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Anais do V Congresso da ANPTECRE

“Religião, Direitos Humanos e Laicidade”


ISSN: 2175-9685

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Creative Commons

O EXCLUSIVISMO ADVENTISTA NA AUTORREFERENCIAÇÃO DE


IGREJA REMANESCENTE

Kevin Willian Kossar Furtado


Mestre em Ciências Sociais Aplicadas
Universidade Estadual de Ponta Grossa
kevin@aol.com.br

ST05 – PROTESTANTISMO E PENTECOSTALISMO

Resumo: A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) não se considera como apenas
mais uma denominação religiosa do espectro cristão, mas a portadora de uma
mensagem e verdade exclusiva. Os adventistas empregam o termo Igreja
remanescente como artifício autorreferenciador e expressão de identidade, em uma
postura afeita ao exclusivismo religioso. A pesquisa compreende o exclusivismo como a
ênfase na própria fé e a impossibilidade de enxergar elementos de verdade em outras
crenças. O texto objetiva apresentar o entendimento adventista enquanto constituinte
da Igreja remanescente e o consequente exclusivismo da concepção. Em seu método,
o trabalho foi concretizado por meio de pesquisa bibliográfica pautada, de maneira
majoritária, em literatura adventista. Desde o surgimento dos adventistas do sétimo dia,
o conceito de remanescente ocupa posição central na autocompreensão do grupo. A
avaliação enquanto povo remanescente do tempo do fim autoproclamada pelos
adventistas, conforme as profecias bíblicas, especialmente de Daniel e Apocalipse, está
presente em documentos oficiais da Igreja, em obras de referências e em outras
publicações representativas da denominação. A qualificação histórica da IASD como
Igreja remanescente baseia-se no senso de que a mesma compõe o representante
contemporâneo de um pequeno grupo que, desde os primórdios do cristianismo, se
manteve fiel à esperança do segundo advento de Jesus Cristo à Terra, visto ser o eleito
de Deus que cumpre as disposições proféticas referentes ao fim dos tempos. Os
adventistas acreditam possuir, exclusivamente, a missão sagrada de anunciar a última
mensagem de graça ao mundo. Para a IASD, o remanescente bíblico se configura
como um movimento cristão identificável e concreto.

Palavras-chave: Igreja remanescente. Exclusivismo. Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Anais do Congresso ANPTECRE, v. 5, 2015, p. ST0511


INTRODUÇÃO
A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) formou-se a partir de um grupo de
cristãos que pregava e esperava a segunda vinda de Jesus à Terra durante a década
de 1840. Os que acreditavam no iminente retorno de Cristo encontravam-se nos
Estados Unidos e na Europa e ultrapassavam os limites do adventismo e do
protestantismo (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 23-29). O adventismo surge no
contexto dos movimentos messiânicos do século XIX, nos Estados Unidos, cuja
característica básica está no inconformismo com as associações religiosas já existentes
(OLIVEIRA FILHO, 2004, p. 157).
A IASD se constitui como herdeira direta do movimento milerita, que incluía
crentes de diversas denominações, liderados por Guilherme Miller (1772-1849), o qual
alegava, após realizar um estudo sistemático e completo da Bíblia e, em específico, de
suas profecias, que Cristo retornaria à Terra segunda vez por volta de 1843. Ao fim,
após uma série de cálculos baseados nas profecias bíblicas, realizados pelo pastor
milerita Samuel S. Snow, o dia 22 de outubro de 1844 foi definido como a data do
retorno de Jesus. Como tal evento não ocorreu, os mileritas enfrentaram o que ficou
conhecido, nos círculos adventistas, como ‘o grande desapontamento’. Desiludidos,
muitos voltaram às suas igrejas de origem. Outros retornaram à Bíblia para tentar
compreender que erro de interpretação cometeu-se (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009,
p. 35-56). O movimento adventista emerge desse cenário.
Posteriormente, em 1860, na cidade de Battle Creek, estado de Michigan, nos
Estados Unidos, um grupo de congregações adventistas elegeu o nome oficial do
movimento (SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 90-92) e, em 21 de maio de 1863
(SCHWARZ; GREENLEAF, 2009, p. 94; WILSON, 2013, p. 8), a Igreja foi organizada
formalmente, com 3.500 membros. Em seu percurso de formação, a IASD cria um
corpus doutrinário e uma vivência cristã exclusivista que a distingue das demais
denominações e a situa como um grupo que visa, através de minuciosos preceitos,
realizar uma reforma religiosa, em seguimento à Reforma Protestante do século XVI
(FUCKNER, 2012, p. 162).

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AUTOCOMPREENSÃO ADVENTISTA ENQUANTO IGREJA REMANESCENTE
Os adventistas do sétimo dia não se veem como parte, apenas, de uma
denominação qualquer, mas entendem o movimento como o cumprimento de uma
profecia, com uma responsabilidade peculiar: propagar a mensagem dos três anjos de
Apocalipse 14:6-12,12 que seria o último chamado ao mundo antes da volta de Cristo à
Terra. Os adventistas propõem-se a anunciar sua mensagem a todas as nações, tribos,
línguas e povos. “Essa crença, aliada ao senso da proximidade do fim do tempo deste
planeta, os impulsionou a um dos mais vigorosos programas missionários da História.”
(KNIGHT, 2000, p. 6). Os integrantes da IASD

consideram-se portadores de uma verdade exclusiva e que deve ser pregada a


todos os seres humanos [...]. No transcorrer de sua história, os adventistas do
sétimo dia formataram um corpus doutrinário incorporando formas de identidade
afeitas ao exclusivismo religioso em oposição ao secularismo [...] e reelaboram
seus significados até hoje reencantando-se e encantando suas práticas ao
incorporarem ao seu ethos símbolos da modernidade [...]. São marcas
identitárias (vistas pelo olhar de não adventistas) deste grupo religioso: os
cuidados com o corpo por meio de uma dieta alimentar natural e vegetariana e
a preocupação com o uso do tempo na preservação do sábado 3 como um dia
de descanso e adoração. (FUCKNER, 2012, p. 160).

O adventismo se enxerga como um movimento cristão com singularidade


profética, tanto por se pautar, historicamente, nas profecias dos livros bíblicos de Daniel
e Apocalipse, como por crer ter recebido um chamado profético que lhe concede
vocação divina. O movimento adventista entende que nasce do cumprimento de
profecias bíblicas e testemunha do plano de salvação de Deus contido na Bíblia e
minudenciado nas profecias (REIS, 2013, p. 23). A razão de existência do adventismo

1
“Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra,
e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a
hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes da águas. Seguiu-se outro anjo, o
segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua
prostituição. Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua
imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado,
sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do
Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de
noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a
perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
2
Os textos bíblicos citados no trabalho foram retirados da tradução da Bíblia de João Ferreira de Almeida para o
português, segunda edição revista e atualizada no Brasil (ARA).
3
A observância do sábado bíblico no sétimo dia não constitui uma prática exclusiva da IASD. Judeus, batistas do
sétimo dia, adventistas da reforma, adventistas da promessa e outros grupos religiosos minoritários também
sacralizam o sábado (SOUZA, 2013, p. 14).

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estaria em propagar seu projeto teológico distinto, fundamentado na Bíblia (CANALE,
2007, p. 135).
Os adventistas usam o termo Igreja remanescente em relação a si como
expressão de identidade e como elemento de autorreferência, que sugere a

ideia de povo de Deus, ou então de Igreja eleita, escolhida para tomar posse do
Reino celeste (Nova Jerusalém celestial, prometida por Deus, como consta nas
escrituras bíblicas). O ato de conceber-se enquanto [...] povo escolhido não é
prerrogativa apenas dos adventistas. Outras denominações cristãs também o
fazem. Mas no caso da IASD, para além do valor teológico, o termo Igreja
remanescente representa com propriedade o caráter existencial da instituição.
(PRADO, 2012, p. 18-19, grifos do autor).

Além de se identificarem como pertencentes ao povo de Deus, os membros da


IASD creem que receberam um chamado divino que os incumbe de anunciar o
evangelho. A Igreja remanescente forma, para os adventistas, “a Igreja do último
período da história da humanidade. Igreja que restou de um longo tempo de
transformações e perseguições. A expressão remanescente nomeia um povo que
exercita as Leis de Deus e preserva a tradição no formato mais original e íntegro
possível.” (PRADO, 2012, p. 19, grifos do autor).
Dessa forma, os adventistas enxergam que o “povo eleito de Deus” forma a
“última Igreja sobrevivente”, o restante, entre todas as demais igrejas que existiram ao
longo da história da humanidade que repousam na tradição bíblico-cristã. Assim, “o
povo remanescente é a Igreja que prega os desígnios de Deus na Terra,
escatologicamente durante o fim da História.” (PRADO, 2012, p. 20, grifos suprimidos).
Conforme a interpretação teológica adventista (PRADO, 2012, p. 22), a Igreja
remanescente carrega predicados peculiares no contexto e caos do fim dos tempos, ao
não violar as leis bíblicas, não se influenciar por sincretismos teológicos e pelo que
considera como falsos ensinamentos e obedecer integralmente o conteúdo dos dez
mandamentos, visto que os remanescentes satisfazem toda vontade de Deus.

Pela ótica da IASD, é necessário que exista na vida cotidiana da Igreja


remanescente intensa harmonia entre prática religiosa e interpretação das
escrituras bíblicas. O evangelismo militante e verdadeiro depende dessa
interação. O trecho do livro de Apocalipse – 14, que trata das três mensagens
angélicas, evidencia com clareza os princípios fundamentais da crença da
IASD. Assim, o ponto-chave de sua missão está no evangelismo militante, na

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guarda dos mandamentos e na fé na volta de Cristo. (PRADO, 2012, p. 23-24,
grifos do autor).

O conceito de remanescente ocupa posição central na autocompreensão dos


adventistas do sétimo dia e exerce papel significativo na missão e mensagem do grupo.
O destaque da figura de remanescente para o adventismo se observa desde os
primórdios do movimento. Os adventistas têm se avaliado como o povo remanescente
do tempo do fim, conforme as profecias. A expressão Igreja remanescente carrega um
marco definidor e autoproclamado pelos adventistas do sétimo dia. “Tal compreensão é
ainda defendida nos documentos oficiais da Igreja, em obras de referência padrão e em
outras publicações representativas.” (HASEL, 2012, p.160).
A autodenominação histórica da IASD enquanto o remanescente “sem hesitação,
nem reservas” (HASEL, 2012, p.162) parte de uma reflexão de que a Igreja forma um
pequeno grupo que conservou-se fiel à esperança do advento, por constituírem o último
grupo de pessoas escolhidas por Deus antes do regresso de Cristo e por considerarem
serem os únicos a cumprir as condições proféticas expostas em Apocalipse 12:17. 4 Os
adventistas advogam ser o cumprimento da profecia apocalíptica, como o movimento
profético conclamado por Deus para preparar os povos da Terra para estarem
preparados para a segunda vinda de Cristo. Eles creem ter uma responsabilidade
sagrada e única sobre si resultante de um comissionamento divino de anúncio da última
mensagem de graça, o evangelho eterno, antes do advento de Jesus, o que configura o
cerne das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Os adventistas do sétimo dia
entendem que apenas eles dentre a cristandade proclamam essa mensagem (HASEL,
2012, p.162).
“De acordo com a interpretação tradicional adventista das profecias, não há outra
Igreja remanescente comissionada a proclamar ao mundo a mensagem do fim dos
tempos.” (MUZYKINA, 2014, p. 29). Por isso, o termo remanescente mostra-se como
uma qualificação oportuna em sua função de testemunha de Deus aos últimos
habitantes da história do planeta. Logo, na concepção adventista, o remanescente se
apresenta enquanto um movimento cristão identificável e concreto.

4
“Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os
mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus [...].”

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CONSIDERAÇÕES FINAIS: O EXCLUSIVISMO AMENIZADO DA IASD
Entende-se aqui, enquanto posição exclusivista, com base em Vigil (2006, p. 63),
a percepção teológica que considera existir uma única verdadeira religião, revelada por
Deus e que carrega em si a verdade em exclusividade, o que se observa, em uma
perspectiva abrandada, na compreensão adventista de Igreja.
Se, em linhas gerais, a concepção de Igreja remanescente seria a de última e
única verdadeira Igreja de Deus na história da Terra, incumbida de anunciar a
derradeira mensagem de Deus aos habitantes do planeta, pensamento que se observa,
ao menos, em sermões e estudos bíblicos de membros da IASD, o discurso oficial faz
parecer que essa não se configura como a visão da denominação sobre o assunto –
por mais que a primeira citada seja a sobressalente –, ao menos em todos os aspectos
da assertiva inicial. Por exemplo, quando indagados no Questões sobre doutrina
(QUESTÕES..., 2009, p. 162-167) – obra resultante de uma série de encontros entre
líderes adventistas e protestantes escrita para apresentar ao mundo evangélico a
concepção da IASD sobre um conjunto de ensinos, em um contexto em que, situado na
década de 1950, a Igreja Adventista era considerada como apenas uma seita – sobre
quem constitui a Igreja remanescente, através da seguinte problematização: “Alega-se
que os adventistas [...] ensinam que só eles constituem a última e completa ‘Igreja
remanescente’ [...]. Isso é verdade, ou admitem os adventistas do sétimo dia que
‘remanescentes’ são aqueles que em todas as denominações permanecem fiéis às
Escrituras [...]?” (QUESTÕES..., 2009, p. 162), as respostas são, basicamente, as aqui
reproduzidas:

A resposta a esta tríplice pergunta dependerá grandemente da definição que se


der à palavra “remanescente”. Se, conforme se deduz da segunda parte,
“remanescente” significa a Igreja invisível, nossa resposta à primeira parte é um
‘não’ incondicional. Os adventistas do sétimo dia nunca procuraram comparar
sua Igreja com a Igreja invisível – “aqueles que em todas as denominações
permaneceram fiéis às Escrituras”. Se o vocábulo “remanescente” for
empregado no sentido da definição que aparece em Apocalipse 12:17, uma
resposta apropriada exigirá a apresentação de certos pontos fundamentais.
Cremos que a profecia de Apocalipse 12:17 aponta para a experiência e obra
da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas não cremos que somente nós
constituímos os verdadeiros filhos de Deus – que somos os únicos e autênticos
cristãos que atualmente existem sobre a Terra. Cremos que Deus possui um

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grande número de seguidores fervorosos, leais e sinceros em todas as
comunidades cristãs [...]. (QUESTÕES..., 2009, p. 162, grifos do autor).

O Questões sobre doutrina se constitui de uma obra eminentemente apologética,


de defesa da fé adventista, que, portanto, pode apresentar descompassos entre o
adventismo transmitido pelos leigos e o adventismo sistematizado e publicizado pelas
lideranças denominacionais.
Por mais que a Igreja considere que o texto de Apocalipse 12:17 diz respeito à
missão confiada aos adventistas, enquanto portadora de “verdades especiais ao
mundo”, ela não acredita que os seus membros são os particulares filhos de Deus na
Terra. Porém, em uma forma de “exclusividade amenizada”, os adventistas creem que,
na medida em que anunciam sua mensagem, atraem para seu grupo, “profeticamente
predito”, os “verdadeiros filhos de Deus” (SCHWARZ; GREENLEAF, 2011, p. 442).
Os adventistas alegam que a autoidentificação como Igreja remanescente da
profecia não abona um senso de triunfalismo ou exclusivismo. Do contrário, ressalta o
espírito de “responsabilidade e autocrítica” do grupo (LARONDELLE, 2011, p. 983).
Não obstante, Hasel (2012, p. 162) diz que o uso do conceito tem gerado reações
adversas de outras confissões cristãs, que consideram a intitulação como um estímulo
à arrogância e postura julgadora frente à espiritualidade de outros. A contestação
emerge principalmente no contexto dos diálogos interconfessionais no âmbito do
cristianismo.

REFERÊNCIAS
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Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.
CANALE, Fernando. Completando la teología adventista: el proyecto teológico
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6, n. 2, p. 127-141, jul./dez. 2007.
FUCKNER, Ismael. A Igreja Adventista do Sétimo Dia entre a modernidade e a pós-
modernidade. Mosaico, Goiânia, v. 5, n. 2, p. 159-169, jul./dez. 2012.
HASEL, Frank M. O remanescente na teologia adventista contemporânea. In:
RODRÍGUEZ, Ángel Manuel. Teologia do remanescente: uma perspectiva
eclesiológica adventista. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 160-180.
KNIGHT, George R. Uma Igreja mundial: breve história dos adventistas do sétimo dia.
Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2000.

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LARONDELLE, Hans K. O remanescente e as três mensagens angélicas. In:
DEDEREN, Raoul (Ed.). Tratado de Teologia: adventista do sétimo dia. Tatuí: Casa
Publicadora Brasileira, 2011. p. 949-987.
MUZYKINA, Yelena. Retrato de um mundo pluralista. Os desafios e oportunidades
oferecidos pelo cenário da pós-modernidade à Igreja Adventista. Ministério, Tatuí, ano
86, n. 513, p. 28-30, jul./ago. 2014.
OLIVEIRA FILHO, José Jeremias. Formação histórica do movimento adventista.
Estudos avançados, São Paulo, v. 18, n. 52, p. 157-179, set./dez. 2004.
PRADO, André Pires do. Os templos da conquista: a Igreja Adventista do Sétimo Dia
(IASD) no município de Ourinhos-SP (1950-2012). 2012, 417 f. Dissertação (Mestrado
em História) – Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho, Assis, 2012.
QUESTÕES sobre doutrina: o clássico mais polêmico da história do adventismo. Notas
e introdução histórica e teológica por George R. Knight. Ed. anotada. Tatuí: Casa
Publicadora Brasileira, 2009.
REIS, Douglas. Explosão Y: adventismo, pós-modernidade e gerações emergentes.
Ivatuba: Instituto Adventista Paranaense, 2013.
SCHWARZ, Richard W.; GREENLEAF, Floyd. Portadores de luz: história da Igreja
Adventista do Sétimo Dia. Engenheiro Coelho: UNASPRESS, 2009.
SOUZA, Flávio da Silva. A laicidade brasileira e a guarda do sábado pelos
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Religião) – Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz
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VIGIL, José Maria. Teologia do pluralismo religioso: para uma releitura pluralista do
cristianismo. São Paulo: Paulus, 2006.
WILSON, Ted N. C. “Quem somos nós?” Nossa identidade determina nossa missão.
Adventist World, Tatuí, v. 9, n. 5, p. 8-10, maio 2013.

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