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• TURMA 40 - 4º SIMULADO / 2015 •

• 1ª ETAPA: LÍNGUA PORTUGUESA •

Nome do(a) Aluno(a): ______________________________________________________________ Turma: _________

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

01) Verifique o total de folhas (14) deste Simulado. Ele 04) Não será permitido o uso de corretor.
contém 20 (vinte) questões de múltipla escolha e uma 05) Somente serão tiradas dúvidas de impressão. Para isto
proposta de redação. chame o fiscal.
02) Você está recebendo junto com a prova um cartão- 06) Você terá 2 (duas) horas para fazer esta prova.
-resposta onde deverá assinalar com caneta azul suas
07) Aguarde o sinal para início.
respostas () das questões objetivas.
08) Tire todo o proveito do tempo que lhe é dado.
• As respostas a lápis NÃO SERÃO CONSIDERADAS!
• Para cada pergunta há somente uma resposta, 9) Confira suas respostas antes de passar para o cartão-
pense bem antes de assinalar sua opção porque: -resposta.
- as questões rasuradas não serão consideradas; 10) Entregue o cartão-resposta ao fiscal da sua sala.
- mais de uma resposta na mesma pergunta invalida
a questão. Faça tudo com bastante atenção.
03) Não se esqueça de preencher o cabeçalho da pro-

va e do cartão-resposta com os dados pedidos.
Boa Prova!
Coloque o nome completo sem abreviaturas.

TEXTO I

Leia o texto a seguir e conheça uma opinião sobre o trabalho infantil.

POR QUE CRIANÇA NÃO PODE TRABALHAR?

01 Criança não pode trabalhar por um motivo simples: porque ela está muito ocupada sendo criança. Ser criança é
ter a liberdade de fazer uma porção de coisas: ir à escola, brincar, ler, praticar esportes, conviver com outras crianças.
Ser criança é ser livre para inventar brincadeiras, fazer descobertas e, aos pouquinhos, aprender a ler o mundo.
Quando uma criança trabalha, não sobra tempo para brincar e estudar. As crianças que trabalham, em vez
05 de papel e lápis, usam enxadas e pás. Em vez de conviver com outras crianças na sala de aula, elas passam o dia
cercadas de adultos, suando a camisa em lavouras, em carvoarias, em lares de estranhos, em lixões e nas ruas.
Muitas vezes, essas crianças se machucam trabalhando. Algumas
carregam objetos ou sacos pesados, que lhes dão dores nos braços e
nas costas. Outras se queimam, se cortam, ficam doentes. Para elas, a
10 liberdade de brincar e estudar é somente um sonho, enquanto descansam
para mais um dia de trabalho...
Para garantir que esses direitos sejam respeitados, foram criados os direitos da criança. No Brasil, esses direitos
estão na lei: eles compõem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo o ECA, toda criança tem direito à
vida e à saúde, à liberdade e à dignidade, à convivência com a família, à educação, ao lazer e a muitas outras coisas.
15 O ECA diz com todas as letras: abaixo dos 16 anos, é proibido trabalhar. Mas estar escrito na lei não é
suficiente. É preciso que os governos, as famílias e as empresas estejam atentos e prontos a ajudar as crianças que
trabalham, tirando-as dessas atividades, garantindo que elas possam estudar e ajudando suas famílias a acolhê-las
com dignidade e carinho.
Hélio Mattar. In: Folha de São Paulo, 2/3/2002.
.2.

A partir da leitura atenta do Texto I, realize as questões propostas.

1ª QUESTÃO:

É incorreto afirmar sobre o Texto I que:

A – ( ) somente, em alguns casos, o ECA autoriza o trabalho antes dos 16 anos.

B – ( ) o trabalho, na infância, gera consequências físicas negativas às crianças.

C – ( ) tanto as famílias quanto os governos devem impedir o trabalho infantil.

D – ( ) o trabalho expõe a criança à manipulação de instrumentos perigosos para a sua idade.

E – ( ) o direito de brincar caracteriza-se como um sonho, uma utopia, para a criança que trabalha.

2ª QUESTÃO:

“Segundo o ECA, toda criança tem direito à vida...” (ls.13 e 14)

A conjugação em destaque transmite ideia de:

A – ( ) proporção.

B – ( ) adversidade.

C – ( ) conformidade.

D – ( ) alternância.

E – ( ) comparação.

3ª QUESTÃO:

“Quando uma criança trabalha, não sobra tempo para brincar e estudar.” (l.4)

Pode-se estabelecer, entre as orações acima, uma respectiva relação de:

A – ( ) fato/causa.

B – ( ) fato/finalidade.

C – ( ) problema/solução.

D – ( ) fato/consequência.

E – ( ) fato/opinião.
.3.

TEXTO II

Calcula-se que cerca de 4 milhões de menores trabalhem


no Brasil. Essa mazela social não é um fato restrito a esse país. A
Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima em cerca de 250
milhões de crianças trabalhadoras no mundo.
As formas de exploração de mão de obra infantil são várias:
nas carvoarias, produzindo carvão; em olarias, fabricando tijolos; nas
lavouras, colhendo laranja, cortando cana-de-açúcar; nos centros
urbanos, vendendo doces e limpando carros nos faróis; em ambientes
domésticos, realizando as mais variadas e árduas tarefas etc.
Todas as formas de trabalho de menores é prejudicial, pois impede
a criança de estudar e brincar, além de causar danos à sua saúde, muitas
vezes, de forma irreversível.

A partir da leitura atenta do Texto II, realize as questões propostas.

4ª QUESTÃO:

Em "Calcula-se que cerca de 4 milhões de menores trabalham...", a expressão grifada só não significa:
A – ( ) perto de.
B – ( ) exatamente.
C – ( ) por volta de.
D – ( ) em torno de.

E – ( ) aproximadamente.

5ª QUESTÃO:

Identifique um dos tipos de trabalho infantil que são realizados em ambiente urbano:
A – ( ) produção de carvão.

B – ( ) fabricação de tijolos.

C – ( ) colheita de frutas.

D – ( ) confecção de fibras a partir do sisal.

E – ( ) limpeza de carros em semáforos.

6ª QUESTÃO:

“...além de causar danos à saúde, muitas vezes, de forma irreversível.”

O vocabulário irreversível indica algo que não é reversível, que não se pode reverter.
Agora, identifique o vocábulo que apresenta erro na sua significação:
A – ( ) irreparável → que não se pode reparar.
B – ( ) irremediável → que não se pode remediar.
C – ( ) irrecuperável → que não se pode recuperar.
D – ( ) irritável → que não se pode irritar.
E – ( ) irrecusável → que não se pode recusar.
.4.

TEXTO III
A ROTA DOS TIJOLOS

01 De onde vêm os tijolos e blocos das paredes da sua, da minha casa?


Grande parte deles ainda vem das olarias, geralmente, pertencentes a empresas de pequeno porte.
E como são feitos esses tijolos? A produção começa com a extração da argila; depois, nas olarias, são realizados os
trabalhos de elaboração, processamento da mistura, conformação, secagem, queima, escolha e estocagem do produto.
05 Mas é no trabalho de empilhamento e transporte de tijolos até os fornos que grande número de crianças
adolescentes trabalha. Para o transporte, eles utilizam carrinhos de mão, onde levam cerca de 56 tijolos, que pesam
de 1,5 a 2 quilos quando molhados; isso significa que carregam, em média, 91 quilos por carrinho.
Além de despender um enorme esforço físico, essas crianças ficam expostas ao calor
dos fornos, aos gases tóxicos, como o monóxido de carbono produzido pela combustão
10 e à poeira.
Essa atividade pesada, monótona e repetitiva é realizada em locais precários, com
piso de terra batida, que apresentam depressões e saliências. Isso tudo dificulta ainda mais
a condução dos carrinhos: são muito comuns os acidentes provocados pela queda dos
tijolos, que acabam atingindo as crianças.
15 As jornadas de trabalho podem chegar a 10 horas, por isso, muitos jovens não vão
à escola, ou, quando vão, normalmente estão atrasados em relação à idade e ao ano que
frequentam.
(...)
Cristina Porto, Iolanda Huzak e Jô Azevedo. Trabalho infantil: o difícil sonho de ser criança.
São Paulo: Ática, 2003. p. 82.

A partir da leitura atenta do Texto III, realize as questões propostas.

7ª QUESTÃO:

Nas olarias, é comum ocorrerem acidentes provenientes das quedas de tijolos dos carinhos. Estas quedas têm por
principal causa:

A – ( ) a falta de habilidades das crianças na condução dos carrinhos.

B – ( ) a sobrecarga de tijolos em cada carrinho.

C – ( ) a irregularidade e os buracos no piso de terra batida.

D – ( ) a pressa das crianças na execução da tarefa.

E – ( ) a fumaça que ofusca a visão dos pequenos trabalhadores.

8ª QUESTÃO:

Marque a opção onde houve erro na indicação da ideia transmitida pelos vocábulos grifados:

A – ( ) "...depois, nas olarias, são realizados..." (tempo)

B – ( ) "Mas é no trabalho de empilhamento..." (adversidade).

C – ( ) "Além de despender um enorme esforço..." (inclusão)

D – ( ) "...aos gases tóxicos, como o monóxido de carbono..." (causa)

E – ( ) "...por isso, muitos jovens não vão à escola..." (conclusão)


.5.

TEXTO IV
.6.

Após a leitura do cartaz, Texto IV, faça o que se pede.

9ª QUESTÃO:

Ao expor uma criança e um adolescente ao trabalho infantil doméstico, o adulto só não tira deles a possibilidade de:

A – ( ) estudar.

B – ( ) diverti-se.

C – ( ) aproveitar infância.

D – ( ) desenvolver-se.

E – ( ) sofrer riscos.

10ª QUESTÃO:

“O respeito pela criança e pelo adolescente começa dentro da sua casa.”

O substantivo destacado é abstrato. Identifique o único substantivo abaixo que foge a esta classificação:

A – ( ) o estudo.

B – ( ) o lazer.

C – ( ) o convívio.

D – ( ) o trabalho.

E – ( ) a casa.

TEXTO V
OS FILHOS DO CARVÃO

A professora de Serafina levou para a classe um livro que falava sobre o dia a dia das crianças
que trabalham. Conheça uma das histórias desse livro contada pela própria Serafina.

01 Aposto que você não sabia que o carvão é a lenha do eucalipto queimado em fornos chamados "rabos quentes",
sabia? E, se não sabia disso, também não deve saber que rabo quente é uma espécie de iglu (já viu como é a casa
do esquimó?), feito de tijolo e barro, que arde e estala com o fogo aceso durante três dias.
Pois é. Só que, para fazer o eucalipto virar carvão, muitas crianças têm que trabalhar junto com os pais.
05 Quem contou e até mostrou tudo isso para a minha professora foi a Luciane, uma menina de 15 anos, que
vive numa fazenda em Água Clara (no Mato Grosso do Sul). Ela tem mais dois irmãos adolescentes e duas irmãs
pequenas. Todos trabalham com o pai numa carvoaria. Escute só o que mais ela falou:
"O médico me proibiu de mexer com fumaça, pois já tive pneumonia. Mas meu pai não aguenta trabalhar
sozinho. Desde os 7 anos, eu ajudo ele. Comecei fazendo porta de forno, depois aprendi de tudo. Tem de transportar
10 a lenha, botar fogo, esperar esfriar e retirar o carvão. Tem tanta coisa pra se fazer numa carvoaria que, de noite, a
gente dorme em pé".
Agora, pare um pouco e pense como deve ser horrível a gente não poder deitar em uma cama macia, cheirosa
e quentinha, ainda mais quando está caindo de cansado. Pois é... Esta história dos filhos do carvão só tem fumaça
e tristeza. Se eu fosse pintar, só usaria o lápis cinza. E o preto também, claro, pra pintar o carvão e o "gato". 
15  Sabe o que é esse gato preto entre aspas? É o empreiteiro, o homem que contrata os carvoejadores e depois
leva todos para morar em barracas, dentro das florestas onde estão os eucaliptos  que vão virar carvão.
É ali, no meio da fumaça e longe da cidade, que famílias como a de Luciane vivem. E não é só em Água Clara.
A dona Catarina disse que também em Minas Gerais, na Bahia e no Pará.
.7.

Esta história cinza-triste me fez lembrar de amarelinha. É que minha mãe sempre me dá um pedaço de carvão
20 quando eu quero riscar uma amarelinha na calçada. É melhor que giz, porque o preto aparece mais.
Será que essas crianças já brincaram alguma vez de amarelinha?
Serafina e a criança que trabalha, de Jô Azevedo, Iolanda Huzak e Cristina Porto, Ática.

Após a leitura do Texto V, realize o que se propõe.

11ª QUESTÃO:

Apesar de estar sob restrições médicas, a jovem Luciane não deixou de trabalhar com o carvão. Que motivo ela mesma
apresentou para este fato:

A – ( ) O medo de ser punida pelo "gato".

B – ( ) A impossibilidade de o pai dela realizar todo o trabalho sozinho.

C – ( ) O prazer que sente na realização desta atividade.

D – ( ) O desejo de fazer companhia aos irmãos na porta o forno.

E – ( ) A necessidade de continuar recebendo salário para contribuir com a renda familiar.

12ª QUESTÃO:

“...uma menina de 15 anos, que vive numa fazenda...” (ls. 5 e 6)

O vocábulo grifado, no trecho acima, é um pronome relativo. Marque a opção cujo que tenha a mesma função gramatical:

A – ( ) É o empreiteiro que contrata os carvoejadores.

B – ( ) Luciane tem um quê de tristeza.

C – ( ) Temos que proteger as crianças da exploração infantil.

D – ( ) Espero que as crianças do carvão brinquem de amarelilnha.

E – ( ) Que difícil vida levam estas crianças!

TEXTO VI

TRABALHO INFANTIL NAS CIDADES É MAIS PREJUDICIAL DO QUE NO CAMPO


Estudo mostra que crianças empregadas como domésticas ou vendedoras nas ruas
têm mais problemas de saúde
01 O trabalho infantil nas zonas urbanas pode causar mais impactos à saúde do que o trabalho infantil rural. A
constatação é do pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queirós (Esalq-USP), Alexandre Nicolella,
que analisou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD), de 1998 e 2003, do IBGE. Fraturas,
problemas respiratórios, queimaduras, cortes e dores musculares são algumas das consequências relatadas.
05 Nicolella não imaginava chegar a essa conclusão. "É surpreendente, pois esperava encontrar os maiores
impactos no trabalho rural", diz. O pesquisador analisou os dados de 144 mil pessoas de 5 a 20 anos e a evolução
deles em cinco anos (período que separa os dois levantamentos do IBGE), para concluir que o trabalho realizado
na zona urbana oferece maiores riscos à saúde das crianças.
O setor de comércio e serviços é o maior empregador de menores nas cidades. Eles aparecem como
10 vendedores ambulantes e também como empregados domésticos. De acordo com a PNAD de 2004, o Brasil tem
1.113.756 meninas entre 5 e 17 anos, trabalhando como empregadas domésticas. Muitas sem salário, longe da
família e da escola.
.8.

PROBLEMA INVISÍVEL
Nessa conta, entra Regina Maria Semião. Aos 8 anos, ela se separou da família no interior de Minas Gerais para
15 trabalhar como doméstica em Campinas. Até os 16 anos fez todos os trabalhos da casa, sem salário, aguentando
humilhações e preconceito racial da família que a "adotou". "Minha mágoa é ter deixado minha família e ter perdido
minha infância", lamenta.
Enquanto o Ministério do Trabalho tornou a fiscalização constante nas áreas rurais, a exploração da mão de
obra infantil nas cidades em serviços domésticos é mais difícil de coibir por não ser tão visível.
20 [...]
NO CAMPO, MAL MENOR
Chama a atenção na pesquisa a ausência de resultados piores no meio rural. Nicolella explica que isso se
deve ao fato de a maioria das crianças empregadas em atividades agrícolas trabalhar ao lado dos pais, como nas
pequenas propriedades de agricultura familiar no Rio Grande do Sul.
25 "Isso não quer dizer que trabalhos de extremo risco, como no corte de cana-de-açúcar e no sisal, não influenciam
a saúde", diz. "Esse tipo de trabalho não é bom nem para o adulto, imagine para uma criança."
Mas como essas atividades são cada vez mais combatidas e o número de crianças nessas condições é pequeno
em relação ao total, seu impacto extremamente negativo se dilui na média dos resultados.
Para o procurador do Ministério Público do Trabalho de Campinas, Ricardo Garcia, ainda assim, a situação do
30 trabalho infantil no campo não deve ser subestimada. Ele admite que, desde o final da década de 1990 os números
melhoraram bastante, principalmente nas grandes lavouras, mas relata que ainda existe abuso e perigo para os
menores em regiões do Estado de São Paulo. "Quanto menor a cultura, mais desorganizada e mais distante dos
centros urbanos, maior o número de crianças trabalhando", avalia.
O procurador cita o trabalho nas culturas de algodão e laranja como exemplos de atividade econômica onde a
35 presença de crianças trabalhando nas lavouras é frequente. "Esse tipo de trabalho expõe as crianças ao sol, à chuva
e a agentes químicos que podem trazer danos à saúde", diz.
(O Estado de S. Paulo, 10/06/2006)

A partir da leitura do Texto VI, faça as questões propostas.

13ª QUESTÃO:

Sobre o texto lido é incorreto afirmar que:


A – ( ) O trabalho infantil, nas cidades, tem sido mais numeroso que no campo.
B – ( ) Nas zonas urbanas, o trabalho infantil oferece menos danos físicos às crianças do que trabalho na zona rural.
C – ( ) O pesquisador Alexandre Nicolella, imaginava que houvesse mais crianças trabalhadoras nas áreas rurais que
nas áreas urbanas.
D – ( ) No Rio Grande do Sul, existem crianças que trabalham com os pais em atividades agrícolas.
E – ( ) Há mais fiscalização para inibir o trabalho infantil nas áreas rurais que nas urbanas.

14ª QUESTÃO:

“...é mais difícil de coibir por não ser tão visível.” (l. 19)

Pelo contexto em que foi empregada, a palavra coibir tem o significado de:
A – ( ) reprimir.
B – ( ) permitir.
C – ( ) existir.
D – ( ) divulgar.

E – ( ) difundir.
.9.

15ª QUESTÃO:

“O setor de comércio e serviços é o maior empregador de menores nas cidades.” (l. 9)

O adjetivo destacado encontra-se flexionado no grau:


A – ( ) comparativo de superioridade.
B – ( ) superlativo relativo de inferioridade.
C – ( ) superlativo relativo de superioridade.
D – ( ) superlativo absoluto analítico.
E – ( ) comparativo de igualdade.

16ª QUESTÃO:

Identifique a opção onde há erro quanto à regência verbal:


A – ( ) Os fiscais foram à propriedade rural verificar se havia crianças trabalhando.
B – ( ) Regina Maria ajudava os patrões nas tarefas domésticas.
C – ( ) As crianças preferem brincar a trabalhar.
D – ( ) Os pequenos trabalhadores aspiravam ao ar poluído das grandes cidades.

E – ( ) Na casa dos patrões, a menina não podia assistir à televisão.

TEXTO VII
O SISAL E AS CRIANÇAS DA BAHIA
01 A Bahia é o maior produtor de sisal do Brasil. Para dar conta de atender os pedidos da Europa, que compra
nossos tapetes de sisal, mais de 30 mil crianças de 7 a 14 anos trabalham na colheita da planta. Veja um trecho de
uma entrevista que a TV Cultura fez com crianças de Retirolândia, sertão da Bahia:
— O que você faz aqui? 
05 — Corto palha.
— É perigoso esse trabalho que você faz? 
— É. Pode furar o olho. 
— E quanto é que você ganha pra fazer isso? 
— Um real por semana. 
10 — Você ganha um real por semana? E você trabalha aqui a tarde toda? 
— É.

(Patrícia - 7 anos)
(WWW.tvcultura.com.br/caminhos/11sisal/sisal1.htm)

Após a leitura do Texto VII, realize o que se pede.

17ª QUESTÃO:

Não se pode afirmar sobre o Texto VII:


A – ( ) É narrado em 3a pessoa, apresentando foco narrativo externo.
B – ( ) A presenta ocorrência de discurso direto e indireto.
C – ( ) A atividade desempenhada pela criança entrevistada apresenta periculosidade.
D – ( ) A remuneração recebida pela criança trabalhadora produz questionamento ao entrevistador.

E – ( ) O produto fabricado a partir do sisal é comercializado apenas em território nacional.


.10.

TEXTO VIII

Leia este anúncio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF):

AS PESSOAS ESTÃO CHEGANDO MAIS CEDO AO TRABALHO.

ALGUMAS ATÉ ANTES DE CRESCER.

O maior motivo para que tantas crianças brasileiras em idade


escolar não frequentem a escola é o trabalho infantil. No
Brasil, um milhão de meninos e meninas trocaram o estudo
pelo trabalho. O UNICEF ajuda a levar essas crianças e
adolescentes de volta às salas de aula. Mas, para isso,
precisa do seu apoio. Se você conhece algum caso de
exploração de trabalho infantil, denuncie.

Claudia Cozinha, jan. 2006)

Após a leitura do anúncio, faça o que se pede.

18ª QUESTÃO:

O anúncio só não revela que:

A – ( ) o trabalho infantil afasta a criança da escola.

B – ( ) o UNICEF objetiva reintegrar os menores trabalhadores às suas escolas.

C – ( ) todo tipo de trabalho infantil deve ser denunciado.

D – ( ) quanto mais cedo o indivíduo trabalhar, melhor para o seu desenvolvimento.

E – ( ) o apoio da população é importante para reduzir o índice de abandono escolar.


.11.

TEXTO IX
A Declaração Universal dos Direitos da Criança garante às crianças o direito à educação, o direito de não
trabalhar e não ser explorado, o direito à alimentação e a cuidados médicos. Será que esses direitos vêm sendo
respeitados em nosso país?
Leia o texto abaixo do cartunista brasileiro Jean Galvão:

19ª QUESTÃO:

O cartum faz uma crítica aos direitos que as crianças têm garantidos na lei, mas que não são colocados em prática.
Identifique a relação equivocada entre a palavra e a imagem que a representa:

A – ( ) Saúde → seringa e esparadrapo

B – ( ) Transporte → pneus usados

C – ( ) Saneamento básico → vaso sanitário velho ou quebrado

D – ( ) Moradia → jornais velhos

E – ( ) Educação → folha de caderno velha.

20ª QUESTÃO:

Marque uma interpretação inadequada do cartum:

A – ( ) As palavras escritas no cartum se referem aos direitos não só das crianças, mas também de todos os cidadãos.

B – ( ) A protagonista do cartum é uma criança.

C – ( ) O local onde o personagem se encontra é, provavelmente, um lixão.

D – ( ) A personagem parece estar com fome, pois ela pega alimentos do chão.

E – ( ) O cartum tem por principal finalidade conscientizar apenas as crianças de que criança não deve trabalhar.
Nota • TURMA 40 – 4º SIMULADO/2015 •

• FOLHA DE REDAÇÃO •

Visto

Nome: _______________________________________________________________ Turma: _________

PROPOSTA DE REDAÇÃO

Leia o texto a seguir e, depois, escreva o texto pedido.

Apesar de terem seus direitos garantidos por lei, muitas crianças são
exploradas e precisam trabalhar nas ruas e casas de nosso país.

Escreva uma narrativa, em 3a pessoa, contando uma história de superação. Conte a trajetória de uma
personagem que conseguiu deixar as ruas e largar o trabalho forçado para alcançar um futuro bem-sucedido.
Use de 20 a 25 linhas. Seja bastante criativo e fique bem atento à ordenação dos fatos e à coerência textual.
Não se esqueça de dar um título bem significativo a seu texto.
Vamos lá!
Escreva aqui o seu RASCUNHO.

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Nota • TURMA 40 – 4º SIMULADO/2015 •

• FOLHA DE REDAÇÃO •
Visto
Nome: _______________________________________________________________ Turma: _________

Comentário do(a) Professor(a) Corretor(a):