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Cornélio Fudge

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Cornélio Oswald Fudge é um personagem fictício da série de livros Harry Potter. Na
história, ele é o Ministro da Magia, autoridade máxima do Ministério da Magia.
Antes de ser promovido a tal cargo, trabalhava no ministério no Departamento de
Jogos e Esportes Mágicos. Foi promovido a ministro pouco após a queda de Voldemort,
apesar do povo bruxo pensar que Dumbledore era mais indicado para o serviço. Mas
Dumbledore já estava ocupado como diretor de Hogwarts, a escola em que Harry
estuda. Dumbledore recusou o pedido de ser ministro.

Cornelius Oswald Fudge


Cornelius Fudge
Dados pessoais
Sexo Masculino
Cabelo Grisalhos
Sangue Puro
Dados biográficos
Casa  Slytherin
Organizações as
quais pertence Ministério da Magia
Na série
Primeira aparição
em livro Harry Potter e a Câmara Secreta
Primeira aparição
em filme Harry Potter e a Câmara Secreta
Intérprete Robert Hardy
Personagem da série Harry Potter
No início de sua gestão como ministro, Fudge foi humilde e consultava Dumbledore
antes de tomar alguma decisão, mandando corujas ao diretor toda manhã. Mas após
quatorze anos, ele se torna mais confiante e não acredita nos avisos de Dumbledore
e Harry de que Voldemort havia retornado. Então começa uma campanha visando
diminuir a credibilidade dos dois, controlando o Profeta Diário, que começa a
publicar difamações a respeito de ambos. Mas no final acaba reconhecendo a volta do
bruxo mau. Isso ocorre no quinto livro, Harry Potter e a Ordem da Fênix.

Cornélio possui certos preconceitos quanto bruxos mestiços e com criaturas como
meio-gigantes. É velho e careca, além de possuir o aspecto de estabanado. É um
bruxo sangue-puro. Nos filmes, o personagem é interpretado por Robert Hardy.

O ministro é mencionado no primeiro livro (Harry Potter e a Pedra Filosofal), mas


sua primeira aparição é no segundo (Harry Potter e a Câmara Secreta).

Sobre o personagem

Fudge é um homem baixo e corpulento, seu cabelo é grisalho e despenteado.


Usa um terno listrado, gravata vermelha, uma capa longa e preta, botas pontudas cor
de violeta, um chapéu coco verde de limão. Também tem um terno verde garrafa, e uma
capa listrada (risca de giz).
O ex-ministro é casado e sempre teve uma grande preocupação de manter sua posição.
É preocupado com o poder a ponto de passar por cima de outras questões como
segurança e a verdade. Apreciador de linhagens puras e de dinheiro.
Gosta de beber rum de groselha e um líquido âmbar (no livro seis com o primeiro-
ministro, whisky).

Depois de ter sido substituído no cargo de Ministro da Magia, no livro seis, Fudge
é descrito como mais magro, mais calvo, mais grisalho e com o rosto amarrotado.
Ministro da Magia

Cornelius Fudge foi o Ministro da Magia desde 1990 de acordo com a revista do pai
de Luna Lovegood, O Pasquim.

No livro cinco, capítulo cinco, ficamos sabendo que, quando Millicent Bagnold
(Emília Bagnold) se aposentou do cargo, houve uma grande pressão para que
Dumbledore assumisse, embora ele jamais tivesse sido candidato. Ele nunca quis ser
ministro, apenas diretor de Hogwarts. Então, quem assumiu foi Fudge, que nunca
esqueceu o apoio popular à Dumbledore.
No início, o novo ministro se aconselhava com Dumbledore, mas depois, parece que
tomou gosto pelo poder e ficou muito confiante.

A volta de Voldemort

Embora Cornelius Fudge tenha se tornado um apreciador dos privilégios e das


relações importantes que o cargo de ministro proporciona, ele continua sendo um
fraco, exibicionista e um tanto pomposo. Ele sabe que não é tão capaz nem tão
inteligente quanto Dumbledore e isso fez com que não admitisse a volta do Lord das
Trevas.

Aceitar o fato de que Harry nunca mentiu ao contar que Voldemort voltara, e que
Dumbledore estava tentando convencer a comunidade mágica da realidade, para que se
protegessem e lutassem contra o mal, seria acabar com a paz e tranqüilidade do seu
confortável mundo. Afinal há quatorze anos o mundo mágico vivia numa relativa paz e
prosperidade. A paranóia dele era tão grande que achava que o diretor de Hogwarts
estava formando um exército para tirá-lo do cargo.

Era bem mais fácil confiar nos dementadores, que controlavam Azkaban, onde estavam
presos muitos dos mais perigosos seguidores de Voldemort.

E foi assim que Fudge passou um ano inteiro tentando convencer a todos de que
Dumbledore estava velho e senil e de que Harry era um adolescente perturbado
mentalmente.

Usando seu cargo, o ministro manipulou a imprensa, usando o Profeta Diário para
desacreditar nos dois e todos aqueles que pudessem dar qualquer tipo de apoio a
eles.

Em Hogwarts, Fudge colocou uma espiã na pessoa de Dolores Umbridge. Assim podia
saber tudo o que se passava entre os professores, alunos e o diretor.

Fudge acreditava que, se calasse aqueles que falavam a verdade, o problema


desapareceria sozinho.

Batalha no departamento de mistérios

Teimando em não enxergar a verdade, Fudge deu a Voldemort um tempo precioso para se
reorganizar, enquanto a Ordem da Fênix tentava conter o avanço do mal.
Finalmente, ao término da batalha no departamento de mistérios do Ministério da
Magia, Fudge viu Voldemort com seus próprios olhos e não teve outro jeito senão
admitir seus erros.

O que ele temia era mesmo verdade. Dumbledore e Harry sempre estiveram certos e o
mundo mágico precisava saber toda a verdade.
Não havia mais como se sustentar no cargo. Mais ou menos uns onze dias depois da
batalha, Fudge perdeu o posto e foi substituído por Rufus Scrimgeour.
No livro seis ainda podemos vê-lo como uma espécie de assessor do novo
ministro.mesmo depois da volta de voldemort fudge se negava a admitir que voldemort
voltou, sendo chamado até de louco.

No cinema