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RFQ
Fiber To The Home
Implementação de Rede Passiva

(09 – 10 – 2009)

Documento: rfq_ftth_rede_passiva_v1.doc
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Indice

1 INTRODUÇÃO, CONCEITOS E DEFINIÇÕES .......................................................................4


1.1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................. 4
1.2 DEFINIÇÕES TOPOLÓGICAS ............................................................................................................. 4
1.3 ARQUITECTURAS DE REDE ............................................................................................................. 4
1.4 NOTAÇÃO PARA RESPOSTAS .......................................................................................................... 5
1.5 DEFINIÇÕES DE REDE ..................................................................................................................... 5
2 ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 6
2.1 TRABALHO PRETENDIDO ................................................................................................................ 6
2.2 FORMATO DA PROPOSTA – ITENS GERAIS ....................................................................................... 7
2.3 ÂMBITO GEOGRÁFICO DA COBERTURA ........................................................................................... 7
2.4 FORMATO DA PROPOSTA DE CELULIZAÇÃO, PROJECTO E EXECUÇÃO DE REDE................................ 7
2.5 FORMATO DA PROPOSTA DE MANUTENÇÃO DA REDE PASSIVA........................................................8
2.6 WORKFORCE .................................................................................................................................. 9
3 CELULIZAÇÃO, PROJECTO E EXECUÇÃO DE REDE ....................................................... 9
3.1 DEFINIÇÃO DA ZONA A COBRIR ...................................................................................................... 9
3.2 LEVANTAMENTO E CELULIZAÇÃO DA ZONA ................................................................................... 9
3.3 DOSSIER DE CELULIZAÇÃO ........................................................................................................... 11
3.4 PROJECTO DE CONSTRUÇÃO ......................................................................................................... 11
3.5 CONSTRUÇÃO OSP/ISP................................................................................................................12
3.6 RFS DA CÉLULA ........................................................................................................................... 16
3.7 AS-BUILT ..................................................................................................................................... 16
4 MANUTENÇÃO DE REDE PASSIVA ......................................................................................17
4.1 REQUISITOS GERAIS ..................................................................................................................... 17
4.2 CONSTITUIÇÃO DAS EQUIPAS ....................................................................................................... 20
5 INSTALAÇÃO DO DROP DE CLIENTE ................................................................................. 20

6 MANUTENÇÃO DE REDE DROP DE CLIENTE ..................................................................21


6.1 MANUTENÇÃO FTTH...................................................................................................................21
6.2 MANUTENÇÃO FTTH+IPTV ....................................................................................................... 22
7 REQUISITOS DE CO-CENTRAL OFFICE ............................................................................. 22
7.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS COMUNS A TODAS AS INSTALAÇÕES EM CENTRAL OFFICES ............... 22
7.2 CONFIGURAÇÕES NECESSÁRIAS: .................................................................................................. 23
8 REQUISITOS DE OSP - OUTSIDE PLANT ............................................................................ 23
8.1 COBERTURA ................................................................................................................................. 23
8.2 TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO, EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ........................................................ 23
8.3 SPLITTING RATIO E POWER BUDGET ............................................................................................. 23
8.4 PRIMEIRO ANDAR DE SPLITTING ................................................................................................... 23
8.5 SEGUNDO ANDAR DE SPLITTING ................................................................................................... 23
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8.6 COBERTURA ADICIONAL .............................................................................................................. 24


9 REQUISITOS DE ISP-INSIDE PLANT .................................................................................... 24
9.1 ITED II ........................................................................................................................................ 24
9.2 PDO – PONTO DE DISTRIBUIÇÃO ÓPTICA .................................................................................... 24
9.3 CP OU CLC .................................................................................................................................. 24
9.4 TOM – TOMADA DE CLIENTE ....................................................................................................... 25
10 CADASTRO DA INFORMAÇÃO .............................................................................................. 25
10.1 FERRAMENTAS DE CADASTRO E PROJECTO .............................................................................. 25
10.2 OSP-OUTSIDE PLANT .............................................................................................................. 25
10.3 ISP-INSIDE PLANT ................................................................................................................... 26
11 REFERÊNCIAS ............................................................................................................................ 26
11.1 CELULIZAÇÃO E PROJECTO ...................................................................................................... 27
11.2 CONSTRUÇÃO E INSTALAÇÃO...................................................................................................27
11.3 MANUTENÇÃO DE REDE PASSIVA ............................................................................................. 27
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1 Introdução, Conceitos e Definições


1.1 Introdução
Com o presente documento pretende-se estabelecer a lista de requisitos técnicos e processuais para o
pedido de propostas de instalação e manutenção de rede passiva de FTTH (Fiber To The Home).

1.2 Definições topológicas


Casas Passada ou HP (Homes Passed): Unidade de habitação sobre a qual a Vodafone poderá
disponibilizar serviços de telecomunicações baseados na rede FTTH (Fiber To The Home) no prazo de
alguns dias (< 2 semanas) e sem que seja necessário proceder a alterações da rede exterior (Outside
Plant). Para a ligação de uma casa passada poderá ser necessária intervenção de técnicos de FO mas
apenas na rede dentro dos edifícios ou eventualmente no cabo de entrada no edifício.

UA - Unidade de Alojamento: Equivalente a HP

Célula: Agregado geograficamente coeso de cerca de 2.000 HPs

CLC (Caixa de Ligação a Cliente): Dispositivo que termina a ligação de drop ao cliente final.

1.3 Arquitecturas de Rede


O presente RFQ terá por enquadramento duas arquitecturas de rede detalhada nas figuras abaixo:

Configuração A

1:p 1:p 1:p

FFP SFP SFP SFP SFP

1:n 1:p
SFP

FFP
1490nm -> 1:n
<- 1310nm
1F
1F

CO MAX (n x p) = 64
SFP
1:p
OLT – Optical Line Terminal
FFP – First Flexibility Point
OLT SFP – Second Flexibility Point
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Configuração B

1:p 1:p

1:p

1F

CO 2:n

MAX (n x p) = 64 1:p

OLT

Os detalhes das referidas arquitecturas de rede serão detalhados nos capítulos seguintes.

1.4 Notação para Respostas


1.4.1 A cada capítulo ou secção do presente documento deverá o concorrente responder iniciando
a sua resposta com uma de três indicações:
Cumpre – No caso de cumprir na íntegra o requisito em causa
Cumpre parcialmente – No caso de não cumpriri na totalidade o requisito. Caso
em que deverá ser claramente identificado o que é ou não cumprido bem como
qual a razão.
Não cumpre – No caso de não cumprir nenhum dos pontos do requisito
1.4.2 Doravante no presente documento o concorrente ao RFQ será identificado como
“Instalador”

1.5 Definições de Rede


1.5.1 CO – Central Office: Local onde se encontram instalados o OLT (Optical Line Termination)
e o ODF que termina os cabos de FO de rede exterior e eventualmente (onde aplicável) os
splitters de primeiro nível.
1.5.2 OSP – Outside Plant: Zona da rede exterior constituída por condutas, cabos de FO, juntas e
respectivos splitters e fusões, delimitada pelos conectores que terminam os cabos de rede
exterior no ODF de CO (Central Office) e o PDO que, dentro dos edifícios, termina o cabo
de FO de entrada.
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1.5.3 ISP – Inside Plant: Rede de cabos e respectivas caixas de ligação que compõem a rede
vertical de um edifício. Para que exista um entendimento comum e por forma a que se
utilizem as mesmas designações para os vários componentes de rede define-se a seguinte
configuração de referência:

TOM TOM Piso n+1


CP

TOM TOM Piso n

TOM TOM Piso 2


CP

TOM TOM Piso 1

PDO

PDO: Ponto de Distribuição Óptica – Caixa onde será efectuada a junção entre o cabo de entrada
no edifício e a infra-estrutura de rede vertical que alimenta o edifício
CP: Caixa de Piso – Caixa que permite efectuar as derivações entre a infra-estrutura de rede
vertical e as ligações para a casa do cliente
TOM: Tomada óptica de cliente – Ponto terminal de ligação em fibra óptica, já nas instalações do
cliente

1.5.4 Ligação de Drop: Ligação de fibra óptica específica para um determinado cliente

2 Enquadramento
2.1 Trabalho Pretendido
2.1.1 Com o presente RFQ pretende-se obter propostas separadas para a execução dos trabalhos
abaixo detalhados e para as duas configuraçãoes de referência (A e B) descritas no ponto 1.3
acima.
2.1.2 As propostas deverão ter quatro componentes:
• Celulização, projecto e execução de rede OSP e ISP em formato de chave na mão.
• Manutenção da rede passiva (OSP e ISP)
• Execução da ligação de Drop de cliente
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• Manutenção da ligação de drop e equipamento de cliente

2.1.3 O processo de implementação de rede deverá ser conforme o procedimento detalhado no


capítulo “Celulização, Projecto e Execução de Rede”
2.1.4 O processo de manutenção da rede passiva deverá ser conforme o procedimento
estabelecido no capítulo “Manutenção de rede Passiva”
2.1.5 O processo de execução da ligação de drop de cliente da rede passiva deverá ser conforme o
procedimento estabelecido no capítulo “Drop de cliente”
2.1.6 O processo de manutenção da rede de drop de cliente e equipamento de cliente deverá ser
conforme o procedimento estabelecido no capítulo “Manutenção de rede drop de cliente”
2.1.7 O instalador nomeará para contacto com a Vodafone um gestor de projecto que será o ponto
de contacto previlegiado para o projecto do ponto de vista da Vodafone. Este gestor de
projecto terá a visão de conjunto de todos os trabalhos atribuídos a esse instalador e será
responsável por efectuar os pontos de situação de deployment e garantir a coordenação da
execução dos trabalhos acometidos ao instalador
2.1.8 O instalador deverá indicar separadamente na proposta caso possua (para além dos quatro
componentes acima detalhados), a estrutura de empresa para fazer também a
comercialização do serviço Vodafone junto dos clientes e portanto ter ganhos de escala
conjuntos com a construção da rede ISP. Essa proposta adicional deverá ter uma métrica de
custo simplificada por cliente efectivamente ligado.

2.2 Formato da Proposta – Itens gerais


2.2.1 O instalador deverá apresentar uma proposta para cada um dos pontos descritos
anteriormente na secção 2.1.2, no formato tabular detalhado no anexo F ao presente RFQ
2.2.2 A proposta a apresentar será dividida em cada um dos três tipos de geotypes descritos no
ponto 2.3.1 abaixo.

2.3 Âmbito geográfico da cobertura


2.3.1 A proposta deverá ser efectuada tendo por base as zonas metropolitanas de Lisboa e Porto e
a seguinte distribuição geográfica de zonas:
a) Geotype 1: 35% das HPs em células com número médio de HPs por edifício = 22
b) Geotype 2: 45% das HPs em células com número médio de HPs por edifício = 15
c) Geotype 3: 20% das HPs em células com número médio de HPs por edifício = 10

2.4 Formato da proposta de Celulização, projecto e execução de rede


2.4.1 Para a componente da proposta relativa ao processo de Celulização, projecto e execução de
rede a proposta deverá ser efectuada em formato de chave na mão
2.4.2 A proposta deverá ser dividida nas rúbricas descritas abaixo:
• Custo de levantamento e celulização - €/HP
• Custo de projecto de rede - €/HP
• Custo de construção de rede OSP/ISP - €/HP para serviços e custo de materiais à parte
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2.4.3 Relativamente aos custos de materiais, no âmbito da construção de rede OSP/ISP, o


instalador deverá comprometer-se, face á informação topológica disponibilizada na secção
2.3.1, com um valor máximo por HP.
2.4.4 Pretende-se que o instalador tenha uma capacidade mínima de Celulização, projecto e
execução de rede OSP e ISP de 10.000 HPs por mês.
2.4.5 Poderá o instalador comprometer-se com uma capacidade de execução superior ao referido
anteriormente. Sendo que tal será valorizado pela Vodafone como uma clara vantagem sobre
os que apresentarem capacidades de execução inferiores.

2.5 Formato da proposta de manutenção da rede passiva


2.5.1 Para a componente da proposta relativa à manutenção de rede o instalador deverá apresentar
apenas dois preços, sendo cada um deles para a total elaboração das actividades
especificadas, indexados ao número de terminações activas (clientes com ONT instalado)
conforme a tabela abaixo.

Até 5.000 De 5.001 a De 10.001 a De 20.001 a Mais o que


Terminações 10.000 20.000 50.000 50.000
activas Terminações Terminações Terminações Terminações
activas activas activas activas

2.5.2 Os clientes (terminações activas) serão reportados em base trimestral devendo as facturas ser
emitidas também com essa periodicidade, devendo portanto o preço apresentado neste ponto
ser trimestral (i.e, será pago o trimestre Jan-Mar durante Janeiro com base no nº de
terminações activas a 31/Dez).
2.5.3 Os preços constantes da proposta deverão cobrir todas as obrigações contratuais bem como
equipamentos (de medida e outros) e tudo o necessário para a execução, acabamentos e
manutenção adequada dos trabalhos/intervenções.
2.5.4 A título indicativo, a Vodafone informa que irá utilizar os seguintes factores, para
estabelecimento de índices por instalador a usar como uma das bases de apuramento e
selecção dos potenciais fornecedores.
- Preço
- Credibilidade da solução proposta
-Clareza quanto à Estrutura e Recursos envolvidos
-Escalabilidade da Solução proposta
-Sugestão de mecanismos automatizados de controlo de SLA
-Integração dos diversos módulos (incluindo instalação)
2.5.5 Respostas ao presente RFQ que incluam propostas para a totalidade dos módulos serão
valorizadas face a respostas que não apresentem propostas para a totalidade dos módulos.
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2.6 Workforce
2.6.1 O instalador deverá descrever para cada um dos quatro componentes da proposta (vide
secção 2.1.2) quais as tarefas são desempenhadas por funcionários da empresa proponente e
quantos funcionários terá adstritos a essa tarefa.
2.6.2 O mesmo se aplica à tarefas que eventualmente subcontratar a outras empresas que não a
proponente. Deverão ser identificados quantos recursos estarão atribuídos a cada tarefa e
qual a empresa que disponibilizará esses mesmos recursos.

3 Celulização, Projecto e Execução de Rede


O procedimento de execução de rede deverá seguir o macro-processo abaixo detalhado:

Validação Validação
Vodafone Vodafone

Instalador
10du
Vodafone 20du 35du
Levantamento
Definição da Projecto de Construção
e celulização
zona a cobrir construção OSP e ISP
da zona

RFS da As-built
Dossier As-built
Dossier
Dossierdede Dossierde
deprojecto
projecto célula
celulização
celulização
Validação
Vodafone

Entrada em
exploração

Vodafone
Nota: du = Dias ùteis

Os passos e documentos do processo são definidos do seguinte modo

3.1 Definição da zona a cobrir

A VDF é responsável por disponibilizar ao prestador do serviço a seguinte informação:


• Indicação da zona, identificando os limites da zona a levantar e projectar
• Fornece os mapas da zona com a informação das infra-estruturas da PTC no âmbito da ORAC,
para que nesta fase seja já verificada a forma de aceder aos edifícios, com um grau de
aproximação muito elevado.

3.2 Levantamento e celulização da zona


Após a definição da zona a cobrir e respectivo fornecimento da informação pela VDF ao prestador de
serviços, o passo seguinte é efectuar o levantamento e celulização da zona indicada.
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Este processo será dividido em 2 partes, em primeiro lugar o levamento da zona e só depois a
celulização da mesma.

3.2.1 Levantamento da zona


3.2.1.1 O objectivo do levantamento da zona é obtenção de um conjunto de dados fundamentais, que
permita detalhar e conhecer profundamente a zona indicada, de modo a facilitar a execução
do projecto de rede.
3.2.1.2 O levantamento a realizar deve abranger os seguintes dados:
• Eixos de via, nomes de bairros
• Moradas dos Edifícios e nº de polícia
• Indicação da existência de zonas em construção ou outras julgadas adequadas (por
exemplo zonas em obras, zonas degradadas, etc.)
• Códigos postais (CP7)
• Tipificação dos edifícios:
o Tipo de unidade (residencial, comercial, empresarial);
o Nº total de fracções
o Identificação de fracções
o Nº de pisos
o Nº de apartamentos por piso
• Indicação de presença de infraestrutura de outros operadores (PTC, Zon, Cabovisão,
Sonae, ArTelecom, TvTel, Pluricanal)
• Tipificação de alimentação do edifício (por conduta, parede interior, parede exterior ou
aéreo)
• Informação sobre as RGE (localização, dimensão e nível de saturação)
• Informação sobre as colunas montantes (tipo, quantidade, localização, diâmetro,
ocupação)
• Indicação de cabos em fachada e travessias entre fachadas e em que PD está interligado.

3.2.1.3 Após finalizado o levantamento, é necessário actualizar e introduzir os dados recolhidos nos
ficheiros com georeferenciação (Autocad, ArcGis, NetGeo, etc.) de forma a iniciar o dossier
de celulização da zona.
3.2.1.4 Caso existam outros dados obtido de entidades externas, tais como Câmaras Municipais,
EDP, Empresas de Aguas, e ainda informação relacionada no âmbito da ORAC, devem
também ser actualizadas nos ficheiros com georeferenciação (Autocad, ArcGis, NetGeo, etc.).
3.2.1.5 Após a entrega da informação pelo fornecedor será feita a validação e integração desses dados
na base cartográfica da VDF.

3.2.2 Celulização da zona


3.2.2.1 Após o levantamento da zona, é necessário efectuar a celulização da mesma, isto é, identificar
e delimitar as células de forma a permitir a sua viabilidade prática, maximizando todas e
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quaisquer infra-estruturas existentes no local, tais como infraestruturas próprias, ou de


entitades públicas (Câmaras Municipais) ou privadas (PT, EDP, Gas, etc).
3.2.2.2 As dimensões médias de uma célula deverão ser de aproximadamente 2000 HP’s. No entanto
será aceitável por parte da VDF, sem aprovação prévia, que as células tenham dimensões até
um máximo de 2400 HP’s, e o mínimo de 1600 HP’s, Se existirem células de dimensões fora
destes limites, então será necessário justificação e aprovação pela VDF.

A fase seguinte é a elaboração do dossier de Celulização.

3.3 Dossier de celulização


3.3.1 O objectivo do dossier de celulização é compilação de toda a informação efectuada no
levantamento e dsitribuida pelas células desenhadas, de modo a permitir tomar decisão de
avançar para projecto.
3.3.2 Pretende-se que Dossier de celulização incluía os seguintes dados:
¾ Informação elaborada no levantamento e indicada no ponto 3.2.1.2
¾ Memória descritiva identificando situações particulares a ter em consideração aquando da
elaboração do projecto (zona em cosntrução, limitações de acesso, etc.)
¾ Mapa da zona de intervenção com indicação zonas residenciais/empresariais
¾ Mapa da cartografia actualizada com as infra-estruturas existentes e identificadas no
levantamento

3.4 Projecto de Construção


3.4.1 Definição do projecto FTTH
3.4.1.1 A rede PON a construir para disponibilizar serviços de telecomunicações baseados na rede
FTTH, será desenvolvida faseadamente, sendo cada fase constituída por uma área, cabendo à
Vodafone a decisão de adjudicação das áreas aos instaladores seleccionados.
3.4.1.2 Cada instalador é responsável pela elaboração do projecto da rede PON, respeitando os
parâmetros operacionais definidos.
3.4.1.3 Em caso de dúvida ou necessidade de alteração das regras pré-estabelecidas, deve o instalador
consultar a Vodafone, cabendo a esta a decisão das opções a tomar.
3.4.1.4 O tempo de execução do projecto inclui os pedidos de viabilidade ORAC e respectivas
respostas da PT.

3.4.2 Regras de projecto


3.4.2.1 A rede a projectar deverá cobrir todos os edificios da área de influência da célula,
considerando-se uma taxa de penetração máxima de 60% do total de HPs.
3.4.2.2 A rede a projectar deve atender a deixar uma reserva mínima de 10% de fibras sem ligação a
PONs.
3.4.2.3 O número de fibras ópticas disponíveis nos cabos vector e de distribruição, deverá garantir
uma reserva adicional de 10% em cima do número total de fibras ópticas ocupadas, para
futuras expanções.
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3.4.2.4 O cabo da rede vertical deve ser dimensionado para cobrir 100% do total de HPs de cada
edíficio.
3.4.3 O projecto deve representar qual o tipo de infra-estruturas a utilizar, com indicação das
metragens por respectivo tipo (ORAC, Postes, Fachada) e do número de metros de rede
nova necessária construir.
3.4.3.1 Deverá ser apresentado um dossier de licenciamento camarário, com pormenorização de cada
intervenção.
3.4.3.2 Só deverão ser utilizados 2 níveis de splitagem. O 1º splitter poderá ficar fora do CO
(configuração B), por forma a reduzir a necessidade de espaço neste, ou no CO (configuração
A), caso seja necessário e a questão de espaço não seja um problema. A localização do splitter
de 2º nível deve ficar no centro de massa da área a cobrir, reduzindo assim o número de cabos
entre este e o CO. Não são permitidas Fusões mecânicas na rede OSP.
3.4.3.3 A localização do splitter de 2º nível deve ficar fora dos edifícios, por forma a facilitar o
acesso para afeitos de operação/manutenção, só se justificando a sua inclusão dentro dos
edifícios ou condomínos de grande dimensão, onde estejam salvaguardados os acesso e as
condições do RGE, por forma a possibilitarem adquadas condições de acondicionamento.
3.4.3.4 O projecto deve indicar as necessidades de espaço nos ODF’s, contemplando uma reserva
para expansão, e para tal deve ser apresentado um layout dos ODF’s.
3.4.3.5 Os tipos de cabos a utilizar permitidos na construção do backbone da rede PON (entre CO e
PDO), são do tipo monomodo respeitando a norma G.652D, com as capacidades de 12, 24,
48, 96, 144 e 288, para instalação em conduta (ver anexo A), devendo ter a protecção
adequada e de menor diâmetro possível, sem compromenter as suas características de
protecção mecânica. A Vodafone valorizará as soluções que reduzem o recurso a ferramentas
específicas e o tempo necessário para intervenção e manutenção no cabo.
3.4.3.6 As juntas a instalar, devem garantir as condições e qualidade espectável, de forma a assegurar
uma margem de expansão do número de splitters e fusões. Deverão ter características
diferentes, consoante o tipo de instalação onde se inserirem (conduta, aérea, fachada), mas
devendo ter um número relativamente reduzido de configurações para cada tipo, de forma a
terem uma dimensão o mais compacta possível.
3.4.3.7 Com base na lista de materiais para implementar o projecto deve ser calculado o custo médio
por casa passada (HP).

3.4.4 A fase de projecto fica concluída com a entraga do projecto em formato digital, onde será
representado o sinóptico da rede e as opções tomadas, respeintando as regras base de
projecto, de forma a se poder analisar as localizações propostas dos principais elementes da
rede PON.
3.4.5 Deve ser entregue o mapa de cabos, incluindo os elementos passivos de rede em formato de
Autocad e georeferenciado com base no sistema WGS84.

3.5 Construção OSP/ISP


3.5.1 As dúvidas e questões técnicas, ou processuais que exijam a contribuição da Vodafone serão
esclarecidas e direccionadas pelos Gestores de projectos. À excepção desses casos não está
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prevista a intervenção da Vodafone em detalhes processuais e técnicos da execução dos


trabalhos, com excepção das fiscalizações que julgar necessárias. Assim, o instalador deverá
assumir todo o controlo e responsabilidade logística, de alocação de RH e de coordenação
operacional que lhe foi atribuída.

3.5.2 O instalador a quem for adjudicada uma área, será inteiramente responsável e autónomo na
disponibilização de uma estrutura que efectue, entre outras, as seguintes actividades
principais:
a) Gestão global de todo o processo de execução e interface com a Gestão de Projecto
da Vodafone.
b) Processamento da obtenção de condutas ao abrigo do ORAC (Oferta de Referência
ao Acesso às Condutas), utilização de Postes (PTC, EDP, etc) e autorização de
utilização de outras infra-estruturas de entidades particulares. De acordo com as
imposições em vigor, as instalações respeitarão escrupulosamente todos os detalhes
descritos na ORAC - última versão à data da Consulta.
c) Negociação com Câmaras Municipais para a construção de infra-estruturas de
subsolo de traçado curto. Gestão do pagamento de licenças, taxas e assessoria técnica
local.
d) Todos os trabalhos necessários para a passagem do cabo desde o domínio público até
aos edifícios da rede PON.
e) Construção de infra-estruturas de subsolo de traçado curto e interface com todas as
entidades necessárias a nível de segurança pública, fiscalização de obra e segurança.
Sempre que for solicitado pela autoridade licenciadora do projecto, deverá ser
elaborado um plano de segurança.
f) Passagem de cabos, fusões e medidas.
g) Elaboração de cadastros e a actualização do sistema de gestão da rede FTTH, deverá
cumprir o estabelecido no ponto 3.7.5.

OBRIGAÇÕES ESPECIAIS DO FORNECEDOR


Na prestação dos serviços objecto da presente consulta, o FORNECEDOR obriga-se,
em especial, a:
a)Garantir que todo o pessoal ao seu serviço, incumbido da realização dos trabalhos, bem
como todos os fornecedores, sub-contratados ou consultores com quem
eventualmente contratar, cumprirão escrupulosamente as regras e instruções
inerentes aos serviços a prestar no âmbito do presente Contrato;

b) Executar todos os trabalhos de acordo com a legislação em cada momento aplicável,


bem como com recomendações ou normas emitidas pelos organismos oficiais
competentes, e a respeitar e fazer respeitar todas as normas do regime interno da
Vodafone;

c) Fornecer a direcção técnica, mão-de-obra e ferramentas necessárias para a boa


execução dos serviços objecto do presente Contrato;
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d) Informar de imediato o responsável da Vodafone de todas as avarias ocorridas nas


instalações e que afectem equipamentos críticos ou pessoas e a realizar as acções
imediatas que considere necessárias;

e) Não efectuar qualquer promoção ou publicidade relativa aos trabalhos que execute
para a Vodafone sem que tal publicidade ou promoção seja previamente aprovada,
por escrito, pela Vodafone, bem como a não difundir ou comunicar a terceiros, sem
prévia autorização escrita da Vodafone, toda e qualquer informação de que venha a
ter conhecimento no decurso das tarefas executadas, bem como elementos, estudos
ou resultados dos serviços executados para a Vodafone;

f) Cumprir escrupulosamente as prescrições do regime legal sobre a poluição sonora,


designado também «Regulamento Geral do Ruído», publicado em anexo ao Decreto-
Lei n.º 9/2007 de 17 de Janeiro, bem assim pela gestão de todo o tipo de resíduos
produzidos no âmbito da execução do presente Contrato, de acordo com o disposto
no Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, bem como a demais legislação
ambiental aplicável a cada momento, nomeadamente: (I) O regime jurídico relativo
ao sistema de gestão de embalagens e resíduos de embalagens previsto no Decreto-
Lei nº 366-A/1997, de 20 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-
Lei nº 162/2000, de 27 de Julho e pelo Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro,
(II) O regime jurídico a que fica sujeita a gestão de resíduos de equipamentos
eléctricos e electrónicos (REEE) previsto no Decreto-Lei n.º230/2004, de 10 de
Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 174/2005 de 25 de
Outubro e pelo Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, (III) O regime jurídico a
que fica sujeita a gestão de pilhas e acumuladores, bem como a gestão de pilhas a
acumuladores usados regulado pelo Decreto-Lei n.º 62/2001, de 19 de Fevereiro,
posteriormente concretizado pela Portaria n.º 572/2001, de 06 de Junho, (IV) O
regime jurídico a que fica sujeita a gestão de óleos novos e óleos usados, previsto no
Decreto-lei n.º 153/2003, de 11 de Julho com as alterações introduzidas pelo
Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, (V) O regime relativo as operações de
recuperação de reciclagem, valorização e destruição de substâncias que empobrecem
a camada de ozono previsto no Decreto-Lei n.º 152/2005, de 31 de Agosto, com as
alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, e (VI) O
regime da prevenção e controlo das emissões de poluentes para a atmosfera
estabelecido no Decreto-Lei n.º 78/2004, de 03 de Abril;
g) Cumprir todas as obrigações SHST e de Qualidade, exigidas pelo Regulamento de
Segurança para Actividades nas Instalações da Vodafone Portugal (RSAIV) em
vigor;

h) Apresentar as Fichas de Procedimento de Segurança (FPS), de acordo com o artº14


do Decreto-Lei nº 273/2003 de 29 de Outubro;

i) Gerir todos os resíduos produzidos durante a execução dos serviços objecto do


presente Contrato, devendo passar a preencher o campo 1 da GAR;

j) Cumprir todas as disposições de carácter laboral pertinentes, em especial as


respeitantes à segurança, higiene, saúde no trabalho, idade mínima de admissão e a
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trabalhadores estrangeiros, obrigando-se, ainda, a indemnizar a Vodafone por


quaisquer despesas em que esta incorra em virtude da violação de tais disposições,
designadamente coimas, despesas processuais e com Advogados;

k) Indemnizar a Vodafone por quaisquer prejuízos, de qualquer natureza, incluindo


indemnizações, custas judiciais e honorários de advogados, que esta venha a suportar
em virtude de qualquer processo judicial que lhe venha a mover qualquer indivíduo
que O FORNECEDOR utilize para a prestação dos serviços ora contratados,
conquanto tal processo judicial tenha por causa de pedir a existência de uma relação
jurídica laboral entre a Vodafone e o indivíduo em causa;

l) Não ceder a sua posição contratual, resultante da celebração do presente Contrato,


sem o prévio consentimento, por escrito, da Vodafone;

m) Não subcontratar ou, por qualquer outra forma, ceder a execução dos serviços
abrangidos no âmbito do presente Contrato, a terceiros, sem o prévio consentimento,
por escrito, da Vodafone;

n) Ressarcir, na totalidade, a Vodafone, em caso de furto ou quaisquer danos,


comprovadamente causados por qualquer dos seus recursos/colaboradores, podendo
tais montantes ser deduzidos pela Vodafone aos montantes a pagar ao
FORNECEDOR;

o) Realizará os relatórios referidos no presente Caderno de Encargos, dentro das datas


previstas;

p) Dotar todas as equipas de manutenção com um extintor de 6kg com substância


apropriada.

3.5.3 O instalador deverá gerir autonomamente toda a comunicação com os Coordenadores de


Segurança nomeados pela Vodafone e assegurar o estrito cumprimento da legislação e
procedimentos aplicáveis em todas as situações.
3.5.4 A Vodafone reserva-se o direito de fiscalizar a execução de qualquer fase do processo e da
execução técnica com a periodicidade e profundidade que julgar necessária para verificar a
aderência às normas técnicas e de segurança.
3.5.5 No processo de construção estão incluídas todas as acções relativas a negociação com os
condomínios e devidas diligências legais e camarárias
3.5.6 Uma célula poderá ser concluída com os edifícios cobertos em dois estados possíveis:
• Edificio coberto com rede OSP+ISP… Edifício no qual a rede vertical e respectivas
Caixas de Piso já se encontram instaladas no momento do RFS da célula
• Edifício coberto com apenas com rede OSP concluída… edifício no qual não foi
possível concluir a rede vertical e portanto o cabo de rede exterior se encontra passado
até ao RGE do edifício mas sem PDO instalad nem rede vertical efectuada.

3.5.7 Uma célula para ser aceite deverá cumprir os seguintes requisitos:
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3.5.7.1 Mais de 90% dos edifícios cobertos com rede OSP+ISP


3.5.7.2 Menos de 10% dos edifícios cobertos com rede OSP
3.5.8 O instalador deverá indicar caso se possa comprometer com valores superiores aos indicados
acima, isto é >90% de edifícios OSP+ISP. Este ponto será um ponto de vantagem
considerável sobre os restantes concorrentes que não apresentem qualquer compromisso
mais forte que o especificado.
3.5.9 As regras de boa execução dos trabalhos e características das infra-estruturas a criar
obedecem às regras definidas nos anexos B, C, D e E.

NOTA IMPORTANTE: A VODAFONE reserva-se o direito de proceder à aceitação de células com


requisitos inferiores ao mencionado no ponto acima (3.5.7), por motivos de interesse técnico ou imperativos
comerciais.

3.6 RFS da célula


3.6.1 Todos os testes deverão ser registados e fornecidos à Vodafone Portugal em suporte
informático ou no sistema a definir pela Vodafone.
3.6.2 Com a conclusão dos trabalhos, é necessário realizar testes e ensaios com OTDR e Medidor
de Potência Óptica e deverão ser fornecidas as seguintes informações/medidas:
3.6.2.1 Medidas Potência e ORL, sentido CO => PDO em todas as PONs no CO nos comprimentos
de onda @ 1310, 1490 e 1550 nm
3.6.2.2 Reflectometria OTDR, sentido CO => PDO em todas as fibras do ODF do CO nos
comprimentos de onda @ 1310, 1490 e 1550 nm.
3.6.2.3 Medidas Potência e ORL, sentido PDO => C.O (Central Office) numa fibra terminada no
PDO nos comprimentos de onda @ 1310, 1490 e 1550 nm.
3.6.2.4 Reflectómetria OTDR, sentido PDO => CO numa fibra terminada no PDO, nos
comprimentos de onda @ 1310, 1490 e 1550 nm.

3.6.3 Com terminação das FO nos PDO (instalação de Splitter)


3.6.3.1 - Será terminada no PDO uma ligação pigtail com terminação LC/APC por splitter(16ª
posição do Splitter 1:16) a instalar na PDO.
3.6.4 O RFS da célula deverá ser entregue acompanhado de uma checklist a definir
posteriormente pela Vodafone

3.7 As-built
3.7.1 Deve ser entregue o cadastro do projecto em formato digital, que deve incluir os seguintes
elementos:
• Layout do Central Office
• Layout dos bastidores (ODF e OLT)
• Rede de cabos georeferenciada, com cartografia actualizada em formato digital,
Autocad.
• Sinóptico da rede PON.
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• Diagrama das juntas e esquema de splitters.


• Relatório de cadastro, indicando as alterações significativas ao projecto inicial.
• Dossier de intervenções civis, incluindo livro de obra (quando aplicável), indicando os
casos em que foram pagas cauções e respectivos prazos. Documentos de aceitação por
parte da fiscalização camarária (quando aplicável).
• Teste e medições
• Lista de moradas
• Tabela de registo de pedidos ORAC, incluindo os números GECA (PV, PI) e envio de
cadastros, cumprindo os prazos estipulados.
3.7.2 As aceitações das ligações serão realizadas com a elaboração de medidas ópticas através de
OTDR e medidor de potência óptica, sendo as medidas efectuadas nos dois extremos das
ligações e nas três janelas ópticas (1310, 1490 e 1550 nm).
3.7.3 Depois de dada por concluída toda a instalação da rede FTTH numa determinada área, serão
feitos ensaios finais a partir dos extremos, utilizando o OTDR, para registo dos valores de
atenuação/comprimento da rede de cabos, atenuação das fusões e dos conectores, e
caracterização dos splitters da rede PON em ambos os sentidos. Será utilizado um medidor
de potência para efectuar a medição das perdas da rede. A medida deverá ser efectuada
desde a entrada do 1º splitter no CO, até à fibra alocada em caixa de ligação de cliente
(CLC). Da mesma forma, deverão ser efectuados os respectivos testes de perdas de retorno
(ORL – Optical Return Loss).
3.7.4 Estes valores medidos fibra a fibra serão igualmente gravados em formato electrónico
(extensão SOR) e disponibilizada uma cópia à Vodafone. Os valores típicos de atenuação
para os diferentes componentes são:
• 0,35 dB/km para as perdas de um fibra mono modo a 1310 nm;
• 0,27 dB/km para as perdas de um fibra mono modo a 1490 nm;
• 0,21 dB/km para as perdas de um fibra mono modo a 1550 nm;
• 0,10 dB para cada fusão;
• 0,50 dB para conectores SC/APC ou LC/APC
3.7.5 O instalador deve propor um software que permita o desenvolvimento, gestão e cadastro da
rede FTTH, suportado em bases de dados geográficas, acentes nos softwares ArcGis e
ORACLE, tendo como base geográfica o sistema WGS84. O sistema utilizado pela VF para
gerir a rede de FO actual é o Netgeo, pelo que o instalador, deve analisar a possibilidade de
utilização do mesmo sistema, para o cadastro da rede FTTH.

4 Manutenção de rede Passiva


4.1 Requisitos gerais
4.1.1 Em casos onde o instalador recorra a título de parceria ou similar com uma ou mais
empresas, estas serão consideradas como sub-empreiteiros, devendo a resposta à corrente
consulta incluir as designações e currículos sumários dos sub-empreiteiros.
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4.1.2 Os módulos e respectiva definição não exaustiva serão apresentados seguidamente. Uma
definição mais exaustiva quanto a responsabilidades, meios, SLA será trabalhada
posteriormente com as empresas escolhidas para a “Short List”, devendo a empresa desde
já apresentar proposta concreta de SLA’s.
4.1.3 A empresa seleccionada deverá providenciar um interface ou interlocutor técnico por
módulo apresentado no RFQ, independentemente do nº de módulos para o qual for
seleccionado.
4.1.4 Acresce que, caso seja efectuada uma adjudicação a uma única empresa, este deverá, sem
prejuízo do paragrafo anterior, indicar um “Responsável pelo contracto”, que será o
responsável perante a Vodafone pela boa prestação do serviço, bem como implementação
de novos Fluxos de trabalho e procedimentos.
4.1.5 A empresa deverá apresentar na resposta ao presente RFQ as formas de avaliação de
qualidade de serviço que se propõe implementar (além das já sugeridas em cada um dos
módulos).
4.1.6 O Parceiro Contratado será o único responsável perante a Vodafone por todas as acções e
omissões das pessoas cuja identificação conste nas listas fornecidas, bem como por todos os
danos daí decorrentes.
4.1.7 É obrigatória a apresentação na Resposta ao presente RFQ de calendário detalhado de
implementação do serviço, tendo como inicio o 1º dia subsequente à adjudicação do Serviço,
devendo ser clara a data a partir da qual o Serviço está plenamente funcional.
4.1.8 Sempre que um incidente resulte em reclamação formal escrita da Vodafone, a empresa
deverá, no prazo máximo de 2 dias úteis, apresentar um relatório detalhado e devidamente
fundamentado sobre o incidente que esteve na origem da reclamação.
4.1.9 Os preços propostos para cada módulo deverão ser apresentados em função do nº de
terminações activas (com cliente activo ie. um cliente poderá contratar vários serviços (Voz,
Internet, IP-TV, etc. sobre uma mesma terminação activa).
4.1.10 Para cada um dos módulos a que a empresa apresentar proposta, deverá ser sugerida a lista
de indicadores propostos para o SLA, bem como os respectivos valores.

4.1.11 A empresa será responsável pelo fornecimento das condições logísticas (incluindo
instalações, equipamentos, SW, etc.) adequadas ao eficiente funcionamento das suas
equipas.
4.1.12 Deverá ser considerado como horário de agendamento possível para intervenções 7x24h
(incluindo Feriados).
4.1.13 A empresa deverá descriminar como irá organizar os seus meios para fazer face de forma
eficiente a este requisito.
4.1.14 O serviço estará sujeito ao cumprimento rigoroso dos Níveis de Serviço estabelecidos pela
Vodafone.
4.1.15 Os Níveis de Serviço compreendem, entre outros, a execução dos trabalhos nas janelas de
agendamento, qualidade do trabalho efectuado, atitude perante os problemas, proactividade
evidenciada, resolução de avarias (melhores 95% inferior a 4 horas, devendo a média
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mensal de resolução de avarias ser inferior a 3h15m) bem como outros que serão
especificados posteriormente.
4.1.16 No caso de existirem, por parte da empresa, singularidades geográficas no que diz respeito
à solução proposta, estas devem ser inequivocamente apresentadas.
4.1.17 Sempre que existir incumprimento de Níveis de Serviço acordados, serão aplicadas
penalizações (deste penalizações pecuniárias, exclusão de recursos das equipas prestadoras
do serviço e mesmo, rescisão contratual para casos considerados de elevada gravidade).
4.1.18 Intervenções recorrentes para um mesmo problema deverão originar relatório escrito, por
parte da empresa, devendo este referir as medidas tomadas para minimização do número de
situações recorrentes e impacto no serviço prestado pela Vodafone.
4.1.19 A empresa deverá apresentar à Vodafone com periodicidade mensal um relatório com o
número de intervenções efectuadas nas CO’s.
4.1.20 Qualquer incumprimento de agendamento deverá originar relatório justificativo.
4.1.21 Os técnicos prestadores deste serviço deverão ter disponíveis os meios para receber “ordens
de trabalho” (WO OMCDB – aplicação utilizada pela Vodafone como ferramenta de
Workflow) e poder fechar as mesmas via telefone móvel ou, alternativamente, PC Portátil /
PDA.
4.1.22 Deverá ser operacionalizado um conjunto adequado de Consumíveis (incluindo cabos e
fichas) de forma a, em caso de necessidade, estes poderem ser de imediato substituídos sem
necessidade de 2ª intervenção.
4.1.23 A empresa será responsável pela disponibilização aos seus técnicos de todas as ferramentas,
consumíveis referidos bem como equipamentos de teste/medida adequados ao eficiente
desempenho dos seus técnicos.
4.1.24 Os técnicos deverão obedecer aos requisitos de imagem Vodafone, tanto ao nível de material
de apoio, como da roupa e apresentação geral.
4.1.25 Não se pretende que os técnicos vistam um uniforme definido pela Vodafone, mas sim que
estes tenham uma apresentação de acordo com os parâmetros da Vodafone que serão
descriminados posteriormente.
4.1.26 A empresa será responsável pela formação técnica e comportamental necessária ao eficiente
desempenho da actividade dos técnicos que prestam o serviço.
4.1.27 A empresa deverá evidenciar perante a Vodafone a formação base e contínua que ministra
aos seus técnicos, assim como o perfil inicial de recrutamento para o exercício da função.
4.1.28 A empresa tem obrigação de manter limpo e organizado o CO Vodafone .
4.1.29 Sempre que abandonar o CO, não poderá deixar materiais sobrantes no local.
4.1.30 A cablagem necessária deverá ser sempre acondicionada eficientemente e de forma a
permitir o encerramento dos bastidores de equipamento.
4.1.31 A empresa deverá disponibilizar à Vodafone e manter permanentemente actualizada uma
lista (nome + fotografia recente + categoria + Empresa + contacto telefónico + nº BI) de
técnicos que prestarão serviço em determinada área geográfica (lista por CO ou grupo de
CO’s).
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4.1.32 Os Técnicos que no âmbito das suas funções acedam ao “Módulos” nas instalações do CO
ficam obrigados a observar as disposições relativas à segurança e acesso às instalações em
vigor na Vodafone.
4.1.33 Os Técnicos são responsáveis pela execução de testes e pelo registo dos respectivos
resultados para posterior apresentação à Vodafone.
4.1.34 A empresa será responsável pelo armazenamento, gestão e Manuseamento (incluindo
transporte) de Equipamento / Consumíveis de forma a fazer face às necessidades de
substituição de equipamento / consumíveis avariados.
4.1.35 A Vodafone reserva-se o direito de solicitar a exclusão de técnicos da lista de técnicos que
poderão prestar o serviço sempre que “experiências negativas” (atitude incorrecta,
apresentação discordante da imagem Vodafone, etc.) o justifiquem.
4.1.36 O Dimensionamento das equipas deve ser dinâmico, consoante evolução do serviço (ou seja,
o nº de técnicos simultaneamente de serviço deverá ser o adequado de forma a fazer face ao
volume de trabalho).
4.1.37 Este Dimensionamento deve ser, sempre que alterado, validado pela Vodafone.

4.2 Constituição das Equipas


4.2.1 A Vodafone pretende avaliar a capacidade de resposta da empresa potencialmente
disponível para os trabalhos pelo que se solicita a inclusão de dados que quantifiquem o
número de colaboradores/equipas disponíveis ao longo do primeiro ano de actividade.
4.2.2 Quaisquer limitações logísticas, administrativas ou outras previsíveis quanto às áreas
geográficas onde os trabalhos irão decorrer ou ainda quanto ao número de elementos
disponibilizáveis em simultâneo, devem ser indicadas.

5 Instalação do Drop de cliente

5.1.1 Para a instalação do Drop de Cliente o Instalador deverá efectuar a ligação em FO entre a
Rede Vertical já existente no edifício e o local onde o cliente pretende que seja colocado o
equipamento (ONT).
5.1.2 Para a resposta a este RFQ o Instalador deverá tomar em consideração que a criação da Rede
Vertical com o respectivo equipamento de distribuição (Caixa de Piso ou outro) já foi
efectuada.
5.1.3 Para este serviço devemos considerar duas situações distintas:

Instalação de FTTH
5.1.3.1 É responsabilidade do Instalador efectuar a instalação e configuração do ONT do cliente
garantindo a sua ligação ao equipamento do cliente (PC ou outro), seja esta por cabo ou por
WiFi. O equipamento terminal (ONT e/ou HGW) será fornecido pela Vodafone ao instalador.
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5.1.3.2 Incluído neste serviço estão 30Mts de Cabo UTP (categoria 5e) e uma tomada RJ45, tal como
15Mts de FO para que seja contruido o Drop.
5.1.3.3 Este serviço será agendado com 48h de antecedência em períodos de 3 horas em dias úteis e
sábados. Estes períodos são:
9h-12h
14h-17h
18h-21h

Instalação de FTTH + IPTV


5.1.3.4 É responsabilidade do Instalador efectuar a instalação e configuração do ONT do cliente.
5.1.3.5 O ONT deverá ser colocado o mais proximo possível da primeira Televisão do Cliente ou
num outro local a indicar pelo mesmo.
5.1.3.6 É ainda responsabilidade do Instalador efectuar a ligação e configuração das Set-Top-Boxes
(STB) do cliente, tal com dar uma explicação do serviço ao cliente.
5.1.3.7 Para resposta a este RFQ o Instalador deverá cotar a instalação de duas STBs e como opção a
configuração de cada STB adicional.
5.1.3.8 A ligação do ONT à primeira STB deverá ser sempre efectuada através de UTP (excepto se o
mesmo não for possivel) as seguintes com UTP ou PLC (fornecidos pela Vodafone).
5.1.3.9 Incluído neste serviço estão 20 Mts de Cabo UTP (categoria 5e) e uma tomada RJ45, tal como
30 Mts de FO para que seja construído o Drop.
5.1.4 Neste serviço está também incluída a alteração da tomada de cliente para uma tomada óptica
integrada com 2 conectores SC/APC e um conector coaxial F e um derivador 1:2 em coaxial
F.
5.1.4.1 Este serviço será agendado com 48h de antecedência em períodos de 3 horas em dias úteis e
sábados. Estes períodos são:
9h-12h
14h-17h
18h-21h

Nota: Deverá ser cotado o valor adicional de fibra (valor unitário).

6 Manutenção de rede drop de cliente


Como manutenção entende-se todo o serviço necessário para garantir o correcto funcionamento da
instalação do cliente, este poderá ser:

6.1 Manutenção FTTH


6.1.1 Este serviço inclui:
• Correcção/substituição do Drop de Cliente
• Substituição do ONT
• Reconfiguração do ONT
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6.1.2 Este serviço será agendado com 24h de antecedência em períodos de 2 horas. Estes períodos
são:

9h-11h
11h-13h
14h-16h
16h-18h

6.2 Manutenção FTTH+IPTV


6.2.1 Este serviço inclui:
• Correcção/substituição do Drop de Cliente
• Substituição do ONT
• Reconfiguração do ONT
• Substituição das STBs do cliente
• Reconfiguração das STBs do cliente
6.2.2 Este serviço será agendado com 24h de antecedência em períodos de 3 horas. Estes períodos
são:

9h-12h
14h-17h
18h-21h

7 Requisitos de CO-Central Office


A instalação dos OLTs poderá ser efectuada, de acordo com a distribução geográfica dos projectos, em
instalações técnicas da VF ou em espaços alugados a terceiros.

A resposta ao caderno de encargos neste âmbito pressupõe que o fornecedor terá possibilidade de
fornecer todo o equipamento e serviços de instalação necessários para a implementação de qualquer
uma das configurações requeridas, sendo o seu tipo e número definidos na fase de projecto.

7.1 Características gerais comuns a todas as instalações em Central Offices


7.1.1 As fibras provenientes da rua (clientes) devem ser terminadas num ODF em conectores LC-
APC em módulos de splice com capacidade máxima de 288 terminações.
7.1.2 O bastidor que aloja o ODF deverá ter profundidade de 300mm com acesso frontal.
7.1.3 As fibras provenientes de equipamentos OLT devem ser terminados no mesmo ODF em
conectores LC-APC em zona de patching com capacidade máxima de 256 terminações.
Deve existir possibilidade de interligação por patch LC-APC/LC-APC entre ambas as zonas
com o correcto acondicionamento. A instalação incluirá a etiquetagem detalhada, de acordo
com terminologia a definir.
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7.2 Configurações necessárias:


7.2.1 Pretende-se que sejam tidas em conta três (3) configurações mandatórias para potencial
fornecimento:
7.2.1.1 Configuração 256 novo. Um bastidor preparado para ODF e splitters 2:4 com capacidade de
1.664 (256x4+128+2x256) conectores LC/APC.
7.2.1.2 Configuração 128 novo. Um bastidor preparado para ODF e splitters 2:4 com capacidade
de 824 (128x4+72+2x128) conectores LC/APC.
7.2.1.3 Configuração 128 existente. Solução de ODF e splitters para bastidor VF existente de
2200x600x600mm com capacidade de 824 (128x4+72+2x128) conectores LC/APC.
7.2.2 Todos os splitters deverão ser pré-conectorizados com entradas LC/APC em painel frontal e
saída em pigtail LC/APC com o comprimento adequado.

8 Requisitos de OSP - Outside Plant


8.1 Cobertura
A rede deverá ser projectada para uma taxa de cobertura global de 60% das HP

8.2 Técnicas de Construção, Equipamentos e Materiais


As condições técnicas a que devem obedecer os trabalhos de construção das infra-estruturas de
subsolo, na observância da legislação e prescrições técnicas e de segurança em vigor, e das boas regras
da arte de execução dos trabalhos, devem respeitar as especificações presentes no anexo E.

8.3 Splitting ratio e power budget


8.3.1 O splitting ratio global de uma PON projectada deverá ser 1:64
8.3.2 As PONs deverão incluir um splitters 2:4 ou filtro WDM na CO (incluído na estrutura ODF)
para permitir a injecção de sinais de RF overlay.
8.3.3 A rede deverá ser projectada para um Power Budget máximo de 25dB.

8.4 Primeiro andar de splitting


8.4.1 O primeiro andar de splitting deverá ser de 2:4 a menos que em termos de projecto se
justifique claramente uma opção alternativa
8.4.2 O splitter deverá ser alojado no CO ou em juntas subterrâneas (consoante a opção da
arquitectura de referência) com a devida organização que permita uma clara identificação
por cor de qual a cassete no qual está alojado o splitter

8.5 Segundo andar de splitting


8.5.1 O segundo andar de splitting deverá ser de 1:16 a menos que em termos de projecto se
justifique claramente uma opção alternativa em conjunto com o primeiro andar de splitting
8.5.2 O splitter deverá ser alojado em juntas subterrâneas com a devida organização que permita
uma clara identificação.
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8.6 Cobertura Adicional


A cobertura de Clientes empresariais, nós da rede móvel e outros edifícios especiais será definida pela
Vodafone aquando da apresentação do dossier de celulização.

9 Requisitos de ISP-Inside Plant


9.1 ITED II
A instalação de rede vertical deverá cumprir as regras de ITED II estabelecidas

9.2 PDO – Ponto de Distribuição Óptica


9.2.1 O PDO deverá estar ser efectuado com recurso a uma caixa com capacidade para fundir com
o(s) cabo(s) de exterior pelo menos 2 fibras para cada Unidade de Alojamento.
9.2.2 O PDO deverá permitir a terminação de, pelo menos, 2 cabos de entrada
9.2.3 O instalador deverá propor qual a capacidade de PDO que considere mais adequada,
justificando tal opção
9.2.4 Todas as fibras provenientes das Unidades de Alojamento deverão ser terminadas na PDO
por conectores LC/APC. Deverá o instalador indicar a sua proposta.
9.2.5 A PDO deverá ser etiquetada com o respectivo código unívoco, com a seguinte norma…
VDFYYYYY, em que XXX será o identificador do operador que efectuou a sua instalação
(de acordo com a regra definida no próximo ponto) e YYYYY será um número sequencial
atribuído pelo operador e que permitirá identificar univocamente esse PDO.

9.3 CP ou CLC
9.3.1 O somatório das fusões de todas as CLC do edifício deverá ter a capacidade para interligar
todas as Unidades de Alojamento
9.3.2 As CP a usar deverão ter duas capacidades possíveis… 4 ou 12 clientes
9.3.3 As ligações ópticas nas CLC deverão ser efectuadas com recurso a fusões e não a junções
mecânicas ou conectores
9.3.4 Caso a rede vertical seja efectuada com recurso a micro-condutas a CLC deixará de ser
necessária
9.3.5 O instalador deve sugerir uma forma de identificar a CLC, e deverá ser etiquetada com o
respectivo código unívoco, diferenciadas segundo a classificação do ponto 9.2.5. com a
seguinte norma… VDFYYYYYZZ, em que VDFYYYY é o código do PDO a que pertence
essa Caixa de Piso e ZZ é um número sequencial unívoco atribuído pelo operador que
instalou essa CLC.
9.3.6 As CLC devem ser classificadas para efeitos de identificação da seguinte forma:
- Poste (PT)
- Fachada (FC)
- Coluna (CL)
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- Entrada ou RGE (RG)


9.3.7 Ligação de “drop” entre CLC e TOM.
9.3.8 Ligação deverá ser efectuada com cabo de 2 fibras.
9.3.9 Deverá ser utilizado cabo de fibras que respeitem a norma G.657.A, compatível com fusões
a FOs G.652.D.
9.3.10 A passagem do cabo de drop deverá ser efectuado sem alterar a cablagem ITED existente
(onde aplicável).

9.4 TOM – Tomada de cliente


9.4.1 A Tomada deverá terminar duas fibras
9.4.2 A tomada deverá ser equipada com 2 conectores SC/APC protegidos com tampa em plástico
ou borracha e de preferência implicando alguma acção do utilizador antes de poder desligar
o conector.
9.4.3 O instalador que instala a rede vertical e que liga o cliente final deverá garantir a
continuidade das duas fibras desde a tomada de cliente até o PDO.
9.4.4 A tomada de cliente deverá ser colocada de modo a satisfazer, tanto quanto possível, os
requisitos do cliente e sem comprometer o acesso futuro de outro operador a esse mesmo
cliente.

10 Cadastro da Informação
10.1 Ferramentas de Cadastro e projecto
10.1.1 O instalador deverá propor a ferramenta de cadastro, de acordo com o especificado no ponto
3.7.2 que considera mais adequada para a rede OSP e ISP justificando a escolha efectuada.
Este software deve permitir a gestão de fibras da rede FTTH, incluindo a capacidade de
gerar sinópticos. Esse software deve possibilitar o cadastro da rede OSP e ISP, com
possibilidade de se anexarem fotos.
10.1.2 O instalador deverá comentar a possibilidade de utilizar a ferramenta NetGeo para
ferramenta de cadastro
10.1.3 O cadastro deve incluir a actualização da cartografia da zona concecionada.

10.2 OSP-Outside Plant


10.2.1 O instalador deverá propor uma codificação simples e intuitiva para os cabos de OSP. A
codificação deverá conter (entre outras informações que considerem relevantes) os seguintes
componentes de informação:
- Operador (VDF)
- CO
- Código da célula
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- Tipo de cabo (Vector (VT) ou de Rede Secundária (RS)


- Número sequencial e unívoco por munícipio

Exemplo: Para um cabo vector instalado em Lisboa, na área de influência da Célula ‘01’
teríamos a seguinte codificação;
- VDF-LIS01-VT0001

10.2.2 O instalador deverá propor a codificação simples e intuitiva das juntas de OSP.
10.2.3 A codificação deverá conter (entre outras informações que considerem relevantes) os
seguintes componentes de informação:
- Operador (VDF)
- CO
- Código da célula
- Número sequencial e unívoco por munícipio

Exemplo: Para uma junta instalada em Lisboa, na área de influência da Célula ‘01’ teríamos a seguinte
codificação;
- VDF-LIS01-J001

10.3 ISP-Inside Plant


10.3.1 O instalador deverá manter uma base de dados em formato electrónico e Georeferenciado
dos dispositivos de rede passiva que forem instalados
10.3.2 Deverá ser proposta pelo instalador uma ferramenta de cadastro que se adeqúe ao fim
pretendido.
10.3.3 Desta base de dados deverão constar por edifício todas as informações relativas a:
PDO:
- Localização no edifício (morada completa e código postal)
- Código (município + número sequencial)
- Dimensão (número de fogos efectivamente cobertos)
- Capacidade máxima de fusões
CP:
- Localização no edifício (morada completa e código postal)
- Código (município + número sequencial)
- Dimensão (número de fogos efectivamente cobertos)
- Capacidade máxima de fusões
- Tipo de ligação: Cabo ou micro-condutas

11 Referências
O instalador identificar claramente os projectos FTTH nos quais participou, dividindo a informação
conforme lista abaixo e, sempre que possível, identificando os operadores para os quais o fez. Para
cada um dos pontos abaixo deverá ser indicada a quantidade de casas passadas envolvidas. Note-se
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apenas deverão ser apresentadas as referências em projectos FTTH e não outros com arquitecturas
diferentes, ainda que tenham envolvido implementação de fibra óptica

11.1 Celulização e Projecto


11.1.1 Levantamento e celulização de redes FTTH
11.1.2 Projecto de rede FTTH passiva

11.2 Construção e Instalação


11.2.1 Construção de rede OSP e ISP
11.2.2 Instalação de OLT
11.2.3 Construção de rede de drop de cliente (incluindo ONTs)

11.3 Manutenção de rede passiva


11.3.1 Manutenção de rede OSP e ISP
11.3.2 Manutenção de rede de drop de cliente
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ANEXO A
(Cabos de Exterior)

Os cabos de fibra óptica a instalar na rede OSP, cabos vectores e rede secundária, serão compostos por
fibras do tipo monomodo, fabricados para cumprir as especificações das recomendações ITU-T
G.652.D e G.657.A.
A bainha exterior do cabo deverá ter marcações com o nome da Vodafone em relevo e/ou pintura, com
espaçamento não superior a 2 metros.
Cópias dos ensaios de fabrica das bobines deverão ser fornecidas à Vodafone.
Os cabos a utilizar deverão ser aprovados e homologados pela Vodafone.

O código de cores a usar deve ser o seguinte;

Codigo de Cores
FO.pdf