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Síntese sobre Guarda Compartilhada dos Concurseiros

de Serviço Social

➔ Tempo de Convívio

O tempo de convívio com os filhos deve ser dividido de forma equilibrada com a mãe e

com o pai, sempre tendo em vista as condições fáticas e os interesses dos filhos.

➔ Cidade

A cidade considerada base de moradia dos filhos será aquela que melhor atender o

interesse dos filhos.

➔ É aplicada

Quando o pai e mãe não entram em acordo quanto a guarda dos filhos, sendo ambos os

genitores considerados aptos, salvo se um dos genitores declare ao magistrado não

querer a guarda.
➔ No estabelecimento

✔ das atribuições do pai e da mãe

✔ do período de convivência

Atenção!!

O juiz pode, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, poderá basear-se

em orientação técnico-profissional de equipe interdisciplinar, que deve visar a divisão

equilibrada do tempo.

Informações Importantes

A alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula de

guarda unilateral ou compartilhada poderá implicar a redução de prerrogativas

atribuídas ao seu detentor.

Se o juiz verificar que o filho não deve permanecer sob a guarda do pai ou da

mãe, deferirá a guarda a pessoa que revele compatibilidade com a natureza da medida,

considerados, de preferência, o grau de parentesco e as relações de afinidade e

afetividade.

Qualquer estabelecimento público ou privado é obrigado a prestar informações a

qualquer dos genitores sobre os filhos destes, sob pena de multa de R$ 200,00

(duzentos reais) a R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia pelo não atendimento da

solicitação”.

Em sede de medida cautelar de separação de corpos, em sede de medida cautelar de

guarda ou em outra sede de fixação liminar de guarda, a decisão sobre guarda de

filhos, mesmo que provisória, será proferida preferencialmente após a oitiva de

ambas as partes perante o juiz, salvo se a proteção aos interesses dos filhos exigir a

concessão de liminar sem a oitiva da outra parte, aplicando-se as disposições do art.

1.584”.

➔ A guarda unilateral

✔ obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os interesses dos filhos,
e, para possibilitar tal supervisão, qualquer dos genitores sempre será parte legítima

para solicitar informações e/ou prestação de contas, objetivas ou subjetivas, em

assuntos ou situações que direta ou indiretamente afetem a saúde física e

psicológica e a educação de seus filhos”.

Compete a ambos os pais, qualquer que seja a sua situação conjugal, o pleno exercício

do poder familiar, que consiste em, quanto aos filhos:

✔ dirigir-lhes a criação e a educação;

✔ exercer a guarda unilateral ou compartilhada nos termos do art. 1.584;

✔ conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para casarem;

✔ conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para viajarem ao exterior;

✔ conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para mudarem sua residência

permanente para outro Município;

✔ nomear-lhes tutor por testamento ou documento autêntico, se o outro dos pais

não lhe sobreviver, ou o sobrevivo não puder exercer o poder familiar;

✔ representá-los judicial e extrajudicialmente até os 16 (dezesseis) anos, nos atos

da vida civil, e assisti-los, após essa idade, nos atos em que forem partes, suprindo-lhes

o consentimento;

✔ reclamá-los de quem ilegalmente os detenha;

✔ exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e

condição.”
Síntese sobre Alienação Parental
➔ Formas Exemplificativas de atos de alienação parental

1) Realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da

paternidade ou maternidade;

2) Dificultar o exercício da autoridade parental;

3) Dificultar contato de criança ou adolescente com genitor;

4) Dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar;

5) Omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a

criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço;

6) Apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós,

para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente;

7) Mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando a dificultar a

convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com

avós.

Além dessas formas constituem atos de alienação parental os assim declarados pelo

juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com auxílio de terceiros

➔ Declarado indício de ato de alienação parental

✔ a requerimento ou de ofício

✔ em qualquer momento processual

✔ em ação autônoma ou incidentalmente

O processo terá tramitação prioritária, e o juiz determinará:

✔ ·com urgência

✔ ·ouvido o Ministério Público

As medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica da


criança ou do adolescente, inclusive para assegurar sua convivência com genitor ou

viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos, se for o caso.

Assegurar-se-á à criança ou adolescente e ao genitor garantia mínima de visitação

assistida, ressalvados os casos em que há iminente risco de prejuízo à integridade

física ou psicológica da criança ou do adolescente, atestado por profissional

eventualmente designado pelo juiz para acompanhamento das visitas.


Havendo indício da prática de ato de alienação parental, em ação autônoma ou incidental,

o juiz, se necessário, determinará perícia psicológica ou biopsicossocial.

Da Perícia psicológica ou biopsicossocial


O laudo pericial terá base em ampla avaliação psicológica ou biopsicossocial, conforme

o caso, compreendendo, inclusive, entrevista pessoal com as partes, exame de

documentos dos autos, histórico do relacionamento do casal e da separação, cronologia

de incidentes, avaliação da personalidade dos envolvidos e exame da forma como a

criança ou adolescente se manifesta acerca de eventual acusação contra genitor.

A perícia será realizada por profissional ou equipe multidisciplinar habilitados, exigido,

em qualquer caso, aptidão comprovada por histórico profissional ou acadêmico para

diagnosticar atos de alienação parental.

O perito ou equipe multidisciplinar designada para verificar a ocorrência de alienação

parental terá prazo de 90 (noventa) dias para apresentação do laudo, prorrogável

exclusivamente por autorização judicial baseada em justificativa circunstanciada.

Caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer conduta que dificulte a

convivência de criança ou adolescente com genitor, em ação autônoma ou incidental, o

juiz poderá, cumulativamente ou não, sem prejuízo da decorrente responsabilidade civil

ou criminal e da ampla utilização de instrumentos processuais aptos a inibir ou atenuar

seus efeitos, segundo a gravidade do caso:

✔ declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador


✔ ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado;

✔ estipular multa ao alienador;

✔ determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;

✔ determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão;

✔ determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou adolescente;

✔ declarar a suspensão da autoridade parental.

Caracterizado mudança abusiva de endereço, inviabilização ou obstrução à convivência

familiar, o juiz também poderá inverter a obrigação de levar para ou retirar a criança

ou adolescente da residência do genitor, por ocasião das alternâncias dos períodos de

convivência familiar.

A atribuição ou alteração da guarda, nas hipóteses em que seja inviável a guarda

compartilhada, dar-se-á

✔ ·por preferência ao genitor que viabiliza a efetiva convivência da criança ou

adolescente com o outro genitor

Atenção!!

A alteração de domicílio da criança ou adolescente é irrelevante para a determinação da

competência relacionada às ações fundadas em direito de convivência familiar, salvo se

decorrente de consenso entre os genitores ou de decisão judicial.

Questões de Concursos

FGV - 2015 - DPE-RO - Analista da Defensoria Pública - Analista em Psicologia

1-A Lei nº 13.058/2014 regulamenta a aplicação da guarda compartilhada de forma mais

clara, corrigindo alguns pontos da lei anterior, Lei nº 11.698/2008. De acordo com a

nova lei:

(A) a guarda compartilhada deve ser aplicada sempre que possível;

(B) os filhos devem revezar a moradia entre os pais, salvo se a criança não demonstrar

interesse;
(C) a guarda compartilhada não será aplicada se não houver concordância de um ou

ambos os pais;

(D) o juiz pode basear-se em orientação técnico-profissional para estabelecer

atribuições parentais e períodos de convivência sob guarda compartilhada;

(E) uma vez decretada a guarda compartilhada, o pagamento de pensão, se houver,

deverá ser dividido pela metade.

FAPERP - 2012 - TJ-PB - Analista Judiciário - Psicologia

2-(...) responsabilização conjunta e o exercício de direitos e deveres do pai e da mãe

que não vivam sob o mesmo teto, concernentes ao poder familiar dos filhos comuns" (Lei

No. 11.698/98). Esta definição diz respeito à:

(A) Guarda Alternada

(B) Guarda Compartilhada

(C) Guarda Unilateral

(D) Guarda Parcial

FCC - 2015 - DPE-SP - Assistente Social

3-A Lei no 11.698/2008 estabelece a guarda compartilhada para os pais que estiverem

em processo de separação, visando a divisão de responsabilidades e despesas quanto ao

desenvolvimento e educação dos filhos. Define-se guarda compartilhada como

(A) uma forma do filho de pais separados permanecerem sob autoridade equivalente de

ambos.

(B) uma forma de estabelecer sistema de visitação ao filho que está sob a guarda de um

dos pais.
(C) uma forma do filho de pais separados decidir com qual dos pais ele deseja morar

definitivamente.

(D) um sistema de rodiziamento estabelecido entre os pais para divisão de despesas

com o filho.

(E) um sistema determinado pelos pais para o acompanhamento da vida escolar do filho.

CESPE - 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário - Psicologia

4-No caso de um dos genitores revelar melhores condições para exercer seu papel e,

objetivamente, mais aptidão para propiciar aos filhos saúde, segurança e educação, a ele

será atribuída

(A) guarda parental.

(B)Guarda física.

(C) guarda conjunta.

(D) guarda compartilhada.

(E) guarda unilateral.

FGV - 2015 - TJ-BA - Analista Judiciário - Psicologia

5-Já foram proferidas pela justiça brasileira sentenças determinando que pais

pagassem indenizações por danos morais aos seus filhos. Por um lado, se a justiça tem a

tarefa de chamar a atenção para a importância da convivência familiar, por outro lado,

deve-se levar em conta que a sociedade, a família e a legislação contribuíram

historicamente para o afastamento paterno em relação à prole. Fazendo frente a esse

elemento histórico, temos em nossas leis um expediente que legitima pai e mãe a

assumirem a criação dos filhos de forma corresponsável, qual seja:

(A) guarda alternada;

(B) guarda exclusiva;

(C) guarda compartilhada;

(D) tutela antecipada;


(E) visitação livre.

FCC - 2012 - MPE-AP - Analista Ministerial – Psicologia

6-Sobre a alienação parental pode-se afirmar que

(A) é um conceito que absolutiza a visão de que pais movidos pelo sentimento de

vingança ou por alguma patologia induzem seus filhos.

(B) é um quadro conhecido como Síndrome e está incluído no DSM-IV.

(C) estudos demonstram que não existe o quadro nos divórcios litigiosos.

(D) nunca traz efeitos colaterais no desenvolvimento emocional dos filhos posto que a

trama do divórcio é mais eficaz na produção de danos.

(E) é um conceito cuja legislação nacional está organizada e prevê pena privativa de

liberdade ao alienador.

FGV - 2014 - DPE-RJ - Técnico Superior Especializado - Serviço Social

7-Acompanhando os pareceres técnicos de um assistente social e de um psicólogo da

equipe multidisciplinar de uma Vara de Família, nos quais se concluía que o pai e mãe de

um menino de 7 anos, recém separados, reuniam plenas condições de assumir os deveres

parentais para com o filho, o juiz decide estabelecer a Guarda Compartilhada.

Inconformada, a mãe decide recorrer da sentença, alegando que a equipe técnica e o

juiz da primeira instância ignoraram totalmente os fatos exaustivamente comprovados

na ação, segundo os quais o ex-marido é incapaz de compartilhar com ela a educação e os

cuidados básicos do filho, já que é pessoa não confiável, com sérios desvios morais e de

caráter, irresponsável, traidor, e que, como mãe, tem o dever de proteger seu filho das

más influências e de usar todos os recursos para impedir que o menino conviva num

ambiente imoral, desregrado e nocivo, como é o que agora o ex-marido divide com a

atual companheira. O discurso e as intenções manifestas dessa mãe podem caracterizar

a prática de
(A) denunciação caluniosa.

(B) alienação parental.

(C) síndrome da alienação parental.

(D) desejo de vingança.

(E) calúnia e difamação.

FCC - 2015 - DPE-SP - Assistente Social

8-A alienação parental configura-se como a interferência na formação psicológica da

criança ou do adolescente, desenvolvida por um dos pais, avós ou outra pessoa que tenha

a guarda do menor. Tal atitude visa o rompimento de vínculos afetivos com um dos

genitores e pode causar

(A) comportamento agressivo entre o filho e o novo cônjuge.

(B) planejamento para o acompanhamento do filho.

(C) desenvolvimento de uma visão distorcida sobre um dos pais.

(D) estreitamento dos vínculos com os pais.

(E) situações de desresponsabilização por parte de um dos pais.

GABARITO DO SIMULADO
1-D 2-D 3-A 4-E 5-C 6-A 7-B 8-C

Concurseiros de Serviço Social estude agora as leis que

foram esquematizadas anteriormente.

Lei da Guarda Compartilhada


A lei LEI 11.698/2014 está no edital do concurso do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo e também irá ser cobrada no concurso do Tribunal de Justiça do Estado do

Paraná. Essa lei objetiva Altera os arts. 1.583 e 1.584 da Lei n o10.406, de 10 de janeiro

de 2002 – Código Civil, para instituir e disciplinar a guarda compartilhada .

Art. 1o Os arts. 1.583 e 1.584 da Lei n o 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil,

passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1.583. A guarda será unilateral ou compartilhada.

§ 1o Compreende-se por guarda unilateral a atribuída a um só dos genitores

ou a alguém que o substitua (art. 1.584, § 5 o) e, por guarda compartilhada a

responsabilização conjunta e o exercício de direitos e deveres do pai e da

mãe que não vivam sob o mesmo teto, concernentes ao poder familiar dos

filhos comuns.

§ 2o A guarda unilateral será atribuída ao genitor que revele melhores

condições para exercê-la e, objetivamente, mais aptidão para propiciar aos

filhos os seguintes fatores:

I – afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;

II – saúde e segurança;

III – educação.

§ 3o A guarda unilateral obriga o pai ou a mãe que não a detenha a

supervisionar os interesses dos filhos.

§ 4o (VETADO).” (NR)

“Art. 1.584. A guarda, unilateral ou compartilhada, poderá ser:


I – requerida, por consenso, pelo pai e pela mãe, ou por qualquer deles, em

ação autônoma de separação, de divórcio, de dissolução de união estável ou em

medida cautelar;

II – decretada pelo juiz, em atenção a necessidades específicas do filho, ou

em razão da distribuição de tempo necessário ao convívio deste com o pai e

com a mãe.

§ 1o Na audiência de conciliação, o juiz informará ao pai e à mãe o significado

da guarda compartilhada, a sua importância, a similitude de deveres e direitos

atribuídos aos genitores e as sanções pelo descumprimento de suas cláusulas.

§ 2o Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho,

será aplicada, sempre que possível, a guarda compartilhada.

§ 3o Para estabelecer as atribuições do pai e da mãe e os períodos de

convivência sob guarda compartilhada, o juiz, de ofício ou a requerimento do

Ministério Público, poderá basear-se em orientação técnico-profissional ou de

equipe interdisciplinar.

§ 4o A alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula

de guarda, unilateral ou compartilhada, poderá implicar a redução de

prerrogativas atribuídas ao seu detentor, inclusive quanto ao número de horas

de convivência com o filho.

§ 5o Se o juiz verificar que o filho não deve permanecer sob a guarda do pai

ou da mãe, deferirá a guarda à pessoa que revele compatibilidade com a

natureza da medida, considerados, de preferência, o grau de parentesco e as

relações de afinidade e afetividade.” (NR)

Art. 2o Esta Lei entra em vigor após decorridos 60 (sessenta) dias de sua publicação.
Lei da Nova Guarda Compartilhada

LEI 13.058/2014 estabelece o significado da expressão “guarda compartilhada” e

dispor sobre sua aplicação.

Art. 1o Esta Lei estabelece o significado da expressão “guarda compartilhada” e dispõe

sobre sua aplicação, para o que modifica os arts. 1.583, 1.584, 1.585 e 1.634 da Lei

no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil).

Art. 2o A Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as

seguintes alterações:

“Art. 1.583. ......................;;;........................................

§ 2o Na guarda compartilhada, o tempo de convívio com os filhos deve ser

dividido de forma equilibrada com a mãe e com o pai, sempre tendo em vista

as condições fáticas e os interesses dos filhos.

I - (revogado);

II - (revogado);

III - (revogado).

§ 3º Na guarda compartilhada, a cidade considerada base de moradia dos filhos será

aquela que melhor atender aos interesses dos filhos.


..............................................................................................

§ 5º A guarda unilateral obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os

interesses dos filhos, e, para possibilitar tal supervisão, qualquer dos genitores

sempre será parte legítima para solicitar informações e/ou prestação de contas,

objetivas ou subjetivas, em assuntos ou situações que direta ou indiretamente afetem

a saúde física e psicológica e a educação de seus filhos.” (NR)

“Art. 1.584. .................................................................

§ 2o Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho,

encontrando-se ambos os genitores aptos a exercer o poder familiar, será aplicada a

guarda compartilhada, salvo se um dos genitores declarar ao magistrado que não

deseja a guarda do menor.

§ 3o Para estabelecer as atribuições do pai e da mãe e os períodos de convivência sob

guarda compartilhada, o juiz, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, poderá

basear-se em orientação técnico-profissional ou de equipe interdisciplinar, que deverá

visar à divisão equilibrada do tempo com o pai e com a mãe.

§ 4o A alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula de guarda

unilateral ou compartilhada poderá implicar a redução de prerrogativas atribuídas ao

seu detentor.

§ 5o Se o juiz verificar que o filho não deve permanecer sob a guarda do pai ou da mãe,

deferirá a guarda a pessoa que revele compatibilidade com a natureza da medida,


considerados, de preferência, o grau de parentesco e as relações de afinidade e

afetividade.

§ 6o Qualquer estabelecimento público ou privado é obrigado a prestar informações a

qualquer dos genitores sobre os filhos destes, sob pena de multa de R$ 200,00

(duzentos reais) a R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia pelo não atendimento da

solicitação.” (NR)

“Art. 1.585. Em sede de medida cautelar de separação de corpos, em sede de medida

cautelar de guarda ou em outra sede de fixação liminar de guarda, a decisão sobre

guarda de filhos, mesmo que provisória, será proferida preferencialmente após a oitiva

de ambas as partes perante o juiz, salvo se a proteção aos interesses dos filhos exigir a

concessão de liminar sem a oitiva da outra parte, aplicando-se as disposições do art.

1.584.” (NR)

“Art. 1.634. Compete a ambos os pais, qualquer que seja a sua situação conjugal, o pleno

exercício do poder familiar, que consiste em, quanto aos filhos:

I - dirigir-lhes a criação e a educação;

II - exercer a guarda unilateral ou compartilhada nos termos do art. 1.584;

III - conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para casarem;

IV - conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para viajarem ao exterior;


V - conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para mudarem sua residência

permanente para outro Município;

VI - nomear-lhes tutor por testamento ou documento autêntico, se o outro dos pais não

lhe sobreviver, ou o sobrevivo não puder exercer o poder familiar;

VII - representá-los judicial e extrajudicialmente até os 16 (dezesseis) anos, nos atos

da vida civil, e assisti-los, após essa idade, nos atos em que forem partes, suprindo-

lhes o consentimento;

VIII - reclamá-los de quem ilegalmente os detenha;

IX - exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e

condição.” (NR)

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Lei da Alienação Parental

LEI 12.318/2010 Dispõe sobre a alienação parental e altera o art. 236 da Lei
no 8.069, de 13 de julho de 1990.

Art. 1o Esta Lei dispõe sobre a alienação parental.

Art. 2o Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica

da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou


pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância

para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de

vínculos com este.

Parágrafo único. São formas exemplificativas de alienação parental, além dos atos

assim declarados pelo juiz ou constatados por perícia, praticados diretamente ou com

auxílio de terceiros:

I - realizar campanha de desqualificação da conduta do genitor no exercício da

paternidade ou maternidade;

II - dificultar o exercício da autoridade parental;

III - dificultar contato de criança ou adolescente com genitor;

IV - dificultar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar;

V - omitir deliberadamente a genitor informações pessoais relevantes sobre a criança

ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço;

VI - apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós,

para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente;

VII - mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando a dificultar a

convivência da criança ou adolescente com o outro genitor, com familiares deste ou com

avós.

Art. 3o A prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou

do adolescente de convivência familiar saudável, prejudica a realização de afeto nas

relações com genitor e com o grupo familiar, constitui abuso moral contra a criança ou o

adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou

decorrentes de tutela ou guarda.


Art. 4o Declarado indício de ato de alienação parental, a requerimento ou de ofício, em

qualquer momento processual, em ação autônoma ou incidentalmente, o processo terá

tramitação prioritária, e o juiz determinará, com urgência, ouvido o Ministério Público,

as medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica da

criança ou do adolescente, inclusive para assegurar sua convivência com genitor ou

viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos, se for o caso.

Parágrafo único. Assegurar-se-á à criança ou adolescente e ao genitor garantia mínima

de visitação assistida, ressalvados os casos em que há iminente risco de prejuízo à

integridade física ou psicológica da criança ou do adolescente, atestado por profissional

eventualmente designado pelo juiz para acompanhamento das visitas.

Art. 5o Havendo indício da prática de ato de alienação parental, em ação autônoma ou

incidental, o juiz, se necessário, determinará perícia psicológica ou biopsicossocial.

§ 1o O laudo pericial terá base em ampla avaliação psicológica ou biopsicossocial,

conforme o caso, compreendendo, inclusive, entrevista pessoal com as partes, exame de

documentos dos autos, histórico do relacionamento do casal e da separação, cronologia

de incidentes, avaliação da personalidade dos envolvidos e exame da forma como a

criança ou adolescente se manifesta acerca de eventual acusação contra genitor.

§ 2o A perícia será realizada por profissional ou equipe multidisciplinar habilitados,

exigido, em qualquer caso, aptidão comprovada por histórico profissional ou acadêmico

para diagnosticar atos de alienação parental.

§ 3o O perito ou equipe multidisciplinar designada para verificar a ocorrência de

alienação parental terá prazo de 90 (noventa) dias para apresentação do laudo,

prorrogável exclusivamente por autorização judicial baseada em justificativa

circunstanciada.
Art. 6o Caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer conduta que

dificulte a convivência de criança ou adolescente com genitor, em ação autônoma ou

incidental, o juiz poderá, cumulativamente ou não, sem prejuízo da decorrente

responsabilidade civil ou criminal e da ampla utilização de instrumentos processuais

aptos a inibir ou atenuar seus efeitos, segundo a gravidade do caso:

I - declarar a ocorrência de alienação parental e advertir o alienador;

II - ampliar o regime de convivência familiar em favor do genitor alienado;

III - estipular multa ao alienador;

IV - determinar acompanhamento psicológico e/ou biopsicossocial;

V - determinar a alteração da guarda para guarda compartilhada ou sua inversão;

VI - determinar a fixação cautelar do domicílio da criança ou adolescente;

VII - declarar a suspensão da autoridade parental.

Parágrafo único. Caracterizado mudança abusiva de endereço, inviabilização ou

obstrução à convivência familiar, o juiz também poderá inverter a obrigação de levar

para ou retirar a criança ou adolescente da residência do genitor, por ocasião das

alternâncias dos períodos de convivência familiar.

Art. 7o A atribuição ou alteração da guarda dar-se-á por preferência ao genitor que

viabiliza a efetiva convivência da criança ou adolescente com o outro genitor nas

hipóteses em que seja inviável a guarda compartilhada.

Art. 8o A alteração de domicílio da criança ou adolescente é irrelevante para a

determinação da competência relacionada às ações fundadas em direito de convivência

familiar, salvo se decorrente de consenso entre os genitores ou de decisão judicial.

Art. 9o (VETADO)

Art. 10. (VETADO)


Art. 11. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Concurseiros de Serviço Social esperamos que essa apostila tenha te

ajudado e que você consiga ser aprovado nos concursos de serviço

social. Conheça os nossos materiais que vão te ajudar em seus estudos

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Número do Valor: Conteúdo


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Com esse material você receberá mais de 800 questões, sendo
elas de: Direito Constitucional (100 questões), Administrativo
(200 questões), Previdenciário (200 questões) e Serviço Social
(200 questões). Recebera também nossa apostila de português
para concursos com conteúdo e mais 200 questões e nossa
apostila com as sínteses dos conteúdos de serviço social mais
cobrado em concursos.
Material 2 R$30,00 SERVIÇO SOCIAL PARA OS TRIBUNAIS

1- Ele tem 400 questões de Serviço Social Comentada;


2- 400 Questões de Direito Administrativo todo comentado;
3- 350 de direito Constitucional Comentado;
4- 100 questões de Português gabaritadas;
5- Indicação de leitura dos textos mais cobrados em concursos.
Material 3 R$10,00 RESUMÃO DOS FUNDAMENTOS HISTÓRICOS,
TEÓRICOS E METOLÓGICO DO SERVIÇO SOCIAL
PARA CONCURSOS

1. TRAJETÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL NO MUNDO

2. TRAJETÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL

3. MOTIVOS PARA O SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO


BUSCAR INSPIRAÇÃO NO SERVIÇO SOCIAL NORTE
AMERICANO

4. A INFLUÊNCIA NORTE AMERICANA NO SERVIÇO


SOCIAL BRASILEIRO

5. A EVOLUÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E


SEUS GANHOS

6. CRISE DO SERVIÇO SOCIAL TRADICIONAL

7. O MOVIMENTO DE RECONCEITUAÇÃO DO SERVIÇO


SOCIAL BRASILEIRO

8. INSTITUCIONALIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA


AMÉRICA LATINA
9. MOVIMENTO DE RECONCEITUAÇÃO NA AMÉRICA
LATINA

10. A INFLUÊNCIA DAS CORRENTES TEÓRICAS E


FILOSÓFICAS NA CONSTRUÇÃO TEÓRICO-
METODOLÓGICA DO SERVIÇO SOCIAL

11. OS FUNDAMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL NA


CONTEMPORANEIDADE

Material 4 R$10,00 220 QUESTÕES DE SERVIÇO SOCIAL DA BANCA


CESPE/UNB
COMENTADAS

Com esse material você terá: 220 QUESTÕES DE SERVIÇO


SOCIAL DA CESPE/UNB comentadas. As questões estão
detalhadamente comentadas.
Material 5 R$10,00 RESUMÃO DA QUESTÃO SOCIAL PARA CONCURSOS
DE SERVIÇO SOCIAL

*Surgimento da Expressão “Questão Social”


*Conceito de Questão Social
*Velha Questão Social x Nova Questão Social
Abordagem dos diferentes autores

1-José Paulo Netto

2-Marilda Iamamoto

3-Esquema da Questão Social baseado em Iamamoto

4-Maria Carmelita Yazbeck

5-Ana Elizabete Mota


6-Robert Castel

7-Pierre Rosavallon

*Questão Social: objeto de trabalho do Serviço Social

*Questões comentadas

*Simulado com Questões

Material 6 R$10,00 RESUMÃO DO PROJETO ÉTICO POLÍTICO DO


SERVIÇO SOCIAL PARA CONCURSOS

1-Ontologia do Ser Social de Marx (BARROCO)


2-Ethos Profissional (BARROCO)
3-Natureza da ética profissional (BARROCO)
4-Projetos Coletivos: Projetos profissionais, Projetos societários
5-Histórico do Projeto Ético-político
• Congresso da Virada em 1979
• Revisão Curricular de 1982
• Código de Ética de 1986
• Código de Ética de 1993
6-Questões Comentadas das bancas:
• Cespe UNB
• FGV
7- Estrutura Básica do projeto ético-político
• Núcleo
• Dimensão Política
• Usuários
8- Questões Comentadas das bancas:
• Cespe/UNB
• COPESE
9-Projeto ético-político
10-Componentes que materializam o projeto ético-político
(BRAZ)
11-Dimensão da produção de conhecimentos no interior do
Serviço Social
12-Dimensão político-organizativa da profissão:
13-Dimensão jurídico-política da profissão;
14- Questões comentadas das bancas:
• NUCEPE
• CESPE/UNB
• CESGRANRIO
15- Simulado com questões de concurso sobre o Projeto Ético
Político
(Mais de 40 questões gabaritadas)

Material 7 R$10,00 LOAS (Lei n° 8.742) COMENTADA + QUESTÕES


COMENTADAS PARA CONCURSOS DE SERVIÇO
SOCIAL

*Marcação nas partes mais importante da lei para que você tenha
Atenção!
*Comentário da Lei (ela possuí 42 artigos)
*Dicar de Concurso
*Questões comentadas
Material 8 R$15,00 APOSTILA DE SERVIÇO SOCIAL DA BANCA VUNESP
530 Questões de Serviço Social da Banca VUNESP.
*A apostila possuí analise da dança Vunesp
*A apostila possuí 84 questões comentadas
*A apostila possuí 450 questões gabaritadas
Material 9 R$15,00 550 QUESTÕES PARA OS CONCURSOS DE SERVIÇO
SOCIAL PARA SAÚDE
• 300 questões de SERVIÇO SOCIAL;
• 106 questões de LÍNGUA PORTUGUESA;
• 50 questões de RACIOCÍNIO LÓGICO;
• 54 questões de LEGISLAÇÃO DO SUS
• 55 questões de LEGISLAÇÃO APLICADA A EBSERH
Material R$15,00 500 DE SERVIÇO SOCIAL PARA A
10 FUNDAÇÃ0 CARLOS CHAGAS
Com esse material você terá acesso a questões de serviço social
de diversos temas como: História do Serviço Social, Espaços
Socio-Ocupacionais do Serviço Social, Planejamento Social,
Políticas Relacionadas a Criança, ao Adolescente e ao Idoso etc.
Gente com esse material praticamente todos os assuntos de
Serviço Social, dessa forma vocês ficará bem treinada(o) para se
sair bem nas provas da banca FCC que é a banca que mais
elabora concurso no Brasil.
Material 11 R$10,00 INSTRUMENTALIDADE NO SERVIÇO SOCIAL
E INSTRUMENTAL TÉCNICO DO SERVIÇO SOCIAL

1. Instrumentalidade No Serviço Social segundo Yolanda


Guerra;
2. Dimensões de Serviço Social;
3. Diferença entre Instrumentalidade, Instrumental e
Instrumentos
4. Instrumental Técnicos Operativo do Serviço Social
5. Instrumentos Diretos e Indiretos
6. Instrumentos de Trabalho do Assistente Social
• Estudo Social;
• Perícia Social;
• Laudo Social;
• Parecer Social;
• Relatório Social;
• Entrevista Individual e Coletiva;
• Visita Domiciliar;
• Visita Institucional;
• Dinâmica de Grupo
• Reunião;
• Ata de Reunião;
• Observação Participante;
• Mobilização de Comunidade;
• Diário de Campo;
• Livro de Registro;
• Questões sobre Instrumentalidade, Instrumental e
Instrumentos;

Material R$10,00 Apostila do Código de Ética


12 1. Trajetória Histórica do Código de Ética do Assistente
Socia
*Código de Ética de 1947
*Código de Ética de 1965
*Código de Ética de 1975
*Código de Ética de 1986
*Código de Ética de 1993
*Mudanças inseridas no código de ética pela resolução n°
594 do CFESS;
2. Princípios Fundamentais do Código de Ética
Comentado
3.Competências do CFESS e do CRESS
4.Direitos, Deveres e Vedações Gerais dos Assistentes
Sociais
5-Relações dos Assistentes Sociais com os Usuários
*Deveres
*Vedações;
6-Relações dos Assistentes Sociais as Instituições
Empregadora
*Direitos
*Deveres
*Vedações

7-Relações dos Assistentes Sociais com outros profissionais:


*Deveres;
*Vedações

8- Relação dos Assistentes Sociais com as Entidades da


Categoria e demais organizações da Sociedade Civil
*:Direitos;
*Deveres
*Vedações;
9-Sigilo Profissional;
10-Relação do Assistente Social com a Justiça:
*Deveres
*Vedações;
11-Penalidades impostas pelo Código de ética;

*Suspensão da penalidade;
*Antecedentes Profissionais;
*Advertência Reservada;
*Advertência Pública;
*Multa;
*Prazo Prescricional
12-Questões de Concursos de várias bancas: COPESE;
CESPE/UNB/ FUNRIO/ FUCAB e muito mais.
Material R$15,00 Planejamento e Avaliação de Políticas Públicas
13 1. Planejamento e Avaliação nas competências e atribuições
Profissionais
2. Planejamento: Definição (Autores Myriam Veras Baptista ,
Matus)
3. Dimensões do Planejament
* Dimensão Racional;
*Dimensão Valorativa;
*Dimensão Política
*Dimensão Técnico-Administrativa

4. Planejamento: Fases metodológicas


*Reflexão
*Decisão
*Ação
*Retomada de Reflexão

5. Planificação
*Plano
*Programa
*Projeto
6-O Planejamento como processo político
*Equacionamento
*Decisão
*Operacionalização
*Ação

7-Aprendendo o que Implementar e Implantar

8. Noções de Eficiência, Eficácia e Efetividade


9-Planejamento Estratégico;
*Momento Explicativo
*Momento Normativo
*Momento Estratégico
*Momento Tático Operacional

10-Planejamento Estratégico Situacional


11-Avaliação de Políticas Sociais
8. Histórico da Avaliação de Políticas Sociais
9. Definição a Avaliação de Políticas Sociais
10. Metodologia a Avaliação de Políticas Sociais
11. Critérios de Avaliação

*eficiência
*impacto
*sustentabilidade
*eficácia
*analise de custo-efetividade
*satisfação dos beneficiários
*equidade

12. Modalidades de Avaliação

*Avaliação de Políticas
*Analise de Políticas
*Avaliação de Políticas Públicas

13. Avaliação X Pesquisa


*Dimensões da Avaliação Para Farias
1-Metodológico
2-Finalidade
3-Papel
14. Tipos de Avaliação

*Avaliação de Processo
*Avaliação de Metas e Resultados
*Avaliação de meios (metodologia de implantação);
*Avaliação de relação custo/benefício e/ou custo/resultado.
* Avaliação de Meta
*Avaliação de Impacto
*Avaliação de Processos
*Avaliação de Eficiência
*Avaliação de Eficácia
*Avaliação de Efetividade
*Avaliação de Ex-Ant
*Avaliação Ex-post

15. Avaliação Participativa


16. Indicadores Sociais
17. Monitoramento

18- (60 Questões Comentadas )


150-(150 Questões Gabaritadas )

Material R$ 15,00 Apostila de Política Social


14 1. Concepção de Estado
*Estado Liberal;
*Contribuição de Behring e Boschetti sobre o Estado Liberal;
*Elementos do Liberalismo
*Estado Social;
*Diferença do Estado Social para o Estado Liberal;
*Estado Neoliberal;
*Oposição Estado Social X Estado Neoliberal;

2. Política Social e Serviço Social


*Relação do Serviço Social com a Política Social
*Diretrizes Curriculares do Serviço Social e Política Social
*Política Social como Mediação;

3. Política Pública x Política Social


*Definição de Política Social
*Definição de Política Pública
*Política Distributiva
* Políticas Redistributivas
*Políticas Compensatórias;
*Políticas Emancipatórias;
*Políticas Universais;
*Políticas Focalizadas

4. Contexto Mundial das Políticas Sociais


*Contribuições de Castel sobre o contexto das politicas sociais;
*Contribuição de Behring e Boschetti sobre o contexto das
políticas sociais;
*Trajetória histórica das legislações;
*Leis inglesas desenvolvidas no período anterior a Revolução
Industrial;
*Elementos que segundo Pierson (1991) ajudam a demarcar a
emergência das políticas sociais;
*Motivos para crise do pensamento liberal;
*Keynesianismo;
*Welfare State;
*Princípios que estruturam o Welfare State;
*Condicionantes estruturais do Welfare State;
*Tipos de Welfare State para Esping-Andersen;
*Tipos de Welfare State Titmus;
*Crise do Welfare State;

5.Contexto Nacional

*política social no Brasil para Behring e Boschetti;


*Contexto histórico das legislações no Brasil;
*Welfare State no Brasil;
*Modelo Bismarckiano e Beveridgiano;

6. Políticas Setoriais e Políticas Transversais


*Política Social;
*Políticas de Proteção Social
*Políticas de Promoção Social;
*Política da Pessoal com Deficiência;
*Política Para Criança e Adolescente;
*Política Para Juventude;
*Política Para Idoso
*Políticas Para Mulheres;
*Política de Seguridade Social;
*Política de Educação;
*Política de Habitação;

7-Questões Comentadas (55 QUESTÕES COMENTADAS)


8-QUESTÕES GABARITADAS (145 QUESTÕES
GABARITADAS)

Material R$15,00 Apostila de Serviço Social da Banca Consulplan


15 A apostila contém:

•Análise da banca
•122 questões comentadas;
•Simulados com um total de 257 questões;
•Esquemas que facilitam o aprendizado

Material R$10,00 Apostila da Lei n° 8.662


16 • A apostila é toda esquematizada e comentada. O
material tem CONTEÚDO+ QUESTÕES
COMENTADAS.
Material R$ 20,00 APOSTILA DE SERVIÇO SOCIAL DA BANCA IBFC
17 • A apostila tem 250 questões de serviço social da banca
IBFC comentadas;
• A apostila tem 220 questões de serviço social da banca
IBFC gabaritadas;
• A apostila tem esquemas que facilitam o aprendizado;
• A apostila tem a analise da banca IBFC.
Como comprar esses materiais??

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