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2017­6­5 sistemas de ancoragens

PARABOLT COM CHAPELETA

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CINTURÕES / ACESSÓRIOS E VARA DE ANCORAGEM

CINTURÕES / ACESSÓRIOS E VARA DE ANCORAGEM
CONCEITO BÁSICO:
Havendo risco de queda em trabalho a mais de dois metros de altura deve ser usado cinturão
paraquedista com ligação, obrigatoriamente, pelas costas ou peito.

CINTURÕES PARAQUEDISTAS
 

  Produzido em poliéster, possibilita ancoragem
no peito e nas costas (CA 11.686).

Tamanho  único,  com  5  ajustes  das  fitas


primárias  e  fita  secundária  para  fechamento
peitoral.  Oferece  total  conforto,  inclusive  no
agachamento,  sem  o  necessário  reajuste  dos
cinturões com apenas duas fivelas.

Deve ser usado com talabartes Gulin modelos
simples ou duplos.

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Possui argolas nos ombros para trabalho e/ou
resgate  em  espaço  confinado  com  o  Suporte
de Ombros.

Demais  características  do  cinturão  são


idênticas ao modelo.

FORMA DE VESTIR O CINTURÃO:

1. Pegue o cinturão pela argola dorsal (A).
2. Passe os pés nos porta­coxas (B) já afivelados.
3.  Coloque  os  suspensórios  (C),  um  a  um,  pelos
braços.
4. Ajuste e trave a fivela da cintura(D).
5. Ajuste e trave as fivelas dos suspensórios (E).
6. Ajuste e trave as fivelas dos porta­coxas (F).
7. Ajuste e trave a fivela secundária frontal (G).

AJUSTE E TRAVAMENTO DAS FIVELAS:

1.  Passe  a  ponta  da  fita  pela  peça  maior  e,  em  seguida
pela menor.
2.  Retorne  a  ponta  da  fita  passando  pela  peça  maior  e
faça o ajuste necessário.
3.  Puxe  a  ponta  da  fita  até  a  união  das  duas  peças,
completando o travamento da fivela.

INSPEÇÃO DO CINTURÃO:

Antes de cada uso, o usuário deve certificar­se de que:
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Antes de cada uso, o usuário deve certificar­se de que:

1. Todas as fitas de nylon estejam perfeitas, sem cortes, furos, rupturas, partes queimadas, desfiamentos,
mesmo que parciais.
2. Todos os pontos de costura estejam perfeitos, sem desfiamentos ou descosturados.
3. Todos os componentes metálicos estejam sem ferrugem, amassados ou danificados.
4. Não há suspeita de contaminação por produtos químicos.

Importante: o cinturão deve ser aposentado quando houver constatação de qualquer problema na
inspeção.

 
MANUTENÇÃO DO CINTURÃO:

O cinturão de segurança deve ser usado por um único trabalhador que é responsável pelos
seguintes cuidados:

1. Armazená­lo: em local seco, à sombra, sem contato com piso de cimento, fontes de calor, produtos
químicos, abrasivos ou cortantes.
2. Lavá­lo: com sabão neutro, água com temperatura até 30° e escova de cerdas macias (plásticas).
Nunca use detergente. Deixar secar ao ar livre, longe da luz solar.
3. Aposentá­lo: nossos cinturões são fabricados em poliéster e envelhecem naturalmente em contato com
o ar, mesmo sem serem utilizados.

Teoricamente, a vida útil do cinturão não pode ser preestabelecida, dependendo muito da
frequência e cuidados durante o uso, grau de exposição a produtos químicos, elementos abrasivos
e luz solar.

Praticamente, para os cinturões de poliéster, adota­se uma vida útil de, no máximo, quatro anos
após sua fabricação. Em situações bastante severas, o cinturão é aposentado após um ano de uso
ou, ainda, imediatamente após reter uma queda.

SUPORTE DE OMBROS 

MODELO SO­1 Dispositivo de ligação do cabo do
GUINCHO  G­4  ou  G­5  às
argolas  dos  ombros  do  cinturão
paraquedista.
Indicado  para  movimentação
vertical em locais restritos e com
difícil acesso vertical.
Resiste  à  carga  de  15  kN
comprovada  por  laudo  do
Laboratório Falcão Bauer.
Importante:  Quando  a  operação
deste  sistema  é  feita  em  trabalho
normal  e  contínuo  (não  em
situação de emergência) deve ser
usado  em  conjunto  com  um
travaqueda  em  cabo
independente  (modelos  XA,  XN
ou R­20R).

TALABARTES
 

 TALABARTE SIMPLES COM ABSORVEDOR DE ENERGIA

Confeccionado em fita de poliéster com 45 mm de largura, 01 absorvedor de energia
integrado e 02 mosquetões gancho / olhal em aço galvanizado, de abertura 20mm e dupla
trava de segurança.

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 TALABARTE SIMPLES COM ABSORVEDOR DE ENERGIA

Confeccionado em fita de poliéster, com 45 mm de largura, com 01 absorvedor de energia
integrado e 01 mosquetão gancho / olhal em aço galvanizado, com abertura de 20 mm e dupla
trava de segurança em uma das extremidades e 01 mosquetão em aço forjado cromado, com
abertura de 60 mm e dupla trava de segurança.

 TALABARTE DUPLO COM ABSORVEDOR DE ENERGIA

Confeccionado em fita tubular de poliéster, com 45 mm de largura, fita elástica com 30 mm
de largura, 01 absorvedor de energia integrado, 01 mosquetão central gancho / olhal em aço
galvanizado com abertura de 20 mm e dupla trava de segurança e 02 mosquetões em aço
forjado cromado, com abertura de 60 mm e dupla trava de segurança.

                                                                                                       

 TALABARTE DUPLO COM ABSORVEDOR DE ENERGIA

Confeccionado em fita tubular de poliéster, com 45 mm de largura, fita elástica com 30 mm
de largura, 01 absorvedor de energia integrado, 01 mosquetão central gancho / olhal em aço
galvanizado com abertura de 20 mm e dupla trava de segurança e 02 mosquetões em
alumínio forjado com abertura de 110 mm e dupla trava de segurança.

 VARA DE ANCORAGEM 

MODELO VA­1 Produzido  em  resistente  liga  de  alumínio,


permite  acessar  pontos  de  ancoragem  a
menos de 10 m do solo e fixar uma corda de
poliamida  de  12  mm  de  diâmetro,  para  ser
usada com o travaqueda modelo XN.
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usada com o travaqueda modelo XN.

É  a  mais  leve  vara  telescópica  (2,6  kg)  do


mercado,  única  com  5  elementos,
possibilitando  ser  prolongada  ou  retraída,
com  facilidade,  na  posição  vertical,  com
mínimo esforço, por uma só pessoa.

Comprimento  mínimo  de  1,6  m,  facilita  o


transporte.

Comprimento máximo de 7,5 m.

A  vara  de  ancoragem  modelo  VA­1  vem


equipada  com  mosquetão  modelo  M­4,
forjado  em  alumínio  alloy,  resistência  de
2500 kg, abertura de 110 mm, acionada por
fio de nylon.

Todas  as  partes  da  vara  telescópica  só  são


desconectadas por simples pressão no botão
de  segurança,  impedindo  que  se  soltem
acidentalmente  (a  vara  telescópica  fica
presa ao mosquetão durante o trabalho).

NOTA: As varas de funcionamento não telescópico são prolongadas ou retraídas com conexão de
seus elementos na posição horizontal. Precisam de duas pessoas para serem colocadas na posição
vertical e necessitam de um espaço livre horizontal de 10 metros para que as duas pessoas possam
movimentar a vara. Nem sempre é disponível um espaço livre horizontal de 10 m (obstáculos
como máquinas, balcões, etc.).

FÁCIL OPERAÇÃO DAS VARAS TELESCÓPICAS:

Como conectar a corda do travaqueda no ponto de ancoragem:

1) Colocar a vara telescópica na posição vertical abaixo do ponto de ancoragem onde será conectada a
corda (Fig. 1).
2) Distender a vara telescópica pelos seus elementos até atingir a altura de conexão ao ponto de
ancoragem (Fig. 2).
3) Abrir o mosquetão por meio da fina corda de nylon e conectá­lo ao ponto de ancoragem (Fig. 3).
4) Manter a corda do travaqueda esticada por um pequeno peso (aproximadamente 2 kg) ou amarrada ao
pé da escada (Fig. 4).
5) Conectar o travaqueda na corda e no cinturão paraquedista para subir com segurança na escada móvel.

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APLICAÇÕES:

Possibilita segura movimentação vertical com o uso do trava queda modelo XN em corda de
poliamida.

1.  Segura  movimentação  em  escadas  móveis,  para


limpeza,  manutenção  de  luminárias,  exaustores  e
equipamentos industriais.

2.  Segura  movimentação  em  andaimes


tubulares.

3.  Segura  movimentação  em  escadas  tipo


marinheiro.

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IMPORTANTE: 
Para visualização do fácil uso da vara telescópica de ancoragem, assista, neste site, o Capítulo 6 de
Vídeos.

ANCORAGEM DA VARA TELESCÓPICA:

Em elementos permanentes e estruturais das edificações pode ser usado o Parafuso de
Ancoragem  “PA­1”, de aço forjado galvanizado a fogo, fornecido com uma porca sextavada e
uma arruela lisa. Resiste a carga estática de trabalho de 1500 kgf, aplicada em qualquer direção,
comprovada por laudo do Laboratório Falcão Bauer.

NOTA:  Somente  o  olhal  do  Parafuso  de


Ancoragem  PA­1  deve  estar  aparente  (fora
da parede), conforme figura ao lado.

IMPORTANTE: Para utilização do Parafuso de Ancoragem PA­1 deve ser feita verificação
estrutural por profissional habilitado.

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CADEIRAS SUSPENSAS

CADEIRAS SUSPENSAS

Únicas com trava queda integrado, proporcionando
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Únicas com trava queda integrado, proporcionando
produção dobrada e conforto operacional.
Trava  queda  acoplado  diretamente  à  estrutura  da  cadeira  possibilita
maior  segurança  e  total  facilidade  de  movimentação  vertical,
eliminando  as  dificuldades  decorrentes  do  trava  queda  ligado  às
costas.

Flexibilidade de escolha

Produzimos quatro modelos: sempre é possível escolher o tipo mais
adequado  para  qualquer  que  seja  o  trabalho  com  movimentação
vertical.

Todos os modelos são fabricados inteiramente em aço galvanizado e
possuem  assento  anatômico  com  dois  mosquetões  para  prender
baldes  ou  ferramentas.  Obedecem  às  exigências  do  Ministério  do
Trabalho  e  a  norma  NBR  14751  da  ABNT.  São  fornecidas  com
cinturão  de  segurança  Gulin,  tipo  paraquedista  e  trava  queda  Gulin
(modelo XA ou XN). São indicadas para movimentação de até 140 kg
(pessoa mais material de trabalho).

MODELO CS­ Só desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro, resistência de 2.200
1 kg).  Possui  duas  travas  de  segurança,  conforme  exigência  do
Ministério  do  Trabalho  (NR  18.15.51).  Especialmente  indicada  em
serviços  de  pintura  e  limpeza  de  fachadas,  onde  se  deseja  serviço
executado  o  mais  rápido  possível  e  a  operação  possa  ser  feita  na
descida.

Pode  ser  colocada  ou  retirada  em  qualquer  trecho  da  corda  de
qualquer comprimento.

Possibilita  rápido  retorno  ao  último  andar,  usando­se  elevador  ou


escada. Essas características propiciam que esta cadeira (peso: 7 kg)
tenha uma produtividade 2 vezes maior que qualquer outra e cerca de
4  vezes  aos  andaimes  suspensos.  É  também  usada  em  descidas  de
emergência de apartamentos, escritórios e pontes­rolantes.

Fácil  funcionamento:  basta  acionar  suavemente  a  alavanca


controladora para a cadeira descer suavemente. Quanto mais forte for
o acionamento, maior será a velocidade de descida.

Basta tirar a mão da alavanca para a cadeira parar imediatamente.

Aconselhamos treinamento em alturas de até 3 metros.

Fácil colocação da corda

a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho.

b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.

c) Passar a corda no gancho de segurança.

MODELO CS­2
Sobe e desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro
de qualquer comprimento). Possui duas travas de
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de qualquer comprimento). Possui duas travas de
segurança acopladas às manoplas. Patenteado
sistema de tração dispensa o uso de peso na ponta da
corda que pode ser colocada ou retirada em qualquer
trecho. peso 10 kg.

Fácil colocação da corda

A corda pode ser imediatamente colocada ou
retirada em qualquer ponto e não precisa ser
mantida esticada por um peso.

MODELO CS­3 Sobe  e  desce  em  cabo  de  aço  de  qualquer


comprimento
 
Só usa cabo de aço com 4,8 mm de diâmetro,
formação 6 x 19, com alma de aço, resistência
de  1.500  kg,  sem  lubrificação,  em  perfeito
estado,  sem  emenda  ou  pernas  partidas.
Indispensável na manutenção industrial onde é
necessário  usar  cabo  de  aço  resistente  a
jateamento de areia, vapores, calor e solda.

O  cabo  de  aço,  normalmente,  é  galvanizado,


porém,  pode  ser  inoxidável,  para  atender
exigências  das  indústrias  alimentícias  e
farmacêuticas. Peso: 12 kg.

Fácil colocação do cabo

O cabo pode ser imediatamente colocado em
qualquer ponto e deve ser mantido esticado
pelo peso do próprio carretel, fornecido com
a cadeira, com o excesso do cabo enrolado.

 MODELO CS­4

Especialmente indicada para espaços confinadosou
serviços  em  que  o  trabalhador  tenha  necessidade
da  frente  livre  para  fácil  operação  de  ferramentas
ou instrumentos.

A  movimentação  é  feita  por  outra  pessoa  (vigia)


usando um guincho modelo G­4 ou G­5. Peso: 6 kg.

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FORMAS DE FIXAÇÃO DOS CABOS DE AÇO E CORDAS
AS NORMAS NBR 14626, 14627, 14628 E 14751 DA ABNT EXIGEM QUE OS CABOS
E AS CORDAS DAS CADEIRAS E TRAVA QUEDAS SEJAM FIXADOS EM PONTOS
OU SUPORTES DE ANCORAGEM QUE RESISTAM, NO MÍNIMO, 1.500 KG.

FIXAÇÃO DOS CABOS DE AÇO OU CORDAS SEM USO DE SUPORTES

Nesse  caso,  não  há  distância  entre  os  cabos  e  a


fachada,  sendo  possível  a  movimentação  da  cadeira,
com facilidade, do solo ao penúltimo andar (figura 1).

IMPORTANTE:

As  cordas  e  cabos  de  aço  das  cadeiras  e  dos  trava


quedas  não  devem  ser  apoiados  nas  quinas,  mesmo
com  proteção,  tipo  borracha,  visto  que  sofrem
deformação  permanente  e  ficam  com  a  resistência
comprometida.  Para  sua  correta  fixação  é  necessário
usar  corrente  ou  outro  cabo  de  aço  (com  diâmetro
maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.

Fig. 1

FIXAÇÃO DOS CABOS DE AÇO OU CORDAS COM USO DE SUPORTES
Utilizando­se  os  suportes  que  deixam  os  cabos  distanciados  cerca  de  30  cm  da
fachada,  é  possível  movimentar­se  com  facilidade  do  solo  ao  último  andar
conforme  as  figuras  2  e  3,  sugestões  simplesmente  didáticas,  visto  que  não  são
comercializados pela Equipamentos Gulin.

Fig. 2 Fig. 3

SUPORTE MÓVEL GULIN
PARA TRABALHO EM FACHADAS

Pat.Req.

MODELO ST­1

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Foto a

Moderno  e  prático  sistema  de  trabalho  em  fachadas,  com  movimentação  da  base  de
ancoragem,  no  terraço,  por  um  só  homem.  Atende  todas  as  exigências  de  segurança  do
Ministério  do  Trabalho  e  das  normas  da  ABNT.  Resiste  à  carga  de  15  kN  (1500  kg),
comprovado  por  laudo  do  Laboratório  Falcão  Bauer.  Fácil  transporte  por  elevador  ou
escada.  Montagem  e  desmontagem  em  apenas  10  minutos,  com  a  manipulação  de,  no
máximo, 3 parafusos.

A  base  de  ancoragem  (40kg)  possui  rodas  com  revestimento  de  poliuretano,  alojamento
para  18  contrapesos  de  25  kg,  conexão  com  diversas  opções  de  montagem  a  uma  viga
(Foto a) ou duas (Foto b) na posição horizontal, conforme altura do beiral do terraço. Cada
viga com 2,50 m pesa 30 kg.

Fácil regra de uso:

Foto b

LINHA DE VIDA FIXA GULIN

Moderno e prático sistema de trabalho em fachadas,
permitindo  fácil  movimentação  horizontal  das
cadeiras  suspensas  por  meio  do  deslocamento  do
Trole Gulin modelo TR­4 no Trilho Inox Gulin.

O  Trilho  Inox  Gulin  é  constituído  de  um  perfil  reto


extrudado de 40x60 mm, AISI­304, peso de 3,8 kg/m,
espessura  de  3  mm,  comprimento  de  3  metros,
garantindo­se  a  precisão  das  medidas  necessárias
para  perfeito  acoplamento  das  partes  e  boa
mobilidade do Trole TR­4.
O Trilho Inox Gulin resiste à carga estática de 15kN
em qualquer ponto, conforme exigência das normas
NBR  14.626/  627/  628/  751  da  ABNT,  desde  que
fixado a cada 1,4 m.

O Trilho Inox Gulin também pode ser fornecido em
trechos curvos:
maiores detalhes veja no Item 7 de Produtos.

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O  Trole  Gulin  modelo  TR­4  é  produzido  em


aço inox com quatro rolamentos blindados.

 VANTAGENS DO TRILHO INOX GULIN:

1.  Considerando­se  a  constante  necessidade  de  trabalho  em  certas  fachadas,


principalmente  para  limpeza  de  vidros,  pode  ser  muito  prático  e  econômico  a  instalação
definitiva de linha horizontal de segurança constituída do Trilho Inox Gulin. Esta forma de
instalação não prejudica a estética da fachada visto que, o trilho permanente de aço inox é
confundido com o rufo de acabamento do beiral.
2. Outra vantagem para ser considerada é a drástica redução no tempo gasto para limpeza,
fator  fundamental  para  áreas  com  grande  circulação  de  pessoas  (ex.:  galerias  de
shopping).

INSTRUÇÕES DE USO DAS CADEIRAS SUSPENSAS:
Considerando  que  a  NR­35  exige  trabalhador  capacitado  para  usar  a  cadeira  suspensa,
apresentamos  abaixo  alguns  procedimentos  teóricos  e  práticos  que  o  empregador  deve
submeter e aprovar o trabalhador.

      A) INSTRUÇÕES INICIAIS PARA USO:

1. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto
com trava queda e cinturão paraquedista (NR 18).

2.  O  ponto  de  ancoragem  do  cabo  de  sustentação


da  cadeira  deve  ser  independente  do  ponto  de
ancoragem do cabo do trava queda e resistirem a,
no mínimo, 1500 kg (NR 18 e NBR 14751).

3.  Os  cabos  de  aço  e  as  cordas  da  cadeira


suspensa  só  devem  ser  usados  na  vertical  sem
apoiar­se  em  saliências  ou  quinas  vivas  (NBR
14751).

4.  A  conexão  do  cabo  de  aço  da  cadeira  ao  ponto
de  ancoragem  deve  ser  feita  com  uso  de  cabo  de
aço  independente,  corrente,  mosquetão  ou
manilha, isto é, não se deve usar o próprio cabo de
aço da cadeira para amarração (NBR 14751).

5. Executar a inspeção inicial da cadeira conforme pode ser verificado no vídeos 14, 15 e
16.

6.  Constatar  que  o  uso  da  cadeira  suspensa  está  dentro  do  prazo  de  validade  (Nota:  as
cadeiras suspensas devem ser revisadas a cada 12 meses, conforme exige a NBR 14751).
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cadeiras suspensas devem ser revisadas a cada 12 meses, conforme exige a NBR 14751).

     B) PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA PARA MONTAGEM E ACESSO À CADEIRA:

1)  A  cadeira  suspensa  e  seu  trava  queda  integrado  devem  ser  preparados  para
funcionamento  por  um  trabalhador  habilitado  e  protegido  por  cinturão  paraquedista  e
talabarte de corrente (máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal (Fig.a).

2)  O  trabalhador  só  deve  sentar­se  à  cadeira  com  o  talabarte  de  corrente  ligado  ao  seu
cinturão (Fig.b).

3)  O  trabalhador  só  deve  soltar­se  do  talabarte  de  corrente  após  ligar  seu  cinturão  à
cadeira (Fig.c).

NOTA: para sair da cadeira deve­se fazer o procedimento inverso.

Postado por arthur vala às 09:05  Nenhum comentário: 

LINHA DE VIDA HORIZONTAL

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Sistema  de  segurança  de  uso  obrigatório  pelo  Ministério  do  Trabalho  e  Emprego  em
telhados, coberturas, estruturas, beirais, fachadas, pontes rolantes e ferroviárias.
Fácil  montagem:  utiliza  apenas  três  componentes  e  cabo  de  aço  de  8  mm  de  diâmetro,
galvanizado ou inox, resistência de 3480 kg.

CARACTERÍSTICAS DOS COMPONENTES:

1)  LIMITADOR  DE  IMPACTO  ABS­800:  É  um


absorvedor  de  energia,  totalmente  fabricado
em aço inox, peso: 2 kg, que limita em 800 kg
as forças aplicadas aos pontos de ancoragem.
NOTA:  A  linha  de  vida  horizontal  sem
limitador  de  impacto  poderá,  na  retenção  de
queda,  exercer  nos  pontos  de  ancoragem
força  instantânea  superior  a  2000  kg  e
provocar ruptura.

2)  OLHAL  PASSANTE:  permite  fácil


movimentação do usuário ao longo de toda a
Linha  de  Vida,  sem  necessidade  de
desconectar o mosquetão. Produzido em aço
galvanizado, peso: 0,9 kg. Costuma­se utilizar
olhal  passante  a  cada  10  metros  de  cabo  de
aço,  ou  menos,  em  função  da  distância  livre
de queda do local.

3)  ESTICADOR  DE  CABO  DE  AÇO


FORJADO: Tipo olhal x manilha, galvanizado,
peso: 1 kg, carga de ruptura de 3200 kg.  

TRABALHO EM TELHADOS, TALUDES E RAMPAS:

Sistema  de  uso  obrigatório  pelo


Ministério do Trabalho e Emprego (NR
18.18.1).
A  linha  de  vida  horizontal  é
constituída  de  um  limitador  de
impacto  ABS­800,  um  esticador  de
cabo  de  aço  e  de  um  ou  mais  olhais
passantes Gulin.
O  seguro  deslocamento  de  subida  ou
descida  no  telhado  ou  rampa  é  feito
com  o  manuseio  do  travaqueda  XN
com  sua  corda  de  nylon  trançada  (4)
de  12  mm  de  diâmetro  e  com  o Fig. 1
mosquetão M­1 para deslocamento ao
longo da linha horizontal.

TRABALHO EM ESTRUTURAS:

Para  montagem  da  linha  de  vida  em  vigas  metálicas  "I"  ou  "H"  são  utilizados  os  suportes
série SM (fig. 2), fixados por simples aperto de encaixes por meio de porcas de segurança de
aço forjado, tipo borboleta, sem uso de ferramentas. Os suportes série SM ficam inclinados
19º externamente à viga, proporcionando movimentação correta junto ao cabo de segurança
que serve de corrimão (ver nota importante). Peso unitário:15 kg.

IMPORTANTE:  Os  suportes  SM


só  devem  ser  usados  para
movimentação  sobre  as  vigas  "I"
ou  "H"  onde  estão  instalados  os
suportes.  Não  servem  para
ancorar  linhas  secundárias  de
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telhados,  taludes  e  rampas,
conforme mostra a Fig. 1.

Fig. 2

    Fig.3

Um  exemplo  de  aplicação  da  LINHA  DE


VIDA  HORIZONTAL  é  no  trabalho  sobre
pontes  ferroviárias,  conforme  figura  ao
lado.

REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO E USO DA LINHA DE VIDA COM CABO DE AÇO:

1. Todos os pontos de ancoragem devem resistir a uma carga estática de, no mínimo, 2.200
kg, conforme exigências das normas internacionais, visto que a norma da ABNT ainda está
em estudo.
2. Na Linha de Vida Gulin em cabo de aço é obrigatório o uso do Limitador de Impacto ABS­
8OO, que limita em 800 kg a força aplicada aos pontos de ancoragem.
Ensaios comprovam que numa linha de vida em cabo de aço sem limitador de impacto, na
retenção de uma queda, a força aplicada nos pontos de ancoragem pode superar a 2000 kg e
provocar sua ruptura.
3.  A  cada  10  m,  ou  menos,  do  cabo  de  aço,  deve  ser  usado  um  Olhal  Passante  Gulin.  Em
caso  de  retenção  de  uma  queda,  a  limitação  em  10  m  de  vão  do  cabo  de  aço  entre  dois
apoios,  ajuda  a  minimizar  a  deflexão  do  cabo  de  aço  e  a  força  aplicada  nos  pontos  de
ancoragem.
4. A Linha de Vida Gulin em cabo de aço foi projetada para uso de um único trabalhador em
cada vão de, no máximo, 10 m.
5.  Na  instalação  e  durante  o  uso  da  Linha  de  Vida  Gulin  em  cabo  de  aço,  o  responsável
técnico pelo trabalho deve assegurar que em qualquer ponto da linha, em caso de ocorrer
uma queda, o usuário tenha uma distância livre de queda de, no mínimo, 4,8 m (somatória de
A+B+C+D = 4,8 m).

Explicação da necessidade de haver 4,8 m de distância livre de queda para instalar e usar o
sistema com cabo de aço:

ANTES DA QUEDA DEPOIS DA QUEDA

A = 0,9 m (Deflexão média do cabo na
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Linha de Vida Gulin)

B  =  0,9  m  (Comprimento  do  talabarte


Gulin TS 20)

C  =  2,0  m  (Distância  da  argola  dorsal


até os dedos do pé, conforme normas
internacionais)

D  =  1,0  m  (Vão  livre  necessário  após


queda,  conforme  normas
internacionais)

ANCORAGEM DA LINHA DE VIDA 

Em  elementos  permanentes  e  estruturais  das  edificações  pode  ser  usado  o  Parafuso  de
Ancoragem  Gulin  “PA­01”,  de  aço  forjado  galvanizado  a  fogo,  fornecido  com  uma  porca
sextavada e uma arruela lisa. Resiste a carga estática de trabalho de 2.200 kgf, aplicada em
qualquer direção, comprovada por laudo do Laboratório Falcão Bauer.

NOTA:  Somente  o  olhal  do  Parafuso  de


Ancoragem PA­1 deve estar aparente (fora
da parede), conforme figura ao lado.

IMPORTANTE:  Para  utilização  do  Parafuso  PA­1  deve  ser  feita  verificação  estrutural  por
profissional habilitado.

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