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445/0001-70]

NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 10065
Segunda edição
19.01.2011

Válida a partir de
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19.02.2011

Elementos de fixação de aço inoxidável e aço


resistente à corrosão − Especificação
Fasteners of stainless steel and corrosion resistant steel − Specification

ICS 21.060 ISBN 978-85-07-02549-8

Número de referência
ABNT NBR 10065:2011
18 páginas

© ABNT 2011
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Sumário Página

Prefácio ...............................................................................................................................................iv
1 Escopo ...............................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
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3 Requisitos gerais ...............................................................................................................3


3.1 Designação .........................................................................................................................3
3.2 Marcação .............................................................................................................................4
3.2.1 Parafusos ............................................................................................................................4
3.2.2 Prisioneiros e outros elementos de fixação ....................................................................4
3.2.3 Porcas..................................................................................................................................4
3.2.4 Identificação da embalagem .............................................................................................5
3.3 Acabamento ........................................................................................................................5
3.4 Propriedades magnéticas ..................................................................................................5
4 Requisitos específicos ......................................................................................................6
4.1 Composição química .........................................................................................................6
5 Características mecânicas ................................................................................................6
5.1 Ensaios para aceitação......................................................................................................6
5.1.1 Parafusos com cabeça e prisioneiros, de diâmetro nominal inferior ou igual a M5 ....6
5.1.2 Parafusos com cabeça e prisioneiros, de diâmetro nominal superior a M5.................7
5.1.3 Porcas de todos os diâmentros ........................................................................................7
5.2 Valores das características mecânicas ............................................................................7
6 Método de ensaio ..............................................................................................................9
6.1 Generalidades ....................................................................................................................9
6.2 Determinação da resistência à tração Rm .....................................................................10
6.3 Determinação do limite de escoamento a 0,2 % (R p 0,2)..............................................10
6.4 Determinação do alongamento (AL) ...............................................................................11
6.5 Determinação do torque de ruptura ..............................................................................12
6.6 Ensaio de carga para parcas ..........................................................................................12
6.7 Ensaio de dureza .............................................................................................................13
7 Indicação para o usuário .................................................................................................13
Anexo A (informativo) Composição química dos aços (extraídas da série ISO 683) ..................14
Anexo B (informativo) Composição química dos aços inoxidáveis para deformação a frio
(extraída da ISO 4954) ......................................................................................................15
Anexo C (informativo) Roscas de parafusos – Áreas sujeitas a tensões, conforme
ABNT NBR 8855................................................................................................................16
Anexo D (informativo) Alongamento após a ruptura (AL) ...............................................................18

Figuras
Figura 1 – Sistema das classes para elementos de fixação............................................................3
Figura 2 – Marcação de parafusos – Exemplos ................................................................................4
Figura 3 – Marcação de porcas – Exemplos ....................................................................................5
Figura 4 – Máquina de tração .............................................................................................................9

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Figura 5 – Diagrama carga-deformação para limite de escoamento a 0,2 % ...............................10


Figura 6 – Determinação do alongamento total após a ruptura ..................................................11
Figura 7 – Dispositivo para ensaio de troque de ruptura .............................................................12
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Tabelas
Tabela 1 – Composição química de referência dos grupos e seus respectivos graus ................6
Tabela 2 – Propriedades mecânicas de elementos de fixação
dos graus ferríticos e martensíticos ................................................................................8
Tabela 3 – Propriedades mecânicas de elementos de fixação dos graus austeníticos ...............8
Tabela 4 – Valores de resistência à torção (Tm) para elementos de fixação de diâmetros M5 e
menores ..............................................................................................................................9
Tabela A.1 – Composição química dos aços .................................................................................14
Tabela B.1 – Composição química dos aços inoxidáveis para deformação a frio ......................15
Tabela C.1 – Área sob tensão ...........................................................................................................16
Tabela D.1 – Alongamento após ruptura ........................................................................................18

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
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elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras das Diretivas ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.

A ABNT NBR 10065 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
(ABNT/CB-04), pela Comissão de Estudo de Elementos de Fixação Roscados (CE-04:003.01) .
O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 10, de 22.10.2010 a 22.11.2010, com o número
de Projeto ABNT NBR 10065.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 10065:1987), a qual foi
adequada à Diretiva ABNT, Parte 2, sem mudanças técnicas.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard establishes the mechanical characteristics of threaded fasteners such as screws and
bolts made of stainless steels and steels corrosion-resistant in austenitic, ferritic and martensitic
structures. This Standard is applied to productos finished with the following characteristics:

a) thread’s nominal diameter of M1,6 to M39;

b) ISO metric thread as ABNT NBR ISO 724, ABNT NBR ISO 965-1, ABNT NBR ISO 965-2,
ABNT NBR 965-3, ABNT NBR ISO 965-4, ABNT NBR ISO 965-5, ABNT NBR ISO 68-1,
ABNT NBR ISO 261, ABNT NBR ISO 262;

c) of any shape.

As complementation for threads:

a) ouside diameter or dimension between parallel faces, head wideness (keys’ nominal) not lesser
than 1,45 d;

b) useful thread length larger or equal 0,6 d.

This Standard specifies the types of stainless steels resistant to corrosion, indicating the mechanical
characteristics and its use for temperatures of – 200 °C to + 800 °C.

The characteristics of oxidation resistance, corrosion and mechanical properties to be used in high
temperatures or subzero temperatures shall, necessarily be the result of an agreement between
producer and consumers.

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Preparing this Standard, special attention was given to the central differences between stainless
steels fasteners compared to carbon steels of similar dimensions. The austenitic and ferritic steels
are hardened only by cold working and, consequently, the components don’t have the homogeneous
condition of hardened and tempered parts.

These specific characteristics were considered when preparing the sections that deal with properties’
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classes and the methods of the respective tests that differ from the carbon steels and of low league,
referring to the procedure for measuring the flow (voltage to 0,2 % of permanent flow) and ductility (total
extension of the fracture) of the finished component.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 10065:2011

Elementos de fixação de aço inoxidável e aço resistente à corrosão −


Especificação
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1 Escopo
1.1 Esta Norma estabelece as características mecânicas de elementos de fixação roscados como
parafusos e porcas fabricadas de aços inoxidáveis e aços resistentes à corrosão nas estruturas aus-
tenítica, ferrítica e martensítica. Esta Norma se aplica aos produtos acabados com as seguintes ca-
racterísticas:

a) de diâmetro nominal de rosca de M1,6 até M39;

b) de rosca métrica ISO segundo as ABNT NBR ISO 724, ABNT NBR ISO 965-1, ABNT NBR ISO 9652,
ABNT NBR ISO 965-3, ABNT NBR ISO 965-4, ABNT NBR ISO 965-5, ABNT NBR ISO 68-1,
ABNT NBR ISO 262, ABNT NBR ISO 261

c) de qualquer forma.

Como complementação para porcas:

a) de diâmetro externo ou de dimensões entre faces paralelas, largura de cabeça (nominal da chave)
não menor do que 1,45 d;

b) de comprimento de rosca útil maior ou igual a 0,6 d.

1.2 Esta Norma especifica os tipos de aços inoxidáveis resistentes à corrosão, indicando as carac-
terísticas mecânicas e o seu uso para temperaturas de – 200 °C até + 800 °C.

1.3 As características de resistência à oxidação, corrosão e propriedades mecânicas para utilização


a altas temperaturas ou em temperaturas abaixo de zero devem ser necessariamente objeto de acor-
do entre fornecedor e consumidor.

1.4 Na preparação desta Norma foi dada especial atenção às diferenças fundamentais entre ele-
mentos de fixação de aços inoxidáveis comparados aos aços-carbono de dimensões similares.
Os aços ferríticos e austeníticos são endurecidos somente por encruamento; em conseqüência, os
componentes não têm a condição homogênea de peças temperadas e revenidas.

Estas características específicas foram levadas em conta na preparação das seções que tratam das
classes de propriedades e os métodos dos respectivos ensaios que diferem dos de aço-carbono e
de baixa liga, no que se refere ao procedimento para a medição do escoamento (tensão a 0,2 % de
escoamento permanente) e ductibilidade (extensão total na fratura) do componente acabado.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste Documento Técnico ABNT.
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5601, Aços inoxidáveis classificação por composição química

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ABNT NBR 10065:2011

ABNT NBR 8855, Propriedades mecânicas de elementos de fixação – Parafusos e prisioneiros -


Especificação

ABNT NBR 10062, Porcas com valores de cargas específicos – Características mecânicas de
elementos de fixação - Especificação
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ABNT NBR ISO 68-1, Rosca métrica ISO de uso geral – Perfil básico – Parte 1: Rosca métrica para
parafusos

ABNT NBR ISO 261, Rosca métrica ISO de uso geral – Plano geral

ABNT NBR ISO 262, Rosca métrica ISO de uso geral – Seleção de diâmetros para parafusos e porcas

ABNT NBR ISO 724, Rosca métrica ISO de uso geral – Dimensões básicas

ABNT NBR ISO 965-1, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 1: Princípios e dados
básicos

ABNT NBR ISO 965-2, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 2: Limites dimensionais
para roscas internas e externas de uso geral – Qualidade média

ABNT NBR ISO 965-3, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 3: Afastamentos para
roscas de construção

ABNT NBR ISO 965-4, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 4: Dimensões limites para
roscas externas zincadas por imersão a quente, para montagens com roscas internas com posição de
tolerância H ou G, após a zincagem

ABNT NBR ISO 965-5, Rosca métrica ISO de uso geral – Tolerâncias – Parte 5: Dimensões limites para
roscas internas zincadas por imersão a quente, para montagens com roscas externas com posição de
tolerância h, antes da zincagem

ABNT NBR ISO 6892, Materiais metálicos – Ensaio de tração à temperatura ambiente

ABNT NBR NM 187-1, Materiais metálicos – Dureza Brinell

ABNT NBR NM ISO 6507-1, Materiais metálicos - Ensaio de dureza Vickers – Parte 1: Método de
ensaio

ISO 683, Heat-treatable steels, alloy steels and free-cutting steels (All parts)

ISO 3651-1, Determination of resistance to intergranular corrosion of stainless steels – Part 1: Austenitic
and ferritic-austenitic (duplex) stainless steels – Corrosion test in nitric acid medium by measurement
of loss in mass (Huey test)

ISO 3651-2, Determination of resistance to intergranular corrosion of stainless steels – Part 2: Ferritic,
austenitic and ferritic-austenitic (duplex) stainless steels – Corrosion test in media containing sulfuric
acid

ISO 4954, Steels for cold heading and cold extruding

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3 Requisitos gerais
3.1 Designação

3.1.1 A designação dos elementos de fixação de aço inoxidável está esquematizada na Figura 1.
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Grupos de
Autenítico Ferrítico Martensítico
composição

Identificação
A1 A2 A4 F1 C1 C4 C3
do grau do
aço (A)

Classes de
50 70 80 45 60 50 70 80
resistência

Mole Resistência Resistência muito Mole Encruado Mole Temperado e


elevada - elevada - revenido
encruado encruado
a Ver Anexos A e B.

Figura 1 – Sistema das classes para elementos de fixação


3.1.2 O grau de aço e classes de resistência são designados por quatro dígitos, formados por uma
letra e três números. As letras indicam o grupo do aço quanto à sua composição, com o seguinte sig-
nificado:

A – para aço austenítico

C – para aço martensítico

F – para aço ferrítico

3.1.3 O primeiro dígito após a letra indica o tipo dos elementos de liga presentes em cada grupo A,
C ou F. Os últimos dois dígitos indicam a classe de resistência (condição metalúrgica), por exemplo:

a) A2-70 indica:

Aço austenítico, acabado a frio, de resistência à tração mínima de 700 MPa;

b) C4-70 indica:

Aço martensítico, de 12 % de Cr temperado e revenido, resistência à tração mínima


de 700 MPa.

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3.2 Marcação

3.2.1 Parafusos

Todos os parafusos de cabeça sextavada, bem como parafusos de cabeça cilíndrica com sextavado
interno de diâmetro nominal superior ou igual a M5, devem ser marcados claramente segundo o
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sistema descrito em 3.1. A marcação deve incluir o grau do aço, a classe de resistência e a identificação
do fabricante. Uma marcação complementar pode ser usada a critério do fabricante (ver Figura 2)
ou a pedido especial do comprador. Esta marcação não pode causar confusão com outras marcações
padronizadas ou identificações. Esta marcação pode ser aplicada também a outros tipos de parafusos
onde for tecnicamente possível, desde que seja somente na cabeça.

Fabricante

XY Z
XY Z A2 - 70

A2 - 70

Forma alternativa
Grau do aço de marcação de parafusos
Classe de resistência de sextavado interno

XY Z

A2 - 70

Figura 2 – Marcação de parafusos – Exemplos


3.2.2 Prisioneiros e outros elementos de fixação

A marcação de prisioneiros e outros elementos de fixação deve ser objeto de acordo entre fabricante
e comprador.

3.2.3 Porcas

3.2.3.1 Porcas devem ser marcadas com o grau de aço e classe de resistência, se necessário, e com
a identificação do fabricante no caso de tamanhos M5 e maiores (ver Figura 3), se for tecnicamente
possível. A marcação em uma superfície de assentamento é permissível e só pode ser aplicada em
baixo relevo.

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XY Z

XY Z
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C3

A2 - 50

Classe de resistência só
para classe de propriedades
mais baixas (ver 3.2.3)

Forma alternativa de marcação


por ranhuras somente para graus
Ø>5

de aço A2 e A4 (ver 3.2.3)

A2 A4

S = Distância entre faces paralelas

Figura 3 – Marcação de porcas – Exemplos


3.2.3.2 Alternativamente é permissível a marcação nas faces laterais. A marcação da classe de re-
sistência é necessária quando as porcas não suportam a carga mínima prevista para a classe mais
alta dentro do grupo do aço.

NOTA Para marcação de rosca esquerda, ver ABNT NBR 8865 e ABNT NBR 10062.

3.2.4 Identificação da embalagem

A marcação completa do grau do aço e classe de resistência é obrigatória em todas as embalagens,


caixas, pacotes etc., de todos os tamanhos de porcas e parafusos.

3.3 Acabamento

Caso não seja especificado de forma diferente, os elementos de fixação de aços inoxidáveis devem
ser fornecidos limpos e brilhantes.

3.4 Propriedades magnéticas

Elementos de fixação de aços austeníticos são normalmente não magnetizáveis. Por meio da
deformação a frio pode ocorrer baixa magnetização.

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4 Requisitos específicos
4.1 Composição química

4.1.1 A composição química como referência dos diferentes graus de aços utilizáveis para elementos
de fixação é dada na Tabela 1. A escolha do aço pode ser a critério do fabricante, desde que preencha
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os requisitos exigidos para a classe de resistência, exceto nos casos onde o consumidor especificar
um determinado aço. Outros aços podem ser usados, desde que atendam aos requisitos das caracte-
rísticas mecânicas e físicas e apresentem uma resistência à corrosão equivalente. Somente quando
todas estas condições forem cumpridas os parafusos e porcas podem ser marcados conforme 3.2.

Tabela 1 – Composição química de referência dos grupos e seus respectivos graus

4.1.2 Os elementos de fixação de aço austenítico dos grupos A2 e A4 não podem apresentar preci-
pitação de carbonetos nos contornos de grãos e devem resistir aos ensaios de corrosão intergranular
conforme ISO 3651-1 e ISO 3651-2.

4.1.3 Os elementos de fixação do grupo de aço A1 podem ser igualmente fornecidos com resitência
à corrosão intergranular, mediante acordo entre fabricante e consumidor.
NOTA Os elementos de fixação do grupo de aço A1 são impróprios para soldagem.

5 Características mecânicas
5.1 Ensaios para aceitação

5.1.1 Parafusos com cabeça e prisioneiros, de diâmetro nominal inferior ou igual a M5

Deve ser realizado um dos seguintes ensaios para comprovar as características mecânicas:

a) resistência à tração mínima (valores: Tabela 2 e 3; execução: 6.2);

b) torque de ruptura mínimo (valores: Tabela 4; execução: 6.5). Os valores de ensaio de torque de
ruptura são válidos somente para os graus de aço austeníticos.

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5.1.2 Parafusos com cabeça e prisioneiros, de diâmetro nominal superior a M5

Devem ser realizados os seguintes ensaios para comprovar as características mecânicas:

a) resistência à tração mínima, ver 6.2;


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b) limite de escoamento a 0,2 % mínimo, ver 6.3;

c) alongamento mínimo, ver 6.4;

d) ensaio de dureza só é aplicável aos graus C1, C3 e C4, quando estes forem temperados
e revenidos, ver 6.7.

5.1.3 Porcas de todos os diâmentros

Devem ser realizados os seguintes ensaios para comprovação das características mecânicas:

a) corpo-de-prova correspondente à tração mínima do parafuso correspondente, ver 6.6;

b) dureza HV mínima. O ensaio de dureza HV só é aplicável às porcas dos grupos de aços, C1, C2
e C4, quando estes forem temperados e revenidos (ver 6.7).

5.2 Valores das características mecânicas

5.2.1 Os valores das características mecânicas para os diferentes graus de aço e classes de resis-
tência estão indicados nas Tabelas 2 a 4.

5.2.2 Estas características mecânicas se aplicam unicamente aos produtos de dimensões norma-
lizadas, de comprimento igual ou inferior a oito vezes o diâmetro nominal para A1, A2 e A4-70 e 80
e F1-60. Esta limitação de comprimento não se aplica a elementos de fixação moles e não temperados
e revenidos, isto é, das classes A1, A2 e A4-50, F1-45, C1, C3 e C4-50, 60 e 80. Para todos os outros
elementos de fixação de comprimento superior e dimensões normalizadas, os valores de resistência
mecânica devem ser objeto de acordo entre fabricante e consumidor. Os valores aceitos dependem
do tipo de aço e do processo de fabricação a ser empregado. Os valores mínimos de torque de outros
grupos ou aços e classes de resistência dependem de acordo entre fabricante e comprador.

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Tabela 2 – Propriedades mecânicas de elementos de fixação


dos graus ferríticos e martensíticos
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Tabela 3 – Propriedades mecânicas de elementos de fixação dos graus austeníticos

Parafusos e prisioneiros Porcas

Classe Faixa de Resistência à Limite de


tração Rm a escoamento a Alongamento Tensão
Grupo Grau de diâmetro
0,2 % AL b de
resistência de rosca
Rp 0,2 a ensaio

Sp
MPa MPa mín. MPa
mín mín

50 ≤ M39 c 500 210 0,6 d 500


A1,
Austenítico A2 e 70 ≤ M20 c 700 450 0,4 d 700
A4
80 ≤ M20 c 800 600 0,3 d 800

a Todas as resistências à tração foram calculadas e referidas à seção transversal do núcleo da rosa
(Anexo C).
b O alongamento deve ser determinado conforme o método descrito em 6.4 no comprimento dos parafusos inteiros e não em corpos-
de-prova reduzidos de comprimento para medição 5d.
c Para diâmetros acima de M20 os valores da resistência mecânica devem ser objeto de acordo entre fabricante e consumidor, porque
nesta faixa são possíveis valores diferentes de deformação permanente a 0,2 % para os valores de tração indicadas.

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Tabela 4 – Valores de resistência à torção


(Tm) para elementos de fixação de diâmetros M5 e menores

Diâmetro da rosca d Resistência à torção mínima (só grau austeníticos)


(serie normal) Classe 50 N.m Classe 70 N.m Classe 80 N.m
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M 1,6 0,15 0,2 0,27


M2 0,3 0,4 0,56
M 2, 5 0,6 0,9 1,2
M3 1,1 1,6 2,1
M4 2,7 3,8 4,9
M5 5,5 7,8 10,0

6 Método de ensaio
6.1 Generalidades

6.1.1 Todas as medições de comprimento devem ser executadas para permitir a exatidão de leitura
de ± 0,05 mm ou mais exato.
6.1.2 Os ensaios de tração e carga devem ser realizados em máquinas de tração que permitam uma
fixação auto-alinhante para evitar esforços não axiais (ver 6.2, 6.3, 6.4 e Figura 4).
H
L3
≈ 1 x diâmetro

L1

Figura 4 – Máquina de tração

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6.2 Determinação da resistência à tração Rm

6.2.1 O ensaio deve ser realizado conforme ABNT NBR ISO 6892 e ABNT NBR 8855, em parafusos
inteiros (peças prontas). Este ensaio só é aplicável aos parafusos inteiros de comprimento igual ou
maior que duas vezes o diâmetro da rosca. Durante o ensaio o comprimento livre de rosca sob carga
deve ser no mínimo de uma vez o diâmetro de rosca.
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6.2.2 Os valores de resistência à tração medidos devem corresponder no mínimo aos valores das
Tabelas 2 e 3, independentemente da posição da ruptura entre a superfície de assentamento do para-
fuso e a extremidade do adaptador.

6.3 Determinação do limite de escoamento a 0,2 % (R p 0,2)

6.3.1 O ensaio deve ser realizado em parafusos inteiros (peças prontas). Este ensaio só aplicável
aos parafusos inteiros de comprimento igual ou maior do que duas vezes o diâmetro da rosca.

6.3.2 O parafuso a ser ensaiado deve ser enroscado no mínimo uma vez o diâmetro da rosca (ver
Figura 4).

6.3.3 O ensaio deve ser realizado medindo-se o alongamento da haste sob carga axial. A curva de
alongamento está ilustrada na Figura 5.

T
S

Q R
Carga

OP = 0,2 % L3 = QR

O P
Deformação

Figura 5 – Diagrama carga-deformação para limite de escoamento a 0,2 %


6.3.4 O comprimento de tração, a partir do qual é calculado o limite de escoamento a 0,2 %,
é a distância entre a face inferior da cabeça e a face de apoio da porca (Figura 4). Este valor é referido
ao eixo horizontal (deformação) da curva carga-alongamento.

6.3.5 OP é o mesmo valor referido horizontalmente a partir da porção da linha tracejada da direita da
curva, como QR. Uma linha passando por P e R é então traçada, e a intersecção S desta linha com a
curva de carga e alongamento corresponde a uma carga no ponto T sobre o eixo vertical.

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6.3.6 Esta carga sendo dividida pela seção resistente da rosca indica o limite de escoamento
a 0,2 %. O componente submetido a ensaio deve ser fixado na garra ou porca de fixação a uma pro-
fundidade normal de 0,8 d e com um fio de rosca sobrando na extremidade ao aplicar a carga (ver
Figura 4).

6.3.7 O valor do alongamento é determinado de preferência ao nível das faces de apoio do conjunto
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parafuso-porca.

6.4 Determinação do alongamento (AL)

6.4.1 O alongamento é definido em prisioneiros e parafusos inteiros (em peças prontas). O ensaio
só é realizado em peças de comprimento mínimo de 3 d (diâmetro) ou mais longos. O parafuso a ser
ensaiado deve ser introduzido no dispositivo com comprimento de aproximadamente 1 d (diâmetro).
Ver Figura 3.

6.4.2 Conforme procedimentos de 6.3, o parafuso é submetido à carga até que se rompa. As duas
peças rompidas são colocadas em contato com as faces rompidas e o comprimento L2 deve ser me-
dido (ver Figura 6).
L1 antes da ruptura

L2 após a ruptura

Figura 6 – Determinação do alongamento total após a ruptura


6.4.3 O alongamento deve ser calculado pela equação:

Al = L2 − L1 (em milímetros)

O valor calculado deve corresponder no mínimo à classe de resistência ou ser maior. Sendo exigido o
valor do alongamento em corpos-de-prova usinados, os valores devem ser combinados.

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6.5 Determinação do torque de ruptura

6.5.1 Os parafusos devem ser ensaiados em um dispositivo como mostra a Figura 7.


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Figura 7 – Dispositivo para ensaio de troque de ruptura


6.5.2 Na ruptura os parafusos devem apresentar torque de ruptura maior ou igual aos valores da
Tabela 4 para detecção de eventuais defeitos.
6.5.3 O parafuso a ser ensaiado deve ser preso no dispositivo no mínimo por dois filetes de rosca,
sendo que deve existir um comprimento mínimo de 1 x d, livre entre a cabeça do parafuso e a fixação
no dispositivo.
6.5.4 Para o ensaio de torção deve ser usado um torquímetro de capacidade máxima de cinco vezes
o torque de ruptura mínimo prescrito. A inexatidão da indicação do torque de ruptura não pode ultra-
passar ± 7 % do torque mínimo de ruptura.
6.6 Ensaio de carga para parcas

6.6.1 O ensaio de carga deve ser efetuado como indicado na ABNT NBR 10062.

6.6.2 A porca deve ser enroscada em um mandril temperado e a seguir submetida à carga corres-
pondente prescrita, relativa ao diâmetro da rosca, grupo do aço e classe resistência.

6.6.3 A porca deve resistir à carga utilizada para resistência à tração da classe do parafuso corres-
pondente, sem que sua rosca espane.

6.6.4 Após a retirada da carga, a porca deve ser removível com a mão e não pode apresentar trin-
cas, e a rosca deve estar dentro da tolerância.

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6.7 Ensaio de dureza

6.7.1 Os ensaios de dureza devem ser realizados segundo as ABNT NBR NM 187-1,
ABNT NBR NM ISO 6507-1 e ABNT NBR ISO 6892.

6.7.2 O parafuso deve ser ensaiado quanto à dureza, na extremidade na superfície normal ao eixo
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entre o eixo e o diâmetro externo.

6.7.3 No caso de porcas, a dureza deve ser medida na superfície de assentamento, no meio entre
os cantos e os escareados da rosca.

7 Indicação para o usuário


7.1 Os valores de resistência indicados nas Tabelas desta Norma (escoamento ou limite 0,2 %)
forem definidos em ensaios e não podem ser considerados válidos para longos períodos sem uma
análise adicional cuidadosa.

7.2 As funções de parafusos são decisivamente influenciadas pela efetiva pré-tensão. A força de
pré-tensão é definida basicamente pela grandeza e dispersão do atrito. O cálculo da forma de ligação
e as condições de atrito devem ser definidos com especial cuidado.

7.3 A resistência à corrosão de ligações parafusadas é influenciada negativamente também pela


forma. Para perguntas desta natureza, recomenda-se consultar literatura especializada.

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Anexo A
(informativo)

Composição química dos aços (extraídas da série ISO 683)


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Tabela A.1 – Composição química dos aços

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Anexo B
(informativo)

Composição química dos aços inoxidáveis para deformação a frio


(extraída da ISO 4954)
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Tabela B.1 – Composição química dos aços inoxidáveis para deformação a frio

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Anexo C
(informativo)

Roscas de parafusos – Áreas sujeitas a tensões, conforme


ABNT NBR 8855
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2
π ⎛ d 2 + d3 ⎞
As = ⎜ ⎟
4⎝ 2 ⎠

onde

As é a área sob tensão;

d2 é o diâmetro de flanco da rosca;


H
d3 é o diâmetro menor da rosca, sendo d1 − 6

d1 é o diâmetro menor da rosca externa;

H é a altura do triângulo fundamental.

Tabela C.1 – Área sob tensão

Área sob tensão


Diâmetro da
As
rosca
mm2
M 1,6 1,3
M2 2,1
M 2,5 3,4
M3 5,0
M4 8,8
M5 14,2
M6 20,1
M8 36,6
M 10 58,0
M 12 84,3
(M14) 115
M 16 157
(M 18) 192
M 20 245

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Tabela C.1 (continuação)

Área sob tensão


Diâmetro da
As
rosca
mm2
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(M 22) 303
M 24 353
(M 27) 459
M 30 561
(M 33) 964
M 36 817
(M 39) 976

NOTA Diâmetros entre parênteses não são preferenciais.

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Anexo D
(informativo)

Alongamento após a ruptura (AL)


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Tabela D.1 – Alongamento após ruptura

Diâmetro da Alongamento após ruptura (L2 – L1)


rosca d mm
mm 0,6 d 0,4 d 0,3 d 0,2 d
35 3,0 2,0 1,5 1,0
M6 3,6 2,4 1,8 1,2
M8 4,8 3,2 2,4 1,6
M 10 6,0 4,0 3,0 2,0
M 12 7,2 4,8 3,6 2,4
(M 14) 8,4 5,6 4,2 2,8
M 16 9,6 6,4 4,8 3,2
(M 18) 10,8 7,2 5,4 3,6
M 20 12,0 8,0 6,0 4,0
(M 22) 13,2 8,8 6,6 4,4
M 24 14,4 9,6 7,2 4,8
(M 27) 16,2 10,8 8,1 5,4
M 30 18,0 12,0 9,0 6,0
(M 33) 19,8 13,2 9,9 6,6
M 36 21,6 14,4 10,8 7,2
(M 39) 23,4 15,6 11,7 7,8
NOTA Diâmetros entre parênteses não são preferenciais.

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