Você está na página 1de 130

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

•   ASSUNTOS : •   1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes
•   ASSUNTOS : •   1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes
•   ASSUNTOS : •   1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes
•   ASSUNTOS : •   1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes
•   ASSUNTOS : •   1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes

ASSUNTOS:

1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito AdministraPvo: conceito, fontes e princípios.

2. Poderes administraPvos: poder hierárquico; poder disciplinar; poder regulamentar; poder de polícia; uso e abuso do poder.

3. Organização administraPva da União; administração direta e indireta.

4. Ato administraPvo: validade, eficácia; atributos; exPnção, desfazimento e sanatória ; classificação, espécies e exteriorização; vinculação e discricionariedade. (Controle e responsabilização da administração: controle administraPvo; controle judicial; controle legislaPvo).

5. Serviços Públicos; conceito, classificação, regulamentação e controle; forma, meios e requisitos; delegação: concessão, permissão, autorização.

•   ASSUNTOS : •   6. responsabilidade civil do Estado. •   7. Lei
•   ASSUNTOS : •   6. responsabilidade civil do Estado. •   7. Lei
•   ASSUNTOS : •   6. responsabilidade civil do Estado. •   7. Lei
•   ASSUNTOS : •   6. responsabilidade civil do Estado. •   7. Lei
•   ASSUNTOS : •   6. responsabilidade civil do Estado. •   7. Lei

ASSUNTOS:

6. responsabilidade civil do Estado.

7. Lei nº. 8.429/92 e alterações posteriores.

8. Lei n°9.784/99 e alterações posteriores

9. Lei 8.112/90. Agentes públicos: espécies e classificação; poderes, deveres e prerrogaPvas; cargo, emprego e função públicos; regime jurídico único: provimento, vacância, remoção, redistribuição e subsPtuição; direitos e vantagens ; regime disciplinar; responsabilidade civil, criminal e administraPva.

•   ESTADO: “É um povo situado em determinado território e sujeito a um governo

ESTADO:

•   ESTADO: “É um povo situado em determinado território e sujeito a um governo ”.
•   ESTADO: “É um povo situado em determinado território e sujeito a um governo ”.

“É um povo situado em determinado território e sujeito a um governo”.

POVO Dimensão pessoal do Estado.

TERRITÓRIO Base geográfica do Estado.

GOVERNO Cúpula direPva do Estado

•   GOVERNO : SENTIDO SUBJETIVO – Cúpula direPva do Estado SENTIDO OBJETIVO – APvidade

GOVERNO :

•   GOVERNO : SENTIDO SUBJETIVO – Cúpula direPva do Estado SENTIDO OBJETIVO – APvidade direPva
•   GOVERNO : SENTIDO SUBJETIVO – Cúpula direPva do Estado SENTIDO OBJETIVO – APvidade direPva

SENTIDO SUBJETIVO Cúpula direPva do Estado SENTIDO OBJETIVO APvidade direPva do Estado.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA :

SENTIDO SUBJETIVO , ORGÂNICO , FORMAL Conjunto de agentes, órgãos e enPdades que desempenham a função administraPva.

SENTIDO OBJETIVO , FUNCIONAL, MATERIAL APvidade estatal consistente em defender concretamente o interesse público .

•   FONTES : “Local de onde algo provém . No Direito , as fontes

FONTES:

•   FONTES : “Local de onde algo provém . No Direito , as fontes são
•   FONTES : “Local de onde algo provém . No Direito , as fontes são

“Local de onde algo provém . No Direito , as fontes são os fatos jurídicos de onde as

normas emanam”. ( Alexandre Mazza )

PRIMÁRIA, MAIOR, DIRETA Lei.

SECUNDÁRIAS, MENORES, INDIRETAS DourPna , jurísprudência , costumes e princípios

•   PRINCÍPIOS : •   REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO •   Conjunto formado por todos

PRINCÍPIOS:

•   PRINCÍPIOS : •   REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO •   Conjunto formado por todos os
•   PRINCÍPIOS : •   REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO •   Conjunto formado por todos os

REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO

Conjunto formado por todos os princípios e normas pertencentes ao Direito AdministraPvo , denomina -se tecnicamente regime jurídico-administraPvo . ( Alexandre

Mazza )

Princípios podem ser:

- Expressos ;

- Implícitos .

•   PRINCÍPIOS : •   SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO : •   Supremacia do

PRINCÍPIOS:

•   PRINCÍPIOS : •   SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO : •   Supremacia do interesse

SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO :

: •   SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO : •   Supremacia do interesse público sobre o

Supremacia do interesse público sobre o privado

Indisponibilidade do interesse público

•   PRINCÍPIOS : •   Art. 37, CF/88 •   “A administração pública direta

PRINCÍPIOS:

Art. 37, CF/88

•   PRINCÍPIOS : •   Art. 37, CF/88 •   “A administração pública direta e
•   PRINCÍPIOS : •   Art. 37, CF/88 •   “A administração pública direta e

“A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”

•   PRINCÍPIOS : •   Princípios consMtucionais expressos !! •   L EGALIDADE •

PRINCÍPIOS:

•   PRINCÍPIOS : •   Princípios consMtucionais expressos !! •   L EGALIDADE •  

Princípios consMtucionais expressos !!

L EGALIDADE

IMPESSOALIDADE

MORALIDADE

PUBLICIDADE

E FICIÊNCIA

!! •   L EGALIDADE •   I MPESSOALIDADE •   M ORALIDADE •   P
•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,
•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,
•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,

1. (FCC /TRE-PE) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo, é correto afirmar que:

a) o costume não é considerado fonte do Direito AdministraPvo.

b) uma das caracterísPcas da jurisprudência é o seu universalismo, ou seja, enquanto a doutrina tende a nacionalizar-se, a jurisprudência tende a universalizar-se.

c) embora não influa na elaboração das leis, a doutrina exerce papel fundamental apenas nas decisões contenciosas, ordenando, assim, o próprio Direito AdministraPvo. d) tanto a ConsPtuição Federal como a lei em senPdo estrito consPtuem fontes primárias do Direito AdministraPvo.

e) tendo em vista a relevância jurídica da jurisprudência, ela sempre obriga a Administração Pública.

•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,
•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,
•   1. ( FCC /TRE-PE ) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo,

1. (FCC /TRE-PE) No que concerne às fontes do Direito AdministraPvo, é correto afirmar que:

a) o costume não é considerado fonte do Direito AdministraPvo.

b) uma das caracterísPcas da jurisprudência é o seu universalismo, ou seja, enquanto a doutrina tende a nacionalizar-se, a jurisprudência tende a universalizar-se.

c) embora não influa na elaboração das leis, a doutrina exerce papel fundamental apenas nas decisões contenciosas, ordenando, assim, o próprio Direito AdministraPvo. d) tanto a ConsPtuição Federal como a lei em senPdo estrito consPtuem fontes primárias do Direito AdministraPvo.

e) tendo em vista a relevância jurídica da jurisprudência, ela sempre obriga a Administração Pública.

•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de
•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de
•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de

2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de importante fármaco necessário ao tratamento de grave doença, formulou pedido de rePficação de sua declaração de importação, não obtendo resposta da Administração pública. Em razão disso, ingressou com ação na JusPça, obtendo ganho de causa. Em síntese, considerou o Judiciário que a Administração pública não pode se esquivar de dar um pronto retorno ao parPcular, sob pena inclusive de danos irreversíveis à própria população. O caso narrado evidencia violação ao princípio da:

a) publicidade.

b) eficiência. c) impessoalidade.

d) moPvação.

e) proporcionalidade.

•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de
•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de
•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de

2. ( FCC /TRT-AL/2014) Determinada empresa do ramo farmacêuPco, responsável pela importação de importante fármaco necessário ao tratamento de grave doença, formulou pedido de rePficação de sua declaração de importação, não obtendo resposta da Administração pública. Em razão disso, ingressou com ação na JusPça, obtendo ganho de causa. Em síntese, considerou o Judiciário que a Administração pública não pode se esquivar de dar um pronto retorno ao parPcular, sob pena inclusive de danos irreversíveis à própria população. O caso narrado evidencia violação ao princípio da:

a) publicidade.

b) eficiência. c) impessoalidade.

d) moPvação.

e) proporcionalidade.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

.
.
.
•   CONCEITO •   “ Conjunto de prerrogaPvas de direito público que a ordem

CONCEITO

•   CONCEITO •   “ Conjunto de prerrogaPvas de direito público que a ordem jurídica

Conjunto de prerrogaPvas de direito público que a ordem jurídica confere aos agentes administraPvos para o fim de permiPr que o Estado alcance seus fins”. (José dos santos Carvalho Filho)

•   VINCULAÇÃO - Lei não deixa nenhuma margem de liberdade ao administrador •  

VINCULAÇÃO

•   VINCULAÇÃO - Lei não deixa nenhuma margem de liberdade ao administrador •   DISCRICIONARIEDADE

- Lei não deixa nenhuma margem de liberdade ao administrador

DISCRICIONARIEDADE

- Lei oferece certa margem de liberdade ao administrador;

- Juízo de conveniência e oportunidade;

- Possibilidade de controle judicial;

- Limites : uso x abuso de poder.

•   PODER HIERÁRQUICO - Distribuir e escalonar as funções ; - Poder interno (

PODER HIERÁRQUICO

•   PODER HIERÁRQUICO - Distribuir e escalonar as funções ; - Poder interno ( ordem

- Distribuir e escalonar as funções ;

- Poder interno ( ordem , revisão , coordenar, subordinação )

- Poder permanente

- Não se aplica ao parPcular

- Delegação x Avocação

PODER DISCIPLINAR

- Poder interno e não permanente

- Aplicar punições aos : agentes públicos e parPculares vinculados à administração

- Discricionário ( vinculado = dever de punir)

•   PODER DE POLÍCIA - Limitar o interesse individual em prol do colePvo ;

PODER DE POLÍCIA

•   PODER DE POLÍCIA - Limitar o interesse individual em prol do colePvo ; -

- Limitar o interesse individual em prol do colePvo;

- Natureza discricionária ( regra geral );

- Caráter liberatório ( licença , autorização , permissão , concessão )

- Indelegável ao parPcular (salvo atos materiais preparatórios e sucessivos )

PODER REGULAMENTAR/NORMATIVO

- Regulamento execuPvo: Fiel execução à lei.

- Regulamento autônomo : Art. 84, VI, a, b, CF.

•   1. ( FCC /TRT-AL/2014) Carlos Eduardo, servidor público estadual e chefe de determinada

1. (FCC /TRT-AL/2014) Carlos Eduardo, servidor público estadual e chefe de determinada reparPção pública, adoeceu e, em razão de tal fato, ficou impossibilitado de comparecer ao serviço público. No entanto, justamente no dia em que o mencionado servidor faltou ao serviço, fazia-se necessária a práPca de importante ato administraPvo. Em razão do episódio, Joaquim, servidor público subordinado de Carlos Eduardo, praPcou o ato, vez que a lei autorizava a delegação. O fato narrado corresponde a vpico exemplo do poder

a) disciplinar.

b) de polícia.

c) regulamentar.

d) hierárquico.

e) normaPvo-disjunPvo.

•   1. ( FCC /TRT-AL/2014) Carlos Eduardo, servidor público estadual e chefe de determinada

1. (FCC /TRT-AL/2014) Carlos Eduardo, servidor público estadual e chefe de determinada reparPção pública, adoeceu e, em razão de tal fato, ficou impossibilitado de comparecer ao serviço público. No entanto, justamente no dia em que o mencionado servidor faltou ao serviço, fazia-se necessária a práPca de importante ato administraPvo. Em razão do episódio, Joaquim, servidor público subordinado de Carlos Eduardo, praPcou o ato, vez que a lei autorizava a delegação. O fato narrado corresponde a vpico exemplo do poder

a) disciplinar.

b) de polícia.

c) regulamentar.

d) hierárquico.

e) normaPvo-disjunPvo.

•   2. ( FCC /TRT-BA/2014) São Poderes inerentes à Administração pública o poder normaPvo,

2. (FCC /TRT-BA/2014) São Poderes inerentes à Administração pública o poder normaPvo, o poder disciplinar e

o poder de polícia. Quanto a estes dois úlPmos, é correto afirmar que o

a) poder disciplinar alcança as sanções impostas aos servidores públicos, mas não abrange as sanções impostas às demais pessoas sujeitas à disciplina interna administraPva, como, por exemplo, os estudantes de uma escola pública.

b) poder de polícia é o que cabe à Administração para apurar infrações e aplicar penalidades às pessoas sujeitas a sua disciplina interna.

c) poder disciplinar é discricionário, por essa razão a Administração, pautada em juízo de conveniência e oportunidade, pode decidir entre instaurar ou não procedimento adequado para apurar falta cuja práPca é imputada a servidor público.

d) poder disciplinar é o que cabe à Administração para apurar infrações e aplicar penalidades às pessoas sujeitas a sua disciplina interna.

e) fundamento do poder de polícia é a hierarquia, por essa razão, referido poder abrange as sanções impostas

a parPculares que não integram a estrutura interna administraPva.

•   2. ( FCC /TRT-BA/2014) São Poderes inerentes à Administração pública o poder normaPvo,

2. (FCC /TRT-BA/2014) São Poderes inerentes à Administração pública o poder normaPvo, o poder disciplinar e

o poder de polícia. Quanto a estes dois úlPmos, é correto afirmar que o

a) poder disciplinar alcança as sanções impostas aos servidores públicos, mas não abrange as sanções impostas às demais pessoas sujeitas à disciplina interna administraPva, como, por exemplo, os estudantes de uma escola pública.

b) poder de polícia é o que cabe à Administração para apurar infrações e aplicar penalidades às pessoas sujeitas a sua disciplina interna.

c) poder disciplinar é discricionário, por essa razão a Administração, pautada em juízo de conveniência e oportunidade, pode decidir entre instaurar ou não procedimento adequado para apurar falta cuja práPca é imputada a servidor público.

d) poder disciplinar é o que cabe à Administração para apurar infrações e aplicar penalidades às pessoas sujeitas a sua disciplina interna.

e) fundamento do poder de polícia é a hierarquia, por essa razão, referido poder abrange as sanções impostas

a parPculares que não integram a estrutura interna administraPva.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

.
.
.
.
•   CONCEITO : •   “Organização administraPva é o capítulo do Direito AdministraPvo que

CONCEITO :

•   CONCEITO : •   “Organização administraPva é o capítulo do Direito AdministraPvo que estuda

“Organização administraPva é o capítulo do Direito AdministraPvo que estuda a estrutura interna da Administração Pública, os órgãos e pessoas jurídicas que a compõem”. ( Alexandre Mazza )

UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA
UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA
UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA
UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA
UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA
UNIÃO AUTARQUIAS ESTADOS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DF EMPRESAS PÚBLICAS MUNICÍPIOS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

UNIÃO

AUTARQUIAS

ESTADOS

FUNDAÇÕES PÚBLICAS

DF

EMPRESAS PÚBLICAS

MUNICÍPIOS

SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

•   DESCONCENTRAÇÃO - Uma única pessoa jurídica - Mera reparPção interna de competência -

DESCONCENTRAÇÃO

•   DESCONCENTRAÇÃO - Uma única pessoa jurídica - Mera reparPção interna de competência - Órgãos

- Uma única pessoa jurídica

- Mera reparPção interna de competência

- Órgãos

- Teoria do órgão ( imputação voliPva. O~o Gierke)

DESCENTRALIZAÇÃO

- Estado desempenha suas aPvidades por meio de outras pessoas e não pela adm. Direta.

- descentrtalização por outorga , técnica, funcional

- descentralização por delegação , colaboração

•   AUTARQUIAS : - Criadas por lei; - regime de direito público ; -

AUTARQUIAS:

•   AUTARQUIAS : - Criadas por lei; - regime de direito público ; - autonomia

- Criadas por lei;

- regime de direito público ;

- autonomia : gerecial , orçmentária e patrimonial;

- somente podem desempenhar serviço público ;

- imune a impostos ;

- Bens públicos ;

- praPcam atos admiministraPvos ;

- celebram contratos administraPvos ;

•   FUNDAÇÕES PÚBLICAS : - Regime de Direito Público; - Regime de Direito Privado

FUNDAÇÕES PÚBLICAS:

- Regime de Direito Público;

- Regime de Direito Privado ;

•   FUNDAÇÕES PÚBLICAS : - Regime de Direito Público; - Regime de Direito Privado ;
EMPRESA PÚBLICA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA PRIVADO PRIVADO AUTORIZADA POR LEI AUTORIZADA POR LEI
EMPRESA PÚBLICA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA PRIVADO PRIVADO AUTORIZADA POR LEI AUTORIZADA POR LEI

EMPRESA PÚBLICA

SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA

PRIVADO

PRIVADO

AUTORIZADA POR LEI

AUTORIZADA POR LEI

CAPITAL 100% PÚBLICO

MAIORIA DO CAPITAL PÚBLICO

FORMA ORGANIZACIONAL LIVRE

SOCIEDADE ANÔNIMA

•   1. ( FCC /TRT-SP/2014) A Administração pública de determinada esfera promoveu planejamento e

1. (FCC /TRT-SP/2014) A Administração pública de determinada esfera promoveu planejamento e reestruturação de sua organização, cujo resultado recomendou a criação de uma autarquia para desempenho de serviço público, uma empresa estatal para desempenho de aPvidade econômica e uma fundação para atrelar recursos e patrimônios fundiários necessários para ditar a políPca agrária. O movimento levado a efeito pelo ente federado demonstra que a organização administraPva seguiu o modelo de

a) descentralização, por meio da qual há distribuição de competências entre as pessoas jurídicas envolvidas, que detêm capacidade de autoadministração e não se subordinam por vínculo hierárquico com o Chefe do ExecuPvo.

b) desconcentração, uPlizando pessoas jurídicas disPntas para distribuição de competências.

c) descentralização administraPva verPcal, na qual se instaura hierarquia entre os entes das diversas pessoas políPcas criadas.

d) descentralização políPca, na qual se instaura vínculo hierárquico entre os diversos entes e pessoas jurídicas envolvidas, subordinados ao Chefe do Poder ExecuPvo.

e) desconcentração políPca, na qual se instaura vínculo hierárquico entre as diversas pessoas políPcas e jurídicas envolvidas, não obstante esses entes guardem algum grau de autonomia.

•   1. ( FCC /TRT-SP/2014) A Administração pública de determinada esfera promoveu planejamento e

1. (FCC /TRT-SP/2014) A Administração pública de determinada esfera promoveu planejamento e reestruturação de sua organização, cujo resultado recomendou a criação de uma autarquia para desempenho de serviço público, uma empresa estatal para desempenho de aPvidade econômica e uma fundação para atrelar recursos e patrimônios fundiários necessários para ditar a políPca agrária. O movimento levado a efeito pelo ente federado demonstra que a organização administraPva seguiu o modelo de

a) descentralização, por meio da qual há distribuição de competências entre as pessoas jurídicas envolvidas, que detêm capacidade de autoadministração e não se subordinam por vínculo hierárquico com o Chefe do ExecuPvo.

b) desconcentração, uPlizando pessoas jurídicas disPntas para distribuição de competências.

c) descentralização administraPva verPcal, na qual se instaura hierarquia entre os entes das diversas pessoas políPcas criadas.

d) descentralização políPca, na qual se instaura vínculo hierárquico entre os diversos entes e pessoas jurídicas envolvidas, subordinados ao Chefe do Poder ExecuPvo.

e) desconcentração políPca, na qual se instaura vínculo hierárquico entre as diversas pessoas políPcas e jurídicas envolvidas, não obstante esses entes guardem algum grau de autonomia.

•   2. ( FCC /TRT-BA/2013) No que perPne à natureza dos entes que integram

2. (FCC /TRT-BA/2013) No que perPne à natureza dos entes que integram a Administração pública e o regime jurídico a eles aplicável, é correto afirmar que:

a) As autarquias compõem a Administração pública direta, porque se consPtuem em pessoas jurídicas de direito público sujeitas aos princípios informadores da Administração pública.

b) As sociedades de economia mista não integram a Administração pública descentralizada, porque se consPtuem em pessoas jurídicas de direito privado, enquanto às empresas públicas se aplicam as normas que compõem o regime jurídico de direito público.

c) As empresas públicas e as sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta e se sujeitam ao regime vpico das empresas privadas; as autarquias e fundações compõem a Administração pública direta.

d) As autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta ou descentralizada, porque referidas pessoas jurídicas têm personalidade de direito privado, sendo insPtuídos pelas formas previstas na legislação civil.

e) As autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta ou descentralizada do Estado, sujeitas a princípios informadores da Administração, tal como o que exige a realização de concurso público para a invesPtura de servidores em cargo ou emprego público

•   2. ( FCC /TRT-BA/2013) No que perPne à natureza dos entes que integram

2. (FCC /TRT-BA/2013) No que perPne à natureza dos entes que integram a Administração pública e o regime jurídico a eles aplicável, é correto afirmar que:

a) As autarquias compõem a Administração pública direta, porque se consPtuem em pessoas jurídicas de direito público sujeitas aos princípios informadores da Administração pública.

b) As sociedades de economia mista não integram a Administração pública descentralizada, porque se consPtuem em pessoas jurídicas de direito privado, enquanto às empresas públicas se aplicam as normas que compõem o regime jurídico de direito público.

c) As empresas públicas e as sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta e se sujeitam ao regime vpico das empresas privadas; as autarquias e fundações compõem a Administração pública direta.

d) As autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta ou descentralizada, porque referidas pessoas jurídicas têm personalidade de direito privado, sendo insPtuídos pelas formas previstas na legislação civil.

e) As autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista integram a Administração pública indireta ou descentralizada do Estado, sujeitas a princípios informadores da Administração, tal como o que exige a realização de concurso público para a invesPtura de servidores em cargo ou emprego público

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

.

.

.

CONCEITO

•   CONCEITO •   “ Toda manifestação expedida no exercício da função administraPva , com
•   CONCEITO •   “ Toda manifestação expedida no exercício da função administraPva , com

Toda manifestação expedida no exercício da função administraPva, com caráter infralegal , consistente na emissão de comandos complementares à lei, com a finalidade de produzir efeitos jurídicos”.

(Alexandre Mazza )

REQUISITOS:

•   REQUISITOS: •   1. COMPETÊNCIA •   2. FINALIDADE •   3. FORMA •

1. COMPETÊNCIA 2. FINALIDADE

3. FORMA

4. MOTIVO

5. OBJETO

•   1. COMPETÊNCIA •   2. FINALIDADE •   3. FORMA •   4. MOTIVO

ATRIBUTOS:

•   ATRIBUTOS: •   1. PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE •   2. IMPERATIVIDADE •   3.
•   ATRIBUTOS: •   1. PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE •   2. IMPERATIVIDADE •   3.

1. PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE

2. IMPERATIVIDADE 3. AUTOEXECUTORIEDADE

- Exigibilidade

- Executoriedade

4. TIPICIDADE

•   ESPECIES : ATOS NORMATIVOS: •   1) Decretos e regulamentos; •   2)
•   ESPECIES : ATOS NORMATIVOS: •   1) Decretos e regulamentos; •   2)

ESPECIES: ATOS NORMATIVOS:

1) Decretos e regulamentos;

2) Regimentos;

3) Deliberações;

4) Resoluções;

5) Instruções normaMvas.

•   ESPECIES : ATOS ENUNCIATIVOS: •   1) CerMdão; •   2) Atestado; •
•   ESPECIES : ATOS ENUNCIATIVOS: •   1) CerMdão; •   2) Atestado; •

ESPECIES: ATOS ENUNCIATIVOS:

1) CerMdão;

2) Atestado;

3) Parecer;

4) AposMla;

•   ESPECIES : ATOS PUNITIVOS: •   1) Multa; •   2) Interdição de
•   ESPECIES : ATOS PUNITIVOS: •   1) Multa; •   2) Interdição de

ESPECIES: ATOS PUNITIVOS:

1) Multa;

2) Interdição de aMvidade;

3) Destruição de coisas.

•   ESPECIES : ATOS ORDINATÓRIOS: •   1) Instruções; •   2) Circulares; •
•   ESPECIES : ATOS ORDINATÓRIOS: •   1) Instruções; •   2) Circulares; •

ESPECIES: ATOS ORDINATÓRIOS:

1) Instruções;

2) Circulares;

3) Avisos;

4) Portarias;

5) Ordens de serviço;

6) Ojcios;

7) Despachos;

•   ESPECIES : ATOS NEGOCIAIS: •   1) Licença; •   2) Autorização; •
•   ESPECIES : ATOS NEGOCIAIS: •   1) Licença; •   2) Autorização; •

ESPECIES: ATOS NEGOCIAIS:

1) Licença;

2) Autorização;

3) Permissão;

4) Aprovação;

5) Admissão;

6) Visto;

7) Homologação;

8) Dispensa

9) Renúncia

10) Protocolo Adm .

EXTINÇÃO:

•   EXTINÇÃO: REVOGAÇÃO ANULAÇÃO MoPvo = Conveniência e oportunidade MoPvo = ilegalidade
•   EXTINÇÃO: REVOGAÇÃO ANULAÇÃO MoPvo = Conveniência e oportunidade MoPvo = ilegalidade

REVOGAÇÃO

ANULAÇÃO

MoPvo = Conveniência e oportunidade

MoPvo = ilegalidade

Competência = só a administração

Competência = administração + judiciário

Efeito = ex nunc

Efeito = ex tunc (regra)

Decisão discricionária

Decisão vinculada

APnge = Atos discricionários

APnge = Atos vinculados + Discricionários.

Prazo = Não tem

Prazo = 5 anos, salvo má-fé.

•   CONVALIDAÇÃO: •   “ A convalidação consPtui meio para restaurar a juridicidade .

CONVALIDAÇÃO:

•   CONVALIDAÇÃO: •   “ A convalidação consPtui meio para restaurar a juridicidade . O

“ A convalidação consPtui meio para restaurar a juridicidade. O fundamento da convalidação é a preservação da segurança jurídica e da economia processual.

O objeto da convalidação é um ato administraPvo, vinculado ou discricionário, possuidor de vício sanável ensejador de anulabilidade. Atos inexistentes, nulos ou irregulares nunca podem ser convalidados”. (Alexandre Mazza )

•   1. ( FCC /TRF-2/2012) A respeito da revogação e anulação dos atos administraPvos,

1. ( FCC /TRF-2/2012) A respeito da revogação e anulação dos atos administraPvos, analise:

I. A revogação é aplicável apenas em relação aos atos discricionários, podendo ser praPcada somente pelo Poder ExecuPvo em relação aos seus próprios atos, em decorrência do ato tornar- se inconveniente e inoportuno, não podendo ser revogados pelo Poder Judiciário, em sua função vpica. II. Os atos discricionários praPcados na esfera do Poder ExecuPvo poderão ser objeto de anulação no âmbito desse mesmo Poder, em decorrência de vício insanável, portanto de ilegalidade, mas caberá também ao Poder Judiciário, em sua função vpica, a anulação, desde que provocado. III. Os atos vinculados praPcados na esfera do Poder ExecuPvo, aqueles que devem total observância ao respecPvo texto legal, não poderão, por esta mesma razão, serem alvo de anulação por esse Poder, mas tão somente pelo Poder Judiciário, em sua função vpica. Nas hipóteses acima descritas, está correto o que consta APENAS em

A) III.

B) I e III.

C) I e II.

D) I.

E) II e III.

•   1. ( FCC /TRF-2/2012) A respeito da revogação e anulação dos atos administraPvos,

1. ( FCC /TRF-2/2012) A respeito da revogação e anulação dos atos administraPvos, analise:

I. A revogação é aplicável apenas em relação aos atos discricionários, podendo ser praPcada somente pelo Poder ExecuPvo em relação aos seus próprios atos, em decorrência do ato tornar- se inconveniente e inoportuno, não podendo ser revogados pelo Poder Judiciário, em sua função vpica. II. Os atos discricionários praPcados na esfera do Poder ExecuPvo poderão ser objeto de anulação no âmbito desse mesmo Poder, em decorrência de vício insanável, portanto de ilegalidade, mas caberá também ao Poder Judiciário, em sua função vpica, a anulação, desde que provocado. III. Os atos vinculados praPcados na esfera do Poder ExecuPvo, aqueles que devem total observância ao respecPvo texto legal, não poderão, por esta mesma razão, serem alvo de anulação por esse Poder, mas tão somente pelo Poder Judiciário, em sua função vpica. Nas hipóteses acima descritas, está correto o que consta APENAS em

A) III.

B) I e III.

C) I e II.

D) I.

E) II e III.

•   2. ( FCC /TRT-RJ/2013) A respeito de atributo dos atos administraPvos, é INCORRETO

2. (FCC /TRT-RJ/2013) A respeito de atributo dos atos administraPvos, é INCORRETO afirmar:

a) ImperaPvidade é o atributo pelo qual os atos administraPvos se impõem a terceiros, independentemente de sua concordância.

b) Presunção de legiPmidade diz respeito à conformidade do ato com a lei, presumindo-se, até prova em contrário, que o ato foi emiPdo com observância da lei.

c) O atributo da executoriedade permite à Administração o emprego de meios de coerção para fazer cumprir o ato administraPvo.

d) A Ppicidade é o atributo pelo qual o ato administraPvo deve corresponder a figuras previamente definidas pela lei como aptas a produzir determinados resultados.

e) A presunção de veracidade é o atributo pelo qual o ato administraPvo não pode ser objeto de anulação pelo Poder Judiciário, salvo aqueles considerados discricionários.

•   2. ( FCC /TRT-RJ/2013) A respeito de atributo dos atos administraPvos, é INCORRETO

2. (FCC /TRT-RJ/2013) A respeito de atributo dos atos administraPvos, é INCORRETO afirmar:

a) ImperaPvidade é o atributo pelo qual os atos administraPvos se impõem a terceiros, independentemente de sua concordância.

b) Presunção de legiPmidade diz respeito à conformidade do ato com a lei, presumindo-se, até prova em contrário, que o ato foi emiPdo com observância da lei.

c) O atributo da executoriedade permite à Administração o emprego de meios de coerção para fazer cumprir o ato administraPvo.

d) A Ppicidade é o atributo pelo qual o ato administraPvo deve corresponder a figuras previamente definidas pela lei como aptas a produzir determinados resultados.

e) A presunção de veracidade é o atributo pelo qual o ato administraPvo não pode ser objeto de anulação pelo Poder Judiciário, salvo aqueles considerados discricionários.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

I – CONCEITOS:

•   I – CONCEITOS: •   “Toda aPvidade prestada pelo Estado ou por seus delegados
•   I – CONCEITOS: •   “Toda aPvidade prestada pelo Estado ou por seus delegados

“Toda aPvidade prestada pelo Estado ou por seus delegados , basicamente sob o regime de Direito Público , com vistas a saPsfação de necessidades essenciais e secundárias da colePvidade”. (José dos santos Carvalho Filho)

“Toda aPvidade material ampliaPva, definida pela lei ou pela consPtuição como dever estatal, consistente no oferecimento de uPlidades e comodidades ensejadoras de beneÖcios parPcularizados a cada usuário , sendo prestada pelo Estado ou por seus delegados , e submePda predominantemente aos princípios e normas de direito público ”. (Alexandre Mazza )

•   II – FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL: Art. 175, CF /88: Incumbe ao Poder Público, na
•   II – FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL: Art. 175, CF /88: Incumbe ao Poder Público, na

II – FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL:

Art. 175, CF/88: Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.

Parágrafo único. A lei disporá sobre:

I - o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos, o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação, bem como as condições de caducidade, fiscalização e rescisão da concessão ou permissão;

II - os direitos dos usuários;

III - políPca tarifária;

IV - a obrigação de manter serviço adequado.

•   III – CLASSIFICAÇÃO: •   A) SERVIÇOS PÚBLICOS PROPRIAMENTE DITOS. Ex: defesa nacional,

III – CLASSIFICAÇÃO:

•   III – CLASSIFICAÇÃO: •   A) SERVIÇOS PÚBLICOS PROPRIAMENTE DITOS. Ex: defesa nacional, polícia,

A)

SERVIÇOS PÚBLICOS PROPRIAMENTE DITOS. Ex: defesa nacional, polícia, água, saneamento básico SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA Ex: telefonia, transporte, energia elétrica

B)

SERVIÇOS PRÓPRIOS DO ESTADO Ex: saúde e segurança pública SERVIÇOS IMPRÓPRIOS DO ESTADO Ex: telefonia

•   III – CLASSIFICAÇÃO: •   C) SERVIÇOS UTI UNIVERSI OU GERAIS iluminação pública,

III – CLASSIFICAÇÃO:

C)

SERVIÇOS UTI UNIVERSI OU GERAIS

iluminação pública, calçamento

UTI UNIVERSI OU GERAIS iluminação pública, calçamento SERVIÇOS UTI SINGULI OU INDIVIDUAIS Ex: telefone, água e

SERVIÇOS UTI SINGULI OU INDIVIDUAIS

Ex: telefone, água e energia elétrica domiciliares

D)

SERVIÇOS EXCLUSIVOS

Ex: serviço postal, telecomunicações, energia elétrica

SERVIÇOS NÃO EXCLUSIVOS

Ex: saúde, previdência, educação

Ex: polícia,

IV – PRINCÍPIOS:

A) CORTESIA

B) CONTINUIDADE

C) MODICIDADE

CORTESIA •   B) CONTINUIDADE •   C) MODICIDADE •   D) GENERALIDADE OU UNIVERSALIDADE •
CORTESIA •   B) CONTINUIDADE •   C) MODICIDADE •   D) GENERALIDADE OU UNIVERSALIDADE •

D) GENERALIDADE OU UNIVERSALIDADE

E) SEGURANÇA

F) ATUALIDADE

G) EFICIÊNCIA

CONCESSÃO PERMISSÃO LICITAÇÃO (modalidade concorrência) LICITAÇÃO (qualquer modalidade) OBRA e/ou
CONCESSÃO PERMISSÃO LICITAÇÃO (modalidade concorrência) LICITAÇÃO (qualquer modalidade) OBRA e/ou

CONCESSÃO

PERMISSÃO

LICITAÇÃO (modalidade concorrência)

LICITAÇÃO (qualquer modalidade)

OBRA e/ou SERVIÇO PÚBLICO

SERVIÇO PÚBLICO

PODEM PARTICIPAR:

PODEM PARTICIPAR:

PESSOAS JURÍDICAS OU CONSÓRCIO DE EMPRESAS

PESSOAS FÍSICAS OU JURÍDICAS

CONTRATO ADMINISTRATIVO

CONTRATO DE ADESÃO

(parte da doutrina diz que a permissão é um ato administraPvo)

RESULTA DE UMA DELEGAÇÃO

RESULTA DE UMA DELEGAÇÃO

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   A) ADVENTO DO TERMO CONTRATUAL •

VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO:

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   A) ADVENTO DO TERMO CONTRATUAL •  

A) ADVENTO DO TERMO CONTRATUAL

B) ENCAMPAÇÃO Art. 37, Lei 8.987/95: Considera-se encampação a retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por moPvo de interesse público , mediante lei autorizaPva específica e após prévio pagamento da indenização, na forma do arPgo anterior.

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   C) CADUCIDADE Art. 38, Lei 8.987/95:

VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO:

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   C) CADUCIDADE Art. 38, Lei 8.987/95: A

C) CADUCIDADE Art. 38, Lei 8.987/95: A inexecução total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as disposições deste arPgo, do art. 27, e as normas convencionadas entre as partes. § 2 o A declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da concessionária em processo administraPvo , assegurado o direito de ampla defesa.

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   D) RESCISÃO Art. 39 , Lei

VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO:

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   D) RESCISÃO Art. 39 , Lei 8.987/95:

D) RESCISÃO Art. 39 , Lei 8.987/95: O contrato de concessão poderá ser rescindido por iniciaPva da concessionária, no caso de descumprimento das normas contratuais pelo poder concedente, mediante ação judicial especialmente intentada para esse fim. Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput deste arPgo, os serviços prestados pela concessionária não poderão ser interrompidos ou paralisados, até a decisão judicial transitada em julgado.

•   VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   E) ANULAÇÃO •   F) FALÊNCIA

VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO:

E) ANULAÇÃO

VI – EXTINÇÃO DA CONCESSÃO: •   E) ANULAÇÃO •   F) FALÊNCIA OU EXTINÇÃO DA

F) FALÊNCIA OU EXTINÇÃO DA EMPRESA CONCESSIONÁRIA E FALECIMENTO OU INCAPACIDADE DO TITULAR, NO CASO DE EMPRESA INDIVIDUAL

•   VII – OUTROS CONCEITOS: •   A) AUTORIZAÇÃO: “ A autorização consHtui ato
•   VII – OUTROS CONCEITOS: •   A) AUTORIZAÇÃO: “ A autorização consHtui ato

VII – OUTROS CONCEITOS:

A) AUTORIZAÇÃO:

A autorização consHtui ato administraHvo unilateral , discricionário e precário pelo qual a Administração faculta ao parHcular o uso privaHvo de bem público, o desempenho de aHvidade material, ou a práHca de ato que, sem esse consenHmento, seriam legalmente proibidos(Di Pietro)

•   VII – OUTROS CONCEITOS: •   B) LICENÇA: " Licença é o ato
•   VII – OUTROS CONCEITOS: •   B) LICENÇA: " Licença é o ato

VII – OUTROS CONCEITOS:

B) LICENÇA:

"Licença é o ato vinculado, unilateral , pelo qual a Administração faculta a alguém o exercício de uma aHvidade, uma vez demonstrado pelo interessado o preenchimento dos requisitos legais exigidos". (Celso Antônio Bandeira de Melo)

•   1. ( FCC / TCE-SP /2013) Determinado município pretende outorgar à iniciaPva privada

1. (FCC /TCE-SP/2013) Determinado município pretende outorgar à iniciaPva privada a prestação de serviço público de transporte de passageiros em linhas de ônibus. Considerando a disciplina legal da matéria, a prestação do serviço por enPdades privadas

a) somente é admiPda sob regime de concessão, com prazo determinado, precedida de lei específica e licitação na modalidade concorrência.

b) depende de lei específica, autorizando a transferência da Ptularidade do serviço à iniciaPva privada. c) é admiPda sob o regime de concessão, em caráter precário, ou por permissão, quando ensejar subsídio do poder concedente.

d) somente é admiPda em caráter subsidiário e precário, mediante permissão ou autorização.

e) é admiPda sob o regime de concessão ou permissão, precedida, em qualquer caso, de licitação.

•   1. ( FCC / TCE-SP /2013) Determinado município pretende outorgar à iniciaPva privada

1. (FCC /TCE-SP/2013) Determinado município pretende outorgar à iniciaPva privada a prestação de serviço público de transporte de passageiros em linhas de ônibus. Considerando a disciplina legal da matéria, a prestação do serviço por enPdades privadas

a) somente é admiPda sob regime de concessão, com prazo determinado, precedida de lei específica e licitação na modalidade concorrência.

b) depende de lei específica, autorizando a transferência da Ptularidade do serviço à iniciaPva privada. c) é admiPda sob o regime de concessão, em caráter precário, ou por permissão, quando ensejar subsídio do poder concedente.

d) somente é admiPda em caráter subsidiário e precário, mediante permissão ou autorização.

e) é admiPda sob o regime de concessão ou permissão, precedida, em qualquer caso, de licitação.

•   2. ( FCC /TRT-PE/2014) Empresa concessionária de transporte público urbano passou a prestar

2. (FCC /TRT-PE/2014) Empresa concessionária de transporte público urbano passou a prestar o serviço de forma deficiente, sem regularidade e descumprindo obrigações contratuais. Diante dessa situação, o Poder Concedente

a) poderá revogar a concessão, dada a sua natureza precária.

b) poderá encampar o serviço, com vistas a sua conPnuidade, sem necessidade de lei autorizaPva .

c) deverá decretar a intervenção, mediante autorização legal prévia, com vistas a reestabelecer a regularidade dos serviços.

d) poderá declarar a caducidade da concessão ou aplicar as sanções previstas no contrato de concessão.

e) poderá decretar a caducidade, desde que comprove razões de interesse público determinantes para a retomada dos serviços.

•   2. ( FCC /TRT-PE/2014) Empresa concessionária de transporte público urbano passou a prestar

2. (FCC /TRT-PE/2014) Empresa concessionária de transporte público urbano passou a prestar o serviço de forma deficiente, sem regularidade e descumprindo obrigações contratuais. Diante dessa situação, o Poder Concedente

a) poderá revogar a concessão, dada a sua natureza precária.

b) poderá encampar o serviço, com vistas a sua conPnuidade, sem necessidade de lei autorizaPva .

c) deverá decretar a intervenção, mediante autorização legal prévia, com vistas a reestabelecer a regularidade dos serviços.

d) poderá declarar a caducidade da concessão ou aplicar as sanções previstas no contrato de concessão.

e) poderá decretar a caducidade, desde que comprove razões de interesse público determinantes para a retomada dos serviços.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

•   CONCEITO: •   “No âmbito do direito público, temos que a responsabilidade civil

CONCEITO:

•   CONCEITO: •   “No âmbito do direito público, temos que a responsabilidade civil da

“No âmbito do direito público, temos que a responsabilidade civil da Administração Pública evidencia-se na obrigação que tem o Estado de indenizar os danos patrimoniais ou morais que seus agentes, atuando em seu nome, ou seja, na qualidade de agentes públicos, causem a esfera juridicamente tutelada dos parPculares. Traduz-se, pois, na obrigação de reparar economicamente danos patrimoniais, e com tal reparação se exaure”. (Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo)

•   EVOLUÇÃO HISTÓRICA: •   1. Teoria da irresponsabilidade estatal; Estados AbsoluPstas “ The

EVOLUÇÃO HISTÓRICA:

1. Teoria da irresponsabilidade estatal; Estados AbsoluPstas “ The king can do no wrong”.

Estados AbsoluPstas “ The king can do no wrong ”. •   2. Teoria da responsabilidade

2. Teoria da responsabilidade subjeMva; Teoria da responsabilidade com culpa; Teoria civilista; requisitos: a)ato; b)dano; c)nexo causal; d)dolo ou culpa.

•   EVOLUÇÃO HISTÓRICA: •   3. Teoria da responsabilidade objeMva; Teoria da responsabilidade sem

EVOLUÇÃO HISTÓRICA:

•   EVOLUÇÃO HISTÓRICA: •   3. Teoria da responsabilidade objeMva; Teoria da responsabilidade sem culpa;

3. Teoria da responsabilidade objeMva; Teoria da responsabilidade sem culpa; Teoria publicista; Fundamenta o dever de indenizar na noção do risco; Requisitos: a)ato; b)dano; c)nexo causal.

3.1 – Teoria do risco integral.

3.2 – Teoria do risco administraMvo.

•   RESPONSABILIDADE OBJETIVA: •   Art. 37, §6º - As pessoas jurídicas de direito

RESPONSABILIDADE OBJETIVA:

•   RESPONSABILIDADE OBJETIVA: •   Art. 37, §6º - As pessoas jurídicas de direito público

Art. 37, §6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa

•   RESPONSABILIDADE OBJETIVA: •   EXCLUDENTES: •   1. Culpa exclusiva da víPma; •

RESPONSABILIDADE OBJETIVA:

EXCLUDENTES:

1. Culpa exclusiva da víPma;

2. Força maior;

3. Culpa de terceiro.

•   EXCLUDENTES: •   1. Culpa exclusiva da víPma; •   2. Força maior; •
•   DANOS POR OMISSÃO: •   “ Celso Antonio bandeira de Mello vem sustentando

DANOS POR OMISSÃO:

•   DANOS POR OMISSÃO: •   “ Celso Antonio bandeira de Mello vem sustentando há

Celso Antonio bandeira de Mello vem sustentando há vários anos que os danos por omissão se submetem à teoria subjePva. Atualmente, é também o entendimento adotado pelo STF e pela doutrina majoritária. Em linhas gerais, sustenta-se que o Estado só pode ser condenado a ressarcir prejuízos atribuídos a sua omissão quando a legislação considera obrigatória a práPca da conduta omiPda. Assim a omissão que gera responsabilidade é aquela violadora de um dever de agir”.

(Alexandre Mazza )

•   1. ( FCC /TRT-SP/2014) Analise a seguinte asserPva: Desastres ocasionados por chuvas, tais

1. (FCC /TRT-SP/2014) Analise a seguinte asserPva: Desastres ocasionados por chuvas, tais como, enchentes, inundações e destruições, excluem a responsabilidade estatal.

A asserPva em questão;

a) não está correta, pois inexiste excludente da responsabilidade estatal, sendo hipótese de responsabilidade subjePva.

b) está correta, não comportando exceção.

c) não está correta, pois, em regra, o Estado responde diante de fatos decorrentes da natureza.

d) está correta, mas se for comprovado que o Estado omiPu-se no dever de realizar certos serviços, ele responderá pelos danos.

e) não está correta, pois o Estado sempre responde objePvamente.

•   1. ( FCC /TRT-SP/2014) Analise a seguinte asserPva: Desastres ocasionados por chuvas, tais

1. (FCC /TRT-SP/2014) Analise a seguinte asserPva: Desastres ocasionados por chuvas, tais como, enchentes, inundações e destruições, excluem a responsabilidade estatal.

A asserPva em questão;

a) não está correta, pois inexiste excludente da responsabilidade estatal, sendo hipótese de responsabilidade subjePva.

b) está correta, não comportando exceção.

c) não está correta, pois, em regra, o Estado responde diante de fatos decorrentes da natureza.

d) está correta, mas se for comprovado que o Estado omiPu-se no dever de realizar certos serviços, ele responderá pelos danos.

e) não está correta, pois o Estado sempre responde objePvamente.

•   2. ( FCC /TRT-BA/2013) A propósito da responsabilidade civil do Estado, disPnguem-se as

2. (FCC /TRT-BA/2013) A propósito da responsabilidade civil do Estado, disPnguem-se as modalidades subjePva e objePva porque a modalidade

a) objePva prescinde da comprovação do elemento culpa do agente, que pode ser presumida, mas depende da demonstração do nexo causal entre a ação estatal e os danos incorridos.

b) subjePva não admite a demonstração, pelo Estado, de nenhuma das excludentes de responsabilidade, que afastam a culpa do agente.

c) objePva não admite a demonstração, pelo Estado, de nenhuma das excludentes de responsabilidade, que se prestam a afastar a culpa do agente.

d) subjePva depende de comprovação do nexo causal dos danos causados pelo agente estatal, embora não seja imprescindível a demonstração de culpa do mesmo.

e) subjePva depende da demonstração de culpa do agente público, mas não exige a demonstração de nexo de causalidade entre a ação daquele e os danos incorridos, o que é inafastável na modalidade objePva.

•   2. ( FCC /TRT-BA/2013) A propósito da responsabilidade civil do Estado, disPnguem-se as

2. (FCC /TRT-BA/2013) A propósito da responsabilidade civil do Estado, disPnguem-se as modalidades subjePva e objePva porque a modalidade

a) objePva prescinde da comprovação do elemento culpa do agente, que pode ser presumida, mas depende da demonstração do nexo causal entre a ação estatal e os danos incorridos.

b) subjePva não admite a demonstração, pelo Estado, de nenhuma das excludentes de responsabilidade, que afastam a culpa do agente.

c) objePva não admite a demonstração, pelo Estado, de nenhuma das excludentes de responsabilidade, que se prestam a afastar a culpa do agente.

d) subjePva depende de comprovação do nexo causal dos danos causados pelo agente estatal, embora não seja imprescindível a demonstração de culpa do mesmo.

e) subjePva depende da demonstração de culpa do agente público, mas não exige a demonstração de nexo de causalidade entre a ação daquele e os danos incorridos, o que é inafastável na modalidade objePva.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

•   I – CONCEITO: •   A improbidade administraPva caracteriza a conduta inadequada de

I – CONCEITO:

•   I – CONCEITO: •   A improbidade administraPva caracteriza a conduta inadequada de agentes

A improbidade administraPva caracteriza a conduta inadequada de agentes públicos, ou de parPculares envolvidos, que por meio da função pública:

A) enriqueçam ou obtenham alguma vantagem econômica de forma indevida; B) causem dano ao patrimônio público; C)violem os princípios da administração pública.

•   II – SUJEITO PASSIVO: •   1) Administração Direta; •   2) Administração

II – SUJEITO PASSIVO:

•   II – SUJEITO PASSIVO: •   1) Administração Direta; •   2) Administração Indireta;

1) Administração Direta;

2) Administração Indireta;

3) EnPdades que recebam subvenção, beneÖcio ou incenPvo, fiscal ou credivcio proveniente de órgão público;

4) Empresas incorporadas ao patrimônio público ou enPdades cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de 50% do patrimônio ou da receita anual;

5) EnPdades cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de 50% do patrimônio ou da receita anual

•   III – SUJEITO ATIVO: •   Art. 1°, LIA - Os atos de

III – SUJEITO ATIVO:

•   III – SUJEITO ATIVO: •   Art. 1°, LIA - Os atos de improbidade

Art. 1°, LIA - Os atos de improbidade praPcados por qualquer agente público, servidor ou não

Art. 2°, LIA - Reputa-se agente público , para os efeitos desta lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração , por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de invesPdura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas enPdades mencionadas no arPgo anterior.

•   III – SUJEITO ATIVO: •   Art. 3°, LIA - As disposições desta

III – SUJEITO ATIVO:

•   III – SUJEITO ATIVO: •   Art. 3°, LIA - As disposições desta lei

Art. 3°, LIA - As disposições desta lei são aplicáveis , no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a práPca do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta.

Art. 8°, LIA - O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

•   IV – DISPOSIÇÕES GERAIS: •   Art. 4°, LIA - Os agentes públicos

IV – DISPOSIÇÕES GERAIS:

•   IV – DISPOSIÇÕES GERAIS: •   Art. 4°, LIA - Os agentes públicos de

Art. 4°, LIA - Os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos.

Art. 5°, LIA - Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano.

Art. 6°, LIA - No caso de enriquecimento ilícito, perderá o agente público ou terceiro beneficiário os bens ou valores acrescidos ao seu patrimônio.

•   IV – DISPOSIÇÕES GERAIS: •   Art. 7°, LIA - Quando o ato

IV – DISPOSIÇÕES GERAIS:

•   IV – DISPOSIÇÕES GERAIS: •   Art. 7°, LIA - Quando o ato de

Art. 7°, LIA - Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administraPva responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste arPgo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

•   ATENTADO CONTRA OS PRINCÍPIOS •   Art. 10°, LIA - •   I

ATENTADO CONTRA OS PRINCÍPIOS

Art. 10°, LIA -

ATENTADO CONTRA OS PRINCÍPIOS •   Art. 10°, LIA - •   I - praPcar ato

I - praPcar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na

regra de competência; II - retardar ou deixar de praPcar, indevidamente, ato de oÖcio;

III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo;

IV - negar publicidade aos atos oficiais;

V - frustrar a licitude de concurso público;

VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

VII - revelar ou permiPr que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respecPva divulgação oficial, teor de medida políPca ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

ENRIQUECIMENTO ILÍCITO (ART. 9º)

PREJUÍZO AO ERÁRIO (ART. 10)

ATENTADO - PRINCÍPIOS (ART. 11)

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (Lei 8.429/92)

Perda dos bens acrescidos ilicitamente

( quando houver)

Ressarcimento integral do dano

Perda da função pública

Multa:

Até 2x o valor do dano

Suspensão dos direitos políPcos :

8 – 5 anos

Perda dos bens acrescidos ilicitamente

Ressarcimento integral do dano (se houver)

Ressarcimento integral do dano (se houver)

Perda da função pública

Perda da função pública

Multa:

Até 3x o valor do enriquecimento

Multa:

Até 100x o valor da remuneração

Suspensão dos direitos políPcos :

10 – 8 anos

Suspensão dos direitos políPcos :

5 – 3 anos

Proibição de contratar com o poder público por:

10 anos

Proibição de contratar com o poder público por:

5 anos

Proibição de contratar com o poder público por:

3 anos

•   1. ( FCC /TRT/AL/2014) Mateus, agente público, recebeu vantagem econômica, diretamente de Bruno,

1. ( FCC /TRT/AL/2014) Mateus, agente público, recebeu vantagem econômica, diretamente de Bruno, para tolerar a exploração de jogo de azar por parte deste úlPmo. Nos termos da Lei nº 8.429/92, a conduta de Mateus A) consPtui ato ímprobo causador de prejuízo ao erário. B) consPtui ato ímprobo que importa enriquecimento ilícito. C) não consPtui ato ímprobo, embora seja conduta criminosa. D) consPtui ato ímprobo, na modalidade atentatória aos princípios da Administração pública. E) não consPtui ato ímprobo, mas caracteriza falta funcional passível de punição na seara administraPva.

•   1. ( FCC /TRT/AL/2014) Mateus, agente público, recebeu vantagem econômica, diretamente de Bruno,

1. ( FCC /TRT/AL/2014) Mateus, agente público, recebeu vantagem econômica, diretamente de Bruno, para tolerar a exploração de jogo de azar por parte deste úlPmo. Nos termos da Lei nº 8.429/92, a conduta de Mateus A) consPtui ato ímprobo causador de prejuízo ao erário. B) consPtui ato ímprobo que importa enriquecimento ilícito. C) não consPtui ato ímprobo, embora seja conduta criminosa. D) consPtui ato ímprobo, na modalidade atentatória aos princípios da Administração pública. E) não consPtui ato ímprobo, mas caracteriza falta funcional passível de punição na seara administraPva.

•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Antônio, agente público, foi processado e condenado por improbidade

2. ( FCC /TRT-AL/2014) Antônio, agente público, foi processado e condenado por improbidade administraPva. De acordo com a sentença condenatória, Antônio frustrou a licitude de importante concurso público que ocorreu em Maceió. Nos termos da Lei n o 8.429/92, NÃO consPtui sanção passível de ser aplicada a Antônio em razão do ato ímprobo comePdo:

a) Ressarcimento integral do dano, se houver. b) Suspensão dos direitos políPcos por sete anos. c) Perda da função pública. d) Proibição de contratar com o Poder Público ou receber beneÖcios ou incenPvos fiscais ou credivcios pelo prazo de três anos. e) Pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração de Antônio.

•   2. ( FCC /TRT-AL/2014) Antônio, agente público, foi processado e condenado por improbidade

2. ( FCC /TRT-AL/2014) Antônio, agente público, foi processado e condenado por improbidade administraPva. De acordo com a sentença condenatória, Antônio frustrou a licitude de importante concurso público que ocorreu em Maceió. Nos termos da Lei n o 8.429/92, NÃO consPtui sanção passível de ser aplicada a Antônio em razão do ato ímprobo comePdo:

a) Ressarcimento integral do dano, se houver. b) Suspensão dos direitos políPcos por sete anos. c) Perda da função pública. d) Proibição de contratar com o Poder Público ou receber beneÖcios ou incenPvos fiscais ou credivcios pelo prazo de três anos. e) Pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração de Antônio.

PROFESSORA: ANA CLÁUDIA CAMPOS DISCIPLINA: DIREITO ADMINISTRATIVO – INSS

UTILIZADO:

Adm. Direta

Adm. Indireta

UTILIZADO: •   Adm . Direta •   Adm . Indireta •   Órgãos do Poder
UTILIZADO: •   Adm . Direta •   Adm . Indireta •   Órgãos do Poder

Órgãos do Poder LegislaPvo e Judiciário (quando exercem função administraPva);

INÍCIO:

De OÖcio;

•   INÍCIO: •   De OÖcio; •   A Pedido (O requerimento inicial do interessado,
•   INÍCIO: •   De OÖcio; •   A Pedido (O requerimento inicial do interessado,

A Pedido (O requerimento inicial do interessado, salvo casos em que for admiPda solicitação oral, Deve ser formulado por escrito).

•   IV – PRINCÍPIOS: •   Legalidade, •   Finalidade, •   MoPvação, •

IV – PRINCÍPIOS:

Legalidade, Finalidade, MoPvação, Razoabilidade, Proporcionalidade, Moralidade, Ampla defesa, Contraditório, Segurança jurídica, Interesse público, Eficiência.

•   Contraditório, •   Segurança jurídica, •   Interesse público, •   Eficiência.

ADOTARÁ:

•   ADOTARÁ: •   indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a
•   ADOTARÁ: •   indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a

indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão;

adoção de formas simples;

proibição de cobrança de despesas processuais, ressalvadas as previstas em lei;

impulsão, de oÖcio, do processo administraPvo, sem prejuízo da atuação dos interessados;

fazer-se assisPr, facultaPvamente, por advogado.

Interpretação da norma administraPva da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroaPva de nova interpretação.

IMPEDIMENTO SUSPEIÇÃO tenha interesse direto ou indireto na matéria; autoridade ou servidor que tenha amizade
IMPEDIMENTO SUSPEIÇÃO tenha interesse direto ou indireto na matéria; autoridade ou servidor que tenha amizade

IMPEDIMENTO

SUSPEIÇÃO

tenha interesse direto ou indireto na matéria;

autoridade ou servidor que tenha amizade ínPma ou inimizade notória com algum dos interessados ou com os respecPvos cônjuges, companheiros, parentes e afins até o terceiro grau.

tenha parPcipado ou venha a parPcipar como perito, testemunha ou representante, ou se tais situações ocorrem quanto ao cônjuge, companheiro ou parente e afins até o terceiro grau;

esteja liPgando judicial ou administraPvamente com o interessado ou respecPvo cônjuge ou companheiro.

DOS ATOS:

Dias úteis;

•   DOS ATOS: •   Dias úteis; •   Horário normal de funcionamento. (Serão concluídos
•   DOS ATOS: •   Dias úteis; •   Horário normal de funcionamento. (Serão concluídos

Horário normal de funcionamento. (Serão concluídos depois do horário normal os atos já iniciados, cujo adiamento prejudique o curso regular do procedimento ou cause dano ao interessado ou à Administração);

InexisPndo disposição específica, os atos devem ser praPcados no prazo de cinco dias , salvo moPvo de força maior. (O prazo previsto pode ser dilatado até o dobro, mediante comprovada jusPficação).

•   DOS ATOS: •   A inMmação observará a antecedência mínima de três dias
•   DOS ATOS: •   A inMmação observará a antecedência mínima de três dias

DOS ATOS:

A inMmação observará a antecedência mínima de três dias úteis quanto à data de comparecimento. (O desatendimento da inPmação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado).

São inadmissíveis no processo administraPvo as provas obPdas por meios ilícitos.

Encerrada a instrução, o interessado terá o direito de manifestar-se no prazo máximo de dez dias, salvo se outro prazo for legalmente fixado.

DOS ATOS:

•   DOS ATOS: •   Concluída a instrução de processo administraPvo, a Administração tem o
•   DOS ATOS: •   Concluída a instrução de processo administraPvo, a Administração tem o

Concluída a instrução de processo administraPvo, a Administração tem o prazo de até trinta dias para decidir , salvo prorrogação por igual período expressamente moPvada.

O interessado poderá, mediante manifestação escrita, desisPr total ou parcialmente do pedido formulado ou, ainda, renunciar a direitos disponíveis.

a) Havendo vários interessados, a desistência ou renúncia aPnge somente quem a tenha formulado.

b) A desistência ou renúncia do interessado, conforme o caso, não prejudica o prosseguimento do processo, se a Administração considerar que o interesse público assim o exige.

RECURSOS:

•   RECURSOS: •   Das decisões administraPvas cabe recurso, em face de razões de legalidade
•   RECURSOS: •   Das decisões administraPvas cabe recurso, em face de razões de legalidade

Das decisões administraPvas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.

Recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias , o encaminhará à autoridade superior.

Salvo exigência legal, a interposição de recurso administraPvo independe de caução.

RECURSOS:

•   RECURSOS: •   é de dez dias o prazo para interposição de recurso administraPvo
•   RECURSOS: •   é de dez dias o prazo para interposição de recurso administraPvo

é de dez dias o prazo para interposição de recurso administraPvo

Decidido no prazo máximo de trinta dias (poderá ser prorrogado por igual período, ante jusPficaPva explícita).

Da revisão de processo administraPvo, não pode resultar agravamento da sanção.

•   1. ( FCC /TRT-PR/2013) De acordo com a Lei n o 9.784/99, que

1. ( FCC /TRT-PR/2013) De acordo com a Lei n o 9.784/99, que regula o processo administraPvo no âmbito da Administração Pública Federal, A) os atos administraPvos são sigilosos no decorrer da fase probatória. B) é vedada a cobrança de despesas processuais, salvo as previstas em lei. C) os interessados deverão ser representados por advogado, salvo se hipossuficientes. D) aplica-se o princípio do formalismo, dispensada a indicação dos pressupostos de fato da decisão. E) é vedada a impulsão de oÖcio, cabendo ao interessado indicar os fundamentos de direito da decisão.

•   1. ( FCC /TRT-PR/2013) De acordo com a Lei n o 9.784/99, que

1. ( FCC /TRT-PR/2013) De acordo com a Lei n o 9.784/99, que regula o processo administraPvo no âmbito da Administração Pública Federal, A) os atos administraPvos são sigilosos no decorrer da fase probatória. B) é vedada a cobrança de despesas processuais, salvo as previstas em lei. C) os interessados deverão ser representados por advogado, salvo se hipossuficientes. D) aplica-se o princípio do formalismo, dispensada a indicação dos pressupostos de fato da decisão. E) é vedada a impulsão de oÖcio, cabendo ao interessado indicar os fundamentos de direito da decisão.

•   2. ( FCC /TRT-PR/2013) As normas sobre processo administraPvo postas na Lei n

2. ( FCC /TRT-PR/2013) As normas sobre processo administraPvo postas na Lei n o 9.784/99 aplicam-se aos

A) servidores dos Poderes ExecuPvo e LegislaPvo, na realização de suas funções vpicas, excluído o Poder Judiciário em razão de sua competência judicante.

B) órgãos do Poder ExecuPvo integrantes da Administração direta ou indireta, excluídos os órgãos do Poder LegislaPvo e do Poder Judiciário quando se tratar de realização de função administraPva. C) órgãos do Poder LegislaPvo e do Poder Judiciário da União, no que se referir ao desempenho de funções administraPvas avpicas.

D) órgãos do Poder ExecuPvo e aos servidores integrantes do quadro da Administração direta, excluídos os afastados e os órgãos dos demais Poderes.

E) órgãos dos Poderes ExecuPvo, LegislaPvo e Judiciário, no exercício de suas funções vpicas.

•   2. ( FCC /TRT-PR/2013) As normas sobre processo administraPvo postas na Lei n

2. ( FCC /TRT-PR/2013) As normas sobre processo administraPvo postas na Lei n o 9.784/99 aplicam-se aos

A) servidores dos Poderes ExecuPvo e LegislaPvo, na realização de suas funções vpicas, excluído o Poder Judiciário em razão de sua competência judicante.

B) órgãos do Poder ExecuPvo integrantes da Administração direta ou indireta, excluídos os órgãos do Poder LegislaPvo e do Poder Judiciário quando se tratar de realização de função administraPva. C) órgãos do Poder LegislaPvo e do Poder Judiciário da União, no que se referir ao desempenho de funções administraPvas avpicas.

D) órgãos do Poder ExecuPvo e aos servidores integrantes do quadro da Administração direta, excluídos os afastados e os órgãos dos demais Poderes.

E) órgãos dos Poderes ExecuPvo, LegislaPvo e Judiciário, no exercício de suas funções vpicas.