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CLIQUEAQUIPARA

VIRARAPÁGINA

CADERNO DE ATIVIDADES

Serviço S o c i a l m p o r â n e o
e r v iço Soc ia l Co n te
D is c ip li n a : S
n o S e r v iço S o c ia l
0 7 : Te o r ia e p r át ica
Tema
Caderno de Atividades
Serviço Social

Disciplina
Serviço Social Contemporâneo

Coordenação do Curso
Adriana Luiza da Silva
Elisa Cleia Pinheiro Rodrigues Nobre

Autoria
Prof.ª Edilene Xavier Rocha
Prof.ª Elisa Cléia Pinheiro Rodrigues Nobre

FICHA TÉCNICA Revisão Textual


Alexia Galvão Alves
Equipe de Gestão Editorial Giovana Valente Ferreira
Regina Cláudia Fiorin Ingrid Favoretto
João Henrique Canella Fiório Julio Camillo
Priscilla Ramos Capello Luana Mercúrio
Análise de Processos Diagramação
Juliana Cristina e Silva Célula de Inovação e Produção de Conteúdos
Flávia Lopes
Chanceler Pró-Reitor de Graduação
Ana Maria Costa de Sousa Eduardo de Oliveira Elias

Reitora Pró-Reitor de Extensão


Leocádia Aglaé Petry Leme Ivo Arcangêlo Vedrúsculo Busato

Pró-Reitor Administrativo Pró-Reitora de Pesquisa e PósGraduação


Antonio Fonseca de Carvalho Luciana Paes de Andrade

Realização:

Diretoria de Planejamento de EAD


José Manuel Moran
Barbara Campos

Diretoria de Desenvolvimento de EAD


Thais Costa de Sousa

Gerência de Design Educacional


Rodolfo Pinelli
Gabriel Araújo

Como citar esse documento:


GARCIA, Edilene Xavier Rocha; NOBRE, Elisa
Cléia Pinheiro Rodrigues. Serviço Social Con-
temporâneo. Valinhos: Anhanguera Educacio-
nal, 2014. p. 1-22.
Disponível em: <http://www.anhanguera.com>.
Acesso em: 03 fev. 2014.

© 2014 Anhanguera Educacional


Proibida a reprodução final ou parcial por qualquer meio de impressão, em forma idêntica, resumida ou modificada em língua
portuguesa ou qualquer outro idioma.
Tema 07
Teoria e prática no Serviço Social

seções
S e ç õ e s
Tema 07
Teoria e prática no Serviço Social
Introdução ao Estudo da Disciplina

Caro(a) aluno(a).

Este Caderno de Atividades foi elaborado com base no livro A Natureza do Serviço Social,
do autor Carlos Montaño, Editora Cortez, 2009, 2ª Edição PLT 354.

Roteiro de Estudo:
Prof.ª Edilene Xavier Costa
Serviço Social
Processos Administrativos Prof.ª
Prof.Elisa
Ricardo
Cléia
Almeida
Pinheiro
Contemporâneo
Rodrigues Nobre

CONTEÚDOSEHABILIDADES
Conteúdo
Nessa aula você estudará:

• A teoria e a prática no Serviço Social.

• O “Método Belo Horizonte”.

• Como salutar ampliar os questionamentos sobre o assunto para que o “espaço” e a


“especificidade” do Serviço Social sejam sempre conhecidos e demarcados.

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CONTEÚDOSEHABILIDADES
Habilidades
Ao final, você deverá ser capaz de responder as seguintes questões:

• O que é teoria e prática em Serviço Social?

• Quais as divergências conceituais entre alguns autores sobre a teoria e prática em


Serviço Social?

• Quais são os caminhos estabelecidos pelo Serviço Social para desenvolvimento de


sua teoria e sua prática?

LEITURAOBRIGATÓRIA
Teoria e prática no Serviço Social
O projeto ético-político profissional do Serviço Social no Brasil vincula-se a um
projeto de transformação de sociedade, reitera a teoria crítica como fundamentação para
o agir profissional.

A discussão sobre a dicotomia entre a teoria e prática, é uma ação frequente entre os
assistentes sociais, sem, contudo, se apresentar uma conclusão que atenda a todos os
profissionais sobre o assunto. Segundo Suguihiro (et all, 2009, p. 6), isso “revela resquícios
de uma fragilidade de fundamentação teórico-metodológica para uma atuação competente”,
ou, como considera Montaño (2007), revela a necessidade de se encontrar a especificidade
do Serviço Social.

A falta de clareza dos fundamentos que orientam a prática profissional traz como
consequência a prevalência de “posturas conservadoras, autoritárias, discriminatórias,
tecnocratas e clientelistas, enfraquecendo o projeto ético-político cuja defesa de liberdade
e da emancipação dos sujeitos sociais se fazem presentes” (SUGUIHIRO at all, 2009, p.6).

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LEITURAOBRIGATÓRIA
Insere-se nessa discussão a análise de Montaño (2007), mas, segundo o autor, suas
considerações não se voltam a qualquer teoria ou prática, mas sim à análise da teoria e
prática que os “praticistas” consideram próprias do Serviço Social.

Enfatiza, nas páginas propostas para o estudo deste tema, a apologia à prática profissional,
fruto das discussões dos profissionais reconceituadores das décadas de 1960 a 1979, cujo
teor das discussões repercute até hoje sobre o Serviço Social.

Seguindo essas discussões, Montaño adverte que os assistentes sociais tendem a rejeitar
as pesquisas que não são realizadas a partir do “fazer” de uma atividade de campo, ao
mesmo tempo em que “encanta-se com os produtos teóricos elaborados por sociólogos,
psicólogos sociais, antropólogos, pedagogos e economistas” (MONTAÑO, 2007, p. 161).

Conceitualmente, pode-se entender a prática como o exercício ou o saber resultante de


uma experiência, o que para o assistente social traduz-se em sua atuação nas atividades
de campo ou prática profissional. Para os praticistas, é ela a “fonte” de “teoria”.

Salienta-se, então, que, no conceito “positivista”, qqueles profissionais que se voltam à


pesquisa ou à produção de teoria não estão realizando uma atividade profissional específica
do Serviço Social, pois essa atividade (a pesquisa ou produção de teoria) é específica dos
cientistas sociais.

Toma-se como referência, para análise dos conceitos de prática e teoria apresentados
pelos praticistas, os documentos elaborados em Belo Horizonte no período de 1972 a
1975, conhecidos como “Método BH”, que apresenta uma separação entre os momentos
de produção da teoria e da prática, ou seja, dos momentos sensíveis (que incluem as
sensações e percepções) e dos momentos abstratos do processo de conhecimento.

Montaño (2007, p. 167) analisa que, sob a ótica do “Método BH”, esse momento sensível é o
ponto de partida para a elaboração de conhecimento, ou seja, a fonte. Observe que a análise
do autor relata um paradoxo existente no “Método BH”, qual seja, a proposta de primazia ou
privilégio da prática sobre a teoria e, no entanto, construir um conjunto de procedimentos
técnico-operativos, que denominam de “método profissional” fundamentalmente interventivo
(na prática), a partir da adoção de um “método (dialético) de conhecimento” teórico-científico,
de interpretação e conhecimento da realidade (MONTAÑO, 2007, p. 167).

De semelhante teor, surge o método elaborado por Boris A. Lima, que em 1986 elabora
o “Método de intervenção na realidade”. Tal método considera a existência da verdade
objetiva, que por sua vez contém um caráter absoluto e um relativo.

9
LEITURAOBRIGATÓRIA
No entanto, Montaño (2007) assevera que os métodos apresentados partem do pressuposto
de que a “prática é a fonte da teoria”, mas que a elaboração dos mesmos possuem equívocos
substanciais no que se refere à conceitualização da prática e da teoria, bem como ao método
de intervenção e de conhecimentos que as relaciona.

Desse modo, Montaño (2007) tece suas considerações sobre este tema, chamando a
atenção aos equívocos trazidos pelos métodos apresentados tais como: a) Confundir a
“prática profissional” (imediata) com a “prática social” (histórica); b) Confundir a “teoria” com
abstração, com “generalização” e/ou com “sistematização”.

Nas palavras de Montaño, pode-se dizer que, para os praticistas, a prática é a fonte de
teoria, e esta por sua vez é a racionalização da prática; mas, como ele mesmo afirma:
“[...] para nós, a prática é o fundamento, a finalidade e o critério de verdade da teoria. Não
aquela ‘prática’ (profissional e direta) e aquela ‘teoria’ (específica, instrumental) tal como
são entendidas pelos praticistas, mas sim a prática social-histórica, entendida como um
todo, e a teoria (social) como uma modalidade de conhecimento que reproduz, idealmente,
o movimento social” (MONTAÑO, 2007, p. 194).

No decorrer de sua leitura, você poderá conhecer como essa relação se estabelece e
se é pertinente ou não aos caminhos do Serviço Social. Preste atenção, pois a leitura
do Livro-Texto é essencial para a sua compreensão do tema. Note que o assunto é
complexo e precisará de sua dedicação intensa. São vários os conceitos trabalhados,
mas sem a compreensão destes conceitos você terá dificuldades em avançar na sua
caminhada acadêmica.

Entenda que no Livro-Texto são apresentadas várias situações e analisadas várias


perspectivas que fazem parte do Serviço Social. Todas são importantes para que você
entenda os assuntos que serão tratados no próximo semestre. Portanto, esmere-se em sua
leitura e não se isente em questionar o seu professor sobre as dúvidas que surgirão durante
esse processo de aprendizagem.

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LINKSIMPORTANTES
Quer saber mais sobre o assunto?
Então:
Sites
Leia: TOMÉ, Maria Rosa. Sobre a Investigação em Serviço Social.
Disponível em: <www.cpihts.com/PDF/Rosa%20Tome.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.
Neste artigo você poderá compreender o respaldo teórico que envolve a investigação em
Serviço Social.

MEDEIROS, Mariana Abiachel. A importância da pesquisa e da produção de conhecimento


na formação profissional do assistente social.
Disponível em: <www.fepeg.unimontes.br/index.php/eventos/forum2010/paper/.../137>.
Acesso em: 03 fev. 2014.
Este artigo ampliará seu entendimento sobre a pesquisa e produção de teoria em Serviço
Social. Leia com atenção e discuta com seus colegas sobre as questões apresentadas.

Pesquise o site: <www.revistaeletronica> e verifique os trabalhos referentes ao tema


estudado. Você encontrará vários que contribuirão com o seu crescimento acadêmico.

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AGORAÉASUAVEZ
Instruções:
Chegou a hora de você exercitar seu aprendizado por meio das resoluções
das questões deste Caderno de Atividades. Essas atividades auxiliarão
você no preparo para a avaliação desta disciplina. Leia cuidadosamente
os enunciados e atente-se para o que está sendo pedido e para o modo de
resolução de cada questão. Lembre-se: você pode consultar o Livro-Texto
e fazer outras pesquisas relacionadas ao tema.

Questão 1: a) A; B; C

Considerando-se o âmbito da pesquisa e b) A; C; D


da prática profissional no Serviço Social,
pode-se apontar como atividades pertinen- c) A; D; E
tes ao Assistente Social: d) A; B; C; D
(A) Valer-se de pesquisas quantitativas
e) A; B; C; E
e qualitativas. (B) Realizar pesquisas de
campo. (C) Fazer levantamentos de da-
dos empíricos. (D) Registrar atividades Questão 2:
profissionais cotidianas. (E) Publicar da-
Sobre o “Método BH”, pode-se afirmar que
dos e informações sigilosas resultantes de
consistiu efetivamente no primeiro projeto
pesquisas.
para a profissão, que pretendia romper com
As alternativas corretas estão relacionadas o “Serviço Social tradicional”. Essa propos-
nos itens: ta de rompimento deveria acontecer:

12
AGORAÉASUAVEZ
a) Do ponto de vista da prática profissional. “Quem proclama a _________________
como fonte da teoria está pensando que
b) Do ponto de vista teórico-metodológi-
a teoria se faz sempre que, e só quan-
co, formativo e interventivo.
do, se partir da _______________, dos
c) Com relação ao perfil do profissional dados sensíveis do próprio ‘praticante/
em Serviço Social. teorizador’. A __________________ do
outro não é, para os efeitos da pesqui-
d) O Método BH não propunha nenhuma sa, atividade prática (direta), mas infor-
mudança ao Serviço Social, antes refe- mação secundária. A prática é, para os
rendava o Serviço Social tradicional. ______________________, ‘fonte de teo-
ria’, desde que seja prática desenvolvida
e) Do ponto de vista político administrativo.
pelo próprio _____________________,
não por outrem” (MONTAÑO, 2007, p. 188).
Questão 3:
a) Prática; teoria; prática; praticistas; pes-
Segundo Montaño (2007), é notório, nos quisador.
meios profissionais, a discussão de uma
teoria própria do Serviço Social. Aponta-se b) Prática; prática; teoria; praticistas; in-
para alguns profissionais que defendem divíduo.
que para o Serviço Social a prática é a fon-
c) Prática; prática; prática; prática; pes-
te de teoria. Essa conceituação refere-se à
quisador.
perspectiva:
d) Prática; teoria; teoria; praticistas; indi-
a) Modernizadora.
víduo.
b) Reconceituadora.
e) Pratica; teoria; pratica; teoristas; pes-
c) Filosófica. quisador.

d) Antropológica.
Questão 5:
e) Praticista.
Sobre a bandeira levantada pela maioria
dos profissionais que exerciam a sua prá-
Questão 4: tica das décadas de 1960 a 1970 e defen-
diam que a prática é a fonte da teoria, é
Leia o fragmento de texto a seguir e pre-
correto afirmar:
encha corretamente as lacunas em branco.

13
AGORAÉASUAVEZ
A. Esses profissionais participavam do Questão 7:
movimento de reconceituação do
Segundo Montaño (2007), quando se trata
Serviço Social.
das propostas metodológicas, que partem
B. Esses profissionais pretendiam, como da ideia de que “a prática é a fonte da teo-
base nestas afirmações, bater e ria”, deve-se observar que estas apresen-
rebater a referida concepção positivista tam equívocos substanciais referentes ao
de separar ciência e técnica, teoria e conceito de prática, de teoria e do método
prática. de conhecimento e intervenção que as re-
laciona. Segundo o autor, quais são estes
C. Esses profissionais ficaram conhecidos equívocos?
como praticistas.

D. Essa corrente que defende que a Questão 8:


prática é a fonte da teoria que apresenta
rebatimentos entre os profissionais até Nota-se que o “Método BH” foi uma tenta-
hoje. tiva de rompimento com os métodos tradi-
cionais do Serviço Social. No entanto, mes-
Estão corretas as seguintes afirmativas:
mo as propostas inovadoras trazidas pelo
a) A e B. “Método BH”, foram insuficientes para que
esta ruptura acontecesse. Qual a justifica-
b) B e D. tiva apresentada por Montaño (2007) para
que o “Método BH” não alcançasse essa
c) A, B e C.
ruptura com os métodos tradicionais?
d) A, C e D.

e) Todas as afirmativas estão corretas. Questão 9:


Este exercício pode ser realizado em du-
Questão 6: pla. Leia atentamente o enunciado a seguir
e apresente, em no mínimo de uma lauda,
Montaño (2007) analisa que o “Método BH”, o que se pede:
que defende que a prática é fonte da teoria,
apresenta um paradoxo. Leia atentamente Dentre as primeiras formulações do pro-
o texto proposto para o estudo deste tema cesso de ruptura, podemos pontuar a ex-
e apresente qual é este paradoxo. periência do “Método BH”, considerada um
marco na intenção de ruptura do Serviço
Social brasileiro. Por meio desse método,

14
AGORAÉASUAVEZ
é possível identificar uma proposta profis-
sional alternativa de intervenção às tradi-
cionais práticas, apontando ao Serviço So-
cial uma abordagem coletiva, mobilizadora,
incentivando a organização social nas rei-
vindicações das necessidades da classe
trabalhadora.

Faça uma pesquisa em documentos e sites


com reconhecimento científico e descreva:
No que consiste o “Método BH”? Porque
ele recebeu este nome? Quais as princi-
pais diferenças entre o “Método BH” e o
“Método Tradicional do Serviço Social”?
Qual o(a) autor(a) do “Método BH”?

Questão 10:
Como os praticistas entendem a “teoria do
Serviço Social” e qual a crítica estabelecida
por Carlos Montaño (2007) a esta conceitu-
ação?

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FINALIZANDO
Esse tema assim, como os outros, necessita de sua atenção e disposição na leitura
aprofundada do Livro-Texto. Note que os temas estão entrelaçados e, dessa forma, você
precisa entender todas as partes que são apresentadas, para que possa compreender as
particularidades e especificidades do Serviço Social.

Vários conceitos foram apresentados e trabalhados nas aulas, mas cabe a você ampliar
o espaço de discussão sobre o assunto. Lembre-se que o autor apresenta conceitos
baseados no estudo iniciado por outros autores que lhe antecederam, e que a intenção de
Montaño não é estabelecer ou desconstruir os métodos apresentados por estes autores, e
sim analisar criticamente a contribuição apresentada por esses métodos ao Serviço Social.

Entenda que historicamente estes métodos e autores fazem parte dos caminhos trilhados
pelo Serviço Social como profissão, e que os conceitos ora apresentados ainda permeiam o
“fazer” do assistente social. Resta, neste caminho, que o conhecimento seja ampliado, para
que esta profissão acompanhe o movimento da sociedade em que se insere e não fique
presa aos seus muros internos, como bem adverte Marilda Iamamoto.

Caro aluno, agora que o conteúdo dessa aula foi concluído, não se esqueça de acessar
seu Desafio Profissional e verificar a etapa que deverá ser realizada. Bons estudos!

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REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira de. Retomando a temática da “sistematização da prática” em
Serviço Social. Disponível em: <http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/tex-
to3-2.pdf> Acesso em: 03 fev. 2014.

BORIN, André Luiz dos Santos et alli. Como Pode Isto: Trabalhar como escravo, passar
fome num Estado rico? Só não morri, porque aqui e acolá, tem alguém prá ajudar. Liber-
tas - Volume 2 - Número 2 – Jul/2008. Disponível em: <http://www.ufjf.br/revistalibertas/
files/2010/01/artigo08_5.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.

BUENO, Francisco da Silveira. Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:


FENAME, 1981.

CAMURÇA Marcelo A. Seria A Caridade a “Religião Civil” dos Brasileiros? Revista Praia
Vermelha 12. Primeiro semestre 2005. pp. 42-63. Disponível em: <http://www.ess.ufrj.br/
siteantigo/download/revistapv_12.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.

CENTRO BRASILEIRO DE COOPERAÇÃO E INTERCÂMBIO DE SERVIÇO SOCIAL –


Disponível em: www.cbciss.org. Acesso em: 03 fev. 2014.

COLMAN, Evaristo. O que é Serviço Social? Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.


br/c_v1n1_desafio.htm>. Acesso em: 03 fev. 2014.

ESTEVÃO, Ana Maria R. O que é serviço social. São Paulo: Brasiliense, v. 111. 1992.

FALCÃO, Frederico José. Resgate De Uma Década: a conjuntura político-social brasileira


dos anos 80. Libertas - Volume – 2 - Número 2 – Jul/2008. Disponível em: <http://www.
ufjf.br/revistalibertas/files/2010/01/artigo02_5.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.

HOUAISS, Antônio. Dicionário eletrônico da língua portuguesa. José Jardim de Barro Jr.
(org). [CD-ROM]. Rio de Janeiro Objetiva, 2001

IAMAMOTO, Marilda Vilela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação


profissional. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2009.

17
REFERÊNCIAS
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de Ser Mulher e Cientista. Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 11 - Nú-
mero 1 - Jul/Dez 2008 Acesso em: 03 fev. 2014.

JUNQUEIRA, L. A. P. Organizações sem fins lucrativos e redes sociais na gestão das polí-
ticas sociais. In: CAVALCANTI, M. (org.) Gestão social, estratégias e parcerias: redesco-
brindo a essência da administração brasileira de comunidades para o terceiro setor. São
Paulo: Saraiva, 2006.

LACERDA, Lélica Elisa Pereira de et alii. Do conservadorismo à moral conservadora no


Serviço Social brasileiro. Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 8 - Número
2 - Jan/Jun 2006. Acesso em 03 fev. 2014.

MACHADO, Edinéia Maria; KYOSEN, Renato Obikawa. Política e Política Social. 1998.
Disponível em: <www.ssrevista.uel.br/c_v3n1_politica.htm>. Acesso em: 03 fev. 2014.

MONTAÑO, Carlos. A natureza do Serviço Social: um ensaio sobre sua gênese, a “especi-
ficidade” e sua reprodução. São Paulo: Cortez, 2007.

PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 1994.

PINHEIRO, Lessi Inês Farias. Questão Social: um conceito revisitado. Disponível em


<http://www.eumed.net/rev/cccss/03/fpod.htm>Acesso em 03 fev. 2014.

______. Relações sociais e serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação históri-
co-metodológica. 29ª ed. São Paulo: Cortez, 2009.

RIBEIRO, Iselda Corrêa. et alli. Meio ambiente e gestão social. Disponível em: <http://
www.aedb.br/seget/artigos04/161_161_A%20QUESTAO%20SOCIAL%20DO%20
MEIO%20AMBIENTE2.doc> Acesso em: 03 fev. 2014.

SILVA, Carla Andréia Alves da. O sentido da reflexão sobre autonomia no Serviço Social.
Disponível em <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 6 - Número 2 - Jan/Jun 2004. Aces-
so em 03 fev. 2014.

SUGUIHIRO, Vera Lucia Tieko (at all). O serviço social em debate: fundamentos teórico-
metodológicos na contemporaneidade. Revista Multidisciplinar da UNIESP. Saber Acadê-
mico. n º 07 – Jun/2009.

TORRES, Mabel Mascarenhas. Atribuições Privativas Presentes no Exercício Profissional


do Assistente Social: uma contribuição para o debate. Libertas - Volume 1 - Número 2 –
Jun/2007. Disponível em: <http://www.mp.pb.gov.br/arquivos/psicosocial/servico_social/
atribuicoes.pdf> Acesso em 03 fev. 2014.

VELOSO, Renato. Serviço social, tecnologia da informação e trabalho. São Paulo: Cortez,
2011.

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GLOSSÁRIO
Estudo de Caso: atividade técnica utilizada durante o processo de acompanhamento, para
elaboração de diagnóstico sobre determinado indivíduo, família e grupo, visando à realização
de intervenções. Inclui coleta de dados sobre a história pessoal e social, sistematização das
informações e produção de conhecimento.

Diagnóstico Social: instrumento dinâmico que permite uma compreensão da realidade


social, incluindo a identificação das necessidades e a detecção dos problemas prioritários e
respectivas causalidades, bem como dos recursos e potencialidades locais, que constituem
reais oportunidades de desenvolvimento (DIAGNÓSTICO, s.d.).

Tradição Marxista: conjunto de elaborações teóricas formuladas pelas diversas correntes


do marxismo, a partir da Teoria Social de Marx.

Diretriz/Diretrizes: normas gerais de caráter permanente, que orientam a tomada de


decisão nos diversos escalões da organização, determinando prioridades e concentração
de esforços para empreendimentos de maior importância. Uma diretriz é composta por
uma meta e pelas medidas prioritárias e suficientes para atingi-la, princípios de exercício
profissional da avaliação de programas com os quais a maioria concorda.

Momento sensível: o momento sensível inclui tanto dados sensíveis (sensações,


percepções – que refletem as propriedades particulares dos objetos e dos objetos íntegros,
respectivamente) como elaborações mentais (representações – imagens sensoriais dos
objetos que não exercem uma ação no momento atual).

19
GABARITO
Questão 1

Resposta: Alternativa D.

Questão 2

Resposta: Alternativa B.

Questão 3

Resposta: Alternativa E.

Questão 4

Resposta: Alternativa A.

Questão 5

Resposta: Alternativa D.

Questão 6

Resposta: (p.167) O paradoxo, de acordo com Montano é propor que a primazia, o privilégio
da prática sobre a teoria, e construir um conjunto de procedimentos técnicos operativos,
que denominam de método profissional fundamentalmente interventivo (na prática) a partir
da adoção de um método dialético de conhecimento teórico-científico, de interpretação e
conhecimento da realidade.

Questão 7

Resposta: (p.171 - 173) O autor apresenta 2 equívocos: 1º- aqueles que defendem a
perspectiva praticista confundem a “prática profissional” com “prática social”. A prática
profissional, sendo parte da última, no entanto, não a esgota. 2º - Confundem “teoria” com
“abstração”, com “generalização” e/ou “sistematização”.

20
GABARITO
Questão 8

Resposta: Montano (2007) justifica que as inovações do “Método BH” não conseguiram
superar a segmentação positivista entre a ciência e técnica, a naturalização da realidade e
o apriorismo metodológico. “Estas contribuições estão aprisionadas, portanto, como afirma
Netto, num anel de ferro que não lhe permite consolidar a ruptura reproduzindo a essência
das práticas tradicionais” (p. 171).

Questão 9

Resposta: A resposta dessa pergunta dependerá da pesquisa realizada pela dupla. Após
a construção dos trabalhos as duplas poderão apresenta-los para sala, trocando assim,
informações sobre o tema.

Questão 10

Resposta: (p.181). Carlos Montano apresenta 3 itens que conceituam a teoria do serviço
Social e que devem ser elencados pelos alunos. Na mesma página apresenta a sua crítica a
este conceito, ou seja, ressalta que esta concepção condena o Serviço Social à subordinação
em face das outras disciplinas sociais, condena-o a produzir apenas um saber profissional
instrumental: o diagnóstico e a sistematização da sua “própria prática”

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