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JOSÉ JOAQUIM GOMES CANOTILHO

JOSÉ RUBENS MORATO LEITE

ORGANIZADORES

COAUTORES:ALEXANDRA ARAGÃo,ANTÓNIO HERMAN BENJAMIN, H ELlNE SIVINI F ERREIRA,

JOSÉ JOAQUIM GOMES CANOTILHO,JOSÉ RUBENS MORATO LEITE, PATRíCIA NUNES LIMA
BIANCHI, PATRYCK DE ARAÚJO AYALA, PAULO AFFONSO LEME MACHADO.

Direito
Constitucional
AMBIENTAL
Brasileiro

3' edição revista


20JO

nl.
~
Edltor~
Saraiva
(\1.
\..--'4
Editora_
Saraiva
ISBN 978·85·02·09169·6

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,ABX: (II) 36133000 Direito conslitllci01lal :l mbient~l br"sile iro ! José
SACIUR: OBOO 055 768B Joaquim Comes Cnnoti lh o, José Rubens M orato
De 29. a 6"-, das 8:30 às 19:30 Leite, org~El i zado res - 3. ed _ rev . - São Paulo,
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FILIAIS l. Direito ambicntal . Brasil 2. Direito


constituÇ;Ollld - Hrasil 1. Calloti [h<l , José Joaquim
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SUMÁRIO

1N'I'ROI>UÇÃO ... 17

PARTE I
DIREITO CONSTITUCIONAL AMBIENTAL
PORTUGUÊS E DA UNIÃO EUROPEIA

I)II{EITO CONSTITUCIONAL AMBIENTAL PORTUGUÊS:


tentativa de compreensão de 30 anos das gerações ambientais
no direito constitucioual português
/. / Sellsitividade ecológica e pluralismo legal global - a abertura
rio texto constitucional "às gerações" de problemas ecológico-
-{I/nbientais .................................................................................. 21
/ .2 Ajuridicidade ambiental............................................................. 23
/.3 O desenvolvimento do Estado de direito democrático e ambien-
tall - A responsabilidade de longa duração.. ................. ...... ..... 26
/ .4 O desenvolvimento do Estado de direito democrático e ambien-
tai II - O princípio da solidariedade entre gerações .................. 28
/.5 O desenvolvimenta do Estado de direito democrático e ambien-
tal III - O princípio do risco ambiental proporcional................ 29

2 DIREITO CONSTITUCIONAL DO AMBIENTE DA UNIÃO


EUROPEIA
2. / Direito Constitucional Europeu .................................................. 32
2.2 A europeização do Direito do Ambiente.. ................................... . 34
2.3 A história do Direito Constitucional Europeu do Ambiente ....... 36
2.3 .1 Introdução................................................................................ 36
2.3 .2 A atlrmação do ambiente como objectivo constitucional não
escrito....................................................................................... 38
2.3 .3 O lento esverdear dos Tratados.... ............................................ 40

7
1.7 Introdução ambiental à Constituição de 1988: da múerabili- , SO\' lImtd)!': 01': HISCO I': 1':STAno
dade à opulência ecológico-constitucional.............. ............... .... 104 I I J)//( 'II/(/ ,\' (lflt 'fJ S t/ /II hielll Cl is e cO /l ce itu a is na Jorrnulação do
I\',\'",do ('fII l.'/i lllr iollalbrasileiro .. ,................... ··· .. ····.................. 156
1.8 O meio ambiente nos regimes constitucionais anteriores: vida,
, I, I Dilell1as éli cos ambi entai s e a Constituição brasileira ........ "... 156
saúde,função social da propriedade e outrosfundamenlOs para
a intervenção estatal............................................... .................... 107 1 1.2 l)cI'ini ção conceituai do bem ambiental no sistema jurídico
oms ileiro " .......... .................. " ... " ............... ..................... " ..... , 165
1.8.1 A saúde ontem .... ......... ....................... ..................................... 110
, I 1\'slOdo de Direito Ambiental ....... ............... " ........... " ........ · ........ · 169
1.8.2 A saúde hoje ................................................... ......................... 112
" I , I Os objetivos do Estado de Direito Ambienta!..." .......... "......... 172
1.9 Técnicas de tutela do meio ambiente na Constituição de 1988 .. 113
',. 1 I' rincípios eslm./urantes no Estado de Direito Ambiental: aplica-
1.9.1 Técnica dos direitos fundamentais ........................................... 116 rão ao sistellla normativo brasileiro ....... ".................................. 176
1.9.1.1 Caracterização do direito ao melo ambiente ecologicamente " I, I Princípios ela participação, cidadania. democracia e coopera-
equilibrado no art. 225.......................................................... 123 ção ambiental ..... " .. ........ " ................. " ......... ·.......................... · 181
1.9.1.2 Direito de todos, mas que "todos"?... ........ .......................... 125 1,1 ,2 Princípios da atuação preventiva e da precaução .................. ". 193
1.9.1.3 Meio ambiente ecologicamente equilibrado ......................... 127 1..\.3 Princípios do poluidor-pagador e da responsabilização .. ",,,,,, 201
1.9.1.4 Qualidade de vida................................................................. 128 2.<1 Direito fundamental no Estado de Direito Ambiental brasileiro 214
1.9.1.5 Paradigma ético dual do regime constitucional de proteção 2,5 Direito subjelivo ful1damenlal, cidadania e ação popular ambiental 220
do meio ambiente .............................................. ................ .... 128
.I COMPETÊNCIAS AMBIENTAIS
1.9.2 Técnica dos deveres fundamentais........................................... 131
3. I Co mpetências ambientais na Constituição Federal de 1988:
1.9.2.1 Classificação e categorias de deveres ambientais ................ . 133 aspectos gerais ............................ .... ...... ..................... ............... ,. 227
1.9.2.2 O Estado como sujeito degradador e sujeito de controle da 3, 1.1 Classificação das competências ambientais." ................. " ..... .. 228
degradação ........................................................................... . 135 3. 1. 2 Repartição das competências ambientais entre os entes fede-
137 rativos ........................... ···················· ...................... .. ............... . 231
1.9.3 Técnica dos princípios ................................................... ......... .
3.1.2.1 União ........................... ·.................. ·...... " ........ ·........ " .. ·.... ·.. · 231
1.9.4 Técnica da função ecológica da propriedade .......................... . 138
a) Competência executiva exclusiva ................... " ....................... .. 231
1.9.5 Técnica dos objetivos públicos vinculantes ............................ . 140
b) Competência legislativa privativa ....................... " .................... · 232
1.9.6 Técnica dos programas públicos abertos ......................... ....... . 140
3. 1.2.2 Estados , ... " ................. ,..... ,...... ,... ,...... ,........... ...... ,..... ", ....... . 233
1.9.7 Técnica dos instrumentos ......................... ............................... . 141
a) Competência executiva exclusiva .................................... " ...... .. 233
1.9.8 Técnica dos biomas e áreas especialmente destacados ........... . 141
b) Competência legislativa exclusiva ................. ......... " ...... ·........ .. 233
1.10 Ordem pública ambiental constitucionalizada e Estado de 234
3,1.2.3 Municípios ........... ,.... " .... ,..... ,., ... ,........................... ............. .
Direito Ambiental ......................... .................... ........................ . 141
a) Competência executiva exclusiva ........... " ... " ......... ." ............... . 234
1.11 Ordem pública ambiental e abominação do direito adquirido 234
144 b) Competência legislativa exclusiva ........ " ........... " ............... ·.... ..
de poluir ....................... ............................................................ .
c) Cqmpetência legislativa suplementar ........ " .. .......................... .. 235
1.12 Técnicas redacionais. autoaplicabilidade e implementação
3.1.2.4 União, Estados e Distrito Federal." ........... ....................... " .. 236
das diôposições conslitucionais ................................................ . 146
a) Competência legislativa concorrente ... " .......... " ............ .......... " 236
/.13 Consideraçõesjinais ................................ ................................ . 148
II
10
3.1.2.5 União. Estados. Distrito Federal e Municípios ...... .............. . 238 1 I I AN l 'tl lldi \d 'S gUl'l lÍ H de H<,:í;SSO :tOS huns ambi entais C a fun ção
,"I I) 'i nl du rH'(lpri edadc ............. .......... .... ....... ..... ..... .... .............. . 29 1
a) Competência administrativa comum........................................ .. 238
, , Os n:g i," cs cspeci fi cos de acesso e apropriação aos bens
4 FEDERALISMO,AMIANJ'O E MEIO AMBIENTE: JULGA- II IHhi cl1lais ......... .... ........................................... ,..................... . . 299
DO SOBRE COMPETÊNCIA ' , ' . 1 Árcas protegidas e apropriação dos espaços naturais pro-
4.1 O amianto na lei federal, na lei do Estado do Mato Grosso do Icgidos com defmição constitucional ................................... . 299
Sul e o julgado do Supremo Tribunal Federal ............................ . 242 ~ ' .2.2 O acesso e a apropriação de bens ambientais situados em
4.1.1 Amianto .................................................................................. . 242 lerras indígenas .................................................................... . 309
4. 1.2 Lei n. 9.055 . de IQ de junho de 1995 ...................................... . 243 J..l OS bens ambientais relacionados à exploração de atividade
4.1.3 A Lei do Estado do Mato Grosso do Sul ......... ....................... . 244 cconômica na ordem constitucional brasileira ........................ . 314
4.1.4 A decisão do Supremo Tribunal Federal .............. .................. . 245 . 'J. I Os recursos naturais com potencial energético .................... . 314
4.2 Conceito dejederalismo .......................................................... ... . 246 \) ,4 A condição jurídica dos bens ambientais de interesse eco-
nômico: recursos hídricos ....................................................... . 318
4.3 O federalismo contém o direito à diferença não prejudicial à
União .................................................................... ...................... . 247 ~.2 .4. 1 O valor múltiplo dos recursos hídricos: a água como bem
de interesse social e direito fundamental ............................ .. 318
4.4 A norma geral nofederalismo brasileiro: a matéria tratada não
deve ser esgotada ...................................................................... .. 249 ~.2 .4.2 O domínio das águas na ordem constitucional brasileira .... .. 323
4.5 Competência suplementar: definições ...................................... .. 249 ~ .2 .4.3 A dimensão cultural do direito à água: povos indígenas,
terras indígenas e recursos hídricos ..................................... . 324
4.6 A competência suplementar no concernente à legislação sobre
amianto do Mato Grosso do Sul.. .............................................. .. 251 ~.~. 5 A condição jurídica dos bens ambientais de interesse eco-
nômico: recursos minerais ............................. ,........................ . 326
5 POLÍTICA AMBIENTAL CONSTITUCIONAL .5..i O regime de exploração econômica dos potenciais energéticos
5.1 Deveres ambientais .............................................................. .. .... . 255 de bens ambientais ..................................................................... . 326
5.1.1 Aspectos da regulamentação dos deveres ambientais atribuí- 5.3. I Regras gerais para o aproveitamento econômico dos potenciais
dos ao Poder Público .............................................................. . 255 energéticos ................................................... ·.. ·.... ·· .... ·.. ·.. ·.. ·.. ·. 327
a) A proteção dos processos ecológicos essenciais e o manejo 5.3.2 O aproveitamento econômico dos recursos minerais ............. . 328
ecológico das espécies e dos ecossistemas .............................. . 255 5.3.2.1 Regimes jurídicos diferenciados para a exploração de fontes
b) A proteção da diversidade e da integridade do patrimônio ge- nucleares e de potenciais hidráulicos .................................. .. 334
11ético ......................... ....................... ... ...... .............................. . 257 5.4 A exploração de atividade econômica em espaços submetidos a
c) Os espaços territoriais especialmente protegidos ................... .. 265 regimes de apropriação diferenciados ...................................... .. 335
d) O estudo prévio de impacto ambiental ................................... .. 269 5.4. 1 A exploração de potenciais energéticos em espaços territoriais
e) A gestão dos riscos .................................................................. . 274 especialmente protegidos ........................................................ . 335
f) A Política Nacional de Educação Ambiental ..................... ...... . 280 5.4.l.1 A exploração de recursos minerais nos espaços territoriais
especialmente protegidos .................................................... .. 337
g) A proteção da fauna e da flora ................................................. . 284
5.4.2 A exploração de potenciais energéticos em terras indígenas ... 338
5.2 Deveres ecológicos e regulamentação da atividade econômica
na Constituição brasileira ............................................ ............ ". 289 5.4.2.1 A exploração mineral em terras indígenas .......................... .. 343

12 13
I \ I A Ip II I11'-0 (' !rlll l' 1l10 S pa!'1! 11 .'-H 11I d · lllli ~tíO ~ o ll sl i t lldon{lI ., .. ,. 426
6 OS INSTRUMENTOS JURISDICIONAIS AMBIENTA IS
NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA '" I () /.;ig llÍl'i <,;l1do c() l1 stilU C1011a l da cru eldade na j uri sprudência
(iI> S"pre1l1o Tribll l1<d Federa l ...................................... ........ :.. · 429
6.1 A ação civil pública ................................................... ...... ........... . 345
6.1.1 Interesses protegidos pela ação civil pública .......................... . 346 () ~s l"IIII O juríd ico dos animais naj uri spruclência do Supenor
'1',ibul1;r 1ele .Iu stiça ................................................................. .. 435
6.1.2 Objeto da ação civil pública .............. ..................................... . 348
6.1.3 Legitimação ativa para propor a ação civil pública ....... ......... . I, I 'I ·, '('(/I/r{io , proporcionalidade e Direito Penal do Meio Ambien-
350 440
" ': {ll'olJlell1aS de eficácia no discurso dos Trtbunats ................ ..
6. 1.4 O compromi sso de ajustamento de conduta .................. ......... . 350 444
I II I'l'spo/l sabilidade penal das pessoas coletivas .............. :.......... .
6.1.5 O inquérito civil.. ................. ....................... ........................... . 351
8 () (/( '(l SSO colelivo àjustiça em matéria ambiental nos Tnbunals
6.1.6 Competênci a para processar e julgar a causa e coisa julgada .. 353 449
SUlwf;ores: aspectos relevantes ................................................. .
6.2 Controle de constitucionalidade e defesa do meio ambiente .... .. 355
( 'ONSIOERAÇÕES FINAIS ..................................... .............. .... . 455
6.2.1 Introdução ... ...... ......... ................................................. ..... ....... . 355
6.2.2 Generalidades sobre o co ntrole de constitucionalidade .. 357 ItEFERÊNCIAS .. ......................... ..... ....... .............. ....... ................ . 459
6.2. 3 Notas sobre o controle preventivo da constitucionalidade ...... 363
6.2.4 Ações ambientais no control e da constitucionalid ade ............. 364
6.2.4.1 Considerações preliminares ............ .. ................................... . 364
6.2.4.2 Mandado de injunção .......................................................... 368
6.2.4.3 Ação de incon stitucion al idade por omissão........... ............... 375
6.2.4.4 Ação direta de inconstitucional idade genérica...................... 379
6.2.4.5 Ação de arguição de descu mprimento de preceito fundamental 383
6.2.4.6 Mandado de segurança coletivo ......... ........................ 387
6.2.5 Conclusão ............................ ................. .... .. ............................. 393

7 O NOVO PARADIGMA CONSTITUCIONAL E A JURIS-


PRUDÊNCIA AMBIENTAL DO BRASIL
7.1 Federalismo ambiental............................................. ................... 396
7.1.1. As competências legislativas como manifestação, no plano
vertical, de um dever estatal de assegurar proteção a um míni-
mo eco lógico de ex istência ...................................................... 404
7.2 O direito jitndamental ao meio ambiente ........... ......................... 410
7.3 A função social da propriedade .................................................. 419
7.4 Princípio da equidade intergeracional e os direitos dos povos
indígenas aos bens ambientais................................ ...... .............. 421
7.5 O significado constitucional da proibição de crueldade no Su-
premo Tribunal Federal: um novo capítulo na afirmação de um
discurso de compromisso com o meio ambiente ....... .... .............. 426
15
14
POS I(;l'i o J'rIll"': III C , •.1d
/, r" ,
IJ úbli c',l ,'1lllbl·C n I.d I c •SO
l'IL'b ClIlIlllll1l P I.'Sq lll SlI ,l' ll1 PHIII L' ular' ,"'OIlIl'l l lIt 1111
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( « ngenc la ( tUlcla JuriSdi ciolla l constitucionalllcssa fÍ ri.'II , //e/;//e Sivilli ""el'reirct
P\"squi sadora Vi sita nte do Programa de Pós-G radu ação e m
Dire ito da Po nti fícia Uni versid ade Cató lica do Paraná (Fun-
da ção Ara ucária). Do utora em Direito pela Un ivers idade
h .:dcra l de Santa Catarina, tendo reali zado seu estágio de
do ut ora me nto no Centre for Environmental Law da Macqua-
rie Univers ity, em Sidney, Austrália. Mestre em Dire ito pela
Un iversidade Federal de Santa Catarina. Graduada em Direi-
to pela Uni versidade Estadual da Paraíba. Pesquisadora do
Grupo de Pesq uisa Direito Amb iental e Ecologia Políti ca na
Sociedade de Ri sco (UFSC); do Grupo de Pesquis a Meio
Ambiente: Sociedades Tradicionais e Sociedade Hegemónica;
e do Grupo de Inves ti gação Jurídica e Ambien tal da Univer-
sidade Lusíada de Li sboa. Coordenadora Reg ional da Asso-
ciação dos Professores de Di reito Ambiental d o Brasil
(A PRODAB). Membro da Commissioll 011 Envirollll1enfal
Law (CEL), da Wo rld Conserva/i on Un;ol1 (JUCN) e do
]nsti tuto O Direito por um Plane ta Verde.

I I 1.lll11lletências ambientais na Constituição Federal de 1988: aspectos


III IRis
I) Ilrasil é uma República Federativa cuja organi zação político-admi-
III 1llIli v" compreende a União, os Estados, o Di strito Federal e os Municí-
I"" > lodos autônomos, nos termos da Constituição de J 988 '. Essas várias
""""des federativas manifestam-se sobre a mes ma população e sobre o
1111 dilO território, e, por essa razão, a repartição de competências entre as
°
,!I 'I' ISHS esferas governamentais, com conseq uente estabelecimento de
1111111 plu ra lidade de centros de poderes autônomos, constitui um dos núcleos
I",," "mcntais do Estado Federal brasileiro.
Mais espccificamente, ass in aJa-se que a Constituição bu sca realizar o
• Ijuilíbrio federati vo através de um sistema cle repartição de competências
' flu- se fundamenta na técnica de enumeração dos poderes da União, com
I" Idercs remanescentes para os Estados, e poderes definidos indi cati vamen-
I. > "u ra os Municípios. Comb inadas a essa reserva de campos específicos,
IIIcx lo constitucional prevê ainda atuações comu ns da União, dos Estados ,
"" f) istrito Federal e dos Municípios, prerrogativas concorrentes entre a

I ('onstituição da Repúbl ica, ano ! 8, capla.


226
227
Apesar da expansão da ordem jurídica, as Constituições ainda possuem
o seu papel, especialmente, na afirmação, na reprodução e na consolidação
de valores e de interesses reputado§ essenciais e necessários no plano global,
como podem ser considerados os interesses ecológicos.
No lugar de ordens autoritárias e monoculturais, deVelTI ser compostas
por bases de ordens sociais e culturalmente abertas.
REFERÊNCIAS
Já foram definidas como Constituições-coragem, esperança ou diri-
gentes. Todas elas representações, em maior ou menor grau, da necessidade ABRAMSON, Stanley H. Legislating risk: the USA struggles to reform its
de se buscar a realização de compromissos de mudanças das ordens sociais, policies for the assesment and management of risk. ln: Interoational Jour-
em busca do bem-estar da coletividade. nal ofEnvironment and Pollution, v. 9, n. I , 1998, p. 11 L
Nesse sentido, o que esta obra propôs foi enfatizar que o Estado deli-
ACKERMAN, Bruce. The rise 01' world constitutionalism. Virginia Law
neado pela ordem constitucional brasileira, um Estado de Direito Ambiental,
Review, v. 83, p. 771, 1997.
é mais uma dessas mensagens emanadoras de pretensões de concretização.
Contudo, muito mais que promessa de um mundo melhor (uma espé- _ _ _ _o We the people: transformations. Cambridge: The Belknap Press
cie de utopia irreali sta) , expõe um compromisso (que ainda permanece em ofHarvard University Press, 2001. p. 416.
aberto): o de procurar permitir a proteção da qualidade de vida para todas _ _ Social justice in the liberal state. New Haven: Yale University
_ _o

as formas de vida e para as gerações futuras. Esse compromisso (não uma Press, 1980. p. 3.
promessa) depende de ações e de mudanças de comportamentos públicos
ALEXY, Robert. Teoría de los derechos fundamentales . Madrid: Centro
e privados, para os quais, levar a sério a Constituição e seus princípios
de Estudios Constitucionales, 1993.
constitui, se não uma linha de chegada com a resposta para todos os con-
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