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Auditoria Teoria e Exercícios – Auditor-Fiscal do Trabalho

Professores: Davi Barreto e Fernando Graeff


Aula 00

Introdução ............................................................................................ 01
Auditoria no setor público federal: finalidades e objetivos da auditoria
governamental, abrangência de atuação, formas e tipos ............................. 03
Questões comentadas ............................................................................. 15
Lista de questões sem comentários .......................................................... 38
Bibliografia ............................................................................................ 49

Introdução

Prezado Aluno,

É com muita satisfação que ministraremos o curso de Auditoria – Teoria e


Exercícios para o concurso de Auditor-Fiscal do Trabalho.

Mas antes de falarmos sobre o curso que propomos, pedimos licença para falar
um pouco sobre nós:

Meu nome é Davi Barreto, sou cearense, engenheiro eletrônico graduado no


Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e mestre em Regulação pela
Universidade de Brasília (UnB). Atualmente, sou Auditor Federal de Controle
Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), tendo obtido o 1° lugar no
concurso de 2007, e professor de auditoria em cursos presenciais,
telepresenciais e on-line.

Meu nome é Fernando Graeff, sou Gaúcho de Caxias do Sul. Sou formado em
Administração de Empresas e, antes de entrar no serviço público, trabalhei
mais de 15 anos na iniciativa privada. Sou ex-Auditor Fiscal da Receita Federal
do Brasil, trabalhei nas Unidades Centrais deste Órgão. Atualmente, exerço o
cargo de Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União.
No serviço público, exerci ainda os cargos de Analista de Finanças e Controle
da Secretaria do Tesouro Nacional - área contábil – em Brasília e de Analista
de Orçamento do Ministério Público Federal em São Paulo.

Além disso, somos autores dos livros “Auditoria - Teoria e Exercícios


Comentados” e “Auditoria ESAF – Série Questões Comentadas”, ambos
publicado pela Editora Método.

Feitas as apresentações, vamos falar um pouco sobre nosso curso.

Você deve saber que, em um concurso tão concorrido como este, cada questão
é decisiva. Não se pode desprezar nenhuma das disciplinas cobradas, todas
são importantes em maior ou menor grau. Além disso, a cobrança da disciplina
de auditoria é novidade nesse certame, portanto, será um importante
diferencial para sua aprovação.

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Aula 00

Nosso curso será dividido em 7 aulas, uma por semana (contando com a aula
demonstrativa).

Utilizaremos preferencialmente questões do Cespe, mas, caso necessário, para


complementar nosso estudo, utilizaremos questões de outras bancas.

O quadro abaixo resume como será distribuído nosso cronograma de aulas:

Aula Data Tópicos abordados


Auditoria no setor público federal. Finalidades e objetivos da
Aula 00 auditoria governamental. Abrangência de atuação. Formas e
tipos.
Normas brasileiras para o exercício da auditoria interna:
independência, competência profissional, âmbito do trabalho,
Aula 01 18.7.13
execução do trabalho e administração do órgão de auditoria
interna.
Objetivos, técnicas e procedimentos de auditoria:
Aula 02 25.7.13 planejamento dos trabalhos. Programas de auditoria. Papéis
de trabalho.
Normas relativas à execução dos trabalhos. Testes de
auditoria. Revisão analítica. Entrevista. Conferência de
Aula 03 1.8.13
cálculo. Confirmação. Interpretação das informações.
Observação.
Amostragem estatística em auditoria. Procedimentos de
Aula 04 8.8.13
auditoria em áreas específicas das demonstrações contábeis.
Normas relativas à opinião do auditor. Relatórios e pareceres
Aula 05 15.8.13 de auditoria. Operacionalidade. Eventos ou transações
subsequentes.
Aula 06 22.8.13 Simulado de toda a matéria.

E, por último, participe do Fórum de dúvidas, que é um dos diferenciais do


Ponto. Lá você poderá tirar suas dúvidas, auxiliar outras pessoas e nos ajudar
no aprimoramento dos nossos cursos.

Dito isto, mãos à obra...

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Auditoria no setor público federal

Conceitos de Auditoria

O primeiro passo do nosso curso é tentar responder uma das perguntas


fundamentais da nossa disciplina: o que é auditoria? Qual é a lógica por trás
dessa atividade?

Bom... a auditoria surgiu para atender uma necessidade decorrente da


evolução do sistema capitalista. No início, as empresas eram fechadas e
familiares, posteriormente, a evolução da economia trouxe, para algumas
empresas, a necessidade de captar dinheiro de terceiros.

Ou seja, para crescer é necessário dinheiro e, em muitas ocasiões, esse


recurso tem que vir de investidores externos à empresa (bancos, credores,
acionistas etc.)

Bom, agora se coloque na posição desses investidores. Com certeza, você vai
querer saber onde está colocando seu dinheiro – vai se perguntar se o
investimento é seguro, se a empresa é saudável, quais são seus ativos e
passivos...

Em resumo, esses investidores precisavam conhecer a posição patrimonial e


financeira das empresas em que iriam investir. Essa necessidade de
informação era essencial para que pudessem avaliar a segurança, a liquidez e
a rentabilidade de seu futuro investimento.

As empresas passaram, então, a publicar suas demonstrações contábeis


(balanço patrimonial, demonstrativo de fluxo de caixa1 etc.), como forma de
prover informações sobre a sua situação econômico-financeira para o mundo
exterior.

Fique atento: Você deve saber que a Lei nº 11.638/07 instituiu várias
modificações nos padrões de contabilidade até então vigente no Brasil.
Porém, ficou mantida na norma a expressão “demonstrações
financeiras” ao invés de “demonstrações contábeis”, que é a
nomenclatura correta, por ser mais abrangente do que a adotada na
legislação. Assim, você pode encontrar na prova tanto uma como outra
expressão, indistintamente.

1
A Lei nº 11.638/07 substituiu a demonstração das origens e aplicações de recursos pela demonstração dos fluxos de
caixa, em função da facilidade de melhor entendimento da posição financeira da empresa.

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Entretanto, ainda havia um problema: como garantir a completude, correção e


idoneidade dessas informações?

É nesse momento que surge a necessidade de uma avaliação


independente da real situação da empresa. Nasce, então, a auditoria!
Auditar é, antes de tudo, avaliar.

Enfim, a auditoria independente existe para dar segurança aos usuários das
demonstrações contábeis (i.e. acionistas, credores, o governo e a sociedade).
Mas segurança de que?

Segurança de que as informações apresentadas pela entidade realmente são


fidedignas, realmente retratam a situação patrimonial, financeira e econômica
representada nas demonstrações contábeis.

Podemos definir, de maneira mais ampla, a auditoria independente como o


exame sistemático e independente das atividades desenvolvidas em
determinada empresa ou setor.

Assim, a auditoria independente (também chamada de auditoria externa) é


aquela executada por profissionais ou empresas que não possuem vínculo e/ou
subordinação à empresa auditada, com o objetivo de trazer uma opinião
independente sobre a entidade.

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Dessa forma, toda vez que se deseja obter uma opinião isenta e técnica sobre
determinado assunto, podemos fazer uso da auditoria independente. Quando o
objeto que demanda uma opinião são as demonstrações contábeis, dizemos
que se faz necessária uma auditoria independente das demonstrações
contábeis. A auditoria contábil é uma técnica da contabilidade que
objetiva avaliar as demonstrações contábeis de uma entidade.

O Conselho Federal de Contabiilidade, por meio da NBC TA 2002, traz a


seguinte definição para os objetivos da auditoria:

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas


demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado
mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro
aplicável.

Fique atento: É muito comum definir o objetivo da auditoria


independente como “emitir parecer sobre as demonstrações contábeis”.
O termo “parecer” estava presente nas normas antigas de auditoria,
contudo, ainda continua válido e aceito, pois é um termo consagrado
pela literatura técnica.

Portanto, “emitir um parecer” é uma expressão equivalente de


“expressar uma opinião”.

Bom... se observarmos a definição do CFC acima, vale à pena destacar ainda


dois pontos. Veja que a referida norma fala que o auditor emite uma opinião
sobre se as demonstrações contábeis, nos seus aspectos relevantes, estão de
acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

Primeiro, note que a norma é explícita em afirma que a auditoria independente


se preocupa apenas com os aspectos relevantes das demonstrações contábeis.
Ora, isso é lógico. Imagine uma empresa que tem um ativo contabilizado de
R$ 1 bilhão... você acha que os usuários das demonstrações contábeis vão
estar preocupados se esse valor está errado, por exemplo, em R$ 100?
Provavelmente não, concorda?

Outro ponto importante de mencionar é que a auditoria busca avaliar se as


demonstrações contábeis estão de acordo com a estrutura de relatório
financeiro aplicável. Mas o que é isso?

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Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria
(Resolução CFC nº 1.203/09)
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A estrutura de relatório financeiro aplicável é a estrutura de relatórios


financeiros (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultados do Exercício
etc.), adotada pela administração que é considerada aceitável em vista da
natureza da entidade e do objetivo das demonstrações contábeis, de acordo
com o que diz a lei, os regulamentos, as definições CFC etc.

Enfim, se as demonstrações contábeis são fidedignas e foram elaboradas de


acordo com o que é exigido daquela entidade pela lei e pelos diversos outros
normativos infralegais.

Assim, a estrutura de relatório financeiro aplicável é definida de tal forma que


seja possível prover informações aos diversos usuários (acionistas, credores,
governo etc.) da melhor forma possível.

Veja que o objetivo é sempre dar a melhor informação possível aos seus
usuários.

Agora que já falamos sobre os objetivos da auditoria, resta-nos identificar tudo


aquilo que não é objetivo do auditor:

(a) elaborar relatórios financeiros – as demonstrações contábeis sujeitas


à auditoria são as da entidade, elaboradas pela sua administração3, com
supervisão geral dos responsáveis pela governança4;

(b) identificar erros e fraudes – compete aos responsáveis pela


governança da entidade e à sua administração a prevenção e detecção
de erros e fraudes, cabendo ao auditor realizar seu trabalho de acordo
com as normas de auditoria e obter segurança razoável de que as
demonstrações contábeis, como um todo, não contém distorções
relevantes, causadas por fraude ou erro;

(c) garantir a integridade da informação, ou seja, que todos (100%) os


lançamentos contábeis foram efetuados corretamente.

(d) assegurar a viabilidade futura da entidade; e

(e) atestar a eficiência ou eficácia dos negócios conduzidos pela


administração da entidade.

Tudo tranquilo até aqui? Já está claro o que é auditoria independente, para que
serve, e o que é (e o que não é) objetivo do auditor?

3
As normas de auditoria não impõem responsabilidades à administração ou aos responsáveis pela governança – isso é
definido pelas leis e regulamentos que governam as suas responsabilidades. Contudo, a auditoria é conduzida com base
na premissa de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança, têm conhecimento de certas
responsabilidades que são fundamentais para a condução dos trabalhos.
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São as pessoas com responsabilidade de supervisionar a direção estratégica da entidade e, consequentemente, de
supervisionar as atividades da Administração (isso inclui a supervisão geral do relatório financeiro).
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Auditoria Governamental

Vamos agora discutir os conceitos relacionados à auditoria no setor público


(auditoria governamental).

A base do estudo da auditoria no setor público federal é a IN SFC/MF


nº 01/2001, que regulamenta a atuação do Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal.

Entretanto, antes, vamos falar um pouco sobre a auditoria governamental de


forma geral.

Bom... você sabe que a auditoria nasceu com um viés contábil, contudo,
atualmente, pode ter diversas vertentes e ramificações: auditoria de sistemas,
auditoria de recursos humanos, auditoria da qualidade, auditoria de
demonstrações financeiras, auditoria jurídica, auditoria governamental, etc.

Não importa qual o tipo de auditoria, seu foco é sempre o mesmo: avaliar,
emitir uma opinião, dar segurança aos usuários (credores, acionistas, fisco,
gestores públicos, cidadãos etc.) das informações geradas pelas instituições,
sejam elas privadas ou públicas.

Pois bem... Nosso foco, agora, é a auditoria governamental! Mas antes de


trazer sua definição, é interessante apresentar para você as EFS e a INTOSAI5.

As Entidades Fiscalizadoras Superiores (EFS) são as instituições do Estado


responsáveis por executar a auditoria governamental. Aqui no Brasil, esse
papel é exercido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 70, estabelece que a


fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da
União e das entidades da administração direta e indireta será exercida pelo
Congresso Nacional (com o auxílio do TCU), mediante controle externo, e pelo
sistema de controle interno de cada Poder.

Essas instituições verificam as demonstrações financeiras, a obediência às


normas, regulamentos e buscam salvaguardar ativos de fraudes e desvios de
recursos no setor público. Enfim, são os auditores externos e internos dessa
grande “empresa” que é o governo.

Já a INTOSAI é entidade internacional que congrega as EFS de diversos países


e emite normas e regulamentos que orientam as atividades e procedimentos
de auditoria governamental.

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International Organization of Supreme Audit Institutions
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Dessa forma, segundo a INTOSAI, a auditoria governamental é a atividade


independente e objetiva que, através da aplicação de procedimentos
específicos, tem a finalidade de emitir opinião sobre a adequação das
contas governamentais, assim como apresentar comentários sobre o
desempenho organizacional e o resultado dos programas de governo.

Veja que, de forma semelhante à auditoria independente das demonstrações


contábeis, a auditoria governamental também se caracteriza por uma atuação
autônoma (independente) com dois objetivos específicos:

• emitir uma opinião sobre a adequação das contas governamentais


(=auditoria de regularidade ou auditoria de conformidade); e

• avaliar e apresentar recomendações sobre o desempenho das atividades


e programas governamentais (=auditoria de desempenho ou auditoria
operacional ou auditoria de otimização de recursos).

Dessa forma, as auditorias de regularidade objetivam avaliar a legalidade e a


legitimidade dos atos de gestão do ente público, certificando-se, por exemplo,
que as entidades responsáveis cumpriram sua obrigação de prestar contas,
que as decisões administrativas foram tomadas com probidade e que os
dispositivos legais e normativos estão sendo seguidos.

Já, a auditoria de desempenho preocupa-se em verificar a economia, a


eficiência e a eficácia da gestão pública.

Segundo a INTOSAI, a auditoria de regularidade tem por objetivo:

(a) certificar que as entidades responsáveis cumpriram sua obrigação


de prestar contas, o que inclui o exame e a avaliação dos registros
financeiros e a emissão de parecer sobre as demonstrações
contábeis;

(b) emitir parecer sobre as contas do governo;

(c) auditar os sistemas e as operações financeiras, incluindo o exame


da observância às disposições legais e regulamentares aplicáveis;

(d) auditar o sistema de controle interno e as funções da auditoria


interna;

(e) verificar a probidade e a adequação das decisões administrativas


adotadas pela entidade auditada; e

(f) informar sobre quaisquer outros assuntos, decorrentes ou


relacionados com a auditoria, que a EFS considere necessário
revelar.
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Enfim, note que todos esses objetivos estão ligados por um elo
em comum – a análise da regularidade. Guarde isso!

Veja que verificar a obrigação de prestar contas, avaliar as contas de governo


e os sistemas de controles, avaliar a probidade das decisões administrativas,
tudo isso está ligado ao exame da legalidade e da legitimidade da gestão.

Legalidade se refere ao cumprimento das leis, normas e regulamentos. Já a


legitimidade é um conceito um pouco mais abrangente e envolve as noções de
éticas que existem em uma sociedade.

Por exemplo, vamos supor que o prefeito de uma cidade decide renovar a frota
de carros que servem a prefeitura. Decide trocar todos os Fiat Uno por BMW!

Por mais que todas as normas licitatórias sejam fielmente cumpridas


(legalidade), a futilidade do gasto faz com que esse ato não tenha
legitimidade.

Já, a auditoria de desempenho, segundo a INTOSAI, preocupa-se em


verificar a economia, a eficiência e a eficácia, e tem por objetivo determinar:

(a) se a administração desempenhou suas atividades com economia, de


acordo com princípios, práticas e políticas administrativas corretas;

(b) se os recursos humanos, financeiros e de qualquer outra natureza são


utilizados com eficiência, incluindo o exame dos sistemas de
informação, dos procedimentos de mensuração e controle do
desempenho e as providências adotadas pelas entidades auditadas
para sanar as deficiências detectadas; e

(c) a eficácia do desempenho das entidades auditadas em relação ao


alcance de seus objetivos e a avaliação dos resultados alcançados em
relação àqueles pretendidos.

Portanto, fique atento: a auditoria governamental pode ser de


regularidade ou de desempenho e o que as diferencia é o seu escopo. A
primeira foca os critérios de legalidade e legitimidade, enquanto que a segunda
foca os critérios de economicidade, eficácia, eficiência e efetividade.

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Dimensão Significado Exemplo


Significa minimização de custos Custo de aquisição de
dos recursos utilizados na vacinas em um programa
Economicidade consecução de uma atividade, sem de erradicação da febre
comprometimento dos padrões de amarela.
qualidade.
É a melhor combinação de Custo total por criança
recursos (tempo, custos, vacinada.
Eficiência
qualidade) para a obtenção do
produto.
É o grau de alcance das metas Número total de crianças
programadas, em um determinado vacinadas.
Eficácia período de tempo,
independentemente dos custos
implicados.
É a relação entre os efeitos de um Quanto o programa
Efetividade programa sobre a população alvo e conseguiu diminuir nos
os objetivos pretendidos. casos de febre amarela.

As EFS devem buscar executar auditorias de conformidade ou de desempenho


em todas as organizações públicas, de modo a realizar o exame das Contas de
Governo de forma mais efetiva.

Um detalhe bastante importante: pode haver, na prática, uma


superposição entre as auditorias de regularidade e operacional.

Ou seja, uma auditoria operacional pode avaliar aspectos de legalidade e


legitimidade, assim como uma auditoria de regularidade pode avaliar aspectos
de eficiência e economicidade.

Nesses casos, a classificação da auditoria dependerá de seu objetivo principal.

Finalidade, objetivos e abrangência de atuação

Bom, vamos abordar agora a auditoria governamental segundo a ótica da IN


SFC/MF nº 01/2001, que regulamenta a atuação do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal, ela tem o objetivo primordial de garantir
resultados operacionais na gerência da coisa pública.

Segundo referida IN, a auditoria é o conjunto de técnicas que visa avaliar a


gestão pública, pelos processos e resultados gerenciais, e a aplicação de
recursos públicos por entidades de direito público e privado, mediante a
confrontação entre uma situação encontrada com um determinado critério
técnico, operacional ou legal.

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Trata-se de uma importante técnica de controle do Estado na busca da melhor


alocação de seus recursos, não só atuando para corrigir os desperdícios, a
improbidade, a negligência e a omissão e, principalmente, antecipando-se a
essas ocorrências, buscando garantir os resultados pretendidos, além de
destacar os impactos e benefícios sociais advindos.

O normativo, seguindo os ditames da INTOSAI, dispõe que a finalidade


básica da auditoria é comprovar a legalidade e a legitimidade dos atos e fatos
administrativos, e avaliar os resultados alcançados, quanto aos aspectos de
eficiência, eficácia e economicidade da gestão orçamentária, financeira,
patrimonial, operacional, contábil e finalística das unidades e das entidades da
administração pública, em todas as suas esferas de governo e níveis de poder,
bem como a aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado,
quando legalmente autorizadas nesse sentido.

O objetivo primordial da auditoria no setor público federal é garantir


resultados operacionais na gerência da coisa pública, é exercida em todas as
unidades e entidades públicas federais, observando os aspectos relevantes
relacionados à avaliação dos programas de governo e da gestão pública.

O campo de utilização da técnica da auditoria no setor público federal é vasto,


cabe ao Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal por
intermédio da técnica de auditoria, dentre outras atividades:

• realizar auditoria sobre a gestão dos recursos públicos federais sob a


responsabilidade dos órgãos públicos e privados, inclusive nos projetos
de cooperação técnica junto a Organismos Internacionais e multilaterais
de crédito;

• apurar os atos e fatos inquinados de ilegais ou de irregulares, praticados


por agentes públicos ou privados, na utilização de recursos públicos
federais e, quando for o caso, comunicar à unidade responsável pela
contabilidade para as providências cabíveis;

• realizar auditorias nos sistemas contábil, financeiro, de pessoal e demais


sistemas administrativos e operacionais;

• examinar a regularidade e avaliar a eficiência e eficácia da gestão


administrativa e dos resultados alcançados nas Ações de governo;

• realizar auditoria nos processos de Tomada de Contas Especial; e

• apresentar subsídios para o aperfeiçoamento dos procedimentos


administrativos e gerenciais e dos controles internos administrativos dos
órgãos da Administração Direta e entidades da Administração Indireta
Federal.

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A abrangência de atuação do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo


Federal inclui as atividades de gestão das unidades da administração direta e
indireta, programas de trabalho, recursos e sistemas de controles
administrativo, operacional e contábil, projetos financiados por recursos
externos, projetos de cooperação junto a organismos internacionais, a
aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante contratos de
gestão, transferências a fundo, convênio, acordo, ajuste ou outro instrumento
congênere.

Estão sujeitos à atuação do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo


Federal quaisquer pessoas física ou jurídica, pública ou privada, que utilize,
arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou
pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de
natureza pecuniária.

Classificações de Auditoria, segundo a IN SFC 01/01

A IN SFC 01/01 traz definição própria dos tipos de auditoria, um pouco


diferente dos normativos do CFC e da Intosai, mas que tem o mesmo sentido.

Assim, segundo a Secretaria Federal de Controle Interno, a auditoria


governamental pode ser classificada em 5 (cinco) tipos:

1. Auditoria de Avaliação da Gestão: objetiva emitir uma opinião com vistas a


certificar a regularidade das contas públicas, verificar a execução de
contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos
dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens
da União ou a ela confiados.

Compreende, entre outros, aspectos como o exame das peças que


instruem os processos de tomada ou prestação de contas; exame da
documentação comprobatória dos atos e fatos administrativos; verificação
da eficiência dos sistemas de controles administrativo e contábil;
verificação do cumprimento da legislação pertinente; e avaliação dos
resultados operacionais e da execução dos programas de governo quanto à
economicidade, eficiência e eficácia dos mesmos.

2. Auditoria de Acompanhamento da Gestão: realizada ao longo dos processos


de gestão, com o objetivo de atuar em tempo real sobre os atos
efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos de uma entidade,
evidenciando melhorias e economias existentes no processo ou prevenindo
gargalos ao desempenho da sua missão institucional.

3. Auditoria Contábil: objetiva opinar se os registros contábeis foram


efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se
as demonstrações refletem, adequadamente, a situação econômico-

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financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo


examinado e as demais situações nelas demonstradas.

Compreende o exame dos registros e documentos e na coleta de


informações e confirmações, mediante procedimentos específicos.

Tem por objeto, também, verificar a efetividade e a aplicação de recursos


externos, oriundos de agentes financeiros e organismos internacionais, por
unidades ou entidades públicas executoras de projetos celebrados com
aqueles organismos com vistas a emitir opinião sobre a adequação e
fidedignidade das demonstrações financeiras.

4. Auditoria Operacional: consiste em avaliar as ações gerenciais e os


procedimentos relacionados ao processo operacional, ou parte dele, das
unidades ou entidades da administração pública federal, programas de
governo, projetos, atividades, ou segmentos destes, com a finalidade de
emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da
eficiência, eficácia e economicidade, procurando auxiliar a
administração na gerência e nos resultados, por meio de recomendações,
que visem aprimorar os procedimentos, melhorar os controles e aumentar
a responsabilidade gerencial. Este tipo de procedimento auditorial, consiste
numa atividade de assessoramento ao gestor público, com vistas a
aprimorar as práticas dos atos e fatos administrativos, sendo desenvolvida
de forma tempestiva no contexto do setor público, atuando sobre a gestão,
seus programas governamentais e sistemas informatizados.

5. Auditoria Especial: objetiva o exame de fatos ou situações consideradas


relevantes, de natureza incomum ou extraordinária, sendo realizadas
para atender determinação expressa de autoridade competente. Classifica-
se nesse tipo os demais trabalhos auditoriais não inseridos em outras
classes de atividades.

Formas de Execução

Segundo a SFC, além da classificação por tipo, a auditoria também pode ser
classificada pela forma de execução:

I. Direta – trata-se das atividades de auditoria executadas diretamente


por servidores em exercício nos órgãos e unidades do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal, sendo subdividas em:

a. centralizada – executada exclusivamente por servidores em


exercício nos Órgão Central ou setoriais do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal.

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b. descentralizada – executada exclusivamente por servidores em


exercício nas unidades regionais ou setoriais do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal.

c. integrada – executada conjuntamente por servidores em exercício


nos Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

II. Indireta – trata-se das atividades de auditoria executadas com a


participação de servidores não lotados nos órgãos e unidades do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, que
desempenham atividades de auditoria em quaisquer instituições da
Administração Pública Federal ou entidade privada.

a. compartilhada – coordenada pelo Sistema de Controle Interno


do Poder Executivo Federal com o auxílio de órgãos/instituições
públicas ou privada.

b. terceirizada – executada por instituições privadas, ou seja, pelas


denominadas empresas de auditoria externa.

III. Simplificada – trata-se das atividades de auditoria realizadas, por


servidores em exercício nos Órgãos Central, setoriais, unidades regionais
ou setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal,
sobre informações obtidas por meio de exame de processos e por
meio eletrônico, específico das unidades ou entidades federais, cujo
custo-benefício não justifica o deslocamento de uma equipe para o
órgão. Essa forma de execução de auditoria pressupõe a utilização de
indicadores de desempenho que fundamentam a opinião do agente
executor das ações de controle.

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Questões comentadas

01. (CESPE/CNJ/Analista Contabilidade/2013) A auditoria que tem como


objetivo específico o melhoramento das operações examinadas,
consubstanciada na análise da eficiência, eficácia e economicidade da ação
administrativa, é denominada auditoria de gestão.

Resolução:

Na realidade, de acordo com a IN SFC 01/01, é a auditoria operacional que


tem como finalidade avaliar a gestão quanto aos aspectos da eficiência,
eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na gerência e
nos resultados, por meio de recomendações, que visem aprimorar os
procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade
gerencial.

Gabarito: E

02. (CESPE/MPE PI/Controle Interno/2012) A contratação de uma


empresa privada de auditoria para a apuração de possível irregularidade no
âmbito de determinada unidade administrativa caracteriza uma forma de
fiscalização denominada compartilhada, em que a responsabilidade pela
execução do serviço é assumida conjuntamente pela administração e pela
contratada.

Resolução:

Na auditoria compartilhada a responsabilidade pela execução do serviço é da


administração, sendo auxiliada por órgãos/instituições públicas ou privada. É a
auditoria do tipo terceirizada que é executada por instituições privadas, ou
seja, pelas denominadas empresas de auditoria externa.

Gabarito: E

03. (CESPE/PREVIC/Anal. Adm. Contábil/2011) Para que uma auditoria


seja classificada como do tipo especial, não basta que trate de fatos ou
situações relevantes e tenha sido determinada pela autoridade competente.

Resolução:

Além de atender à determinação expressa de autoridade competente para


exame dos fatos ou situações consideradas relevantes, esses fatos ou
situações devem ter natureza incomum ou extraordinária.

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Gabarito: C

04. (CESPE/PREVIC/Anal. Adm. Contábil/2011) A auditoria indireta,


realizada com a participação de servidores não lotados nos órgãos e unidades
do sistema de controle interno, pode também ser feita de forma integrada.

Resolução:

A auditoria integrada, que é executada conjuntamente por servidores em


exercício nos Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais, é um
tipo de auditoria Direta, realizada diretamente por servidores em exercício nos
órgãos e unidades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

Gabarito: E

05. (CESPE/TCU/Auditoria de Obras Públicas/2011) A auditoria de


avaliação da gestão objetiva, além de emitir opinião sobre a regularidade das
contas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes e a
probidade na aplicação do dinheiro público e na guarda ou administração de
valores e outros bens da União ou a ela confiados.

Resolução:

Essa é a definição da auditoria de Avaliação da Gestão constante na IN SFC


01/2001.

Gabarito: C

06. (CESPE/Técnico de Controle Interno – MPU/2010) A auditoria no


setor público divide-se em diversos tipos, entre os quais está a auditoria de
avaliação da gestão, realizada ao longo dos processos de gestão, visando atuar
em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais de uma unidade
ou entidade.

Resolução:

Na realidade, a Auditoria de Avaliação da Gestão objetiva emitir uma opinião


com vistas a certificar a regularidade das contas públicas, verificar a execução
de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos
dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens da
União ou a ela confiados. Dessa forma, é retrospectiva, não atua em tempo
real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais de uma unidade ou
entidade.

Gabarito: E

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07. (CESPE/DETRAN ES/Técnico Superior-Contador/2010) No âmbito da


administração pública, a auditoria integrada consiste no exame simultâneo dos
demonstrativos de todas as unidades administrativas vinculadas a um mesmo
ministério.

Resolução:

A auditoria integrada é aquela executada conjuntamente por servidores em


exercício nos Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, ou seja, essa
classificação diz respeito à forma de execução e não ao objeto da auditoria.

Gabarito: E

08. (CESPE/DETRAN ES/Técnico Superior-Contador/2010) A auditoria


de acompanhamento da gestão compreende o exame dos registros e
documentos e tem a finalidade de obter elementos comprobatórios suficientes
para opinar se os demonstrativos refletem a situação econômica da entidade.

Resolução:

O enunciado diz respeito à auditoria contábil, e não à auditoria de


acompanhamento da gestão.

Esta última é realizada ao longo dos processos de gestão e objetiva atuar em


tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos
de uma entidade, evidenciando melhorias e economias existentes no processo
ou prevenindo gargalos ao desempenho da sua missão institucional.

Gabarito: E

09. (CESPE/TRT 17 ES/Analista Judiciário – Contabilidade/2009) No


âmbito do setor público, a auditoria de acompanhamento de gestão é realizada
ao longo dos processos de gestão, a fim de que se possa atuar em tempo real
sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos de uma
unidade ou entidade federal.

Resolução:

Essa é a definição da auditoria de acompanhamento de gestão, trazida pela IN


SFC 01/2001.

Gabarito: C

10. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria realizada ao longo dos processos de gestão, com

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o objetivo de atuar em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos


potenciais, é classificada como auditoria operacional.

Resolução:

A definição trazida pelo enunciado é da auditoria de acompanhamento de


gestão. A auditoria operacional consiste em avaliar as ações gerenciais e os
procedimentos relacionados ao processo operacional, com a finalidade de
emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da eficiência,
eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na gerência e
nos resultados, por meio de recomendações, que visem aprimorar os
procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade
gerencial.

Gabarito: E

11. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria executada pelas empresas de auditoria externa
é classificada como indireta e terceirizada.

Resolução:

O enunciado está de acordo com a classificação trazida pela IN SFC 01/2001.

Gabarito: C

12. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria contábil governamental compreende a avaliação
dos resultados operacionais e da execução dos programas de governo quanto à
economicidade, eficiência e eficácia.

Resolução:

A auditoria contábil governamental tem o mesmo objetivo da auditoria contábil


no âmbito privado, que é examinar as demonstrações contábeis. É a auditoria
operacional que visa avaliar os resultados operacionais e a execução dos
programas de governo quanto à economicidade, eficiência e eficácia.

Gabarito: E

13. (FCC/TCE SP/Auditor/2013) Para que os objetivos da auditoria


governamental sejam atingidos, utilizam-se diversos tipos de auditoria no
setor público. A auditoria

a) de gestão tem por objetivo verificar a eficácia e a eficiência das ações


gerenciais e procedimentos operacionais das unidades auditadas.

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b) indireta é executada por servidores em exercício nos órgãos e unidades


do Sistema de Controle Interno da entidade auditada.
c) de acompanhamento de gestão tem por objetivo antecipar os trabalhos
da auditoria de gestão, sendo realizada em tempo real ao longo do exercício.
d) compartilhada não deve contar com o auxílio de órgãos e instituições
privadas, de modo a garantir a lisura, o sigilo e a idoneidade das informações
obtidas nos trabalhos.
e) de desempenho tem por objetivo confirmar os valores apresentados
pelas demonstrações contábeis da entidade auditada.

Resolução:

Vamos analisar cada item:

Item A – errado – trata-se da auditoria operacional.

Item B – errado – a forma de execução indireta é aquela executada com a


participação de servidores não lotados nos órgãos e unidades do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

Item C – correto – essa é a definição da Auditoria de Acompanhamento da


Gestão.

Item D – errado – a forma de execução compartilhada é coordenada pelo


Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal e conta com o auxílio
de órgãos/instituições públicas ou privadas.

Item E – errado – trata-se de auditoria financeira.

Gabarito: letra C

14. (ESAF/CGU/2012) Uma auditoria qualquer, coordenada pelo Sistema de


Controle Interno do Poder Executivo Federal com o auxílio de uma empresa
privada de auditoria, deve ter sua forma de execução classificada como:

a) Centralizada.
b) Descentralizada.
c) Integrada.
d) Compartilhada.
e) Terceirizada.

Resolução:

A auditoria que é coordenada pelo Sistema de Controle Interno do Poder


Executivo Federal e conta com o auxílio de órgãos/instituições públicas ou
privada tem sua execução classificada como compartilhada.

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Gabarito: letra D

15. (FCC/METRO SP/Analista Desenvolvimento Gestão Júnior -


Ciências Contábeis /2012) Considere avaliar as ações gerenciais e os
procedimentos relacionados ao processo operacional, ou parte dele, das
entidades auditadas, com a finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão
quanto aos aspectos da eficiência, eficácia e economicidade, procurando
auxiliar a administração na gerência e nos resultados, por meio de
recomendações, que visem aprimorar os procedimentos, melhorar os controles
e aumentar a responsabilidade gerencial. Esse tipo de auditoria é denominado
auditoria

a) de gestão.
b) contábil.
c) operacional.
d) de sistemas.
e) especial.

Resolução:

O enunciado nos dá a definição da auditoria operacional trazida pela IN SFC


01/01.

Gabarito: letra C

16. (FCC/MPE PE/Analista Ministerial – Ciências Contábeis/2012) O


tipo de auditoria do setor governamental que tem por objetivo emitir opinião
com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução de
contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação do dinheiro
público e na guarda ou administração de valores e outros bens da União ou a
ela confiados, é denominada auditoria:

a) operacional.
b) especial.
c) descentralizada.
d) de avaliação de gestão.
e) plena.

Resolução:

É a auditoria de avaliação de gestão que objetiva emitir uma opinião com


vistas a certificar a regularidade das contas públicas, verificar a execução
de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos
dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens da
União ou a ela confiados.

Gabarito: letra D
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17. (FCC/TRE RN/Analista Judiciário - Contabilidade /2011) A auditoria


é o conjunto de técnicas que visa avaliar a gestão pública, pelos processos e
resultados gerenciais, e a aplicação de recursos públicos por entidades de
direito público e privado, mediante a confrontação entre uma situação
encontrada com um determinado critério técnico, operacional ou legal. No
âmbito do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, a auditoria
classifica-se em

a) Contábil, Financeira, de Conformidade, Operacional e Patrimonial.


b) de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,
Financeira e Patrimonial.
c) Contábil, Financeira, Orçamentária, de Avaliação da Gestão e de
Acompanhamento da Gestão.
d) Contábil, Financeira, de Avaliação das metas previstas no Plano
Plurianual, e Especial.
e) de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,
Operacional, e Especial.

Resolução:

Vamos ver como a IN SFC 01/01 classifica a auditoria no âmbito do Sistema de


Controle Interno do Poder Executivo Federal:

Item A - Contábil, Financeira, de Conformidade, Operacional e Patrimonial.

Item B - de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,


Financeira e Patrimonial.

Item C - Contábil, Financeira, Orçamentária, de Avaliação da Gestão e de


Acompanhamento da Gestão.

Item D - Contábil, Financeira, de Avaliação das metas previstas no Plano


Plurianual, e Especial.

Item E - de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,


Operacional, e Especial.

Gabarito: letra E

18. (FCC/TRT 20/Analista Judiciário – Administrativa - Especialidade


Contabilidade/2011) A verificação da execução de contratos, acordos,
convênios ou ajustes, no âmbito do Sistema de Controle Interno Federal, é um
dos objetivos da auditoria

a) de avaliação de gestão.
b) contábil.
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c) orçamentária.
d) de acompanhamento de gestão.
e) operacional.

Resolução:

Segundo a IN SFC 01/01, é a Auditoria de Avaliação da Gestão que


objetiva emitir uma opinião com vistas a certificar a regularidade das contas
públicas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a
probidade na aplicação dos dinheiros públicos e na guarda ou administração de
valores e outros bens da União ou a ela confiados.

Gabarito: letra A
19. (FCC/TRT 23R/Analista Judiciário – Especialidade
Contabilidade/2011) Uma auditoria foi realizada exclusivamente por
servidores em exercício nos órgãos Centrais ou setoriais do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal. Essa modalidade de auditoria é
denominada pela Instrução Normativa da Secretaria Federal de Controle
Interno no 1/2001 de

a) indireta integrada.
b) direta integrada.
c) indireta simplificada.
d) direta centralizada.
e) indireta compartilhada.

Resolução:

A auditoria realizada de forma direta é aquela executada diretamente por


servidores em exercício nos órgãos e unidades do Sistema de Controle Interno
do Poder Executivo Federal, podendo ser:

a. centralizada – executada exclusivamente por servidores em


exercício nos Órgão Central ou setoriais do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal.

b. descentralizada – executada exclusivamente por servidores em


exercício nas unidades regionais ou setoriais do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal.

c. integrada – executada conjuntamente por servidores em exercício nos


Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

Gabarito: letra D

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20. (CESPE/ANAC/Especialista em Regulação de Aviação Civil – Área


6/2012) A auditoria de regularidade, assim como os demais tipos de
auditorias, tem por finalidade principal auxiliar a administração da entidade
auditada a melhorar a eficiência, a eficácia e a economicidade de suas
operações. Trata-se, portanto, de atividade voltada para o futuro.

Resolução:

A auditoria de regularidade examina a legalidade e a legitimidade da gestão,


portanto, é retrospectiva, voltada para o que já ocorreu.

Gabarito: E

21. (UnB/CESPE - TCE/RN Inspetor de Controle Externo,


Especialidade: Administração, Contabilidade, Direito ou Economia -
2009) – A auditoria governamental visa estabelecer a melhoria e a
homogeneização dos procedimentos administrativos e dos controles internos
das unidades da administração direta e indireta, daí resultando a padronização
dos processos de licitação e dos contratos firmados com entidades privadas.

Resolução:

Vimos que o objetivo da auditoria governamental não é o proposto pelo


enunciado.

A finalidade da auditoria governamental é avaliar a gestão e a aplicação de


recursos públicos visando sua adequação aos aspectos de legalidade e
legitimidade, bem como os critérios de economicidade, eficácia, eficiência e
efetividade.

Gabarito: E

22. (UnB/CESPE/TCE – AC Analista de Controle Externo –


Especialidade: Administração Pública e/ou de Empresas/2008) –
adaptada - A auditoria operacional é responsável por verificar o processo de
gestão com o objetivo de evidenciar as melhorias existentes e prevenir
gargalos no desempenho da missão institucional.

Resolução:

A finalidade da auditoria operacional é emitir uma opinião sobre a gestão


quanto aos aspectos da eficiência, eficácia e economicidade, e não evidenciar
as melhorias existentes.

Gabarito: E

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23. (UnB/CESPE/STF - Analista Judiciário – Área: Administrativa –


Especialidade: Contabilidade/2008) - A auditoria operacional é realizada
ao longo dos processos de gestão de uma entidade federal, prevenindo
empecilhos ao desempenho de sua missão institucional.

Resolução:

A auditoria operacional é pontual ela não é realizada ao longo da gestão. Na


verdade, o enunciado dessa questão se refere à auditoria de acompanhamento
da gestão, prevista na IN SFC 01/01, que regulamenta a atuação do Sistema
de Controle Interno do Poder Executivo Federal.

Gabarito: E

24. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido, a
verificação do cumprimento da legislação pertinente é objeto da auditoria
contábil.

Resolução:

A auditoria de regularidade é o instrumento adequado para se examinar a


legalidade e a legitimidade dos atos de gestão dos responsáveis, quanto aos
aspectos contábil, financeiro, orçamentário e patrimonial, com o intuito de
avaliar se estão de acordo com as normas existentes, e de salvaguardar ativos
de fraudes e desvios de recursos.

Assim, a verificação do cumprimento da legislação pertinente é objeto da


auditoria de regularidade.

Gabarito: E

25. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido, a
análise da realização físico-financeira, em face dos objetivos e metas
estabelecidos, é um aspecto contemplado pela auditoria de gestão.

Resolução:

Essa dimensão (efetividade) é um aspecto contemplado pela auditoria


operacional e não de gestão, esta última se preocupa com a regularidade da
gestão.

Gabarito: E

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26. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido,
constitui objetivo da auditoria operacional aferir a confiabilidade, a segurança,
a fidedignidade e a consistência dos sistemas administrativos, gerenciais e de
informações.

Resolução:

Vimos que um dos objetivos da auditoria operacional é verificar se os recursos


humanos, financeiros e de qualquer outra natureza são utilizados com
eficiência, incluindo o exame dos sistemas de informação, dos procedimentos
de mensuração e controle do desempenho e as providências adotadas pelas
entidades auditadas para sanar as deficiências detectadas.

Gabarito: C

27. (UnB/UNB/CESPE – MPU/Analista de Controle Interno - 2010) Por


meio de auditoria operacional, emite-se opinião acerca da gestão quanto a
eficiência, eficácia e economicidade, a fim de auxiliar a administração da
entidade auditada na gerência e no alcance dos resultados.

Resolução:

Vimos que a auditoria operacional (=de desempenho) procura avaliar a


economia, a eficiência, a eficácia e a efetividade da gestão em todos os seus
níveis, numa atividade de assessoramente ao gestor, com vistas a aprimorar
as práticas dos atos e fatos administrativos de forma tempestiva.

Gabarito: C

28. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que tem por objetivo certificar as
contas do gestor público, apurando eventuais responsabilidades.

Resolução:

O objetivo da auditoria operacional não é certificar as contas do gestor público


(essa seria a auditoria de avaliação de gestão), mas avaliar o desempenho da
administração pública por meio de critérios de economicidade, eficiência,
eficácia e efetividade.

Gabarito: E

29. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que é realizada, tão somente, com
base na verificação das demonstrações contábeis.
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Resolução:

A auditoria operacional vai bem além da mera verificação das demonstrações


contábeis e, como vimos, avalia o resultado finalístico da gestão.

Gabarito: E

30. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que compreende duas modalidades:
auditoria de desempenho operacional e avaliação de programas.

Resolução:

Como dissemos a auditoria operacional apresenta duas subdivisões:

• auditoria de desempenho operacional; e

• auditoria de avaliação de programas.

A primeira delas preocupa-se com o processo de gestão nos seus múltiplos


aspectos, busca avaliar por meio da análise da estratégia organizacional,
gestão e processos de trabalho, se os aspectos de economicidade, eficiência e
eficácia, estão sendo observados pelos gestores em suas ações.

Gabarito: C

31. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que no âmbito da administração
indireta, só pode ser realizada por auditores independentes contratados
mediante licitação.

Resolução:

A auditoria operacional realizada tanto na administração direta quanto indireta,


bem como qualquer tipo de auditoria realizada por auditores do TCU, prescinde
da qualificação do auditor como independente.

Gabarito: E

32. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que é aplicável, apenas, no âmbito da
administração direta.

Resolução:

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A auditoria operacional pode ser realizada tanto na administração direta


quanto indireta.

Gabarito: E

33. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - O tipo de auditoria cujo objetivo é evidenciar melhorias e
economias existentes nos atos efetivos praticados pelos administradores
públicos ao gerir uma unidade orçamentária e, ao mesmo tempo, prevenir
gargalos que a impeçam de desempenhar adequadamente sua missão
institucional é denominado auditoria de regularidade.

Resolução:

A auditoria de regularidade é o instrumento utilizado para se examinar a


legalidade e a legitimidade dos atos de gestão dos responsáveis, quanto aos
aspectos contábil, financeiro, orçamentário e patrimonial, com o intuito de
avaliar se estão de acordo com as normas existentes, e de salvaguardar ativos
de fraudes e desvios de recursos.

Nesse caso, trata-se de auditoria de acompanhamento da gestão.

Lembre que essa auditoria caracteriza-se pelo caráter concomitante da sua


execução com o procedimento auditado e tem como objetivo atuar em tempo
real sobre os atos efetivos, evidenciando melhorias e economias existentes
no processo ou prevenindo gargalos ao desempenho da sua missão
institucional.

Gabarito: E

34. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a aderência dos atos e fatos de
gestão praticados aos normativos legais e técnicos que os regem.

Resolução:

A eficácia refere-se ao grau de alcance das metas programadas, em um


determinado período de tempo, independentemente dos custos implicados. A
aderência dos atos e fatos de gestão praticados aos normativos legais e
técnicos que os regem refere-se à legalidade.

Gabarito: E

35. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A economicidade pode ser definida como a variação positiva da
relação custo/benefício, na qual se busca a otimização dos resultados com a
escolha dos menores custos em relação aos maiores benefícios.
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Resolução:

A economicidade significa minimização de custos dos recursos utilizados na


consecução de uma atividade, sem comprometimento dos padrões de
qualidade.

A variação positiva da relação custo/benefício, na qual se busca a


otimização dos resultados com a escolha dos menores custos em relação aos
maiores benefícios, refere-se à eficiência.

Gabarito: E

36. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como o grau de cumprimento das
metas fixadas para um determinado objeto de uma ação em relação ao
previsto, em um determinado período.

Resolução:

O grau de cumprimento das metas fixadas para um determinado objeto de


uma ação em relação ao previsto, em um determinado período (=eficácia).

Gabarito: C

37. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a medida da relação entre os
recursos efetivamente utilizados para a realização de uma meta, frente a
padrões estabelecidos.

Resolução:

A medida da relação entre os recursos efetivamente utilizados para a


realização de uma meta, frente a padrões estabelecidos, refere-se à
eficiência.

Gabarito: E

38. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a capacidade de registrar,
fornecer e manter adequadamente os dados, informações e a memória de
cálculo utilizados na geração dos próprios indicadores.

Resolução:

A eficácia refere-se ao grau de alcance das metas programadas, em um


determinado período de tempo, independentemente dos custos implicados.
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Gabarito: E

39. (UnB/CESPE–TRE/MA/Analista Judiciário – Área: Administrativa –


Especialidade: Contabilidade/2009) – adaptada - No setor público, a
auditoria operacional tem o objetivo de emitir opinião acerca da regularidade
das contas, da execução dos contratos e da probidade na aplicação do dinheiro
público.

Resolução:

A auditoria operacional é o instrumento utilizado para avaliar o desempenho


dos órgãos e entidades, assim como, dos programas, projetos e atividades
governamentais, quanto aos aspectos de economicidade, eficiência e eficácia
dos atos praticados, com o objetivo de verificar se a operação da instituição ou
programa tem um desempenho satisfatório.

A auditoria operacional tem por objetivo:

• identificar se a administração desempenhou suas atividades com


economia, de acordo com princípios e práticas administrativas corretas
(=economicidade);

• identificar se os recursos humanos, financeiros e de qualquer outra


natureza foram utilizados com eficiência;

• identificar se há eficácia do desempenho das entidades auditadas em


relação ao alcance de seus objetivos; e

• avaliar o verdadeiro efeito de suas atividades em comparação com o


efeito esperado (=efetividade).

O enunciado da questão trata da auditoria de regularidade, que é o


instrumento utilizado para se examinar a legalidade e a legitimidade dos atos
de gestão dos responsáveis, quanto aos aspectos contábil, financeiro,
orçamentário e patrimonial, com o intuito de avaliar se estão de acordo com as
normas existentes, e de salvaguardar ativos de fraudes e desvios de recursos.

Gabarito: E

40. (UnB/CESPE – MC/Área de Formação: Ciências Contábeis/2008) A


auditoria operacional avalia a ação governamental quanto aos aspectos da
economicidade, da eficiência e da eficácia. Assim, verifica a adequação entre
meios e fins, considerando o contexto econômico, político, social, institucional
e organizacional em que a ação governamental se realiza.

Resolução:
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A auditoria operacional é o instrumento utilizado para avaliar o desempenho


dos órgãos e entidades, assim como, dos programas, projetos e atividades
governamentais, quanto aos aspectos de economicidade, eficiência e eficácia
dos atos praticados, com o objetivo de verificar se a operação da instituição ou
programa tem um desempenho satisfatório.

Gabarito: C

41. (UnB/CESPE – MC/Área de Formação: Ciências Contábeis/2008) A


auditoria operacional segue normas padronizadas capazes de servir de
referência à avaliação das práticas administrativas quanto aos aspectos da
eficiência e eficácia, do mesmo modo que a auditoria financeira segue as
normas emanadas pelo órgão fiscalizador.

Resolução:

As auditorias operacionais possuem características próprias que as distinguem


das auditorias tradicionais.

Ao contrário das auditorias de regularidade, que adotam padrões relativamente


fixos, as auditorias operacionais, devido à variedade e complexidade das
questões tratadas, possuem maior flexibilidade na escolha de temas, objetos
de auditoria, métodos de trabalho e forma de comunicar as conclusões de
auditoria.

Empregam ampla seleção de métodos de avaliação e investigação de


diferentes áreas do conhecimento, em especial das ciências sociais. Além
disso, essa modalidade de auditoria requer do auditor flexibilidade, imaginação
e capacidade analítica.

Gabarito: E

42. (FGV/Senado – Analista Legislativo – Controle Interno/2012) Não


é possível classificar a auditoria em:

(A) Auditoria de avaliação da gestão: esse tipo de auditoria objetiva emitir


opinião com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução
de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos
dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens,
compreendendo, entre outros, os seguintes aspectos: exame das peças que
instruem os processos de tomada ou prestação de contas; exame da
documentação comprobatória dos atos e fatos administrativos; verificação da
eficiência dos sistemas de controles administrativo e contábil; verificação do
cumprimento da legislação pertinente; e avaliação dos resultados operacionais
e da execução dos programas de governo quanto a economicidade, eficiência e
eficácia dos mesmos.
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(B) Auditoria de acompanhamento da gestão: realizada ao longo dos processos


de gestão, com o objetivo de se atuar em tempo real sobre os atos efetivos e
os efeitos potenciais positivos e negativos de uma unidade, evidenciando
melhorias existentes no processo ou prevenindo gargalos ao desempenho da
sua missão institucional.
(C) Auditoria contábil: compreende o exame dos registros e documentos e na
coleta de informações e confirmações, mediante procedimentos específicos,
pertinentes ao controle do patrimônio de uma unidade, entidade ou projeto.
Objetivam obter elementos comprobatórios suficientes que permitam opinar se
os registros contábeis foram efetuados de acordo com os Princípios
Fundamentais de Contabilidade e se as demonstrações deles originárias
refletem, adequadamente, em seus aspectos mais relevantes, a situação
econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo
examinado e as demais situações nelas demonstradas. Tem por objeto,
também, verificar a efetividade e a aplicação de recursos externos, oriundos de
agentes financeiros e organismos internacionais, por unidades ou entidades
públicas executoras de projetos celebrados com aqueles organismos, com
vistas a emitir opinião sobre a adequação e fidedignidade das demonstrações
financeiras.
(D) Auditoria operacional: consiste em avaliar as ações gerenciais e os
procedimentos relacionados ao processo operacional ou parte dele, com a
finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da
eficiência, eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na
gerencia e nos resultados, por meio de recomendações, que visem a aprimorar
os procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade
gerencial. Este tipo de procedimento auditorial consiste numa atividade de
assessoramento ao gestor público, com vistas a aprimorar as práticas dos atos
e fatos administrativos, sendo desenvolvida de forma tempestiva no contexto
do setor público, atuando sobre a gestão, seus programas governamentais e
sistemas informatizados.
(E) Auditoria comutativa: objetiva o exame de fatos ou situações análogas,
com o objetivo de identificar padrões, a partir dos quais serão apresentadas
sugestões de ratificação ou retificação de rotinas administrativas.

Resolução:

Essa questão é do recente concurso do Senado e explora as classificações de


auditoria da IN SFC 01/2001.

É exigido do candidato o conhecimento dessas classificações de auditoria.


Neste caso, nos itens A, B, C e D, a norma é transcrita de forma literal.

O único item que não contempla um tipo de auditoria, conforme a IN 01/2001,


é o item E (auditoria comutativa).

Gabarito: letra E

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43. (ESAF/AFRFB/2012) Os auditores públicos foram designados para


examinar as demonstrações contábeis da Empresa Transportes Fluviais S.A. O
objetivo é avaliar se os recursos destinados à construção dos dois novos portos
foram aplicados nos montantes contratados, dentro dos orçamentos
estabelecidos e licitações aprovadas. Foi determinado como procedimento a
constatação da existência física dos portos. Esse tipo de auditoria pública é
classificada como auditoria

(A) de gestão.
(B) de programas.
(C) operacional.
(D) contábil.
(E) de sistemas.

Resolução:

A IN SFC 01/2001 define auditoria de avaliação de gestão como aquela cujo


objetivo é emitir uma opinião com vistas a certificar a regularidade das contas
públicas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a
probidade na aplicação dos dinheiros públicos e na guarda ou administração de
valores e outros bens da União ou a ela confiados.

No caso em pauta, a auditoria objetiva avaliar a regularidade da construção


dos portos.

A questão, no entanto, não traz a opção “auditoria avaliação de gestão”, mas


simplesmente “auditoria de gestão” que pode ser confundida, por exemplo,
com a auditoria de “acompanhamento da gestão”.

A ESAF, no entanto, nesta prova, teve um entendimento de que a “auditoria de


gestão” engloba tanto a auditoria “avaliação de gestão” como a de
“acompanhamento da gestão”.

Abaixo, transcrevemos trecho do Parecer divulgado pela ESAF sobre essa


questão:

“Conforme definido pelo próprio Senado Federal, as modalidades de


auditoria pública são: Auditoria de Gestão, Auditoria de Programas,
Auditoria Operacional, Auditoria Contábil, Auditoria de Sistemas e
Auditoria Especial estando plenamente adequada a nomenclatura
utilizada. Também, nas normas de auditoria Governamental, emanadas
pelo CGU e pela Secretaria Federal de Controle Interno, em sua IN 01/01
seção II – Auditoria, a norma classifica a auditoria em: Auditoria de
Gestão (Avaliação e Acompanhamento), Auditoria Contábil, Auditoria
Operacional, Auditoria Especial. Pode-se evidenciar na própria norma,
nas páginas 44 e 77, a utilização da modalidade auditoria de gestão.

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Dessa forma os recursos arguindo a não existência da modalidade de


auditoria são improcedentes.”

Gabarito: letra A

44. (ESAF/Analista: Qualquer Área de Formação/ANA/2009) Assinale a


opção que preenche corretamente a lacuna da seguinte frase: “No Setor
Público Federal, a_________________________ objetiva o exame de fatos ou
situações consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária,
sendo realizada para atender determinação expressa de autoridade
competente”.

(A) Auditoria de Avaliação da Gestão.


(B) Auditoria Contábil.
(C) Auditoria Especial.
(D) Auditoria Operacional.
(E) Auditoria de Acompanhamento da Gestão.

Resolução:

Como vimos, segundo a IN SFC/MF nº 01/2001, a auditoria governamental


pode ser classificada em cinco tipos: Auditoria de Avaliação da Gestão;
Auditoria de Acompanhamento da Gestão; Auditoria Contábil; Auditoria
Operacional e Auditoria Especial.

A auditoria especial é aquela que objetiva o exame de fatos ou situações


consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária, sendo
realizadas para atender determinação expressa de autoridade competente.

Classificam-se, ainda, nesse tipo os demais trabalhos auditoriais não inseridos


em outras classes de atividades.

Gabarito: letra C

45. (FMP/Auditor – TCE RS/2011) Acerca da auditoria de conformidade, é


mais importante para o auditor o exame do (a):

(A) eficácia
(B) legitimidade
(C) economicidade
(D) eficiência
(E) desempenho

Resolução:

Falamos que as auditorias de conformidade focam na análise da regularidade,


ou seja, na legalidade e na legitimidade da gestão.
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Eficácia (A), Economicidade (C) e Eficiência (D) são dimensões de desempenho


(E), avaliadas nas auditorias operacionais.

Gabarito: letra B

46. (FMP/Auditor – TCE RS/2011) Acerca da auditoria de conformidade,


assinale a alternativa correta.

(A) É adequada para avaliar processos de licitações, de aposentadorias e folhas


de pagamentos.
(B) Este tipo de auditoria é oportuno para avaliar eventuais deficiências do
sistema de arrecadação tributária do município, notadamente as reclamações
dos usuários quanto à qualidade da prestação dos serviços por parte da
secretaria das finanças.
(C) É típica dos programas públicos, quando o auditor avalia os resultados à
luz dos objetivos e metas estabelecidos.
(D) No Brasil, este tipo de auditoria ainda não está em uso ou não é
frequentemente utilizado.
(E) O exame dos registros contábeis não é empregado nesta modalidade de
auditoria.

Resolução:

Vamos analisar cada um dos itens:

Item (A): Certo. As auditorias de conformidade são utilizadas para avaliar a


regularidade de licitações, aposentadorias e folhas de pagamento.

Item (B): Errado. Avaliar eficiência (ou deficiência) é um objetivo da auditoria


operacional.

Item (C): Errado. Avaliar a eficácia (alcance de objetivos e metas) é também


papel da auditoria operacional.

Item (D): Errado. As auditorias de conformidade são muito comuns no Brasil,


basta abrir as páginas do jornal para ver os inúmeros exemplos desses
trabalhos conduzidos pelos Tribunais de Contas.

Item (E): Errado. O exame de registros contábeis é um exemplo de exame de


regularidade e, portanto, faz parte do escopo de auditorias de conformidade.

Gabarito: letra A

47. (ESAF/Analista: Qualquer Área de Formação/ANA/2009) No Setor


Público Federal, a auditoria executada por instituições privadas, ou seja, pelas
denominadas empresas de auditoria externa, é classificada como:
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(A) centralizada.
(B) descentralizada.
(C) integrada.
(D) terceirizada.
(E) compartilhada.

Resolução:

Conforme a classificação por forma de execução, vimos que uma auditoria


pode ser terceirizada, quando executadas por instituições privadas (i.e.
empresas de auditoria externa).

Gabarito: letra D

48. (ESAF/Analista: Ciências Contábeis/ANA/2009) Assinale a opção


verdadeira a respeito de auditoria, no Setor Público Federal, cuja execução é
realizada de forma direta.

(A) São todos os trabalhos de fiscalização executados pelo Sistema de


Auditoria Interna, no âmbito da administração federal, que avalia a correta
aplicação dos recursos públicos.
(B) São aquelas realizadas na administração direta e indireta integrantes do
Orçamento Geral da União visando avaliar o cumprimento das políticas
públicas.
(C) É aquela realizada pelos servidores em exercício no Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal e está subdividida em centralizada,
descentralizada e integrada.
(D) São fiscalizações e avaliações realizadas diretamente pelos órgãos
envolvidos na execução das políticas públicas.
(E) São trabalhos executados diretamente pelas auditorias internas das
instituições federais diretas e indiretas, para avaliar o cumprimento da lei
fiscal.

Resolução:

Segundo a IN SFC/MF nº 01/2001, a auditoria é executada de forma Direta


quando as atividades de auditoria forem executadas diretamente por
servidores em exercício nos órgãos e unidades do Sistema de Controle Interno
do Poder Executivo Federal, sendo subdividas em:

Centralizada – executada exclusivamente por servidores em exercício nos


Órgãos Central ou setoriais do Sistema de Controle Interno do Poder
Executivo Federal.

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Descentralizada – executada exclusivamente por servidores em exercício


nas unidades regionais ou setoriais do Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal.

Integrada – executada conjuntamente por servidores em exercício nos


Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal.

Gabarito: letra C

49. (ESAF/AFC – Área Controle Interno/CGU/2008) O servidor do


Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, no decorrer de
qualquer atividade, deve prestar especial atenção àquelas transações ou
situações que denotem indícios de irregularidades.

Acerca do tema “impropriedades e irregularidades”, nos termos da IN SFC/MF


nº 001/2001, é correto afirmar que:

(A) a irregularidade consiste em falhas de natureza formal de que não resulte


dano ao erário, porém evidencia-se a não observância aos princípios de
legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia e economicidade.
(B) o objetivo primordial das atividades do Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal não é a busca de impropriedades ou de
irregularidades.
(C) ao verificar a ocorrência de impropriedades, o servidor deve registrar o
assunto e aguardar pela finalização dos trabalhos de campo, quando só então
será solicitado ao dirigente da unidade ou entidade examinada prestar os
esclarecimentos e justificativas pertinentes.
(D) a impropriedade é caracterizada pela não observância aos princípios de
legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia e economicidade, constatando a
existência de desfalque, alcance, desvio de bens ou outra irregularidade de que
resulte prejuízo quantificável para o Erário.
(E) ao verificar a ocorrência de irregularidades, o servidor deve registrar o
assunto e aguardar pela finalização dos trabalhos de campo, quando só então
será solicitado ao dirigente da unidade ou entidade examinada prestar os
esclarecimentos e justificativas pertinentes.

Resolução:

Alternativas A e D – Impropriedade consiste em falhas de natureza formal de


que não resulte dano ao erário, porém evidencia-se a não observância aos
princípios de legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia e economicidade; a
irregularidade, por sua vez, é caracterizada pela não observância desses
princípios, constatando a existência de desfalque, alcance, desvio de bens ou
outra irregularidade de que resulte prejuízo quantificável para o Erário.
Portanto, alternativas incorretas.

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Alternativa B – Perfeito, apesar de não ser o objetivo primordial das


atividades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal a busca
de impropriedades ou de irregularidades, o servidor deve estar consciente da
probabilidade de, no decorrer dos exames, defrontar-se com tais ocorrências.

Alternativas C e E – Ao verificar a ocorrência de irregularidades, o servidor


deve levar o assunto, por escrito, ao conhecimento do dirigente da unidade ou
entidade examinada, solicitando os esclarecimentos e justificativas pertinentes,
quando isso não implicar risco pessoal. Na hipótese de risco pessoal, informar
a ocorrência ao seu dirigente que o orientará e adotará as providências
necessárias. Portanto, alternativas incorretas.

Gabarito: letra B

50. (FCC/TCM/PA/Técnico de Controle Externo/2010) A auditoria


operacional no setor público

a) Inclui a emissão de opinião, com vistas a certificar a regularidade das


contas, a verificação da execução de contratos e a probidade na administração
de valores ou outros bens públicos entregues à entidade auditada.
b) Compreende o exame dos registros e documentos contábeis para
verificar se os fatos contábeis foram registrados de acordo com os princípios
fundamentais de contabilidade.
c) Tem por objetivo avaliar as ações gerenciais com a finalidade de emissão
de uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos de eficiência, eficácia e
economicidade.
d) Compreende o exame de fatos ou situações consideradas relevantes, de
natureza incomum ou extraordinária, para atender determinação expressa e
exclusiva de autoridade competente.
e) É realizada ao longo dos processos de gestão, com o objetivo de atuar
em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e
negativos de uma unidade ou entidade governamental.

Resolução:

A auditoria operacional, também chamada de auditoria de desempenho ou de


performance, tem como objetivo avaliar a economia, a eficiência, a eficácia e a
efetividade das atividades operacionais de uma entidade, ou seja, trata-se de
uma avaliação do desempenho da entidade.

Gabarito: letra C

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Lista de Questões

01. (CESPE/CNJ/Analista Contabilidade/2013) A auditoria que tem como


objetivo específico o melhoramento das operações examinadas,
consubstanciada na análise da eficiência, eficácia e economicidade da ação
administrativa, é denominada auditoria de gestão.

02. (CESPE/MPE PI/Controle Interno/2012) A contratação de uma


empresa privada de auditoria para a apuração de possível irregularidade no
âmbito de determinada unidade administrativa caracteriza uma forma de
fiscalização denominada compartilhada, em que a responsabilidade pela
execução do serviço é assumida conjuntamente pela administração e pela
contratada.

03. (CESPE/PREVIC/Anal. Adm. Contábil/2011) Para que uma auditoria


seja classificada como do tipo especial, não basta que trate de fatos ou
situações relevantes e tenha sido determinada pela autoridade competente.

04. (CESPE/PREVIC/Anal. Adm. Contábil/2011) A auditoria indireta,


realizada com a participação de servidores não lotados nos órgãos e unidades
do sistema de controle interno, pode também ser feita de forma integrada.

05. (CESPE/TCU/Auditoria de Obras Públicas/2011) A auditoria de


avaliação da gestão objetiva, além de emitir opinião sobre a regularidade das
contas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes e a
probidade na aplicação do dinheiro público e na guarda ou administração de
valores e outros bens da União ou a ela confiados.

06. (CESPE/Técnico de Controle Interno – MPU/2010) A auditoria no


setor público divide-se em diversos tipos, entre os quais está a auditoria de
avaliação da gestão, realizada ao longo dos processos de gestão, visando atuar
em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais de uma unidade
ou entidade.

07. (CESPE/DETRAN ES/Técnico Superior-Contador/2010) No âmbito da


administração pública, a auditoria integrada consiste no exame simultâneo dos
demonstrativos de todas as unidades administrativas vinculadas a um mesmo
ministério.

08. (CESPE/DETRAN ES/Técnico Superior-Contador/2010) A auditoria


de acompanhamento da gestão compreende o exame dos registros e
documentos e tem a finalidade de obter elementos comprobatórios suficientes
para opinar se os demonstrativos refletem a situação econômica da entidade.

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09. (CESPE/TRT 17 ES/Analista Judiciário – Contabilidade/2009) No


âmbito do setor público, a auditoria de acompanhamento de gestão é realizada
ao longo dos processos de gestão, a fim de que se possa atuar em tempo real
sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos de uma
unidade ou entidade federal.

10. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria realizada ao longo dos processos de gestão, com
o objetivo de atuar em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos
potenciais, é classificada como auditoria operacional.

11. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria executada pelas empresas de auditoria externa
é classificada como indireta e terceirizada.

12. (CESPE/IBRAM/Analista de Atividades do Meio Ambiente –


Contador/2009) A auditoria contábil governamental compreende a avaliação
dos resultados operacionais e da execução dos programas de governo quanto à
economicidade, eficiência e eficácia.

13. (FCC/TCE SP/Auditor/2013) Para que os objetivos da auditoria


governamental sejam atingidos, utilizam-se diversos tipos de auditoria no
setor público. A auditoria

a) de gestão tem por objetivo verificar a eficácia e a eficiência das ações


gerenciais e procedimentos operacionais das unidades auditadas.
b) indireta é executada por servidores em exercício nos órgãos e unidades
do Sistema de Controle Interno da entidade auditada.
c) de acompanhamento de gestão tem por objetivo antecipar os trabalhos
da auditoria de gestão, sendo realizada em tempo real ao longo do exercício.
d) compartilhada não deve contar com o auxílio de órgãos e instituições
privadas, de modo a garantir a lisura, o sigilo e a idoneidade das informações
obtidas nos trabalhos.
e) de desempenho tem por objetivo confirmar os valores apresentados
pelas demonstrações contábeis da entidade auditada.

14. (ESAF/CGU/2012) Uma auditoria qualquer, coordenada pelo Sistema de


Controle Interno do Poder Executivo Federal com o auxílio de uma empresa
privada de auditoria, deve ter sua forma de execução classificada como:

a) Centralizada.
b) Descentralizada.
c) Integrada.
d) Compartilhada.
e) Terceirizada.

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15. (FCC/METRO SP/Analista Desenvolvimento Gestão Júnior -


Ciências Contábeis /2012) Considere avaliar as ações gerenciais e os
procedimentos relacionados ao processo operacional, ou parte dele, das
entidades auditadas, com a finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão
quanto aos aspectos da eficiência, eficácia e economicidade, procurando
auxiliar a administração na gerência e nos resultados, por meio de
recomendações, que visem aprimorar os procedimentos, melhorar os controles
e aumentar a responsabilidade gerencial. Esse tipo de auditoria é denominado
auditoria

a) de gestão.
b) contábil.
c) operacional.
d) de sistemas.
e) especial.

16. (FCC/MPE PE/Analista Ministerial – Ciências Contábeis/2012) O


tipo de auditoria do setor governamental que tem por objetivo emitir opinião
com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução de
contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação do dinheiro
público e na guarda ou administração de valores e outros bens da União ou a
ela confiados, é denominada auditoria:

a) operacional.
b) especial.
c) descentralizada.
d) de avaliação de gestão.
e) plena.

17. (FCC/TRE RN/Analista Judiciário - Contabilidade /2011) A auditoria


é o conjunto de técnicas que visa avaliar a gestão pública, pelos processos e
resultados gerenciais, e a aplicação de recursos públicos por entidades de
direito público e privado, mediante a confrontação entre uma situação
encontrada com um determinado critério técnico, operacional ou legal. No
âmbito do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, a auditoria
classifica-se em

a) Contábil, Financeira, de Conformidade, Operacional e Patrimonial.


b) de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,
Financeira e Patrimonial.
c) Contábil, Financeira, Orçamentária, de Avaliação da Gestão e de
Acompanhamento da Gestão.
d) Contábil, Financeira, de Avaliação das metas previstas no Plano
Plurianual, e Especial.
e) de Avaliação da Gestão, de Acompanhamento da Gestão, Contábil,
Operacional, e Especial.

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18. (FCC/TRT 20/Analista Judiciário – Administrativa - Especialidade


Contabilidade/2011) A verificação da execução de contratos, acordos,
convênios ou ajustes, no âmbito do Sistema de Controle Interno Federal, é um
dos objetivos da auditoria

a) de avaliação de gestão.
b) contábil.
c) orçamentária.
d) de acompanhamento de gestão.
e) operacional.
19. (FCC/TRT 23R/Analista Judiciário – Especialidade
Contabilidade/2011) Uma auditoria foi realizada exclusivamente por
servidores em exercício nos órgãos Centrais ou setoriais do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal. Essa modalidade de auditoria é
denominada pela Instrução Normativa da Secretaria Federal de Controle
Interno no 1/2001 de

a) indireta integrada.
b) direta integrada.
c) indireta simplificada.
d) direta centralizada.
e) indireta compartilhada.

20. (CESPE/ANAC/Especialista em Regulação de Aviação Civil – Área


6/2012) A auditoria de regularidade, assim como os demais tipos de
auditorias, tem por finalidade principal auxiliar a administração da entidade
auditada a melhorar a eficiência, a eficácia e a economicidade de suas
operações. Trata-se, portanto, de atividade voltada para o futuro.

21. (UnB/CESPE - TCE/RN Inspetor de Controle Externo,


Especialidade: Administração, Contabilidade, Direito ou Economia -
2009) – A auditoria governamental visa estabelecer a melhoria e a
homogeneização dos procedimentos administrativos e dos controles internos
das unidades da administração direta e indireta, daí resultando a padronização
dos processos de licitação e dos contratos firmados com entidades privadas.

22. (UnB/CESPE/TCE – AC Analista de Controle Externo –


Especialidade: Administração Pública e/ou de Empresas/2008) –
adaptada - A auditoria operacional é responsável por verificar o processo de
gestão com o objetivo de evidenciar as melhorias existentes e prevenir
gargalos no desempenho da missão institucional.

23. (UnB/CESPE/STF - Analista Judiciário – Área: Administrativa –


Especialidade: Contabilidade/2008) - A auditoria operacional é realizada
ao longo dos processos de gestão de uma entidade federal, prevenindo
empecilhos ao desempenho de sua missão institucional.
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24. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido, a
verificação do cumprimento da legislação pertinente é objeto da auditoria
contábil.

25. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido, a
análise da realização físico-financeira, em face dos objetivos e metas
estabelecidos, é um aspecto contemplado pela auditoria de gestão.

26. (UnB/UNB/CESPE – AUGE/MG/Auditor Interno - 2009) – adaptada


- A auditoria da gestão pública é a vertente da auditoria governamental
realizada pelo Estado visando ao controle de sua gestão. Nesse sentido,
constitui objetivo da auditoria operacional aferir a confiabilidade, a segurança,
a fidedignidade e a consistência dos sistemas administrativos, gerenciais e de
informações.

27. (UnB/UNB/CESPE – MPU/Analista de Controle Interno - 2010) Por


meio de auditoria operacional, emite-se opinião acerca da gestão quanto a
eficiência, eficácia e economicidade, a fim de auxiliar a administração da
entidade auditada na gerência e no alcance dos resultados.

28. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que tem por objetivo certificar as
contas do gestor público, apurando eventuais responsabilidades.

29. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que é realizada, tão somente, com
base na verificação das demonstrações contábeis.

30. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que compreende duas modalidades:
auditoria de desempenho operacional e avaliação de programas.

31. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que no âmbito da administração
indireta, só pode ser realizada por auditores independentes contratados
mediante licitação.

32. (ESAF/APOFP – SEFAZ SP/2009) – adaptada - Sobre a auditoria de


natureza operacional, é correto afirmar que é aplicável, apenas, no âmbito da
administração direta.

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33. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - O tipo de auditoria cujo objetivo é evidenciar melhorias e
economias existentes nos atos efetivos praticados pelos administradores
públicos ao gerir uma unidade orçamentária e, ao mesmo tempo, prevenir
gargalos que a impeçam de desempenhar adequadamente sua missão
institucional é denominado auditoria de regularidade.

34. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a aderência dos atos e fatos de
gestão praticados aos normativos legais e técnicos que os regem.

35. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A economicidade pode ser definida como a variação positiva da
relação custo/benefício, na qual se busca a otimização dos resultados com a
escolha dos menores custos em relação aos maiores benefícios.

36. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como o grau de cumprimento das
metas fixadas para um determinado objeto de uma ação em relação ao
previsto, em um determinado período.

37. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a medida da relação entre os
recursos efetivamente utilizados para a realização de uma meta, frente a
padrões estabelecidos.

38. (FCC/ Analista - Área Pericial: Contabilidade – MPU/2007) –


adaptada - A eficácia pode ser definida como a capacidade de registrar,
fornecer e manter adequadamente os dados, informações e a memória de
cálculo utilizados na geração dos próprios indicadores.

39. (UnB/CESPE–TRE/MA/Analista Judiciário – Área: Administrativa –


Especialidade: Contabilidade/2009) – adaptada - No setor público, a
auditoria operacional tem o objetivo de emitir opinião acerca da regularidade
das contas, da execução dos contratos e da probidade na aplicação do dinheiro
público.

40. (UnB/CESPE – MC/Área de Formação: Ciências Contábeis/2008) A


auditoria operacional avalia a ação governamental quanto aos aspectos da
economicidade, da eficiência e da eficácia. Assim, verifica a adequação entre
meios e fins, considerando o contexto econômico, político, social, institucional
e organizacional em que a ação governamental se realiza.

41. (UnB/CESPE – MC/Área de Formação: Ciências Contábeis/2008) A


auditoria operacional segue normas padronizadas capazes de servir de
referência à avaliação das práticas administrativas quanto aos aspectos da

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eficiência e eficácia, do mesmo modo que a auditoria financeira segue as


normas emanadas pelo órgão fiscalizador.

42. (FGV/Senado – Analista Legislativo – Controle Interno/2012) Não


é possível classificar a auditoria em:

(A) Auditoria de avaliação da gestão: esse tipo de auditoria objetiva emitir


opinião com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução
de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos
dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens,
compreendendo, entre outros, os seguintes aspectos: exame das peças que
instruem os processos de tomada ou prestação de contas; exame da
documentação comprobatória dos atos e fatos administrativos; verificação da
eficiência dos sistemas de controles administrativo e contábil; verificação do
cumprimento da legislação pertinente; e avaliação dos resultados operacionais
e da execução dos programas de governo quanto a economicidade, eficiência e
eficácia dos mesmos.
(B) Auditoria de acompanhamento da gestão: realizada ao longo dos processos
de gestão, com o objetivo de se atuar em tempo real sobre os atos efetivos e
os efeitos potenciais positivos e negativos de uma unidade, evidenciando
melhorias existentes no processo ou prevenindo gargalos ao desempenho da
sua missão institucional.
(C) Auditoria contábil: compreende o exame dos registros e documentos e na
coleta de informações e confirmações, mediante procedimentos específicos,
pertinentes ao controle do patrimônio de uma unidade, entidade ou projeto.
Objetivam obter elementos comprobatórios suficientes que permitam opinar se
os registros contábeis foram efetuados de acordo com os Princípios
Fundamentais de Contabilidade e se as demonstrações deles originárias
refletem, adequadamente, em seus aspectos mais relevantes, a situação
econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo
examinado e as demais situações nelas demonstradas. Tem por objeto,
também, verificar a efetividade e a aplicação de recursos externos, oriundos de
agentes financeiros e organismos internacionais, por unidades ou entidades
públicas executoras de projetos celebrados com aqueles organismos, com
vistas a emitir opinião sobre a adequação e fidedignidade das demonstrações
financeiras.
(D) Auditoria operacional: consiste em avaliar as ações gerenciais e os
procedimentos relacionados ao processo operacional ou parte dele, com a
finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da
eficiência, eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na
gerencia e nos resultados, por meio de recomendações, que visem a aprimorar
os procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade
gerencial. Este tipo de procedimento auditorial consiste numa atividade de
assessoramento ao gestor público, com vistas a aprimorar as práticas dos atos
e fatos administrativos, sendo desenvolvida de forma tempestiva no contexto
do setor público, atuando sobre a gestão, seus programas governamentais e
sistemas informatizados.
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(E) Auditoria comutativa: objetiva o exame de fatos ou situações análogas,


com o objetivo de identificar padrões, a partir dos quais serão apresentadas
sugestões de ratificação ou retificação de rotinas administrativas.

43. (ESAF/AFRFB/2012) Os auditores públicos foram designados para


examinar as demonstrações contábeis da Empresa Transportes Fluviais S.A. O
objetivo é avaliar se os recursos destinados à construção dos dois novos portos
foram aplicados nos montantes contratados, dentro dos orçamentos
estabelecidos e licitações aprovadas. Foi determinado como procedimento a
constatação da existência física dos portos. Esse tipo de auditoria pública é
classificada como auditoria

(A) de gestão.
(B) de programas.
(C) operacional.
(D) contábil.
(E) de sistemas.

44. (ESAF/Analista: Qualquer Área de Formação/ANA/2009) Assinale a


opção que preenche corretamente a lacuna da seguinte frase: “No Setor
Público Federal, a_________________________ objetiva o exame de fatos ou
situações consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária,
sendo realizada para atender determinação expressa de autoridade
competente”.

(A) Auditoria de Avaliação da Gestão.


(B) Auditoria Contábil.
(C) Auditoria Especial.
(D) Auditoria Operacional.
(E) Auditoria de Acompanhamento da Gestão.

45. (FMP/Auditor – TCE RS/2011) Acerca da auditoria de conformidade, é


mais importante para o auditor o exame do (a):

(A) eficácia
(B) legitimidade
(C) economicidade
(D) eficiência
(E) desempenho

46. (FMP/Auditor – TCE RS/2011) Acerca da auditoria de conformidade,


assinale a alternativa correta.

(A) É adequada para avaliar processos de licitações, de aposentadorias e folhas


de pagamentos.
(B) Este tipo de auditoria é oportuno para avaliar eventuais deficiências do
sistema de arrecadação tributária do município, notadamente as reclamações
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dos usuários quanto à qualidade da prestação dos serviços por parte da


secretaria das finanças.
(C) É típica dos programas públicos, quando o auditor avalia os resultados à
luz dos objetivos e metas estabelecidos.
(D) No Brasil, este tipo de auditoria ainda não está em uso ou não é
frequentemente utilizado.
(E) O exame dos registros contábeis não é empregado nesta modalidade de
auditoria.

47. (ESAF/Analista: Qualquer Área de Formação/ANA/2009) No Setor


Público Federal, a auditoria executada por instituições privadas, ou seja, pelas
denominadas empresas de auditoria externa, é classificada como:

(A) centralizada.
(B) descentralizada.
(C) integrada.
(D) terceirizada.
(E) compartilhada.

48. (ESAF/Analista: Ciências Contábeis/ANA/2009) Assinale a opção


verdadeira a respeito de auditoria, no Setor Público Federal, cuja execução é
realizada de forma direta.

(A) São todos os trabalhos de fiscalização executados pelo Sistema de


Auditoria Interna, no âmbito da administração federal, que avalia a correta
aplicação dos recursos públicos.
(B) São aquelas realizadas na administração direta e indireta integrantes do
Orçamento Geral da União visando avaliar o cumprimento das políticas
públicas.
(C) É aquela realizada pelos servidores em exercício no Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal e está subdividida em centralizada,
descentralizada e integrada.
(D) São fiscalizações e avaliações realizadas diretamente pelos órgãos
envolvidos na execução das políticas públicas.
(E) São trabalhos executados diretamente pelas auditorias internas das
instituições federais diretas e indiretas, para avaliar o cumprimento da lei
fiscal.

49. (ESAF/AFC – Área Controle Interno/CGU/2008) O servidor do


Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, no decorrer de
qualquer atividade, deve prestar especial atenção àquelas transações ou
situações que denotem indícios de irregularidades.

Acerca do tema “impropriedades e irregularidades”, nos termos da IN SFC/MF


nº 001/2001, é correto afirmar que:

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(A) a irregularidade consiste em falhas de natureza formal de que não resulte


dano ao erário, porém evidencia-se a não observância aos princípios de
legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia e economicidade.
(B) o objetivo primordial das atividades do Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal não é a busca de impropriedades ou de
irregularidades.
(C) ao verificar a ocorrência de impropriedades, o servidor deve registrar o
assunto e aguardar pela finalização dos trabalhos de campo, quando só então
será solicitado ao dirigente da unidade ou entidade examinada prestar os
esclarecimentos e justificativas pertinentes.
(D) a impropriedade é caracterizada pela não observância aos princípios de
legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia e economicidade, constatando a
existência de desfalque, alcance, desvio de bens ou outra irregularidade de que
resulte prejuízo quantificável para o Erário.
(E) ao verificar a ocorrência de irregularidades, o servidor deve registrar o
assunto e aguardar pela finalização dos trabalhos de campo, quando só então
será solicitado ao dirigente da unidade ou entidade examinada prestar os
esclarecimentos e justificativas pertinentes.

50. (FCC/TCM/PA/Técnico de Controle Externo/2010) A auditoria


operacional no setor público

a) Inclui a emissão de opinião, com vistas a certificar a regularidade das


contas, a verificação da execução de contratos e a probidade na administração
de valores ou outros bens públicos entregues à entidade auditada.
b) Compreende o exame dos registros e documentos contábeis para
verificar se os fatos contábeis foram registrados de acordo com os princípios
fundamentais de contabilidade.
c) Tem por objetivo avaliar as ações gerenciais com a finalidade de emissão
de uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos de eficiência, eficácia e
economicidade.
d) Compreende o exame de fatos ou situações consideradas relevantes, de
natureza incomum ou extraordinária, para atender determinação expressa e
exclusiva de autoridade competente.
e) É realizada ao longo dos processos de gestão, com o objetivo de atuar
em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e
negativos de uma unidade ou entidade governamental.

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GABARITO:

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10
Errado Errado Certo Errado Certo Errado Errado Errado Certo Errado
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
Certo Errado C D C D E A D Errado
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Errado Errado Errado Errado Errado Certo Certo Errado Errado Certo
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
Errado Errado Errado Errado Errado Certo Errado Errado Errado Certo
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
Errado E A C B A D C B C

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Bibliografia

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São


Paulo: Ed. Atlas, 2007.

ATTIE, Wiliam. Auditoria – Conceitos e Aplicações. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.

BARRETO, Davi; GRAEFF, Fernando. Auditoria: teoria e exercícios comentados.


São Paulo: Ed. Método, 2011.

BOYNTON, Willian C. Auditoria. São Paulo: Ed. Atlas, 2002.

BRAGA, Hugo Rocha & Almeida, Marcelo Cavalcanti. Mudanças Contábeis na


Lei Societária. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.

BRASIL – IN SFC 01/2001

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