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Pesquisa de

Matemática
1ª ano

1º Bimestre
TEORIA DOS CONJUNTOS

No estudo de Conjuntos, trabalhamos com alguns conceitos primitivos, que devem ser entendidos e aceitos
sem definição. Para um estudo mais aprofundado sobre a Teoria dos Conjuntos, pode-se ler: Naive Set
Theory, P.Halmos ou Axiomatic Set Theory, P.Suppes. O primeiro deles foi traduzido para o português sob
o título (nada ingênuo de): Teoria Ingênua dos Conjuntos.

Alguns conceitos primitivos

Conjunto: representa uma coleção de objetos.

a. O conjunto de todos os brasileiros.


b. O conjunto de todos os números naturais.
c. O conjunto de todos os números reais tal que x²-4=0.

Em geral, um conjunto é denotado por uma letra maiúscula do alfabeto: A, B, C, ..., Z.

Elemento: é um dos componentes de um conjunto.

a. José da Silva é um elemento do conjunto dos brasileiros.


b. 1 é um elemento do conjunto dos números naturais.
c. -2 é um elemento do conjunto dos números reais que satisfaz à equação x²-4=0.

Em geral, um elemento de um conjunto, é denotado por uma letra minúscula do alfabeto: a, b, c, ..., z.

Pertinência: é a característica associada a um elemento que faz parte de um conjunto.

a. José da Silva pertence ao conjunto dos brasileiros.


b. 1 pertence ao conjunto dos números naturais.
c. -2 pertence ao conjunto de números reais que satisfaz à equação x²-4=0.

Símbolo de pertinência: Se um elemento pertence a um conjunto utilizamos o símbolo que se lê:


"pertence".

Para afirmar que 1 é um número natural ou que 1 pertence ao conjunto dos números naturais, escrevemos:

1 N

Para afirmar que 0 não é um número natural ou que 0 não pertence ao conjunto dos números naturais,
escrevemos:

0 N

Um símbolo matemático muito usado para a negação é a barra / traçada sobre o símbolo normal.

Algumas notações para conjuntos

Muitas vezes, um conjunto é representado com os seus elementos dentro de duas chaves { e } através de
duas formas básicas e de uma terceira forma geométrica:

Apresentação: Os elementos do conjunto estão dentro de duas chaves { e }.

a. A={a,e,i,o,u}
b. N={1,2,3,4,...}
c. M={João,Maria,José}
Descrição: O conjunto é descrito por uma ou mais propriedades.

a. A={x: x é uma vogal}


b. N={x: x é um número natural}
c. M={x: x é uma pessoa da família de Maria}

Diagrama de Venn-Euler: (lê-se: "Ven-óiler") Os conjuntos são mostrados graficamente.

Subconjuntos

Dados os conjuntos A e B, diz-se que A está contido em B, denotado por A B, se todos os elementos de A
também estão em B. Algumas vezes diremos que um conjunto A está propriamente contido em B, quando
o conjunto B, além de conter os elementos de A, contém também outros elementos. O conjunto A é
denominado subconjunto de B e o conjunto B é o superconjunto que contém A.

Alguns conjuntos especiais

Conjunto vazio: É um conjunto que não possui elementos. É representado por { } ou por Ø. O conjunto vazio
está contido em todos os conjuntos.

Conjunto universo: É um conjunto que contém todos os elementos do contexto no qual estamos trabalhando
e também contém todos os conjuntos desse contexto. O conjunto universo é representado por uma letra U.
Na sequência não mais usaremos o conjunto universo.

Reunião de conjuntos

A reunião dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao conjunto A ou ao


conjunto B.

A B = { x: x A ou x B}

Exemplo: Se A={a,e,i,o} e B={3,4} então A B={a,e,i,o,3,4}.

Interseção de conjuntos

A interseção dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao conjunto A e ao


conjunto B.

A B = { x: x Aex B}

Exemplo: Se A={a,e,i,o,u} e B={1,2,3,4} então A B=Ø.


Quando a interseção de dois conjuntos A e B é o conjunto vazio, dizemos que estes conjuntos são disjuntos.

Propriedades dos conjuntos

1. Fechamento: Quaisquer que sejam os conjuntos A e B, a reunião de A e B, denotada por A B e a


interseção de A e B, denotada por A B, ainda são conjuntos no universo.
2. Reflexiva: Qualquer que seja o conjunto A, tem-se que:

A A=A e A A=A

3. Inclusão: Quaisquer que sejam os conjuntos A e B, tem-se que:

A A B, B A B, A B A, A B B

4. Inclusão relacionada: Quaisquer que sejam os conjuntos A e B, tem-se que:

A B equivale a A B=B
A B equivale a A B=A

5. Associativa: Quaisquer que sejam os conjuntos A, B e C, tem-se que:

A (B C) = (A B) C
A (B C) = (A B) C

6. Comutativa: Quaisquer que sejam os conjuntos A e B, tem-se que:

A B=B A
A B=B A

7. Elemento neutro para a reunião: O conjunto vazio Ø é o elemento neutro para a reunião de conjuntos,
tal que para todo conjunto A, se tem:

A Ø=A

8. Elemento "nulo" para a interseção: A interseção do conjunto vazio Ø com qualquer outro conjunto A,
fornece o próprio conjunto vazio.

A Ø=Ø

9. Elemento neutro para a interseção: O conjunto universo U é o elemento neutro para a interseção de
conjuntos, tal que para todo conjunto A, se tem:

A U=A
10. Distributiva: Quaisquer que sejam os conjuntos A, B e C, tem-se que:

A (B C ) = (A B) (A C)
A (B C) = (A B) (A C)

Os gráficos abaixo mostram a distributividade.

Diferença de conjuntos

A diferença entre os conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao conjunto A


e não pertencem ao conjunto B.

A-B = {x: x Aex B}

Do ponto de vista gráfico, a diferença pode ser vista como:

Complemento de um conjunto

O complemento do conjunto B contido no conjunto A, denotado por CAB, é a diferença entre os conjuntos A
e B, ou seja, é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao conjunto A e não pertencem ao conjunto
B.

CAB = A-B = {x: x Aex B}

Graficamente, o complemento do conjunto B no conjunto A, é dado por:


Quando não há dúvida sobre o universo U em que estamos trabalhando, simplesmente utilizamos a
letra c posta como expoente no conjunto, para indicar o complemento deste conjunto. Muitas vezes usamos
a palavra complementar no lugar de complemento.

Exemplos: Øc=U e Uc=Ø.

Leis de Augustus De Morgan

1. O complementar da reunião de dois conjuntos A e B é a interseção dos complementares desses


conjuntos.

(A B)c = Ac Bc

2. O complementar da reunião de uma coleção finita de conjuntos é a interseção dos complementares


desses conjuntos.

(A1 A2 ... An)c = A1c A2c ... Anc

3. O complementar da interseção de dois conjuntos A e B é a reunião dos complementares desses


conjuntos.

(A B)c = Ac Bc

4. O complementar da interseção de uma coleção finita de conjuntos é a reunião dos complementares


desses conjuntos.

(A1 A2 ... An)c = A1c A2c ... Anc

Diferença simétrica

A diferença simétrica entre os conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem à reunião
dos conjuntos A e B e não pertencem à interseção dos conjuntos A e B.

A B = { x: x A B e x A B }

O diagrama de Venn-Euler para a diferença simétrica é:


FUNÇÕES
A função determina uma relação entre os elementos de dois conjuntos. Podemos defini-la utilizando uma
lei de formação, em que, para cada valor de x, temos um valor de f(x). Chamamos x de domínio e f(x) ou y
de imagem da função.
A formalização matemática para a definição de função é dada por: Seja X um conjunto com elementos de x
e Y um conjunto dos elementos de y, temos que:
f: x → y

Assim sendo, cada elemento do conjunto x é levado a um único elemento do conjunto y. Essa ocorrência é
determinada por uma lei de formação.
A partir dessa definição, é possível constatar que x é a variável independente e que y é a variável
dependente. Isso porque, em toda função, para encontrar o valor de y, devemos ter inicialmente o valor de
x.
Tipos de funções
As funções podem ser classificadas em três tipos, a saber:
 Função injetora ou injetiva
Nessa função, cada elemento do domínio (x) associa-se a um único elemento da imagem f(x). Todavia,
podem existir elementos do contradomínio que não são imagem. Quando isso acontece, dizemos que o
contradomínio e imagem são diferentes. Veja um exemplo:
 Conjunto dos elementos do domínio da função: D(f) = {-1,5, +2, +8}
 Conjunto dos elementos da imagem da função: Im(f) = {A, C, D}
 Conjunto dos elementos do contradomínio da função: CD(f) = {A, B, C, D}

 Função Sobrejetora ou sobrejetiva


Na função sobrejetiva, todos os elementos do domínio possue um elemento na imagem. Pode acontecer
de dois elementos do domínio possuírem a mesma imagem. Nesse caso, imagem e contradomínio
possuem a mesma quantidade de elementos.
 Conjunto dos elementos do domínio da função: D(f) = {-10, 2, 8, 25}
 Conjunto dos elementos da imagem da função: Im (f) = {A, B, C}
 Conjunto dos elementos do contradomínio da função: CD (f) = {A, B, C}

 Função bijetora ou bijetiva


Essa função é ao mesmo tempo injetora e sobrejetora, pois, cada elemento de x relaciona-se a um único
elemento de f(x). Nessa função, não acontece de dois números distintos possuírem a mesma imagem, e
o contradomínio e a imagem possuem a mesma quantidade de elementos.
 Conjunto dos elementos do domínio da função: D(f) = {-12, 0, 1, 5}
2
 Conjunto dos elementos da imagem da função: Im (f) = {A, B, C, D}
 Conjunto dos elementos do contradomínio da função: CD (f) = {A, B, C, D}

As funções podem ser representadas graficamente. Para que isso seja feito, utilizamos duas coordenadas,
que são x e y. O plano desenhado é bidimensional. A coordenada x é chamada de abscissa e a y, de
ordenada. Juntas em funções, elas formam leis de formação. Veja a imagem do gráfico do eixo x e y:
Do último ano do Fundamental e ao longo do Ensino Médio, geralmente estudamos doze funções, que são:
1 – Função constante;
2 – Função par;
3 – Função ímpar;
4 – Função afim ou polinomial do primeiro grau;
5 – Função Linear;
6 – Função crescente;
7 – Função decrescente;
8 – Função quadrática ou polinomial do segundo grau;
9 – Função modular;
10 – Função exponencial;
11 – Função logarítmica;
12 – Funções trigonométricas;
13 – Função raiz.

Mostraremos agora o gráfico e a fórmula geral de cada uma das funções listadas acima:

1 - Função constante
Na função constante, todo valor do domínio (x) tem a mesma imagem (y).
Fórmula geral da função constante:
f(x) = c
x = Domínio
f(x) = Imagem
c = constante, que pode ser qualquer número do conjunto dos reais.
Exemplo de gráfico da função constante: f(x) = 2
2 – Função Par
A função par é simétrica em relação ao eixo vertical, ou seja, à ordenada y. Entenda simetria como sendo
uma figura/gráfico que, ao dividi-la em partes iguais e sobrepô-las, as partes coincidem-se perfeitamente.
Fórmula geral da função par:
f(x) = f(- x)
x = domínio
f(x) = imagem
- x = simétrico do domínio
Exemplo de gráfico da função par: f(x) = x2

3 – Função ímpar
A função ímpar é simétrica (figura/gráfico que, ao dividi-la em partes iguais e sobrepô-las, as partes
coincidem-se perfeitamente) em relação ao eixo horizontal, ou seja, à abscissa x.
Fórmula geral da função ímpar
f(– x) = – f(x)
– x = domínio
f(– x) = imagem
- f(x) = simétrico da imagem
Exemplo de gráfico da função ímpar: f(x) = 3x
4 – Função afim ou polinomial do primeiro grau
Para saber se uma função é polinomial do primeiro grau, devemos observar o maior grau da variável x
(termo desconhecido), que sempre deve ser igual a 1. Nessa função, o gráfico é uma reta. Além disso, ela
possui: domínio x, imagem f(x) e coeficientes a e b.
Fórmula geral da função afim ou polinomial do primeiro grau
f(x) = ax + b
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente
b = coeficiente
Exemplo de gráfico da função polinomial do primeiro grau: f(x) = 4x + 1

5 – Função Linear
A função linear tem sua origem na função do primeiro grau (f(x) = ax + b). Trata-se de um caso particular,
pois b sempre será igual a zero.
Fórmula geral da função linear
f(x) = ax
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente
Exemplo de gráfico da função linear: f(x) = -x/3
6 – Função crescente
A função polinomial do primeiro grau será crescente quando o coeficiente a for diferente de zero e maior
que um (a > 1).
Fórmula geral da função crescente
f(x) = + ax + b
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente sempre positivo
b = coeficiente
Exemplo de gráfico da função crescente: f(x) = 5x

7 – Função decrescente
Na função decrescente, o coeficiente a da função do primeiro grau (f(x) = ax + b) é sempre negativo.
Fórmula geral da função decrescente
f(x) = - ax + b
x= domínio/ incógnita
f(x) = imagem
- a = coeficiente sempre negativo
b = coeficiente
Exemplo de gráfico da função decrescente: f(x) = - 5x
8 – Função quadrática ou polinomial do segundo grau
Identificamos que uma função é do segundo grau quando o maior expoente que acompanha a variável x
(termo desconhecido) é 2. O gráfico da função polinomial do segundo grau sempre será uma parábola. A
sua concavidade muda de acordo com o valor do coeficiente a. Sendo assim, se a é
positivo, a concavidade é para cima e, se for negativo, é para baixo.
Fórmula geral da função quadrática ou polinomial do segundo grau
f(x) = ax2 + bx + c
x = domínio
f(x) = imagem
a = coeficiente que determina a concavidade da parábola.
b = coeficiente.
c = coeficiente.
Exemplo de gráfico da função polinomial do segundo grau: f(x) = x2 – 6x + 5

9 – Função modular
A função modular apresenta o módulo, que é considerado o valor absoluto de um número e é caracterizado
por (| |). Como o módulo sempre é positivo, esse valor pode ser obtido tanto negativo quanto positivo.
Exemplo: |x| = + x ou |x| = - x.
Fórmula geral da função modular
f(x) = x, se x≥ 0

ou

f(x) = – x, se x < 0
x = domínio
f(x) = imagem
- x = simétrico do domínio
Exemplo de gráfico da função modular: f(x) =
10 – Função exponencial
Uma função será considerada exponencial quando a variável x estiver no expoente em relação à base de
um termo numérico ou algébrico. Caso esse termo seja maior que 1, o gráfico da função exponencial é
crescente. Mas se o termo for um número entre 0 e 1, o gráfico da função exponencial é decrescente.
Fórmula geral da função exponencial
f(x) = ax
a > 1 ou 0 < a < 1
x = domínio
f(x) = imagem
a = Termo numérico ou algébrico
Exemplo de gráfico da função exponencial crescente: f(x) = (2)x, para a = 2

Exemplo de gráfico da função exponencial decrescente: f(x) = (1/2)x para a = ½


11 - Função logarítmica
Na função logarítmica, o domínio é o conjunto dos números reais maiores que zero e o contradomínio é o
conjunto dos elementos dependentes da função, sendo todos números reais.
Fórmula geral da função logarítmica
f(x) = loga x
a = base do logaritmo
f(x) = Imagem/ logaritmando
x = Domínio/ logaritmo
Exemplo de gráfico da função logarítmica: f(x) = log10 (5x - 6)

12 – Funções trigonométricas
As funções trigonométricas são consideradas funções angulares e são utilizadas para o estudo dos
triângulos e em fenômenos periódicos. Podem ser caracterizadas como razão de coordenadas dos pontos
de um círculo unitário. As funções consideradas elementares são:
- Seno: f(x) = sen x
- Cosseno: f(x) = cos x
- Tangente: f(x) = tg x
Exemplo de gráfico da função trigonométrica seno: f(x) = sen (x + 2)

Exemplo de gráfico da função trigonométrica cosseno: f(x) = cos (x + 2)


Exemplo de gráfico da função tangente: f(x) = tg (x + 2)
13 – Função raiz
O que determina o domínio da função raiz é o termo n que faz parte do expoente. Se n for ímpar, o domínio
(x) será o conjunto dos números reais; se n for par, o domínio (x) será somente os números reais positivos.
Isso porque, quando o índice é par, o radicando (termo que fica dentro da raiz) não pode ser negativo.
Fórmula geral da função raiz
f(x) = x 1/n
f(x) = Imagem
x = domínio/ base
1/n = expoente
Exemplo de gráfico da função raiz: f(x) = (x)1/2

TEOREMA DE TALES
O Teorema de Tales é uma teoria aplicada na geometria acerca do conceito relacionado entre retas
paralelas e transversais.
O teorema foi desenvolvido pelo filósofo, astrônomo e matemático grego Tales de Mileto (624 a.C.- 558
a.C.) e, por isso, recebe esse nome.
O experimento de Tales foi realizado através da observação de uma sombra da pirâmide. A partir disso,
ele conseguiu calcular a altura da pirâmide Quéops, no Egito, com base na sombra que ela projetava.
Considerado o “Pai da Geometria Descritiva”, Tales contribuiu para o avanço dos estudos de razão e
proporção, que até os dias de hoje são utilizados para calcular distâncias.

Enunciado

O enunciado do Teorema de Tales é expresso pela sentença: “a interseção entre duas retas paralelas e
transversais formam segmentos proporcionais.”
Exemplo
Para compreender melhor o teorema de tales observe a figura abaixo:

Na figura acima as retas transversais u e v interceptam as retas paralelas r, s e t. Os pontos pertencentes


na reta u são: A, B e C; e na reta v, os pontos: M, N e O. Logo, de acordo com o Teorema de Tales:

Lê-se: AB está para BC, assim como DE está para EF.

Teorema de Tales nos Triângulos


O teorema de Tales também é aplicado em situações que envolvem triângulos. Veja abaixo um exemplo
em que se aplica o teorema:

De acordo com a semelhança de triângulos podemos afirmar que: o triângulo ABC é semelhante ao
triângulo AED. É representado da seguinte forma:
Δ ABC ~ Δ AED
TEOREMA DE PITÁGORAS
Os estudos trigonométricos possuem uma relação muito importante com o Teorema de Pitágoras, pois
através de sua aplicação determinamos valores de medidas desconhecidas. O teorema de Pitágoras é
uma expressão que pode ser aplicada em qualquer triângulo retângulo (triângulo que tem um ângulo de
90°).

a = hipotenusa
b = cateto
c = cateto

O teorema de Pitágoras diz que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos.

a2 = b2 + c2

Podemos utilizar esse teorema para facilitar o cálculo da diagonal de um quadrado e altura de um triângulo
equilátero (triângulo com os lados iguais).

Diagonal do quadrado.

O quadrado ABCD é uma figura que possui lados iguais e ângulos com medidas iguais a 90º graus.

O cálculo da sua diagonal (reta que parte do ponto B ao C ou do A ao D) será feito da seguinte forma:

Como não conhecemos o valor dos lados iremos chamá-los de l. A diagonal forma no quadrado um
triângulo retângulo ACD e é a partir daí que iremos calcular o valor da diagonal.
Aplicando o teorema de Pitágoras (d é a hipotenusa e l são os catetos), teremos:

Portanto, a diagonal do quadrado pode ser calculada por:

d = l √2

Altura do triângulo equilátero

Dado um triângulo equilátero ABC, com lados e ângulos iguais.

Traçando uma reta que parte de A e é perpendicular ao segmento BC teremos a altura desse triângulo (h).
Os lados serão chamados de l. Como todos os lados são iguais, a reta AH irá dividir a base BC em duas
partes iguais.

Traçando a altura no triângulo equilátero formaremos um triângulo retângulo AHC.

A partir daí encontraremos o valor da altura do triângulo equilátero que coincide com o cateto do triângulo
retângulo.
Portanto, a altura do triângulo equilátero será calculada por:
Pesquisa de
Matemática
1ª ano

2º Bimestre
FUNÇÃO DO 1º GRAU
Definição
Chama-se função polinomial do 1º grau, ou função afim, a qualquer função f de IR em IR dada por
uma lei da forma f(x) = ax + b, onde a e b são números reais dados e a 0.
Na função f(x) = ax + b, o número a é chamado de coeficiente de x e o número b é chamado termo
constante.
Veja alguns exemplos de funções polinomiais do 1º grau:
f(x) = 5x - 3, onde a = 5 e b = - 3
f(x) = -2x - 7, onde a = -2 e b = - 7
f(x) = 11x, onde a = 11 e b = 0

Gráfico
O gráfico de uma função polinomial do 1º grau, y = ax + b, com a 0, é uma reta oblíqua aos eixos Oxe
Oy.
Exemplo:
Vamos construir o gráfico da função y = 3x - 1:
Como o gráfico é uma reta, basta obter dois de seus pontos e ligá-los com o auxílio de uma régua:
a) Para x = 0, temos y = 3 · 0 - 1 = -1; portanto, um ponto é (0, -1).

b) Para y = 0, temos 0 = 3x - 1; portanto, e outro ponto é .

Marcamos os pontos (0, -1) e no plano cartesiano e ligamos os dois com uma reta.

x y
0 -1

Já vimos que o gráfico da função afim y = ax + b é uma reta.


O coeficiente de x, a, é chamado coeficiente angular da reta e, como veremos adiante, a está ligado à
inclinação da reta em relação ao eixo Ox.
O termo constante, b, é chamado coeficiente linear da reta. Para x = 0, temos y = a · 0 + b = b. Assim, o
coeficiente linear é a ordenada do ponto em que a reta corta o eixo Oy

Zero e Equação do 1º Grau


Chama-se zero ou raiz da função polinomial do 1º grau f(x) = ax + b, a 0, o número real x tal que f(x) =
0.
Temos:

f(x) = 0 ax + b = 0
Vejamos alguns exemplos:
1. Obtenção do zero da função f(x) = 2x - 5:

f(x) = 0 2x - 5 = 0
2. Cálculo da raiz da função g(x) = 3x + 6:
g(x) = 0 3x + 6 = 0 x = -2
3. Cálculo da abscissa do ponto em que o gráfico de h(x) = -2x + 10 corta o eixo das abicissas:
O ponto em que o gráfico corta o eixo dos x é aquele em que h(x) = 0; então:
h(x) = 0 -2x + 10 = 0 x=5

Crescimento e decrescimento
Consideremos a função do 1º grau y = 3x - 1. Vamos atribuir valores cada vez maiores a x e observar o
que ocorre com y:

x -3 -2 -1 0 1 2 3
y -10 -7 -4 -1 2 5 8

Notemos que, quando aumentos o valor de x, os correspondentes


valores de y também aumentam. Dizemos, então que a
função y = 3x - 1 é crescente.
Observamos novamente seu gráfico:

Regra geral:
a função do 1º grau f(x) = ax + b é crescente quando o coeficiente de x é positivo (a > 0);
a função do 1º grau f(x) = ax + b é decrescente quando o coeficiente de x é negativo (a < 0);
Justificativa:

 para a > 0: se x1 < x2, então ax1 < ax2. Daí, ax1 + b < ax2 + b, de onde vem f(x1) < f(x2).
 para a < 0: se x1 < x2, então ax1 > ax2. Daí, ax1 + b > ax2 + b, de onde vem f(x1) > f(x2).
 Sinal
 Estudar o sinal de uma qualquer y = f(x) é determinar os valor de x para os quais y é positivo, os
valores de x para os quais y é zero e os valores de x para os quais y é negativo.
Consideremos uma função afim y = f(x) = ax + b vamos estudar seu sinal. Já vimos que essa

função se anula pra raiz . Há dois casos possíveis:


 1º) a > 0 (a função é crescente)

 y>0 ax + b > 0 x>

 y<0 ax + b < 0 x<


 Conclusão: y é positivo para valores de x maiores que a raiz; y é negativo para valores de x
menores que a raiz

 2º) a < 0 (a função é decrescente)

 y>0 ax + b > 0 x<

 y<0 ax + b < 0 x>



 Conclusão: y é positivo para valores de x menores que a raiz; y é negativo para valores de x
maiores que a raiz.

RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIANGULO RETÂNGULO


Catetos e Hipotenusa
Em um triângulo chamamos o lado oposto ao ângulo reto de hipotenusa e os lados adjacentes de catetos.
Observe a figura:

Hipotenusa:

Catetos: e
Seno, Cosseno e Tangente
Considere um triângulo retângulo BAC:

Hipotenusa: , m( ) = a.

Catetos: , m( ) = b.
, m( ) = c.
Ângulos: , e .

Tomando por base os elementos desse triângulo, podemos definir as seguintes razões trigonométricas:

 Seno de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da
hipotenusa.

Assim:

 Cosseno de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto adjacente a esse ângulo e a medida da
hipotenusa.

Assim:
Tangente
 Tangente de um ângulo agudo é a razão entre a medida do cateto oposto e a medida do cateto adjacente a
esse ângulo.

Assim:

Exemplo:

Observações:
1. A tangente de um ângulo agudo pode ser definida como a razão entre seno deste ângulo e o seu cosseno.
Assim:

2. A tangente de um ângulo agudo é um número real positivo.


3. O seno e o cosseno de um ângulo agudo são sempre números reais positivos menores que 1, pois qualquer
cateto é sempre menor que a hipotenusa.
Considere as figuras:

Triângulo eqüilátero de lado I e


quadrado de lado l e diagonal

altura

Seno, cosseno e tangente de 30º


Aplicando as definições de seno, cosseno e tangente para os ângulos de 30º, temos:

Seno, cosseno e tangente de 45º


Aplicando as definições de seno, cosseno e tangente´para um ângulo de 45º, temos:

Seno, cosseno e tangente de 60º


Aplicando as definições de seno, cosseno e tangente para um ângulo de 60º, temos:
Resumindo
x sen x cos x tg x

30º

45º

60º
Pesquisa de
Matemática
1ª ano

3º Bimestre
FUNÇÃO DO 2º GRAU
Definição
Chama-se função quadrática, ou função polinomial do 2º grau, qualquer função f de IR em IR dada por uma lei da
forma f(x) = ax2 + bx + c, onde a, b e c são números reais e a 0.
Vejamos alguns exemplos de função quadráticas:

1. f(x) = 3x2 - 4x + 1, onde a = 3, b = - 4 e c = 1


2. f(x) = x2 -1, onde a = 1, b = 0 e c = -1
3. f(x) = 2x2 + 3x + 5, onde a = 2, b = 3 e c = 5
4. f(x) = - x2 + 8x, onde a = -1, b = 8 e c = 0
5. f(x) = -4x2, onde a = - 4, b = 0 e c = 0

Gráfico
O gráfico de uma função polinomial do 2º grau, y = ax2 + bx + c, com a 0, é uma curva chamada parábola.
Exemplo:
Vamos construir o gráfico da função y = x2 + x:
Primeiro atribuímos a x alguns valores, depois calculamos o valor correspondente de y e, em seguida, ligamos os
pontos assim obtidos.

x y
-3 6
-2 2
-1 0

0 0
1 2
2 6

Observação:
Ao construir o gráfico de uma função quadrática y = ax2 + bx + c, notaremos sempre que:
 se a > 0, a parábola tem a concavidade voltada para cima;
 se a < 0, a parábola tem a concavidade voltada para baixo;

Zero e Equação do 2º Grau


Chama-se zeros ou raízes da função polinomial do 2º grau f(x) = ax2 + bx + c , a 0, os números reais x tais que
f(x) = 0.
Então as raízes da função f(x) = ax2 + bx + c são as soluções da equação do 2º grau ax2 + bx + c = 0, as quais são
dadas pela chamada fórmula de Bhaskara:

Temos:

Observação
A quantidade de raízes reais de uma função quadrática depende do valor obtido para o radicando
, chamado discriminante, a saber:
 quando é positivo, há duas raízes reais e distintas;
 quando é zero, há só uma raiz real (para ser mais preciso, há duas raízes iguais);
 quando é negativo, não há raiz real.
 Coordenadas do vértice da parábola
 Quando a > 0, a parábola tem concavidade voltada para cima e um ponto de mínimo V; quando a < 0, a
parábola tem concavidade voltada para baixo e um ponto de máximo V.

 Em qualquer caso, as coordenadas de V são . Veja os gráficos:




 Imagem
 O conjunto-imagem Im da função y = ax2 + bx + c, a 0, é o conjunto dos valores que y pode
assumir. Há duas possibilidades:
 1ª - quando a > 0,


a>0



 2ª quando a < 0,


a<0
Construção da Parábola
É possível construir o gráfico de uma função do 2º grau sem montar a tabela de pares (x, y), mas seguindo apenas
o roteiro de observação seguinte:
1. O valor do coeficiente a define a concavidade da parábola;
2. Os zeros definem os pontos em que a parábola intercepta o eixo dos x;

3. O vértice V indica o ponto de mínimo (se a > 0), ou máximo (se a< 0);
4. A reta que passa por V e é paralela ao eixo dos y é o eixo de simetria da parábola;
5. Para x = 0 , temos y = a · 02 + b · 0 + c = c; então (0, c) é o ponto em que a parábola corta o eixo dos y.
Sinal
Consideramos uma função quadrática y = f(x) = ax2 + bx + c e determinemos os valores de x para os quais y é
negativo e os valores de x para os quais y é positivos.
Conforme o sinal do discriminante = b2 - 4ac, podemos ocorrer os seguintes casos:
1º - >0
Nesse caso a função quadrática admite dois zeros reais distintos (x1 x2). a parábola intercepta o eixo Ox em
dois pontos e o sinal da função é o indicado nos gráficos abaixo:

quando a > 0
y>0 (x < x1 ou x > x2)
y<0 x1 < x < x2

quando a < 0
y>0 x1 < x < x2
y<0 (x < x1 ou x > x2)
2º - =0

quando a > 0

quando a < 0

3º - <0
quando a > 0

quando a < 0

CIRCULO TRIGONOMÉTRICO
O círculo trigonométrico é uma circunferência de raio 1 usada para representar números reais relacionados
a ângulos. Sendo assim, cada ponto dessa circunferência está relacionado a um númeroreal, que, por sua
vez, representa um ângulo. Assim, é possível representar também valores de seno e cosseno.
O centro desse círculo está sobre o ponto O = (0,0) do plano cartesiano e, como o raio dele é 1, podemos
calcular seu comprimento da seguinte maneira:
C = 2·π·r

C = 2·π·1
C = 2·π

A ideia de volta
A ideia de volta está presente nos círculos trigonométricos. Como o comprimento da circunferência é 2·π,
podemos dizer que uma volta completa nesses círculos tem essa medida. Repare apenas que o ângulo
formado por essa volta mede 360°. Dessa maneira, o número 2·π relaciona-se com o ângulo 360°.
Assumindo que essas voltas sejam feitas no sentido anti-horário, vamos calcular o valor numérico e
o ângulo correspondente à meia-volta:
C = 2·π = π
2 2
Portanto, meia-volta é igual a π. O ângulo gerado por meia-volta é 180°, pois é metade de 360°.

Qualquer número real pode ser representado em um círculo trigonométrico. O comum, entretanto, é usar os
números que vão de 0 a 2·π e os ângulos referentes a esse intervalo. A figura a seguir mostra a localização
dos pontos correspondentes aos ângulos 0°, 90°, 180°, 270° e 360° e os números reais, em função de π,
relacionados.

Quadrantes
Os ângulos presentes na figura acima marcam posições muito importantes no círculo trigonométrico: os
chamados quadrantes. Eles são definidos no sentido anti-horário. Na figura a seguir, observe os quatro
quadrantes e sua localização no círculo trigonométrico.
Em cada um desses quadrantes pode ser encontrado um intervalo de números reais em função de π em
que cada valor está relacionado a um ângulo. Veja:
 Quadrante I: contém os números reais que vão de 0 até π/2 e os ângulos entre 0° e 90°.
 Quadrante II: contém os números reais que vão de π/2 até π e os ângulos entre 90° e 180°.
 Quadrante III: contém os números reais que vão de π até 3π/2 e os ângulos entre 180° e 270°.
 Quadrante VI: contém os números reais que vão de 3π/2 até 2π e os ângulos entre 270° e 360°.
Razão seno e razão cosseno
No círculo trigonométrico, é possível encontrar os valores de seno e de cosseno de um ângulo θ qualquer.
Para tanto, é necessário construir esse ângulo no círculo trigonométrico, como foi feito na imagem a seguir.

Note que, tomando os segmentos BC e AB, paralelos a AD e DC, respectivamente, temos um retângulo.
Podemos notar que a medida do lado CD = b1 é igual ao senθ, pois:
Senθ = CD = b1 = b1
AC 1
A medida do segmento AC é 1 porque AC é o raio da circunferência. Essa medida é a altura do retângulo.
A medida do segmento AD = a é igual ao cosθ, pois:
cosθ = AD = a = a
AC 1
Sendo assim, no círculo trigonométrico, as medidas de seno e cosseno de θ são iguais às medidas do
cateto oposto e adjacente a esse ângulo.
Podemos calcular agora os valores mais importantes para seno e cosseno. Observe no círculo
trigonométrico que:
 Quando θ = 0°, senθ = 0 e cosθ = 1.

 Quando θ = 90°, senθ = 1 e cosθ = 0.


 Quando θ = 180°, senθ = 0 e cosθ = – 1.
 Quando θ = 270°, senθ = – 1 e cosθ = 0.
 Quando θ = 360°, senθ e cosθ possuem os mesmos valores do caso em que θ é igual a 0°.
Nesse sentido, podemos saber os quadrantes nos quais o seno e o cosseno são positivos ou negativos.
Observe a figura a seguir:
Pesquisa de
Matemática
1ª ano

4º Bimestre
FUNÇÃO EXPONENCIAL

Chamamos de função as expressões que buscam a associação do valor do argumento x a um único valor
da função f(x). Podemos chegar a isso com uma fórmula, um relacionamento gráfico entre diagramas com
a representação de dois conjuntos, ou ainda com uma regra de associação. Quando falamos em funções
exponenciais, no entanto, estamos tratando das funções que crescem ou decrescem muito rapidamente,
desempenhando papéis importantes na matemática, física, química, e outras áreas que se envolvem com
a matemática.

O que são?

As funções exponenciais são todas as funções , definidas

por

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Podemos observar nesse tipo de função que f(x) = ax, sendo que a variável independente de x está no
expoente. A sempre será um número real, sendo a > 0 e a ≠ 1.

Mas por que a≠1? Caso a fosse igual a 1, teríamos uma função constante, e não exponencial, uma vez
que o número 1 elevado a qualquer número x real sempre resultará em 1. Por exemplo, f(x) =1x, que seria
o mesmo que f(x) = 1, ou seja, uma função constante.

E por que a deve ser maior que 0? Na potenciação, aprendemos que 00 é indeterminado e, portanto, f(x) =
0x seria um valor indeterminado quando x=0.

Não existem raízes reais de um radicando negativo e índice par, portanto, em caso de a<0, como em a=-3,
por exemplo, e x=1/4, o valor de f(x) nunca será um número real. Confira:

E, com esse resultado, concluímos que o valor não pertence aos números reais, uma vez que

Plano Cartesiano e representações exponenciais

Quando queremos representar as funções exponenciais por meio de um gráfico, podemos seguir da
mesma forma como é feito com a função quadrática: determinamos alguns valores para x, montamos uma
tabela com esses valores para f(x) e localizamos os pontos no plano cartesiano para, finalmente, traçar a
curva do gráfico.

Por exemplo:

Para a função f(x) = 1,8x, determinamos que os valores para x são:

-6, -3, -1, 0, 1 e 2.


Com isso, podemos montar a tabela como demonstrado abaixo:

x y = 1,8x

-6 y = 1,8-6 = 0,03

-3 y = 1,8-3 = 0,17

-1 y = 1,8-1 = 0,56

0 y = 1,80 = 1

1 y = 1,81 = 1,8

2 y = 1,82 = 3,24

Abaixo, confira o gráfico obtido a partir dessa função exponencial e da obtenção dos pontos da tabela:

Função exponencial crescente ou decrescente

As funções exponenciais, assim como as funções normais, podem ser classificadas como crescentes ou
decrescentes, dependendo de a base a ser maior ou menor que 1.

Função exponencial crescente: é quando a > 1, independente do valor de x. Confira no gráfico abaixo que
à medida que o valor de x aumenta, f(x) ou y também aumentam.

Função exponencial decrescente: é quando 0 < a < 1, de forma que teremos uma função exponencial
decrescente em todo o domínio da função. No gráfico abaixo, confira que, em contraposição ao gráfico
anterior, à medida que o valor de x aumenta, o y diminui.
RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NA CIRCUNFERÊNCIA: SENO, COSSENO E
TANGENTE
Seno de um ângulo

Considere um ponto R sobre a circunferência e a sua projeção sobre o eixo vertical, ponto R’.
Chamaremos o eixo vertical de eixo dos senos. O segmento OR’ será o seno de PR.
Obs.: Verifique a devida existência do triângulo retângulo ORR’.

Cosseno de um ângulo

Considere um ponto R sobre a circunferência e a sua projeção sobre o eixo horizontal R’. Chamaremos o
eixo horizontal de eixo dos cossenos. O segmento OR’ será o cosseno de PR.

Tangente de um ângulo

Para obter a tangente de um arco devemos traçar um terceiro eixo que tangencia o ponto A. Ao unirmos a
extremidade do arco AX (ponto X) ao centro O e prolongando o raio da circunferência, ele interceptará o
eixo das tangentes.
Definimos então que sendo x no 1º quadrante, Tgx = AR > 0
BIBLIOGRAFIA:
http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/medio/conjuntos/conjunto.htm
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/matematica/funcao.htm
https://www.todamateria.com.br/teorema-de-tales/
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/matematica/o-teorema-pitagoras-aplicado-no-estudo-
trigonometria.htm

http://www.somatematica.com.br/emedio/funcao1/funcao1
http://www.somatematica.com.br/fundam/raztrig/razoes.php

http://www.somatematica.com.br/emedio/funcao2/funcao.php
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/matematica/circulo-trigonometrico.htm

https://www.estudopratico.com.br/funcao-exponencial-definicao-tipos-e-exemplos/
http://brasilescola.uol.com.br/matematica/seno-coseno-tangente-circunferencia-trigonometrica.htm