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UNIVERSIDADE SÃO MARCOS

EDNALDO AMARAL TAVARES - RGM 069604

ENGENHARIA AMBIENTAL

RESENHA DE CLIMATOLOGIA

SÃO PAULO
2011
EDNALDO AMARAL TAVARES - RGM 069604

ENGENHARIA AMBIENTAL

RESENHA DE CLIMATOLOGIA

Trabalho apresentado à
disciplina de Climatologia e
Hidrologia do Curso de
Engenharia Ambiental da
Universidade São Marcos sob a
solicitação do Professor Antonio
I. Mazza.

SÃO PAULO
2011
DEFINIÇÃO DE CLIMATOLOGIA E CONCEITOS BÁSICOS

A Climatologia é o estudo científico do clima, com o objetivo de compreender os fatores que


estabelecem e influenciam os padrões de clima global e regional, buscando descobrir, explicar
e explorar o comportamento dos fenômenos climáticos. Nas ciências atmosférica, a
climatologia investiga a causa e as relações físicas entre os diferentes fenômenos climáticos.
Na geografia a climatologia é uma ferramenta de entendimento da relação do homem com o
espaço ambiental, particularmente com os fenômenos atmosféricos pelos quais ele é afetado
passivamente ou é um influenciador.

MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DO CLIMA

Climatologia Analítica: Estudo dos elementos climáticos e sua distribuição na superfície


terrestre, recorrendo a métodos estatísticos elaborados.

PRINCIPAIS SIMBOLOS UTILIZADOS EM METEOROLOGIA

O uso de um conjunto de sinais para cada elemento de sinais meteorológicos são: Símbolos
relativos à nebulosidade; símbolos relativos à umidade do ar e às precipitações; Símbolos
relativos à velocidade do vento; Símbolos relativos às frentes; Símbolos relativos ao estado do
mar e diversos outros símbolos.

PONTOS A DESTACAR

O conceito de clima surge em um estado médio de variáveis meteorológicas dentro de um


período de 10 anos por três meios: método analítico, método de índices e método sinóptico.

FATORES DO CLIMA

Fatores astronômicos: Influi na hora do dia ( incidência dos raios solares voltados a inclinação
do eixo terrestre), na época do ano (estações do ano) e na latitude (zonas tórrida, zonas
temperadas e zonas polares).

FATORES GEOGRÁFICOS

Fatores Geográficos: O paisagem é afetada tanto pela fatores bióticos e abióticos, que são
considerados geográficos só fatores abióticos de origem exógena, tais como relevo, solo, clima
e corpos d'água. O clima, com elementos como pressão, temperatura, ventos. Água de
superfície com a ação do escoamento, o rio e a ação do mar. O gelo glacial com modelagem,
entre outros. Esses são fatores que ajudam a modelo favorecendo processos de erosão.

Embora os vários fatores que influenciam a superfície da Terra estão incluídos na dinâmica do
ciclo geográfico, fatores geográficos só contribuem para o ciclo de desenvolvimento e seu
objetivo final, o peneplano. Enquanto o resto dos fatores (biológicos, geológicos e sociais)
interromper ou perturbar o ciclo de desenvolvimento normal.

FATORES GEOGRAFICOS LOCAIS

Com as causas de muitos fenômenos metereológicos comuns, originam-se alguns padrões


climatológicos: zonas montanhosas; planícies; tabuleiros; grandes bacias hidrográficas, etc.

Alguns fenômenos meteorológicos:

Intercepção do vento por uma montanha: A circulação do vento é orientada pelas


irregularidades montanhosas do relevo.
Ondas na montanha: quando as correntes de ar são úmidas e a altura da montanha alcança
uma cota suficiente.

VARIAÇÕES DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA

Depende de dois fatores: Estrutura do campo gravitacional de acordo com a s mudanças de


massa de ar e a orografia terrestre de acordo com a altitude.

VARIAÇÕES REGULARES DA PRESSÃO

Depende da latitude, é a chamada maré barométrica, que consiste em uma dupla oscilação da
pressão com máximas. Existem dois tipos de variação de pressão: com altitude e por zonas
geográficas.

TEMPERATURA

A temperatura também tem forte influencia na modificação da pressão atmosférica. Isto porque
o ar quente é leve, ou seja, sobe e como conseqüência diminui a pressão. E em regiões de
baixa temperatura há maior pressão, visto que o ar frio tende a descer.

VARIAÇÕES REGULARES DA TEMPERATURA

Depende da hora do dia e da época do ano, estabelecida pelo regime diurno e anual de
oscilações da latitude, por isso o ano é dividido por quatro estações:

Oscilação diurna da temperatura: depende da época do ano e da latitude considerada

Oscilação anual da temperatura: permite distinguir vários regimes climáticos (regime equatorial,
regime temperado oceânico regime temperado continental e regime polar.

A ÚMIDADE E AS PRECIPITAÇÕES

A soma de todo o vapor d’água, névoa e gelo da atmosfera representa (se condensado) 25
mm de água na superfície terrestre, 10 vezes mais que a água de todos os rios do planeta. A
precipitação vem deste suprimento transitório.

A umidade atmosférica absorve ou reflete aproximadamente metade da radiação de ondas


curtas durante o dia e ajuda a reter radiação de onda longa dia e noite.

A umidade atmosférica também controla a evaporação permitindo o armazenamento de água


no solo.

Na medida que o ar se aquece, sua capacidade de reter umidade aumenta. Por outro lado, na
medida que se resfria, partículas de nuvem podem crescer por coalescência provocando chuva
e neve.

Conteúdo de saturação de vapor é a quantidade máxima de vapor que pode existir a uma dada
temperatura.

Umidade específica é a razão entre a massa de vapor d’água e a massa total de ar que o
contém (g/kg) – não muda com a pressão.

Umidade absoluta é a razão entre a massa de vapor d’água e o volume total de ar que o
contém (g/m3) – muda com a pressão. A densidade do ar seco, ao nível do mar, é
aproximadamente 1,276 g/m 3. A umidade absoluta é, em geral, menor que 0,005 g/m 3; isto é
menos que 0,5 % em vapor.
Ponto de orvalho é a temperatura na qual o ar em processo de resfriamento se satura.
Resfriamento adicional resulta em condensação provocando orvalho.

FORMAS DE CONDENSAÇÃO

A condensação do vapor de água existente em ar úmido na atmosfera formam as nuvens. A


condensação inicia-se quando mais moléculas de vapor de água são adicionadas ao ar já
saturado ou quando a sua temperatura diminui. É o arrefecimento de ar úmido que se eleva na
atmosfera que dá origem à formação de nuvens. A elevação do ar é um processo chave na
produção de nuvens que pode ser produzido por convecção, por convergência de ar, por
elevação topográfica ou por levantamento frontal.

O ORVALHO E O SERENO

ponto de orvalho, a densidade de vapor é a máxima, igual à de saturação. A partir desse


momento qualquer arrefecimento resultará em que o vapor em excesso tenha que ser
removido por condensação, formando-se gotículas de água que podem formar nuvens.

A NEBLINA OU NEVOEIRO

Os nevoeiros podem ser classificados em dois grandes grupos para se atingir o ponto de
orvalho: o primeiro grupo (A) considera as condições metorológicas do resfriamento do ar até
atingir o ponto de orvalho como fator principal; o segundo grupo (B) considera o aumento do
vapor d'água até que a temperatura do ponto de orvalho iguale a temperatura atual como fator
principal.

NEBLINAS OU NEVOEIROS DE ADVECÇÃO

Nevoeiros do tipo advectivo, devido ao transporte do ar quente sobre a superfície fria,


associado à brisa terrestre/marítima, do ar marítimo e do ar tropical.

NEBLINAS OU NEVOEIROS DE IRRADIAÇÃO

Nevoeiros do tipo radiactivo, devido ao resfriamento noturno pela radiação de calor das
camadas de ar em contato com o solo, nevoeiro de superfície, nevoeiro de alta inversão.

NEBLINAS OU NEVOEIROS DE MISTURA

Aparece quando duas massas de ar se encontram, passando a formar um nova massa.

NEVOEIRO OU NEBLINA CATABÁTICA

Caracteristicas em rios que atravessam vales rodeados por montanhas

NEBLINAS OU NEVOEIROS FRONTAL

Procedem da evaporação das chuvas e não do declínio da temperatura, são divididos em


nevoeiros pré-frontais e nevoeiros pós-frontais.

NEBLINAS OU NEVOEIRO OROGRÁFICO

Ocorre com a ascensão adiabática de uma corrente úmida sobre uma encosta de uma
montanha.
SMOG

O smog (smoke+fog) é um stratus misturado com poluição, que lhe dá um tom amarelado.
Forma-se quando se dá uma inversão térmica na troposfera, em que a temperatura aumenta
com a altitude, em vez de diminuir. Isto faz com que as correntes de convecção parem porque
a atmosfera, nessas condições, fica estável e o ar, mais frio e poluído, não se pode elevar,
ficando «preso» perto da superfície.

A CHUVA

A condensação inicia-se quando mais moléculas de vapor de água são adicionadas ao ar já


saturado ou quando a sua temperatura diminui. É o arrefecimento de ar úmido que se eleva na
atmosfera que dá origem à formação de nuvens. A elevação do ar é um processo chave na
produção de nuvens que pode ser produzido por convecção, por convergência de ar, por
elevação topográfica ou por levantamento frontal. Existem nuvens formadas devido ao
resfriamento do ar úmido que faz com que a água se condense, outras devido à subida e
expansão do ar, quando ele sobe para níveis onde a pressão atmosférica é progressivamente
menor e se expande, consumindo energia que é absorvida do calor contido no próprio ar,
fazendo com que a temperatura diminua. Este fenômeno é conhecido por resfriamento
adiabático.

A NEVE O GRANIZO E O ORVALHO

A condensação do vapor começa a ocorrer na base da nuvem, a que, por isso, se chama «o
nível de condensação». Se a temperatura de ponto de orvalho é negativa (nesse caso, chama-
se-lhe também o ponto de geada), o vapor pode passar directamente ao estado sólido sob a
forma de cristais de gelo, por sublimação.

A NEBULOSIDADE

Nebulosidade refere-se a fração do céu coberta pelas nuvens quando observado de uma
localização em particular. Segundo as normas meteorológicas atuais, o céu é dividido em octas
(ou décimas, dependendo da região).

CLASSIFICAÇÃO DAS NUVENS

Estratiformes - nuvens de desenvolvimento horizontal, cobrindo grande área; apresentam


pouca espessura; dão origem a precipitação de caráter leve e contínuo.

Cumuliformes - nuvens de desenvolvimento vertical, em grande extensão; surgem isoladas;


dão origem a precipitação forte, em pancadas e localizadas.

Cirriformes - nuvens de desenvolvimento horizontal. São fibrosas, de aspecto frágil e ocupam


as altas atmosferas. São formadas por cristais de gelo minúsculos e não dão origem a
precipitação; porém elas são fortes indicativos de precipitação.

NUVENS ALTAS

Cirrus (Ci): aspecto delicado, sedoso ou fibroso, cor branca brilhante. Ficam a 8 mil metros de
altitude, numa temperatura a 0 °C. Por isso são constituídas de microscópicos cristais de gelo.

Cirrocumulus (Cc): delgadas, agrupam-se num padrão regular. São compostas de elementos
extremamente pequenos e em forma de grãos e rugas. Servem para indicar a base de corrente
de jato e turbulência.
Cirrostratus (Cs): em forma de um véu quase transparente, fino e esbranquiçado, que não
oculta o sol ou a lua, e por isso dão origem ao fenômeno de halo (fotometeoro). Se localizam
logo abaixo dos Cirrus e também são formados por cristais de gelo.

NUVENS MÉDIAS

Altostratus (As): camadas cinzentas ou azuladas, muitas vezes associadas a altocumulus; são
compostas de gotículas superesfriadas e cristais de gelo; não formam halo pois encobrem o sol
de modo a "filtrar" sua luz; dão origem à precipitação leve e contínua.

Altocumulus (Ac): lençol ou camada de nuvens brancas ou cinzentas, tendo geralmente


sombras próprias. Constituem o chamado "céu encarneirado".

NUVENS BAIXAS

Stratus (St): muito baixas, em camadas uniformes e suaves, cor cinza; coladas à superfície é o
nevoeiro; apresenta topo uniforme (ar estável) e produz chuvisco (garoa). Quando se
apresentam fraccionadas são chamadas fractostratus (Fs).

Stratocumulus (Sc): lençol contínuo ou descontínuo, de cor cinza ou esbranquiçada, tendo


sempre partes escuras. Quando em vôo, há turbulência dentro da nuvem.

Nimbostratus (Ns): aspecto amorfo, base difusa e baixa, muito espessa, escura ou cinzenta;
produz precipitação intermitente e mais ou menos intensa.

NUVENS DE EXPANSÃO VERTICAL

Cumulus (Cu): contornos bem definidos, assemelham-se a couve-flor; máxima frequência sobre
a terra de dia e sobre a água de noite. Podem ser orográficas ou térmicas (convectivas);
apresentam precipitação em forma de pancadas; correntes convectivas. Quando se
apresentam fraccionadas são chamadas fractocumulus (Fc). As muito desenvolvidas são
chamadas cumulus congestus. É sinal de bom tempo.

Cumulonimbus (Cb): nuvem de trovoada; base entre 700 e 1.500 m, com topos chegando a 24
e 35 km de altura, sendo a média entre 9 e 12 km; são formadas por gotas d'água, cristais de
gelo, gotas superesfriadas, flocos de neve e granizo. Se apresentarem forma de bigorna, são
Cumulonimbus Incus: o topo apresenta expansão horizontal devido aos ventos superiores,
lembrando a forma de uma bigorna de ferreiro, e é formado por cristais de gelo, sendo nuvens
do tipo Cirrostratus (Cs).

INFLUÊNCIA DA NEBULOSIDADE NO CLIMA

Os climas da terra são uma combinação num determinado lugar e durante um longo período de
tempo, de uma série de elementos do clima como, os valores da temperatura, precipitação,
pressão atmosférica, ventos, nebulosidade, humidade, etc.. Assim é algo permanente ano após
ano com ligeiras alterações. É desta forma que é permitido desenvolver num determinado local
uma paisagem vegetal, uma fauna característica e capacidade agrícolas concretas. O clima é
diferente do tempo pois este apesar de ser a combinação de fenómenos meteorológicos,
mede-se num período de tempo pequeno.

O VENTO

Massa de ar em movimento. Possui duas características principais que é a velocidade e a


direcção. A velocidade mede-se com um Anemómetro (Km/h) e se este for superior a 117 km/h
denomina-se Furacão. A direcção do vento mede-se com cata-ventos que indicam os pontos
cardeais. São os ventos que transportam de um lado para o outro massas de ar diferentes, que
podem deixar calor por onde passam ou frio. Quando duas massas de ar muito distintas
confluem uma com a outra pode dar-se origem a um furacão ou tufão.

CLASSIFICAÇÃO DOS CLIMAS

Os climas se resumem em quentes, temperados e frios, assim podemos diferenciar um clima


do tipo oceânico de um continental por fatores geográficos, e um desértico de um monçôico
pelas situações de pluviosidade

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS FRIOS

Oceânico, continental ou polar

TIPOS DE CLIMAS FRIOS

Clima Islandsiano: Com grossas camadas de gelo, com temperaturas muito baixas, fortes
ventos frios e poucas freqüências de precipitações;

Clima Islandês: De uniformidade térmica, poucas diferenças estacionais e invernos suaves,


ventos de origem polares e chuvas freqüentes;

Clima Spitzbergiano: Violentas perturbações em forma de chuvas e de neve e freqüência de


neblina;

Clima Ártico: Temperaturas muito baixas, violentos ventos, oscilações térmicas amplas que
dependem da passagem pela latitude e precipitações em forma de neve;

Clima Angariense: Neblina e nevoeiro muito densos, no verão o mar descongela e o litoral fica
descoberto de gelo.

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS CONTINENTAIS FRIOS

Oscilação térmica anual e instabilidade atmosférica pouco destacada de precipitações não


abundades.

TIPOS DE CLIMAS CONTINENTAIS FRIOS

Clima Russo Polaco: Precipitações bem distribuídas, neve no inverno, cobrindo o solo por
aproximadamente cinco meses;

Clima Siberiano: Grandes anticiclones que provocam invernos muito intensos (-60°C), que
impedem as correntes de ar mais temperado;

Clima Yakuto: A persistência de grandes anticiclones, converte o inverno no mais duro do


mundo, temperaturas chegam a -77,8° C.

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS DE MONTANHA

Amplitude térmica diária e estacional é menor na montanha do que na planície; as montanhas


exercem uma função canalizadora das correntes de ar e as precipitações podem ser
desencadeadas pela ação de uma montanha.

TIPOS DE CLIMAS DE MONTANHA

Clima Mexicano: Temperaturas moderadas, geadas no inverno, estações secas que se


prolongam até seis meses e moderadas quantidades de chuvas;
Clima Boliviano: Baixos índices anuais de chuvas, fortes ventos no verão, violentas tormentas
em forma de chuva ou de granizo, de maneira isolada;

Clima Colombiano: Clima de montanha com influência tropical, oscilação térmica de 1°C com
variações entre a primavera e o outono;

Clima Himalaio: O mais úmido de todos os climas da montanha, clima variável dependendo da
altitude, elevadas precipitações que favorecem densas selvas;

Clima Alpino: Diferente perfil de temperatura entre os vales e cumes, chegando a 40°C de
diferença, invernos frios e precipitações de neves;

Clima Atlasico: Clima seco, aparecimento de neve só no inverno e no topo das montanhas de
alturas elevadas e chuvas no verão;

Clima Tibetano: Único clima que esta dividido em clima de montanha e clima desértico, de
caráter continental, quando o sol deixa de aquecer o ambiente a temperatura cai de maneira
apreciável, grandes tormentas de neve e devido a forte isolação o clima fica seco.

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS TEMPERADOS OCEÂNICOS

Ampla oscilação térmica e regime de precipitações irregular

TIPOS DE CLIMAS TEMPERADOS OCEÂNICOS

Clima Norueguês: Elevads cordilheiras que servem como barreiras, abundância de chuvas,
verões frescos, invernos suaves, ventos secos e céu geralmente coberto;

Clima Bretão: Pouca chuva, isolado com temperatura baixa, invernos suaves e primaveras
mais frias;

Clima Lorenês: Precipitações o ano todo, invernos frios com temperaturas que superam o 0°C;

Clima Danubiano: Verões quentes, invernos mais frios com grandes oscilações de
temperaturas;

Clima Heleno: Período de seca mais prolongado, temperatura amena no verão e mais frio no
inverno, precipitações registradas entre os meses de novembro e janeiro;

Clima Português: Grandes períodos de seca, precipitações escassas, invernos muito suaves e
os verões são quentes e ensolarados, já no outono ocorre as precipitações;

Clima Californiano: Verões frescos, ar frio e estiagem que dura até seis meses.

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS TEMPERADOS ORIENTAIS

A amplitude térmica anual é elevada e clima de instabilidade elevada

TIPOS DE CLIMAS TEMPERADOS ORIENTAIS

Clima Arcadiense: É o de maior latitude, verões temperados e chuvas regulares, grande


homogeneidade na quantidade de precipitações e no inverno ocorrem as nevascas;
Clima Manchu: Invernos rigorosos e secos, mínimas inferiores a -30°C, muitas chuvas no
verão, região climática pouco favorável a agricultura;

Clima Misuriano: Invernos frios, verão com grande índice de precipitações e certos anos
produz-se uma grave seca e os índices mudam;

Clima Cantonês: Inverno com geadas, verões quentes e úmidos, chuvas freqüentes e habituais
em forma de tormenta, aparecimento de ciclones tropicais com ventos que superam 200km/h.

CARACTERISTICAS DOS CLIMAS DESÉRTICOS

Ausência de influência oceânica e a persistência de um regime anticiclônico que impede a


instabilidade atmosférica. Os grupos de climas desérticos são: Saariano, Senegalês, Sirio e
Punjabi (Continentais); Patagão e Peruano (Oceânicos); Aralês, Ucraniano e Turcomano (Frios
Continentais).

CARACTERISTICAS DOS QUENTES DESERTOS CONTINENTAIS

Precipitações escassas e temperaturas muito elevadas devido a escasses da nebulosidade


reinante, máximas superam a 70°C e intensas tempestades de areia e ventos.

CARACTERISTICAS DOS DESERTOS OCEÂNICOS

Oscilação térmica muito pequena e frentes úmidas procedentes do mar.

CARACTERISTICAS DOS DESERTOS FRIOS

Inverno rigoroso, situam-se a sotavento de elevadas cordilheiras.

Referências Bibliográficas:

FERREIRA, N. J. etal. Meteorologia Fundamental. Editora Edifapes, 1ª ed., 2001, 432 p.

WALLACE,J.M.eP.V.HOBBS,AtmosphericScience:anintroductorysurvey.AcademicPress,1977.

http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=2430&bd=1&pg=2&lg=

http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_f%C3%ADsica