Você está na página 1de 259

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

RONALDO ISHIHARA

AVALIAÇÃO DE ENSAIOS EXPERIMENTAIS DE


CISALHAMENTO EM VIGAS DE CONCRETO
ARMADO SEM ARMADURA TRANSVERSAL À LUZ
DAS NORMAS

CAMPINAS
2017
RONALDO ISHIHARA

ANÁLISE DE ENSAIOS EXPERIMENTAIS DE


CISALHAMENTO EM VIGAS DE CONCRETO
ARMADO SEM ARMADURA TRANSVERSAL À LUZ
DAS NORMAS

Volume: 01/01

Dissertação apresentada à Faculdade de


Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo
da Universidade Estadual de Campinas
como parte dos requisitos exigidos para
obtenção do título de Mestre em Engenharia
Civil, na área de Estruturas e Geotécnica.

Orientador: Prof. Dr. Leandro Mouta Trautwein

ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL.


DISSERTAÇÃO DEFENDIDA PELO ALUNO RONALDO
ISHIHARA, E ORIENTADA PELO PROF. DR. LEANDRO
MOUTA TRAUTWEIN.

CAMPINAS
2017
FICHA CATALOGRÁFICA
FOLHA DE APROVAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS


Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

AVALIAÇÃO DE ENSAIOS EXPERIMENTAIS DE


CISALHAMENTO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO SEM
ARMADURA TRANSVERSAL À LUZ DAS NORMAS

Ronaldo Ishihara

Dissertação de Mestrado aprovada pela Banca Examinadora, constituída por:

Prof. Dr. Leandro Mouta Trautwein

Presidente e Orientador

Universidade Estadual de Campinas

Prof. Dr. Luiz Carlos de Almeida

Universidade Estadual de Campinas

Prof. Dr. Antônio Carlos dos Santos

Universidade Federal de Uberlândia

A Ata da defesa com as respectivas assinaturas dos membros encontra-se no processo de


vida acadêmica do aluno.

Campinas, 10 de abril de 2017.


AGRADECIMENTOS

Dedico meus sinceros agradecimentos à minha família e aos meus amigos que

acompanharam de perto a evolução deste trabalho. Ao meu orientador Leandro, cujo apoio

e paciência foram primordiais para esta realização. À Pat, minha esposa e parceira: muito

obrigado.
"Often the hands will solve a mystery that the intellect has struggled with in vain."

Carl G. Jung
RESUMO

Modelos de predição de resistência ao cisalhamento de elementos em concreto

armado são estudados por pesquisadores há mais de um século, apresentando linhas de

pesquisa diferentes. Neste contexto, os critérios para dimensionamento apresentados nas

normas e modelos de cálculo atualmente têm como base conceitos baseados na analogia

da treliça generalizada de Mörsch ou na teoria do campo de compressão modificado. O

dimensionamento de uma seção de viga de concreto armado a partir destes diferentes

modelos pode apresentar resultados que divergem significativamente. Dentro deste cenário,

o objetivo deste estudo é avaliar os métodos de cálculo vigentes e realizar uma análise

paramétrica da influência das variáveis: taxa de armadura longitudinal de flexão, resistência

do concreto, altura útil e relação altura útil/distância entre o apoio e a carga pontual aplicada,

na resistência ao cisalhamento do concreto. Os modelos de cálculo a serem analisados e

comparados são os apresentados na NBR 6118/2014, ACI 318/2014, CEB-FIP

ModelCode/2010, CSA A.23.3/2004 e EN 1992-1-1/2004. A avaliação dos métodos é

realizada por meio da comparação com resultados experimentais de vigas encontrados na

literatura, compilados num banco de dados composto por 797 vigas ensaiadas,

selecionadas de forma a atender os pré-requisitos de seção sem armadura transversal e

cuja ruptura ocorreu por cisalhamento. A análise dos critérios de cálculo é realizada

comparando-se as cargas de ruptura apresentadas nestes ensaios e os valores resistentes

calculados para cada método. O estudo paramétrico é realizado com base nos resultados

experimentais, isolando-se a influência de cada variável estudada. Ao final do trabalho

realizado conclui-se que, embora haja variação tanto no desempenho das equações de

cisalhamento apresentadas quanto no desvio dos resultados apresentado pelas mesmas em

função dos parâmetros, é possível afirmar que a norma EN 1992-1-1/2004 resultou no

melhor desempenho em termos gerais.

Palavras-chave: Concreto armado; vigas; cisalhamento; normas; resultados experimentais.


ABSTRACT

Prediction models for shear strength of elements in reinforced concrete have been studied by

researchers for more than a century, resulting in different lines of research. In this context,

the design criteria presented in codes and models are based currently on concepts based on

the generalized Mörsch’struss analogy or on the modified compression field theory. The

design of a section of a reinforced concrete beam from these different models might produce

results that diverge significantly. In this scenario, the objective of this study is to evaluate

present calculation methods and to perform a parametric analysis of the influence of the

variables: longitudinal reinforcement ratio, concrete strength, effective depth and the ratio

effective depth / distance from support and the punctual load applied, on the concrete’s

shear strength. The calculation models to be analyzed and compared are presented in NBR

6118/2014, ACI 318/2014, CEB-FIP ModelCode / 2010, CSA A.23.3 / 2004 and EN 1992-1-1

/ 2004. The evaluation of the methods is realized by comparing it’s results with experimental

results of beams found in the literature, compiled in a database composed of 797 beams,

selected in order to meet the prerequisites: section without transverse reinforcement and with

shear failure. The analysis of the calculation criteria is performed by comparing the failure

loads presented in these tests and the result values for each code. The parametric study is

performed based on the experimental results, isolating the influence of each studied variable.

At the end of the work, it is concluded that, although there is a variation both in the

performance of the presented shear equations’ codes and in the deviation of the results

presented by them according to the parameters, it is possible to affirm that the results from

EN 1992-1-1 / 2004 code were the best in general.

Keywords: Reinfoced concrete; beams; shear; codes; experimental results.


LISTA DE FIGURAS

Figura 2-1 – Analogia da treliça clássica como apresentada por Ritter (adaptado de Ritter,
1899) ....................................................................................................................................26
Figura 2-2 – Considerações de Mörsch para a treliça clássica (adaptado de Mörsch, 1902) 26
Figura 2-3 – Modelo da treliça clássica ................................................................................27
Figura 2-4 – Treliça generalizada proposta por J. Schlaich (adaptado de Schlaich, 1987) ...28
Figura 2-5 – Modelo da treliça generalizada .........................................................................28
Figura 2-6 – Forças atuantes em viga fissurada ...................................................................29
Figura 2-7 – Representatividade dos paineis ensaiados (adaptado de Bentz, 2006) ............33
Figura 2-8 – Equações da Teoria do Campo de Compressão Modificado (adaptado de
Bentz, 2006) .........................................................................................................................34
Figura 2-9 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao cisalhamento
(adaptado de Hedman, O.; Losberg, A., 1978) .....................................................................55
Figura 2-10 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao cisalhamento
(adaptado de Leonhardt, F., 1979) .......................................................................................55
Figura 2-11 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao cisalhamento
(Fusco, 2008) .......................................................................................................................57
Figura 2-12 – Influência da altura útil na resistência ao cisalhamento (adaptado de
Leonhardt, F., 1979) .............................................................................................................59
Figura 2-13 – Influência da altura útil na resistência ao cisalhamento (Fusco, 2008) ...........60
Figura 2-14 – Influência da relação 𝑎/𝑑 na resistência ao cisalhamento (adaptado de
Leonhardt, F., 1979) .............................................................................................................62
Figura 2-15 – Influência da relação 𝑎/𝑑 na resistência ao cisalhamento (adaptado de
MacGregor, J. G.; Wight, J. K., 2012) ...................................................................................64
Figura 2-16 –Resistência ao cisalhamento em função dos parâmetros (adaptado de fib
bulletin 2, 1999) ....................................................................................................................66
Figura 3-1 –Distribuição da resistência do concreto (Cerqueira, 2000).................................76
Figura 3-2 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝑎/𝑑 ..................90
Figura 3-3 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝑑 ......................91
Figura 3-4 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝑓𝑐𝑘 ...................92
Figura 3-5 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝜌 ......................93
Figura 3-6 – Nomenclatura adotada para as combinações ...................................................95
Figura 3-7 –Representação do conjunto de ensaios da combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐 ...........................97
LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 2-1 – Influência da taxa de armadura longitudinal conforme normas ........................69


Gráfico 2-2 – Influência da altura útil conforme normas ........................................................70
Gráfico 2-3 – Influência da relação 𝑎/𝑑 conforme normas....................................................71
Gráfico 2-4 – Influência da resistência à compressão do concreto conforme normas ...........72
Gráfico 4-1 – NBR,I – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc ........................................103
Gráfico 4-2 – NBR,I - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd .........................................104
Gráfico 4-3 – NBR,I - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe .........................................106
Gráfico 4-4 – NBR,I - influência de 𝑑 para combinação bXbb .............................................107
Gráfico 4-5 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc .........................................109
Gráfico 4-6 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc..........................................111
Gráfico 4-7 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc..........................................112
Gráfico 4-8 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação bbbX .............................................114
Gráfico 4-9 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação bbcX .............................................116
Gráfico 4-10 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação cbbX ...........................................117
Gráfico 5-1 – NBR,II – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc .......................................120
Gráfico 5-2 – NBR,II - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd ........................................121
Gráfico 5-3 – NBR,II - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe ........................................123
Gráfico 5-4 – NBR,II - influência de 𝑑 para combinação bXbb ............................................124
Gráfico 5-5 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc ........................................126
Gráfico 5-6 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc .........................................128
Gráfico 5-7 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc .........................................130
Gráfico 5-8 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação bbbX ............................................131
Gráfico 5-9 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação bbcX ............................................133
Gráfico 5-10 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação cbbX ..........................................134
Gráfico 6-1 – ACI – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc ............................................137
Gráfico 6-2 – ACI - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd ............................................138
Gráfico 6-3 – ACI - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe ............................................140
Gráfico 6-4 – ACI - influência de 𝑑 para combinação bXbb ................................................141
Gráfico 6-5 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc .............................................143
Gráfico 6-6 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc .............................................145
Gráfico 6-7 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc .............................................147
Gráfico 6-8 – ACI - influência de 𝜌 para combinação bbbX ................................................148
Gráfico 6-9 – ACI - influência de 𝜌 para combinação bbcX.................................................150
Gráfico 6-10 – ACI - influência de 𝜌 para combinação cbbX...............................................151
Gráfico 7-1 – CSA – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc...........................................154
Gráfico 7-2 – CSA - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd ...........................................155
Gráfico 7-3 – CSA - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe ...........................................157
Gráfico 7-4 – CSA - influência de 𝑑 para combinação bXbb ...............................................158
Gráfico 7-5 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc............................................160
Gráfico 7-6 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc ............................................162
Gráfico 7-7 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc ............................................164
Gráfico 7-8 – CSA - influência de 𝜌 para combinação bbbX ...............................................165
Gráfico 7-9 – CSA - influência de 𝜌 para combinação bbcX ...............................................167
Gráfico 7-10 – CSA - influência de 𝜌 para combinação cbbX .............................................169
Gráfico 8-1 – CEBFIP – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc .....................................171
Gráfico 8-2 – CEBFIP - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd......................................172
Gráfico 8-3 – CEBFIP - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe......................................174
Gráfico 8-4 – CEBFIP - influência de 𝑑 para combinação bXbb .........................................175
Gráfico 8-5 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc ......................................177
Gráfico 8-6 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc ......................................179
Gráfico 8-7 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc ......................................181
Gráfico 8-8 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação bbbX..........................................182
Gráfico 8-9 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação bbcX ..........................................184
Gráfico 8-10 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação cbbX ........................................186
Gráfico 9-1 – EC2 – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc ...........................................188
Gráfico 9-2 – EC2 - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd ...........................................189
Gráfico 9-3 – EC2 - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe ...........................................191
Gráfico 9-4 – EC2 - influência de 𝑑 para combinação bXbb ...............................................192
Gráfico 9-5 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc ............................................194
Gráfico 9-6 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc ............................................196
Gráfico 9-7 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc ............................................197
Gráfico 9-8 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação bbbX ...............................................199
Gráfico 9-9 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação bbcX................................................201
Gráfico 9-10 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação cbbX ..............................................202
Gráfico 10-1 – Influência de 𝑎𝑑 para a combinação Xbbc ..................................................205
Gráfico 10-2 – Influência de 𝑎𝑑 para a combinação Xbbd ..................................................207
Gráfico 10-3 – Influência de 𝑎𝑑 para a combinação Xbbe ..................................................209
Gráfico 10-4 – Influência de 𝑑 para a combinação bXbb ....................................................211
Gráfico 10-5 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação bbXc .................................................213
Gráfico 10-6 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação bcXc .................................................214
Gráfico 10-7 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação cbXc .................................................216
Gráfico 10-8 – Influência de 𝜌 para a combinação bbbX ....................................................218
Gráfico 10-9 – Influência de 𝜌 para a combinação bbcX ....................................................220
Gráfico 10-10 – Influência de 𝜌 para a combinação cbbX...................................................222
Gráfico 10-11 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑎/𝑑 ...........................................224
Gráfico 10-12 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑑 ...............................................225
Gráfico 10-13 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 ............................................227
Gráfico 10-14 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝜌 ...............................................228
LISTA DE TABELAS

Tabela 2-1 – Resumo das equações para cisalhamento das normas ...................................53
Tabela 2-2 – Valores adotados para cada intervalo de parâmetro ........................................67
Tabela 3-1 – Limites dos parâmetros atribuídos pelas normas .............................................81
Tabela 3-2 – Classificação por pontos de demérito segundo Collins (2011) .........................86
Tabela 3-3 – Resumo dos intervalos dos critérios ................................................................94
Tabela 3-4 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit01 (𝑎/𝑑) livre ....................96
Tabela 3-5 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit02 (𝑑) livre ........................98
Tabela 3-6 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit03 (𝑓𝑐𝑘) livre ....................99
Tabela 3-7 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit04 (𝜌) livre ......................100
Tabela 3-8 – Resumo de combinações válidas ..................................................................101
Tabela 4-1 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc ..........................................103
Tabela 4-2 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd ..........................................105
Tabela 4-3 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe ..........................................106
Tabela 4-4 – NBR,I - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb ..............................................108
Tabela 4-5 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc ..........................................110
Tabela 4-6 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc...........................................111
Tabela 4-7 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc...........................................113
Tabela 4-8 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX ..............................................115
Tabela 4-9 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX ..............................................116
Tabela 4-10 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX ............................................118
Tabela 5-1 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc .........................................120
Tabela 5-2 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd .........................................122
Tabela 5-3 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe .........................................123
Tabela 5-4 – NBR,II - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb .............................................125
Tabela 5-5 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc .........................................127
Tabela 5-6 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc ..........................................128
Tabela 5-7 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc ..........................................130
Tabela 5-8 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX .............................................132
Tabela 5-9 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX .............................................133
Tabela 5-10 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX ...........................................135
Tabela 6-1 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc..............................................137
Tabela 6-2 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd .............................................139
Tabela 6-3 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe .............................................140
Tabela 6-4 – ACI - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb .................................................142
Tabela 6-5 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc ..............................................144
Tabela 6-6 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc ..............................................145
Tabela 6-7 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc ..............................................147
Tabela 6-8 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX .................................................149
Tabela 6-9 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX..................................................150
Tabela 6-10 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX................................................152
Tabela 7-1 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc ............................................154
Tabela 7-2 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd ............................................156
Tabela 7-3 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe ............................................157
Tabela 7-4 – CSA - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb ................................................159
Tabela 7-5 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc.............................................161
Tabela 7-6 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc .............................................162
Tabela 7-7 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc .............................................164
Tabela 7-8 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX ................................................166
Tabela 7-9 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX ................................................167
Tabela 7-10 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX ..............................................169
Tabela 8-1 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc .......................................171
Tabela 8-2 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd.......................................173
Tabela 8-3 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe.......................................174
Tabela 8-4 – CEBFIP - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb ..........................................176
Tabela 8-5 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc .......................................178
Tabela 8-6 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc .......................................179
Tabela 8-7 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc .......................................181
Tabela 8-8 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX ..........................................183
Tabela 8-9 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX ...........................................184
Tabela 8-10 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX .........................................186
Tabela 9-1 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc .............................................188
Tabela 9-2 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd ............................................190
Tabela 9-3 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe ............................................191
Tabela 9-4 – EC2 - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb ................................................193
Tabela 9-5 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc .............................................195
Tabela 9-6 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc .............................................196
Tabela 9-7 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc .............................................198
Tabela 9-8 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX ................................................200
Tabela 9-9 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX.................................................201
Tabela 9-10 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX...............................................203
Tabela 10-1 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc ................................206
Tabela 10-2 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd................................207
Tabela 10-3 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe................................209
Tabela 10-4 – Comparativo DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb ...................................211
Tabela 10-5 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc ................................213
Tabela 10-6 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc ................................215
Tabela 10-7 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc ................................216
Tabela 10-8 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX ...................................218
Tabela 10-9 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX ....................................220
Tabela 10-10 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX ..................................222

Tabela I- 1 – Banco de dados obtido na literatura ..............................................................240


LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

ACI – American Concrete Institute

CSA – Canadian Standards Association

CXX – Concreto cuja resistência característica à compressão é XX MPa

CEB – Comité Euro-International du Béton

EC2 – Eurocode 2

FEC – Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

FIP – Fédération Internationale de la Précontrainte

NBR – Norma Brasileira

UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas


LISTA DE SÍMBOLOS

α → ângulo; coeficiente

𝐴𝑐 → área da seção transversal da viga

𝐴𝑠 → área de armadura longitudinal

𝑏𝑓 → largura (mesa) da seção transversal da viga

𝑏𝑤 → largura (alma) da seção transversal da viga

𝑑 → altura útil da viga

𝐸𝑠 → módulo de elasticidade do aço

𝑓𝑐 → resistência característica à compressão

𝑓𝑐 ′ → resistência característica à compressão do concreto (norma ACI)

𝑓𝑐𝑘 → resistência característica à compressão do concreto (norma NBR)

𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 → resistência característica inferior do concreto à tração

𝑓𝑐𝑡𝑚 → resistência à tração direta do concreto

𝑓𝑦 → resistência ao escoamento do aço

𝑓𝑦𝑘 → resistência característica ao escoamento do aço

𝛾𝑐 → coeficiente de ponderação da resistência do concreto

𝛾𝑠 → coeficiente de ponderação da resistência do aço

ℎ → altura da seção transversal da viga

ℎ 𝑓 → altura (mesa) da seção transversal da viga

ℎ 𝑤 → altura (alma) da seção transversal da viga

𝑧 → distância entre o banzo comprimido e o banzo tracionado no modelo da treliça

∅ → diâmetro das barras que compõe a armadura; fator

ρ𝑙 → taxa de armadura longitudinal


𝑉𝑐 → força cortante resistente devida ao concreto na diagonal tracionada

𝜏𝑅 → tensão de cisalhamento resistente

𝜏𝑠 → tensão de cisalhamento solicitante

𝜏𝑤 → tensão de cisalhamento

𝑉𝑅𝑑1 → força cortante resistente relativa a elementos sem armadura para força

cortante

𝑉𝑅𝑑2 → força cortante resistente relativa à ruína das diagonais comprimidas de

concreto

𝑉𝑅𝑑3 → força cortante resistente relativa à ruína por tração diagonal

𝑉𝑠𝑤 → resistência ao cisalhamento devida à armadura transversal

𝑣𝑢 → força cortante última

𝑀𝑢 → momento fletor último


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ..............................................................................................................22
1.1. Justificativa ............................................................................................................22
1.2. Objetivos ................................................................................................................23
Objetivo geral ..................................................................................................23
Objetivos específicos ......................................................................................24
1.3. Organização da dissertação ...................................................................................24
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA .........................................................................................25
2.1. Esforços e tensões no modelo da treliça clássica ..................................................25
2.2. Esforços e tensões no modelo da treliça generalizada ...........................................27
2.3. Mecanismos básicos de resistência ao cisalhamento na diagonal tracionada ........29
2.4. Esforços e tensões no modelo do campo de compressão modificado ....................32
2.5. Recomendações de normas...................................................................................36
NBR 6118/2014...............................................................................................36
2.5.1.1. NBR - Procedimento I (NBR,I) – cálculo como lajes .................................37
2.5.1.2. NBR - Procedimento II (NBR,II) – cálculo como vigas ..............................38
ACI 318/2014 (ACI) .........................................................................................42
CSA A23.03-04/2004 (CSA) ............................................................................44
CEB-FIP ModelCode/2010 (CEBFIP) ..............................................................48
EN 1992-1-1/2004 (EC2).................................................................................51
Resumo das equações das normas ................................................................53
2.6. Influência dos parâmetros na resistência ao cisalhamento .....................................54
Taxa de armadura longitudinal ........................................................................54
Altura últil ........................................................................................................58
Relação entre a distância da carga pontual e a altura útil ...............................62
Resistência à compressão do concreto ...........................................................65
Gráficos da influência dos parâmetros nas equações de normas ....................67
2.6.5.1. Taxa de armadura longitudinal .................................................................68
2.6.5.2. Altura útil ..................................................................................................69
2.6.5.3. Relação entre a distância da carga pontual e a altura útil ........................71
2.6.5.4. Resistência à compressão do concreto ....................................................72
3. METODOLOGIA ...........................................................................................................74
3.1. Critérios e considerações para a aplicação equações de normas ..........................74
Fatores de majoração e minoração .................................................................74
Ancoragem da armadura longitudinal ..............................................................74
Diâmetro dos agregados .................................................................................75
Momento fletor na seção em análise ...............................................................75
Resistência à compressão do concreto ...........................................................75
3.2. Critérios adotados para a composição do banco de dados das vigas ....................81
Limites dos parâmetros atribuídos pelas normas ............................................81
Características para consideração do ensaio ..................................................82
3.3. Cálculo da tensão de cisalhamento solicitante .......................................................84
3.4. Razão entre tensão solicitante e resistente dos modelos .......................................84
3.5. Critério de avaliação das Normas: pontos de demérito segundo Collins ................85
3.6. Parâmetros para classificação das vigas do banco de dados.................................86
3.7. Definição do intervalo de cada critério para o estudo parametrizado ......................87
3.8. Resultados experimentais e de normas..................................................................88
3.9. CARACTERÍSTICAS DO BANCO DE DADOS ......................................................89
Distribuição do número de ensaios dentro dos parâmetros .............................89
3.10. Distribuição dos ensaios considerando os subgrupos dos critérios .....................95
4. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA NBR 618:2014 – lajes (NBR,I) ...............102
4.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................102
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................102
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................104
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................105
4.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................107
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................107
4.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................109
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................109
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................110
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................112
4.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................114
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................114
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................115
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................117
5. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA NBR6118:2014 – vigas (NBR,II) ............119
5.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................119
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................119
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................121
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................122
5.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................124
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................124
5.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................126
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................126
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................127
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................129
5.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................131
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................131
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................132
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................134
6. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA ACI 318/2014 (ACI) ................................136
6.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................136
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................136
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................138
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................139
6.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................141
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................141
6.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................143
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................143
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................144
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................146
6.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................148
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................148
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................149
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................151
7. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA CSA A23.03-04/2004 (CSA) ...................153
7.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................153
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................153
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................155
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................156
7.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................158
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................158
7.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................160
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................160
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................161
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................163
7.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................165
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................165
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................166
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................168
8. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA CEB-FIP ModelCode/2010 (CEBFIP) ....170
8.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................170
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................170
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................172
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................173
8.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................175
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................175
8.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................177
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................177
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................178
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................180
8.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................182
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................182
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................183
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................185
9. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA EN 1992-1-1/2004 (EC2) ........................187
9.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅 .......................187
Distribuição de ensaios 01 ............................................................................187
Distribuição de ensaios 02 ............................................................................189
Distribuição de ensaios 03 ............................................................................190
9.2. Altura útil – 𝒅 ........................................................................................................192
Distribuição de ensaios 04 ............................................................................192
9.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌 ......................................................194
Distribuição de ensaios 05 ............................................................................194
Distribuição de ensaios 06 ............................................................................195
Distribuição de ensaios 07 ............................................................................197
9.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆 .......................................................................199
Distribuição de ensaios 08 ............................................................................199
Distribuição de ensaios 09 ............................................................................200
Distribuição de ensaios 10 ............................................................................202
10. COMPARATIVO ENTRE NORMAS ........................................................................204
10.1. Parâmetro 𝒂/𝒅 (crit01)......................................................................................204
Distribuição de ensaios 01 .........................................................................204
Distribuição de ensaios 02 .........................................................................206
Distribuição de ensaios 03 .........................................................................208
10.2. Parâmetro 𝒅 (crit02)..........................................................................................210
Distribuição de ensaios 04 .........................................................................210
10.3. Parâmetro 𝒇𝒄𝒌 (crit03) ......................................................................................212
Distribuição de ensaios 05 .........................................................................212
Distribuição de ensaios 06 .........................................................................214
Distribuição de ensaios 07 .........................................................................215
10.4. Parâmetro 𝝆 (crit04)..........................................................................................217
Distribuição de ensaios 08 .........................................................................217
Distribuição de ensaios 09 .........................................................................219
Distribuição de ensaios 10 .........................................................................221
10.5. Gráficos comparativos de DP Collins ................................................................223
Parâmetro 𝒂𝒅 ............................................................................................223
Parâmetro 𝒅 ..............................................................................................224
Parâmetro 𝒇𝒄𝒌 ...........................................................................................225
Parâmetro 𝝆 ..............................................................................................227
11. CONCLUSÃO E SUGESTÕES DE TRABALHOS ..................................................229
11.1. Considerações finais ........................................................................................229
11.2. Sugestões para trabalhos futuros .....................................................................231
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................232
APÊNDICE I – BANCO DE DADOS ..................................................................................239
22

1. INTRODUÇÃO

O problema da estimativa da capacidade resistente ao cisalhamento de peças de

concreto armado tem sido objeto de estudo de pesquisadores e engenheiros estruturais há

mais de um século. Apesar da questão de peças sem armadura transversal ter sido

abordada ao longo das últimas décadas, ainda não há um consenso sobre um modelo

teórico a ser utilizado para a predição da capacidade resistente ao cisalhamento das

mesmas (TRAUTWEIN, 2014). Em parte devido à complexidade do comportamento global

das estruturas de concreto e à dificuldade de se estimar com precisão a parcela de

contribuição de cada um dos diferentes mecanismos resistentes à força cortante, a ausência

de um consenso sobre um modelo teórico para o colapso por cisalhamento de peças de

concreto armado evidencia que o estudo deste tema ainda apresenta uma ampla

possibilidade de avanço.

Os modelos atuais apresentam, em sua maioria, equações com bases semi-

empíricas para a formulação da capacidade resistente ao cisalhamento, partindo de

conceitos baseados na analogia da treliça generalizada de Mörsch ou na teoria do campo de

compressão modificado de Vecchio e Collins. O dimensionamento de uma seção de viga de

concreto armado a partir destes diferentes modelos pode apresentar resultados que

divergem significativamente.

1.1. Justificativa

A forma como uma seção de concreto armado responde quando solicitada por um

esforço cortante é abordada por teorias distintas quando comparam-se normas vigentes em

países diversos. Esta forma de abordagem divergente gera diferenças dos critérios

apresentados pelas normas e, comparando-se os valores resistentes calculados com


23

valores obtidos em ensaios encontrados em literaturas diversas, são encontrados para cada

norma índices de segurança diferentes. Além disso, este índice de segurança não se

mantém quando parâmetros tais como geometria da seção da viga, taxa de armadura

longitudinal, resistência do concreto ou relação entre a altura útil da viga e a distância do

carregamento utilizado são alterados.

Entre as questões que justificam estas diferenças, podem ser ressaltadas a forma

como as incertezas são aferidas e o avanço tecnológico e respectivo controle realizado

sobre os materiais empregados, além dos custos inerentes para a manutenção do grau de

segurança almejado, fatores estes que são intrínsecos a cada sociedade, sendo refletidos

nas normas adotadas pelas mesmas.

Este trabalho visa comparar quantitativamente as normas em estudo quanto à

resistência ao cisalhamento, via composição de banco de dados e análise estatística das

resistências apresentadas por cada norma e comparando-as com resultados de ensaios

obtidos na literatura.

1.2. Objetivos

Objetivo geral

Este trabalho tem como objetivo geral analisar os procedimentos de cálculo para a

resistência ao cisalhamento de vigas de concreto armado sem armadura de cisalhamento

segundo os critérios vigentes e normas NBR 6118/2014, ACI 318/2014, CEB-FIP

ModelCode/2010, CSA A.23.3/2004 e EN 1992-1-1/2004.


24

Objetivos específicos

1. Avaliar os critérios de cálculo apresentados pelas normas NBR 6118/2014,

ACI 318/2014, CEB-FIP ModelCode/2010, CSA A.23.3/2004 e EN 1992-1-1/2004 para a

parcela da resistência ao cisalhamento que corresponde à força cortante resistida pela

seção de concreto;

2. Avaliar a influência dos parâmetros da viga de concreto armado (taxa de

armadura longitudinal, altura útil da seção, resistência do concreto e relação entre a altura

útil da viga e a distância do carregamento utilizado) na resistência ao cisalhamento

apresentado pelo elemento estrutural.

1.3. Organização da dissertação

Esta dissertação está divida em 11 capítulos. O primeiro capítulo é a introdução ao

trabalho realizado. No segundo capítulo, são ilustrados os mecanismos básicos de

resistência ao cisalhamento e as formulações adotadas pelas normas NBR 6118/2014, ACI

318/2014, CEB-FIP ModelCode/2010, CSA A.23.3/2004 e EN 1992-1-1/2004. O terceiro

capítulo apresenta a metodologia adotada para execução do trabalho e a caracterização do

banco de dados de vigas compilado. Os capítulos 4 a 9 apresentam a avaliação de cada

uma das normas. A recomendações normatizadas têm então seus valores teóricos

calculados comparados com os resultados experimentais de vigas ensaiadas apresentadas

na literatura, com os resultados apresentados no capítulo 10. Esta comparação é feita

considerando-se cada parâmetro estudado de forma isolada. As conclusões e sugestões de

trabalhos futuros são apresentadas no capítulo 11.

O Apêndice I apresenta o banco de dados obtidos de vigas ensaiadas em

literaturas diversas, adotado para o comparativo com as normas em estudo.


25

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Neste capítulo são apresentadas as equações para o cálculo da resistência ao

cisalhamento, atualmente adotadas pelas normas em estudo. Os modelos teóricos que dão

origem às equações adotadas são descritos previamente à sua apresentação. Neste

capítulo são ainda citados os trabalhos que discorrem sobre as variáveis que influênciam na

resistência ao cisalhamento dos elementos estruturais e que serão levadas em

consideração neste estudo.

2.1. Esforços e tensões no modelo da treliça clássica

Conhecido atualmente como o modelo da treliça clássica, este modelo foi

originalmente criado por W. Ritter em 1899 (RITTER, 1899) e modificado por E. Mörsch em

1902 (MÖRSCH, 1902). Este modelo considera o elemento estrutural fissurado, sendo

caracterizado pelas seguintes considerações:

• Banzo superior comprimido (cordão de concreto);

• Banzo inferior tracionado (armadura longitudinal de tração), paralelo ao banzo

superior;

• Diagonais comprimidas (bielas) de concreto com uma inclinação 𝜃 = 45° em

relação ao eixo longitudinal do elemento estrutural;

• Diagonais tracionadas (armadura transversal de cisalhamento) com uma

inclinação 𝛼 entre 45° e 90° em relação ao eixo longitudinal do elemento

estrutural.
26

A Figura 2-1 apresenta o esquema proposto no trabalho de W. Ritter. A

Figura 2-2 apresenta as considerações feitas por E. Mörsch para a treliça clássica.

Figura 2-1 – Analogia da treliça clássica como apresentada por Ritter (adaptado de

Ritter, 1899)

Figura 2-2 – Considerações de Mörsch para a treliça clássica (adaptado de Mörsch,

1902)
27

A Figura 2-3 apresenta um esquema com as considerações do modelo da treliça

clássica.

banzo superior comprimido


diagonal comprimida

𝛼
𝜃 = 45°

𝑣𝑛
diagonal tracionada banzo inferior tracionado

Figura 2-3 – Modelo da treliça clássica

2.2. Esforços e tensões no modelo da treliça generalizada

Tratando-se das armaduras transversais, o modelo criado por W. Ritter e E. Mörsch

apresenta resultados conservadores quando confrontados com resultados experimentais.

Em 1987 J. Schlaich e K. Schafer apresentaram uma adaptação da treliça clássica

(SCHLAICH, 1987). Este novo modelo ficou conhecido como modelo da treliça generalizada.

As adaptações feitas incluem a consideração de um ângulo de diagonais comprimidas 𝜃

variável e banzos não mais paralelos: o banzo comprimido inclina-se em direção ao apoio

na medida em que se aproxima do mesmo. As bielas seriam engastadas no banzo

comprimido, tornando o modelo altamente hiperestático. A Figura 2-4 apresenta a

adaptação proposta da treliça clássica.


28

Figura 2-4 – Treliça generalizada proposta por J. Schlaich (adaptado de Schlaich,

1987)

Para efeito de cálculo das tensões solicitantes, este modelo é habitualmente

apresentado como isostático, sendo a única diferença em relação ao modelo da treliça

clássica, o ângulo das bielas 𝜃 que deixa de ser fixo.

A Figura 2-5 apresenta as considerações do modelo da treliça generalizada, onde 𝑧

é a distância entre os centros dos banzos.

banzo superior
comprimido
diagonal comprimida 𝑃

𝛼
𝜃

diagonal tracionada banzo inferior


𝑣𝑛 = 𝑃⁄2 tracionado

Figura 2-5 – Modelo da treliça generalizada


29

2.3. Mecanismos básicos de resistência ao cisalhamento na diagonal

tracionada

Considerando a diagonal tracionada do elemento estrutural, as forças atuantes na

fissura estão representadas na Figura 2-6:

armadura de cisalhamento fissuras diagonais

𝐶
𝑣𝑐𝑧
𝑣𝑎
𝑇
𝑣𝑑 𝑣
𝑠
𝑣𝑛

armadura longitudinal

Figura 2-6 – Forças atuantes em viga fissurada

A capacidade resistente nominal 𝑣𝑛 é em geral considerada igual à soma das

contribuições das diversas parcelas resistentes individuais apresentadas na Figura 2-6, as

quais incluem: a parcela 𝑣𝑠 resistida pela armadura de cisalhamento, a parcela 𝑣𝑑 devida ao

efeito de pino da armadura longitudinal, a parcela 𝑣𝑐𝑧 resistida pelo concreto não fissurado

acima da fissura diagonal, e a componente vertical 𝑣𝑎𝑦 de 𝑣𝑎 , devida ao intertravamento dos

agregados entre as faces da fissura (FUSCO, 2008). A Eq. 2-1 apresenta as componentes

que formam a capacidade resistente normal 𝑣𝑛 .

𝑣𝑛 = 𝑣𝑠 + 𝑣𝑐𝑧 + 𝑣𝑎𝑦 + 𝑣𝑑 Eq. 2-1


30

Para fins de projeto, os termos 𝑣𝑐𝑠 , 𝑣𝑎𝑦 e 𝑣𝑑 são habitualmente agrupados em um

único termo denominado 𝑣𝑐 , atribuído à resistência ao cisalhamento devida ao concreto na

diagonal tracionada. No caso de vigas altas (vigas-parede), além dos mecanismos

resistentes incluídos na equação acima, a transferência de força cortante por compressão

inclinada na biela resulta no efeito de arco, o qual eleva substancialmente a carga última de

cisalhamento. É importante salientar que o efeito de arco está condicionado a uma

adequada ancoragem da armadura longitudinal de flexão nos apoios.

Com relação aos mecanismos resistentes previamente citados, as seguintes

observações podem ser feitas, levando-se em consideração o concreto armado

convencional (sem o uso de fibras ou outros materiais que podem vir a alterar a forma como

o mecanismo resistente é caracterizado):

• O mecanismo resistente efetivo na zona comprimida após a fissuração

diagonal está intimamente relacionado à resistência do concreto. O

confinamento gerado pela armadura de cisalhamento contribui para

aumentar a resistência do concreto, aumentando portanto a parcela 𝑣𝑐𝑧 ;

• O mecanismo resistente devido ao intertravamento dos agregados entre as

faces da fissura é ativado somente após a ocorrência da fissuração diagonal

e se torna significativo à medida que ocorre deslizamento entre as faces da

fissura. Esse mecanismo está relacionado à microestrutura do concreto (e

consequentemente à sua resistência mecânica) e à energia de fraturamento

do concreto (responsável pelo grau de dutilidade do material). À medida que

a resistência do concreto aumenta, a superfície de fraturamento se torna

menos áspera (comportamento mais frágil), reduzindo a dutilidade do

material e consequentemente a parcela 𝑣𝑎𝑦 em termos relativos. A presença

de armadura de cisalhamento limita a abertura da fissura, aumentando a

dissipação de energia devida ao intertravamento dos agregados, o que

eleva a parcela resistente 𝑣𝑎𝑦 ;


31

• O mecanismo resistente devido ao efeito de pino da armadura longitudinal

depende da aderência concreto-armadura e da rigidez à flexão das barras da

armadura. Esse mecanismo é mais significativo em lajes do que em vigas. A

presença de armadura de cisalhamento tem uma influência positiva no efeito de

pino da armadura longitudinal, pois impede o deslocamento das barras

longitudinais;

• De todos os mecanismos expressos na equação, a contribuição direta da

armadura de cisalhamento 𝑣𝑠 é a menos complicada de se determinar. A sua

contribuição indireta citada em cada um dos três itens anteriores, a qual afeta

de forma benéfica a parcela resistente, é no entanto difícil de ser estimada com

precisão. Por conseguinte, essa contribuição indireta é ignorada na maioria das

normas de projeto, as quais consideram que a parcela 𝑣𝑐 é a mesma para vigas

com ou sem armadura de cisalhamento.


32

2.4. Esforços e tensões no modelo do campo de compressão

modificado

A teoria do campo de compressão modificado foi apresentada em 1986 por F. J.

Vecchio e M. P. Collins (VECCHIO, 1986). Trata-se de um modelo analítico para previsão da

relação carga-deformação de elementos de concreto armados sujeitos a esforços normais e

de cisalhamento atuantes no plano do elemento. O concreto fissurado é tratado como um

novo material com características de tensão-deformação próprias. As condições de

equilíbrio, compatibilidade e relação entre tensão e deformação são formuladas em termos

de valores médios das tensões e das deformações. Este modelo apresenta considerações

específicas para as tensões nas regiões fissuradas.

As relações entre tensão e deformação para o concreto fissurado foram

determinadas com base em 30 ensaios de painéis de concreto armado sujeitos a

carregamentos biaxiais uniformes pré-determinados, abrangendo também a atuação de

cisalhamento isolado. Estes ensaios evidenciaram que o concreto fissurado, quando

submetido a altas tensões de tração na direção normal à compressão, apresenta resistência

inferior quando comparado com os resultados de ensaios realizados com o corpo de prova

cilíndrico. Adicionalmente, tensões de tração significantes foram encontradas entre as

fissuras, mesmo quando submetido a altos valores de deformação média.


33

A Figura 2-7 apresenta a consideração da representatividade do modelo de paineis

ensaiados por Vecchio e Collins.

Figura 2-7 – Representatividade dos paineis ensaiados (adaptado de Bentz, 2006)


34

A Figura 2-8 apresenta de forma sintetizada as equações da teria do campo de

compressão modificado.

Figura 2-8 – Equações da Teoria do Campo de Compressão Modificado (adaptado

de Bentz, 2006)

No modelo do campo de compressão modificado mesmo os elementos que

apresentam apenas armaduras longitudinais obtém resistência ao cisalhamento

considerável após a fissuração, devido à contribuição destas armaduras na prevenção de

aberturas excessivas de fissuras. Em 1989 S. B. Bhide e M. P. Collins publicaram os

resultados de 24 ensaios de painéis de concreto armado com o objetivo de verificar esta

previsão do modelo, complementando os estudos já realizados neste campo (BHIDE, 1989).

Em 2006 E. C. Bentz, F. J. Vecchio, e M. P. Collins apresentaram uma formulação

simplificada do modelo do campo de compressão modificado (BENTZ, 2006). Esta

formulação simplificada foi elaborada a partir de considerações e relações encontradas com


35

os resultados obtidos pelo ensaio de 102 painéis de concreto armado submetidos ao

cisalhamento de forma isolada. As equações Eq. 2-2, Eq. 2-3 e Eq. 2-4 correspondem às

equações simplificadas da teoria do campo de compressão modificado.

𝑣 = 𝑣𝑐 + 𝑣𝑠 = β√𝑓𝑐 ′ + ρ𝑓𝑦 𝑐𝑜𝑡𝜃 Eq. 2-2

0,40 1300 Eq. 2-3


β= ×
1 + 1500𝜀𝑥 1000 + 𝑆𝑧𝑒

𝑆𝑧𝑒 Eq. 2-4


𝜃 = (29° + 7000𝜀𝑥 )× (0,88 + ) ≤ 75°
2500

Onde:

β → parâmetro de espaçamento de abertura equivalente

θ → ângulo das fissuras

ρ → taxa de armadura de cisalhamento

𝜀𝑥 → deformação longitudinal no meio da seção transversal em análise

𝑆𝑧𝑒 → parâmetro de espaçamento de abertura equivalente

0,35𝑠𝑥 Eq. 2-5


𝑆𝑧𝑒 =
𝑎𝑔 + 16

Onde:

𝑎𝑔 → diâmetro máximo do agregado

𝑠𝑥 → espaçamento de abertura de fissuras na direção x


36

2.5. Recomendações de normas

Nesta seção são apresentadas as equações para o cálculo da resistência ao

cisalhamento de elementos de concreto armado dispostas nas normas vigentes em estudo,

baseadas nas teorias da treliça clássica / generalizada ou do campo de compressão

modificado.

NBR 6118/2014

O dimensionamento ao esforço cortante em vigas de concreto armado na NBR

6118/2014 é realizado com base na analogia da treliça generalizada de Mörsch. A soma da

resistência ao cisalhamento do concreto, do efeito de pino da armadura longitudinal e do

engrenamento entre os agregados são representados nesta norma pela parcela 𝑣𝐶 . Neste

procedimento deve-se respeitar um valor de armadura transversal mínimo.

Para lajes e elementos lineares, a NBR 6118/2014 apresenta outro procedimento

de cálculo com a possibilidade de ausência de armadura transversal, porém deve ser

respeitado o valor limite da altura altura últil da peça igual ou inferior a 1/5 de sua largura.

Embora o banco de dados compilado de vigas ensaiadas não atenda ao primeiro

procedimento e esteja quase que integralmente fora do limite apresentado pelo segundo,

ambos serão apresentados e farão parte do estudo comparativo como Procedimento I

(cálculo de 𝑣𝑐 para lajes) e Procedimento II (cálculo de 𝑣𝑐 para vigas), uma vez que a NBR

6118/2014 não dispõe de outra metodologia para estimativa da capacidade resistente ao

cisalhamento de vigas sem armadura transversal.


37

2.5.1.1. NBR - Procedimento I (NBR,I) – cálculo como lajes

A resistência ao cisalhamento de lajes e elementos lineares de concreto armado é

tratada na norma NBR 6118/2014, assim como para vigas, com formulações em termos de

limites máximos para o esforço cortante solicitante 𝑉𝑆𝑑 . Para elementos sem armadura

transversal, deve-se respeitar o limite dado para o esforço de cisalhamento apresentado na

Eq. 2-6.

𝑉𝑆𝑑 ≤ 𝑉𝑅𝑑1 Eq. 2-6

A variável 𝑣𝑅𝑑1 corresponde à força cortante resistente, sendo calculada pela Eq.

2-7.

𝑉𝑅𝑑1 = [𝜏𝑅𝑑 𝑘(1,2 + 40𝜌1 ) + 0,15𝜎𝑐𝑝 ]𝑏𝑤 𝑑 Eq. 2-7

Onde:

𝜏𝑅𝑑 = 0,25𝑓𝑐𝑡𝑑

𝑓𝑐𝑡𝑑 = 𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 ⁄𝛾𝑐

𝜌1 → taxa de armadura longitudinal

𝜎𝑐𝑝 → tensão longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento

Para elementos onde 50% da armadura longitudinal inferior não chega até o apoio,

adota-se 𝑘 = 1. Para os demais casos, adota-se 𝑘 = |1,6 − 𝑑|, com 𝑑 em metros,

respeitando-se o valor limite mínimo de 𝑘 = 1.

Para o cálculo da taxa de armadura longitudinal 𝜌1 consideram-se apenas a área

das armaduras de tração que encontram-se devidamente ancoradas 𝐴𝑠1 , respeitando pré-
38

requisitos de ancoragem definidos pela norma NBR 6118/2014 que não são objeto de

estudo deste trabalho.

𝐴𝑠1 Eq. 2-8


𝜌1 = ≤ 0,02
𝑏𝑤 𝑑

O cálculo da tensão longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento 𝜎𝑐𝑝

é realizado conforma a Eq. 2-9.

𝑁𝑆𝑑 Eq. 2-9


𝜎𝑐𝑝 =
𝐴𝑐

Onde:

𝑁𝑆𝑑 → Força longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento

𝐴𝑐 → Área da seção transversal de concreto

Os elementos apresentados neste trabalho não apresentam força longitudinal na

seção devida à protensão ou carregamento, portando a parcela 𝜎𝑐𝑝 é nula.

2.5.1.2. NBR - Procedimento II (NBR,II) – cálculo como vigas

A resistência ao cisalhamento de vigas de concreto armado é tratada na norma

NBR 6118/2014 com formulações em termos de limites máximos para o esforço cortante

solicitante 𝑉𝑆𝑑 . Este esforço está sujeito a valores limites conforme apresentado nas

equações Eq. 2-10 e Eq. 2-11.


39

𝑉𝑆𝑑 ≤ 𝑉𝑅𝑑2 Eq. 2-10

𝑉𝑆𝑑 ≤ 𝑉𝑅𝑑3 Eq. 2-11

A variável 𝑉𝑅𝑑2 corresponde à resistência da diagonal comprimida (biela). A tensão

atuante nas diagonais compridas pode ser expressa conforme apresentado na equação Eq.

2-12, adotando-se as considerações representadas na Figura 2-5.

𝑉𝑆𝑑 Eq. 2-12


𝜎𝑐𝑏 =
𝑏𝑤 𝑧(𝑐𝑜𝑡𝑔𝜃 + 𝑐𝑜𝑡𝑔𝛼)𝑠𝑒𝑛2 𝜃

O valor da compressão limite é definido na norma NBR 6118/2014 como sendo

𝑓𝑐𝑑2 , valor atribuído para quando a biela é atravessada por mais de um tirante, resultando

em fissuras transversais às tensões de compressão e reduzindo a resistência à compressão

da biela. O valor de 𝑓𝑐𝑑2 é definido conforme apresentado na Eq. 2-13.

𝑓𝑐𝑑2 = 0,60𝛼𝑣2 𝑓𝑐𝑑 Eq. 2-13

Onde:

𝛼𝑣2 = (1 − 𝑓𝑐𝑘 ⁄250), com 𝑓𝑐𝑘 em MPa

𝑓𝑐𝑑 = 𝑓𝑐𝑘 ⁄𝛾𝑐

No limite de resistência da biela temos portanto 𝜎𝑐𝑏 = 𝑓𝑐𝑑2 . Neste caso o termo 𝑣𝑆𝑑

é substituído por 𝑣𝑅𝑑2 , valor correspondente ao limite de resistência da biela. Adotando-se

ainda como distância entre os banzos do modelo da treliça 𝑧 = 0,9𝑑, a equação Eq. 2-12

pode ser descrita conforme apresentado pela Eq. 2-14.


40

𝑉𝑅𝑑2 = 𝑓𝑐𝑑2 𝑏𝑤 ×0,9𝑑(𝑐𝑜𝑡𝑔𝜃 + 𝑐𝑜𝑡𝑔𝛼)𝑠𝑒𝑛2 𝜃

𝑉𝑅𝑑2 = 0,54𝛼𝑣2 𝑓𝑐𝑑 𝑏𝑤 𝑑𝑠𝑒𝑛2 𝜃(𝑐𝑜𝑡𝑔𝜃 + 𝑐𝑜𝑡𝑔𝛼) Eq. 2-14

A equação Eq. 2-14 é apresentada na NBR 6118/2014 como modelo de cálculo II

do procedimento de cálculo da resistência ao cisalhamento. Neste modelo, o ângulo da

diagonal de compressão 𝜃 pode ser admitido com valores entre entre 30° e 45°.

A NBR 6118/2014 possibilita ainda um cálculo simplificado onde o ângulo da

diagonal comprimida 𝜃 é fixado em 45° - este modelo é apresentado como modelo de

cálculo I na NBR 6118/2014. A equação simplificada deste modelo está representada pela

Eq. 2-15.

𝑉𝑅𝑑2 = 0,27𝛼𝑣2 𝑓𝑐𝑑 𝑏𝑤 𝑑 Eq. 2-15

A variável 𝑣𝑅𝑑3 corresponde à resistência da diagonal tracionada, constituída pela

presença da armadura transversal somada com a contribuição do concreto pelos

mecanismos apresentados em 2.3.

𝑉𝑅𝑑3 = 𝑉𝑐 +𝑉𝑠𝑤 Eq. 2-16

O termo 𝑉𝑠𝑤 corresponde à resistência da armadura transversal. Para vigas onde

não há armadura trasnversal ao elemento estrutural, este termo torna-se nulo. O termo 𝑉𝑐

corresponde à contribuição do concreto na resistência ao cisalhamento na diagonal

tracionada. De acordo com o modelo apresentado na norma brasileira NBR 6118/2014 em

elementos estruturais com ausência de força normal, a resistência ao cisalhamento 𝑣𝑐 em

vigas de concreto armado é dada pela Eq. 2-17.

𝑉𝑐 = 0,6𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 𝑏𝑤 𝑑 Eq. 2-17


41

Onde:

𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 → resistência característica inferior do concreto à tração

O valor de 𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 é dado em função da resistência à tração direta do concreto,

conforme apresentado na Eq. 2-18.

𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 = 0,7×𝑓𝑐𝑡,𝑚 Eq. 2-18

Na falta de ensaios para obtenção de valores da resistência à tração direta do

concreto 𝑓𝑐𝑡,𝑚 , a norma NBR 6118/2014 possibilita a utilização de seu valor médio calculado

por meio das equações Eq. 2-19 e Eq. 2-20.

Para concretos com resistência à compressão do concreto 𝑓𝑐𝑘 ≤ 50 𝑀𝑃𝑎:

2/3 Eq. 2-19


𝑓𝑐𝑡,𝑚 = 0,3𝑓𝑐𝑘

Para concretos com resistência à compressão do concreto 55 𝑀𝑃𝑎 ≤ 𝑓𝑐𝑘 ≤ 90 𝑀𝑃𝑎:

𝑓𝑐𝑡𝑚 = 2,12×𝑙𝑛(1 + 0,11𝑓𝑐𝑘 ) Eq. 2-20

Em se tratando de vigas de concreto convencional e sem armadura transversal,

como a resistência à compressão do concreto é muito superior do que sua resistência à

tração, é notório que a ruína das diagonais tracionadas ocorre antes das bielas atingirem

sua capacidade resistente máxima. Neste procedimento, a variável determinante da

resistência ao cisalhamento é portanto 𝑉𝑅𝑑3 .


42

ACI 318/2014 (ACI)

Analogamente à norma brasileira, o dimensionamento ao esforço cortante em vigas

de concreto armado conforme critérios da norma ACI 318/2014 é realizado com base na

analogia da treliça generalizada de Mörsch. A resistência ao cisalhamento 𝑣𝑛 na diagonal

tracionada é calculada conforme apresentado na Eq. 2-21.

𝑣𝑛 = 𝑣𝑐 + 𝑣𝑠 Eq. 2-21

O termo 𝑣𝑠 corresponde à resistência da armadura transversal, nulo para elementos

estruturais sem sua presença. Para estes elementos, o ACI 318/2014 define valores limites

para 𝑣𝑛 de acordo com sua altura. Caso a altura ℎ seja igual ou inferior a 25,4𝑐𝑚 adota-se a

equação Eq. 2-24.

𝑣𝑛 = 𝑣𝑐 Eq. 2-22

Caso a altura ℎ seja superior a 25,4𝑐𝑚 adota-se a equação Eq. 2-25.

𝑣𝑛 = 0,5×𝑣𝑐 Eq. 2-23

O termo 𝑣𝑐 é definido pela norma ACI 318/2014 conforme apresentado pela Eq.

2-24:

𝑉𝑢 𝑑 Eq. 2-24
𝑣𝑐 = (0,16𝜆√𝑓𝑐 ′ + 17𝜌𝑙 ) ×𝑏𝑤 𝑑
𝑀𝑢

Onde:
43

𝜆 → fator de modificação para concreto leve. Para concretos convencionais, 𝜆 = 1

A parcela da resistência do concreto 𝑣𝑐 está sujeita a valores limites conforme

apresentado nas equações Eq. 2-25 e Eq. 2-26.

𝑣𝑐 ≤ (0,16𝜆√𝑓𝑐 ′ + 17𝜌𝑙 ) ×𝑏𝑤 𝑑 Eq. 2-25

𝑣𝑐 ≤ 0,29𝜆√𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑 Eq. 2-26

O ACI 318/2014 impõe um limite máximo para a consideração da resistência do

concreto 𝑓𝑐 ′ na formulação apresentada acima, no valor de 68,95𝑀𝑃𝑎. Este limite é atribuído

quando o elemento estrutural não respeita o valor mínimo de armadura transversal

apresentado nesta norma.

A verificação ao cisalhamento é realizada comparando-se a capacidade resistente

fatorada com a carga última:

𝜙𝑣𝑛 ≥ 𝑣𝑢 Eq. 2-27

Onde:

𝜈𝑢 → força de cisalhamento solicitante fatorada

𝜙 → fator de redução da resistência


44

CSA A23.03-04/2004 (CSA)

O código canadense CSA A23.03-04/2004 apresenta formulações baseadas na

teoria do campo de compressão modificado. A verificação ao cisalhamento é realizada

comparando-se a capacidade resistente fatorada com a carga última conforme apresentado

na Eq. 2-28:

𝑣𝑟 ≥ 𝑣𝑓 Eq. 2-28

Onde:

𝜈𝑓 → força de cisalhamento última solicitante fatorada

𝜈𝑟 → força de cisalhamento resistente fatorada

A força de cisalhamento resistente é calculada pela Eq. 2-29.

𝑣𝑟 = 𝑣𝑐 + 𝑣𝑠 + 𝑣𝑝 Eq. 2-29

Onde:

𝜈𝑝 → componente na direção da força de cisalhamento aplicada devida à protensão

𝜈𝑠 → resistência ao cisalhamento devida à armadura transversal

Para os elementos estruturais sem armadura transversal e que não apresentam

esforços longitudinais ao elemento, 𝑣𝑠 = 0 e 𝑣𝑝 = 0, portanto a força de cisalhamento

resistente pode ser expressa como 𝑣𝑟 = 𝑣𝑐 .

O termo 𝑣𝑐 correspondente à parcela de resistência ao cisalhamento do concreto é

calculado conforme apresentado na Eq. 2-30.


45

𝑣𝑐 = ∅𝑐 𝜆𝛽√𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑𝑣 Eq. 2-30

Onde:

𝜙𝑐 → fator de redução da resistência

𝜆 → fator de modificação para concreto leve. Para concretos convencionais, 𝜆 = 1

𝛽 → fator que considera os efeitos da deformação do elemento estrutural e o

espaçamento de fissuras

𝑑𝑣 → altura efetiva ao cisalhamento, tomada como o maior valor entre 0,9𝑑 e 0,72ℎ

O CSA A23.03-04/2004 apresenta dois cálculos diferentes para o parâmetro 𝛽, um

descrito como modelo simplificado e outro descrito como modelo geral. As equações

apresentadas neste trabalho correspondem ao modelo geral.

O valor do coeficiente 𝛽 é calculado em função da deformação longitudinal 𝜀𝑥 do

elemento e do espaçamento de fissuras, representado pelo parâmetro 𝑆𝑧𝑒 , conforme

expresso pela Eq. 2-31.

0,40 1300 Eq. 2-31


𝛽= ×
1 + 1500𝜀𝑥 1000 + 𝑆𝑧𝑒

Onde:

𝜀𝑥 → deformação longitudinal no meio da seção transversal em análise

𝑆𝑧𝑒 → parâmetro de espaçamento de abertura equivalente

Na falta de cálculos mais precisos, o termo 𝜀𝑥 pode ser tomado como disposto na

Eq. 2-32, já simplificada para casos onde não há protensão ou carregamentos longitudinais

ao elemento estrutural.
46

𝑀𝑢 ⁄𝑑𝑣 + 𝑣𝑢 Eq. 2-32


𝜀𝑥 =
2(𝐸𝑠 𝐴𝑠 )

Onde:

𝐸𝑠 → módulo de elasticidade do aço

𝑣𝑢 → força de cisalhamento solicitante fatorada

𝑀𝑢 → momento fletor solicitante fatorado

𝐴𝑠 → área de armadura longitudinal

𝑑𝑣 → altura efetiva ao cisalhamento, tomada como o maior valor entre 0,9𝑑 e 0,72ℎ

Na Eq. 2-32 os valores de 𝑀𝑢 e 𝑣𝑢 são sempre positivos e 𝑀𝑢 tem como valor

mínimo 𝑣𝑢 𝑧. O valor da deformação 𝜀𝑥 não deve ser inferior a zero, caso contrário deve ser

tomado como zero ou o denominador na Eq. 2-41 deve considerar ainda a parcela de

contribuição do concreto 𝐸𝑐 𝐴𝑐𝑡 . Neste caso, o valor mínimo passa para 𝜀𝑥 é −0,0002. Para

ambos os casos, o valor máximo para 𝜀𝑥 é 0,003.

O termo 𝑆𝑧𝑒 presente na Eq. 2-31 é obtido pelo cálculo apresentado na Eq. 2-33.

35𝑑𝑣 Eq. 2-33


𝑆𝑧𝑒 = ≥ 0,85𝑑𝑣
15 + 𝑎𝑔

Onde:

𝑎𝑔 → diâmetro máximo do agregado

𝑑𝑣 → altura efetiva ao cisalhamento, tomada como o maior valor entre 0,9𝑑 e 0,72ℎ

Para efeito de cálculo de 𝑆𝑧𝑒 , o diâmetro do agredado é considerado nulo quando

𝑓𝑐 ′ ≥ 70𝑀𝑃𝑎. Esta consideração é adotada para representar o efeito do rompimento do


47

agregado em conjunto com o concreto quando de resistência elevada. Neste caso, o

agregado não contribui com a rugosidade da fissura e consequente acréscimo da resistência

ao cisalhamento, reduzindo o efeito de imbricamento. Para evitar descontinuidade desta

parcela, o CSA A23.03-04/2004 propõe que o valor de 𝑎𝑔 seja interpolado na faixa

60𝑀𝑃𝑎 ≤ 𝑓𝑐 ′ ≤ 70𝑀𝑃𝑎, reduzindo a zero para 𝑓𝑐′ = 70𝑀𝑃𝑎.

A resistência ao cisalhamento 𝑣𝑟 deve respeitar o limite definido na Eq. 2-34

𝑣𝑟 ≤ 0,25∅𝑐 𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑𝑣 + 𝑣𝑝 Eq. 2-34

Critérios de armadura mínima podem ser negligenciados quando o elemento

estrutural respeitar as seguintes equações:

𝑣𝑓 ≤ 𝑣𝑐 + 𝑣𝑝 Eq. 2-35

𝑏𝑤 ≤ 750mm Eq. 2-36

Há também uma limitação quando ao momento torçor máximo, como critério para

adoção de armadura mínima. O estudo de torção não é objeto de estudo deste trabalho.
48

CEB-FIP ModelCode/2010 (CEBFIP)

O modelo apresentado pelo CEB-FIP ModelCode/2010 apresenta formulações

baseadas na teoria do campo de compressão modificado. A resistência ao cisalhamento

total é calculada pela Eq. 2-37.

𝑣𝑟𝑑 = 𝑣𝑟𝑑,𝑐 + 𝑣𝑟𝑑,𝑠 Eq. 2-37

Onde:

𝜈𝑟𝑑 → força de cisalhamento resistente

𝜈𝑟𝑑,𝑐 → força de cisalhamento resistente devida ao concreto

𝜈𝑟𝑑,𝑠 → força de cisalhamento resistente devida à armadura transversal

O termo 𝑣𝑟𝑑,𝑐 é calculado conforme apresentado na Eq. 2-38.

√𝑓𝑐𝑘 Eq. 2-38


𝑣𝑟𝑑,𝑐 = 𝐾𝑣 𝑏 𝑧
𝛾𝑐 𝑤

Onde:

𝐾𝑣 → fator que considera os efeitos da deformação do elemento estrutural e o

espaçamento de fissuras

𝛾𝑐 → coeficiente de minoração da resistência do concreto

O valor de 𝑓𝑐𝑘 na Eq. 2-38 é limitado a 64𝑀𝑃𝑎. O modelo apresentado pelo CEB-

FIP ModelCode/2010 justifica a utilização de um limite para a resistência do concreto por


49

conta da grande variabilidade da parcela resistente ao cisalhamento quando utilizados

concretos de alta resistência, principalmente para elementos sem armadura transversal.

O CEB-FIP ModelCode/2010 apresenta para o cálculo da resistência ao

cisalhamento de vigas de concreto armado três procedimentos distintos, declarados como

níveis de aproximação I, II e III. O nível de aproximação I é sugerido para o

dimensionamento de novas estruturas, servindo para elementos com ou sem armadura

transversal. Neste nível, o ângulo da biela é fixo: 𝜃 = 36°. O nível de aproximação II é

indicado tanto para o dimensionamento de novas estruturas quanto para a verificação de

estruturas existentes. Neste nível, a contribuição da resistência do concreto no cisalhamento

é negligenciada. O nível de aproximação III é indicado para casos com carregamentos

complexos ou onde é necessária uma avaliação mais rigorosa da estrutura. Este nível

apresenta o maior grau de complexidade e melhor aproximação dos resultados obtidos entre

os apresentados neste procedimento.

As disposições apresentadas neste trabalho fazem parte do nível de aproximação

III. As equações deste procedimento no nível III são semelhantes aos apresentados pela

norma CSA A23.03-04/2004, em seu modelo geral.

Quando não há armadura transversal, o valor do fator 𝐾𝑣 é calculado pela Eq. 2-39.

0,40 1300 Eq. 2-39


𝑘𝑣 = ×
1 + 1500𝜀𝑥 1000 + 0,7𝑘𝑑𝑔 𝑧

Onde:

𝑘𝑑𝑔 → parâmetro de espaçamento de abertura equivalente

O parâmetro 𝜀𝑥 é calculado pela Eq. 2-41, já simplificada para casos onde não há

protensão ou carregamentos longitudinais ao elemento estrutural.


50

𝑀𝑢 ⁄z + 𝑣𝑢 Eq. 2-40
𝜀𝑥 =
2(𝐸𝑠 𝐴𝑠 )

Assim como na norma canadense CSA A23.03-04/2004, na Eq. 2-41 os valores de

𝑀𝑢 e 𝑣𝑢 são sempre positivos e 𝑀𝑢 tem como valor mínimo 𝑣𝑢 𝑧. O valor da deformação 𝜀𝑥

não deve ser inferior a zero, caso contrário deve ser tomado como zero ou o denominador

na Eq. 2-41 deve considerar ainda a parcela de contribuição do concreto 𝐸𝑐 𝐴𝑐𝑡 . Neste caso,

o valor mínimo passa para 𝜀𝑥 é −0,0002. Para ambos os casos, o valor máximo para 𝜀𝑥 é

0,003.

O parâmetro 𝑘𝑑𝑔 é calculado pela Eq. 2-41.

0,48 Eq. 2-41


𝑘𝑑𝑔 = ≥ 1,15
16 + 𝑎𝑔

Este fator relativo ao diâmetro do agredado é também limitado conforme

apresentado na norma canadense CSA A23.03-04/2004. O intervalo interpolado para zerar

o diâmetro do agregado no CEB-FIP ModelCode/2010 é 64𝑀𝑃𝑎 ≤ 𝑓𝑐𝑘 ≤ 70𝑀𝑃𝑎.

A resistência final deve ser limitada pela Eq. 2-42, já readequada para casos sem

armadura transversal e considerando o modelo de aproximação III.

𝑓𝑐𝑘 Eq. 2-42


𝑣𝑟𝑑 ≤ 𝐾𝐶 𝑏 𝑧
𝛾𝑐 𝑤

O parâmetro 𝐾𝐶 é calculado conforme segue na Eq. 2-43.


51

1⁄ Eq. 2-43
30 3
𝐾𝐶 ≤ {0,55 (𝑓 )
𝑐𝑘
0,55

EN 1992-1-1/2004 (EC2)

O valor da resistência ao cisalhamento apresentado no procedimento de cálculo do

Eurocode EN 1992-1-1 (2004) para elementos estruturais que não apresentam armadura

transversal é calculado conforme expresso na Eq. 2-44.

1⁄ Eq. 2-44
𝑣𝑟𝑑,𝑐 = [𝐶𝑟𝑑,𝑐 𝑘(100𝜌𝑙 𝑓𝑐𝑘 ) 3 + 𝑘1 𝜎𝑐𝑝 ] 𝑏𝑤 𝑑

Onde:

𝐶𝑟𝑑,𝑐 → parâmetro com valor recomendado de 0,18⁄𝛾𝑐

𝜌𝑙 → taxa ded armadura longitudinal

𝑘1 = 0,15

𝜎𝑐𝑝 → tensão longitudinal devida à protensão ou carregamento

Para o cálculo do valor da taxa de armadura longitudinal 𝜌𝑙 considera-se apenas a

área das armaduras de tração 𝐴𝑠1 , que se estende até não menos que 𝑑 + 𝑙𝑏𝑑 além da

seção considerada, onde 𝑙𝑏𝑑 é o comprimento de ancoragem de projeto.

𝐴𝑠1 Eq. 2-45


𝜌1 = ≤ 0,02
𝑏𝑤 𝑑
52

O parâmetro 𝑘 é calculado de acordo com a Eq. 2-46.

Eq. 2-46
200
𝑘 =1+√ ≤2
𝑑

O cálculo da tensão longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento 𝜎𝑐𝑝

é realizado conforma a Eq. 2-47.

𝑁𝐸𝑑 Eq. 2-47


𝜎𝑐𝑝 =
𝐴𝑐

Onde:

𝑁𝐸𝑑 → Força longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento

𝐴𝑐 → Área da seção transversal de concreto

Os elementos apresentados neste trabalho não apresentam força longitudinal na

seção devida à protensão ou carregamento, portando a parcela 𝜎𝑐𝑝 é nula.

O valor da resistência ao cisalhamento deve ainda seguir um valor mínimo,

conforme estabelecido pela Eq. 2-48.

3⁄ 1 Eq. 2-48
𝑣𝑟𝑑,𝑐 ≥ 0,035k 2 𝑓𝑐𝑘 ⁄2
53

Resumo das equações das normas

As equações das normas apresentadas nos itens 2.5.1 a 2.5.5 seguem resumidas

na Tabela 2-1.

Tabela 2-1 – Resumo das equações para cisalhamento das normas


𝐴𝑠1
NBR,I 𝑣𝑅𝑑1 = [𝜏𝑅𝑑 𝑘(1,2 + 40𝜌1 ) + 0,15𝜎𝑐𝑝 ]𝑏𝑤 𝑑 𝜌1 = ≤ 0,02
𝑏𝑤 𝑑
(treliça 1 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝐴𝑠1 < 0,5𝐴𝑠𝑙 𝑁𝑆𝑑
𝑘={
generalizada)
|1,6 − 𝑑| 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜𝑠 𝑑𝑒𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝜎𝑐𝑝 =
𝐴𝑐

𝑣𝑐 = 0,6𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 𝑏𝑤 𝑑 𝑓𝑐𝑡𝑘,𝑖𝑛𝑓 = 0,7×𝑓𝑐𝑡,𝑚


NBR,II
2/3
(treliça 𝑓𝑐𝑡,𝑚 = 0,3𝑓𝑐𝑘 (𝑓𝑐𝑘 ≤ 50 𝑀𝑃𝑎)
generalizada)
𝑓𝑐𝑡𝑚 = 2,12×𝑙𝑛(1 + 0,11𝑓𝑐𝑘 ) (55 𝑀𝑃𝑎 ≤ 𝑓𝑐𝑘 ≤ 90 𝑀𝑃𝑎)

ACI
𝑉𝑢 𝑑 0,29𝜆√𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑
(treliça
𝑣𝑐 = (0,16𝜆√𝑓𝑐 ′ + 17𝜌𝑙 ) ×𝑏𝑤 𝑑 𝑣𝑐 ≤ {
𝑀𝑢 (0,16𝜆√𝑓𝑐 ′ + 17𝜌𝑙 ) ×𝑏𝑤 𝑑
generalizada)

𝑣𝑐 = ∅𝑐 𝜆𝛽√𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑𝑣
CSA
35𝑑𝑣
0,40 1300 𝑆𝑧𝑒 = ≥ 0,85𝑑𝑣
(campo de 𝛽= × 15 + 𝑎𝑔
1 + 1500𝜀𝑥 1000 + 𝑆𝑧𝑒
compressão
𝑣𝑟 ≤ 0,25∅𝑐 𝑓𝑐 ′𝑏𝑤 𝑑𝑣 + 𝑣𝑝
𝑀𝑢 ⁄𝑑𝑣 + 𝑣𝑢
modificado) 𝜀𝑥 =
2(𝐸𝑠 𝐴𝑠 )

0,48
√𝑓𝑐𝑘 𝑘𝑑𝑔 = ≥ 1,15
𝑣𝑟𝑑,𝑐 = 𝐾𝑣 𝑏 𝑧 16 + 𝑎𝑔
CEBFIP 𝛾𝑐 𝑤
𝑓𝑐𝑘
(campo de 0,40 1300 𝑣𝑟𝑑 ≤ 𝐾𝐶 𝑏 𝑧
𝑘𝑣 = × 𝛾𝑐 𝑤
1 + 1500𝜀𝑥 1000 + 0,7𝑘𝑑𝑔 𝑧
compressão
1⁄
30 3
𝑀𝑢 ⁄z + 𝑣𝑢
𝐾𝐶 ≤ {0,55 (𝑓 )
modificado)
𝜀𝑥 = 𝑐𝑘
2(𝐸𝑠 𝐴𝑠 )
0,55

EC2 1⁄
𝑣𝑟𝑑,𝑐 = [𝐶𝑟𝑑,𝑐 𝑘(100𝜌𝑙 𝑓𝑐k ) 3 + 𝑘1 𝜎𝑐𝑝 ] 𝑏𝑤 𝑑
3⁄ 1
(treliça
200 𝑣𝑟𝑑,𝑐 ≥ 0,035k 2 𝑓𝑐𝑘 ⁄2
𝑘 =1+√ ≤2
generalizada) 𝑑
54

2.6. Influência dos parâmetros na resistência ao cisalhamento

A parcela resistênte ao cisalhamento dos elementos estruturais atribuída ao

concreto é influênciada por diversos parâmetros. Neste item serão apresentados estudos e

trabalhos realizados com o objetivo de elencar os parâmetros com maior representatividade

nesta influência.

Taxa de armadura longitudinal

A armadura longitudinal presente em elementos de concreto armado contribui em

sua resistência ao cisalhamento de duas formas distintas. É responsável pelo efeito de pino

que permite a transferência de esforços diagonais através das fissuras e, ao controlar a

abertura de fissuras, a armadura longitudinal garante a transferência de esforços dado pelo

engrenamento dos agregados ao longo da fissura.

A Figura 2-9 apresenta resultados de ensaios de vigas e lajes compilados por

Hedman, O. e Losberg, A. (1978), retratando a influência da taxa de armadura longitudinal

na resistência ao cisalhamento, esta apresentada em termos dos valores de momentos na

ocorrência da falha por cisalhamento. A Figura 2-11 apresenta esta mesma influência em

termos da tensão de ruptura por força cortante relacionada com o valor correspondente a

uma taxa de 1% de armadura longitudinal. A influência da taxa de armadura na resistência

ao cisalhamento do elemento estrutural é evidente em ambas as figuras.


55

Figura 2-9 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao

cisalhamento (adaptado de Hedman, O.; Losberg, A., 1978)

Figura 2-10 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao

cisalhamento (adaptado de Leonhardt, F., 1979)


56

Para isolar a relação entre a taxa de armadura longitudinal 𝜌 e a tensão de

cisalhamento 𝜏𝑤 , FUSCO (2008) apresentou um gráfico ajustando o eixo das tensões por

meio da variável 𝑦1 definida pela Eq. 2-49:

𝜏𝑤 Eq. 2-49
𝑦1 ≥
(1,6 − 𝑑)√𝑓𝑐

O termo (1,6 − 𝑑) é o parâmetro 𝑘 apresentado pela norma NBR 6118/2014 no

cálculo da resistência ao cisalhamento 𝑣𝑅𝑑1 e corresponde à influência da altura útil do

elemento.

A Figura 2-11 divide a relação entre a taxa armadura longitudinal 𝜌 e a tensão de

cisalhamento 𝜏𝑤 em dois trechos, cuja relação é apresentada como linear e crescente até

𝜌 = 2% e constante a partir deste valor. O valor de 2% corresponde ao máximo valor de 𝜌

que a norma NBR 6118/2014 permite ser considerando como contribuição da armadura

longitudinal na resistência ao cisalhamento de 𝑣𝑅𝑑1 .


57

Figura 2-11 – Influência da taxa de armadura longitudinal na resistência ao

cisalhamento (Fusco, 2008)

A regressão linear da distribuição de 𝜌 no trecho ≤ 2% é expressa pela Eq. 2-50:

𝑦1𝑚 = 0,090(1 + 52𝜌) Eq. 2-50

Considerando-se a taxa de armadura longitudinal 𝜌: foi adotada como variável de

distribuição normal com 95% de probabilidade de ocorrência, a variável 𝑦1 pode ser

expressa comforme apresentado na Eq. 2-51.

0,090 Eq. 2-51


𝑦1𝑘 = (1 + 52𝜌)
1,33
58

Esta variável representa a relação entre a taxa de armadura longitudinal e a

resistência ao cisalhamento, sendo apresentada na Figura 2-11 pela equação simplificada

Eq. 2-52.

0,090 Eq. 2-52


𝑦1 = (1 + 50𝜌)
1,33

Altura últil

A parcela de contribuição da armadura longitudinal na resistência ao cisalhamento

ao controlar a abertura de fissuras dos elementos de concreto armado está intimamente

ligada à altura do elemento em questão. À medida em que a altura da peça aumenta, a

distância da armadura de flexão distancia-se dos trechos superiores da seção, reduzindo a

capacidade de controle de fissuras atribuída à armadura longitudinal. Consequentemente, a

relação entre a tensão de cisalhamento resistente e a altura útil dos elementos estruturais

não é linear.

A Figura 2-12 apresenta a influência da altura útil na resistência ao cisalhamento,

em termos da tensão de ruptura por força cortante relacionada com o valor correspondente

a uma altura útil de 20𝑐𝑚.


59

Figura 2-12 – Influência da altura útil na resistência ao cisalhamento (adaptado de

Leonhardt, F., 1979)

Analogamente ao estudo da infuência da taxa de armadura longitudinal, FUSCO

(2008) apresentou a relação entre a altura útil do elemento estrutural e a tensão de

cisalhamento 𝜏𝑤 utilizando-se de um gráfico ajustando o eixo das tensões, isolando-a da

influência dos demais parâmetros. A variável de ajuste das tensões definida por 𝑦2 é

apresentada conforme a Eq. 2-53.

𝜏𝑤 Eq. 2-53
𝑦2 ≥
(1 + 50𝜌)√𝑓𝑐

A equação de 𝑦2 corresponde à equação de 𝑦1 fazendo-se a substituição do termo

denominador que representa a influência da altura útil do elemento (1,6 − 𝑑) pelo

denominador (1 + 50𝜌), que corresponde à influência da taxa de armadura longitudinal na

resistência ao cisalhamento.

A Figura 2-13 divide a relação entre a altura útil 𝑑 e a tensão de cisalhamento 𝜏𝑤

em dois trechos, cuja relação é apresentada como linear e decrescente até 𝑑 = 0,6𝑚 e

constante a partir deste valor. O valor de 0,6𝑚 corresponde ao valor máximo apresentado na
60

norma NBR 6118/2014 para o qual o “efeito de escala” na resistência ao cisalhamento em

peças de concreto armado atue de forma plena, minorando a resistência do elemento.

Figura 2-13 – Influência da altura útil na resistência ao cisalhamento (Fusco, 2008)

A regressão linear da distribuição de 𝑑 no trecho ≤ 0,6𝑚 é expressa pela Eq. 2-54:

𝑦2𝑚 = 0,090(1,75 − 1,25𝑑) Eq. 2-54


61

Considerando-se a taxa de armadura longitudinal 𝑑: foi adotada como variável de

distribuição normal com 95% de probabilidade de ocorrência, a variável 𝑦1 pode ser

expressa comforme apresentado na Eq. 2-55.

0,090 Eq. 2-55


𝑦2𝑘 = (1,75 − 1,25𝑑)
1,36

Esta variável representa a relação entre a altura útil do elemento estrutural de

concreto armado e sua resistência ao cisalhamento, sendo apresentada na Figura 2-13 de

forma simplificada pela Eq. 2-56.

0,090 Eq. 2-56


𝑦2 = (1,6 − 𝑑)
1,36

O termo (1,6 − 𝑑) corresponde à influência da altura útil do elemento na resistência

ao cisalhamento.
62

Relação entre a distância da carga pontual e a altura útil

De acordo com MACGREGOR & WIGHT (2012), em elementos estruturais onde a

carga é aplicada próxima aos apoios, a transferência de força cortante por compressão

inclinada na biela resulta no efeito de arco, levando os esforços de compressão diretamente

da região de aplicação até o apoio. Este efeito eleva significativamente a resistência ao

cisalhamento do elemento e está condicionado a uma adequada ancoragem da armadura

longitudinal de flexão nos apoios.

A Figura 2-14 apresenta a influência da relação entre a distância da carga pontual e

a altura útil 𝑎/𝑑 na resistência ao cisalhamento, em termos da tensão de ruptura por força

cortante.

Figura 2-14 – Influência da relação 𝑎/𝑑 na resistência ao cisalhamento (adaptado

de Leonhardt, F., 1979)


63

A Figura 2-15 (c) adaptada de MACGREGOR & WIGHT (2012) apresenta de forma

gráfica a capacidade máxima estrutural quanto a esforços cortantes no instante da falha do

elemento ou ocorrência de fissuração inclinada, em função da razão entre a distância da

carga pontual aplicada 𝑎 e a altura útil 𝑑 de uma viga sem armadura de cisalhamento. Neste

modelo a seção transversal do elemento estrutural permanece constante, ocorrendo apenas

variação da distância 𝑎.

De acordo com MACGREGOR & WIGHT (2012) vãos de cisalhamento muito curtos

com valores de 𝑎 inferiores à 𝑑, desenvolvem fissuras inclinadas que se estendem desde o

ponto de aplicação do carga até o apoio. Estas fissuras impedem o fluxo de cisalhamento

horizontal da armadura longitudinal para a zona de compressão, mudando o comportamento

de ação de viga para ação de arco. Desta forma, a armadura longitudinal serve como uma

tirante com tensão uniforme, exigindo atenção maior quanto à ancoragem em suas

extremidades. Vão curtos de cisalhamento com relação entre distância da carga e altura útil

no intervalo 1 ≤ 𝑎/𝑑 < 2,5 desenvolvem fissuras inclinadas, e após a redistribuição de

tensão são capazes de suportar carregamento adicional atribuída ao efeito de arco. Como a

fissura inclinada se prolonga a uma altura maior, dentro da viga, do que a fissura de flexão,

a falha ocorre antes que seja atingido o momento de flexão máximo.

Em elementos com vãos no intervalo 2,5 ≤ 𝑎/𝑑 < 6,5 as fissuras inclinadas

quebram o equilíbrio em tal magnitude que a viga falha no carregamento que provoca a

fissuração inclinada. Elementos muito esbeltos com 𝑎/𝑑 ≥ 6,5 falham por flexão antes da

formação de fissuras inclinadas. A Figura 2-15 (b) traduz esta relação entre a capacidade

estrutural em termos de momentos e a “esbeltez” 𝑎/𝑑 da peça.


64

Figura 2-15 – Influência da relação 𝑎/𝑑 na resistência ao cisalhamento (adaptado

de MacGregor, J. G.; Wight, J. K., 2012)


65

Resistência à compressão do concreto

A resistência ao cisalhamento dos elementos estruturais pode ser traduzida como a

capacidade de suporte de carga do elemento, estando diretamente relacionada com a

resistência do concreto. A resistência do concreto é normalmente representada por sua

resistência à compressão e à tração, sendo cada tipo de resistência avaliada de acordo com

o mecanismo de falha que a estrutrura apresenta. Como as fissuras no concreto são

decorrentes de tensões principais de tração, a resistência do concreto à tração tem maior

influência na resistência ao cisalhamento destes elementos. Esta hipótese amplamente

aceita por muitos pesquisadores e é apresentada em quase todas as normas.

A resistência à tração do concreto é usualmente descrita em normas em função da

sua resistência à compressão, sendo tanto pela sua raiz quadrada quanto pela sua raiz

cúbica. Não há consenso nas normas para o valor adotado; enquanto o Eurocode EN 1992-

1-1 (2004) considera a raiz cúbica, a relação adotada pelo ACI 318/2014 é dada pela raiz

quadrada.

Ao descrever a influência de outros parâmetros na resistência ao cisalhamento,

FUSCO (2008) considerou a raiz quadrada tanto ao avaliar a taxa de armadura longitudinal

(Figura 2-11) quanto para a altura útil do elemento estrutural (Figura 2-13).

A Figura 2-16 apresenta os parâmetros que influenciam a resistência ao

cisalhamento citados neste estudo em termos da raiz cúbica da resistência à compressão do

concreto, relação que é considerada nas equações encontradas no MODEL CODE MC 90 e

MODEL CODE MC 2010 do CEB/FIP.


66

Figura 2-16 –Resistência ao cisalhamento em função dos parâmetros (adaptado de

fib bulletin 2, 1999)


67

Gráficos da influência dos parâmetros nas equações de normas

Para apresentar a influência dos parâmetros nas equações de normas de forma

gráfica, elaborou-se um banco de dados fctício atribuindo-se valores em um intervalo pré-

determinado para os parâmetros. Os intervalos dos valores fictícios dos parâmetros foram

adotados de forma que apresentassem semelhança com os intervalos apresentados no

banco de dados de vigas de ensaios, validando a comparação entre os resultados obtidos. A

partir destes valores foram elaborados os traçados das resistências em função dos

parâmetros em estudo para cada norma.

Para o banco de dados fictício, os intervalos considerados foram:

• Taxa de armadura longitudinal: 0,23% ≤ 𝜌 ≤ 2,00%;

• Altura útil: 450𝑚𝑚 ≤ 𝑑 ≤ 2250𝑚𝑚;

• Relação entre a distância da carga pontual e a altura útil: 1,50 ≤ 𝑎/𝑑 ≤ 4,00;

• Resistência à compressão do concreto: 20𝑀𝑃𝑎 ≤ 𝑓𝑐𝑘 ≤ 80𝑀𝑃𝑎.

É importante ressaltar que para manter a validade das equações de cada norma,

existem limites diferentes para os intervalos dos parâmetros apresentados a serem

respeitados. Para a elaboração gráfica de um comparativo entre equações de normas, serão

representadas as curvaturas de influência considerando os intervalos citados. Cada intervalo

foi subdividido em 5 valores. Os valores adotados estão apresentados na Tabela 2-2.

Tabela 2-2 – Valores adotados para cada intervalo de parâmetro

𝜌 𝑑 𝑎 ⁄𝑑 𝑓𝑐𝑘
[%] [𝑚𝑚] [−] [𝑀𝑃𝑎]
0,23 450 1,50 20
0,67 600 2,13 30
1,12 900 2,75 40
1,56 1800 3,38 60
2,00 2250 4,00 80
68

O eixo vertical apresentado nos gráficos desta seção corresponde à tensão

resistente de cisalhamento 𝑅 , calculada conforme descrito na Eq. 2-57.

𝜈𝑅 Eq. 2-57
𝜏𝑅 =
𝑏𝑤 𝑑

Onde:

𝑣𝑅 → força de cisalhamento resistente para cada norma, conforme Tabela 2-1.

2.6.5.1. Taxa de armadura longitudinal

O Gráfico 2-1 apresenta a influência da taxa de armadura longitudinal na resistência

ao cisalhamento, para as equações das normas em estudo. Para elaboração deste gráfico,

o parâmetro taxa de armadura longitudinal é variável no intervalo definido pela Tabela 2-2,

sendo os demais parâmetros estabelecidos com valores fixos, de forma a isolar o efeito da

influência da taxa de armadura longitudinal. Os valores atribuídos aos demais parâmetros

foram: 𝑑 = 450𝑚𝑚; 𝑎⁄𝑑 = 1,50 e 𝑓𝑐𝑘 = 30𝑀𝑃𝑎.


69

Gráfico 2-1 – Influência da taxa de armadura longitudinal conforme normas

Tanto a formulação da norma ACI quando da NBR,I representam de forma linear a

relação entre a resistência ao cisalhamento e a taxa de armadura longitudinal, sendo que a

influência é mais acentuada na norma brasileira. A formulação da NBR,II não considera a

taxa de armadura longitudinal em suas equações. As formulações apresentadas pelas

normas EC2, CSA e CEB-FIP apresentam um acréscimo da resistência ao cisalhamento

com o aumento da taxa de armadura, porém de forma não linear.

2.6.5.2. Altura útil

O Gráfico 2-2 apresenta a influência da altura útil na resistência ao cisalhamento,

para as equações das normas em estudo. Para elaboração deste gráfico, o parâmetro altura

útil é variável no intervalo definido pela Tabela 2-2, sendo os demais parâmetros

estabelecidos com valores fixos, de forma a isolar o efeito da influência da altura útil. Os

valores atribuídos aos demais parâmetros foram: 𝜌 ≤ 2,00%; 𝑎⁄𝑑 = 1,50 e 𝑓𝑐𝑘 = 30𝑀𝑃𝑎.
70

Gráfico 2-2 – Influência da altura útil conforme normas

Tanto a formulação da norma ACI quando da NBR,II não apresentam variação da

resistência ao cisalhamento em função de variações da altura útil do elementoi estrutural. A

formulação da NBR,II não considera a taxa de armadura longitudinal em suas equações. A

formulação NBR,I apresenta uma descontinuidade da consideração da influência da altura

útil, sendo esta relação descrescente até 𝑑 = 600𝑚𝑚 e constante a partir deste valor. Esta

consideração feita pela norma é conforme descrito no item 2.6.2. As formulações

apresentadas pelas normas EC2, CSA e CEBFIP apresentam uma curva decrescente da

resistência ao cisalhamento com o aumento da altura útil, sendo mais acentuada para as

duas últimas.
71

2.6.5.3. Relação entre a distância da carga pontual e a altura útil

O Gráfico 2-3 apresenta a influência da relação entre a distância da carga pontual e

a altura útil na resistência ao cisalhamento, para as equações das normas em estudo. Para

elaboração deste gráfico, o parâmetro 𝑎⁄𝑑 é variável no intervalo definido pela Tabela 2-2,

sendo os demais parâmetros estabelecidos com valores fixos, de forma a isolar o efeito da

influência da altura útil. Os valores atribuídos aos demais parâmetros foram: 𝜌 ≤ 2,00%; 𝑑 =

450𝑚𝑚 e 𝑓𝑐𝑘 = 30𝑀𝑃𝑎.

Gráfico 2-3 – Influência da relação 𝑎/𝑑 conforme normas

As formulações das normas EC2, NBR,I e NBR,II não apresentam influência da

relação 𝑎⁄𝑑 na resistência ao cisalhamento. As formulações da norma ACI, CSA e CEBFIP

apresentam uma curva decrescente da resistência ao cisalhamento com o aumento da

relação 𝑎⁄𝑑, sendo mais acentuada para as duas últimas.


72

2.6.5.4. Resistência à compressão do concreto

O Gráfico 2-4 apresenta a influência da resistência à compressão do concreto na

resistência ao cisalhamento, para as equações das normas em estudo. Para elaboração

deste gráfico, o parâmetro 𝑓𝑐𝑘 é variável no intervalo definido pela Tabela 2-2, sendo os

demais parâmetros estabelecidos com valores fixos, de forma a isolar o efeito da influência

da altura útil. Os valores atribuídos aos demais parâmetros foram: 𝜌 ≤ 2,00%; 𝑑 = 450𝑚𝑚 e

𝑎⁄𝑑 = 1,50.

Gráfico 2-4 – Influência da resistência à compressão do concreto conforme normas

Todas as formulações das normas apresentam curvatura crescente da resistência

ao cisalhamento em função do acréscimo da resistência à compressão do concreto. As

formulações NBR,I e NBR,II apresentam influência maior do 𝑓𝑐𝑘 quando comparadas às

demais. As curvaturas encontradas para a formulação da norma ACI e EC2 são similares.
73

As formulações apresentadas pela norma CSA e CEBFIP apresentam resultados de

curvatura extremamente próximos.


74

3. METODOLOGIA

3.1. Critérios e considerações para a aplicação equações de normas

Com a elevada diversidade de autores considerados no banco de dados de ensaios

de vigas, os dados obitidos na literatura encontram-se em padrões também diversificados.

Neste capítulo são apresentados os critérios e considerações realizados no banco de dados

de ensaios de vigas, necessários para possibilitar o cálculo das resistências ao

cisalhamento considerando-se nas normas apresetadas neste estudo.

Fatores de majoração e minoração

As equações de normas presentes no item 2.1 consideram seus respectivos fatores

de majoração de esforços e minoração de resistências, ou apresentam os esforços e

resistências já fatorados. Estes fatores são decorrentes de ajustes

estatísticos/probabilísticos sobre os esforços solicitantes e resistências, além de contemplar

também imprecisões das equações e premissas adotadas por cada norma.

Considerando as leituras de ensaios como precisas, a aplicação de fatores

decorrentes de ajustes estatísticos/probabilísticos não é adotada neste estudo. De modo

geral os fatores de majoração e minoração são apresentados nas normas sem a divisão das

parcelas que os compõe. Para adoção deste critério os fatores de majoração e minoração

aplicados às formulações são unitários.

Ancoragem da armadura longitudinal


75

Para efeito da consideração das formulações apresentadas nas normas, as

exigências de ancoragem mínima da armadura longitudinal além da seção em análise são

adotadas como atendidas.

Diâmetro dos agregados

À parte do comprimento de ancoragem, o diâmetro dos agregados é considerado

também no cálculo da parcela contribuinte à resistência ao cisalhamento correspondente ao

efeito de imbricamento. Este efeito é levado em consideração pelas normas CEB-FIP

ModelCode/2010 e CSA A.23.3/2004. Para ensaios do banco de dados onde não é

constatado o diâmetro do agregados utilizado, adotou-se o valor médio de 12,5𝑚𝑚 de forma

a minimizar a variação do efeito desta parcela na resistência ao cisalhamento.

Momento fletor na seção em análise

Quando o valor do momento fletor 𝑀𝑢 não foi informado, adotou-se 𝑀𝑢 = 𝑣𝑢 ×𝑎,

sendo 𝑎 a distância do ponto de aplicação da carga até o apoio. Esta consideração é

possível pois foram sempre consideradas vigas biapoiadas nos ensaios obtidos na literatura.

Resistência à compressão do concreto

A resistência à compressão do concreto utilizado nas estruturas não possui um

valor único e definido, apresentando -se de forma distribuída estatísticamente no entorno de

um valor médio 𝑓𝑐𝑚 . Admitindo-se que a resistência do concreto seja formada por um
76

universo amostral constituído de um número infinito de valores, sua função densidade de

frequência considerada com uma distribuição de normal pode ser representada conforme a

Figura 3-1.

Figura 3-1 –Distribuição da resistência do concreto (Cerqueira, 2000)

A função densidade de probabilidade da distribuição normal é expressa conforme

Eq. 3-1.

1 (𝑥−𝜇)2 Eq. 3-1


[− ]
𝑓(𝑥,𝜇,𝜎) = ×𝑒 2𝜎 2
√2𝜋𝜎 2

Onde:

𝜎 → desvio padrão

𝜇 → média 𝑓𝑐𝑚

Para a função de distribuição normal padrão adota-se 𝜎 = 1 e 𝜇 = 0. A função de

densidade de probabilidade fica então em sua forma reduzida, expressa pela Eq. 3-2:

1 𝑢2 Eq. 3-2
[− ]
𝑓(𝑢) = ×𝑒 2
√2𝜋
77

A resistência do concreto 𝑓𝑐 com probabilidade P% de ocorrência é então definida

pela Eq. 3-3.

𝑓𝑐 = 𝑓𝑐𝑚 − 𝑢×𝜎 Eq. 3-3

As normas apresentadas neste estudo consideram para a resistência à compressão

do concreto os valores distintos 𝑓𝑐𝑘 e 𝑓𝑐 ′, ambos representando valores característicos de

resistência do material.

Para o cálculo da resistência característica 𝑓𝑐𝑘 , é considerada a probabilidade de

que em 95% dos casos o valor da resistência do concreto será superior à sua resistência

característica . Esta definição é atribuída a um critério de distribuição estatística adotado

pelas normas que fazem uso do valor característico 𝑓𝑐𝑘 . A probabilidade de ocorrência do

valor de 𝑓𝑐𝑘 é definida pela integral da função de distribuição definida pela Eq. 3-4,

correspondendo à função de distribuição acumulada normal padrão.

𝑢
1 𝑢2 Eq. 3-4
[− ]
∫ ×𝑒 2 𝑑𝑢 = (0,95 − 0,50)
0 √2𝜋

A Eq. 3-4 resulta em 𝑢 = 1,65. A resistência característica do concreto com 95% de

probabilidade de ocorrência é expressa pela Eq. 3-5.

𝑓𝑐𝑘 = 𝑓𝑐𝑚 − 1,65×𝜎𝑓𝑐 Eq. 3-5

Onde:

𝜎𝑓𝑐 → desvio padrão da resistência à compressão do concreto


78

O cálculo da resistência característica 𝑓𝑐 ′ considera o maior valor de duas situações

probabilísticas. A primeira situação limita que o valor médio da resistência do concreto de

três ensaios consecutivos seja inferior ao valor de 𝑓𝑐𝑚 .em apenas 1% dos casos. Esta

definição é atribuída a um critério de distribuição estatística adotado pelas normas que

fazem uso do valor característico 𝑓𝑐 ′. A probabilidade de ocorrência do valor de 𝑓𝑐 ′ para esta

condição corresponde a 91% de ocorrência na distribuição normal, sendo expressa pela

integral definida apresentada pela Eq. 3-6.

𝑢
1 𝑢2 Eq. 3-6
[− ]
∫ ×𝑒 2 𝑑𝑢 = (0,91 − 0,50)
0 √2𝜋

A Eq. 3-6 resulta em 𝑢 = 1,34. A resistência característica do concreto com 91% de

probabilidade de ocorrência é expressa pela Eq. 3-7.

𝑓𝑐′ = 𝑓𝑐𝑚 − 1,34×𝜎𝑓𝑐 Eq. 3-7

A segunda situação estipula uma probabilidade de 99% de que a que a resistência

do concreto seja superior à sua resistência característica, somada de 3,45𝑀𝑃𝑎. Esta

definição é atribuída a um critério de distribuição estatística somado a um controle de

qualidade, adotados pelas normas que fazem uso do valor característico 𝑓𝑐 ′. A probabilidade

de ocorrência do valor de 𝑓𝑐 ′ para esta condição é expressa pela integral definida

apresentada pela Eq. 3-8.

𝑢
1 𝑢2 Eq. 3-8
[− ]
∫ ×𝑒 2 𝑑𝑢 = (0,99 − 0,50)
0 √2𝜋
79

A Eq. 3-8 resulta em 𝑢 = 2,33. A resistência característica do concreto com 99% de

probabilidade de ocorrência somada de 3,45𝑀𝑃𝑎 é expressa pela Eq. 3-9.

𝑓𝑐′ = 𝑓𝑐𝑚 − 2,33×𝜎𝑓𝑐 + 3,45 Eq. 3-9

O valor de 𝑓𝑐 ′ fica então definido pela Eq. 3-10.

𝑓𝑐𝑚 − 1,34×𝜎𝑓𝑐 Eq. 3-10


𝑓𝑐 ′ ≥ {
𝑓𝑐𝑚 − 2,33×𝜎𝑓𝑐 + 3,45

O banco de dados compliado neste estudo é formado por ensaios de diferentes

pesquisadores. A resistência do concreto experimental anotada por cada pesquisador é

apresentada em padrões diversos, havendo casos onde a resistência é dada em seu valor

característico, outros como resistência do corpo de prova prismático ou cilíndrico. Esta

diversidade torna necessário correlacionar a forma como a resistência do concreto

experimental é anotada por cada autor com a utilizada pelas normas em estudo.

A geometria dos corpos de prova utilizados nos ensaios em estudo variam entre

primática ou cilíndrica. Como critério de uniformização da resistência do concreto, Kuchma

(2013) apresenta a correlação descrita na Eq. 3-11, considerando o corpo de prova cilíndrico

com altura de 300mm e diâmetro de 150mm.

𝑓𝑐𝑚,𝑝𝑟𝑖𝑠𝑚𝑎 = 0,95×𝑓𝑐𝑚,𝑐𝑖𝑙. Eq. 3-11

Onde:

𝑓𝑐𝑚,𝑝𝑟𝑖𝑠𝑚𝑎 → resistência do concreto à compressão do corpo de prova prismático


80

𝑓𝑐𝑚,𝑐𝑖𝑙. → resistência do concreto à compressão do corpo de prova cilíndrico

As resistências consideradas nas normas são calculadas com base na resistência

do corpo de prova cilíndrico, portanto o valor da resistência média adotada é conforme

apresentado na Eq. 3-12.

𝑓𝑐𝑚= 𝑓𝑐𝑚,𝑐𝑖𝑙. Eq. 3-12

Quando utilzado o valor de 𝑓𝑐𝑘 , Reineck et al. (2003) cita o valor de 8𝑀𝑃𝑎 a ser

considerado para o desvio padrão 𝜎𝑓𝑐 das amostras, quando consideram-se estruturas de

concreto armado submetidas a condições de campo. Para testes realizados em condições

de laboratório, propõe uma dispersão de 4𝑀𝑃𝑎 para o cálculo da resistência característica

𝑓𝑐𝑘 do concreto.

Os dados de ensaios compilados neste estudo são obtidos de literaturas diversas,

porém não estão sujeitos a adversidades como as apresentadas por estruturas em

condições de campo. Considerando condições laboratoriais para o banco de dados, adota-

se o valor sugerido de 4𝑀𝑃𝑎 para a dispersão, no cálculo de 𝑓𝑐𝑘 . O desvio padrão é então

calculado pela equação Eq. 3-13.

1,65×𝜎𝑓𝑐 = 4𝑀𝑃𝑎 Eq. 3-13

Para esta dispersão obtém-se um desvio padrão 𝜎𝑓𝑐 de 2, 42𝑀𝑃𝑎.


81

3.2. Critérios adotados para a composição do banco de dados das

vigas

Limites dos parâmetros atribuídos pelas normas

A validade das equações apresentadas pelas normas em estudo por diversas vezes

é condicionada a intervalos limites das variáveis presentes nas mesmas. A atribuição destes

limites dentro das normas ocorre, entre outros fatores, para não se superestimar o

parâmetro envolvido, ou mesmo devido à ausência de ensaios fora do intervalo válido. A

presença de limites possibilita que as normas representem uma variação da influência dos

parâmetros dentro das equações de acordo com sua própria variação, sem a necessidade

de se adotar novas equações dependendo do intervalo dos parâmetros. A Tabela 3-1

apresenta alguns limites adotados para cada norma.

Tabela 3-1 – Limites dos parâmetros atribuídos pelas normas

unid. ACI CSA EC2 CEB-FIP NBR,I NBR,II

𝑎 cm ≥ 2h - - - ≥h ≥h

𝜌 % - ≤2 - ≤2 -

𝑓𝑦 MPa ≤ 414 - - - - -

𝑓𝑐𝑘 MPa - - ≤ 90* ≤ 64** ≤ 90* ≤ 90*

𝑓𝑐 ′ MPa ≤ 69** ≤ 64** - - - -

*limite geral apresentado pela norma


**limite para estrutura sem armadura transversal

A norma ACI 318/2014 afirma que não limita o diâmetro dos agregados utilizados a

um determinado intervalo. Este parâmetro é porém estabelecido de forma indireta pela

definição dos espaçamentos das armaduras.


82

A taxa de armadura longitudinal possui limites em todas as normas apresentadas.

Os valores mínimos limitam a abertura de fissuras. Os limites máximos estão relacionados à

deformação das armaduras. A Tabela 3-1 apresenta os limites adicionais para a taxa de

armadura longitudinal presentes na equação da resistência ao cisalhamento de vigas. Este

valor é definido com o intuito de não se superestimar a contribuição deste parâmetro na

resistência ao cisalhamento do elemento estrutural.

Características para consideração do ensaio

Para a composição do banco de dados das vigas de concreto armado, foram

compiladas vigas apresentadas em referencias bibliográficas que atenderam os seguintes

critérios:

• seção sem armadura transversal;

• rompimento por cisalhamento;

• ensaio realizado com aplicação de carga pontual em vigas biapoiadas.

Para o critério de rompimento por cisalhamento foi realizada uma verificação dupla,

considerando-se apenas os ensaios de literatura com este tipo de falha e que satisfazem a

verificação feita pela Eq. 3-14.

𝜈𝑠 ×𝑎 Eq. 3-14
𝛽𝑓𝑙𝑒𝑥 = ≤ 1,10
𝑀𝑟

Onde:

𝜈𝑠 → esforço cortante solicitante obtido pelo ensaio no momento da falha;

𝑎 → distância do apoio até o ponto de aplicaçação da carga;

𝑀𝑟 → momento resistente da seção.


83

A Eq. 3-14 limita que o momento solicitante no instante da falha não supere a

capacidade à flexão do elemento estrutural em 10%. Esta limitação é feita por Kuchma

(2013), e leva em consideração que os procedimentos para o cálculo de resistência à flexão

possuem uma margem de segurança.

Para garantir a aplicação dos modelos propostos nas normas citadas neste estudo,

foram eliminados do banco de dados filtrado os ensaios que apresentavam a relação 𝑎⁄𝑑 <

2,40. Este critério adotado por Kuchma (2013) em seu estudo de cisalhamento em vigas tem

como objetivo eliminar os ensaios com aplicação de carga próximos aos apoios. Para

carregamentos próximos aos apoios, as condições de transferência de carga apresentam

uma parcela resistente devido ao efeito de arco considerável, sendo incompatível com os

procedimentos de cálculo apresentados neste estudo. Nestes casos outros modelos devem

ser considerados, como o modelo de bielas e tirantes.

Apenas os ensaios cujos valores resistentes calculados por todos os procedimentos

de normas em estudo satisfazem simultaneamente a Eq. 3-15 foram considerados. Este

critério adotado visa eliminar a consideração resultados de ensaios que apresentam valores

dìspares de todos os procedimentos de cálculo de forma simultânea, evidenciando possíveis

erros de leitura e/ou inconsistências no próprio ensaio. Ensaios apresentando valores dentro

do intervalo definido pela Eq. 3-15 para um ou mais procedimentos foram considerados.

𝜈𝑢 Eq. 3-15
0,5 < ≤ 2,0
𝜈𝑅𝑚𝑜𝑑. ′

Onde:

𝜈𝑅𝑚𝑜𝑑. ′ → força de cisalhamento resistente de todos os modelos considerados.


84

O banco de vigas filtrado a partir destes três critérios reduziu o número de ensaios

considerados inicialmente de 797 para 726 ensaios considerados válidos.

3.3. Cálculo da tensão de cisalhamento solicitante

O esforço de cisalhamento solicitante é representado em termos de tensões,

conforme Eq. 3-16.

𝜈𝑢 Eq. 3-16
𝜏𝑠 =
𝑏𝑤 𝑑

Onde:

𝜏𝑠 → tensão de cisalhamento solicitante.

3.4. Razão entre tensão solicitante e resistente dos modelos

O comparativo dos modelos de cálculo presentes nas normas em estudo é

realizado individualmente para cada ensaio. Para o comparativo, é feito o cálculo da razão

entre a tensão solicitante obtida pelos resultados de ensaios de literaturas diversas e a

tensão resistente de cada modelo de cálculo. Esta razão (𝑚𝑜𝑑. ) é conforme expressa na Eq.

3-17.

𝑠 Eq. 3-17
𝑚𝑜𝑑. =
𝑅𝑚𝑜𝑑.
85

Onde:

𝑚𝑜𝑑. → razão entre tensões experimental e resistente de cada modelo;

𝜏𝑅𝑚𝑜𝑑. → tensão de cisalhamento resistente do modelo.

A tensão resistente de cisalhamento 𝑅𝑚𝑜𝑑. é calculada conforme descrito na Eq.

3-18.

𝜈𝑅𝑚𝑜𝑑. Eq. 3-18


𝜏𝑅𝑚𝑜𝑑. =
𝑏𝑤 𝑑

Onde:

𝑣𝑅𝑚𝑜𝑑. → força de cisalhamento resistente do modelo.

3.5. Critério de avaliação das Normas: pontos de demérito segundo

Collins

Para estabelecer um comparativo entre os procedimentos de cálculo apresentados

neste trabalho, os mesmos foram avaliados segundo o critério de penalidade proposto por

Collins (2011), conforme apresentado na Tabela 3-2. Este critério permite pontuar as

normas individualmente a cada ensaio de acordo com o respectivo 𝑚𝑜𝑑. obtido e classificar

as mesmas de acordo com o total de pontos acumulados. Este critério de penalidade será

expresso neste trabalho por DP Collins.


86

Tabela 3-2 – Classificação por pontos de demérito segundo Collins (2011)

Classificação Intervalo de 𝒎𝒐𝒅.. Pontos de demérito

Extremamente Perigosa 𝑚𝑜𝑑. < 0,50 10

Perigosa 0,50 ≤ 𝑚𝑜𝑑. < 0,65 5

Baixa Segurança 0,65 ≤ 𝑚𝑜𝑑. < 0,85 2

Segurança Apropriada 0,85 ≤ 𝑚𝑜𝑑. < 1,30 0

Conservadora 1,30 ≤ 𝑚𝑜𝑑. < 2,00 1

Extremamente conservadora 𝑚𝑜𝑑. ≥ 2,00 2

Quanto mais distante dos resultados encontrados, maior é a penalidade aplicada

por esta classificação, sendo que ambas as situações extremas (estruturalmente perigosa

ou conservadora) são penalizadas de formas distintas. Se para estruturas em situações

extremamente conservadoras há gastos excessivos, para situações extremamente

perigosas há riscos envolvidos, sendo o demérito maior neste último caso.

3.6. Parâmetros para classificação das vigas do banco de dados

Nas vigas sem armadura de cisalhamento, o colapso por tração diagonal ocorre

quando a primeira fissura inclinada é formada ou pouco após isso. Os parâmetros que

afetam a resistência ao cisalhamento analisados neste estudo são tratados conforme a

seguinte nomenclatura:

• crit01 - relação entre a distância da carga pontual e a altura útil - 𝑎⁄𝑑

• crit02 - altura útil – 𝑑

• crit03 - resistência à compressão do concreto - 𝑓𝑐𝑘

• crit04 - taxa de armadura longitudinal - 𝜌


87

3.7. Definição do intervalo de cada critério para o estudo

parametrizado

No estudo da influência individualizada dos parâmetros na resistência ao

cisalhamento das vigas de concreto armado, o uso de gráficos apresentando as tensões

divididas pelos demais parâmetros que compõe a resistência do elemento possibilita

analisar esta influência de forma bastante eficiente, conforme nota-se na Figura 2-16. Este

modo de apresentar as tensões possibilita identificar com clareza o grau de influência do

parâmetro isolado, caso a distribuição dos resultados apresente alguma tendência.

Os procedimentos de cálculo para a resistência ao cisalhamento tratadas neste

estudo diferem entre si, não somente na forma como abordam a influência dos parâmetros

mas também em seu embasamento teórico: o formato das equações para o cálculo da

resistência ao cisalhamento apresentam os parâmetros de formas distintas. Como

consequência, a divisão das tensões pelos demais parâmetros para obter-se uma

representação gráfica exige que cada norma apresente seu próprio eixo de tensões, uma

vez que o denominador resultante do isolamento dos demais parâmetros é singular para

cada equação/norma. Nesta representação com diferentes denominadores, o eixo das

tensões divididas pelos respectivos denominadores não apresenta a mesma unidade

quando comparam-se equações/normas diferentes, dificultanto a comparação quantitativa

entre seus resultados. Esta forma de abordagem atribui um caráter qualitativo ao estudo

comparativo, ao possibilitar a análise do grau de influência de cada parâmetro pela

correspondência gráfica apresentada.

É importante destacar que uma boa correlação gráfica entre os resultados de

ensaio e a resistência calculada considerando determinado parâmetro não pode ser

traduzida diretamente como uma representação assertiva deste parâmetro na norma em

questão. Nesta hipótese, os denominadores provenientes dos demais parâmetros que


88

dividem a tensão são também objeto de estudo de sua influência na capacidade resistente

da viga, podendo ou não estar representados de forma adequada e influenciando no gráfico

dos outros parâmetros, ao se apresentarem na forma de denominadores.

Para possibilitar a comparação paramétrica entre equações de normas diferentes

de forma quantitativa, a abordagem gráfica presente neste estudo não considera as tensões

divididas pelos demais parâmetros ao se estudar a influência isolada de cada critério. Para o

estudo da influência de determinado critério (𝑎⁄𝑑, 𝑑, 𝑓𝑐𝑘 , 𝜌), são considerados apenas os

ensaios dentro de subgrupos definidos por intervalos para os demais critérios, limitando o

reflexo de sua influência na resistência ao cisalhamento na resposta gráfica. O intervalo de

abrangência dos subgrupos que dividem os critérios é definido de forma a distribuir o

número de ensaios de forma representativa, de acordo com o intervalo total apresentado

pelo banco de dados.

3.8. Resultados experimentais e de normas

Os resultados dos cálculos com as formulações de cada uma das normas em

estudo será apresentado comparando-os com os resultados experimentais obtidos na

literatura. Cada comparativo de norma será apresentado separadamente, de forma a facilitar

a leitura gráfica e a apresentação dos resultados obtidos.


89

3.9. CARACTERÍSTICAS DO BANCO DE DADOS

Distribuição do número de ensaios dentro dos parâmetros

Os 726 ensaios das vigas que formam o banco de dados compilado e filtrado neste

estudo apresentam grande variação de distribuição de valores dentro dos critérios crit01 a

crit04. A distribuição do número de ensaios considerando os parâmetros em estudo foi

subdividida em seis subgrupos (classes) de mesmo intervalo, buscando uma caracterização

do banco de dados de forma mais precisa. Esta subdivisão em seis classes foi definida de

forma a não dispersar demasiadamente os dados, possibilitando o encontro de ensaios

dentro de uma mesma classe com todos os intervalos dos demais parâmetros. Este número

de subdivisões foi encontrado de forma iterativa.

Os limites máximos e mínimos adotados para os subgrupos não foram definidos de

acordo com a amplitude dos parâmetros do banco de dados, visto que a distribuição dos

parâmetros não segue a distribuição normal. Para os valores limites, foram considerados os

valores extremos dos parâmetros próximos aos limites apresentados como válidos pelas

normas.
90

A distribuição do número de ensaios dentro do critério crit01 (relação 𝑎⁄𝑑) é

apresentada pela Figura 3-2. O critério crit01 foi subdividido em 6 faixas, com intervalo entre

faixas de 0,85.

• crit01a: 2,40 ≤ 𝑎⁄𝑑 ≤ 2,60

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30

• crit01d: 4,30 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 5,15

• crit01e: 5,15 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 6,00

• crit01f: 6,00 < 𝑎⁄𝑑

Figura 3-2 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro

𝑎/𝑑
91

A distribuição do número de ensaios dentro do critério crit02 (altura útil 𝑑) é

apresentada pela Figura 3-3. O critério crit02 foi subdividido em 6 faixas, com intervalo entre

faixas de 175𝑚𝑚.

• crit02a: 𝑑 ≤ 150𝑚𝑚

• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚

• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚

• crit02d: 500𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 675𝑚𝑚

• crit02e: 675𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 850𝑚𝑚

• crit02f: 850𝑚𝑚 < 𝑑

Figura 3-3 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝑑


92

A distribuição do número de ensaios dentro do critério crit03 (resistência à

compressão do concreto 𝑓𝑐𝑘 ) é apresentada pela Figura 3-4. O critério crit03 foi subdividido

em 6 faixas, com intervalo entre faixas de 15𝑀𝑃𝑎.

• crit03a: 𝑓𝑐𝑘 ≤ 15𝑀𝑃𝑎

• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎

• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎

• crit03d: 45𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 60𝑀𝑃𝑎

• crit03e: 60𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 75𝑀𝑃𝑎

• crit03f: 75𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘

Figura 3-4 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝑓𝑐𝑘


93

A distribuição do número de ensaios dentro do critério crit04 taxa de armadura

longitudinal 𝜌) é apresentada pela Figura 3-5. O critério crit04 foi subdividido em 6 faixas,

com intervalo entre faixas de 0,75%.

• crit04a: 𝜌 ≤ 0,75%

• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%

• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%

• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%

• crit04e: 3,00% < 𝜌 ≤ 3,75%

• crit04f: 3,75% < 𝜌

Figura 3-5 –Distribuição do número de ensaios considerando o parâmetro 𝜌


94

A Tabela 3-3 apresenta um resumo dos intervalos de cada critério.

Tabela 3-3 – Resumo dos intervalos dos critérios

crit01 - 𝑎⁄𝑑 crit02 - 𝑑 crit03 - 𝑓𝑐𝑘 crit04 - 𝜌


intervalo
(-) (mm) (MPa) (%)

a ≤ 2,60 ≤ 150 ≤ 15 ≤ 0,75

> 2,60 > 150 > 15 > 0,75


b
≤ 3,45 ≤ 325 ≤ 30 ≤ 1,50

> 3,45 > 325 > 30 > 1,50


c
≤ 4,30 ≤ 500 ≤ 45 ≤ 2,25

> 4,30 > 500 > 45 > 2,25


d
≤ 5,15 ≤ 675 ≤ 60 ≤ 3,00

> 5,15 > 675 > 60 > 3,00


e
≤ 6,00 ≤ 850 ≤ 75 ≤ 3,75

f > 6,00 > 850 > 75 > 3,75


95

3.10. Distribuição dos ensaios considerando os subgrupos dos critérios

A Tabela 3-4 apresenta a distribuição dos ensaios considerando o critério crit01

livre, para todas as combinações possíveis dos demais critérios. Cosiderando os três

critérios restantes dividios em seis subgrupos de intervalos (subgrupos 𝑎:a 𝑓), o total de

combinações corresponde a 63 = 216. A codificação adotada para as combinações de

subgrupos segue o padrão NNNN, onde o primeiro caractere corresponde ao critério crit01,

o segundo ao critério crit02, o terceiro ao crit03 e o quarto caractere, ao critério crit04. As

letras 𝑎:a 𝑓 representam os subgrupos de cada critério; a letra X representa o critério livre

em estudo. A primeira combinação apresentada 𝑋𝑎𝑎𝑎 corresponde ao critério livre crit01,

com demais critérios em seus subgrupos 𝑎. Esta combinação não apresenta ensaios,

portanto não há no banco de dados considerado, ensaios que apresentem simultaneamente

𝑑 ≤ 150𝑚𝑚, 𝑓𝑐𝑘 ≤ 15𝑀𝑃𝑎 e 𝜌 ≤ 0,75%. A combinação seguinte 𝑋𝑎𝑎𝑑 apresenta apenas 2

ensaios, o que resultaria em uma reta entre estes dois pontos em uma análise gráfica,

impossibilitando a apresentação de um traçado que represente a influência do parâmetro

crit01 considerando os seis intervalos de distribuição considerados.

Onde:

𝑁 → ‘a’, ‘b’, ‘c’, ‘d’, ‘e’ ou ‘f’ (em função do subgrupo); ‘X’, caso seja o critério livre.

Figura 3-6 – Nomenclatura adotada para as combinações


96

Tabela 3-4 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit01 (𝑎/𝑑) livre

Xaaa 0 Xbaa 2 Xcaa 0 Xdaa 0 Xeaa 0 Xfaa 0


Xaab 0 Xbab 3 Xcab 0 Xdab 0 Xeab 0 Xfab 0
Xaac 0 Xbac 12 Xcac 2 Xdac 0 Xeac 0 Xfac 0
Xaad 2 Xbad 1 Xcad 1 Xdad 0 Xead 0 Xfad 0
Xaae 0 Xbae 1 Xcae 0 Xdae 0 Xeae 0 Xfae 0
Xaaf 0 Xbaf 0 Xcaf 0 Xdaf 0 Xeaf 0 Xfaf 0
Xaba 0 Xbba 14 Xcba 5 Xdba 2 Xeba 1 Xfba 8
Xabb 15 Xbbb 57 Xcbb 19 Xdbb 1 Xebb 1 Xfbb 14
Xabc 17 Xbbc 70 Xcbc 9 Xdbc 0 Xebc 0 Xfbc 2
Xabd 22 Xbbd 43 Xcbd 8 Xdbd 9 Xebd 0 Xfbd 6
Xabe 0 Xbbe 18 Xcbe 0 Xdbe 0 Xebe 0 Xfbe 0
Xabf 0 Xbbf 10 Xcbf 0 Xdbf 0 Xebf 0 Xfbf 0
Xaca 0 Xbca 2 Xcca 2 Xdca 1 Xeca 0 Xfca 2
Xacb 2 Xbcb 32 Xccb 10 Xdcb 5 Xecb 0 Xfcb 14
Xacc 9 Xbcc 30 Xccc 13 Xdcc 2 Xecc 0 Xfcc 1
Xacd 0 Xbcd 23 Xccd 1 Xdcd 1 Xecd 0 Xfcd 0
Xace 0 Xbce 10 Xcce 0 Xdce 0 Xece 0 Xfce 0
Xacf 0 Xbcf 9 Xccf 2 Xdcf 0 Xecf 0 Xfcf 0
Xada 0 Xbda 0 Xcda 0 Xdda 0 Xeda 0 Xfda 0
Xadb 2 Xbdb 7 Xcdb 1 Xddb 0 Xedb 0 Xfdb 1
Xadc 4 Xbdc 18 Xcdc 4 Xddc 2 Xedc 0 Xfdc 3
Xadd 0 Xbdd 3 Xcdd 1 Xddd 1 Xedd 0 Xfdd 0
Xade 0 Xbde 5 Xcde 0 Xdde 1 Xede 0 Xfde 0
Xadf 0 Xbdf 11 Xcdf 0 Xddf 0 Xedf 0 Xfdf 0
Xaea 0 Xbea 0 Xcea 0 Xdea 0 Xeea 0 Xfea 2
Xaeb 0 Xbeb 7 Xceb 2 Xdeb 2 Xeeb 2 Xfeb 2
Xaec 0 Xbec 5 Xcec 2 Xdec 0 Xeec 2 Xfec 0
Xaed 0 Xbed 2 Xced 0 Xded 1 Xeed 0 Xfed 0
Xaee 0 Xbee 9 Xcee 2 Xdee 0 Xeee 0 Xfee 0
Xaef 0 Xbef 10 Xcef 0 Xdef 0 Xeef 0 Xfef 0
Xafa 0 Xbfa 2 Xcfa 0 Xdfa 0 Xefa 0 Xffa 1
Xafb 0 Xbfb 5 Xcfb 4 Xdfb 0 Xefb 1 Xffb 4
Xafc 0 Xbfc 10 Xcfc 8 Xdfc 0 Xefc 1 Xffc 0
Xafd 0 Xbfd 3 Xcfd 0 Xdfd 1 Xefd 0 Xffd 0
Xafe 0 Xbfe 12 Xcfe 2 Xdfe 0 Xefe 1 Xffe 1
Xaff 2 Xbff 7 Xcff 1 Xdff 0 Xeff 0 Xfff 0
97

Para o estudo da influência dos parâmetros de forma isolada, são consideradas as

combinações que apresentam ao menos 1 ensaio dentro de cada um de seus subgrupos ao

se analisar cada parâmetro. Esta condição visa a representação gráfica de todos os

intervalos do parâmetro em estudo. Para o critério crit01, as combinações que atendem esta

condição estão destacadas na Tabela 3-4, correspondendo às combinações 𝑋𝑏𝑏𝑐, 𝑋𝑏𝑏𝑑 e

𝑋𝑏𝑏𝑑. A representação do conjunto de ensaios da combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐 é exibido na Figura 3-7.

crit02b crit03b

crit04c
𝑋𝑏𝑏𝑐 = 𝑐𝑟𝑖𝑡02𝑏 ∩ 𝑐𝑟𝑖𝑡03𝑏 ∩ 𝑐𝑟𝑖𝑡04𝑐

Figura 3-7 –Representação do conjunto de ensaios da combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐


98

A Tabela 3-5 apresenta a distribuição de combinações para o critério crit02, de

forma análoga à apresentada para o critério crit01. Para o estudo deste critério, há uma

única combinação que satisfaz as condições adotadas, correspondendo à combinação

𝑏𝑋𝑏𝑏. Esta combinação está destacada na Tabela 3-5.

Tabela 3-5 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit02 (𝑑) livre

aXaa 1 bXaa 0 cXaa 1 dXaa 0 eXaa 0 fXaa 0


aXab 3 bXab 0 cXab 0 dXab 0 eXab 0 fXab 0
aXac 3 bXac 7 cXac 2 dXac 2 eXac 0 fXac 0
aXad 1 bXad 1 cXad 1 dXad 1 eXad 0 fXad 0
aXae 0 bXae 0 cXae 0 dXae 1 eXae 0 fXae 0
aXaf 0 bXaf 0 cXaf 0 dXaf 0 eXaf 0 fXaf 0
aXba 3 bXba 13 cXba 14 dXba 0 eXba 0 fXba 0
aXbb 13 bXbb 53 cXbb 23 dXbb 12 eXbb 4 fXbb 2
aXbc 4 bXbc 51 cXbc 18 dXbc 13 eXbc 4 fXbc 8
aXbd 10 bXbd 28 cXbd 25 dXbd 11 eXbd 6 fXbd 8
aXbe 1 bXbe 6 cXbe 5 dXbe 4 eXbe 1 fXbe 1
aXbf 0 bXbf 3 cXbf 3 dXbf 3 eXbf 0 fXbf 1
aXca 0 bXca 6 cXca 1 dXca 0 eXca 0 fXca 0
aXcb 8 bXcb 39 cXcb 13 dXcb 3 eXcb 0 fXcb 0
aXcc 8 bXcc 32 cXcc 14 dXcc 1 eXcc 0 fXcc 0
aXcd 5 bXcd 7 cXcd 3 dXcd 6 eXcd 3 fXcd 1
aXce 1 bXce 4 cXce 3 dXce 0 eXce 1 fXce 1
aXcf 0 bXcf 5 cXcf 1 dXcf 1 eXcf 2 fXcf 2
aXda 0 bXda 0 cXda 0 dXda 0 eXda 0 fXda 0
aXdb 7 bXdb 3 cXdb 1 dXdb 0 eXdb 0 fXdb 0
aXdc 6 bXdc 17 cXdc 3 dXdc 3 eXdc 2 fXdc 0
aXdd 0 bXdd 3 cXdd 1 dXdd 0 eXdd 1 fXdd 0
aXde 0 bXde 4 cXde 1 dXde 1 eXde 0 fXde 0
aXdf 2 bXdf 4 cXdf 5 dXdf 0 eXdf 0 fXdf 0
aXea 0 bXea 2 cXea 0 dXea 0 eXea 0 fXea 0
aXeb 1 bXeb 11 cXeb 3 dXeb 0 eXeb 0 fXeb 0
aXec 0 bXec 7 cXec 2 dXec 0 eXec 0 fXec 0
aXed 0 bXed 1 cXed 2 dXed 0 eXed 0 fXed 0
aXee 0 bXee 4 cXee 7 dXee 0 eXee 0 fXee 0
aXef 2 bXef 4 cXef 4 dXef 0 eXef 0 fXef 0
aXfa 0 bXfa 3 cXfa 0 dXfa 0 eXfa 0 fXfa 0
aXfb 0 bXfb 10 cXfb 4 dXfb 0 eXfb 0 fXfb 0
aXfc 1 bXfc 7 cXfc 11 dXfc 0 eXfc 0 fXfc 0
aXfd 1 bXfd 1 cXfd 2 dXfd 0 eXfd 0 fXfd 0
aXfe 2 bXfe 4 cXfe 10 dXfe 0 eXfe 0 fXfe 0
aXff 0 bXff 1 cXff 9 dXff 0 eXff 0 fXff 0
99

A Tabela 3-6 apresenta a distribuição de combinações para o critério crit03. Para o

estudo deste critério as combinações que satisfazem as condições adotadas correspondem

às combinações 𝑏𝑏𝑋𝑐, 𝑏𝑐𝑋𝑐 e 𝑐𝑏𝑋𝑐. Estas combinações estão destacadas na Tabela 3-6.

Tabela 3-6 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ) livre

aaXa 0 baXa 0 caXa 0 daXa 0 eaXa 0 faXa 0


aaXb 3 baXb 4 caXb 4 daXb 4 eaXb 3 faXb 1
aaXc 3 baXc 18 caXc 3 daXc 0 eaXc 1 faXc 5
aaXd 1 baXd 7 caXd 11 daXd 2 eaXd 3 faXd 0
aaXe 0 baXe 0 caXe 0 daXe 0 eaXe 0 faXe 0
aaXf 0 baXf 0 caXf 2 daXf 0 eaXf 0 faXf 0
abXa 4 bbXa 5 cbXa 11 dbXa 0 ebXa 0 fbXa 0
abXb 23 bbXb 44 cbXb 33 dbXb 10 ebXb 0 fbXb 1
abXc 14 bbXc 71 cbXc 36 dbXc 18 ebXc 5 fbXc 1
abXd 11 bbXd 24 cbXd 17 dbXd 13 ebXd 7 fbXd 3
abXe 4 bbXe 18 cbXe 23 dbXe 6 ebXe 2 fbXe 2
abXf 4 bbXf 17 cbXf 18 dbXf 4 ebXf 1 fbXf 3
acXa 0 bcXa 3 ccXa 4 dcXa 0 ecXa 0 fcXa 0
acXb 4 bcXb 27 ccXb 4 dcXb 0 ecXb 1 fcXb 0
acXc 3 bcXc 24 ccXc 8 dcXc 1 ecXc 0 fcXc 2
acXd 3 bcXd 1 ccXd 4 dcXd 2 ecXd 0 fcXd 1
acXe 0 bcXe 2 ccXe 2 dcXe 0 ecXe 0 fcXe 0
acXf 0 bcXf 0 ccXf 2 dcXf 0 ecXf 1 fcXf 0
adXa 0 bdXa 3 cdXa 0 ddXa 0 edXa 0 fdXa 0
adXb 0 bdXb 6 cdXb 1 ddXb 1 edXb 0 fdXb 0
adXc 0 bdXc 2 cdXc 2 ddXc 0 edXc 0 fdXc 0
adXd 1 bdXd 8 cdXd 1 ddXd 0 edXd 0 fdXd 3
adXe 0 bdXe 1 cdXe 0 ddXe 0 edXe 0 fdXe 0
adXf 0 bdXf 0 cdXf 0 ddXf 0 edXf 0 fdXf 0
aeXa 0 beXa 0 ceXa 1 deXa 0 eeXa 0 feXa 0
aeXb 0 beXb 3 ceXb 1 deXb 0 eeXb 0 feXb 0
aeXc 0 beXc 2 ceXc 1 deXc 0 eeXc 0 feXc 0
aeXd 0 beXd 0 ceXd 0 deXd 0 eeXd 0 feXd 0
aeXe 0 beXe 0 ceXe 1 deXe 0 eeXe 0 feXe 0
aeXf 0 beXf 0 ceXf 0 deXf 0 eeXf 0 feXf 0
afXa 0 bfXa 13 cfXa 0 dfXa 0 efXa 0 ffXa 0
afXb 2 bfXb 32 cfXb 1 dfXb 0 efXb 0 ffXb 0
afXc 2 bfXc 4 cfXc 0 dfXc 0 efXc 0 ffXc 0
afXd 1 bfXd 1 cfXd 1 dfXd 1 efXd 0 ffXd 2
afXe 0 bfXe 1 cfXe 0 dfXe 0 efXe 0 ffXe 0
afXf 0 bfXf 0 cfXf 0 dfXf 0 efXf 0 ffXf 0
100

A Tabela 3-7 apresenta a distribuição de combinações para o critério crit04. Para o

estudo deste critério as combinações que satisfazem as condições adotadas correspondem

às combinações 𝑏𝑏𝑏𝑋, 𝑏𝑏𝑐𝑋 e 𝑐𝑏𝑏𝑋. Estas combinações estão destacadas na Tabela 3-7.

Tabela 3-7 – Distribuição de ensaios considerando o critério crit04 (𝜌) livre

aaaX 0 baaX 1 caaX 1 daaX 0 eaaX 0 faaX 0


aabX 1 babX 18 cabX 16 dabX 6 eabX 7 fabX 6
aacX 2 bacX 8 cacX 1 dacX 0 eacX 0 facX 0
aadX 4 badX 2 cadX 0 dadX 0 eadX 0 fadX 0
aaeX 0 baeX 0 caeX 0 daeX 0 eaeX 0 faeX 0
aafX 0 bafX 0 cafX 2 dafX 0 eafX 0 fafX 0
abaX 7 bbaX 6 cbaX 3 dbaX 3 ebaX 0 fbaX 0
abbX 24 bbbX 84 cbbX 56 dbbX 34 ebbX 7 fbbX 7
abcX 16 bbcX 47 cbcX 25 dbcX 10 ebcX 5 fbcX 3
abdX 7 bbdX 19 cbdX 11 dbdX 4 ebdX 3 fbdX 0
abeX 3 bbeX 13 cbeX 17 dbeX 0 ebeX 0 fbeX 0
abfX 3 bbfX 10 cbfX 26 dbfX 0 ebfX 0 fbfX 0
acaX 1 bcaX 1 ccaX 0 dcaX 1 ecaX 0 fcaX 0
acbX 4 bcbX 19 ccbX 13 dcbX 2 ecbX 1 fcbX 2
accX 2 bccX 19 cccX 5 dccX 0 eccX 1 fccX 1
acdX 2 bcdX 4 ccdX 0 dcdX 0 ecdX 0 fcdX 0
aceX 0 bceX 5 cceX 1 dceX 0 eceX 0 fceX 0
acfX 1 bcfX 9 ccfX 5 dcfX 0 ecfX 0 fcfX 0
adaX 0 bdaX 0 cdaX 0 ddaX 0 edaX 0 fdaX 0
adbX 1 bdbX 7 cdbX 1 ddbX 0 edbX 0 fdbX 3
adcX 0 bdcX 5 cdcX 3 ddcX 1 edcX 0 fdcX 0
addX 0 bddX 4 cddX 0 dddX 0 eddX 0 fddX 0
adeX 0 bdeX 3 cdeX 0 ddeX 0 edeX 0 fdeX 0
adfX 0 bdfX 1 cdfX 0 ddfX 0 edfX 0 fdfX 0
aeaX 0 beaX 0 ceaX 0 deaX 0 eeaX 0 feaX 0
aebX 0 bebX 1 cebX 1 debX 0 eebX 0 febX 0
aecX 0 becX 0 cecX 0 decX 0 eecX 0 fecX 0
aedX 0 bedX 0 cedX 0 dedX 0 eedX 0 fedX 0
aeeX 0 beeX 4 ceeX 0 deeX 0 eeeX 0 feeX 0
aefX 0 befX 0 cefX 3 defX 0 eefX 0 fefX 0
afaX 0 bfaX 0 cfaX 0 dfaX 0 efaX 0 ffaX 0
afbX 1 bfbX 25 cfbX 1 dfbX 1 efbX 0 ffbX 2
afcX 2 bfcX 14 cfcX 1 dfcX 0 efcX 0 ffcX 0
afdX 2 bfdX 2 cfdX 0 dfdX 0 efdX 0 ffdX 0
afeX 0 bfeX 4 cfeX 0 dfeX 0 efeX 0 ffeX 0
affX 0 bffX 6 cffX 0 dffX 0 effX 0 fffX 0
101

A Tabela 3-8 apresenta as combinações de intervalos de critérios que satisfazem

as condições adotadas e o respectivo número de ensaios totais para cada combinação, com

a sua designação e a distribuição de ensaios válidos correspondente.

Tabela 3-8 – Resumo de combinações válidas

Distribuição de
critério ensaios combinação
ensaios
70 Xbbc 01
crit01: 𝑎⁄𝑑 02
43 Xbbd
18 Xbbe 03
crit02: 𝑑 53 bXbb 04
71 bbXc 05
crit03: 𝑓𝑐𝑘 24 bcXc 06
36 cbXc 07
84 bbbX 08
crit04: 𝜌 47 bbcX 09
56 cbbX 10
102

4. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA NBR 618:2014 – lajes (NBR,I)

A avaliação de resultados da norma NBR 6118:2014 para o cálculo como lajes é

referenciada neste trabalho como procedimento I, e nos gráficos e tabelas como NBR,I. A

avaliação de resultados é apresentada para cada um dos critérios separadamente,

considerando-se as combinações destacadas na Tabela 3-8

4.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 4-1 e a Tabela 4-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


103

Gráfico 4-1 – NBR,I – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 4-1 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 3 26 9 10 3 1 52
conservadora 1 9 5 3 0 0 18
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 1 9 5 3 0 0 18

O Gráfico 4-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente. A Tabela 4-1 apresenta a maior concentração

de pontos de demérito na faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


104

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 4-2 e a Tabela 4-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 4-2 – NBR,I - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


105

Tabela 4-2 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 7 8 6 3 3 28
conservadora 4 9 1 0 0 0 14
extremamente conservadora 0 1 0 0 0 0 1

DP Collins 4 11 1 0 0 0 16

O Gráfico 4-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 4-2 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 4-3 e a Tabela 4-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


106

Gráfico 4-3 – NBR,I - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 4-3 – NBR,I - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 2 2 4 1 1 10
conservadora 1 2 3 0 0 0 6
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 1 6 3 0 0 0 10

O Gráfico 4-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 4-3 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


107

4.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 4-4 e a Tabela 4-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 4-4 – NBR,I - influência de 𝑑 para combinação bXbb


108

Tabela 4-4 – NBR,I - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 13 8 1 1 12 35
conservadora 3 6 5 0 0 2 16
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 3 10 5 0 0 2 20

O Gráfico 4-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma acompanhou esta

tendência de queda. A Tabela 4-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito

na faixa de crit02b, quando 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚.


109

4.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 4-5 e a Tabela 4-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 4-5 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


110

Tabela 4-5 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 3 1 3 7
segurança apropriada 3 26 15 5 1 0 50
conservadora 3 9 1 0 1 0 14
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 3 9 1 6 3 6 28

O Gráfico 4-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência não está muito clara para resistências elevadas. A

equação da norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A

Tabela 4-5 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b,

quando 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎. As faixas de crit03d (45𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 60𝑀𝑃𝑎) e de crit03f

(75𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ) também apresentaram pontuações significativas de demérito.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 4-6 e a Tabela 4-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


111

Gráfico 4-6 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 4-6 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 2 2 3 7
segurança apropriada 0 5 9 0 0 1 15
conservadora 1 0 0 1 0 0 2
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 1 0 0 5 4 6 16

O Gráfico 4-6 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento, apresentando

valores superiores aos obtidos experimentalmente para resistências elevadas de concreto. A


112

Tabela 4-6 apresenta a maior concentração de pontos de demérito nas três faixas finais de

crit03.

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 4-7 e a Tabela 4-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 4-7 – NBR,I - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc


113

Tabela 4-7 – NBR,I - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 1 1
baixa segurança 0 0 0 1 1 3 5
segurança apropriada 0 9 8 2 1 3 23
conservadora 2 5 0 0 0 0 7
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 5 0 2 2 11 22

O Gráfico 4-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 4-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03f (75𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ).
114

4.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 4-8 e a Tabela 4-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 4-8 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação bbbX


115

Tabela 4-8 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 13 26 7 2 1 51
conservadora 0 6 9 9 2 2 28
extremamente conservadora 0 2 0 1 2 0 5

DP Collins 0 10 9 11 6 2 38

O Gráfico 4-8 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 4-8 apresenta uma concentração de

pontos de demérito maior nas faixas de 0,75% < 𝜌 ≤ 3,00%.

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 4-9 e a Tabela 4-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


116

Gráfico 4-9 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 4-9 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 1 0 0 0 0 0 1
segurança apropriada 0 14 15 6 2 5 42
conservadora 0 1 1 0 2 0 4
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 1 1 0 2 0 6

O Gráfico 4-9 demonstra uma tendência sutil de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 4-9 não apresenta uma

concentração de pontos de demérito maior em determinadas faixas.


117

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 4-10 e a Tabela 4-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 4-10 – NBR,I - influência de 𝜌 para combinação cbbX


118

Tabela 4-10 – NBR,I - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 5 1 0 0 0 0 6
segurança apropriada 4 14 9 8 2 0 37
conservadora 0 1 5 1 3 3 13
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 10 3 5 1 3 3 25

O Gráfico 4-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo para os valores iniciais, apresentando

menor variação nas últimas faixas. A Tabela 4-10 apresenta uma concentração de pontos

de demérito maior na faixa de crit04a (𝜌 ≤ 0,75%).


119

5. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA NBR6118:2014 – vigas

(NBR,II)

A avaliação de resultados da norma NBR 6118:2014 para o cálculo como vigas é

referenciada neste trabalho como procedimento II, e nos gráficos e tabelas como NBR,II. A

avaliação de resultados é apresentada para cada um dos critérios separadamente,

considerando-se as combinações destacadas na Tabela 3-8

5.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 5-1 e a Tabela 5-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


120

Gráfico 5-1 – NBR,II – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 5-1 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 15 6 9 3 1 36
conservadora 2 20 8 4 0 0 34
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 20 8 4 0 0 34

O Gráfico 5-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente, tanto nos resultados de ensaios quanto pela

equação da norma. A Tabela 5-1 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


121

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 5-2 e a Tabela 5-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 5-2 – NBR,II - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


122

Tabela 5-2 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 3 2 5 3 3 16
conservadora 4 13 7 1 0 0 25
extremamente conservadora 1 1 0 0 0 0 2

DP Collins 6 15 7 1 0 0 29

O Gráfico 5-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 5-2 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 5-3 e a Tabela 5-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


123

Gráfico 5-3 – NBR,II - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 5-3 – NBR,II - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 0 3 0 1 5
conservadora 0 3 5 1 1 0 10
extremamente conservadora 1 2 0 0 0 0 3

DP Collins 2 7 5 1 1 0 16

O Gráfico 5-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 5-3 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b (2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45) e crit01c (3,45 < 𝑎/𝑑 ≤ 4,30).
124

5.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 5-4 e a Tabela 5-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 5-4 – NBR,II - influência de 𝑑 para combinação bXbb


125

Tabela 5-4 – NBR,II - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 5 5
baixa segurança 0 0 3 1 1 6 11
segurança apropriada 1 18 10 0 0 3 32
conservadora 2 1 0 0 0 0 3
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 2 5 6 2 2 37 54

O Gráfico 5-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma não acompanhou esta

tendência. A Tabela 5-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de

crit02f, quando 850𝑚𝑚 < 𝑑.


126

5.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 5-5 e a Tabela 5-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 5-5 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


127

Tabela 5-5 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 3 0 2 5
segurança apropriada 0 15 12 5 2 1 35
conservadora 6 20 4 0 1 0 31
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 6 20 4 6 1 4 41

O Gráfico 5-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência não está muito clara para resistências elevadas. A

equação da norma seguiu uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A

Tabela 5-5 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b,

quando 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 5-6 e a Tabela 5-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


128

Gráfico 5-6 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 5-6 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 2 3 5
segurança apropriada 1 5 9 2 0 1 18
conservadora 0 0 0 1 0 0 1
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 0 0 1 4 6 11

O Gráfico 5-6 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento, apresentando

valores superiores aos obtidos experimentalmente para resistências elevadas de concreto. A


129

Tabela 5-6 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03f

(75𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ).

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 5-7 e a Tabela 5-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


130

Gráfico 5-7 – NBR,II - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc

Tabela 5-7 – NBR,II - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 2 2
segurança apropriada 0 6 8 3 1 5 23
conservadora 2 8 0 0 1 0 11
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 8 0 0 1 4 15

O Gráfico 5-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 5-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b (15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤

30𝑀𝑃𝑎).
131

5.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 5-8 e a Tabela 5-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 5-8 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação bbbX


132

Tabela 5-8 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 2 0 0 0 0 0 2
segurança apropriada 0 18 15 3 1 1 38
conservadora 0 1 20 13 3 2 39
extremamente conservadora 0 2 0 1 2 0 5

DP Collins 4 5 20 15 7 2 53

O Gráfico 5-8 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma não

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 5-8 apresenta uma concentração de

pontos de demérito maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%) e crit04d (2,25% < 𝜌 ≤

3,00%).

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 5-9 e a Tabela 5-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


133

Gráfico 5-9 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 5-9 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 1 9 0 0 0 0 10
segurança apropriada 0 5 12 6 2 2 27
conservadora 0 1 4 0 2 3 10
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 19 4 0 2 3 30

O Gráfico 5-9 demonstra uma tendência sutil de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma não acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 5-9 apresenta uma

concentração de pontos de demérito maior na faixa de crit04b (0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%).


134

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 5-10 e a Tabela 5-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 5-10 – NBR,II - influência de 𝜌 para combinação cbbX


135

Tabela 5-10 – NBR,II - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 5 0 0 0 0 0 5
baixa segurança 3 2 0 0 0 0 5
segurança apropriada 1 12 6 2 0 0 21
conservadora 0 2 8 7 5 3 25
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 31 6 8 7 5 3 60

O Gráfico 5-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma não acompanhou esta tendência. A Tabela 5-10 apresenta uma concentração de

pontos de demérito maior na faixa de crit04a (𝜌 ≤ 0,75%).


136

6. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA ACI 318/2014 (ACI)

A avaliação de resultados da norma ACI 318:2014 é referenciada neste trabalho

nos gráficos e tabelas como ACI. A avaliação de resultados é apresentada para cada um

dos critérios separadamente, considerando-se as combinações destacadas na Tabela 3-8.

6.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 6-1 e a Tabela 6-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


137

Gráfico 6-1 – ACI – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 6-1 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 4 4 5 3 0 17
conservadora 3 31 10 5 0 1 50
extremamente conservadora 0 0 0 3 0 0 3

DP Collins 3 31 10 11 0 1 56

O Gráfico 6-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente experimental. Os valores da equação da norma

também não apresentam relação clara com a variação deste critério. A Tabela 6-1 apresenta

a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.
138

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 6-2 e a Tabela 6-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 6-2 – ACI - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


139

Tabela 6-2 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 0 0 1 0 2
conservadora 4 15 9 6 2 3 39
extremamente conservadora 1 1 0 0 0 0 2

DP Collins 6 17 9 6 2 3 43

O Gráfico 6-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. Os resultados da norma apresentaram-se constantes com a variação

deste critério. A Tabela 6-2 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa

de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 6-3 e a Tabela 6-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


140

Gráfico 6-3 – ACI - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 6-3 – ACI - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 0 0 0 0 0 0
conservadora 1 4 5 4 1 1 16
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 1 8 5 4 1 1 20

O Gráfico 6-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 6-3 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


141

6.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 6-4 e a Tabela 6-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 6-4 – ACI - influência de 𝑑 para combinação bXbb


142

Tabela 6-4 – ACI - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 8 8
segurança apropriada 0 10 10 1 1 6 28
conservadora 3 9 3 0 0 0 15
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 3 13 3 0 0 16 35

O Gráfico 6-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma não acompanhou esta

tendência de queda. A Tabela 6-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito

na faixa de crit02b (150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚) e crit02f (850𝑚𝑚 < 𝑑).


143

6.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 6-5 e a Tabela 6-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 6-5 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


144

Tabela 6-5 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 4 6 5 1 2 20
conservadora 4 31 10 3 1 1 50
extremamente conservadora 0 0 0 0 1 0 1

DP Collins 4 31 10 3 3 1 52

O Gráfico 6-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência não está muito clara para resistências elevadas. A

equação da norma acompanhou a tendência dos resultados experimentais. A Tabela 6-5

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b,

quando 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 6-6 e a Tabela 6-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


145

Gráfico 6-6 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 6-6 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 3 7 2 2 4 19
conservadora 0 2 2 1 0 0 5
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 2 2 1 0 0 5

O Gráfico 6-6 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da norma

acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A Tabela 6-6 não


146

apresenta uma maior concentração de pontos de demérito em faixas específicas deste

critério.

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 6-7 e a Tabela 6-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


147

Gráfico 6-7 – ACI - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc

Tabela 6-7 – ACI - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 4 5 1 1 3 14
conservadora 2 10 3 2 1 4 22
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 10 3 2 1 4 22

O Gráfico 6-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 6-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b (15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤

30𝑀𝑃𝑎).
148

6.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 6-8 e a Tabela 6-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 6-8 – ACI - influência de 𝜌 para combinação bbbX


149

Tabela 6-8 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 10 4 1 0 0 17
conservadora 0 9 31 15 4 2 61
extremamente conservadora 0 2 0 1 2 1 6

DP Collins 0 13 31 17 8 4 73

O Gráfico 6-8 demonstra uma tendência evidente de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência, porém menos influenciável pelo acréscimo da taxa

de armadura longitudinal. A Tabela 6-8 apresenta uma concentração de pontos de demérito

maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%).

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 6-9 e a Tabela 6-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


150

Gráfico 6-9 – ACI - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 6-9 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 13 6 2 0 0 22
conservadora 0 1 10 4 3 5 23
extremamente conservadora 0 1 0 0 1 0 2

DP Collins 0 3 10 4 5 5 27

O Gráfico 6-9 demonstra uma tendência sutil de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma apresentou um leve acréscimo com o aumento da taxa de armadura longitudinal.


151

A Tabela 6-9 apresenta uma concentração de pontos de demérito maior na faixa de crit04c

(1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%).

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 6-10 e a Tabela 6-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 6-10 – ACI - influência de 𝜌 para combinação cbbX


152

Tabela 6-10 – ACI - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 6 0 0 0 0 0 6
segurança apropriada 3 8 4 0 0 0 15
conservadora 0 8 10 9 5 3 35
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 12 8 10 9 5 3 47

O Gráfico 6-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma apresentou pouca variação em função deste critério. A Tabela 6-10 apresenta

uma concentração de pontos de demérito maior na faixa de crit04a (𝜌 ≤ 0,75%) e crit04c

(1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%).


153

7. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA CSA A23.03-04/2004 (CSA)

A avaliação de resultados da norma CSA A23.03-04/2004 é referenciada neste

trabalho nos gráficos e tabelas como CSA. A avaliação de resultados é apresentada para

cada um dos critérios separadamente, considerando-se as combinações destacadas na

Tabela 3-8.

7.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 7-1 e a Tabela 7-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


154

Gráfico 7-1 – CSA – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 7-1 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 4 2 0 0 0 7
conservadora 3 28 8 12 3 1 55
extremamente conservadora 0 3 4 1 0 0 8

DP Collins 3 34 16 14 3 1 71

O Gráfico 7-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente. A Tabela 7-1 apresenta a maior concentração

de pontos de demérito na faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


155

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 7-2 e a Tabela 7-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 7-2 – CSA - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


156

Tabela 7-2 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 3 0 0 0 0 3
conservadora 2 12 8 6 3 3 34
extremamente conservadora 3 2 1 0 0 0 6

DP Collins 8 16 10 6 3 3 46

O Gráfico 7-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que foi correspondida pelos resultados da

equação da norma de forma sutil. A Tabela 7-2 Tabela 4-2apresenta a maior concentração

de pontos de demérito nas faixas iniciais de crit01.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 7-3 e a Tabela 7-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


157

Gráfico 7-3 – CSA - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 7-3 – CSA - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 0 0 0 0 0 0
conservadora 1 4 5 4 1 1 16
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 1 8 5 4 1 1 20

O Gráfico 7-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 7-3 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


158

7.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 7-4 e a Tabela 7-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 7-4 – CSA - influência de 𝑑 para combinação bXbb


159

Tabela 7-4 – CSA - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 3 1 0 2 7
conservadora 2 16 8 0 1 12 39
extremamente conservadora 1 4 2 0 0 0 7

DP Collins 4 24 12 0 1 12 53

O Gráfico 7-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma acompanhou esta

tendência de queda. A Tabela 7-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito

na faixa de crit02b, quando 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚.


160

7.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 7-5 e a Tabela 7-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 7-5 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


161

Tabela 7-5 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 4 2 3 0 1 12
conservadora 4 28 11 4 2 2 51
extremamente conservadora 0 3 3 1 1 0 8

DP Collins 4 34 17 6 4 2 67

O Gráfico 7-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência é mais dispersa para resistências elevadas. A equação

da norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A Tabela 7-5

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b,

quando 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 7-6 e a Tabela 7-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


162

Gráfico 7-6 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 7-6 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 0 1 2 2 1 6
conservadora 1 5 8 0 0 3 17
extremamente conservadora 0 0 0 1 0 0 1

DP Collins 1 5 8 2 0 3 19

O Gráfico 7-6 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento, exceto nas faixas


163

de resistências edo concreto elevadas. A Tabela 7-6 apresenta a maior concentração de

pontos de demérito na faixa de crit03c (30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎).

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 7-7 e a Tabela 7-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


164

Gráfico 7-7 – CSA - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc

Tabela 7-7 – CSA - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 2 1 0 0 2 5
conservadora 2 8 7 2 1 2 22
extremamente conservadora 0 4 0 1 1 3 9

DP Collins 2 16 7 4 3 8 40

O Gráfico 7-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 7-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b (15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤

30𝑀𝑃𝑎).
165

7.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 7-8 e a Tabela 7-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 7-8 – CSA - influência de 𝜌 para combinação bbbX


166

Tabela 7-8 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 4 3 0 1 9
conservadora 2 16 28 12 4 1 63
extremamente conservadora 0 4 3 2 2 1 12

DP Collins 2 24 34 16 8 3 87

O Gráfico 7-8 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 7-8 apresenta uma concentração de

pontos de demérito maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%) e crit04b (0,75% < 𝜌 ≤

1,50%).

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 7-9 e a Tabela 7-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


167

Gráfico 7-9 – CSA - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 7-9 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 2 6 0 3 12
conservadora 1 13 11 0 3 2 30
extremamente conservadora 0 1 3 0 1 0 5

DP Collins 1 15 17 0 5 2 40

O Gráfico 7-9 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 7-9 apresenta uma concentração de


168

pontos de demérito maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%) e crit04b (0,75% < 𝜌 ≤

1,50%).

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 7-10 e a Tabela 7-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


169

Gráfico 7-10 – CSA - influência de 𝜌 para combinação cbbX

Tabela 7-10 – CSA - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 4 2 2 0 0 0 8
conservadora 3 8 8 8 5 3 35
extremamente conservadora 2 6 4 1 0 0 13

DP Collins 7 20 16 10 5 3 61

O Gráfico 7-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 7-10 apresenta uma

concentração de pontos de demérito maior na faixa de crit04b (0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%) e crit04c

(1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%).


170

8. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA CEB-FIP ModelCode/2010

(CEBFIP)

A avaliação de resultados da norma CEB-FIP ModelCode/2010 é referenciada

neste trabalho nos gráficos e tabelas como CEBFIP. A avaliação de resultados é

apresentada para cada um dos critérios separadamente, considerando-se as combinações

destacadas na Tabela 3-8.

8.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 8-1 e a Tabela 8-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


171

Gráfico 8-1 – CEBFIP – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 8-1 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 4 2 1 0 0 8
conservadora 3 28 8 11 3 1 54
extremamente conservadora 0 3 4 1 0 0 8

DP Collins 3 34 16 13 3 1 70

O Gráfico 8-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente. A Tabela 8-1 apresenta a maior concentração

de pontos de demérito na faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


172

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 8-2 e a Tabela 8-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 8-2 – CEBFIP - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


173

Tabela 8-2 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 3 0 0 0 0 3
conservadora 2 12 8 6 3 3 34
extremamente conservadora 3 2 1 0 0 0 6

DP Collins 8 16 10 6 3 3 46

O Gráfico 8-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que foi correspondida pelos resultados da

equação da norma de forma sutil. A Tabela 8-2 Tabela 4-2apresenta a maior concentração

de pontos de demérito nas faixas iniciais de crit01.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 8-3 e a Tabela 8-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


174

Gráfico 8-3 – CEBFIP - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 8-3 – CEBFIP - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 0 0 1 0 0 1
conservadora 1 4 5 3 1 1 15
extremamente conservadora 0 2 0 0 0 0 2

DP Collins 1 8 5 3 1 1 19

O Gráfico 8-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 8-3 apresenta a maior concentração de pontos de demérito na

faixa de crit01b, quando 2,60 < 𝑎/𝑑 ≤ 3,45.


175

8.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 8-4 e a Tabela 8-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 8-4 – CEBFIP - influência de 𝑑 para combinação bXbb


176

Tabela 8-4 – CEBFIP - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 3 1 0 4 9
conservadora 1 16 8 0 1 10 36
extremamente conservadora 2 4 2 0 0 0 8

DP Collins 5 24 12 0 1 10 52

O Gráfico 8-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma acompanhou esta

tendência de queda. A Tabela 8-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito

na faixa de crit02b, quando 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚.


177

8.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 8-5 e a Tabela 8-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 8-5 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


178

Tabela 8-5 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 4 2 3 1 1 13
conservadora 4 28 11 4 1 2 50
extremamente conservadora 0 3 3 1 1 0 8

DP Collins 4 34 17 6 3 2 66

O Gráfico 8-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência é mais dispersa para resistências elevadas. A equação

da norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A Tabela 8-5

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b,

quando 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 8-6 e a Tabela 8-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


179

Gráfico 8-6 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 8-6 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 0 1 2 2 1 6
conservadora 1 5 8 0 0 3 17
extremamente conservadora 0 0 0 1 0 0 1

DP Collins 1 5 8 2 0 3 19

O Gráfico 8-6 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da norma

acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento, exceto nas faixas de


180

resistências edo concreto elevadas. A Tabela 8-6 apresenta a maior concentração de pontos

de demérito na faixa de crit03c (30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎).

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 8-7 e a Tabela 8-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


181

Gráfico 8-7 – CEBFIP - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc

Tabela 8-7 – CEBFIP - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 2 1 0 0 2 5
conservadora 2 8 7 2 1 2 22
extremamente conservadora 0 4 0 1 1 3 9

DP Collins 2 16 7 4 3 8 40

O Gráfico 8-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 8-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03b (15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤

30𝑀𝑃𝑎).
182

8.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 8-8 e a Tabela 8-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 8-8 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação bbbX


183

Tabela 8-8 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 4 3 0 1 9
conservadora 2 16 28 12 4 1 63
extremamente conservadora 0 4 3 2 2 1 12

DP Collins 2 24 34 16 8 3 87

O Gráfico 8-8 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 8-8 apresenta uma concentração de

pontos de demérito maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%) e crit04b (0,75% < 𝜌 ≤

1,50%).

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 8-9 e a Tabela 8-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


184

Gráfico 8-9 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 8-9 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 1 2 6 0 3 12
conservadora 1 13 11 0 3 2 30
extremamente conservadora 0 1 3 0 1 0 5

DP Collins 1 15 17 0 5 2 40

O Gráfico 8-9 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 8-9 apresenta uma concentração de


185

pontos de demérito maior na faixa de crit04c (1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%) e crit04b (0,75% < 𝜌 ≤

1,50%).

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 8-10 e a Tabela 8-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


186

Gráfico 8-10 – CEBFIP - influência de 𝜌 para combinação cbbX

Tabela 8-10 – CEBFIP - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 4 2 2 0 0 0 8
conservadora 3 8 8 8 5 3 35
extremamente conservadora 2 6 4 1 0 0 13

DP Collins 7 20 16 10 5 3 61

O Gráfico 8-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 8-10 apresenta uma

concentração de pontos de demérito maior na faixa de crit04b (0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%) e crit04c

(1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%).


187

9. AVALIAÇÃO DE RESULTADOS: NORMA EN 1992-1-1/2004 (EC2)

A avaliação de resultados da norma EN 1992-1-1/2004 é referenciada neste

trabalho nos gráficos e tabelas como EC2. A avaliação de resultados é apresentada para

cada um dos critérios separadamente, considerando-se as combinações destacadas na

Tabela 3-8

9.1. Relação entre o ponto de aplicação da carga e a altura útil – 𝒂/𝒅

Distribuição de ensaios 01

Para a distribuição de ensaios 01 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04c: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 9-1 e a Tabela 9-1 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


188

Gráfico 9-1 – EC2 – influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbc

Tabela 9-1 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 1 0 1
segurança apropriada 3 32 12 10 2 1 60
conservadora 1 3 2 3 0 0 9
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 1 3 2 3 2 0 11

O Gráfico 9-1 não demonstra uma tendência clara entre a variação do critério crit01

(𝑎/𝑑) e a tensão de cisalhamento resistente. A Tabela 9-1 não apresenta uma maior

concentração de pontos de demérito em faixas específicas.


189

Distribuição de ensaios 02

Para a distribuição de ensaios 02 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04d: 2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%.

O Gráfico 9-2 e a Tabela 9-2 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).

Gráfico 9-2 – EC2 - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbd


190

Tabela 9-2 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 13 8 6 3 3 34
conservadora 4 4 1 0 0 0 9
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 4 4 1 0 0 0 9

O Gráfico 9-2 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 9-2 apresenta maiores concentrações de pontos de demérito

nas faixas iniciais de crit01.

Distribuição de ensaios 03

Para a distribuição de ensaios 03 é considerada a combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01X: critério livre a ser analisado;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04e: 3,75% < 𝜌.

O Gráfico 9-3 e a Tabela 9-3 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit01 (𝑎/𝑑).


191

Gráfico 9-3 – EC2 - influência de 𝑎/𝑑 para combinação Xbbe

Tabela 9-3 – EC2 - DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

classificação segundo Collins crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 0 4 3 4 1 1 13
conservadora 1 2 2 0 0 0 5
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 1 2 2 0 0 0 5

O Gráfico 9-3 demonstra uma tendência de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a relação 𝑎/𝑑 aumenta, que não foi correspondida pelos resultados da

equação da norma. A Tabela 9-3 apresenta maiores concentrações de pontos de demérito

nas faixas iniciais de crit01.


192

9.2. Altura útil – 𝒅

Distribuição de ensaios 04

Para a distribuição de ensaios 04 é considerada a combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02X: critério livre a ser analisado;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04b: 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%.

O Gráfico 9-4 e a Tabela 9-4 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit02 (𝑑).

Gráfico 9-4 – EC2 - influência de 𝑑 para combinação bXbb


193

Tabela 9-4 – EC2 - DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

classificação segundo Collins crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 2 2
segurança apropriada 1 17 13 1 1 12 45
conservadora 2 4 0 0 0 0 6
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 2 4 0 0 0 4 10

O Gráfico 9-4 demonstra uma tendência clara de queda da tensão de cisalhamento

experimental quando a altura útil 𝑑 aumenta. A equação da norma acompanhou esta

tendência de queda. A Tabela 9-4 apresenta a maior concentração de pontos de demérito

na faixa de crit02b ( 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚) e crit02f (850𝑚𝑚 < 𝑑).


194

9.3. Resistência à compressão do concreto – 𝒇𝒄𝒌

Distribuição de ensaios 05

Para a distribuição de ensaios 05 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 9-5 e a Tabela 9-5 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 9-5 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bbXc


195

Tabela 9-5 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 1 0 1 2
segurança apropriada 6 32 14 6 2 2 62
conservadora 0 3 2 1 1 0 7
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 3 2 3 1 2 11

O Gráfico 9-5 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta, para os valores

mais baixos de 𝑓𝑐𝑘 . Esta tendência não está muito clara para resistências elevadas. A

equação da norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A

Tabela 9-5 apresenta uma distribuição de pontos de demérito sem concentrações em

determinadas faixas.

Distribuição de ensaios 06

Para a distribuição de ensaios 06 é considerada a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02c: 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 9-6 e a Tabela 9-6 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).


196

Gráfico 9-6 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação bcXc

Tabela 9-6 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 5 9 2 2 4 23
conservadora 0 0 0 1 0 0 1
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 0 0 1 0 0 1

O Gráfico 9-6 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento. A Tabela 9-6

apresenta apenas um ponto de demérito, na faixa de crit03c (30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎).
197

Distribuição de ensaios 07

Para a distribuição de ensaios 07 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 321𝑚𝑚;
• crit03X: critério livre a ser analisado;
• crit04c: 1,50% < 𝜌 ≤ 2,25%.

O Gráfico 9-7 e a Tabela 9-7 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝑓𝑐𝑘 ).

Gráfico 9-7 – EC2 - influência de 𝑓𝑐𝑘 para combinação cbXc


198

Tabela 9-7 – EC2 - DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

classificação segundo Collins crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 2 2
segurança apropriada 2 12 8 2 1 4 29
conservadora 0 2 0 1 1 1 5
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 2 0 1 1 5 9

O Gráfico 9-7 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 aumenta. A equação da

norma acompanhou a tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento A Tabela 9-7

apresenta a maior concentração de pontos de demérito na faixa de crit03f (75𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ).
199

9.4. Taxa de armadura longitudinal – 𝝆

Distribuição de ensaios 08

Para a distribuição de ensaios 08 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 9-8 e a Tabela 9-8 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 9-8 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação bbbX


200

Tabela 9-8 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 2 17 32 13 4 1 69
conservadora 0 4 3 4 2 2 15
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 0 4 3 4 2 2 15

O Gráfico 9-8 demonstra uma tendência de acréscimo da tensão de cisalhamento

experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação da norma

acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 9-8 apresenta uma distribuição sem

concentrações de pontos de demérito em todas as faixas de crit04, exceto em crit04a.

Distribuição de ensaios 09

Para a distribuição de ensaios 09 é considerada a combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01b: 2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03c: 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 9-9 e a Tabela 9-9 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).


201

Gráfico 9-9 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação bbcX

Tabela 9-9 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 0 0 0 0 0 0 0
segurança apropriada 1 14 14 6 2 4 41
conservadora 0 0 2 0 2 1 5
extremamente conservadora 0 1 0 0 0 0 1

DP Collins 0 2 2 0 2 1 7

O Gráfico 9-9 demonstra uma tendência sutil de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo. A Tabela 9-9 não apresenta uma

concentração de pontos de demérito maior em faixas específicas.


202

Distribuição de ensaios 10

Para a distribuição de ensaios 10 é considerada a combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋, com os

intervalos de critérios limitados a:

• crit01c: 3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30;


• crit02b: 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚;
• crit03b: 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;
• crit04X: critério livre a ser analisado.

O Gráfico 9-10 e a Tabela 9-10 apresentam as tensões obtidas em resultados

experimentais e os calculados pela norma em estudo, em função do critério crit03 (𝜌).

Gráfico 9-10 – EC2 - influência de 𝜌 para combinação cbbX


203

Tabela 9-10 – EC2 - DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

classificação segundo Collins crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f total
extremamente perigosa 0 0 0 0 0 0 0
perigosa 0 0 0 0 0 0 0
baixa segurança 3 1 0 0 0 0 4
segurança apropriada 6 15 12 8 3 1 45
conservadora 0 0 2 1 2 2 7
extremamente conservadora 0 0 0 0 0 0 0

DP Collins 6 2 2 1 2 2 15

O Gráfico 9-10 demonstra uma tendência clara de acréscimo da tensão de

cisalhamento experimental quando a taxa de armadura longitudinal ρ aumenta. A equação

da norma acompanhou esta tendência de acréscimo para os valores iniciais, apresentando

menor variação nas últimas faixas. A Tabela 9-10 apresenta uma concentração de pontos

de demérito maior na faixa de crit04a (𝜌 ≤ 0,75%).


204

10. COMPARATIVO ENTRE NORMAS

Os pontos de demérito DP Collins apresentados nas tabelas deste capítulo estão

ponderados pelos respectivos números de ensaios em cada intervalo. Esta divisão tem o

intuito de possibilitar o comparativo direto entre os intervalos de cada parâmetro e a

avaliação de cada norma.

10.1. Parâmetro 𝒂/𝒅 (crit01)

A avaliação de resultados comparativos entre normas para o parâmetro 𝑎⁄𝑑 leva

em consideração as combinações de intervalos de critérios 𝑋𝑏𝑏𝑐, 𝑋𝑏𝑏𝑑 e 𝑋𝑏𝑏𝑒 (distribuição

de ensaios 01, 02 e 03, respectivamente).

Distribuição de ensaios 01

O Gráfico 10-1 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑋𝑏𝑏𝑐.
205

Gráfico 10-1 – Influência de 𝑎⁄𝑑 para a combinação Xbbc

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑎⁄𝑑 estão

apresentados na Tabela 10-1. Os valores de DP Collins estão apresentados ponderados

pelos respectivos números de ensaios em cada intervalo da variável em estudo.


206

Tabela 10-1 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbc

norma crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f crit01

NBR,I 0,25 0,26 0,36 0,23 0,00 0,00 0,26


NBR,II 0,50 0,57 0,57 0,31 0,00 0,00 0,49
ACI 0,75 0,89 0,71 0,85 0,00 1,00 0,80
CSA 0,75 0,97 1,14 1,08 1,00 1,00 1,01
CEBFIP 0,75 0,97 1,14 1,00 1,00 1,00 1,00
EC2 0,25 0,09 0,14 0,23 0,67 0,00 0,16

Para o conjunto de ensaios 𝑋𝑏𝑏𝑐, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para os menores valores de 𝑎⁄𝑑, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. Para os maiores valores de 𝑎⁄𝑑 houve um empate entre a NBR,I e a NBR,II.

As normas que apresentaram a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑎⁄𝑑 foram a CSA e a CEBFIP.

Distribuição de ensaios 02

O Gráfico 10-2 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑋𝑏𝑏𝑑.
207

Gráfico 10-2 – Influência de 𝑎⁄𝑑 para a combinação Xbbd

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑎⁄𝑑 estão

apresentados na Tabela 10-2.

Tabela 10-2 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbd

norma crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f crit01

NBR,I 0,80 0,65 0,11 0,00 0,00 0,00 0,37


NBR,II 1,20 0,88 0,78 0,17 0,00 0,00 0,67
ACI 1,20 1,00 1,00 1,00 0,67 1,00 1,00
CSA 1,60 0,94 1,11 1,00 1,00 1,00 1,07
CEBFIP 1,60 0,94 1,11 1,00 1,00 1,00 1,07
EC2 0,80 0,24 0,11 0,00 0,00 0,00 0,21
208

Para o conjunto de ensaios 𝑋𝑏𝑏𝑑, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para os menores valores de 𝑎⁄𝑑, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. Para os maiores valores de 𝑎⁄𝑑 houve um empate entre a NBR,I NBR,II e a EC2.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑎⁄𝑑 foi a ACI.

Distribuição de ensaios 03

O Gráfico 10-3 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑋𝑏𝑏𝑒.
209

Gráfico 10-3 – Influência de 𝑎⁄𝑑 para a combinação Xbbe

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑎⁄𝑑 estão

apresentados na Tabela 10-3.

Tabela 10-3 – Comparativo DP Collins para 𝑎/𝑑 e combinação Xbbe

norma crit01a crit01b crit01c crit01d crit01e crit01f crit01

NBR,I 1,00 1,00 0,60 0,00 0,00 0,00 0,56


NBR,II 2,00 1,17 1,00 0,25 1,00 0,00 0,89
ACI 1,00 1,33 1,00 1,00 1,00 1,00 1,11
CSA 1,00 1,33 1,00 1,00 1,00 1,00 1,11
CEBFIP 1,00 1,33 1,00 0,75 1,00 1,00 1,06
EC2 1,00 0,33 0,40 0,00 0,00 0,00 0,28
210

Para o conjunto de ensaios 𝑋𝑏𝑏𝑒, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram ACI e CSA.

Para os menores valores de 𝑎⁄𝑑, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. Para os maiores valores de 𝑎⁄𝑑 houve um empate entre a NBR,I e a EC2.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑎⁄𝑑 foi a ACI e a CSA.

10.2. Parâmetro 𝒅 (crit02)

A avaliação de resultados comparativos entre normas para o parâmetro 𝑑 leva em

consideração a combinação de intervalos de critérios 𝑏𝑋𝑏𝑏 (distribuição de ensaios 04).

Distribuição de ensaios 04

O Gráfico 10-4 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑏𝑋𝑏𝑏.
211

Gráfico 10-4 – Influência de 𝑑 para a combinação bXbb

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑑 estão

apresentados na Tabela 10-4.

Tabela 10-4 – Comparativo DP Collins para 𝑑 e combinação bXbb

norma crit02a crit02b crit02c crit02d crit02e crit02f crit02

NBR,I 1,00 0,48 0,38 0,00 0,00 0,14 0,38


NBR,II 0,67 0,24 0,46 2,00 2,00 2,64 1,02
ACI 1,00 0,62 0,23 0,00 0,00 1,14 0,66
CSA 1,33 1,14 0,92 0,00 1,00 0,86 1,00
CEBFIP 1,67 1,14 0,92 0,00 1,00 0,71 0,98
EC2 0,67 0,19 0,00 0,00 0,00 0,29 0,19
212

Para o conjunto de ensaios 𝑏𝑋𝑏𝑏, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. A norma com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foi a NBR,II.

Para os menores valores de 𝑑, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. Para os maiores valores de 𝑑 a melhor correspondência foi dada pela norma NBR,I.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑑 foi a EC2.

10.3. Parâmetro 𝒇𝒄𝒌 (crit03)

A avaliação de resultados comparativos entre normas para o parâmetro 𝑓𝑐𝑘 leva em

consideração as combinações de intervalos de critérios 𝑏𝑏𝑋𝑐, 𝑏𝑐𝑋𝑐 e 𝑐𝑏𝑋𝑐 (distribuição de

ensaios 05, 06 e 07, respectivamente).

Distribuição de ensaios 05

O Gráfico 10-5 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑏𝑏𝑋𝑐.
213

Gráfico 10-5 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação bbXc

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 estão

apresentados na Tabela 10-5.

Tabela 10-5 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bbXc

norma crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f crit03

NBR,I 0,50 0,26 0,06 0,75 1,00 2,00 0,39


NBR,II 1,00 0,57 0,25 0,75 0,33 1,33 0,58
ACI 0,67 0,89 0,63 0,38 1,00 0,33 0,73
CSA 0,67 0,97 1,06 0,75 1,33 0,67 0,94
CEBFIP 0,67 0,97 1,06 0,75 1,00 0,67 0,93
EC2 0,00 0,09 0,13 0,38 0,33 0,67 0,15
214

Para o conjunto de ensaios 𝑏𝑏𝑋𝑐, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. A norma com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foi a CSA. Para todos os intervalos de 𝑓𝑐𝑘 , a melhor correspondência foi a

apresentada pela EC2. A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a

variação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a CEBFIP.

Distribuição de ensaios 06

O Gráfico 10-6 presenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas equaçoes

das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a combinação 𝑏𝑐𝑋𝑐.

Gráfico 10-6 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação bcXc


215

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 estão

apresentados na Tabela 10-6.

Tabela 10-6 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação bcXc

norma crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f crit03

NBR,I 1,00 0,00 0,00 1,67 2,00 1,50 0,67


NBR,II 0,00 0,00 0,00 0,33 2,00 1,50 0,46
ACI 0,00 0,40 0,22 0,33 0,00 0,00 0,21
CSA 1,00 1,00 0,89 0,67 0,00 0,75 0,79
CEBFIP 1,00 1,00 0,89 0,67 0,00 0,75 0,79
EC2 0,00 0,00 0,00 0,33 0,00 0,00 0,04

Para o conjunto de ensaios 𝑏𝑐𝑋𝑐, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para os menores valores de 𝑓𝑐𝑘 , a melhor correspondência foi a apresentada pelas

normas NBR,II e EC2. Para os maiores valores de 𝑓𝑐𝑘 a melhor correspondência foi dada

pelas normas ACI e EC2.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a EC2.

Distribuição de ensaios 07

O Gráfico 10-7 presenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas equaçoes

das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a combinação 𝑐𝑏𝑋𝑐.
216

Gráfico 10-7 – Influência de 𝑓𝑐𝑘 para a combinação cbXc

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 estão

apresentados na Tabela 10-7.

Tabela 10-7 – Comparativo DP Collins para 𝑓𝑐𝑘 e combinação cbXc

norma crit03a crit03b crit03c crit03d crit03e crit03f crit03

NBR,I 1,00 0,36 0,00 0,67 1,00 1,57 0,61


NBR,II 1,00 0,57 0,00 0,00 0,50 0,57 0,42
ACI 1,00 0,71 0,38 0,67 0,50 0,57 0,61
CSA 1,00 1,14 0,88 1,33 1,50 1,14 1,11
CEBFIP 1,00 1,14 0,88 1,33 1,50 1,14 1,11
EC2 0,00 0,14 0,00 0,33 0,50 0,71 0,25
217

Para o conjunto de ensaios 𝑐𝑏𝑋𝑐, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para os menores valores de 𝑓𝑐𝑘 , a melhor correspondência foi a apresentada pela

norma EC2. Para os maiores valores de 𝑓𝑐𝑘 a melhor correspondência foi dada pelas

normas NBR,II e ACI.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a ACI.

10.4. Parâmetro 𝝆 (crit04)

A avaliação de resultados comparativos entre normas para o parâmetro 𝜌 leva em

consideração as combinações de intervalos de critérios 𝑏𝑏𝑏𝑋, 𝑏𝑏𝑐𝑋 e 𝑐𝑏𝑏𝑋 (distribuição de

ensaios 08, 09 e 10, respecitivamente).

Distribuição de ensaios 08

O Gráfico 10-8 – Influência de 𝜌 para a combinação bbbX apresenta as resistências

ao cisalhamento atribuídas pelas equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios

obtidos na literatura, para a combinação 𝑏𝑏𝑏𝑋.


218

Gráfico 10-8 – Influência de 𝜌 para a combinação bbbX

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝜌 estão

apresentados na Tabela 10-8.

Tabela 10-8 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação bbbX

norma crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f crit04

NBR,I 0,00 0,48 0,26 0,65 1,00 0,67 0,45


NBR,II 2,00 0,24 0,57 0,88 1,17 0,67 0,63
ACI 0,00 0,62 0,89 1,00 1,33 1,33 0,87
CSA 1,00 1,14 0,97 0,94 1,33 1,00 1,04
CEBFIP 1,00 1,14 0,97 0,94 1,33 1,00 1,04
EC2 0,00 0,19 0,09 0,24 0,33 0,67 0,18
219

Para o conjunto de ensaios 𝑏𝑏𝑏𝑋, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. As normas com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para todos os intervalos de 𝜌, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. As normas que apresentaram a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝜌 foram a CSA e a CEBFIP.

Distribuição de ensaios 09

O Gráfico 10-9 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑏𝑏𝑐𝑋.
220

Gráfico 10-9 – Influência de 𝜌 para a combinação bbcX

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝜌 estão

apresentados na Tabela 10-9.

Tabela 10-9 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação bbcX

norma crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f crit04

NBR,I 2,00 0,07 0,06 0,00 0,50 0,00 0,13


NBR,II 2,00 1,27 0,25 0,00 0,50 0,60 0,64
ACI 0,00 0,20 0,63 0,67 1,25 1,00 0,57
CSA 1,00 1,00 1,06 0,00 1,25 0,40 0,85
CEBFIP 1,00 1,00 1,06 0,00 1,25 0,40 0,85
EC2 0,00 0,13 0,13 0,00 0,50 0,20 0,15
221

Para o conjunto de ensaios 𝑏𝑏𝑐𝑋, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a NBR,I. As normas com os resultados mais distantes

aos obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para os menores valores de 𝜌, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. Para os maiores valores de 𝜌 a melhor correspondência foi dada pela norma NBR,I.

A norma que apresentou a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝜌 foi a EC2.

Distribuição de ensaios 10

O Gráfico 10-10 apresenta as resistências ao cisalhamento atribuídas pelas

equaçoes das normas e o valor encontrado em ensaios obtidos na literatura, para a

combinação 𝑐𝑏𝑏𝑋.
222

Gráfico 10-10 – Influência de 𝜌 para a combinação cbbX

Os pontos de demérito DP Collins para a avaliação do parâmetro 𝜌 estão

apresentados na Tabela 10-10.

Tabela 10-10 – Comparativo DP Collins para 𝜌 e combinação cbbX

norma crit04a crit04b crit04c crit04d crit04e crit04f crit04

NBR,I 1,11 0,19 0,36 0,11 0,60 1,00 0,45


NBR,II 3,44 0,38 0,57 0,78 1,00 1,00 1,07
ACI 1,33 0,50 0,71 1,00 1,00 1,00 0,84
CSA 0,78 1,25 1,14 1,11 1,00 1,00 1,09
CEBFIP 0,78 1,25 1,14 1,11 1,00 1,00 1,09
EC2 0,67 0,13 0,14 0,11 0,40 0,67 0,27
223

Para o conjunto de ensaios 𝑐𝑏𝑏𝑋, a norma que apresentou os resultados mais

próximos aos obtidos em ensaio foi a EC2. A norma com os resultados mais distantes aos

obtidos em ensaio foram a CSA e a CEBFIP.

Para todos os intervalos de 𝜌, a melhor correspondência foi a apresentada pela

EC2. As normas que apresentaram a menor dispersão de resultados com a variação do

parâmetro 𝜌 foram a CSA e a CEBFIP.

10.5. Gráficos comparativos de DP Collins

Parâmetro 𝒂⁄𝒅

Para o estudo do parâmetro 𝑎⁄𝑑 foram analisados três conjuntos de ensaios

diferentes: Para o conjunto 𝑋𝑏𝑏𝑐 (150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚; 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎; 0,75% <

𝜌 ≤ 1,50%), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de

0,16 pontos de demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pela

equação CSA, com 1,01 pontos. As equações que apresentaram a menor variação em

função do parâmetro 𝑎⁄𝑑 foram a CSA e CEBFIP. A maior variação foi apresentada pela

equação ACI. Para o conjunto 𝑋𝑏𝑏𝑑 (150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚; 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;

2,25% < 𝜌 ≤ 3,00%)%), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com

uma média de 0,21 pontos de demérito DP Collins por ensaio . O pior desempenho foi

apresentado pelas equações CSA e CEBFIP, com 1,07 pontos. A equação que apresentou a

menor variação em função do parâmetro 𝑎⁄𝑑 foi a ACI. A maior variação foi apresentada

pela equação NBR,II. Para o conjunto 𝑋𝑏𝑏𝑒 (150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚; 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎;

3,75% < 𝜌), novamente a equação EC2 apresentou os melhores resultados, com 0,28

pontos. O pior desempenho foi apresentado pelas equações ACI e CSA, com 1,11 pontos.
224

As equações que apresentaram a menor variação em função do parâmetro 𝑎⁄𝑑 foram a ACI

e CSA. A maior variação foi apresentada pela equação NBR,II.

O Gráfico 10-11 apresenta os valores de DP Collins por ensaio, de acordo com a

variação do parâmetro 𝑎⁄𝑑. Os valores apresentados correspondem à média das

combinações analisadas para este parâmetro.

Gráfico 10-11 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑎/𝑑

Parâmetro 𝒅

Para o estudo do parâmetro 𝑑 foi analisado um único conjunto de ensaios. Para o

conjunto analisado 𝑏𝑋𝑏𝑏 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 5𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 30𝑀𝑃𝑎; 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%), a
225

equação que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de 0,19 pontos

de demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pela equação

NBR,II, com 1,02 pontos. A equação que apresentou a menor variação em função do

parâmetro 𝑑 foi a EC2. A maior variação foi apresentada pela equação NBR,II.

O Gráfico 10-12 apresenta os valores de DP Collins por ensaio, de acordo com a

variação do parâmetro 𝑑.

Gráfico 10-12 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑑

Parâmetro 𝒇𝒄𝒌
226

Para o estudo do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foram analisados três conjuntos de ensaios

diferentes. Para o conjunto 𝑏𝑏𝑋𝑐 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚; 0,75% < 𝜌 ≤

1,50%), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de

0,15 pontos de demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pela

equação CSA, com 0,94 pontos. A equação que apresentou a menor variação em função do

parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a CEBFIP. A maior variação foi apresentada pela equação NBR,I. Para o

conjunto 𝑏𝑐𝑋𝑐 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚; 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%), a equação

que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de 0,04 pontos de

demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pelas equações CSA e

CEBFIP, com 0,79 pontos. A equação que apresentou a menor variação em função do

parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a EC2. A maior variação foi apresentada pela equação NBR,II.Para o

conjunto 𝑐𝑏𝑋𝑐 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 325𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 500𝑚𝑚; 0,75% < 𝜌 ≤ 1,50%), a equação

que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de 0,25 pontos de

demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pelas equações CSA e

CEBFIP, com 1,11 pontos. A equação que apresentou a menor variação em função do

parâmetro 𝑓𝑐𝑘 foi a ACI. A maior variação foi apresentada pela equação NBR,I.

O Gráfico 10-13 apresenta os valores de DP Collins por ensaio, de acordo com a

variação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘 . Os valores apresentados correspondem à média das

combinações analisadas para este parâmetro.


227

Gráfico 10-13 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝑓𝑐𝑘

Parâmetro 𝝆

Para o estudo do parâmetro 𝜌 foram analisados três conjuntos de ensaios

diferentes. Para o conjunto 𝑏𝑏𝑏𝑋 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤ 325𝑚𝑚; 15𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤

30𝑀𝑃𝑎), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a EC2, com uma média de

0,18 pontos de demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho foi apresentado pelas

equações CSA e CEBFIP, com 1,04 pontos. As equações que apresentaram a menor

variação em função do parâmetro 𝜌 foram a CSA e CEBFIP. A maior variação foi

apresentada pela equação NBR,II. Para o conjunto 𝑏𝑏𝑐𝑋 (2,60 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 3,45; 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤

325𝑚𝑚; 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a

NBR,I, com uma média de 0,13 pontos de demérito DP Collins por ensaio. O pior
228

desempenho foi apresentado pelas equações CSA e CEBFIP, com 0,85 pontos. A equação

que apresentou a menor variação em função do parâmetro 𝜌 foi a EC2. A maior variação foi

apresentada pela equação NBR,I. Para o conjunto 𝑐𝑏𝑏𝑋 (3,45 < 𝑎⁄𝑑 ≤ 4,30; 150𝑚𝑚 < 𝑑 ≤

325𝑚𝑚; 30𝑀𝑃𝑎 < 𝑓𝑐𝑘 ≤ 45𝑀𝑃𝑎), a equação que apresentou o melhor desempenho foi a

EC2, com uma média de 0,27 pontos de demérito DP Collins por ensaio. O pior desempenho

foi apresentado pelas equações CSA e CEBFIP, com 1,09 pontos. As equações que

apresentaram a menor variação em função do parâmetro 𝜌 foram a CSA e CEBFIP. A maior

variação foi apresentada pela equação NBR,II.

O Gráfico 10-14 apresenta os valores de DP Collins por ensaio, de acordo com a

variação do parâmetro ρ. Os valores apresentados correspondem à média das combinações

analisadas para este parâmetro.

Gráfico 10-14 – DP Collins com a variação do parâmetro 𝜌


229

11. CONCLUSÃO E SUGESTÕES DE TRABALHOS

11.1. Considerações finais

O objetivo geral deste trabalho foi analisar os procedimentos de cálculo para a

resistência ao cisalhamento de vigas de concreto armado sem armadura de cisalhamento

segundo os critérios vigentes e normas NBR 6118/2014, ACI 318/2014, CEB-FIP

ModelCode/2010, CSA A.23.3/2004 e EN 1992-1-1/2004.

Para a avaliação do objetivo deste estudo, foi compilado um banco de dados com

resultados de ensaios obtidos em literaturas diversas, onde foram ensaiadas vigas sem

armadura transversal e rompendo ao cisalhamento. Este banco foi fitrado e classificado de

acordo com os parâmetros taxa de armadura longitudinal (𝜌), altura útil da seção (𝑑),

resistência do concreto (𝑓𝑐𝑘 ) e relação entre a altura útil da viga e a distância do

carregamento utilizado (𝑎⁄𝑑).

Os procedimentos de cálculo para a resistência ao cisalhamento correspondente à

elementos sem armadura transversal 𝑣𝑐 das normas foram avaliados confrontando os

valores calculados com os resultados de ensaios presentes do banco de dados. As

equações das normas foram apresentadas como NBR,I (cálculo como lajes), NBR,II (cálculo

como vigas), ACI, CEBFIP, CSA e EC2. Com os resultados obtidos, as equações das

normas foram comparadas utilizando-se o conceito de pontos de demérito criado por Collins.

Os resultados das resistências ao cisalhamento foram apresentados em função de

cada parâmetro em estudo, sendo que estes foram ainda subdivididos em intervalos,

tornando possível uma análise de sua influência na resistência ao cisalhamento. Os pontos

de demérito foram atribuídos também de forma segregada, objetivando o estudo do

desempenho das normas em função dos parâmetros considerados. Os resultados obtidos

apresentaram uma relação inversa entre o parâmetro 𝑎⁄𝑑 e a resistência ao cisalhamento.

O parâmetro 𝑑 apresentou relação inversa acentuada para os valores mais baixos da


230

variável, tornando-se menos intensa para os valores mais altos. Para o parâmetro 𝑓𝑐𝑘 , a

resistência ao cisalhamento se apresentou crescente com o aumento da variável. A

influência do parâmetro 𝜌 foi também crescente para a resistência ao cisalhamento. Os

resultados encontrados estão em acordo com os apresentados nos estudos citados na

revisão bibliográfica deste trabalho.

Agrupando-se as normas em estudo pela teoria na qual suas equações são

formuladas (treliça generalizada ou campo de compressão modificado), é possível fazer um

comparativo entre os seus resultados, dentro das limitações e restrições inerentes ao banco

de ensaios utilizado e sua caracterização: Considerando-se a variável 𝑎⁄𝑑, as normas

baseadas na teoria do campo de compressão modificado (CSA e CEBFIP) apresentaram

médias de DP Collins superiores, porém com menores desvios padrão que os valores

apresentados pelas normas baseadas na teoria da treliça generalizada. Para a variável 𝑑

não houve distinção clara nos resultados obtidos. Considerando-se os parâmetros 𝑓𝑐𝑘 e 𝜌,

os métodos baseados no campo de compressão modificado apresentaram novamente as

maiores médias, porém sem distinção evidente nos valores do desvio padrão.

Com base nos resultados obtidos, conclui-se que há variação tanto no desempenho

das equações de cisalhamento apresentadas pelas normas quanto no desvio apresentado

pelas mesmas, em função dos parâmetros estudados. É importante ressaltar que existe

variação também na resistência ao escoamento do aço nos elementos presentes no banco

de dados, cuja influência não foi abordada neste trabalho. A partir dos resultados obtidos

pelo conceito de DP Collins, é possível afirmar contudo que a equação apresentada pela

norma EN 1992-1-1/2004 resultou no melhor desempenho em termos gerais, considerando-

se os intervalos dos parâmetros apresentados neste trabalho. Com base nestes resultados,

conclui-se que os objetivos gerais e específicos definidos no início deste estudo foram

alcançados.

Cabe ressaltar ainda que a avaliação apresentada neste trabalho é baseada na

proximidade do modelo com os resultados de ensaios, e não implica na definição de

recomendações de normas por critérios de segurança. O banco de dados utilizado apesar


231

de consistente, apresenta uma quantidade de ensaios reduzida em determinados intervalos

considerados, limitando a análise de resultados a um número menor de combinações de

critérios.

11.2. Sugestões para trabalhos futuros

São sugestões de trabalhos futuros seguindo a linha de pesquisa deste estudo:

• realizar o estudo de análise dos parâmetros considerando elementos

estruturais com armadura de cisalhamento;

• obter resultados experimentais complementares aos considerados neste

estudo;

• realizar estudo paramétrico considerando a linfluência da variação do tipo de

seção do elemento estrutural (retangular ou “T”).

• Realizar estudo semelhante considerando os fatores de segurança de cada

norma;

• propor fatores que reduzam os desvios das equações de acordo com os

intervalos dos parâmetros.


232

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ADEBAR, P. E.; COLLINS, M.P. Shear Strength of Members without Transverse


Reinforcement. Canadian Journal of Civil Engineering, v.23, 1996, No.2, p. 297-305.

AHMAD, S.H. PARK, F.; EL-DASH, K. Web reinforcement effects on shear capacity of
reinforced highstrength concrete beams. Magazine of Concrete Research 47, 1995,
No. 172, p.227-233.

AHMAD, S.H.; KHALOO, A.R.; POVEDA, A. Shear Capacity of Reinforced High-


Strength Concrete Beams. ACI Journal, 1986, V.83, p.297-305.

AL-ALUSI, A.F. Diagonal tension strength of reinforced concrete T-beams with


varying shear span. ACI Journal, 1957, p.1067-1077.

AMERICAN CONCRETE INSTITUTE (ACI), COMMITTEE 318. Building code


requirements for structural concrete (ACI 318-14), Farmington Hills, 2014, 519 p.

ANGELAKOS, D.; BENTZ, E.C.; COLLINS, M.P. Effect of Concrete Strength and
Minimum Stirrups on Shear Strength of Large Members. ACI Journal, 2001, V.98,
No.3, p. 290-300.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 6118: Projeto de


Estruturas de Concreto – Procedimento. Rio de Janeiro, 2014, 238 p.

ASTER, H.; KOCH, R. Schubtragfähigkeit dicker Stahlbetonplatten. Beton - und


Stahlbetonbau, 69, 1974, H.11, p.266-270.

BAZANT, Z.P.; KAZEMI, M.T. Size effect on diagonal shear failure of beams without
stirrups, ACI Journal, V.88, 1991, No.3, p. 268-276.

BENTZ, E. C.; BUCKLEY, S. Repeating a classic set of experiments on size effect in


shear of members without stirrups. ACI Journal, V.102, 2005, No.6, p .832-838.

BENTZ, E. C.; VECCHIO, F. J.; COLLINS, M. P. Simplified modified Compression Field


Theory for Calculating Shear Strength of Reinforced Concrete Elements. ACI Journal,
V.103, 2006, No.4, p. 614-624.

BERNANDER, K. An investigation of the shear strength of concrete beams without


stirrups or diagonal bars. Simpósio RILEM. Estocolmo, Vol.1, 1957.

BERNHARDT, C.J.; FYNBOE, C.C. High strength concrete beams. Nordic Concrete
Research. Norske Betongforening, Oslo, 1986.

BHAL, N.S. Über den Einfluß der Balkenhöhe auf die Schubtragfähigkeit von
einfeldrigen Stahlbetonbalken mit und ohne Schubbewehrung. Instituto Otto-Graf,
Stuttgart, 1968, H.35.

BHIDE, S. B.; COLLINS, M. P. Influence of Axial Tension on the Shear Capacity of


Reinforced Concrete Members. ACI Journal, V.86, 1989, No.5, p.570-581.

BOHIGAS, A.C. Shear design of reinforced high-strength concrete beams. Tese de


doutorado, Departamento de Engenharia da Construção, Universitat Politécnica de
233

Catalunya, Barcelona, 2002,168 p.

BRESLER, B. Scordelis, A.C. Shear strength of reinforced concrete beams. ACI


Journal, 1963, V.60, No.1, p. 51-74.

CANADIAN STANDARD. CAN A23.3-04 - Design of concrete structures. Canadian


Standards Association, 2004.

CAO, S. Size Effect and the Influence of Longitudinal Reinforcement on the Shear
Response of Large Reinforcement Concrete Members. Dissertação de mestrado.
Graduate Department of Civil Engineering University of Toronto, Toronto, 2000.

CAVAGNIS, F. RUIZ, M.F.; MUTTONI, A. Shear failures in reinforced concrete


members without transverse reinforcement: An analysis of the critical shear crack
development on the basis of test results. Artigo, Elsevier, V.103,2015, p. 157-173.

CEB - Comité Euro-International du Béton. CEB Bulletin No.126: Shear and Torsion –
Explanatory and Viewpoint papers on Model Code 78. Lausana, 1978, 378 p.

CEDERWALL, K.; HEDMAN, O.; LOSBERG, A. Shear strength of partially prestressed


beams with pretensioned reinforcement of high grade deformed bars. ACI Journal,
1974, SP.42, p. 215-230.

CERQUEIRA, F. C. C. Controle Estatístico da Resistência à Compressão do


Concreto. Revista Tecnologia Fortaleza, Fortaleza, 2000, No. 21, p.49-56.

CHANA, P.S. Some aspects of modelling the behaviour of reinforced concrete under
shear loading. Techn. Report 543, Cement and Concrete Association, Buckinghamshire,
1981, 22 p.

CHANG, T.S.; KESLER, C.E. Static and fatigue strength in shear of beams with
tensile reinforcement. ACI Journal, V.29, 1958, No.12, p. 1033-1057.

COLLINS, M.P.; KUCHMA, D. How Safe Are Our Large, Lightly Reinforced Concrete
Beams, Slabs, and Footings? ACI Journal, V.96, 1999, No.4, p. 482-490.

COMITÉ EURO-INTERNATIONAL DU BÉTON. CEB/FIP MODEL CODE MC-2010 –


Design code. International Federation for Structural Concrete, 2010.

DIAZ DE COSSIO, R.; SIESS, C.P. Behavior and strength in shear of beams and
frames without web reinforcement. ACI Journal, V.31, 1960, No.8, p. 695-735.

DRANGSHOLT, G.; THORENFELDT, E. Shear Capacity of High Strength Concrete


Beams. ACI 2nd International Symposium on HSC, 1990, 129-154 p.

ELZANATY, A.H.; NILSON, A.H; SLATE, F.O. Shear Capacity of Reinforced Concrete
Beams Using High-Strength Concrete. ACI Journal, V.83, 1986, No.2, p. 290-296.

EUROPEAN COMMITIEE FOR STANDARDIZATION. EN 1992-1-1 (2004): Eurocode 2:


Design of concrete structures - Part 1-1: General rules and rules for buildings. Bruxelas,
2004.

FELDMAN, A.; SIESS, C.P. Effect of Moment Shear Ratio on Diagonal Tension
Cracking and Strength in Shear of Reinforced Concrete Beams. Univ. of Illinois. Civil
Eng. Studies, Structural Research Series No. 107, 1955, 79 p.
234

FERGUSON, P.M. Some Implications of Recent Diagonal Tension Tests. ACI Journal,
V.28, 1956, No. 2, p. 177-172.

FERGUSON, P.M.; THOMPSON, J.N. Diagonal Tension in T-Beams without stirrups.


ACI Journal, V.49, 1953, No.7, p. 655-676.

FIB - Fédération Internacionale du béton. Bulletin 2: Structural Concrete – Textbook on


Behavior, Design and Performance, Fédération Internacionale du béton (fib), 1999.

FUSCO, P.B. Estruturas de Concreto: Solicitações Tangenciais. São Paulo: Ed. PINI,
2008, 328 p.

GABRIELSSON, H. High Performance Concrete Beams Tested in Shear. Comparison


Between the Traditional Approach and the Modified Compression Field Theory.
Utilization of High Strength Concrete, Oslo, V.1, 1993, p. 169-176.

GHANNOUM, W.M. Size Effect on Shear Strength of Reinforced Concrete Beams.


Dissertação de mestrado. Department of Civil Engineering and Applied Mechanics, McGill
University, Montreal, 1998, 115 p.

GRIMM, R. Einfluß bruchmechanischer Kenngrößen auf das Biege- und


Schubtragverhalten hochfester Betone. Diss., Fachb. Konstr. Ingenieurbau der TH
Darmstadt, 1996 und DafStb H.477, Beuth Verlag GmbH, Berlin, 1997.

HADDADIN, M.J., HONG, S., MATTOCK, A.H. Stirrup Effectiveness in Reinforced


Concrete Beams with Axial Force. Proceedings ASCE; V.97, 1971, No.9, p. 2277-2297.

HALLGREN, M. Flexural and Shear Capacity of Reinforced High Strength Concrete


Beams without Stirrups. KTH, Estocolmo, 1994, 150 p.

HALLGREN, M. Punching shear capacity of reinforced high strength concrete slabs.


Tese de doutorado. KTH, Estocolmo, 1996.

HAMADI, Y.D. Force transfer across cracks in concrete structures. Tese de


doutorado. Polytechnic of Central London, 1976.

HANSON, J.A. Shear Strength of Ligthweight Reinforced Concrete Beams. ACI


Journal, V.55, 1958, No.9, p. 387-403.

HANSON, J.A. Tensile Strength and Diagonal tension resistance of Structural


Lightweight Concrete. ACI Journal, V.58, 1961, No.7, p. 1-40.

HEDMANN, O.; LOSBERG, A. Design of Concrete structures with regard to shear


forces. Comité Euro-International du Beton (CEB): Shear and Torsion. Bulletin
d'Information No.126. Lausanne, 1978, p.184-209.

INJAGANERI, S.S. Studies on size effect on design strength and ductility of


reinforced concrete beams in shear. Tese de doutorado, Indian Institute of Technology,
2007.

INTERNATIONAL FEDERATION FOR STRUCTURAL CONCRETE (FIB). Structural


Concrete Textbook. Vol 2, 2010.
235

ISLAM, M.S.; PAM, H.J.; KWAN, A.K.H. Shear Capacity of high-strength concrete
beams with their point of inflection within the shear span. Proceedings Of The
Institution Of Civil Engineers: Structures And Buildings, V.128, 1998, No.1, p. 91-99.

JOHNSON, M.K.; RAMIREZ, J.A. Minimum Shear Reinforcement in Beams with


Higher Strength Concrete. ACI Journal, V.86, 1989, No.4, p. 376-382.

KANI, G.N.J. How safe are our large reinforced concrete beams? ACI Journal, V.64,
1967, No.3, p. 128-141.
KANI, M.W.; HUGGINS, M.W.; WITTKOPP, R.R. Kani on shear in reinforced concrete.
Departamento de Engenharia Civil, Universidade de Toronto, 1979, 97 p.

KAWANO, H.; WATANABE, H. Shear strength of reinforced concrete columns – Effect


of specimen size and load reversal. Proceedings of the Second Italy-Japan Workshop
on Seismic Design and Retrofit of Bridges. Roma, 1997, p. 141-154.

KIM, J.-K.; PARK, Y.-D. Shear strength of reinforcement high strength concrete
beams without web reinforcement. Magazine of Concrete Research, V.46, 1994,
No.166, p. 7-16.

KREFELD, W.J.; THURSTON, C.W. Studies of the shear and diagonal tension
strength of simply supported reinforced concrete beams. ACI Journal, V.63, 1966,
No.4, p. 451-476.

KUHLMANN, U. EHMANN, J. Versuche zur Ermittlung der Querkrafttragfähigkeit von


Verbundplatten unter Längszug ohne Schubbewehrung. Relatório de ensaio, No.
2001-6X, Instituto de Construção e Projeto, Universidade de Stuttgart, 2001.

KUHLMANN, U.; ZILCH, K.; EHMANN, J.; JÄHRING, A.; SPITRA, F. Shear Strength in
Composite Beams with Reinforced Cracked Deck Slabs in Tension without Shear
Reinforcement. Artigo, No. 2002- 2. Instituto de Construção e Projeto, Universidade de
Stuttgart, 2002, 109 p.

KULKARNI, S.M.; SHAH, S.P. Response of reinforced Concrete Beams at High Strain
Rates. ACI Journal, V.95, 1998, No.6, p. 705-714.

KÜNG, R. Ein Beitrag zur Schubsicherung im Stahlbetonbau. Betonstahl in


Entwicklung, TOR-ISTEG Steel Corporation, Luxemburgo, V.33.

LAUPA, A.; SIESS, C.P.; NEWMARK, N.M. The shear strength of simple-span
reinforced concrete beams without web reinforcement. Universidade de Illinois, 1953,
Structural Research Series, No.52, 75 p.

LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E., Construções de Concreto Volume 1: Princípios Básicos


do Dimensionamento. Ed. Interciência, Rio de Janeiro, 1979, 336 p.

LEONHARDT, F.; WALTHER, R. Schubversuche an einfeldrigen Stahlbetonbalken mit


und ohne Schubbewehrung. Deutscher Ausschus für Stahlbeton, V.151, 1962, 83 p.

LUBELL, A. Shear in wide reinforced concrete beams. Tese de doutorado, Graduate


Dep. of Civil Engineering, University of Toronto, Toronto, 2006. 455 p.

MACGREGOR, J.G.; WIGHT, J.K. Reinforced Concrete: Mechanics and Design 6E. Ed.
Pearson Education, Inc., New Jersey, 2012, 1157 p.
236

MARTI, P.; PRALONG, J.; THÜRLIMANN, B. Schubversuche an Stahlbetonplatten.


Relatório de ensaio, No. 7305-2, Intitut für Baustatik und Konstruktion, Zurique, 1977.

MATHEY, R.G.; WATSTEIN, D. Shear strength of beams without web reinforcement


containing deformed bars of different yield strengthes. ACI Journal, V.60, 1963, No.2,
p. 183-207.

MOAYER, M.; REGAN, P.E. Shear strength of prestressed and reinforced concrete T-
beams. Shear in reinforced concrete, ACI Special Publication V.42, Detroit, 1974, p. 183-
214.

MOODY, K.G.; VIEST, I.M.; ELSTNER, R.C.; HOGNESTAD, E. Shear strength of


reinforced concrete beams. Part 1 – Tests of Simple Beams. ACI Journal V.26, 1954,
No.4, p. 317-332 / Part 2 – Tests of Restrained Beams without Web Reinforcement. ACI
Journal V.26, 1955, No.5, p. 417-434 / Part 3 – Tests of Restrained Beams with Web
Reinforcement. ACI Journal V.26, 1955, No.6, p. 525-539.

MORROW, J.D.; VIEST, F.M. Shear strength of reinforced Concrete frame members
without web reinforcement. ACI Journal, V.28, 1957, No.9, p. 833-869.

MÖRSCH, E. Der Eisenbetonbau, seine Anwendung und Theorie - 1st ed. Wayss and
Fretag, A. G., Im Selbstverlag der Firma, Neustadt a d. Haardt; 1902, 118 p.

MPHONDE, A.G.; FRANTZ, G.C. Shear tests of high- and low-strength concrete
beams without stirrups. ACI Journal, V.81, 1984, No.4, p. 350-357.

NEVES, R.A. Desenvolvimento de Modelos Mecânicos-Probabilísticos para


Estruturas de Pavimentos de Edifícios. Tese de doutorado. Universidade de São Paulo.
Escola de Engenharia de São Carlos/SP, 2004.

NIWA, J.; YAMADA, K.; YOKOZAWA, K.; OKAMURA, M. Revaluation of the equation
for shear strength of reinforced concrete beams without web reinforcement.
Procedimentos da JSCE, V.5, 1986, No.372, p. 167-176.

PODGORNIAK-STANIK, B.A. The Influence of Concrete Strength, Distribution of


Longitudinal Reinforcement, Amount of Transverse Reinforcement and Member Size
on Shear Strength of Reinforced Concrete Members. Dissertação de mestrado.
Universidade de Toronto, 1998.

RAJAGOPALAN, K.S.; FERGUSON, P.M. Exploratory shear tests emphasizing


percentage of longitudinal reinforcement. ACI Journal, V.65, 1968, No.8, p. 634-638.

REGAN, P.E. Shear in Reinforced Concrete – an experimental study. CIRIA-Report, a


report to the Construction Research and Information Association. Imperial College of
Science and Technology, Dep. of Civil Engineering, Concrete Section, 1971.

REHM, G.; ELIGEHAUSEN, R.; NEUBERT, B. Rationalization of Reinforcement in


Concrete Construction - Simplified Shear Reinforcement in Beams. Artigo, Betonwerk
+ Fertigteil-Technik, V.44, 1978, p. 147-155 / p. 222-227.

REINECK, K. H.; BENTZ, E. C.; KUCHMA, D.A. ACI-DAfStb Database of Shear Tests
on Slender Reinforced Concrete Beams without Stirrups. ACI Journal, V.110, 2013,
No.5, p. 867-875.

REINECK, K.-H.; KOCH, R.; SCHLAICH, J. Shear Tests on Reinforced Concrete


237

Beams with axial compression for Offshore Structures – Final Test Report. Stuttgart,
Institut für Massivbau, Univ. Stuttgart, 1978.

REMMEL, G. Zum Zugtragverhalten hochfester Betone und seinem Einfluß auf die
Querkrafttragfähigkeit von schlanken Bauteilen ohne Schubbewehrung. Dissertação,
Technische Hochschule Darmstadt, Darmstadt, 1992.

RITTER, W. Die bauweise Hennebique. Schweizericshen Bauzeitung 33, No.7, Zurique,


1899, p. 59-61.

ROMBACH, G.A. Shear Design of Concrete Members without Shear Reinforcement -


A Solved Problem? Procedia Engineering, Hamburg, 2011.
ROSENBUSCH, J. Zur Querkrafttragfähigkeit von Balken aus stahlfaserverstärkten
Stahlbeton. Tese de doutorado, Fachbereich Bauingenieurwesen, TU Braunschweig,
Institut für Baustoffe, Massivbau und Brandschutz, 2003. 199 p.

ROSENBUSCH, J.; TEUTSCH, M. Trial Beams in Shear. Brite Euram project BRPR – CT
98: Sub task 4.2, Technical University Braunschweig, Brunsvique, 2002.

RÜSCH, H.; HAUGLI, F.R.; MAYER, H. Schubversuche an Stahlbeton Rechteckbalken


mit gleichmässing verteilter Belastung. Deutscher Ausschus für Stahlbeton, Berlim,
V.145, p. 4-30.

SAGASETA, J.; VOLLUM, R.L. Influence of Beam Crosssection, Loading Arrangement


and Aggregate Type on Shear Strength. Artigo, Magazine of Concrete Research,
ICE,2011, p. 139-155.

SALANDRA, M.A.; AHMAD, S.H. Shear Capacity of reinforced Lightweight High-


Strength Concrete Beams. ACI Journal, V86, 1989, No.6, p. 697-704.

SAMORA, M.S. Avaliação dos Mecanismos Resistentes ao Cisalhamento em


Concreto Armado sem Armadura Transversal. Dissertação de mestrado. Universidade
Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2015.

SCHLAICH, J.; SCHAFER, K.; AND JENNEWEIN, M. Toward a Consistent Design of


Structural Concrete. PCI Journal, V.32, No.3, 1987, p.74-150.

SCHOLZ, H. Ein Querkrafttragmodell für Bauteile ohne Schubbewehrung im


Bruchzustand aus normalfestem und hochfestem Beton. Berichte aus dem
Konstruktiven Ingenieurbau Heft 21, Technische Universität Berlin, Berlim, 1994.

SHERWOOD, E. G. One-way shear behaviour of large, lightly-reinforced concrete


beams and slabs. Tese de doutorado, Dep. of Civil Engineering, University of Toronto,
Toronto, 2008. 547 p.

SHIN, S-W.; LEE, K-S; MOON, J-I; GHOSH, S. K. Shear Strength of Reinforced High-
Strength Concrete Beams with Shear Span-to-Depth Ratios between 1.5 and 2.5. ACI
Journal, V.96, 1999, No.4, p. 549-556.

SNEED, L.H.; RAMIREZ, J.A. Influence of effective depth on shear strength of


concrete beams - experimental study. ACI Journal, V.107, 2010, No.5, p. 554-562.

SWAMY, N.; QURESHI, S.A. Strength, cracking and deformation similitude in


reinforced T-beams under bending and shear. ACI Journal, V.68, 1971, No.3, p. 187-
195.
238

TAN, K.H.; LU, H.Y. Shear behavior of large reinforced concrete deep beams and
code comparisons. ACI Journal, V.96, 1999 No.5, p. 836–846.

TANIMURA, Y.; SATO, T. Evaluation of Shear Strength of Deep Beams with Stirrups.
Quarterly Report of the Railway Technical Research Institute, V.46, 2005, No.1, p. 53-58.
TAYLOR, H.P.J. Shear strength of large beams. ASCE Journal of the Structural Division,
V.98, 1972, No.11, p.2473-2490.

TAYLOR, H.P.J. Shear stress in reinforced concrete beams without shear


reinforcement. Technical Report No.407, Cement and Concrete Assossiation, Londres,
1968.

THIELE, C. Bemessung von Stahlbetondecken ohne Querkraftbewehrung mit


integrierten Leitungsführunge. Doktorandensymposium 2010-51. Forschungskolloquium
des Deutscher Ausschuss für Stahlbeton, Berlim, 2010, 12 p.

TRAUTWEIN, L. M.; DE ALMEIDA, L. C.; GASPAR, R. A Comparative Study of the


Shear Strength Prediction for Reinforced Concrete Beams without Shear
Reinforcement. Applied Mechanics and Materials, V.584-586, 2014, p. 1135-1140.

TUREYEN, A.K.; FROSCH, R.J. Shear tests of FRP-reinforced concrete beams


without stirrups. ACI Journal, V.99, 2002, No.4, p. 427-434.

VECCHIO, F.J.; COLLINS, M.P. The Modified Compression-Field Theory for


Reinforced Concrete Elements Subjected to Shear. ACI Structural Journal, 1986,
vol.83, Nº 2, p.219-231.

WALRAVEN, J.; LEHWALTER, N. Size effects in short beams loaded in shear. ACI
Journal, V.91, 1994, No.5, p. 585–593.

WALRAVEN, J.C. The influence of depth on the shear strength of lightweight


concrete beams without shear reinforcement. Stevin Laboratory Report No.S-78-4,
Delft University of Technology, Delft, 1978.

WINKLER, K.; MARK, P. Querkraftversuche an maßstäblich skalierten,


schubunbewehrten Stahlbetonbalken. Berichte aus dem Lehrstuhl für Massivbau,
Versuchsbericht 2011-1, Ruhr Universität Bochum, 2011, 105 p.

XIE, Y.; AHMAD S.H.; YU, T.; HINO, S.; CHUNG, W. Shear Ductility of reinforced
Concrete Beams of normal and high-strength concrete. ACI Journal, V.91, 1994),
No.2, p.140-149.

YANG, K.-H.; CHUNG, H.-S.; LEE, E.-T.; EUN, H.-C. Shear characteristics of high-
strength concrete deep beams without shear reinforcements. Artigo, Elsevier. V.25,
2003, p. 1343–1352.

YOON, Y.-S.; COOK, W.D.; MITCHELL, D. Minimum Shear Reinforcement in Normal,


Medium and High-Strength Concrete Beams. ACI Journal, V.93, 1996, No.5, p. 576-
584.
YOSHIDA, Y.; BENTZ, E.; COLLINS, M.P. Results of Large Beam Tests. University of
Toronto, Toronto, 2000.
239

APÊNDICE I – BANCO DE DADOS

A Tabela I- 1 apresenta os dados dos ensaios ao cisalhamento de vigas obtidos em

literaturas diversas, com seus respectivos autores. Os valores nas células em amarelo,

quando não disponíveis, foram calculados a partir dos dados obtidos em cada literatura.
240

Tabela I- 1 – Banco de dados obtido na literatura

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Adebar, P.E.; Collins, M.P. (1996) ST1 360 360 0 310 536 2,92 278 48,5 1,57 127,5
Adebar, P.E.; Collins, M.P. (1996) ST2 360 360 0 310 536 2,92 278 48,5 1,57 118,7
Adebar, P.E.; Collins, M.P. (1996) ST3 290 290 0 310 536 2,92 278 45,3 1,95 107,7
Adebar, P.E.; Collins, M.P. (1996) ST16 290 290 0 210 536 4,56 178 47,5 3,04 75,1
Adebar, P.E.; Collins, M.P. (1996) ST23 290 290 0 310 484 2,92 278 54,9 0,99 89,9
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) A1 127 127 0 254 414 4,00 203 58,4 3,93 58,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) A2 127 127 0 254 414 3,00 203 58,4 3,93 69,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) A3 127 127 0 254 414 2,70 203 58,4 3,93 69,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) A7 127 127 0 254 414 4,00 208 58,4 1,77 47,2
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) A8 127 127 0 254 414 3,00 208 58,4 1,77 49,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B1 127 127 0 254 414 4,00 202 64,7 5,03 51,7
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B2 127 127 0 254 414 3,00 202 64,7 5,03 69,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B3 127 127 0 254 414 2,70 202 64,7 5,03 100,5
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B7 127 127 0 254 414 4,00 208 64,7 2,25 45,0
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B8 127 127 0 254 414 3,00 208 64,7 2,25 47,1
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) B9 127 127 0 254 414 2,70 208 64,7 2,25 80,4
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C1 127 127 0 254 414 4,00 184 62,0 6,63 54,7
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C2 127 127 0 254 414 3,00 184 62,0 6,63 76,0
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C3 127 127 0 254 414 2,70 184 62,0 6,63 69,3
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C7 127 127 0 254 414 4,00 207 62,0 3,26 45,9
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C8 127 127 0 254 414 3,00 207 62,0 3,26 44,9
Ahmad, S.H.; Kahloo, A.R.; Poveda, A. (1986) C9 127 127 0 254 414 2,70 207 62,0 3,26 45,7
Ahmad, S.H.; Park, F.; El-Dash, K. (1995) B7N 102 102 0 204 413 3,70 178 39,6 1,39 26,7
Ahmad, S.H.; Park, F.; El-Dash, K. (1995) B7H 102 102 0 204 413 3,70 178 74,1 1,39 26,9
Ahmad, S.H.; Park, F.; El-Dash, K. (1995) B8H 102 102 0 204 413 3,70 178 76,8 1,39 26,9
Al-Alusi, A.F. (1957) 12 330 76 32 114 366 2,50 127 21,2 1,43 27,0
Al-Alusi, A.F. (1957) 11 330 76 32 114 366 3,40 127 24,6 1,43 17,4
Al-Alusi, A.F. (1957) 2 330 76 32 114 366 3,40 127 23,9 0,81 14,4
Al-Alusi, A.F. (1957) 21 330 76 37 114 366 3,40 127 25,2 1,33 24,1
Al-Alusi, A.F. (1957) 15 330 76 37 114 366 4,00 127 21,2 1,33 17,2
Al-Alusi, A.F. (1957) 10 330 76 32 114 366 4,00 127 24,6 1,43 14,7
Al-Alusi, A.F. (1957) 4 330 76 32 114 366 4,00 127 22,5 0,81 13,9
Al-Alusi, A.F. (1957) 13 330 76 32 114 366 4,00 127 24,7 1,43 17,0
Al-Alusi, A.F. (1957) 18 330 76 32 114 366 4,50 127 22,9 1,43 14,0
Al-Alusi, A.F. (1957) 7 330 76 32 114 366 4,50 127 21,5 1,43 13,5
Al-Alusi, A.F. (1957) 24 330 76 32 114 366 4,50 127 24,5 1,43 15,4
Al-Alusi, A.F. (1957) 16 330 76 37 114 366 4,50 127 24,1 1,33 14,8
241

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Al-Alusi, A.F. (1957) 17 330 76 32 114 366 5,50 127 25,6 1,43 13,8
Al-Alusi, A.F. (1957) 8 330 76 32 114 366 5,50 127 22,3 1,43 13,4
Al-Alusi, A.F. (1957) 19 330 76 32 114 366 5,50 127 26,6 2,23 14,0
Al-Alusi, A.F. (1957) 25 330 76 32 114 366 5,50 127 22,0 1,43 13,5
Al-Alusi, A.F. (1957) 9 330 76 32 114 366 6,50 127 27,7 1,43 14,1
Al-Alusi, A.F. (1957) 20 330 76 32 114 366 6,50 127 23,3 2,23 15,0
Al-Alusi, A.F. (1957) 23 330 76 32 114 366 7,40 127 24,2 2,23 14,0
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB0530 300 300 0 1000 550 2,88 925 28,0 0,50 167,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB120 300 300 0 1000 550 2,88 925 17,0 1,01 181,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB130 300 300 0 1000 550 2,88 925 28,0 1,01 187,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB140 300 300 0 1000 550 2,88 925 34,0 1,01 182,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB165 300 300 0 1000 550 2,88 925 61,0 1,01 187,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB180 300 300 0 1000 550 2,88 925 76,0 1,01 174,9
Angelakos, D.; Bentz, E.C.; Collins, M.P. (2001) DB230 300 300 0 1000 550 2,97 895 28,0 2,09 259,9
Aster, H.; Koch, R. (1974) 2 1000 1000 0 278 543 3,68 250 22,9 0,64 221,6
Aster, H.; Koch, R. (1974) 3 1000 1000 0 284 525 3,68 250 23,3 0,91 226,1
Aster, H.; Koch, R. (1974) 11 1000 1000 0 534 525 3,65 500 20,6 0,46 279,7
Aster, H.; Koch, R. (1974) 12 1000 1000 0 535 525 3,65 500 23,3 0,65 342,5
Aster, H.; Koch, R. (1974) 16 1000 1000 0 789 526 3,67 750 26,4 0,42 432,6
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB1.1 104 104 0 103 400 2,80 84 31,6 1,63 14,5
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB1.2 105 105 0 103 400 2,80 84 31,6 1,61 18,5
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB1.3 104 104 0 103 400 2,80 84 31,6 1,63 15,0
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB2.1 106 106 0 206 400 2,87 168 30,3 1,59 28,9
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB2.2 105 105 0 206 400 2,87 168 30,3 1,61 30,6
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB2.3 106 106 0 204 400 2,91 166 30,3 1,61 29,9
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB3.1 105 105 0 378 400 2,94 333 32,1 1,55 42,5
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB3.2 101 101 0 378 400 2,94 333 32,1 1,61 41,0
Bentz, E.C.; Buckley, S. (2005) SBB3.3 101 101 0 378 400 2,94 333 32,1 1,61 43,3
Bernander, K. (1957) A1 100 100 0 200 667 4,17 168 25,1 1,11 21,2
Bernander, K. (1957) A2 100 100 0 200 905 4,17 168 25,1 1,17 23,7
Bernander, K. (1957) A3 100 100 0 200 910 4,17 168 23,6 0,96 19,8
Bernander, K. (1957) A4 100 100 0 200 667 4,17 168 25,1 1,11 21,6
Bernander, K. (1957) A5 100 100 0 200 905 4,17 168 25,1 1,17 21,0
Bernander, K. (1957) A6 100 100 0 200 910 4,17 168 23,6 0,96 17,3
Bernhardt, C.J.; Fynboe, C.C. (1986) S6A 150 150 0 200 510 2,52 159 78,1 2,63 95,8
Bernhardt, C.J.; Fynboe, C.C. (1986) S6C 150 150 0 200 510 2,52 159 78,1 2,63 115,8
Bernhardt, C.J.; Fynboe, C.C. (1986) S9A 150 150 0 200 510 3,46 159 78,1 5,27 80,7
Bernhardt, C.J.; Fynboe, C.C. (1986) S9B 150 150 0 200 510 3,46 159 78,1 5,27 65,7
Bernhardt, C.J.; Fynboe, C.C. (1986) S9C 150 150 0 200 510 3,46 159 93,1 5,27 68,7
Bhal, N.S. (1968) B1 240 240 0 350 426 2,94 300 19,2 1,26 71,0
242

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Bhal, N.S. (1968) B2 240 240 0 650 426 2,94 600 25,6 1,26 119,5
Bhal, N.S. (1968) B3 240 240 0 950 426 2,94 900 23,5 1,26 166,4
Bhal, N.S. (1968) B4 240 240 0 1250 426 2,94 1200 21,2 1,26 187,1
Bhal, N.S. (1968) B5 240 240 0 650 426 2,94 600 22,6 0,63 106,9
Bhal, N.S. (1968) B6 240 240 0 650 422 2,94 600 20,7 0,63 115,4
Bhal, N.S. (1968) B7 240 240 0 950 426 2,94 900 23,2 0,63 140,1
Bhal, N.S. (1968) B8 240 240 0 950 422 2,94 900 23,7 0,63 127,6
Bohigas, A.C. (2002) H 50/1 200 200 0 400 500 2,90 360 45,9 2,23 99,7
Bohigas, A.C. (2002) H 50/5 200 200 0 400 500 2,90 360 45,9 2,23 177,6
Bohigas, A.C. (2002) H 60/1 200 200 0 400 500 2,90 360 56,8 2,23 108,1
Bohigas, A.C. (2002) H 75/1 200 200 0 400 500 2,90 360 64,9 2,23 99,9
Bohigas, A.C. (2002) H 100/1 200 200 0 400 500 2,90 360 83,0 2,23 117,9
Bohigas, A.C. (2002) H 100/5 200 200 0 400 500 2,90 360 83,0 2,23 140,1
Bresler, B.; Scordelis, A.C. (1963) 0A-1 310 310 0 556 555 3,80 461 18,5 1,81 170,7
Bresler, B.; Scordelis, A.C. (1963) 0A-2 305 305 0 561 555 4,74 466 19,7 2,27 184,4
Bresler, B.; Scordelis, A.C. (1963) 0A-3 307 307 0 556 552 6,77 462 33,6 2,73 195,8
Cao, S. (2000) SB 2012/0 300 300 0 2000 436 2,89 1845 23,5 1,52 418,4
Cao, S. (2000) SB 2003/0 300 300 0 2000 436 2,77 1925 26,1 0,36 238,9
Cavagnis, F. Ruiz, M.F.; Muttoni, A. (2015) SC61 250 250 0 600 710 4,41 556 31,3 0,89 103,0
Cavagnis, F. Ruiz, M.F.; Muttoni, A. (2015) SC64 250 250 0 600 710 3,15 556 31,6 0,89 105,0
Cavagnis, F. Ruiz, M.F.; Muttoni, A. (2015) SC65 250 250 0 600 710 3,13 559 31,5 0,54 102,0
Cederwall, K.; Hedman, O.; Losberg, A. (1974) 734-34 135 135 0 260 818 3,42 234 25,3 1,07 42,1
Chana, P.S. (1981) 2.1a 203 203 0 406 478 3,00 356 34,9 1,74 96,0
Chana, P.S. (1981) 2.1b 203 203 0 406 478 3,00 356 34,9 1,74 97,1
Chana, P.S. (1981) 2.2a 203 203 0 406 478 3,00 356 28,8 1,74 87,4
Chana, P.S. (1981) 2.2b 203 203 0 406 478 3,00 356 28,8 1,74 94,4
Chana, P.S. (1981) 2.3a 203 203 0 406 478 3,00 356 31,7 1,74 99,4
Chana, P.S. (1981) 2.3b 203 203 0 406 478 3,00 356 31,7 1,74 96,4
Chana, P.S. (1981) 3.1a 100 100 0 202 421 3,00 177 20,5 1,77 23,8
Chana, P.S. (1981) 3.1b 100 100 0 202 421 3,00 177 20,5 1,77 23,9
Chana, P.S. (1981) 3.2a 100 100 0 202 421 3,00 177 22,1 1,77 24,5
Chana, P.S. (1981) 3.2b 100 100 0 202 421 3,00 177 22,1 1,77 25,5
Chana, P.S. (1981) 3.3a 100 100 0 202 421 3,00 177 24,5 1,77 26,5
Chana, P.S. (1981) 3.3b 100 100 0 202 421 3,00 177 24,5 1,77 23,2
Chana, P.S. (1981) D1 100 100 0 202 421 3,00 177 18,5 1,77 22,1
Chana, P.S. (1981) D2 100 100 0 202 421 3,00 177 19,0 1,77 23,4
Chana, P.S. (1981) D3 100 100 0 202 421 3,00 177 27,8 1,77 21,4
Chana, P.S. (1981) 4.1a 60 60 0 121 504 3,00 106 16,8 1,78 9,8
Chana, P.S. (1981) 4.1b 60 60 0 121 504 3,00 106 16,8 1,78 8,7
Chana, P.S. (1981) 4.2a 60 60 0 121 504 3,00 106 16,8 1,78 9,0
243

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Chana, P.S. (1981) 4.2b 60 60 0 121 504 3,00 106 16,8 1,78 9,7
Chana, P.S. (1981) 4.3a 60 60 0 121 504 3,00 106 31,2 1,78 11,7
Chana, P.S. (1981) 4.3b 60 60 0 121 504 3,00 106 31,2 1,78 12,4
Chana, P.S. (1981) 4.4a 60 60 0 121 504 3,00 106 31,2 1,78 9,6
Chana, P.S. (1981) 4.4b 60 60 0 121 504 3,00 106 31,2 1,78 10,5
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IA1 102 102 0 152 328 4,09 137 23,6 2,89 20,0
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IB1 102 102 0 152 328 2,60 137 23,6 1,86 19,7
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IC1 102 102 0 152 328 3,34 137 23,6 2,37 19,7
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IC2 102 102 0 152 328 3,34 137 23,6 2,37 17,9
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IIB1 102 102 0 152 328 4,09 137 13,7 2,37 16,7
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) IIC1 102 102 0 152 328 2,60 137 13,7 2,89 17,9
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 4-21a 102 102 0 152 328 3,72 137 34,6 1,86 21,2
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 4-22a 102 102 0 152 328 3,72 137 27,9 1,86 21,5
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 4-23a 102 102 0 152 328 3,72 137 28,2 1,86 21,7
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-21a 102 102 0 152 328 3,72 137 28,2 2,89 29,0
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-21b 102 102 0 152 328 3,72 137 28,2 2,89 27,6
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-22a 102 102 0 152 328 3,72 137 27,2 2,89 22,5
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-22b 102 102 0 152 328 3,72 137 27,2 2,89 26,0
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-23a 102 102 0 152 328 3,72 137 28,1 2,89 24,6
Chang, T.S.; Kesler, C.E. (1958) 5-23b 102 102 0 152 328 3,72 137 28,1 2,89 23,5
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100 300 300 0 1000 550 2,88 925 32,0 1,01 227,9
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100H 300 300 0 1000 550 2,88 925 94,0 1,01 193,0
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100B 300 300 0 1000 550 2,88 925 35,0 1,01 206,9
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100L 300 300 0 1000 483 2,88 925 35,0 1,01 225,9
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100-R 300 300 0 1000 550 2,88 925 32,0 1,01 251,9
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100HE 300 300 0 1000 550 2,88 925 94,0 1,01 219,9
Collins, M.P.; Kuchma, D. (1999) B100L-R 300 300 0 1000 483 2,88 925 35,0 1,01 237,9
Diaz de Cossio, R.; Siess, C.P. (1960) A-2 152 152 0 305 469 3,30 254 27,5 0,98 42,4
Diaz de Cossio, R.; Siess, C.P. (1960) A-3 152 152 0 305 452 4,30 254 15,5 0,98 34,9
Diaz de Cossio, R.; Siess, C.P. (1960) A-12 152 152 0 305 314 3,30 254 22,7 3,33 59,5
Diaz de Cossio, R.; Siess, C.P. (1960) A-13 152 152 0 305 393 4,30 254 18,1 3,33 47,6
Diaz de Cossio, R.; Siess, C.P. (1960) A-14 152 152 0 305 364 5,30 254 23,5 3,33 55,6
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B11 150 150 0 250 485 3,00 221 50,0 1,82 58,1
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B13 150 150 0 250 485 4,00 207 50,0 3,24 70,5
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B14 150 150 0 250 485 3,00 207 50,0 3,24 82,6
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B21 150 150 0 250 485 3,00 221 73,8 1,82 67,9
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B23 150 150 0 250 485 4,00 207 73,8 3,24 77,8
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B24 150 150 0 250 485 3,00 207 73,8 3,24 82,6
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B43 150 150 0 250 485 4,00 207 82,4 3,24 86,2
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B44 150 150 0 250 485 3,00 207 82,4 3,24 107,2
244

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B51 150 150 0 250 485 3,00 221 93,7 1,82 56,2
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B53 150 150 0 250 485 4,00 207 93,7 3,24 76,8
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B54 150 150 0 250 485 3,00 207 93,7 3,24 77,7
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B61 300 300 0 500 485 3,00 442 73,8 1,82 180,3
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B63 300 300 0 500 485 4,00 414 73,8 3,24 229,4
Drangsholt, G.; Thorenfeld, E. (1990) B64 300 300 0 500 485 3,00 414 73,8 3,24 280,7
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F11 178 178 0 305 434 4,00 270 16,7 1,19 43,7
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F12 178 178 0 305 434 4,00 268 16,7 2,44 53,2
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F8 178 178 0 305 434 4,00 273 36,0 0,93 44,7
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F13 178 178 0 305 434 4,00 270 36,0 1,19 47,6
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F14 178 178 0 305 434 4,00 268 36,0 2,44 63,4
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F1 178 178 0 305 434 4,00 270 61,5 1,19 57,4
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F2 178 178 0 305 434 4,00 268 61,5 2,44 65,6
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F10 178 178 0 305 434 4,00 267 61,5 3,21 74,9
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F9 178 178 0 305 434 4,00 268 75,3 1,63 62,3
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F15 178 178 0 305 434 4,00 268 75,3 2,44 66,3
Elzanaty, A.H.; Nilson, A.H.; Slate, F.O. (1986) F6 178 178 0 305 434 6,00 268 59,5 2,44 60,1
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L-2 152 152 0 305 310 3,02 253 17,5 3,35 76,4
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L-2A 152 152 0 305 283 3,02 253 32,7 3,35 80,9
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L-3 152 152 0 305 310 4,02 253 24,0 3,35 54,3
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L-4 152 152 0 305 303 5,03 253 21,8 3,35 52,0
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L-5 152 152 0 305 331 6,04 253 23,9 3,35 52,2
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L2R 152 152 0 305 310 2,87 253 17,5 3,35 74,8
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L2aR 152 152 0 305 283 2,87 253 32,7 3,35 93,0
Feldman, A.; Siess, C.P. (1955) L3R 152 152 0 305 310 3,87 253 24,0 3,35 62,4
Ferguson, P.M. (1956) F2 101 101 0 210 310 3,23 189 25,3 2,08 22,2
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A1 432 102 38 203 276 3,39 210 25,7 2,99 29,1
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A2 432 102 38 203 276 3,39 210 23,3 2,99 27,0
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A3 432 102 38 203 276 3,39 210 31,1 2,99 33,6
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A4 432 102 38 203 276 3,39 210 31,0 2,99 31,6
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A5 432 102 38 203 276 3,39 210 41,4 2,99 33,9
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) A6 432 102 38 203 276 3,39 210 34,7 2,99 35,6
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) D1 432 178 38 203 276 3,39 210 27,3 2,16 48,7
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) D2 432 178 38 203 276 3,39 210 25,6 2,16 52,0
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) N1 483 108 38 152 276 4,00 178 16,7 1,70 23,8
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) N2 483 108 38 152 276 4,00 178 16,6 1,70 23,9
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) N3 483 108 38 152 276 4,00 178 13,5 1,70 21,5
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) G4 559 108 38 102 276 6,22 114 18,9 1,93 14,0
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) G5 559 108 38 102 276 6,22 114 17,7 1,93 15,8
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) G6 559 108 38 102 276 6,22 114 17,9 1,93 17,6
245

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) B1 432 102 6 235 276 3,39 210 31,7 4,33 35,5
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) B2 432 102 6 235 276 3,39 210 29,5 4,33 31,6
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) B3 432 102 6 235 276 3,39 210 36,0 4,33 39,4
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) B4 432 102 6 235 276 3,39 210 39,4 4,33 43,9
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) B5 432 102 6 235 276 3,39 210 37,0 4,33 38,3
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) C1 432 102 6 235 276 3,39 210 29,5 4,33 50,1
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) C2 432 102 6 235 276 3,39 210 29,5 4,33 38,8
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) L1 483 108 38 152 276 4,48 159 17,7 1,81 27,4
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) L2 483 108 38 152 276 4,48 159 18,6 1,81 29,8
Ferguson, P.M.; Thompson, J.N. (1953) L3 483 108 38 152 276 4,48 159 18,2 1,81 27,4
Gabrielsson, H. (1993) SAR3 200 200 0 298 652 4,23 260 133,0 3,09 108,0
Gabrielsson, H. (1993) HP1 200 200 0 238 686 4,00 200 135,0 3,02 109,1
Gabrielsson, H. (1993) HP3 200 200 0 238 661 4,00 200 121,0 4,02 102,1
Gabrielsson, H. (1993) HP5 200 200 0 238 661 4,00 200 104,0 4,02 109,6
Ghannoum, W.M. (1998) N155 (N) 400 400 0 155 444 2,50 128 30,2 1,96 111,9
Ghannoum, W.M. (1998) N155 (S) 400 400 0 155 444 2,50 128 30,2 1,18 84,6
Ghannoum, W.M. (1998) N220 (N) 400 400 0 220 433 2,50 190 30,2 1,97 122,7
Ghannoum, W.M. (1998) N220 (S) 400 400 0 220 433 2,50 190 30,2 1,18 103,6
Ghannoum, W.M. (1998) N350 (N) 400 400 0 350 436 2,50 313 30,2 2,00 178,6
Ghannoum, W.M. (1998) N350 (S) 400 400 0 350 436 2,50 313 30,2 1,20 158,0
Ghannoum, W.M. (1998) N485 (N) 400 400 0 485 385 2,50 440 30,2 1,99 215,4
Ghannoum, W.M. (1998) N485 (S) 400 400 0 485 385 2,50 440 30,2 1,19 187,5
Ghannoum, W.M. (1998) N960 (N) 400 400 0 960 385 2,50 889 30,2 1,97 386,1
Ghannoum, W.M. (1998) N960 (S) 400 400 0 960 385 2,50 889 30,2 1,18 366,6
Ghannoum, W.M. (1998) H90 (N) 400 400 0 90 648 2,50 65 54,5 1,92 77,4
Ghannoum, W.M. (1998) H90 (S) 400 400 0 90 648 2,50 65 54,5 1,15 52,1
Ghannoum, W.M. (1998) H155 (N) 400 400 0 155 444 2,50 128 54,5 1,96 105,0
Ghannoum, W.M. (1998) H155 (S) 400 400 0 155 444 2,50 128 54,5 1,18 76,7
Ghannoum, W.M. (1998) H220 (N) 400 400 0 220 433 2,50 190 54,5 1,97 135,3
Ghannoum, W.M. (1998) H220 (S) 400 400 0 220 433 2,50 190 54,5 1,18 105,9
Ghannoum, W.M. (1998) H350 (N) 400 400 0 350 436 2,50 313 54,5 2,00 189,6
Ghannoum, W.M. (1998) H350 (S) 400 400 0 350 436 2,50 313 54,5 1,20 157,3
Ghannoum, W.M. (1998) H485 (N) 400 400 0 485 385 2,50 440 54,5 1,99 199,0
Ghannoum, W.M. (1998) H485 (S) 400 400 0 485 385 2,50 440 54,5 1,19 198,5
Ghannoum, W.M. (1998) H960 (N) 400 400 0 960 385 2,50 889 54,5 1,97 337,4
Ghannoum, W.M. (1998) H960 (S) 400 400 0 960 385 2,50 889 54,5 1,18 316,7
Grimm, R. (1997) S 1.1 300 300 0 200 660 3,73 153 86,1 1,34 70,2
Grimm, R. (1997) S 1.2 300 300 0 200 517 3,75 152 87,2 2,20 75,2
Grimm, R. (1997) S 1.3 300 300 0 200 487 3,90 146 89,7 4,22 98,6
Grimm, R. (1997) S 2.2 300 300 0 400 469 3,53 348 87,3 1,88 191,1
246

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Grimm, R. (1997) S 2.4 300 300 0 400 487 3,75 328 90,1 3,76 230,3
Grimm, R. (1997) S 3.2 300 300 0 800 487 3,66 718 89,7 1,72 258,5
Grimm, R. (1997) S 3.3 300 300 0 800 487 3,53 746 90,4 0,83 201,4
Grimm, R. (1997) S 3.4 300 300 0 800 487 3,81 690 90,1 3,57 380,9
Grimm, R. (1997) S 4.1 300 300 0 200 660 3,73 153 106,9 1,34 74,4
Grimm, R. (1997) S 4.2 300 300 0 200 517 3,75 152 106,9 2,20 90,3
Grimm, R. (1997) S 4.3 300 300 0 200 487 3,90 146 106,9 4,22 122,2
Haddadin, M.J.; Hong, S.; Mattock, A.H. (1971) A1 610 178 102 368 517 2,50 381 25,5 2,31 116,8
Haddadin, M.J.; Hong, S.; Mattock, A.H. (1971) C1 610 178 102 368 517 4,25 381 21,9 2,31 87,3
Haddadin, M.J.; Hong, S.; Mattock, A.H. (1971) E1 610 178 102 368 517 2,50 381 9,9 2,31 99,5
Haddadin, M.J.; Hong, S.; Mattock, A.H. (1971) J1 610 178 102 368 517 2,50 381 21,7 2,31 122,4
Hallgren, M. (1994) B90SB5-2-33 156 156 0 232 651 3,66 191 28,8 2,27 56,6
Hallgren, M. (1994) B90SB6-2-33 156 156 0 235 651 3,61 194 28,8 2,24 54,1
Hallgren, M. (1994) B90SB9-2-31 156 156 0 233 651 3,65 192 27,1 2,27 49,6
Hallgren, M. (1994) B90SB10-2-31 157 157 0 234 651 3,63 193 27,1 2,20 54,1
Hallgren, M. (1994) B90SB13-2-86 163 163 0 233 630 3,65 192 82,2 2,17 83,1
Hallgren, M. (1994) B90SB14-2-86 158 158 0 235 630 3,61 194 82,2 2,21 77,1
Hallgren, M. (1994) B90SB17-2-45 157 157 0 232 630 3,66 191 40,9 2,26 59,6
Hallgren, M. (1994) B90SB18-2-45 155 155 0 235 630 3,61 194 40,9 2,26 63,6
Hallgren, M. (1994) B90SB21-2-85 155 155 0 235 630 3,61 194 80,6 2,26 69,6
Hallgren, M. (1994) B90SB22-2-85 158 158 0 234 630 3,63 193 80,6 2,23 76,1
Hallgren, M. (1994) B91SC1-2-62 156 156 0 234 443 3,63 193 57,8 2,25 71,6
Hallgren, M. (1994) B91SC2-2-62 155 155 0 237 443 3,57 196 57,8 2,23 70,1
Hallgren, M. (1994) B91SC3-2-69 155 155 0 235 443 3,61 194 65,1 2,26 77,1
Hallgren, M. (1994) B91SC4-2-69 156 156 0 236 443 3,59 195 65,1 2,23 74,6
Hallgren, M. (1994) B91SD1-4-61 156 156 0 247 494 3,61 194 56,8 3,99 89,1
Hallgren, M. (1994) B91SD2-4-61 156 156 0 248 494 3,59 195 56,8 3,96 90,5
Hallgren, M. (1994) B91SD3-4-66 156 156 0 248 494 3,59 195 61,7 3,96 82,1
Hallgren, M. (1994) B91SD4-4-66 155 155 0 248 494 3,59 195 61,7 3,99 79,6
Hallgren, M. (1994) B91SD5-4-58 156 156 0 249 494 3,58 196 54,3 3,95 78,5
Hallgren, M. (1994) B91SD6-4-58 150 150 0 249 494 3,58 196 54,3 4,11 83,1
Hallgren, M. (1996) B3 262 262 0 240 632 2,64 208 88,4 0,74 76,1
Hallgren, M. (1996) B5 283 283 0 240 604 2,61 211 87,3 1,05 104,2
Hallgren, M. (1996) B7 337 337 0 240 630 2,64 208 81,0 0,57 89,3
Hamadi, Y.D. (1976) G1 100 100 0 400 400 3,39 370 26,3 1,70 45,0
Hamadi, Y.D. (1976) G2 100 100 0 400 460 3,37 372 19,5 1,08 41,4
Hamadi, Y.D. (1976) G4a 100 100 0 400 800 5,90 372 18,0 1,08 31,0
Hamadi, Y.D. (1976) G4b 100 100 0 400 800 3,44 372 17,0 1,08 38,9
Hanson, J.A. (1958) 8A-X 152 152 0 305 333 2,48 267 21,5 2,49 81,2
Hanson, J.A. (1958) 8A 152 152 0 305 333 2,48 267 23,7 2,49 58,5
247

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Hanson, J.A. (1958) 8B 152 152 0 305 333 2,48 267 33,1 2,49 91,1
Hanson, J.A. (1958) 8C 152 152 0 305 333 2,48 267 54,0 4,99 128,0
Hanson, J.A. (1958) 8D 152 152 0 305 333 2,48 267 69,7 4,99 166,2
Hanson, J.A. (1961) 8A4 152 152 0 305 611 4,95 267 16,9 1,25 34,8
Hanson, J.A. (1961) 8B4 152 152 0 305 611 4,95 267 27,0 1,25 43,8
Hanson, J.A. (1961) 8BW4 152 152 0 305 611 4,95 267 25,7 1,25 41,0
Hanson, J.A. (1961) 8B2 152 152 0 305 636 4,95 267 26,8 3,50 53,4
Hanson, J.A. (1961) 8B3 152 152 0 305 334 2,48 267 26,1 1,25 46,8
Hedmann, O.; Losberg, A. (1978) A4 152 152 0 297 611 4,95 267 15,9 1,25 33,8
Hedmann, O.; Losberg, A. (1978) B4 152 152 0 297 611 4,95 267 25,5 1,25 42,8
Hedmann, O.; Losberg, A. (1978) BW4 152 152 0 297 611 4,95 267 24,2 1,25 40,0
Hedmann, O.; Losberg, A. (1978) B2 152 152 0 297 645 4,95 267 25,3 2,22 52,4
Injaganeri, S.S. (2007) H20-0-0 150 150 0 200 521 2,88 161 46,4 2,50 56,2
Injaganeri, S.S. (2007) H40-0-0 150 150 0 400 521 2,95 345 54,5 2,33 120,8
Injaganeri, S.S. (2007) H60-0-0 150 150 0 600 595 2,97 536 54,5 3,13 171,8
Islam, M.S.; Pam, H.J.; Kwan, A.K.H. (1998) M100-S0 150 150 0 250 532 3,94 203 79,3 3,22 65,0
Islam, M.S.; Pam, H.J.; Kwan, A.K.H. (1998) M80-S0 150 150 0 250 532 3,94 203 68,2 3,22 58,0
Islam, M.S.; Pam, H.J.; Kwan, A.K.H. (1998) M60-S0 150 150 0 250 554 3,86 207 46,8 2,02 45,5
Islam, M.S.; Pam, H.J.; Kwan, A.K.H. (1998) M40-S0 150 150 0 250 320 3,90 205 30,4 3,19 55,0
Islam, M.S.; Pam, H.J.; Kwan, A.K.H. (1998) M25-S0 150 150 0 250 350 3,86 207 22,6 2,02 47,5
Johnson, M.K.; Ramirez, J.A. (1989) 6 305 305 0 610 525 3,10 539 51,9 2,49 197,0
Kani, G.N.J. (1967) 40 152 152 0 152 388 5,35 140 22,4 2,59 32,0
Kani, G.N.J. (1967) 41 152 152 0 152 381 2,41 141 23,2 2,61 51,4
Kani, G.N.J. (1967) 43 151 151 0 152 392 5,92 137 24,0 2,73 29,1
Kani, G.N.J. (1967) 47 151 151 0 152 392 5,13 132 20,8 2,85 28,2
Kani, G.N.J. (1967) 48 151 151 0 152 392 5,08 133 20,8 2,82 27,1
Kani, G.N.J. (1967) 52 152 152 0 152 392 3,93 138 20,8 2,69 28,9
Kani, G.N.J. (1967) 55 150 150 0 152 392 3,02 135 21,1 2,81 32,6
Kani, G.N.J. (1967) 56 153 153 0 152 403 3,46 137 23,2 2,67 28,0
Kani, G.N.J. (1967) 57 153 153 0 152 375 5,39 139 22,4 2,61 31,6
Kani, G.N.J. (1967) 58 152 152 0 152 417 3,44 138 23,2 2,66 28,9
Kani, G.N.J. (1967) 59 154 154 0 152 392 2,67 140 22,6 2,63 50,2
Kani, G.N.J. (1967) 60 155 155 0 152 392 2,93 139 22,8 2,64 39,3
Kani, G.N.J. (1967) 81 153 153 0 305 343 5,93 274 23,5 2,76 51,2
Kani, G.N.J. (1967) 83 156 156 0 305 343 3,00 271 23,5 2,74 64,9
Kani, G.N.J. (1967) 84 151 151 0 305 342 4,00 271 23,5 2,84 55,4
Kani, G.N.J. (1967) 91 154 154 0 305 364 6,06 269 23,5 2,71 51,0
Kani, G.N.J. (1967) 93 155 155 0 305 372 6,46 273 26,3 2,66 53,8
Kani, G.N.J. (1967) 95 153 153 0 305 338 2,47 275 21,3 2,75 72,7
Kani, G.N.J. (1967) 96 153 153 0 305 335 3,94 275 21,3 2,75 56,3
248

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Kani, G.N.J. (1967) 97 152 152 0 305 366 2,95 276 23,2 2,68 62,5
Kani, G.N.J. (1967) 98 153 153 0 305 366 2,47 275 22,2 2,68 76,3
Kani, G.N.J. (1967) 99 152 152 0 305 366 2,50 272 22,2 2,73 77,2
Kani, G.N.J. (1967) 63 154 154 0 610 352 4,00 543 22,2 2,77 93,2
Kani, G.N.J. (1967) 64 156 156 0 610 352 8,03 541 21,7 2,75 79,0
Kani, G.N.J. (1967) 65 150 150 0 610 374 2,46 553 23,0 2,82 112,3
Kani, G.N.J. (1967) 66 156 156 0 610 352 6,01 541 22,4 2,75 90,7
Kani, G.N.J. (1967) 71 155 155 0 610 373 2,99 544 23,4 2,66 102,1
Kani, G.N.J. (1967) 74 152 152 0 610 366 3,12 523 23,2 2,84 107,6
Kani, G.N.J. (1967) 75 152 152 0 610 367 3,11 524 23,3 2,84 107,9
Kani, G.N.J. (1967) 76 152 152 0 610 372 2,62 518 26,8 2,87 114,8
Kani, G.N.J. (1967) 79 153 153 0 610 381 6,84 556 22,1 2,72 83,6
Kani, G.N.J. (1967) 3042 154 154 0 1219 375 2,50 1095 22,4 2,70 236,9
Kani, G.N.J. (1967) 3043 154 154 0 1219 376 3,00 1092 23,0 2,71 165,0
Kani, G.N.J. (1967) 3044 152 152 0 1219 376 3,98 1097 25,5 2,72 159,0
Kani, G.N.J. (1967) 3045 155 155 0 1219 381 5,00 1092 24,3 2,70 152,3
Kani, G.N.J. (1967) 3046 155 155 0 1219 360 7,00 1097 22,7 2,70 154,1
Kani, G.N.J. (1967) 3047 155 155 0 1219 376 8,00 1095 22,7 2,69 147,0
Kani, G.N.J. (1967) 271 611 611 0 305 377 6,07 269 23,0 2,75 217,2
Kani, G.N.J. (1967) 272 611 611 0 305 377 5,02 271 23,0 2,73 227,7
Kani, G.N.J. (1967) 273 612 612 0 305 377 4,01 271 23,2 2,72 206,1
Kani, G.N.J. (1967) 274 612 612 0 305 377 3,02 270 23,2 2,73 250,1
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 266 153 153 0 305 396 2,48 272 14,1 0,50 32,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 267 153 153 0 305 400 3,53 269 16,7 0,52 24,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 268 153 153 0 305 396 2,96 275 16,1 0,49 27,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 246 153 153 0 305 400 3,47 274 23,6 0,51 25,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 248 153 153 0 305 400 2,41 282 23,6 0,49 37,1
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 179 153 153 0 305 400 2,57 264 28,3 0,53 33,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 180 153 153 0 305 400 3,53 269 30,5 0,52 24,9
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 143 154 154 0 305 428 3,96 274 13,7 0,74 30,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 149 153 153 0 305 380 2,50 272 14,0 0,78 43,7
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 150 153 153 0 305 380 2,48 273 14,0 0,77 46,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 151 154 154 0 305 382 2,49 273 15,3 0,78 35,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 152 149 149 0 305 384 3,02 270 15,7 0,79 32,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 153 152 152 0 305 384 2,99 273 15,7 0,76 32,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 103 155 155 0 305 423 2,97 274 25,5 0,74 38,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 105 152 152 0 305 383 2,50 272 22,2 0,77 41,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 106 154 154 0 305 422 2,53 268 24,8 0,76 44,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 107 154 154 0 305 422 5,08 267 22,5 0,76 25,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 111 154 154 0 305 368 2,49 272 23,0 0,76 43,3
249

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 112 153 153 0 305 368 2,48 273 23,0 0,76 39,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 115 152 152 0 305 383 2,50 272 22,2 0,77 45,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 116 152 152 0 305 384 3,01 271 22,4 0,78 39,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 163 156 156 0 305 378 2,49 273 31,4 0,76 40,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 163' 152 152 0 305 378 2,50 272 31,4 0,78 38,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 166 152 152 0 305 377 3,01 271 31,4 0,78 40,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 166' 154 154 0 305 379 2,97 274 31,4 0,76 38,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 121 152 152 0 305 330 2,99 272 16,3 1,85 48,9
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 122 150 150 0 305 343 3,94 276 15,9 1,84 38,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 123 155 155 0 305 346 4,00 271 11,4 1,79 37,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 124 154 154 0 305 345 5,00 271 11,4 1,80 32,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 126 155 155 0 305 346 2,99 272 12,3 1,78 42,7
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 130 153 153 0 305 346 5,41 276 14,0 1,79 40,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 131 151 151 0 305 401 2,48 274 14,1 1,85 49,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 132 154 154 0 305 417 2,51 271 14,5 1,81 52,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 133 154 154 0 305 508 4,97 273 15,9 1,81 38,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 27 152 152 0 305 396 2,50 271 25,8 1,87 51,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 28 152 152 0 305 396 2,50 271 25,2 1,87 54,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 29 152 152 0 305 350 4,50 271 20,5 1,87 42,9
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 30 152 152 0 305 350 4,50 271 21,2 1,87 46,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 35 155 155 0 305 491 3,53 270 22,1 1,82 44,9
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 36 153 153 0 305 491 3,49 273 22,1 1,82 51,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 182 155 155 0 305 386 5,05 269 29,9 1,80 48,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 186 155 155 0 305 394 3,99 272 31,1 1,78 55,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 191 154 154 0 305 497 2,96 275 30,0 1,80 53,1
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 193 153 153 0 305 352 2,44 278 30,6 1,80 56,7
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 194 154 154 0 305 352 2,93 278 30,6 1,80 51,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 195 153 153 0 305 352 3,94 275 30,6 1,82 47,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 197 150 150 0 305 376 2,48 274 32,0 1,83 53,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 202 154 154 0 305 377 5,97 273 29,9 2,68 49,9
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 206 152 152 0 305 381 2,51 270 31,2 2,73 100,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 208 157 157 0 305 379 4,44 275 31,7 2,68 60,1
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 210 154 154 0 305 381 2,50 272 31,2 2,68 79,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 211 153 153 0 305 381 3,02 270 31,2 2,73 57,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 212 155 155 0 305 381 2,98 273 31,2 2,66 60,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 213 154 154 0 305 381 4,44 276 32,7 2,66 57,4
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 214 153 153 0 305 412 2,50 272 32,0 2,71 81,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 215 154 154 0 305 412 2,48 274 32,0 2,67 65,8
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 709 152 152 0 305 379 4,87 279 22,8 2,72 52,0
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 666 155 155 0 305 348 2,95 277 25,3 2,70 63,4
250

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 675 152 152 0 305 378 2,95 277 22,6 2,74 56,7
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 718 152 152 0 305 392 4,85 280 22,5 2,72 54,3
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 742 152 152 0 305 507 5,02 271 30,9 2,80 54,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 744 152 152 0 305 465 5,05 269 32,5 2,82 52,5
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 746 152 152 0 305 474 5,06 268 27,0 2,83 53,2
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 502 152 152 0 305 373 2,83 287 21,4 2,64 49,6
Kani, M.W.; Huggins, M.W.; Wittkopp, R.R. (1979) 504 151 151 0 305 346 2,98 273 22,2 2,81 62,1
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-1a 105 105 0 330 370 3,00 300 20,8 1,28 34,0
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-1b 105 105 0 330 370 3,00 300 20,8 1,28 30,0
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-2a 176 176 0 570 370 3,00 500 23,3 1,37 85,0
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-2b 176 176 0 570 370 3,00 500 23,3 1,37 104,0
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-3a 350 350 0 1050 360 3,00 950 16,7 1,18 232,1
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-3b 350 350 0 1050 360 3,00 950 16,6 1,18 253,6
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-4a 600 600 0 2200 360 3,00 2000 18,2 1,20 721,4
Kawano, H.; Watanabe, H. (1997) A-4b 600 600 0 2200 360 3,00 2000 19,1 1,20 670,9
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) CTL-1 170 170 0 300 477 3,00 270 48,0 1,87 70,7
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) CTL-2 170 170 0 300 477 3,00 270 48,0 1,87 71,6
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P1.0-1 170 170 0 300 477 3,00 272 48,0 1,01 58,3
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P1.0-2 170 170 0 300 477 3,00 272 48,0 1,01 56,4
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P3.4-1 170 170 0 300 477 3,00 267 48,0 3,35 78,1
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P3.4-2 170 170 0 300 477 3,00 267 48,0 3,35 78,5
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P4.6-1 170 170 0 300 477 3,00 255 48,0 4,68 89,7
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) P4.6-2 170 170 0 300 477 3,00 255 48,0 4,68 95,4
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) A4.5-1 170 170 0 300 477 4,50 270 48,0 1,87 66,6
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) A4.5-2 170 170 0 300 477 4,50 270 48,0 1,87 63,8
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) A6.0-1 170 170 0 300 477 6,00 270 48,0 1,87 59,2
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) A6.0-2 170 170 0 300 477 6,00 270 48,0 1,87 61,1
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D142-1 170 170 0 170 477 3,00 142 48,0 1,87 41,0
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D142-2 170 170 0 170 477 3,00 142 48,0 1,87 39,4
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D550-1 300 300 0 620 477 3,00 550 48,0 1,88 226,1
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D550-2 300 300 0 620 477 3,00 550 48,0 1,88 214,5
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D915-1 300 300 0 1000 477 3,00 915 48,0 1,87 271,8
Kim, J.-K; Park, Y.-D (1994) D915-2 300 300 0 1000 477 3,00 915 48,0 1,87 332,2
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 11A2 152 152 0 381 366 2,71 314 26,2 3,31 73,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 12A2 152 152 0 305 366 3,58 238 26,1 4,37 64,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) III-18A2 152 152 0 381 386 2,69 316 15,3 2,66 63,2
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 18B2 152 152 0 381 386 2,69 316 15,9 2,66 72,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 18C2 152 152 0 381 386 2,69 316 18,6 2,66 73,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 18D2 152 152 0 381 386 2,69 316 18,1 2,66 60,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) IV-13A2 152 152 0 381 366 2,67 319 15,9 0,80 48,5
251

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 14A2 152 152 0 305 366 3,50 243 16,7 1,05 35,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 15A2 152 152 0 381 386 2,69 316 16,1 1,33 45,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 15B2 152 152 0 381 386 2,69 316 16,7 1,33 52,0
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 16A2 152 152 0 305 386 3,55 240 18,2 1,75 41,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 17A2 152 152 0 305 366 3,50 243 18,0 2,10 44,0
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 18E2 152 152 0 381 386 2,69 316 15,8 2,66 81,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 19A2 152 152 0 305 386 3,55 240 16,5 3,51 46,3
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 20A2 152 152 0 305 366 3,58 238 17,0 4,37 50,7
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 21A2 203 203 0 305 366 3,58 238 15,9 4,92 76,5
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 2AC 152 152 0 305 394 4,55 254 19,0 1,31 37,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 3AC 152 152 0 305 366 4,52 256 16,8 1,99 44,0
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4AC 152 152 0 305 394 4,55 254 12,5 2,62 37,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5AC 152 152 0 305 386 4,58 253 14,3 3,33 41,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 6AC 152 152 0 305 366 4,62 250 18,8 4,15 53,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 3CC 152 152 0 305 366 5,72 256 16,5 1,99 35,6
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4CC 152 152 0 305 394 5,75 254 16,5 2,62 40,0
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5CC 152 152 0 305 386 5,78 253 16,3 3,33 44,5
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) V-3GC 152 152 0 305 379 8,10 256 18,5 1,99 31,6
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) VII-6C 152 152 0 305 386 3,37 253 16,1 3,33 51,2
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) VIII- 3AAC 152 152 0 305 366 3,33 256 30,5 1,99 55,6
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4AAC 152 152 0 305 394 3,35 254 25,2 2,62 57,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5AAC 152 152 0 305 386 3,37 253 28,8 3,33 56,9
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 6AAC 152 152 0 305 366 3,40 250 30,4 4,15 60,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 3AC 152 152 0 305 366 4,52 256 27,9 1,99 53,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4AC 152 152 0 305 394 4,55 254 26,5 2,62 53,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5AC 152 152 0 305 386 4,58 253 28,8 3,33 54,3
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 6AC 152 152 0 305 366 4,62 250 30,1 4,15 59,2
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4CC 152 152 0 305 394 5,75 254 34,4 2,62 52,5
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5CC 152 152 0 305 386 5,78 253 33,5 3,33 57,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 6CC 152 152 0 305 366 5,83 250 34,4 4,15 63,2
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5EC 152 152 0 305 386 6,99 253 33,5 3,33 53,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 6EC 152 152 0 305 366 7,05 250 29,8 4,15 48,9
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4AAC 152 152 0 305 394 3,35 254 8,9 2,62 42,7
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 5AAC 152 152 0 305 386 3,37 253 11,4 3,33 50,3
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 3AC 152 152 0 305 366 4,52 256 9,7 1,99 36,9
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) 4CC 152 152 0 305 394 5,75 254 13,1 2,62 35,1
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) X-C 203 203 0 533 394 3,03 483 12,8 1,55 84,5
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) XI-PCA 152 152 0 305 366 7,05 250 32,3 4,15 53,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) PCB 152 152 0 305 366 7,05 250 32,3 4,15 53,4
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) s-I-OCa 152 152 0 305 394 5,75 254 31,7 2,62 48,5
252

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) OCb 152 152 0 305 394 5,75 254 35,0 2,62 52,5
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) s-II- Oca 254 254 0 508 386 3,87 456 34,3 2,22 146,8
Krefeld, W.J.; Thurston, C.W. (1966) OCb 254 254 0 508 386 3,87 456 34,3 2,22 133,4
Kuhlmann, U.; Ehmann, J. (2001) A6-L 402 402 0 303 579 2,86 250 45,6 1,56 198,8
Kuhlmann, U.; Ehmann, J. (2001) A6-R 402 402 0 303 579 4,86 250 45,6 1,56 146,5
Kuhlmann, U.; Zilch, K.; Ehmann, J.; Jähring, A.; Spitra, F. (2002) B1/l 400 400 0 302 554 2,86 250 43,6 1,92 187,3
Kuhlmann, U.; Zilch, K.; Ehmann, J.; Jähring, A.; Spitra, F. (2002) B1/r 400 400 0 302 554 4,86 250 43,6 1,92 149,8
Kuhlmann, U.; Zilch, K.; Ehmann, J.; Jähring, A.; Spitra, F. (2002) C3 400 400 0 301 559 3,86 250 39,4 1,57 138,2
Kuhlmann, U.; Zilch, K.; Ehmann, J.; Jähring, A.; Spitra, F. (2002) C6 400 400 0 302 559 3,86 250 40,3 1,57 138,5
Kulkarni, S.M.; Shah, S.P. (1998) B4JL20-S 102 102 0 178 518 5,00 152 36,6 1,38 19,5
Kulkarni, S.M.; Shah, S.P. (1998) B3SE03-S 102 102 0 178 518 4,50 152 39,6 1,38 23,0
Kulkarni, S.M.; Shah, S.P. (1998) B3NO15-S 102 102 0 178 518 4,00 152 37,6 1,38 22,7
Kulkarni, S.M.; Shah, S.P. (1998) B3NO30-S 102 102 0 178 518 3,50 152 39,6 1,38 24,2
Küng, R. (1985) B 140 140 0 230 502 2,50 200 15,8 0,36 20,4
Küng, R. (1985) C 140 140 0 230 504 2,50 200 15,6 0,56 26,5
Küng, R. (1985) D 140 140 0 230 497 2,50 200 15,1 0,81 30,5
Küng, R. (1985) E 140 140 0 230 492 2,50 200 14,9 1,10 43,0
Küng, R. (1985) F 140 140 0 230 507 2,50 200 14,4 1,82 54,0
Küng, R. (1985) D-1 140 140 0 230 497 2,50 200 17,7 0,81 42,9
Küng, R. (1985) E-1 140 140 0 230 492 2,50 200 15,9 1,10 40,4
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S2 152 152 0 305 284 4,82 269 22,9 2,09 43,2
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S3 152 152 0 305 410 4,88 265 28,3 2,51 53,8
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S4 152 152 0 305 309 4,92 263 26,8 3,20 56,3
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S5 152 152 0 305 315 4,95 262 25,9 3,97 50,5
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S11 152 152 0 305 328 4,85 267 10,8 1,91 34,5
Laupa A.; Siess, C.P.; Newmark, N.M. (1953) S13 152 152 0 305 304 4,95 262 22,2 3,97 50,5
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) P4 500 500 0 165 427 3,38 145 9,3 1,40 99,1
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 4l 190 190 0 320 465 2,48 270 26,4 2,07 81,2
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 4r 190 190 0 320 465 2,48 270 26,4 2,07 86,6
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 5l 190 190 0 320 465 3,00 270 26,4 2,07 59,8
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 5r 190 190 0 320 465 3,00 270 26,4 2,07 75,8
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 6l 190 190 0 320 465 4,07 270 26,4 2,07 59,7
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 6r 190 190 0 320 465 4,07 270 26,4 2,07 67,2
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 7-1 190 190 0 320 465 4,86 278 26,1 2,01 60,9
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 7-2 190 190 0 320 465 4,86 278 26,1 2,01 67,0
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 8-1 190 190 0 320 465 5,83 278 29,5 2,01 64,0
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) 8-2 190 190 0 320 465 5,91 274 29,5 2,04 64,2
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) EA1 190 190 0 320 440 2,78 270 16,4 2,16 59,2
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) EA2 190 190 0 320 430 2,78 270 16,4 1,78 75,5
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D1/1 50 50 0 80 451 3,00 70 25,5 1,63 7,3
253

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D1/2 50 50 0 80 451 3,00 70 25,5 1,63 7,2
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D2/1 100 100 0 160 427 3,00 140 27,3 1,61 21,3
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D2/2 100 100 0 160 427 3,00 140 27,3 1,61 23,4
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D3/1 150 150 0 240 413 3,00 210 29,8 1,62 46,8
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D3/2l 150 150 0 240 413 3,00 210 29,8 1,62 41,6
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D3/2r 150 150 0 240 413 3,00 210 29,8 1,62 44,9
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D4/1 200 200 0 320 439 3,00 280 30,6 1,68 75,1
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D4/2l 200 200 0 320 439 3,00 280 30,6 1,68 75,0
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) D4/2r 200 200 0 320 439 3,00 280 30,6 1,68 69,6
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) C1 100 100 0 180 425 3,00 150 34,3 1,33 21,7
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) C2 150 150 0 330 425 3,00 300 34,3 1,34 65,5
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) C3 200 200 0 500 425 3,00 450 34,3 1,34 100,5
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) C4 225 225 0 670 425 3,00 600 34,3 1,34 150,8
Leonhardt, F.; Walther, R. (1962) E6 190 190 0 320 425 2,78 270 24,3 2,40 92,0
Lubell, A. (2006) AW1 1170 1170 0 590 467 3,30 538 32,9 0,79 585,0
Lubell, A. (2006) AW4 1168 1168 0 590 467 3,51 506 35,9 1,69 725,0
Lubell, A. (2006) AW8 1169 1169 0 591 467 3,57 507 35,4 1,69 800,0
Lubell, A. (2006) AX6 703 703 0 338 467 3,48 288 37,0 1,73 282,5
Lubell, A. (2006) AX7 704 704 0 335 413 3,49 287 37,0 1,04 250,6
Lubell, A. (2006) AX8 705 705 0 339 467 3,47 289 37,0 1,72 272,1
Lubell, A. (2006) AY1 249 249 0 467 900 2,91 434 36,7 0,33 85,3
Marti, P.; Pralong, J.; Thürlimann, B. (1977) PS6 400 400 0 180 542 3,83 167 25,3 1,84 113,4
Marti, P.; Pralong, J.; Thürlimann, B. (1977) PS11 400 400 0 180 542 3,83 167 25,5 1,38 98,6
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) IIIa- 17 203 203 0 457 505 3,78 403 25,2 2,54 88,1
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) IIIa-18 203 203 0 457 505 3,78 403 21,2 2,54 80,7
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) Va-19 203 203 0 457 690 3,78 403 19,5 0,93 63,3
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) Va-20 203 203 0 457 690 3,78 403 21,6 0,93 65,9
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) VIb-21 203 203 0 457 707 2,84 403 22,1 0,84 71,4
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) VIb-22 203 203 0 457 707 2,84 403 21,8 0,84 62,4
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) VIb-23 203 203 0 457 707 2,84 403 26,5 0,84 75,1
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) VIa-24 203 203 0 457 696 3,78 403 22,3 0,47 54,5
Mathey, R.G.; Watstein, D. (1963) VIa-25 203 203 0 457 696 3,78 403 21,8 0,47 49,9
Moayer, M.; Regan, P.E. (1974) P41 599 150 81 239 641 3,50 279 40,0 1,01 69,8
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) A1 178 178 0 305 310 2,96 262 26,3 2,17 60,6
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) A2 178 178 0 305 310 2,90 267 27,0 2,14 67,3
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) A3 178 178 0 305 310 2,89 268 27,0 2,23 76,2
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) A4 178 178 0 305 310 2,87 270 27,5 2,37 71,7
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) B1 178 178 0 305 310 2,90 267 17,2 1,60 56,8
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) B2 178 178 0 305 310 2,89 268 17,6 1,63 60,6
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) B3 178 178 0 305 310 2,87 270 15,2 1,60 56,1
254

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) B4 178 178 0 305 310 2,85 272 12,8 1,64 56,1
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 1 152 152 0 305 310 3,41 268 32,7 1,90 58,8
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 2 152 152 0 305 310 3,41 268 12,7 1,90 36,6
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 3 152 152 0 305 310 3,41 268 21,8 1,90 53,3
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 4 152 152 0 305 310 3,41 268 11,4 1,90 41,5
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 5 152 152 0 305 310 3,41 268 26,7 1,90 53,1
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 6 152 152 0 305 310 3,41 268 11,8 1,90 35,5
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 7 152 152 0 305 310 3,41 268 26,9 1,90 52,2
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 9 152 152 0 305 310 3,41 268 37,2 1,90 54,4
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 10 152 152 0 305 310 3,41 268 19,9 1,90 50,0
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 11 152 152 0 305 310 3,41 268 34,1 1,90 61,1
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 12 152 152 0 305 310 3,41 268 16,2 1,90 48,2
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 13 152 152 0 305 310 3,41 268 33,8 1,90 56,6
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 14 152 152 0 305 310 3,41 268 18,5 1,90 44,2
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 15 152 152 0 305 310 3,41 268 33,4 1,90 52,2
Moody, K.G.; Viest, I.M.; Elstner, R.C.; Hognestad, E. (1954) 16 152 152 0 305 310 3,41 268 12,3 1,90 38,8
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B40 B4 305 305 0 406 378 3,00 368 30,8 1,89 157,6
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 B2 305 305 0 406 471 4,10 368 10,7 1,89 102,6
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 A4 305 305 0 406 330 4,03 375 21,0 2,45 140,4
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 B4 305 305 0 406 441 4,10 368 23,2 1,89 124,8
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 E4 305 305 0 406 429 4,10 368 24,4 1,27 111,5
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 A6 308 308 0 406 439 4,25 356 35,9 3,87 180,5
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B56 B6 305 305 0 406 466 4,07 372 41,7 1,87 139,3
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B70 B2 305 305 0 406 462 5,11 365 12,3 1,91 92,0
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B70 A4 305 305 0 406 436 5,07 368 23,2 2,50 135,4
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B70 A6 305 305 0 406 435 5,25 356 41,0 3,91 181,0
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B84 B4 305 305 0 406 465 6,11 364 23,2 1,92 114,8
Morrow, J.D.; Viest, F.M. (1957) B113 B4 305 305 0 406 469 8,10 365 28,6 1,91 109,0
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-3-3b 152 152 0 337 414 3,49 299 17,3 3,34 64,6
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-3-3c 152 152 0 337 414 3,49 299 23,8 2,33 66,8
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-7-3a 152 152 0 337 414 3,49 299 34,6 3,34 82,2
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-7-3b 152 152 0 337 414 3,49 299 38,7 3,34 82,8
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-11-3a 152 152 0 337 414 3,49 299 72,9 3,34 89,7
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-11-3b 152 152 0 337 414 3,49 299 72,5 3,34 89,4
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-15-3a 152 152 0 337 414 3,49 299 79,4 3,34 93,5
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-15-3b 152 152 0 337 414 3,49 299 92,1 3,34 100,0
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-15-3c 152 152 0 337 414 3,49 299 90,2 3,34 97,8
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-3-2 152 152 0 337 414 2,41 299 17,1 3,34 77,8
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-7-2 152 152 0 337 414 2,41 299 42,3 3,34 117,9
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-11-2 152 152 0 337 414 2,41 299 77,3 3,34 111,3
255

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-15-2a 152 152 0 337 414 2,41 299 81,9 3,34 177,8
Mphonde, A.G.; Frantz, G.C. (1984) AO-15-2b 152 152 0 337 414 2,41 299 67,2 3,34 205,7
Niwa, J.; Yamada, K.; Yokozawa, K.; Okamura, M. (1986) 1 600 600 0 2100 999 2,98 2000 23,1 0,28 402,0
Niwa, J.; Yamada, K.; Yokozawa, K.; Okamura, M. (1986) 2 600 600 0 2100 999 2,98 2000 22,2 0,14 382,0
Niwa, J.; Yamada, K.; Yokozawa, K.; Okamura, M. (1986) 3 300 300 0 1100 999 2,98 1000 20,6 0,14 113,5
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BRL100 300 300 0 1000 550 2,88 925 90,0 0,51 165,6
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BRH100 300 300 0 1000 550 2,97 895 90,0 3,14 690,4
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BN100 300 300 0 1000 550 2,88 925 33,0 0,76 193,6
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BH100 300 300 0 1000 550 2,88 925 95,0 0,76 195,0
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BN50 300 300 0 500 486 2,92 450 33,0 0,81 132,4
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BH50 300 300 0 500 486 2,92 450 95,0 0,81 132,0
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BN25 300 300 0 250 437 2,95 225 33,0 0,89 73,0
Podgorniak-Stanik, B.A. (1998) BH25 300 300 0 250 437 2,95 225 95,0 0,89 85,2
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-13 152 152 0 311 655 4,22 265 19,7 1,73 40,0
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-1 154 154 0 311 655 3,93 259 32,5 1,43 35,6
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-2 154 154 0 311 655 3,83 265 29,1 0,98 37,4
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-3 152 152 0 311 524 4,19 267 25,0 0,81 31,1
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-4 152 152 0 311 524 4,17 268 29,1 0,63 28,0
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-5 152 152 0 311 1779 4,27 262 23,9 0,53 33,6
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-9 152 152 0 311 1779 4,27 262 21,1 0,53 24,5
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-6 151 151 0 311 1779 4,18 268 27,0 0,35 27,4
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-7 152 152 0 311 1779 4,17 268 24,6 0,25 30,0
Rajagopalan, K.S.; Ferguson, P.M. (1968) S-12 153 153 0 311 1779 4,16 269 25,7 0,25 24,6
Regan, P.E. (1971) R1 152 152 0 304 630 3,27 272 21,9 1,46 46,0
Regan, P.E. (1971) R2 152 152 0 304 630 3,27 272 21,9 1,46 48,0
Regan, P.E. (1971) R3 152 152 0 304 630 3,27 272 20,5 1,46 46,0
Regan, P.E. (1971) R7 152 152 0 304 630 3,27 272 23,8 1,46 56,0
Regan, P.E. (1971) R29 152 152 0 304 630 3,27 272 25,9 1,46 54,0
Regan, P.E. (1971) K3 610 152 76 229 630 6,63 272 28,7 2,11 62,0
Rehm, G.; Eligehausen, R.; Neubert, B. (1978) P1 900 900 0 340 564 3,19 313 19,7 1,21 333,1
Reineck, K.-H.; Koch, R.; Schlaich, J. (1978) N6 500 500 0 250 501 2,50 226 21,8 0,78 120,4
Reineck, K.-H.; Koch, R.; Schlaich, J. (1978) N7 500 500 0 250 441 2,50 225 20,6 1,39 142,4
Reineck, K.-H.; Koch, R.; Schlaich, J. (1978) N8 500 500 0 250 501 3,50 226 21,8 0,78 104,1
Remmel, G. (1991) 2 150 150 0 200 523 3,06 165 81,1 1,87 48,0
Remmel, G. (1991) 3 150 150 0 200 523 4,00 165 81,1 1,87 46,3
Remmel, G. (1991) 5 150 150 0 200 554 3,06 160 80,5 4,09 60,2
Remmel, G. (1991) 6 150 150 0 200 554 4,00 160 80,5 4,09 57,6
Rosenbusch, J. (2003) 1.1-1 200 200 0 300 550 3,37 260 39,4 0,65 50,6
Rosenbusch, J. (2003) 2.1-1 200 200 0 300 550 3,37 260 39,4 3,55 91,1
Rosenbusch, J.;Teutsch, M. (2002) 1.2 / 1 200 200 0 300 550 3,37 260 39,4 3,55 91,2
256

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Rosenbusch, J.;Teutsch, M. (2002) 2.3 / 1 200 200 0 300 550 2,48 262 35,6 1,15 79,7
Rosenbusch, J.;Teutsch, M. (2002) 2.4 / 1 200 200 0 300 550 2,40 260 35,6 1,81 121,1
Rosenbusch, J.;Teutsch, M. (2002) 2.6 / 1 200 200 0 300 550 3,94 260 36,3 1,81 75,9
Rüsch, H.; Haugli, F.R.; Mayer, H. (1962) X 90 90 0 134 481 3,60 111 19,0 2,65 14,7
Rüsch, H.; Haugli, F.R.; Mayer, H. (1962) Y 120 120 0 229 407 3,60 199 19,0 2,65 30,6
Rüsch, H.; Haugli, F.R.; Mayer, H. (1962) Z 180 180 0 301 412 3,62 262 20,2 2,64 56,1
Sagaseta, J.; Vollum, R.L. (2015) BG01 135 135 0 500 580 3,44 465 76,2 1,00 61,3
Sagaseta, J.; Vollum, R.L. (2015) BG02 135 135 0 500 580 3,44 465 76,2 1,00 63,1
Sagaseta, J.; Vollum, R.L. (2015) BL01 135 135 0 500 580 3,44 465 64,4 1,00 46,9
Sagaseta, J.; Vollum, R.L. (2015) BL02 135 135 0 500 580 3,44 465 64,4 1,00 54,1
Salandra, M.A.; Ahmad, S.H. (1989) LR-2.59-NS 102 102 0 203 414 2,59 172 50,8 1,45 26,7
Salandra, M.A.; Ahmad, S.H. (1989) LR-3.63-NS 102 102 0 203 414 3,63 172 49,0 1,45 21,8
Salandra, M.A.; Ahmad, S.H. (1989) HR-2.59-NS 102 102 0 203 414 2,59 172 64,1 1,45 29,8
Salandra, M.A.; Ahmad, S.H. (1989) HR-3.63-NS 102 102 0 203 414 3,63 172 66,1 1,45 20,0
Samora, M.S. (2015) P1-A-a 150 150 0 300 604 2,83 247 17,6 1,32 65,4
Samora, Mario Sergio (2015) P1-A-b 150 150 0 300 604 2,83 247 17,6 1,32 70,2
Samora, Mario Sergio (2015) P2-B-a 150 150 0 300 584 2,67 262 17,6 1,53 57,9
Samora, Mario Sergio (2015) P2-B-b 150 150 0 300 584 2,67 262 17,6 1,53 59,9
Samora, Mario Sergio (2015) P3-A-a 150 150 0 300 604 2,83 247 36,5 1,32 105,7
Samora, Mario Sergio (2015) P3-A-b 150 150 0 300 604 2,83 247 36,5 1,32 97,0
Samora, Mario Sergio (2015) P4-B-a 150 150 0 300 584 2,67 262 36,5 1,53 83,1
Samora, Mario Sergio (2015) P4-B-b 150 150 0 300 584 2,67 262 36,5 1,53 120,0
Scholz, H. (1994) A-2 200 200 0 400 500 3,00 372 76,6 0,81 85,3
Scholz, H. (1994) B-2 200 200 0 400 500 3,00 368 80,5 2,00 127,3
Scholz, H. (1994) B-3 200 200 0 400 500 4,00 368 80,5 2,00 112,0
Scholz, H. (1994) C-2 200 200 0 400 500 3,00 366 79,9 3,36 123,3
Scholz, H. (1994) C-3 200 200 0 400 500 4,00 366 79,9 3,36 108,0
Scholz, H. (1994) D-2 200 200 0 400 500 3,00 362 92,8 1,94 123,3
Scholz, H. (1994) D-3 200 200 0 400 500 4,00 362 92,8 1,94 123,0
Sherwood, E.G. (2008) AT-1 - East 2016 2016 0 1005 465 2,91 916 60,1 0,53 1194,2
Sherwood, E.G. (2008) AT-1 West 2016 2016 0 1005 465 2,91 916 60,6 0,53 1287,8
Sherwood, E.G. (2008) AT-2 / 250N 250 250 0 469 465 2,89 437 33,7 0,92 116,8
Sherwood, E.G. (2008) AT-2/ 250W 252 252 0 471 465 2,87 439 34,5 0,90 113,7
Sherwood, E.G. (2008) AT-2 /1000W 1002 1002 0 471 465 2,87 439 35,0 0,91 479,3
Sherwood, E.G. (2008) AT-2/1000N 1002 1002 0 470 465 2,88 438 33,9 0,91 448,0
Sherwood, E.G. (2008) AT-2/3000 3005 3005 0 472 465 2,87 439 36,6 0,91 1308,4
Sherwood, E.G. (2008) AT-3/N1 697 697 0 339 465 3,26 307 33,5 0,93 240,2
Sherwood, E.G. (2008) AT-3/N2 706 706 0 339 465 3,27 306 33,1 0,93 261,3
Sherwood, E.G. (2008) AT-3/T1 700 700 0 338 465 3,27 306 33,8 0,93 256,4
Sherwood, E.G. (2008) AT-3/T2 706 706 0 339 465 3,26 307 33,1 0,92 252,3
257

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Sherwood, E.G. (2008) L-10N1 300 300 0 1510 452 2,87 1400 34,4 0,83 270,6
Sherwood, E.G. (2008) L-10N2 300 300 0 1510 452 2,87 1400 36,3 0,83 247,9
Sherwood, E.G. (2008) L-10H 300 300 0 1510 452 2,87 1400 69,6 0,83 240,4
Sherwood, E.G. (2008) L-20N1 300 300 0 1510 452 2,87 1400 27,4 0,83 268,4
Sherwood, E.G. (2008) L-20N2 300 300 0 1510 452 2,87 1400 29,2 0,83 272,5
Sherwood, E.G. (2008) L-40N1 300 300 0 1510 452 2,87 1400 24,1 0,83 245,0
Sherwood, E.G. (2008) L-40N2 300 300 0 1510 452 2,87 1400 24,5 0,83 290,7
Sherwood, E.G. (2008) L-50N1 300 300 0 1510 452 2,87 1400 37,0 0,83 274,3
Sherwood, E.G. (2008) L-50N2 300 300 0 1510 452 2,87 1400 36,1 0,83 299,1
Sherwood, E.G. (2008) L-50N2R 300 300 0 1510 452 2,87 1400 36,1 0,83 331,2
Sherwood, E.G. (2008) S-10N1 122 122 0 330 494 2,78 280 37,9 0,83 36,7
Sherwood, E.G. (2008) S-10N2 122 122 0 330 494 2,78 280 37,9 0,83 38,3
Sherwood, E.G. (2008) S-10H 122 122 0 330 494 2,78 280 73,3 0,83 37,7
Sherwood, E.G. (2008) S-20N1 122 122 0 330 494 2,78 280 35,2 0,83 39,2
Sherwood, E.G. (2008) S-20N2 122 122 0 330 494 2,78 280 34,1 0,83 38,3
Sherwood, E.G. (2008) S-40N1 122 122 0 330 494 2,78 280 25,1 0,83 41,7
Sherwood, E.G. (2008) S-40N2 122 122 0 330 494 2,78 280 25,1 0,83 34,9
Sherwood, E.G. (2008) S-50N1 122 122 0 330 494 2,78 280 39,5 0,83 38,5
Sherwood, E.G. (2008) S-50N2 122 122 0 330 494 2,78 280 39,5 0,83 40,6
Sherwood, E.G. (2008) L-20L 295 295 0 1510 880 2,77 1450 31,4 0,25 188,4
Sherwood, E.G. (2008) L-20LR 295 295 0 1510 880 2,77 1450 31,4 0,25 225,8
Shin, S-W; Lee, K-S; Moon, J-I; Ghosh, S.K. (1999) MHB 2.5-0 125 125 0 250 410 2,45 215 48,0 3,77 56,6
Shin, S-W; Lee, K-S; Moon, J-I; Ghosh, S.K. (1999) HB 2.5-0 125 125 0 250 410 2,45 215 69,0 3,77 85,0
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 1-1 305 305 0 306 431 2,91 233 62,1 1,20 131,1
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 1-2 306 306 0 611 453 2,89 532 62,1 1,24 139,3
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 1-3 305 305 0 762 474 2,89 681 61,0 1,24 146,5
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 1-4 306 306 0 914 475 2,89 822 70,8 1,60 165,2
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 2-1 203 203 0 306 483 2,89 235 64,5 1,24 57,3
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 2-2 408 408 0 608 474 2,92 527 60,8 1,20 155,0
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 2-3 508 508 0 762 474 2,87 684 64,1 1,30 260,8
Sneed, L.H.; Ramirez, J.A. (2010) 2-4 613 613 0 914 475 2,90 820 68,9 1,60 344,2
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N3D 381 152 76 229 414 3,00 172 18,1 1,45 81,8
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N3 381 152 76 229 414 3,00 172 25,4 1,45 86,7
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N3A 381 152 76 229 414 3,00 172 26,6 1,45 78,6
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N3B 381 152 76 229 414 3,00 172 23,8 1,45 82,0
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M2N3A 191 76 38 114 414 3,01 86 26,6 1,46 26,5
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M2N3 191 76 38 114 414 3,01 86 27,7 1,46 22,4
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M2N3B 191 76 38 114 414 3,01 86 26,9 1,46 22,5
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M2N3C 191 76 38 114 414 3,01 86 25,2 1,46 22,9
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M3N3B 127 51 25 76 414 3,00 57 26,9 1,46 13,1
258

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M3N3 127 51 25 76 414 3,00 57 25,9 1,46 11,4
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M3N3C 127 51 25 76 414 3,00 57 25,2 1,46 9,5
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N8 381 152 76 229 414 8,00 172 28,3 1,45 48,6
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M1N4 381 152 76 229 414 4,00 172 26,6 1,45 66,1
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M2N4 191 76 38 114 414 4,01 86 25,4 1,46 17,7
Swamy, N.; Qureshi, S.A. (1971) M3N4 127 51 25 76 414 4,00 57 25,6 1,46 7,8
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 1-500/0.50 140 140 0 500 510 0,56 444 45,1 2,60 850,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 1-500/0.75 140 140 0 500 510 0,84 444 38,5 2,60 700,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 1-500/1.00 140 140 0 500 510 1,13 444 33,4 2,60 570,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 2-1000/0.50 140 140 0 1000 510 0,57 884 27,2 2,60 875,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 2-1000/0.75 140 140 0 1000 510 0,84 884 28,7 2,60 650,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 2-1000/1.00 140 140 0 1000 510 1,13 884 26,8 2,60 435,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 3-1400/0.50 140 140 0 1400 510 0,56 1251 28,8 2,60 1175,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 3-1400/0.75 140 140 0 1400 510 0,84 1251 32,2 2,60 950,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 3-1400/1.00 140 140 0 1400 510 1,14 1251 31,3 2,60 800,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 4-1750/0.50 140 140 0 1750 510 0,56 1559 38,6 2,60 1636,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 4-1750/0.75 140 140 0 1750 510 0,85 1559 36,4 2,60 1240,0
Tan, K.H.; Lu, H.Y. (1999) 4-1750/1.00 140 140 0 1750 510 1,13 1559 40,8 2,60 1000,0
Tanimura, Y.; Sato, T. (2005) 45 300 300 0 450 750 2,50 400 93,2 2,20 345,0
Taylor, H.P.J. (1968) 1A 203 203 0 406 350 3,02 370 24,9 1,03 61,8
Taylor, H.P.J. (1968) 2A 203 203 0 406 350 3,02 370 29,2 1,55 91,6
Taylor, H.P.J. (1968) 5A 203 203 0 406 350 2,47 370 25,9 1,03 80,5
Taylor, H.P.J. (1968) 1B 203 203 0 406 350 3,02 370 24,9 1,03 75,6
Taylor, H.P.J. (1968) 2B 203 203 0 406 350 3,02 370 29,2 1,55 100,5
Taylor, H.P.J. (1968) 3B 203 203 0 406 350 3,02 370 27,6 1,03 76,1
Taylor, H.P.J. (1968) 5B 203 203 0 406 350 2,47 370 25,9 1,03 80,5
Taylor, H.P.J. (1968) 6B 203 203 0 406 350 3,50 370 23,8 1,03 77,8
Taylor, H.P.J. (1972) A1 400 400 0 1000 420 3,01 930 24,7 1,35 358,4
Taylor, H.P.J. (1972) A2 400 400 0 1000 420 3,01 930 18,6 1,35 328,4
Taylor, H.P.J. (1972) B1 200 200 0 500 420 3,01 465 22,8 1,35 104,3
Taylor, H.P.J. (1972) B2 200 200 0 500 420 3,01 465 18,0 1,35 87,3
Taylor, H.P.J. (1972) B3 200 200 0 500 420 3,01 465 24,4 1,35 85,3
Thiele, C. (2010) T1_ohne 400 400 0 300 581 4,15 248 21,6 0,93 107,4
Thiele, C. (2010) T7_70_oben 400 400 0 350 580 3,47 297 20,6 1,35 130,9
Thiele, C. (2010) T9_ohne 400 400 0 200 632 4,97 167 37,8 2,41 112,2
Thiele, C. (2010) T13_ohne 400 400 0 250 632 3,82 217 38,5 1,85 127,8
Thiele, C. (2010) T10_40_oben 400 400 0 250 632 4,97 167 37,8 2,41 102,4
Tureyen A.K.; Frosch, R.J. (2002) V-S-1 457 457 0 406 524 3,28 360 36,9 0,96 179,1
Tureyen A.K.; Frosch, R.J. (2002) V-S-2 457 457 0 427 524 3,28 360 37,4 1,92 203,0
Tureyen A.K.; Frosch, R.J. (2002) V-D-2 457 457 0 406 745 3,28 360 39,7 0,36 134,4
259

Literatura codificação 𝑏𝑓 𝑏𝑤 ℎ𝑓 ℎ𝑤 𝑓𝑦 𝑎⁄𝑑 𝑑 𝑓𝑐𝑘 𝜌 𝑣𝑢


(atribuída pelo
autor do ensaio)
autor(es) - mm mm mm mm MPa - mm MPa % kN
Walraven, J.; Lehwalter, N. (1994) V711 250 250 0 200 510 2,13 160 14,1 1,52 165,0
Walraven, J.; Lehwalter, N. (1994) V022 250 250 0 400 510 1,43 360 15,9 1,13 270,0
Walraven, J.; Lehwalter, N. (1994) V511 250 250 0 600 510 1,23 560 15,8 1,12 350,0
Walraven, J.; Lehwalter, N. (1994) V411 250 250 0 800 510 1,20 740 15,4 1,10 365,0
Walraven, J.; Lehwalter, N. (1994) V211 250 250 0 1000 510 1,21 930 16,0 1,08 505,0
Walraven, J.C. (1978) A1 200 200 0 150 440 3,00 125 20,1 0,83 29,8
Walraven, J.C. (1978) A2 200 200 0 450 440 3,00 420 20,1 0,74 70,6
Walraven, J.C. (1978) A3 200 200 0 750 440 3,00 720 20,4 0,79 100,8
Winkler, K.; Mark, P. (2011) SB 2 150 150 0 240 573 3,91 200 31,1 1,19 42,0
Winkler, K.; Mark, P. (2011) SB 3 150 150 0 345 566 3,92 300 31,1 1,18 52,4
Winkler, K.; Mark, P. (2011) SB 4 225 225 0 495 567 3,93 450 31,1 1,20 93,4
Winkler, K.; Mark, P. (2011) SB 5 300 300 0 647 590 3,94 600 31,1 1,20 165,7
Winkler, K.; Mark, P. (2011) SB 6 450 450 0 950 571 3,94 900 31,1 1,20 304,2
Xie, Y.; Ahmad, S.H.; Yu, T.; Hino, S.; Chung, W. (1994) NNN-3 127 127 0 254 421 2,93 216 34,5 2,08 36,9
Xie, Y.; Ahmad, S.H.; Yu, T.; Hino, S.; Chung, W. (1994) NHN-3 127 127 0 254 421 2,93 216 96,9 2,08 46,0
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L5-40 160 160 0 400 804 0,56 355 30,6 1,01 171,5
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L5-60 160 160 0 600 804 0,54 555 30,6 0,97 289,1
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L5-60R 160 160 0 600 804 0,54 555 30,6 0,97 254,8
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L5-75 160 160 0 750 804 0,55 685 30,6 1,05 286,2
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L5-100 160 160 0 1000 577 0,53 935 30,6 0,90 372,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-40 160 160 0 400 804 1,13 355 30,6 1,01 137,2
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-40R 160 160 0 400 804 1,13 355 30,6 1,01 142,1
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-60 160 160 0 600 804 1,08 555 30,6 0,97 166,6
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-75 160 160 0 750 804 1,09 685 30,6 1,05 178,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-75R 160 160 0 750 804 1,09 685 30,6 1,05 176,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) L10-100 160 160 0 1000 577 1,07 935 30,6 0,90 225,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH5-40 160 160 0 400 804 0,56 355 77,7 1,01 264,6
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH5-60 160 160 0 600 804 0,54 555 77,7 0,97 347,9
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH5-75 160 160 0 750 804 0,55 685 77,7 1,05 421,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH5-100 160 160 0 1000 577 0,53 935 77,7 0,90 539,0
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-40 160 160 0 400 804 1,06 355 77,7 1,01 202,9
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-40R 160 160 0 400 804 1,06 355 77,7 1,01 274,4
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-60 160 160 0 600 804 1,08 555 77,7 0,97 254,8
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-75 160 160 0 750 804 1,09 685 77,7 1,05 249,9
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-75R 160 160 0 750 804 1,09 685 77,7 1,05 249,9
Yang, K.-H.; Chung, H.-S.; Lee, E.-T.; Eun, H.-C. (2003) UH10-100 160 160 0 1000 577 1,07 935 77,7 0,90 328,3
Yoon, Y.-S.; Cook, W.D.; Mitchell, D. (1996) N1-S 375 375 0 750 400 3,23 655 32,0 2,88 249,0
Yoon, Y.-S.; Cook, W.D.; Mitchell, D. (1996) M1-S 375 375 0 750 400 3,23 655 63,0 2,88 296,0
Yoon, Y.-S.; Cook, W.D.; Mitchell, D. (1996) H1-S 375 375 0 750 400 3,23 655 83,0 2,88 327,0
Yoshida, Y.; Bentz, E.; Collins, M.P. (2000) YB2000/0 300 300 0 2000 457 2,82 1890 29,6 0,74 255,0