 6 = y +3
53x = x + 6 O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
x = y - 10
Resolvendo o sistema, vem: 5x + y + 2y - 10 = 180
x + 6 = y +3 x + 6 = y +3 3 + 6 = y +3 y =6
53x - x = 6 § 52x = 6 § 5x = 3 § 5x = 3 Resolvendo o sistema, vem:
x = y - 10
Verificação
3+ 6 = 6+3 9=9 Afirmação verdadeira
5
x = y -10
y - 10 + y + 2y - 10 = 180
§
x = y - 10
5
4y = 180 + 10 + 10
§
5 y=
200
4
53 * 3 = 3+ 6
§
9=9 5 x = 50 - 10 x = 40
Afirmação verdadeira
§ 5y = 50 § 5y = 50
Logo, a solução do sistema é o par
ordenado (x , y) = (3 , 6) . Verificação
40 = 50 - 10 40 = 40 Afirmação verdadeira
Resposta: x = 3 e y = 6 . 540 + 50 + 2 * 50 - 10 = 180 § 5180 = 180 Afirmação verdadeira
Trata-se de um triângulo equilá-
tero cujos lados medem 9 . Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (40 , 50).
Resposta: x = 40° e y = 50° .
b) Como o triângulo é equilátero então as medidas dos compri- O triângulo [DEF ] é rectângulo.
mentos dos lados são iguais.
Assim, temos: 5 + 2x = x + 6 = 2x + y
Ou seja:
5 + 2x = x + 6
52x + y = x + 6
Resolvendo o sistema, vem:
5 + 2x = x + 6 x=1 x=1 x =1
52x + y = x + 6
§
x+y=6 5
§
1+y=6
§
y=5 5 5
Verificação
5+ 2 *1 = 1+ 6 7=7 Afirmação verdadeira 14.4 a) Um triângulo isósceles tem, pelo menos, dois lados com igual
52 * 1 + 5 = 1 + 6 § 57 = 7 Afirmação verdadeira comprimento e, por conseguinte, tem, pelo menos, dois ângu-
los com a mesma amplitude.
Logo, a solução do sistema é o par
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
ordenado (x , y) = (1 , 5) .
Os ângulos que se opõem a lados com igual
Resposta: x = 1 comprimento têm a mesma amplitude " y = 4x
e y=5.
Trata-se de um A soma das amplitudes dos ângulos internos é 180º
triângulo equilá- 3
tero cujos lados
4x + x + y = 180
medem 7 .
O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
14.2 De acordo com a informação dada, sabemos que:
y = 4x
• O perímetro do triângulo é 20 cm " 2x + y = 20 54x + x + y = 180
• O lado diferente tem o dobro do comprimento dos outros " y = 2x
Resolvendo o sistema, vem:
O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
y = 4x y = 4x y = 4 * 20 y = 80
2x + y = 20
5y = 2x 54x + x + 4x =180
§ 5
9x = 180
§
x = 20
§ 5
x = 20 5
Verificação
Resolvendo o sistema, vem:
80 = 4 * 20 80 = 80 Afirmação verdadeira
2x + y = 20 4x = 20 x=5 x =5 54 * 20 + 20 + 80 = 180
§
180 = 180 5
5y = 2x
§
y = 2x 5§
y = 2*5
§
y = 105 5 Afirmação verdadeira

Logo, a solução do sistema é o par


Verificação ordenado (x , y) = (20 , 80) .
2 * 5 + 10 = 20 20 = 20 Afirmação verdadeira
510 = 2 * 5 § 510 = 10 Afirmação verdadeira
Resposta: x = 20º e y = 80º .

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (5 , 10).


Resposta: No triângulo isósceles
CEXM9 © Porto Editora

[ABC] , os lados iguais,


[AC] e [BC] , medem 5 cm ,
e o lado diferente, [AB] ,
mede 10 cm .

23
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

b) Como vimos na alínea anterior, um triângulo isósceles tem b) O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
pelo menos dois ângulos com a mesma amplitude. x y
=
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:

Os ângulos que se opõem a lados com o mesmo


5 2 6
(3) (1)

x = y - 20
comprimento têm a mesma amplitude.
Resolvendo o sistema, vem:
3
3x = y y = 3x y = 3x
x = y + 20 5x = 3x - 20 § 520 = 3x - x § 520 = 2x §
A soma das amplitudes dos ângulos internos é 180° y = 3 * 10 y = 30
3
§ 510 = x § 5x = 10
x + x + 30 + y + 20 = 180
Verificação
O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
10 30
= 5=5
x = y + 20
5
Afirmação verdadeira
5x + x + 30 + y + 20 = 180
2 6 § 510 = 10 Afirmação verdadeira
10 = 30 - 20
Resolvendo o sistema, vem: Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (10 , 30) .
x = y + 20
5y + 20 + y + 20 + 30 + y + 20 = 180
§ Resposta: x = 10 e y = 30 .

x = y + 20
53y = 180 - 20 - 20 - 30 - 20 §
x = y + 20 x = 30 + 20 x = 50
53y = 90 § 5y = 30 § 5y = 30
Verificação
50 = 30 + 20 50 = 50 Afirmação verdadeira 14.6 Seja:
550 + 50 + 30 + 30 + 20 = 180 § 5180 = 180 Afirmação verdadeira
c = comprimento, em centímetros, do rectângulo;
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (50 , 30) . l = largura, em centímetros, do rectângulo.

Resposta: x = 50° e y = 30° .

De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:

O comprimento mede mais 5 cm que a largura " c=l+5

14.5 a) O enunciado do problema é traduzido pelo sistema: O perímetro é 30 cm " 2c + 2l = 30


x + y = x + 15
52x + 8 = 18 O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
c = l+5
Resolvendo o sistema, vem: 52c + 2l = 30
y = 15 y = 15 y = 15
52x =18 - 8 § 52x = 10 § 5x = 5 Resolvendo o sistema, vem:
c = l+5 c = l+5 c = l+5
Verificação 52(l + 5) + 2l = 30 § 52l + 10 + 2l = 30 § 54l = 30 - 10
5 + 15 = 5 + 15 20 = 20 Afirmação verdadeira
52 * 5 + 8 = 18 § 518 = 18 Afirmação verdadeira c = l+5 c = 5+5 c = 10
54l = 20 § 5l = 5 § 5l = 5
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (5 , 15) .
Verificação
Resposta: x = 5 e y = 15 .
10 = 5 + 5 10 = 10 Afirmação verdadeira
52 * 10 + 2 * 5 = 30 § 530 = 30 Afirmação verdadeira

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (c , l) = (10 , 5) .


O comprimento mede 10 cm e a largura mede 5 cm .
CEXM9 © Porto Editora

A área do rectângulo é dada por A = c * l .


Assim, A = 10 * 5 = 50 .
Resposta: A área do rectângulo é igual a 50 cm2 .

24
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

15. Seja: Pág. 70 17. Seja:


x = número de livros da Helena; n = número de iogurtes naturais;
f = número de iogurtes com sabor a frutos.
y = número de livros do António
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
A Ana comprou 16 iogurtes, naturais ou com sabor a frutos.
A Helena tem mais 10 livros que o António " x = y + 10 3
n + f = 16
Os dois juntos têm 50 livros " x + y = 50
O número de iogurtes naturais é triplo do número de iogurtes
O enunciado é traduzido pelo sistema: com sabor a frutos.
x = y + 10 3
5x + y = 50 n = 3f

Resolvendo o sistema, vem: O enunciado é traduzido pelo sistema:


x = y + 10 x = y + 10 n + f = 16
5x + y = 50
§ 5
y + 10 + y = 50
§ 5n = 3f
Resolvendo o sistema, vem:
x = y + 10 x = 20 + 10
§ 5 2y = 40
§ 5
y = 20
§ n + f = 16
5n = 3f §
4f = 16
5n = 3f §
f=4
5n = 3 * 4 § 5n = 12
f =4

x = 30 Verificação
§ 5y = 20 12 + 4 = 16 16 = 16 Afirmação verdadeira
512 = 3 * 4 § 512 = 12 Afirmação verdadeira
Verificação
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (f , n) = (4 , 12) .
30 = 20 + 10 30 = 30 Afirmação verdadeira
530 + 20 = 50
§
50 = 50 5 Afirmação verdadeira Resposta: A Ana comprou 12 iogurtes naturais e 4 iogurtes
com sabor a frutos.
Logo, a solução do sistema é o par ordenado é (x , y) = (30 , 20) .
18. Seja:
Resposta: A Helena tem 30 livros e o António tem 20 livros. x = número de moedas de 5 cêntimos;
y = número de moedas de 20 cêntimos.
16. Seja: Assim:
s = custo, em euros, de cada sumo; 5x = quantia em moedas de 5 cêntimos;
20y = quantia em moedas de 20 cêntimos
b = custo, em euros, de cada bolo.
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
O Pedro tem 140 cêntimos em moedas de 5 e 20 cêntimos.
2 sumos e 4 bolos custam 6,40 euros " 2s + 4b = 6,40 3
5x + 20y = 140
1 sumo e 3 bolos custam 4,20 euros " s + 3b = 4,20

O enunciado é traduzido pelo sistema: Ao todo, tem 10 moedas. " x + y = 10

2s + 4b = 6,40 O enunciado é traduzido pelo sistema:


5s + 3b = 4,20 5x + 20y = 140
Resolvendo o sistema, vem:
5x + y = 10
Resolvendo o sistema, vem:
2(4,20 - 3b) + 4b = 6,40 8,40 - 6b + 4b = 6,40
5s = 4,20 - 3b § 5s = 4,20 - 3b § 5x + 20(10 - x) = 140 5x + 200 - 20x = 140
5y = 10 - x § 5y = 10 - x §
-2
b= - 60
§
- 2b = 6,40 - 8,40
5s = 4,20 - 3b §
5 -2

s = 4,20 - 3b
§
§
- 15x = 140 - 200
5
y = 10 - x
§
5
x=
- 15
y = 10 - x
§

b=1 b=1 x=4 x=4


§ 5s = 4,20 - 3 * 1 § 5s = 1,20 § 5y = 10 - 4 § 5y = 6
Verificação Verificação
5 * 4 + 20 * 6 = 140 140 = 140 Afirmação verdadeira
2 * 1,20 + 4 * 1 = 6,40
51,20 + 3 * 1 = 4,20 §
6,40 = 6,40
54,20 = 4,20
Afirmação verdadeira
54 + 6 = 10 § 510 = 10 Afirmação verdadeira
CEXM9 © Porto Editora

Afirmação verdadeira
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (4 , 6)
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (b , s) = (1 ; 1,20) .
Resposta: O Pedro tem quatro moedas de 5 cêntimos e seis moe-
Resposta: Cada bolo custa 1 euro e cada sumo custa 1,20 euros. das de 20 cêntimos.

25
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

19. Seja: O enunciado é traduzido pelo sistema:


x = número de moedas de um cêntimo (número de moedas inicial); y + 4 = 4(x - 4)
y = número de moedas de 10 cêntimos (número de moedas inicial). 5x + 2 = y - 2
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: Resolvendo o sistema, vem:
O número de moedas de 1 cêntimo é 10 vezes superior ao y + 4 = 4x - 16
número de moedas de 10 cêntimos. 5x = y - 2 - 2
3
x = 10y y = 4x - 16 - 4
§ 5x = y - 4
No fim, o João ficou com menos 90 moedas do que as que
y = 4x - 20
tinha inicialmente.
3
§ 5x = y - 4
y = x - 90 y = 4x - 20 y = 4x - 20
§ 5x = 4x - 20 - 4 § 5x - 4x = - 24 §
O enunciado é traduzido pelo sistema:
y = 4 * 8 - 20 y = 12
5
x = 10y § 5x = 8 § 5x = 8
y = x - 90
Verificação
Resolvendo o sistema, vem:
x = 10y 12 + 4 = 4(8 - 4) 16 = 16 Afirmação verdadeira

5y = 10y - 90 58 + 2 = 12 - 2 § 510 = 10 Afirmação verdadeira

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (8 , 12) .


x = 10y
§ 5 90 = 10y - y Resposta: O Pedro tem 8 berlindes e o João tem 12 berlindes.

x = 10y
§ 590 = 9y 21. Seja: Pág. 71
x = número de fotocópias a cores;
x = 10 * 10 x = 100
§
y = 105 §
y = 10 5 y = número de fotocópias a preto e branco.
Então:
Verificação 0,60x = apuro em fotocópias a cores;
100 = 10 * 10 100 = 100 Afirmação verdadeira 0,10y = apuro em fotocópias a preto e branco.
5
10 = 100 - 90
§
10 = 10 5 Afirmação verdadeira
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (100 , 10) .
Num dia foram tiradas 2000 fotocópias. " x + y = 2000
100 cêntimos = 1 euro

Resposta: O João tinha um euro em moedas de um cêntimo. O apuro total das fotocópias foi 450 euros.
3
20. Seja: 0,60x + 0,10y = 450
x = número de berlindes do Pedro (saco A ) ;
y = número de berlindes do João (saco B ) . O enunciado do problema é traduzido pelo sistema:
Vamos, por exemplo, usar uma tabela para representar os dados x + y = 2000
do problema.
50,60x + 0,10y = 450
Nos Se o Pedro der ao Se o João der ao Resolvendo o sistema, vem:
sacos João 4 berlindes Pedro 2 berlindes
y = 2000 - x
Número de berlindes
do Pedro
x x-4 x+2 50,60x + 0,10(2000 - x) = 450
Número de berlindes
y y+4 y-2 y = 2000 - x
do João § 50,60x + 200 - 0,10x = 450
y = 2000 - x

5
De acordo com a informação, podemos deduzir que: y = 2000 - x
§ 50,50x = 450 - 200 § x=
250
0,5
§
Se o Pedro der quatro berlindes ao João este fica com o quádru-
plo dos berlindes do Pedro.
y = 2000 - x y = 1500
3 § 5x = 500 § 5x = 500
y + 4 = 4 (x - 4)
Verificação
500 + 1500 = 2000 2000 = 2000
CEXM9 © Porto Editora

Se o João der dois berlindes ao Pedro ficam ambos com o Afirmação verdadeira
mesmo número de berlindes. 50,60 * 500 + 0,10 * 1500 = 450 § 5450 = 450 Afirmação verdadeira
3
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (500 , 1500) .
x+2=y-2
Resposta: Nesse dia foram tiradas 500 fotocópias a cores.

26
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

x
22. Consideremos a fracção , em que: O enunciado é traduzido pelo sistema:
y
x = numerador; 4c + 2p = 130
y = denominador e y 0 0 , y 0 1 e y 0 - 2 . 5c + p = 40
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
Resolvendo o sistema, vem:
Se ao denominador se subtrair uma unidade x 1
1 . " = 4c + 2(40 - c) = 130 4c + 80 - 2c = 130
obtém-se uma fracção equivalente a ––
2 y-1 2 5p = 40 - c § 5p = 40 - c
Se ao denominador se adicionar duas unidades 2c = 130 - 80 2c = 50
1 .
obtém-se uma fracção equivalente a –– "
x
=
y+2 3
1 § 5p = 40 - c § 5p = 40 - c
3
c = 25 c = 25
O enunciado é traduzido pelo sistema: § 5p = 40 - 25 § 5p = 15
x 1
=

5 x
- 1 (y2
y (2)

y+2 3
(3)
=
1
-1)

(y + 2)
Verificação
4 * 25 + 2 * 15 = 130
525 + 15 = 40 §
130 = 130
540 = 40
Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira

Resolvendo o sistema, vem: Logo, a solução do sistema é o par ordenado (c , p) = (25 , 15) .
2x = y - 1 2x + 1 = y y = 2x + 1
53x = y + 2 § 53x = 2x + 1 + 2 § 53x - 2x = 3 § Resposta: Na quinta há 25 coelhos.

y=2*3+1 y=7 24.


§ 5x = 3 § 5x = 3 Sejam x e y as idades das irmãs.

Vamos usar uma tabela para representar os dados do problema.


Verificação
Idade Idade daqui a
3 1 3 1 1 1
= = = Afirmação verdadeira actual 2 anos (+ 2)

5 7-1 2
3
=
7+2 3
1
§
5 6 2
3 1
=
9 3
§
5 2 2
1 1
=
3 3
Afirmação verdadeira
Irmã 1

Irmã 2
x

y
x+2

y+2

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (3 , 7) . De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
3
Resposta: A fracção irredutível pedida é . A soma das idades das irmãs é 13 . " x + y = 13
7

23. Daqui a 2 anos, a soma das idades das irmãs será 17 .


23.1 Se na quinta houvesse só coelhos, teríamos: 3
cada coelho cada coelho
tem 1 cabeça tem 4 patas x + 2 + y + 2 = 17
40 cabeças 222222" 40 coelhos 222222" 160 patas.
40 * 1 40 * 4
O enunciado é traduzido pelo sistema:
Logo, seria impossível haver só coelhos porque, de acordo com o
x + y = 13 x + y = 13
enunciado, no total há 130 patas (160 0 130) . 5x + 2 + y + 2 = 17 § 5x + y = 17 - 2 - 2
Se na quinta houvesse só patos, teríamos:
x + y = 13
cada pato
tem 1 cabeça
cada pato
tem 2 patas
§ 5x + y = 13 § x + y = 13
40 cabeças 222222" 40 patos 222222" 80 patas.
40 * 1 40 * 2
O sistema reduziu-se a uma equação e, como tal, tem uma infini-
Logo, seria impossível haver só patos porque, de acordo com o dade de soluções.
enunciado, no total há 130 patas (80 0 130) .
No entanto, como x e y são números inteiros positivos, temos:
Resposta: Na quinta não há só coelhos ou só patos porque nem 40
coelhos nem 40 patos têm 130 patas (160 0 130 e 80 0 130) . x y = 13 - x Solução do problema

1 12 (1 , 12) " As irmãs têm 1 e 12 anos.


23.2 Seja: 2 11 (2 , 11) " As irmãs têm 2 e 11 anos.
c = número de coelhos; 3 10 (3 , 10) " As irmãs têm 3 e 10 anos.
p = número de patos. 4 9 (4 , 9) " As irmãs têm 4 e 9 anos.
5 8 (5 , 8) " As irmãs têm 5 e 8 anos.
Assim,
6 7 (6 , 7) " As irmãs têm 6 e 7 anos.
4c = número de patas dos coelhos (cada coelho tem 4 patas);
7 6 (7 , 6) " As irmãs têm 6 e 7 anos. e As soluções
2p = número de patas dos patos (cada pato tem 2 patas). d
d
8 5 (8 , 5) " As irmãs têm 5 e 8 anos. f
para o pro-
d blema repe-
B B B d
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: g tem-se.
CEXM9 © Porto Editora

No total, os coelhos e os patos têm 130 patas " 4c + 2p = 130 Resposta: O problema tem seis soluções. As irmãs podem ter: 1
e 12 anos, 2 e 11 anos, 3 e 10 anos, 4 e 9 anos, 5 e 8
No total, os coelhos e os patos têm 40 cabeças " c + p = 40 anos ou 6 e 7 anos.

27
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

25. Seja: Verificação


x = idade actual da Ana;
13 - 1 = 2(7 - 1)
y = idade actual da Helena.
Vamos usar uma tabela para representar os dados do problema.
5 3
7 + 11 = (13 + 11)
4
§ 12 = 12
18 = 185
Afirmação verdadeira
Afirmação verdadeira

Idade Idade há Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (13 , 7) .


actual 5 anos (- 5)
Resposta: O Pedro tem 13 anos e o João 7 anos.
Ana x x-5

Helena y y-5 27.


27.1 Seja:
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: x = idade do amigo mais velho;
y = idade do amigo mais novo.
A Helena tem mais 28 que a Ana. " y = x + 28
Assim:
y + 10 = idade do amigo mais novo daqui a 10 anos.
Há 5 anos a soma das idades era 38 . " x - 5 + y - 5 = 38
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
O enunciado é traduzido pelo sistema:
A diferença entre as idades dos dois amigos é 10 anos.
y = x + 28
5x - 5 + y - 5 = 38 3
x - y = 10
Resolvendo o sistema, vem:
y = x + 28 y = x + 28 y = x + 28 A idade actual do mais velho é igual ao dobro da idade que
5x - 5 + x + 28 - 5 = 38 § 52x = 38 + 5 + 5 - 28 § 52x = 20 o mais novo terá daqui a 10 anos.
3
y = 10 + 28 y = 38
§ 5x = 10 § 5x = 10 x = 2 (y + 10)

x - y = 10
Verificação Resposta: O enunciado é traduzido pelo sistema 5x = 2(y + 10) .
38 = 10 + 28 38 = 38 Afirmação verdadeira
510 - 5 + 38 - 5 = 38 § 538 = 38 Afirmação verdadeira x - y = 10 2y + 20 - y = 10 y = 10 - 20
27.2 5x = 2(y + 10) § 5x = 2y + 20 § 5x = 2y + 20 §
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (10 , 38) .
y = -10 y = - 10
Resposta: A Helena tem 38 anos. § 5x = 2 * (-10) + 20 § 5x = 0
Verificação
26. Seja: Pág. 72
0 - (- 10) = 10 10 = 10 Afirmação verdadeira
x = idade actual do Pedro; 50 = 2(- 10 + 10) § 50 = 0 Afirmação verdadeira
y = idade actual do João.
Assim: Resposta: A solução do sistema é o par ordenado
x - 1 = idade do Pedro há um ano; (x , y) = (0 , - 10) . O sistema é possível e determinado.
y - 1 = idade do João há um ano;
27.3 Resposta: Atendendo ao enunciado do problema, a solução é
x + 11 = idade do Pedro daqui a 11 anos;
constituída por números inteiros positivos. Como - 10 e 0 não
y + 11 = idade do João daqui a 11 anos.
são números inteiros positivos então o problema não tem solu-
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que: ção.

Há um ano, a idade do Pedro era


" x - 1 = 2 (y - 1) 28.
o dobro da idade do João.
28.1 Seja:
Daqui a 11 anos, a idade do João 3 x = idade da primeira irmã;
3 da idade do Pedro. " y + 11 = (x + 11) y = idade da segunda irmã.
será –– 4
4
Assim:
O enunciado é traduzido pelo sistema: x + 2 = idade da primeira irmã daqui a 2 anos;
x - 1 = 2(y - 1) y + 2 = idade da segunda irmã daqui a 2 anos.

5 3
y + 11 = (x + 11)
4
De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:

A soma das idades das duas irmãs é 20 anos. " x + y = 20


Resolvendo o sistema, vem:
x - 1 = 2(y - 1)
x = 2y - 2 + 1 Daqui a dois anos a soma das suas idades será 24 anos.
5 y + 11 =
(4) (4)
3x 33 §
4
+
(1)
4
(1)
5
4y + 44 = 3x + 33
§
3
x + 2 + y + 2 = 24
CEXM9 © Porto Editora

x = 2y - 1 x = 2y - 1
§ 54y + 44 = 3(2y - 1) + 33 § 54y + 44 = 6y - 3 + 33 §
Resposta: O enunciado do problema é traduzido pelo sistema
x = 2y - 1 x = 2y - 1 x = 2 * 7 -1 x = 13 x + y = 20
§ 54y - 6y = 30 - 44 § 5- 2y = -14 § 5 y = 7 § 5y = 7 5x + 2 + y + 2 = 24 .
28
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

x + y = 20 y = 20 - x
28.2 5x + 2 + y + 2 = 24 § 5x + 2 + 20 - x + 2 = 24 § De acordo com a informação dada, podemos deduzir que:
A Inês pagou 5,90 euros pelos sumos e pelos iogurtes.
y = 20 - x y = 20 - x
§ 50x = 24 - 24 § 50x = 0 § y = 20 - x 3
0,70i + 0,30s = 5,90
Outro processo de resolução
x + y = 20 x + y = 20 x + y = 20
5x + 2 + y + 2 = 24 § 5x + y = 24 - 4 § 5x + y = 20 § x + y = 20 A Inês comprou mais 3 sumos do que iogurtes.
3
Resposta: Como o sistema se reduz a uma equação então tem
uma infinidade de soluções. s=i+3
O sistema é possível e indeterminado. O enunciado é traduzido pelo sistema:
28.3 Como x e y representam números inteiros positivos (idades das 0,70i + 0,30s = 5,90
irmãs), temos: 5s = i + 3
x y = 20 - x Solução do problema Resolvendo o sistema, vem:
10 y = 20 - 10 = 10 (10 , 10) " As irmãs têm ambas 10 anos. 0,70i + 0,30(i + 3) = 5,90 0,70i + 0,30i + 0,90 = 5,90
11 y = 20 - 11 = 9 (11 , 9) " As irmãs têm 9 e 11 anos. 5s = i + 3 § 5s = i + 3 §
12 y = 20 - 12 = 8 (12 , 8) " As irmãs têm 8 e 12 anos.
i = 5,90 - 0,90 i=5 i=5
Resposta: Por exemplo, as irmãs podem ter ambas 10 anos, 9 e
§ 5s = i + 3 § 5s = 5 + 3 § 5s = 8
11 anos ou 8 e 12 anos.
Verificação
0,70 * 5 + 0,30 * 8 = 5,90 5,90 = 5,90 Afirmação verdadeira
29. x = número de bilhetes a 6 euros; Pág. 73 58 = 5 + 3 § 58 = 8 Afirmação verdadeira
y = número de bilhetes a 10 euros.
Logo, a solução do sistema é o par ordenado (i , s) = (5 , 8) .
Assim:
6x = quantia apurada com bilhetes a 6 euros; Resposta: A Inês comprou cinco iogurtes.
10y = quantia apurada com bilhetes a 10 euros.
31.
De acordo com a informação, podemos deduzir que:
31.1 Resposta: Por exemplo:
Num dia foram vendidos 100 bilhetes. “A Inês foi a uma florista onde comprou rosas e tulipas.
3 Pelas flores pagou, no total, 2,10 euros.
x + y = 100 Cada rosa custou 0,10 euros e cada tulipa custou 0,20 euros.
Sabendo que comprou mais três rosas do que tulipas, quantas flo-
Na venda dos 100 bilhetes apurou-se a quantia de 840 euros. res de cada tipo comprou?”
3 x-y=3 x=3+y
6x + 10y = 840
31.2 50,10x + 0,20y = 2,10 § 50,10(3 + y) + 0,20y = 2,10 §
x=3+y x =3 + y
O enunciado é traduzido pelo sistema: § 50,30x + 0,10y + 0,20y = 2,10 § 50,30y = 2,10 - 0,30
x + y = 100
56x + 10y = 840 x=3+y

Resolvendo o sistema, vem:


x = 100 - y x = 100 - y
§
5 y=
0,3
x=3+6
5
1,80 § y = 6 §
x=9
y=6 5
5
6(100 - y) + 10y = 840
§ 5
600 - 6y + 10y = 840
§
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (9 , 6) .
x = 100 - y
§
x = 100 - y
54y = 840 - 600 § 5 y=
240
4
§
x = 100 - 60
y = 60 5 §
32. Resposta: Por exemplo:
“A Adriana foi dar de comer a x coelhos e y galinhas.
x = 40 Contou os animais e verificou que, no total, havia 49 coelhos e
§
y = 60 5 galinhas e que estes tinham 132 patas.
Quantos coelhos e galinhas tem a Adriana?”.
Verificação
40 + 60 = 100 100 = 100 Afirmação verdadeira
56 * 40 + 10 * 60 = 840 § 5840 = 840 Afirmação verdadeira
1.
1.1 Na fórmula p = 2 x + 9 , vamos substituir x por 15 .
Pág. 74

Logo, a solução do sistema é o par ordenado (x , y) = (40 , 60) . Assim, temos:


Resposta: Foram vendidos 60 bilhetes de 10 euros. p = 2 * 15 + 9 = 39
Resposta: Quando x = 15 , p = 39 .
30. Seja:
i = número de iogurtes ; 1.2 Na fórmula p = 2x + 9 , vamos substituir p por 33 .
CEXM9 © Porto Editora

s = número de sumos. Assim, temos:


Assim: 33 = 2x + 9 § 33 - 9 = 2x § 24 = 2x § x = 12
0,70i = custo, em euros, dos iogurtes;
0,30s = custo, em euros, dos sumos. Resposta: Quando p = 33 , x = 12 .

29
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 2

1.3 Como se trata de uma equação do primeiro grau com duas incógni- 2.3 O movimento descrito pela Ana é
tas então representa-se graficamente por uma recta. circular, de acordo com o esquema
Para “desenhar” uma recta é suficiente conhecer dois dos seus pontos. da figura ao lado.
Assim, temos: Uma volta completa dada pela
Ana corresponde ao compri-
x p = 2x + 9 (x , y)
mento de uma circunferência de
2 p = 2 * 2 + 9 = 13 (2 , 13) raio 7,5 metros.
5 p = 2 * 5 + 9 = 19 (5 , 19)
Como o comprimento da circunferência é dado por p = 2pr , temos:
Resposta: A equação representa-se graficamente por: r = 7,5 ; p = 2p * 7,5 = 15p .
p = 2pr
Resposta: Uma volta completa dada pela Ana corresponde a 15p
metros.

2.4 a) Sabemos que:


• A velocidade (v) que atinge a cadeira da Ana é dada por
e
v = , t 0 0 (alínea 2.1) .
t
• A distância (e) percorrida numa volta completa pela cadeira
da Ana é 15p metros (alínea 2.3) , como a unidade utilizada
para a distância é o km então 15p m = 0,015p km .
• À velocidade máxima, a cadeira dá uma volta completa em
1
6s= h.
600
0,015p
Assim, v = = 0,015p * 600 = 9p ) 28,27
1
600
Resposta: A cadeira da Ana atinge a velocidade máxima de
Nota: Neste caso, a equação p = 2x + 9 é representada graficamente por um segmento de 28,27 km/h , aproximadamente.
recta, pois a idade (x) varia de 2 a 18 anos.
b) Sabemos que:
1.4 Resposta: Não, já que no momento do nascimento (x = 0) , por e
v = " Distância percorrida pela cadeira da Joana numa volta completa.
exemplo, o peso dos bebés, de acordo com a fórmula, seria aproxi- t " Tempo que a cadeira da Ana demora a dar uma volta completa.
madamente 9 kg (p = 2 * 0 + 9) , situação essa que só excepcio- Vamos começar por calcular e :
nalmente aconteceria.

p = 2x + 9 3x - 1 = 2x + 9 3x - 2x = 9 + 1
1.5 5p = 3x - 1 § 5p = 3x - 1 § 5p = 3x - 1 § e = 2pr

x = 10 x = 10 e = 2p * 8,5 = 17p m =
§ 5p = 3 * 10 - 1 § 5p = 29 = 0,017p km

Verificação
29 = 2 * 10 + 9 29 = 29 Afirmação verdadeira
529 = 3 * 10 - 1 § 529 = 29 Afirmação verdadeira
Como estão lado-a-lado, as cadeira da Ana dão uma volta com-
pleta ao mesmo tempo.
Resposta: A solução do sistema é o par ordenado (p , x) = (29 , 10) . 1
Assim, t = 6 s = h.
1.6 Por exemplo: “O João sabe que se ao dobro da sua idade actual 600
adicionar 9 anos obtém um valor igual ao seu peso (em kg ) . 0,017p
Logo, v = = 0,017p * 600 = 10,2p ) 32,04 .
Também sabe que pode obter o seu peso se ao triplo da idade 1
actual subtrair um ano. Qual é o peso, em quilogramas, do João?” 600
Resposta: A cadeira da Ana atinge a velocidade máxima de
2. Pág. 75 32,04 km/h , aproximadamente.
2.1 e = vt 2.5 Vimos anteriormente que a cadeira da Ana, quando dá uma volta
e
§ vt = e § v = , t 0 0 @ Equação resolvida em ordem a v . completa, percorre 15p m = 0,015p km .
t
e
Resposta: A equação pedida é v = , t 0 0 . e = 0,015p .
t
2.2 Sabemos que 1 hora = 60 minutos e que 1 minuto = 60 segundos. Por outro lado,
Logo, 1 hora corresponde a 3600 segundos. " 60 * 60 = 3600 Horas Segundos
9 1
Assim, usando uma proporção (regra “três simples”), vem: 1 –––––––– 3600 x= =
3600 400
Horas Segundos
x –––––––– 9
1*6 1 1 1
1 –––––––– 3600 x= = Logo, 9 segundos = horas, donde t = .
3600 600 400 400
x –––––––– 6
e 0,015p
CEXM9 © Porto Editora

Outro processo de resolução Assim, v = ; v = = 0,015p * 400 = 6p ) 18,85 .


t 1
1 1 3600
horas = * 3600 segundos = segundos = 6 segundos. 400
600 600 600
1 Resposta: Nestas condições, a cadeira da Ana atinge uma veloci-
Resposta: Face ao exposto, 6 segundos correspondem a horas. dade de 18,85 km/h , aproximadamente.
600

30
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 3
Opção B
1. Sabemos que: Pág. 83
e = vt Quando x aumenta, y diminui (já que se trata de uma recta com
declive negativo).
Logo, para o mesmo espaço e , o tempo t é inversamente propor- A afirmação é falsa.
cional à velocidade v .
Opção C
Quando e = 30 km e v = 20 km/h , temos:
A afirmação é falsa porque a representação gráfica de uma propor-
30
30 = 20t § t = § t = 1,5 (h) cionalidade inversa é uma hipérbole e não uma recta.
20
Quando e = 30 km e v = 25 km/h , temos: Opção D
30 f (0) = 3 , conforme se pode observar na representação gráfica.
30 = 25t § t = § t = 1,2 (h)
25 Resposta: (D) .
A diferença de tempo é 1,5 h - 1,2 h = 0,3 h
0,3 h = 0,3 * 60 min = 18 min ou 1 h –––––––– 60 min 5. Pág. 84
0,3 h –––––––– x min Vamos começar por representar as coordenadas dos pontos assina-
lados na representação gráfica de g numa tabela:
x = 0,3 * 60 = 18
x –2 –1 1 2
A uma velocidade de 25 km/h demoraria menos 18 minutos.
y –1 –2 2 1
Resposta: (B) .
Como - 2 * (– 1) = - 1 * (– 2) = 1 * 2 = 2 * 1 = 2
2. Vamos, por exemplo, organizar os dados numa tabela: então as variáveis x e y são inversamente proporcionais.
Logo, g é uma função de proporcionalidade inversa de constante
Tempo de enchimento
4 x k=2.
(em min)
k
Caudal da torneira Assim, sendo as funções de proporcionalidade inversa do tipo y =
(em cl/min)
20 50 x
(k 0 0 e x 0 0) , temos:
2
Tratando-se do mesmo recipiente, as variáveis são inversamente g(x) = , x 0 0 .
x
proporcionais. Resposta: (C) .
4 * 20 = 80 " 80 cl é a capacidade do recipiente. ou
6. As funções da proporcionalidade inversa são do tipo:
80 : 50 = 1,6 " 1,6 min é o tempo de enchimento. 50x = 4 * 20
k
80 y= (k 0 0 e x 0 0) .
x= x
50 p -p
x = 1,6 Como y = - § y=
x x
Se a torneira deitasse 50 cl por minuto, o tempo que levaria a p
então i (x) = - , x 0 0 é uma função de proporcionalidade inversa
encher o recipiente seria de 1,6 minutos. x
de constante k = - p .
Resposta: (D) . Resposta: (D) .

3. A quantidade de queijo e o número de calorias são directamente 7. Sabemos que:


proporcionais (quanto maior for a quantidade de queijo maior é o
• Numa proporcionalidade inversa, o produto de dois quaisquer valores
número de calorias, aumentando ambos na mesma proporção).
correspondentes das duas variáveis é constante.
Vamos organizar os dados numa tabela:
• Numa proporcionalidade directa, o quociente entre dois quais-
Quantidade de queijo 0,8 kg = 800 g quer valores correspondentes das duas variáveis é constante e
20 800
(em g ) quando uma é nula a outra também é nula.
Número de calorias
(em cal )
70 x Opção A
3 7,5 10,5
= 1,5 ; = 1,5 ; = 1,5 @ O quociente é constante.
Proporção ou Regra “três simples” 2 5 5 É proporcionalidade directa.

70 x Opção B
Logo, = § 70 –––––––– 20
20 800 2 -2
800 * 70
x –––––––– 800 =-2; =-2 @ O quociente é constante e quando x = 0 , y = 0 .
§ x= § -1 1 É proporcionalidade directa.
20 Quando x = 0 , y = 0
70 * 800
§ x = 2800 x= = 2800
20 Opção C
A quantidade de queijo que a Joana comprou tem 2800 calorias. 0,5 * 12 = 6 ; 1 * 6 = 6 ; 1,5 * 4 = 6 @ O produto é constante.
É proporcionalidade inversa.
Resposta: (A) . Opção D
CEXM9 © Porto Editora

6,6 13,2 17
4. Opção A =6; =6; = 5,66… @ Nem o quociente nem o produto é
1,1 2,2 3 constante.
Por observação do gráfico, verificamos que a imagem de 3 é 0 . Nem é proporcionalidade directa
1,1 * 6,6 = 7,26 ; 2,2 * 13,2 = 29,04 . nem é proporcionalidade inversa.
A afirmação é falsa.
Resposta: (D) .

31
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

8. Pág. 85 Opção C
Como 3 * 2 = 2 * 3 = 6 , f pode ser uma função de proporcio-
Gráfico Interpretação do gráfico
nalidade inversa de constante 6 , representada graficamente por
A O nível de poluição aumenta a um ritmo cada vez mais lento. uma hipérbole.
B O nível de poluição diminui a um ritmo constante. Opção D
C O nível de poluição aumenta a um ritmo cada vez mais rápido. f (3) = 2 * 3 + 1 = 7 , logo, é diferente de 2 .
D O nível de poluição aumenta a um ritmo constante. f (2) = 2 * 2 + 1 = 5 , logo, é diferente de 3 .
Resposta: (C) .
Resposta: (A) .
12. (A) Afirmação falsa.
9. A representação gráfica pretendida é aquela cuja recta contém dois
Uma relação de proporcionalidade directa é representada por
pontos que são soluções da equação y = - x + 1 .
uma recta que passa na origem.
O ponto de coordenadas (0 , 1) é comum a todas as representa-
ções gráficas e é solução da equação (1 = - 0 + 1) . Vejamos os (B) Afirmação falsa.
restantes pontos: O gráfico contém o ponto de coordenadas (0 , 1) . Significa que à
superfície da água a pressão a que o corpo está sujeito é de 1 atm .
Opção A y=-x+1
(1 , 0) 0=-1+1 (C) Afirmação verdadeira.
0=0 Afirmação verdadeira. (1 , 0) é solução da equação.
A recta de equação y =
x
+ 1 contém a semi-recta representada
A representação gráfica corresponde à função dada. 10
Opção B na figura.
(1 , - 1) –1=-1+1 Por exemplo, (x , y) = (10 , 2) é ponto da recta e solução da
–1=0 Afirmação falsa. (1 , - 1) não é solução da equação. 10
A representação gráfica não corresponde à função dada. equação: 2 = +1.
10
Opção C
(– 1 , 0) 0 = - (– 1) + 1 Também, por exemplo, (x , y) = (20 , 3) é ponto da recta e solu-
20
0=2 Afirmação falsa. (- 1 , 0) não é solução da equação. ção da equação: 3 = +1.
10
A representação gráfica não corresponde à função dada.
Opção D (D) Afirmação falsa
(2 , 0) 0=-2+1 Se a profundidade é 25 metros a pressão seria de 3,5 atmosfe-
0=-1 Afirmação falsa. (2 , 0) não é solução da equação.
ras e não 4 .
A representação gráfica não corresponde à função dada.
Resposta: (A) . Resposta: (C) .

13. Trata-se de uma relação de proporcionalidade directa. Pág. 87


10. Uma função de proporcionalidade inversa é do tipo Pág. 86
k Potência em kW 100 1 20 150 1,36
y= (k = constante não nula e x 0 0) . ‚ * 1,36
x
Potência em cv 136 1,36 27,2 204 1,8496 M
Da representação gráfica, temos:
(1 , 2) (2 , 1) 136
A constante de proporcionalidade directa é = 1,36 .
3 3 100
x 1 2 1*2=2 Resposta: (D) .
y 2 1 2*1=2 14.
14.1 1.a etapa: L = 20 - 16 = 4 .
Logo, k = 2
2 2.a etapa: consultando o gráfico, L+ = 1,4 .
A função de proporcionalidade é y = , x00.
x 3.a etapa: 20 + 1,5 = 21,4 .
Resposta: (D) .
Quando os dois estão a tocar ao mesmo tempo, o nível sonoro
resultante é 21,4 dB .
11. Opção A
(3 , 2) (2 , 3) Resposta: (C) .
3 3
14.2 (A) Afirmação falsa.
x 3 2 A representação gráfica contém o ponto de coordenadas (0 , 3) .
y 2 3 Nenhum dos valores das variáveis duma função de proporcionali-
dade inversa pode ser nulo.
2 3
0 (B) Afirmação verdadeira.
3 2
Consultando a representação verifica-se que, quando L = 20 , o
O quociente não é constante acréscimo, L+ , é aproximadamente zero.
Logo, f não é função de proporcionalidade directa. (C) Afirmação falsa.
A afirmação é falsa. Quando os níveis sonoros das duas fontes são iguais, L = 0 e
consultando a representação gráfica temos que L+ = 3 .
CEXM9 © Porto Editora

Opção B
f não pode ter dois pontos com a mesma abcissa. Como o gráfico (D) Afirmação falsa.
de f contém o ponto de coordenadas (x , y) = (3 , 2) não pode Verifica-se que, quando L aumenta L+ diminui.
conter o ponto de coordenadas (x , y) = (3 , 3) . Resposta: (B) .

32
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

1. Pág. 88 1.4 a) Número de ovos 6 12 18


1.1 a) Quando uma variável aumenta a outra diminui.
Custo (Æ) 2 4 7
Vamos averiguar se existe uma relação de proporcionalidade
inversa. Seja x o valor em falta.
3 * 40 = 120 ; 5 * 24 = 120 ; 8 * 15 = 120 ; 10 * 12 = 120 ; Verifica-se que:
12 * 10 = 120 • Quando um variável aumenta a outra também aumenta.
O produto entre os valores correspondentes das duas variáveis é Logo, não existe uma relação de proporcionalidade inversa.
constante.
6 12
Resposta: Há uma relação de proporcionalidade inversa de • = =3
2 4
constante k = 120 .
Para que não exista uma relação de proporcionalidade directa
b) Quando uma variável aumenta a outra diminui. 18
03.
x
Vamos averiguar se existe uma relação de proporcionalidade
Logo, x 0 6 (7 , por exemplo).
inversa.
Nota que, quando uma das variáveis aumenta e diminui simulta-
10 * 30 = 300 ; 15 * 20 = 300 ; 20 * 15 = 300 ; 25 * 12 = 300 ;
neamente enquanto a outra só aumenta ou só diminui, não
30 * 10 = 300
existe proporcionalidade directa nem proporcionalidade inversa.
O produto entre os valores correspondentes das duas variáveis é O valor em falta poderia ser, por exemplo, 1 .
constante.
b) Número de
Resposta: Há uma relação de proporcionalidade inversa de amigos
10 20 30
constante k = 300 .
Custo do 3
2 1 p.e.
bilhete (Æ)
c) Quando uma variável aumenta a outra também aumenta.
|" Tendo em conta o que foi referido em a) .
Vamos averiguar se existe uma relação de proporcionalidade
directa.
20 40 50 60 2. Pág. 89
= 0,2 ; = 0,2 ; = 0,2 ; = 0,2
100 200 250 300 2.1 O valor a pagar por cada amiga obtém-se dividindo 840 euros
O quociente entre os valores correspondentes das duas variáreis pelo número de amigas que vão arrendar a casa.
é constante.
Resposta:
Resposta: Há uma relação de proporcionalidade directa de Número de
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
constante k = 0,2 . amigas (x)
Preço do alu-
guer da casa 280 840
1.2 a) 0,2 280 210 168 140 120 105 84 70
x 1,2 0,4 1 20 " = 20 A constante de propor- para cada 3 11
0,01 amiga (p)
cionalidade inversa é:
1
y 0,5 0,2 0,01 k = 0,4 * 0,5 = 0,2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3
6
840 840 840 840 840 840 840 840 840 840
| |" 0,2
= 0,2
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
| 1
|" 0,2
=
2
=
1 2.2 Sabe-se que 3 * 280 = 4 * 210 = … 12 * 70 = 840 .
1,2 12 6
Logo, o produto entre os valores correspondentes das duas variá-
b) 1 veis é constante (k = 840) .
x 1 3 5 2 " =2 A constante de propor-
0,5
cionalidade inversa é: Então:
1
y 1 0,2 0,5 k = 5 * 0,2 = 1 x * p = 840
3
| |" 1 Resolvendo em ordem a p , vem:
| 3
840
|" 1 = 1 p= , x00
1
x
840
Resposta: A equação pedida é p = , 3 ≤ x ≤ 12 e x å N .
1.3 a) x
x 0,2 0,5 0,8 1 A constante de propor-
‚*3 cionalidade directa é:
M
y 0,6 1,5 2,4 3 2,4
k= =3
0,8
| | |" 1*3=3
| |" 0,5 * 3 = 1,5
|" 0,2 * 3 = 0,6

b) x 0,01 0,1 1 10
‚ * 0,1 A constante de propor-
M cionalidade inversa é:
y 0,001 0,01 0,1 1
k = 0,1 : 1 = 0,1

| | |" 10 * 0,1 = 1
CEXM9 © Porto Editora

| |" 0,1 * 0,1 = 0,01


|" 0,01 * 0,1 = 0,001

33
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

2.3 Recorrendo à tabela da alínea 2.1, temos: 4. Pág. 90


4.1 Esta questão resolve-se recorrendo ao Teorema de Pitágoras.
Para calcular a distância entre os dois barcos é necessário, previa-
mente, calcular as distâncias por estes percorrida desde a marina,
nos períodos de tempo indicados na tabela.
Assim, temos:
Tempo Distância percorrida
Distância entre
após a pelos barcos: d = vt
Esquema os dois barcos
partida
v = 5 km/h v =12 km/h (em km)
(t)

15 min = d2 = 32 + (1,25)2
15 5 * 0,25 = 12 * 0,25 =
= h= d2 = 10,5625
60 = 1,25 =3
= 0,25 h d = 3,25

30 min = d2 = 62 + (2,5)2
30 5 * 0,5 = 12 * 0,5 =
= h= d2 = 42,25
60 = 2,5 =6
= 0,5 h d = 6,5

45 min = d2 = 92 + (3,75)2
Características principais: 45 5 * 0,75 = 12 * 0,75 =
= h= d2 = 95,0625
60 = 3,75 =9
• Uma vez que x e p representam números positivos, quando d = 9,75
= 0,75 h
uma variável aumenta a outra diminui na mesma proporção.
d2 = 122 + 52
• O gráfico é parte de uma hipérbole. 60 min = 12 * 1 =
5*1=5 d2 = 169
=1h = 12
d = 13
3.
3.1 O espaço percorrido (e) é directamente proporcional à velocidade
Resposta:
(v) e ao tempo (t) .
e = vt Tempo após a
15 min 30 min 45 min 60 min
partida
Como o ciclista percorreu 45 km , temos:
Distância entre
vt = 45 os barcos (km)
3,25 6,5 9,75 13
45 45 45 45
Então:
30 20 10 5
Resposta: 4.2 Como vimos, as variáveis d e t são directamente proporcionais e
Tempo t em horas 1,5 2,25 4,5 9
a constante de proporcionalidade é k = 13 .
Velocidade média v em km/h 30 20 10 5
A função de proporcionalidade directa é do tipo d = kt .
3.2 As variáveis são inversamente proporcionais e a constante de pro- Resposta: Logo, d = 13t , com d , em km e t , em horas.
porcionalidade é 45 .
45 4.3 Sabemos que:
Resposta: t = , v00.
v
• d = 13t
3.3 Resposta: • t = 1 h 45 min = 1,75 h
Substituindo t por 1,75 , vem:
d = 13 * 1,75 = 22,75 .
Resposta: A distância entre os barcos 1 h 45 min após a partida é
22,75 km .

5.
5.1 Temos que:
x = 0 " Prémio = 0 euros " Vencimento = 1000 + 0 = 1000
x = 1 " Prémio = 100 euros " Vencimento = 1000 + 100 = 1100
x = 2 " Prémio = 200 euros " Vencimento = 1000 + 200 = 1200
x = 3 " Prémio = 300 euros " Vencimento = 1000 + 300 = 1300
x = 4 " Prémio = 400 euros " Vencimento = 1000 + 400 = 1400

Resposta:
Número de artigos
0 1 2 3 4
vendidos (x)
CEXM9 © Porto Editora

Salário 1000 1100 1200 1300 1400

34
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

5.2 7.3 1.° processo de resolução


Sendo x * y = 8
Temos que:
8
x*y=8 § y= , x00.
x
2.° processo de resolução
k
A função pedida é do tipo y = , x00.
x
Como k = 8, temos:
8
y= , x00.
x
8
Resposta: A função pedida é y = , x00.
x
7.4 1.° processo
8
Substituindo x por 16 na função y = , x 0 0 , vem
x
8 1
5.3 Não. Numa relação de proporcionalidade directa, quando uma das y= = = 0,5 .
16 2
variáveis toma o valor zero, o valor correspondente da outra variá-
vel é, também, zero, o que não acontece neste caso (0 1 1000) . 2.° processo
Graficamente, uma função de proporcionalidade directa é represen- Como x * y = 8 , quando x = 16 , temos:
tada por uma recta que passa na origem do referencial, o que não 8
16y = 8 § y = § y = 0,5 .
acontece neste caso. 16
Também poderíamos verificar que o quociente entre os valores cor- Resposta: Quando x = 16 , y = 0,5 .
respondentes das duas variáveis não é constante. Por exemplo,
7.5 Por exemplo: Na sua bicicleta, o João percorre 8 km para fazer o
1100
= 1100 percurso casa-escola.
1
1100 0 600 Escreve uma equação que traduza esta situação.
1200
= 600
2
8. Pág. 92
6 6
6. Pág. 91 8.1 f (1) = = =3;
1+1 2
6.1 A constante de proporcionalidade inversa é:
6 6
k = 20 * 143,7 = 2874 . f (2) = = =2;
2+1 3
Os valores em falta obtêm-se dividindo 2874 pelo valor corres- 6 6 3
f (3) = = = ;
pondente que aparece na tabela. 3+1 4 2
2874 2874 2874 6 6
= 50 ; = 71,85 ; = 75 f (4) = = ;
57,48 40 38,32 4+1 5

Resposta: 6 6
f (5) = = =1.
5+1 6
Volume, v , em cm3 20 50 40 75 3 6
Resposta: f (1) = 3 ; f (2) = 2 ; f (3) = ; f (4) = e f (5) = 1 .
2 5
Pressão, p , em cm ,
143,7 57,48 71,85 38,32
de mercúrio 8.2 Tendo em conta os resultados da alínea 8.1, obtemos as coordena-
k das dos seguintes pontos:
6.2 A função de proporcionalidade inversa é do tipo v = , sendo k 3 6
p
a constante de proporcionalidade, com k 0 0 e p 0 0 . 1
(1 , 3) ; (2 , 2) ; 3 ,
2 2 1
; 4,
5 2 e (5 , 1) .
2874
Resposta: A expressão pedida é v = , p00. Com estas coordenadas, podemos inferir a representação gráfica
p
pedida.
7.
7.1 Resposta: Resposta:

x 1 1,6 2 4 5 8

y 8 5 4 2 1,6 1

7.2 1 * 8 = 8
1,6 * 5 = 8
2*4=8
4*2=8
5 * 1,6 = 8 O produto dos valores correspondentes é
8*1=8 constante e igual a 8 .
CEXM9 © Porto Editora

Resposta: Como o produto entre os valores correspondentes das


duas variáveis é constante então x e y são inversamente propor-
cionais e a constante de proporcionalidade é 8 .

35
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

8.3 (A) Afirmação falsa. 10. Pág. 93


O produto entre os valores correspondentes das duas variáveis não 10.1. a) Para efectuar a obra em menos dias são necessários mais ope-
é constante: 1 * 3 0 2 * 2 , por exemplo. rários. Trata-se de uma situação de proporcionalidade inversa.
(B) Afirmação verdadeira. Número de operários 7 x
Como se pode visualizar na representação gráfica, quando x
Duração da obra, em dias 21 1
aumenta y diminui.
(C) Afirmação falsa. 1.° processo
6 6 1 x * 1 = 7 * 21
(D) Afirmação falsa: f (12) = = 0 .
12 + 1 13 2 x = 147
Resposta: (B) .
2.° processo
9. A constante de proporcionalidade é k = 7 * 21 = 147
147
9.1 A área, A , de um rectângulo é dada por x= = 147
1
A = comprimento * largura.
Resposta: Para efectuar a obra num dia seriam necessários
20
Tendo em conta que A = 20 , vem: x * y = 20 § y = , x00. 147 operários.
x
20
Resposta: Por exemplo, y = , x00. b) Como vimos na alínea anterior, para efectuar a obra num dia
x
(8 h) são necessários 147 operários.
9.2 1.° processo
20 Número de operários 147 25
y= , x 0 0 é uma função de proporcionalidade inversa de cons-
x Duração da obra, em horas 8 y
tante 20 .

2.° processo Como o produto entre os valores correspondentes das duas


variáveis é constante, temos:
O produto entre os valores correspondentes das duas variáveis é
25 * y = 147 * 8
constante: xy = 20 .
1176
Resposta: As variáveis x e y são inversamente proporcionais. y=
25
y = 47,04
9.3 Vamos construir uma tabela:
Resposta: Com 25 operários a obra durou 47 horas, apro-
x 1 2 4 5 10 20 ximadamente.
y 20 10 5 4 2 1
10.2 Para construir a ponte em menos dias serão necessários mais ope-
(x , y) (1 , 20) (2 , 10) (4 , 5) (5 , 4) (10 , 2) (20 , 1) rários. Trata-se de uma situação de proporcionalidade inversa.

Número de operários 200 x


A representação gráfica pedida é:
Duração da construção, em dias 90 60

O produto entre os valores correspondentes das duas variáveis é


constante.
Logo, temos:
60x = 200 * 90 ou 200 * 90 = 1800
60x = 18 000 18 000 : 60 = 300
18 000
x=
60
x = 300
Resposta: Para construir a ponte em 60 dias seriam necessários
300 operários.

10.3 a) Quanto menor for o comprimento de cada uma das partes


cortadas maior é o número de partes em que a fita pode ser
cortada.
Resposta: Os rectângulos podem ter dimensões: 1 cm * 20 cm ;
Trata-se de uma situação de proporcionalidade inversa.
2 cm * 10 cm e 4 cm * 5 cm , por exemplo.
Quando uma quantidade diminui a outra aumenta na mesma
9.4 Num quadrado, x = y . proporção.
Temos então: Neste caso, o comprimento de cada parte passou para metade
x * y = 20 § x * x = 20 § x2 = 20 . 3
Logo, x = œ20 , pois x > 0 ,
12 2
= 1,5 . Logo, o número de partes em que a fita pode ser

cortada é o dobro: 2 * 12 = 24 .
CEXM9 © Porto Editora

Resposta: Pode. Quando a medida do lado é œ20 cm .


Repara que 3 * 12 = 1,5 * 24 = 3 .

Resposta: Se cada parte medir 1,5 m , podemos dividir o rolo


de fita em 24 partes iguais.

36
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

b) Como vimos na alínea a), trata-se de uma situação de propor- 2.° processo
cionalidade inversa. Custo (Æ) peso (g)
15 ––––––– 125
Comprimento de cada parte
cortada, em metros
3 x 20 ––––––– x
Número de partes em que o rolo 20 * 125
12 15 x= ) 166,67
de fita é cortado 15

Como o produto entre os valores correspondentes das duas Custo (Æ) comprimento (cm)
variáveis é constante, temos: 15 ––––––––––– 50
20 ––––––––––– y
15x = 3 * 12
36 20 * 125
§ x= = 2,4 y= ) 66,67
15 15

Resposta: Se dividirmos o rolo em 15 partes, cada parte 3.° processo


mede 2,4 m . 15 20 15 20
= =
125 x 50 y
10.4 Frequência (Hz) 150 175 125 * 20 50 * 20
x= ) 166,67 y= ) 66,67
Comprimento da corda (cm) 70 y 15 15
Resposta: Um cabo que custou 20 euros tem comprimento
k = 150 * 70 = 10 500
66,67 cm , aproximadamente, e pesa 166,67 g , aproxima-
Como a constante de proporcionalidade inversa é k = 10 500 , damente.
temos:
10 500 11. Pág. 94
y= = 60 11.1. Vamos representar numa tabela as coordenadas de alguns pontos
175
assinalados no gráfico.
Resposta: Para que uma corda que vibra produza uma frequência de
175 Hz , a corda deve ter comprimento 60 cm . 1 1 1
Número de amigos 1
2 4 8
10.5 a) Quanto maior for o comprimento do cabo, maior é o seu peso Tamanho da porção 1 2 4 8
e maior é o seu custo.
Trata-se de uma situação de proporcionalidade directa. 1 1 1
1*1=1; *2=1; *4=1; *8=1
2 4 8
Comprimento do cabo (cm) 50 100 O produto dos valores correspondentes das duas variáveis é cons-
* 2,5 * 0,3
Peso do cabo (g) 125 250 tante.

Custo do cabo (euros) 15 30 Resposta: Como o produto dos valores correspondentes das duas
variáveis é constante então trata-se de uma relação de proporcio-
O quociente entre os valores correspondentes das duas variá- nalidade inversa.
veis é constante. Assim, temos:
11.2 Como vimos em 11.1, o produto dos valores correspondentes das
125 15
= 2,5 e = 0,3 . duas variáveis é constante e igual a 1 .
50 50
Resposta: A constante de proporcionalidade é 1 e representa a
Repara que, como o cabo duplica o comprimento então tam- totalidade do bolo a dividir pelos amigos.
bém duplicam o seu peso e o seu custo.
11.3 Vamos representar numa tabela a situação descrita.
Resposta: Quando o cabo tem um metro de comprimento
“pesa” 250 gramas e custa 30 euros. Número de amigos 1 12

b) O comprimento e o peso são grandezas directamente propor- “Peso” da porção (g) 1500 x
cionais.
1 bolo –––– 1,5 kg = 1500 g
Podemos, também, resolver este problema usando um propor-
ção ou uma regra “três simples”. Como se trata de uma relação de proporcionalidade inversa, temos:
1.° processo 12 * x = 1 * 1500
1500
Comprimento do § x= = 125
cabo (cm)
50 66,67 12
Outro processo de resolução
Peso do cabo (g) 125 166,67
* 0,12 : 0,12 * 0,3 : 0,3 1500 g
= 125 g
Custo do cabo 12
15 20
(euros)
Resposta: Se o bolo for dividido por 12 amigos então caberá a
15 cada um uma porção do bolo de 125 g .
= 0,12 ; 20 : 0,12 ) 166,67
125
CEXM9 © Porto Editora

15
= 0,3 ; 20 : 0,3 ) 66,67
50

37
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

12. Resposta: A representação gráfica é parte de uma hipérbole em que:


12.1. a) Podemos obter a amplitude de um ângulo interno de um polí- • x å N \ {1 , 2}
gono regular através da expressão:
• 60° ≤ y < 180°
360°
180° - , n = n.° de lados do polígono regular.
n
13. Pág. 95
No caso do triângulo equilátero sabemos que:
13.1. Temos que: 12 * 7 = 84 .
• A soma das amplitudes dos ângulos internos é 180° ;
Pelo aluguer do autocarro, os 12 amigos pagaram 84 euros.
• Os 3 ângulos internos têm a mesma amplitude:
180° O valor a pagar pelo aluguer do autocarro, independentemente
= 60° . do número de passageiros, é 84 euros.
3
Logo, a amplitude de um ângulo interno de um triângulo equi- 84
= 5,6
látero é 60° . 15
360° Resposta: Se fossem 15 amigos a alugar o autocarro cada um
Repara que se tivéssemos usado a expressão 180° -
n pagaria 5,60 euros.
chegaríamos ao mesmo resultado.
360° 13.2 Como o valor a pagar pelo aluguer do autocarro é constante e
n = 3 : 180° - = 180 - 120° = 60° .
3 igual a 84 euros, então o número de amigos (n) e o valor a
Resposta: A amplitude de um ângulo interno de um triângulo pagar por cada um pelo aluguer do autocarro (c) são variáveis
equilátero é 60° . inversamente proporcionais.
Temos então:
b) Um quadrado tem 4 ângulos internos de amplitude 90° 84
cada um. n * c = 84 § c = , n00.
n
Resposta: A amplitude de um ângulo interno de um quadrado 84
Resposta: A expressão pedida é n * c = 84 ou c = , 0 < n ≤ 30 .
n
é 90° .
14.
c) Um pentágono regular tem 5 lados iguais.
360° Relação de pro- Constante de
n = 5: 180° - = 180° - 72° = 108° . Função
porcionalidade proporcionalidade
5
Resposta: A amplitude de um ângulo interno de um pentágono p e ’ são
Perímetro de um qua-
p = 4’ directamente 4
regular é 108° . drado
proporcionais
p e r são
d) Um hexágono regular tem 6 lados iguais.
Perímetro do círculo p = 2pr directamente 2p
360° proporcionais
n = 6 : 180° - = 180° - 60° = 120° .
6 (1)
c e h são
Dimensões de um rectân- 20
Resposta: A amplitude de um ângulo interno de um hexágono gulo de área 20 cm2 h= inversamente 20
c proporcionais
regular é 120° .
(2)
Velocidade média de um v e t são
100
12.2 Resposta: Tendo em conta 12.1, vem: automóvel ao percorrer v= inversamente 100
100 km t proporcionais
(3)
Número de lados do Espaço percorrido por e e t são
3 4 5 6
polígono regular um automóvel à veloci- e = 120t directamente 120
Amplitude de um dade média de 120 km/h proporcionais
60 90 108 120
ângulo interno
Cálculos auxiliares
20
(1)
c * h = 20 § h = , c00 (2)
e = vt " vt = 100 (3)
e = vt " e = 120t
12.3 Neste caso: c
e = 100 v = 100 , t 0 0 v = 120
360°
n = x : 180° - . t
x
Resposta: A amplitude de um ângulo interno de um polígono 15.
360° 15.1 100% - 10% = 90% .
regular de x lados é dada por 180° - .
x Os 12 pacotes de bolachas com desconto de 10% , custaram
12.4 O gráfico correspondente à tabela é o seguinte: 90% do valor original.
Cada pacote, com desconto, custou 30 : 12 = 2,5 euros.
Como entre o custo dos pacotes de bolachas e o desconto há uma
relação de proporcionalidade directa, temos:
Custo (Æ) percentagem (%)
2,5 –––––––– 90
x –––––––– 100
2,5 * 100
x= ) 2,78
90
Resposta: Um pacote de bolachas, sem desconto, custa 2,78 euros,
CEXM9 © Porto Editora

aproximadamente.

38
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

15.2 Para responder a esta questão é necessário calcular o custo de Resposta: Os gráficos pedidos são:
12 pacotes de bolachas em promoção e sem promoção.
Custo de 12 pacotes de bolachas em promoção
Sabemos que:
• Custo de 1 conjunto de 3 pacotes em promoção = 6 euros.
• 12 pacotes = 4 * 3 conjuntos de 3 pacotes.
O seu custo é dado por 4 * 6 = 24 .
Logo, 12 pacotes de bolachas em promoção custam 24 euros.
Custo de 12 pacotes de bolachas sem promoção
Sabemos que:
• Na promoção, dos 3 pacotes de bolachas, pagam-se somente 2 ;
• Os dois pacotes custam 6 euros.
Cada pacote custa três euros, já que 6 : 2 = 3 .
Os 12 pacotes custam 36 euros, já que 12 * 3 = 36 . b) Resposta: Correspondem aos momentos em que o Nuno e o
Joaquim estão lado-a-lado na piscina.
Logo, como cada pacote de bolachas custa 3 euros, 12 pacotes
de bolachas, sem desconto, custam 36 euros.
Desta forma, temos que 36 - 24 = 12 . 3. Pág. 98
Resposta: Na compra de 12 pacotes de bolachas em promoção 3.1 A constante de proporcionalidade directa é:
poupa-se 12 euros. 0,40
k= = 0,008
50

1. Pág. 96 Resposta: Completando a tabela, temos:


1.1 (D) Descreve o banho do António. Capacidade da garrafa,
Preço, em euros
em cl
Resposta: (D) .
20 cl 0,16 20 * 0,008
1.2 (A) Não descreve o banho do António. 50 cl 0,40 50 * 0,008
Neste caso, o consumo de água não sofre interrupção, o que não
1 l = 100 cl 0,80 100 * 0,008
acontece na situação descrita.
1
(B) Não descreve o banho do António. * 0,008

Na parte final do duche o consumo de água diminuiria, o que con- Nota: A função de proporcionalidade directa é
tradiz a situação descrita. y = 0,008x
(C) Não descreve o banho do António. (y é o preço em euros e x é a capacidade da garrafa em cl ).

Na parte final do duche o consumo de água diminuiria, o que con-


3.2 Resposta: O gráfico pedido é:
tradiz a situação descrita.

2. Pág. 97
2.1 Quando o Joaquim ingeriu alimentos a sensação de fome começou
a diminuir.
Resposta: Assim, provavelmente o Joaquim ingeriu alimentos pelas
10:00 , 13:00 e 16:30 .

2.2 a) Sabendo que 3 min = 180 s , temos:


180
Joaquim: = 4 piscinas;
45

Tempo (s) 0 45 90 135 180

Distância ao ponto
0 50 0 50 0
de partida (cm)

180
Nuno: = 3 piscinas.
60

Tempo (s) 0 60 120 180

Distância ao ponto
0 50 0 50
de partida (cm)
CEXM9 © Porto Editora

39
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

3.3 Resposta: As cabeças da Ana e do Pedro encontram-se a 6,80 m ,


aproximadamente.

5. Pág. 100
5.1 a) O António chegou ao pavilhão 30 minutos após ter saído de casa.
17 h 30 min - 30 min = 17 h
Resposta: O António saiu de casa às 17 h .

b) O António encontrou a amiga 110 minutos após ter saído de


casa às 17 h .
110 min = (60 + 50) min = 1 h 50 min
17 h + 1 h 50 min = 18 h 50 min
Resposta: O António encontrou a amiga às 18 h 50 min .

5.2 Vamos calcular a duração do jogo mais o intervalo.


20 + 5 + 20 = 45
Confirmação O jogo e o intervalo tiveram uma duração de 45 minutos.
1,5 l = 150 cl Observando o gráfico, verificamos que o António permaneceu no
0,008 * 150 = 1,2 pavilhão durante 50 minutos.
Resposta: Uma garrafa com 1,5 litros de água custaria 1,20 euros. Resposta: Como quando chegou ao pavilhão já o jogo tinha come-
çado, podemos concluir que o António não saiu do pavilhão, logo
4. Pág. 99 que o jogo acabou.
4.1 No momento em que foi tirada a foto, a Ana encontra-se à distân- e
5.3 Sabemos que v = , t 0 0 (e - distância percorrida, t - tempo
cia mínima ao chão permitida pelo movimento oscilatório do t
gasto no percurso).
barco, necessariamente não nula, atingindo a altura máxima
quando o barco se desloca para a esquerda. Dado que:
Nestes termos, a resposta correcta é a (B) . Rejeitei o gráfico (A) • e = 8000 m = 8 km
porque no momento em que foi tirada a foto a Ana teria que estar • t = 30 min = 0,5 h
na altura máxima, o que não acontece. Vem:
Rejeitei o gráfio (C) proque, neste caso, a Ana teria que estar em 8
contacto com o solo, o que não acontece na situação descrita. v= = 16
0,5
4.2 Resposta: O António fez a viagem de ida para o pavilhão a uma
velocidade média de 16 km/h .

6. Pág. 101
6.1 Sabemos que E = 360 W h e P = 160 W , substituindo na fór-
mula E = P * t , vem:
360
360 = 160t § t = § t = 2,25 .
160
Por outro lado, temos que 2,25 h = 2 h + 0,25 h = 2 h 15 min .
4.3 Sentar-me-ia no meio do barco porque a distância ao solo aumenta
à medida que nos sentamos em cadeiras cada vez mais afastadas do Resposta: O televisor esteve ligado 2 h 15 min .
centro do barco.
6.2 A Energia consumida em 2,5 h (W h) O gráfico corres-
4.4 Na foto, a parte visível do corpo do Pedro mede 0,5 cm , aproxima- ponde à ligação do
damente. Logo, 0,5 cm na foto correspondem a 1 m na realidade, o Tabela 2,5 * 70 = 175
computador.
1 0,5 cm 0,5 cm 1
que significa que a foto está à escala 1
200 1 m
= =
100 cm 200
.2 Gráfico 175

A situação descrita pode ser traduzida pelo B Energia consumida em 1,5 h (W h) 105 0 150
seguinte esquema, em que os pontos A e P O gráfico não cor-
representam as cabeças da Ana e do Pedro, Tabela 1,5 * 70 = 105
responde à ligação
respectivamente. Gráfico 150 do computador.
Seja d a distância entre as cabeças da Ana
e do Pedro. Pelo Teorema de Pitágoras, vem: C Energia consumida em 1,5 h (W h) 105 0 100
O gráfico não cor-
d = 2,5 + 2,3 § d = 11,54
2 2 2 2
Tabela 1,5 * 70 = 105
responde à ligação
Logo, d = œ11,54 ) 3,40 . Gráfico 100 do computador.
Tendo em conta a escala utilizada, temos:
C Energia consumida em 2 h (W h) 140 0 200
Foto (cm) Realidade (cm)
CEXM9 © Porto Editora

O gráfico não cor-


1 ––––––––– 200 Tabela 2 * 70 = 140
responde à ligação
3,40 ––––––––– x Gráfico 200 do computador.
Logo, x = 3,40 * 200 = 680
680 cm = 6,80 m Resposta: (A) .

40
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 3

7. Pág. 102 8. Pág. 103


7.1 Sabemos que a distância percorrida é directamente proporcional à 8.1 A distância a percorrer pela Inês e o Pedro é 120 km .
velocidade e ao tempo: e = vt . Sabendo que a distância percorrida (e) é directamente proporcional
Como a velocidade é constante, os gráficos pedidos são representa- à velocidade (v) e ao tempo (t), temos:
dos por segmentos de recta. e = vt
Vamos determinar, para cada caso, o tempo de duração das via- Como o Pedro se encontra a 120 km da Inês, a distância percor-
gens, já que a velocidade é conhecida e a distância é constante. rida é dada por e = 120 - vt .
Pedro Vamos determinar as coordenadas de dois pontos.
e 200 3 * 2000
e = 2 km = 2000 m d 2000 = t § t= = 30
f 3 200 Inês Pedro
4000 m 200 d O Pedro demorou 30 minutos a che-
v = 4 km/h = = m/min g
gar à escola. v = 60 km/h v = 80 km/h
60 min 3
t e = 60t t e = 120 - 80t
Ana
e
e = 2000 m d 2000 = 100t § t =
2000
= 20
0 e = 60 * 0 = 0 (0 , 0) 0 e = 120 - 80 * 0 = 120 (0 , 120)
f 100
6000 m d A Ana demorou 20 minutos a chegar
v = 6 km/h = = 100 m/min g 2 e = 60 * 2 = 120 (2 , 120) 1,5 e = 120 - 80 * 1,5 = 0 (0 , 0)
à escola.
60 min

Sabendo que a Ana sai 5 minutos depois do Pedro, vamos repre- Resposta: Graficamente, temos:
sentar os gráficos tomando como referência as coordenadas dos
pontos:
Sai de casa chega à escola
Pedro: (0 , 0) e (30 , 2000)
Ana: (5 , 0) e (25 , 2000)
|" 5 + 20

Resposta: As representações gráficas são dadas por:

8.2 A Inês e o Pedro encontram-se quando a distância entre eles é nula.


Assim, temos:
60t - (120 - 80t) = 0
§ 60t - 120 + 80t = 0
§ 140t = 120 §
120
§ t=
7.2 A Ana chegou à escola no instante t = 25 e o Pedro chegou à escola 140
no instante t = 30 . 6
§ t=
A Ana, apesar de ter saído de casa 5 minutos mais tarde, realizou 7
a viagem em 20 minutos, enquanto que o Pedro realizou a viagem 6 6
em 30 minutos. h = * 60 min ) 51 min
7 7
Resposta: A Ana chegou à escola 5 minutos mais cedo que o
Resposta: A Inês e o Pedro encontram-se cerca de 51 minutos
Pedro.
depois de partirem.
7.3 Sabemos que e = vt , em que e = distância percorrida, v = veloci-
dade média e t = tempo.
Sendo:
• e = 1,5 km
• v = 5 km/h
Temos:
1,5
1,5 = 5t § t = § t = 0,3
5
0,3 h = (0,3 * 60) min = 18 min
Resposta: O João leva 18 minutos a chegar de casa à escola.
CEXM9 © Porto Editora

41
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 4
1. (A) Afirmação falsa. Pág. 121 5. (A) Afirmação falsa.
- 3 não é número natural. - œ3 é um número irracional negativo. Logo, - œ3 ∫ Q- .

(B) Afirmação falsa. (B) Afirmação falsa.


1 - 2 é um número inteiro negativo. Logo, - 2 ∫ N .
não é número inteiro.
2
(C) Afirmação falsa.
(C) Afirmação verdadeira
0 é número inteiro mas não é número natural. Logo, 0 ∫ N .
0 é número racional.
(D) + ? não representa um número. (D) Afirmação verdadeira.
1 1 1
Resposta: (C) . - não é número inteiro. Logo, - ∫ Z e - ∫ N .
2 2 2
Resposta: (D) .
2. (A) Afirmação falsa.
- 3 é um número inteiro. Logo, - 3 å Z . 6. (A) Afirmação verdadeira.
(B) Afirmação falsa. 9 7
7 7 - = - 0,529… ; - = - 0,368…
- é um número fraccionário. Logo, - å Q . 17 19
3 3 9 7
Logo - <- .
(C) Afirmação falsa. 17 19
p p
é um número irracional. Logo åR. (B) Afirmação falsa.
3 3
(D) Afirmação verdadeira. p = 3,1415… ; œ10 = 3,1622…
œ- 3 não tem significado em R . Logo - œ- 3 ∫ R . Logo, p < œ10 .
Resposta: (D) . (C) Afirmação falsa.
0,13145 > 0,131448
3. (A) Afirmação falsa.
R+ ∂ R- = R\{0} Repara que até à quarta casa decimal (0,1314) os algarismos são
iguais. No entanto, a quinta casa decimal de 0,13145 é maior que
a quinta casa decimal de 0,131448 (5 > 4) .
(B) Afirmação verdadeira.
(D) Afirmação falsa.
Todo o número racional é real. 3
œ5 = 1,7099… ; œ3 = 1,7320…
(C) Afirmação falsa. 3
Logo, œ5 < œ3 .
Q0+ © R0- = {0}
Resposta: (A) .
(D) Afirmação falsa
Z∂R=R 7. Pág. 122
Resposta: (B) . Œ 491 = 17 é um número fraccionário " número racional.
4. (A) Afirmação falsa. œ0,49 = 0,7 é uma dízima finita " número racional.
- œ3 = - 1,732… œ4,9 = 2,213594362…
- œ2 = - 1,414… é uma dízima infinita não periódica " número irracional.
2
Se, por exemplo, a = - 1,5 , temos que: - é um número fraccionário " número racional.
3
- œ3 < - 1,5 < - œ2 e - 1,5 é número racional (a dízima é finita). Resposta: (C) .
(B) Afirmação falsa.
8. O conjunto A resulta da intersecção dos conjuntos ]- ? ; 3,1416]
Se, por exemplo, a = - œ2,5 , temos que:
e ]- p , p[ .
- œ3 < - œ2,5 < - œ2 e - œ2,5 é irracional (a dízima é infinita
Vamos representar graficamente os dois conjuntos.
não periódica).

(C) Afirmação falsa. p = 3,1415… " p < 3,1416


Se a for inferior a - 1,74 então a < - œ3 , logo não pode estar
enquadrado entre - œ3 e - œ2 .
(D) Afirmação verdadeira. Logo, A = ]- p , p[ .
Não há qualquer número inteiro entre - œ3 (- 1,732…) e Resposta: (C) .
CEXM9 © Porto Editora

- œ2 (- 1,414…) .
Resposta: (D) .

42
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

9. Representemos graficamente os conjuntos [- p , p[ e ]- 3,14 ; + ?[ . 13. Temos que - p = - 3,141592…


Por outro lado, temos:
- 31,4 * 10– 1 = - 3,14
- 31,4 * 101 = - 314
- 3,1416 * 100 = - 3,1416
Temos: - 31,42 : 101 = - 3,142
[- p , p[ © ]- 3,14 ; + ?[ = ]- 3,14 ; p[ 0 A
Logo, somente o número - 3,14 pertence ao intervalo dado, ou
[- p , p[ ∂ ]- 3,14 ; + ?[ = ]- p , + ?[ = A seja, o número - 31,4 * 10- 1 .
Vamos proceder da mesma forma para [– p , p[ e ]- 3,15 ; + ?[ . Resposta: (A) .

14. Usando as regras para a resolução de inequações, vem que:


1-x
2+ ≤ 5 § 6 + 1 - x ≤ 15 § - x ≤ 15 - 6 - 1 §
(3)
3 (3)
(1)
§ -x≤8 § x≥-8
Temos então:
Logo, S = [- 8 , + ?[ .
[- p , p[ © ]- 3,15 , + ?[ = [- p , p[ 0 A
Resposta: (B) .
[- p , p[ ∂ ]- 3,15 ; + ?[ = ]- 3,15 ; + ?[ 0 A
15. Vejamos:
Resposta: (B) .
1 - 3x x
x+ ≤ § 6x + 3 - 9x ≤ 2x § 6x - 9x - 2x ≤ - 3 §
10. O conjunto P resulta da reunião dos conjuntos [p , + ?[ e (6)
2 3
(3) (2)
5 3 3
4œ10 , 103 . § - 5x ≤ - 3 § 5x ≥ 3 § x ≥ § x≥
5 5 5
3
Vamos representar graficamente os dois conjuntos. Logo, S =
5 3
, +? . 3
Resposta: (C) .

1. Pág. 124
7
1.1 Resposta: = 0,7 ;
10
p = 3,1415… Dízima finita.
œ10 > p
œ10 = 3,1622… 3
1.2 Resposta: - = - 1,5 ;
Logo, P = [p , + ?[ . 2
Dízima finita.
Resposta: (B) .

11. Vamos representar graficamente os conjuntos A e B .


1.3 Resposta: Π14 = 21 = 0,5 ;
Dízima finita.

1.4 Resposta: œ0,81 = 0,9 ;


Dízima finita.
2
7 1.5 Resposta: = 0,222… = 0,(2) ;
- = - 2,333… 7 9
3 - >-p
3 Dízima infinita periódica.
- p = - 3,141…
1.6 Resposta: œ3,6 = 1,897366596…
Logo, A ∂ B = ]- ? , + ?[ .
Dízima infinita não periódica.
Resposta: (D) .
2
2. • é uma fracção. " Número racional
95
12. Pág. 123
• - œ0,25 = - 0,5 é uma dízima finita. " Número racional
p
3
Vamos representar graficamente o intervalo - p ,
3 3
e os pontos
• - œ0,23 = - 0,4795831523… é uma dízima infinita não perió-
correspondentes aos números inteiros relativos que aparecem nos dica. " Número irracional
intervalos.

œ5 = 0,3726779962… é uma dízima infinita não periódica.
6
" Número irracional
Repara que œ5 é um número irracional e, portanto,
œ5 tam-
6
bém é irracional.
- p = - 3,1415… p
• Como p é um número irracional então é, também, um
p 3
= 1,0471… número irracional;
CEXM9 © Porto Editora

3
1 1
Logo, só pertencem ao intervalo os números do conjunto • = é uma fracção. " Número racional
œ4 2
{- 3 , - 2 , - 1 , 0 , 1} .
Resposta: São números irracionais - œ0,23 ,
œ5 e p .
Resposta: (A) . 6 3

43
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

3. 4. Verifica-se que as fracções cujo denominador é 99 correspondem


3.1 Sabe-se que: a uma dízima infinita periódica em que a primeira e segunda casas
• p = 3,1415… decimais, assim como os pares de casas decimais seguintes reprodu-
zem o numerador, quando este é um número natural inferior a 99 .
• œ10 = 3,1622…
Note-se que, nesta situação, um numerador com um algarismo
• Há uma infinidade de números irracionais compreendidos entre reproduz-se na dízima com um zero à esquerda. Por exemplo, “1”
p e œ10 . corresponde a “01” .
Por exemplo, o número irracional Assim:

Œ
99
œ9,9 = 10 = 3,1464… 4.1 Resposta:
5
99
= 0,050505…

é tal que p < Œ


99
10
< œ10 . " Repara que 3,1415… < 3,1464… < 3,1622… 4.2 Resposta:
70
99
= 0,707070…

Resposta: Um número irracional compreendido entre p e œ10 é, 98


4.3 Resposta: = 0,989898…
por exemplo,
99
10
Œ
ou œ9,9 . 99

3.2 Sabe-se que: 5. Pág. 125


5 5.1 Para compararmos os números vamos reduzi-los à dízima:
• - = - 0,8(3)
6 p
- = - 1,0471… ; - 1,1 ; p = 3,1415… ; 3,142 ; œ10 = 3,1622… ;
6 3
• - = - 0,(857142)
7 1
- = - 0,(3)
• Há uma infinidade de números racionais compreendidos entre 3
5 6 Comparando as dízimas, temos:
- e - .
6 7
84 21 6 5 - 1,1 < - 1,0471… < - 0,(3) < 3,1415… < 3,142 < 3,1622…
O número racional - 0,84 = - =- é tal que - < - 0,84 < - 3 3 3 3
100 25 7 6
p 1
6 21 5 - - p œ10
ou - < - <- " Repara que - 0,(857142) < - 0,84 < - 0,8(3) 3 3
7 25 6
5 6 Resposta: Ordem crescente: Não te esqueças que, quando
Resposta: Um número racional compreendido entre - e - é, ordenares números por ordem
6 7 p 1
por exemplo, - 0,84 ou -
21
. - 1,1 < - < - < p < 3,142 < œ10 . crescente, os números negativos

25 3 3 aparecem à esquerda dos números


positivos. Caso contrário (ordem
Nota: decrescente), aparecem à direita
3.3 Sabe-se que: dos positivos.
A resposta também poderia ser:
1 Já agora, o número zero aparece
p 1
- 1,1 ; – ; - ; p ; 3,142 ; œ10 . entre os positivos e os negativos.
• œ = 0,3535…
2 3 3
2
5.2 Vamos reduzir os números à dízima:
• Œ 1 1
= = 0,(3)
9 3 -
5,1
10
= - 0,51 ; -
3,5
5
= - 0,7 ; - œ2 + 1 = - 0,4142… ;

• Há uma infinidade de números irracionais compreendidos entre, p + œ3 = 4,8736… ; 6,14


1
Comparando as dízimas, temos:
œ2 e
2
Œ 19 . - 0,7 < - 0,51 < - 0,4142… < 4,8736… < 6,14
3 3 3 3
Por exemplo, o número irracional 3,5 5,1
1 - - - œ2 + 1 p + œ3
5 10
p
9
= 0,34906… é tal que Œ 19 < 9p < œ22 1 Resposta: Ordem crescente:
3,5 5,1
Resposta: Um número irracional compreendido entre œ e
p 2
2
Π19 -
5
<-
10
< - œ2 + 1 < p + œ3 < 6,14 .
é, por exemplo, .
9 6.
3.4 Sabe-se que: 8
6.1 O número inteiro mais próximo de é aquele que se obtém atra-
8 9
•- = - 3,2 vés de um arredondamento às unidades.
5
8
2 = 0,(8) ) 1
9
• - œ3 * 10– 1 = - œ3 * 0,1 = - 0,1732…
Outro processo de resolução
• Há uma infinidade de números irracionais compreendidos entre 8
Sabemos que 0 < < 1 .
8 9
- e - œ3 * 10– 1 .
5 8
Vamos confirmar que está mais próximo de 1 do que 0 .
2 9
Por exemplo, o número irracional 8 8 8 1 1 8
-0= ; 1- = ; <
9 9 9 9 9 9
- œ2 = - 1,41421… é tal que:
8
- < - œ2 < - œ3 * 10- 1 " Repara que - 3,2 < - 1,41421… < - 0,1732…
CEXM9 © Porto Editora

5
2
8
Resposta: Um número irracional compreendido ente - e 8
5 Resposta: O número inteiro mais próximo de é 1.
- œ3 * 10- 1 é, por exemplo, - œ2 . 2
9

44
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

70
6.2 - = - 7,(7) ) - 8 7.
9
7.1 Vamos reduzir os números à dízima e compará-los.
Outro processo de resolução 29 27
- = - 3,(2) ; - = - 3(857142) ; - 3,(857142) < - 3,(2)
70 9 7
Sabemos que - 8 < - <-7
9 27 29
Logo, - <- .
70 7 9
Vamos confirmar que - está mais próximo - 8 do que - 7 . 27
9 Resposta: O menor número é - , desta forma foi a Joana que
7
70 70 2 70 70 7 pensou no múmero menor.
-
9
- (- 8) = -
9
+8= ; -7- -
9 9
=-7+ 19 2
= ;
9
2 7 7.2 Há uma infinidade de números racionais e irracionais compreendi-
< 27 29
9 9 dos entre - e - .
7 9
Por exemplo, relativamente ao número racional - 3,5 sabemos
que - 3,(857142) < - 3,5 < - 3,(2).
70 7
Nota: - =-7- 27 29
9 9 Logo, - < - 3,5 < - .
70 7 9
Resposta: O número inteiro mais próximo de - é -8.
9 Relativamente ao número irracional - œ11 também sabemos, por
exemplo, que:
6.3 - 3,02 ) - 3 .
- œ11 = - 3,3166… ; - 3,(857142) < - 3,3166 … < - 3,(2) .
Outro processo de resolução 27 29
Logo, - < - œ11 < - .
Sabemos que - 4 < - 3,02 < - 3 7 9
Resposta: Por exemplo, o número racional - 3,5 e o número irra-
Vamos confirmar que - 3,02 está mais próximo de - 3 do que - 4 .
cional - œ11 estão compreendidos entre os números dados.
- 3,02 - (- 4) = - 3,02 + 4 = 0,98 ;
- 3 - (- 3,02) = - 3 + 3,02 = 0,02 ; 0,02 < 0,98
8.
9 7 9 7
8.1 -
15 1
- -
13
=-2 +
15 13
(13) (15)
117 105
=- +
Resposta: O número inteiro mais próximo de - 3,02 é - 3 . 195 195
12 4
=- =-
6.4 œ3 + œ5 = 3,9681… ) 4 . 195 65
9 7
Outro processo de resolução Logo, -
15
- - 1
13
<0. 2
Sabemos que 3 < œ3 + œ5 < 4
9 7 9 7
Vamos confirmar que œ3 + œ5 está mais próximo de 4 do que 3 .
Resposta: -
15
é menor que -
13 1- 15 < - 13 2 .
œ3 + œ5 - 3 ) 0,97 ; 4 - (œ3 + œ5) ) 0,03 ; 0,03 < 0,97 8.2 5œ8 - 2œ23 ) 4,55
Logo, 5œ8 - 2œ23 > 0

Resposta: 5œ8 é maior que 2œ23 (5œ8 > 2œ23) .

Resposta: O número inteiro mais próximo de œ3 + œ5 é 4 . 9. Pág. 126


9.1 Tendo em conta o Teorema de Pitágoras, sabemos que:
6.5 œ2 - 3œ2 = - 2,8284… ) - 3 5=1+4
2
§ (œ5) = 12 + 22
Logo, o comprimento œ5 é o comprimento da hipotenusa de um
triângulo rectângulo cujos catetos medem 1 e 2 .
Vamos desenhar a recta numérica e assinalar o ponto de abcissa œ5 .
Resposta: O número inteiro mais próximo de œ2 - 3œ2 é - 3 .

6.6 Œ 89 = 0,9428… ) 1
CEXM9 © Porto Editora

Resposta:

Resposta: O número inteiro mais próximo de Œ 89 é 1 .


45
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

9.2 a) Pelo Teorema de Pitágoras, vem: 10.


x2 = 22 + 32 p
10.1 = 0,628318530… 0,6 (por defeito)
5 tuv
§ x = 13
2
1 c. d. 0,7 (por excesso)
Como x > 0 , Resposta: O valor pedido é 0,6 .
x = œ13
10.2 p œ5 = tuv
7,02481473… 7,02 (por defeito)
2 c. d. 7,03 (por excesso)

Resposta: O valor pedido é 7,03 .

10.3 Sabemos que o erro cometido é inferior a 1 centésima (0,01) e


que x é maior que 5,12 .

O ponto A tem abcissa œ13 .


x2 = 12 + 22
§ x2 = 5
§ x = œ5 Logo, x å ]5,12 ; 5,13[ .
O ponto B tem abcissa 5 + œ5 . Resposta: x pode variar entre 5,12 e 5,13 .

10.4 Sabemos que o erro cometido é inferior a 1 centésima (0,01) e


que y é menor que 5,10 .
5,10 - 0,01 = 5,09

Logo, x å ]5,09 ; 5,10[ .


x2 = 12 + 32
Resposta: x pode variar entre 5,09 e 5,10 .
x2 = 10
x = œ10 11.
11.1 Resposta:
ou
O ponto C tem abcissa - 3 + œ10 .

11.2 a) Sabemos que:


7
- = - 2,(3) ; p = 3,1415… ;
3
- 2,3 > - 2,(3) ;
- 2,3 < 3,1415…

7 7
Logo, - < - 2,3 e - 2,3 < p , ou seja, - < - 2,3 < p .
3 3
Resposta: - 2,3 å A .
Resposta: A 1 œ13 ; B 1 5 + œ5 e C 1 - 3 + œ10 . b) Sabemos que:
7
- < - 3,14 e 3,14 < p
b) Pretende-se um valor aproximado, por defeito, de œ10 com 3
7
duas casas decimais. Logo, - < 3,14 < p
3
œ10 = t
3,1622776…
uv
3,16 (por defeito)
2 c. d. 3,17 (por excesso) Resposta: 3,14 å A .

Resposta: O número pedido é 3,16 . c) Sabemos que:


9 7 9 9
p - = - 2,25 ; - < - e - <p
c) Pretende-se um valor aproximado, por excesso, de 4 3 4 4
- 2,(3) < - 2,25
com uma casa decimal. 5 + œ10
7 9
p Logo, - < - < p .
=t0,384891666…
uv
0,3 (por defeito) 3 4
5 + œ10 1 c. d. 0,4 (por excesso)
9
CEXM9 © Porto Editora

Resposta: O número pedido é 0,4 . Resposta: - åA.


4

46
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

d) Sabemos que: 13.2 Na recta real estão representados os números reais compreendi-
3,15 > p dos entre 12 e 24 , incluindo 24 .
3,1415… Trata-se de um intervalo limitado, aberto à esquerda e fechado à
7 direita.
Logo, 3,15 ∫ - 4 3 4
, p .
Resposta: ]12 , 24] .
Resposta: 3,15 ∫ A .
13.3 Na recta real estão representados os números reais compreendi-
e) Sabemos que: dos entre - p e œ10 , incluindo - p .
7
- œ = - 2,5980… ; - œ < -
3 3 3 3 Trata-se de um intervalo limitado, fechado à esquerda e aberto à
2 2 3 direita.
- 2,598… < - 2,(3)

3 œ3 7 Resposta: 3- p , œ10 3 .
Logo, -
2 4
∫ - , p
3 4
14.
3 œ3 1
Resposta: - ∫A.
2 14.1 Resposta: Forma de intervalo: B = - 3 3
, œ3 ; 4
Representação gráfica:

12. Pág. 127


12.1 Resposta: ou

A = [p , + ?[ :

ou
1 1
5
14.2 Sabe-se que C = x å R : x ≥ -
2 6 5
‹ x≤1 = xåR: - ≤x≤1
2 6
.
B = [- p , p] :
ou

C = [- p , p] :
1
12.2 Resposta: É o conjunto C . Representa somente dois números: Resposta: Forma de intervalo: C = - 3 2 4
, 1 ;
-p e p. Representação gráfica:

12.3 Sabemos que:


p = 3,1415… ; - p = - 3,1415… ou

1 1
Resposta: Pertencem ao conjunto B os seguintes números intei- 5
14.3 Sabe-se que D = x å R : x <
2 6 5
› x<0 = xåR: x<
2 6
ros: - 3 , - 2 ; - 1 , 0 , 1 , 2 e 3 .

12.4 O conjunto A representa todos os números reais maiores ou


iguais a p .
A condição que representa este conjunto é A = {x å R : x ≥ p} .
O conjunto B representa os números reais compreendidos entre 1
- p e p , incluindo - p e p ou os números reais maiores ou 4
Resposta: Forma de intervalo: D = - ? ,
2
; 3
iguais a - p e menores ou iguais a p . Representação gráfica:

Este conjunto pode representar-se de duas formas diferentes:


B = {x å R : - p ≤ x ≤ p} ou B = {x å R : x ≥ - p ‹ x ≤ p}
3
e
1
O conjunto C representa os números reais - p e p . 5
14.4 Sabe-se que E = x å R : - 1 ≤ x < 0 › x > -
3 6
= {x å R : x ≥ - 1} .
A condição que representa este conjunto é
C = {x å R : x = - p › x = p} .
3
ou

Resposta: A = {x å R : x ≥ p} , B = {x å R : - p ≤ x ≤ p} e
C = {x å R : x = - p › x = p} .
Resposta: Forma de intervalo: E = [- 1 , + ?[ ;

13. Representação gráfica:


CEXM9 © Porto Editora

13.1 Na recta real estão representados os números reais menores que 20 .


ou
Trata-se de um intervalo ilimitado à esquerda e aberto à direita.
Resposta: ]- ? , 20[ .

47
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

15. Pág. 128 16.


15.1 16.1

ou

A © B = [0 , p[
15.2
A ∂ B = ]- ? , p]

ou 16.2

15.3
A©B=O
A ∂ B = ]- ? , + ?[ = R
ou

16.3
15.4 p = 3,1415…
œ10 = 3,1622…
ou
A © B = 4œ10 , 74

A ∂ B = [p , + ?[
15.5
16.4
7
- = - 3,5
ou 2
p = 3,1415…

15.6 A © B = ]- 3, p[ = A
7
A∂B= - 3 2 3
, 5 =B
ou
16.5

15.7

A © B = 3- œ3 , œ3 3
ou
A ∂ B = ]- ? , + ?[ = R

16.6
15.8

ou p
A©B= 0, 4 23=A

A ∂ B = [- p , p] = B

15.9
17.
17.1 Vamos começar por representar na mesma recta real os conjuntos
ou A e B.

15.10
CEXM9 © Porto Editora

A © B = [- 2 , 1]
Resposta: Pertencem a A © B o conjunto {- 2 , - 1 , 0 , 1} .

48
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

CAPÍTULO 4

17.2 A ∂ B = 4 - ? , œ3 4 20.
20.1 x ≥ p
Resposta: S = [p , + ?[ .

2x 0
20.2 2x ≤ 0 § ≤ § x≤0
Resposta: O maior número inteiro que pertence a A ∂ B é 1 . 2 2
Resposta: S = ]- ? , 0] .

1 1
20.3 0 ≥ x § x≤0 § x≤0
18. Pág. 129 2 2 (2)

18.1 Resposta: Por exemplo, Resposta: S = ]- ? , 0] .


A = ]- 3 , 3] e B = ]- 1 , 5[ .
20.4 3x - 3x ≤ 2 § 0x ≤ 2
O produto de qualquer número por zero é zero.
Como zero é menor que dois então qualquer número real é solu-
ção da inequação.
A ∂ B = ]- 3 , 5[ Resposta: S = R = ]- ? , + ?[ .

18.2 Resposta: Por exemplo. 20.5 x ≥ x


A = ]- 3 , 0] e B = [0 , 1[ . Qualquer número real é igual a ele próprio. Assim, todos os
números reais são soluções da inequação.
Resposta: S = R = ]- ? , + ?[ .

A © B = {0} 20.6 œ3x < œ3x § œ3 x < œ3 x §


§ x<x
œ3 œ3
19. Fazem parte do conjunto-solução os números que substituindo x
transformam a inequação numa proposição ou afirmação verdadeira. Não há nenhum número real que seja menor que ele próprio.
A inequação não tem qualquer solução.
Vejamos:
- 2 -1 -2 -3 Resposta: S = O .
•x=-2; ≤1- § ≤1+1 §
3 2 3
§ - 1 ≤ 2 @ Proposição verdadeira 21.
Logo, - 2 é solução da inequação. 21.1 x < p , por exemplo.
3
21.2 x ≤ , por exemplo.
0-1 0 1 2
•x=0; ≤1- § - ≤1 @ Proposição verdadeira
3 2 3
21.3 x ≥ œ2 , por exemplo. Nota: a2 = 12 + 12
Logo, 0 é solução da inequação. a2 = 2
a = œ2
1 1 1
-1 - 21.4 x > - 1 , por exemplo.
1 2 2 2 1
•x= ; ≤1- § ≤1- §
2 3 2 3 4 21.5 x > 0 , por exemplo.
1 3
§ - ≤ @ Proposição verdadeira 21.6 x ≤ 0 , por exemplo.
6 4
1
Logo, é solução da inequação. 22. Pág. 130
2
22.1 2 - 3x < 4 § - 3x < 4 - 2 §
5-1
• x = œ5 ; œ ≤1- œ @
5 œ5 - 1 = 0,4120…
3 2
Proposição falsa, já que:
3 § - 3x < 2 § 3x > - 2 §
œ5 = - 0,1180… 3x 2 2
1-
2 § >- § x>-
Logo, œ5 não é solução da inequação. 3 3 3
2
4-1 4 3 4
Resposta: S = - , + ? . 3
•x=4: ≤1- § 1≤-1 @ Proposição falsa
3 2 22.2 x + 1 ≥ 3(x - 1) § x + 1 ≥ 3x - 3 §
Logo, 4 não é solução da inequação.
§ x - 3x ≥ - 3 - 1 § - 2x ≥ - 4 §
2p - 1 2p 2x 4
• x = 2p ; ≤1- @ Proposição falsa, já que:
2p - 1
= 1,7610… § 2x ≤ 4 § ≤ §
3 2 3 2 2
2p § x≤2
1- = - 2,1415…
2
Logo, 2p não é solução da inequação. Resposta: S = ]- ? , 2] .

Resposta: Os elementos de A que fazem parte do conjunto-solu- x-1 x-1


22.3 - ≤ 0 § 3x - 3 - 2x + 2 ≤ 0 §
CEXM9 © Porto Editora

1 2 3
ção da inequação são - 2 , 0 e . (3) (2)
2
§ 3x - 2x ≤ 3 - 2 § x ≤ 1
Resposta: S = ]- ? , 1] .

49
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

x-1 2x - 2
22.4 0 ≥ 2 1 3 2
-4 § 0≥
(3) 3
-8 §
(3)
24.6 - 1 + 3x > 5x
(1)
- 1 + 3x + 1 - 5x > 5x + 1 - 5x Aplicou-se a propriedade da mono-
§ 0 ≥ 2x - 2 - 24 tonia da adição: adicionou-se a
3x - 5x > 1
§ - 2x ≥ - 26 ambos os membros + 1 e - 5x .
Na prática, quando um termo
Assim, escrevemos os termos com
§ x ≤ 13 “muda de membro” muda de sinal.
incógnita no primeiro membro e os
termos independentes no segundo
Resposta: S = ]- ? , 13] . membro.

23. - 2x > 1 Simplificou-se o primeiro membro.


23.1 x > p p = 3,1415…
- 2x * (- 1) < 1 * (- 1) Aplicou-se a propriedade da mono-
2x < - 1 tonia parcial da multiplicação:
multiplicou-se ambos os membros
Na prática, quando se troca os
Resposta: O menor número inteiro que é solução da inequação é 4 . sinais de todos os termos da ine- por - 1 (número negativo) e inver-
quação muda-se o sinal da desi- teu-se o sinal da desigualdade.
gualdade.
12 12
23.2 x ≤ - - = - 1,7142…
2x 1
7 7
<- Aplicou-se a propriedade da mono-
2 2 tonia parcial da multiplicação:
1 dividiu-se ambos os membros por
x<-
2 2 (número positivo).
Na prática, divide-se ambos os
Resposta: O maior número inteiro que é solução da equação é - 2 . membros pelo coeficiente da incóg-
nita, ficando a incógnita com coefi-
7 7 ciente 1 .
23.3 - 1,7 < x ≤ = 2,(3)
3 3
1
4
Resposta: S = - ? , -
2 3
.

Resposta: Os números inteiros que verificam a condição dada


são - 1 , 0 , 1 e 2 . 25. Vamos começar por resolver as inequações: Pág. 131
•-x≥1 § x≤-1
24. 1 1
•- x≤0 § x≥0 § x≥0
2 2 (2)
24.1 - 2x + 1 < 7
- 2x + 1 - 1 < 7 - 1 Podemos adicionar a ambos os membros de uma inequa- •1≤-x § x≤-1
ção um número, que obtemos uma inequação equivalente
- 2x < 6 à dada (Monotonia da adição). 0,1x 0,2
• 0,1x < 0,2 § < § x<2
0,1 0,1
Resposta: A inequação simplificada pedida é - 2x < 6 . 2x 1 1
• - 2x < - 1 § 2x > 1 § > § x>
2 2 2
24.2 - 2x < 6 Ao multiplicar ambos os membros da inequação por
•-x+1<0 § -x<-1 § x>1
- 1 deve-se inverter o símbolo da desigualdade. Neste
- 2x * (- 1) > 6 * (- 1) caso o sinal “<” passa a “>” . 2x 1 1
A regra é: • - 2x ≥ - 1 § 2x ≤ 1 § ≤ § x≤
2x > - 6 Obtemos uma inequação equivalente a uma inequação 2 2 2
dada, se multiplicarmos ambos os membros por um
número negativo e invertermos o sentido da desigual- Resposta: - x≥1• •x≤1
dade (Monotonia parcial da multiplicação). 1 1
- x≤0• •x >
2 2
24.3 2x > - 6 Quando se divide por 2 , a inequação obtida é equivalente à 1≤-x• •x ≤ - 1
anterior porque aplicou-se a propriedade da monotonia parcial
2x - 6 da multiplicação, isto é, se multiplicarmos (ou dividirmos) ambos 0,1x < 0,2 • •x > 1
> os membros de uma inequação por um número positivo obtemos
2 2 - 2x < - 1 • •x < 2
uma inequação equivalente à anterior.
x>-3 1
-x+1<0• •x <
2
24.4 São soluções da inequação todos os números reais maiores do que - 3 . - 2x ≥ - 1 • •x > 2
Resposta: A inequação tem uma infinidade de soluções. •x ≥ 0
1
•x ≤
24.5 2
1
•x > -
2
Os números inteiros não positivos incluem os números negativos
e zero. 26.
Resposta: As soluções que são números inteiros não positivos são
26.1 - 3 > 2x § - 2x > 3 §
3
-2, -1 e 0. § x<- @ Dividiu-se ambos os membros por - 2 e inverteu-se o sentido da
2 desigualdade.

3
4
Resposta: S = - ? , -
2
.3
CEXM9 © Porto Editora

50
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

CAPÍTULO 4

1 2x - 1
x-
1 2 x 2 x
26.2 - x ≥ 0 § 27.5 ≤ § ≤ §
5 2 3 2 3
§ x≤0 @ Multiplicou-se ambos os membros por - 5 e inverteu-se o sentido
2x - 1 x
da desigualdade. § ≤ § 6x - 3 ≤ 4x §
4 3
Resposta: S = ]- ? , 0] . (3) (4)
3
§ 6x - 4x ≤ 3 § 2x ≤ 3 § x ≤
2
26.3 - 1 ≤ 0,1x § - 0,1x ≤ 1 § 3
§ x≥
1
§ x ≥ - 10
Resposta: S = - ? , 4 24.
- 0,1

Resposta: S = [- 10 , + ?[ . 0,1 (x - 1) x-1 0,1x - 0,1 x-1


27.6 ≤1- § ≤1- §
2 2 2 2
(2)
8
26.4 - 0,2x < 8 § x > § § 0,1x - 0,1 ≤ 2 - x + 1 § 0,1x + x ≤ 2 + 1 + 0,1 §
- 0,2
§ x > - 40 3,1
§ 1,1x ≤ 3,1 § x ≤ §
1,1
Resposta: S = ]- 40 , + ?[ . 31
§ x≤
11
1 1 31
26.5 - x -
2
>0 § -x>
2
§ Resposta: S = - ? ,
11 4
. 4
1
§ x<-
2
1
Resposta: S = - ? , -
2
. 4 3 28.
1 1
Pág. 132
28.1 3 - x ≤ § 18 - 3x ≤ 2 §
2 3
1
26.6 0 ≤ 1 + x § 0≤2+x § (6) (3) (2)
2
(2) (2) § - 3x ≤ 2 - 18 § - 3x ≤ - 16 §
§ -x≤2 § x≥-2 - 16 16
§ x≥ § x≥
Resposta: S = [- 2 , + ?[ . -3 3
16
27.
S=
3 3
, +? 3
1 x-1
27.1 3 - x> § 18 - 3x > 2x - 2 §
(6) 2 3
(3) (2)
§ - 3x - 2x > - 2 - 18 § - 5x > - 20 § 16
= 5,(3)
- 20 3
§ x< § x<4 Resposta: O número pedido é 6 .
-5
Resposta: S = ]- ? , 4[ . 1
28.2 - 3x - ≤ - 4x + 5 §
(2) 2 (2) (2)
1 (1)
27.2 - 2x + ≤ - 3x + 3 § - 4x + 1 ≤ - 6x + 6 §
(2) 2 (2) (2) § - 6x - 1 ≤ - 8x + 10 § - 6x + 8x ≤ 10 + 1 §
(1) 11
§ - 4x + 6x ≤ 6 - 1 § 2x ≤ 5 § x ≤
5 § 2x ≤ 11 § x ≤
2 2
11
Resposta: S = - ? , 4
5
24. S= -?, 4 2 4
1 x 2 1
27.3 - 0,2x > 1 - § 0,2 = =
2 3 10 5
-? 2 3 4 5 11 6 7 +?
1 x x 2 11
§ - >1- § 2
= 5,5
2 5 (30) 3
(15) (6) (10) Resposta: O número pedido é 5 .
§ 15 - 6x > 30 - 10x § - 6x + 10x > 30 - 15 §
28.3 O conjunto A é constituído pelos números inteiros negativos que
15
§ 4x > 15 § x > são soluções da inequação.
4
x 1+x 2 (x - 1) x 1+x 2x - 2
15 - ≤1+ § - ≤1+ §
Resposta: S = 4 4
, +? . 3 2 5 5 2 5 5
(5) (2) (10) (2)
§ 5x - 2 - 2x ≤ 10 + 4x - 4 § 5x - 2x - 4x ≤ 10 - 4 + 2 §
1 - 2x 2(x - 1) 1 - 2x 2x - 2
27.4 ≤1- § ≤1- § § -x≤8 § x≥-8
2 3 2 (6)
3
(3) (2) O conjunto A é constituído pelos números inteiros negativos
§ 3 - 6x ≤ 6 - 4x + 4 § - 6x + 4x ≤ 6 + 4 - 3 § maiores ou iguais a - 8 .
7
§ - 2x ≤ 7 § x ≥ -
2
CEXM9 © Porto Editora

7
Resposta: S = - 3 2
, +? . 3 Resposta: A = {- 8 , - 7 , - 6 , - 5 , - 4 , - 3 , - 2 , - 1}.

51
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

29. Resposta: A expressão representa um número do intervalo [- 2 , 2[


29.1 A expressão dada representa um número negativo quando é 29 11
menor do que zero.
quando x å - 4 ,
20 20 4.

0,1 - (2x + 1) < 0 § 0,1 - 2x - 1 < 0 § 30.


§ - 2x < - 0,1 + 1 § - 2x < 0,9 § 30.1 O perímetro do rectângulo é dado pela expressão:
0,9 9
§ x> § x>- P = 2x + 2 (x + 10) § P = 2x + 2x + 20
-2 20
§ P = 4x + 20
9
S= -420
, +? 3 O perímetro do rectângulo é superior a 80 cm quando:
P > 80
Resposta: A expressão representa um número negativo quando
9 4x + 20 > 80 § 4x > 80 - 20 §
xå -4 20
, +? . 3 § 4x > 60
29.2 A expressão dada representa um número não negativo quando é 60
§ x>
maior ou igual a zero. 4
§ x > 15
0,1 - (2x + 1) ≥ 0 § 0,1 - 2x - 1 ≥ 0 § - 2x ≥ - 0,1 + 1 §
0,9 9 Resposta: O perímetro do rectângulo é superior a 80 cm quando
§ - 2x ≥ 0,9 § x ≤ § x≤-
-2 20 x å ]15 , + ?[ .
9
4
S= -?, -
20 4 30.2 O perímetro do rectângulo é superior a 80 cm e inferior a 100 cm
Resposta: A expressão representa um número não negativo quando quando:
9 80 < P < 100
4
xå -?, -
20 4
.
80 < 4x + 20 < 100 § 80 - 20 < 4x < 100 - 20 §
29.3 A expressão dada representa um número pertence ao intervalo § 60 < 4x < 80 §
[2 , + ?[ quando é maior ou igual a 2 .
60 80
§ <x< §
0,1 - (2x + 1) ≥ 2 § 0,1 - 2x - 1 ≥ 2 § 4 4
§ - 2x ≥ 2 - 0,1 + 1 § - 2x ≥ 2,9 § § 15 < x < 20
2,9 29
§ x≤ § x≤- Outro processo de resolução
-2 20
29 P > 80 ‹ P < 100
4
S= -?, -
20 4 § 4x + 20 > 8 ‹ 4x + 20 < 100 §
Resposta: A expressão representa um número do intervalo § 4x > 80 - 20 ‹ 4x < 100 - 20 §
29
4
[2 , + ?[ quando x å - ? , -
20
. 4 § 4x > 60 ‹ 4x < 80 §
60 80
§ x> ‹ x< §
29.4 A expressão dada representa um número do intervalo [- 2, 2[ 4 4
quando está compreendida entre - 2 e 2 , incluindo - 2 . § x > 15 ‹ x < 20 §
- 2 ≤ 0,1 - (2x + 1) < 2 § § 15 < x < 20
§ - 2 ≤ 0,1 - 2x - 1 < 2 § Resposta: O perímetro do rectângulo é superior a 80 cm e infe-
§ - 2 - 0,1 + 1 ≤ - 2x < 2 - 0,1 + 1 § rior a 100 cm quando x å ]15 , 20[ .
§ - 1,1 ≤ - 2x < 2,9 §
31.
- 1,1 2,9
§ ≥x> § 31.1 Seja:
-2 -2
11 29 x = número inteiro negativo
§ ≥x>- §
20 20 Assim:
§ -
29
<x≤
11 2x = dobro de um número inteiro negativo:
20 20 3x = triplo de um número inteiro negativo.
29 11
S= -4 ,
20 20 4 Do enunciado do problema, podemos deduzir que:

A diferença entre o dobro de um número


Outro processo de resolução " 2x - 3x < 5
inteiro negativo e o seu triplo é inferior a 5 .
- 2 ≤ 0,1 - (2x + 1) < 2 §
§ 0,1 - (2x + 1) ≥ - 2 ‹ 0,1 - (2x + 1) < 2 § Para determinar os números pedidos vamos resolver a inequação
pedida.
§ 0,1 - 2x - 1 ≥ - 2 ‹ 0,1 - 2x - 1 < 2 §
§ - 2x ≥ - 2 - 0,1 + 1 ‹ - 2x < 2 - 0,1 + 1 § 2x - 3x < 5 § - x < 5 § x > - 5

§ - 2x ≥ - 1,1 ‹ - 2x < 2,9 §


- 1,1 2,9
§ x≤ ‹ x> §
CEXM9 © Porto Editora

-2 -2 Resposta: Os números inteiros negativos que satisfazem a condi-


11 29 ção dada são - 4 , - 3 , - 2 e - 1 .
§ x≤ ‹ x>- §
20 20
29 11
§ - <x<
20 20

52
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

CAPÍTULO 4

31.2 Seja: 33. Seja:


x = número real. x = custo de um bolo
Assim: Assim,
2(x + 3) = dobro da soma de um número real com 3 . 2x = custo de um sumo
Do enunciado do problema, podemos deduzir que: Do enunciado do problema podemos deduzir que:
Números reais cujo dobro da sua soma com Um bolo e um sumo no máximo
" 2 (x + 3) > x " x + 2x ≤ 3
3 é superior ao próprio número. custam 3 euros.

Resolvendo a inequação, vem: Resolvendo a inequação, vem:


2(x + 3) > x § 2x + 6 > x § x + 2x ≤ 3 § 3x ≤ 3 §
§ 2x - x > - 6 § x > - 6 3
§ x≤ § x≤1
3
Um bolo custa, no máximo, 1 euro.
2*1=2
Resposta: Os números reais que satisfazem a condição dada per-
tencem ao intervalo ]- 6 , + ?[ . Resposta: No máximo, o sumo de fruta custa 2 euros.

31.3 Seja: 34. Seja:


x = número real. x = medida do comprimento dos lados iguais do triângulo isósce-
Assim, les (número inteiro positivo).
(x + 10)2 = quadrado da soma de um número real com 10 ; Assim,
(x - 5)2 = quadrado da diferença de um número real com 5 . x - 3 = medida do lado diferente do triângulo isósceles (número
inteiro positivo);
Do enunciado do problema, podemos deduzir que:
2x + x - 3 = perímetro do triângulo (número inteiro positivo).
Números reais cujo quadrado da sua
Do enunciado do problema podemos deduzir que:
soma com 10 não excede o quadrado " (x + 10)2 ≤ (x - 5)2
da sua diferença com 5 . O perímetro não excede 30 cm . " 2x + x - 3 ≤ 30

Resolvendo a inequação, vem:


Resolvendo a inequação, vem:
2x + x - 3 ≤ 30 § 2x + x ≤ 30 + 3 §
(x + 10)2 ≤ (x - 5)2 §
33
§ x + 20x + 100 ≤ x - 10x + 25 §
2 2 § 3x ≤ 33 § x ≤ § x ≤ 11
3
§ 20x + 10x ≤ 25 - 100 § Sendo as medidas dos comprimentos dos lados números inteiros
positivos, então
§ 30x ≤ - 75 §
75 5 x>0 x>0
§ x≤-
30
§ x≤-
2
5 x-3>0 §
x ≤ 11
5 x > 3 § 3 < x ≤ 11
x ≤ 11

O problema tem significado quando x å {4 , 5 , 6 , 7 , 8 , 9 ,


10 , 11} .
Resposta: Os números reais que satisfazem a condição dada perten- Resposta: As soluções possíveis para as medidas dos lados são
5
4
cem ao intervalo - ? , -
2 4
. 4 e 1 ; 5 e 2 ; 6 e 3 ; 7 e 4 ; 8 e 5 ; 9 e 6 ; 10 e 7 ; ou 11 e 8 .

32. Seja: Pág. 133


x = largura da sala (em metros).
Assim,
x + 1,5 = comprimento da sala
35.
2x + 2 (x + 1,5) = perímetro da sala.
35.1 Sabemos que, num triângulo:
Do enunciado do problema, podemos deduzir que:
• qualquer lado é menor que a soma dos
O rodapé gasto à volta da sala outros dois:
" 2x + 2 (x + 1,5) > 60
(perímetro) foi superior a 60 m . por exemplo: c < a + b ;
• qualquer lado é maior que a diferença entre os outros dois:
Resolvendo a inequação, vem: por exemplo: c > a - b .
2x + 2(x + 1,5) > 60 § Assim:
§ 2x + 2x + 3 > 60 § 8,5 + 3,5 = 12 " Calcula-se a soma dos dois comprimentos.
§ 4x > 60 - 3 § 8,5 - 3,5 = 5 " Calcula-se a diferença dos dois comprimentos.
CEXM9 © Porto Editora

57 Logo, o terceiro lado poderá ter comprimento superior a 5 cm e


§ x> §
4 inferior a 12 cm . Como 5 < 11,5 < 12 então o comprimento do
§ x > 14,25 terceiro lado, dentro das opções propostas, só pode ser 11,5 cm .
Resposta: A largura da sala mede, no mínimo, 14,26 metros. Resposta: 11,5 cm .

53
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

35.2 Sabemos que: 38.


• O comprimento do terceiro lado é um número primo; 38.1 Empresa A
• O comprimento do terceiro lado é superior a 5 cm e inferior a Sendo:
12 cm ; 0,20n = custo do tempo de utilização.
• {Números primos} = {2 , 3 , 5 , 7 , 11 , 13 , 15 , …} O custo do aluguer da bicicleta na empresa A é:
Resposta: O comprimento do terceiro lado pode ser igual a 7 cm a = 0,20n + 2
ou 11 cm . Empresa B
Sendo:
B+b 0,25n = custo do tempo de utilização
36. Área do trapézio: At = *h. Pág. 134
2
Sendo: O custo do aluguer da bicicleta na empresa B é:
B = 20 ; b = x ; h = 8 b = 0,25n + 1
temos: Resposta: a = 0,20n + 2 e b = 0,25n + 1 .
20 + x
At = * 8 = (20 + x) * 4 = 80 + 4x 38.2 a = b
2
0,20n + 2 = 0,25n + 1 § 0,20n - 0,25n = 1 - 2 §
Área do rectângulo: Ar = b * h .
-1
Sendo: § - 0,05n = - 1 § n = § n = 20
- 0,05
b=x; h=8
Resposta: S = {20} . O custo do aluguer de uma bicicleta nas empre-
temos: sas A e B é igual quando o tempo de utilização é 20 minutos.
Ar = x * 8 = 8x
38.3 a > b
Do enunciado do problema podemos deduzir que: 0,20n + 2 > 0,25n + 1 § 0,20n - 0,25n > 1 - 2 §
A área do trapézio é maior que o dobro -1
" 80 + 4x > 2 * 8x § - 0,05 > - 1 § n < § n < 20
da área do rectângulo. - 0,05
Como no contexto do problema n ≥ 0 , então n ≥ 0 ‹ n < 20
Resolvendo a inequação, vem: § 0 ≤ n < 20 .
80 + 4x > 2 * 8x § 80 + 4x > 16x § Resposta: S = [0 , 20[ . O custo do aluguer de uma bicicleta na
§ 4x - 16x > - 80 § - 12x > - 80 § empresa A é superior ao custo do aluguer de uma bicicleta na
- 80 20 empresa B quando o tempo de utilização da bicicleta é inferior a
§ x< § x<
- 12 3 20 minutos.
Como no contexto do problema x > 0
20 20 39. Seja: Pág. 135
então x > 0 ‹ x < § 0<x<
3 3 t = valor total de vendas.
20
4
Resposta: Nas condições pedidas, x å 0 ,
33. Vencimento da Ana
10
10% do valor total das vendas = t * 10% = t * = 0,1t ;
37. Seja: 100
x = número de iogurtes O vencimento, em euros, da Ana é dado por A = 0,1t .

Assim, Vencimento da Joana


0,50x = custo, em euros, dos iogurtes. 5% do valor total das vendas = t * 5% = 0,05t ;
5 * 0,80 = 4 = custo, em euros, dos sumos.
O vencimento, em euros, da Joana é dado por J = 0,05t + 300 .
Do enunciado do problema podemos deduzir que:
A Ana ganha mais que a Joana quando, A > J .
O custo dos iogurtes e dos sumos é, no 0,1t > 0,05t + 300 § 0,1t - 0,05t > 300 §
" 0,50x + 4 ≤ 10
máximo, 10 euros.
300
§ 0,05t > 300 § t > §
0,05
Resolvendo a inequação, vem: § t > 6000
0,50 x + 4 ≤ 10 § 0,50 x ≤ 10 - 4 §
6 Resposta: A Ana ganha mais que a Joana quando o valor total
§ 0,50 x ≤ 6 § x ≤ § das vendas é superior a 6000 euros.
0,50
§ x ≤ 12
40.
Como no contexto do problema x > 0
40.1 Resposta:
então x > 0 ‹ x ≤ 12 § 0 ≤ x ≤ 12
Resposta: A Ana pode comprar, no máximo, 12 iogurtes.
CEXM9 © Porto Editora

54
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

CAPÍTULO 4

40.2 Tendo em conta a sequência de figuras, vem: 41.2 Quando:


Figura (n) 1 2 3 4
• C = 12 • C = 30
F = 1,8 * 12 + 32 = 53,6 F = 1,8 * 30 + 32 = 86
N.° de azulejos brancos (N) 8 10 12 14
Logo, 12° C = 53,6° F . Logo, 30° C = 86° F .
Par ordenado (n , N) (1 , 8) (2 , 10) (3 , 12) (4 , 14)
86 - 53,6 = 32,4

Para que: Resposta: A variação da temperatura foi de 32,4° F .


N = 2n + 6
represente o número de azulejos brancos de cada figura temos 1. Pág. 136
que averiguar se todos os pares ordenados são solução da equa- 1.1 A altura da primeira figura obtém-se substituindo n por 1 na fórmula.
ção. n = 1 : h = 2 + 10 * 1 = 12

Vejamos: Resposta: A primeira figura tem 12 mm de altura.


• (1 , 8) : 8 = 2 * 1 + 6 § 8 = 8 " Proposição verdadeira. 1.2 A altura da segunda figura obtém-se quando n = 2 .
(1 , 8) é solução da equação. n = 2 : h = 2 + 10 * 2 = 22

• (2 , 10) : 10 = 2 * 2 + 6 § 10 = 10 " Proposição verdadeira. Resposta: A segunda figura tem 22 mm de altura.


(2 , 10) é solução da equação. 1.3 Resposta: O número 2 representa, em mm , a altura dos encaixes
cilíndricos.
• (3 , 12) : 12 = 2 * 3 + 6 § 12 = 12 " Proposição verdadeira.

(3 , 12) é solução da equação. 1.4 Resposta:


n = 0 : h = 2 + 10 * 0 = 2
• (4 , 14) : 14 = 2 * 4 + 6 § 14 = 14 " Proposição verdadeira.
Não. Nenhuma peça tem 2 mm de altura.
(4 , 14) é solução da equação.
Como todos os pares ordenados são solução da equação então o 1.5 A altura de uma figura formada por 100 peças obtém-se substi-
número de azulejos brancos (N) é dado pela expressão N = 2n + 6 , tuindo na fórmula n por 100 .
sendo n o número da figura. n = 100 : h = 2 + 10 * 100 = 1002

40.3 Sendo: Resposta: Uma figura formada por 100 peças tem 1002 mm de
altura.
• N = 2n + 6
• N = 100 1.6 1,052 m = 1052 mm .
temos: h = 1052

2n + 6 = 100 § 2n = 100 - 6 § 2 + 10n = 1052 § 10n = 1052 - 2 §


twuwv
twuwv
h
N 1050
94 § 10n = 1050 § n = §
§ 2n = 94 § n = § 10
2
§ n = 47 § n = 105
Resposta: Uma figura com 1,052 m de altura é formada por 105
Resposta: Existe. É a 47.a figura.
peças.
40.4 Sabemos que o número de azulejos varia entre 32 e 100 , inclusive.
1.7 h ≥ 192 § 2 + 10n ≥ 192 §
Sendo n o número de azulejos pretos (o número da figura é igual
§ 10n ≥ 192 - 2
ao número de azulejos pretos).
§ 10n ≥ 190 §
32 ≤ N ≤ 100 ou N ≥ 32 ‹ N ≤ 100
190
Assim, § n≥
10
32 ≤ 2n + 6 ≤ 100 2n + 6 ≥ 32 ‹ 2n + 6 ≤ 100
§ n ≥ 19
32 - 6 ≤ 2n ≤ 100 - 6 2n ≥ 32 - 6 ‹ 2n ≤ 100 - 6
Dado que o João utilizou menos de metade das 50 peças que tinha
26 ≤ 2n ≤ 94 2n ≥ 26 ‹ 2n ≤ 94
então n < 25 .
26 94 26 94
≤n≤ n≥ ‹ n≤
2 2 2 2 Assim,
13 ≤ n ≤ 47 n ≥ 13 ‹ n ≤ 47 n ≥ 19 ‹ n < 25 § 19 ≤ n < 25 .
13 ≤ n ≤ 47 Resposta: O número de peças utilizadas pode variar entre 19 e 24 ,
Resposta: O número de azulejos pretos pode variar entre 13 e inclusive.
47 , inclusive.
1.8 n = 10 : h = 2 + 10 * 10 = 102
41. n = 30 : h = 2 + 10 * 30 = 302
41.1 F = 1,8C + 32 § 1,8C + 32 = F § Resposta: A figura que a Inês pretende construir pode variar entre
F - 32(*10)
§ 1,8C = F - 32 § C = § 102 mm e 302 mm , inclusive.
1,8(*10)
CEXM9 © Porto Editora

10F - 320 5F - 160


§ C= § C=
18 9
5F - 160
Resposta: A equação resolvida em ordem a C é C = .
9

55
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

2. Pág. 137 2.4 42 ≤ 4n + 2 ≤ 50 ou 42 ≤ 4n + 2 ≤ 50


2.1 Vejamos: 42 - 2 ≤ 4n ≤ 50 - 2 4n + 2 ≥ 42 ‹ 4n + 2 ≤ 50

Figura 1 2 3 40 ≤ 4n ≤ 48 4n ≥ 42 - 2 ‹ 4n ≤ 50 - 2
40 48
Número de peças 6 10 14 ≤n≤ 4n ≥ 40 ‹ 4n ≤ 48
4 4
40 48
Vejamos qual das expressões corresponde à sequência definida pela 10 ≤ n ≤ 12 n≥ ‹ n≤
4 4
tabela. n ≥ 10 ‹ n ≤ 12
(A) 6n 10 ≤ n ≤ 12
n=1: 6*1=6 Como n å N , então n å {10 , 11 , 12} .
n = 2 : 6 * 2 = 12 0 10
Resposta: S = {10 , 11 , 12} .
Logo, 6n não corresponde à sequência definida pela tabela.
As figuras 10 , 11 e 12 têm um número de peças compreendido
(B) n2 + 6 entre 42 e 50 , inclusive.
n = 1 : 12 + 6 = 7 0 6 2.5 Por exemplo: “Quantas figuras quadrangulares se pode fazer
Logo, n 2 + 6 não corresponde à sequência definida pela usando, no máximo 30 peças?
tabela.

(C) 2 (2n + 2)
3. Pág. 138
n = 1 : 2 (2 * 1 + 2) = 8 0 6
3.1 Quando um barco está à superfície da água a profundidade é 0 m .
Logo, 2 (2n + 2) não corresponde à sequência definida pela
tabela. No gráfico, quando a profundidade é 0 m a pressão é 1 atm .
Resposta: A pressão exercida por um barco à superfície da água é de
(D) 2 (2n + 1)
1 atm .
n = 1 : 2 (2 * 1 + 1) = 6
n = 2 : 2 (2 * 2 + 1) = 10 3.2 a) O gráfico está contido numa recta.
n = 3 : 2 (2 * 3 + 1) = 14 Como para definir uma recta são suficientes dois pontos, vamos
Logo, 2 (2n + 1) corresponde à sequência definida pela tabela, averiguar se as coordenadas de dois pontos quaisquer são solu-
ou seja, permite calcular o número de peças necessárias para n + 10
ções da equação P = .
construir a figura n . 10
Resposta: (D) . Do gráfico podemos retirar, por exemplo, os pontos
(n , P) = (0 , 1) e (n , P) = (0 , 2) .
2.2 Vamos averiguar se existe alguma figura com 30 peças. O número
dessa figura terá que ser natural. Vejamos se os pares ordenados são soluções da equação:
0 + 10
2 (2n + 1) = 30 § • (n , P) = (0 , 1) : 1 = § 1 = 1 " Afirmação verdadeira
10
§ 4n + 2 = 30 § Logo, o par ordenado é solução da equação.
§ 4n = 30 - 2 § 10 + 10
• (n , P) = (10 , 2) : 2 = § 2 = 2 " Afirmação verdadeira
§ 4n = 28 § 10
§ n=7 Logo, o par ordenado é solução da equação.
7åN Como as coordenadas de dois pontos da recta são soluções da
n + 10
Resposta: Pode. A figura 7 tem 30 peças. equação então P = representa analiticamente o grá-
10
fico dado.
2.3 Vamos averiguar se é possível fazer uma figura da sequência usando,
pelo menos metade das peças, ou seja, pelo menos 25 peças. b) Observando o gráfico verifica-se que quando a profundidade varia
entre 20 e 30 metros, a pressão varia entre 3 atm e 4 atm .
25 ≤ 2 (2n + 1) ≤ 50 ou 2 (2n + 1) ≥ 25 ‹ 2 (2n + 1) ≤ 50
Analiticamente, chegaríamos à mesma conclusão:
25 ≤ 4n + 2 ≤ 50 4n + 2 ≥25 ‹ 4n + 2 ≤ 50
Como 20 < n < 30 , então usando as propriedades da monoto-
25 - 2 ≤ 4n ≤ 50 - 2 4n ≥ 25 - 2 ‹ 4n ≤ 50 - 2
nia da adição e monotonia parcial da multiplicação vamos
23 ≤ 4n ≤ 48 4n ≥ 23 ‹ 4n ≤ 48 “enquadrar” P .
23 48 23 48 20 < n < 30
≤n≤ n≥ ‹ n≤
4 4 4 4
20 + 10 < n + 10 < 30 + 10
5,75 ≤ n ≤ 12 n ≥ 5,75 ‹ n ≤ 12
30 < n + 10 < 40
7 ≤ n ≤ 12
30 n + 10 40
< <
Como n å N , então n å {6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 , 12} . 10 10 10
O João pode fazer as figuras 6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 ou 12 . n + 10
3< <4
10
Resposta: O João pode fazer 7 figuras diferentes.
CEXM9 © Porto Editora

Logo, 3 < P < 4 .


Resposta: Quando o barco está a uma profundidade entre 20 e
30 metros, a pressão a que está sujeito o barco varia entre 3 e
4 atmosferas.

56
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 4

c) 10 < P < 15 ou P > 10 ‹ P < 15 O António e o Carlos tem o mesmo rendimento quando o total de
n + 10 n + 10 n + 10 vendas é 7142,86 euros, aproximadamente.
10 < < 15 > 10 ‹ < 15
(10) 10 (10) 10 (10) 10 (10)
(1) b=c
100 < n + 10 < 150 n + 10 > 100 ‹ n + 10 < 150 0,05x + 400 = 0,03x + 500
100 - 10 < n < 150 - 10 n > 100 - 10 ‹ n < 150 - 10 0,05x - 0,03x = 500 - 400
90 < n < 140 n > 90 ‹ n < 140 0,02x = 100
100
90 < n < 140 x=
0,02
Resposta: Quando a pressão está entre 10 e 15 atmosferas, o x = 5000
corpo encontra-se entre 90 e 140 metros de profundidade.
S = {5000}
O Bernardo e o Carlos têm o mesmo rendimento quando o total de
4. Pág. 139 vendas é 5000 euros.
4.1 António
10 4.3 Dado que os procedimentos de resolução das equações e das ine-
10% do total de vendas = x * 10% = x * = x * 0,1 = 0,1x
100 quações são semelhantes e em nenhuma situação se multiplicam
Logo, a = 0,1x representa o rendimento total, mensal, do António. ambos os membros por um número negativo, temos:
3
Comissão de 10%
a<b
Bernardo 0,1x < 0,05x + 400 §
5% do total de vendas = x * 5% = 0,05x § x < 8000
Logo, b = 0,05x + 400 representa o rendimento total, Como no contexto do problema x ≥ 0 , então 0 ≤ x < 8000 .
4 ¢ mensal, do Bernardo.
Comissão Ordenado S = [0 , 8000[
de 5% mensal
O rendimento do António é inferior ao rendimento do Bernardo
Carlos quando o total de vendas é inferior a 8000 euros.
3% do total de vendas = x * 3% = 0,03x a<c
Logo, c = 0,03x + 500 representa o rendimento total, 0,1x < 0,03x + 500 §
4 ¢ mensal, do Carlos. 50 000
Comissão Ordenado § x<
de 3% mensal 7
Como no contexto do problema x ≥ 0 , então
Resposta: a = 0,1x ; b = 0,05x + 400 e c = 0,03x + 500 , sendo
50 000
x≥0. 0≤x< .
7
4.2 a = b 50 000
0,1x = 0,05x + 400
3
S= 0,
7 3
0,1x - 0,05x = 400 O rendimento do António é inferior ao rendimento do Carlos
quando o total de vendas é inferior a 7142,86 euros, aproximada-
0,05x = 400
mente.
400
x= b<c
0,05
x = 8000 0,05x + 400 < 0,03x + 500 §
§ x < 5000
S = {8000}
Como no contexto do problema x ≥ 0 , então 0 ≤ x < 5000 .
O António e o Bernardo têm o mesmo rendimento mensal quando
o total de vendas é 8000 euros. S = [0 , 5000[
O rendimento do Bernardo é inferior ao rendimento do Carlos
a=c
quando o total de vendas é inferior a 5000 euros.
0,1x = 0,03x + 500
0,1x - 0,03x = 500
0,07x = 500
500
x=
0,07
50 000
x=
7
50 000
S= 5 7 6
50 000
) 7142,86
CEXM9 © Porto Editora

57
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 5
1. Pág. 155 7. W A = 90°
x = DB Pág. 157
O triângulo no interior da circunferência é isósceles pois os lados O ângulo DBA é um ângulo inscrito numa semicircunferência.
[OC ] e [OA] são raios da mesma circunferência.
BAWD = 180° - 130° = 50°
Portanto, os ângulos junto à base (lado diferente) têm a mesma
Os ângulos BAD e DAE são suplementares (BAWD + DAWE = 180°) .
amplitude.
W A - BAWD = 180° - 90° - 50° = 40°
W B = 180° - DB
y = AD
Logo, x = 65º .
BOW C = 180° - 65° - 65° = 50° ; CB
W O = y = 180° - 90° - 50° = 40° Outra forma de obter y :

(A soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é 180º .) Como x + y = 130° (a amplitude de um ângulo externo é igual à
soma das amplitudes dos ângulos internos não adjacentes) então
Resposta: (D) .
90° + y = 130° § y = 40° .
2. W B = 70°
x = AO z = DCW B = 180° - BAWD = 180° - 50° = 130°
A amplitude de um ângulo ao centro é igual à amplitude do arco Num quadrilátero inscrito numa circunferência a soma dos ângulos
compreendido entre os seus lados. opostos é 180° .
y = ACW B = 70° : 2 = 35° Resposta: (D) .
A amplitude de um ângulo inscrito é metade da amplitude do arco W
8. W A = COA = 110° = 55°
x = CD
compreendido entre os seus lados. 2 2
Resposta: (C) . A amplitude de um ângulo inscrito é metade da amplitude do
ângulo ao centro com o mesmo arco correspondente.
‰ = AO W C = 110°
3. CBWD = 180° - 115° - 32° = 33° Pág. 156 AC

A soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é 180º . A amplitude do arco é igual à amplitude do ângulo ao centro corres-
pondente.
EAWD = CBWD = 33°
‰ = 360° - ‰
ADC AC = 360° - 110° = 250°
Ângulos inscritos no mesmo arco de circunferência são geometrica-
mente iguais. Um arco completo de uma circunferência tem amplitude 360° .

ADC 250°
Resposta: (A) . y = ABWC = = = 125°
2 2
4. 2 * 122° = 244° A amplitude do ângulo inscrito é metade da amplitude do arco cor-
‰ é 244° . respondente.
A amplitude do arco maior AC
‰ = 360° - 244° = 116° y + z + 60° + 110° = 360° e y = 125° ;
AC
125° + z + 60° + 110° = 360° § z = 360° - 125° - 60° - 110° §
Um arco completo de uma circunferência tem 360° de amplitude.
§ z = 65°
W C = AC
AO ‰ = 116º
A soma das amplitudes dos ângulos internos de um quadrilátero é
A amplitude de um ângulo ao centro é igual à amplitude do arco 360° .
correspondente.
Resposta: (D) .
Resposta: (B) .
9. x = 180º - 88° = 92°
5. O triângulo [AOB] é isósceles pois tem dois lados iguais: A soma das amplitudes dos ângulos opostos de um quadrilátero
OC = OB ([OC] e [OB] são raios da mesma circunferência). inscrito numa circunferência é 180° .
Logo, OBW A = BAW O = 48° (A lados geometricamente iguais CBWA = 180° - EBWC = 180° - 110° = 70°
opõem-se ângulos com a mesma amplitude). Os ângulos CBA e EBC são suplementares (a soma das amplitu-
W B = 180° - 48° - 48° = 84°
AO des é 180°).
A soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é 180° . y = ADW C = 180º - CBWA = 180° - 70° = 110°
W
AOB 84° A soma das amplitudes dos ângulos opostos de um quadrilátero
ACWB = = = 42°
2 2 inscrito numa circunferência é 180° .
A amplitude de um ângulo inscrito numa circunferência é igual a Resposta: (C) .
metade da amplitude de um ângulo ao centro com o mesmo arco
compreendido entre os seus lados. 10. A soma dos ângulos externos de um polígono regular Pág. 158
Resposta: (A) . com n lados é 360° .
O ângulo externo tem 10° de amplitude.
6. O arco correspondente a um ângulo inscrito numa semicircunferên-
Como:
cia tem amplitude 180º .
360°
= amplitude de um ângulo externo, vem,
A amplitude de um ângulo inscrito numa circunferência é metade n
CEXM9 © Porto Editora

da amplitude do arco compreendido entre os seus lados: 360° 360°


= 20° § n = = 18
180° n 20°
= 90° O polígono tem 18 lados.
2
Resposta: (B) . Resposta: (C) .

58
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 5

11. Trata-se de uma rotação de centro no ponto de coordenadas (4 , 2) 2.2 O triângulo [PQO] não é equilátero já que, neste caso, a ampli-
e amplitude - 90° . W P = 100° 0 60°) .
tude de cada ângulo interno seria 60° (QO
Por outro lado, PO = QO , pois [PO] e [QO] são raios da
mesma circunferência.
Resposta: O triângulo [PQO] é isósceles porque tem dois lados
com o mesmo comprimento ( PO = QO 0 PQ ) .

2.3 Como vimos, o triângulo [PQO] é isósceles, pois tem dois lados
iguais: PO = QO .
Assim, OQ W P = QPWO (Num triângulo, a lados geometricamente
iguais, opõem-se ângulos com a mesma amplitude).
A soma das amplitudes dos dois ângulos é 180° - 100° = 80° .
Logo, b = QPWO = OQ W P = 80° = 40° .
2
A recta tangente à circunferência, QS , e o raio [OQ] são per-
pendiculares.
Logo, c = PQW S = 90º - OQ W P = 90° - 40° = 50° .
Resposta: (C) .
A recta tangente à circunferência, PS , e o raio [OP] são perpen-
diculares.
1. Pág. 159
Logo, SPWQ = 90° - QPWO = 90° - 40° = 50° .
1.1 PT ^ [OP] ; OPWT = 90°
Dado que a soma dos ângulos internos do triângulo [PQS] é 180° ,
Qualquer recta tangente a uma circunferência é perpendicular ao temos que:
raio no ponto de tangência.
d = 180° - 50° - 50° = 80°
Resposta: [POT] é um triângulo rectângulo.
Resposta: b = 40° , c = 50° e d = 80° .
W P = TO
1.2 BO W P = 180° - OPWT - PTWO = 180° - 90° - 20° = 70°

A soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é 3. Pág. 160


180° . WC .
3.1 Sabemos que a = BD
O ângulo BOP tem o vértice no centro da circunferência, logo é ” BDC e ” BAC " Ângulos inscritos no mesmo arco de circun-
um ângulo ao centro. ferência são geometricamente iguais.
Resposta: BOP é um ângulo ao centro de amplitude 70° . Logo a = BD W C = BAWC = 40° .

W
BOP 70° Resposta: a = 40° .
1.3 BAWP = = = 35°
2 2 W C = 2 * BD
3.2 b = BO W C " A amplitude do ângulo ao centro é o
A amplitude do ângulo inscrito é igual a metade da amplitude do dobro da amplitude do ângulo inscrito com o mesmo arco corres-
ângulo ao centro com o mesmo arco correspondente. pondente, desta forma, temos que: 2 * 40° = 80° .
O ângulo BAP tem o vértice na circunferência e os lados contêm Resposta: b = 80° .
cordas da mesma circunferência.
3.3 Sabemos que b = 80° .
Resposta: BAP é um ângulo inscrito na circunferência de ampli-
tude 35° . O triângulo [BCO] é isósceles pois tem dois lados de igual com-
primento (OB = OC pois são raios da mesma circunferência).
1.4 Sabe-se que:
Assim:
Arco ou ângulo ao
Área OCW B + BOW C + CBW O = 180
centro correspondente
OCW B + 80° + CBW O = 180° A soma dos ângulos internos de um triângulo
Círculo pr2 360°
OCW B + CBW O = 180° - 80° é 180º .
Sector circular A 70° OCW B + CBW O = 100°

A lados geometricamente iguais opõem-se


Assim, BCW O = OBW C
ângulos com a mesma amplitude.
pr 2 –––––– 360°
100°
A –––––– 70º Logo, c = OCWB = = 50° .
2
pr2 * 70° 7pr2
A= = Resposta: c = 50° .
360° 36
7pr2
Logo, a área do sector circular BOP é dada por A = c.q.m. 4.
36
4.1 Sabemos que:
2. Ângulos de lados paralelos obtidos a partir de
CBWD = AD
WB
CEXM9 © Porto Editora

2.1 A amplitude do ângulo ao centro é igual ao dobro da amplitude do semi-rectas com sentidos opostos têm a
ângulo inscrito com o mesmo arco correspondente. mesma amplitude.

2 * 50° = 100° Logo, a = CBWD = AD


W B = 25° .

Resposta: a = 100° . Resposta: a = 25° .

59
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 5

4.2 Sabemos que: 6.3 Resposta:


O ângulo ao centro tem o dobro da ampli-
b = 2a tude de um ângulo inscrito com o mesmo
arco correspondente.

Logo, b = 2 * 25° = 50° .


Resposta: b = 50° .

4.3 Sabemos que:


Ângulos verticalmente opostos têm a mesma
• c = BEWC = DEWO
amplitude.

• DEWO = 180° - 25° - 50° A soma dos ângulos internos do triângulo é 7. Pág. 162
= 105° 180º . W
COA W
AOB
7.1 CBWA = ; ACW B = . A amplitude dos ângulos inscritos é
2 2
Logo, c = DEWO = 105° . metade da amplitude do ângulo ao centro com o mesmo arco cor-
Resposta: c = 105° . respondente.
130° 140°
Logo, CBWA = = 65° ; ACW B = = 70° .
4.4 Sabemos que: 2 2
‰ = AB
‰ + BC
‰ + CD
‰=
CBWA + ACW B + BAWC = 180° . A soma das amplitudes dos ângulos
• AD A amplitude do arco da semicircunferência é
= 180° 180° .
internos do triângulo é 180° .
Logo, BAWC = 180° - 65° - 70° = 45° .
A amplitude do arco da circunferência é igual
‰ = 2 * 25° = 50°
• AB ao dobro da amplitude do ângulo inscrito Resposta: As amplitudes dos ângulos internos do triângulo [ABC]
são: CBWA = 65° , ACW B = 70° e BAWC = 45° .
correspondente.
A amplitude do arco de circunferência é igual
‰ = b = 50°
• CD à amplitude do ângulo ao centro correspon- 7.2 Num triângulo, a ângulos internos de amplitude diferentes opõem-se
dente. lados de comprimentos diferentes.

‰ = 180° - 50° - 50° = 80° . Logo, AB 0 BC 0 CA .


Logo, BC
Resposta: O triângulo [ABC] é escaleno.
‰ = 80° .
Resposta: BC
360°
7.3 = 120°
3
5. Pág. 161 Cada lado do triângulo equi-
5.1 Sabemos que: látero é uma corda da circun-
• ED W E = 50° ; DCW B = BE
W C = CB W D . Os ângulos opostos do losango ferência que corresponde a
têm a mesma amplitude. um arco de amplitude 120° .

• EDW C + CBW E + DCW B + BE


W D = 360° . A soma das amplitudes dos
ângulos internos do quadrilátero é 360° .
360° - 2 * 50° = 360° - 100° = 260° .
260°
Logo, DCW B = BEW D = = 130° .
2
8.
Resposta: DCW B = 130º .
8.1 Sabemos que a amplitude de um ângulo inscrito é igual a metade
5.2 Sabemos que: da amplitude do arco correspondente e que, a amplitude de um
• BAWD + BCW D = 180° ângulo ao centro é igual à amplitude do arco correspondente.
A soma dos ângulos opostos de um quadrilátero inscrito numa Tomando como referência a figura do enunciado, temos que:
‰ ‰
circunferência é 180° .
ADW B = AB ; ACW B = AB
Logo, BAWD = 180° - 130° = 50° . 2 2
Logo, AD W B = ACW B .
Resposta: BAW D = 50° .
Os ângulos inscritos no mesmo arco da circunferência são iguais,
6. c.q.p.
6.1 Sabemos que um ângulo inscrito numa semicircunferência é recto.
8.2 Sabemos que a amplitude de um ângulo inscrito é metade da ampli-
Logo, ACW B = 90° . tude do arco correspondente e que, o arco da semicircunferência
Resposta: ACW B = 90° . tem amplitude 180° .
Tomando como referência a figura do enunciado, temos que:
6.2 Sabemos que: ‰
AB
‰ = 180° . A amplitude do arco da semicircunferência é 180° .
• AB ACW B = ‰ = 180° .
; AB
2
180°
‰ = 2 * 35° = 70º . A amplitude do arco de circunferência é o
• BC Logo, ACW B = = 90º .
2
dobro da amplitude do ângulo inscrito correspondente.
CEXM9 © Porto Editora

Um ângulo inscrito numa semicircunferência é um ângulo recto c.q.p.


Como a amplitude de um ângulo inscrito é metade da amplitude do
‰ ‰
W C = AB + BC = 180° + 70° = 125° .
arco correspondente, então AD 9. Pág. 163
2 2
Resposta: AD W C = 125° . 9.1 90° . 9.2 180° . 9.2 135° . 9.4 70° .

60
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 5

10. 12.
10.1 12.1

12.2

10.2

12.3

1. Pág. 165
10.3
1.1 Sabemos que:
• Num polígono regular os lados tem o mesmo comprimento;
• Numa circunferência, a cordas com o mesmo comprimento cor-
respondem arcos com a mesma amplitude.
Como numa circunferência a arcos com a mesma amplitude cor-
respondem cordas com o mesmo comprimento então um polí-
gono regular pode ser inscrito numa circunferência.

1.2 a) Um octógono regular tem 8 lados (cordas) com o mesmo com-


primento, a que correspondem 8 arcos com a mesma ampli-
tude.
360° : 8 = 45°
‰ = 45° .
Logo, AB
‰ = 45° .
Resposta: AB
11. Pág. 164 ‰ . A amplitude do ângulo ao centro é igual à ampli-
W E = BE
b) BO
11.1 Não, numa translação, a figura transformada pode ser obtida da tude do arco compreendido entre os seus lados.
original deslocando a primeira ao longo de uma recta e sempre
‰ = 3 * 45° = 135° . O octógono regular divide, em partes
BE
paralela à posição original.
iguais, a circunferência.
11.2 Como os segmentos de rectas Logo, BO W E = 135° .
correspondentes são paralelos,
W E = 135° .
Resposta: BO
então trata-se de uma rotação
de amplitude 180° . c) d , e e f , são amplitudes de ângulos inscritos cujo arco com-
O centro de rotação é o ponto preendido entre os seus lados tem amplitude 45° .
de intersecção dos segmentos 45°
Logo, d = e = f = = (22,5)° .
de recta que unem pontos cor- 2
respondentes. Resposta: d = e = f = 22,5° .

d) BFW E é a amplitude de um ângulo inscrito cujo arco compreen-


CEXM9 © Porto Editora

dido entre os seus lados é o arco BE .


3 * 45° = 135° ; 135° : 2 = (67,5)° .
Resposta: BFW E = (67,5)° .

61
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 5


e) EDW C = EHC . A amplitude do ângulo inscrito é metade da 3.1 a) O rectângulo pode ser inscrito numa circunferência. Trata-se de
2
amplitude do arco compreendido entre os seus lados. um quadrilátero cuja soma das amplitudes dos ângulos opostos

é 180° (90° + 90°) .
EHC = 6 * 45° = 270°
b) O paralelogramo não pode ser inscrito numa circunferência, a
Logo, EDW C = 270° = 135° . não ser que seja rectângulo. Os ângulos opostos são iguais, mas
2
W C = 135° . só seriam suplementares se fossem rectos.
Resposta: ED
c) 110° + 65° = 175° 0 180°
2. Pág. 166 O trapézio dado não pode ser inscrito numa circunferência pois
2.1 a) O centro da circunferência é o ponto de intersecção das media- os ângulos opostos não são suplementares.
trizes dos lados do trapézio. d) O losango não pode ser inscrito numa circunferência, a não ser
que se trate de um quadrado. Os ângulos opostos são iguais,
mas só seriam suplementares se fossem rectos.
e) O trapézio isósceles pode ser inscrito numa circunferência. Os
ângulos opostos são suplementares.

3.2 a) CEWD = 180° - 45° - 45° = 90° . A soma das amplitudes dos
ângulos internos do triângulo é 180° .
CEWA = 180° ; DEWA + CEWD = 180° .
Logo, DEWA = 180° - 90° = 90° .
Resposta: DEWA = 90° .

b) BAWD + BCW D = 180° . A soma das amplitudes dos ângulos


b) AD = CB . O trapézio é isósceles. opostos de um quadrilátero inscrito numa circunferência é 180° .
‰ = BC
DA ‰ . A cordas geometricamente iguais correspondem DCWB = ECWB + DCWE = 35° + 45° = 80°
arcos com a mesma amplitude. Logo, BAWD = 180° - 80° = 100° .

DA BC ‰ Resposta: BAWD = 100° .
DPWA = ; BPWC = . A amplitude de um ângulo inscrito é
2 2
metade da amplitude do arco compreendido entre os seus lados. c) Sabemos que:
‰ = 70° ; BC
• AB ‰ = 90° ; DA
‰ = 90° . A amplitude de um arco é
‰ = BC
Como DA ‰ , então DPWA = BPWC , c.q.m.
o dobro da amplitude do ângulo inscrito correspondente.
‰ + DA
• CD ‰ + AB‰ + BC
‰ = 360° . A amplitude do arco da circun-
ferência completa é 360° .
‰ + 90° + 70° + 90° = 360°
CD
‰ = 360° - 90° - 70° - 90°
CD
‰ = 110°
CD

• ABW C = CDA = 110° + 90° = 100° . A amplitude de um ângulo
2 2
inscrito é metade da amplitude do arco compreendido entre
os seus lados.

2.2 a) TPQ é um ângulo interno do pentágono regular. A sua ampli-


360°
tude obtém-se através da expressão 180° - , sendo n = 5
n
(número de lados).
360°
180° - = 108°
5
Resposta: TPWQ = 108° .

b) Área sombreada = Área do círculo - Área do pentágono


Acírculo = p * r2 = p * 52 = 25p
Apentágono = 5At[SOR] = 5 * 12 = 60
25p - 60 ) 18,5 W C = 100° .
Resposta: AB

Resposta: A área da parte sombreada é 18,5 u. a., aproximada-


4. Pág. 168
mente. ‰
W CD
4.1 CAD = . A amplitude do ângulo inscrito é metade da ampli-
2
CEXM9 © Porto Editora

3. Pág. 167 tude do arco compreendido entre os seus lados.


Um quadrilátero pode ser inscrito numa circunferência quando a 60°
Logo, CAWD = = 30° .
soma das amplitudes dos ângulos opostos é 180° (ângulos suple- 2
mentares). Resposta: CAWD = 30° .

62
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 5

4.2 Sabemos que: Cálculo da área do triângulo [AOD]


• AD = DC . Cordas correspondentes a arcos com a mesma 15
AO = OD = AD =
amplitude têm o mesmo comprimento. p

• AE = CE . Uma recta perpendicular a uma corda e que passa Pelo Teorema de Pitágoras, temos:
2 2
pelo centro da circunferência bissecta a corda. 15 15
h2 + 1 2p 2 = 1 p 2
• [DE] é um lado comum aos dois triângulos.
225 225
Como os lados dos triângulos [AED] e [ECD] têm o mesmo h2 = -
p2 4p2
comprimento, então são geometricamente iguais. (4)

900 - 225
‰ = DC
‰ . Uma recta perpendicular a uma corda e que passa pelo h =
2
4.3 DA 4p2
centro da circunferência bissecta o arco correspondente a essa 675
h2 =
corda. 4p2
‰ = 60° .
Logo, h = œ
Logo, DA 675
(h > 0) .
2p
‰ = 60°) .
Resposta: A amplitude do arco DA é 60° (DA
15 œ675
W A = CA
‰ . A amplitude do ângulo ao centro é igual à amplitude *
4.4 CO b*h p 2p 15 œ675
A[AOD] = = =
do arco compreendido entre os seus lados. 2 2 4p2
Logo, CO W A = 60° + 60° = 120° .
15 œ675
W A = 120°) . A área do triângulo [AOD] é ) 9,872 cm2 .
Resposta: A amplitude do ângulo COA é 120° (CO 4p2

75 œ675 = 75 15 œ675 150p - 15 œ675


4.5 À corda [AC] corresponde um arco de amplitude 120° . Todos os
restantes lados do polígono regular, cordas da circunferência, cor-
2* 1 2p - 154p 22
p
-
2p2
=
2p2
) 4,130
(2p)
respondem a arcos de amplitude 120º .
Resposta: A área da parte colorida da figura é 4,13 cm2 , aproxi-
360°
= 3 . O polígono regular tem 3 lados. madamente.
120°
Resposta: Trata-se de um triângulo equilátero.

4.6 Sabemos que:


• AOW D = AD
‰ = 60° . A amplitude do ângulo ao centro é igual à
amplitude do arco compreendido entre os seus lados.

DC 60°
• EAWD = = = 30° . A amplitude do ângulo inscrito é
2 2
metade da amplitude do arco compreendido entre os seus lados.
• OAWE = 180° - AE WO - EOW A = 180° - 90° - 60° = 30° . A soma
das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é 180° .
• OAWD = OAWE + EAWD = 30° + 30° = 60°
• OAWD = 180° - 60° - 60° = 60°
Os ângulos internos do triângulo [AOD] têm amplitude 60° .
A ângulos com a mesma amplitude opõem-se lados com o mesmo
comprimento.
Logo, o triângulo é equilátero, c.q.p.

4.7 A área da parte colorida da figura é:


2 * (Área do sector AOD - Área do triângulo [AOD]) .

Cálculo da área do sector AOD


6 * 60º = 360° ; 6 * 5 cm = 30 cm . Cada arco de amplitude 60° tem com-
primento 5 cm . Logo, a circunferência
tem comprimento c = 30 cm .
Como c = 2pr e c = 30 , então:
30 15
2pr = 30 § r = § r=
2p p
2
15 p * 225 225
Assim, a área do círculo é pr2 = p * 1p2 =
p2
=
p
(cm2) .

225
60° *
225 p 225 75
CEXM9 © Porto Editora

360° ———— x= = =
p 360° 6p 2p
60° ———— x
75
A área do sector circular é cm2 ) 11,937 cm2 .
2p

63
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 6
1. Vamos escrever as equações na forma canónica: Pág. 180 5. A equação dada é incompleta se:
2k + 1 = 0
• 2x2 = 3x2 § 2x2 - 3x2 = 0 § - x2 = 0 " Equação do 2.° grau.
2k = - 1
• 3x2 - 2x + 3 = 3x2 § - 2x + 3 = 0 " Não é equação do 2.° grau (a = 0) .
2k - 1
=
• œx = 22 § œx - 4 = 0 " Não é equação do 2.° grau (não tem termo em x2) . 2 2
• 5 = x + 3 § - x + 25 - 3 = 0 §
2 1
k=-
§ - x + 22 = 0 " Não é equação do 2.° grau (a = 0) . 2
Resposta: (B) .
Resposta: (A) .
6. Para ser equação do 2.° grau, k 0 0 . Pág. 181
2. Vamos escrever as equações na forma canónica:
Para que seja equação incompleta, k - 1 = 0 § k = 1 .
• (x - 2)2 = x2 § x2 - 4x + 4 - x2 = 0 §
§ - 4x + 4 = 0 " Não é equação do 2.° grau (a = 0) . Resposta: (B) .

1 x2 - x 1 x2 - x 7. (A) Afirmação falsa.


• (x - 1) (x + 1) = § (x2 - 1) = §
2 2 2 2 ax2 + bx = 0 § x (ax + b) = 0
1 1 x -x2
§ x2 - = § x2 - 1 = x2 - x § § x = 0 § ax + b = 0 §
2 2 2 b
§ x=0 § x=-
§ x2 - x2 - 1 + x = 0 § x - 1 = 0 " Não é equação do 2.° grau (a = 0) . a
Uma das soluções é nula.
1 1
• (2x - 1) (2 - x) =- 2x2 § 4x - 2x2 - 2 + x = - 2x2 §
2 2 (B) Afirmação falsa.
1 Por exemplo, a equação do 2.° grau x2 + 1 = 0 , é incompleta e
§ 4x - 2 + x - = 0
2 não tem qualquer solução.
5
§ 5x - = 0 " Não é equação do 2.° grau (a = 0) .
2 (C) Afirmação verdadeira.
c
• 1 + (x - 2) (x + 2) = - x2 + 1 § 1 + (x2 - 4) = - x2 + 1 § ax2 + c = 0 § ax2 = - c § x2 = -
a
§ 1 + x2 - 4 = - x2 + 1 § c
Se - < 0 , então a equação é impossível.
a
§ 2x2 - 4 = 0 " É uma equação do 2.° grau.
(D) Afirmação falsa.
Resposta: (D) . ax2 = 0 § x2 = 0 § x = 0

3. Vamos resolver a equação dada e averiguar qual das opções tem o A equação tem uma única solução.
mesmo conjunto-solução. Resposta: (C) .
2(x - 1)2 = 0 § (x - 1)2 = 0 § x - 1 = 0 § x = 1 " S = {1}
8. x2 + 16 = 0 § x2 = - 16
• x2 + 1 = 0 § x2 = - 1 " Equação impossível em R ; S = O .
É uma equação impossível.
• x2 - 1 = 0 § x2 = 1 § x = ¿ œ1 § Resposta: (C) .
§ x = ¿ 1 " S = {- 1 , 1} .
2x2 - 2 9. 2x2 - 1 = 0 § 2x2 = 1
• 2x2 + 2 = 0 § 2x2 = - 2 § = §
2 2 2x2 1
§ x = - 1 " Equação impossível em R ; S = O .
2 § =
2 2
1
2 ¿ œ(- 2)2 - 4 * 1 * 1 2 ¿ œ0 § x2 =
• x2 - 2x + 1 = 0 § x = § x= 2
a=1; b=-2; c=1 2*1 2
§ x=1 " S = {1} . § x=¿ Œ 12
Resposta: (D) .
5
S= - Π12 , Π12 6
4. x (x - 1) = x § x (x - 1) - x = 0 § x [(x - 1) - 1] = 0 §
2 2 2

§ x = 0 › (x - 1)2 - 1 = 0 § x = 0 › (x - 1)2 = 1 § Resposta: (C) .

§ x = 0 › x - 1 = ¿ œ1
§ x=0 › x -1= -1 › x-1=1 10. Pág. 182

§ x=0 › x=0 › x=1+1 5(2x - 1)2 = 0 § (2x - 1)2 = 0 § 2x - 1 = 0 §


1
§ x=0 › x=2 § 2x = 1 § x =
2
1
S = {0 , 2} S=
2 56
(x - 1)2 = 1 § x - 1 = ¿ œ1 § Resposta: (D) .
CEXM9 © Porto Editora

§ x=-1+1 › x=1+1 § x=0 › x=2 - 2(x - 3)2 0


11. - 2(x - 3)2 = 0 § = § (x - 3)2 = 0 §
-2 -2
S = {0 , 2} § x2 - 6x + 9 = 0 " Equação na forma canónica.

Resposta: (A) . Resposta: (A) .

64
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

12. Vamos determinar o conjunto-solução da equação dada. 19. Sendo:


4 ¿ œ(- 4)2 - 4 * 1 * 4 x = número de moedas que a Joana tem.
x2 - 4x + 4 = 0 § x = §
2*1 Deste modo, temos que:
a=1; b=-4; c=4

4 ¿ œ16 - 16 4 ¿ œ0 4 x2 - 6 = Diferença entre o quadrado do número de moedas que a


§ x= § x= § x= § x=2;
2 2 2 Joana tem e seis.
S = {2} 5x = Quíntuplo do número das moedas que a Joana tem.
(A) - 3(x - 2)2 = 0 § (x - 2)2 = 0 § x - 2 = 0 § x = 2 ; A equação que traduz o problema do enunciado é
S = {2} . x2 - 6 = 5x
(B) (x + 2)2 = 0 § x + 2 = 0 § x = - 2 ; S = {- 2} . Resposta: (B) .
x2
(C) - x + 4 = 0 § x2 - 4x + 16 = 0 §
4 20. As áreas dos jardins são: Pág. 184
a = 1 ; b = - 4 ; c = 16

4 ¿ œ(- 4)2 - 4 * 16 • A1 = (7x - 2) (7x - 2) = (7x - 2) 2

§ x= §
2*1 • A2 = 8(x - 2) (7x + 8)
4 ¿ œ - 48
§ x= " Equação impossível em R ; S = O . Como as áreas são iguais, temos:
2
8(x - 2) (7x + 8) = (7x - 2)2 §
(D) x (x - 2)2 = 0 § x = 0 › (x - 2)2 = 0
§ x = 0 › x - 2 = 0 § x = 0 › x = 2 ; S = {0 , 2} . § (8x - 16) (7x + 8 ) = 49x2 - 28x + 4 §
Resposta: (A) . § 56x2 + 64x - 112x - 128 = 49x2 - 28x + 4 §

13. Uma equação do 2.° grau na forma canónica é do tipo § 56x2 - 49x2 + 64x - 112x + 28x - 128 - 4 = 0 §
ax2 + bx + c = 0 , a 0 0 . § 7x2 - 20x - 132 = 0 §
1
A equação 2x2 - x + p = 0 está escrita na forma canónica,
2 20 ¿ œ(- 20)2 - 4 * 7 * (-132)
§ x= §
sendo a = 2 , b = -
1
e c=p. 2*7
- b ¿ œb - 4ac
2
2 x= ; a = 7 , b = - 20 e c = - 132
2a
Resposta: (C) .
20 ¿ œ400 + 3696
§ x= §
14. 4x2 - 8x + 4 = 0 § (2x)2 - 8x + 22 = 0 § (2x - 2)2 = 0 14
3 Quadrado
2 * 2x * (- 2) do binómio 20 ¿ œ4096
1.° 2.° § x= §
termo termo 14
Lembra-te que: (A - B)2 = A2 - 2AB + B2
20 ¿ 64
§ x= §
Resposta: (D) . 14
- b ¿ œb2 - 4ac 20 - 64 20 + 64
15. ax2 + bx + c = 0 § x =
2a § x= › x= §
14 14
A equação é impossível quando b2 - 4ac < 0 .
- 44 84
Resposta: (D) . § x= › x= §
14 14

16. b2 - 4ac ; a = 1 , b = - œ2 ; c = - 5 Pág. 183 22


§ x =- › x=6 No contexto do problema, a solução nega-
2 7 tiva não pode ser usada. As medidas dos
(- œ2 ) - 4 + 1 * (- 5) = 2 + 20 = 22 comprimentos não podem ser negativas.
Logo, x = 6 .
Resposta: (D) .
Resposta: (B) .
17. Como o binómio discriminante, b2 - 4ac , é negativo, então a equa-
ção é impossível (repara que œ- 118 não tem significado em R) .
21. O volume da caixa (paralelepípedo) é dado por
Resposta: (D) . V = Ab * h ou V=c*’*h
18. Vamos averiguar se as soluções indicadas pertencem ao conjunto-
4 ¢ 4 fl ¢
Área Altura Comprimento 3 Altura
-solução da equação dada. da base Largura

x x2 + x – 6 = 0 Conclusão Sabemos que:


(- 1) + (- 1) - 6 = 0 §
2
Afirmação falsa. - 1 não é Ab = (x - 4) (x - 4) = (x - 4)2 = x 2 - 8x + 16
-1
§ 1-1-6=0 § -6=0 solução da equação.
h=2
(- 3)2 + (- 3) - 6 = 0 § Afirmação verdadeira. - 3 V=8
-3
§ 9-3-6=0 § 0=0 é solução da equação.
Temos então:
22 + 2 - 6 = 0 § 4 + 2 - 6 = 0 § Afirmação verdadeira. 2 é
2
§ 0=0 solução da equação. Ab * h = V § (x2 - 8x + 16) * 2 = 8 § 2x2 - 16x + 32 = 8 §
6 +6-6=0 §
2
Afirmação falsa. 6 não é § 2x2 - 16x + 32 - 8 = 0 § 2x2 - 16x + 24 = 0
6
§ 36 = 0 solução da equação.
Resposta: (B) .
(- 2)2 + (- 2) - 6 = 0 § Afirmação falsa. - 2 não é
-2
CEXM9 © Porto Editora

§ 4-2-6=0 § -4=0 solução da equação.

32 + 3 - 6 = 0 § Afirmação falsa. 3 não é


3
§ 6=0 solução da equação.

Resposta: (C) .

65
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

b*h
22. A área do triângulo é dada por A = . 3.3 (2m + 1) (2m + 8) = 0 § 2m + 1 = 0 › 2m + 8 = 0 §
2 1 8
Sabemos que: § 2m = - 1 › 2m = - 8 § m = - › m=- §
1 2 2
x = altura do triângulo = h . § m=- › m=-4
2
Então, 1
x + 4 = base do triângulo = b 5
Resposta: S = - 4 , -
2
. 6
A = 30 ; b = x + 4 ; h = x 5
3.4 (2a - 5)2 = 0 § 2a - 5 = 0 § 2a = 5 § a =
2
A equação que traduz o enunciado do problema é: 5
(x + 4) x
Resposta: S =
256 .
30 = § 60 = x (x + 4) 3
2 3.5 (2a + 3) = 0 § 2a + 3 = 0 § 2a = - 3 § a = -
2
2
Resposta: (D) . 3
Resposta: S = - 5 6
2
.

3.6 2 (3x - 1) (3x + 1) = 0 § 3x - 1 = 0 › 3x + 1 = 0 §


1. Pág. 185
§ 3x = 1 › 3x = - 1 § x =
1
› x=-
1
3 3
1.1 Resposta: Não. 1 1
5
Resposta: S = - ,
3 3
. 6
1.2 Resposta: Não.
4.
1.3 Resposta: Sim. 4.1 x2 = 36 § x2 - 36 = 0 § (x - 6) (x + 6) = 0
Diferença de (6) (- 6)
1.4 (x - 1)2 = (x + 1)2 § x2 - 2x + 1 = x2 + 2x + 1 § quadrados

§ x2 - x2 - 2x - 2x + 1 - 1 = 0 § - 4x = 0 Mentalmente, podemos indicar as soluções - 6 e 6 :


Resposta: Não.
Resposta: A equação pedida é (x - 6) (x + 6) = 0 ; S = {- 6 , 6} .
1.5 Resposta: Sim.
4.2 x2 = 2x § x2 - 2x = 0 § x (x - 2) = 0
x é factor (0) (2)
1.6 Resposta: Sim. comum
Mentalmente, podemos indicar as soluções 0 e 2 .
2. Resposta: A equação pedida é x (x - 2) = 0 ; S = {0 , 2} .
2.1 Resposta: S = {2} .
4.3 9x2 - 6x + 1 = 0 § (3x)2 + 2 * (3x) * (- 1) + (- 1)2 = 0 §
O produto é zero quando o factor x - 2 se anula. Tal acontece se
Quadrado do binómio
x = 2 ; - 3 * (2 - 2) = - 3 * 0 = 0 (o produto é zero). § (3x - 1)2 = 0
1
12
3
2.2 Resposta: S = {5 , - 2} . 1
Mentalmente, podemos indicar a solução .
O produto é zero quando os factores a - 5 ou a + 2 , se anula- 3
1
rem. Tal acontece se: Resposta: A equação pedida é (3x - 1)2 = 0 ; S = 536 .
• a = 5 ; (5 - 5) (5 + 2) = 0 * 7 = 0 (o produto é zero).
• a = - 2 ; (- 2 - 5) (- 2 + 2) = - 7 * 0 = 0 (o produto é zero). 5. Pág. 186
2.3 Resposta: S = {1 , - 2} . 5.1 x - 25 = 0 § x = 25 § x = ¿ œ25 § x = ¿ 5 §
2 2

O produto é zero quando os factores, x - 1 ou x + 2 , se anula- § x=-5 › x=5


rem. Tal acontece se: Resposta: S = {- 5 , 5} .
• x = 1 ; 5 (1 - 1) (1 + 2) = 5 * 0 * 3 = 0 (o produto é zero)
5.2 144 = a2 § a2 = 144 § a = ¿ œ144 § a = ¿ 12 §
• x = - 2 ; 5 (- 2 - 1) (- 2 + 2) = 5 * (- 3) * 0 = 0 (o produto é zero). § a = - 12 › a = 12
1 Resposta: S = {- 12 , 12} .
5
2.4 Resposta: S = 3 , -
2
. 6
5.3 (k - 1)2 = 9 § k - 1 = ¿ œ9 § k - 1 = ¿ 3 § k = 1 ¿ 3 §
O produto é zero quando os factores, x - 3 ou 2x + 1 , se anula- § k=1-3 › k=1+3 § k=-2 › k=4
rem. Tal acontece se:
Resposta: S = {- 2 , 4} .
• x = 3 ; (3 - 3) (2 * 3 + 1) = 0 * 7 = 0 (o produto é zero).
5.4 (m - 4)2 = 1 § m - 4 = ¿ œ1 § m - 4 = ¿ 1 § m = 4 ¿ 1 §
1 1 1 7 7
2 1
•x=- ; - -3 2* -
2 2 23 1 2 4
+ 1 = - * (- 1 + 1) = - * 0 = 0
2 2 § m=4-1 › m=4+1 § m=3 › m=5
(o produto é zero). Resposta: S = {3 , 5} .

5.5 (x - 12)2 = 0 § x - 12 = 0 § x = 12
3.
Resposta: S = {12} .
3.1 y (y - 2) = 0 § y = 0 › y - 2 = 0 § y = 0 › y = 2 .
Resposta: S = {0 , 2} .
5.6 (x - 1)2 = 2 § x - 1 = ¿ œ2 § x = 1 ¿ œ2 §
x = 1 - œ2 › x = 1 + œ2
CEXM9 © Porto Editora

3.2 (x - 1) (5x - 6) = 0 § x - 1 = 0 › 5x - 6 = 0 §
6 Resposta: S = 51 - œ2 , 1 + œ2 6 .
§ x - 1 = 0 › 5x = 6 § x = 1 › x =
5 5.7 2(x - 1)2 = 0 § (x - 1)2 = 0 § x - 1 = 0 § x = 1
6
5
Resposta: S = 1 ,
5
. 6 Resposta: S = {1} .

66
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

1
5.8 (3x - 1)2 = 8 § (3x - 1)2 = 16 § 3x - 1 = ¿ œ16 § 8.3 5x2 - 2x - 1 = 0
2
1¿4 Temos:
§ 3x - 1 = ¿ 4 § 3x = 1 ¿ 4 § x = §
3
1-4 1+4 - b ¿ œb2 - 4ac
§ x= › x= § x= ; a=5, b=-2 e c=-1.
3 3 2a
-3 5 Substituindo a , b e c na fórmula, vem:
§ x= › x= §
3 3
2 ¿ œ(- 2)2 - 4 * 5 * (- 1)
5 x= §
§ x=-1 › x= . 2*5
3
5 2 ¿ œ4 + 20 2 ¿ œ24
5
Resposta: S = - 1 ,
3
. 6 § x=
10
§ x=
10
§

6. 2 - œ24 2 + œ24
§ x= › x=
6.1 Resposta: x2 + 1 = 0 , por exemplo. 10 10

6.2 Resposta: x2 - 4 = 0 , por exemplo.


Resposta: S = 5 2 -10œ24 , 2 + œ24
10
.6
6.3 Resposta: 3x = 0 , por exemplo.
2

6.4 Resposta: x2 - 4x = 0 , por exemplo. 8.4 x2 + 8x = 2 § x2 + 8x - 2 = 0


Temos:
7.
- b ¿ œb2 - 4ac
7.1 Resposta: a =
1
; b=-2 e c=1. x= ; a=1, b=8 e c=-2.
2 2a

7.2 Resposta: a = 2 ; b = 0 e c = - 1 . Substituindo a , b e c na fórmula, vem:


- 8 ¿ œ82 - 4 * 1 * (- 2)
7.3 3x2 = 2x § 3x2 - 2x = 0 " Forma canónica.
x= §
2*1
Resposta: a = 3 ; b = - 2 e c = 0 . - 8 ¿ œ64 + 8 - 8 ¿ œ72
§ x= § x= §
2 2
7.4 (x - 1)2 = 2x § x2 - 2x + 1 = 2x
- 8 - œ72 - 8 + œ72
§ x2 - 2x - 2x + 1 = 0 § § x= › x=
2 2
§ x2 - 4x + 1 = 0 " Forma canónica.

Resposta: a = 1 ; b = - 4 e c = 1 . Resposta: S = 5 - 8 -2œ72 , - 8 + œ72


2
. 6
8. 8.5 3x2 + 5 = 0
8.1 2x + 3x - 7 = 0
2
Temos:
Temos: - b ¿ œb2 - 4ac
x= ; a=3, b=0 e c=5.
- b ¿ œb2 - 4ac 2a
x= ; a=2, b=3 e c=-7.
2a Substituindo a , b e c na fórmula, vem:
Substituindo a , b e c na fórmula, vem: 0 ¿ œ02 - 4 * 3 * 5
x= §
- 3 ¿ œ3 - 4 * 2 * (- 7)
2 2*3
x= §
2*2 ¿ œ - 60
§ x= " Equação impossível (œ- 60 não tem significado em R) .
- 3 ¿ œ9 + 56 - 3 ¿ œ65 6
§ x= § x= §
4 4 Resposta: S = O .
- 3 - œ65 - 3 + œ65
§ x= › x=
4 4 8.6 - 3x2 + 2x = 0
Temos:
Resposta: S = 5 - 3 -4 œ65 , - 3 + œ65
4
.6 - b ¿ œb2 - 4ac
x= ; a=-3, b=2 e c=0.
2a
8.2 x2 - 3x + 1 = 0
Substituindo a , b e c na fórmula, vem:
Temos:
- 2 ¿ œ22 - 4 * (- 3) * 0 - 2 ¿ œ4 + 0
- b ¿ œb2 - 4ac x= § x= §
x= ; a=1, b=-3 e c=1 2 * (- 3) -6
2a
- 2 ¿ œ4 -2¿2
Substituindo a , b e c na fórmula, vem: § x= § x= §
-6 -6
3 ¿ œ(- 3)2 - 4 * 1 * 1
x= § -2-2 -2+2
2*1 § x= › x= §
-6 -6
3 ¿ œ9 - 4 3 ¿ œ5
§ x= § x= § -4 0
2 2 § x= › x= §
-6 -6
CEXM9 © Porto Editora

3 - œ5 3 + œ5
§ x= › x= 2
2 2 § x= › x=0
3
2
Resposta: S = 5 3 -2œ5 , 3 + œ5
2
. 6 5
Resposta: S = 0 , 3 . 6
67
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

8.7 - (x2 + 3x - 1) = 2 § - x2 - 3x + 1 - 2 = 0 § 9.4 Vamos, por exemplo, resolver a equação através da fórmula resol-
§ - x2 - 3x - 1 = 0 " Forma canónica. vente por se tratar de uma equação completa do 2.º grau.

- b ¿ œb - 4ac
2 4x2 + 4x + 1 = 0 §
x= ; a=-1, b=-3 e c=-1.
2a - 4 ¿ œ42 - 4 * 4 * 1 - b ¿ œb2 - 4ac
§ § x= ; a=4, b=4 e c=1
2*4 2a
3 ¿ œ(- 3)2 - 4 * (- 1) * (- 1)
x= §
2 * (- 1) - 4 ¿ œ16 - 16 - 4 ¿ œ0
§ x= § x= §
8 8
3 ¿ œ9 - 4 3 ¿ œ5
§ x= § x= §
-2 -2 § x=-
1
2
3 - œ5 3 + œ5
§ x= › x= 1
-2 -2 Resposta: S = - 5 26 .
- 3 + œ5 - 3 - œ5
§ x= › x= 9.5 Simplificando a equação, temos:
2 2
1 2
x2 = x + 1 § 5x2 = x2 + 5 § 5x2 - x2 = 5 § 4x2 = 5
- 3 - œ5 - 3 + œ5
Resposta: S = 5 2
,
2
. 6 (5) 5 (5)

Vamos, por exemplo, resolver a equação através do método da raiz


1 1 quadrada por se tratar de uma equação do tipo ax2 + c = 0 .
8.8 x - = (x - 3)2 § x - = x2 - 6x + 9 §
2 2
1
§ - x2 + x + 6x - - 9 = 0 §
4x2 = 5 § x2 =
5
4
§ x =¿
5
4
Œ
§ x =¿ œ §
2
5
2
§ x=- œ › x= œ .
5 5
19
§ - x + 7x -
2
= 0 § - 2x2 + 14x - 19 = 0 " Forma canónica. 2 2
(2) (2) 2
œ5 , œ5 . 6
x=
- b ¿ œb2 - 4ac
; a = - 2 , b = 14 e c = - 19 .
Resposta: S = - 52 2
2a
9.6 Vamos, por exemplo, resolver a equação através da fórmula resol-
- 14 ¿ œ142 - 4 * (- 2) * (- 19) vente por se tratar de uma equação completa do 2.º grau.
x= §
2 * (- 2)
x2 - 5x - 4 = 0 §
- 14 ¿ œ196 - 152 - 14 ¿ œ44 5 ¿ œ(- 5)2 - 4 * 1 * (- 4)
§ x= § x= § § x= § a=1, b=-5 e c=-4
-4 -4 2*1

- 14 - œ44 - 14 + œ44 5 ¿ œ25 + 16 5 ¿ œ41


§ x= › x= § x= § x= §
-4 -4 2 2
5 - œ41 5 + œ41
14 + œ44 14 - œ44 § x= › x= §
§ x= › x= 2 2
4 4

Resposta: S =
14 - œ44 14 + œ44
5 , . 6
Resposta: S = 5 5 - 2œ41 , 5 + œ41
2
. 6
4 4
9.7 Simplificando a equação, temos:
1 1
x- = x2 - § x - x2 = 0
9. Pág. 187 2 2
9.1 Vamos, por exemplo, resolver a equação através do método da raiz Vamos, por exemplo, resolver a equação por factorização e aplica-
quadrada por se tratar de uma equação do tipo ax2 + c = 0 . ção da lei do anulamento do produto, por se tratar de uma equação
(2x - 3)2 = 16 § 2x - 3 = ¿ œ16 § 2x - 3 = ¿ 4 § do tipo ax2 + bx = 0
3¿4 3-4 3+4 x - x2 = 0 § x (1 - x) = 0 § x = 0 › 1 - x = 0 §
§ 2x = 3 ¿ 4 § x = § x= › x= §
2 2 2 § x=0 › 1=x
1 7
§ x=- › x= Resposta: S = {0 , 1} .
2 2
1 7 9.8 Simplificando a equação, temos:
Resposta: S = - ,5
2 2
. 6
(2x - 1)2 - (2x - 1) (x + 3) = 0 .
9.2 Vamos, por exemplo, resolver a equação por factorização e aplica- Vamos, por exemplo, resolver a equação por factorização e aplica-
ção da lei do anulamento do produto, por se tratar de uma equação ção da lei do anulamento do produto.
que se pode escrever na forma ax2 + bx = 0 . (2x - 1)2 - (2x - 1) (x + 3) = 0 §
1 1
x = x2 § x - x2 = 0 § 2x - x2 = 0 § x (2 - x) = 0 § § (2x - 1) [(2x - 1) - (x + 3)] = 0 §
2 (2) 2
(2x - 1)2
§ x=0 › 2-x=0 § x=0 › 2=x (2x - 1) (x + 3)
Resposta: S = {0 , 2} . § (2x - 1) (2x - 1 - x - 3) = 0 § (2x - 1) (x - 4) = 0 §
CEXM9 © Porto Editora

9.3 Vamos, por exemplo, resolver a equação através do método da raiz § 2x - 1 = 0 › x - 4 = 0 § 2x = 1 › x = 4 §


quadrada por se tratar de uma equação do tipo ax2 + c = 0 . 1
§ x= › x=4
1 2
3x2+ 1 = 0 § 3x2 = - 1 § x2 = - " Equação impossível em R.
3 1
Resposta: S = O .
Resposta: S =
2 5
, 4 . 6
68
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

10. • (x - 3)2 = 1 § x - 3 = ¿ 1 § x = 2 › x = 4 12.


S = {2 , 4} . 12.1 (x + 3)2 = 25 ; y = x + 3

• 2 (x - 1) (x + 3) = 0 § x - 1 = 0 › x + 3 = 0 § y 2 = 25 § y = ¿ œ25 § y = ¿ 5
1 -3
Resposta: y = - 5 › y = 5 .
§ x=1 › x=-3
S = {- 3 , 1} . 12.2 Sendo y = x + 3 , temos:
(x + 3)2 = 25 §
• (x - 1) (x + 3) = 5 § x2 + 3x - x - 3 - 5 = 0 § x2 + 2x - 8 = 0
§ x+3=-5 › x+3=5 §
- 2 ¿ œ22 - 4 * 1 * (- 8) - 2 ¿ œ36
§ x= § x= §
2*1 2 § x=-5-3 › x=5-3 §
-2 ¿ 6 § x=-8 › x=2
§ x= § x=-4 › x=2
2
Resposta: S = {- 8 , 2} .
S = {- 4 , 2}

• - 4 (x2 + 2) + 3 = 5 § - 4x2 - 8 + 3 = 5 § - 4x2 = 5 - 3 + 8 13. Pág. 188


10
§ - 4x2 = 10 § x2 = § 13.1 1.° processo
-4
5 25
§ x =- 2
" Equação impossível em R . 4x2 = 25 § x2 = §
2 4
S=O

• (x - 1) + (x + 1) = 6 § x - 2x + 1 + x + 2x + 1 = 6 §
2 2 2 2
x=¿ Œ 254 § x = ¿ 52 §
4 5 5
§ 2x2 = 6 - 1 - 1 § 2x2 = 4 § x2 = § x2 = 2 § § x=- › x=
2 2 2
§ x = ¿ œ2
2.° processo
S = 5 - œ2 , œ2 6 .
4x2 = 25 § 4x2 - 25 = 0 §

• 216 = 35x - x2 § x2 - 35x + 216 = 0 § § (2x)2 - 52 = 0 § " Diferença de quadrados.

§ (2x - 5) (2x + 5) = 0 §
35 ¿ œ352 - 4 * 1 * 216 35 ¿ œ361
§ x= § x= §
2*1 2 § 2x - 5 = 0 › 2x + 5 = 0 §
35 ¿ 19 § 2x = 5 › 2x = - 5 §
§ x= § x = 8 › x = 27
2 5 5
§ x= › x=-
S = {8 , 27} 2 2
5 5
Resposta: x2 + 1 = 0 • • S = {1 , - 3} Resposta: S = - 5 ,
2 2
. 6
(x - 3)2 = 1 • • S = {2 , 4}
13.2 1.° processo
2 (x - 1) (x + 3) = 0 • • S = {- 4 , 2}
(2x - 1)2 = 4 § 2x - 1 = ¿ œ4 § 2x = 1 ¿ 2 §
(x - 1) (x + 3) = 5 • • S = 5 - œ2 , œ2 6
1¿2
- 4 (x2 + 2) + 3 = 5 • •S={ } § x= §
2
(x - 1)2 + (x + 1)2 = 6 • • S = {8 , 27}
1-2 1+2
216 = 35x - x2 • • S = {- 2 , 4} § x= › x= §
2 2
• S = {8 , - 27} 1 3
§ x=- › x=
2 2
11.
2.° processo
11.1 Não. Tem um termo do 3.° grau (trata-se de uma equação do 3.°
grau). (2x - 1)2 = 4 § 4x2 - 4x + 1 = 4 §
- b ¿ œb2 - 4ac
§ 4x2 - 4x - 3 = 0 § x= ; a=4, b=-4 e c=-3
2a
11.2 Uma equação do 2.° grau equivalente à equação dada tem o
mesmo conjunto-solução. 4 ¿ œ(- 4)2 - 4 * 4 * (- 3)
§ x= §
2*4
Vamos começar por resolver a equação dada.
x3 = x2 § x3 - x2 = 0 § x2 (x - 1) = 0 § 4 ¿ œ16 + 48
§ x= §
8
§ x2 = 0 › x - 1 = 0 § x = 0 › x = 1 .
4 ¿ œ64
S = {0 , 1} . § x= §
8
A equação do 2.° grau pedida deve ter como soluções 0 e 1 .
4¿8 -4 12
Assim, x anula-se quando x = 0 e x - 1 anula-se quando x = 1 . § x= § x= › x= §
8 8 8
CEXM9 © Porto Editora

Tomando como referência a lei do anulamento do produto, 1 3


temos: § x=- › x=
2 2
x (x - 1) = 0 § x2 - x = 0 1 3
Resposta: A equação pedida é x2 - x = 0 , por exemplo.
Resposta: S = - 5 ,
2 26.

69
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

13.3 1.° processo 14. Seja:


5x2 - x = 0 § x(5x - 1) = 0 § x = 0 › 5x - 1 = 0 § x = número.
1 Assim, 6x = sêxtuplo do número
§ x = 0 › 5x = 1 § x = 0 › x =
5
O problema é traduzido pela equação:
2.º processo
5 + x2 = 6x
5x - x = 0 §
2

Resolvendo a equação, vem:


1 ¿ œ(- 1)2 - 4 * 5 * 0 - b ¿ œb2 - 4ac
§ x= § x= ;
5 + x2 = 6x §
2*5 2a
a=5, b=-1 e c=0 - b ¿ œb2 - 4ac
1 ¿ œ1 § x2 - 6x + 5 = 0 § x= ;
§ x= § 2a
10 a=1, b=-6 e c=5
6 ¿ œ(- 6)2 - 4 * 1 * 5
1-1 1+1 § x= §
§ x= › x= § 2*1
10 10
6 ¿ œ36 - 20 6 ¿ œ16
2 § x= § x= §
§ x=0 › x= § 2 2
10
6¿4 6-4 6+4
1 § x= § x= › x= §
§ x=0 › x= 2 2 2
5
2 10
1 § x= › x= § x=1 › x=5
5
Resposta: S = 0 ,
56. 2 2
O problema tem duas soluções: 1 e 5 .
Resposta: O número pedido é 1 ou 5 .
13.4 1.° processo
(x + 1)2 - (x + 1) = 0 § (x + 1) [(x + 1) - 1] = 0 § 15. Seja:
§ (x + 1) (x + 1 - 1) = 0 § x = número pedido
§ x+1=0 › x=0 § Assim,
§ x=-1 › x=0 x2 = quadrado do número;
- x = simétrico do número
2.° processo
O problema é traduzido pela equação x2 = - x + 56 .
(x + 1)2 - (x + 1) = 0 § x2 + 2x + 1 - x - 1 = 0 §
Resolvendo a equação, vem:
§ x2 + x = 0 §
x2 = - x + 56 §
§ x (x + 1) = 0 § - b ¿ œb2 - 4ac
§ x2 + x - 56 = 0 § x= ; a = 1 , b = 1 e c = - 56
2a
§ x=0 › x+1=0 §
- 1 ¿ œ12 - 4 * 1 * (- 56)
§ x=0 › x=-1 § x= §
2*1
Resposta: S = {- 1 , 0} . - 1 ¿ œ1 + 224
§ x= §
2
13.5 1.° processo
- 1 ¿ œ225 - 1 ¿ 15
x (1 - x) + (x - 3) (1 - x) = 0 § (1 - x) (x + x - 3) = 0 § § x= § x= §
2 2
§ (1 - x) (2x - 3) = 0 § - 1 - 15 - 1 + 15
§ x= › x= §
§ 1 - x = 0 › 2x - 3 = 0 § 2 2
§ 1 = x › 2x = 3 § - 16 14
3 § x= › x=
§ x=1 › x= 2 2
2
§ x=-8 › x=7
2.° processo
O problema tem duas soluções: - 8 e 7 .
x (1 - x) + (x - 3) (1 - x) = 0 § x - x2 + x - x2 - 3 + 3x = 0 §
Resposta: O número pedido é - 8 ou 7 .
§ - 2x2 + 5x - 3 = 0 §

- 5 ¿ œ52 - 4 * (- 2) * (- 3) 16. Seja:


§ x= §
2 * (- 2) x = número pedido.

- 5 ¿ œ25 - 24 O problema é traduzido pela equação:


§ x= §
-4 (x + 3)2 = 16
tuv
- 5 ¿ œ1 -5 ¿ 1 Quadrado da soma de
§ x= § x= § um número com 3 .
-4 -4
-6 -4 Resolvendo a equação, vem:
§ x= › x= §
-4 -4 (x + 3)2 = 16 § x + 3 = ¿ œ16 §
3 § x=-3¿4 § x=-3-4 › x=-3+4 §
§ x= › x=1
2 § x=-7 › x=1
CEXM9 © Porto Editora

3
Resposta: S = 1 ,
25. 6 O problema tem duas soluções: - 7 e 1 .
Resposta: O número pedido é - 7 ou 1 .

70
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

17. Seja: Resolvendo a equação, vem:


x = número pedido. (x - 5)2 = 20 (x - 5) § (x - 5)2 - 20 (x - 5) = 0 §
O problema é traduzido pela equação: § (x - 5) (x - 5 - 20) = 0 § (x - 5) (x - 25) = 0 §
§ x - 5 = 0 › x - 25 = 0 § x = 5 › x = 25
(x + 3) = 2(x + 3)
2
tuv twuwv
Quadrado da Dobro da No contexto do problema, a idade do João (x) deverá ser supe-
soma de um sua soma rior a cinco anos, senão há cinco anos teria zero anos.
número com 3 . com 3 .
Logo, x = 25 .
Resolvendo a equação, vem:
(x + 3)2 = 2(x + 3) § (x + 3)2 - 2(x + 3) = 0 § Resposta: O João tem 25 anos.

§ (x + 3) (x + 3 - 2) = 0 §
21. Seja:
§ (x + 3) (x + 1) = 0 § x = idade, em anos, da Maria
§ x+3=0 › x+1=0 Assim,
§ x=-3 › x=-1 (x - 1)2 = quadrado da idade, em anos, da Maria há um ano.
O problema tem duas soluções: - 3 e - 1 . 5 (x + 9) = quíntuplo da idade, em anos, da Maria daqui a nove anos.

Resposta: O número pedido é - 3 ou - 1 . O problema é traduzido pela equação:


(x - 1)2 = 5(x + 9)
18. Resolvendo a equação, vem:
18.1 Por exemplo: a diferença entre o quadrado de um número e 8 é (x - 1)2 = 5(x + 9) § x2 - 2x + 1 = 5x + 45 §
igual a 56 .
§ x2 - 5x - 2x + 1 - 45 = 0 § x2 - 7x - 44 = 0 §
Qual é esse número?
7 ¿ œ(- 7)2 - 4 * 1 * (- 44) - b ¿ œb2 - 4ac
§ x= § x= ;
18.2 Por exemplo: O quadrado da diferença entre um número e 2 é 2*1 2a

a = 1 , b = - 7 e c = - 44
igual a 9 . 7 ¿ œ49 + 176
§ x= §
Qual é esse número? 2
7 ¿ œ225 7 ¿ 15
§ x= § x= §
18.3 Por exemplo: O quadrado da soma de um número com 5 é igual 2 2
ao triplo da sua soma com 5 . 7 - 15 7 + 15
§ x= › x= §
Qual é esse número? 2 2
-8 22
§ x= › x=
2 2
19. Seja: Pág. 189
§ x = - 4 › x = 11
x = idade, em anos, da Inês
Assim, No contexto do problema, x representa um número positivo, já
que se trata de uma idade.
(x + 2) = quadrado da idade, em anos, da Inês daqui a dois anos.
2

Logo, x = 11 .
O problema é traduzido pela equação:
Resposta: Actualmente, a Maria tem 11 anos.
(x + 2)2 = 144

Resolvendo a equação, vem: 22. A expressão (x - 5)2 representa o quadrado da idade, em anos,
do António há cinco anos.
(x + 2)2 = 144 § x + 2 = ¿ œ144 §
Por exemplo: Há cinco anos o quadrado da idade do António era
§ x = - 2 ¿ 12 §
igual a um século. Qual a idade actual do António?
§ x = - 2 - 12 § x = - 2 + 12 §
Uma equação que traduz este problema é (x - 5)2 = 100 .
§ x = - 14 › x = 10
Como (15 - 5)2 = 102 = 10 , então confirma-se que 15 é solu-
No contexto do problema, x representa um número positivo, já ção da equação.
que se trata de uma idade.
Logo, x = 10 . 23. Por exemplo: A soma do quadrado da idade da Joana com a sua
própria idade é igual a 30 anos. Que idade tem a Joana?
Resposta: Actualmente, a Inês tem 10 anos.
Vamos, agora, resolver a equação x2 + x = 30 para determinar a
idade da Joana.
20. Seja: - 1 ¿ œ1 - 4 * 1 * (- 30)
x2 + x = 30 § x2 + x - 30 = 0 § x =
x = idade, em anos, do João. 2*1
Assim, - 1 + 11 - 1 - 11
x= › x= § x=5 › x=-6
(x - 5)2 = quadrado da idade, em anos, do João há cinco anos. 2 2
No contexto do problema, x , representa um número positivo
CEXM9 © Porto Editora

20(x - 5) = vinte vezes a idade, em anos, do João há cinco anos.


(idade da Joana). Logo, a Joana, actualmente, tem cinco anos.
O problema é traduzido pela equação:
(x - 5)2 = 20 (x - 5)

71
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

24. Da Física, sabemos que e = vt No contexto do problema, v > 0 .


| | |" tempo (h) Viagem de moto: v = 60 km/h .
| |" velocidade (km/h)
|" espaço percorrido (km) Viagem de automóvel: v + 20 = 80 km/h .

Quando e = 247,5 , temos: Resposta: O irmão que viajou de moto fez a viagem a uma veloci-
247,5 dade média de 60 km/h e o irmão que viajou de automóvel fez a
247,5 = vt § t = , v00 viagem a uma velocidade média de 80 km/h .
v
Por outro lado, para a mesma distância, vem:
247,5 = (v + 7,5) (t - 0,3) 1 h –––––––– 60 min
26. Seja:
3 ¢ x –––––––– 18 min x = número de netos;
velocidade superior Tempo inferior 18
em 7,5 km em 18 min = 0,3 h x= h = 0,3 h y = quantia atribuída a cada neto
60
Assim, passamos a ter: Assim,
247,5
247,5 = (v + 7,5)
v 1 - 0,3 2 x * y = 240 § y =
240
x
, x00.
\\
t Se tivesse menos dois netos, teríamos:
Resolvendo a equação, vem: (x - 2) (y + 10) = 240
247,5v 1856,25
247,5 = - 0,3v + - 2,25 § 240
(v)
v (v)
v (v)
Substituindo y por , temos:
x
§ 247,5v = 247,5v - 0,3v2 + 1856,25 - 2,25v § 240x
- b ¿ œb - 4ac
2
(x - 2) 1 x 2
+ 10 = 240 §
§ 0,3v2 + 2,25v - 1856,25 = 0 § x= ;
2a
240x 480
- 2,25 ¿ œ(2,25)2 - 4 * 0,3 * (-1856,25) a = 0,3 , § + 10x - - 20 = 240 §
§ x= § b = 2,25 e x (x)
x (x) (x)
2 * 0,3 c = - 1856,25

- 2,25 ¿ œ2232,5625 § 240x + 10x2 - 480 - 20x = 240x §


§ x= §
0,6 § 10x2 - 20x - 480 = 0 §
- 2,25 ¿ 47,25
§ x= § 20 ¿ œ(- 20)2 - 4 * 10 * (- 480)
0,6 § x= §
2 * 10
§ v = - 82,5 › v = 75
20 ¿ œ19600
§ x= §
No contexto do problema, v > 0 . 20
Logo, v = 75 . 20 ¿ 140
§ v= §
Resposta: O carro viajou a uma velocidade média de 75 km/h . 20

20 - 140 20 + 140
§ x= › x= §
25. Da Física sabemos que e = vt , sendo: Pág. 190 20 20
e = espaço percorrido (km) ; § x = -6 › x = 8
v = velocidade (km/h) ;
t = tempo (h) . No contexto do problema, x > 0 .

Sendo e = 240 km , temos que: Logo, x = 8 .

Viagem de moto d Viagem de automóvel Sendo a velocidade do


Resposta: A avó Inês tem 8 netos.
240 = vt § d 240 = (v + 20) (t - 1) automóvel superior em
d 20 km/h , o tempo da
240 d viagem vai ser inferior
§ t= , v00 d (em 1 hora). 27. Sendo N = 200 , temos:
v
240 200 = 30x - x2 §
Logo, substituindo na segunda equação t por , vem:
v
240 § x2 - 30x + 200 = 0 §
240 = (v + 20)
v1 -1 § 2
240v 4800 30 ¿ œ302 - 4 * 1 * 200
§ 240 = -v+ - 20 § § x= §
(v)
v (v)
v (v)
2*1

§ 240v = 240v - v2 + 4800 - 20v § 30 ¿ œ100


§ x= §
2
§ v2 + 20v - 4800 = 0 §
30 ¿ 10
- 20 ¿ œ202 - 4 * 1 * (- 4800) § v= §
§ v= § 2
2*1
20 40
- 20 ¿ œ19600 § x= › x= §
§ v= § 2 2
2
- 20 ¿ 140 § x = 10 › x = 20
§ v= §
CEXM9 © Porto Editora

2
Como 5 < x < 25 , então a equação tem duas soluções: x = 10
- 160 120
§ v= › v= § ou x = 20 .
2 2
§ v = - 80 › v = 60 Resposta: Cada mochila custou 5 euros ou 25 euros.

72
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

28. Pág. 191 10 = - 5t2 + 20t + 2 §


28.1. Quando t = 0 , P = 02 - 24 * 0 + 96 000 = 96 000 § 5t2 - 20t + 10 - 2 = 0 §

Resposta: 96 000 representa a população actual da cidade. § 5t2 - 20t + 8 = 0 §


20 ¿ œ(- 20)2 - 4 * 5 * 8
28.2 § t= §
t 10 11 12 13 14 2*5
P 95 860 95 857 95 856 95 857 95 860 20 ¿ œ240
§ t= §
10
P (10) = 10 - 24 * 10 + 96 000 = 95 860
2
§ t = 3,55 (2 c. d.) › t = 0,45 (2 c. d.)
P (11) = 112 - 24 * 11 + 96 000 = 95 857
A equação tem duas soluções: t ) 3,55 ou t ) 0,45 .
P (12) = 122 - 24 + 12 + 96 000 = 95 856
Resposta: O corpo encontra-se a 10 metros do solo ao fim de
P (13) = 132 - 24 * 13 + 96 000 = 95 857
0,45 s e 3,55 s , aproximadamente.
P (14) = 142 - 24 * 14 + 96 000 = 95 860
29.3 Na fórmula, vamos substituir h por 100 .
Verifica-se que num período entre 10 a 14 anos, inclusive:
h = - 5t 2 + 20t + 2 ; t = 100
- A população mantém-se praticamente constante a cada ano que
passa; 100 = - 5t 2 + 20t + 2 §
- Daqui a 10 anos a população será a mesma que daqui a 14 anos. § 5t 2 - 20t + 100 - 2 = 0 §
§ 5t 2 - 20t + 98 = 0 §
28.3 Sendo P = 96 000 , vem:
20 ¿ œ(- 20)2 - 4 * 5 * 98
t2 - 24t + 96 000 = 96 000 § t2 - 2t = 0 § § t= §
2*5
§ t (t - 2) = 0 §
20 ¿ œ- 1560
§ t=0 › t-2=0 § § t= " Equação impossível em R .
10
§ t=0 › t=2 A equação não tem soluções.
Como para t = 0 obtemos o valor da população actual, a solu-
Resposta: O corpo não atinge 100 metros de altura porque a
ção pedida é t = 2 .
equação 100 = - 5t2 + 20t + 2 é impossível.
Resposta: A população da cidade será igual à população actual
daqui a 2 anos. 30.
30.1 Sendo:
28.4 Sendo P = 95 872 , vem 1
a2 = m * h , h = 1,5 m = 150 cm ; m = 50 kg
t2 - 24t + 96 000 = 95 872 § 3600

§ t2 - 24t + 96 000 - 95 872 = 0 § Temos:


1 7500
§ t2 - 24t + 128 = 0 § a2 = * 50 * 150 § a2 =
3600 3600
24 ¿ œ(- 24)2 - 4 * 1 * 128 Como a > 0 , vem:
§ t= §
2*1

§ t=
24 ¿ œ64
§
a= Π7500
3600

7500
60
) 1,44
2
Resposta: A área da superfície corporal da Paula é 1,44 m2 ,
24 ¿ 8
§ t= § aproximadamente.
2
16 32 30.2 Sendo:
§ t= › t= §
2 2 1
a2 = m * h ; a = 2 m2
§ t = 8 › t = 16 3600

Resposta: A população será de 95 872 habitantes daqui a 8 Temos:


anos ou daqui a 16 anos. 1 1
22 = m*h § 4= m*h §
3600 (3600) 3600
29.
§ 14 400 = m * h § " m e h são variáveis inversamente proporcionais
29.1 A altura do corpo ao solo ao fim de 2 segundos obtém-se substi- 14 400
tuindo t por 2 na fórmula. § m= , h00
h
h = - 5t2 + 20t + 2 ; t = 2 14 400
• Se h = 180 , m = = 80
h = - 5 * 22 + 20 * 2 + 2 = 22 180

Resposta: Ao fim de 2 segundos o corpo encontra-se a 22 14 400


• Se h = 160 , m = = 90
metros do solo. 160
CEXM9 © Porto Editora

São soluções os pares ordenados (h , m) : (180, 80) e (160 , 90) .


29.2 Na fórmula, vamos substituir h por 10 .
Resposta: Por exemplo: se a altura do João for 1,80 m , a massa
h = - 5t2 + 20t + 2 ; h = 10 é 80 kg e se a altura do João for 1,60 m , a massa é 90 kg .

73
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

120 ¿ œ4624 120 ¿ 68


31. Pág. 192 § x= § x= §
8 8
31.1 Seja:
120 - 68 120 + 68
x = largura, em metros, do jardim. § x= › x= §
8 8
Assim: 52 188
§ x= › x= §
x + 4 = comprimento, em metros, do jardim. 8 8

Sabemos que a área do jardim é A = c * ’ § x = 6,5 › x = 23,5


e que A = 30 m2 . | |" largura
|" comprimento No contexto do problema, 0 < x < 10 . " Lembra-te que o jardim tem
20 metros de largura.
A equação que traduz o problema é: Logo, x = 6,5 .
x (x + 4) = 30 Resposta: A largura do passeio é 6,5 m .
Resolvendo a equação, vem:
33. Seja:
x (x + 4) = 30 § b*h
Atriângulo = = 34 ;
§ x2 + 4x - 30 = 0 § 2
- 4 ¿ œ42 - 4 * 1 * (- 30) - 4 ¿ œ136 h = x ; b = 2x + 1
§ § v= §
2*1 2
O problema é traduzido pela equação:
- 4 - œ136 - 4 + œ136
§ x= › x= (2x + 1) x
2 2 = 34
2
No contexto do problema, x > 0 .
Resolvendo a equação, vem:
- 4 + œ136
A equação tem uma solução: x = ) 3,831
2 (2x + 1) x 2x2 + x
= 34 § = 34 §
Largura = x ) 3,83 m 2 2 (2)

Comprimento = x + 4 ) 7,83 m § 2x2 + x = 68 § 2x2 + x - 68 = 0 §


- 1 ¿ œ12 - 4 * 2 * (- 68)
Resposta: O jardim tem 7,83 m de comprimento e 3,83 m de § x= §
2*2
largura, aproximadamente.
- 1 ¿ œ545
§ x= §
31.2 O perímetro do rectângulo é P = 2c + 2’ . 4
Sendo c ) 7,83 e ’ ) 3,83 , vem: - 1 - œ545 - 1 + œ545
§ x= › x=
4 4
p ) 2 * 7,83 + 2 * 3,83 = 23,32
No contexto do problema, x > 0 .
Resposta: O perímetro do rectângulo é 23,32 m , aproximada-
mente. - 1 + œ545
Logo, x = ) 5,59 .
4
32. Sabemos que: - 1 + œ545
Desta forma, temos b = 2x + 1 = 2 * + 1 ) 12,17 .
4
20 - 2x = largura, em metros, do jardim;
Resposta: A base do triângulo tem comprimento 12,17 cm ,
40 - 2x = comprimento, em metros, do jardim.
aproximadamente.

34. Seja:
Vcaixa = Ab * h = 75 ;
Ab = (x - 6) (x - 6) = (x - 6)2 ;
h=3.
O problema é traduzido pela
equação:
3 (x - 6)2 = 75
A área do jardim é dada por:
Resolvendo a equação, vem:
A = (40 - 2x) (20 - 2x) ; A = 189
3 (x - 6)2 = 75 §
Logo, o problema é traduzido pela equação: Como x e x - 6 são medidas de
§ (x - 6)2 = 25 § comprimento, então:
(40 - 2x) (20 - 2x) = 189 x>0 x>0
§ x - 6 = ¿ œ25 § 5x - 6 > 0 § 5x > 6 § x > 6
Resolvendo a equação, vem: § x = 6 ¿ œ25 §
(40 - 2x) (20 - 2x) = 189 § § x=6+5 › x=6-5 §
§ 800 - 80x - 40x + 4x2 = 189 § § x = 11 › x = 1
§ 4x2 - 120x + 800 - 189 = 0 §
No contexto do problema, x > 6 .
CEXM9 © Porto Editora

§ 4x2 - 120x + 611 = 0 §


Logo, x = 11 .
120 ¿ œ(- 120) - 4 * 4 * 611
2
§ x= § Resposta: O lado da folha da cartolina mede 11 cm .
2*4

74
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

35. Seja: Pág. 193 37.


x = comprimento, em metros, da diagonal menor (d). 37.1 A expressão 4x + 2y representa o perímetro do terraço.
Assim, Resposta: A expressão 4x + 2y = 50 significa que o perímetro do
2x = comprimento, em metros, da diagonal maior (D). terraço é 50 metros.
D*d 37.2 4x + 2y = 50 § 2y = 50 - 4x §
Sabemos que a área do losango é dada por A = = 16 m2 .
2
2y 50 - 4x
O problema é traduzido pela equação: § = § y = 25 - 2x
2 2
2x * x Resposta: A equação resolvida em ordem a y é: y = 25 - 2x .
= 16
2
Resolvendo a equação, vem: 37.3 A área do terraço é igual à soma das áreas dos dois quadrados:
2x * x A = x2 + y2 ; y = 25 - 2x
= 16 § x2 = 16
2 Logo, A = x2 + (25 - 2x)2
Como x representa a medida de um comprimento, temos Como A = 125 m2 , vem:
x = œ16 § x2 + (25 - 2x)2 = 125
§ x = 4 (x > 0) .
x2 + 625 - 100x + 4x2 = 125
Assim, ficámos a saber que:
x2 + 4x2 - 100x + 625 - 125 = 0
d=4; D=2*4=8
5x2 - 100x + 500 = 0
Tomando como referência a
100 ¿ œ(- 100)2 - 4 * 5 * 500 - b ¿ œb2 - 4ac
figura ao lado, usando o Teo- x= x= ;
2*5 2a
rema de Pitágoras, vem:
100 ¿ œ0 a = 5 , b = - 100 e c = 500
’2 = 22 + 42 § ’2 = 4 + 16 x=
10
§ ’2 = 20 100
x=
Logo, ’ = œ20 . 10
x = 10
Sendo o perímetro do losango P = 4’ , vem:
P = 4 * œ20 = 4 œ20 ) 17,89 x y = 25 - 2x

10 y = 25 - 2 * 10 = 5
Resposta: O perímetro do losango é 4 œ20 m , ou seja, 17,89 m ,
aproximadamente.
Resposta: x = 10 m e y = 5 m .
36.
36.1 Seja: 38.
x = medida, em centímetros, do 38.1 Quando x = 4 cm , obtemos a seguinte figura.
comprimento do lado.
Recorrendo ao Teorema de Pitá-
goras, temos:
x 2
x2 = 12
2
+ 62 §
x2
§ x2 = + 36 §
(4) 4 (4)
§ 4x2 = x2 + 144 §
§ 4x2 - x2 = 144 §
§ 3x2 = 144 §
144
§ x2 = § A altura h bissecta [DB] .
3
§ x2 = 48 Recorrendo ao teorema de Pitágoras, vem:
x representa a medida de um comprimento. h2 + 22 = 42
Logo, x = œ48 ) 6,93 . h2 = 42 - 22
h2 = 12
Resposta: O lado do triângulo mede œ48 cm (6,93 cm , aprox.)
Logo, h = œ12
36.2 P = 3x ; x = œ48 " Diagonal menor
| " Diagonal maior
P = 3 * œ48 = 3 œ48 ) 20,78 | |
d*D
Resposta: O perímetro do triângulo é 3œ48 cm (20,78 cm , A área do losango é dada por A =
2
aprox.). Sendo:
b*h d = 4 cm ; D = 2 œ12 , vem:
36.3 A = ; b = œ48 ; h = 6
CEXM9 © Porto Editora

2 4 * 2 œ12
A= = 4 œ12 ) 13,86
48 * 6 2
A= œ = 3 œ48 ) 20,78
2 Resposta: Quando x = 4 cm , a área do losango é 4 œ12 cm2
Resposta: A área do triângulo é 3œ48 cm2 (20,78 cm2 , aprox.). (13,86 cm2 , aprox.).

75
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

d*D
38.2 ALosango = Como m2 é um número não negativo (m2 ≥ 0) , então m2 + 48
2
é um número positivo:
d = diagonal menor;
m≥0
D = diagonal maior.
m2 + 48 ≥ 48 > 0
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, vem:
2 2
Logo, ˚ = m2 + 48 > 0
x x
h +
2
212 =x § h =x -
2 2
2
2
12 § Como ˚ > 0 para qualquer m å R , então a equação
3x2 + mx - 4 = 0 tem duas soluções reais, c.q.p.
2
x 4x - x
2 2
§ h2 = x2 - § h2 = §
4 4
40.2 A equação é impossível se ˚ = b2 - 4ac < 0 , qualquer que seja o
3x2
§ h = 2
valor do m å R \ {0} .
4
Como x > 0 e h > 0 , h = Π3x4 2
=œ .
3x
2
Vejamos:
˚ = b2 - 4ac ; a = - 3 , b = 0 e c = - m2
Sendo: ˚ = 02 - 4 * (- 3) * (- m2) = - 12m2
d*D
; d=x; D=2*h=2* œ
3x m å R \ {0}
A= = œ3x , temos:
2 2
m2 > 0
x * œ3x œ3 2
A= = x - 12m2 < 0
2 2
Logo, ˚ = - 12m2 < 0 .
Logo, a área do losango é dada por A = œ x2 , c.q.m.
3
2
Como ˚ < 0 para qualquer m å R \ {0} , então a equação
- 3x2 + mx - 4 = 0 é impossível em R , c.q.p.
39. Seja: Pág. 194
x = raio, em metros, do círculo menor.
Assim; 41.
x + 1 = raio, em metros, do círculo maior 41.1 ˚ = b2 - 4ac ; a = 1 , b = - 2r e c = 3r2
A área do círculo é dada por A = pr . 2
˚ = (- 2r)2 - 4 * 1 * 3r2 = 4r2 - 12r2 = - 8r2
Temos então: Resposta: O valor do binómio discriminante é - 8r2 .
Área do círculo menor Área do círculo maior
Am = p * x2 = px2 AM = p * (x + 1)2 = p(x + 1)2 41.2 Sabemos que:
r<0
Como a área do círculo maior é quádrupla da área do círculo
r2 > 0
menor, vem:
- 8r2 < 0
AM = 4Am
Logo, ˚ = - 8r 2 < 0
p(x + 1)2 = 4px2 § (x + 1)2 = 4x2 §
Como ˚ < 0 para qualquer r å R - , então a equação
§ x2 + 2x + 1 - 4x2 = 0 § - 3x2 + 2x + 1 = 0 §
x2 - 2rx + 3r2 = 0 é impossível em R .
- 2 ¿ œ22 - 4 * (- 3) * 1
§ x= §
2 * (- 3) 41.3 Para que a equação tenha uma só solução real, ˚ = b2 - 4ac = 0 .
- 2 ¿ œ16
§ x= § ˚ = b2 - 4ac = 0 ; a = 1 , b = - 2r e c = ?
-6
-2 - 4 -2 + 4 (- 2r)2 - 4 * 1 * c = 0 §
§ x= › x= §
-6 -6 § 4r 2 - 4c = 0 §
-6 2 4r2 4c
§ x= › x= § § 4r 2 = 4c § = §
-6 -6 4 4
1 § r =c
2

§ x=1 › x=-
3 Logo, a equação tem uma solução real se c = r 2 .
No contexto do problema, x > 0 .
Resposta: x2 - 2rx + r 2 = 0 .
Logo, x = 1 .
raio círculo menor = x = 1 m
42. F2 - F - 1 = 0 §
raio círculo maior = x + 1 = 2 m .
1 ¿ œ(- 1)2 - 4 * 1 * (- 1) - b ¿ œb2 - 4ac
Resposta: Os raios dos círculos menor e maior medem 1 m e 2 m , § F= § F= ;
2*1 2a
respectivamente.
1 ¿ œ5 a=1, b=-1 e c=-1
§ F= §
40. 2

40.1 A equação tem duas soluções reais se ˚ = b2 - 4ac > 0 , qual- 1 - œ5 1 + œ5


§ F= › F=
quer que seja o valor de m . 2 2
CEXM9 © Porto Editora

Vejamos: No contexto do problema, F > 0 .


˚ = b - 4ac ; a = 3 , b = m e c = - 4
2
1 + œ5 1
Logo, F = = (1 + œ5 ) , c.q.p.
˚ = m2 - 4 * 3 * (- 4) = m2 + 48 2 2

76
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

CAPÍTULO 6

1. Pág. 195 Resolvendo a equação, vem:


1.1 a) Resposta: 2x + 2y representa o perímetro, em metros, do rec- (12 + 2x) (5 + 2x) - 60 = 60 §
4 ¢ tângulo.
2 * largura 2 * comprimento § 60 + 24x + 10x + 4x2 = 60 - 60 §
§ 4x2 + 34x - 60 = 0 §
b) Sendo o perímetro p :
- 34 ¿ œ342 - 4 * 4 * (- 60) - b ¿ œb2 - 4ac
p = 2x + 2y ; p = 34 , temos: § x= § x= ;
2*4 2a
2x + 2y = 34 - 34 ¿ œ2116 a = 4 , b = 34 e c = - 60
§ x= §
8
Resolvendo a equação em ordem a y , vem:
- 34 ¿ 46
2y = 34 - 2x § § x= §
8
2y 34 - 2x § x = - 10 › x = 1,5
§ = §
2 2
No contexto do problema,
34 2x Tendo em conta o enunciado,
§ y= - § 0 < x < 2,5 .
2 2 2x < 5 x < 2,5
§ y = 17 - x Logo, x = 1,5 .
5 2x < 12 §
x>0
5 x < 6 § 0 < x < 2,5
x>0
Logo, y = 17 - x , c.q.m.

c) Sabemos que:
• y = 17 - x
Resposta: O passeio tem 1,5 m de largura.
• x2 + y2 = 132 " Teorema de Pitágoras

Assim, obtemos a equação.


x2 + (17 - x)2 = 132 2. Pág. 196
2.1 Tendo em conta o esquema da figura seguinte, vamos calcular as
Resolvendo a equação, vem: diferentes áreas que constam no problema.
x2 + 289 - 34x + x2 = 169

§ 2x2 - 34x + 289 - 169 = 0 § 2x2 - 34x + 120 = 0 §

34 ¿ œ(- 34)2 - 4 * 2 * 120 - b ¿ œb2 - 4ac


§ x= § x= ;
2*2 2a

34 ¿ œ196 34 ¿ 14 a = 2 , b = - 34 e c = 120
§ x= § x= §
4 4

34 - 14 34 + 14
§ x= › x= §
4 4
§ x = 5 › x = 12
Área do mosaico
x y = 17 - x
A1 = Arectângulo = c * ’ ; c = 1,25x e ’ = x
5 y = 17 - 5 = 12 " largura = 5 m ; comprimento = 12 m
A1 = 1,25x * x = 1,25x2
12 y = 17 - 12 = 5 " largura = 12 m ; comprimento = 5 m " Sem signifi-
cado: a largura não pode ser superior ao comprimento.
Área do quadrado de lado igual à largura do mosaico
Logo, x = 5 , c.q.m. A2 = Aquadrado = ’2 ; ’ = x
A2 = x2
d) Sabemos que:
• Área do rectângulo: A = xy ; Área da parte colorida a azul
D*d 2
• x = 5 ; y = 12 . A3 = 1,5 * ALosango = ; D = x e d = * 1,25x
2 3
Logo, A = 5 * 12 = 60 . 2
x * * 1,25x
3
Resposta: A área do rectângulo é 60 m2 . A3 = 1,5 * = 0,625x2
2
A3 0,625x2 625 5
1.2 A área do passeio é: = = 0,625 = =
A2 x2 1000 8
Apasseio = Arectângulo maior - Arectângulo menor = 60 5
Logo, a área da parte colorida a azul é da área do quadrado de
8
Temos que, lado igual à largura do mosaico. Portanto, a afirmação da Ana é
Arectângulo menor = 12 * 5 = 60 correcta.
A 0,625x2 1
Arectângulo maior = (12 + 2x) (5 + 2x) Por outro lado, temos que 3 = = 0,5 = .
CEXM9 © Porto Editora

A1 1,25x2 2
Assim, temos: Logo, a área da parte colorida a cor azul é metade da área do
mosaico. Portanto, a afirmação do João é correcta.
(12 + 2x) (5 + 2x) - 60 = 60
A conclusão dos pais é correcta: ambos têm razão.

77
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

2.2 a) Sabemos que a área do mosaico é A1 = 1,25x2 = 80 cm2 . 4. Pág. 198


Resolvendo a equação, vem: 4.1 Sabemos que:
80 massa
1,25x2 = 80 § x2 = § x2 = 64 IMC = ; massa = 55 ; altura = 1,62 .
1,25 (altura)2
Logo, x = œ64 = 8 , pois x > 0 . Assim, temos:
1,25x = 1,25 * 8 = 10 55
IMC = ) 21,0
(1,62)2
Resposta: O mosaico tem de comprimento 10 cm e de largura
8 cm (ou seja, tem dimensões 10 cm * 8 cm) . 21,0 å [18,5 ; 24,9] .
Logo, a Inês tem massa normal.
b) c = 3 m = 300 cm ;
massa
’ = 2,4 m = 240 cm . 4.2 IMC =
altura2
A área da cozinha é: massa
altura2 =
A = Arectângulo = c * ’ = 300 cm * 240 cm = 72 000 cm2 . IMC
72 000
80
= 900 . altura = ¿ Œ
massa
IMC

Resposta: A cozinha da Joana pode ter 900 mosaicos. Como a altura é dada por um número positivo,

altura = Œmassa
IMC
3. Pág. 197
3.1 Sabemos que: Resposta: altura = Œ
massa
IMC
.
39,6 km = 39 600 m
4.3 Sabemos que:
1 h = 60 min = 60 * tuv
60 s = 3600 s massa
1 min
IMC = = 22 ; massa = 58
(altura)2
Assim, temos: Assim, temos:
39,6 km 39 600 m massa 58
39,6 km/h = = = 11 m/s . = 22 § (altura)2 =
1h 3600 s (altura)2 22
Resposta: O automóvel desloca-se a uma velocidade de 11 m/s . Logo, altura = Œ
58
22
) 1,62 (m) .
1 Resposta: O João tem 1,62 m de altura, aproximadamente.
3.2 Ec = mv 2 ; 39,6 km/h = 11 m/s ; m = 1000 kg
2
1 4.4 De acordo com a OMS , a massa da Joana é normal se
Ec = * 1000 * 112 = 60 500
2 18,5 ≤ IMC ≤ 24,9 .
Resposta: A energia cinética do automóvel é 60 500 J .
Como altura = 1,68 , vem:
3.3 Quando um automóvel circula a uma velocidade v , a energia massa
18,5 ≤ ≤ 24,9
1 (1,68)2
cinética é Ec1 = mv 2 .
2 18,5 * (1,68)2 ≤ massa ≤ 24,9 * (1,68)2 Monotonia parcial da multiplicação
Quando o mesmo automóvel circula com o dobro da velocidade
1 52,2144 ≤ massa ≤ 70,27776
(2v) , a energia cinética é Ec2 = m (2v)2 .
2 Resposta: A massa da Joana pode variar entre 52,3 kg e 70,2 kg ,
Comparando os valores obtidos, vem: aproximadamente.
1 1
Ec2 m (2v)2 m 4v2
2 2
= = =4 5. Pág. 199
Ec1 1 1
mv2 m v2 5.1 Quando t = 0 ,
2 2
Logo, quando a velocidade duplica a energia cinética quadruplica. d = 40 - 5 * 02 = 40 .
Resposta: Na fórmula dada, 40 representa a altura a que foi lan-
Resposta: (D) .
çada a bola.
3.4 Sabemos que:
1 5.2 Na fórmula, vamos substituir t por 1 :
Ec = mv2 = 200 000 ; m = 1000 kg
2 d = 40 - 5 * 12 = 40 - 5 = 35 .
Assim, temos: Resposta: Ao fim de um segundo após ter sido largada, a bola
1 encontrava-se a 35 metros do nível da água do mar.
* 1000v 2 = 200 000 § 500v 2 = 200 000 §
2
200 000 5.3 d = 40 - 5 * (1,5)2 = 28,75
§ v2 = § v 2 = 400
500
Ao fim de 1,5 segundos, após ter sido
20 m
Logo, v = 20 m/s = = 1 h —— 3600 s 1 km —— 1000 s largada, a bola encontra-se a uma dis-
1s x —— 1 s x —— 1 m
tância do nível da água do mar de
1 1 1
20 km x= h x= km 28,75 m .
1000 3600 * 20 3600 1000
= = km/h =
CEXM9 © Porto Editora

1 1000 40 - 28,75 = 11,25


h
3600 Resposta: A distância percorrida pela
= 72 km/h . bola, ao fim de 1,5 segundos, foi
11,25 metros.
Resposta: O automóvel circulava a 72 km/h .
78
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 6

5.4 20 = 40 - 5t2 § 5t 2 = 40 - 20 § 6.3 a) Como,


2
20 v 1
§ 5t = 20 § t =
2
5
§ 2 Dp = Dr + Dt ; Dr = 0,3 v ; Dt = 1 10 2 *
2
,
§ t2 = 4 vem:
2
v 1
No contexto do problema, t ≥ 0 . Dp = 0,3v + 1 10 2 *
2
=

Logo, t = œ4 = 2 3v v2 1
= + * =
10 100 2
Resposta: S = {2} . Significa que a bola encontrava-se a uma dis-
3v v2
tância de 20 metros ao nível da água do mar 2 segundos após ter = + =
10 200
sido largada. (20)

5.5 Quando a bola cai ao mar d = 0 . 60v + v2


=
200
Assim, temos: 60v + v2
40 Logo, Dp = , c.q.m.
40 - 5t = 0 § 40 = 5t §
2
= t2 § t2 = 8
2 200
5
Logo, t = œ8 ) 2,8 . 60v + v2
b) Sendo Dp = = 45,5 , vem:
200
Resposta: Após ter sido largada, a bola demorou 2,8 segundos,
60v + v2
aproximadamente, a cair ao mar. = 45,5 §
200 (200)

6. Pág. 200 § 60 v + v2 = 9100 §


6.1 Dr = 0,3v ; v = 50 § v2 + 60v - 9100 = 0 §
Dr = 0,3 * 50 = 15 - 60 ¿ œ602 - 4 * 1 * (- 9100) - b ¿ œb2 - 4ac
§ x= § x= ;
v 2 1 2*1 2a
Dt =1 2
10
* ; v = 50
2 - 60 ¿ œ40 000 a = 1 , b = 600 e c = - 9100
2
§ x= §
50 1 1 2
Dt =1 2
10
* = 25 * = 12,5
2 2 - 60 ¿ 200
§ x= §
Dp = Dr + Dt ; Dr = 15 ; Dt = 12,5 2
Dp = 15 + 12,5 = 27,5 - 60 - 200 - 60 + 200
§ v= › v= §
2 2
Resposta: Dr = 15 m , Dt = 12,5 m e Dp = 27,5 m .
§ v = - 130 › v = 70
6.2 Distância de travagem (Dt) em metros
Velocidade No contexto do problema, v ≥ 0 .
Automóvel v 2 1
em km/h
10
*1 2
2 Logo, v = 70 .

120 2
1 1 1 Resposta: A distância de paragem (Dp) é igual a 45,5 m quando o
P 120 1 10 2 *
2
= 122 * = 144 * = 72
2 2 automóvel circula à velocidade de 70 km/h .
2
40 1 1 1
Q 40 1 10 2 *
2
= 42 * = 16 * = 8
2 2

9 * 8 = 72
Logo, a distância de travagem para o automóvel P é nove vezes
mais elevada do que para o automóvel Q .

Resposta: (D) .
CEXM9 © Porto Editora

79
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO
Capítulo 7
comprimento do cateto adjacente a a 15 8
1. Relativamente a a . Pág. 216 cos a = = 0
comprimento da hipotenusa 17 17
• [AB] : hipotenusa:
comprimento do cateto oposto a a 8
• [BC] : cateto oposto; tan a = =
comprimento do cateto adjacente a a 15
• [AC] : cateto adjacente.
Resposta: (C) .

Resposta: (D) . 5. BC 2 = 52 + 122 Pág. 217


BC = 169
2

2. (A) Afirmação falsa. Logo, BC = œ169 = 13 .


Um triângulo equilátero tem três lados com o mesmo comprimento.
Assim,
O comprimento da hipotenusa é sempre superior aos comprimen- AC 12 AB 5 AC 12
tos dos catetos. sin q = = ; cos q = = ; tan q = =
BC 13 BC 13 AB 5
Resposta: (D) .
(B) Afirmação falsa.
Se um ângulo interno do triângulo é recto, os restantes dois ângulos 6. BC 2 = 12 + (œ3)
2

são complementares (soma = 90°) e, portanto, cada um deles tem


BC 2 = 1 + 3
amplitude inferior a 90° .
BC 2 = 4
a + b = 90° ; a = 90° - b ; b = 90° - a
Logo, BC = œ4 = 2 .
Logo, a < 90° e b < 90° .
Assim,
AC œ3
sin (CBWA) = = ;
BC 2

AB 1
cos (CBWA) = = ;
BC 2
(C) Afirmação verdadeira.
AC œ3
Um triângulo rectângulo isósceles tem dois tan (CBWA) = = = œ3
AB 1
catetos iguais e, portanto dois ângulos
Resposta: (A) .
agudos com a mesma amplitude.
Trata-se de um triângulo rectângulo cujos 7. cos 25° = 0,9063… " 0,90 (valor aproximado às centésimas por defeito)
¢ 0,91 (valor aproximado às centésimas por excesso)
ângulos agudos têm amplitude 45° .
Resposta: (B) .

(D) Afirmação falsa. 8. tan 68° = 2,475086… " 2,475 (valor aproximado às milésimas por defeito)
¢ 2,476 (valor aproximado às milésimas por excesso)
A soma dos ângulos internos de um triângulo é 180° .
Resposta: (C) .
Neste caso, temos: 90° + 60° + 60° = 210° 0 180° .
Resposta: (C) . 9. Conhecemos os comprimentos dos dois catetos: Pág. 218
Comprimento do cateto oposto a a = AC = 2 ; comprimento do
3. Usando a calculadora, temos:
cateto adjacente a a = AB = 5 .
sin 58° ) 0,85
Relativamente ao ângulo a vamos aplicar a definição de tangente
sin 32º ) 0,53 de um ângulo.
cos 58° ) 0,53 comprimento do cateto oposto a a
tan a =
tan 32° ) 0,62 comprimento do cateto adjacente a a
2
Resposta: (D) . Assim, tan a = .
5
Usando a calculadora, temos: Na calculadora:
4. Determinação de AB : 2 tan- 1 (2 : 5) = 21,80140949…
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, vem:
a = tan- 1 12
5
) (21,801)°

AB 2 + 82 = 172 Resposta: (A) .


AB = 17 - 8
2 2 2
10. Conhecemos os comprimentos dos dois catetos:
AB 2 = 225 comprimento do cateto oposto a a = 3 ; comprimento do cateto
adjacente a a = 1 .
Logo, AB = œ225 = 15 .
CEXM9 © Porto Editora

3
Assim, tan a = = 3 . Na calculadora:
Determinação das razões trigonométricas de a : 1 -1
tan (3) = 71,56505118…
Logo, a = tan- 1 (3) ) (71,57)°
comprimento do cateto oposto a a 8 8 17
sin a = = 01 e 0
comprimento da hipotenusa 17 17 8 Resposta: (A) .

80
EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA 9.° ANO

PROPOSTAS DE RESOLUÇÃO CAPÍTULO 7

11. Conhecido o comprimento da hipotenusa (BC = 6) , vamos apli- 15. De acordo com o esquema seguinte, que representa a situação
car a definição de seno de um ângulo para determinar o compri- descrita, relativamente ao ângulo de amplitude 37º sabemos que:
mento do cateto oposto ao ângulo de amplitude 40° (AB = x) . • Comprimento do cateto oposto é igual a 6 m ;
comprimento do cateto oposto a a • Comprimento do cateto adjacente = distância pedida = x ;
sin a = ; a = 40° ;
comprimento da hipotenusa
BC = 6 e AB = x .
x
sin 40° = § x = 6 sin 40° = 3,86 (2 c. d.) .
6
Logo, o valor que mais se aproxima Na calculadora:
de x é 3,86 cm . 6 sin 40° = 3,856725658…

Resposta: (D) .

12. Conhecido o comprimento do cateto adjacente ao ângulo de ampli-


tude 62° (AB = 3 cm) vamos aplicar a definição de co-seno de um comprimento do cateto oposto a a
• tan a = ; a = 37°
ângulo para determinar o comprimento da hipotenusa (BC ). comprimento do cateto adjacente a a
comprimento do cateto adjacente a a Vem, então:
cos a = ; a = 62° ;
comprimento da hipotenusa 6
tan 37° =
AB = 3 e BC = x . x Na calculadora:
3 6
cos 62° = § x= ) 7,96 6 : tan 37° = 7,96226893…
x tan 37°
Na calculadora:
3
§ x= = 6,39 (2 c. d.) 3 : cos 62° = 6,390163405… Logo, a Inês encontra-se a 7,96 m , aproximadamente, do castelo.
cos 62°
Resposta: (A) . Resposta: (A) .

13. Relativamente a a , sabemos que: Pág. 219


16. Pág. 220
• comprimento do cateto oposto = AC = 2,5 cm ; 3,4 m
De acordo com o esquema = 1,7 m = 170 cm
• comprimento da hipotenusa = BC = 6 cm 2
ao lado, relativamente ao
comprimento do cateto oposto a a
• sin a = ângulo a sabemos que:
comprimento da hipotenusa
• comprimento do cateto oposto = 15 ;
Deste modo, temos que:
2,5 • comprimento da hipotenusa = 170 ;
sin a =
6 comprimento do cateto oposto a a
2,5 Na calculadora: • sin a =
Logo, a = sin- 1 1 2
6
) (24,62)° sin- 1 (2,5 : 6) = 24,62431835… comprimento da hipotenusa

Resposta: (C) . Vem, então:


15
14. A altura do triângulo isósceles bissecta o ângulo e a base. Tendo sin a =